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A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) propõe ampliar para dois anos a regra de transição do Bolsa Família para beneficiários que consigam emprego com carteira assinada ou iniciem um negócio. A proposta foi apresentada nesta segunda-feira (19) pela coordenadora econômica da campanha, Daniella Marques, durante entrevista à CBN Bahia. De acordo com a proposta, a […]

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) propõe ampliar para dois anos a regra de transição do Bolsa Família para beneficiários que consigam emprego com carteira assinada ou iniciem um negócio. A proposta foi apresentada nesta segunda-feira (19) pela coordenadora econômica da campanha, Daniella Marques, durante entrevista à CBN Bahia.

De acordo com a proposta, a entrada no mercado formal ou o início de uma atividade empreendedora não provocaria o desligamento imediato do programa. O beneficiário teria um período de transição de dois anos e poderia retornar automaticamente ao Bolsa Família caso a tentativa de obtenção de renda não se sustentasse.

“Quem está no Bolsa Família vai ter regra de transição, como teve na época do presidente Bolsonaro, de dois anos, para que possa abrir o seu negócio ou aceitar emprego de carteira assinada. Com uma regra de transição por dois anos e o retorno automático caso dê errado”, afirmou Daniella durante a entrevista. 

A declaração gerou diferentes interpretações ao longo desta segunda-feira. A campanha esclareceu posteriormente que a proposta não estabelece um limite geral de dois anos para permanência no Bolsa Família. O prazo seria aplicado à regra de proteção para beneficiários que passassem a ter renda por emprego formal ou atividade empreendedora. 

O programa já possui um mecanismo para evitar o desligamento imediato de famílias que apresentam aumento de renda. A proposta apresentada pela equipe de Flávio é modificar o período dessa transição.

Durante a entrevista à CBN Bahia, Daniella também afirmou que um eventual governo de Flávio pretende criar o chamado Ministério da Prosperidade, com ações voltadas à capacitação profissional, concessão de crédito e apoio a pequenos negócios. 

“As pessoas não podem ficar presas para sempre no Bolsa Família. Aquilo é uma proteção, mas é o início de uma jornada”, disse a coordenadora econômica ao explicar a proposta. 

Flávio disputa o segundo turno da eleição presidencial contra Lula (PT). A votação acontece no próximo domingo (25).

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o trecho da entrevista em que Daniella Marques explica a proposta para o Bolsa Família.

 

Fonte: g1
Vídeo: Reprodução/CBN Bahia

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Campina Grande é a capital do rádio e da TV no II Encontro MidiaCom PB

Radiodifusores da Paraíba e de diversos estados do Nordeste se reúnem na FIEPB, em Campina Grande, para um dia de debates, conhecimento, inovação e fortalecimento da comunicação regional. Participo do evento como vice-presidente da ASSERPE, ao lado do Gerente Administrativo da Rádio Pajeú, Alyson Nascimento. O encontro conta com a participação de importantes lideranças da […]

Radiodifusores da Paraíba e de diversos estados do Nordeste se reúnem na FIEPB, em Campina Grande, para um dia de debates, conhecimento, inovação e fortalecimento da comunicação regional.

Participo do evento como vice-presidente da ASSERPE, ao lado do Gerente Administrativo da Rádio Pajeú, Alyson Nascimento.

O encontro conta com a participação de importantes lideranças da radiodifusão pernambucana. Dentre elas Edmilson Boaviagem, presidente da ASSERPE; Ana Amélia Lemos, vice-presidente para o Sertão do São Francisco e radiodifusores como Vladimir Melo (Sistema Jornal do Commercio) e Erbi Andrade, da Gazeta FM.

A programação aborda temas estratégicos para o futuro da radiodifusão, como os desafios do jornalismo na era digital, o impacto da inteligência artificial, as tendências do áudio e as novas formas de conexão com o público.

Entre os destaques, o painel “Jornalismo em transformação: informação, democracia e os desafios da era digital”, com Milton Jung (CBN) e Heródoto Barbeiro (Nova Brasil); o debate sobre os impactos da inteligência artificial no rádio; e a discussão sobre o Rádio 3.0, que apresenta a evolução do meio para um ecossistema de comunicação cada vez mais conectado, dinâmico e multiplataforma.

Liderado pelo competente presidente André Vajas, com presidentes de Associações Estaduais e do Conselho Superior da Abert, Roberto Cervo Leão, o evento também promove networking, troca de experiências e reconhecimento dos destaques do setor, reforçando a importância da união entre profissionais, empresas e entidades que impulsionam a radiodifusão nordestina.

Uma constatação, o Rádio como grande camaleão da comunicação se moderniza, ganha as multiplataformas, dinamismo, sem perder sua essência e a capacidade de chegar às massas com audiência de nove em cada dez brasileiros. Viva o Rádio!!

O ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, divulgou um vídeo comentando o primeiro debate do segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado neste domingo (18) pela Band. Aliado do presidente, Campos fez críticas à atuação do candidato do PL e elogiou a participação de Lula. Na avaliação de […]

O ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, divulgou um vídeo comentando o primeiro debate do segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado neste domingo (18) pela Band. Aliado do presidente, Campos fez críticas à atuação do candidato do PL e elogiou a participação de Lula.

Na avaliação de João Campos, Flávio adotou uma postura agressiva e provocativa durante o confronto e deixou de aprofundar temas que, segundo ele, deveriam ter sido discutidos pelos candidatos à Presidência.

“É impressionante como o candidato Flávio Bolsonaro conseguiu transformar o debate num circo. A forma debochada, agressiva, provocativa, primeiro mostra uma falta de compromisso com o povo brasileiro e com o nosso país”, afirmou.

Campos também elogiou a atuação de Lula. Segundo o presidente do PSB, o petista “se manteve altivo” e direcionou suas falas para temas relacionados ao futuro do país e às realizações de seus governos.

Ao longo do vídeo, o ex-prefeito também retomou assuntos levantados por Lula durante o debate. Entre eles, mencionou a discussão sobre licença-maternidade, o debate sobre a jornada 6×1 e o desafio feito pelo presidente para que os dois candidatos autorizem a abertura de seus sigilos.

“Flávio, não corre mais não, abre o sigilo. O presidente lançou o desafio. Tá aí, abre o sigilo”, declarou.

Campos fez ainda outras críticas a Flávio, incluindo referências a episódios mencionados durante a campanha e o debate. As declarações representam a avaliação política do dirigente do PSB e aliado de Lula sobre o desempenho dos presidenciáveis.

O encontro realizado pela Band neste domingo foi o primeiro confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro na campanha do segundo turno. Os dois candidatos trocaram acusações e questionamentos sobre diferentes temas ao longo do programa.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com a avaliação de João Campos sobre o debate.

Vídeo: Reprodução

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Quem ganhou o debate? Uma análise do encontro Lula X Flávio Bolsonaro na Band

No meu comentário das 12h desta segunda-feira (19), direto de Campina Grande (PB), analiso o debate transmitido pela Band entre os candidatos Lula e Flávio Bolsonaro. Destaco que a avaliação geral é de que o debate teve um nível muito aquém do esperado, fruto da estratégia adotada pelos candidatos: Além dos embates diretos, apontei que […]

No meu comentário das 12h desta segunda-feira (19), direto de Campina Grande (PB), analiso o debate transmitido pela Band entre os candidatos Lula e Flávio Bolsonaro.

Destaco que a avaliação geral é de que o debate teve um nível muito aquém do esperado, fruto da estratégia adotada pelos candidatos:

Além dos embates diretos, apontei que a Band errou ao liberar plateia com claques para os candidatos, reunindo figurantes da “lacração” das redes sociais como Pablo Marçal, Lucas Pavanato, Nikolas Ferreira e André Janones, o que tumultuou o ambiente.

Também avaliei a condução do debate: elogiei a postura firme da mediadora Adriana Araújo, que precisou tomar as rédeas da situação, enquanto critiquei a atuação do mediador Eduardo Oinegue.

Clique no link abaixo e confira o meu comentário completo sobre o debate.

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) obteve decisão judicial que impede o Salgueiro Atlético Clube de vender ingressos, realizar partidas, treinos ou qualquer outro evento esportivo no Estádio Municipal Cornélio de Barros Muniz, em Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. A medida atende a pedido da 2ª Promotoria de Justiça do município. A ação foi apresentada […]

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) obteve decisão judicial que impede o Salgueiro Atlético Clube de vender ingressos, realizar partidas, treinos ou qualquer outro evento esportivo no Estádio Municipal Cornélio de Barros Muniz, em Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. A medida atende a pedido da 2ª Promotoria de Justiça do município.

A ação foi apresentada após o MPPE identificar problemas estruturais que, segundo o órgão, comprometem as condições de utilização do estádio. O processo tramita sob o número 0003762-11.2026.8.17.3220.

De acordo com o promotor de Justiça Otávio Machado, uma vistoria realizada no dia 10 de setembro identificou rachaduras nas arquibancadas, comprometimento da estabilidade do muro sul, um buraco em área de circulação e instalações elétricas expostas.

“Após vistoria realizada no dia 10 de setembro, ficou evidente a inviabilidade do uso do Cornélio de Barros pela presença de rachaduras em arquibancadas, comprometimento da estabilidade do muro sul, buraco em área de circulação e instalações elétricas expostas”, afirmou o promotor.

Segundo o MPPE, o estádio, localizado em Salgueiro, também foi reprovado no laudo de segurança da Polícia Militar, não possui atestado de vistoria do Corpo de Bombeiros e recebeu avaliação sanitária desfavorável.

Com a decisão, o Salgueiro Atlético Clube fica impedido de comercializar ingressos e de promover partidas, treinamentos ou outros eventos esportivos no Cornélio de Barros.

Foto: Reprodução

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No meu comentário desta segunda-feira (19) para o Jornal Itapuama, analiso a organização e a condução do debate promovido pela TV Band. Segundo minha avaliação, a emissora falhou na avaliação dos riscos e tem responsabilidade direta pelo baixo nível do confronto. Destaco que, diferentemente do papel histórico dos convidados (que atuavam como observadores da lisura), […]

No meu comentário desta segunda-feira (19) para o Jornal Itapuama, analiso a organização e a condução do debate promovido pela TV Band.

Segundo minha avaliação, a emissora falhou na avaliação dos riscos e tem responsabilidade direta pelo baixo nível do confronto. Destaco que, diferentemente do papel histórico dos convidados (que atuavam como observadores da lisura), a presença de figuras na plateia serviu para interferir e provocar.

Concluo ressaltando que eventos desse porte exigem regras mais rígidas como a limitação da plateia a poucos assessores para conter cenários inflamados e mitigar riscos de novos tumultos.

Clique no link e ouça o comentário completo.

 

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O ex-prefeito de Carnaíba Anchieta Patriota (PSB) avaliou, em vídeo, o debate entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) realizado neste domingo (18). Ex-candidato a deputado federal nas eleições deste ano, ele declarou apoio ao presidente e afirmou que Lula teve melhor desempenho no confronto. Na gravação, Anchieta comparou a participação dos dois candidatos e […]

O ex-prefeito de Carnaíba Anchieta Patriota (PSB) avaliou, em vídeo, o debate entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) realizado neste domingo (18). Ex-candidato a deputado federal nas eleições deste ano, ele declarou apoio ao presidente e afirmou que Lula teve melhor desempenho no confronto.

Na gravação, Anchieta comparou a participação dos dois candidatos e afirmou considerar Lula mais preparado para o debate. Ao comentar a atuação de Flávio, disse que o candidato do PL não teria respondido aos questionamentos feitos pelo presidente durante o confronto.

“O debate foi claro, o vencedor foi Lula”, afirmou Anchieta. A avaliação representa a posição política do ex-prefeito sobre o encontro entre os presidenciáveis.

Anchieta também fez críticas à experiência e à preparação de Flávio para ocupar a Presidência. No vídeo, classificou o adversário de Lula como “sem preparo” e “sem qualificação” e afirmou que sentiu falta de propostas apresentadas pelo candidato durante o debate.

Ao tratar da reta final do segundo turno, o ex-prefeito direcionou a mensagem principalmente aos eleitores do Sertão do Pajeú e citou Carnaíba e outros municípios da região. Ele defendeu mobilização em favor da candidatura de Lula até a votação do próximo domingo (25).

Anchieta Patriota foi prefeito de Carnaíba e disputou uma vaga de deputado federal pelo PSB nas eleições deste ano.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com a avaliação de Anchieta Patriota sobre o debate.

Imagem: Frame/Reprodução

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Pesquisa Futura Inteligência divulgada nesta segunda-feira (19) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 50,4% dos votos válidos no segundo turno, contra 49,6% de Lula (PT). A diferença de 0,8 ponto percentual mantém os dois candidatos em empate técnico. A distância entre Flávio e Lula diminuiu pela metade em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na […]

Pesquisa Futura Inteligência divulgada nesta segunda-feira (19) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 50,4% dos votos válidos no segundo turno, contra 49,6% de Lula (PT). A diferença de 0,8 ponto percentual mantém os dois candidatos em empate técnico.

A distância entre Flávio e Lula diminuiu pela metade em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na sexta-feira (16). Naquela rodada, o candidato do PL aparecia com 50,8% dos votos válidos, enquanto o petista tinha 49,2%, uma diferença de 1,6 ponto percentual.

Na comparação entre as duas pesquisas, Flávio oscilou 0,4 ponto para baixo e Lula avançou na mesma proporção.

No cenário que considera todos os entrevistados, Flávio registra 48,3% das intenções de voto e Lula, 47,5%. Os que afirmam votar branco, nulo ou em nenhum dos candidatos somam 2,4%, enquanto 1,9% estão indecisos ou preferiram não responder.

O levantamento também mediu a rejeição aos dois candidatos. Lula tem 47,4% de eleitores que afirmam não votar nele de jeito nenhum, enquanto Flávio registra 45,8%. A diferença entre os índices é de 1,6 ponto percentual.

A Futura Inteligência entrevistou 2 mil eleitores nos dias 16 e 17 de outubro, por meio de entrevistas telefônicas assistidas por computador, metodologia conhecida como CATI.

A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pela 100% Cidades e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06715/2026.

Fonte: Exame
Foto: Ricardo Stuckert/PR e Agência Senado/Flickr

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Pesquisa PoderData divulgada nesta segunda-feira (19) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos no segundo turno, contra 48% de Lula (PT). Na rodada anterior, divulgada na sexta-feira (16), os dois apareciam empatados com 50%. O novo levantamento aponta uma diferença de quatro pontos percentuais entre os candidatos quando considerados apenas os votos válidos, […]

Pesquisa PoderData divulgada nesta segunda-feira (19) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos no segundo turno, contra 48% de Lula (PT). Na rodada anterior, divulgada na sexta-feira (16), os dois apareciam empatados com 50%.

O novo levantamento aponta uma diferença de quatro pontos percentuais entre os candidatos quando considerados apenas os votos válidos, cálculo que exclui votos brancos, nulos e eleitores indecisos.

Na pesquisa anterior do PoderData, divulgada na última sexta-feira, Flávio e Lula registravam 50% cada. Com os novos números, o candidato do PL aparece numericamente à frente neste recorte.

Considerando os votos totais, Flávio tem 49% das intenções de voto e Lula aparece com 46%. Brancos e nulos somam 4%, enquanto 2% dos entrevistados disseram não saber em quem votar.

Nesse cenário, a diferença de três pontos percentuais está dentro do intervalo considerado pela margem de erro, e os candidatos aparecem tecnicamente empatados.

O PoderData entrevistou 3 mil eleitores por telefone entre os dias 16 e 18 de outubro. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi realizado com recursos próprios do PoderData e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-02586/2026.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no próximo domingo (25).

Fonte: UOL
Foto: Reprodução

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Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira (19) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 49,8% das intenções de voto no segundo turno, contra 47,6% de Lula (PT). A distância entre os candidatos caiu em relação à rodada anterior e, considerando a margem de erro de um ponto percentual, não há empate técnico. Na pesquisa anterior, divulgada no dia […]

Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira (19) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 49,8% das intenções de voto no segundo turno, contra 47,6% de Lula (PT). A distância entre os candidatos caiu em relação à rodada anterior e, considerando a margem de erro de um ponto percentual, não há empate técnico.

Na pesquisa anterior, divulgada no dia 8 de outubro, Flávio registrava 51,1% das intenções de voto totais, enquanto Lula aparecia com 45,7%. Na comparação, o candidato do PL oscilou 1,3 ponto percentual para baixo, enquanto o petista avançou 1,9 ponto.

Brancos, nulos e eleitores que não souberam responder somam 2,6%.

Considerando apenas os votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, Flávio tem 51,1% e Lula, 48,9%. A diferença também é de 2,2 pontos percentuais. Como a margem de erro é de um ponto para mais ou para menos, o levantamento não configura empate técnico. 

O levantamento também apresenta diferenças no comportamento do eleitorado por sexo. Entre os homens, Flávio tem 61,7%, contra 35% de Lula. Entre as mulheres, Lula registra 58,9%, enquanto Flávio aparece com 39,2%.

No recorte regional, Flávio aparece à frente no Sul, com 59,5%, contra 36,1% de Lula; no Centro-Oeste, com 56,5% a 41%; e no Sudeste, com 55,4% a 42,4%. No Norte, os percentuais são de 49,4% para Flávio e 47,2% para Lula.

O Nordeste apresenta cenário inverso: Lula registra 62,8% e Flávio, 35,3%. 

Entre os eleitores evangélicos, Flávio aparece com 69,7%, contra 26,3% de Lula. No segmento católico, Lula tem 51,7% e Flávio, 46,3%.

A AtlasIntel ouviu 4.998 eleitores por meio de recrutamento digital entre os dias 13 e 18 de outubro. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento AtlasIntel/Bloomberg está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-02418/2026. 

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Raul Spinassé e Ricardo Stuckert

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BTG/Nexus: Flávio tem 46,5% e Lula 45,9%; cenário segue em empate técnico

Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (19) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 46,5% das intenções de voto no segundo turno, contra 45,9% de Lula (PT). A diferença de 0,6 ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos. A nova rodada mostra redução da distância numérica entre os candidatos em relação ao levantamento anterior […]

Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (19) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 46,5% das intenções de voto no segundo turno, contra 45,9% de Lula (PT). A diferença de 0,6 ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos.

A nova rodada mostra redução da distância numérica entre os candidatos em relação ao levantamento anterior do instituto. Na pesquisa divulgada em 13 de outubro, Flávio aparecia com 48% das intenções de voto e Lula com 45%.

Na comparação entre as duas rodadas, Flávio oscilou 1,5 ponto percentual para baixo, enquanto Lula avançou 0,9 ponto. As duas variações estão dentro da margem de erro.

Brancos e nulos somam 4,7% na pesquisa estimulada. Outros 2,9% não souberam ou não responderam.

Considerando apenas os votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, Flávio aparece com 50,3% e Lula com 49,7%. Na rodada anterior, os percentuais eram de 52% para o candidato do PL e 48% para o petista.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, há empate numérico: Lula e Flávio têm 44,5% cada. Brancos e nulos representam 4,7%, enquanto 6,2% não souberam ou não responderam.

A Nexus informou que passou a divulgar os resultados com uma casa decimal nesta rodada e reapresentou sua série histórica nesse formato. Segundo o instituto, os arredondamentos podem fazer com que a soma dos percentuais varie ligeiramente de 100%.

O levantamento foi contratado pelo BTG Pactual e ouviu 2.002 eleitores por telefone entre os dias 16 e 18 de outubro, em todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04499/2026.

Fonte: BTG/Nexus
Foto: Wilton Junior/Estadão e Daniel Teixeira/Estadão

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A Polícia Federal encaminhou ao Supremo Tribunal Federal uma nova apuração envolvendo o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o advogado Willer Tomaz. O caso trata de suspeitas de lavagem de dinheiro e foi distribuído ao ministro Alexandre de Moraes. A investigação teve origem em um procedimento que tramitava na primeira instância […]

A Polícia Federal encaminhou ao Supremo Tribunal Federal uma nova apuração envolvendo o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o advogado Willer Tomaz. O caso trata de suspeitas de lavagem de dinheiro e foi distribuído ao ministro Alexandre de Moraes.

A investigação teve origem em um procedimento que tramitava na primeira instância no Rio Grande do Sul e apurava suspeitas relacionadas a plataformas de pagamentos digitais e ao setor de apostas.

Durante a análise do material, a Polícia Federal identificou referências a Flávio Bolsonaro. Como o senador possui foro por prerrogativa de função, o caso foi remetido ao Supremo.

Segundo a PF, foram encontrados elementos que indicariam uma relação de proximidade entre Flávio e Willer Tomaz, incluindo registros de festas, encontros e reuniões. Documentos pessoais relacionados ao parlamentar também teriam sido localizados no armazenamento em nuvem do advogado.

A investigação cita ainda pagamentos de viagens de Flávio e um vínculo com uma conta bancária da empresa Alcazar Holding, na qual o senador teria sido mencionado como “usuário master”.

Outro ponto apurado é a relação de Willer Tomaz com a Rede Loto, primeira empresa de apostas esportivas a receber autorização estadual no Rio de Janeiro. A PF afirma ter identificado indícios de que o advogado poderia exercer controle ou propriedade de fato sobre a empresa, embora os sócios formais sejam outras pessoas.

Uma das contas bancárias relacionadas ao advogado movimentou cerca de R$ 130 milhões entre março e maio de 2025. Segundo os investigadores, a origem e o destino desses recursos precisam ser aprofundados.

Willer Tomaz também foi alvo, em agosto, de busca e apreensão autorizada pelo ministro André Mendonça no âmbito da Operação Sem Desconto. Naquela apuração, a suspeita era de operações de lavagem e ocultação de recursos relacionadas ao senador Weverton Rocha (PDT-MA). Flávio Bolsonaro não era alvo daquele procedimento.

Este é o segundo caso envolvendo Flávio atualmente no STF. O outro, sob relatoria de André Mendonça, apura o financiamento do filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro, e a participação do senador na busca por recursos junto ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Há, porém, uma divergência sobre a situação formal da nova apuração. O Diario de Pernambuco e o Estadão tratam o procedimento como um segundo inquérito contra Flávio. À Folha de S.Paulo, a campanha do senador afirmou que ele ainda não é formalmente investigado nesse novo caso, argumentando que os autos enviados ao STF aguardam manifestação da Procuradoria-Geral da República ou decisão judicial.

Flávio já afirmou anteriormente que sua relação com Willer Tomaz é de amizade.

Fonte: Folha de S.Paulo
Foto: Vittor Sales

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Band tinha obrigação de avaliar riscos para tentar salvar nível do debate

Parte do baixo nível do Debate deste domingo é de responsabilidade da Band, que organizou o confronto. No passado, convidados de partidos e coligações eram tradicionalmente chamadas como testemunhas, observadores, atestadores da lisura e condução. Há episódios de manifestação documentados, mas nada parecido com ontem. A Band sabia do risco, mas pagou por ele. Apostou […]

Parte do baixo nível do Debate deste domingo é de responsabilidade da Band, que organizou o confronto.

No passado, convidados de partidos e coligações eram tradicionalmente chamadas como testemunhas, observadores, atestadores da lisura e condução. Há episódios de manifestação documentados, mas nada parecido com ontem. A Band sabia do risco, mas pagou por ele. Apostou na civilidade e teve que administrar o caos.

Muitos não estavam como convidados para acompanhar, mas para interferir no debate. Flávio Bolsonaro colocou Sérgio Moro e Deltan Dallagnol na primeira fileira e usou isso para provocar Lula. Em outros momentos, a fala de efeito de Lula, como na resposta do voto do “presidiário” Bolsonaro foi ovacionada pela claque puxada por André Janones, também especialista em lacração digital.

Pavanatto, Marçal, Nikolas, da mesma forma, foram tumultuar, não acompanhar o embate. Agiram como moleques. Parte da estratégia de Flávio, de ficar aparecendo atrás de Lula e em alguns momentos o desconcertando, foi orientada por Marçal. Por duas vezes Adriana Araújo o advertiu.

Lula caiu na provocação e perdeu um minuto de direito de resposta ao acusá-lo de miliciano. Não foi treinado plenamente para o ambiente que encontraria.

Sobre a administração das confusões, Eduardo Oinegue, daquele tamanho, se apequenou, escondido atrás do púlpito. Adriana Araújo, ao contrário, foi valente para tomar a iniciativa do controle. Não fosse por ela, teria sido ainda pior.

Eventos assim precisam de rigorisa avaliação de contexto e cenários. Ter evitado plateia, mantendo apenas dois assessores de cada lado reduziria o cenário inflamado, contaminando menos os candidatos e evitando os tumultos. Não se pode dizer se melhoraria tanto o nível. Aí talvez fosse querer demais…

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O deputado estadual Marcelo Aguiar (PL-SP) foi detido na madrugada desta segunda-feira (19), após um disparo de arma durante uma festa no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo. Segundo testemunhas, o tiro ocorreu de forma acidental durante uma confusão. Ninguém ficou ferido. De acordo com informações divulgadas pelo Hora 1, da TV Globo, testemunhas […]

O deputado estadual Marcelo Aguiar (PL-SP) foi detido na madrugada desta segunda-feira (19), após um disparo de arma durante uma festa no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo. Segundo testemunhas, o tiro ocorreu de forma acidental durante uma confusão. Ninguém ficou ferido.

De acordo com informações divulgadas pelo Hora 1, da TV Globo, testemunhas relataram que o parlamentar apresentava sinais de embriaguez e estaria incomodando frequentadores da casa noturna.

Ainda segundo os relatos, houve uma confusão e Marcelo Aguiar caiu no chão. Nesse momento, a arma que estava com o deputado teria disparado acidentalmente.

A Polícia Militar foi acionada e informou que não houve feridos. O parlamentar possui porte federal de arma, segundo a reportagem. O armamento foi apreendido e encaminhado para perícia.

Marcelo Aguiar foi levado a uma delegacia em Pinheiros para o registro da ocorrência e posteriormente liberado. As circunstâncias do disparo serão apuradas.

A polícia também apreendeu um automóvel que estava com placa de veículo oficial da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Segundo a apuração divulgada, o carro não aparece na relação oficial de veículos vinculados ao deputado, e a procedência da identificação será investigada.

Marcelo Aguiar exerce atualmente mandato na Alesp. Nas eleições deste ano, recebeu 37.585 votos e não conseguiu se reeleger diretamente, ficando como suplente para a próxima legislatura. A própria Assembleia o mantém na relação atual de deputados.

Até a última atualização das reportagens consultadas, não havia manifestação pública da defesa do parlamentar sobre o episódio.

Fonte: g1
Foto: Reprodução/TV Globo

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A eleição que definirá o comando da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) a partir de 2027 já provoca articulações entre deputados e partidos. A governadora Raquel Lyra (PSD) acompanha as negociações e busca construir uma composição que dê maior estabilidade à relação do Executivo com a Casa. A escolha da nova Mesa Diretora está prevista […]

A eleição que definirá o comando da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) a partir de 2027 já provoca articulações entre deputados e partidos. A governadora Raquel Lyra (PSD) acompanha as negociações e busca construir uma composição que dê maior estabilidade à relação do Executivo com a Casa.

A escolha da nova Mesa Diretora está prevista para 1º de fevereiro de 2027, quando os deputados eleitos em outubro tomarão posse para a próxima legislatura.

As conversas envolvem principalmente partidos que integram a base da governadora. No PSD, legenda de Raquel, os deputados Antônio Moraes, Débora Almeida, Joãozinho Tenório e Aglailson Victor aparecem entre os nomes citados nas articulações para a presidência.

Outras legendas também buscam espaço. Gustavo Gouveia, do Podemos, é um dos nomes mencionados para a disputa, enquanto France Hacker aparece nas negociações envolvendo a Federação União Progressista.

Raquel tem conversado com deputados e dirigentes partidários sobre a formação da Mesa e o comando das principais comissões da Alepe. A intenção manifestada aos aliados é buscar uma composição por consenso e evitar uma disputa que provoque divisões dentro da base governista.

O interesse do Palácio do Campo das Princesas na eleição interna ocorre após uma legislatura marcada por sucessivos embates entre o Executivo e o comando da Assembleia.

Álvaro Porto, atual presidente da Alepe, foi eleito para o posto no início do primeiro mandato de Raquel e, posteriormente, rompeu politicamente com a governadora. Ao longo dos últimos anos, Executivo e Legislativo protagonizaram divergências envolvendo orçamento, operações de crédito, emendas parlamentares e outros projetos.

A nova correlação de forças na Casa é mais favorável ao governo. O PSD, partido da governadora, e o PSB terão nove deputados cada e formarão as duas maiores bancadas da próxima legislatura.

A eleição da presidência não é a única negociação em curso. Também estarão em disputa os demais cargos da Mesa Diretora e o comando de comissões consideradas estratégicas, como Constituição, Legislação e Justiça, Finanças e Administração Pública.

As articulações devem continuar nos próximos meses. Até o momento, não há candidatura oficialmente definida para a presidência da Assembleia.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Rinaldo Marques/Alepe

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A movimentação de Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate da Band, nesse domingo (18), chamou atenção nas redes sociais. Ao se posicionar atrás de Lula (PT) enquanto o adversário falava, o candidato foi comparado a Donald Trump em debates contra Hillary Clinton na eleição americana de 2016. Durante diferentes momentos do confronto, Flávio procurou permanecer […]

A movimentação de Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate da Band, nesse domingo (18), chamou atenção nas redes sociais. Ao se posicionar atrás de Lula (PT) enquanto o adversário falava, o candidato foi comparado a Donald Trump em debates contra Hillary Clinton na eleição americana de 2016.

Durante diferentes momentos do confronto, Flávio procurou permanecer no enquadramento da câmera enquanto Lula respondia às perguntas. O senador apareceu ao fundo fazendo gestos e expressões de discordância mesmo quando não estava com a palavra.

A postura repercutiu nas redes sociais e foi associada à estratégia adotada por Donald Trump em 2016. Na disputa presidencial dos Estados Unidos daquele ano, o republicano também chamou atenção ao permanecer atrás de Hillary Clinton enquanto a democrata falava durante um dos debates.

A movimentação de Flávio também gerou reclamações da equipe de Lula. Sidônio Palmeira, responsável pela comunicação da campanha petista, questionou o candidato do PL durante um dos intervalos por permanecer atrás do presidente e reagir às falas.

Mesmo após a reclamação, Flávio voltou a aparecer atrás de Lula em outros momentos do programa. As regras estabelecidas para o debate permitiam que os candidatos circulassem pelo estúdio.

No fim do confronto, a movimentação voltou a provocar tensão. A mediadora Adriana Araújo chegou a pedir que Flávio permitisse que Lula fizesse suas considerações finais sem aproximações que interferissem naquele momento.

O jornalista Mauricio Stycer também relacionou o comportamento do senador ao adotado por Trump contra Hillary, comparação que se espalhou pelas redes durante e depois do debate.

A linguagem corporal dos candidatos se tornou um dos pontos mais comentados do encontro, que marcou o primeiro confronto direto entre Lula e Flávio em toda a campanha presidencial.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução/Band

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O primeiro debate da campanha entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado nesse domingo (18) pela Band, ocorreu em meio a uma disputa apertada pelo Planalto. Levantamentos feitos ao longo da campanha indicam que a maioria dos eleitores não pretende alterar sua escolha por causa dos confrontos, mas uma parcela admite rever o voto […]

O primeiro debate da campanha entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado nesse domingo (18) pela Band, ocorreu em meio a uma disputa apertada pelo Planalto. Levantamentos feitos ao longo da campanha indicam que a maioria dos eleitores não pretende alterar sua escolha por causa dos confrontos, mas uma parcela admite rever o voto a partir do desempenho dos candidatos.

O peso dos debates na decisão eleitoral foi medido por levantamentos realizados antes do confronto da Band. Os dados ajudam a dimensionar até que ponto uma boa ou má participação pode produzir mudanças nesta última semana de campanha.

Pesquisa Quaest divulgada no início de setembro mostrou que o desempenho em debates era apontado como o fator mais importante para definir o voto por 14% dos entrevistados.

Naquele levantamento, as propostas dos candidatos apareciam como principal fator para 45% dos eleitores. A ideologia vinha em seguida, mencionada por 17%.

Já um levantamento do Datafolha divulgado em outubro mostrou que 78% dos brasileiros consideravam muito importante a participação dos candidatos nos debates do segundo turno. Outros 11% consideravam pouco importante, enquanto 10% não atribuíam importância aos encontros.

Quando questionados diretamente sobre uma possível mudança de voto, 18% admitiram alguma possibilidade de alterar a escolha por causa do desempenho nos debates. Desse grupo, 5% apontaram chance grande, 7% possibilidade média e 6% chance pequena.

A maioria, 82%, afirmou que não mudaria o voto em razão do desempenho dos candidatos nos confrontos televisivos.

A possibilidade de mudança é maior entre os eleitores não alinhados a Lula ou Flávio. Nesse grupo, 40% admitiram alguma chance de rever a decisão: 12% consideraram a possibilidade grande, 18% média e 11% pequena. Outros 60% descartaram alterar o voto.

A idade também aparece como fator de diferença. Entre os eleitores de 16 a 24 anos, 31% admitiram alguma possibilidade de mudança. Já entre os brasileiros com 60 anos ou mais, 91% disseram que não alterariam a escolha por causa dos debates.

Entre os eleitores que já declaram voto nos dois candidatos, a decisão aparece mais consolidada. Segundo o Datafolha, 85% dos eleitores de Lula e 83% dos que pretendem votar em Flávio descartaram mudar de candidato em razão dos confrontos.

O levantamento do Datafolha ouviu 2.520 pessoas com 16 anos ou mais nos dias 6 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança, de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-02949/2026.

A Quaest ouviu 2.004 pessoas entre 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro também é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O registro eleitoral é BR-07065/2026.

O debate da Band foi o primeiro encontro direto entre Lula e Flávio durante toda a campanha. O segundo turno será realizado no próximo domingo (25).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução/Band

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O primeiro debate da campanha entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado nesse domingo (18) pela Band, teve momentos de tensão também fora das câmeras. Reclamações entre integrantes das campanhas, provocações na plateia, atrasos e mobilização de apoiadores marcaram os bastidores do confronto. Um dos principais episódios ocorreu no primeiro intervalo. Sidônio Palmeira, responsável […]

O primeiro debate da campanha entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado nesse domingo (18) pela Band, teve momentos de tensão também fora das câmeras. Reclamações entre integrantes das campanhas, provocações na plateia, atrasos e mobilização de apoiadores marcaram os bastidores do confronto.

Um dos principais episódios ocorreu no primeiro intervalo. Sidônio Palmeira, responsável pela comunicação da campanha de Lula, reclamou da movimentação de Flávio Bolsonaro enquanto o presidente respondia às perguntas.

Segundo relatos de pessoas presentes no estúdio, o candidato do PL permanecia ao fundo do enquadramento de Lula, fazendo gestos e reagindo às falas do adversário. A movimentação não era proibida pelas regras do debate, mas provocou reclamação de integrantes da campanha petista.

Sidônio chegou a se dirigir a Flávio e depois discutiu com Fábio Portela, responsável pela comunicação da campanha do candidato do PL. A equipe da Band interveio para conter os ânimos antes da retomada da transmissão.

Quando o programa voltou ao ar, a mediação pediu aos candidatos que evitassem movimentos e reações capazes de atrapalhar as respostas do adversário.

Outra provocação ocorreu na plateia. O senador eleito Deltan Dallagnol (Novo-PR), ex-coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, acompanhou o debate na primeira fila usando uma camiseta com a frase “Eu prendi o Lula, STF soltou”. A estampa também reproduzia o PowerPoint utilizado por ele durante a Lava Jato.

Deltan estava ao lado de Sergio Moro (PL), governador eleito do Paraná e ex-juiz responsável por processos da operação envolvendo Lula. As condenações do presidente foram posteriormente anuladas pelo Supremo Tribunal Federal.

Os dois candidatos também chegaram depois dos horários inicialmente previstos pela organização. Flávio deveria chegar por volta das 18h45 e Lula às 19h10. Com os atrasos, nenhum dos dois concedeu a entrevista coletiva prevista antes do programa.

Flávio chegou acompanhado por um grupo de aliados. Nikolas Ferreira (PL-MG), Sergio Moro, Deltan Dallagnol e Pablo Marçal estavam entre os nomes que chegaram juntos em uma van. Marçal participou da preparação de Flávio para o debate.

Lula chegou acompanhado da primeira-dama Janja. Entre os aliados presentes estavam Geraldo Alckmin (PSB), Fernando Haddad (PT), Simone Tebet (PSB), Marina Silva (Rede), André Janones (Rede-MG), Tabata Amaral (PSB-SP) e João Campos (PSB).

Do lado de fora da emissora, grupos favoráveis aos dois candidatos também acompanharam a movimentação. Apoiadores de Lula e Flávio se concentraram nas proximidades da Band antes e durante o confronto.

O debate marcou o primeiro encontro direto entre os dois candidatos nesta campanha e aconteceu a uma semana do segundo turno da eleição presidencial, marcado para o próximo domingo (25).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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O primeiro debate da campanha entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado nesse domingo (18) pela Band, repercutiu na imprensa internacional. Veículos estrangeiros destacaram o clima de tensão, as acusações pessoais e o espaço ocupado por denúncias de corrupção durante o confronto. O espanhol El País classificou o encontro como um confronto “hostil” e […]

O primeiro debate da campanha entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado nesse domingo (18) pela Band, repercutiu na imprensa internacional. Veículos estrangeiros destacaram o clima de tensão, as acusações pessoais e o espaço ocupado por denúncias de corrupção durante o confronto.

O espanhol El País classificou o encontro como um confronto “hostil” e “repleto de ataques”. O jornal destacou que os candidatos chegaram ao primeiro embate direto em meio a uma disputa apertada pelo Palácio do Planalto e concentraram parte significativa do debate em acusações envolvendo familiares, corrupção e aliados políticos.

Na avaliação publicada pelo veículo, Flávio iniciou o confronto buscando pressionar Lula com questionamentos relacionados ao filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Lula reagiu cobrando explicações do adversário sobre suas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro e levantando outros episódios envolvendo a família Bolsonaro.

A agência Reuters também chamou atenção para a quantidade de ataques pessoais. Em sua cobertura, descreveu o debate como um confronto tenso, marcado por acusações de corrupção e trocas de críticas entre os candidatos.

Entre os temas destacados pela agência estiveram economia, segurança pública e política externa, além das acusações envolvendo Lulinha e o empresário Daniel Vorcaro.

A Associated Press (AP) ressaltou que Lula e Flávio trocaram acusações e insultos durante aproximadamente duas horas de transmissão. A agência observou ainda que boa parte do confronto esteve concentrada nos ataques entre os adversários, com menor espaço para uma discussão aprofundada de propostas.

A AFP, agência de notícias francesa, já havia apontado antes do encontro que Lula e Flávio chegavam ao primeiro confronto direto depois de uma campanha marcada por escândalos e insultos e em um ambiente de forte divisão política.

O debate da Band foi o primeiro da campanha eleitoral com a presença simultânea dos dois candidatos. Lula e Flávio não participaram dos confrontos realizados antes do primeiro turno.

Logo no primeiro bloco, os adversários trocaram acusações envolvendo investigações, familiares e suspeitas de corrupção. Ao longo do programa, também discutiram segurança pública, saúde, economia, política externa e programas sociais.

Nenhum dos principais veículos internacionais citados apontou um vencedor do confronto. A cobertura se concentrou principalmente no tom adotado pelos candidatos e na polarização da disputa a poucos dias da votação.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no próximo domingo (25).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução/Band

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Assista o debate da Band

No debate da Band, pela definição do sorteio, o candidato Flávio Bolsonaro ficará posicionado no lado esquerdo do estúdio, enquanto o candidato Lula ocupará o lado direito. A mediação do programa e a formulação das perguntas da emissora estarão a cargo dos âncoras Eduardo Oinegue e Adriana Araújo. O programa será dividido em três blocos […]

No debate da Band, pela definição do sorteio, o candidato Flávio Bolsonaro ficará posicionado no lado esquerdo do estúdio, enquanto o candidato Lula ocupará o lado direito. A mediação do programa e a formulação das perguntas da emissora estarão a cargo dos âncoras Eduardo Oinegue e Adriana Araújo.

O programa será dividido em três blocos compostos por perguntas dos apresentadores e enfrentamento direto entre os postulantes:

Primeiro bloco: Os âncoras abrem o debate fazendo uma pergunta para cada candidato. Em seguida, é iniciado o confronto direto, no qual Lula e Flávio Bolsonaro ficam livres no estúdio para debaterem por 30 minutos.

Segundo bloco: Começa com uma pergunta elaborada pelos âncoras para cada participante. Na sequência, abre-se a dinâmica em que um candidato pergunta diretamente para o outro.

Terceiro bloco: Mantém a mesma regra do bloco anterior, com perguntas dos apresentadores e confronto direto entre os candidatos, além de reservar o espaço final para as considerações finais de cada um.

A abstenção entre eleitores com mais de 70 anos caiu de 58,8% em 2022 para 49,1% no primeiro turno das Eleições 2026, uma redução de 9,7 pontos percentuais. Os dados são do TSE e foram reunidos pelo Movimento Voto 70+. O levantamento mostra uma queda significativa no não comparecimento desse grupo, mesmo em um cenário […]

A abstenção entre eleitores com mais de 70 anos caiu de 58,8% em 2022 para 49,1% no primeiro turno das Eleições 2026, uma redução de 9,7 pontos percentuais. Os dados são do TSE e foram reunidos pelo Movimento Voto 70+.

O levantamento mostra uma queda significativa no não comparecimento desse grupo, mesmo em um cenário de crescimento do número de eleitores idosos no país.

Em 2022, havia 14,9 milhões de pessoas com mais de 70 anos aptas a votar. Neste ano, o número passou para 17,2 milhões. Considerando toda a população com mais de 60 anos, o eleitorado chega a 36,8 milhões.

O voto é facultativo para pessoas com mais de 70 anos. No primeiro turno deste ano, o comparecimento variou conforme a faixa etária: entre aqueles de 70 a 74 anos, 68,77% foram às urnas. Entre os que têm de 75 a 79 anos, o índice foi de 52,23%.

A participação diminui nas faixas etárias seguintes: 37,12% entre 80 e 84 anos; 24,30% entre 85 e 89; 13,46% entre 90 e 94; e 4,34% entre 95 e 99 anos.

No conjunto do eleitorado brasileiro, a abstenção no primeiro turno ficou em 21,08%, com cerca de 33 milhões de pessoas aptas deixando de votar.

Segundo pesquisa exploratória realizada pelo Movimento Voto 70+, há diferentes razões para o não comparecimento de idosos às urnas. Entre elas estão a percepção de que o voto não faz diferença, a avaliação de que o resultado eleitoral terá pouco impacto sobre a própria vida e dificuldades práticas de deslocamento.

O estudo também cita barreiras físicas, distância até os locais de votação, necessidade de ajuda de terceiros, ausência de redes de apoio e etarismo como fatores que podem afastar idosos do processo eleitoral.

No segundo turno, marcado para o próximo domingo (25), o Movimento Voto 70+ pretende ampliar ações de incentivo à participação. Uma delas é a campanha “Vovó Vota”, voltada principalmente para mulheres idosas.

Segundo dados reunidos pelo movimento, em 2022, 64% das mulheres com mais de 70 anos não compareceram às urnas, índice dez pontos percentuais superior ao registrado entre os homens da mesma faixa etária.

O movimento também destaca que o comparecimento às urnas pode ser utilizado pelo INSS como prova de vida automática de aposentados, pensionistas e beneficiários de programas assistenciais.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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Coluna do Domingão: o grande encontro

Em uma eleição que será definida nesta semana,  para um lado ou para o outro, se consideramos as pesquisas,  o embate entre Flávio Bolsonaro e Lula na Band ganha status de grande encontro,  decisivo para os poucos indecisos e aqueles que admitem mudar o voto. Nos últimos dias,  a campanha de Lula cresceu se considerarmos […]

Em uma eleição que será definida nesta semana,  para um lado ou para o outro, se consideramos as pesquisas,  o embate entre Flávio Bolsonaro e Lula na Band ganha status de grande encontro,  decisivo para os poucos indecisos e aqueles que admitem mudar o voto.

Nos últimos dias,  a campanha de Lula cresceu se considerarmos as pesquisas,  mas Flávio ainda lidera na média dos levantamentos por uma pequena margem,  que varia entre 1 e 3 pontos, com empate na maioria deles considerando a margem de erro.

O debate da Band está confirmado para as 20 horas de hoje, em uma transmissão prevista com cerca de duas horas de duração.

Pela definição do sorteio, o candidato Flávio Bolsonaro ficará posicionado no lado esquerdo do estúdio, enquanto o candidato Lula ocupará o lado direito. A mediação do programa e a formulação das perguntas da emissora estarão a cargo dos âncoras Eduardo Oinegue e Adriana Araújo.

O programa será dividido em três blocos compostos por perguntas dos apresentadores e enfrentamento direto entre os postulantes:

Primeiro bloco: Os âncoras abrem o debate fazendo uma pergunta para cada candidato. Em seguida, é iniciado o confronto direto, no qual Lula e Flávio Bolsonaro ficam livres no estúdio para debaterem por 30 minutos.

Segundo bloco: Começa com uma pergunta elaborada pelos âncoras para cada participante. Na sequência, abre-se a dinâmica em que um candidato pergunta diretamente para o outro.

Terceiro bloco: Mantém a mesma regra do bloco anterior, com perguntas dos apresentadores e confronto direto entre os candidatos, além de reservar o espaço final para as considerações finais de cada um.

O que cada candidato reserva de fator surpresa? Como reagirão às provocações mútuas? Quem demonstrará mais segurança? Mais domínio de país? São respostas que não ajudarão apenas a responder quem ganhou o debate,  mas o comando do país nos próximos anos.

1,48%

Um agregador das pesquisas da semana entre Flávio Bolsonaro e Lula mostra o candidato do PL com 50,74% e Lula com 49,26%, vantagem de 1,48% pró Flávio,  a uma semana da eleição. Integram esse agregador as pesquisas Ipespe, CND/MDA, PoderData/Aya, Datafolha e Quaest.

Vox dá Lula de novo na frente 

Pesquisa do Instituto Vox Brasil divulgada neste domingo (18/10) pelo Poder360 mostra Lula (PT) com 51% dos votos válidos, ante 49% de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial. No cenário estimulado, que considera todos os entrevistados, o presidente tem 46,4% das intenções de voto, contra 44,6% do senador. Brancos, nulos e nenhum somam 5%, enquanto 3,9% estão indecisos. A diferença de 1,8 ponto percentual está dentro da margem de erro de 2,15 pontos, para mais ou para menos.

Comparação

Em relação à pesquisa realizada dez dias antes, Lula subiu de 44,2% para 46,4%, enquanto Flávio passou de 42,7% para 44,6%. O presidente avançou 2,2 pontos percentuais, ante 1,9 ponto do senador. No mesmo período, os indecisos recuaram de 9,7% para 3,9%, enquanto brancos e nulos passaram de 3,4% para 5%.

Dados da pesquisa 

O Vox Brasil entrevistou presencialmente 2.100 eleitores em seus domicílios, entre 15 e 17 de outubro. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04332/2026.

Pesquisa que bolsonaristas comemoram

Pesquisa Gerp divulgada na sexta-feira (16) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 50% das intenções de voto contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na comparação com a pesquisa divulgada em 12 de outubro, Flávio Bolsonaro passou de 53% para 50%, enquanto Lula oscilou de 44% para 45%. A diferença entre os dois candidatos caiu de nove para cinco pontos. Em validos, 52% a 48% pró Flávio. Ouviu 2.400 eleitores em todo o Brasil entre os dias 14 e 16 de outubro de 2026, por meio de entrevistas telefônicas, com margem de erro de 2%. Registro BR-05187/2026.

Pesquisas que vêm

Para alimentar sua ansiedade,  lá vem mais levantamentos: nesta segunda-feira, 19, estão previstas três pesquisas: PoderData, AtlasIntel e BTG/Nexus. Na terça, 20, serão divulgados os levantamentos do Instituto Veritá e do Real Time Big Data. Na quarta-feira, 21, será a vez de Quaest, Palver e Gerp apresentarem novos números sobre a corrida ao Palácio do Planalto.

Saiu do muro?

O cantor João Gomes quebrou o silêncio e publicou um longo discurso interpretado como um sinal de apoio ao presidente Lula (PT). “Me questionaram: pra que lado eu estava a favor? Eu pensei, me calei, mas agora posso falar”, declarou o artista. Na gravação, João defendeu a educação pública, as cotas, os programas de auxílio, a saúde e a democracia. O cantor também destacou a importância da liberdade de expressão e do direito ao voto.

Repercussão

O pronunciamento ganhou repercussão política e foi associado a um posicionamento favorável a Lula. Apesar disso, João não citou o nome do presidente nem declarou expressamente seu voto na fala apresentada. Ainda assim,  Lula comentou o post. “Meu abraço carinhoso. O Brasil é de todos nós”. Veja a fala:

Detonou Lula

A empresária Roberta Luchsinger concedeu entrevista à CNN Brasil e afirmou que pretende fazer uma delação premiada, declarando que não poupará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nem seu filho, Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha).

O que ela falou

“[A Polícia Federal] vai poder fazer o trabalho dela investigativo e contar com minha absoluta colaboração. Eu não vou poupar ninguém. Pode ser o presidente da República, que a meu ver é um grande mau caráter, é um grande mentiroso, e eu repito, um grande covarde. Não vou poupar filho de presidente, ninguém, porque o que está em questão é a verdade”, disse Roberta.

A reação

Bolsonaristas espalharam o link da entrevista como a pá de cal para enterrar o presidente candidato à reeleição. E lulistas disseram que “a bomba virou traque”, ou que “a montanha pariu um rato”.

Povo no cardápio 

O furo da semana: Flávio Bolsonaro esteve com o presidente do Grupo Globo, João Roberto Marinho, e com o vice-presidente de Relações Institucionais, Paulo Tonet, além do senador Rogério Marinho, horas antes da sabatina na Globo. A emissora emitiu uma nota informando que se trata de uma “visita institucional de rotina”, mas a informação real é de que o candidato foi provocado a se comprometer com a volta das BETS (o grupo Globo tinha a BetMGM) e da escala 6×1.

Cobertura

Depois do sucesso do trabalho no primeiro turno das eleições, a Rádio Pajeú promete repetir a dose no próximo domingo,  com a maior cobertura do segundo turno das eleições. Os programas da grade de segunda a sexta terão exibição especial,  e às quatro da tarde, a Central de Apuração,  que só termina quando o Brasil conhecer o vencedor entre Flávio Bolsonaro e Lula.

 

Frases da semana:

“Eu tenho uma tese: muito dinheiro na mão de poucos é pobreza, e pouco dinheiro na mão de muitos é riqueza”.

De Lula, na sabatina da Globo.

“Eu estou concorrendo à eleição para presidente da República, que é coisa muito séria, e o maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula”.

De Flávio  Bolsonaro, também na sabatina da Globo.

Apoiadores do presidente Lula (PT) participaram neste domingo (18) do “Ato Musical pela Democracia”, em Copacabana, no Rio de Janeiro. A mobilização reuniu artistas como Caetano Veloso, Djavan, Simone, Frejat, Fernanda Abreu e Xamã, a uma semana do segundo turno. A manifestação começou às 16h, na altura do Posto 5, e ocupou trecho da Avenida […]

Apoiadores do presidente Lula (PT) participaram neste domingo (18) do “Ato Musical pela Democracia”, em Copacabana, no Rio de Janeiro. A mobilização reuniu artistas como Caetano Veloso, Djavan, Simone, Frejat, Fernanda Abreu e Xamã, a uma semana do segundo turno.

A manifestação começou às 16h, na altura do Posto 5, e ocupou trecho da Avenida Atlântica. O ato foi organizado pelo 342 Artes e pela Mídia Ninja e teve apresentações musicais e discursos ao longo da tarde.

Entre os artistas anunciados estavam Caetano Veloso, Djavan, Simone, Frejat, Jorge Vercillo, Fernanda Abreu, Moreno Veloso, Jota.Pê, Duda Beat e Xamã. Outros nomes também participaram da programação.

Xamã esteve entre os primeiros a subir ao trio elétrico, acompanhado do funkeiro Puterrier. Antes da apresentação, os dois fizeram declarações em defesa da democracia e falaram sobre suas origens no Rio de Janeiro.

O ato teve caráter de apoio à reeleição de Lula e reuniu também políticos e representantes de movimentos sociais. O presidente não participou da manifestação, pois se preparava para o debate com Flávio Bolsonaro (PL) na Band, marcado para a noite deste domingo.

A realização do evento foi alvo de questionamentos na Justiça Eleitoral. O Novo tentou suspender atos previstos no Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre, alegando possível realização de showmícios. O TSE rejeitou a suspensão prévia das apresentações e permitiu a realização das manifestações.

Também neste domingo, apoiadores de Lula realizaram mobilizações em outras cidades do país. Brasília, Salvador, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo estiveram entre as capitais com atos registrados.

As manifestações acontecem a uma semana do segundo turno da eleição presidencial, marcado para o próximo domingo (25).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Um grupo de apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) levou para a Avenida Paulista, neste domingo (18), um míssil inflável com uma mensagem em inglês dirigida ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pedindo um ataque ao Brasil. O objeto apareceu durante ato da campanha do candidato a uma semana do segundo turno. No míssil inflável […]

Um grupo de apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) levou para a Avenida Paulista, neste domingo (18), um míssil inflável com uma mensagem em inglês dirigida ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pedindo um ataque ao Brasil. O objeto apareceu durante ato da campanha do candidato a uma semana do segundo turno.

No míssil inflável estava escrita a frase “Trump nuke Brazil”. A expressão em inglês faz referência a um ataque nuclear e foi exibida por manifestantes durante a mobilização realizada na Avenida Paulista, em São Paulo.

O objeto circulou entre participantes do ato e chamou atenção nas imagens divulgadas da manifestação.

O ato deste domingo foi organizado no formato de um bloco de rua e reuniu o candidato do PL e aliados políticos. Participaram, entre outros, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito Ricardo Nunes (MDB) e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

Antes da manifestação, os organizadores haviam orientado participantes a evitar bandeiras de outros países, incluindo Estados Unidos e Israel, e a priorizar símbolos brasileiros durante a mobilização.

Flávio discursou no encerramento do ato e fez críticas ao presidente Lula (PT), adversário no segundo turno. O candidato afirmou ainda que pretende confrontar Lula durante o primeiro debate entre os dois nesta campanha, previsto para a noite deste domingo na Band.

A manifestação ocorreu a uma semana do segundo turno da eleição presidencial, marcado para o próximo domingo (25).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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A programação será realizada no Terreiro Xambá e propõe atividades ligadas à percussão, dança, memória e território, tendo como referência o conceito de contracolonialismo desenvolvido pelo pensador Antônio Bispo dos Santos, o Nêgo Bispo. As aulas acontecem na quinta-feira (29), nos turnos da tarde e da noite; na sexta-feira (30), também à tarde e à […]

A programação será realizada no Terreiro Xambá e propõe atividades ligadas à percussão, dança, memória e território, tendo como referência o conceito de contracolonialismo desenvolvido pelo pensador Antônio Bispo dos Santos, o Nêgo Bispo.

As aulas acontecem na quinta-feira (29), nos turnos da tarde e da noite; na sexta-feira (30), também à tarde e à noite; e no sábado (31), pela manhã e à tarde.

A formação será conduzida pelos artistas-educadores Thúlio Xambá e Breno Liberato. Thúlio ficará responsável pelas atividades de percussão e pelo trabalho com instrumentos, enquanto Breno conduzirá práticas corporais e rodas de conversa sobre contracolonialidade.

No domingo, 1º de novembro, será realizada a Festa da Confluência, aberta à comunidade. A programação terá ainda a participação de Joana Maria, consultora pedagógica do projeto e multiplicadora do legado de Nêgo Bispo.

Serão selecionadas 25 pessoas com idades entre 12 e 85 anos. Não é necessário ter experiência anterior com dança ou percussão. De acordo com a organização, 70% das vagas serão reservadas prioritariamente para moradores do território.

A Festa da Confluência contará com intérprete de Libras e estrutura de recepção acessível para pessoas com deficiência, segundo a organização.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pela plataforma Even3:

Após a etapa em Olinda, o projeto prevê uma nova edição em novembro no Quilombo Castainho, em Garanhuns, no Agreste pernambucano.

A iniciativa tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), por meio da Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco. A lista de selecionados e outras informações serão divulgadas no perfil @roda_contracolonial 

Imagens: Divulgação

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Lula e Flávio se encontram às 20h, na Band, para o primeiro debate da campanha com a presença dos dois. A Band inicia a cobertura às 19h30, com um pré-debate. O confronto entre Lula e Flávio está previsto para começar às 20h e terá duração aproximada de duas horas. O programa será mediado pelos jornalistas […]

Lula e Flávio se encontram às 20h, na Band, para o primeiro debate da campanha com a presença dos dois.

A Band inicia a cobertura às 19h30, com um pré-debate. O confronto entre Lula e Flávio está previsto para começar às 20h e terá duração aproximada de duas horas.

O programa será mediado pelos jornalistas Eduardo Oinegue e Adriana Araújo e dividido em três blocos.

Na primeira parte, além das perguntas dos apresentadores, Lula e Flávio terão cerca de 30 minutos para um confronto direto, com discussão livre entre os dois candidatos.

Nos blocos seguintes, haverá novas rodadas de perguntas e embates, com tempos definidos para respostas, réplicas e tréplicas. O programa será encerrado com as considerações finais dos candidatos.

Flávio chegou a indicar anteriormente que poderia não comparecer ao encontro, mas depois confirmou presença. Lula também confirmou participação.

Apesar de disputarem a Presidência desde o primeiro turno, este será o primeiro debate da campanha em que os dois estarão frente a frente. Nenhum deles participou do debate promovido pela Band antes da primeira votação.

A transmissão será feita pela Band em TV aberta e pelas plataformas digitais do Grupo Bandeirantes. Estadão, TV Cultura, TV Gazeta e Jovem Pan também integram a transmissão.

O encontro ocorre a uma semana do segundo turno, marcado para o próximo domingo (25).

Fonte: Diario de Pernambuco, Band e UOL
Foto: Reprodução

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A busca por mudança no comando do país é a principal motivação dos eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), enquanto a defesa de políticas sociais aparece como o fator mais citado entre os que pretendem votar em Lula (PT), segundo pesquisa Datafolha. O levantamento perguntou aos entrevistados quais razões influenciam a escolha de cada candidato no […]

A busca por mudança no comando do país é a principal motivação dos eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), enquanto a defesa de políticas sociais aparece como o fator mais citado entre os que pretendem votar em Lula (PT), segundo pesquisa Datafolha.

O levantamento perguntou aos entrevistados quais razões influenciam a escolha de cada candidato no segundo turno. Era possível selecionar mais de uma alternativa.

Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro, 41% citam o desejo de mudança ou alternância de poder como uma das razões para o voto. A rejeição a Lula e ao PT aparece em seguida, mencionada por 31%.

A economia e o custo de vida são apontados por 16% dos eleitores de Flávio, enquanto 15% mencionam propostas e qualidades pessoais do candidato. Outros 14% citam o desempenho ou legado político do senador.

Valores, ideologia e democracia aparecem para 13% dos apoiadores do candidato do PL. Questões relacionadas à integridade e ao combate à corrupção são mencionadas por 10%, mesmo percentual registrado para serviços públicos e segurança.

Entre os eleitores de Lula, a proteção social e os interesses de classe lideram as motivações, citados por 48%. O percentual chega a 52% entre os entrevistados com ensino fundamental e a 59% entre os evangélicos que declaram voto no presidente.

O histórico de realizações de Lula é citado por 22% dos seus eleitores. A rejeição a Flávio Bolsonaro aparece para 17%, enquanto valores, ideologia e democracia são mencionados por 11%.

As propostas e qualidades pessoais de Lula são apontadas por 10%. Economia e custo de vida aparecem para 6% dos entrevistados que pretendem votar no petista.

O levantamento também analisou os motivos apresentados pelos eleitores que pretendem votar em branco ou anular. Entre eles, 37% afirmam rejeitar os dois candidatos. A descrença na política e o desinteresse pela eleição aparecem para 19%, enquanto 18% citam desconfiança em políticos, promessas de campanha e corrupção.

Na pesquisa de intenção de voto realizada no mesmo levantamento, Flávio Bolsonaro aparece com 51% dos votos válidos e Lula com 49%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados.

O Datafolha ouviu presencialmente 2.520 eleitores em 153 municípios nos dias 13 e 14 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00466/2026.

Fonte: Correio Braziliense e Datafolha
Foto: Reprodução

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