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O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, avaliou o resultado das Eleições 2026 em entrevista a Marcelo Patriota, agradeceu a votação recebida pelos candidatos apoiados por seu grupo e destacou a reeleição de Raquel Lyra. Ele também afirmou que a continuidade do governo estadual reduz o receio de interrupção de obras e parcerias em andamento no […]

O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, avaliou o resultado das Eleições 2026 em entrevista a Marcelo Patriota, agradeceu a votação recebida pelos candidatos apoiados por seu grupo e destacou a reeleição de Raquel Lyra. Ele também afirmou que a continuidade do governo estadual reduz o receio de interrupção de obras e parcerias em andamento no município.

Em conversa com Marcelo Patriota, Gilson Bento afirmou que recebeu o resultado das urnas com sentimento de gratidão e relacionou a votação obtida pelos candidatos apoiados por seu grupo às ações realizadas no município.

O prefeito destacou especialmente o desempenho de Raquel Lyra em Brejinho e afirmou que o município esteve entre os que deram, proporcionalmente, uma das maiores votações à governadora no Sertão. A avaliação foi feita pelo próprio gestor durante a entrevista.

“Isso é reconhecimento pelo trabalho que ela vem fazendo, não só em Brejinho, mas em toda a região”, declarou.

Gilson também mencionou a votação dos deputados apoiados pelo grupo e disse já ter recebido contatos de parlamentares após o resultado das urnas. No Senado, afirmou que o candidato apoiado por ele, Mendonça Filho, não foi eleito, e citou a eleição de Humberto Costa.

Ao falar sobre os próximos meses, o prefeito disse que uma de suas preocupações durante a campanha era a possibilidade de mudança no comando do Governo de Pernambuco e a eventual descontinuidade de ações já iniciadas.

Segundo Gilson, Brejinho mantém projetos em parceria tanto com o governo estadual quanto com o governo federal.

“A gente tem algumas coisas que está fazendo, algumas ações em parceria com o governo federal, com o estadual, e a gente tem esse receio. Pelo menos agora a gente já sabe que as ações que estão feitas através do governo estadual não vão ser interrompidas, vão dar continuidade”, afirmou.

O prefeito disse ainda ter recebido nesta quarta-feira informações sobre o avanço de uma ação que deverá chegar às comunidades de Vila de Fátima e Lagoinha, sem detalhar, durante a entrevista, qual intervenção estava sendo mencionada.

Gilson também falou sobre a estratégia política adotada pelo grupo na eleição proporcional. Segundo ele, Brejinho distribuiu apoio entre diferentes candidatos a deputado estadual e federal com quem mantém relação política.

O gestor citou, entre os nomes apoiados, Ricardo Teobaldo, Fernando Monteiro, Silvinho, Marcelo Gouveia e Iza Arruda. De acordo com Gilson, os candidatos apoiados por seu grupo que conquistaram ou renovaram mandatos poderão contribuir com o município por meio de emendas parlamentares.

“Brejinho saiu hoje com quatro deputados estaduais e seis deputados federais. Já conversei com todos, já dei os parabéns, já me ligaram, a gente já trocou conversa e Brejinho está de braços abertos para receber essas emendas, tanto de nível estadual como de nível federal”, declarou.

Ao final da entrevista, Gilson afirmou que pretende concentrar os próximos dois anos na continuidade das obras e na busca por novos recursos para o município.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, a entrevista do prefeito Gilson Bento a Marcelo Patriota.

Imagem: Frame/Reprodução TV Ello

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O prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, avaliou o resultado do primeiro turno das Eleições 2026, destacou o desempenho dos candidatos apoiados por seu grupo no município e afirmou que trabalhará pela candidatura de Lula no segundo turno. Em conversa com Marcelo Patriota, Luciano afirmou que o resultado manteve uma sequência de eleições em que os […]

O prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, avaliou o resultado do primeiro turno das Eleições 2026, destacou o desempenho dos candidatos apoiados por seu grupo no município e afirmou que trabalhará pela candidatura de Lula no segundo turno.

Em conversa com Marcelo Patriota, Luciano afirmou que o resultado manteve uma sequência de eleições em que os candidatos apoiados pelo seu grupo político obtiveram as maiores votações no município.

“Todas as eleições majoritárias para deputado federal e estadual, todas elas nós fomos majoritários e bem. E essa aqui não foi diferente”, declarou.

O prefeito citou o desempenho de João Campos para o Governo de Pernambuco, de Diogo Moraes para deputado estadual, de Lucas Ramos para deputado federal, além dos candidatos apoiados pelo grupo para o Senado e de Lula na disputa presidencial.

Na eleição para governador, João Campos foi o mais votado em Ingazeira, com 1.921 votos, correspondentes a 59,77% dos votos válidos. Lula também liderou a votação presidencial no município no primeiro turno.

Luciano relacionou o resultado eleitoral ao trabalho desenvolvido por sua gestão e pelo grupo político que representa. Segundo ele, a aliança da qual faz parte mantém uma sequência de vitórias locais ao longo das últimas duas décadas, período que também inclui a passagem de Lino Morais pela Prefeitura.

Durante a entrevista, o prefeito também falou sobre recursos destinados ao município. Segundo Luciano, Ingazeira recebeu aproximadamente R$ 15 milhões em emendas parlamentares, parte já aplicada e outra parcela destinada a projetos em execução.

Entre as ações citadas está uma escola cuja conclusão, segundo ele, deverá ocorrer em 2027. A nova Unidade Básica de Saúde da sede do município está em fase final e poderá ser inaugurada no fim deste ano ou em janeiro.

Luciano afirmou ainda que a UBS de Santa Rosa já foi entregue e disse aguardar, após o período eleitoral, a liberação de recursos para outra creche na sede de Ingazeira.

Ao comentar a relação com o Governo de Pernambuco, o prefeito afirmou que não teve o que classificou como um apoio “maciço” da governadora Raquel Lyra, mas disse ter contado com recursos destinados por parlamentares aliados.

Segundo turno

Com a eleição presidencial ainda em disputa, Luciano afirmou que seu grupo voltará às ruas para trabalhar pela candidatura de Lula.

“Irei trabalhar como a gente trabalhou no primeiro turno também. Nossa equipe, vereadores, secretários, toda a mobilização do município”, afirmou.

O prefeito disse ainda que pretende incentivar a participação de eleitores de Ingazeira que estejam fora do município no dia da votação.

“A gente vai fazer todo o esforço para esse pessoal vir votar e dar vitória ao presidente Lula”, declarou.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, a entrevista de Luciano Torres a Marcelo Patriota.

Imagem: Frame/Vídeo/Reprodução

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Aos 91 anos, Luiza Erundina é a deputada estadual mais velha eleita no país

Aos 91 anos, Luiza Erundina (PSOL) foi eleita deputada estadual por São Paulo e se tornou a parlamentar mais velha a conquistar uma cadeira nas assembleias legislativas do país nas eleições de 2026. Ex-prefeita da capital paulista e deputada federal por sete mandatos, ela recebeu 169.567 votos. Erundina ocupará uma das 94 cadeiras da Assembleia […]

Aos 91 anos, Luiza Erundina (PSOL) foi eleita deputada estadual por São Paulo e se tornou a parlamentar mais velha a conquistar uma cadeira nas assembleias legislativas do país nas eleições de 2026. Ex-prefeita da capital paulista e deputada federal por sete mandatos, ela recebeu 169.567 votos.

Erundina ocupará uma das 94 cadeiras da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) a partir de 2027. Na disputa estadual, terminou na 13ª colocação entre os candidatos eleitos.

A eleição marca uma nova etapa na trajetória política da paraibana, que nasceu em Uiraúna, em 30 de novembro de 1934. Formada em Serviço Social pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), ela também é mestre em Ciências Sociológicas pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

Aos 91 anos, Erundina superará em idade Eduardo Suplicy (PT), de 85 anos, que até então era o parlamentar mais velho da Alesp.

Sua trajetória eleitoral ganhou projeção nacional em 1988, quando foi eleita prefeita de São Paulo pelo PT. Assumiu o cargo em 1989 e permaneceu à frente da prefeitura até 1992, tornando-se a primeira mulher ligada à esquerda a comandar a maior cidade do país.

Depois da passagem pela Prefeitura de São Paulo, Erundina construiu uma longa trajetória na Câmara dos Deputados. Foram sete mandatos como deputada federal.

Ao longo da atuação no Congresso, participou de iniciativas relacionadas à habitação, aos direitos das mulheres e à proteção de crianças e adolescentes. Entre as leis associadas à sua atuação parlamentar estão normas sobre brinquedotecas em unidades hospitalares, assistência às gestantes pelo Sistema Único de Saúde e a instituição do Dia Nacional do Forró.

Na campanha para a Alesp, Erundina apresentou como prioridades temas como transporte público e tarifa zero, direitos das mulheres, crianças e adolescentes, democratização da comunicação, participação popular, direitos humanos e políticas públicas universais.

A eleição de Erundina também chama atenção pela longevidade de sua atuação política. Ela chegará à Assembleia Legislativa paulista depois de décadas de mandatos no Executivo municipal e no Congresso Nacional.

Fonte: Agência Brasil
Foto: José Cruz/Agência Brasil

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Aliados de Flávio Bolsonaro (PL) buscaram minimizar a repercussão da declaração em que o candidato afirmou que pretende “mudar a Constituição” e “redemocratizar” o país. Segundo interlocutores, a fala se referia a propostas como reforma do Judiciário, redução da maioridade penal e fim da reeleição. A declaração foi feita nessa terça-feira (6), durante um ato […]

Aliados de Flávio Bolsonaro (PL) buscaram minimizar a repercussão da declaração em que o candidato afirmou que pretende “mudar a Constituição” e “redemocratizar” o país. Segundo interlocutores, a fala se referia a propostas como reforma do Judiciário, redução da maioridade penal e fim da reeleição.

A declaração foi feita nessa terça-feira (6), durante um ato em Goiânia no qual Flávio recebeu o apoio de Ronaldo Caiado (PSD) para o segundo turno da eleição presidencial. Na ocasião, o candidato não detalhou quais mudanças pretendia promover no texto constitucional.

Flávio citou o crescimento da direita no Congresso e afirmou que a nova composição permitiria alterar a Constituição e fazer com que, segundo ele, as instituições voltassem a respeitá-la.

A manifestação provocou questionamentos sobre o alcance das mudanças defendidas pelo candidato. De acordo com relato da colunista Malu Gaspar, de O Globo, aliados passaram a procurar interlocutores para negar que Flávio estivesse defendendo qualquer medida fora da ordem constitucional.

Segundo esses aliados, o candidato se referia a pontos que já integram suas propostas, entre eles mudanças no funcionamento do Judiciário, a redução da maioridade penal e o fim da possibilidade de reeleição para presidente.

Nesta quarta-feira (7), o próprio Flávio também procurou esclarecer a declaração. Questionado por jornalistas, afirmou que pretendia tratar das mudanças por meio de Propostas de Emenda à Constituição (PECs), instrumento previsto para alterações no texto constitucional.

Além da reforma do Judiciário, da redução da maioridade penal e do fim da reeleição, Flávio citou ajustes na reforma tributária entre os temas aos quais teria se referido. O candidato também afirmou que respeitará a Constituição.

Entre as propostas defendidas por Flávio para o Judiciário estão limitações a decisões monocráticas de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e mudanças nas competências criminais originárias da Corte. Os detalhes dessas alterações ainda não foram apresentados integralmente.

Na área da segurança pública, ele defende a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Uma PEC sobre o assunto já passou pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e aguarda análise do plenário.

Outro ponto defendido pelo candidato é o fim da reeleição para presidente da República. Flávio já apresentou proposta sobre o tema no Senado e afirma que, caso eleito, não pretende disputar um segundo mandato consecutivo.

O PL sairá das eleições com 121 deputados federais e 28 senadores. Apesar de formar as maiores bancadas nas duas Casas, o partido não terá sozinho os votos necessários para alterar a Constituição.

Uma PEC precisa do apoio de pelo menos 308 dos 513 deputados e 49 dos 81 senadores, em dois turnos de votação em cada Casa.

Fonte: O Globo
Foto: Divulgação

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A governadora reeleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), afirmou nesta quarta-feira (7) que foi procurada pelas campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Ao comentar as conversas, voltou a sinalizar que pretende manter no segundo turno a postura de neutralidade adotada em 2022. Raquel falou sobre o assunto durante agenda no bairro de Santo […]

A governadora reeleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), afirmou nesta quarta-feira (7) que foi procurada pelas campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Ao comentar as conversas, voltou a sinalizar que pretende manter no segundo turno a postura de neutralidade adotada em 2022.

Raquel falou sobre o assunto durante agenda no bairro de Santo Amaro, no Recife. Segundo a governadora, os contatos das duas campanhas ocorreram após sua reeleição no primeiro turno.

“É natural que, num momento como esse, sendo governadora reeleita, tenha sido procurada por ambas as campanhas, a quem eu tenho agradecido a solidariedade, porque todo mundo chega parabenizando pela reeleição”, afirmou.

Ao ser questionada sobre sua posição na disputa presidencial, Raquel disse que pretende manter a mesma linha adotada quatro anos atrás.

“E eu tenho dito a eles que me manterei com coerência, que sempre tive desde 2022, de buscar unir o estado de Pernambuco”, declarou.

A governadora argumentou ainda que pretende evitar divisões políticas no estado. “Nesse momento, mais do que nunca, quando tentam separar, tentaram separar o nosso estado, rotular o nosso estado, me rotular. Não é sobre isso, é sobre como a gente chega mais na vida do povo”, disse.

A posição também foi comentada pelo presidente municipal do PT no Recife, Osmar Ricardo, que participou do mesmo evento. Questionado sobre uma eventual adesão de Raquel à campanha de Lula, ele afirmou que a governadora indicou que permanecerá neutra.

“A gente conversou com ela, mas ela já se colocou e vai ficar neutra na questão da Presidência, como ela sempre fez isso”, afirmou.

Osmar, que voltou à presidência municipal do PT após se licenciar para participar da campanha de Raquel, disse que agora trabalhará pela candidatura de Lula no segundo turno.

As declarações ocorrem após integrantes da campanha petista, entre eles Marília Arraes, indicarem que buscariam o apoio da governadora para a etapa final da eleição presidencial.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução/ Instagram

30 milhões de acessos em 30 dias: mais um recorde pra conta

Gente, passando pra celebrar mais uma marca histórica. O blog é rigorosamente orgânico, marcado pela pluraridade de opiniões, mesmo de quem vem para discordar de nossas posições. Outro fator determinante para esse número foi a busca por equilíbrio editorial nessa eleição estadual. Venho dizendo que parte do jornalismo e blogosfera pernambucanos cederam à tentação de […]

Gente, passando pra celebrar mais uma marca histórica. O blog é rigorosamente orgânico, marcado pela pluraridade de opiniões, mesmo de quem vem para discordar de nossas posições.

Outro fator determinante para esse número foi a busca por equilíbrio editorial nessa eleição estadual. Venho dizendo que parte do jornalismo e blogosfera pernambucanos cederam à tentação de escolher lado. A gente, à obrigação de fazer jornalismo, apontando aspectos positivos e inconsistências nos três principais palanques do Estado e deixando a sociedade escolher. Ela é soberana e sabe também fazer o filtro de quem está a serviço do jornalismo.

Fácil? Nunca. Necessário? Sempre.

Fazer rádio pro ouvinte, blog pra quem lê, opinião para quem concorda e para quem diverge. Só assim para um recorde desse tamanho em Pernambuco.

Obrigado!

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Um debate entre os vereadores Luciano Pacheco e Célia Galindo chamou atenção na Câmara de Arcoverde. Célia avisou a Luciano que Mendonça Filho irá coordenar a campanha de Flávio Bolsonaro em Pernambuco. Luciano disse que nem dez Memdoncinhas revertem a vantagem de Lula sobre Flávio no estado. Clique no link abaixo e confira o vídeo. […]

Um debate entre os vereadores Luciano Pacheco e Célia Galindo chamou atenção na Câmara de Arcoverde.

Célia avisou a Luciano que Mendonça Filho irá coordenar a campanha de Flávio Bolsonaro em Pernambuco. Luciano disse que nem dez Memdoncinhas revertem a vantagem de Lula sobre Flávio no estado.

Clique no link abaixo e confira o vídeo.

Como explicar a guinada do país à extrema direita?

No comentário das 12h desta quarta-feira (07/10), o jornalista Nill Júnior analisa os resultados do primeiro turno das eleições de 2026 e questiona como explicar a guinada do país à extrema-direita. Nill Júnior destaca a necessidade de sociólogos e analistas políticos estudarem o perfil do Congresso Nacional, do Senado e das Assembleias Legislativas eleitos. Para […]

No comentário das 12h desta quarta-feira (07/10), o jornalista Nill Júnior analisa os resultados do primeiro turno das eleições de 2026 e questiona como explicar a guinada do país à extrema-direita.

Nill Júnior destaca a necessidade de sociólogos e analistas políticos estudarem o perfil do Congresso Nacional, do Senado e das Assembleias Legislativas eleitos. Para o jornalista, os nomes escolhidos apontam para um tom de retrocesso político e social.

Para o jornalista, se abster no 2° turno não é apenas deixar de votar em uma eleição, mas tomar uma decisão que pode trazer consequências graves para a vida toda.

Acompanhe o comentário completo no vídeo do post e fique por dentro das notícias em www.nilljunior.com

Da redação/Itapuama FM.
Conteúdo: Ítalo Henrique.

 

Danilo Simões agradece votos e reafirma parceria política com Raquel Lyra

O candidato a deputado federal Danilo Simões usou as redes sociais para agradecer os votos recebidos nas eleições de domingo (4). Em vídeo, ele também comentou a reeleição da governadora Raquel Lyra e afirmou que pretende continuar atuando ao lado da gestão estadual em busca de investimentos para Afogados da Ingazeira e o Sertão do […]

O candidato a deputado federal Danilo Simões usou as redes sociais para agradecer os votos recebidos nas eleições de domingo (4). Em vídeo, ele também comentou a reeleição da governadora Raquel Lyra e afirmou que pretende continuar atuando ao lado da gestão estadual em busca de investimentos para Afogados da Ingazeira e o Sertão do Pajeú.

Na gravação publicada após o primeiro turno, Danilo agradeceu aos eleitores, à militância e às lideranças políticas que apoiaram sua candidatura a deputado federal.

“Estou passando aqui para agradecer a cada um de vocês que, no último dia 4 de outubro, de maneira livre e consciente, depositou o seu voto de confiança na nossa candidatura a deputado federal”, afirmou.

Danilo também destacou a reeleição de Raquel Lyra e mencionou especificamente o resultado obtido pela governadora em Afogados da Ingazeira.

“Quero dizer também que estou muito feliz com a reeleição da nossa governadora Raquel Lyra e com a sua expressiva votação em Afogados da Ingazeira especialmente”, declarou.

Na sequência, afirmou que pretende manter a interlocução política com o Governo de Pernambuco. Segundo ele, o objetivo é buscar novos investimentos para o município e para o Sertão do Pajeú nos próximos anos.

“Reafirmo neste momento o meu compromisso de continuar trabalhando ao lado da nossa governadora para trazer ainda mais investimentos para a nossa terra”, disse.

Na legenda que acompanhou o vídeo, Danilo voltou a agradecer aos eleitores e afirmou que seu trabalho político continuará após a eleição.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo publicado por Danilo Simões.

Vídeo: Reprodução/Redes sociais

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Flávio Marques e Socorro Veras negam rumores de rompimento político em Tabira

O prefeito de Tabira, Flávio Marques, e a presidente da Câmara Municipal, Socorro Veras, negaram a existência de um rompimento no grupo político que também reúne o deputado federal Carlos Veras. As manifestações ocorreram após a divulgação de informações sobre supostos desentendimentos durante a campanha eleitoral e em torno da futura eleição da Mesa Diretora […]

O prefeito de Tabira, Flávio Marques, e a presidente da Câmara Municipal, Socorro Veras, negaram a existência de um rompimento no grupo político que também reúne o deputado federal Carlos Veras. As manifestações ocorreram após a divulgação de informações sobre supostos desentendimentos durante a campanha eleitoral e em torno da futura eleição da Mesa Diretora da Câmara.

A possibilidade de um rompimento ganhou repercussão após uma publicação nas redes sociais apontar que fontes de Tabira teriam relatado dificuldades do grupo do prefeito Flávio Marques em pedir votos para Carlos Veras durante a campanha.

As informações divulgadas também relacionavam os supostos desentendimentos à eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Tabira, prevista para dezembro.

Diante da repercussão, Socorro Veras afirmou que não existe racha, afastamento ou desentendimento entre ela, Flávio Marques e Carlos Veras.

“Pelo contrário, seguimos unidos, mantendo o diálogo e trabalhando juntos pelo bem de Tabira”, declarou a presidente da Câmara.

Flávio Marques também rejeitou a possibilidade de rompimento. Em tom de ironia, afirmou que a fonte responsável pelas informações divulgadas “está vendendo pirua” e disse estar “mais unido do que nunca” com o deputado federal Carlos Veras.

Sobre a eleição da próxima Mesa Diretora da Câmara, tanto o prefeito quanto Socorro afirmaram que, até o momento, não houve tratativa ou discussão sobre a composição que será escolhida em dezembro.

Assim, as informações sobre um eventual racha permanecem como alegações divulgadas por terceiros e foram negadas publicamente pelos dois integrantes do grupo citados na publicação.

Fonte: Portal Júnior Alves Radialista
Foto: Reprodução/Instagram

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Os desafios de Paulinho Galindo a frente da Câmara de Arcoverde

Da Itapuama FM No comentário desta quarta-feira (07/10) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior analisa a eleição por unanimidade do vereador Paulinho Galindo para a presidência da Câmara Municipal de Arcoverde no biênio 2027/2028. Segundo a análise de Nill Júnior, o principal desafio do novo presidente será resgatar a credibilidade do legislativo perante […]

Da Itapuama FM

No comentário desta quarta-feira (07/10) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior analisa a eleição por unanimidade do vereador Paulinho Galindo para a presidência da Câmara Municipal de Arcoverde no biênio 2027/2028.

Segundo a análise de Nill Júnior, o principal desafio do novo presidente será resgatar a credibilidade do legislativo perante a opinião pública. Nos últimos tempos, a Casa James Pacheco enfrentou forte desgaste devido a polêmicas, escândalos, pedidos de cassação e boicotes de sessões.

Reconhecido como um perfil moderado e equilibrado, Paulinho assume com uma estrutura bem orçamentada para uma Câmara que possui 10 vereadores, tendo em mãos a oportunidade de conduzir a Casa à altura das exigências da sociedade neste momento histórico para o município.

Nova composição da Alepe amplia espaço de Raquel na disputa pela Mesa Diretora

A nova composição da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) deixou a governadora reeleita Raquel Lyra (PSD) em posição mais favorável para as articulações que definirão a Mesa Diretora e outros postos estratégicos da Casa. Antônio Moraes, Joãozinho Tenório e Débora Almeida, todos reeleitos pelo PSD, aparecem entre os nomes considerados nas negociações. As conversas ainda […]

A nova composição da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) deixou a governadora reeleita Raquel Lyra (PSD) em posição mais favorável para as articulações que definirão a Mesa Diretora e outros postos estratégicos da Casa. Antônio Moraes, Joãozinho Tenório e Débora Almeida, todos reeleitos pelo PSD, aparecem entre os nomes considerados nas negociações.

As conversas ainda estão em fase inicial e não há definição sobre quem disputará a Presidência da Alepe. Além do comando da Casa, as articulações envolvem a presidência da Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ) e a liderança do governo na próxima legislatura.

O PSD elegeu nove deputados estaduais e dividirá com o PSB a condição de maior bancada da Assembleia. Somados, os partidos que integraram a coligação de Raquel — PSD, PP, Podemos, União Brasil e Avante — conquistaram 24 das 49 cadeiras.

Com o Novo, que apoiou a reeleição da governadora, esse grupo chega a 25 parlamentares, maioria absoluta da Casa. A conta, entretanto, não significa que todos os deputados necessariamente acompanharão o governo nas votações ou nas escolhas internas da Alepe.

A base ainda pode ser ampliada. Levantamentos sobre a nova composição apontam que Raquel pode reunir até 30 deputados, dependendo de adesões e do posicionamento de parlamentares eleitos por legendas que estiveram no campo político de João Campos (PSB).

Nesse cenário, a escolha da nova Mesa Diretora deverá ser um dos primeiros testes da relação entre o Executivo e a Assembleia após as eleições.

Entre os nomes mencionados nas articulações estão Antônio Moraes, Joãozinho Tenório e Débora Almeida. Os três são aliados da governadora e foram reeleitos pelo PSD.

Moraes integra o grupo político mais próximo do governo. Joãozinho Tenório exerceu a função de vice-líder governista na atual legislatura, enquanto Débora Almeida também manteve atuação alinhada ao Palácio do Campo das Princesas.

A distribuição dos postos, porém, dependerá de uma negociação mais ampla entre as bancadas. A escolha para a Presidência poderá interferir diretamente na definição de quem ficará com a liderança do governo e com o comando da Comissão de Justiça.

Álvaro Porto também entra na equação

As articulações terão de considerar o atual presidente da Alepe, Álvaro Porto (MDB), que foi reeleito deputado estadual e estará na próxima legislatura.

Porto rompeu politicamente com Raquel durante o atual mandato e se aproximou do grupo que apoiou João Campos na eleição estadual. A relação entre a Presidência da Assembleia e o governo foi marcada por sucessivos embates envolvendo projetos do Executivo, orçamento e operações de crédito.

Um dos principais episódios ocorreu durante a tramitação da Lei Orçamentária Anual de 2026. Governo e Assembleia divergiram sobre a margem para remanejamento de recursos e sobre procedimentos adotados durante a análise do texto, cuja votação foi concluída apenas em abril.

A disputa também envolveu sessões sem quórum, questionamentos sobre vetos da governadora e acusações de ambos os lados sobre a condução do processo legislativo.

As operações de crédito solicitadas pelo Executivo também provocaram divergências. Projetos encaminhados pelo governo passaram pela Procuradoria da Alepe antes da análise das comissões, procedimento criticado por governistas sob o argumento de que poderia atrasar a tramitação. Parlamentares de oposição, por outro lado, questionavam as prioridades e a execução de empréstimos anteriormente autorizados.

Outro capítulo da disputa foi a CPI da Publicidade, criada para investigar contratos de comunicação do governo estadual. A instalação da comissão acabou envolvida em uma disputa sobre lideranças partidárias e sua composição, que chegou à Justiça.

Decisões judiciais modificaram o cenário interno, e a Assembleia posteriormente anulou a reunião de instalação da CPI para que as bancadas realizassem novas indicações.

Nova eleição em 2027

Pelo Regimento Interno da Alepe, a Mesa Diretora exerce mandato de dois anos. A escolha para o primeiro biênio da próxima legislatura ocorrerá após a posse dos deputados estaduais, marcada para 1º de fevereiro de 2027.

A votação é secreta e exige maioria absoluta no primeiro escrutínio.

As regras da Casa também estabelecem que integrantes titulares da Mesa Diretora não podem exercer simultaneamente funções de liderança ou vice-liderança, salvo situações previstas pelo próprio regimento.

Com isso, a definição do futuro presidente deverá desencadear uma sequência de negociações para distribuir outros postos de influência na Assembleia, incluindo a liderança governista e o comando das principais comissões.

Fonte: Blog do Mário Flávio
Foto: Reprodução

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Um relatório detalhado de autoria de Gildazio Moura, um petista histórico na região,  acendeu o sinal de alerta para as lideranças governistas no Sertão do Pajeú. O estudo realizou uma análise comparativa minuciosa entre os primeiros turnos das eleições presidenciais de 2022 e 2026 em 18 municípios da região, revelando que o presidente Lula registrou […]

Um relatório detalhado de autoria de Gildazio Moura, um petista histórico na região,  acendeu o sinal de alerta para as lideranças governistas no Sertão do Pajeú. O estudo realizou uma análise comparativa minuciosa entre os primeiros turnos das eleições presidenciais de 2022 e 2026 em 18 municípios da região, revelando que o presidente Lula registrou uma perda de força relativa e absoluta em territórios historicamente considerados redutos consolidados do petismo.

O Cenário Geral: crescimento do eleitorado x encolhimento de Lula

O dado mais emblemático do relatório mostra que o encolhimento de Lula não se deu por desidratação total de sua base, mas sim pela incapacidade de capturar os novos eleitores.

Votos válidos na região: deram um salto de 198.428 em 2022 para 209.559 em 2026 — um crescimento de 5,61%.

Votação de Lula: no caminho inverso, a votação nominal do presidente caiu de 162.036 para 159.709 votos (menos 2.327 votos absolutos).

Participação de Mercado (Share): A dominância agregada de Lula no Pajeú despencou de 81,66% para 76,21%, uma perda expressiva de 5,45 pontos percentuais.

O relatório introduz o conceito de “déficit ajustado”. Se Lula tivesse mantido a mesma proporção de votos de 2022, aproveitando o crescimento do eleitorado, ele deveria ter alcançado 171.126 votos em 2026. Como obteve 159.709, o “prejuízo” político real foi de 11.417 votos. Em contrapartida, a oposição liderada pelo campo de Jair/Flávio Bolsonaro cresceu na região, saltando de 31.242 para 40.303 votos válidos.

Os extremos do comportamento eleitoral

O estudo deixa claro que o comportamento eleitoral não foi homogêneo e destaca dinâmicas locais bastante específicas:

MunicípioVotos Válidos (Variação)Votos de Lula (Variação)Participação de LulaO que o dado revela
Tabira+5,40%-636 votosCaiu de 82,47% para 74,43% (-8,04 p.p.)Maior queda percentual de Lula entre todos os 18 municípios estudados.
Serra Talhada+6,34%-865 votosCaiu de 76,61% para 70,29% (-6,32 p.p.)O principal colégio eleitoral da região registrou o maior déficit absoluto de votos.
Santa Terezinha+0,02%-344 votosCaiu de 82,18% para 76,50% (-5,68 p.p.)O eleitorado ficou estagnado, provando que houve migração direta de votos para a oposição.
Calumbi+14,40%+401 votosCaiu de 87,64% para 83,55% (-4,09 p.p.)Teve o maior crescimento de eleitores. Lula cresceu em votos absolutos, mas perdeu força proporcional.
Betânia+7,37%+240 votosCaiu de 87,33% para 84,52% (-2,81 p.p.)Registrou a menor perda percentual do presidente, mantendo uma altíssima concentração lulista.

Cidades de peso político acendem Alerta

Em Afogados da Ingazeira, principal centro urbano da região, os votos válidos subiram 7,46%. Lula conseguiu crescer nominalmente apenas 369 votos, mas sua participação despencou de 76,73% para 73,01%. A análise aponta para uma “maior diversificação do comportamento eleitoral” em solo afogadense, impulsionada pelo avanço objetivo da oposição.

Já em São José do Egito, Lula conseguiu segurar o seu núcleo duro de votação absoluta (perdeu apenas 98 votos), mas viu sua participação encolher 6,39 pontos percentuais (indo para 74,61%) porque o crescimento de 7,81% do bolo de eleitores válidos foi absorvido pelas candidaturas adversárias.

Fatores locais e o segundo turno

De acordo com o autor do estudo, os números funcionam como um mapa, mas não explicam sozinhos os motivos individuais da mudança. O relatório levanta hipóteses como o peso de alianças políticas municipais, a força de lideranças locais, dinâmicas socioeconômicas e o crescimento de discursos de segmentos religiosos na região.

“Os números apresentados neste estudo mostram que nenhuma eleição está definitivamente decidida antes que a sociedade volte a se manifestar nas urnas”, conclui Gildazio Moura, apontando o segundo turno como um momento propício para que as forças políticas recalculem a rota, ampliem a escuta da população e entendam os recados vindos do interior de Pernambuco.

Clique aqui e veja o relatório.

Em seu primeiro discurso no Senado após ser reeleito por Pernambuco, Humberto Costa (PT) convocou uma mobilização em favor de Lula (PT) para o segundo turno presidencial. O senador destacou como uma das prioridades da campanha a tentativa de levar às urnas parte dos mais de 33 milhões de eleitores que não votaram no primeiro […]

Em seu primeiro discurso no Senado após ser reeleito por Pernambuco, Humberto Costa (PT) convocou uma mobilização em favor de Lula (PT) para o segundo turno presidencial. O senador destacou como uma das prioridades da campanha a tentativa de levar às urnas parte dos mais de 33 milhões de eleitores que não votaram no primeiro turno.

O pronunciamento foi feito nessa terça-feira (6), dois dias depois de Humberto conquistar um terceiro mandato consecutivo no Senado. O petista recebeu cerca de 2,5 milhões de votos em Pernambuco e agradeceu aos eleitores, prefeitos, prefeitas e lideranças que participaram de sua campanha.

Ao tratar da disputa presidencial, Humberto direcionou a fala para o segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL), marcado para 25 de outubro. Segundo dados divulgados pelo Senado, mais de 33 milhões de brasileiros não compareceram às urnas no primeiro turno, o equivalente a 21,08% do eleitorado.

“Vamos mobilizar a população, mobilizar os mais de 33 milhões de brasileiros que se abstiveram e precisam ir às urnas para impedir o avanço de um projeto de terror”, afirmou. A expressão usada para se referir à candidatura adversária representa a avaliação política do senador.

Humberto também disse estar confiante na campanha das próximas semanas. Ao justificar a avaliação, mencionou as cinco eleições presidenciais vencidas pelo PT desde 2002, considerando os mandatos conquistados por Lula e Dilma Rousseff.

O senador informou ainda que participou, na segunda-feira (5), de uma reunião com Lula para discutir a organização da campanha nesta etapa da disputa.

“Não há nenhuma razão para que a gente perca este segundo turno”, declarou.

Durante o pronunciamento, Humberto também afirmou que pretende defender na campanha o que chamou de projeto de um “Brasil soberano”. Na avaliação do parlamentar, a soberania brasileira estaria ameaçada por interferências de potências externas.

Antes de entrar no cenário nacional, o senador agradeceu a votação recebida em Pernambuco. Com pouco mais de 2,5 milhões de votos, Humberto conquistou uma das duas vagas do Estado no Senado e terá mandato até 2035.

Ele mencionou o apoio de gestores municipais e do senador Fernando Dueire (PSD) e disse que pretende continuar atuando pelos 184 municípios pernambucanos e por Fernando de Noronha.

Foto: Divulgação

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Parlamentares e aliados de Flávio Bolsonaro (PL) começaram a organizar a campanha do candidato em Pernambuco para o segundo turno contra Lula (PT). A articulação prevê uso de comitê eleitoral, divisão de agendas pelo interior e realização de carreatas e outros atos até a votação de 25 de outubro. A deputada federal reeleita Clarissa Tércio […]

Parlamentares e aliados de Flávio Bolsonaro (PL) começaram a organizar a campanha do candidato em Pernambuco para o segundo turno contra Lula (PT). A articulação prevê uso de comitê eleitoral, divisão de agendas pelo interior e realização de carreatas e outros atos até a votação de 25 de outubro.

A deputada federal reeleita Clarissa Tércio (PP) informou que seu comitê eleitoral já está funcionando como uma das bases da mobilização no Estado. Segundo ela, o espaço foi reaberto na segunda-feira (5) e utilizará materiais que restaram da campanha do primeiro turno.

A organização deve reunir deputados eleitos e reeleitos até quinta-feira (8) para definir como os aliados serão distribuídos nas atividades previstas em diferentes municípios pernambucanos.

A intenção é montar uma agenda com carreatas, manifestações e outras ações no interior. De acordo com Clarissa, já existem solicitações de participação de parlamentares em várias cidades, o que levou o grupo a planejar uma divisão das agendas.

O deputado federal Mendonça Filho (PL), responsável pela coordenação da campanha de Flávio Bolsonaro em Pernambuco, também participa da articulação. Ele viajou a Brasília nessa terça-feira (6) e tem reunião prevista nesta quarta-feira (7) com o candidato à Presidência.

O encontro também deve reunir o candidato a vice-presidente, Alfredo Gaspar (PL), o coordenador nacional da campanha, Rogério Marinho (PL), e outros integrantes da equipe. A discussão será voltada aos próximos passos da campanha durante as semanas restantes até o segundo turno.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Mendonça afirmou que pretende participar da mobilização em diferentes regiões, com atenção também ao Nordeste e a Pernambuco.

Aliados do candidato ainda trabalham com a possibilidade de uma nova passagem de Flávio Bolsonaro pelo Estado antes da eleição, mas não há data confirmada. No primeiro turno, Alfredo Gaspar esteve três vezes em Pernambuco representando a chapa.

A campanha do PL tenta ampliar o desempenho obtido no Estado no primeiro turno. Lula recebeu 63,45% dos votos válidos em Pernambuco, enquanto Flávio Bolsonaro teve 31,03%. O candidato do PL venceu a votação presidencial apenas em Santa Cruz do Capibaribe entre os municípios pernambucanos.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no dia 25 de outubro.

Fonte: Jornal do Comércio
Foto: Charles Vieira

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A Organização dos Estados Americanos (OEA) avaliou positivamente a condução do primeiro turno das Eleições 2026 no Brasil, destacando a capacidade técnica da Justiça Eleitoral. Ao mesmo tempo, a missão internacional apontou preocupação com desinformação, polarização e tentativas de gerar desconfiança sobre o sistema eletrônico de votação. A avaliação consta do relatório preliminar divulgado pela […]

A Organização dos Estados Americanos (OEA) avaliou positivamente a condução do primeiro turno das Eleições 2026 no Brasil, destacando a capacidade técnica da Justiça Eleitoral. Ao mesmo tempo, a missão internacional apontou preocupação com desinformação, polarização e tentativas de gerar desconfiança sobre o sistema eletrônico de votação.

A avaliação consta do relatório preliminar divulgado pela missão da OEA que acompanhou o processo eleitoral brasileiro. Ao todo, 91 observadores independentes estiveram no país para acompanhar a votação e os procedimentos adotados pela Justiça Eleitoral.

No documento, a organização classificou a eleição como uma jornada cívica e pacífica e elogiou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e os Tribunais Regionais Eleitorais pela capacidade técnica, logística e organizacional demonstrada durante o pleito.

A missão também destacou a participação de pesquisadores, acadêmicos e especialistas nos testes das urnas, além do aumento do cadastramento biométrico, que chegou a 89% do eleitorado desde as eleições de 2024.

Outro ponto citado foi a ampliação dos serviços eletrônicos oferecidos pela Justiça Eleitoral por meio do Autoatendimento Eleitoral e do aplicativo e-Título.

Apesar da avaliação positiva sobre a organização e a integridade do processo, a OEA registrou preocupação com o ambiente político que marcou a eleição.

Segundo o relatório, o pleito ocorreu em um cenário de “tensão e forte polarização política”, acompanhado de judicialização, confrontos pessoais e “narrativas de desinformação destinadas a gerar desconfiança quanto à integridade do sistema eletrônico de votação”.

Entre os pontos de atenção, a missão também mencionou a ausência de um debate eleitoral entre os candidatos à Presidência e à Vice-Presidência da República durante o primeiro turno. Em contrapartida, reconheceu a realização de diversos debates entre candidatos aos governos estaduais.

A OEA ainda apontou a falta de critérios jurídicos harmonizados na Justiça Eleitoral sobre o uso, na propaganda política, de imagens reais ou produzidas por inteligência artificial de pessoas impedidas de participar da política.

O relatório é preliminar e reúne as primeiras conclusões da missão internacional sobre o processo eleitoral brasileiro.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução/@OEA_oficial/X

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Em entrevista à Triunfo FM, após o resultado eleitoral, Marconi Santana comentou sua não eleição para deputado estadual e afirmou que, na avaliação dele, “quem perdeu foi o povo do Pajeú”, por não ter escolhido um candidato da própria região para representar o território na Assembleia Legislativa. Marconi não escondeu a impressão de que deveria […]

Em entrevista à Triunfo FM, após o resultado eleitoral, Marconi Santana comentou sua não eleição para deputado estadual e afirmou que, na avaliação dele, “quem perdeu foi o povo do Pajeú”, por não ter escolhido um candidato da própria região para representar o território na Assembleia Legislativa.

Marconi não escondeu a impressão de que deveria ser melhor votado. Um dos exemplos foi Flores, sua terra natal, onde teve 59% dos votos válidos, ou 6.840 votos. Esperava mais, assim como em toda a região.

Por exatos 900 votos, Marconi não conseguiu a vaga, já que a diferença para Zé de Irmão Teca foi de 899 votos, com 43.679 contra 42.780.

Segunda, no Debate das Dez do programa Manhã Total da Rádio Pajeú, o blogueiro Júnior Finfa revelou que Marconi esperava ter votação melhor inclusive em Afogados da Ingazeira.

 

Áudio: @triunfofm879

A advogada e professora carnaibana Janielly Nunes foi a candidata mais votada em Pernambuco na eleição para formação da lista sêxtupla do Quinto Constitucional da OAB-PE. Na votação realizada nessa terça-feira (6), ela recebeu 6.829 votos e avançou para a próxima etapa da escolha de uma vaga de desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco […]

A advogada e professora carnaibana Janielly Nunes foi a candidata mais votada em Pernambuco na eleição para formação da lista sêxtupla do Quinto Constitucional da OAB-PE. Na votação realizada nessa terça-feira (6), ela recebeu 6.829 votos e avançou para a próxima etapa da escolha de uma vaga de desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

O resultado colocou Janielly na liderança entre os 19 candidatos que participaram da eleição promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco. Ao todo, 14.836 advogados e advogadas participaram da votação, entre 29.560 profissionais habilitados.

Além de Janielly, a lista sêxtupla ficou formada por Leonardo Oliveira, Diana Câmara, Isabela Lessa, Henrique Seixas e Eliel Gomes.

A composição final não segue apenas a ordem absoluta dos votos. A OAB-PE adota regras de paridade de gênero e cota racial na formação das listas do Quinto Constitucional. Por isso, o resultado considera a votação e os critérios de representatividade previstos pela entidade.

A lista ficou assim:

Janielly Nunes — 6.829 votos

Leonardo Oliveira — 5.460 votos

Diana Câmara — 5.359 votos

Isabela Lessa — 4.759 votos

Henrique Seixas — 4.561 votos

Eliel Gomes — 2.036 votos

Na votação geral, Janielly obteve 11,53% dos votos válidos e terminou com uma vantagem de 1.369 votos sobre Leonardo Oliveira, segundo colocado.

A carnaibana também teve desempenho expressivo em subseções do interior. Em Afogados da Ingazeira, por exemplo, recebeu 123 votos e concentrou 28,15% dos votos válidos atribuídos aos candidatos, terminando na primeira colocação na subseção.

A eleição realizada pela advocacia é apenas a primeira etapa do processo de escolha.

Cada advogado ou advogada apto a participar pôde votar em até seis candidatos. A partir desse resultado, a OAB-PE encaminhará a lista sêxtupla ao Tribunal de Justiça de Pernambuco.

Na segunda etapa, o Pleno do TJPE escolherá três dos seis nomes, formando uma lista tríplice.

Depois, a relação com os três finalistas será encaminhada à governadora Raquel Lyra, responsável por escolher um dos nomes para ocupar a vaga de desembargador destinada à advocacia pelo Quinto Constitucional.

O Quinto Constitucional é o mecanismo previsto na Constituição que reserva parte das vagas dos tribunais a integrantes da advocacia e do Ministério Público que atendam aos requisitos estabelecidos para o cargo.

Com o primeiro lugar na votação estadual, Janielly segue agora entre os seis nomes que poderão chegar ao TJPE.

Foto: Reprodução/Instagram

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Ciro Gomes contesta reeleição de Elmano e diz ter sido “roubado” no Ceará

Ciro Gomes (PSDB) contestou nesta terça-feira (6) a reeleição de Elmano de Freitas (PT) no Ceará, afirmou ter se sentido “roubado” e disse ter concordado com uma reclamação à Justiça Eleitoral. O petista foi reeleito no primeiro turno com 53,19% dos votos válidos. A manifestação foi feita dois dias depois da eleição, por meio de […]

Ciro Gomes (PSDB) contestou nesta terça-feira (6) a reeleição de Elmano de Freitas (PT) no Ceará, afirmou ter se sentido “roubado” e disse ter concordado com uma reclamação à Justiça Eleitoral. O petista foi reeleito no primeiro turno com 53,19% dos votos válidos.

A manifestação foi feita dois dias depois da eleição, por meio de um texto divulgado nas redes sociais. Ciro havia permanecido sem pronunciamento público sobre o resultado desde o encerramento da apuração de domingo (4).

Com 100% das urnas contabilizadas, Elmano recebeu 2.875.573 votos. Ciro obteve 2.498.891, equivalentes a 46,22% dos votos válidos. A diferença foi de 376.682 votos.

No manifesto, o tucano disse não reconhecer a vitória do adversário e fez acusações de corrupção, fraude e interferência judicial no processo eleitoral. As afirmações foram apresentadas por Ciro sem provas de fraude na votação.

“Meu sentimento, pela primeira vez na vida, é de que fomos roubados”, afirmou.

Ciro informou que, após consultar o departamento jurídico de sua campanha, concordou com a apresentação de uma reclamação à Justiça. A manifestação divulgada pelo ex-governador não detalha qual medida será adotada nem informa se alguma ação já foi formalmente protocolada.

Parte das críticas de Ciro é direcionada ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), por uma decisão relacionada à propaganda eleitoral de Elmano nos últimos dias antes da votação.

Toffoli havia determinado o acréscimo de 30 segundos às inserções da coligação do governador. Como o tempo adicional não foi exibido pelas emissoras entre 24 de setembro e 1º de outubro, o ministro determinou que a compensação ocorresse nos dias 2 e 3 de outubro, após o encerramento do período regular do horário eleitoral gratuito.

A campanha de Ciro contestou a medida e apresentou recurso. No manifesto, o tucano atribuiu à decisão influência sobre o resultado da eleição e afirmou que mais de 900 inserções teriam sido exibidas nesse período. A quantidade mencionada por ele faz parte de sua argumentação.

O ex-governador também retomou críticas feitas durante a campanha à administração estadual, citando áreas como segurança pública, educação, saúde, pobreza e situação fiscal do Ceará. As avaliações e os números apresentados no manifesto são de responsabilidade de Ciro.

Procurada pelo UOL após a divulgação do documento, a assessoria de Elmano informou que não comentaria a manifestação.

Elmano foi oficialmente declarado reeleito pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda no primeiro turno e exercerá um novo mandato à frente do Governo do Ceará a partir de 2027.

Fonte: Blog do Mário Flávio
Foto: Reprodução

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu a aprovação da PEC que acaba com a escala 6×1 e cobrou uma posição de Flávio Bolsonaro (PL) sobre o tema. Nesta quarta-feira (7), porém, a proposta ainda cumpre a segunda das cinco sessões obrigatórias de discussão no Senado antes da votação em primeiro turno. Lula […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu a aprovação da PEC que acaba com a escala 6×1 e cobrou uma posição de Flávio Bolsonaro (PL) sobre o tema. Nesta quarta-feira (7), porém, a proposta ainda cumpre a segunda das cinco sessões obrigatórias de discussão no Senado antes da votação em primeiro turno.

Lula abordou o tema nessa terça-feira (6), durante uma transmissão pelas redes sociais, e afirmou esperar que o Senado votasse a proposta “hoje ou amanhã”. O calendário oficial da Casa, no entanto, prevê nesta quarta-feira (7) apenas a segunda sessão de discussão do texto.

A PEC 221/2019 começou a ser debatida no plenário do Senado nessa terça. Pelo rito regimental, são necessárias cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que pretende cumprir todas as etapas e indicou que a primeira votação poderá ocorrer na próxima semana.

Durante sua fala, Lula direcionou críticas a Flávio Bolsonaro e afirmou que o posicionamento da bancada do PL sobre a proposta será um teste político no segundo turno presidencial.

“Meu adversário vai ter que tomar uma decisão, se ele vai mandar a bancada do partido dele votar favorável ao fim da jornada de trabalho 6×1 ou vai aprovar a nova escala, para descansar dois dias em casa”, declarou.

O presidente acrescentou que considera a redução da jornada uma demanda social e defendeu que o tema seja discutido pelos senadores.

“O fim da escala 6×1 é o primeiro teste para que o PL diga o que quer desse País”, afirmou.

A proposta em discussão reduz gradualmente a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial, e estabelece dois dias de repouso semanal remunerado.

Depois das cinco sessões de discussão, a PEC precisará de pelo menos 49 votos favoráveis entre os 81 senadores para ser aprovada em primeiro turno. Caso avance, ainda serão necessárias outras três sessões de debate antes da votação definitiva em segundo turno.

Nesta quarta-feira (7), a matéria está incluída na pauta do Senado para a segunda sessão de discussão. A terceira está prevista para quinta-feira (8).

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert/PR

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A prefeita de Itapetim, Aline Karina (PSB), avaliou o resultado do primeiro turno das Eleições 2026, destacou o desempenho dos candidatos apoiados por seu grupo no município e informou que pretende ir a Brasília após o segundo turno para buscar recursos e destravar projetos nas áreas de infraestrutura e saúde. Em entrevista a Marcelo Patriota, […]

A prefeita de Itapetim, Aline Karina (PSB), avaliou o resultado do primeiro turno das Eleições 2026, destacou o desempenho dos candidatos apoiados por seu grupo no município e informou que pretende ir a Brasília após o segundo turno para buscar recursos e destravar projetos nas áreas de infraestrutura e saúde.

Em entrevista a Marcelo Patriota, Aline disse ter recebido de forma positiva o resultado registrado em Itapetim e relacionou a votação ao trabalho desenvolvido pelo grupo político no município.

Entre os nomes apoiados pela prefeita, Romerinho Jatobá (PSB) foi o deputado estadual mais votado em Itapetim, enquanto Eliane Soares (PSB) liderou para deputado federal. Os dois foram eleitos para a Assembleia Legislativa e a Câmara dos Deputados, respectivamente.

Na disputa pelo Senado, Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) ficaram nas duas primeiras posições no município e também conquistaram as duas vagas de Pernambuco.

João Campos (PSB), apoiado pelo grupo de Aline, venceu a disputa para governador em Itapetim, com cerca de 63% dos votos válidos, embora Raquel Lyra (PSD) tenha sido reeleita no resultado estadual.

Na eleição presidencial, Lula (PT) também liderou no município, com 77,16% dos votos válidos, e avançou para o segundo turno.

“Eu fico muito feliz de ver que o povo reconhece o nosso trabalho, a gente que está no dia a dia das pessoas nos distritos, no povoado, aqui na sede, na zona rural”, afirmou Aline.

A prefeita também declarou apoio a Lula no segundo turno e pediu a participação dos eleitores que não compareceram no primeiro turno, além daqueles com mais de 70 anos, para quem o voto é facultativo.

Encerrada a disputa presidencial, Aline afirmou que pretende viajar a Brasília para buscar recursos para o município.

“Passou o segundo turno agora, eu já estou indo para Brasília, já estou de passagem comprada para que a gente possa destravar algumas coisas que ficaram nesse período eleitoral”, disse.

Segundo a prefeita, a agenda deverá incluir a busca por recursos para infraestrutura urbana e rural e para a manutenção dos serviços de saúde.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com a entrevista da prefeita Aline Karina.

Imagem: Frame/Reprodução

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O PL chegará a 2027 com 28 dos 81 senadores e a maior bancada da Casa, resultado que amplia o espaço do partido para tentar levar ao plenário pautas defendidas pelo bolsonarismo. Entre os temas estão mudanças relacionadas ao STF, segurança pública, educação, aborto e questões ligadas ao agronegócio e às terras indígenas. O partido […]

O PL chegará a 2027 com 28 dos 81 senadores e a maior bancada da Casa, resultado que amplia o espaço do partido para tentar levar ao plenário pautas defendidas pelo bolsonarismo. Entre os temas estão mudanças relacionadas ao STF, segurança pública, educação, aborto e questões ligadas ao agronegócio e às terras indígenas.

O partido elegeu 19 senadores nas eleições de 2026 e, somados aos parlamentares com mandato até 2031, passará dos atuais 15 para 28 integrantes. O número representa mais de um terço do Senado e coloca a legenda em posição de maior influência sobre a definição das pautas e as negociações com outras bancadas.

Um dos principais temas defendidos durante a campanha foi o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A nova bancada, entretanto, não terá votos suficientes para aprovar sozinha uma eventual condenação. São necessários 54 dos 81 senadores para afastar um ministro da Corte.

A composição também deve aumentar o peso do PL na análise das futuras indicações ao Supremo. Cabe ao Senado sabatinar e decidir se aprova os nomes indicados pelo presidente da República para ocupar vagas no tribunal.

Outra frente citada por parlamentares eleitos envolve mudanças nas regras relacionadas à atuação do STF e uma participação mais ativa do Senado na relação entre Legislativo e Judiciário.

No agronegócio e na política para terras indígenas, propostas que estavam paradas podem ganhar novo impulso. Entre elas está a autorização para mineração e instalação de hidrelétricas em terras indígenas, tema apoiado por parlamentares eleitos para o Senado, como Carlos Jordy, Caroline de Toni e Bia Kicis, todos do PL.

A bancada também reúne defensores do marco temporal para a demarcação de terras indígenas, pauta que nos últimos anos provocou embates entre Congresso e Supremo.

Na segurança pública, estão entre as bandeiras defendidas por integrantes do grupo o endurecimento da legislação penal e propostas como redução da maioridade penal. Também há projetos em tramitação que tratam da chamada castração química para condenados por crimes sexuais.

A área deverá ganhar espaço com a chegada ao Senado de parlamentares que fizeram da segurança uma das principais bandeiras eleitorais. Entre eles está Guilherme Derrite (PP-SP), ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo e aliado do grupo político de Flávio Bolsonaro.

Na educação, parlamentares alinhados ao bolsonarismo defendem a regulamentação do ensino domiciliar, conhecido como homeschooling. A proposta já passou pela Câmara e estabelece regras para que famílias possam optar pela educação dos filhos fora do ambiente escolar tradicional.

As chamadas pautas de costumes também estarão entre as prioridades de parte da nova bancada. Senadoras eleitas como Michelle Bolsonaro, Bia Kicis e Caroline de Toni defendem restrições ao aborto e já se posicionaram favoravelmente a propostas que ampliam a proteção jurídica à vida desde a concepção.

Apesar do tamanho da bancada, o PL dependerá de alianças para transformar parte dessas propostas em mudanças constitucionais. Uma PEC precisa de pelo menos 49 votos no Senado, enquanto o partido terá 28 cadeiras.

A nova composição também deverá influenciar a disputa pela Presidência do Senado e o comando das principais comissões da Casa, posições fundamentais para decidir quais projetos entram ou não na pauta de votação.

Os novos senadores assumem os mandatos em fevereiro de 2027.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Lula prepara mudanças no comando da campanha para o segundo turno, com a ampliação da participação de Camilo Santana na coordenação. A expectativa é que o ex-governador do Ceará divida decisões estratégicas com Edinho Silva, em uma reorganização após o desempenho do primeiro turno. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prepara mudanças no […]

Lula prepara mudanças no comando da campanha para o segundo turno, com a ampliação da participação de Camilo Santana na coordenação. A expectativa é que o ex-governador do Ceará divida decisões estratégicas com Edinho Silva, em uma reorganização após o desempenho do primeiro turno.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prepara mudanças no comando de sua campanha para o segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL). Camilo Santana (PT-CE) deve ganhar espaço na coordenação-geral e passar a dividir decisões estratégicas com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, após avaliações internas sobre o desempenho da campanha no primeiro turno.

A reorganização ocorre depois de Lula terminar a primeira etapa da eleição na segunda colocação, com 45,16% dos votos válidos, contra 47,03% de Flávio. Segundo a reportagem, Edinho continuará na coordenação, mas a tendência é de redução da centralização exercida por ele durante o primeiro turno.

Camilo, ex-governador do Ceará e ex-ministro da Educação, já integrava a estrutura da campanha, mas havia reduzido sua participação para acompanhar as disputas eleitorais no Nordeste. Nesta nova etapa, deverá integrar o núcleo responsável pelas principais decisões políticas e pela articulação nacional.

Lula se reuniu nessa terça-feira (6), em Brasília, com Camilo e outras lideranças petistas do Nordeste. Participaram das conversas os governadores reeleitos Jerônimo Rodrigues, da Bahia; Elmano de Freitas, do Ceará; e Rafael Fonteles, do Piauí, além de Rui Costa e Jaques Wagner.

A estratégia passa por ampliar a votação do presidente no Nordeste, região em que o PT identifica espaço para crescimento no segundo turno, além de aumentar a participação de lideranças estaduais nas decisões da campanha.

Edinho Silva confirmou que Camilo deverá ter participação mais efetiva e também defendeu a entrada de outros nomes na coordenação. Rui Costa e Jaques Wagner estão entre os cotados, assim como o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

“Nós temos que ampliar, porque nós temos que percorrer o Brasil em 20 dias, e quanto mais lideranças nós tivermos para organizar essas ações no Brasil todo, eu penso que é mais gente ajudando a dar conta dessa missão”, afirmou Edinho nessa terça-feira.

Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, também deverá ganhar participação na campanha, principalmente na preparação de Lula para discursos e debates do segundo turno.

A área de comunicação também é alvo de avaliações internas. Aliados têm feito críticas à condução adotada no primeiro turno e defendem ajustes na estratégia. O ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, e o publicitário Raul Rabelo participaram de reuniões com Lula após a eleição.

Outra mudança prevista é a ampliação das viagens do presidente pelo país e de sua presença nas redes sociais. A campanha também pretende mobilizar os mais de 33 milhões de eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno.

Lula e Flávio Bolsonaro voltam a disputar a Presidência no dia 25 de outubro.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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O vídeo de um menino segurando uma arma durante uma comemoração política foi confirmado como verdadeiro pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte. A situação ocorreu na noite de domingo na cidade de Parnamirim, na Região Metropolitana de Natal. As imagens foram feitas na Avenida Castor Vieira Régis, no bairro da Cohabinal, que costuma […]

O vídeo de um menino segurando uma arma durante uma comemoração política foi confirmado como verdadeiro pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte.

A situação ocorreu na noite de domingo na cidade de Parnamirim, na Região Metropolitana de Natal.

As imagens foram feitas na Avenida Castor Vieira Régis, no bairro da Cohabinal, que costuma receber eventos políticos de bolsonaristas na cidade.

Em Parnamirim, Flávio Bolsonaro (PL) recebeu 50,92% dos votos válidos para presidente da República no primeiro turno, contra 42,12% para Lula.

O Diretor do Instituto Múltipla,  Ronald Falabella,  se debruçou sobre os números da eleição deste domingo e produziu uma interessante análise para o blog. A governadora Raquel Lyra (PSD) garantiu a reeleição com 2.805.438 votos (53,27% dos válidos), superando o seu principal adversário, João Campos (PSB), que obteve 2.360.469 votos (44,82%). A vantagem final de […]

O Diretor do Instituto Múltipla,  Ronald Falabella,  se debruçou sobre os números da eleição deste domingo e produziu uma interessante análise para o blog.

A governadora Raquel Lyra (PSD) garantiu a reeleição com 2.805.438 votos (53,27% dos válidos), superando o seu principal adversário, João Campos (PSB), que obteve 2.360.469 votos (44,82%).

A vantagem final de Raquel Lyra foi de 444.969 votos (8,45 pontos percentuais), garantindo uma folga de 172.011 votos acima do limite necessário para liquidar a fatura sem a necessidade de um segundo turno. Entre as demais candidaturas, Ivan Moraes (PSOL) ficou na terceira colocação com 77.699 votos (1,48%).

Ao todo, 5.905.236 eleitores compareceram às urnas (81,82%), registrando-se uma abstenção de 18,18% (1.311.753 eleitores). Os votos nulos somaram 481.903 (8,16% do comparecimento), enquanto os brancos totalizaram 156.481 (2,65%).

O mapa do voto: Lyra dominou mesorregiões; Campos reage em redutos

A liderança de Raquel Lyra consolidou-se no interior, com vitórias expressivas em todas as quatro mesorregiões do estado e em 133 dos 185 municípios pernambucanos.

O grande motor da vitória da governadora foi o Agreste, que lhe garantiu uma vantagem de 254.589 votos sobre Campos. Só no Agreste Central (impulsionado por Caruaru), Lyra abriu a sua maior vantagem regional: +178.073 votos (+28,01%). Ela também venceu com folga na Zona da Mata (+112.018 votos).

João Campos concentrou suas forças na Capital (Recife), onde venceu com uma frente de 36.693 votos (49,94% x 46,07%). No entanto, a força do candidato do PSB na capital foi neutralizada pela Região Metropolitana expandida, já que Lyra venceu na Região Metropolitana sem a capital por uma diferença de 85.808 votos, terminando a mesorregião Metropolitana no azul por mais de 49 mil votos de margem.

Campos também conseguiu superar a candidata do PSD em outras três Regiões de Desenvolvimento: Sertão do Araripe (+11.005), Sertão de Itaparica (+6.484) e Agreste Meridional (+2.204).

Desempenho por porte de município e extremos urbanos

A análise dos dados técnicos mostra que o eleitorado se comportou de forma bastante distinta a depender do tamanho das cidades:

Interior e pequenas cidades: Raquel Lyra venceu em cinco das seis faixas de porte populacional. Teve 115.789 votos de frente nos municípios de até 30 mil habitantes e registrou o seu maior saldo absoluto na faixa de cidades entre 200 mil e 500 mil habitantes, acumulando 123.818 votos de vantagem.

Grandes centros: Campos só conseguiu vencer na faixa de municípios com mais de 500 mil habitantes (composta por Recife e Jaboatão juntos), onde acumulou uma frente total de 18.849 votos (+1,45%).

Os extremos das 30 maiores: Caruaru deu a Lyra a sua vitória mais avassaladora, com uma diferença de 101.552 votos (75,22% contra 23,10% de Campos). Proporcionalmente, a maior goleada ocorreu em Santa Cruz do Capibaribe, onde Lyra cravou 83,25% dos votos válidos. Por outro lado, o melhor terreno proporcional de Campos foi Araripina, onde ele bateu a governadora por 64,82% a 34,29%.

Raio-X do Recife: Divisão por Regiões Político-Administrativas (RPAs)

Dentro da capital, o voto revelou uma divisão geográfica muito clara entre as seis Regiões Político-Administrativas (RPAs):

João Campos venceu em cinco das seis RPAs da capital. Seus melhores desempenhos ocorreram na RPA 2 – Norte (bairros como Arruda, Água Fria e Campo Grande), onde acumulou sua maior vantagem em votos (+15.588), e na RPA 1 – Centro (Boa Vista, Santo Amaro), onde abriu a maior vantagem em pontos percentuais (+14,54%).

Raquel Lyra venceu apenas na RPA 6 – Sul (bairros como Boa Viagem, Pina, Imbiribeira e Ibura). Trata-se da maior zona eleitoral do Recife, concentrando 26% de todo o eleitorado da cidade, o que rendeu à governadora uma vantagem local de 6.673 votos.

Eleições 2026 – Governador (a)

O Diretor do Instituto Múltipla,  Ronald Falabella,  se debruçou sobre os fatores que determinaram a ampliação da distância na eleição da governadora Raquel Lyra sobre João Campos em comparação ao que aferiu o instituto Múltipla. Também analisou os levantamentos de Datafolha e Quaest, de projeção nacional, também divulgados pelo blog. Dos três,  o Múltipla foi […]

O Diretor do Instituto Múltipla,  Ronald Falabella,  se debruçou sobre os fatores que determinaram a ampliação da distância na eleição da governadora Raquel Lyra sobre João Campos em comparação ao que aferiu o instituto Múltipla.

Também analisou os levantamentos de Datafolha e Quaest, de projeção nacional, também divulgados pelo blog.

Dos três,  o Múltipla foi o que fez o levantamento mais cedo, de 1 a 2 de outubro.  Quaest e Datafolha, dias 2 e 3. Ainda assim, aferiu com mais proximidade o resultado que o Datafolha,  que fez seu levantamento dias 2 e 3 de outubro,  dando uma vantagem de apenas 1% com margem de 2% para mais ou para menos.

O resultado final pró Raquel foi 53,27% a 44,82%. Como a margem de erro do Múltipla foi de 2,7%, ela poderia ir a 52,7%. Teve 53,27%. A variação além da margem foi de apenas 0,57%. Quanto a João,  o piso era 45,3%. A variação além da margem foi de apenas 0,5%.

Importante reforçar, o instituto se aproximou mais do resultado que o Datafolha, bem mais distante da margem de erro. E mesmo a Quaest não conseguiu aferir o percentual menor que teve o socialista. João teve 44,8%. E pelo Quaest,  o piso era 45%, também erro em casas decimais.

Outro parâmetro importante é que mesmo métodos com agregadores tiveram a mesma dificuldade. O Método Qualitativo SEP, do Cenário Inteligência,  do professor Adriano Oliveira, agregando Simplex, Datafolha e Quaest deu uma projeção de 50% a 47% pró Raquel, com vantagem de 3%. A vantagem final da governadora foi de quase 8,5%.

Para Ronald Falabella,  três fatores determinaram esse crescimento. “A pesquisa Múltipla foi feita até a sexta e não captou o crescimento no sábado,  que é fundamental. Mesmo assim,  ficamos por décimos da margem de erro”.

Ronald elencou os fatores determinantes. “Primeiro, a avaliação da governadora Raquel  Lyra. Depois, a força dos prefeitos. Mas principalmente o voto bolsonarista,  que determinou o equilíbrio da eleição na Região Metropolitana e em Recife,  onde o socialista só ganhou por 3,87% dos votos. Flávio Bolsonaro teve mais de 40% dos votos na Metropolitana”. Esse voto foi casado com o voto da governadora. João por sua vez esperava uma vantagem na casa dos 20 pontos.

Ronald dá outros exemplos da dificuldade da captação desse movimento bolsonarista pelos institutos: na eleição nacional,  nenhum dos grandes previu a votação majoritária de Flávio Bolsonaro. E no Rio, Douglas Ruas deve ser o vencedor em 1º turno com a anulação dos votos de Garotinho. Antes, todos cravavam vitória de Eduardo Paes, inclusive com possibilidade de vitória no primeiro turno.

O Múltipla acertou a ganhadora próximo da margem e foi o primeiro instituto a aferir a virada da governadora Raquel Lyra,  em julho. Uma parceria exitosa que vai continuar.

Levantamento comparativo apontou que a pesquisa do Instituto Múltipla (registro PE-02990/2026), realizada nos dias 1º e 2 de outubro, demonstrou alto índice de precisão ao antecipar o cenário das urnas no primeiro turno das eleições de 2026 em Pernambuco. O estudo apontou um acerto de 76% para o cargo de Deputado Federal (19 de 25 […]

Levantamento comparativo apontou que a pesquisa do Instituto Múltipla (registro PE-02990/2026), realizada nos dias 1º e 2 de outubro, demonstrou alto índice de precisão ao antecipar o cenário das urnas no primeiro turno das eleições de 2026 em Pernambuco.

O estudo apontou um acerto de 76% para o cargo de Deputado Federal (19 de 25 eleitos previstos) e de 78% para Deputado Estadual (38 de 49 eleitos previstos).

Contratado pelo blog, o levantamento ouviu 1.300 eleitores presencialmente e apresentou uma margem máxima de erro de 2,7 pontos percentuais. De forma geral, a diferença média observada entre os dados captados na pesquisa e os votos válidos oficiais apurados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi de apenas 0,65 ponto para o cargo federal e 0,63 ponto para o estadual.

Cenário para Deputado Federal

Na disputa pelas 25 cadeiras da Câmara dos Deputados, 22 nomes que figuravam no topo da pesquisa terminaram entre os mais votados nas urnas. O parlamentar Pedro Campos (PSB) consolidou-se na primeira colocação tanto no levantamento quanto no resultado oficializado pelo TSE.

Destaques individuais e movimentos entre pesquisa e votação 

Jones Manoel (PSOL): Foi a principal surpresa do pleito. Registrando 2,1% das intenções na pesquisa (16º lugar), ele saltou para 4,73% dos votos válidos na urna, tornando-se o 2º deputado federal mais votado do estado.

Votos por legenda: A federação PT/PCdoB/PV foi superestimada no levantamento (17,7% medidos contra 13,62% reais), impulsionada por uma intenção declarada de voto na legenda de 4,7% que acabou não se confirmando na mesma magnitude nas urnas (0,95%).

Suplência inesperada: Miguel Coelho (UNIÃO) figurava em 8º na pesquisa, mas acabou como suplente. Apesar de somar 102.595 votos, votação superior à de 8 candidatos eleitos, o quociente partidário limitou o seu partido a 4 vagas, deixando-o de fora.

Cenário para Deputado Estadual

Para a Assembleia Legislativa (Alepe), a estabilidade também ditou o ritmo, com 17 dos 25 primeiros nomes da pesquisa mantendo o topo na apuração final.

Destaques individuais e movimento entre pesquisa e votação 

Dani Portela (PT): Registrava 1,6% das intenções (16º lugar) e escalou até a liderança geral do estado nas urnas, cravando 2,78% dos votos válidos (1ª colocação).

Abimael Santos (PL): Protagonizou o inverso. Ele aparecia em 2º lugar na pesquisa com 2,7%, mas registrou 0,96% na apuração real (37º lugar), garantindo sua vaga pelo quociente partidário.

Distorções partidárias: O Partido Liberal (PL) sofreu a maior variação negativa de cotas na simulação estadual, caindo de uma projeção de 12,2% para 7,26% na apuração, o que reduziu sua bancada de 6 para 3 vagas. Já o Podemos fez o caminho inverso, crescendo de 8,9% para 11,12% e expandindo suas cadeiras de 4 para 6.

Análise Técnica do Instituto

Conforme o relatório do Instituto Múltipla, as variações residuais mapeadas ocorrem porque a pesquisa reflete uma intenção de voto momentânea e não deve ser confundida com projeção final.

Fatores como decisões de última hora na cabine eleitoral e as dinâmicas de votos concentrados em redutos específicos, difíceis de serem totalmente capturados em uma amostragem geral de 1.300 entrevistas, justificam as alterações nas vagas finais de cada lista.

À época do levantamento de campo, o índice de indecisão de voto na cabine ainda atingia 37,2% para a disputa federal e 35,1% para a estadual.

Comparativo pesquisa X eleição deputados