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O Blog e a História: os 100 dias do primeiro governo Lula

Nos seus 100 dias do primeiro mandato, em 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva administrou uma alta na taxa básica de juros logo na terceira semana do governo. O Banco Central, presidido então por Henrique Meirelles, aumentou a Selic de 25% para 25,5% ao ano, no dia 22 de janeiro. Na véspera, a […]

Nos seus 100 dias do primeiro mandato, em 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva administrou uma alta na taxa básica de juros logo na terceira semana do governo.

O Banco Central, presidido então por Henrique Meirelles, aumentou a Selic de 25% para 25,5% ao ano, no dia 22 de janeiro. Na véspera, a meta de inflação havia sido revista e o teto da variação de preços fora fixado em 8,5%.

Assim como agora, o cenário em 2003 era de baixo crescimento econômico e a inflação preocupava. Quem deu o tom do início do governo foi o Ministério da Fazenda, tocado então por Antônio Palocci.

Uma grande diferença estava na retórica do presidente. Em um ambiente de tranquilidade institucional , Lula tomou posse pedindo o controle “das muitas e legítimas ansiedades sociais”, que seriam atendidas, em suas palavras, “no momento justo”.

O momento demoraria. No segundo mês do governo, o BC promoveu novo aumento da Selic, de 25,5% para 26,5% e apertou o crédito, elevando a alíquota do depósito compulsório de 45% para 60%. O ajuste era a palavra de ordem do começo de 2003, como ficou claro na reunião de Lula com os 27 governadores em 22 de fevereiro, quando se comprometeu a enviar a reforma da Previdência e a tributária ainda no primeiro semestre.

No primeiro mês do governo, o superávit primário do setor público alcançou 7,01% do PIB, melhor resultado em 12 anos. Estes primeiros movimentos tiveram resposta no mercado financeiro, com queda no risco-país. Em 4 de março, o FMI liberaria a segunda parcela do desembolso previsto para o Brasil, de US$ 4,6 bilhões (valores da época). A inflação também cedeu: o IGP-M em março foi de 1,53%, menor variação desde maio de 2002.

O aperto do governo federal também se refletia na relação com os Estados. Em 10 de março, Minas Gerais sofreu um bloqueio de contas pelo não cumprimento do acordo de reestruturação da dívida da União, celebrado em 2001.

Próximo à marca de 100 dias, Lula começou a soltar as amarras. No dia 31 de março anunciou o aumento do salário mínimo de R$ 200 para R$ 240, o que em termos reais significava um aumento de 1,85% em relação a abril de 2002.

Gordura para queimar não era problema para Lula: pesquisa do Ibope divulgada em 2 de abril mostrava o presidente com 51% de bom e ótimo e apenas 7% de ruim e péssimo, realidade muito diferente da atual. Mas a relação de Lula com suas bases começava a estressar. Um protesto de servidores federais reuniu milhares de pessoas em 8 de abril, contra a política de austeridade do governo.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou que a crise envolvendo o Tribunal Constitucional da Polônia representa um alerta para o Brasil e outras democracias. A declaração foi feita à jornalista Miriam Leitão, em mensagem publicada neste sábado (31), em sua coluna no jornal O Globo. A preocupação do ministro está relacionada […]

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou que a crise envolvendo o Tribunal Constitucional da Polônia representa um alerta para o Brasil e outras democracias. A declaração foi feita à jornalista Miriam Leitão, em mensagem publicada neste sábado (31), em sua coluna no jornal O Globo.

A preocupação do ministro está relacionada às disputas pelo comando da Corte polonesa, em meio a questionamentos sobre a nomeação e a permanência de magistrados. O conflito envolve o governo do primeiro-ministro Donald Tusk, o presidente Karol Nawrocki e integrantes do partido de oposição Lei e Justiça (PiS).

“É um alerta polonês para o Brasil e o mundo”, declarou Fachin à jornalista.

Na avaliação do presidente do STF, interferências indevidas no funcionamento dos tribunais podem comprometer a separação dos Poderes, enfraquecer os mecanismos de controle e colocar em risco direitos e liberdades individuais.

Segundo a reportagem de Miriam Leitão, a crise se intensificou após a juíza Anna Korwin-Piotrowska anunciar que assumiria interinamente a presidência do Tribunal Constitucional, depois da suspensão do presidente da Corte, Bogdan Swieczkowski.

A medida é contestada por integrantes do tribunal e pela oposição. O governo de Donald Tusk sustenta que suas ações buscam restabelecer o Estado de Direito, enquanto o presidente Karol Nawrocki e representantes do PiS acusam o Executivo de interferência política no Judiciário.

A disputa provocou manifestações diante da sede do tribunal, em Varsóvia, e levou Nawrocki a interromper uma viagem ao Senegal para retornar à Polônia. O presidente também convocou reuniões de emergência com representantes dos partidos políticos.

O conflito tem origem em divergências sobre a composição da Corte. Durante o governo do PiS, entre 2015 e 2023, a União Europeia questionou a independência de instituições judiciais polonesas e apontou problemas na relação entre o Judiciário e o poder político.

Desde que assumiu o governo, Tusk tenta promover mudanças na estrutura judicial, mas enfrenta resistência de magistrados ligados à administração anterior e do presidente da República.

Em sua manifestação à jornalista Miriam Leitão, Fachin destacou que ameaças à independência judicial exigem vigilância e responsabilidade institucional. Para ele, a preservação da democracia depende da capacidade das instituições de reagir a pressões que comprometam suas garantias fundamentais.

O ministro também divulgou uma nota informando que acompanha a crise por meio de contatos com a Embaixada do Brasil em Varsóvia. Fachin defendeu cautela na avaliação dos acontecimentos, sem antecipar conclusões sobre questões que poderão ser examinadas por tribunais europeus.

A mensagem enviada à jornalista não aponta um episódio específico do cenário político brasileiro, mas apresenta a situação polonesa como advertência sobre os riscos decorrentes de interferências na atuação dos tribunais constitucionais.

Fonte: O Globo, coluna de Miriam Leitão
Foto: Reprodução

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Uma estratégia de mobilização digital utilizada por apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições brasileiras de 2026 começou a ganhar espaço em outros países. Na França, um canal de WhatsApp criado para apoiar Jean-Luc Mélenchon nas eleições presidenciais de 2027 mais que triplicou seu número de seguidores em três dias. Criado […]

Uma estratégia de mobilização digital utilizada por apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições brasileiras de 2026 começou a ganhar espaço em outros países. Na França, um canal de WhatsApp criado para apoiar Jean-Luc Mélenchon nas eleições presidenciais de 2027 mais que triplicou seu número de seguidores em três dias.

Criado em 26 de outubro, o canal “L’équipe de Mélenchon officielle” passou de aproximadamente 46 mil inscritos na terça-feira (27) para 157 mil na sexta-feira (30). A iniciativa foi inspirada no “Exército do Lula”, organizado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) durante o segundo turno da eleição presidencial brasileira.

O canal brasileiro alcançou cerca de 10 milhões de seguidores e foi utilizado para organizar publicações, divulgar conteúdos e coordenar a atuação de apoiadores nas redes sociais durante a campanha.

Na França, a mobilização foi anunciada pelo deputado Antoine Leaument, que fez referência à experiência brasileira em um vídeo publicado nas redes sociais.

A estratégia francesa reproduz características do canal brasileiro, como mensagens de mobilização e orientações para ampliar o alcance das publicações. Entre as atividades sugeridas aos participantes estão a divulgação de links e a publicação de conteúdos simultâneos.

Mélenchon, ligado ao partido França Insubmissa, é uma das principais lideranças da esquerda francesa. Segundo dados eleitorais citados pela Folha de S.Paulo, Marine Le Pen, do partido Reunião Nacional, aparecia com cerca de 35% das intenções de voto, enquanto Mélenchon registrava aproximadamente 16%.

O modelo brasileiro também passou a ser utilizado por movimentos políticos na Argentina e na Espanha.

Na Argentina, o canal “Exército do Peronismo”, criado por opositores do presidente Javier Milei, alcançou 64 mil seguidores na sexta-feira (30). Na terça-feira (27), reunia pouco mais de 40 mil inscritos.

Na Espanha, o canal “La Fuerza de La Gente”, ligado a apoiadores do primeiro-ministro Pedro Sánchez, passou de 7 mil para 42 mil seguidores no mesmo intervalo. O movimento surgiu em meio à preparação para as eleições gerais espanholas, previstas para 29 de novembro.

Além da criação dos canais, orientações divulgadas por Janones durante a campanha brasileira começaram a circular em outros idiomas. Entre elas estão a concentração de publicações em horários determinados e a recomendação de evitar interações diretas com adversários nas redes sociais.

O crescimento dessas iniciativas mostra a circulação internacional de uma estratégia de comunicação política baseada na organização de apoiadores por aplicativos de mensagens.

Fonte: Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução

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O ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, é considerado por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) um nome praticamente certo para integrar o ministério do quarto mandato. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo neste sábado (31), em meio às articulações para a formação do próximo governo. […]

O ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, é considerado por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) um nome praticamente certo para integrar o ministério do quarto mandato. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo neste sábado (31), em meio às articulações para a formação do próximo governo.

Segundo a reportagem, a expectativa de um auxiliar de Lula é que o nome de João Campos seja apresentado na primeira reunião formal entre o PSB e o presidente para discutir a participação do partido na nova composição ministerial.

Ainda não existe definição sobre qual pasta o ex-prefeito poderia assumir. Uma das possibilidades consideradas nos bastidores é o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, atualmente comandado pela pernambucana Luciana Santos (PCdoB).

O ministério também tem uma ligação com a trajetória política da família Campos. Eduardo Campos, pai de João, comandou a pasta entre 2004 e 2005, durante o primeiro governo Lula.

João Campos ficou sem mandato após ser derrotado pela governadora Raquel Lyra (PSD) na disputa pelo Governo de Pernambuco. No primeiro turno, Raquel foi reeleita com 53,27% dos votos válidos, enquanto o candidato do PSB recebeu 44,82%.

Mesmo depois da derrota estadual, João participou da campanha de Lula no segundo turno da eleição presidencial. O presidente do PSB esteve em agendas políticas e acompanhou a apuração dos votos ao lado do petista.

Na reta final da campanha, Lula também participou de um ato político com João Campos no Recife. Durante boa parte da disputa estadual, o presidente havia evitado agendas presenciais em Pernambuco, onde Raquel Lyra não declarou apoio a nenhum dos candidatos à Presidência.

O PSB integra a aliança política de Lula e abriga o vice-presidente Geraldo Alckmin, reeleito na chapa presidencial. A participação da legenda no próximo governo deverá ser discutida nas negociações sobre a distribuição dos ministérios.

De acordo com O Globo, aliados do presidente afirmam que Lula deverá começar a definir a composição ministerial somente depois de 16 de novembro, quando retornar de viagens internacionais à Turquia e às Filipinas.

Apesar de ser tratado como um nome certo por interlocutores do governo, João Campos ainda não recebeu uma indicação oficialmente anunciada. A eventual nomeação dependerá das decisões de Lula e das negociações com os partidos aliados.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Gilson Machado critica disputa por protagonismo na direita após as eleições

O deputado federal eleito por Pernambuco Gilson Machado Neto (Podemos), ex-ministro do Turismo, criticou as movimentações de setores da direita após a derrota de Flávio Bolsonaro (PL) na eleição presidencial. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele defendeu que Jair Bolsonaro continue sendo a principal referência política do grupo. Na gravação, Gilson comentou a saída […]

O deputado federal eleito por Pernambuco Gilson Machado Neto (Podemos), ex-ministro do Turismo, criticou as movimentações de setores da direita após a derrota de Flávio Bolsonaro (PL) na eleição presidencial. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele defendeu que Jair Bolsonaro continue sendo a principal referência política do grupo.

Na gravação, Gilson comentou a saída de Flávio Bolsonaro do Brasil, com destino aos Estados Unidos, e questionou a postura de pessoas que, segundo ele, estariam tentando assumir o protagonismo no campo conservador.

“Direita sem Bolsonaro é oportunismo”, afirmou o deputado federal eleito. Em seguida, reforçou sua posição: “Não existe direita sem Jair Messias Bolsonaro”.

Na legenda da publicação, Gilson também escreveu: “Direita sem Bolsonaro não é direita. Direita sem Bolsonaro é oportunismo”.

O ex-ministro utilizou ainda uma comparação para criticar as movimentações políticas. “Não deixaram nem o defunto esfriar e já querem a viúva. O detalhe é que todos ainda estão vivos”, publicou.

Embora tenha afirmado que seus seguidores saberiam a quem ele estava se referindo, Gilson não mencionou nomes de possíveis alvos das críticas.

Eleito deputado federal pelo Podemos nas eleições de outubro, Gilson Machado recebeu 156.754 votos em Pernambuco. Sua posse está prevista para fevereiro de 2027.

A manifestação ocorre em meio às discussões sobre a reorganização da direita após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com as declarações de Gilson Machado Neto.

Vídeo: Reprodução/Instagram

Gestor afirma que votou em Lula, mas disse que posições individuais da família merecem ser respeitadas O prefeito de Tuparetama, Diógenes Patriota, defendeu em nota que a democracia tem como um de seus principais fundamentos o respeito à liberdade de pensamento, de expressão e de escolha política de cada cidadão, independentemente de suas convicções partidárias. […]

Gestor afirma que votou em Lula, mas disse que posições individuais da família merecem ser respeitadas

O prefeito de Tuparetama, Diógenes Patriota, defendeu em nota que a democracia tem como um de seus principais fundamentos o respeito à liberdade de pensamento, de expressão e de escolha política de cada cidadão, independentemente de suas convicções partidárias.

Sem comentar a fala da esposa Roseane Gomes, que afirmou que o processo foi fraudado, o gestor reafirmou a importância de compreender que as diferenças de opinião fazem parte do processo democrático e devem ser respeitadas, inclusive no ambiente familiar.

Voto em Lula

Diógenes afirmou que no segundo turno das eleições presidenciais optou pelo voto em Luiz Inácio Lula da Silva, mas “entende que sua escolha pessoal não impede o respeito às posições de outras pessoas, sejam familiares, amigos ou cidadãos que tenham votado em candidatos diferentes”.

Para o prefeito, “a democracia não pode ser defendida apenas quando as opiniões são semelhantes. É justamente na convivência com pensamentos diferentes que se demonstra o verdadeiro compromisso com os valores democráticos”.

O gestor também considera fundamental separar as convicções individuais de cada integrante de uma família. “O direito à livre escolha política é uma garantia de todos os brasileiros”.


À frente da Prefeitura de Tuparetama, Diógenes reafirmou que seu compromisso “é com toda a população, independentemente de preferências eleitorais, ideológicas ou partidárias”.

Imagens: Reprodução/ Redes sociais

Ação popular pede suspensão do salário e de verbas do senador Flávio Bolsonaro

Uma ação popular apresentada à Justiça Federal do Rio de Janeiro pede a suspensão do salário e de outras verbas públicas destinadas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O pedido foi apresentado após o parlamentar deixar o Brasil e viajar para os Estados Unidos, depois da derrota na eleição presidencial. O processo foi distribuído à 6ª […]

Uma ação popular apresentada à Justiça Federal do Rio de Janeiro pede a suspensão do salário e de outras verbas públicas destinadas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O pedido foi apresentado após o parlamentar deixar o Brasil e viajar para os Estados Unidos, depois da derrota na eleição presidencial.

O processo foi distribuído à 6ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Os autores da ação, os advogados Leonardo Nicolau Passos Marinho e Rodrigo da Silva Roma, argumentam que a permanência do senador no exterior compromete o exercício do mandato e pode provocar prejuízos aos cofres públicos.

A solicitação inclui a interrupção do pagamento do salário parlamentar, da verba de gabinete, do auxílio-moradia e da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar dos Senadores (CEAPS), utilizada para custear despesas relacionadas ao mandato.

Segundo os advogados, a manutenção desses pagamentos, sem o efetivo desempenho das funções legislativas, poderia contrariar o princípio da moralidade administrativa e representar desvio de finalidade na utilização de recursos públicos.

A ação também menciona a declaração de Flávio de que pretende liderar a oposição ao governo Lula a partir dos Estados Unidos. Para os autores, essa manifestação, associada à ausência do senador nas atividades parlamentares, levanta questionamentos sobre a continuidade do exercício de suas funções.

Os advogados solicitam uma decisão liminar para suspender os pagamentos. Também pedem que o Senado preste informações sobre a situação funcional do parlamentar e que seja avaliada a eventual devolução de recursos, caso a Justiça reconheça irregularidades.

Flávio deixou o Brasil após o segundo turno das eleições presidenciais e uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que entregasse seus passaportes à Polícia Federal.

O senador afirmou anteriormente que a decisão de viajar foi tomada em conjunto com a esposa e que pretende continuar atuando politicamente a partir do exterior.

A apresentação da ação popular não significa que os pagamentos tenham sido suspensos. O pedido depende de análise judicial, e não há decisão informada determinando a interrupção dos vencimentos.

A Agência Brasil informou que procurou a assessoria de Flávio Bolsonaro para obter um posicionamento e manteve espaço aberto para manifestação.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução

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Governo Lula já procurou PSD e relação pode se aprofundar, afirma Kassab

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já procurou o partido para discutir uma possível aproximação no quarto mandato do presidente. Segundo o dirigente, a relação poderá se aprofundar caso o Planalto adote medidas econômicas e amplie o diálogo com o centro político. Em […]

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já procurou o partido para discutir uma possível aproximação no quarto mandato do presidente. Segundo o dirigente, a relação poderá se aprofundar caso o Planalto adote medidas econômicas e amplie o diálogo com o centro político.

Em entrevista ao jornal O Globo, Kassab explicou que a posição do PSD dependerá das diretrizes adotadas pelo próximo governo, especialmente na condução da economia. Ele defendeu o equilíbrio fiscal e afirmou que Lula precisará ampliar sua base de apoio político.

“Se medidas econômicas forem adotadas, estaremos mais próximos”, declarou o dirigente, ao admitir a possibilidade de uma relação mais próxima entre o PSD e o governo federal.

Durante o terceiro mandato de Lula, o PSD ocupou três ministérios, mas não integrou formalmente a base governista. Kassab lembrou que, em 2023, o partido decidiu permitir que seus filiados aceitassem convites para participar da administração federal, sem estabelecer um compromisso coletivo de apoio.

Na avaliação do presidente do PSD, Lula precisará conciliar os compromissos sociais assumidos durante a campanha com medidas capazes de transmitir segurança à economia. Ele citou os ex-ministros Antonio Palocci e Henrique Meirelles como referências de uma política econômica voltada à estabilidade e ao equilíbrio das contas públicas.

Questionado sobre a possibilidade de assumir um ministério no quarto mandato, Kassab afirmou que não trabalha com essa perspectiva, mas também não descartou um eventual convite.

“Não está no meu horizonte, já fui de duas pastas. Mas é claro que é muito honroso ser e não descarto voltar mais uma vez”, respondeu.

O dirigente também comentou o resultado das eleições presidenciais. Para Kassab, a derrota de Flávio Bolsonaro (PL) foi influenciada por erros da própria campanha, enquanto o PT conseguiu explorar as fragilidades do adversário.

Segundo ele, a escolha de Flávio como candidato da direita dividiu a disputa pelo eleitorado de centro. Kassab avaliou ainda que as declarações do senador sobre possíveis mudanças na Constituição e sua atuação nos debates contribuíram para a rejeição à candidatura.

O presidente do PSD também afirmou que a polarização política permanece no país. Na avaliação dele, Ronaldo Caiado, candidato do partido à Presidência, não conseguiu atrair uma parcela significativa dos eleitores que rejeitavam tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro.

Kassab defendeu ainda maior atenção dos partidos ao combate à corrupção, afirmando que o tema continua mobilizando o eleitorado brasileiro.

Apesar da aproximação relatada pelo dirigente, não há anúncio de acordo formal entre o PSD e o governo Lula nem definição sobre uma eventual participação da legenda na composição ministerial do próximo mandato.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução

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  Em São José do Egito, o comunicador Marcelo Patriota conversou com o prefeito Fredson Brito, que destacou a ampliação das obras de asfaltamento no município. A Rua Pedro Paes de Lyra e a Travessa Professor Noronha, ambas no Centro, foram incluídas no cronograma de pavimentação anunciado pela prefeitura. Com a inclusão das duas vias, […]

 

Em São José do Egito, o comunicador Marcelo Patriota conversou com o prefeito Fredson Brito, que destacou a ampliação das obras de asfaltamento no município. A Rua Pedro Paes de Lyra e a Travessa Professor Noronha, ambas no Centro, foram incluídas no cronograma de pavimentação anunciado pela prefeitura.

Com a inclusão das duas vias, o projeto passa a contemplar cinco ruas. No bairro Planalto, os serviços já foram concluídos na Avenida Adalberto Veras e na Rua Conselheiro Rosa e Silva, que dá acesso ao novo complexo esportivo.

No Centro, as equipes trabalham atualmente na Rua Raimundo Eufrásio, no trecho entre o antigo Posto Esso e a Caixa Econômica Federal. As próximas intervenções estão previstas para a Rua Pedro Paes de Lyra e a Travessa Professor Noronha.

Segundo a administração municipal, as obras são executadas com recursos de um convênio federal firmado com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). O investimento informado é de R$ 1,5 milhão, destinado à pavimentação de 13.500 metros quadrados de vias urbanas.

Durante a entrevista, Fredson destacou a importância das intervenções para a mobilidade urbana e mencionou serviços de asfaltamento realizados anteriormente nos bairros Ipiranga e Borja. O prefeito também agradeceu ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à governadora Raquel Lyra pelas parcerias institucionais com o município.

Outro assunto abordado na conversa foi a agenda administrativa prevista para novembro. Fredson informou que estará em Brasília entre os dias 9 e 13, quando pretende visitar ministérios, o Senado e o Congresso Nacional para apresentar demandas e buscar novos recursos.

O prefeito afirmou que pretende procurar deputados e senadores que receberam votos em São José do Egito para discutir a destinação de investimentos ao município em 2027.

Ao comentar o período posterior às eleições, Fredson defendeu a continuidade do diálogo político. “Vamos desarmar o palanque, vamos trabalhar todo mundo de mãos juntas por São José do Egito”, declarou.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo da entrevista de Marcelo Patriota com o prefeito Fredson Brito sobre as obras de asfaltamento e os próximos compromissos da gestão.

Frame: Reprodução

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A primeira dama de Tuparetama, Roseane Gomes, esposa do prefeito Diógenes Patriota, se manifestou nas redes sociais atacando o sistema eleitoral brasileiro e gerando reações da oposição tuparetamense, que tem compartilhado as declarações. “Ataca o sistema que elegeu o marido dela” Segundo eles, apesar de TSE, partidos como o próprio PL e a comunidade internacional […]

A primeira dama de Tuparetama, Roseane Gomes, esposa do prefeito Diógenes Patriota, se manifestou nas redes sociais atacando o sistema eleitoral brasileiro e gerando reações da oposição tuparetamense, que tem compartilhado as declarações. “Ataca o sistema que elegeu o marido dela”

Segundo eles, apesar de TSE, partidos como o próprio PL e a comunidade internacional terem reconhecido o resultado oficial, ela atacou o sistema eleitoral com fake news.

“O resultado dessa eleição tá mais do que claro que foi alterado e a anterior também. Essa esquerda vem atropelando a nossa Constituição e de narrativa em narrativa enfeitiçando tantas mentes fracas”, disse no primeiro comentário.

Depois disse haver perseguição a Flávio. “Tanta perseguição com essa família. O diabo quer destruir nosso país e para isso tem de manipular quem serve a ele. Mas Deus jamais perde o controleiỊạỊi

Na última sessão da Câmara de Tuparetama terça, Valmir Tunu e Tanta criticaram Diógenes e Sávio Torres por não terem defendido Lula e assumido o bolsonarismo. Vandinha da Saúde fez a defesa. “Mas em Tuparetama os dois deixavam espaços para o voto pra presidente, sem pedir votos pro petista”, diz um dos opositores.

No segundo turno, Lula (PT) foi o candidato a presidente mais votado em Tuparetama (PE) no 2° turno, com 5.587 votos. Flávio Bolsonaro (PL) teve 971 votos.

Prefeitura de Arcoverde divulga calendário de matrículas para o ano letivo de 2027

A Prefeitura de Arcoverde, por meio da Secretaria Municipal de Educação, divulgou o calendário de matrículas para o ano letivo de 2027. O cronograma começa na próxima terça-feira (3) e estabelece cinco etapas para renovação, transferência e ingresso de novos alunos na rede municipal. A primeira fase será destinada aos estudantes que já frequentam as […]

A Prefeitura de Arcoverde, por meio da Secretaria Municipal de Educação, divulgou o calendário de matrículas para o ano letivo de 2027. O cronograma começa na próxima terça-feira (3) e estabelece cinco etapas para renovação, transferência e ingresso de novos alunos na rede municipal.

A primeira fase será destinada aos estudantes que já frequentam as escolas municipais e pretendem permanecer na mesma unidade. A renovação das matrículas acontecerá entre os dias 3 e 19 de novembro de 2026.

Na sequência, de 23 de novembro a 4 de dezembro, será realizado o período de confirmação da migração de estudantes entre escolas da própria rede. Essa etapa contempla alunos que precisam mudar de unidade, seja por alteração de endereço ou pela continuidade dos estudos em uma etapa de ensino não oferecida pela escola atual.

Para os estudantes que ainda não fazem parte da rede municipal, o cadastro de reserva estará aberto entre 7 e 18 de dezembro. A efetivação das matrículas desses novos alunos ocorrerá de 28 de dezembro de 2026 a 8 de janeiro de 2027.

A última etapa será dedicada à organização e atualização de documentos, entre 11 e 22 de janeiro de 2027.

Confira o calendário completo:

Renovação de matrícula: 3 a 19 de novembro de 2026.

Migração de estudantes da rede: 23 de novembro a 4 de dezembro de 2026.

Cadastro de reserva para novos alunos: 7 a 18 de dezembro de 2026.

Efetivação das matrículas do cadastro de reserva: 28 de dezembro de 2026 a 8 de janeiro de 2027.

Organização e atualização de documentos: 11 a 22 de janeiro de 2027.

Documentação necessária

A Secretaria de Educação também divulgou a relação de documentos solicitados para confirmação e efetivação das matrículas:

• Cópia da certidão de nascimento;
• Cópia do cartão de vacinação;
• Cópia do cartão de vacinação específico de gripe e Covid-19;
• Folha resumo do Bolsa Família, quando aplicável;
• Cópia do comprovante de residência;
• Uma foto 3×4;
• Informação sobre tipo sanguíneo e fator RH;
• Telefone para contato;
• Histórico escolar;
• Cópia do RG e CPF do estudante, caso possua;
• Cópia do RG e CPF do responsável.

Segundo a prefeitura, pais e responsáveis devem observar o período correspondente à situação de cada estudante e providenciar a documentação solicitada para os procedimentos de matrícula.

Imagem: Divulgação

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Empresas que adotaram escala 5×2 registram redução de faltas de funcionários

Empresas brasileiras começaram a se preparar para o fim da escala de trabalho 6×1, que terá sua primeira etapa de implementação em dezembro. Experiências de empregadores que anteciparam a mudança indicam redução nas faltas dos funcionários, enquanto setores do comércio demonstram preocupação com o prazo de adaptação. Uma reportagem da CBN divulgada neste sábado (31) […]

Empresas brasileiras começaram a se preparar para o fim da escala de trabalho 6×1, que terá sua primeira etapa de implementação em dezembro. Experiências de empregadores que anteciparam a mudança indicam redução nas faltas dos funcionários, enquanto setores do comércio demonstram preocupação com o prazo de adaptação.

Uma reportagem da CBN divulgada neste sábado (31) apresenta o caso de uma empresa de logística em Cajamar, na Grande São Paulo, que testou a jornada de cinco dias de trabalho e dois de descanso em alguns turnos. Segundo a empresa, o índice de faltas caiu de 12% para 8% após a adoção do novo modelo.

A experiência ocorre em meio à preparação do mercado de trabalho para as regras aprovadas pelo Congresso Nacional. A mudança substitui a escala 6×1 pela garantia de dois dias de repouso semanal remunerado, sem redução salarial.

A primeira etapa está prevista para 16 de dezembro de 2026, quando a jornada máxima será reduzida de 44 para 42 horas semanais. Em dezembro de 2027, o limite cairá para 40 horas, concluindo o período de transição.

Apesar dos resultados relatados por empresas que já adotaram o novo formato, a implementação traz desafios para atividades que precisam funcionar diariamente. Setores de logística, comércio e serviços terão de reorganizar turnos e avaliar a necessidade de novas contratações.

Na área de transportes, a reportagem da CBN destaca a dificuldade de encontrar motoristas para preencher novas escalas. A reorganização das equipes ocorre em um setor que já enfrenta problemas de disponibilidade de profissionais.

O calendário também preocupa representantes do comércio. A primeira fase da mudança coincide com a reta final das compras de Natal, período de maior movimento em diversos estabelecimentos. Por isso, segmentos empresariais defendem que a implementação seja transferida para janeiro.

Outro ponto de atenção é a regulamentação das exceções para atividades que exigem funcionamento contínuo. A definição dessas regras será importante para orientar empresas e trabalhadores sobre a organização dos horários e os regimes diferenciados de trabalho.

Fonte: CBN
Foto: Reprodução

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Segundo levantamento do Instituto Múltipla realizado em 28 de outubro de 2026, a administração do prefeito Kelvin Cavalcanti, em Venturosa, registra 95% de aprovação. De acordo com os dados divulgados, 2% dos entrevistados desaprovam a gestão municipal. A pesquisa também avaliou a percepção dos moradores sobre os rumos da cidade. Nesse indicador, 96% dos participantes […]

Segundo levantamento do Instituto Múltipla realizado em 28 de outubro de 2026, a administração do prefeito Kelvin Cavalcanti, em Venturosa, registra 95% de aprovação. De acordo com os dados divulgados, 2% dos entrevistados desaprovam a gestão municipal.

A pesquisa também avaliou a percepção dos moradores sobre os rumos da cidade. Nesse indicador, 96% dos participantes responderam que consideram Venturosa no caminho certo.

O levantamento ouviu 300 pessoas e apresenta margem de erro de 5,7 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Os resultados foram divulgados pela administração municipal. Segundo as informações apresentadas, o Instituto Múltipla já realizou cinco levantamentos de avaliação da gestão no município.

Os percentuais de aprovação e desaprovação correspondem à avaliação da administração municipal pelos entrevistados. Já o índice de 96% representa a percepção sobre os rumos de Venturosa, não devendo ser confundido com a aprovação do prefeito.

Foto: Reprodução

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A Prefeitura de São José do Egito recebeu uma retroescavadeira adquirida com recursos de emenda parlamentar do senador Fernando Dueire. Segundo a administração municipal, o equipamento será destinado a serviços de infraestrutura nas zonas urbana e rural. De acordo com a prefeitura, a máquina deverá ser utilizada em atividades como manutenção de vias públicas, abertura […]

A Prefeitura de São José do Egito recebeu uma retroescavadeira adquirida com recursos de emenda parlamentar do senador Fernando Dueire. Segundo a administração municipal, o equipamento será destinado a serviços de infraestrutura nas zonas urbana e rural.

De acordo com a prefeitura, a máquina deverá ser utilizada em atividades como manutenção de vias públicas, abertura e limpeza de valas, terraplenagem, apoio a obras de pavimentação e conservação de estradas vicinais.

O prefeito Fredson Brito anunciou a chegada do equipamento e agradeceu ao senador pela destinação dos recursos.

“Mais um presente para o nosso município, uma retroescavadeira; quero agradecer ao nosso senador Fernando Dueire”, afirmou o prefeito. Ele completou: “São José do Egito precisa cada vez mais avançar e estamos com pressa pra crescer”.

A retroescavadeira deverá integrar a estrutura utilizada pelo município na execução de serviços de manutenção e obras públicas. A utilização do equipamento deverá atender tanto à sede de São José do Egito quanto às comunidades rurais.

Foto: Divulgação

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A Prefeitura de Solidão, no Sertão de Pernambuco, anunciou o pagamento dos salários dos servidores efetivos e comissionados para este sábado (31). Já os profissionais contratados deverão receber até o dia 7 de novembro, conforme o calendário divulgado pela administração municipal. De acordo com a gestão, os vencimentos dos servidores efetivos e ocupantes de cargos […]

A Prefeitura de Solidão, no Sertão de Pernambuco, anunciou o pagamento dos salários dos servidores efetivos e comissionados para este sábado (31). Já os profissionais contratados deverão receber até o dia 7 de novembro, conforme o calendário divulgado pela administração municipal.

De acordo com a gestão, os vencimentos dos servidores efetivos e ocupantes de cargos comissionados serão disponibilizados neste sábado. Para os contratados, o cronograma estabelece prazo até o primeiro sábado de novembro.

O calendário divulgado pela prefeitura contempla profissionais de diferentes setores da administração municipal, com datas específicas de pagamento conforme o vínculo funcional.

Foto: Divulgação

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O jovem João Caio Pereira Rodrigues Melo, de 26 anos, filho do ex-prefeito de Triunfo João Batista, morreu na madrugada deste sábado (31), após um acidente de trânsito nas proximidades do distrito de Jatiúca, em Santa Cruz da Baixa Verde, no Sertão de Pernambuco. De acordo com informações da Polícia Militar, o acidente envolveu uma […]

O jovem João Caio Pereira Rodrigues Melo, de 26 anos, filho do ex-prefeito de Triunfo João Batista, morreu na madrugada deste sábado (31), após um acidente de trânsito nas proximidades do distrito de Jatiúca, em Santa Cruz da Baixa Verde, no Sertão de Pernambuco.

De acordo com informações da Polícia Militar, o acidente envolveu uma motocicleta e um Volkswagen Polo branco, com placa da Bahia. Os relatos preliminares apontam que os veículos teriam colidido frontalmente.

Ainda segundo a polícia, testemunhas relataram que o motorista do automóvel teria deixado o local sem prestar socorro à vítima. João Caio não resistiu aos ferimentos e morreu ainda na rodovia.

Conforme informações divulgadas por outro veículo de comunicação, o caso foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Santa Cruz da Baixa Verde, que teria instaurado um inquérito para apurar as circunstâncias do acidente e identificar o condutor do carro.

A Prefeitura de Triunfo divulgou uma nota de pesar pela morte do jovem. Na publicação, a administração municipal confirmou que João Caio era filho do ex-prefeito João Batista Rodrigues e da ex-secretária municipal de Saúde Tarciane Pereira Melo.

Na nota, a Prefeitura manifestou solidariedade aos familiares e amigos, desejando força e conforto diante da perda.

O Blog do Nill Júnior também manifesta solidariedade a João Batista, Tarciane Pereira Melo e a todos os familiares e amigos de João Caio neste momento de dor.

Fonte: Blog Júnior Campos
Foto: Reprodução/Divulgação

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Moraes determina que minuta do golpe seja mantida como prova da trama golpista

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a chamada minuta do golpe permaneça sob custódia da Polícia Federal (PF). A decisão, proferida nessa sexta-feira (30), considera o documento uma prova relevante no processo sobre a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. O material foi encontrado na […]

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a chamada minuta do golpe permaneça sob custódia da Polícia Federal (PF). A decisão, proferida nessa sexta-feira (30), considera o documento uma prova relevante no processo sobre a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

O material foi encontrado na residência do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, durante uma operação realizada em janeiro de 2023. O documento previa a decretação de estado de defesa na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), medida que poderia ser utilizada para interferir no resultado da eleição presidencial vencida por Luiz Inácio Lula da Silva.

Ao analisar o destino dos objetos apreendidos durante as investigações, Moraes rejeitou a devolução da minuta e estabeleceu que materiais relevantes para o processo penal devem continuar preservados.

Na decisão, o ministro afirmou que o documento “constituiu elemento de prova relevante para a persecução penal”, justificando sua permanência nas dependências da Polícia Federal.

A defesa de Anderson Torres sustenta que a minuta não foi utilizada para planejar um golpe de Estado. O ex-ministro afirmou anteriormente que o documento chegou ao seu gabinete sem solicitação e foi levado para casa entre outros papéis destinados ao descarte. Os advogados negam que ele tenha discutido o conteúdo com Jair Bolsonaro ou comandantes militares.

Torres foi condenado pela Primeira Turma do STF a 24 anos de prisão por participação na trama golpista. Sua defesa apresentou um pedido de revisão criminal para tentar anular a condenação.

Além da preservação da minuta, Moraes determinou que passaportes apreendidos durante as investigações continuem retidos, por serem considerados relevantes para os processos.

O ministro também ordenou a destruição de armas, munições e carregadores recolhidos com Anderson Torres e com os ex-coronéis da Polícia Militar do Distrito Federal Fábio Augusto Vieira e Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra.

Entre os armamentos estão pistolas e um revólver, além de mais de 200 munições de diferentes calibres. A Polícia Federal recebeu prazo de 48 horas para encaminhar o material à destruição e comprovar o cumprimento da determinação judicial.

A medida acompanha o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR), que se manifestou favoravelmente à destruição dos armamentos.

Os dois ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal foram condenados a 16 anos de prisão por omissão diante dos ataques às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023.

Com a decisão, os documentos considerados provas continuarão preservados, enquanto os objetos cuja destruição foi autorizada deverão receber a destinação determinada pelo Supremo.

Fonte: CNN Brasil
Foto: Evaristo Sá/AFP

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A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reconhecida por 107 países e 11 organizações internacionais e blocos regionais. Os dados foram divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), enquanto Argentina e Estados Unidos não haviam feito manifestações oficiais de reconhecimento até essa sexta-feira (30). O levantamento consta no Painel de Acompanhamento de […]

A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reconhecida por 107 países e 11 organizações internacionais e blocos regionais. Os dados foram divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), enquanto Argentina e Estados Unidos não haviam feito manifestações oficiais de reconhecimento até essa sexta-feira (30).

O levantamento consta no Painel de Acompanhamento de Manifestações Internacionais sobre os Resultados Eleitorais, ferramenta desenvolvida pelo TSE para registrar declarações de chefes de Estado, comunicados diplomáticos e manifestações de organismos internacionais sobre as eleições brasileiras.

Entre os países que parabenizaram Lula estão Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Coreia do Sul, China, Rússia, Índia, África do Sul e Arábia Saudita. Também houve manifestações de organizações como a ONU, a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a União Europeia.

Na América do Sul, a Argentina foi o único país que não havia se manifestado oficialmente. Segundo o jornal argentino Clarín, o governo do presidente Javier Milei decidiu não divulgar uma mensagem de congratulação pela vitória de Lula.

A decisão foi confirmada pelo porta-voz do governo argentino, Adrián Ravier, que informou que o resultado eleitoral brasileiro havia sido registrado pelas autoridades do país, mas que não seria emitido um comunicado oficial.

Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump também evitou reconhecer publicamente a vitória do brasileiro. Questionado por jornalistas nessa quinta-feira (29), ele afirmou que pretende conversar com Lula, mas voltou a criticar a condução do processo eleitoral.

Trump classificou a eleição brasileira como uma “vergonha” e já havia levantado suspeitas de fraude na apuração, sem apresentar provas. O republicano também evitou responder diretamente quem considerava o vencedor legítimo da disputa presidencial.

É importante destacar que as acusações de fraude nas eleições presidenciais de 2026 não foram acompanhadas de qualquer prova. O resultado foi oficialmente proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que confirmou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva.

A ausência de manifestações oficiais da Argentina e dos Estados Unidos não altera a validade do resultado eleitoral brasileiro, cuja apuração e proclamação são de competência da Justiça Eleitoral.

Segundo o TSE, Lula foi reeleito com 64.256.232 votos, equivalentes a 51,79% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro (PL) recebeu 59.826.041 votos, correspondentes a 48,21%.

O painel do tribunal também registra manifestações de apoio ao processo democrático brasileiro. Entre os organismos internacionais estão a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

O levantamento divulgado pelo TSE considera as manifestações registradas até quinta-feira (29), número que permaneceu como referência nas reportagens publicadas nessa sexta-feira (30).

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Carlos Santiago/NurPhoto/AFP

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Governo busca partidos do Centrão para negociar espaço no quarto mandato de Lula

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou articulações para negociar a participação de partidos do Centrão em seu quarto mandato. Segundo reportagem de O Globo, a intenção é ampliar a base de apoio no Congresso Nacional, condicionando a ocupação de ministérios ao compromisso das legendas com as propostas do Executivo. De […]

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou articulações para negociar a participação de partidos do Centrão em seu quarto mandato. Segundo reportagem de O Globo, a intenção é ampliar a base de apoio no Congresso Nacional, condicionando a ocupação de ministérios ao compromisso das legendas com as propostas do Executivo.

De acordo com a publicação, interlocutores do Palácio do Planalto foram encarregados de procurar dirigentes partidários para discutir a composição do próximo governo. A orientação é exigir uma postura de maior fidelidade nas votações, evitando que partidos com representantes na Esplanada dos Ministérios atuem contra projetos considerados prioritários pela gestão.

A estratégia surge após divergências registradas durante o terceiro mandato de Lula. Partidos que receberam ministérios mantiveram posições independentes em diferentes votações no Congresso e, durante o segundo turno das eleições presidenciais, algumas dessas legendas apoiaram Flávio Bolsonaro (PL), adversário derrotado pelo petista.

Segundo aliados ouvidos pelo jornal, a intenção é estabelecer um compromisso de apoio às propostas governistas como condição para a distribuição de cargos no primeiro escalão. A discussão foi apresentada por dirigentes petistas durante reunião da executiva nacional do partido nessa quinta-feira (29).

Entre as legendas procuradas para as próximas conversas estão PSD, Republicanos, MDB, Podemos e Progressistas. O governo também considera abrir diálogo com PSDB, Avante e União Brasil.

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou ao jornal que as negociações serão conduzidas diretamente com as direções partidárias, e não apenas com grupos internos das legendas.

“Os partidos que queiram estar conosco têm que ter lealdade a esse projeto liderado pelo presidente Lula”, declarou.

Edinho foi escolhido para conduzir as primeiras conversas, previstas para começar após o feriado de Finados, na segunda-feira (2). O próprio presidente Lula também deverá participar das articulações para definir a composição ministerial do próximo mandato.

O governo reconhece, entretanto, a dificuldade de obter apoio integral de partidos que reúnem parlamentares com diferentes posições políticas. A negociação deverá considerar tanto a disposição das direções partidárias quanto o comportamento de suas bancadas no Congresso.

Outro ponto da articulação envolve os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). O Planalto pretende utilizar o diálogo com os dois parlamentares para construir apoio às propostas do próximo governo.

Lideranças petistas também discutem a possibilidade de abrir espaço, em ministérios sediados no próprio Palácio do Planalto, para representantes de partidos aliados. Atualmente, essas pastas são ocupadas por integrantes do PT e do PSOL.

As conversas ainda estão em fase inicial, e não há definição sobre quais legendas ocuparão ministérios ou quantos cargos serão oferecidos. Segundo informações divulgadas pela imprensa, aliados de Lula trabalham com a expectativa de concluir a formação da nova equipe até dezembro.

Fonte: O Globo e Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução

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Papa Leão XIV torna-se primeiro pontífice a votar em eleições nos Estados Unidos

O papa Leão XIV tornou-se o primeiro pontífice a votar em uma eleição nos Estados Unidos. A informação foi confirmada pelo Vaticano nessa sexta-feira (30), após o religioso enviar seu voto pelo correio para as eleições legislativas norte-americanas, marcadas para 3 de novembro. Nascido em Chicago, no estado de Illinois, Leão XIV tem 71 anos […]

O papa Leão XIV tornou-se o primeiro pontífice a votar em uma eleição nos Estados Unidos. A informação foi confirmada pelo Vaticano nessa sexta-feira (30), após o religioso enviar seu voto pelo correio para as eleições legislativas norte-americanas, marcadas para 3 de novembro.

Nascido em Chicago, no estado de Illinois, Leão XIV tem 71 anos e é o primeiro papa de origem norte-americana. Ele participou da votação utilizando seu nome de nascimento, Robert Francis Prevost, conforme informações dos registros eleitorais locais.

Em comunicado, a assessoria de imprensa do Vaticano informou que o pontífice mantém uma prática de participação cívica anterior à sua eleição como líder da Igreja Católica, em maio de 2025. O papa também exerceu o direito ao voto durante o período em que viveu no Peru.

“O Santo Padre expressa sua crença no direito e dever dos cidadãos de participar dos processos democráticos”, declarou o Vaticano.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa norte-americana, Leão XIV solicitou sua cédula eleitoral em 3 de outubro. O voto foi enviado pelo correio para Chicago, mas o Vaticano não revelou quais candidatos receberam o apoio do pontífice.

As eleições de meio de mandato dos Estados Unidos vão renovar toda a Câmara dos Representantes e parte do Senado, além de definir governos estaduais e outros cargos públicos. O pleito ocorre em meio a disputas políticas envolvendo o governo do presidente Donald Trump e o controle do Congresso.

Desde que assumiu o pontificado, Leão XIV tem se manifestado sobre questões internacionais e adotado posições diferentes das defendidas pela administração Trump, especialmente em relação à política migratória e aos conflitos no Oriente Médio.

O presidente norte-americano também fez críticas públicas ao pontífice. Em ocasiões anteriores, Trump o classificou como fraco no combate ao crime e questionou suas posições sobre a guerra envolvendo o Irã.

Leão XIV, por sua vez, defendeu uma reflexão sobre o tratamento dispensado aos migrantes nos Estados Unidos e criticou ameaças de ataques contra populações civis.

Eleito papa em maio de 2025, Leão XIV lidera a Igreja Católica, que reúne aproximadamente 1,4 bilhão de fiéis em todo o mundo. Sua participação na eleição norte-americana ocorre na condição de cidadão dos Estados Unidos, sem manifestação pública de preferência por qualquer candidato.

Fonte: Agência Brasil/Reuters
Foto: Reprodução

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que decidiu deixar o Brasil após conversar com a esposa, Fernanda, e receber um alerta do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. O relato foi apresentado nessa sexta-feira (30), durante uma transmissão ao vivo feita dos Estados Unidos. Segundo Flávio, a decisão foi tomada em conjunto com a mulher e […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que decidiu deixar o Brasil após conversar com a esposa, Fernanda, e receber um alerta do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. O relato foi apresentado nessa sexta-feira (30), durante uma transmissão ao vivo feita dos Estados Unidos.

Segundo Flávio, a decisão foi tomada em conjunto com a mulher e mantida em segredo para evitar que o plano fosse descoberto. Ele pediu aos apoiadores que não responsabilizassem integrantes de sua campanha ou aliados políticos pela saída do país.

O senador contou que começou a considerar a viagem após visitar Jair Bolsonaro, na segunda-feira (26), um dia depois da derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial.

Durante a visita, Flávio foi informado de que agentes da Polícia Federal aguardavam para comunicar uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que o proibia de deixar o território nacional e estabelecia restrições aos seus documentos de viagem.

De acordo com o parlamentar, o ex-presidente pediu aos policiais que se afastassem para uma conversa reservada. Foi nesse momento que Jair Bolsonaro teria demonstrado preocupação com a situação do filho.

“Já sabe onde é que eles querem chegar com isso, né?”, teria perguntado o ex-presidente, conforme o relato de Flávio.

O senador afirmou que voltou para casa e conversou com Fernanda, quando os dois decidiram que ele deixaria o Brasil. Flávio não afirmou que o pai tivesse conhecimento prévio do plano.

A ordem de Moraes foi determinada no âmbito de uma investigação da Polícia Federal que apura suspeitas de lavagem de dinheiro e possíveis vínculos financeiros entre Flávio e o advogado Willer Tomaz. O senador nega irregularidades.

Em nota divulgada na quarta-feira (28), a Polícia Federal informou que os passaportes brasileiros de Flávio foram cancelados e que ele não cumpriu a determinação de entregar eventuais documentos de viagem de outras nacionalidades. A corporação investiga as circunstâncias da saída do parlamentar e esclareceu que as restrições, isoladamente, não autorizam sua prisão.

Na transmissão, Flávio alegou que poderia ser alvo de novas medidas judiciais e utilizado como instrumento de pressão em negociações envolvendo o pai. Sem apresentar elementos que comprovassem essa acusação acusou integrantes do Judiciário de perseguição política,

O senador voltou a questionar a eleição presidencial e levantou suspeitas de fraude, novamente sem apresentar provas.

É importante destacar que as acusações de fraude nas eleições presidenciais de 2026 não foram acompanhadas de qualquer prova. O resultado foi oficialmente proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que confirmou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva.

Flávio também declarou que pretende continuar participando das articulações políticas brasileiras a partir dos Estados Unidos. Disse estar disposto a disputar novamente a Presidência da República, inclusive antes de 2030, e anunciou apoio ao senador Rogério Marinho (PL-RN) para a presidência do Senado.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução/Instagram

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A derrota de Flávio Bolsonaro (PL) para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) provocou reuniões de emergência, divergências entre aliados e preocupação com possíveis consequências judiciais. Os bastidores da noite de domingo (25) foram revelados em reportagem de Malu Gaspar e Rafael Moraes Moura, publicada pelo jornal O Globo. Antes mesmo de a […]

A derrota de Flávio Bolsonaro (PL) para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) provocou reuniões de emergência, divergências entre aliados e preocupação com possíveis consequências judiciais. Os bastidores da noite de domingo (25) foram revelados em reportagem de Malu Gaspar e Rafael Moraes Moura, publicada pelo jornal O Globo.

Antes mesmo de a apuração chegar à metade, Flávio deixou o ambiente onde políticos e convidados acompanhavam a contagem dos votos e se dirigiu a uma sala reservada com a esposa, Fernanda. Integrantes do núcleo da campanha se reuniram com o senador para discutir como reagir ao resultado que se desenhava.

Segundo a reportagem, Flávio demonstrou inconformismo com os números de Santa Catarina e Minas Gerais. A reação mobilizou assessores preocupados com a possibilidade de o candidato fazer acusações contra o sistema eleitoral sem apresentar provas.

Entre os que defenderam cautela estavam o senador Rogério Marinho, integrantes da equipe jurídica e o marqueteiro Duda Lima. O responsável pela comunicação teria alertado para as consequências de questionamentos infundados sobre as urnas, em referência à condenação de Jair Bolsonaro pela trama golpista e à multa aplicada ao PL por litigância de má-fé em 2022.

A posição encontrou resistência do candidato a vice-presidente, Alfredo Gaspar, que, conforme participantes ouvidos pelo jornal, defendeu a anulação da eleição e levantou acusações de irregularidades. A discussão envolveu principalmente a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a prorrogação do horário de votação em determinadas seções eleitorais.

É importante destacar que as acusações de fraude nas eleições presidenciais de 2026 não foram acompanhadas de qualquer prova. O resultado foi oficialmente proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que confirmou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva.

Outro momento relatado pela reportagem foi o temor manifestado por Flávio de ser preso. Em meio às discussões, o senador teria afirmado que o ministro Alexandre de Moraes determinaria sua prisão na semana seguinte.

O receio, segundo a publicação, estava relacionado a investigações da Polícia Federal envolvendo movimentações financeiras ligadas ao advogado Willer Tomaz e ao setor de apostas. A reportagem menciona documentos que levantariam suspeitas sobre uma possível ligação societária não declarada do senador com a Alcazar Holding. O relato sobre o temor de Flávio não significa que tenha sido expedida uma ordem judicial de prisão contra ele.

Uma segunda reunião reuniu outras lideranças políticas. De acordo com O Globo, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, a senadora Tereza Cristina e o deputado Guilherme Derrite defenderam uma reação moderada. Alfredo Gaspar e o deputado Nikolas Ferreira adotaram posições mais críticas à condução da eleição.

Diante das divergências, a equipe de comunicação preparou um pronunciamento que reconheceria a derrota, mas apresentaria críticas à atuação do governo durante a campanha e anunciaria possíveis medidas judiciais por suposto abuso de poder político e econômico.

O roteiro, entretanto, foi abandonado. Flávio decidiu falar de improviso aos jornalistas, anunciou que não reconheceria o resultado e prometeu solicitar a anulação da eleição.

A declaração contrariou a estratégia discutida com integrantes da campanha e expôs as divergências internas sobre como reagir à vitória de Lula.

De acordo com os dados oficiais do TSE, Lula foi reeleito com 64.256.232 votos, equivalentes a 51,79% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro recebeu 59.826.041 votos, correspondentes a 48,21%.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Davi Alcolumbre pauta votação da PEC da Segurança no Senado para terça-feira (3)

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para terça-feira (3) a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. A matéria, considerada prioritária pelo governo Lula, estava fora da pauta desde meados de outubro, após divergências sobre a redução da maioridade penal. A PEC 18/2025 pretende reorganizar o sistema de segurança […]

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para terça-feira (3) a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. A matéria, considerada prioritária pelo governo Lula, estava fora da pauta desde meados de outubro, após divergências sobre a redução da maioridade penal.

A PEC 18/2025 pretende reorganizar o sistema de segurança pública brasileiro, ampliar a integração entre os órgãos de combate ao crime organizado e estabelecer novas competências para a União, os estados e os municípios. A sessão está prevista para começar às 16h.

Entre as medidas previstas estão regras penais mais rigorosas para integrantes e líderes de facções criminosas, milícias e organizações paramilitares, além de restrições à progressão de regime e à concessão de benefícios. O texto também amplia as atribuições da Polícia Federal, permite novas áreas de atuação da Polícia Rodoviária Federal e abre a possibilidade de criação de polícias municipais.

A proposta ainda incorpora o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) à Constituição e estabelece mecanismos de financiamento para o setor.

Um dos principais pontos de divergência entre parlamentares é a tentativa de incluir a redução da maioridade penal na proposta. O senador Rogério Marinho (PL-RN) apresentou uma emenda que prevê a redução de 18 para 16 anos como regra geral e para 14 anos em crimes como homicídios hediondos, tortura, tráfico de drogas e terrorismo.

Já o senador Camilo Santana (PT-CE) apresentou uma alternativa para reduzir a maioridade penal a 16 anos em casos de crimes hediondos. A proposta, porém, não obteve consenso entre os integrantes do PT.

O impasse levou Alcolumbre a retirar a PEC da pauta em 15 de outubro, quando o governo e a oposição ainda negociavam mudanças no texto.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a matéria em 14 de outubro. Na mesma data, os senadores autorizaram um calendário especial para acelerar sua tramitação.

Para ser aprovada, a PEC precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis em cada um dos dois turnos de votação no Senado. Caso sofra alterações de conteúdo, deverá retornar à Câmara dos Deputados.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem defendido a aprovação da proposta e anunciado a intenção de criar um Ministério da Segurança Pública após a conclusão de sua tramitação no Congresso.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

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A informação é da GloboNews: o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, se encontraram nesta sexta-feira (30). Os dois participam de um encontro de chanceleres do G20, que acontece em Atlanta, no estado da Geórgia, nos Estados Unidos. Segundo fontes do Itamaraty ouvidas pela GloboNews, […]

A informação é da GloboNews: o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, se encontraram nesta sexta-feira (30). Os dois participam de um encontro de chanceleres do G20, que acontece em Atlanta, no estado da Geórgia, nos Estados Unidos.

Segundo fontes do Itamaraty ouvidas pela GloboNews, o chanceler brasileiro e o secretário de Estado norte-americano conversaram e acertaram um novo encontro antes da cúpula do G20, marcada para dezembro deste ano.

O encontro aconteceu durante a recepção de boas-vindas à Reunião de Ministros das Relações Exteriores do G20. Data e local do novo encontro ainda serão definidos.

A agenda sinaliza que o governo americano mantém a disposição em não comprar a versão de golpe de Flávio Bolsonaro.

A Prefeitura de Tabira anunciou oficialmente o cancelamento de toda a ornamentação e da programação natalina do evento “Tabira Luz 2026”. A medida drástica foi comunicada por meio de uma nota oficial emitida pelo governo municipal. “A medida faz parte dos ajustes financeiros necessários diante da decisão judicial que determinou a retomada do pagamento de […]

A Prefeitura de Tabira anunciou oficialmente o cancelamento de toda a ornamentação e da programação natalina do evento “Tabira Luz 2026”.

A medida drástica foi comunicada por meio de uma nota oficial emitida pelo governo municipal.

“A medida faz parte dos ajustes financeiros necessários diante da decisão judicial que determinou a retomada do pagamento de mais de R$ 3 milhões em precatórios aos ex-prefeitos Dinca Brandino e José Edson de Moura”, diz.

E acrescenta: “embora seja uma decisão difícil, precisamos priorizar os serviços essenciais e manter o equilíbrio das contas públicas”.

O TJPE atendeu pedido de Dinca e Moura, determinando a retomada imediata do pagamento de precatórios que somam mais de R$ 3 milhões destinados aos ex-prefeitos. Numa entrevista, Dinca disse que a gestão “já devia ter pago isso a ele a muito tempo”, ironizou.

Continuando os compromissos da agenda oficial na Europa, a governadora Raquel Lyra se reuniu, nesta sexta-feira (30), em Paris, na França, com representantes da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), para discutir iniciativas voltadas à modernização e à descarbonização da frota de ônibus da Região Metropolitana do Recife (RMR). Durante o encontro, foram apresentadas ao diretor […]

Continuando os compromissos da agenda oficial na Europa, a governadora Raquel Lyra se reuniu, nesta sexta-feira (30), em Paris, na França, com representantes da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), para discutir iniciativas voltadas à modernização e à descarbonização da frota de ônibus da Região Metropolitana do Recife (RMR).

Durante o encontro, foram apresentadas ao diretor adjunto do Departamento da América Latina da AFD, Alain Humen, possibilidades de financiamento para viabilizar ações nessa área, considerada estratégica para o avanço da mobilidade urbana sustentável e da transição energética em Pernambuco. Também foram discutidos avanços para o abastecimento de água na RMR e todo o Estado.

“Estamos na Agência Francesa de Desenvolvimento discutindo mobilidade e água pra Região Metropolitana do Recife e para Pernambuco. Quero agradecer muito pela recepção para tratar de temas tão relevantes, que irão assegurar maior desenvolvimento para nossa região. Vamos ter encontro em Recife também para continuar avançando e garantir um Pernambuco cada vez mais forte”, destacou a governadora Raquel Lyra.

Para avançar nesse setor, o Governo de Pernambuco solicitou, junto à AFD, uma proposta de financiamento para desenvolver as ações. A cooperação prevê investimentos voltados à modernização e à descarbonização da frota de ônibus da RMR, adaptação de infraestrutura, aquisição de equipamentos e suprimentos, além da contratação de serviços técnicos, consultorias e estudos especializados.

Também foi discutido no encontro o E-MOTION, programa regional de financiamento da mobilidade elétrica, que busca acelerar a expansão dos ônibus elétricos e viabilizar a transição para esse modelo de transporte na América Latina. A iniciativa prevê uma nova linha de preparação e financiamento de políticas públicas e projetos de eletromobilidade e conta com a participação de sete países: Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, México, Peru e República Dominicana.

O Governo do Estado já estabeleceu tornar mais eficiente toda a frota até 2030, como parte do compromisso de melhorar a qualidade do transporte público e promover a sustentabilidade. Entre as iniciativas já realizadas pela governadora Raquel Lyra, estão a aquisição de 100 novos ônibus elétricos climatizados e de 50 carregadores, por meio de parceria com o Governo Federal. Atualmente, Pernambuco conta com uma frota de aproximadamente 2.500 ônibus, que atende diariamente cerca de 1,4 milhão de passageiros.

A agenda contou com a participação do secretário-chefe de Gabinete da Governadora, Eduardo Vieira; do secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça; do secretário de Mobilidade e Infraestrutura, André Teixeira Filho; do secretário de Comunicação, Rodolfo Costa Pinto; do secretário da Assessoria Especial à Governadora e Relações Internacionais, João Salles; da gerente-geral de Relações Internacionais, Marina Silva; e do diretor adjunto da Divisão de Mobilidade e Infraestrutura Digital da AFD, Stephane Carcas.

O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) convocou a encarregada de Negócios da Embaixada da Argentina no Brasil, María Emilia Cortés, a prestar esclarecimentos sobre o contexto da fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos nesta semana. O governo da Argentina confirmou que o senador embarcou com a família em um avião particular […]

O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) convocou a encarregada de Negócios da Embaixada da Argentina no Brasil, María Emilia Cortés, a prestar esclarecimentos sobre o contexto da fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos nesta semana.

O governo da Argentina confirmou que o senador embarcou com a família em um avião particular que partiu da Argentina na noite de terça-feira (27).

María Emilia Cortés foi recebida na tarde desta quinta-feira (29) pelo chefe do Departamento do Mercosul do Itamaraty, João Marcelo Galvão de Queiroz, em Brasília.

Na conversa, o embaixador pediu a ela informações sobre a fuga do senador e, segundo diplomatas que participaram da reunião, María Emilia ficou de transmitir o que foi debatido ao governo de Javier Milei.

De acordo com diplomatas, o procedimento é praxe em casos desse tipo e não estão previstos desdobramentos no momento. No entanto, novos passos serão definidos à luz dos desdobramentos das apurações.

Internamente, o governo brasileiro decidiu fechar a posição de que o Brasil quer virar a página sobre a fuga do senador e não dar mais importância ao assunto.

Integrantes do governo já decidiram não entrar em discussões públicas com o governo argentino sobre o episódio.

Segundo o blog do colunista do g1 Valdo Cruz, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi aconselhado por interlocutores a não falar mais em Flávio Bolsonaro (PL), focar em seu quarto mandato e deixar claro que o problema do senador é com o Judiciário.