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Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) intensificaram, nos últimos dias antes do primeiro turno, discursos direcionados a eleitores que não se identificam diretamente com suas bases políticas. No programa eleitoral exibido no domingo (27), Lula procurou se dirigir a quem não tem identificação com o PT. A peça abordou temas como […]

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) intensificaram, nos últimos dias antes do primeiro turno, discursos direcionados a eleitores que não se identificam diretamente com suas bases políticas.

No programa eleitoral exibido no domingo (27), Lula procurou se dirigir a quem não tem identificação com o PT. A peça abordou temas como trabalho, educação e custo de vida e terminou com uma mensagem voltada para além do eleitorado petista.

“Você não precisa fazer o L, não precisa vestir vermelho”, afirmou o presidente, ao defender que o eleitor não precisa adotar símbolos associados ao partido para votar em sua candidatura.

Na propaganda, Lula apresentou propostas para um eventual novo mandato, entre elas o fim da escala 6×1 com dois dias de descanso semanal sem redução salarial — mudança que depende do Congresso —, a ampliação do Pé-de-Meia e das escolas em tempo integral.

Flávio Bolsonaro também vem usando uma abordagem que procura alcançar eleitores para além do bolsonarismo. Em agosto, durante encontro com empresários, o candidato afirmou que o apoio à sua candidatura não precisaria estar condicionado a uma identificação pessoal com ele.

“Não precisa gostar de mim para mudar esse país. Basta gostar de você”, declarou Flávio.

O candidato do PL tem concentrado parte de seu discurso em críticas ao governo Lula, especialmente nas áreas econômica e fiscal, além de apresentar propostas relacionadas à segurança pública e à redução do tamanho do Estado.

As movimentações ocorrem em um cenário em que os dois concentram a maior parte das intenções de voto, mas ainda disputam eleitores que apoiam outros candidatos, estão indecisos ou não mantêm identificação direta com petismo e bolsonarismo.

Na pesquisa Quaest divulgada nessa segunda-feira (28), Lula aparece com 39% das intenções de voto no primeiro turno e Flávio Bolsonaro com 34%. Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD) têm 4% cada, Renan Santos (Missão), 3%, e Romeu Zema (Novo), 1%. Os indecisos são 5%, enquanto 10% afirmaram que votariam branco, nulo ou não compareceriam.

Em uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e Flávio, a mesma pesquisa registrou 42% para cada candidato.

A Quaest ouviu presencialmente 2.004 eleitores entre 24 e 27 de setembro. O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo, tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06520/2026.

O primeiro turno das eleições acontece no próximo domingo, 4 de outubro.

Fonte: g1
Foto: Frame/Reprodução

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João Campos e Raquel Lyra aparecem empatados com 44% em cenário de segundo turno

A pesquisa Quaest mostra empate entre João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) em uma eventual disputa de segundo turno pelo Governo de Pernambuco. Os dois aparecem com 44% das intenções de voto. No levantamento anterior, João Campos tinha 41% e Raquel Lyra, 43%. Com isso, João oscilou três pontos para cima, enquanto Raquel avançou […]

A pesquisa Quaest mostra empate entre João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) em uma eventual disputa de segundo turno pelo Governo de Pernambuco. Os dois aparecem com 44% das intenções de voto.

No levantamento anterior, João Campos tinha 41% e Raquel Lyra, 43%. Com isso, João oscilou três pontos para cima, enquanto Raquel avançou um ponto.

Como a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, os dois candidatos permanecem tecnicamente empatados.

O percentual de eleitores indecisos caiu de 10% para 7%. Já os que afirmam votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos passaram de 6% para 5%.

Contratada pela Globo, a Quaest entrevistou 1.302 eleitores entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-00324/2026.

Fonte: g1
Foto: Reprodução

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A Prefeitura de Tabira, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou, na manhã desta terça-feira (29), na Câmara de Vereadores, a Audiência Pública de Prestação de Contas referente ao 2º Quadrimestre de 2026. Durante a audiência, foram apresentados à população os dados, ações e resultados alcançados pela Secretaria de Saúde entre os meses de […]

A Prefeitura de Tabira, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou, na manhã desta terça-feira (29), na Câmara de Vereadores, a Audiência Pública de Prestação de Contas referente ao 2º Quadrimestre de 2026.

Durante a audiência, foram apresentados à população os dados, ações e resultados alcançados pela Secretaria de Saúde entre os meses de maio e agosto. Coordenadores e responsáveis pelas diferentes áreas da pasta participaram do momento, apresentando as atividades desenvolvidas e os principais resultados do período.

De acordo com a secretária de Saúde, Giseli Louredo, a audiência é um momento importante para compartilhar com a população o trabalho realizado nos últimos quatro meses. “Hoje realizamos a nossa audiência pública em saúde, com a apresentação dos dados referentes aos meses de maio a agosto. É um momento de compartilhar com toda a população as metas e resultados alcançados durante esse quadrimestre”, destacou.

Portugal terá 134.797 brasileiros aptos a votar nas eleições de 2026, formando o segundo maior eleitorado brasileiro no exterior. O país fica atrás apenas dos Estados Unidos, que concentram aproximadamente 265,4 mil eleitores. O principal destaque português é Lisboa. A capital reúne 78.833 brasileiros habilitados a participar da eleição e aparece como a cidade com […]

Portugal terá 134.797 brasileiros aptos a votar nas eleições de 2026, formando o segundo maior eleitorado brasileiro no exterior. O país fica atrás apenas dos Estados Unidos, que concentram aproximadamente 265,4 mil eleitores.

O principal destaque português é Lisboa. A capital reúne 78.833 brasileiros habilitados a participar da eleição e aparece como a cidade com o maior número de eleitores brasileiros fora do país.

Porto também está entre as maiores concentrações, com 47.676 eleitores. A votação em Portugal ocorrerá ainda em Faro.

No exterior, os brasileiros participam exclusivamente da eleição para presidente e vice-presidente da República. O primeiro turno será realizado neste domingo (4) e, caso seja necessário, o segundo está marcado para 25 de outubro.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 918.876 brasileiros com domicílio eleitoral fora do país estão aptos a votar neste ano. O contingente está distribuído por 186 cidades de 134 países e representa pouco mais de 0,5% do eleitorado nacional.

Depois dos Estados Unidos e de Portugal, aparecem entre os países com maior quantidade de eleitores brasileiros o Japão, com aproximadamente 88,3 mil; o Canadá, com 46,4 mil; e a Alemanha, com 41,5 mil.

O eleitorado brasileiro no exterior cresceu 31,82% em comparação com as eleições de 2022, quando aproximadamente 697 mil pessoas estavam habilitadas a votar fora do país.

As mulheres são maioria nesse grupo e representam 57% dos eleitores. Os homens correspondem a 43%. Em relação à escolaridade, 38% possuem ensino superior completo.

Os eleitores podem consultar o local de votação pelo aplicativo e-Título ou pelos serviços disponibilizados pela Justiça Eleitoral.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) questionou, nesta terça-feira (29), a permanência de Fábio Tyrone no PSB e o financiamento de sua candidatura a deputado federal pela Paraíba. Na mesma manifestação, declarou solidariedade à advogada Myriam Gadelha, ex-companheira do político. Tyrone, ex-prefeito de Sousa, foi condenado por agressões contra Myriam em episódio […]

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) questionou, nesta terça-feira (29), a permanência de Fábio Tyrone no PSB e o financiamento de sua candidatura a deputado federal pela Paraíba. Na mesma manifestação, declarou solidariedade à advogada Myriam Gadelha, ex-companheira do político.

Tyrone, ex-prefeito de Sousa, foi condenado por agressões contra Myriam em episódio ocorrido em 2018. A condenação foi mantida pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, e posteriormente o Superior Tribunal de Justiça reduziu a pena, sem afastar a condenação.

Em publicação nas redes sociais, Raquel direcionou críticas ao PSB, presidido nacionalmente por João Campos, seu adversário na disputa pelo Governo de Pernambuco. A candidata citou a permanência de Tyrone no partido e os recursos destinados à campanha dele.

“Já faz três anos que as mulheres do partido pedem sua expulsão. Ainda assim, em fevereiro deste ano, Tyrone participou de agenda com João Campos, presidente Nacional do PSB, e recebeu mais de 1,5 milhão em recursos do partido para sua campanha”, escreveu Raquel.

Tyrone recebeu R$ 1,5 milhão do fundo eleitoral e foi o candidato do PSB à Câmara dos Deputados na Paraíba com maior volume de recursos partidários destinado à campanha neste ano.

A manifestação de Raquel ocorreu após Myriam voltar a falar publicamente sobre o caso. Em vídeo divulgado no sábado (26), a advogada questionou a permanência do ex-companheiro na legenda e cobrou uma posição de João Campos.

“Se eu pudesse fazer uma pergunta a João Campos: por que ele está protegendo um agressor de mulheres?”, afirmou Myriam.

O PSB afirma que João Campos solicitou a expulsão de Tyrone e que o caso foi encaminhado ao Conselho Nacional de Ética da legenda. Sobre os recursos eleitorais, o partido declarou que a definição dos valores destinados às candidaturas paraibanas ficou sob responsabilidade do diretório estadual.

Foto: Divulgação

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Coligação de João Campos aciona Justiça contra Amisadai Andrade após novo vídeo

A coligação Frente Popular de Pernambuco, do candidato ao Governo do Estado João Campos (PSB), apresentou nesta terça-feira (29) um aditamento à representação já protocolada na Justiça Eleitoral contra Amisadai Andrade. A nova manifestação foi motivada pela divulgação de trechos adicionais de um vídeo em que ele aparece discutindo remuneração para uma rede de perfis […]

A coligação Frente Popular de Pernambuco, do candidato ao Governo do Estado João Campos (PSB), apresentou nesta terça-feira (29) um aditamento à representação já protocolada na Justiça Eleitoral contra Amisadai Andrade. A nova manifestação foi motivada pela divulgação de trechos adicionais de um vídeo em que ele aparece discutindo remuneração para uma rede de perfis digitais. :chatgpt-content-reference{index=”0″}

Segundo a coligação, as novas imagens devem ser incorporadas à apuração já em andamento. No pedido, a Frente Popular solicita que sejam investigados o fluxo financeiro citado nas conversas e a eventual participação de outras pessoas na estrutura mencionada no vídeo. :chatgpt-content-reference{index=”1″}

A representação também cita uma reunião de Amisadai com José Roberto Júnior e Rodolfo Costa, identificados como sócios do Portal de Prefeitura. A coligação pede ainda que sejam analisados repasses feitos pelo Governo de Pernambuco ao veículo ao longo de 2026. :chatgpt-content-reference{index=”2″}

Entre as providências solicitadas estão a preservação de dados digitais, eventual quebra de sigilos bancário e fiscal e a oitiva de pessoas mencionadas nas reportagens. A campanha também pede a apuração de possíveis crimes eleitorais, contra a honra e de outras condutas que, segundo a representação, poderiam estar relacionadas aos fatos. :chatgpt-content-reference{index=”3″}

Esses pedidos ainda dependem de análise da Justiça Eleitoral. A apresentação da representação não significa que as medidas tenham sido autorizadas nem que os crimes apontados estejam comprovados.

O documento também menciona pagamentos via Pix que, de acordo com a coligação, teriam relação com o custeio de pacotes de comentários dirigidos contra João Campos. A representação cita ainda pessoas ligadas a uma empresa de apostas sediada em Caruaru. A origem dos recursos e a eventual relação entre os envolvidos estão entre os pontos que a campanha pede que sejam investigados. :chatgpt-content-reference{index=”4″}

Defesa nega “gabinete do ódio”

A defesa de Amisadai Andrade nega a existência de uma estrutura organizada voltada a ataques contra adversários políticos do Governo do Estado.

Ao Diário de Pernambuco, o advogado Luiz Rocha reconheceu impropriedade nas falas registradas no vídeo, mas afirmou que Amisadai teria exagerado sua capacidade de influência durante uma negociação comercial. Segundo a defesa, ele não possuía o poder que teria sugerido sobre a governadora Raquel Lyra ou sobre o Governo de Pernambuco. :chatgpt-content-reference{index=”5″}

A Justiça Eleitoral deverá analisar os novos elementos apresentados pela coligação e decidir sobre as diligências solicitadas.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Solidariedade pede a Dino que tire Kassio Nunes e Mendonça de ações no TSE

O Solidariedade pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (29), que processos eleitorais atualmente distribuídos a Kassio Nunes Marques, André Mendonça e Estela Aranha no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sejam transferidos para ministros substitutos. A solicitação foi encaminhada ao ministro Flávio Dino. A petição questiona a forma como foi organizada a análise de representações […]

O Solidariedade pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (29), que processos eleitorais atualmente distribuídos a Kassio Nunes Marques, André Mendonça e Estela Aranha no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sejam transferidos para ministros substitutos. A solicitação foi encaminhada ao ministro Flávio Dino.

A petição questiona a forma como foi organizada a análise de representações relacionadas à propaganda eleitoral nas eleições de 2026. O partido argumenta que uma portaria editada em maio pelo presidente do TSE, Nunes Marques, teria alterado o modelo de distribuição previsto para esses processos.

Pela organização adotada pelo tribunal, André Mendonça e Estela Aranha passaram a atuar como juízes auxiliares da propaganda eleitoral, enquanto a Presidência do TSE também participa da distribuição dessas ações.

O Solidariedade sustenta que a mudança viola o princípio do juiz natural e pede que três ministros substitutos sejam designados para exercer essas funções. A legenda também solicita a redistribuição dos processos em andamento que estejam sob análise de Nunes Marques, Mendonça e Estela Aranha.

O pedido, entretanto, não busca anular decisões já tomadas pelos ministros. Na petição, o partido afirma que pretende preservar os atos praticados e propõe que a redistribuição ocorra imediatamente ou, alternativamente, a partir de 5 de outubro, dia seguinte ao primeiro turno.

“O pedido é deliberadamente restrito. Não se pede a anulação de nenhuma decisão já proferida, nem o afastamento nominal de qualquer julgador”, afirma a peça apresentada ao Supremo.

A manifestação foi protocolada no processo em que Dino havia suspendido uma decisão de André Mendonça relacionada a publicações sobre Nossa Senhora Aparecida durante a campanha presidencial. Posteriormente, o ministro Luiz Fux suspendeu os efeitos da decisão de Dino e restabeleceu a ordem da Justiça Eleitoral.

O episódio ampliou a discussão sobre a divisão de competências entre o STF e o TSE às vésperas do primeiro turno. Nessa segunda-feira (28), Nunes Marques também enviou ofício ao presidente do Supremo, Edson Fachin, manifestando preocupação com decisões individuais do STF que, em sua avaliação, interferem em matérias da Justiça Eleitoral.

Em nota, o Solidariedade afirmou que o pedido não tem como objetivo beneficiar ou prejudicar as candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL). O partido é presidido pelo deputado federal Paulinho da Força, que declarou apoio à candidatura presidencial de Augusto Cury (Avante).

O pedido agora depende de análise no Supremo.

Fonte: Metrópoles
Foto: Breno Esaki/Metrópoles

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O cirurgião cardiovascular pernambucano Álvaro Perazzo participou como palestrante convidado do 31º Congresso da The Transplantation Society (TTS 2026), realizado em Sydney, na Austrália. O encontro reuniu especialistas para discutir avanços e desafios relacionados ao transplante de órgãos. Perazzo participou de uma sessão conjunta da TTS com a International Society for Heart and Lung Transplantation […]

O cirurgião cardiovascular pernambucano Álvaro Perazzo participou como palestrante convidado do 31º Congresso da The Transplantation Society (TTS 2026), realizado em Sydney, na Austrália. O encontro reuniu especialistas para discutir avanços e desafios relacionados ao transplante de órgãos.

Perazzo participou de uma sessão conjunta da TTS com a International Society for Heart and Lung Transplantation (ISHLT), voltada ao transplante cardiotorácico. O congresso também marcou os 60 anos da The Transplantation Society.

Durante a programação, o médico apresentou a palestra “ECPR-driven growth in the donor pool”, com discussão sobre o uso da ressuscitação cardiopulmonar extracorpórea e de estratégias de preservação e aproveitamento de órgãos para ampliar o número de doadores disponíveis para transplante.

Especializado em transplante cardíaco, insuficiência cardíaca avançada e assistência circulatória mecânica, Álvaro Perazzo realizou formação complementar no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor-HCFMUSP).

Atualmente, é doutorando da Maastricht University, na Holanda, onde desenvolve pesquisa relacionada ao suporte circulatório mecânico. No Recife, integra o Instituto do Coração de Pernambuco, no Real Hospital Português, com atuação em cirurgia cardiovascular, transplante cardíaco e tratamento de casos de insuficiência cardíaca avançada.

Ao comentar a participação no congresso, Perazzo afirmou que o intercâmbio científico pode contribuir para a incorporação de conhecimento e tecnologias no atendimento aos pacientes em Pernambuco.

“Pernambuco tem uma história importante na cirurgia cardíaca e no transplante, profissionais altamente qualificados e potencial para avançar ainda mais. Estar nesses espaços internacionais é fundamental, mas o principal é transformar conhecimento, conexões e novas tecnologias em benefício para os nossos pacientes aqui”, declarou.

Foto: Divulgação

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Aos 81 anos, Totonho segue fazendo politica ao lado de Daniel Valadares

Há quem compare a política a uma condição que, quando toma a pessoa, não sai nunca mais. Prova disso é a disposição de Totonho Valadares para, aos 81 anos, seguir fazendo política ao lado do filho e vice-prefeito Daniel Valadares. No último domingo, Totonho e Daniel reuniram um grupo de amigos e aliados para reforçarem […]

Há quem compare a política a uma condição que, quando toma a pessoa, não sai nunca mais.

Prova disso é a disposição de Totonho Valadares para, aos 81 anos, seguir fazendo política ao lado do filho e vice-prefeito Daniel Valadares.

No último domingo, Totonho e Daniel reuniram um grupo de amigos e aliados para reforçarem o apoio aos seus candidatos. Além de Lula, João Campos e a chapa da Frente Popular para o Senado, a dupla apoia Maria Arraes Estadual e Carlos Veras Federal.

“Tenho pessoas amigas que esperam e aguardam nosso posicionamento a cada eleição, mesmo anos depois das nossas gestões”, diz Totonho. O vice, Daniel Valadares, é um dos nomes colocados para a disputa em 2028. Ele usa como um dos argumentos a defesa das emendas que conseguiu para Afogados da Ingazeira, através de nomes como Carlos Veras.

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A Prefeitura de Serra Talhada inaugurou, nessa segunda-feira (28), a Vila das Artes, voltada a produtores rurais, artesãos e empreendedores locais. O espaço recebeu investimento superior a R$ 1,1 milhão. A estrutura conta com seis lojas, uma lanchonete e um anfiteatro com capacidade para 75 pessoas. Segundo a prefeitura, o local será utilizado para comercialização […]

A Prefeitura de Serra Talhada inaugurou, nessa segunda-feira (28), a Vila das Artes, voltada a produtores rurais, artesãos e empreendedores locais. O espaço recebeu investimento superior a R$ 1,1 milhão.

A estrutura conta com seis lojas, uma lanchonete e um anfiteatro com capacidade para 75 pessoas. Segundo a prefeitura, o local será utilizado para comercialização de produtos, treinamentos, exposições e eventos ligados, entre outros segmentos, ao setor agropecuário.

O espaço também deverá reunir produtores e grupos que trabalham com couro, bordado, arte, cultura e outros produtos da região, criando um ponto permanente para exposição e comercialização.

Do total investido, mais de R$ 200 mil são recursos próprios do município, conforme informou a gestão.

Durante a inauguração, a prefeita Márcia Conrado afirmou que a proposta é aproximar produtores e consumidores e ampliar as oportunidades de comercialização.

“A Vila das Artes nasce para aproximar quem produz de quem compra, fortalecer a nossa economia e fazer a riqueza circular dentro da nossa própria região”, declarou.

O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Elyzandro Nogueira, afirmou que o equipamento também deverá ser utilizado para capacitações.

“A Vila das Artes reúne agro, comércio, artesanato, capacitação e cultura em um só lugar”, disse.

Foto: Eduardo Teles

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A Justiça Eleitoral reforçou que óculos inteligentes capazes de fotografar, gravar ou transmitir informações não podem ser utilizados dentro da cabine de votação nas eleições de 2026. Embora esse tipo de equipamento não seja citado nominalmente na resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele se enquadra na proibição aplicada a dispositivos que possam comprometer o […]

A Justiça Eleitoral reforçou que óculos inteligentes capazes de fotografar, gravar ou transmitir informações não podem ser utilizados dentro da cabine de votação nas eleições de 2026. Embora esse tipo de equipamento não seja citado nominalmente na resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele se enquadra na proibição aplicada a dispositivos que possam comprometer o sigilo do voto.

A regra eleitoral menciona celulares, máquinas fotográficas, filmadoras, equipamentos de radiocomunicação e outros instrumentos capazes de registrar, transmitir ou divulgar a escolha feita pelo eleitor na urna.

É nessa definição mais ampla que entram os óculos inteligentes equipados com câmera, microfone ou recursos de comunicação. Em orientação divulgada neste mês, o TSE passou a citar expressamente os óculos inteligentes com capacidade de gravação entre os equipamentos que devem permanecer fora da cabine.

Esses dispositivos também não aparecem de forma específica nos manuais das três últimas eleições nem no material utilizado no treinamento obrigatório dos mesários em 2026.

Mesários ouvidos pela reportagem afirmaram que, caso um equipamento desse tipo seja identificado, o eleitor deverá deixá-lo fora da cabine, seguindo procedimento semelhante ao adotado para celulares e outros aparelhos eletrônicos.

Alguns modelos têm aparência próxima à de óculos convencionais, mas contam com câmeras, microfones, alto-falantes e conexão com outros dispositivos. Dependendo do modelo, podem fotografar, gravar vídeos, captar áudio e transmitir conteúdo.

Antes da votação, os equipamentos alcançados pela proibição devem ser deixados no local indicado pela mesa receptora, juntamente com os demais pertences que não podem acompanhar o eleitor até a urna.

Caso a pessoa se recuse a deixar o dispositivo fora da cabine, não poderá votar naquele momento. A ocorrência deverá ser registrada em ata e, se necessário, a força policial poderá ser acionada.

A restrição busca impedir que o voto seja fotografado, filmado ou transmitido, preservando o sigilo da escolha e dificultando situações de compra ou coação de votos.

Especialistas ouvidos pelo g1 ressaltam, porém, que a fiscalização não autoriza o acesso ao conteúdo dos equipamentos. O mesário pode determinar que o dispositivo seja deixado fora da cabine, mas não deve solicitar senhas ou consultar arquivos armazenados no aparelho.

O primeiro turno das eleições de 2026 será realizado no próximo domingo, 4 de outubro.

Fonte: g1
Foto: Thomaz Marostegan

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O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) defendeu mudanças no funcionamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e a retomada do cumprimento da pena após condenação em segunda instância. As declarações foram dadas durante agenda de campanha em Vitória, no Espírito Santo, na noite desta segunda-feira (28). Ao falar sobre o Judiciário, Renan disse que pretende […]

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) defendeu mudanças no funcionamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e a retomada do cumprimento da pena após condenação em segunda instância. As declarações foram dadas durante agenda de campanha em Vitória, no Espírito Santo, na noite desta segunda-feira (28).

Ao falar sobre o Judiciário, Renan disse que pretende “resolver o problema do STF” caso seja eleito e fez críticas à atuação dos ministros da Corte. As declarações integram o discurso do candidato sobre mudanças institucionais, mas ele não detalhou, na entrevista, quais medidas específicas adotaria para modificar a composição ou o funcionamento do Supremo.

Renan também defendeu que condenados possam começar a cumprir pena depois de uma decisão de segunda instância.

O entendimento atualmente adotado pelo STF é diferente. Em 2019, por maioria, o plenário decidiu que o início do cumprimento da pena deve aguardar o esgotamento dos recursos, o chamado trânsito em julgado. A decisão não impede prisões preventivas ou outras medidas cautelares antes desse momento, desde que estejam presentes os requisitos previstos em lei.

Segurança pública

Durante a passagem pelo Espírito Santo, Renan também apresentou propostas para a área de segurança. O candidato afirmou considerar o estado uma rota utilizada por organizações criminosas entre Rio de Janeiro e Bahia e citou a atuação do Comando Vermelho na Região Metropolitana de Vitória. A avaliação foi feita pelo próprio candidato.

Entre as medidas defendidas estão o endurecimento da legislação penal e ações voltadas ao enfrentamento das facções criminosas.

Infraestrutura e economia

Renan também falou sobre infraestrutura, turismo e desenvolvimento econômico do Espírito Santo.

Para o setor de transportes, defendeu investimentos em rodovias, ferrovias e estruturas portuárias, com o objetivo de ampliar a conexão do estado com Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia e facilitar o escoamento da produção.

Na área do turismo, o candidato propôs um planejamento de longo prazo para Vitória, com investimentos na orla e promoção da gastronomia capixaba.

Renan defendeu ainda a redução de gastos federais como parte de sua proposta econômica e relacionou a medida à queda dos juros e à possibilidade de atrair um polo industrial e tecnológico para a região do Porto de Vitória.

Durante a agenda, o candidato também fez críticas aos adversários Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), concentrando o discurso na polarização da disputa presidencial.

Fonte: g1
Foto: Reprodução

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AGU pede 72 horas ao STF para se manifestar sobre ações que tentam liberar bets

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) prazo de 72 horas para apresentar sua manifestação nas ações em que entidades do setor de apostas tentam derrubar a medida provisória que proibiu as bets no Brasil. O pedido foi apresentado nessa segunda-feira (28). Segundo a AGU, o prazo é necessário para que […]

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) prazo de 72 horas para apresentar sua manifestação nas ações em que entidades do setor de apostas tentam derrubar a medida provisória que proibiu as bets no Brasil.

O pedido foi apresentado nessa segunda-feira (28). Segundo a AGU, o prazo é necessário para que sejam ouvidos os órgãos do governo envolvidos na regulamentação do setor antes da apresentação dos argumentos da União.

A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) recorreram ao Supremo pedindo a derrubada da medida provisória que proibiu a exploração e a publicidade das apostas on-line.

As petições foram apresentadas em processos que já estão sob a relatoria do ministro Luiz Fux. Até o momento, não houve decisão do STF sobre os pedidos das entidades para liberar novamente as apostas.

Em um dos processos relacionados ao setor, Fux já havia determinado medidas para impedir que beneficiários de programas sociais utilizassem recursos em sites de apostas.

Pelas regras estabelecidas na medida provisória, as plataformas têm até 5 de outubro para pagar aos apostadores os saldos remanescentes existentes nas contas.

A partir de 6 de outubro, a previsão é de bloqueio dos sites e aplicativos de bets no país, caso não haja mudança nas regras ou decisão judicial que altere os efeitos da medida.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Rafa Neddermeyer

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O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que eleitores com a franquia de internet móvel esgotada possam acessar gratuitamente o e-Título e outros serviços oficiais da Justiça Eleitoral durante os dois turnos das eleições. A medida vale a partir de 72 horas antes de cada votação e segue até 24 horas depois do encerramento do pleito. […]

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que eleitores com a franquia de internet móvel esgotada possam acessar gratuitamente o e-Título e outros serviços oficiais da Justiça Eleitoral durante os dois turnos das eleições.

A medida vale a partir de 72 horas antes de cada votação e segue até 24 horas depois do encerramento do pleito. O primeiro turno será realizado no domingo (4), enquanto o segundo, onde houver, está marcado para 25 de outubro.

A decisão foi tomada pelo ministro Cristiano Zanin e alcança os sites do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dos tribunais regionais eleitorais e aplicativos oficiais disponibilizados pela Justiça Eleitoral.

Entre os serviços que poderão ser acessados sem consumo da franquia estão o e-Título, a consulta ao local de votação e outras informações eleitorais disponíveis nos canais oficiais.

Zanin determinou que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) adote as providências necessárias para que as operadoras de telefonia cumpram a decisão.

A medida atende parcialmente a um pedido apresentado pelo Partido Verde (PV) e pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). As entidades haviam solicitado acesso mínimo e gratuito à internet móvel para usuários com a franquia esgotada durante o período eleitoral.

O STF, porém, não autorizou acesso gratuito à internet de forma geral. A liberação ficará restrita aos sites, aplicativos e serviços oficiais da Justiça Eleitoral.

Ao analisar o pedido, Zanin considerou que a falta de acesso a informações eleitorais durante os dias de votação poderia causar prejuízos aos eleitores que não poderiam ser reparados posteriormente.

A Anatel deverá atuar junto às operadoras para viabilizar o acesso durante o período estabelecido pela decisão.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr

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Da Itapuama FM No comentário desta terça-feira (29/09) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior analisa o cenário altamente polarizado e acirrado da disputa eleitoral pelo Governo de Pernambuco entre a governadora Raquel Lyra e o ex-prefeito do Recife, João Campos. Com base nas movimentações políticas e nas pesquisas recentes, Nill aponta que o […]

Da Itapuama FM

No comentário desta terça-feira (29/09) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior analisa o cenário altamente polarizado e acirrado da disputa eleitoral pelo Governo de Pernambuco entre a governadora Raquel Lyra e o ex-prefeito do Recife, João Campos.

Com base nas movimentações políticas e nas pesquisas recentes, Nill aponta que o eleitorado pernambucano está dividido diante de dois nomes de projeção nacional. Segundo o jornalista, na reta final da campanha, diversos setores, formadores de opinião e as próprias estratégias partidárias buscam induzir a opinião pública e influenciar o chamado “voto útil”.

O comentário destaca que institutos de pesquisa apresentam cenários divergentes: enquanto alguns levantamentos apontam liderança de Raquel Lyra por uma margem de três a cinco pontos, outros indicam vantagem de João Campos por dois a três pontos percentuais. Apenas nesta semana, 17 pesquisas eleitorais foram registradas.

Para o jornalista, cravar um vencedor neste momento seria prévio e irresponsável. Nill Júnior avalia que a disputa permanece como um incógnita e que os últimos dias serão decisivos para definir se haverá a consolidação da reeleição ou uma virada no pleito, classificando este cenário como um dos prognósticos mais difíceis da história recente da política pernambucana.

Nesta terça-feira (29), os candidatos ao Governo de Pernambuco participam de debate promovido pela TV Globo, a poucos dias do primeiro turno das eleições. O encontro será realizado após a novela “Quem Ama Cuida” e terá transmissão também pelo g1 e pelo Globoplay. Foram convidados Ivan Moraes (PSOL), João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD), […]

Nesta terça-feira (29), os candidatos ao Governo de Pernambuco participam de debate promovido pela TV Globo, a poucos dias do primeiro turno das eleições. O encontro será realizado após a novela “Quem Ama Cuida” e terá transmissão também pelo g1 e pelo Globoplay.

Foram convidados Ivan Moraes (PSOL), João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD), candidatos de partidos e federações que atendem ao critério de representação mínima de cinco parlamentares no Congresso Nacional estabelecido para a participação no debate.

A mediação será do jornalista Márcio Bonfim. O encontro será transmitido ao vivo pela TV Globo, diretamente do estúdio no Recife, e poderá ser acompanhado pelo g1 em todo o país. No Globoplay, o público terá acesso ao sinal gratuito da emissora. Depois da transmissão, a íntegra ficará disponível no g1.

O portal também fará a checagem das principais declarações apresentadas durante o confronto por meio do Fato ou Fake.

Formato do debate

O debate será dividido em quatro blocos. Dois deles terão temas e regiões de Pernambuco definidos por sorteio, enquanto os outros dois serão destinados a temas livres.

Nos dois primeiros blocos, o candidato responsável pela primeira pergunta será definido por sorteio realizado ao vivo pelo mediador. No terceiro, a abertura ficará com o participante que não tiver sido sorteado anteriormente. Outros sorteios ocorrerão ao longo das rodadas e na abertura do quarto bloco.

Na dinâmica estabelecida, o candidato que abre a rodada escolhe para quem fará a pergunta. Depois de responder, o participante escolhido deverá direcionar sua pergunta ao candidato que ainda não participou daquela rodada. Dessa forma, os três terão oportunidade de perguntar e responder.

Cada candidato terá 1 minuto e 45 segundos para administrar entre pergunta e réplica. Para resposta e tréplica, serão 3 minutos e 15 segundos, que poderão ser utilizados conforme a estratégia de cada participante.

Antes do debate, a GloboNews terá uma programação voltada à disputa eleitoral. A partir das 19h, a “Central das Eleições”, apresentada por Natuza Nery, reunirá comentaristas para analisar o cenário político e as expectativas para os confrontos desta terça-feira.

O debate acontece na reta final da campanha, antes do primeiro turno marcado para domingo (4).

Fonte: TV Globo/g1
Foto: Reprodução

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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) voltou a negar, nesta segunda-feira (28), que exista projeto de sua autoria para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Em entrevista ao SantoFlow Podcast, o senador também acusou integrantes do governo Lula de terem contribuído para disseminar a informação. Flávio afirmou ter ficado […]

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) voltou a negar, nesta segunda-feira (28), que exista projeto de sua autoria para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Em entrevista ao SantoFlow Podcast, o senador também acusou integrantes do governo Lula de terem contribuído para disseminar a informação.

Flávio afirmou ter ficado indignado com a repercussão do caso e citou a primeira-dama Janja Lula da Silva e a ministra do Planejamento, Simone Tebet, entre as pessoas que, segundo ele, participaram de uma “rede de mentiras”.

“Não existe projeto de lei sobre retirada do título de Nossa Senhora de Padroeira do Brasil”, declarou o candidato.

A controvérsia ganhou força nas redes sociais na semana passada, quando publicações passaram a associar Flávio a uma suposta iniciativa para modificar o reconhecimento legal de Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil.

Na sexta-feira (25), o ministro André Mendonça, atuando no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a retirada de publicações que apresentavam como verdadeira a afirmação de que Flávio ou integrantes de sua família pretendiam promover essa mudança. Na decisão, Mendonça classificou o núcleo da informação como “notoriamente inverídico”.

Durante a entrevista, Flávio também relacionou a discussão ao princípio da laicidade do Estado. “O Brasil não é um Estado laico? A esquerda entende que o Estado laico é um Estado sem religião, e não é isso”, afirmou.

Em agosto, o candidato havia declarado que, se eleito, um de seus primeiros atos seria “decretar que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo”. A fala passou a ser mencionada no debate político em torno da relação entre religião e campanha eleitoral.

A primeira-dama Janja publicou, na sexta-feira, uma fotografia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva segurando uma imagem de Nossa Senhora Aparecida e escreveu: “Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, olhai por nós!”.

A controvérsia também chegou ao Judiciário e gerou decisões sucessivas envolvendo a retirada e o restabelecimento de publicações nas redes sociais.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Bruno Peres/ Agência Brasil

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O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) defendeu, nessa segunda-feira (28), maior integração entre o Governo do Estado e os municípios da Região Metropolitana do Recife. A declaração foi feita durante uma carreata em Paulista, onde também apresentou propostas para transporte, saúde, segurança e infraestrutura. Segundo a campanha, o percurso teve cerca de […]

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) defendeu, nessa segunda-feira (28), maior integração entre o Governo do Estado e os municípios da Região Metropolitana do Recife. A declaração foi feita durante uma carreata em Paulista, onde também apresentou propostas para transporte, saúde, segurança e infraestrutura.

Segundo a campanha, o percurso teve cerca de 10 quilômetros e passou por Artur Lundgren I e II, Paratibe, Jardim Paulista e o Centro da cidade. João esteve acompanhado do candidato ao Senado Humberto Costa (PT), de candidatos proporcionais e de lideranças locais.

Durante a agenda, João afirmou que problemas enfrentados pelos municípios metropolitanos precisam ser tratados de forma conjunta, sem limitar as ações aos territórios de cada cidade.

“Transporte, saúde, segurança e infraestrutura não param na divisa de um município”, declarou.

O candidato voltou a defender melhorias no transporte por ônibus e a recuperação do sistema metroviário, além de novos investimentos estaduais em Paulista e em outros municípios da Região Metropolitana.

Na área da saúde, João citou o Hospital Miguel Arraes e a UPA de Jardim Paulista, implantados durante a gestão de Eduardo Campos, ao defender a ampliação da presença do Governo do Estado no município.

Segundo o candidato, uma eventual gestão estadual sob seu comando teria como proposta fortalecer o planejamento metropolitano e ampliar investimentos em áreas que dependem de ações integradas entre Estado e municípios.

A agenda em Paulista ocorreu na última semana antes do primeiro turno das eleições, marcado para domingo (4).

Fotos: Edson Holanda

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A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) anunciou, nessa segunda-feira (28), que a comunidade Caranguejo Tabaiares, no Recife, será contemplada pelo Reforma no Lar, modalidade do programa Morar Bem Pernambuco. Durante uma roda de conversa com mulheres da localidade, a candidata também apresentou propostas voltadas à habitação e à adaptação das […]

A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) anunciou, nessa segunda-feira (28), que a comunidade Caranguejo Tabaiares, no Recife, será contemplada pelo Reforma no Lar, modalidade do programa Morar Bem Pernambuco. Durante uma roda de conversa com mulheres da localidade, a candidata também apresentou propostas voltadas à habitação e à adaptação das periferias aos efeitos das mudanças climáticas.

O Reforma no Lar prevê intervenções em moradias de famílias em situação de vulnerabilidade, com melhorias como reboco, pintura, instalações elétricas e hidráulicas, portas e kits sanitários. O programa é executado pela Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab).

Segundo dados apresentados durante a agenda, quase 1,7 mil residências já foram reformadas e entregues por meio da modalidade, enquanto outras 7.748 estariam com intervenções em andamento.

Raquel também apresentou o Palafita Zero, proposta voltada à busca de alternativas de moradia para famílias que vivem em palafitas ou áreas consideradas de risco. O programa já havia sido citado pela candidata em outras agendas da campanha para um eventual segundo mandato.

Outra proposta mencionada foi o Perifa Clima, que, segundo a campanha, pretende desenvolver intervenções de adaptação das comunidades periféricas aos impactos das mudanças climáticas, especialmente em áreas afetadas por chuvas e alagamentos.

Durante a conversa, Raquel afirmou que as políticas destinadas às comunidades precisam considerar as demandas apresentadas pelos próprios moradores.

“É necessário escutar e entender quais são os reais problemas e fazer com que Caranguejo Tabaiares seja parte da solução”, declarou.

A candidata também citou propostas nas áreas de segurança, empreendedorismo e cultura. Entre elas está a realização de uma edição do Festival Pernambuco Meu País direcionada às manifestações culturais das periferias.

Segundo números divulgados pela campanha, o Morar Bem Pernambuco alcançou 52.326 famílias em suas diferentes modalidades. A meta anunciada pelo governo era beneficiar 50 mil famílias até o final de 2026.

Também participaram da agenda os candidatos ao Senado Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP).

Foto: Beto Figueiroa

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A Quaest divulga nesta terça-feira (29) uma nova pesquisa sobre a disputa pelo Governo de Pernambuco, a cinco dias do primeiro turno das eleições. O levantamento atualiza o cenário entre os candidatos após a rodada da semana passada, que apontou empate técnico entre Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB). A pesquisa foi encomendada pelo […]

A Quaest divulga nesta terça-feira (29) uma nova pesquisa sobre a disputa pelo Governo de Pernambuco, a cinco dias do primeiro turno das eleições. O levantamento atualiza o cenário entre os candidatos após a rodada da semana passada, que apontou empate técnico entre Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB).

A pesquisa foi encomendada pelo Grupo Globo e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número PE-00324/2026. Foram entrevistados presencialmente 1.302 eleitores entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Além da disputa pelo Governo de Pernambuco, o questionário mede as intenções de voto para as duas vagas do Senado e o cenário da eleição presidencial entre os eleitores pernambucanos. A pesquisa também aborda avaliação do governo estadual, grau de convicção do voto e uma eventual disputa de segundo turno entre Raquel e João.

Na rodada anterior, divulgada em 23 de setembro, Raquel apareceu com 41% das intenções de voto no cenário estimulado, enquanto João registrou 39%. Ivan Moraes (PSOL) e Renan Hallais (Missão) tiveram 1% cada. A diferença entre os dois primeiros colocados estava dentro da margem de erro.

Fonte: Quaest, Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu, na noite desta segunda-feira (28), os efeitos da decisão de Flávio Dino que havia autorizado o restabelecimento de publicações relacionadas à controvérsia envolvendo o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e Nossa Senhora Aparecida. Com a medida, volta a valer, temporariamente, a determinação do Tribunal […]

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu, na noite desta segunda-feira (28), os efeitos da decisão de Flávio Dino que havia autorizado o restabelecimento de publicações relacionadas à controvérsia envolvendo o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e Nossa Senhora Aparecida. Com a medida, volta a valer, temporariamente, a determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para retirada dos conteúdos alcançados pela ordem.

Fux deu prazo de 24 horas para que plataformas como X, Meta, ByteDance e Google voltem a cumprir as determinações expedidas pela Justiça Eleitoral. A decisão permanecerá válida até que o plenário do Supremo analise a controvérsia.

A disputa judicial começou após circularem nas redes sociais publicações atribuindo a Flávio Bolsonaro ou à sua família a intenção de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil caso ele seja eleito presidente.

Na sexta-feira (25), o ministro André Mendonça, atuando no TSE, determinou a remoção de conteúdos que apresentassem essa alegação como verdadeira. Na decisão provisória, Mendonça classificou o núcleo da informação como “notoriamente inverídico” e determinou que as plataformas atuassem contra a continuidade de sua disseminação.

No domingo (27), Flávio Dino cassou parte da decisão do TSE após analisar pedido relacionado a uma publicação do humorista Antonio Tabet. Dino entendeu que, naquele caso, os elementos apresentados não justificavam a restrição imposta e determinou o restabelecimento da postagem e de conteúdos retirados pelo mesmo fundamento.

A campanha de Flávio Bolsonaro recorreu então a Fux, que é relator de processo no STF relacionado ao Marco Civil da Internet e às responsabilidades das plataformas digitais.

Ao conceder a suspensão, Fux citou a proximidade do primeiro turno das eleições e o risco de que uma decisão definitiva tomada apenas depois da votação perdesse utilidade prática.

O ministro também esclareceu que sua decisão não anula o entendimento de Dino. Segundo Fux, os efeitos externos da decisão ficam apenas suspensos até manifestação do colegiado.

A controvérsia deverá chegar ao plenário do STF. O presidente da Corte, Edson Fachin, sinalizou que o caso deve ser submetido aos ministros nesta quarta-feira (30).

Até uma nova decisão, permanece restabelecida a ordem do TSE para retirada das publicações abrangidas pela determinação de André Mendonça.

Fonte: Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução

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O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou nesta segunda-feira (28) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende participar do debate promovido pela TV Globo nesta semana, desde que o formato permita um confronto direto de ideias com Flávio Bolsonaro (PL). Segundo Edinho, a definição sobre a presença de Lula dependerá das regras […]

O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou nesta segunda-feira (28) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende participar do debate promovido pela TV Globo nesta semana, desde que o formato permita um confronto direto de ideias com Flávio Bolsonaro (PL).

Segundo Edinho, a definição sobre a presença de Lula dependerá das regras estabelecidas para o encontro. O dirigente afirmou que o presidente quer comparar diretamente suas propostas e seu modelo de governo com o que atribui à candidatura de Flávio.

“O presidente Lula quer muito confrontar o Flávio Bolsonaro. É o que ele mais quer. Agora, ele quer um modelo de debate onde ele possa confrontar o que ele defende para o Brasil com aquilo que a família Bolsonaro defende”, declarou Edinho, em entrevista à rádio TMC.

O presidente do PT disse que um formato com intervalos longos entre perguntas e poucas oportunidades de interação direta poderia reduzir o interesse de Lula em participar.

“O presidente Lula quer sim ir aos debates, desde que seja um debate onde ele possa confrontar o que ele pensa, o que ele defende, o modelo que ele defende para o Brasil e com aquilo que o Flávio Bolsonaro representa. Mas ele só poderá fazer isso se as regras do debate permitirem”, afirmou.

O debate está marcado para quinta-feira (1º), dois dias antes do primeiro turno. Foram convidados Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante).

Fonte: Diário de Pernambuco/Estadão
Foto: Globo/Manoella Mello

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Sicoob Pernambuco chega a 65,5 mil cooperados e destaca expansão regional

O Sicoob Pernambuco informou ter alcançado a marca de 65.572 cooperados, entre pessoas físicas, empresas e produtores rurais. O número acompanha o processo de expansão da instituição no estado e em outras áreas do Nordeste. Segundo a cooperativa, o volume atual de associados a coloca como a maior cooperativa de crédito de Pernambuco em número […]

O Sicoob Pernambuco informou ter alcançado a marca de 65.572 cooperados, entre pessoas físicas, empresas e produtores rurais. O número acompanha o processo de expansão da instituição no estado e em outras áreas do Nordeste.

Segundo a cooperativa, o volume atual de associados a coloca como a maior cooperativa de crédito de Pernambuco em número de cooperados. A instituição também afirma possuir a maior rede de pontos de atendimento entre as cooperativas de crédito da região Nordeste.

O crescimento vem sendo acompanhado pela ampliação da presença física e do atendimento a diferentes segmentos. No modelo cooperativista, os associados também participam da estrutura societária da instituição e podem ter participação nos resultados, de acordo com as regras da cooperativa.

Para a diretora executiva do Sicoob Pernambuco, Aline Robéria, a marca reflete a expansão registrada pela instituição.

“Chegar aos 65 mil cooperados é uma conquista de todos que fazem parte dessa história. Cada pessoa que escolhe o cooperativismo fortalece esse movimento e nos incentiva a continuar crescendo, ampliando nossa presença e gerando valor para as comunidades”, afirmou.

De acordo com o Sicoob Pernambuco, a instituição segue ampliando sua atuação regional, tanto por meio de novos pontos de atendimento quanto pelo relacionamento com pessoas físicas, empresas e produtores rurais.

Foto: Divulgação

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O governo federal bloqueou 506 sites com indícios de oferta irregular de apostas no Brasil durante o monitoramento realizado após a entrada em vigor da medida provisória que proibiu as bets no país. A ação foi conduzida por uma força-tarefa dos ministérios da Justiça e Segurança Pública e da Fazenda. Segundo o Ministério da Justiça, […]

O governo federal bloqueou 506 sites com indícios de oferta irregular de apostas no Brasil durante o monitoramento realizado após a entrada em vigor da medida provisória que proibiu as bets no país. A ação foi conduzida por uma força-tarefa dos ministérios da Justiça e Segurança Pública e da Fazenda.

Segundo o Ministério da Justiça, os domínios identificados apresentavam sinais de oferta de apostas ao público brasileiro sem autorização. O trabalho também busca impedir que novos endereços sejam utilizados para manter em funcionamento plataformas alcançadas pela proibição.

A força-tarefa reúne a Secretaria de Prêmios e Apostas, do Ministério da Fazenda, e as secretarias nacionais de Segurança Pública, do Consumidor e de Direitos Digitais, vinculadas ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Além dos 506 sites, o monitoramento encontrou publicidade de apostas ainda circulando em plataformas digitais depois da publicação da medida provisória.

Na Meta, foram identificados sete anúncios. Dois começaram a ser veiculados em 25 de setembro, quando a proibição já estava em vigor. Os demais haviam começado anteriormente e continuavam disponíveis.

No Google, o relatório encontrou aproximadamente 1.960 anúncios relacionados a sete domínios exibidos no Brasil entre os dias 25 e 27 de setembro. Segundo o governo, não foi possível determinar quantos deles começaram a circular depois da proibição.

A fiscalização digital já vinha sendo ampliada antes da nova medida. Na semana passada, o Ministério da Justiça informou a remoção de 1.367 páginas e perfis no Facebook e Instagram usados para divulgar plataformas de apostas consideradas irregulares.

A medida provisória publicada pelo governo federal proibiu a exploração, oferta, intermediação e publicidade das apostas de quota fixa e dos jogos on-line no país.

Fonte: Correio Braziliense
Foto: Reprodução

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, levou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, nesta segunda-feira (28), preocupações sobre decisões individuais de integrantes do Supremo que, em sua avaliação, avançam sobre competências da Justiça Eleitoral. O episódio mais recente envolve uma decisão do ministro Flávio Dino relacionada às […]

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, levou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, nesta segunda-feira (28), preocupações sobre decisões individuais de integrantes do Supremo que, em sua avaliação, avançam sobre competências da Justiça Eleitoral.

O episódio mais recente envolve uma decisão do ministro Flávio Dino relacionada às publicações sobre Nossa Senhora Aparecida que passaram a integrar a disputa presidencial. Dino reverteu uma ordem do ministro André Mendonça, do TSE, que havia determinado a remoção de conteúdos considerados falsos sobre o candidato Flávio Bolsonaro (PL).

Mendonça havia atendido a um pedido da campanha do candidato e determinado que plataformas removessem publicações que o vinculavam a uma suposta intenção de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.

Dino analisou um pedido do humorista Antonio Tabet, que teve uma publicação atingida pela decisão do TSE, em um processo que já tramitava em seu gabinete no Supremo. O ministro entendeu que não havia, naquele caso, elementos suficientes para justificar a restrição à liberdade de expressão.

Para Kassio Nunes Marques, porém, o procedimento levanta questionamentos sobre a distribuição de processos e sobre os limites da atuação do STF em assuntos que estão sob análise da Justiça Eleitoral.

Segundo a reportagem, o presidente do TSE manifestou preocupação com o que considera risco de “captura institucional” da Corte Eleitoral e defendeu a adoção de providências para evitar que processos já existentes no Supremo sejam utilizados para direcionar novas questões a ministros específicos.

A mesma preocupação aparece em apurações de outros veículos. Nos bastidores, Kassio teria usado a expressão “TSE paralelo” para se referir a decisões individuais tomadas no Supremo sobre assuntos com reflexos diretos na eleição.

Além do episódio envolvendo Dino, outra decisão mencionada nas críticas é a do ministro Gilmar Mendes sobre o reajuste do Bolsa Família. Gilmar analisou o tema em um processo anteriormente arquivado e entendeu que a correção do benefício não violava as restrições previstas na legislação eleitoral.

Gilmar e Dino sustentam, por outro lado, que os pedidos analisados guardavam relação com processos que já estavam sob suas relatorias e que, por isso, não houve irregularidade na distribuição.

A tensão ocorre em meio a divergências entre integrantes do STF e do TSE sobre os limites de atuação das duas Cortes durante o período eleitoral.

Nesta segunda-feira, Dino também pediu que sua decisão no caso das publicações sobre Nossa Senhora Aparecida seja submetida ao plenário do Supremo. Caberá a Fachin definir quando o colegiado analisará o tema.

A controvérsia ocorre a menos de uma semana do primeiro turno das eleições, marcado para domingo (4).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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A distância entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) diminuiu numericamente no Sudeste em uma simulação de segundo turno da pesquisa Quaest. No levantamento, Lula passou de 31% para 36% na região, enquanto Flávio oscilou de 47% para 43%. A diferença entre os dois, que era de 16 pontos percentuais na […]

A distância entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) diminuiu numericamente no Sudeste em uma simulação de segundo turno da pesquisa Quaest. No levantamento, Lula passou de 31% para 36% na região, enquanto Flávio oscilou de 47% para 43%.

A diferença entre os dois, que era de 16 pontos percentuais na rodada anterior, passou para sete pontos. As variações individuais, no entanto, ocorreram dentro da margem de erro do recorte do Sudeste, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

O movimento foi diferente no Nordeste. Lula permanece à frente na região, com 57%, ante 31% de Flávio. Na rodada anterior, o petista tinha 60% e o candidato do PL, 28%. A margem de erro para o Nordeste é de quatro pontos percentuais.

Sul

No Sul, Flávio Bolsonaro registra 52% das intenções de voto na simulação de segundo turno, enquanto Lula tem 30%.

Os percentuais permaneceram estáveis em relação à rodada anterior. A margem de erro para esse recorte regional é de seis pontos percentuais.

Centro-Oeste e Norte

No agrupamento das regiões Centro-Oeste e Norte, Flávio aparece com 48%, contra 36% de Lula.

Na pesquisa anterior, o candidato do PL tinha 46%, enquanto o presidente registrava 37%. A margem de erro nesse segmento é de cinco pontos percentuais.

Cenário nacional

Considerando o conjunto dos entrevistados, Flávio Bolsonaro registra 42% e Lula, 41%, configurando empate técnico na simulação de segundo turno. Outros 14% disseram que votariam em branco, anulariam o voto ou não compareceriam, enquanto 3% estavam indecisos.

A Quaest ouviu presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de setembro. A margem de erro para o conjunto da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo e registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-06004/2026.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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A adoção de mandatos com prazo determinado para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu o apoio de 81 dos 89 candidatos ao Senado que responderam à questão em levantamento realizado com postulantes que aparecem nas primeiras posições de pesquisas eleitorais de 2026. O resultado corresponde a 91% dos entrevistados nesse recorte. O levantamento, realizado […]

A adoção de mandatos com prazo determinado para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu o apoio de 81 dos 89 candidatos ao Senado que responderam à questão em levantamento realizado com postulantes que aparecem nas primeiras posições de pesquisas eleitorais de 2026. O resultado corresponde a 91% dos entrevistados nesse recorte.

O levantamento, realizado pelo Estadão, considerou candidatos com melhor desempenho numérico em pesquisas da Quaest e, no caso do Piauí, da Atlas. As propostas apresentadas para a duração dos mandatos variaram de oito a 20 anos, com maior concentração entre períodos de 10 e 12 anos.

Entre os argumentos apresentados pelos candidatos favoráveis estão a possibilidade de renovação periódica da composição do Supremo e a redução do período de influência de uma mesma indicação presidencial sobre a Corte.

Atualmente, os ministros do STF permanecem no cargo até atingirem a aposentadoria compulsória aos 75 anos.

A possibilidade de estabelecer mandato fixo já está em discussão no Congresso. Uma das propostas em tramitação é a PEC 16/2019, apresentada pelo senador Plínio Valério, que prevê mandato de oito anos para os ministros, sem possibilidade de recondução, além de alterações no processo de escolha dos integrantes da Corte.

Apesar do apoio majoritário identificado pelo levantamento, parte dos candidatos favoráveis à mudança ressaltou que uma eventual alteração deve preservar a independência institucional do Supremo. Outros citaram modelos adotados em países como Alemanha e Itália como referências para o debate.

Apenas quatro dos candidatos que responderam à pergunta se posicionaram contra a adoção de mandato com prazo determinado. Entre eles, foram mencionadas alternativas como mudanças nas sabatinas realizadas pelo Senado, aumento da idade mínima exigida para ingresso no STF e revisão dos critérios de escolha.

Outras mudanças

O levantamento também perguntou aos candidatos sobre outras possíveis alterações no funcionamento do Supremo.

Entre 88 candidatos que responderam sobre a criação de uma idade mínima maior para ministros, 77 se disseram favoráveis. As sugestões mais frequentes foram elevar o requisito dos atuais 35 anos para 45 ou 50 anos.

A mudança no modelo de indicação teve resultado mais dividido. Dos 86 candidatos que responderam à questão, 52, ou 60,5%, defenderam alguma alteração, incluindo propostas de maior participação de outros Poderes e instituições no processo de escolha.

A limitação das decisões monocráticas também recebeu apoio majoritário. Dos 87 candidatos ouvidos sobre o tema, 76 defenderam algum tipo de restrição às decisões tomadas individualmente por ministros, principalmente quando atingirem leis, atos de outros Poderes ou deliberações do Congresso.

Parte dos candidatos, entretanto, considera que decisões individuais devem continuar sendo possíveis em situações urgentes, desde que sejam posteriormente submetidas ao plenário ou ao colegiado responsável.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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