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O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, afirmou que não sabia da saída do aliado do Brasil com destino aos Estados Unidos. A declaração foi feita nessa terça-feira (27), após uma reunião com parlamentares e dirigentes do Partido Liberal (PL), em Brasília, para discutir os desdobramentos políticos da viagem. Segundo […]

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, afirmou que não sabia da saída do aliado do Brasil com destino aos Estados Unidos. A declaração foi feita nessa terça-feira (27), após uma reunião com parlamentares e dirigentes do Partido Liberal (PL), em Brasília, para discutir os desdobramentos políticos da viagem.

Segundo Marinho, os dois haviam conversado na segunda-feira (26) sobre a necessidade de Flávio assumir uma posição de liderança da oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após a derrota no segundo turno das eleições.

“Estamos surpresos porque ontem nós conversamos sobre a necessidade de que Flávio, com os 60 milhões de votos que teve, assumisse esse papel de liderança da oposição”, declarou o senador.

Marinho também revelou que recebeu uma mensagem de Flávio por volta das 8h da manhã de terça-feira. No texto, o ex-candidato teria informado que iria “dar um tempo” e que voltaria a conversar com os aliados posteriormente.

Apesar do contato, o coordenador da campanha afirmou que não tinha informações sobre o paradeiro do parlamentar.

A saída de Flávio foi noticiada menos de 48 horas depois da derrota para Lula. Segundo a Agência Brasil, a viagem foi confirmada à agência Reuters por um aliado próximo do senador e por uma fonte do governo dos Estados Unidos.

O senador eleito Carlos Jordy (PL-RJ) também comentou o caso nas redes sociais. Ele afirmou que Flávio teria viajado para evitar ser utilizado em negociações políticas envolvendo um eventual processo de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A alegação foi apresentada por Jordy, sem comprovação de que essa tenha sido a motivação da viagem.

Até a publicação da reportagem, nenhuma autoridade brasileira ou norte-americana havia se pronunciado oficialmente sobre a saída do parlamentar.

A viagem ocorreu depois de Alexandre de Moraes determinar, na segunda-feira (26), que Flávio entregasse seus passaportes à Polícia Federal.

A ordem judicial foi expedida no âmbito de uma investigação que tramita sob sigilo no STF e apura suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o senador e o advogado Willer Tomaz.

Flávio não entregou os documentos dentro do prazo estabelecido. Diante do descumprimento, a Polícia Federal realizou o cancelamento dos passaportes brasileiros do parlamentar em seus sistemas.

Em vídeo divulgado na segunda-feira, antes das notícias sobre sua saída, Flávio havia afirmado que não pretendia deixar o Brasil e que cumpriria a determinação judicial.

O senador também é investigado em outros procedimentos relacionados a suspeitas de irregularidades financeiras. As investigações não representam condenação.

A Agência Brasil informou que procurou a assessoria de Flávio Bolsonaro para comentar o caso, mas não recebeu resposta até a publicação.

Fonte: Agência Brasil
Foto: José Cruz/Agência Brasil

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) continuará sendo investigado em dois procedimentos criminais que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF), mesmo após as informações sobre sua saída do Brasil com destino aos Estados Unidos. As apurações envolvem suspeitas de lavagem de dinheiro relacionadas ao setor de apostas e ao financiamento de um filme sobre o ex-presidente […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) continuará sendo investigado em dois procedimentos criminais que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF), mesmo após as informações sobre sua saída do Brasil com destino aos Estados Unidos. As apurações envolvem suspeitas de lavagem de dinheiro relacionadas ao setor de apostas e ao financiamento de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo reportagem da Agência Brasil, reproduzida pelo Diário de Pernambuco nesta terça-feira (27), um dos procedimentos envolve o advogado Willer Tomaz, investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro em operações financeiras ligadas a empresas do setor de apostas.

A investigação aponta que o nome de Flávio foi mencionado por uma secretária do advogado em uma comunicação sobre o cancelamento de uma conta vinculada à Alcazar Holdings, empresa sediada na Ilha da Madeira, em Portugal, que também é investigada pela Polícia Federal.

Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, determinou o bloqueio de até R$ 6 bilhões em bens e valores de Willer Tomaz. A medida foi direcionada ao advogado, não ao senador.

As investigações envolvendo Tomaz foram ampliadas após a Polícia Federal identificar movimentações financeiras consideradas suspeitas. O advogado também foi alvo da Operação Sem Desconto, que apura irregularidades em descontos aplicados a benefícios de aposentados e pensionistas.

Investigação sobre filme de Jair Bolsonaro

Outro procedimento envolvendo Flávio Bolsonaro trata do financiamento de Dark Horse, produção cinematográfica sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A investigação apura possíveis irregularidades em pagamentos relacionados ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

O caso ganhou repercussão depois da divulgação de conversas nas quais Flávio teria solicitado recursos a Vorcaro para financiar o filme.

O senador foi incluído na investigação em julho deste ano. Após a divulgação das conversas, negou ter negociado qualquer vantagem indevida e afirmou que os recursos destinados à produção eram privados.

O procedimento relacionado ao filme tramita no STF sob relatoria do ministro André Mendonça, mas está suspenso por determinação do presidente da Corte, Edson Fachin.

Fim do mandato não encerra apurações

Com a derrota na eleição presidencial de domingo (25), Flávio Bolsonaro deixará o Senado ao término de seu mandato, em 31 de janeiro de 2027.

Apesar da futura perda do foro por prerrogativa de função, a tendência é que as investigações permaneçam no Supremo.

Pelo entendimento atual do STF, procedimentos relacionados a possíveis crimes cometidos durante o exercício do mandato e vinculados à função pública podem continuar sob responsabilidade da Corte mesmo depois que o investigado deixa o cargo.

A aplicação dessa regra depende da análise das circunstâncias de cada investigação.

Saída do Brasil

As informações sobre a continuidade das investigações surgem após relatos de que Flávio Bolsonaro deixou o Brasil para os Estados Unidos, apesar de uma decisão de Alexandre de Moraes que o proibia de sair do território nacional.

Na segunda-feira (26), o senador foi intimado a entregar seus passaportes à Polícia Federal no prazo de 24 horas. Como os documentos não foram apresentados, a corporação realizou o cancelamento dos passaportes brasileiros em seus sistemas nesta terça-feira.

A agência Reuters informou ter confirmado a viagem com fontes próximas ao senador e ao governo americano.

A saída do país, por si só, não determina o encerramento das investigações nem representa condenação pelos crimes apurados. Até a divulgação da reportagem, não havia informação de mandado de prisão expedido contra Flávio Bolsonaro.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Carlos Moura/Agência Senado

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O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania fixou um pagamento mensal de R$ 17.562,80 para a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) como reparação econômica por perseguição política durante o regime militar. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (27). A medida cumpre uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª […]

O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania fixou um pagamento mensal de R$ 17.562,80 para a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) como reparação econômica por perseguição política durante o regime militar. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (27).

A medida cumpre uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), proferida em dezembro passado, que determinou à União a concessão de reparação econômica sob a forma de prestação mensal, permanente e continuada.

O tribunal reconheceu a ex-presidente como anistiada, validando o direito dela a uma indenização mais um pagamento mensal e permanente como reparação à tortura sofrida durante a ditadura.

Em 1970, Dilma foi presa e submetida a torturas em São Paulo – nos antigos Operação Bandeirante (Oban) e Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) -, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, quando tinha 22 anos, de acordo com acervo do Instituto Vladimir Herzog.

As torturas aplicadas foram o pau de arara, a palmatória, choques e socos, que causaram problemas em sua arcada dentária, segundo os documentos da entidade.

De acordo com o ato ministerial, o valor mensal reflete o salário médio equivalente ao cargo no plano de cargos e salários da ex-fundação estadual.

Além da pensão mensal, o órgão calculou um montante retroativo estimado em R$ 6.616.492,19, referente ao período acumulado desde 21 de outubro de 1997 – data de corte estipulada pela Justiça. Do valor bruto, segundo o ministério, deverão ser deduzidas as quantias eventualmente já quitadas pelo Estado.

A nova fixação altera o posicionamento anterior da pasta. Em agosto de 2025, o ministério havia estipulado uma reparação em parcela única no valor de R$ 100 mil, formato revisto após o trânsito e adequação aos parâmetros definidos pela decisão judicial da corte federal.

Caso passou por revisão da Comissão de Anistia

A ação judicial foi ajuizada por Dilma Rousseff em agosto de 2022. A União, na época sob o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apresentou argumentos e recursos para questionar o pedido da ex-presidente. O Conselho Pleno da Comissão de Anistia do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania revisou o caso em 2025, sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Foi então que a defesa de Dilma voltou a pedir a indenização.

A Justiça justificou o valor diante da gravidade das violações sofridas.

“A autora foi submetida a sessões sucessivas de choques elétricos, pau-de-arara, palmatória, afogamento, nudez forçada, isolamento absoluto, ameaças de morte e de mutilação, privação de sono e de alimentos, bem como a episódios de extrema violência que lhe causaram sequelas físicas permanentes, a exemplo da torção na arcada dentária e hemorragias no útero, além de abalos psicológicos duradouros, reconhecidamente associados às práticas de tortura institucionalizada”, diz o voto desembargador João Carlos Mayer Soares, que atuou como relator do processo.

Fonte: Diario de Pernambuco

Foto: Reprodução

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A direção nacional do Partido Liberal (PL) realizou uma reunião de emergência nesta terça-feira (27), em Brasília, após a divulgação de informações sobre a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil com destino aos Estados Unidos. O encontro ocorreu na sede da legenda, no complexo Brasil 21, e reuniu dirigentes e parlamentares para avaliar […]

A direção nacional do Partido Liberal (PL) realizou uma reunião de emergência nesta terça-feira (27), em Brasília, após a divulgação de informações sobre a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil com destino aos Estados Unidos. O encontro ocorreu na sede da legenda, no complexo Brasil 21, e reuniu dirigentes e parlamentares para avaliar os desdobramentos políticos da viagem.

Segundo o Metrópoles, nem todos os integrantes do partido tinham conhecimento da decisão de Flávio, derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25).

Entre os participantes das articulações estavam o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e o senador Rogério Marinho (PL-RN), responsável pela coordenação da campanha presidencial de Flávio.

O senador Efraim Filho (PL-PB) também compareceu à sede do partido. Ao chegar, afirmou que os dirigentes precisavam compreender a situação antes de definir os próximos passos.

“Vamos reunir com Valdemar e entender todo o cenário”, declarou.

A reunião ocorreu horas depois de Rogério Marinho negar que Flávio tivesse deixado o Brasil. Questionado pela coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, o senador afirmou, no início da manhã: “Não saiu”.

Posteriormente, o portal informou, com base em fontes próximas à família Bolsonaro, que Flávio havia embarcado para a Flórida. A agência Reuters também recebeu de uma fonte do governo dos Estados Unidos a confirmação de que o parlamentar estava a caminho do território americano.

Decisão judicial e cancelamento dos passaportes

A saída do Brasil foi noticiada um dia depois de o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar que Flávio entregasse seus passaportes à Polícia Federal no prazo de 24 horas e ficasse proibido de deixar o país.

Como os documentos não foram apresentados dentro do prazo, a Polícia Federal cancelou os passaportes brasileiros do senador em seus sistemas nesta terça-feira.

A determinação judicial foi tomada no âmbito de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo Flávio e o advogado Willer Tomaz. O parlamentar nega irregularidades.

Apesar do descumprimento da ordem judicial, não havia mandado de prisão contra Flávio até a publicação da reportagem. Por isso, o senador não era considerado formalmente foragido da Justiça.

Repercussão no partido

A notícia também provocou manifestações entre parlamentares do PL. O deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL-PB), líder da oposição na Câmara dos Deputados, declarou apoio ao senador, mesmo diante das informações sobre a possível violação da restrição judicial.

“Se Flávio realmente saiu do país, o apoio é total”, escreveu nas redes sociais.

A situação ocorre em meio às articulações do PL para reorganizar sua atuação política após a derrota presidencial.

Embora a direção nacional do partido tenha reconhecido oficialmente o resultado das eleições, Flávio Bolsonaro contestou inicialmente a vitória de Lula e chegou a anunciar que pediria a anulação do pleito.

Até a divulgação da reportagem, não havia informação sobre decisões tomadas na reunião de emergência ou mudanças na estratégia política da legenda.

Fonte: Metrópoles
Foto: Breno Esaki/Metrópoles

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O cirurgião-dentista e professor universitário George Borja de Freitas, natural de São José do Egito, recebeu a Medalha e o Diploma de Honra ao Mérito Profissional Odontológico Professor Edrízio Barbosa Pinto, concedidos pelo Conselho Regional de Odontologia de Pernambuco (CRO-PE). Segundo informações publicadas pelo Blog do Erbi, George é o primeiro egipciense a receber a […]

O cirurgião-dentista e professor universitário George Borja de Freitas, natural de São José do Egito, recebeu a Medalha e o Diploma de Honra ao Mérito Profissional Odontológico Professor Edrízio Barbosa Pinto, concedidos pelo Conselho Regional de Odontologia de Pernambuco (CRO-PE).

Segundo informações publicadas pelo Blog do Erbi, George é o primeiro egipciense a receber a honraria, destinada ao reconhecimento de contribuições para a Odontologia.

Com atuação na cirurgia bucomaxilofacial e no ensino superior, George Borja possui uma trajetória profissional e acadêmica que inclui passagens por instituições de ensino do Brasil e do exterior.

A homenagem considera sua contribuição para o desenvolvimento da Odontologia e para a formação de profissionais da área.


Ao comentar o reconhecimento nas redes sociais, George destacou a dedicação exigida pelo exercício da profissão.

“Quem vive essa profissão sabe quanto estudo, dedicação e responsabilidade existem por trás de cada atendimento”, declarou.

Fonte: Blog do Erbi
Foto: Reprodução

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chegou aos Estados Unidos nesta terça-feira (27), segundo informações de um aliado próximo do parlamentar repassadas ao UOL. A notícia foi divulgada após o candidato derrotado à Presidência da República descumprir uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para entregar seus passaportes à Polícia Federal […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chegou aos Estados Unidos nesta terça-feira (27), segundo informações de um aliado próximo do parlamentar repassadas ao UOL. A notícia foi divulgada após o candidato derrotado à Presidência da República descumprir uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para entregar seus passaportes à Polícia Federal e não deixar o território brasileiro.

A reportagem da colunista Mariana Sanches, atualizada às 16h56, informa que um interlocutor de Flávio confirmou sua chegada ao país norte-americano. Segundo essa fonte, o senador deverá conceder uma entrevista coletiva na quarta-feira (28).

Apesar da informação sobre a chegada, ainda não foi esclarecido qual meio de transporte Flávio utilizou para deixar o Brasil nem o trajeto percorrido.

Uma fonte nos Estados Unidos, próxima ao governo de Donald Trump e à família Bolsonaro, afirmou ao UOL que tinha conhecimento da partida do senador. O interlocutor, entretanto, não confirmou se a viagem passou pela Argentina.

O Departamento de Estado americano foi procurado pela reportagem, mas não havia se manifestado até a publicação.

A agência Reuters também ouviu um aliado de Flávio e uma fonte do governo dos Estados Unidos que confirmaram a viagem. A chegada do parlamentar, no entanto, ainda não havia sido anunciada oficialmente pelas autoridades americanas.

Versões divergentes

Mais cedo, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, havia negado a informação sobre a saída do Brasil. Questionado pelo UOL, ironizou a possibilidade de viagem.

“Sim. Foi o Elon Musk que mandou o foguete”, afirmou Eduardo.

A suspeita começou a circular durante a madrugada, depois que o jornal argentino Infobae noticiou que Flávio teria atravessado a fronteira com a Argentina para embarcar em um avião particular rumo aos Estados Unidos.

Segundo a publicação, a aeronave partiria de Puerto Iguazú. O UOL verificou, porém, que o avião mencionado continuava no aeroporto argentino. Não há confirmação de que Flávio tenha utilizado essa rota.

Passaportes cancelados

Na segunda-feira (26), Flávio Bolsonaro foi intimado a entregar seus passaportes no prazo de 24 horas, por determinação de Alexandre de Moraes.

O senador não apresentou os documentos dentro do período estabelecido. Diante do descumprimento, a Polícia Federal cancelou os passaportes comum e diplomático em seus sistemas e informou que comunicará a situação ao ministro do STF.

A medida judicial foi determinada no âmbito de uma investigação que apura suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o senador e o advogado Willer Tomaz. Ambos negam irregularidades.

Em vídeo divulgado na segunda-feira, Flávio criticou a decisão judicial e afirmou que não pretendia deixar o Brasil.

“Eu vou entregar os meus passaportes e vou me defender dessa aberração, que é uma clara tentativa de me intimidar”, declarou na ocasião.

O senador também havia anunciado que permaneceria no país para organizar a oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que o derrotou no segundo turno das eleições, realizado no domingo (25).

Apesar do descumprimento da ordem para entregar os passaportes, não havia sido divulgado, até a atualização da reportagem, mandado de prisão contra Flávio Bolsonaro.

Fonte: UOL
Foto: Reprodução

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O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, participou nesta terça-feira (27) de uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para discutir a crise hídrica no Sertão e no Agreste e os possíveis impactos do fenômeno El Niño. Durante a agenda, o gestor chamou atenção para as dificuldades de abastecimento e informou que o município […]

O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, participou nesta terça-feira (27) de uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para discutir a crise hídrica no Sertão e no Agreste e os possíveis impactos do fenômeno El Niño. Durante a agenda, o gestor chamou atenção para as dificuldades de abastecimento e informou que o município dispõe atualmente de apenas um carro-pipa.

A audiência foi promovida pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Política Rural da Alepe, presidida pelo deputado estadual Luciano Duque (Podemos). O encontro teve como objetivo discutir a situação dos municípios afetados pela estiagem e as medidas necessárias para reduzir os impactos sobre o abastecimento das famílias, a agricultura e a criação de animais.

Em publicação nas redes sociais, Pedro Alves afirmou que a estrutura disponível em Iguaracy é insuficiente diante das necessidades da população.

“Hoje, nossa Prefeitura conta com apenas um carro-pipa, e sabemos que as necessidades são muito maiores”, declarou.

O prefeito também relembrou a seca enfrentada pelo município há 33 anos, quando assumiu seu primeiro mandato. Segundo ele, naquele período, Iguaracy registrou dificuldades de abastecimento, incluindo o esgotamento de poços.

Ao comentar o cenário atual, Pedro defendeu a articulação entre as prefeituras e os governos estadual e federal para ampliar as medidas de enfrentamento à estiagem. O gestor citou a necessidade de garantir o fornecimento de água às famílias, aos agricultores e aos animais.

A audiência também discutiu os riscos de agravamento da escassez de água nos próximos meses, diante das previsões relacionadas ao El Niño. O fenômeno pode influenciar o regime de chuvas e acentuar as dificuldades enfrentadas por municípios que já registram redução na disponibilidade de água.

Pedro Alves esteve acompanhado dos vereadores Chico Torres e Lequinho, do secretário municipal de Agricultura, Carlinhos de Trindade, do diretor de Meio Ambiente, George Abel, e do chefe de Gabinete, Júlio Veras.

O prefeito destacou a iniciativa de Luciano Duque de reunir representantes municipais e estaduais para discutir a situação.

Fotos: Divulgação

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Pernambuco tem 75 municípios em situação de emergência hídrica e poderá enfrentar um agravamento da estiagem nos próximos meses. O cenário foi apresentado nesta terça-feira (27), durante audiência pública da Comissão de Agricultura, Pecuária e Política Rural da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), presidida pelo deputado Luciano Duque. O encontro discutiu os impactos do El […]

Pernambuco tem 75 municípios em situação de emergência hídrica e poderá enfrentar um agravamento da estiagem nos próximos meses. O cenário foi apresentado nesta terça-feira (27), durante audiência pública da Comissão de Agricultura, Pecuária e Política Rural da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), presidida pelo deputado Luciano Duque. O encontro discutiu os impactos do El Niño no abastecimento de água e na produção agropecuária do estado.

O número de municípios afetados foi apresentado por Josimar Fernandes, representante da Secretaria Estadual de Agricultura, que alertou para os riscos de perdas nas lavouras e de comprometimento da produção de grãos, especialmente no Sertão e no Agreste.

Durante a audiência, Clênio Torres, da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), afirmou que o El Niño já está instalado e poderá alcançar intensidade forte a muito forte até o final de 2026, com efeitos que podem se prolongar até meados de 2027.

“Chegaremos ao final do ano com esse fenômeno com uma magnitude extremamente elevada. Os efeitos que foram colocados aqui irão acontecer, não resta dúvida”, declarou o representante da Apac.

A perspectiva de redução das chuvas preocupa setores importantes da economia rural pernambucana, como a pecuária leiteira, a avicultura, a bovinocultura e a criação de pequenos animais. O deputado Luciano Duque defendeu que o poder público antecipe medidas para reduzir os prejuízos aos produtores.

“Se não começarmos a planejar agora ações para enfrentar esse período de grande estiagem, os prejuízos serão enormes. Precisamos pensar nas necessidades de hoje, mas também construir políticas permanentes para o futuro”, afirmou.

O diretor de Pesquisa do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Henrique Castelletti, chamou atenção para a necessidade de substituir respostas exclusivamente emergenciais por investimentos contínuos em infraestrutura e assistência técnica.

“A seca não pode ser novidade, e ela não é mesmo. O fenômeno é natural, cíclico e recorrente, mas a gente não pode estar o tempo inteiro tendo soluções imediatas. Precisamos de soluções que permaneçam”, disse.

Entre as alternativas apresentadas pelo IPA estão a construção de barragens subterrâneas, a perfuração de poços, a instalação de dessalinizadores e a adoção de práticas de conservação da água e do solo. A instituição também defendeu a ampliação das reservas de alimentação animal, com utilização de silagem e palma forrageira, para reduzir os impactos sobre a pecuária.

Na área de abastecimento, Marcelo Asfora, representante da Secretaria de Recursos Hídricos e Saneamento, afirmou que Pernambuco dispõe atualmente de uma infraestrutura mais ampla do que em períodos anteriores de estiagem, mas reconheceu que ainda existem limitações.

Ele mencionou a situação da Barragem de Jucazinho, que enfrenta dificuldades desde 2011, e destacou investimentos em andamento pelo governo estadual. Segundo Asfora, as intervenções para ampliar a segurança hídrica exigem tempo e não eliminam a necessidade de alternativas de abastecimento.

A Operação Carro-Pipa também esteve entre os assuntos discutidos. O coronel Helder Guimarães, representante do Exército Brasileiro, informou que a instituição acompanha as condições climáticas e se prepara para prestar apoio à Defesa Civil nos municípios que necessitarem de atendimento emergencial.

Já o representante do Banco do Nordeste, Neydson Ferreira Moura, abordou as possibilidades de assistência financeira aos produtores afetados pela estiagem. Segundo ele, determinadas medidas de apoio dependem de decretos e providências do governo federal.

Ao final da audiência, Luciano Duque anunciou a proposta de criação de uma frente parlamentar permanente para acompanhar a situação hídrica em Pernambuco. A intenção é reunir representantes do Legislativo, dos governos estadual e federal, dos municípios e dos setores produtivos para monitorar medidas emergenciais e investimentos de longo prazo.

A reunião contou ainda com a participação de representantes do Comitê do Rio São Francisco, da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), além de prefeitos, vereadores e secretários municipais do Sertão e do Agreste.

Fonte: Assessoria do deputado Luciano Duque.

Foto: Reprodução

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O presidente da China, Xi Jinping, enviou nesta terça-feira (27) uma mensagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para parabenizá-lo pela reeleição e manifestar interesse em ampliar a cooperação estratégica entre os dois países. A declaração foi divulgada pelo governo chinês dois dias após a vitória de Lula sobre Flávio Bolsonaro (PL) no […]

O presidente da China, Xi Jinping, enviou nesta terça-feira (27) uma mensagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para parabenizá-lo pela reeleição e manifestar interesse em ampliar a cooperação estratégica entre os dois países. A declaração foi divulgada pelo governo chinês dois dias após a vitória de Lula sobre Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais.

Na mensagem, Xi destacou a relação diplomática construída com Lula nos últimos anos e afirmou que os dois governos mantêm comunicação frequente sobre assuntos de interesse bilateral e internacional.

O presidente chinês avaliou que a parceria entre Brasil e China ganhou importância estratégica e de longo prazo, classificando a relação como um “exemplo de solidariedade e cooperação entre os países do Sul Global”.

Xi também manifestou disposição para trabalhar com Lula na ampliação da chamada comunidade de futuro compartilhado China-Brasil, conceito utilizado pelos dois governos para orientar iniciativas de cooperação política, econômica e diplomática.

Segundo o líder chinês, a intenção é aprofundar a coordenação estratégica e ampliar os benefícios das relações bilaterais para as populações dos dois países. A mensagem não anunciou novos acordos nem apresentou compromissos específicos de investimento.

O governo chinês já havia reconhecido oficialmente o resultado da eleição brasileira na segunda-feira (26). Na ocasião, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, afirmou que a China respeita a “escolha do povo brasileiro”.

A declaração foi dada após questionamentos sobre a contestação do resultado eleitoral por Flávio Bolsonaro, derrotado por Lula no domingo (25).

Também nesta terça-feira, o vice-presidente da China, Han Zheng, encaminhou uma mensagem de congratulações ao vice-presidente brasileiro Geraldo Alckmin (PSB), reeleito na mesma chapa de Lula.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil desde 2009. A relação econômica envolve principalmente as exportações brasileiras de produtos agropecuários e minerais, além da importação de produtos industrializados chineses.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert/PR

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A Justiça da Itália adiou nesta terça-feira (27) o julgamento do pedido de extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli para o Brasil. A nova audiência foi marcada para 24 de novembro, após a defesa solicitar mais tempo para analisar documentos enviados pelas autoridades brasileiras sobre as condições de prisão e atendimento médico da ex-parlamentar. O […]

A Justiça da Itália adiou nesta terça-feira (27) o julgamento do pedido de extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli para o Brasil. A nova audiência foi marcada para 24 de novembro, após a defesa solicitar mais tempo para analisar documentos enviados pelas autoridades brasileiras sobre as condições de prisão e atendimento médico da ex-parlamentar.

O processo está relacionado à condenação de Zambelli a cinco anos e três meses de prisão pelo episódio em que perseguiu um homem com uma arma de fogo, nas ruas de São Paulo, na véspera do segundo turno das eleições de 2022.

A audiência ocorreu na Corte de Apelação de Roma, mas foi encerrada após aproximadamente 20 minutos. Os advogados alegaram que ainda não haviam conseguido examinar adequadamente a documentação encaminhada pelo governo brasileiro.

Entre os documentos estão informações sobre a Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia, onde Zambelli poderá cumprir pena caso seja extraditada.

A defesa questiona as condições de atendimento médico disponíveis na unidade prisional e sustenta que os problemas de saúde da ex-deputada precisam ser considerados antes de qualquer decisão sobre sua transferência.

Durante a sessão, representantes do Ministério Público italiano e da Advocacia-Geral da União (AGU) defenderam que as informações encaminhadas pelo Brasil atendem às exigências formuladas anteriormente pela Justiça italiana.

Os advogados de Zambelli, por outro lado, afirmaram que precisam de mais tempo para analisar o material e apresentar suas considerações.

Histórico do processo

Esta é a segunda análise do pedido de extradição relacionado ao episódio da arma. Em julho, a Corte de Cassação da Itália anulou uma decisão anterior que autorizava a transferência de Zambelli ao Brasil e determinou que o caso fosse novamente examinado.

Na ocasião, o tribunal considerou insuficientes as garantias apresentadas sobre o acompanhamento médico da ex-deputada no sistema prisional brasileiro.

Zambelli também foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a dez anos e oito meses de prisão no processo relacionado à invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Esse primeiro pedido de extradição, entretanto, foi rejeitado pela Corte de Cassação italiana em maio deste ano. A decisão não encerrou o segundo processo, referente à perseguição armada.

A ex-deputada foi presa em Roma em julho de 2025, após deixar o Brasil. Ela permaneceu detida na Itália até maio de 2026, quando foi colocada em liberdade por determinação da Justiça italiana.

Desde então, aguarda a conclusão do processo de extradição em território italiano.

O julgamento marcado para 24 de novembro deverá examinar se estão atendidos os requisitos legais para a extradição. A análise não envolve um novo julgamento sobre a condenação imposta pelo STF.

O adiamento desta terça-feira não representa autorização nem rejeição definitiva do pedido apresentado pelo governo brasileiro.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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Flávio Bolsonaro estaria em voo para os EUA e pretende usar passaporte italiano

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estaria em um voo com destino aos Estados Unidos e pretende utilizar um passaporte italiano para entrar no país, segundo reportagem publicada nesta terça-feira (27) pelo Correio Braziliense. O jornal afirma ter recebido a confirmação da viagem de fontes da Polícia Federal, que deverá comunicar o caso ao ministro Alexandre […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estaria em um voo com destino aos Estados Unidos e pretende utilizar um passaporte italiano para entrar no país, segundo reportagem publicada nesta terça-feira (27) pelo Correio Braziliense. O jornal afirma ter recebido a confirmação da viagem de fontes da Polícia Federal, que deverá comunicar o caso ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A informação representa um novo desdobramento das apurações sobre o paradeiro do parlamentar, que não foi localizado após receber uma determinação judicial para entregar seus passaportes e permanecer em território brasileiro.

De acordo com o Correio, investigadores da Polícia Federal identificaram a viagem em uma apuração realizada nesta terça-feira. As fontes consultadas pelo jornal afirmaram que Flávio pretende apresentar um passaporte italiano ao chegar aos Estados Unidos.

O senador teria obtido a cidadania italiana em 2023, segundo fontes diplomáticas ouvidas pela reportagem. Seus irmãos Eduardo Bolsonaro e Carlos Bolsonaro também teriam conseguido o reconhecimento da cidadania.

A publicação informa ainda que Flávio pretende alegar perseguição política e solicitar asilo ao governo do presidente americano Donald Trump.

Segundo o Correio, a Polícia Federal também investiga a possibilidade de autoridades americanas terem conhecimento ou participação no planejamento da saída do Brasil.

Na segunda-feira (26), o ministro Alexandre de Moraes determinou que Flávio Bolsonaro entregasse seus passaportes à Polícia Federal no prazo de 24 horas. A decisão também proibiu o parlamentar de deixar o país.

O prazo terminou na manhã desta terça-feira sem a entrega dos documentos. Diante do descumprimento, a Polícia Federal cancelou os passaportes brasileiros comum e diplomático do senador em seus sistemas.

A determinação judicial também alcança eventuais documentos de viagem de outras nacionalidades que estejam em nome de Flávio.

A ordem foi expedida no âmbito de uma investigação que tramita no STF e apura suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o parlamentar e o advogado Willer Tomaz.

Na segunda-feira, ao divulgar a intimação, Flávio afirmou que não pretendia deixar o país e declarou que cumpriria a medida.

Desde a madrugada desta terça-feira, a Polícia Federal investigava informações sobre uma possível passagem de Flávio pela Argentina antes de seguir para os Estados Unidos.

O jornal argentino Infobae havia noticiado que o senador poderia embarcar em uma aeronave particular a partir de Puerto Iguazú. Autoridades migratórias argentinas, entretanto, informaram não ter localizado registro de entrada do parlamentar no país.

Agora, o Correio Braziliense afirma que fontes policiais confirmaram o deslocamento internacional, embora não tenham sido divulgados documentos oficiais ou dados de voo que permitam verificar independentemente a presença de Flávio na aeronave.

O jornal também relata que pessoas próximas ao ministro Alexandre de Moraes avaliam a possibilidade de novas medidas judiciais, incluindo eventual pedido de prisão e acionamento da Interpol.

Fonte: Correio Braziliense
Foto: Reprodução

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O deputado federal André Janones (Rede-MG) fez uma publicação nas redes sociais nesta terça-feira (27) ironizando a situação de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial. O parlamentar sugeriu que o senador poderá ser preso e fazer companhia ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração ocorreu em […]

O deputado federal André Janones (Rede-MG) fez uma publicação nas redes sociais nesta terça-feira (27) ironizando a situação de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial. O parlamentar sugeriu que o senador poderá ser preso e fazer companhia ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

A declaração ocorreu em meio às notícias sobre uma possível saída de Flávio do Brasil, após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar a entrega de seus passaportes e proibi-lo de deixar o território nacional.

Na rede social X, Janones escreveu que os apoiadores da família Bolsonaro esperavam que a vitória de Flávio pudesse resultar na libertação do ex-presidente. Em seguida, ironizou o cenário político após a derrota eleitoral.

“Vamos jogar mais um Bolsonaro lá, para fazer companhia para ele!”, publicou o deputado, em referência à prisão de Jair Bolsonaro.

A manifestação também faz referência às declarações de Flávio durante a campanha, quando o senador afirmou que receberia a faixa presidencial das mãos do pai, caso fosse eleito.

A publicação provocou reações entre seguidores de Janones, que compartilharam montagens e imagens satíricas de Flávio ao lado de Jair Bolsonaro na prisão.

O deputado, que teve atuação na mobilização digital da campanha de Lula, utilizou frequentemente as redes sociais para criticar o candidato do PL durante a disputa presidencial.

A declaração ocorre enquanto a Polícia Federal apura informações sobre uma possível viagem de Flávio Bolsonaro ao exterior. O senador foi intimado a entregar seus passaportes por determinação judicial, e a corporação realizou o cancelamento dos documentos brasileiros em seus sistemas.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Divulgação

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A Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro determinou nesta terça-feira (27) que a deputada estadual Índia Armelau (PL), a mais votada do estado nas eleições de 2026, retire publicações nas redes sociais que incentivam empresários a demitir trabalhadores por suas preferências políticas. A decisão ocorreu após o Ministério Público do Trabalho (MPT) ajuizar uma […]

A Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro determinou nesta terça-feira (27) que a deputada estadual Índia Armelau (PL), a mais votada do estado nas eleições de 2026, retire publicações nas redes sociais que incentivam empresários a demitir trabalhadores por suas preferências políticas. A decisão ocorreu após o Ministério Público do Trabalho (MPT) ajuizar uma ação civil pública contra a parlamentar.

O juiz Leonardo Saggese Fonseca, da 3ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, estabeleceu prazo de 48 horas para a remoção das publicações, sob pena de multa diária de R$ 5 mil. A deputada também deverá se abster de incentivar empregadores a discriminar, prejudicar, perseguir ou demitir funcionários por suas convicções políticas.

A ação foi motivada por uma publicação em que Índia Armelau orientava empresários a verificar as redes sociais de seus empregados para identificar manifestações de apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Empresário, olha a rede social do teu funcionário aí e confere se ele fez ‘L’”, escreveu a parlamentar, antes de questionar a permanência de trabalhadores que, em sua avaliação, seriam contrários aos empresários.

Para o MPT, a manifestação estimula o assédio eleitoral e a discriminação de trabalhadores em razão de suas escolhas políticas.

A procuradora Fernanda Barbosa Diniz, responsável pela ação, afirmou que as publicações incentivam empregadores a penalizar funcionários pelo exercício do direito ao voto.

O Ministério Público também argumentou que a imunidade parlamentar não protege manifestações discriminatórias. Na decisão, o magistrado considerou que declarações feitas fora do ambiente parlamentar podem atingir direitos fundamentais de terceiros.

Além da retirada das publicações e da proibição de novos incentivos à discriminação, o MPT pediu que a deputada seja condenada ao pagamento de R$ 500 mil por dano moral coletivo.

O órgão também solicitou a publicação de um comunicado esclarecendo que trabalhadores têm liberdade para escolher seus candidatos e não podem sofrer retaliações por suas preferências eleitorais.

A decisão divulgada nesta terça-feira atendeu parcialmente aos pedidos do Ministério Público. A determinação de retirada das publicações não representa julgamento definitivo da ação nem condenação ao pagamento da indenização solicitada.

Defesa da deputada

Em manifestação divulgada à imprensa, a assessoria de Índia Armelau negou que a parlamentar tenha defendido demissões em massa ou discriminação de trabalhadores por suas escolhas políticas.

Segundo a defesa, a deputada pretendia criticar atitudes de empregados contrárias aos interesses de seus empregadores, e não suas convicções partidárias. A assessoria também informou que a publicação havia sido apagada após a repercussão.

Índia Armelau foi reeleita deputada estadual em outubro, com 248.504 votos, tornando-se a parlamentar mais votada para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

O episódio ocorre em meio ao aumento das denúncias de assédio eleitoral recebidas pelo Ministério Público do Trabalho após o segundo turno presidencial. Na segunda-feira (26), o órgão registrou 140 relatos envolvendo possíveis constrangimentos ou retaliações relacionadas às escolhas políticas de trabalhadores.

Fonte: Metrópoles
Foto: Reprodução/PL Mulher

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Integrantes do núcleo mais próximo da família Bolsonaro receberam informações de que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teria deixado o Brasil pela fronteira com a Argentina, com a intenção de seguir para os Estados Unidos. A informação foi publicada nesta terça-feira (27) pela coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo. A Polícia Federal investiga […]

Integrantes do núcleo mais próximo da família Bolsonaro receberam informações de que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teria deixado o Brasil pela fronteira com a Argentina, com a intenção de seguir para os Estados Unidos. A informação foi publicada nesta terça-feira (27) pela coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo. A Polícia Federal investiga a possível saída do parlamentar, que está proibido de deixar o país por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a coluna, aliados, assessores e amigos tentaram entrar em contato com Flávio ao longo da manhã, mas não conseguiram localizá-lo. Até a publicação da reportagem, o paradeiro do senador e de sua família permanecia desconhecido para esses interlocutores.

A suspeita ganhou repercussão após o jornal argentino Infobae informar, durante a madrugada, que Flávio teria atravessado a fronteira utilizando um documento de identidade e seguido até Puerto Iguazú, de onde embarcaria em um avião particular com destino aos Estados Unidos.

A Polícia Federal passou a verificar os registros de movimentação nas fronteiras brasileiras e os voos realizados entre Brasil e Argentina. Até o momento da apuração publicada pela Folha, não havia sido identificado registro oficial de saída do senador por postos regulares de imigração.

O governo argentino também informou não ter encontrado registro de entrada de Flávio no país. A ausência desses registros, entretanto, não permite concluir que houve uma travessia irregular.

Voo previsto para Miami foi cancelado

A reportagem da Folha também apresentou informações sobre uma aeronave particular que teria sido preparada para realizar o transporte.

Segundo dados de rastreamento aéreo, um jato Gulfstream G400, de matrícula LV-JQW, decolou de Buenos Aires às 22h14 de segunda-feira (26) e pousou em Puerto Iguazú às 23h45.

O jornal argentino Clarín informou que a aeronave tinha uma viagem prevista para Miami, nos Estados Unidos, às 2h30 desta terça-feira, mas a decolagem foi cancelada.

De acordo com a publicação, surgiram suspeitas não confirmadas de que o voo estaria relacionado ao senador e à sua família. A lista de passageiros não foi apresentada às autoridades migratórias.

As informações divulgadas até agora não comprovam que Flávio estivesse na aeronave ou que tenha efetivamente deixado o território brasileiro.

Aliados apresentam versões diferentes

Em um primeiro momento, o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, negou que o parlamentar tivesse deixado o país.

“Não saiu”, afirmou Marinho, em declaração à coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles.

Posteriormente, a Folha informou que pessoas próximas à família Bolsonaro haviam recebido uma versão diferente, segundo a qual Flávio teria atravessado a fronteira.

Apesar desses relatos, não houve confirmação oficial de uma viagem nem manifestação direta do senador esclarecendo seu paradeiro.

Passaportes cancelados

A investigação sobre a possível saída do Brasil ocorre após Alexandre de Moraes determinar, na segunda-feira (26), que Flávio entregasse seus passaportes à Polícia Federal no prazo de 24 horas.

A decisão também proíbe o senador de deixar o território nacional. Nesta terça-feira, a Polícia Federal cancelou os passaportes brasileiro comum e diplomático do parlamentar em seus sistemas.

Flávio é investigado em um procedimento que tramita sob sigilo no STF. A apuração envolve suspeitas de irregularidades financeiras relacionadas ao advogado Willer Tomaz.

Ao divulgar a decisão judicial na segunda-feira, o senador afirmou que não pretendia deixar o país e declarou que cumpriria a determinação.

Até a atualização da reportagem da Folha, a Polícia Federal ainda buscava esclarecer se houve alguma viagem. A eventual saída de Flávio Bolsonaro permanece sem confirmação oficial.

Fonte: Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução

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Em meu comentário desta terça-feira (27), na Rádio Itapuama, falei sobre algo que tem me preocupado profundamente: o crescimento dos casos de assédio e intolerância política no Sertão após o resultado das eleições. Já estamos acostumados a ver manifestações de xenofobia contra o Nordeste, principalmente de pessoas do Sul e Sudeste que não aceitam a […]

Em meu comentário desta terça-feira (27), na Rádio Itapuama, falei sobre algo que tem me preocupado profundamente: o crescimento dos casos de assédio e intolerância política no Sertão após o resultado das eleições.

Já estamos acostumados a ver manifestações de xenofobia contra o Nordeste, principalmente de pessoas do Sul e Sudeste que não aceitam a escolha dos eleitores nordestinos. Mas a situação se torna ainda mais preocupante quando esse preconceito acontece dentro da nossa própria região, no Pajeú, no Moxotó e no Sertão Central.

Em Serra Talhada, ganhou repercussão nacional o caso da médica Ivanice Melo, após declarações sobre não contratar ou demitir trabalhadores que votaram em Lula. Em Custódia, recebi uma denúncia envolvendo a proprietária de uma panificadora que compartilhou uma mensagem semelhante. Posteriormente, ela pediu desculpas, o que considero importante.

Mas há uma questão que precisa ser enfrentada: por que essas ameaças são sempre dirigidas aos trabalhadores, geralmente a parte mais vulnerável dessa relação? Será que essas mesmas pessoas teriam coragem de recusar o dinheiro de clientes que votaram em candidatos diferentes?

E faço questão de destacar: isso vale para qualquer lado político. Nenhum empregador, seja de direita ou de esquerda, tem o direito de perseguir, constranger ou ameaçar trabalhadores por suas escolhas eleitorais.

O voto é individual e secreto. Ninguém deve ser obrigado a pensar politicamente como seu patrão para garantir o próprio emprego.

Também me preocupa o exemplo que estamos deixando para as próximas gerações. Precisamos ensinar aos nossos filhos valores como respeito, solidariedade e convivência com as diferenças, e não reproduzir preconceitos e hostilidades.

A eleição terminou. Independentemente do resultado, continuaremos vivendo nas mesmas cidades, trabalhando e convivendo em sociedade.

Minha solidariedade aos trabalhadores que enfrentam esse tipo de constrangimento. Situações de possível assédio eleitoral precisam ser denunciadas ao Ministério Público do Trabalho e aos órgãos competentes.

Divergir politicamente é um direito. Discriminar alguém por sua escolha nas urnas é inadmissível.

Clique no link abaixo, ative o áudio e confira meu comentário completo na Rádio Itapuama.

 

https://www.instagram.com/reel/DfAWJnSxHvw/?psln=bnh5bDhmeDF6bnV1

Por decisão de Alexandre de Moraes, PF cancela passaportes de Flávio Bolsonaro

A Polícia Federal cancelou nesta terça-feira (27), em seus sistemas, os passaportes comum e diplomático do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), em cumprimento a uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a CNN Brasil, até a atualização da reportagem, às 12h13, os documentos físicos ainda não haviam sido entregues pela […]

A Polícia Federal cancelou nesta terça-feira (27), em seus sistemas, os passaportes comum e diplomático do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), em cumprimento a uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a CNN Brasil, até a atualização da reportagem, às 12h13, os documentos físicos ainda não haviam sido entregues pela defesa do parlamentar.

O cancelamento ocorre um dia depois de Flávio ter sido intimado pela Polícia Federal a entregar seus passaportes e informado de que estava proibido de deixar o Brasil. A decisão judicial foi tomada após a derrota do senador para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial.

Além da restrição de viagem, Moraes determinou que Flávio não mantenha contato com o advogado e empresário Willer Tomaz. Os dois são investigados em um inquérito que tramita no STF e apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

A decisão também estabelece a entrega, no prazo de 24 horas, de eventuais documentos de viagem de outras nacionalidades que estejam em nome do senador.

Flávio tornou pública a determinação judicial na segunda-feira (26), por meio de um vídeo publicado nas redes sociais. Na gravação, afirmou que havia recebido a intimação após visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O senador criticou a medida, negou que pretendesse deixar o país e declarou que cumpriria a ordem.

“Nunca pensei em sair do país. Eu vou entregar os meus passaportes e vou me defender dessa aberração, que é uma clara tentativa de me intimidar”, afirmou.

A investigação envolvendo Flávio e Willer Tomaz tramita sob sigilo. O advogado foi alvo da Operação Sem Desconto, relacionada à apuração de irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), e passou a morar nos Estados Unidos.

O cancelamento no sistema da Polícia Federal torna os documentos brasileiros inválidos para utilização em viagens. A medida, entretanto, não significa que os passaportes físicos tenham sido recolhidos.

Até a atualização divulgada pela CNN, a defesa do senador ainda não havia realizado a entrega desses documentos. A investigação continua em andamento, sem que as suspeitas representem comprovação de crime.

Fonte: CNN Brasil
Foto: Reprodução

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O papel das cooperativas de crédito na economia pernambucana foi tema de uma reportagem da TV Grande Rio, afiliada da Rede Globo em Petrolina. A produção contou com a participação de associados e colaboradores do Sicoob Pernambuco e apresentou experiências relacionadas ao acesso a serviços financeiros e ao funcionamento do modelo cooperativista. Entre os participantes […]

O papel das cooperativas de crédito na economia pernambucana foi tema de uma reportagem da TV Grande Rio, afiliada da Rede Globo em Petrolina. A produção contou com a participação de associados e colaboradores do Sicoob Pernambuco e apresentou experiências relacionadas ao acesso a serviços financeiros e ao funcionamento do modelo cooperativista.

Entre os participantes está Rodrigo Pamponet, associado do Sicoob Pernambuco, que compartilhou sua experiência com a cooperativa no desenvolvimento de um empreendimento. Segundo a assessoria da instituição, o relato aborda a utilização de serviços financeiros para atender às necessidades do negócio.

A reportagem também apresentou características do cooperativismo de crédito, modalidade em que os associados são integrantes da própria instituição financeira e podem participar de suas decisões e resultados, conforme as regras estabelecidas pela cooperativa.

Além das operações de crédito, a produção abordou temas relacionados à educação financeira e à atuação das cooperativas nas comunidades onde estão presentes.

A participação de representantes do Sicoob Pernambuco integrou a abordagem da emissora sobre o funcionamento dessas instituições e sua relação com as atividades econômicas desenvolvidas no estado.


A reportagem terá uma nova exibição nesta terça-feira (27), às 12h30, na programação da TV Grande Rio.

O conteúdo também pode ser conferido pela plataforma Globoplay.

Fotos: Divulgação

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Santa Cruz da Baixa Verde alcançou a primeira colocação em dois indicadores de saúde da XI Gerência Regional de Saúde (Geres), relacionados à Atenção Primária à Saúde (APS) e à Saúde Bucal. Os resultados foram divulgados pela Prefeitura, que também informou outras classificações do município em avaliações regionais e estaduais. Na Atenção Primária, o município […]

Santa Cruz da Baixa Verde alcançou a primeira colocação em dois indicadores de saúde da XI Gerência Regional de Saúde (Geres), relacionados à Atenção Primária à Saúde (APS) e à Saúde Bucal. Os resultados foram divulgados pela Prefeitura, que também informou outras classificações do município em avaliações regionais e estaduais.

Na Atenção Primária, o município ficou em primeiro lugar na XI Geres no indicador de aproveitamento e qualidade das equipes de APS e eMulti, compostas por profissionais de diferentes especialidades. A outra primeira colocação foi registrada na Saúde Bucal, considerando a proporção de equipes avaliadas com classificação ótima.

Ainda na Saúde Bucal, Santa Cruz da Baixa Verde alcançou o segundo lugar na Macrorregião do Sertão, no indicador de aproveitamento e qualidade. Segundo a administração municipal, a cidade também figura entre as oito melhores de Pernambuco nessa área.

A prefeitura informou outras três classificações em terceiro lugar na XI Geres, todas relacionadas à Atenção Primária. Uma delas considera a proporção de equipes com avaliação ótima. As demais correspondem à qualidade geral da APS e ao percentual de equipes que alcançaram o padrão ótimo em todos os indicadores analisados.

Os resultados apresentados dizem respeito ao desempenho e à classificação das equipes nos indicadores avaliados.

 

O prefeito Dr. Ismael atribuiu os resultados ao trabalho dos profissionais e aos investimentos realizados na rede municipal de saúde.

“Esses resultados são fruto de um trabalho contínuo, de investimentos na melhoria dos serviços e, principalmente, da dedicação dos nossos profissionais de saúde”, afirmou.

Fotos: Divulgação

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) completa 81 anos nesta terça-feira (27), dois dias depois de conquistar seu quarto mandato à frente da Presidência da República. A data é marcada por uma particularidade na história do pernambucano: embora comemore o aniversário em 27 de outubro, seus documentos oficiais registram o nascimento no dia […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) completa 81 anos nesta terça-feira (27), dois dias depois de conquistar seu quarto mandato à frente da Presidência da República. A data é marcada por uma particularidade na história do pernambucano: embora comemore o aniversário em 27 de outubro, seus documentos oficiais registram o nascimento no dia 6 do mesmo mês, em 1945.

A diferença entre as datas está relacionada às dificuldades de acesso ao registro civil enfrentadas pela família de Lula no interior de Pernambuco. Nascido em Vargem Comprida, então distrito de Garanhuns, o presidente foi o sétimo dos oito filhos de Aristides Inácio da Silva e Eurídice Ferreira de Melo, conhecida como Dona Lindu.

Segundo o Instituto Lula, o registro de nascimento foi realizado somente alguns anos depois, junto com os documentos de seus irmãos. Durante o procedimento no cartório, uma escrivã teria cometido um erro ao anotar a data, registrando 6 de outubro em vez de 27 de outubro.

Apesar da informação que consta na documentação, Lula sempre considerou o dia 27 como sua data de nascimento, conforme os relatos familiares.

Aos 81 anos, o presidente se prepara para iniciar mais um mandato no Palácio do Planalto. No segundo turno das eleições, realizado no domingo (25), Lula recebeu 64.256.232 votos e derrotou o senador Flávio Bolsonaro (PL), tornando-se o presidente mais velho a conquistar um novo mandato no país.

A decisão de disputar novamente a Presidência também representou uma mudança em relação ao posicionamento que Lula havia apresentado durante a campanha de 2022.

Naquele ano, aos 76 anos, ele afirmou que não considerava possível disputar uma reeleição aos 81, citando as limitações naturais da idade.

“Todo mundo sabe que não é possível um cidadão com 81 anos querer a reeleição”, declarou na ocasião.

O posicionamento mudou ao longo do terceiro mandato. Em outubro de 2025, durante uma agenda oficial em Jacarta, na Indonésia, Lula confirmou que pretendia disputar novamente a Presidência.

Ao comentar sua condição física, afirmou que estava próximo de completar 80 anos, mas que mantinha a disposição para continuar exercendo o cargo.

Com a vitória de domingo, Lula iniciará seu quarto mandato presidencial em janeiro de 2027, aos 81 anos, ampliando o recorde de idade para um presidente brasileiro no início de um mandato.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert

A Polícia Federal (PF) registrou 86 ocorrências relacionadas a possíveis crimes eleitorais durante o segundo turno das eleições de 2026, realizado no domingo (25). Segundo balanço divulgado nessa segunda-feira (26), os casos foram identificados em 21 unidades da federação, incluindo Pernambuco, que contabilizou cinco registros. Ao todo, 74 pessoas foram conduzidas à Polícia Federal para […]

A Polícia Federal (PF) registrou 86 ocorrências relacionadas a possíveis crimes eleitorais durante o segundo turno das eleições de 2026, realizado no domingo (25). Segundo balanço divulgado nessa segunda-feira (26), os casos foram identificados em 21 unidades da federação, incluindo Pernambuco, que contabilizou cinco registros.

Ao todo, 74 pessoas foram conduzidas à Polícia Federal para os procedimentos cabíveis. Até a manhã de segunda-feira, a corporação havia instaurado 13 inquéritos policiais, elaborado 64 termos circunstanciados de ocorrência e mantinha seis situações de flagrante sob análise.

A principal ocorrência foi a possível violação ou tentativa de violação do sigilo do voto, com 38 registros. Também foram identificados 24 casos de propaganda eleitoral irregular, oito de desordem nos trabalhos eleitorais e seis de desobediência eleitoral.

O levantamento inclui ainda ocorrências envolvendo danos a urnas eletrônicas e suspeitas de eleitores que teriam votado em nome de outras pessoas.

A Paraíba liderou o número de registros, com 11 ocorrências, seguida por Minas Gerais, com nove, e Sergipe, com oito. Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro contabilizaram cinco casos cada.

Em Alagoas, Espírito Santo e Mato Grosso, foram registrados quatro casos por estado. Acre, Distrito Federal, Piauí, Paraná e São Paulo tiveram três ocorrências cada.

Durante a votação, a Polícia Federal também apreendeu aproximadamente R$ 41,4 mil em bens e valores. Desse total, R$ 4.157 correspondem a dinheiro em espécie. Entre os materiais recolhidos estão celulares e equipamentos de informática e de som.

Balanço de 2026

Considerando as ações realizadas ao longo de 2026, a Polícia Federal informou que havia instaurado 1.629 inquéritos relacionados a crimes eleitorais até a manhã de segunda-feira (26).

Na mesma data, a instituição contabilizava 2.483 inquéritos em andamento. O valor acumulado das apreensões relacionadas a investigações eleitorais se aproximava de R$ 52 milhões, incluindo cerca de R$ 31 milhões em dinheiro.

O levantamento também aponta 104 inquéritos em andamento relacionados à violência política contra a mulher, conduta prevista no Código Eleitoral.

A Polícia Federal ressalta que os números podem sofrer alterações conforme o avanço das investigações, o registro de novas ocorrências e a atualização dos sistemas.

As situações contabilizadas no balanço correspondem a suspeitas e registros policiais, não significando que os envolvidos tenham sido condenados ou que os crimes estejam comprovados.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução

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A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), informou nesta terça-feira (27) que participou de um encontro com dirigentes da empresa espanhola Acciona, em Jerez de la Frontera, na Espanha. A reunião, realizada na segunda-feira (26), teve como um dos temas os investimentos previstos para os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário no Estado. […]

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), informou nesta terça-feira (27) que participou de um encontro com dirigentes da empresa espanhola Acciona, em Jerez de la Frontera, na Espanha. A reunião, realizada na segunda-feira (26), teve como um dos temas os investimentos previstos para os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário no Estado.

Em publicação no Instagram, a governadora afirmou que a Acciona, em parceria com a BRK, será responsável por investimentos superiores a R$ 17 bilhões em Pernambuco. As empresas integram o consórcio que venceu parte da concessão dos serviços de saneamento da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa).

A concessão foi definida em leilão realizado em dezembro de 2025, com contrato assinado em abril deste ano.

Na publicação, Raquel afirmou que conversou com representantes da Acciona sobre as dificuldades enfrentadas pela população pernambucana no acesso à água. Segundo ela, o governo pretende acompanhar a execução dos investimentos previstos no contrato.

“Agradeci pela confiança em Pernambuco, mas também deixei muito claro que vamos acompanhar de perto e cobrar cada investimento e cada compromisso assumido”, declarou.

O modelo de concessão prevê que as empresas privadas assumam serviços de distribuição de água e esgotamento sanitário nas áreas concedidas, enquanto a Compesa permanece responsável pela produção e pelo tratamento da água.

O objetivo estabelecido no processo de concessão é ampliar a cobertura desses serviços, incluindo o atendimento de municípios do Agreste, Sertão, Zona da Mata e Região Metropolitana do Recife.

Agenda internacional

A reunião integra uma missão internacional da governadora à Europa, com compromissos na Espanha e na França relacionados a saneamento, infraestrutura, energia e atração de investimentos.

Raquel embarcou no domingo (25), após votar em Caruaru no segundo turno da eleição presidencial. Durante sua ausência, a vice-governadora Priscila Krause (PSD) assumiu interinamente o comando do Executivo estadual.

A previsão divulgada é de que Priscila permaneça à frente do governo até 2 de novembro, período em que Raquel cumpre os compromissos internacionais.

Fotos: Reprodução/ Instagram de Raquel Lyra

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Santa Cruz do Capibaribe segue como o município mais anti-Lula de Pernambuco

Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste pernambucano, voltou a apresentar um resultado diferente do registrado na maior parte do estado nas eleições presidenciais. No segundo turno, realizado no domingo (25), Flávio Bolsonaro (PL) venceu no município com 53,60% dos votos válidos, contra 46,40% do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Foi a única […]

Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste pernambucano, voltou a apresentar um resultado diferente do registrado na maior parte do estado nas eleições presidenciais. No segundo turno, realizado no domingo (25), Flávio Bolsonaro (PL) venceu no município com 53,60% dos votos válidos, contra 46,40% do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Foi a única cidade pernambucana em que o candidato do PL terminou à frente do petista.

Segundo os dados eleitorais, Flávio recebeu 30.519 votos, enquanto Lula somou 26.421. A diferença foi de 4.098 votos, mantendo a preferência majoritária do eleitorado local por um representante da família Bolsonaro.

Apesar da derrota no município, Lula conseguiu reduzir a distância em relação ao adversário na comparação com o primeiro turno, realizado em 4 de outubro. Na primeira votação, Flávio havia conquistado 28.844 votos, contra 21.949 do presidente, uma diferença de 6.895 votos.

Entre os dois turnos, Lula acrescentou 4.472 votos à sua votação em Santa Cruz do Capibaribe, enquanto Flávio ganhou 1.675. Com isso, a diferença entre os candidatos caiu em 2.797 votos, embora o candidato do PL tenha mantido a maioria.

O resultado confirma uma tendência observada nas eleições presidenciais anteriores. Em 2018, Jair Bolsonaro venceu Fernando Haddad (PT) no município com 53,83% dos votos válidos. Quatro anos depois, em 2022, o então presidente voltou a superar Lula na cidade, recebendo 52,12% dos votos, contra 47,88% do petista.

O desempenho de Santa Cruz do Capibaribe contrasta com o resultado estadual. Em Pernambuco, Lula venceu o segundo turno com 69,20% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 30,80%.

Conhecida como um dos principais centros do Polo de Confecções do Agreste, Santa Cruz do Capibaribe mantém, assim, um comportamento eleitoral distinto daquele observado nos demais municípios pernambucanos nas últimas três disputas presidenciais.

A votação de domingo também registrou comparecimento de 58.834 eleitores na cidade, equivalente a 88,99% do eleitorado apto. A abstenção foi de 11,01%, com 7.281 pessoas ausentes.

Fonte: Blog do Mário Flávio

Foto: Reprodução

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A Polícia Federal apura a informação de que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teria deixado o Brasil com destino aos Estados Unidos, passando pela Argentina, segundo a coluna de Lauro Jardim, de O Globo. A possibilidade de viagem foi noticiada nesta terça-feira (27) pelo jornal argentino Infobae, mas ainda não há confirmação de que o […]

A Polícia Federal apura a informação de que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teria deixado o Brasil com destino aos Estados Unidos, passando pela Argentina, segundo a coluna de Lauro Jardim, de O Globo. A possibilidade de viagem foi noticiada nesta terça-feira (27) pelo jornal argentino Infobae, mas ainda não há confirmação de que o parlamentar tenha cruzado a fronteira ou embarcado para os Estados Unidos.

O caso ganhou repercussão depois que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que Flávio entregasse seus passaportes à Polícia Federal e ficasse proibido de deixar o território nacional.

Segundo o Infobae, o senador teria atravessado a fronteira brasileira com a Argentina na segunda-feira (26), utilizando um documento de identidade. De Puerto Iguazú, na província argentina de Misiones, ele seguiria para os Estados Unidos em uma aeronave particular.

A reportagem identificou um jato Gulfstream G400, de matrícula LV-JQW, pertencente à empresa Baires Fly S.A. De acordo com o veículo, a companhia teria solicitado procedimentos alfandegários e migratórios para quatro passageiros e três tripulantes. A decolagem estaria prevista para as 2h desta terça-feira.

A informação, entretanto, foi contestada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.

“Não saiu”, afirmou Marinho à coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, em declaração também publicada pelo UOL.

O UOL consultou registros do serviço de monitoramento Flightradar24 e identificou um voo de Buenos Aires para Puerto Iguazú na noite de segunda-feira. No entanto, não encontrou registro de decolagem da aeronave em direção aos Estados Unidos nesta terça-feira.

A existência desse voo não comprova que Flávio Bolsonaro estivesse entre os passageiros. Também não foi apresentada confirmação oficial de autoridades migratórias sobre uma eventual saída do senador do Brasil.

Determinação do STF

Na segunda-feira (26), Flávio Bolsonaro informou ter sido intimado pela Polícia Federal para entregar seus passaportes, por determinação de Alexandre de Moraes.

A decisão, tomada em um processo sob sigilo, também proíbe o parlamentar de deixar o país e de manter contato com o advogado Willer Tomaz, investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro em negócios relacionados ao setor de apostas.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio afirmou que não tinha intenção de sair do Brasil e declarou que cumpriria a determinação judicial, embora tenha criticado a medida.

O senador é investigado em procedimentos que apuram suspeitas de irregularidades financeiras. Ele nega envolvimento em atividades ilícitas.

Informações falsas também circularam

Desde a derrota de Flávio Bolsonaro para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no domingo (25), publicações nas redes sociais passaram a afirmar que o senador havia viajado para os Estados Unidos.

Agências de checagem identificaram que parte dessas publicações utiliza imagens de uma viagem realizada em maio de 2026, apresentadas fora de contexto. Também foi identificada uma montagem que simulava uma reportagem sobre uma suposta saída do país.

Esses materiais não comprovam a viagem agora mencionada pelo Infobae, que se refere a uma possível movimentação ocorrida entre a noite de segunda-feira (26) e a madrugada desta terça-feira (27).

Até o momento, a informação sobre a eventual saída de Flávio Bolsonaro permanece sem confirmação independente, enquanto um de seus principais aliados nega que ele tenha deixado o Brasil.

Fonte: O Globo/UOL
Foto: Reprodução

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Acabou. Direita tem que aceitar resultado e rever conceitos

Em meu comentário para o Jornal Itapuama, desta terça-feira (27), analiso o cenário pós-eleitoral e defendo que a oposição precisa aceitar o resultado das urnas e rever seus conceitos para o futuro. A direita foi legitimamente eleita para compor a maioria no Congresso Nacional, mas precisa recalibrar sua liderança e avaliar se vale a pena […]

Em meu comentário para o Jornal Itapuama, desta terça-feira (27), analiso o cenário pós-eleitoral e defendo que a oposição precisa aceitar o resultado das urnas e rever seus conceitos para o futuro.

A direita foi legitimamente eleita para compor a maioria no Congresso Nacional, mas precisa recalibrar sua liderança e avaliar se vale a pena continuar atrelada ao clã Bolsonaro, citando outros nomes do campo conservador.

Clique no link abaixo e confira o comentário completo.

 

A Prefeitura de Arcoverde apresentou duas ambulâncias destinadas ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e informou que as obras de construção da base do serviço estão em estágio avançado. O prefeito Zeca Cavalcanti visitou o local para acompanhar os trabalhos. Os veículos apresentados são uma Unidade de Suporte Avançado (USA), equipada como UTI […]

A Prefeitura de Arcoverde apresentou duas ambulâncias destinadas ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e informou que as obras de construção da base do serviço estão em estágio avançado. O prefeito Zeca Cavalcanti visitou o local para acompanhar os trabalhos.

Os veículos apresentados são uma Unidade de Suporte Avançado (USA), equipada como UTI móvel, e uma Unidade de Suporte Básico (USB). As ambulâncias deverão integrar a estrutura de atendimento pré-hospitalar de urgência e emergência no município.

Segundo a gestão municipal, a implantação do Samu é aguardada há mais de 12 anos em Arcoverde. A prefeitura informou que pretende concluir a construção da base e organizar as equipes necessárias para colocar o serviço em funcionamento.

Durante a vistoria, Zeca Cavalcanti comentou o andamento da implantação e a chegada dos veículos. O prefeito afirmou que a estrutura está sendo preparada para atender às ocorrências de urgência e emergência, mas não estabeleceu um prazo específico para o início das operações.

Outra etapa da implantação envolve a contratação dos profissionais. De acordo com a prefeitura, a Câmara de Vereadores aprovou um projeto de lei encaminhado pelo Executivo que autoriza a realização de seleção pública para a formação das equipes do Samu.

A previsão apresentada pela administração municipal é de que a seleção contemple médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e condutores socorristas. A realização do processo seletivo e a organização das equipes ainda são necessárias para o funcionamento das unidades.

O Samu presta atendimento pré-hospitalar em situações de urgência e emergência, incluindo ocorrências clínicas, traumáticas, cirúrgicas e psiquiátricas. O serviço funciona 24 horas por dia, com acionamento gratuito pelo número 192 e atendimento regulado por uma central responsável por avaliar as ocorrências e definir o envio das equipes.

Em Arcoverde, o início dos atendimentos dependerá da conclusão das obras, da composição das equipes e da organização operacional do serviço. A prefeitura não informou uma data definitiva para a entrega da base.

Imagem: Frame/Reprodução

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O presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu, na segunda-feira (26), os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), no Palácio da Alvorada, em Brasília. O encontro abordou o planejamento do quarto mandato presidencial, que terá início em janeiro de 2027, e a relação […]

O presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu, na segunda-feira (26), os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), no Palácio da Alvorada, em Brasília. O encontro abordou o planejamento do quarto mandato presidencial, que terá início em janeiro de 2027, e a relação entre o governo federal e o Congresso Nacional.

A reunião ocorreu um dia após a vitória de Lula no segundo turno das eleições presidenciais, quando derrotou Flávio Bolsonaro (PL). Foi o primeiro encontro do presidente com os dirigentes das duas Casas legislativas desde a confirmação do resultado eleitoral.

Motta e Alcolumbre deixaram o Alvorada às 18h27, sem conversar com a imprensa. Na parte final da reunião, também participaram os ministros da Fazenda, Dario Durigan, e do Planejamento, Bruno Moretti, que permaneceram na residência oficial após a saída dos parlamentares.

Em manifestação divulgada posteriormente, Hugo Motta defendeu a manutenção do diálogo entre o Executivo e o Legislativo e afirmou que o Congresso deve continuar trabalhando em conjunto com o governo, respeitando as atribuições de cada Poder.

Davi Alcolumbre também destacou a importância da relação institucional. Em comunicado, afirmou que o Senado e a Câmara continuarão atuando com independência e responsabilidade, mantendo a disposição para construir entendimentos com o governo federal.

A aproximação ocorre em um momento de reorganização política após as eleições. Lula terá de negociar com um Congresso de composição majoritariamente conservadora para avançar com as propostas de seu próximo mandato.

Entre os temas que deverão integrar as discussões entre o Executivo e o Legislativo está a agenda de segurança pública, incluindo a proposta de emenda constitucional sobre o setor. A articulação com os parlamentares também será importante para a definição das prioridades orçamentárias e das medidas econômicas previstas para 2027.

Fonte: Estadão Conteúdo

Foto: Ricardo Stuckert/PR

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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) pediu que apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) evitem manifestações contra o resultado da eleição presidencial, vencida por Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em vídeo publicado nas redes sociais nessa segunda-feira (26), o parlamentar afirmou que considera praticamente impossível reverter a vitória do presidente na Justiça Eleitoral. A manifestação […]

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) pediu que apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) evitem manifestações contra o resultado da eleição presidencial, vencida por Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em vídeo publicado nas redes sociais nessa segunda-feira (26), o parlamentar afirmou que considera praticamente impossível reverter a vitória do presidente na Justiça Eleitoral.

A manifestação ocorreu um dia depois de Flávio Bolsonaro anunciar que não reconheceria o resultado do segundo turno e que pretendia solicitar a anulação da eleição. Apesar de levantar questionamentos sobre o processo eleitoral, Nikolas recomendou cautela aos eleitores insatisfeitos com a derrota.

“Conhecendo o nosso país, a chance de anular essa eleição é praticamente nula”, declarou o deputado.

Durante o pronunciamento, Nikolas afirmou que existem questionamentos sobre a votação que, em sua avaliação, ainda precisam ser esclarecidos. Entre os pontos mencionados estão a virada de Lula no segundo turno, os resultados em Minas Gerais e a decisão judicial que permitiu a prorrogação do horário de votação em determinadas seções eleitorais.

O parlamentar, entretanto, não apresentou provas de irregularidades capazes de comprometer o resultado proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Ao orientar seus seguidores, Nikolas alertou para os riscos de manifestações realizadas em momentos de indignação. Ele mencionou as consequências enfrentadas por pessoas que participaram de protestos anteriores e pediu que os apoiadores não tomem decisões precipitadas.

A preocupação também existe entre integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro. Segundo informações publicadas pelo Correio Braziliense e reproduzidas pelo Diário de Pernambuco, aliados temem que manifestações contra o resultado possam terminar em episódios de violência semelhantes aos ataques de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas em Brasília.

No vídeo, Nikolas também fez referências religiosas e procurou transmitir uma mensagem de continuidade política aos apoiadores. Ao comentar a derrota eleitoral, afirmou que o resultado representa apenas um momento da trajetória do grupo.

A declaração contrasta com uma publicação feita pelo próprio deputado no domingo (25), quando escreveu na rede social X: “Ou a gente ganha. Ou a gente ganha. Tá avisado”.

Mudança de estratégia de Flávio Bolsonaro

A manifestação de Nikolas ocorreu em meio à revisão da estratégia jurídica da campanha de Flávio Bolsonaro. Depois de anunciar que pediria a anulação da eleição, o senador desistiu da iniciativa e passou a concentrar seus questionamentos em ações que apontam supostos abusos de poder político e econômico durante a campanha de Lula.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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