Decisão da Federação União Progressista adiada. Falta consenso
Por Nill Júnior
Do Blog Dantas Barreto
A falta de consenso entre as lideranças da Federação União Progressista motivou o adiamento da decisão final a respeito da coligação com a chapa majoritária encabeça pela governadora Raquel Lyra (PSD). Esse é o posicionamento do União Brasil, enquanto o PP tem seu presidente Eduardo da Fonte como candidato a senador. O presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, está no Recife tentando conciliar a situação, mas uma nova reunião está marcada para as 16h.
Representando o União Brasil, o deputado federal Fernando Filho reiterou que o partido também tem o direito de opinar, apesar de a maioria da direção estadual da federação ser do PP. O impasse foi gerado a partir da disputa interna pela vaga de senador entre Miguel Coelho (UB) e Eduardo da Fonte.
“A não coligação foi uma orientação da Nacional. Falei hoje com o presidente Antônio Rueda também. A gente falou como presidente Ciro, Rueda e Eduardo da Fonte. Ele está ciente da conversa, do encaminhamento que a gente deu de abrir a reunião e poder dar mais tempo o dia de hoje. Vou falando com Eduardo ao longo do dia e a gente vem fazer aqui o encerramento a partir das 16h”, relatou Fernando Filho.
“A divergência é conhecida e não tem divergência de nossa parte com relação à candidatura de Dudu”. “A gente sempre defendeu que os dois partidos têm o direito de apresentar os seus candidatos. Não é porque Miguel não é candidato que a gente acha que o Dudu não possa ser. Os progressistas querem coligar com a governadora e nós ainda estamos na posição de não coligar”, acrescentou.
Fernando Filho admitiu ressentimento quanto ao debate interno na federação. “O que a gente sempre ouviu, ao longo desses seis meses, era de que a posição do União Brasil era irrelevante nessa coligação e que estava tudo garantido. Parece que fizeram algumas reflexões pelo lado dos assessores jurídicos da governadora de que é importante ter o apoio da União. Então,vamos conversar”, disse.
O deputado concluiu a entrevista assegurando que Antônio Rueda afirmou a Ciro Nogueira que a decisão que a direção estadual que tomar ele vai referendar por parte do União Brasil.
Por André Luis O Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, aprovou o Plano de Ação para a implementação da Lei Paulo Gustavo em Carnaíba. Com essa aprovação, um montante de R$ 202.190,71 será destinado aos diversos segmentos culturais do município. Essa importante conquista abre novas perspectivas e oportunidades para artistas, produtores culturais e […]
O Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, aprovou o Plano de Ação para a implementação da Lei Paulo Gustavo em Carnaíba. Com essa aprovação, um montante de R$ 202.190,71 será destinado aos diversos segmentos culturais do município.
Essa importante conquista abre novas perspectivas e oportunidades para artistas, produtores culturais e todos os envolvidos no cenário cultural de Carnaíba. O valor aprovado pelo Governo Federal será fundamental para impulsionar e fortalecer a produção artística local, promovendo a diversidade cultural e valorizando os talentos presentes na região.
Agora, com a aprovação do Plano de Ação, a Diretoria de Cultura de Carnaíba entra na fase de elaboração e divulgação do Edital. Esse documento será responsável por regulamentar o acesso ao recurso, estabelecendo critérios, prazos e requisitos necessários para que artistas e grupos culturais possam pleitear os recursos disponíveis.
A diretora de Cultura, Elisângela Mendes, festejou a aprovação do Plano: “Quando você investe em cultura, investe em bem estar, lazer, educação e inclusão social, esse é o nosso objetivo à frente da pasta: democratizar a cultura e garantir o acesso aos recursos que possibilitem o desenvolvimento cultural em nosso município”, afirmou.
A Lei Paulo Gustavo, criada para incentivar e promover a cultura em todo o país, se mostra uma importante ferramenta para impulsionar o setor cultural em Carnaíba.
Para 56%, instituições têm de se preocupar com o presidente; 37% acham que ele pode agir A campanha golpista de Jair Bolsonaro (PL) contra o sistema eleitoral e o Judiciário é vista com preocupação pela maioria dos brasileiros, que acreditam que as ameaças têm de ser levadas a sério pelas instituições. Ao mesmo tempo, o […]
Para 56%, instituições têm de se preocupar com o presidente; 37% acham que ele pode agir
A campanha golpista de Jair Bolsonaro (PL) contra o sistema eleitoral e o Judiciário é vista com preocupação pela maioria dos brasileiros, que acreditam que as ameaças têm de ser levadas a sério pelas instituições. Ao mesmo tempo, o mesmo contingente não vê o presidente dando um golpe. A reportagem é de Igor Gielow/Folha de S. Paulo.
É o que revela a mais recente pesquisa do Datafolha, realizada nas últimas quarta (27) e quinta (28), com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos.
Para 56% dos entrevistados, Bolsonaro fala para valer quando ataca a segurança das urnas eletrônicas e ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), por exemplo. Já 36% acham que suas declarações não trarão consequências, e 8% não souberam avaliar.
São índices semelhantes aos registrados em maio, a última oportunidade em que tal questão foi feita pelo instituto. Como seria de se esperar, a preocupação cresce entre aqueles 47% que dizem votar no principal rival de Bolsonaro no pleito presidencial de outubro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Entre eles, 61% veem a falação do mandatário como algo sério, enquanto 33% não o fazem. Já entre os 28% que declaram voto no presidente, nada menos que 50% consideram as ameaças algo que merece atenção, enquanto 40% as descartam.
Ao mesmo tempo, o brasileiro não crê na possibilidade de um golpe. Questionados, também 56% afirmam não ver chance de isso acontecer, enquanto 37% são pessimistas e acreditam que Bolsonaro pode ir em frente com suas ameaças.
Aqui, o contingente que declara voto bolsonarista contradiz a seriedade com que vê as ameaças de seu candidato: 90% não acreditam no golpe, e apenas 6% veem o presidente fazendo algo. Já o eleitorado lulista é previsivelmente menos condescendente: 58% creem em ação golpista e 35% a descartam.
Essa dinâmica é estimulada pelo presidente, que nos últimos meses retomou com força sua carga contra as instituições, seja por convicção, seja pelo temor de derrota na eleição e possível exposição sua e de sua família à Justiça comum —as acusações contra o clã Bolsonaro se acumulam.
Bolsonaro convocou a população a ir às ruas novamente no 7 de Setembro deste ano criticando os “surdos de capa preta”, ou seja, ministros do Supremo e do TSE.
Isso ocorreu em 2021, quando acabou entregando o controle do governo ainda mais ao centrão devido ao risco de ruptura e eventual processo de impedimento.
Mais recentemente, em 18 de julho, ele também chamou embaixadores lotados em Brasília para expor suas mentiras acerca das urnas e do processo eleitoral, repetindo argumentos já descartados após sua exposição em uma live no ano passado.
Se as ameaças são claras, o elemento golpista tem se mostrado cada vez menos velado. Bolsonaro usou um erro tático do TSE, o de incluir as Forças Armadas numa comissão de transparência eleitoral, e fez do Ministério da Defesa uma de suas linhas de frente do questionamento das urnas.
Sempre que pode, lembra que é o comandante dos militares. Ainda que não haja respaldo público a qualquer intenção golpista e, nos bastidores, fardados neguem isso, politicamente o efeito é claro.
Com isso, um ato banal como coassinar uma carta com princípios democráticos, como o ministro Paulo Sérgio Nogueira (Defesa) fez nesta semana com colegas das Américas, tornou-se motivo de alívio.
Os EUA, com todo seu histórico de apoio a golpes na região, inclusive o de 1964 no Brasil, se posicionaram claramente em favor do sistema eleitoral local.
Mais importante, após conviver com uma oposição totalmente desarticulada e uma situação conivente com seu golpismo, Bolsonaro passou a enfrentar uma forte reação à campanha.
Manifestos que começaram com intelectuais e hoje abarcam todas as principais entidades empresariais do país foram redigidos em prol da democracia.
No dia 11 de agosto, eles serão lidos na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, palco histórico da defesa de princípios democráticos. Nesse segmento mais elitizado, há uma percepção maior tanto de que as ameaças são sérias quanto de que o presidente não dará um golpe.
Entre aqueles que ganham mais de 10 salários mínimos, 3% da amostra populacional do Datafolha, 63% veem com preocupação a campanha, e 70%, descartam o golpe, índices maiores do que na média geral.
Entre os mais escolarizados, com nível superior (22% dos eleitores), a avaliação da ameaça é numericamente maior do que a do restante da população (60%) e o de que não haverá ação golpista, também superior (62%).
A pesquisa do Datafolha, encomendada pela Folha, tem o número BR-01192/2022 no registro do TSE, e ouviu 2.556 pessoas em 183 cidades do país.
Decisão do TRE-PE de nº 0602796-05.2018.6.17.000 suspende qualquer veiculação, seja de Programa Eleitoral ou Inserção nas emissoras de rádio e televisão, do comercial da Coligação Pernambuco vai Mudar (Armando Monteiro) que trata da delação de JBS contra o Governador Paulo Câmara. O descumprimento da decisão, segundo a Coligação em contato com emissoras de TV representará […]
Decisão do TRE-PE de nº 0602796-05.2018.6.17.000 suspende qualquer veiculação, seja de Programa Eleitoral ou Inserção nas emissoras de rádio e televisão, do comercial da Coligação Pernambuco vai Mudar (Armando Monteiro) que trata da delação de JBS contra o Governador Paulo Câmara.
O descumprimento da decisão, segundo a Coligação em contato com emissoras de TV representará multa de R$ 100 mil reais por parte da emissora.
Alegou a Coligação que os Representados, “levaram à casa de cada eleitor um ataque sem precedentes e sem nenhum escrúpulo”, mediante a concatenação de um conjunto de notícias negativas e inverídicas com a finalidade de macular a honra de Paulo Câmara, candidato à reeleição.
“É bem verdade que a imprensa noticiou que houve investigação nas dependências do Palácio do Campos das Princesas, contudo, não houve indicativo de que as investigações concluíram pelo indiciamento nem indicação de que o governador candidato à reeleição está envolvido, nem mesmo o seu gabinete, como tendenciosamente indica a matéria ora suspensa por esta decisão judicial”, decide o Desembargador Stênio José de Sousa Neiva Coêlho.
“Ora, resta claro que da análise do conteúdo impugnado há propaganda com intuito de desconstruir a imagem do candidato à reeleição, pois o que investigação deu-se no âmbito de outros setores do Palácio do Campos das Princesas e não no Gabinete do governador como induz a propaganda ora suspensa por esta decisão judicial”, acrescenta.
A Secretaria de Ação Social efetuou nesta terça, 10, a entrega dos cartões de saque dos agricultores que participam do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) em São José do Egito. Numa reunião com a presença do prefeito Romério Guimarães os participantes também receberam a agenda com as datas definidas para as compras por parte […]
A Secretaria de Ação Social efetuou nesta terça, 10, a entrega dos cartões de saque dos agricultores que participam do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) em São José do Egito. Numa reunião com a presença do prefeito Romério Guimarães os participantes também receberam a agenda com as datas definidas para as compras por parte da prefeitura.
É através do PAA que agricultores vendem para o Poder Executivo frutas, verduras, legumes, carnes e polpas de frutas. Os artigos adquiridos são distribuídos às escolas da rede municipal de ensino, creches, Hospital Maria Rafael de Siqueira, Lar do Idoso, Centro de Atenção Psicossocial (Caps), programas da Ação Social (Cras e Creas) e Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos.
Na próxima segunda, 16, deverá ser feita a primeira entrega dos itens adquiridos pelo Poder Executivo. Os cadastrados estarão levando carnes e polpa de frutas. Na quinta, 19, será a vez do recebimento de frutas, verduras e legumes.
O Programa de Aquisição de Alimentos em São José do Egito beneficia 58 agricultores residentes no município.
Uma noite especial para dezenas de pessoas em situação de rua em Petrolina. Assim foi esta sexta-feira (13) na confraternização de Natal realizada pela prefeitura e a Igreja Adventista do Sétimo Dia do bairro Alto da Boa Vista. Pelo terceiro ano consecutivo, a ação organizada pela Secretaria de Saúde em parceria com o Centro de […]
Uma noite especial para dezenas de pessoas em situação de rua em Petrolina. Assim foi esta sexta-feira (13) na confraternização de Natal realizada pela prefeitura e a Igreja Adventista do Sétimo Dia do bairro Alto da Boa Vista.
Pelo terceiro ano consecutivo, a ação organizada pela Secretaria de Saúde em parceria com o Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop) aconteceu na Praça do Bambuzinho, no centro. Antes de um saboroso jantar, foi realizado um culto religioso, que reuniu dezenas de moradores usuários do Centro Pop. Além disso, eles receberam kits de higiene pessoal.
“Neste período, marcado por tantas festividades, seja na família, no trabalho ou em grupos sociais, é muito importante lembrar que, enquanto estamos ceiando, abraçando nossos entes queridos e trocando presentes, outros não têm sequer o alimento para saciar sua fome”, comenta Marlene Leandro, secretária executiva de Vigilância em Saúde e uma das organizadoras do evento.
Marlene ressaltou o caráter solidário da comemoração. “É um momento de reinserção comunitária, uma vez que, possuem dificuldades de retornarem para as famílias. Importante ressaltar que a gestão do prefeito Miguel Coelho acompanha essas pessoas durante todo o ano e muitas delas viviam excluídas socialmente. Mas, com muito esforço, conseguimos realizar ações que buscam incluir e valorizar essas pessoas”, explica.
Você precisa fazer login para comentar.