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Quaest em Pernambuco: Lula tem 58% e Flávio Bolsonaro, 20%

Lula (PT) aparece com 58% das intenções de voto para presidente entre os eleitores de Pernambuco, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) tem 20%, segundo pesquisa Quaest divulgada na terça-feira (29). Na simulação de segundo turno, os percentuais são de 61% e 24%, respectivamente. No primeiro turno, Augusto Cury (Avante) aparece com 3%, Renan Santos (Missão), com […]

Lula (PT) aparece com 58% das intenções de voto para presidente entre os eleitores de Pernambuco, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) tem 20%, segundo pesquisa Quaest divulgada na terça-feira (29). Na simulação de segundo turno, os percentuais são de 61% e 24%, respectivamente.

No primeiro turno, Augusto Cury (Avante) aparece com 3%, Renan Santos (Missão), com 2%, e Ronaldo Caiado (PSD), com 1%. Romeu Zema (Novo), Edmilson Costa (PCB), Clariana Barão (DC), Hertz Dias (PSTU), Leonardo Avalanche (PRTB), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP) e Wilson Grassi (Democrata) não alcançam 1%.

Os indecisos somam 11%. Outros 5% afirmam que votariam em branco, nulo ou não compareceriam.

Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente registra 61% e o senador, 24%. Brancos, nulos ou eleitores que afirmam não votar somam 10%, enquanto 5% estão indecisos.

Na rodada anterior da Quaest, divulgada em 23 de setembro, Lula tinha 54% e Flávio, 21% no primeiro turno. Na simulação de segundo turno, os percentuais eram de 58% para Lula e 25% para Flávio.

A Quaest, contratada pela TV Globo, entrevistou 1.302 pessoas de 16 anos ou mais em Pernambuco entre 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números PE-00324/2026 e BR-08289/2026.

Fonte: Quaest/g1
Foto: Reprodução

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A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu, nesta quinta-feira (1º), que a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República investiguem um possível financiamento do governo dos Estados Unidos a grupos que atuam politicamente no Brasil. O pedido ocorre a três dias do primeiro turno das eleições. A notícia-crime foi encaminhada pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, […]

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu, nesta quinta-feira (1º), que a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República investiguem um possível financiamento do governo dos Estados Unidos a grupos que atuam politicamente no Brasil. O pedido ocorre a três dias do primeiro turno das eleições.

A notícia-crime foi encaminhada pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.

O pedido tem como base uma reportagem do jornal britânico The Guardian sobre a destinação de US$ 1 milhão de um fundo do Departamento de Estado norte-americano para um programa chamado “Combate ao Lawfare e à Censura no Brasil”.

Segundo a publicação, o recurso integra uma mudança na utilização do Fundo de Direitos Humanos e Democracia dos Estados Unidos e seria direcionado a iniciativas que contestam a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF).

A AGU afirma que as informações precisam ser apuradas para identificar quem seriam os responsáveis pela eventual operação, quais organizações poderiam receber os recursos no Brasil e de que maneira o dinheiro seria utilizado.

Para o órgão, caso os fatos relatados sejam confirmados, a operação pode levantar questionamentos sobre ingerência estrangeira em assuntos internos brasileiros e eventual interferência no debate político e institucional do país.

A notícia-crime cita princípios constitucionais como soberania, independência nacional e não intervenção. A AGU também menciona normas brasileiras que impedem partidos políticos de receber recursos financeiros de governos ou entidades estrangeiras.

O pedido não significa que a PF ou a PGR tenham concluído pela existência de irregularidade, nem que os destinatários dos recursos tenham sido identificados ou responsabilizados. A AGU solicita justamente que esses pontos sejam investigados.

A iniciativa ocorre em meio às discussões sobre possível interferência estrangeira nas eleições brasileiras. Nesta quinta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou a jornalistas que acompanha a eleição do Brasil “muito de perto” e classificou a disputa como “muito importante”.

Fonte: Metrópoles/The Guardian
Foto: AGU/Reprodução

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A Prefeitura de São José do Egito determinou o ressarcimento de R$ 226.307 destinados à compra de um aparelho de Raio-X Panorâmico que não foi adquirido. A cobrança recai sobre o ex-prefeito Evandro Valadares e o ex-secretário de Saúde Paulo Jucá. A decisão administrativa foi assinada pelo prefeito Fredson Brito após o julgamento da Tomada […]

A Prefeitura de São José do Egito determinou o ressarcimento de R$ 226.307 destinados à compra de um aparelho de Raio-X Panorâmico que não foi adquirido. A cobrança recai sobre o ex-prefeito Evandro Valadares e o ex-secretário de Saúde Paulo Jucá.

A decisão administrativa foi assinada pelo prefeito Fredson Brito após o julgamento da Tomada de Contas Especial nº 001/2026. O recurso federal havia sido recebido pelo Fundo Municipal de Saúde em abril de 2024, com destinação específica para a aquisição do equipamento.

Segundo o processo, não houve licitação, empenho, liquidação ou pagamento referente ao Raio-X durante 2024 e 2025. A apuração também concluiu que os recursos não permaneceram preservados de forma segregada para a finalidade original.

Entre agosto e dezembro de 2024, os resgates realizados no fundo em que o dinheiro estava aplicado somaram R$ 2,208 milhões. O saldo caiu de R$ 2,482 milhões, em agosto, para R$ 350,3 mil, em novembro. Em dezembro, houve uma aplicação de R$ 1,101 milhão, classificada na decisão como recomposição parcial.

Paulo Jucá alegou que havia prazo de até 24 meses para aquisição do equipamento e que existia saldo suficiente na conta. Evandro Valadares sustentou que não administrava diretamente o Fundo Municipal de Saúde. As duas defesas foram rejeitadas no julgamento administrativo.

No dispositivo, a Tomada de Contas foi julgada regular quanto ao procedimento e irregular quanto ao mérito. A decisão aponta desvio de finalidade, dano ao erário e inexecução total do objeto.

Também foi imputado débito solidário de R$ 226.307 a Evandro e Paulo Jucá, com atualização monetária e juros de mora desde 15 de abril de 2024.

Confira, na imagem que acompanha esta matéria, o trecho da decisão que registra a irregularidade e a imputação do débito aos dois ex-gestores.

Após serem notificados, os dois terão prazo de 30 dias para realizar o ressarcimento ao Fundo Municipal de Saúde.

A decisão também determina o envio do processo ao Tribunal de Contas da União e ao Ministério Público Federal para análise de eventuais responsabilidades. O encaminhamento não representa condenação criminal ou por improbidade.

Foto: Reprodução

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A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) utilizou o último debate antes do primeiro turno, realizado pela TV Jornal nesta quinta-feira (1º), para apresentar um balanço de sua gestão e defender a continuidade de obras e investimentos em um eventual segundo mandato. Nas considerações finais, afirmou estar preparada para ampliar as ações do […]

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) utilizou o último debate antes do primeiro turno, realizado pela TV Jornal nesta quinta-feira (1º), para apresentar um balanço de sua gestão e defender a continuidade de obras e investimentos em um eventual segundo mandato. Nas considerações finais, afirmou estar preparada para ampliar as ações do governo nos próximos quatro anos.

“Pernambuco voltou, a economia cresceu, batendo recorde de emprego de carteira assinada. O que vem pela frente é muito melhor. Eu estou pronta para fazer o dobro, o triplo”, declarou Raquel.

Durante o debate, a candidata citou investimentos em estradas, saúde, abastecimento de água e infraestrutura. Segundo Raquel, sua gestão realizou intervenções em mais de 1,6 mil quilômetros de rodovias e mantém aproximadamente 1,5 mil quilômetros em obras.

Para um eventual segundo mandato, ela afirmou que pretende realizar intervenções em outros 3 mil quilômetros da malha rodoviária estadual.

Na saúde, Raquel citou a entrega do Hospital da Mulher do Agreste, em Caruaru, inaugurado em 2025, e as obras de outras quatro unidades previstas para Igarassu, Garanhuns, Serra Talhada e Ouricuri.

A candidata também voltou a tratar do abastecimento de água. Segundo ela, intervenções realizadas durante o atual mandato beneficiaram cerca de 800 mil pessoas. Raquel reafirmou ainda a proposta de investir aproximadamente R$ 25 bilhões nos próximos quatro anos para ampliar o acesso regular à água em Pernambuco.

“Não é promessa, já está sendo feito”, afirmou ao relacionar as propostas de continuidade às obras em andamento no Estado.

Embates e acusações

Além da apresentação de propostas e ações da gestão, o debate foi marcado por confrontos entre Raquel Lyra, João Campos (PSB) e Ivan Moraes (PSOL).

Raquel afirmou que a campanha eleitoral tem sido marcada por informações que considera falsas e defendeu uma discussão concentrada nos problemas e propostas para Pernambuco.

“Eu sou governadora de Pernambuco há três anos e nove meses e estou pronta para liderar o melhor momento da nossa história. A gente já chegou a muitos lugares, estamos fazendo investimentos em água, segurança, estradas, saúde, educação, mas precisa fazer muito mais, chegar onde eu não cheguei”, afirmou.

Em outros momentos do encontro, Raquel e João trocaram acusações envolvendo as respectivas gestões e os candidatos a vice das duas chapas. Ivan também confrontou os adversários sobre alianças políticas e posicionamentos na disputa nacional.

Integridade da gestão

Nas considerações sobre o perfil administrativo que pretende apresentar ao eleitor, Raquel afirmou ainda que seu governo não tolera casos de corrupção.

“Hoje é dia 1º de outubro, não tem um escândalo de corrupção no nosso governo porque eu não sou uma governadora que tolera isso”, declarou.

 

A afirmação foi feita pela própria candidata durante o debate e integra sua avaliação sobre a gestão.

Raquel também citou sua passagem pela Polícia Federal e sua carreira na Procuradoria do Estado ao defender sua experiência profissional.

O debate promovido pelo Sistema Jornal do Commercio foi o último encontro televisionado entre candidatos ao Governo de Pernambuco antes do primeiro turno, marcado para domingo (4).

Fonte: TV Jornal
Foto: Yacy Ribeiro

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A Frente Popular de Pernambuco pediu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) e à Polícia Federal medidas preventivas para evitar que operações de trânsito dificultem o deslocamento de eleitores no Recife e na Região Metropolitana no domingo (4). Os pedidos foram apresentados nesta quinta-feira (1º). Nos documentos, a coligação que apoia João Campos (PSB) cita uma […]

A Frente Popular de Pernambuco pediu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) e à Polícia Federal medidas preventivas para evitar que operações de trânsito dificultem o deslocamento de eleitores no Recife e na Região Metropolitana no domingo (4). Os pedidos foram apresentados nesta quinta-feira (1º).

Nos documentos, a coligação que apoia João Campos (PSB) cita uma notícia sobre a possibilidade de realização de um número elevado de blitzes no dia da votação e solicita que as autoridades estabeleçam limites para operações capazes de afetar o fluxo de eleitores.

A própria Frente Popular ressalta, no ofício enviado à Polícia Federal, que não afirma a veracidade da informação nem atribui, neste momento, responsabilidade a qualquer autoridade. O objetivo declarado é provocar uma atuação preventiva e permitir apuração caso alguma irregularidade seja constatada.

No pedido encaminhado ao TRE-PE, a coligação solicita que o tribunal oficie a Secretaria de Defesa Social, Polícia Militar, incluindo o BPTran, Polícia Civil, Detran-PE e órgãos municipais de trânsito da Região Metropolitana.

A Frente Popular pede que esses órgãos se abstenham, no primeiro turno e em eventual segundo turno, de realizar blitzes, bloqueios, barreiras ou operações que impeçam ou dificultem o deslocamento dos eleitores.

O documento propõe que abordagens sejam mantidas em situações de flagrante delito, risco concreto e iminente à vida ou à integridade física. Operações excepcionais fora dessas situações, segundo o pedido, deveriam ser previamente comunicadas ao TRE, com justificativa, local, horário, efetivo empregado e indicação de rotas alternativas.

A coligação solicita ainda que os órgãos informem ao tribunal, em até 24 horas, se existe planejamento de fiscalização viária para os dias de votação e, em caso positivo, encaminhem as respectivas ordens de serviço ou planos operacionais.

No ofício destinado à Polícia Federal, o pedido é diferente. A Frente Popular solicita o reforço das equipes de plantão eleitoral no Recife e na Região Metropolitana e orientação para que denúncias de eventuais bloqueios ou barreiras sejam verificadas de forma imediata.

Caso uma operação capaz de dificultar o exercício do voto seja identificada, a coligação pede que a PF registre a ocorrência, identifique a cadeia de comando responsável pela ordem e pela execução e comunique os fatos às autoridades eleitorais.

Também foi solicitada a preservação de possíveis elementos de apuração, como ordens de serviço, escalas, planos operacionais, registros de rádio, despacho de viaturas e imagens de câmeras de monitoramento.

Os pedidos mencionam como precedente as operações realizadas pela Polícia Rodoviária Federal durante o segundo turno das eleições de 2022. Na ocasião, o Tribunal Superior Eleitoral interveio durante o dia da votação e determinou a interrupção de operações relacionadas ao transporte de eleitores.

Para as eleições deste ano, uma portaria conjunta do TSE e do Ministério da Justiça já estabelece regras para a atuação da PRF e de outros órgãos federais de segurança. A norma determina que ações de fiscalização não podem criar obstáculos indevidos ao deslocamento dos eleitores e orienta que sejam evitados bloqueios e retenções que comprometam injustificadamente o fluxo.

A regra federal, entretanto, não alcança diretamente os órgãos estaduais e municipais de trânsito. É justamente essa orientação que a Frente Popular pretende estender ao Recife e à Região Metropolitana por meio de uma eventual determinação do TRE-PE.

Até o momento, os documentos analisados registram apenas os pedidos apresentados pela coligação. Não há neles decisão do TRE-PE acolhendo as solicitações nem informação de que a Polícia Federal tenha adotado as providências requeridas.

Foto: Reprodução

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O candidato a deputado estadual Breno Araújo (PT) cobrou, nesta quinta-feira (1º), providências da Compesa para os problemas de abastecimento registrados em Serra Talhada. Em vídeo nas redes sociais, ele afirmou que há famílias enfrentando semanas sem água. As reclamações não se restringem à publicação do candidato. Moradores de diferentes pontos da cidade vêm relatando […]

O candidato a deputado estadual Breno Araújo (PT) cobrou, nesta quinta-feira (1º), providências da Compesa para os problemas de abastecimento registrados em Serra Talhada. Em vídeo nas redes sociais, ele afirmou que há famílias enfrentando semanas sem água.

As reclamações não se restringem à publicação do candidato. Moradores de diferentes pontos da cidade vêm relatando interrupções prolongadas, baixa pressão e necessidade de comprar água para atividades básicas.

“Não é possível que as famílias de Serra Talhada estejam há quase um mês sem água. É gente sem lavar louça, sem lavar roupa, sem poder tomar até banho, sendo obrigada a comprar água de mil em mil litros e ainda ter que pagar a conta para uma água que não chega”, afirmou Breno.

Entre as localidades com reclamações recentes estão bairros como São Cristóvão, CAGEP, Centro, Bom Jesus e outras áreas do município. Em um dos relatos divulgados nesta semana, moradores do São Cristóvão afirmaram estar há mais de 22 dias sem abastecimento.

A Compesa informou à imprensa que realizou, na segunda-feira (28), uma manutenção emergencial na Estação de Tratamento de Água de Serra Talhada, situação que teria provocado queda de pressão e desabastecimento em alguns bairros. Segundo a companhia, os serviços foram concluídos e o fornecimento entrou em processo de regularização.

Apesar da informação, moradores continuaram relatando falta de água em diferentes pontos da cidade após a intervenção.

No vídeo, Breno também apresentou como proposta acompanhar a atuação da Compesa caso seja eleito para a Assembleia Legislativa.

“Quem paga a conta tem que receber a água”, declarou. O candidato afirmou que pretende cobrar a companhia desde o início de um eventual mandato até a normalização do serviço.

 

A cobrança ocorre na reta final da campanha para as eleições deste domingo (4).

Foto: Reprodução/Instagram

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O candidato a deputado estadual Sebastião Oliveira (Avante) encerrou sua agenda de campanha na Região Metropolitana do Recife com um encontro na comunidade do Detran, no bairro da Iputinga. A reunião contou com moradores, lideranças locais e a candidata a deputada federal Bruna Karina (Avante). Segundo a campanha, o encontro foi utilizado para ouvir demandas […]

O candidato a deputado estadual Sebastião Oliveira (Avante) encerrou sua agenda de campanha na Região Metropolitana do Recife com um encontro na comunidade do Detran, no bairro da Iputinga.

A reunião contou com moradores, lideranças locais e a candidata a deputada federal Bruna Karina (Avante). Segundo a campanha, o encontro foi utilizado para ouvir demandas apresentadas pela comunidade na reta final antes da votação.

Durante a agenda, Sebastião também defendeu a candidatura de Bruna Karina à Câmara dos Deputados e citou a possibilidade de atuação conjunta com Waldemar Oliveira (Avante), atual deputado federal por Pernambuco.

Ao fazer um balanço da campanha, Sebastião afirmou ter percorrido diferentes regiões do Estado e disse que pretende levar as demandas recebidas durante essas agendas para uma eventual atuação na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

“Percorremos Pernambuco de ponta a ponta, ouvindo as pessoas, reencontrando amigos e conhecendo de perto as necessidades de cada região”, declarou.

Sebastião Oliveira disputa uma vaga de deputado estadual pelo Avante. Bruna Karina concorre a deputada federal pela mesma legenda.

Foto: Divulgação

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Quem foi melhor no debate de hoje? E qual impacto no eleitor nessa reta final?

No comentário do meio-dia desta quinta-feira (01/10), o jornalista Nill Júnior analisa o último debate entre os candidatos ao Governo de Pernambuco Ivan Moraes, João Campos e Raquel Lira, promovido pelo Sistema Jornal do Commercio e mediado por Anne Barretto. Nill Júnior destaca os principais momentos do embate e a troca de acusações entre os […]

No comentário do meio-dia desta quinta-feira (01/10), o jornalista Nill Júnior analisa o último debate entre os candidatos ao Governo de Pernambuco Ivan Moraes, João Campos e Raquel Lira, promovido pelo Sistema Jornal do Commercio e mediado por Anne Barretto.

Nill Júnior destaca os principais momentos do embate e a troca de acusações entre os candidatos:

Ivan Moraes se mostrou mais uma vez bastante desenvolvido, enquanto o público aguardava o confronto direto entre João Campos e Raquel Lira na disputa pelos votos dos indecisos.

Raquel defendeu a concessão, enquanto João argumentou que a conta iria subir. A governadora rebateu afirmando que haverá reposição da inflação.

Troca de críticas sobre a entrega de fardamento e os indicadores educacionais do estado, com Raquel fazendo a defesa dos investimentos na área.

O momento mais quente do debate envolveu denúncias contra os candidatos a vice. Raquel questionou João sobre matérias (veiculadas na imprensa) indicando repasses do Banco Master a seu vice, Carlos Costa. Em resposta, João rebateu mencionando suspeitas de irregularidades em contratos de saúde ligados ao marido da vice Priscila Krause, além de citações sobre o primo da governadora, Valdomiro Teixeira Diniz. Raquel, por sua vez, afirmou que a auditoria da Saúde foi anulada por vícios/má-fé e que o caso de sua família já foi esclarecido na Justiça.

Para o jornalista, debates nessa fase têm probabilidade muito pequena de alterar a intenção de voto de quem já está decidido, impactando principalmente o eleitor indeciso. A expectativa agora se volta para a divulgação de novas pesquisas eleitorais (como a do Datafolha e Quaest), prometendo emoção até o domingo de votação.

Acompanhe o comentário completo no vídeo do post e fique por dentro das notícias em www.nilljunior.com

Da redação/Itapuama FM-Conteúdo: Ítalo Henrique.

Imagem: Frame/ Reprodução

O vereador Vicentinho foi reeleito, nesta quinta-feira (1º), presidente da Câmara de Afogados da Ingazeira. Ele comandará a Casa Legislativa durante o biênio 2027-2028. A chapa recebeu dez votos. Entre os vereadores que apoiaram a recondução estão Zé Negão e Edson do Cosmético, integrantes da oposição. A nova Mesa Diretora manterá a composição atual, com […]

O vereador Vicentinho foi reeleito, nesta quinta-feira (1º), presidente da Câmara de Afogados da Ingazeira. Ele comandará a Casa Legislativa durante o biênio 2027-2028.

A chapa recebeu dez votos. Entre os vereadores que apoiaram a recondução estão Zé Negão e Edson do Cosmético, integrantes da oposição.

A nova Mesa Diretora manterá a composição atual, com Gal Mariano na primeira secretaria, César Tenório na segunda secretaria e Douglas Eletricista como suplente.

A eleição ocorreu com chapa única. Havia expectativa de que Raimundo Lima apresentasse uma composição para disputar a presidência, mas uma segunda chapa não chegou a ser inscrita.

Raimundo Lima, Mário Martins e Lucineide do Sindicato votaram contra a chapa encabeçada por Vicentinho.

Inicialmente, Lucineide havia informado que pretendia se abster. Durante a sessão, porém, foi esclarecido que o regimento da Câmara não permite abstenção na eleição da Mesa Diretora. As possibilidades eram votar a favor, contra ou anular o voto, e a vereadora optou pelo voto contrário.


A eleição ocorreu após divergências dentro da base governista sobre a sucessão no comando da Câmara. Raimundo Lima vinha defendendo que havia um acordo político anterior para que ele assumisse a presidência no segundo biênio.

Fonte: Blog Juliana Lima
Foto: Reprodução

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A reta final da eleição presidencial é marcada pela disputa por voto útil e pela ausência de um confronto direto entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Os dois chegarão ao primeiro turno sem terem participado juntos de um debate. Nos últimos dias, Flávio intensificou o apelo aos eleitores que ainda apoiam candidaturas menores, enquanto […]

A reta final da eleição presidencial é marcada pela disputa por voto útil e pela ausência de um confronto direto entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Os dois chegarão ao primeiro turno sem terem participado juntos de um debate.

Nos últimos dias, Flávio intensificou o apelo aos eleitores que ainda apoiam candidaturas menores, enquanto a campanha de Lula concentra esforços também na redução da abstenção entre segmentos nos quais o presidente apresenta melhor desempenho.

Na pesquisa Quaest divulgada nesta semana, Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) somavam 12% das intenções de voto. Parte desse eleitorado passou a ser alvo da estratégia de Flávio para concentrar votos no campo antipetista.

O candidato do PL tem pedido publicamente que eleitores que consideram apoiá-lo apenas em um eventual segundo turno antecipem a escolha para domingo (4).

Para Lula, o espaço para atrair votos das demais candidaturas é considerado mais limitado. Análise publicada por O Globo destaca que os candidatos que aparecem abaixo dos dois primeiros colocados possuem maior distância política do petista.

A campanha de Lula também acompanha com atenção a possibilidade de abstenção. Eleitores de menor renda e pessoas mais velhas estão entre os grupos nos quais o presidente registra melhor desempenho e que historicamente apresentam índices relevantes de ausência nas urnas.

O comportamento do eleitorado em 2022 é uma das referências utilizadas nessa análise. Três dias antes do primeiro turno daquele ano, o Datafolha mostrava Lula com 50% dos votos válidos e Jair Bolsonaro com 36%.

Nas urnas, Lula terminou com 48,4%, enquanto Bolsonaro chegou a 43,2%. Os demais candidatos, que somavam 14% no levantamento, ficaram abaixo de 10% no resultado final.

A concentração de votos na reta final beneficiou principalmente Bolsonaro e levou a disputa para o segundo turno. O Globo aponta que movimentos de voto útil registrados em eleições presidenciais anteriores representaram, em diferentes momentos, dificuldades maiores para candidaturas petistas.

Outro componente desta eleição é a rejeição aos dois principais candidatos. Na Quaest divulgada na segunda-feira (28), 56% dos entrevistados disseram que não votariam em Flávio Bolsonaro, enquanto 54% afirmaram o mesmo sobre Lula.

A reta final terá ainda uma particularidade. Lula confirmou que não participará do debate da TV Globo nesta quinta-feira (1º), último encontro promovido pela emissora antes do primeiro turno. No mesmo horário, o presidente terá participação no Flow Podcast.

Flávio Bolsonaro estará no debate ao lado de Ronaldo Caiado, Augusto Cury e Romeu Zema. Os dois líderes das pesquisas também não participaram juntos dos debates anteriores realizados durante a campanha.

Segundo levantamento da reportagem, é inédita, em uma disputa presidencial tão equilibrada, a chegada ao primeiro turno sem que os dois primeiros colocados tenham se enfrentado diretamente em um debate.

Assim, os últimos dias antes da votação de domingo serão marcados pela tentativa de atrair eleitores das candidaturas menores, reduzir a abstenção e aproveitar os espaços finais de exposição da campanha.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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O senador e candidato à reeleição Humberto Costa (PT) participou, nessa quarta-feira (30), de um encontro da Frente Popular com representantes do setor de educação, no Recife. Durante a reunião, apresentou propostas para um eventual novo mandato, com foco em permanência estudantil, transporte, formação tecnológica e qualificação profissional. O encontro também contou com a presença […]

O senador e candidato à reeleição Humberto Costa (PT) participou, nessa quarta-feira (30), de um encontro da Frente Popular com representantes do setor de educação, no Recife. Durante a reunião, apresentou propostas para um eventual novo mandato, com foco em permanência estudantil, transporte, formação tecnológica e qualificação profissional.

O encontro também contou com a presença do candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB), do candidato a vice Carlos Costa (Republicanos), da candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), da senadora Teresa Leitão (PT), além de parlamentares e representantes ligados à área educacional.

Durante sua participação, Humberto defendeu a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e citou programas federais como ProUni, Fies e Pé-de-Meia como exemplos de políticas de acesso e permanência na educação.

O senador também criticou a condução da política educacional durante o governo Michel Temer (MDB), avaliação apresentada por ele durante o evento.

Entre as propostas para um novo mandato, Humberto defendeu a criação de um programa nacional complementar ao Pé-de-Meia que ofereça apoio ao transporte de estudantes do interior até instituições de ensino.

O candidato também afirmou que pretende defender a ampliação de investimentos em educação tecnológica, formação digital, robótica, inovação e qualificação profissional.

Expansão dos institutos federais

Humberto também citou a expansão da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica em Pernambuco.

Em 2024, o governo federal anunciou a criação de seis novos campi de institutos federais no estado, previstos para Recife, Goiana, Santa Cruz do Capibaribe, Bezerros, Águas Belas e Araripina.

O planejamento divulgado pelo governo federal prevê que as seis unidades tenham capacidade para oferecer, juntas, aproximadamente 8,4 mil vagas quando estiverem em funcionamento.

Durante o encontro, Humberto afirmou que atuou politicamente para viabilizar a expansão da rede em Pernambuco.

A educação aparece entre os temas abordados pela Frente Popular nesta reta final de campanha, com propostas voltadas tanto à rede estadual quanto à articulação com políticas mantidas pelo governo federal.

Foto: Divulgação

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A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão relativa ao primeiro turno termina nesta quinta-feira (1º), três dias antes da votação. O chamado guia eleitoral, durante décadas um dos principais instrumentos das campanhas para apresentar candidatos e propostas, chega ao fim em uma eleição marcada pela presença intensa das redes sociais na comunicação política. […]

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão relativa ao primeiro turno termina nesta quinta-feira (1º), três dias antes da votação. O chamado guia eleitoral, durante décadas um dos principais instrumentos das campanhas para apresentar candidatos e propostas, chega ao fim em uma eleição marcada pela presença intensa das redes sociais na comunicação política.

A exibição começou em 28 de agosto e ocupou espaços reservados diariamente no rádio e na televisão, além das inserções distribuídas ao longo da programação das emissoras.

Em Pernambuco, o guia foi utilizado pelas candidaturas para apresentar propostas, destacar realizações administrativas, responder a adversários e buscar eleitores ainda indecisos na disputa pelo Governo do Estado, Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa.

Na corrida estadual, Raquel Lyra (PSD), João Campos (PSB) e Ivan Moraes (PSOL) tiveram espaço na propaganda destinada aos candidatos ao Governo de Pernambuco.

O encerramento acontece em uma campanha na qual o rádio e a televisão passaram a dividir espaço com uma comunicação permanente nas redes sociais. Instagram, TikTok, YouTube, X e outras plataformas permitem que candidatos publiquem conteúdos ao longo do dia, reajam rapidamente aos adversários e direcionem mensagens a diferentes segmentos do eleitorado.

Esse novo ambiente também mudou a velocidade das campanhas. Declarações feitas em debates, entrevistas e atos políticos passaram a ser recortadas, compartilhadas e respondidas em poucos minutos, enquanto vídeos produzidos pelas equipes circulam para além dos horários estabelecidos para a propaganda na televisão.

O guia, no entanto, continua sendo um espaço regulamentado pela Justiça Eleitoral e com presença garantida nas emissoras de rádio e televisão, alcançando também eleitores que não acompanham diariamente a disputa pelas redes sociais.

Últimos prazos

Além da propaganda eleitoral gratuita, esta quinta-feira é o último dia para realização de comícios e utilização de aparelhagem de sonorização fixa. Os comícios podem ocorrer até a meia-noite, com possibilidade de o evento de encerramento ser prorrogado por mais duas horas.

Também termina nesta quinta o prazo para debates no rádio e na televisão, embora a legislação permita que eles avancem até as 7h desta sexta-feira (2).

O primeiro turno das eleições acontece no domingo (4).

Caso haja segundo turno nas disputas para presidente da República ou governador, a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão será retomada em 9 de outubro e seguirá até o dia 23. A segunda votação está marcada para 25 de outubro.

Fonte: Dantas Barreto
Foto: Reprodução

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O Brasil registrou 354 casos de violência política no período que antecedeu as eleições de 2026. O número representa o maior nível observado na última década para uma fase pré-eleitoral. O levantamento, produzido pela Terra de Direitos e pela Justiça Global, analisou ocorrências registradas entre 28 de outubro de 2024 e 15 de agosto deste […]

O Brasil registrou 354 casos de violência política no período que antecedeu as eleições de 2026. O número representa o maior nível observado na última década para uma fase pré-eleitoral.

O levantamento, produzido pela Terra de Direitos e pela Justiça Global, analisou ocorrências registradas entre 28 de outubro de 2024 e 15 de agosto deste ano. A média foi de um episódio a cada 44 horas.

As mulheres aparecem como vítimas em 50,6% dos casos, apesar de ocuparem cerca de 18% das cadeiras legislativas no país.

Os dados também mostram diferenças quanto ao tipo de violência. Homens concentraram 77,2% dos casos de agressões físicas, atentados e assassinatos. Já entre ameaças e ofensas, classificadas como violência simbólica, as mulheres representaram 58,3% das vítimas.

Todos os 31 casos de ameaças de violência sexual e os 67 episódios envolvendo conteúdo de conotação sexual ou comentários sobre corpo e aparência tiveram mulheres como alvo.

Segundo o estudo, 96,3% dos episódios atingiram pessoas que ocupavam cargos eletivos. Vereadores e vereadoras representam 49,6% das vítimas, com 176 registros.

Entre as 179 mulheres vítimas de violência política identificadas no período, 64 eram pretas. O levantamento aponta ainda que 32 pessoas sofreram ataques mais de uma vez, sendo 23 mulheres.

Outro dado apresentado pelas organizações diz respeito à resposta das autoridades. Pelo menos 300 episódios, equivalentes a 84,5% do total, tiveram denúncia formal ou pública.

Apesar disso, apenas 46 casos, ou 13% do total, contavam com investigação judicial ou policial em andamento no período analisado. Nove episódios, correspondentes a 2,5%, haviam resultado em punição efetiva dos autores.

Em 64 ocorrências, o agressor também ocupava mandato eletivo ou cargo público. Policiais e outros agentes estatais aparecem como responsáveis em 29,9% dos registros.

O levantamento identificou ainda 52 casos de violência ocorridos dentro do próprio ambiente de trabalho parlamentar.

As entidades responsáveis pelo estudo defendem maior aplicação da Lei nº 14.192, de 2021, que estabelece normas para prevenir, reprimir e combater a violência política contra a mulher.

Os números referentes especificamente ao período oficial da campanha do primeiro turno deverão ser divulgados posteriormente.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Autoridades brasileiras adotaram medidas para proteger o processo eleitoral de possíveis ações externas às vésperas do primeiro turno. A estratégia inclui monitoramento de desinformação, articulação diplomática e ações da Justiça Eleitoral. Uma reportagem do The New York Times aponta que o Brasil intensificou a vigilância sobre campanhas de desinformação, atuação de grupos estrangeiros e conteúdos […]

Autoridades brasileiras adotaram medidas para proteger o processo eleitoral de possíveis ações externas às vésperas do primeiro turno. A estratégia inclui monitoramento de desinformação, articulação diplomática e ações da Justiça Eleitoral.

Uma reportagem do The New York Times aponta que o Brasil intensificou a vigilância sobre campanhas de desinformação, atuação de grupos estrangeiros e conteúdos que possam colocar em dúvida a integridade das eleições.

De acordo com a publicação, o governo mantém conversas informais com representantes de Canadá, Japão, Austrália e países da União Europeia sobre uma eventual manifestação conjunta em defesa da integridade do processo eleitoral após a divulgação dos resultados.

Diplomatas ouvidos pelo jornal americano afirmaram que esses países discutem a possibilidade de reconhecer rapidamente a legitimidade do processo, independentemente de quem vença. As conversas ocorrem em meio à preocupação brasileira com uma possível atuação externa relacionada à eleição.

As agências de inteligência também passaram a tratar como prioridade o acompanhamento de possíveis operações de manipulação estrangeira nas redes sociais.

No âmbito eleitoral, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adotou medidas de enfrentamento à desinformação e cobrou de plataformas digitais planos para lidar com conteúdos enganosos, inclusive aqueles produzidos com inteligência artificial.

A Justiça Eleitoral também intensificou ações de divulgação sobre o funcionamento e a segurança do sistema brasileiro. Em agosto, o TSE promoveu um encontro com mais de 80 diplomatas para apresentar informações sobre o processo de votação.

O cenário brasileiro é acompanhado no contexto de uma mudança política ocorrida em diferentes países da América Latina, onde candidatos de direita conquistaram governos nos últimos anos. A disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) é tratada internacionalmente como uma eleição com impacto sobre esse equilíbrio regional.

A preocupação com os Estados Unidos está relacionada à atuação do governo de Donald Trump na região e ao histórico recente de tensões entre Washington e Brasília. No ano passado, os Estados Unidos impuseram sanções a autoridades brasileiras e tarifas de 50% sobre produtos do país.

Autoridades brasileiras ouvidas pela reportagem avaliam que eventuais ações externas poderiam ocorrer por meio de medidas econômicas, campanhas digitais ou iniciativas capazes de influenciar a percepção dos eleitores.

O governo Trump nega que esteja tentando interferir na eleição brasileira.

A reportagem foi produzida a partir de entrevistas com mais de uma dezena de integrantes do governo brasileiro, autoridades eleitorais, policiais, agentes de inteligência e diplomatas estrangeiros.

O primeiro turno das eleições será realizado neste domingo (4).

Fonte: O Globo/The New York Times
Foto: Reprodução

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez acusações contra Flávio e Eduardo Bolsonaro nessa quarta-feira (30), durante entrevista a influenciadores. As declarações envolveram crime organizado e recursos ligados a Daniel Vorcaro. A entrevista foi exibida pelo canal Cosmo Política, no YouTube. Ao falar sobre Flávio Bolsonaro (PL), adversário na disputa presidencial, Lula afirmou […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez acusações contra Flávio e Eduardo Bolsonaro nessa quarta-feira (30), durante entrevista a influenciadores. As declarações envolveram crime organizado e recursos ligados a Daniel Vorcaro.

A entrevista foi exibida pelo canal Cosmo Política, no YouTube. Ao falar sobre Flávio Bolsonaro (PL), adversário na disputa presidencial, Lula afirmou que o senador teria iniciado sua trajetória política com apoio de milicianos no Rio de Janeiro.

“Qual o compromisso com qualquer seriedade que esse cara tem? Nenhuma, ele não tem biografia, nunca trabalhou na vida. Ele foi eleito vereador com 21 anos de idade, já apoiado pelo crime organizado do Rio de Janeiro, pelos milicianos, e nunca mais parou”, declarou.

A afirmação é uma acusação feita por Lula. A campanha de Flávio Bolsonaro não havia se manifestado sobre a declaração até a publicação da reportagem de origem.

Na mesma entrevista, Lula também relacionou Eduardo Bolsonaro ao dinheiro destinado pelo ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, para o projeto do filme “Dark Horse”, produção sobre Jair Bolsonaro.

“Tem um filho conspirando contra o Brasil, um deputado, que recebe dinheiro do Vorcaro. Aquele famoso dinheiro do filme é o dinheiro que ele pegava do Vorcaro para poder mandar para a sobrevivência do Eduardo lá”, disse Lula.

A declaração de que os recursos teriam sido utilizados para sustentar Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos é uma afirmação do presidente e não uma conclusão apresentada pela Polícia Federal.

A PF informou neste mês que Eduardo teria orientado como recursos destinados ao filme “Dark Horse” seriam administrados nos Estados Unidos. A investigação busca esclarecer a origem, a movimentação e a utilização dos valores vinculados ao projeto.

Lula também fez críticas ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), a quem chamou de “imbecil de marca maior” e acusou de divulgar notícias falsas.

Na própria quarta-feira, o Tribunal Superior Eleitoral determinou que Nikolas removesse uma publicação que associava uma fala de Lula à violência contra crianças. A decisão entendeu que a postagem retirava de contexto uma declaração do presidente sobre procedimentos médicos.

Fonte: Jornal do Commercio/Estadão Conteúdo
Foto: Ricardo Stuckert/PR

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A senadora Teresa Leitão (PT) criticou, nessa quarta-feira (30), o uso de um trecho de discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por apoiadores da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD). A petista classificou a divulgação como um “corte oportunístico”. A declaração foi dada durante um encontro com representantes da educação […]

A senadora Teresa Leitão (PT) criticou, nessa quarta-feira (30), o uso de um trecho de discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por apoiadores da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD). A petista classificou a divulgação como um “corte oportunístico”.

A declaração foi dada durante um encontro com representantes da educação promovido pela campanha de João Campos (PSB), no bairro do Poço da Panela, no Recife.

A controvérsia envolve uma fala de Lula durante ato político realizado na capital pernambucana na sexta-feira (25). Na ocasião, o presidente defendeu maior presença feminina no Congresso Nacional e afirmou que as mulheres poderiam formar maioria no Legislativo caso votassem em candidatas mulheres.

“Eu queria te dizer [João Campos] uma coisa: as mulheres são maioria. Se as mulheres tiverem consciência e votarem em mulheres, um dia a gente pode ter uma maioria congressual feminina, e não de homens”, declarou Lula.

O trecho passou a ser compartilhado nas redes sociais por aliados de Raquel Lyra como argumento relacionado à candidatura da governadora.

Teresa contestou essa interpretação e afirmou que a declaração foi retirada do contexto político do evento.

“Continuou desdenhando quando fez aquele corte oportunístico na fala do presidente Lula que diz para votar em mulheres em sua maioria congressual. Não pediu voto para ela coisíssima nenhuma. Pediu voto para João, Marília e Humberto”, afirmou a senadora.

No ato realizado na sexta-feira, Lula manifestou apoio diretamente às candidaturas de João Campos ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) ao Senado.

A declaração de Teresa ocorre na reta final da campanha, quando as candidaturas intensificam a disputa também nas redes sociais sobre o significado e o contexto de falas de seus principais apoiadores.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução/ Instagram

O Datafolha divulga nesta quinta-feira (1º), a três dias do primeiro turno, novos números das disputas pela Presidência da República e pelo Governo de Pernambuco. Na última rodada do instituto, Lula (PT) tinha 40% e Flávio Bolsonaro (PL), 36%, na corrida presidencial, enquanto Raquel Lyra (PSD) aparecia com 48% e João Campos (PSB), com 44%, […]

O Datafolha divulga nesta quinta-feira (1º), a três dias do primeiro turno, novos números das disputas pela Presidência da República e pelo Governo de Pernambuco.

Na última rodada do instituto, Lula (PT) tinha 40% e Flávio Bolsonaro (PL), 36%, na corrida presidencial, enquanto Raquel Lyra (PSD) aparecia com 48% e João Campos (PSB), com 44%, na disputa estadual.

A nova rodada permitirá observar se houve mudanças nos dois cenários durante a última semana de campanha, marcada pela intensificação das agendas, propagandas eleitorais e embates entre os candidatos.

Presidência

Na pesquisa presidencial anterior do Datafolha, divulgada em 24 de setembro, Lula registrava 40% das intenções de voto no primeiro turno, contra 36% de Flávio Bolsonaro.

Augusto Cury (Avante) aparecia com 5%, Ronaldo Caiado (PSD), com 4%, Renan Santos (Missão), com 3%, enquanto Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) tinham 1% cada.

Brancos, nulos e entrevistados que afirmavam não votar em nenhum dos candidatos somavam 5%. Outros 2% estavam indecisos.

Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio, o presidente aparecia com 47% e o senador com 45%. Como a margem de erro era de dois pontos percentuais, os dois estavam tecnicamente empatados.

A nova pesquisa nacional foi realizada entre 28 de setembro e 1º de outubro, com 2.506 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pelo Grupo Globo e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-08039/2026.

Governo de Pernambuco

Em Pernambuco, o último Datafolha também apontou uma disputa apertada.

Raquel Lyra aparecia com 48% das intenções de voto, enquanto João Campos tinha 44%. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais, os dois estavam tecnicamente empatados.

Professora Camila (UP), Ivan Moraes (PSOL) e Renan Hallais (Missão) registravam 1% cada. Guilherme Fonseca (PSTU) e Victor Assis (PCO) foram citados, mas não atingiram 1%.

Brancos, nulos ou eleitores que não escolheriam nenhum dos nomes representavam 4%. Outros 2% não souberam responder.

Considerando apenas os votos válidos, Raquel aparecia com 51% e João com 46%. O cálculo dos votos válidos exclui brancos, nulos e indecisos e é o utilizado pela Justiça Eleitoral para definir o resultado das eleições.

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Raquel tinha 41% e João, 33%. Os indecisos somavam 16%.

O Datafolha também simulou um eventual segundo turno entre os dois. Raquel aparecia com 51% e João com 45%.

Embora a diferença estivesse no limite da margem de erro, o instituto avaliou naquele levantamento que a possibilidade estatística de empate no cenário de segundo turno era baixa e considerou Raquel à frente.

A pesquisa anterior em Pernambuco ouviu 1.204 eleitores, com 16 anos ou mais, em 48 municípios, entre 22 e 24 de setembro. A margem de erro foi de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro foi PE-08125/2026.

Os novos números para a Presidência e o Governo de Pernambuco serão divulgados nesta quinta-feira, na reta final antes da votação de domingo (4).

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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A Justiça Eleitoral determinou que a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) retire das redes sociais um vídeo em que atribui a João Campos (PSB) proteção a um candidato condenado por violência doméstica. A decisão liminar foi proferida nessa quarta-feira (30). A medida foi tomada pelo desembargador Luiz Gustavo Mendonça de Araújo, do […]

A Justiça Eleitoral determinou que a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) retire das redes sociais um vídeo em que atribui a João Campos (PSB) proteção a um candidato condenado por violência doméstica. A decisão liminar foi proferida nessa quarta-feira (30).

A medida foi tomada pelo desembargador Luiz Gustavo Mendonça de Araújo, do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), após representação apresentada pela coligação Frente Popular de Pernambuco, que apoia a candidatura de João.

A campanha de Raquel recebeu prazo de duas horas para remover a publicação de suas plataformas digitais, sob pena de multa de R$ 10 mil por hora de descumprimento.

A decisão também proibiu novas exibições de uma inserção televisiva de 30 segundos relacionada ao caso. O descumprimento dessa determinação pode resultar em multa de R$ 30 mil por veiculação.

Segundo o magistrado, o conteúdo ultrapassou a crítica sobre decisões partidárias e passou a atribuir pessoalmente a João Campos uma postura de tolerância, proteção ou favorecimento a uma pessoa condenada por violência contra a mulher.

“Essas manifestações possuem aptidão para atingir diretamente a honra pessoal do candidato, pois não se limitam a formular crítica à condução de procedimento partidário ou à conveniência de decisões políticas”, registrou o desembargador na decisão.

O vídeo foi publicado por Raquel na terça-feira (29) e aborda o caso de Fábio Tyrone, candidato a deputado federal pelo PSB na Paraíba e condenado por violência doméstica contra a ex-companheira Myriam Gadelha.

Na publicação, Raquel reproduziu um questionamento feito por Myriam e dirigiu críticas à condução do caso pelo PSB, partido presidido nacionalmente por João Campos.

Na representação, o PSB sustentou que João já havia solicitado às instâncias partidárias a abertura de processo interno para expulsão de Tyrone antes de o episódio voltar ao centro do debate eleitoral.

A coligação também pediu direito de resposta imediato, mas esse ponto não foi concedido na liminar. O desembargador decidiu analisar o pedido após a apresentação da defesa da campanha de Raquel.

A decisão, portanto, é provisória e trata da retirada do conteúdo e da suspensão de novas veiculações enquanto o processo continua em análise.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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Coligação de Raquel aciona Justiça contra João Campos e perfis nas redes sociais

A Coligação Pernambuco de Coração, que apoia a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), ingressou com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra João Campos (PSB), o candidato a vice Carlos Costa (Republicanos) e administradores de perfis nas redes sociais. A ação pede ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) a apuração […]

A Coligação Pernambuco de Coração, que apoia a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), ingressou com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra João Campos (PSB), o candidato a vice Carlos Costa (Republicanos) e administradores de perfis nas redes sociais. A ação pede ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) a apuração de suspeitas de abuso de poder político e econômico e uso indevido dos meios de comunicação.

Protocolada na reta final da campanha, a representação sustenta que páginas como “Raquel Bolada” e “João Campos Platinado” fariam parte de uma atuação coordenada para produzir conteúdos contra a governadora e favorecer eleitoralmente a candidatura de João. A alegação ainda deverá ser analisada pela Justiça Eleitoral.

A equipe jurídica da coligação pede que sejam incorporados ao processo documentos e registros obtidos em representações e medidas anteriores, incluindo informações relacionadas à identificação de administradores de perfis, publicações e interações digitais.

Entre os requerimentos está a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Eduardo da Silva Souza, apontado na ação como responsável pelos perfis @raquel_bolada, no Instagram, e @eduardoninoof, no TikTok, além de Marcelo Augusto Serra Diniz, ligado ao perfil @marcelodinizpe.

A ação também inclui pedidos relacionados às empresas MD Inteligência Digital Ltda. e U Porto Agência de Publicidade Ltda. A coligação solicita acesso a informações financeiras no período entre 1º de junho e 4 de outubro e o detalhamento de eventuais operações envolvendo empresas, a Prefeitura do Recife, o diretório estadual do PSB e a campanha de João Campos e Carlos Costa.

Os pedidos de quebra de sigilo ainda dependem de decisão da Justiça Eleitoral.

Prefeitura do Recife

A representação pede ainda que a Prefeitura do Recife apresente o contrato firmado com a Pernambuco Conservadora Ltda. e a relação de trabalhadores da empresa alocados na Secretaria de Articulação Política e Social.

Segundo a coligação de Raquel, Eduardo da Silva Souza, conhecido como Eduardo Nino, figuraria entre esses trabalhadores. A ação solicita informações sobre eventual vínculo, lotação, jornada e registros de frequência.

A acusação também afirma que Eduardo Nino teria atuação política vinculada ao PSB e ao secretário de Esportes do Recife e vereador licenciado Eduardo Mota (PSB), filho do ex-deputado Nilton Mota, um dos integrantes da articulação política de João Campos.

Outro requerimento pede informações sobre planos de mídia e inserções destinadas ao Blog Marcelo Diniz e à MD Inteligência Digital Ltda., incluindo notas fiscais, ordens de pagamento e comprovantes de veiculação.

A coligação solicita ainda dados relacionados aos endereços IP das redes utilizadas pela Prefeitura do Recife, inclusive acessos remotos.

Outros perfis citados

Além das páginas “Raquel Bolada” e “João Campos Platinado”, a ação cita perfis como @jefinhodeolinda, @rodrigocastelli.pe, @esquerdape, @paulistaresiste, @pernambuco40_joaocampos, @jatobaordinario, @brunocribeiro_ofc e @tocomjoaobuique.

Os advogados da coligação argumentam que existiriam indícios de conexões técnicas, financeiras e administrativas entre integrantes desse grupo. A existência dessa coordenação, no entanto, é uma das questões que a ação pede que sejam investigadas e não constitui conclusão judicial.

A representação também menciona que administradores de algumas das páginas teriam sido defendidos pelo mesmo advogado em processos anteriores e pede que esse ponto seja analisado.

Disputa judicial entre as campanhas

O episódio se soma a outras ações judiciais envolvendo a comunicação digital das duas principais candidaturas ao Governo de Pernambuco.

Em agosto, a coligação de João Campos acionou a Justiça Eleitoral acusando integrantes ligados ao governo de Raquel de participação em um suposto “gabinete do ódio”. A acusação também é objeto de disputa judicial.

Até a publicação original da reportagem, a campanha de João Campos e Carlos Costa não havia apresentado posicionamento sobre a nova ação. A Prefeitura do Recife também havia sido procurada e não havia respondido.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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A candidata a deputada federal Juliana Gouveia (PSD) definiu como pautas de seu projeto a atuação em políticas públicas voltadas às mulheres. Juliana comandou a Secretaria de Políticas para Mulheres de Caruaru entre 2018 e janeiro de 2023. No mês seguinte, passou a integrar o Governo de Pernambuco como secretária executiva de Políticas para as […]

A candidata a deputada federal Juliana Gouveia (PSD) definiu como pautas de seu projeto a atuação em políticas públicas voltadas às mulheres.

Juliana comandou a Secretaria de Políticas para Mulheres de Caruaru entre 2018 e janeiro de 2023. No mês seguinte, passou a integrar o Governo de Pernambuco como secretária executiva de Políticas para as Mulheres e posteriormente assumiu o comando da Secretaria da Mulher do Estado.

Ela deixou o cargo em abril deste ano, dentro do período de desincompatibilização exigido para participação nas eleições.

Durante a passagem pela gestão pública, Juliana atuou tendo como bandeiras o enfrentamento à violência contra as mulheres, autonomia econômica, qualificação profissional, saúde e articulação da rede de proteção.

Ela defende ações de fortalecimento dos organismos municipais de políticas para mulheres e a estruturação de redes de suporte em todo o estado, especialmente no interior.

Ela destaca o Protege Mulher, plataforma digital do Governo de Pernambuco lançada para reunir informações, orientações e caminhos de acesso aos serviços da rede de atendimento às mulheres em situação de violência.

Outra política destacada campanha é o Mães na Creche, iniciativa voltada ao acesso à educação infantil para filhos de mulheres atendidas pelo programa. A ação chegou a 70 municípios pernambucanos.

Juliana reforça a necessidade de pautas como a ampliação dos serviços de proteção, o acolhimento às vítimas de violência, a autonomia econômica das mulheres e a criação de oportunidades de qualificação e participação feminina.

Formação acadêmica

Juliana é graduada em História pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Caruaru, especialista em História do Brasil e mestre em Direitos Humanos pela Universidade Federal de Pernambuco.

Ela também atuou como professora no ensino superior, em disciplinas relacionadas às políticas sociais, relações de gênero e Direitos Humanos.

Em sua dissertação de mestrado, defendida em 2016, pesquisou o trabalho feminino na Feira da Sulanca de Caruaru, abordando aspectos sociais e econômicos da atividade exercida por mulheres no Agreste.

Foto: Reprodução/Instagram

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Blog celebra marca de quase 26 milhões de visualizações em 30 dias

O Blog está prestes a alcançar a marca recorde de 26 milhões de visualizações em 30 dias no Instagram, um marco para um veículo nessa categoria em Pernambuco. Em 90 dias, são 83 milhões de visualizações. A cobertura política em Pernambuco e no Brasil buscando responsabilidade e equilíbrio editorial, opinião e análises da corrida eleitoral […]

O Blog está prestes a alcançar a marca recorde de 26 milhões de visualizações em 30 dias no Instagram, um marco para um veículo nessa categoria em Pernambuco.

Em 90 dias, são 83 milhões de visualizações.

A cobertura política em Pernambuco e no Brasil buscando responsabilidade e equilíbrio editorial, opinião e análises da corrida eleitoral ajudam a entender esses números.

Somados aos dados de outras plataformas, os números confirmam o blog a um dos mais importantes do Estado.

Os números também refletem a participação dos leitores que acessam, compartilham e acompanham diariamente o conteúdo publicado com liberdade e direito à opinião.

Nosso agradecimento a todos que fazem o blog, aos veículos parceiros, blogs e portais, incluindo as emissoras que reproduzem nossas informações e comentários diários.

Claro, obrigado a cada leitor que acompanha, compartilha e faz parte dessa trajetória. Essa marca também é de vocês.

#blognilljunior

A Prefeitura de Itapetim divulgou, nessa terça-feira (29), as atrações da Festa de Nossa Senhora da Piedade 2026, realizada no Distrito de Piedade do Ouro. A programação musical está marcada para o dia 17 de outubro, a partir das 20h, com apresentações de Doutorzin, Desejo de Menina e Sanara Show. O evento integra o calendário […]

A Prefeitura de Itapetim divulgou, nessa terça-feira (29), as atrações da Festa de Nossa Senhora da Piedade 2026, realizada no Distrito de Piedade do Ouro.

A programação musical está marcada para o dia 17 de outubro, a partir das 20h, com apresentações de Doutorzin, Desejo de Menina e Sanara Show.

O evento integra o calendário cultural do município e é realizado pela Prefeitura de Itapetim, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo.

A Festa de Nossa Senhora da Piedade reúne a programação cultural promovida no distrito durante o período dedicado à padroeira da comunidade.

Foto: Divulgação

Daniel Vorcaro prestou depoimento à Polícia Federal nesta quarta-feira (30) e negou a existência de grupos organizados para intimidar adversários ou de um plano de fuga. No mesmo dia, novas mensagens extraídas de seu celular revelaram contatos e encontros do ex-controlador do Banco Master com políticos e outras figuras públicas entre 2023 e 2025. A […]

Daniel Vorcaro prestou depoimento à Polícia Federal nesta quarta-feira (30) e negou a existência de grupos organizados para intimidar adversários ou de um plano de fuga. No mesmo dia, novas mensagens extraídas de seu celular revelaram contatos e encontros do ex-controlador do Banco Master com políticos e outras figuras públicas entre 2023 e 2025.

A oitiva teve como foco a investigação sobre os grupos mencionados nas mensagens como “A Turma” e “Os Meninos”. A PF apura suspeitas de que estruturas ligadas ao empresário tenham atuado na obtenção de informações protegidas, monitoramento e ações contra pessoas consideradas adversárias. As suspeitas ainda estão sob investigação.

Segundo a defesa, as expressões encontradas nas conversas não identificavam grupos específicos ou estruturas organizadas. Os advogados afirmaram ainda que Vorcaro mantinha um contrato formal de prestação de serviços de inteligência e segurança digital e negaram a ocorrência de atos de violência ou intimidação.

O ex-banqueiro também voltou a negar que pretendesse fugir do país quando foi preso pela primeira vez, em novembro de 2025. A defesa sustenta que a viagem havia sido comunicada previamente e que existiam reservas de hotel, salas de reunião e registros relacionados ao deslocamento.

Vorcaro está preso preventivamente desde março, quando foi alvo de uma nova ordem de prisão no curso das investigações. A prisão é uma medida cautelar e não representa condenação.

Enquanto o depoimento ocorria, mensagens obtidas pela PF e divulgadas pela imprensa trouxeram novos detalhes sobre os contatos mantidos pelo empresário.

Entre os interlocutores identificados estão o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), o atual ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia e o apresentador Luciano Huck. As conversas, por si só, não significam a prática de irregularidades pelos citados.

No caso de Hugo Motta, mensagens mostram uma relação de proximidade com Vorcaro. Em maio de 2025, o empresário escreveu ao deputado: “Queria estar em Mônaco com você”. Também há registros de pedidos relacionados a ingressos para camarote e de conversas envolvendo negócios.

Os diálogos incluem ainda uma operação de crédito de pelo menos R$ 22 milhões concedida pelo Banco Master a uma empresa ligada à cunhada de Motta para aquisição de um terreno em João Pessoa, na Paraíba.

Motta afirmou que não existe ilícito nas conversas divulgadas e rejeitou qualquer interpretação de que tenha ocorrido favorecimento. Segundo o presidente da Câmara, seus contatos com Vorcaro estavam inseridos nas relações que mantém com representantes de diferentes setores da sociedade.

As mensagens também mostram trocas pessoais entre Vorcaro e Davi Alcolumbre. O presidente do Senado afirmou que as conversas têm caráter privado e não demonstram ilegalidade, além de rejeitar acusações de favorecimento.

Outro conjunto de diálogos indica que Alexandre Padilha, então ministro da Secretaria de Relações Institucionais, participou de um jantar na residência de Vorcaro, em Brasília, em outubro de 2024. O encontro ocorreu antes da reunião do banqueiro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em dezembro daquele ano.

Padilha estava acompanhado de Olavo Noleto, então secretário-executivo da pasta. O compromisso não apareceu na agenda oficial do ministro. Em resposta à divulgação das mensagens, a assessoria de Padilha afirmou que ele participava regularmente de encontros com representantes de diferentes setores e que não houve desdobramento relacionado ao jantar. Também destacou que, naquele momento, não havia acusações contra o Banco Master.

Mensagens ainda mostram que Vorcaro organizou um almoço para o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, em 2023. O ex-banqueiro não participou do encontro. Os registros integram o material extraído pela PF de aparelhos apreendidos durante as investigações.

Os diferentes contatos revelados nas mensagens passaram a ser analisados no conjunto das apurações sobre Vorcaro e o Banco Master. A existência de encontros, conversas ou relações pessoais não representa, isoladamente, comprovação de participação dos interlocutores nos fatos investigados.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Divulgação

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A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta quarta-feira (30) que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) remova uma publicação que atribuiu conotação sexual a uma declaração do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parlamentar tem prazo de 24 horas para retirar o conteúdo. A decisão […]

A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta quarta-feira (30) que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) remova uma publicação que atribuiu conotação sexual a uma declaração do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parlamentar tem prazo de 24 horas para retirar o conteúdo.

A decisão considera que a postagem descontextualizou uma fala de Lula feita durante um discurso sobre prevenção e tratamento do câncer de próstata, exames médicos e a resistência de parte dos homens aos cuidados preventivos de saúde.

Na declaração original, Lula afirmou que “homem não gosta de tomar toque” e que “mulher aprende a tomar toque desde pequena”. A fala provocou repercussão e críticas, e o próprio presidente afirmou posteriormente que pretendia fazer uma comparação sobre a disposição das mulheres para realizar exames médicos.

Ao analisar a publicação feita por Nikolas, Estela Aranha entendeu que o deputado foi além de uma crítica política ou de uma discordância sobre a forma como Lula se expressou.

Segundo a ministra, o conteúdo publicado pelo parlamentar deslocou a declaração do contexto de saúde pública e a relacionou a condutas criminosas envolvendo crianças e adolescentes.

Na avaliação da magistrada, essa interpretação poderia levar quem tivesse acesso à postagem a concluir que Lula estaria fazendo referência, concordando ou normalizando crimes dessa natureza.

A ministra também destacou que conteúdos considerados desinformativos em contexto eleitoral não precisam ser integralmente falsos. Segundo a decisão, informações verdadeiras podem gerar desinformação quando são distorcidas ou apresentadas fora de seu contexto original.

Outro ponto considerado foi o alcance da publicação. Estela Aranha afirmou que o conteúdo foi divulgado por um perfil com ampla capacidade de circulação, o que poderia ampliar os efeitos da mensagem durante o período eleitoral.

Além de Nikolas, o X, antigo Twitter, também deverá providenciar a remoção da postagem indicada e informar à Justiça Eleitoral as medidas adotadas.

A ação foi apresentada pela coligação Brasil pronto pra mais, que apoia a candidatura de Lula.

Até a publicação da reportagem, Nikolas Ferreira não havia se manifestado sobre a decisão.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

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A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) recebeu, nessa terça-feira (29), o apoio de integrantes da Primavera Socialista, corrente interna do PSOL em Pernambuco. A manifestação ocorre na reta final da campanha e se soma à orientação adotada pela direção estadual do partido para a segunda vaga ao Senado. Entre os nomes que anunciaram apoio […]

A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) recebeu, nessa terça-feira (29), o apoio de integrantes da Primavera Socialista, corrente interna do PSOL em Pernambuco. A manifestação ocorre na reta final da campanha e se soma à orientação adotada pela direção estadual do partido para a segunda vaga ao Senado.

Entre os nomes que anunciaram apoio estão João Arnaldo (PSOL), que integrou a chapa de Marília na disputa pela Prefeitura do Recife em 2020, além dos candidatos a deputado estadual Carlos Freitas, Eduardo Paysan, Ruana Bezerra, Alda Arantes e Daniel Valença. As candidatas a deputada federal Márcia Azevedo e Jessica Medeiros também participaram da manifestação.

Durante o encontro, Marília destacou a aproximação política com integrantes do PSOL apesar de divergências entre os partidos.

“Aqui a gente já travou muitas batalhas juntos. Nossas convergências são infinitamente maiores que nossas divergências. Pernambuco tem uma responsabilidade com o Brasil: eleger dois senadores comprometidos com a governabilidade do presidente Lula”, afirmou.

João Arnaldo relacionou o apoio à disputa nacional e à composição do Senado.

“Parte da luta de eleger Lula presidente está também no desafio de eleger Marília senadora”, declarou.

O apoio ocorre poucos dias depois de a direção estadual do PSOL aprovar uma resolução orientando sua militância a concentrar o segundo voto para o Senado em Marília Arraes ou Humberto Costa (PT).

A Federação PSOL-Rede tem Paulo Rubem Santiago (Rede) como candidato ao Senado em Pernambuco. Como duas vagas estão em disputa neste ano, o partido manteve a candidatura de Paulo Rubem e liberou a indicação do segundo voto entre Marília e Humberto.

A resolução estadual também orientou candidatos e militantes da federação a participarem das campanhas de Lula à Presidência e dos dois candidatos indicados para o segundo voto ao Senado.

Foto: Léo Caldas

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A Prefeitura de Arcoverde autorizou nesta quarta-feira (30) a compra de alimentos produzidos por 15 famílias de agricultores familiares por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Segundo a gestão municipal, os produtos serão utilizados na montagem de 200 kits por mês destinados a pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social e insegurança […]

A Prefeitura de Arcoverde autorizou nesta quarta-feira (30) a compra de alimentos produzidos por 15 famílias de agricultores familiares por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Segundo a gestão municipal, os produtos serão utilizados na montagem de 200 kits por mês destinados a pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar.

A autorização foi assinada pelo prefeito Zeca Cavalcanti durante ato realizado na Secretaria Municipal de Assistência Social, com a participação de agricultores familiares e da secretária da pasta, Nélia Lira.

Os kits serão compostos por frutas, verduras, legumes, raízes e ovos, conforme a disponibilidade da produção dos agricultores participantes.

O Programa de Aquisição de Alimentos é uma política pública voltada à compra de produtos da agricultura familiar e à destinação desses alimentos a pessoas em situação de insegurança alimentar, além de entidades e equipamentos das redes de assistência social e segurança alimentar.

Em Arcoverde, de acordo com a Prefeitura, os alimentos serão adquiridos diretamente dos agricultores selecionados para participação na iniciativa.

Durante o ato, Zeca afirmou que a medida busca atender, ao mesmo tempo, os produtores e as famílias que receberão os alimentos.

“Com a autorização para a compra desses produtos pelo PAA, apoiamos 15 famílias de agricultores e reforçamos nosso compromisso com a segurança alimentar e o combate à fome em Arcoverde”, declarou.

A gestão municipal informou que serão distribuídos 200 kits mensalmente. O material divulgado, no entanto, não detalhou o valor total destinado às aquisições, quanto cada agricultor poderá comercializar nem os critérios de seleção das famílias que receberão os alimentos.

Foto: Divulgação

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O candidato a deputado estadual Marconi Santana (PSD), ex-prefeito de Flores, adotou uma estratégia de comunicação baseada na produção de vídeos personalizados para diferentes municípios de Pernambuco nesta reta final de campanha. Segundo a equipe do candidato, mais de 140 gravações foram produzidas individualmente. Nos vídeos, Marconi menciona lideranças e apoiadores locais e faz referências […]

O candidato a deputado estadual Marconi Santana (PSD), ex-prefeito de Flores, adotou uma estratégia de comunicação baseada na produção de vídeos personalizados para diferentes municípios de Pernambuco nesta reta final de campanha.

Segundo a equipe do candidato, mais de 140 gravações foram produzidas individualmente.

Nos vídeos, Marconi menciona lideranças e apoiadores locais e faz referências específicas aos municípios onde mantém articulação política.

A proposta difere da utilização de uma única peça de campanha distribuída para todas as localidades. Cada gravação foi direcionada a um grupo ou município específico, permitindo que o material fosse posteriormente compartilhado por lideranças locais em seus próprios perfis.

De acordo com a assessoria, vereadores, prefeitos, ex-prefeitos, lideranças comunitárias e outros apoiadores passaram a divulgar os conteúdos em suas redes sociais.

A estratégia combina a personalização das mensagens com uma distribuição descentralizada: em vez de depender exclusivamente dos perfis oficiais do candidato, parte do conteúdo circula por páginas e contas de integrantes de sua base política.

Os vídeos também permitem identificar algumas das lideranças e localidades onde Marconi mantém apoios políticos durante a campanha para a Assembleia Legislativa de Pernambuco.

A produção foi intensificada nos últimos dias antes do primeiro turno, período em que as candidaturas ampliam agendas presenciais e ações de comunicação para alcançar o eleitorado.

Foto: Divulgação