
A Queijaria Nascente do Pajeú, localizada em Brejinho, no Sertão do Pajeú, recebeu o selo de inspeção do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (CIMPAJEÚ). A certificação ocorre em um período de expansão do empreendimento, que atualmente processa cerca de 85 mil litros de leite por mês e possui capacidade instalada para alcançar 210 […]

A Queijaria Nascente do Pajeú, localizada em Brejinho, no Sertão do Pajeú, recebeu o selo de inspeção do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (CIMPAJEÚ). A certificação ocorre em um período de expansão do empreendimento, que atualmente processa cerca de 85 mil litros de leite por mês e possui capacidade instalada para alcançar 210 mil litros mensais.
A aprovação foi concedida após uma visita técnica de profissionais responsáveis pela inspeção, que avaliaram as instalações, os procedimentos de fabricação e as condições sanitárias do estabelecimento. Segundo as informações divulgadas pela empresa, a queijaria passou por um processo de crescimento que permitiu triplicar sua produção em relação ao período anterior.
O empreendimento começou com uma produção artesanal e, ao longo dos anos, ampliou sua estrutura até alcançar o atual modelo industrial. A certificação representa mais uma etapa desse processo e poderá contribuir para ampliar as possibilidades de comercialização dos produtos, respeitando os limites estabelecidos pelas normas de inspeção.
Apesar da capacidade instalada, a empresa ainda enfrenta dificuldades para conseguir matéria-prima suficiente para aumentar o volume de fabricação. Atualmente, a produção mensal de 85 mil litros representa aproximadamente 40% da capacidade total de processamento.
Para abastecer a indústria, a Nascente do Pajeú adquire leite de produtores rurais de Brejinho e de municípios vizinhos. A empresa busca ampliar a rede de fornecedores para aumentar a captação e aproveitar a estrutura disponível.
A linha de fabricação inclui queijo de manteiga puro, queijo coalho, muçarela e manteiga de garrafa. O empreendimento também pretende diversificar a produção com a inclusão de novos derivados do leite.
A atividade mantém relações comerciais com produtores rurais da região e gera postos de trabalho diretos e indiretos.
Com capacidade para processar até 210 mil litros de leite por mês, a ampliação da captação junto aos produtores rurais é apontada pela empresa como o principal desafio para aumentar a fabricação de derivados na unidade de Brejinho.
Foto: Divulgação
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