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Presidente afirmou que foi alvo de uma operação para impedir sua candidatura em 2018 e voltou a criticar a atuação da imprensa e de integrantes da Lava Jato. O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a fazer críticas à Operação Lava Jato e à cobertura da imprensa durante entrevista […]

Presidente afirmou que foi alvo de uma operação para impedir sua candidatura em 2018 e voltou a criticar a atuação da imprensa e de integrantes da Lava Jato.

O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a fazer críticas à Operação Lava Jato e à cobertura da imprensa durante entrevista à TV Globo, na noite da quinta-feira (27).

Ao responder a uma pergunta da jornalista Renata Vasconcellos, Lula afirmou que foi vítima de uma articulação que, segundo ele, tinha como objetivo impedir sua candidatura à Presidência em 2018, atingir empresas brasileiras de engenharia e desgastar a imagem da Petrobras.

“Eu fui vítima da maior mentira montada neste país. Tinha como objetivo não me deixar ser candidato em 2018”, afirmou.

Lula também relembrou o período em que ficou preso e disse que decidiu se apresentar à Justiça para provar que as acusações contra ele eram falsas. Na sequência, direcionou críticas à imprensa.

“A imprensa brasileira comprou uma mentira, vendeu a mentira e nunca reconheceu que comprou a mentira”, declarou.

O presidente voltou a citar o ex-juiz Sergio Moro e o episódio do PowerPoint apresentado pelo Ministério Público Federal contra ele durante a Lava Jato.

“A imprensa brasileira sabe que ela produziu um monstro mentiroso chamado Moro. Eu não esqueço do PowerPoint mentiroso contra mim”, disse.

Renata Vasconcellos interrompeu Lula e afirmou que o jornalismo da Globo cumpriu sua obrigação de noticiar os acontecimentos. O apresentador César Tralli acrescentou que, especificamente sobre o episódio do PowerPoint, os princípios editoriais da emissora já haviam registrado uma retratação.

Na sequência, a entrevista voltou ao tema da Previdência Social, com questionamentos sobre fraudes envolvendo descontos indevidos em benefícios e a fila de requerimentos do INSS.

Assista ao trecho da entrevista de Lula no Instagram do Blog do Nill Júnior, no perfil @nill_jr.

Vídeo: Reprodução/TV Globo

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Candidato ao Governo de Pernambuco reagiu à publicação em que Raquel Lyra questionou sua relação com Amizadai e afirmou que uma empresa ligada a ele recebeu recursos da Prefeitura do Recife. João Campos (PSB) se manifestou, na noite da quinta-feira (27), sobre o vídeo publicado pela governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), no […]

Candidato ao Governo de Pernambuco reagiu à publicação em que Raquel Lyra questionou sua relação com Amizadai e afirmou que uma empresa ligada a ele recebeu recursos da Prefeitura do Recife.

João Campos (PSB) se manifestou, na noite da quinta-feira (27), sobre o vídeo publicado pela governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), no qual ela questiona a relação do ex-prefeito do Recife com Amizadai Andrade da Silva, citado na reportagem da Record sobre uma suposta rede de ataques digitais.

“Quem deve explicações à Justiça sobre o uso de dinheiro público para destruir reputações não deveria usar a rede social para espalhar mentiras”, escreveu João.

Na publicação, o candidato rejeitou a afirmação de que teria amizade com Amizadai.“O homem apontado pela imprensa como suposto chefe do Gabinete do Ódio do Governo de PE nunca foi meu amigo e nunca trabalhou em minha equipe. Já a candidata que me ataca não pode dizer o mesmo”, afirmou.Mais cedo, Raquel havia publicado um vídeo com a legenda “mentira tem perna curta”. O material recuperou uma gravação antiga em que João envia felicitações a Amizadai e Poliana pelo nascimento da filha do casal e questiona: “Que amizade é essa, afinal?”.

O vídeo divulgado pela governadora também afirma que uma empresa ligada a Amizadai recebeu recursos da Prefeitura do Recife durante a gestão de João Campos. Na manifestação publicada posteriormente, João não tratou especificamente dessa afirmação.

A troca de acusações ocorre após reportagem do Jornal da Record mostrar gravações em que Amizadai fala sobre uma rede de perfis digitais e sobre contatos com integrantes do Governo de Pernambuco para “desidratar” adversários. O material foi levado à Polícia Federal.

João encerrou a manifestação afirmando que continuará fazendo uma “campanha limpa, à altura do que espera o povo pernambucano”.

Imagem: Reprodução/Instagram

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Governadora reagiu às acusações sobre uma suposta rede de ataques digitais e divulgou imagens antigas em que João Campos aparece enviando uma mensagem a Amizadai e à família dele. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) publicou um vídeo nas redes sociais para contestar as acusações envolvendo a existência de uma suposta estrutura […]

Governadora reagiu às acusações sobre uma suposta rede de ataques digitais e divulgou imagens antigas em que João Campos aparece enviando uma mensagem a Amizadai e à família dele.

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) publicou um vídeo nas redes sociais para contestar as acusações envolvendo a existência de uma suposta estrutura de ataques digitais ligada ao Governo de Pernambuco. Na publicação, ela questiona a relação entre João Campos (PSB) e Amizadai, citado na reportagem exibida pelo Jornal da Record.

“Mentira tem perna curta”, escreveu Raquel na legenda.

No vídeo, a publicação afirma que João tem apresentado Amizadai como responsável por ataques contra ele, mas sustenta que os dois mantinham uma relação anterior. Para embasar a acusação, é exibido um vídeo antigo no qual João envia uma mensagem de felicitações pela chegada da filha de Amizadai e Poliana.

“Mandar um abraço para a Poliana e a Amizadai pela chegada da pequena Giovana. Que Deus possa abençoar com muita luz, com muita saúde a família de vocês”, diz João na gravação recuperada pela publicação.

O material divulgado por Raquel também afirma que uma empresa ligada a Amizadai recebeu recursos da Prefeitura do Recife durante a gestão de João Campos. No vídeo apresentado pela governadora, não são detalhados os contratos, valores ou períodos desses pagamentos.

“Toda essa história surge justamente quando o João cai nas pesquisas. Essa história está muito mal contada. Que amizade é essa, afinal?”, questiona a publicação.

A manifestação ocorre após a reportagem da Record revelar gravações em que Amizadai fala sobre uma rede de perfis na internet e sobre reuniões com integrantes do Governo do Estado para “desidratar” adversários políticos. João Campos afirmou posteriormente que o material reforçava denúncias que vinha fazendo sobre um suposto “gabinete do ódio” e anunciou medidas jurídicas.

Raquel já havia negado qualquer participação na estrutura mencionada pela Record e afirmou que o servidor citado na reportagem foi exonerado do Governo de Pernambuco.

Assista ao vídeo divulgado por Raquel Lyra no Instagram do Blog do Nill Júnior, no perfil @nill_jr.

Vídeo: Reprodução/Instagram

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João Campos chama tática de Raquel Lyra de bolsonarista

SBT News O candidato do PSB ao governo de Pernambuco, João Campos, afirmou nesta quinta-feira (27), em entrevista ao SBT News, que a estratégia adotada pela principal adversária, a governadora Raquel Lyra (PSD), tem características do bolsonarismo e da extrema-direita. O ex-prefeito do Recife também atribuiu parte da queda de sua candidatura nas pesquisas de […]

SBT News

O candidato do PSB ao governo de Pernambuco, João Campos, afirmou nesta quinta-feira (27), em entrevista ao SBT News, que a estratégia adotada pela principal adversária, a governadora Raquel Lyra (PSD), tem características do bolsonarismo e da extrema-direita.

O ex-prefeito do Recife também atribuiu parte da queda de sua candidatura nas pesquisas de intenção de voto a uma série de ataques que, segundo ele, são coordenados há mais de um ano e meio contra sua imagem nas redes sociais.

João Campos disse ainda que “toda a direita pernambucana e o bolsonarismo” estão reunidos no palanque de Raquel Lyra. A declaração ocorre em meio à disputa pela liderança nas pesquisas eleitorais: levantamentos recentes apontaram uma inversão no cenário, com a governadora passando à frente do candidato do PSB.

Durante a entrevista, Campos voltou a acusar o governo estadual de manter uma estrutura de ataques contra adversários políticos, que teria utilizado recursos públicos. A Frente Popular de Pernambuco anunciou nesta quinta medidas judiciais e administrativas para apurar as denúncias relacionadas à suposta existência de um “gabinete do ódio” dentro da estrutura do governo.

A campanha de Raquel Lyra contesta as acusações. Em nota, afirmou que o PSB estaria recorrendo a “velhas práticas” e substituindo o debate de propostas por acusações sem provas.

Segundo a campanha, as ações anunciadas por Campos seriam baseadas em uma denúncia sem comprovação. A defesa de Raquel afirma ainda que foi a própria governadora quem determinou a exoneração imediata do servidor citado nas denúncias e a apuração dos fatos.

A campanha declarou que pretende recorrer à Justiça contra o que considera “mentiras” e afirmou que a governadora seguirá concentrada em apresentar resultados e trabalhar pela população de Pernambuco.

Campos fala em ataques coordenados

João Campos afirmou que os ataques contra ele começaram depois de sua reeleição para a Prefeitura do Recife, quando obteve quase 80% dos votos. Segundo o candidato, a ofensiva teria sido estruturada para promover sua “desidratação política”.

“Há mais de um ano e meio, eu venho sendo vítima recorrente de ataques criminosos por uma rede de ódio que comete calúnia, difamação e que supostamente é financiada por recursos públicos”, afirmou.

O candidato citou uma reportagem que, segundo ele, revelou a atuação de um servidor federal cedido ao governo de Pernambuco. Campos afirmou que o servidor teria relatado participação na coordenação de ataques contra ele e reuniões com integrantes do governo estadual.

Para o candidato, a situação precisa ser investigada pela Justiça Eleitoral, pela Controladoria-Geral da União (CGU), pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pelo Ministério Público e pelos órgãos de controle estaduais.

Campos também rejeitou a possibilidade de que as medidas tenham como objetivo retirar Raquel Lyra da disputa eleitoral. Segundo ele, a intenção é garantir investigação e responsabilização de eventuais envolvidos.

“A gente não tá aqui para perseguir absolutamente ninguém. Agora, a gente não tá aqui para sofrer e ser vítima de violência”, disse.

Campos afirmou que o início da propaganda eleitoral no rádio e na televisão, a partir desta sexta-feira (28), será uma oportunidade para apresentar ao eleitorado suas propostas e resultados obtidos durante a gestão do Recife.

Direita no palanque de Raquel

Ao ser questionado sobre a estratégia para recuperar eleitores identificados com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva que atualmente optam por Raquel Lyra, Campos voltou a explorar a divisão política entre os dois palanques.

O candidato afirmou que sua aliança com Lula representa não apenas uma parceria eleitoral, mas uma convergência de pautas e projetos.

“Eu tenho muito orgulho do time que está comigo, do presidente que eu apoio, do partido que eu presido”, disse.

Em seguida, afirmou que a direita pernambucana está concentrada na candidatura adversária.

“Toda a direita pernambucana e o bolsonarismo tá reunido no palanque da nossa adversária”, declarou.

Campos disse que, de um lado, está o “campo democrático progressista” e, do outro, a direita e o bolsonarismo. Para ele, os ataques dos quais afirma ser vítima também teriam características de movimentos de extrema direita.

“Isso é exatamente o que você vê em regimes autoritários”, afirmou.

Lula em Pernambuco

João Campos também afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá participar da campanha em Pernambuco. Segundo ele, a presença do presidente está sendo organizada pela direção nacional da campanha de acordo com a estratégia eleitoral.

O candidato afirmou que Lula tem papel importante na formação da Frente Popular de Pernambuco e na consolidação dos apoios partidários à sua candidatura.

Campos aposta ainda no vínculo político com o presidente para atrair eleitores lulistas que, segundo as pesquisas, atualmente estão divididos entre ele e Raquel Lyra.

Durante a entrevista, Campos se esquivou de responder se sonha em disputar a Presidência da República e afirmou que seu objetivo imediato é governar Pernambuco.

Ele também declarou acreditar na reeleição de Lula em 2026 e projetou uma eventual participação na construção da sucessão presidencial em 2030.

“Eu tenho o sonho de poder governar Pernambuco e de poder fazer o melhor mandato que alguém pode fazer no Estado”, afirmou.

O candidato disse ainda que, caso seja eleito, pretende governar Pernambuco ao mesmo tempo em que Lula comandaria o país em um eventual quarto mandato.

O presidente Lula (PT), candidato à reeleição, voltou a criticar a cobertura da imprensa sobre os processos que levaram à sua prisão e afirmou, em sabatina no Jornal Nacional, que não esqueceu um “PowerPoint mentiroso” contra ele. O petista se referiu a uma apresentação feita pelo promotor Deltan Dallagnol durante as investigações da Lava Jato, […]

O presidente Lula (PT), candidato à reeleição, voltou a criticar a cobertura da imprensa sobre os processos que levaram à sua prisão e afirmou, em sabatina no Jornal Nacional, que não esqueceu um “PowerPoint mentiroso” contra ele.

O petista se referiu a uma apresentação feita pelo promotor Deltan Dallagnol durante as investigações da Lava Jato, mas o jornalista assumiu que se tratava de outro “PowerPoint” –o que associava o ex-metalúrgico ao caso Master, responsável por uma grave crise nos bastidores da GloboNews.

O candidato à reeleição elevou o tom contra a imprensa brasileira, dizendo que lhe deviam desculpas pela cobertura sobre o seu julgamento na Lava Jato e a sua prisão. Ele também mencionou o ex-juiz Sérgio Moro.

“A imprensa brasileira comprou uma mentira, vendeu uma mentira e nunca reconheceu que contou uma mentira”, iniciou ele, que provocou uma reação de Renata Vasconcellos. “O Jornalismo da Globo cumpriu a sua obrigação de noticiar os fatos”, respondeu a jornalista.

“A imprensa sabe que produziu um monstro mentiroso como Moro e Dallagnol”, disse ele, relembrando ainda o episódio em que o promotor fez uma apresentação o colocando como centro do escândalo da Lava Jato. “Eu não esqueço do powerpoint mentiroso contra mim”, disse ele.

Tralli, então, fez menção a outro episódio. “Em relação a essa questão do powerpoint, nós seguimos nossos princípios editoriais e fizemos a devida retratação. Peço que a gente siga com a entrevista”, confundiu-se o âncora, em referência ao episódio ocorrido durante o Estúdio i.

A GloboNews viveu bastidores tensos na época. A exibição da arte que associava o banqueiro Daniel Vorcaro ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao PT, no Estúdio i em março de 2026, instaurou o terror nos corredores do canal de notícias da Globo.

No telão foi projetada uma imagem chamada Conexões de Daniel Vorcaro, com uma estrutura similar ao PowerPoint de Deltan Dallagnol que tentava ligar Lula a Lava Jato.

O conteúdo foi rechaçado nas redes sociais até por ex-jornalistas da Globo, como a repórter Neide Duarte. Reclamou-se, principalmente, da ausência das conexões do ex-dono do Banco Master com nomes da direita, como o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central.

Três dias depois, Andréia Sadi leu um texto em que a GloboNews pedia desculpas pelo material apresentado. A apresentadora do Estúdio i justificou que o material estava “errado e incompleto”, mas não deu mais detalhes.

O vídeo do programa foi alterado no Globoplay. Agora, contém o aviso de que “foi modificado em sua versão web para correção de erro”. Por volta de 1 hora de programa, há um corte brusco no material.

Pesquisa Portal Ricardo Antunes/Múltipla: Raquel Lyra 43% x João Campos 37%

Na primeira pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla em parceria com o Portal do Ricardo Antunes, a governadora Raquel Lyra (PSD) aparece liderando a corrida pelo Palácio do Campo das Princesas, com 43% das intenções de voto. O ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), obteve 37% no cenário estimulado de primeiro turno. O ex-vereador do Recife, […]

Na primeira pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla em parceria com o Portal do Ricardo Antunes, a governadora Raquel Lyra (PSD) aparece liderando a corrida pelo Palácio do Campo das Princesas, com 43% das intenções de voto. O ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), obteve 37% no cenário estimulado de primeiro turno.

O ex-vereador do Recife, Ivan Moraes (PSOL), somou 1%. Os demais candidatos ficaram abaixo de 1%. Os indecisos representam 11%, enquanto 5% declararam voto em branco ou nulo, e outros 2% não opinaram.

Numa simulação de segundo turno, a governadora atinge 47%, enquanto o candidato do PSB soma 41%. Nesse cenário, os indecisos representam 6%, enquanto 5% votariam branco ou nulo, e apenas 1% não responderam.

Com relação ao levantamento anterior, divulgado em 12 de agosto, Raquel Lyra recuou dois pontos (tinha 45%) e João Campos caiu quatro (tinha 41%).

AVALIAÇÃO E APROVAÇÃO

O governo Raquel Lyra é considerado ótimo ou bom para 46%. Outros 33% avaliam a gestão como regular, enquanto 17% veem como ruim ou péssima, e 4% não opinaram. No quesito aprovação, 65% são favoráveis à gestão, enquanto 27% desaprovam e 8% não opinaram.

O Instituto Múltipla ouviu 900 eleitores pernambucanos entre os dias 22 e 24 de agosto. A margem de erro é de 3,3 pontos percentuais, e o grau de confiança da é de 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral com o número de identificação PE-01370/2026.

A Frente Popular de Pernambuco anunciou em nota, nesta quinta-feira (27), a partir de entrevista coletiva, a adoção de medidas judiciais e administrativas contra o Governo de Pernambuco e a coligação Pernambuco no Coração, liderada por Raquel Lyra (PSD). As ações foram motivadas por denúncias recentes da imprensa sobre a existência de um “gabinete do […]

A Frente Popular de Pernambuco anunciou em nota, nesta quinta-feira (27), a partir de entrevista coletiva, a adoção de medidas judiciais e administrativas contra o Governo de Pernambuco e a coligação Pernambuco no Coração, liderada por Raquel Lyra (PSD).

As ações foram motivadas por denúncias recentes da imprensa sobre a existência de um “gabinete do ódio” financiado com recursos estaduais e estruturado durante supostas tratativas entre a governadora e um servidor público dentro do Palácio do Campo das Princesas. Se comprovadas pela Justiça, as irregularidades podem resultar na cassação e na inelegibilidade da chapa governista.

A principal medida será a apresentação de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) junto ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). A peça vai apontar cinco eixos de ilicitudes que, na visão da Frente Popular, configuram abuso de poder político e econômico e condutas vedadas a agentes públicos com potencial de favorecer a candidatura de Raquel. Um dos aspectos denunciados é o uso de ônibus escolares para transportar militantes para a convenção do PSD, em 2 de agosto. Fotos das placas e outras comprovações foram anexadas ao processo.

A Frente Popular também questiona o episódio de espionagem clandestina contra o então secretário de Articulação Política e Social do Recife, Gustavo Monteiro, e seu irmão, no segundo semestre de 2025. Ambos tiveram um veículo funcional monitorado pela Polícia Civil sem autorização da Justiça ou inquérito policial instaurado, conforme denunciado pela imprensa em janeiro. Outro eixo será a apresentação de provas da utilização de aeronaves do governo para transportar Raquel a atividades político-partidárias. A ação apresentará ainda documentos que indicam um excesso de cerca de R$ 5 milhões nos gastos com publicidade institucional da gestão estadual neste ano, extrapolando o limite previsto pela legislação eleitoral, que é baseado na média mensal de valores empenhados nos últimos exercícios.

O principal eixo da ação judicial, contudo, será a denúncia em torno do ecossistema digital criado para atacar João Campos (PSB), principal adversário de Raquel nas eleições deste ano. Áudios divulgados pela imprensa mostram o servidor público federal Amisadai Andrade confirmando que foi chamado ao Palácio do Campo das Princesas, no segundo semestre de 2024, para tratar com a governadora sobre a publicação de ataques coordenados nas redes sociais contra o então prefeito do Recife, reeleito naquele mesmo período.

Registros da Casa Militar confirmam que Amisadai esteve na sede do governo estadual em julho e em setembro daquele ano. Na época, ele era sócio do Portal de Prefeitura, página que recebeu mais de meio milhão de reais do Governo Raquel Lyra e apontada como fonte de distribuição de conteúdos de ódio para mais de 300 perfis nas redes sociais.

Segundo o advogado Rafael Carneiro, que representa o PSB nacional e falou em nome da equipe jurídica da Frente Popular, há um marco temporal e de aumento de verba de publicidade para o portal que, associado à confirmação da presença de Amisadai no Palácio e à afirmação dele de que se reuniu com a governadora, fornecem indícios suficientes para a confirmação de que existe um “gabinete do ódio” voltado a atacar João Campos e a beneficiar a candidatura de Raquel Lyra.

“Há um vídeo com reconhecimento de um servidor, que diz que foi chamado pela governadora do estado para estruturar um grupo de ataques à honra do candidato João Campos. Esse vídeo já foi divulgado. Além dele, foram demonstradas idas desse servidor ao Palácio do Governo, em especial, à Casa Civil, núcleo funcional e político do Governo do Estado. Ontem, a governadora disse que esse sujeito estava muito longe dela. E ontem mesmo foi demonstrado que ele estava muito perto”, afirmou o advogado.

Além de ter sido sócio do Portal de Prefeitura, Amisadai chegou a ser nomeado como servidor comissionado da Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco e só foi exonerado na quarta (26), após o caso vir à tona. Segundo o advogado da Frente Popular, essa conduta também demandará a apresentação de denúncias a outras instâncias para além da Justiça Eleitoral, já que pode ter havido peculato e enriquecimento ilícito de um servidor federal cedido ao Governo de Pernambuco e envolvido em condutas vedadas com financiamento estadual.

“Além da ação na Justiça Eleitoral, nós vamos apresentar uma série de medidas perante diversas instâncias, como o Ministério Público de Pernambuco, por improbidade administrativa, o Ministério Público Eleitoral, o Tribunal de Contas da União, o Tribunal de Contas do Estado e a Controladoria-Geral da União, para que esses fatos que não foram apresentados por nós, mas pela imprensa nacional, sejam devidamente apurados”, completou Carneiro.

Em nota, a campanha da governadora Raquel Lyra rebateu as acusações ligadas à existência de um gabinete do ódio em sua campanha, feitas mais cedo pelo jurídico do PSB. Leia: A poucas semanas da eleição, o PSB continua usando suas velhas práticas, trocando o debate de propostas por uma coletiva de acusações. Anuncia ações que […]

Em nota, a campanha da governadora Raquel Lyra rebateu as acusações ligadas à existência de um gabinete do ódio em sua campanha, feitas mais cedo pelo jurídico do PSB. Leia:

A poucas semanas da eleição, o PSB continua usando suas velhas práticas, trocando o debate de propostas por uma coletiva de acusações. Anuncia ações que ainda não existem, baseadas numa denúncia sem provas. Quem tem trabalho a mostrar mostra trabalho; quem não tem convoca a imprensa para anunciar processos.

A campanha de Raquel Lyra é feita à luz do dia, com nome, rosto e assinatura. Foi a governadora quem, diante da conduta de um servidor, determinou sua exoneração imediata e a apuração dos fatos. É assim que age quem não tem nada a esconder: aponta o erro e apura, não terceiriza ataques nas sombras.

A tentativa de transformar acusação em fato, sem prova e no calendário eleitoral, será enfrentada onde deve ser: na Justiça. A campanha já aciona seus advogados para responsabilizar quem constrói e propaga mentiras contra a governadora. Difamar é crime, e será tratado como tal.

Enquanto o adversário fala de ódio, Raquel Lyra segue falando com coração e, acima de tudo, trabalhando para continuar mudando a vida das pessoas.

Ontem foi notícia que o Ministério Público Eleitoral de Pernambuco (MPE-PE) pediu a impugnação de dez candidaturas, por supostas irregularidades, para as eleições deste ano em Pernambuco. Do total, oito são referentes a ex-prefeitos que teriam falhas no processo de prestação de contas do período em que atuavam como gestores municipais. Na lista aparece o […]

Ontem foi notícia que o Ministério Público Eleitoral de Pernambuco (MPE-PE) pediu a impugnação de dez candidaturas, por supostas irregularidades, para as eleições deste ano em Pernambuco.

Do total, oito são referentes a ex-prefeitos que teriam falhas no processo de prestação de contas do período em que atuavam como gestores municipais. Na lista aparece o ex-prefeito de Serra Talhada e Deputado Estadual Luciano Duque.

Ele emitiu nota sobre a informação.  Leia:

Minha candidatura a Deputado Estadual está regular e em pleno curso.

O Ministério Público Eleitoral impugnou meu registro. Isso é parte normal do processo eleitoral e não significa condenação: até hoje não existe nenhuma decisão que casse minha candidatura ou me impeça de disputar a eleição. Já apresentei minha defesa e demonstrei que não há qualquer causa de inelegibilidade.

O motivo da impugnação todos conhecem. O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, órgão técnico que examinou item por item a prestação de contas de 2019, emitiu parecer prévio pela aprovação. A Câmara de Vereadores ignorou esse parecer técnico e rejeitou as contas por decisão política.

E é preciso dizer com clareza o que a lei determina: rejeição de contas, por si só, não torna ninguém inelegível. A Lei da Ficha Limpa exige irregularidade insanável e ato doloso de improbidade administrativa. Nada disso existe nas minhas contas, e é exatamente isso que o parecer do TCE-PE comprova.

Por isso os cards que circulam nos grupos de WhatsApp são falsos. Quem os produz não quer informar, quer desacreditar nossa campanha. É o recurso de quem tem medo de me enfrentar no voto.

Confio na Justiça Eleitoral. Tive a lisura das minhas contas atestada pelo órgão técnico competente e terei minha candidatura deferida.

Às minhas eleitoras e aos meus eleitores, digo com tranquilidade: sigo firme, com a consciência limpa e com o trabalho de sempre, rumo a mais uma vitória.

Como escreveu Euclides da Cunha, “o sertanejo é, antes de tudo, um forte”.

Luciano Duque – Deputado Estadual

Em um discurso de quase 20 minutos em Vicência, na Mata Norte de Pernambuco, o candidato a governador João Campos (PSB) defendeu que a justiça seja feita no caso referente à operação de um suposto “Gabinete do Ódio” financiado com recursos do Governo de Pernambuco, já em investigação pela Polícia Federal (PF). Ele classificou a […]

Em um discurso de quase 20 minutos em Vicência, na Mata Norte de Pernambuco, o candidato a governador João Campos (PSB) defendeu que a justiça seja feita no caso referente à operação de um suposto “Gabinete do Ódio” financiado com recursos do Governo de Pernambuco, já em investigação pela Polícia Federal (PF).

Ele classificou a prática como “uma política rasteira, de gente que se veste de altar da moral” enquanto usa mecanismos ilegais para atacar adversários, e lamentou que denúncias recentes da imprensa tenham comprovado que o esquema era “decidido e negociado” dentro do Palácio do Campo das Princesas.

“Eu tenho sido atacado de forma criminosa pelos nossos adversários, que montaram um gabinete do ódio supostamente financiado com dinheiro do Estado, dinheiro público, para mentir, caluniar e difamar a mim, meus aliados políticos, minha família, minha esposa, pessoas que simplesmente pensam diferente deles. E agora a imprensa nacional está mostrando que isso era negociado e decidido dentro do Palácio, fazendo política rasteira, de gente que se veste de altar de moral e, na prática, usa as piores práticas políticas do mundo para atacar adversários de forma criminosa. Na política não vale tudo. A justiça será feita”, defendeu.

Ao longo do dia, a imprensa trouxe desdobramentos sobre o caso, como registros de visitas ao Palácio do Campo das Princesas que comprovam que o homem apontado como operador do esquema se reuniu com membros do governo no período em que ataques coordenados contra João Campos começaram a ocorrer nas redes sociais. Pela manhã, o candidato já havia se pronunciado em vídeo e anunciado que acionará sua equipe jurídica para tomar as medidas cabíveis no caso, em paralelo à investigação já em curso na PF.

O candidato a governador esteve acompanhado de Carlos Costa (Republicanos), candidato a vice-governador, de Marília Arraes (PDT), candidata a senadora, dos deputados Pedro Campos (PSB) e Francismar Pontes (PSB), de Neto de Dija, liderança local, e de outros nomes da política da Mata Norte e do Agreste Setentrional de Pernambuco.

Durante sabatina, nesta quarta-feira (26), a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a negar qualquer envolvimento com a estrutura de ataques virtuais revelada em reportagem da TV Record e afirmou que adotará medidas jurídicas sobre o caso. Raquel foi questionada sobre Amisadai Andrade da Silva, ex-superintendente de Operações da Arena de Pernambuco, […]

Durante sabatina, nesta quarta-feira (26), a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a negar qualquer envolvimento com a estrutura de ataques virtuais revelada em reportagem da TV Record e afirmou que adotará medidas jurídicas sobre o caso.

Raquel foi questionada sobre Amisadai Andrade da Silva, ex-superintendente de Operações da Arena de Pernambuco, citado pela reportagem e exonerado do Governo do Estado nesta quarta-feira (26).

“Querer dizer que ele conversou comigo, ele vai estar muito distante disso. Eu quero ver provar. Eu quero ver prova”, afirmou a governadora.

A reportagem da Record informou que a Polícia Federal apura uma rede de perfis que seria utilizada para atacar adversários políticos, principalmente João Campos (PSB). No material exibido, Amisadai aparece em gravações falando sobre contatos com integrantes do Governo do Estado e sobre uma estratégia para “desidratar” adversários.

Na sabatina, Raquel argumentou que a presença de um servidor na estrutura estadual não significa participação do governo em eventuais atos individuais. Disse também que não aceita ser associada a práticas que considera desonestas e afirmou que vem sendo alvo de ataques desde a eleição de 2022.

A candidata afirmou ainda que sua campanha já denunciou ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco mais de 430 perfis que classifica como “robotizados” e também uma suposta rede formada por mais de 40 perfis.

“Eu sou uma pessoa que você pode falar o que quiser, mas não vai dizer que eu sou uma pessoa desonesta, que utiliza de jogo sujo”, declarou.

Raquel disse que pretende manter a campanha centrada na apresentação de propostas e na prestação de contas de sua gestão. A governadora afirmou que as medidas jurídicas relacionadas às acusações estão sendo analisadas por sua equipe.

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Em sabatina, João detalha propostas para Pernambuco e diz esperar Lula na campanha

Candidato do PSB participou de entrevista ao Diario de Pernambuco, na tarde da terça-feira (25), e falou sobre saúde, tecnologia, Festival de Inverno de Garanhuns, relação com Paulo Câmara e participação de Lula na campanha. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, na tarde da terça-feira (25), de uma sabatina promovida pelo […]

Candidato do PSB participou de entrevista ao Diario de Pernambuco, na tarde da terça-feira (25), e falou sobre saúde, tecnologia, Festival de Inverno de Garanhuns, relação com Paulo Câmara e participação de Lula na campanha.

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, na tarde da terça-feira (25), de uma sabatina promovida pelo Diario de Pernambuco. Durante a entrevista, criticou a gestão da governadora Raquel Lyra (PSD), apresentou propostas para um eventual governo e evitou concentrar o debate na administração do ex-governador Paulo Câmara (PSB).

Questionado sobre críticas feitas por Raquel à antiga gestão do PSB, João afirmou que pretende direcionar a campanha para os próximos quatro anos. “O debate que o povo espera não é sobre o passado de Pernambuco. As pessoas estão aqui para fazer escolhas sobre o futuro”, disse.

Na sequência, comparou sua passagem pela Prefeitura do Recife com a atual gestão estadual. O candidato citou, entre outros pontos, a construção de creches e a ausência, segundo ele, de novos hospitais entregues pelo Estado.

“Um governador ou um prefeito não deve ser alguém que está ali para ficar terceirizando desculpa ou responsabilidade ou justificando os seus não feitos”, afirmou.

Saúde e novos hospitais

Na área da saúde, João disse que pretende combinar a manutenção da rede existente com a construção de novas unidades. O candidato tem defendido durante a campanha a implantação de novos hospitais e uma gestão integrada das filas de consultas, exames e cirurgias.

Ele criticou as condições de manutenção de equipamentos estaduais e afirmou que, caso eleito, pretende criar um programa voltado à recuperação das unidades existentes, além de ampliar a estrutura hospitalar.

Tecnologia e formação profissional

João também apresentou propostas para ciência e tecnologia. Entre elas estão o fortalecimento da Universidade de Pernambuco e da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco, a implantação de estruturas do Porto Digital no interior e a expansão da infraestrutura de conectividade.

O candidato prometeu ainda formar 10 mil jovens na área de tecnologia ao longo de quatro anos. Segundo ele, a experiência teria como referência programas realizados durante sua passagem pela Prefeitura do Recife.

Festival de Inverno de Garanhuns

Sobre o Festival de Inverno de Garanhuns, João voltou a criticar a relação do atual Governo do Estado com o evento e afirmou que pretende retomar uma participação mais ampla da gestão estadual.

Ele elogiou a atuação do prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino, e disse que a administração municipal assumiu responsabilidades diante das divergências com o Estado sobre a realização do festival.

Lula deve participar da campanha, diz João

Questionado sobre a presença do presidente Lula (PT) na campanha em Pernambuco, João afirmou que já conversou com o presidente e com dirigentes nacionais do PT sobre o assunto.

Segundo ele, Lula manifestou disposição de participar de agendas no estado, embora ainda não haja uma data definida.

“O presidente sempre tratou com muita naturalidade, inclusive, a participação dele aqui na campanha em Pernambuco”, afirmou.

João também descartou antecipar uma eventual candidatura presidencial em 2030. Disse que seu objetivo atual é governar Pernambuco e afirmou que, em sua avaliação, Lula terá papel central na definição da sucessão presidencial daquele ano.

A série de sabatinas do Diario de Pernambuco continua nesta quarta-feira (26), com a participação da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra.

Fonte: Diario de Pernambuco

Imagem: Reprodução

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Da Itapuama FM No comentário das 12h desta quarta-feira (26/08), o jornalista Nill Júnior analisa os dados da nova pesquisa Quaest de intenção de voto em Pernambuco e como os números consolidam o cenário apontado recentemente pelo Datafolha. O novo levantamento da Quaest (registrado sob o número PE-0728/2026) confirma a liderança da governadora Raquel Lyra, […]

Da Itapuama FM

No comentário das 12h desta quarta-feira (26/08), o jornalista Nill Júnior analisa os dados da nova pesquisa Quaest de intenção de voto em Pernambuco e como os números consolidam o cenário apontado recentemente pelo Datafolha.

O novo levantamento da Quaest (registrado sob o número PE-0728/2026) confirma a liderança da governadora Raquel Lyra, apontando uma vantagem de 8 pontos na estimulada (44% a 36%) e de 11 pontos na espontânea (33% a 22%).

Nill Júnior analisa os fatores políticos e psicológicos por trás desses números:

Com 50% do eleitorado buscando um nome alinhado ao presidente Lula, Raquel busca neutralizar a migração de votos para João Campos ao reforçar parcerias e declarações de gratidão ao presidente.

Com dois grandes institutos de credibilidade confirmando números parecidos, cria-se um impacto positivo na militância e nas redes da governadora.

Com o crescimento recente de Raquel e o formato de eleição “tiro curto”, reverter a curva descendente de João Campos torna-se um desafio complexo para a oposição.

Para o jornalista, a grande dúvida agora é se o início do guia eleitoral e a participação do presidente Lula na campanha serão suficientes para provocar uma revirada no cenário.

A pesquisa ouviu 1.302 eleitores entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo PE-07828/2026.

Assista ao comentário:

Operação Mamon apura suspeitas de fraude em contratações públicas, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo uma organização da sociedade civil e municípios. Mandados são cumpridos em Pernambuco, Paraíba e Paraná. A Polícia Federal em Pernambuco, com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou, nesta quarta-feira (26), a Operação Mamon para investigar possíveis irregularidades […]

Operação Mamon apura suspeitas de fraude em contratações públicas, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo uma organização da sociedade civil e municípios. Mandados são cumpridos em Pernambuco, Paraíba e Paraná.

A Polícia Federal em Pernambuco, com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou, nesta quarta-feira (26), a Operação Mamon para investigar possíveis irregularidades em contratos públicos na área da saúde.

Ao todo, foram expedidos 35 mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva. As ordens são cumpridas em Caruaru, Bonito, Palmares e Agrestina, em Pernambuco, além de João Pessoa, na Paraíba, e Curitiba, no Paraná. 

Segundo a Polícia Federal, a investigação apura um suposto esquema envolvendo contratos firmados por uma Organização da Sociedade Civil (OSC) com administrações municipais. Entre as suspeitas estão direcionamento de procedimentos de contratação, corrupção, lavagem de dinheiro e atuação de organização criminosa. 

As apurações identificaram movimentações consideradas atípicas nas contas da entidade investigada, incluindo saques de grandes quantias em espécie, depósitos fracionados e transferências entre pessoas físicas e jurídicas relacionadas aos fatos.

A PF suspeita que parte dessas movimentações tenha sido utilizada para dificultar o rastreamento da destinação dos recursos públicos. Pessoas e empresas também teriam sido usadas para ocultar o caminho do dinheiro recebido pela organização. 

A Polícia Federal e a CGU não divulgaram, até o momento, os nomes dos investigados nem detalharam quais contratos ou municípios estão diretamente relacionados às suspeitas. As investigações prosseguem com a análise dos materiais apreendidos.

O nome da operação faz referência a “Mamon”, expressão de origem bíblica associada ao dinheiro, à riqueza e à ganância.

Fonte: Diário de Pernambuco

Imagem: Reprodução

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Governadora negou envolvimento com a rede de ataques mostrada pelo Jornal da Record, informou que o servidor citado na reportagem foi exonerado e disse que adotará as medidas jurídicas e administrativas que considerar necessárias. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) se pronunciou, na manhã desta quarta-feira (26), após participar de uma panfletagem […]

Governadora negou envolvimento com a rede de ataques mostrada pelo Jornal da Record, informou que o servidor citado na reportagem foi exonerado e disse que adotará as medidas jurídicas e administrativas que considerar necessárias.

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) se pronunciou, na manhã desta quarta-feira (26), após participar de uma panfletagem nas imediações da Praça do Derby, no Recife, sobre a reportagem exibida pelo Jornal da Record que mostrou uma rede de perfis que, segundo a emissora, seria utilizada para atacar adversários políticos, principalmente João Campos (PSB).

Questionada por jornalistas, Raquel negou qualquer participação na estrutura apresentada pela reportagem.

“Claro que eu não faria isso, jamais faria isso”, afirmou.

A governadora disse que acompanha, desde a campanha de 2022, episódios que considera ataques contra ela, aliados e integrantes de sua gestão e afirmou já ter recorrido ao Tribunal Regional Eleitoral, ao Tribunal de Justiça, à polícia e ao Ministério Público em situações anteriores.

Questionada especificamente sobre Amizaday Andrade da Silva, funcionário da Caixa Econômica Federal que estava cedido à Secretaria de Turismo de Pernambuco e aparece no centro da reportagem, Raquel informou que o servidor foi exonerado do Governo do Estado e que a decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial.

A governadora afirmou que não assistiu à reportagem, mas disse ter sido informada sobre seu conteúdo. Segundo ela, sua equipe jurídica deverá avaliar medidas judiciais e administrativas relacionadas ao caso.

Durante a entrevista, Raquel também direcionou críticas ao PSB. “Pra mim, a eleição não é um vale tudo”, declarou, ao afirmar que pretende conduzir sua campanha de forma “limpa, transparente, pé no chão e olho no olho”.

A candidata classificou ainda o episódio como “mais uma denúncia dessa turma que não cansa” e alegou que a divulgação de conteúdos contra seu governo aumenta quando pesquisas eleitorais apresentam resultados favoráveis à sua candidatura.

A reportagem exibida pelo Jornal da Record mostrou gravações em que Amizaday fala sobre reuniões com integrantes do Governo do Estado e utiliza o termo “desidratar” ao se referir a adversários. A emissora também apresentou informações sobre pagamentos de publicidade estadual a uma empresa ligada ao Portal de Prefeitura. O material foi levado à Polícia Federal.

A Secretaria de Comunicação de Pernambuco informou à Record que a publicidade do Governo do Estado é executada por agências contratadas mediante licitação e distribuída segundo critérios técnicos de audiência, alcance e custo.

As denúncias seguem sob apuração e ainda não representam conclusão sobre eventual responsabilidade criminal ou eleitoral dos envolvidos.

Assista ao vídeo completo com a fala de Raquel Lyra no Instagram do Blog do Nill Júnior, no perfil @nill_jr.

 

Vídeo: Divulgação

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Em vídeo publicado nas redes sociais, candidato ao Governo de Pernambuco afirmou que vem denunciando há mais de um ano a existência de uma estrutura de ataques contra ele, aliados e familiares e disse que seus advogados adotarão medidas sobre o caso. Na manhã desta quarta-feira (26), o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos […]

Em vídeo publicado nas redes sociais, candidato ao Governo de Pernambuco afirmou que vem denunciando há mais de um ano a existência de uma estrutura de ataques contra ele, aliados e familiares e disse que seus advogados adotarão medidas sobre o caso.

Na manhã desta quarta-feira (26), o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) divulgou um vídeo nas redes sociais após a reportagem exibida pelo Jornal da Record sobre uma rede de perfis que, segundo a emissora, seria utilizada para promover ataques contra adversários políticos da governadora Raquel Lyra (PSD).

João afirmou que denuncia há mais de um ano a existência do que chama de “gabinete do ódio” e disse ter sido alvo, juntamente com aliados e familiares, de conteúdos que considera caluniosos, mentirosos e difamatórios.

Ao comentar a reportagem, o candidato afirmou que o material apresentado pela Record reforça suas denúncias e destacou a gravação em que Amizaday Andrade da Silva, funcionário da Caixa cedido à Secretaria de Turismo de Pernambuco, fala sobre reuniões com integrantes do Governo do Estado e sobre uma estratégia para “desidratar” adversários.

“Não vale tudo na política ou numa eleição. Nossos advogados vão tomar todas as medidas necessárias”, afirmou João no vídeo.

O candidato também classificou a suposta estrutura como uma “milícia digital” e disse que pretende manter sua campanha voltada para temas como saúde, infraestrutura, creches, geração de empregos e atração de indústrias.

Na reportagem exibida na noite da terça-feira (25), a Record afirmou que a estrutura investigada reuniria mais de 300 perfis e mostrou pagamentos de publicidade estadual à empresa ligada ao Portal de Prefeitura. O material foi encaminhado à Polícia Federal.

A Secretaria de Comunicação de Pernambuco informou à emissora que a publicidade do Estado é executada por agências contratadas mediante licitação e distribuída segundo critérios técnicos de audiência, alcance e custo.

As suspeitas continuam sob investigação e ainda não representam conclusão sobre responsabilidade criminal ou eleitoral dos envolvidos.

Assista ao vídeo completo de João Campos no Instagram do Blog do Nill Júnior, no perfil @nill_jr.

Vídeo: Divulgação

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João esteve em Santo Aleixo, na terça-feira (25), acompanhado de Humberto Costa, Marília Arraes e Carlos Costa, e voltou a defender propostas para segurança, saúde e proteção de encostas. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, na terça-feira (25), de uma caminhada pelo bairro de Santo Aleixo, em Jaboatão dos Guararapes. Ele […]

João esteve em Santo Aleixo, na terça-feira (25), acompanhado de Humberto Costa, Marília Arraes e Carlos Costa, e voltou a defender propostas para segurança, saúde e proteção de encostas.

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, na terça-feira (25), de uma caminhada pelo bairro de Santo Aleixo, em Jaboatão dos Guararapes. Ele esteve acompanhado dos candidatos ao Senado Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT) e do candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos).

Durante a agenda, João apresentou propostas para áreas como segurança pública, saúde e infraestrutura.

Na segurança, o candidato defendeu ampliar a rede de proteção às mulheres, com novas Delegacias da Mulher funcionando 24 horas e maior uso de equipamentos de monitoramento para pessoas submetidas a medidas protetivas.

João também voltou a citar a proposta de construção do Hospital Geral Metropolitano, que, segundo o plano apresentado pela campanha, seria implantado na divisa entre Recife e Jaboatão e teria cerca de 900 leitos.

Outra proposta apresentada foi a criação de um programa estadual para apoiar municípios da Região Metropolitana do Recife na execução de obras de proteção de encostas.

Durante o discurso, João também fez referência aos cinco anos em que esteve à frente da Prefeitura do Recife e afirmou que pretende levar para o Governo do Estado experiências de gestão desenvolvidas na capital.

Foto: Marlon Diego

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Candidata realizou ato de campanha na Avenida Agamenon Magalhães, na terça-feira (25), e usou a passagem em frente ao Hospital da Restauração para citar as obras realizadas na unidade. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou de um panfletaço, na tarde da terça-feira (25), na Avenida Agamenon Magalhães, no bairro do Derby, […]

Candidata realizou ato de campanha na Avenida Agamenon Magalhães, na terça-feira (25), e usou a passagem em frente ao Hospital da Restauração para citar as obras realizadas na unidade.

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou de um panfletaço, na tarde da terça-feira (25), na Avenida Agamenon Magalhães, no bairro do Derby, no Recife.

Durante a agenda de campanha, realizada nas proximidades do Hospital da Restauração (HR), Raquel destacou os investimentos realizados pelo Governo de Pernambuco na requalificação da unidade.

A candidata afirmou que as intervenções envolvem obras estruturais, aquisição de equipamentos e contratação de profissionais. Segundo ela, mais de R$ 150 milhões estão sendo investidos no hospital.

O Hospital da Restauração passa por um conjunto de intervenções em diferentes setores. Dados divulgados anteriormente pela Secretaria Estadual de Saúde apontam investimento de aproximadamente R$ 168 milhões na ampliação e recuperação da unidade.

A vice-governadora e candidata à reeleição Priscila Krause (PSD) também participou do ato. O deputado federal e candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP) acompanhou a agenda.

Raquel tem um novo panfletaço previsto para esta quarta-feira (26), às 8h, novamente na Avenida Agamenon Magalhães, nas proximidades da Praça do Derby.

Foto: Beto Figueiroa

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Reportagem da TV Record revela rede de ataques ligada ao governo Raquel Lyra

Material exibido mostra gravações em que Amizaday Andrade da Silva fala sobre uma estratégia para “desidratar” adversários políticos. Empresa ligada ao portal citado recebeu recursos de publicidade do Governo de Pernambuco. Uma reportagem exibida na noite desta terça-feira (25), pelo Jornal da Record, revelou uma rede com centenas de perfis que seria utilizada para divulgar […]

Material exibido mostra gravações em que Amizaday Andrade da Silva fala sobre uma estratégia para “desidratar” adversários políticos. Empresa ligada ao portal citado recebeu recursos de publicidade do Governo de Pernambuco.

Uma reportagem exibida na noite desta terça-feira (25), pelo Jornal da Record, revelou uma rede com centenas de perfis que seria utilizada para divulgar ataques contra adversários políticos da governadora Raquel Lyra (PSD), principalmente João Campos (PSB). O material foi levado à Polícia Federal, que investiga o caso.

Nas gravações apresentadas pela emissora, Amizaday Andrade da Silva, funcionário da Caixa Econômica Federal cedido à Secretaria de Turismo de Pernambuco, aparece em uma reunião no Recife falando sobre a atuação dos canais digitais. Em determinado momento, afirma que houve reunião com integrantes do Governo do Estado e que a estrutura teria sido enxergada como uma forma de “desidratar” adversários.

Segundo a Record, a rede teria mais de 300 perfis e parte dos conteúdos seria difundida a partir do Portal de Prefeitura, ligado à empresa Portal Comunicação e Marketing Ltda., da qual Amizaday já foi sócio.

A reportagem afirma que a empresa recebeu mais de R$ 500 mil em publicidade do Governo de Pernambuco desde 2023. Apenas entre março e julho de 2026, os pagamentos teriam ultrapassado R$ 186 mil.

Amizaday informou que deixou a sociedade da empresa em setembro de 2024 e que não responde por atos praticados pelo veículo após sua saída.

A Secretaria de Comunicação de Pernambuco afirmou que a publicidade estadual é distribuída por agências contratadas por licitação, seguindo critérios técnicos de audiência, alcance e custo. Segundo o governo, os valores destinados ao veículo em 2026 representam cerca de 0,3% do investimento permitido ao Estado em publicidade no período.

As suspeitas seguem sob investigação e não representam conclusão sobre responsabilidade criminal ou eleitoral dos envolvidos.

Assista à reportagem exibida pelo Jornal da Record no Instagram do Blog do Nill Júnior, no perfil @nill_jr.

 

Fonte: Record

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Quaest: Raquel Lyra tem 44% e João Campos, 36%

Governadora aparece oito pontos percentuais à frente do candidato do PSB na pesquisa estimulada. Levantamento encomendado pela Globo ouviu 1.302 eleitores e tem margem de erro de três pontos percentuais. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) aparece com 44% das intenções de voto para o Governo de Pernambuco, enquanto João Campos (PSB) […]

Governadora aparece oito pontos percentuais à frente do candidato do PSB na pesquisa estimulada. Levantamento encomendado pela Globo ouviu 1.302 eleitores e tem margem de erro de três pontos percentuais.

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) aparece com 44% das intenções de voto para o Governo de Pernambuco, enquanto João Campos (PSB) tem 36%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25). O levantamento foi encomendado pela Globo.

Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Ivan Moraes (PSOL) aparece com 1%. Renan Hallais (Missão), Professora Camila (UP), Victor Assis (PCO), Guilherme Fonseca (PSTU) e Professor Jeremias do Banco (Democrata) aparecem com 0%.

Os eleitores que afirmam votar em branco, nulo ou não votar somam 7%. Outros 12% estão indecisos.

A pesquisa mostra ainda que 72% dos entrevistados consideram definitiva a escolha que fizeram até agora. Outros 27% afirmam que ainda podem mudar de candidato até a eleição, marcada para 4 de outubro. Um por cento não soube ou não respondeu.

Espontânea

Na pesquisa espontânea, em que os entrevistadores não apresentam os nomes dos candidatos, Raquel Lyra tem 33% e João Campos, 22%.

Outros candidatos somam 1%. O índice de indecisos chega a 40%, enquanto 4% afirmam que votariam em branco, nulo ou não compareceriam.

Cenário de segundo turno

A Quaest também simulou um eventual segundo turno entre Raquel e João. Nesse cenário, a governadora aparece com 47% e o candidato do PSB, com 37%.

Os indecisos representam 9%, e 7% afirmam que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois.

Continuidade ou mudança

A pesquisa perguntou também qual caminho o próximo governo estadual deveria seguir. Para 41% dos entrevistados, o governador eleito deve continuar o trabalho que vem sendo realizado. Outros 31% defendem mudanças apenas no que consideram ruim, enquanto 23% desejam uma mudança total. Cinco por cento não souberam responder.

Preferência por aliado de Lula chega a 50%

Quando questionados sobre o posicionamento político do futuro governador, 50% afirmaram preferir que o eleito seja aliado do presidente Lula. Para 29%, o governador deveria atuar de maneira independente, enquanto 17% preferem um aliado de Flávio Bolsonaro. Outros 4% não responderam.

O levantamento mediu também o peso dos apoios nacionais. Para 34%, o apoio de Lula aumenta a possibilidade de votar em determinado candidato; 44% dizem que não interfere e 18% afirmam que diminui essa possibilidade.

No caso de Flávio Bolsonaro, 15% dizem que seu apoio aumenta a chance de voto, 47% afirmam que não altera a decisão e 34% dizem que reduz a possibilidade de apoiar o candidato respaldado por ele.

Saúde é apontada como principal problema

A saúde foi citada por 33% dos entrevistados como o principal problema de Pernambuco. A violência aparece em seguida, com 21%.

Corrupção, desemprego e educação foram mencionados por 5% cada. Infraestrutura aparece com 4%; economia e pobreza ou desigualdade, com 3% cada; e enchentes, com 2%.

A Quaest ouviu 1.302 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-07828/2026.

Fonte: G1 Pernambuco

Imagem: Reprodução

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O candidato ao Governo de Pernambuco e líder da Frente Popular, João Campos (PSB), reforçou, nesta segunda-feira (24), a importância da sintonia entre Executivo e Legislativo para a construção de um novo ciclo de desenvolvimento em Pernambuco. Em agendas no Recife, o candidato participou da inauguração dos comitês de Maria Arraes, candidata a deputada estadual, […]

O candidato ao Governo de Pernambuco e líder da Frente Popular, João Campos (PSB), reforçou, nesta segunda-feira (24), a importância da sintonia entre Executivo e Legislativo para a construção de um novo ciclo de desenvolvimento em Pernambuco.

Em agendas no Recife, o candidato participou da inauguração dos comitês de Maria Arraes, candidata a deputada estadual, e Rodrigo Farias, que disputa a reeleição para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

Em um dos atos, disse confiar que seu grupo fará as maiores bancadas e que a força política do grupo “não servirá para perseguir ninguém”.

*João Campos defende sintonia entre Executivo e Legislativo em agendas no Recife*

 

_Candidato ao Governo participou da inauguração dos comitês de Maria Arraes e Rodrigo Farias e reforçou a importância de uma bancada alinhada ao projeto da Frente Popular de Pernambuco_

 

O candidato ao Governo de Pernambuco e líder da Frente Popular, João Campos (PSB), reforçou, nesta segunda-feira (24), a importância da sintonia entre Executivo e Legislativo para a construção de um novo ciclo de desenvolvimento em Pernambuco. Em agendas no Recife, o candidato participou da inauguração dos comitês de Maria Arraes, candidata a deputada estadual, e Rodrigo Farias, que disputa a reeleição para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

A agenda reuniu o prefeito do Recife, Victor Marques; o candidato a vice-governador, Carlos Costa; a ministra Luciana Santos; o deputado federal Pedro Campos; o prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira; e o prefeito de São Lourenço da Mata, Vinícius Labanca, além de outras lideranças políticas.

“A gente está aqui para servir e para trabalhar com quem precisa. Essa é a escola que nós aprendemos a fazer política. Agora é hora de juntar esse time, caminhar por Pernambuco e construir um futuro de muitas realizações para o nosso Estado.”

A Governadora Raquel Lyra, candidata a reeleição pelo PSD, falou sobre o projeto de duplicação da BR-232 até Serra Talhada. Segundo a governadora, a primeira frente é a que sai de Belo Jardim sentido interior. Outra frente, diz Raquel, será aberta entre Serra Talhada e Belo Jardim, fazendo com que as duas frentes se encontrem […]

A Governadora Raquel Lyra, candidata a reeleição pelo PSD, falou sobre o projeto de duplicação da BR-232 até Serra Talhada.

Segundo a governadora, a primeira frente é a que sai de Belo Jardim sentido interior. Outra frente, diz Raquel, será aberta entre Serra Talhada e Belo Jardim, fazendo com que as duas frentes se encontrem no caminho.

Ela falou no Podcast “RaCast”, com apresentação de Renata Torres e participação de Túlio Gadêlha.

“A gente partiu pra poder começar. Se a gente fosse esperar o projeto completo estar pronto,  seria uma eternidade. Por isso a gente cortou o projeto. A primeira etapa é até Belo Jardim,  que está em obras. As máquinas estão lá fazendo a limpeza da área pra gente avançar no projeto de duplicação”.

E completou: “do mesmo jeito que a gente tá fazendo o Arco Metropolitano,  a gente também está avançando com o projeto partindo de Serra Talhada”.

Da Itapuama FM No comentário desta terça-feira (25/08) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior analisa o cenário dos debates políticos no país e as expectativas em torno dos confrontos eleitorais em Pernambuco. Em nível nacional, o modelo dos encontros tem sido alvo de discussões e críticas após o evento promovido pela Band, marcado […]

Da Itapuama FM

No comentário desta terça-feira (25/08) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior analisa o cenário dos debates políticos no país e as expectativas em torno dos confrontos eleitorais em Pernambuco.

Em nível nacional, o modelo dos encontros tem sido alvo de discussões e críticas após o evento promovido pela Band, marcado por ausências de candidatos de peso e por trocas de farpas entre os participantes presentes, esvaziando o nível das propostas apresentadas ao público.

Enquanto o debate nacional enfrenta desorganização, o eleitorado pernambucano segue na expectativa pela realização dos primeiros confrontos locais. No interior, dificuldades de logística e agendas de campanha dificultam a organização, mantendo a atenção voltada para os debates previstos na capital e nos grandes centros.

A grande expectativa no estado gira em torno do embate entre Raquel Lyra e João Campos, que lideram a movimentação e despertam o interesse da população sobre como se comportarão frente a frente nas sabatinas e transmissões de TV.

Operação Controle Paralelo cumpriu quatro dos seis mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça. Investigação apura suspeitas de extorsões contra detentos, agressões físicas, corrupção e lavagem de dinheiro. O ex-diretor da unidade prisional de Vitória de Santo Antão, Emanoel França Lima, e outras três pessoas foram presos, nesta terça-feira (25), durante a Operação Controle Paralelo, […]

Operação Controle Paralelo cumpriu quatro dos seis mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça. Investigação apura suspeitas de extorsões contra detentos, agressões físicas, corrupção e lavagem de dinheiro.

O ex-diretor da unidade prisional de Vitória de Santo Antão, Emanoel França Lima, e outras três pessoas foram presos, nesta terça-feira (25), durante a Operação Controle Paralelo, deflagrada pela Polícia Civil de Pernambuco. A investigação apura a existência de um esquema de corrupção dentro do sistema prisional.

Ao todo, foram expedidos seis mandados de prisão temporária, dos quais quatro haviam sido cumpridos, além de 14 mandados de busca e apreensão.

A investigação começou em 2022, após requisição do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) para apurar denúncias de extorsões dentro da unidade prisional de Vitória de Santo Antão.

Inicialmente, as apurações estavam concentradas na atuação do chamado “chaveiro”, detento que, segundo a Polícia Civil, exercia informalmente controle sobre outros presos e determinadas atividades dentro do presídio.

De acordo com o delegado Jorge Pinto, titular do Grupo de Operações Especiais (GOE) e responsável pela investigação, o “chaveiro” seria responsável pela cobrança de dívidas de detentos e por centralizar compras e outras atividades na unidade.

Presos que não pagassem os valores exigidos teriam sido submetidos a ameaças, agressões físicas e outras formas de violência, segundo a investigação.

Apuração chegou a agentes públicos

Com o avanço das diligências, a Polícia Civil identificou indícios de que o esquema não estaria restrito à atuação do detento. As investigações passaram a apontar a possível participação do então diretor da unidade e de pelo menos dois policiais penais.

Segundo a polícia, recursos provenientes das atividades investigadas teriam sido movimentados por agentes públicos, familiares e outras pessoas próximas aos suspeitos, numa tentativa de dificultar o rastreamento da origem do dinheiro.

A apuração também identificou uma empresa ligada ao ex-“chaveiro” que atuava na criação de camarões. A Polícia Civil suspeita que o empreendimento tenha sido utilizado para dar aparência lícita a recursos provenientes das extorsões e da corrupção.

As suspeitas ainda estão sob investigação, e as prisões temporárias não representam condenação dos investigados.

Fonte: Diário de Pernambuco

Foto: – Delegado Lucas Freitas, delegado Jorge Pinto, delegado Paulo Dias, delegado José Tenório, delegado Cley Anderson (Divulgação/PCPE)

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O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode deixar Pernambuco fora de suas primeiras viagens de campanha. A estratégia seria evitar, neste início da disputa eleitoral, visitas a estados onde mais de uma candidatura ao governo busca algum tipo de associação política com o petista. A informação foi publicada pelo […]

O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode deixar Pernambuco fora de suas primeiras viagens de campanha. A estratégia seria evitar, neste início da disputa eleitoral, visitas a estados onde mais de uma candidatura ao governo busca algum tipo de associação política com o petista.

A informação foi publicada pelo jornal O Globo e repercutida nesta terça-feira (25), pela Folha de Pernambuco. Além de Pernambuco, a cautela envolveria estados como Paraíba e Maranhão.

No cenário pernambucano, entretanto, há uma diferença importante entre as candidaturas. Lula já declarou formalmente apoio a João Campos (PSB), candidato ao Governo de Pernambuco, e PT e PSB integram a mesma coligação estadual. Os dois também já gravaram conteúdos juntos reforçando a aliança eleitoral.

João tem utilizado essa proximidade para vincular sua candidatura à do presidente e defender uma parceria entre os governos estadual e federal caso seja eleito.

Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, não integra o palanque de Lula, mas tem ressaltado durante a campanha a relação institucional construída entre o Governo de Pernambuco e o Governo Federal. A governadora também vem destacando investimentos e projetos realizados em parceria com a gestão petista.

Segundo O Globo, João Campos chegou a apresentar um cronograma com sugestões de agendas que poderiam contar com a presença de Lula em Pernambuco. Até o momento, porém, não há data confirmada para uma visita do presidente ao Estado durante a campanha.

A eventual decisão de postergar a passagem por Pernambuco seria, portanto, uma estratégia para evitar que uma visita presidencial amplifique disputas em torno da imagem e do apoio de Lula neste primeiro momento da campanha, embora o posicionamento eleitoral do presidente no Estado já seja oficialmente favorável a João Campos.

Fonte: Folha de Pernambuco, com informações de O Globo

Foto: Douglas Magno

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O número de denúncias de possíveis irregularidades nas campanhas eleitorais de 2026 cresceu nos primeiros dias de propaganda. Dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na segunda-feira (24) mostram que o aplicativo Pardal havia recebido 3.468 registros em todo o país. Cinco dias antes, na quarta-feira (19), eram 1.103 ocorrências. Isso representa um acréscimo de […]

O número de denúncias de possíveis irregularidades nas campanhas eleitorais de 2026 cresceu nos primeiros dias de propaganda. Dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na segunda-feira (24) mostram que o aplicativo Pardal havia recebido 3.468 registros em todo o país.

Cinco dias antes, na quarta-feira (19), eram 1.103 ocorrências. Isso representa um acréscimo de 2.365 registros no período e faz o total mais do que triplicar. As comunicações feitas pelo aplicativo apontam possíveis irregularidades e ainda dependem de análise da Justiça Eleitoral — portanto, não significam, por si só, que houve infração.

Pernambuco aparece entre os estados com maior quantidade de registros, com 275 denúncias, mesmo número de Minas Gerais. São Paulo lidera, com 613, seguido pela Bahia, com 309, e pelo Rio Grande do Sul, com 301. O Paraná contabiliza 272 e o Ceará, 219.

Campanhas para deputado concentram denúncias

Entre os cargos em disputa, as candidaturas a deputado estadual concentram a maior quantidade de ocorrências, com 1.245 registros. Em seguida aparecem deputado federal, com 1.096, e denúncias relacionadas a partidos, coligações e federações, com 447.

Também foram contabilizados 392 registros envolvendo candidaturas a governador, 120 a senador, 108 a deputado distrital, 57 a presidente e três a vice-governador.

Propaganda nas ruas é principal alvo

As denúncias relacionadas à propaganda eleitoral em vias públicas lideram entre os tipos de ocorrência, com 1.200 registros. A propaganda na internet aparece em segundo lugar, com 599.

Há ainda 339 denúncias relacionadas ao uso de bens públicos e 330 envolvendo carros de som, minitrios ou trios elétricos. Bens particulares aparecem em 194 registros, enquanto outdoors e outdoors eletrônicos somam 179.

Distribuição de material gráfico foi apontada em 129 denúncias, e adesivos em automóveis, em 106.

Como denunciar pelo Pardal

O Pardal Móvel é o aplicativo da Justiça Eleitoral destinado ao recebimento de denúncias de possíveis irregularidades em propaganda eleitoral. A ferramenta está disponível gratuitamente para celulares e tablets desde o início da propaganda eleitoral, em 16 de agosto.

Para enviar uma denúncia, o cidadão precisa se identificar por meio do e-Título ou da conta Gov.br. Os dados do denunciante, porém, ficam protegidos por sigilo.

É possível anexar fotos, vídeos, áudios e links, além de informar o local e descrever a situação denunciada. Após o envio, o sistema gera um protocolo para acompanhamento. O conteúdo é encaminhado à Justiça Eleitoral, que analisa o caso e decide se há necessidade de adoção de alguma medida.

As estatísticas públicas das ocorrências podem ser acompanhadas pelo Pardal Web. Os dados do sistema são atualizados periodicamente pelo TSE.

Fonte: Diário de Pernambuco

Imagem: Reprodução

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Janja repudia fala de Renan Santos e acusa candidato de misoginia

A primeira-dama Janja da Silva divulgou, na segunda-feira (24), uma nota de repúdio às declarações feitas pelo candidato à Presidência Renan Santos (Missão) durante o primeiro debate presidencial da campanha de 2026, realizado pela Band no domingo (23). Segundo Janja, o candidato utilizou sua imagem de forma depreciativa para atacar o presidente Luiz Inácio Lula […]

A primeira-dama Janja da Silva divulgou, na segunda-feira (24), uma nota de repúdio às declarações feitas pelo candidato à Presidência Renan Santos (Missão) durante o primeiro debate presidencial da campanha de 2026, realizado pela Band no domingo (23). Segundo Janja, o candidato utilizou sua imagem de forma depreciativa para atacar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Ao criticar a ausência de Lula no debate, Renan afirmou que o presidente teria ficado com “aquela Janja” e sugeriu que ele encontraria “companhias melhores” caso tivesse comparecido ao encontro.

Na nota, a primeira-dama classificou a declaração como misógina e argumentou que foi alvo de um ataque pessoal, apesar de não ser candidata e não estar presente para responder.

“Insinuar que a companhia da esposa de outro presidenciável seria motivo de ‘pena’ está longe de ser uma crítica política. É mais uma maneira de deslegitimar e ridicularizar a figura da mulher, como ferramenta misógina para atacar um adversário político”, afirmou.

Janja também disse considerar que o episódio se soma a outras declarações de Renan que, na avaliação dela, demonstrariam um padrão de desrespeito às mulheres. As acusações feitas pela primeira-dama sobre episódios anteriores representam sua avaliação e não foram detalhadas na nota com elementos que permitam verificar cada caso.

Ao final do comunicado, Janja defendeu que os debates eleitorais sejam utilizados para apresentação de propostas e confronto de ideias, e não para ataques pessoais contra pessoas que não participam da disputa.

“Debate político é, ou deveria ser, um lugar para apresentar propostas, confrontar ideias e discutir projetos para o nosso país. Não é lugar para expor, debochar ou intimidar uma mulher, principalmente uma que nem candidata é”, declarou.

Renan Santos participou do debate ao lado de Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). Lula, Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) não compareceram ao encontro.

Foto: Claudio Kbene/PR
Fonte: Diário de Pernambuco

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Salário mínimo pode chegar a R$ 1.741 em 2027; valor ainda é projeção

O salário mínimo deverá passar dos atuais R$ 1.621 para R$ 1.741 em 2027, segundo projeção apresentada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, na segunda-feira (24). O valor será incluído no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que o governo enviará ao Congresso até 31 de agosto. Se confirmado, o novo piso representará aumento de […]

O salário mínimo deverá passar dos atuais R$ 1.621 para R$ 1.741 em 2027, segundo projeção apresentada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, na segunda-feira (24). O valor será incluído no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que o governo enviará ao Congresso até 31 de agosto.

Se confirmado, o novo piso representará aumento de R$ 120, equivalente a 7,4%. A previsão também ficou R$ 24 acima dos R$ 1.717 estimados pelo governo no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias apresentado em abril.

Os R$ 1.741, porém, ainda não são o valor definitivo. O cálculo dependerá do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado até novembro. Uma variação da inflação em relação às projeções atuais poderá alterar o piso que entrará em vigor em janeiro.

A política de valorização do salário mínimo prevê correção pela inflação e ganho real, respeitados os limites estabelecidos pela legislação fiscal.

Impacto em benefícios

O reajuste do salário mínimo não afeta apenas quem recebe o piso salarial. O valor também serve de referência para uma série de benefícios previdenciários e assistenciais.

Aposentadorias e pensões do INSS vinculadas ao mínimo, Benefício de Prestação Continuada (BPC), seguro-desemprego e abono salarial estão entre os pagamentos afetados pela mudança. A contribuição de Microempreendedores Individuais (MEIs) também acompanha o piso nacional.

Segundo os dados apresentados pelo governo, cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social têm valor vinculado ao salário mínimo.

O aumento representa ganho de renda para trabalhadores e beneficiários, mas também eleva as despesas obrigatórias da União. Por isso, a projeção do mínimo é uma das variáveis consideradas na elaboração do Orçamento de 2027.

O PLOA ainda passará pela análise do Congresso Nacional. O valor definitivo do salário mínimo deverá ser conhecido no fim de 2026 e, se confirmada a atual projeção, passará a valer em janeiro de 2027.

Fonte: Agência Brasil

Imagem: Reprodução

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Governo busca agenda positiva enquanto oposição mira CPMI sobre Lulinha

O governo do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensifica as articulações para avançar com pautas consideradas prioritárias antes das eleições de outubro. Entre os principais temas estão o fim da escala de trabalho 6×1 e a manutenção da isenção do imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50, […]

O governo do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensifica as articulações para avançar com pautas consideradas prioritárias antes das eleições de outubro. Entre os principais temas estão o fim da escala de trabalho 6×1 e a manutenção da isenção do imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”.

A movimentação ocorre às vésperas de uma nova semana de esforço concentrado no Congresso, prevista para começar em 31 de agosto. No Senado, as atividades presenciais estão programadas até 4 de setembro, período em que propostas consideradas prioritárias pelo governo poderão avançar.

Nesta quarta-feira (26), Lula pretende se reunir com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Um dos assuntos será a Medida Provisória 1.357/2026, que zerou temporariamente o Imposto de Importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50.

A MP está em vigor, mas precisa ser aprovada pelo Congresso para que a mudança se torne permanente. O prazo termina em 8 de setembro. Caso a medida perca a validade sem votação, a cobrança poderá voltar.

Outro ponto da agenda é a PEC que prevê o fim da escala 6×1 e estabelece jornada máxima de 40 horas semanais, com dois dias de descanso para cada cinco trabalhados, sem redução salarial. A proposta está no Senado e deverá passar pelas comissões antes de chegar ao plenário.

O presidente do Senado encaminhou a matéria para análise e o senador Omar Aziz (PSD-AM) foi indicado para a relatoria. Alcolumbre também deu andamento à PEC da Segurança Pública, outra proposta de interesse do governo, que está na Comissão de Constituição e Justiça sob relatoria do senador Rogério Carvalho (PT-SE).

Oposição articula CPMI sobre Lulinha

Enquanto o governo tenta colocar essas pautas em evidência, parlamentares da oposição articulam uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente.

A iniciativa é liderada pelo senador Carlos Viana (PSD-MG) e ainda está na fase de coleta de assinaturas. Para que o requerimento seja apresentado, são necessários os apoios de pelo menos 27 senadores e 171 deputados federais.

Lulinha é investigado em três inquéritos da Polícia Federal que apuram suspeitas de tráfico de influência para favorecer interesses privados junto a órgãos do governo federal. As investigações estão em andamento, e sua defesa nega irregularidades.

Mesmo que alcance o número necessário de assinaturas, a eventual instalação da CPMI ainda dependerá dos procedimentos do Congresso e poderá enfrentar dificuldades diante do esvaziamento das atividades parlamentares durante o período eleitoral.

O cenário coloca governo e oposição em estratégias distintas nesta fase da campanha: o Planalto busca dar visibilidade a propostas com apelo popular, enquanto adversários tentam ampliar a repercussão política das investigações envolvendo o filho do presidente.

Fonte: CNN Brasil

Foto: Reprodução

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Na noite desta segunda-feira (24), em participação no Racast, podcast de sua campanha, a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) afirmou que não pretende permanecer em silêncio diante de ataques pessoais durante a disputa eleitoral. Ela citou a representação apresentada à Justiça Eleitoral contra o vereador de Angelim Maurílio Cavalcanti (PSB) e o […]

Na noite desta segunda-feira (24), em participação no Racast, podcast de sua campanha, a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) afirmou que não pretende permanecer em silêncio diante de ataques pessoais durante a disputa eleitoral. Ela citou a representação apresentada à Justiça Eleitoral contra o vereador de Angelim Maurílio Cavalcanti (PSB) e o processo por danos morais movido contra o vereador de Caruaru Erick Lessa (Republicanos).

No caso de Maurílio Cavalcanti, Raquel acionou a Justiça Eleitoral após o vereador chamá-la de “louca” durante pronunciamento na Câmara Municipal de Angelim. A defesa da candidata sustenta que a fala configura violência política de gênero. O caso ainda será analisado pela Justiça Eleitoral.

Durante o podcast, Raquel afirmou que decidiu reagir por considerar que a declaração ultrapassou a crítica à sua atuação política.

“Eu não quero ser julgada ou adjetivada pelo gênero, mas pelas minhas atitudes ou pelo que não fizer”, declarou.

A governadora também mencionou o processo movido contra Erick Lessa. O caso remonta ao período em que Raquel era prefeita de Caruaru e participou de uma capacitação em gestão pública nos Estados Unidos promovida pela organização Comunitas.

Na época, Lessa afirmou que a então prefeita teria utilizado o curso como justificativa para uma viagem com a família. A Justiça considerou que as declarações ultrapassaram os limites da crítica política e fixou indenização de R$ 25 mil por danos morais.

Mais recentemente, o Tribunal de Justiça de Pernambuco negou seguimento a um recurso apresentado por Lessa, mantendo a condenação nesta etapa do processo. A defesa do vereador sustenta que as manifestações ocorreram no contexto do debate político e ainda pode buscar novas medidas recursais.

Raquel também relacionou os episódios ao tratamento dado às mulheres na política e afirmou que ataques e cobranças podem ganhar contornos diferentes quando dirigidos a mulheres que ocupam cargos de poder.

“O jogo é bruto, pesado, querem que as mulheres se escondam”, afirmou.

Durante a entrevista, a candidata ainda citou pedidos de CPI e de impeachment apresentados contra sua gestão. Essas iniciativas, por si só, fazem parte dos instrumentos políticos e institucionais de fiscalização e controle, mas Raquel questionou se o tratamento recebido seria o mesmo caso o Governo do Estado fosse comandado por um homem.

Fonte: Blog do Dantas Barreto, com informações complementares do Diário de Pernambuco

Imagem: Reprodução

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