
Decisões tomadas neste fim de semana envolvem materiais usados pelas campanhas dos dois principais candidatos ao Governo de Pernambuco. O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidiu manter no ar um conteúdo da campanha de João Campos (PSB) que questiona o valor recebido mensalmente pela governadora Raquel Lyra (PSD). O material afirma que Raquel recebe […]
Decisões tomadas neste fim de semana envolvem materiais usados pelas campanhas dos dois principais candidatos ao Governo de Pernambuco.
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidiu manter no ar um conteúdo da campanha de João Campos (PSB) que questiona o valor recebido mensalmente pela governadora Raquel Lyra (PSD).
O material afirma que Raquel recebe cerca de R$ 60 mil por mês ao somar valores ligados à carreira de procuradora do Estado, mesmo estando atualmente no cargo de governadora. A campanha de João questiona se esse pagamento está de acordo com as regras previstas para quem deixa um cargo público de origem para assumir um mandato eletivo.
Ao manter a divulgação do conteúdo, a Justiça Eleitoral não decidiu, porém, se a remuneração recebida por Raquel é legal ou ilegal. A decisão analisou apenas se a campanha de João poderia continuar divulgando essas informações.
Em outro processo, a Justiça Eleitoral tomou uma decisão contrária à campanha de Raquel Lyra.
Um vídeo usado pela governadora na televisão e nas redes sociais ligava uma decisão judicial sobre um concurso da Prefeitura do Recife à posterior tentativa de nomeação do filho de um magistrado.
A campanha de João argumentou que o vídeo dava a entender que havia ocorrido favorecimento pessoal.
Na sexta-feira (11), o desembargador Luiz Gustavo Mendonça de Araújo determinou que o conteúdo fosse retirado do ar. Segundo ele, o vídeo apresentava os fatos de uma forma que poderia levar o eleitor a entender que houve favorecimento, sem que as provas apresentadas até aquele momento sustentassem essa conclusão.
A campanha de Raquel tentou derrubar a decisão, mas o pedido foi negado neste sábado (12) pelo desembargador Breno Duarte Ribeiro de Oliveira.
Com isso, o vídeo continua fora do ar. A decisão ainda não encerra o processo. A Justiça Eleitoral deverá analisar posteriormente o conteúdo de forma definitiva e também decidir sobre um pedido de direito de resposta feito pela campanha de João.
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr





Segundo Fachin, os procedimentos possuem objetos distintos e estão em fases processuais diferentes. O presidente do STF afirmou que o processo envolvendo Mendonça ainda depende da conclusão de uma etapa preliminar de coleta de informações.
“Quem vive aqui no Agreste Setentrional conhece esses problemas de perto. Sabe o que uma estrada ruim representa para quem precisa trabalhar, levar a produção, levar um filho para a escola ou chegar a uma unidade de saúde. E sabe também o peso da falta d’água dentro de casa”, disse.



Na área da saúde, a campanha citou intervenções no Hospital Geral de Areias (HGA). Segundo o material divulgado, foram destinados R$ 16 milhões para melhorias na unidade, incluindo requalificação do setor odontológico, reforma de enfermarias e aquisição de equipamentos.

Para João, os diferentes episódios precisam ser apurados pelas autoridades. Ele afirmou que pretende continuar buscando providências judiciais contra os responsáveis por eventuais irregularidades.































Você precisa fazer login para comentar.