Siga nossas redes sociais:

Coluna do Domingão: amanhã vai ser outro dia

O Brasil se reúne para decidir muito provavelmente o futuro dos seus próximos 20 anos. Neste domingo,  escolheremos o modelo de governo,  de sociedade que vamos ter, em mundos propostos absurdamente diferentes. É sim uma encruzilhada do tempo. E o portal que vamos abrir é de nossa total responsabilidade. Flávio Bolsonaro é favorito na disputa. […]

O Brasil se reúne para decidir muito provavelmente o futuro dos seus próximos 20 anos.

Neste domingo,  escolheremos o modelo de governo,  de sociedade que vamos ter, em mundos propostos absurdamente diferentes. É sim uma encruzilhada do tempo. E o portal que vamos abrir é de nossa total responsabilidade.

Flávio Bolsonaro é favorito na disputa. E não há como dizer que representa a mudança em que parte da sociedade acredita estar apostando. Em parte por responsabilidade da direita mais moderada,  que se deixou envolver e engolir pelo bolsonarismo.

Não há nada que o senador tenha feito em sua trajetória que abone essa percepção. Numa democracia,  é legítimo pensar na mudança,  na necessidade de guinada de modelo político,  econômico. Mas nada disso deveria se aplicar a Flávio,  porque ele não tem uma história que justifique a representação do novo. Suas inúmeras acusações expostas na imprensa e blindadas por seu foro privilegiado provam isso.

Por Flávio,  além da ligação com as milícias,  pesam graves acusações. A cada dia a impressão que passa é de uma nova denúncia. Rachadinha, ocultação de patrimônio,  lavagem de dinheiro com compra de imóveis em espécie,  ligações íntimas com Daniel Vorcaro e o Banco Master,  super enriquecimento,  envolvimento com o advogado e sócio Willer Tomaz, do escândalo do INSS, de envolvimento com BETS e outros crimes, dentre outros ilícitos blindados também pela percepção coletiva de parte da sociedade. Flávio simplesmente não tem estatura moral e ética para ser o “presidente da mudança”. Num país minimamente sério,  nem seria candidato.

O problema não é a decisão de tirar o atual mandatário do poder. É dar aos sintomas identificados como sociedade um remédio que ao invés de curar, agravará muito o estado do paciente, o deixando em colapso político,  administrativo,  social e moral. E quando o profissional avisa dos efeitos colaterais,  ainda assim a maioria de nós está dizendo: “pode aplicar, doutor. Eu me responsabilizo”.

Além do currículo que denuncia sua trajetória e ligações com o submundo, seus propósitos são de desmonte das conquistas sociais e políticas que avançaram na nossa jovem democracia. São flagrantes as ameaças às política sociais,  de cotas, à universidade pública, ao meio ambiente,  de gênero, à ciência,  à nossa soberania.

Daniella Marques, guru econômica de Flávio,  já avisou que defende a criação de um “cardápio de cortes” de despesas públicas, mencionando possibilidades de PECs para redução de gastos e propondo uma “reforma administrativa digital” avaliando a substituição de cargos por inteligência artificial. Em um podcast, afirmou que “só vai ter eleição daqui a oito anos”, ao comentar a força política de extrema-direita e a composição do Senado para aprovar reformas e desmonte.

Tudo está documentado,  registrado,  taquigrafado. Ninguém terá o direito de dizer “eu não sabia”. Prova disso é que, das prisões domiciliares ou das cadeias,  nomes como Jair Bolsonaro,  Augusto Heleno, Silvinei Vasques,  Paulo Sérgio Nogueira, Braga Neto,  dentre outros,  começam a ressurgir no noticiário.

Se as pesquisas se confirmarem,  vamos ter que como sociedade antecipar o pedido de desculpas aos mais vulneráveis, que sofrerão mais: indígenas,  negros, pobres,  moradores das periferias,  jovens à porta do sonho da universidade,  trabalhadores. Ainda às florestas,  matas, animais, rios e nascentes. Como gostaríamos de estar errados. Mas o passado diz que não,  e até a ele parte de nós relutou em revisitar.

Uma nota de esperança é, primeiro,  a possibilidade de uma surpresa,  contrariando a tendência. Há quem diga ser muito possível. Depois, a certeza de que a sociedade permanecerá nas ruas lutando por democracia, defendendo a constituição, os direitos adquiridos, para dar voz a quem eles tentarão calar.

Uma das missões do jornalismo é documentar a história e vamos fazê-lo com o mesmo compromisso de sempre. Mas é importante posicionar o desenho do que, caso seja essa a realidade apresentada nesta noite, vai acontecer. Não precisa vir do futuro para saber disso. Se serve para acalentar alma e coração, como diz Chico, “amanhã vai ser outro dia”, aconteça o que acontecer.

Flávio favorito

Disse Adriano Oliveira, cientista político pernambucano: “considerando meu agregador e todas as pesquisas divulgadas neste sábado, meu prognóstico é que Flávio Bolsonaro será eleito amanhã presidente da República. Por quê? Flávio se manteve na casa dos 50% dos votos válidos, e Lula não conseguiu a virada. Mas destaco o que venho afirmando: esta é a eleição do medo. Flávio conseguiu manter elevada a rejeição a Lula, que permaneceu estável ou cresceu nas pesquisas”.

Três possibilidades 

Na análise para o comentário das rádios Itapuama FM, Pajeú, Cultura FM e Monteiro FM, falei das projeções para as eleições deste domingo por ordem: 1) vitória de Flávio com até 2% de frente; 2) vitória de Lula com vantagem mínima,  dificilmente chegando a 2% de frente; e 3) ou vitória de Flávio com mais de 2% de frente.

No que se agarram aliados de Lula

Com base na Quaest,  aliados de Lula destacam que Lula “está oscilando para cima”. Votos totais saíram de 44% para 45%; aprovação saiu de 46% para 48%; avaliação positiva do governo subiu de 34% para 36%. Consequentemente, desaprovação também está em queda: caiu de 47% para 45%. Rejeição, que já foi 53%, agora é 47%.

Likely

Outro ponto, é que a última Quaest, sem likely voter, já tinha dado 51% x 49% para Flávio. Expectativa era que, com o likely voter, vantagem bolsonarista aumentasse. Não aumentou. Como o eleitor de Lula é mais tendente à abstenção, infiro que, sem o likely voter, vantagem de Flávio, no mínimo, caiu. Nos votos totais, a vantagem de Flávio é de apenas 1 ponto (46% a 45%) e o medo da família Bolsonaro voltar ao poder (49%) é maior do que o medo da reeleição de Lula (46%).

São Pedro fazendo lulista sonhar

Oito estados do país têm risco de temporal neste domingo (25) de eleição, todos com predominância do voto em Flávio Bolsonaro segundo as pesquisas. O risco de temporal é alto na área que passa por Santa Catarina, Paraná, Sul do Mato Grosso do Sul e Centro-Sul de São Paulo. E é maior ainda na área que vai do litoral norte de Santa Catarina até o Espírito Santo, incluindo o litoral paulista, Rio de Janeiro, Centro-Sul de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Além das fortes chuvas, ventanias são esperadas na área que vai do litoral norte de São Paulo até o Distrito Federal. Norte e Nordeste terão tempo seco.

Super cobertura 

Neste domingo, uma super cobertura da Rádio Pajeú, desde o Rádio Vivo até a Central da Apuração. A coordenação da cobertura é de Alyson Nascimento . Promete ser uma apuração muito mais rápida que no primeiro turno.  A partir dos números do Sertão, já será possível projetar abstenção e a comparação com o primeiro turno, dando informações para o que pode acontecer no Nordeste, região essencial na apuração. Em paralelo a apuração nacional e o anúncio do presidente eleito, entre Flávio Bolsonaro e Lula. Segunda o primeiro programa Manhã Total avalia o resultado no Debate das Dez Especial.

Frases da semana:

“Dá com uma mão e tira com os nove dedos”.

De Flávio Bolsonaro a Lula no debate da Globo.

“Não vou permitir que um miliciano me chame de nove dedos.” De Lula, respondendo a Flávio.

A rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL) caiu três pontos percentuais na última pesquisa Quaest antes do segundo turno presidencial, divulgada neste sábado (24). O índice passou de 52% para 49%, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve os 47% registrados no levantamento anterior. A diferença entre os candidatos caiu de cinco […]

A rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL) caiu três pontos percentuais na última pesquisa Quaest antes do segundo turno presidencial, divulgada neste sábado (24). O índice passou de 52% para 49%, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve os 47% registrados no levantamento anterior. A diferença entre os candidatos caiu de cinco para dois pontos percentuais, dentro da margem de erro da pesquisa.

O indicador considera os entrevistados que afirmam não votar de jeito nenhum em determinado candidato. Na rodada anterior, divulgada na quarta-feira (21), a rejeição a Flávio era de 52%, enquanto Lula registrava 47%.

A nova pesquisa mostra que a resistência ao nome do senador apresentou uma oscilação de três pontos percentuais para baixo. Já a rejeição ao presidente permaneceu numericamente estável, depois de ter registrado uma queda de seis pontos na pesquisa anterior.

A comparação com o levantamento de 14 de outubro mostra mudanças nos dois indicadores. Naquela ocasião, Flávio tinha 54% de rejeição e Lula, 53%. Em dez dias, os índices passaram para 49% e 47%, respectivamente, representando reduções numéricas de cinco e seis pontos percentuais.

As variações precisam ser interpretadas considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Os dados mostram aproximação entre os índices de rejeição, mas não permitem concluir, apenas pela diferença apresentada, que um dos candidatos tenha rejeição estatisticamente superior à do adversário.

O levantamento também mediu as intenções de voto para o segundo turno. No cenário de votos totais, Flávio Bolsonaro aparece com 46%, contra 45% de Lula. Outros 8% declararam voto branco, nulo ou que não pretendem votar, enquanto 1% não soube responder.

Considerando os votos válidos, Flávio registra 51% e Lula, 49%. A diferença de dois pontos percentuais configura empate técnico na véspera da votação deste domingo (25).

A pesquisa foi realizada pela Quaest entre os dias 23 e 24 de outubro, com 3.702 eleitores de 16 anos ou mais, entrevistados presencialmente em diferentes regiões do país.

O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo, tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09158/2026.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

A última pesquisa Quaest antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 46% das intenções de voto totais, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de um ponto percentual mantém os candidatos em empate técnico, considerando a margem de erro […]

A última pesquisa Quaest antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 46% das intenções de voto totais, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de um ponto percentual mantém os candidatos em empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O levantamento também mostra que 8% dos entrevistados pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas. Outros 1% disseram não saber em quem votar ou não responderam à pesquisa.

Na comparação com a rodada anterior, divulgada na quarta-feira (21), os dois candidatos oscilaram um ponto percentual para cima. Naquele levantamento, Flávio aparecia com 45% das intenções de voto, enquanto Lula registrava 44%.

A diferença numérica entre os candidatos permaneceu em um ponto percentual. As variações estão dentro da margem de erro e não indicam mudança estatisticamente significativa nas intenções de voto.

Entre os eleitores que declararam intenção de votar em branco, anular o voto ou não comparecer, o percentual caiu de 9% para 8%. Já os indecisos passaram de 2% para 1%.

Considerando apenas os votos válidos, que excluem brancos, nulos e respostas sem preferência por um dos candidatos, Flávio Bolsonaro aparece com 51%, contra 49% de Lula. A diferença de dois pontos percentuais também configura empate técnico.

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados previamente aos entrevistados, Flávio registra 44% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 42%. Nesse cenário, 7% declararam voto branco ou nulo e outros 7% permanecem indecisos.

A última rodada foi realizada após o debate presidencial promovido pela TV Globo nessa sexta-feira (23). A votação do segundo turno acontece neste domingo (25).

A Quaest entrevistou presencialmente 3.702 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 23 e 24 de outubro, em todas as regiões do país.

O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo, tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09158/2026.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

Pesquisa Gerp divulgada neste sábado (24), véspera do segundo turno presidencial, aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de quatro pontos percentuais é classificada pelo instituto como empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou […]

Pesquisa Gerp divulgada neste sábado (24), véspera do segundo turno presidencial, aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de quatro pontos percentuais é classificada pelo instituto como empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O resultado representa uma redução da diferença numérica entre os candidatos em relação à pesquisa anterior, divulgada na quarta-feira (21). Naquela rodada, Flávio registrava 53% dos votos válidos, enquanto Lula aparecia com 47%.

Na comparação, o senador oscilou um ponto percentual para baixo, enquanto o presidente oscilou um ponto para cima. A distância entre os dois passou de seis para quatro pontos percentuais. As variações estão dentro da margem de erro e não permitem afirmar que houve mudança estatisticamente significativa nas intenções de voto.

Nos votos totais, que incluem os entrevistados que não escolheram nenhum candidato ou não souberam responder, Flávio Bolsonaro aparece com 49%, contra 46% de Lula. Outros 3% não souberam ou não responderam, enquanto 1% declarou que não votaria em nenhum dos candidatos.

Na pesquisa anterior, Flávio tinha 50% dos votos totais e Lula, 45%. Assim, o candidato do PL oscilou um ponto percentual para baixo, enquanto o presidente apresentou oscilação positiva de um ponto.

No cenário espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Flávio registra 47% das intenções de voto, contra 44% de Lula. Outros 8% não souberam responder e 1% mencionou outros nomes.

O levantamento também apresenta diferenças regionais no comportamento do eleitorado. No Nordeste, Lula aparece com 60% dos votos válidos, contra 40% de Flávio Bolsonaro. Segundo o instituto, a diferença é estatisticamente significativa.

O cenário se inverte no Centro-Oeste, onde Flávio registra 71% e Lula, 29%, e no Sul, com 65% para o senador e 35% para o presidente. Nessas duas regiões, as diferenças também são consideradas estatisticamente significativas pela Gerp.

No Sudeste, maior colégio eleitoral do país, Flávio tem 51% e Lula, 49%. No Norte, os percentuais são de 56% para o candidato do PL e 44% para o petista. O instituto aponta empate técnico nas duas regiões, consideradas as respectivas margens de erro.

Entre os homens, Flávio registra 56% dos votos totais, contra 40% de Lula. Já entre as mulheres, o presidente aparece com 50%, enquanto o senador tem 43%.

No recorte por renda familiar, Lula registra 61% das intenções de voto entre os entrevistados que recebem até um salário mínimo, contra 32% de Flávio. Entre aqueles com renda de dois a cinco salários mínimos, Flávio aparece com 53% e Lula, com 44%.

A pesquisa também investigou a rejeição aos candidatos. Lula é rejeitado por 48% dos entrevistados, enquanto Flávio Bolsonaro registra 45%. A diferença de três pontos percentuais configura empate técnico nesse indicador.

Outros 2% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois candidatos, enquanto 2% disseram que poderiam votar em qualquer um deles. Os que não souberam responder representam 3%.

O Instituto Gerp Mercadologia entrevistou 2.400 eleitores por telefone, entre os dias 22 e 24 de outubro, em todas as unidades da Federação. O levantamento foi financiado com recursos próprios do instituto.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95,55%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09327/2026.

A rodada anterior, divulgada em 21 de outubro, também ouviu 2.400 eleitores, entre os dias 19 e 21, e foi registrada sob o número BR-03835/2026.

Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

A última pesquisa Datafolha antes do segundo turno presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta que 46% dos eleitores rejeitam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 45% afirmam não votar no senador Flávio Bolsonaro (PL). A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico […]

A última pesquisa Datafolha antes do segundo turno presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta que 46% dos eleitores rejeitam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 45% afirmam não votar no senador Flávio Bolsonaro (PL). A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico nos índices de rejeição.

Os números mostram uma inversão em relação ao levantamento anterior, divulgado na quinta-feira (22). Naquela pesquisa, Flávio registrava 46% de rejeição, contra 45% de Lula.

Na comparação entre as duas rodadas, a rejeição ao candidato do PL oscilou um ponto percentual para baixo, enquanto a do presidente aumentou um ponto. As variações estão dentro da margem de erro e não representam mudanças estatisticamente significativas.

O levantamento também identificou que 2% dos entrevistados rejeitam os dois candidatos, enquanto 6% afirmam não rejeitar nenhum deles.

A série de pesquisas do segundo turno mostra que os percentuais de rejeição permaneceram próximos ao longo de outubro. No levantamento de 8 de outubro, Lula tinha 46% e Flávio, 43%. Na rodada de 15 de outubro, o presidente permaneceu com 46%, enquanto o senador passou a 44%.

Já na pesquisa de 22 de outubro, Flávio chegou a 46% e Lula registrou 45%. Agora, na última medição antes da votação, os índices ficaram em 45% e 46%, respectivamente.

Os resultados foram divulgados no mesmo levantamento que apontou Flávio Bolsonaro com 48% das intenções de voto totais, contra 47% de Lula. Nos votos válidos, o senador aparece com 51% e o presidente, com 49%. Os candidatos também estão tecnicamente empatados na intenção de voto.

A pesquisa ouviu presencialmente 4.050 eleitores de 16 anos ou mais entre sexta-feira (23) e este sábado (24), em diferentes regiões do país.

O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09540/2026.

Fonte: Datafolha
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

A última pesquisa Datafolha antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 48% das intenções de voto, contra 47% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de um ponto percentual mantém os candidatos em empate técnico, considerando a margem de erro de […]

A última pesquisa Datafolha antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 48% das intenções de voto, contra 47% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de um ponto percentual mantém os candidatos em empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

No cenário de votos totais, que inclui brancos, nulos e indecisos, 3% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco ou anular o voto. Outros 2% disseram não saber em quem votar.

Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada na quinta-feira (22), os dois candidatos oscilaram um ponto percentual para cima. Naquela rodada, Flávio tinha 47% das intenções de voto, enquanto Lula registrava 46%.

A principal mudança ocorreu entre os eleitores que pretendem votar em branco ou anular o voto. Esse grupo passou de 5% para 3%, uma redução de dois pontos percentuais. Já o percentual de indecisos permaneceu em 2%.

As oscilações estão dentro da margem de erro e não permitem afirmar que houve crescimento estatisticamente significativo de nenhum dos candidatos.

Considerando apenas os votos válidos, quando são excluídos os brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro aparece com 51%, contra 49% de Lula. Na pesquisa anterior, os dois candidatos estavam numericamente empatados, com 50% cada.

A diferença nos votos válidos passou, portanto, de zero para dois pontos percentuais, também dentro da margem de erro do levantamento.

O Datafolha iniciou a série de pesquisas do segundo turno em 8 de outubro, quando Flávio registrava 49% dos votos totais e Lula, 45%. No levantamento de 15 de outubro, o senador apareceu com 47%, enquanto o presidente permaneceu com 45%.

Na rodada de 22 de outubro, Lula chegou a 46%, contra 47% de Flávio. Agora, na última pesquisa antes da votação, os dois candidatos registram 48% e 47%, respectivamente.

A proximidade entre os percentuais ocorre em um cenário no qual a participação dos eleitores pode ter importância para o resultado. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, a abstenção chegou a 21,08% do eleitorado.

A pesquisa foi realizada entre sexta-feira (23) e este sábado (24), após o último debate presidencial promovido pela TV Globo. Foram entrevistados 4.050 eleitores em 124 municípios brasileiros.

O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09540/2026.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

Pesquisa Nexus/BTG divulgada neste sábado (24) aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 50,5% dos votos válidos para presidente da República, contra 49,5% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, configurando empate técnico na […]

Pesquisa Nexus/BTG divulgada neste sábado (24) aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 50,5% dos votos válidos para presidente da República, contra 49,5% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, configurando empate técnico na véspera do segundo turno.

O levantamento apresenta uma pequena oscilação em relação à pesquisa anterior do instituto, divulgada em 19 de outubro. Na ocasião, Flávio registrava 50,3% dos votos válidos, enquanto Lula aparecia com 49,7%.

Na comparação, o candidato do PL oscilou 0,2 ponto percentual para cima, enquanto o presidente oscilou 0,2 ponto para baixo. A diferença numérica entre os dois passou de 0,6 para um ponto percentual. As variações estão dentro das margens de erro e não indicam mudança estatisticamente significativa no cenário eleitoral.

Nos votos totais, que incluem brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro aparece com 47% das intenções de voto, ante 46% de Lula. Outros 5,2% dos entrevistados declararam intenção de votar em branco ou anular o voto, enquanto 1,8% não souberam ou não responderam.

Na rodada anterior, Flávio tinha 46,5% dos votos totais e Lula, 45,9%. Os votos brancos e nulos somavam 4,7%, enquanto os indecisos representavam 2,9%.

Assim, o senador oscilou 0,5 ponto percentual para cima nos votos totais, enquanto Lula apresentou variação positiva de 0,1 ponto. O percentual de brancos e nulos aumentou 0,5 ponto, e o de indecisos caiu 1,1 ponto percentual.

A pesquisa também apresenta o cenário espontâneo, no qual os entrevistados não recebem previamente os nomes dos candidatos. Nessa modalidade, Flávio Bolsonaro registra 45,7%, contra 44,9% de Lula.

Na pesquisa anterior, os dois candidatos apareciam com 44,5% cada na intenção de voto espontânea. Flávio oscilou 1,2 ponto percentual para cima, enquanto Lula avançou numericamente 0,4 ponto.

O levantamento foi contratado pelo banco BTG Pactual e realizado pelo instituto Nexus, que entrevistou por telefone 2 mil eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 23 e 24 de outubro, em todas as regiões do Brasil.

A pesquisa tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08234/2026.

A rodada anterior, divulgada em 19 de outubro, ouviu 2.002 eleitores entre os dias 16 e 18, com margem de erro de dois pontos percentuais e registro BR-04499/2026.

Os números mantêm o cenário de empate técnico entre os candidatos na última pesquisa Nexus/BTG antes do segundo turno, marcado para este domingo (25).

Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

Apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) realizaram mobilizações políticas no Recife neste sábado (24), véspera do segundo turno da eleição presidencial. A programação incluiu atos culturais, manifestações de rua e uma carreata que atravessou diferentes regiões da capital pernambucana. Entre os apoiadores de Lula, a agenda […]

Apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) realizaram mobilizações políticas no Recife neste sábado (24), véspera do segundo turno da eleição presidencial. A programação incluiu atos culturais, manifestações de rua e uma carreata que atravessou diferentes regiões da capital pernambucana.

Entre os apoiadores de Lula, a agenda contou com atividades organizadas por movimentos estudantis, trabalhadores, artistas e representantes de organizações sociais. Um dos principais encontros foi convocado para a Praça do Derby, na área central do Recife, a partir das 14h, reunindo participantes em defesa da reeleição do presidente.

Outra mobilização foi organizada no Bairro do Recife, com participação de artistas, integrantes do movimento Manguebeat e grupos ligados à cultura popular pernambucana. O ato, chamado “Cultura com Lula”, teve concentração prevista para as 16h13, na estátua de Chico Science, na Rua da Moeda, com caminhada em direção ao Marco Zero.

A programação de apoio ao petista também incluiu uma mobilização pelo Rio Capibaribe, com embarcações saindo da região do Jardim do Baobá em direção ao centro histórico da cidade.

Já os apoiadores de Flávio Bolsonaro organizaram uma carreata com saída do Parque da Macaxeira, na Zona Norte, e percurso até o bairro do Pina, na Zona Sul do Recife.

O ato contou com a participação do deputado federal Mendonça Filho (PL), coordenador da campanha de Flávio em Pernambuco, além dos deputados estaduais Coronel Alberto Feitosa e Coronel Meira e do aliado político Carlos Sant’Anna.

A mobilização ocorreu dois dias depois de apoiadores do senador participarem de uma manifestação na Avenida Boa Viagem, que contou com a presença do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e de outras lideranças da direita.

As atividades deste sábado encerraram a programação de rua das duas candidaturas no Recife antes da votação de domingo (25). Lula e Flávio Bolsonaro disputam o segundo turno da eleição presidencial após uma campanha marcada por mobilizações de apoiadores em diferentes cidades pernambucanas.

Fonte: g1
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que a Meta e a rede social X apresentem relatórios a cada seis horas sobre o alcance e a distribuição das publicações do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do influenciador Pablo Marçal. A medida foi tomada pelo corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, nessa sexta-feira (23), e […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que a Meta e a rede social X apresentem relatórios a cada seis horas sobre o alcance e a distribuição das publicações do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do influenciador Pablo Marçal. A medida foi tomada pelo corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, nessa sexta-feira (23), e vale para a reta final da eleição presidencial, cujo segundo turno será realizado neste domingo (25).

A decisão atende parcialmente a pedidos da coligação Brasil Pronto Pra Mais, que apoia a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A determinação faz parte de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) apresentada contra Nikolas, Marçal, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e seu vice, Alfredo Gaspar.

Na ação, a coligação acusa o deputado e o influenciador de utilizar as redes sociais para beneficiar a candidatura de Flávio Bolsonaro, por meio da divulgação de desinformação e de um suposto tratamento privilegiado dos conteúdos pelos algoritmos das plataformas digitais.

Pela decisão, Meta e X deverão informar periodicamente o número de visualizações das publicações, a origem da audiência e os mecanismos utilizados para recomendar os conteúdos aos usuários. Os relatórios finais deverão ser encaminhados à Justiça Eleitoral em até seis horas após o encerramento da votação.

O ministro também determinou que as empresas mantenham canais prioritários de comunicação com o TSE durante o sábado (24) e o domingo (25). As plataformas estão proibidas de realizar intervenções destinadas a ampliar artificialmente o alcance dos perfis investigados.

Além do monitoramento, a Meta deverá impedir que publicações de Nikolas e Marçal relacionadas a candidatos, partidos ou à eleição sejam recomendadas automaticamente a usuários que não seguem os dois perfis. A restrição vale para Instagram, Facebook e Threads, mas não impede que os seguidores continuem acessando os conteúdos.

O descumprimento das determinações poderá resultar em multa de R$ 500 mil por empresa e por infração comprovada.

Nikolas Ferreira e Pablo Marçal também ficam proibidos de divulgar conteúdos eleitorais que contrariem as regras sobre desinformação, manipulação de imagens e utilização irregular de inteligência artificial. Nesse caso, a multa prevista é de R$ 100 mil por publicação irregular, mediante verificação judicial.

O corregedor, entretanto, rejeitou o pedido para retirar integralmente os perfis dos mecanismos de recomendação das plataformas. Também negou a proibição antecipada de um vídeo que Marçal havia anunciado para este sábado, por entender que as restrições poderiam atingir manifestações políticas legítimas.

Na decisão, Cueva destacou que a Justiça Eleitoral já havia determinado, em menos de três semanas, a retirada de pelo menos seis conteúdos relacionados aos investigados.

O ministro ressaltou, porém, que as informações disponíveis até o momento não comprovam favorecimento irregular por parte dos algoritmos das plataformas. Segundo ele, os dados apresentados ainda são insuficientes para esclarecer de que maneira as publicações foram distribuídas.

A decisão será submetida ao referendo do plenário do TSE. A investigação permanece em andamento, sem conclusão definitiva sobre as irregularidades apontadas pela coligação.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, participou na manhã deste sábado (24) de um ato de campanha em Belo Horizonte, Minas Gerais. A mobilização reuniu apoiadores e lideranças políticas na Praça da Liberdade, um dia antes do segundo turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A programação […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, participou na manhã deste sábado (24) de um ato de campanha em Belo Horizonte, Minas Gerais. A mobilização reuniu apoiadores e lideranças políticas na Praça da Liberdade, um dia antes do segundo turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A programação começou com uma motociata que saiu da Praça do Papa, no bairro Mangabeiras, em direção à Praça da Liberdade, na região Centro-Sul da capital mineira. O candidato acompanhou o percurso e participou da concentração ao lado de aliados.

Entre os presentes estavam o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo).

Também participaram parlamentares eleitos e representantes de partidos aliados. A mobilização integrou uma série de eventos organizados por Nikolas Ferreira durante a campanha presidencial.

Flávio acompanhou a manifestação em um carro de som, mas não fez discurso aos participantes. Antes do ato, em vídeo divulgado nas redes sociais, o candidato afirmou que pretende manter uma relação de parceria com o futuro governo de Minas Gerais.

Belo Horizonte foi o penúltimo compromisso de rua da campanha de Flávio Bolsonaro antes da votação deste domingo (25). Depois da passagem pela capital mineira, o senador tinha outro ato previsto na Praça do Ó, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo do ato de campanha realizado em Belo Horizonte.

Fonte: Poder360
Vídeo: Reprodução/RedesSociais

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, participou na manhã deste sábado (24) de uma caminhada de campanha na orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O ato reuniu apoiadores na Avenida Atlântica, um dia antes do segundo turno da eleição presidencial contra Flávio Bolsonaro (PL). A concentração […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, participou na manhã deste sábado (24) de uma caminhada de campanha na orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O ato reuniu apoiadores na Avenida Atlântica, um dia antes do segundo turno da eleição presidencial contra Flávio Bolsonaro (PL).

A concentração começou nas primeiras horas da manhã, nas proximidades do Posto 5. Lula percorreu parte da avenida acompanhado de lideranças políticas, cumprimentou apoiadores e discursou de um carro de som.

Entre os participantes estavam a primeira-dama Janja, a deputada federal Benedita da Silva (PT), o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD), o prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) e o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT).

Durante o discurso, Lula voltou a criticar Flávio Bolsonaro e defendeu a participação dos eleitores no segundo turno. O presidente pediu aos apoiadores que mobilizassem pessoas que não compareceram às urnas no primeiro turno.

O candidato também abordou temas como segurança pública, direitos trabalhistas e soberania nacional, além de questionar posições políticas do adversário. Janja discursou e destacou a participação das mulheres na eleição.

A mobilização ocorreu sob forte calor. A organização distribuiu água aos participantes, e equipes de atendimento foram acionadas para socorrer pessoas que passaram mal durante o evento.

Depois da passagem pelo Rio de Janeiro, Lula seguiu para São Paulo, onde tinha prevista uma caminhada na Avenida Paulista, encerrando sua agenda de rua antes da votação deste domingo (25).

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo do ato de campanha realizado em Copacabana.

 

Fonte: Poder360
Vídeo: Reprodução/RedesSociais

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), eleita senadora pelo Distrito Federal, chegou à véspera do segundo turno da eleição presidencial sem participar de atos de campanha ao lado do enteado, Flávio Bolsonaro (PL). Apesar de ter declarado apoio à candidatura, Michelle concentrou suas atividades em Brasília e em cidades próximas, priorizando também a campanha de Celina […]

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), eleita senadora pelo Distrito Federal, chegou à véspera do segundo turno da eleição presidencial sem participar de atos de campanha ao lado do enteado, Flávio Bolsonaro (PL). Apesar de ter declarado apoio à candidatura, Michelle concentrou suas atividades em Brasília e em cidades próximas, priorizando também a campanha de Celina Leão (PP) ao governo do Distrito Federal.

Segundo reportagem de O Globo, publicada neste sábado (24), a ausência chamou a atenção de aliados que esperavam uma participação mais ativa da ex-primeira-dama na reta final da disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A expectativa era de que Michelle percorresse quatro ou cinco capitais brasileiras para participar de atos em apoio ao enteado, especialmente em regiões consideradas importantes para a mobilização do eleitorado feminino e evangélico. Manaus, Salvador e João Pessoa estavam entre os destinos cogitados, mas o roteiro não foi executado conforme o planejamento inicial.

Até mesmo a presença de Michelle no último debate presidencial, realizado pela TV Globo nessa sexta-feira (23), chegou a ser articulada por aliados. A proposta era que ela acompanhasse Flávio na chegada à emissora e assistisse ao confronto na plateia. A participação, entretanto, não ocorreu.

Nas redes sociais, a presença do candidato presidencial também foi limitada. A última publicação feita diretamente por Michelle no Instagram pedindo votos para Flávio ocorreu em 7 de outubro, três dias depois do primeiro turno.

Levantamento citado por O Globo aponta que, entre 23 de julho, quando houve a reconciliação entre os dois, e 15 de outubro, Michelle realizou 107 publicações em seu perfil. Desse total, apenas cinco deram maior destaque ao senador, o equivalente a 4,7% das postagens.

A relação entre Michelle e Flávio passou por desentendimentos durante a pré-campanha. Meses antes, a ex-primeira-dama havia divulgado vídeos nos quais acusava o enteado de desrespeitá-la e de desconsiderar suas posições políticas. Após a repercussão, Flávio pediu desculpas publicamente, e os dois retomaram a aproximação em julho.

Em agosto, chegaram a gravar material de campanha juntos, utilizado na propaganda eleitoral. No início do segundo turno, Michelle também sinalizou que ampliaria sua participação e defendeu o envolvimento das mulheres nas atividades eleitorais do PL.

Apesar da ausência nos principais eventos ao lado do enteado, Michelle participou de compromissos de apoio à candidatura presidencial em Palmas, no Tocantins, acompanhada da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), e na Cidade de Goiás (GO).

No Distrito Federal, esteve presente em carreatas realizadas em Brasília, Ceilândia e Taguatinga. Também se dedicou à campanha de Celina Leão, candidata ao governo local e aliada política da ex-primeira-dama.

Um dos fatores apontados para a permanência de Michelle na capital federal é a situação do marido, Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar em Brasília. De acordo com a reportagem, a condição do ex-presidente dificulta ausências prolongadas da esposa.

A previsão é de que Michelle acompanhe a apuração dos votos neste domingo (25) em casa, ao lado de Jair Bolsonaro.

Com a participação mais restrita da ex-primeira-dama, outras lideranças bolsonaristas assumiram maior presença na mobilização nacional. Entre elas está o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que percorreu diferentes regiões do país realizando atos de apoio a Flávio, incluindo compromissos no Nordeste.

Uma aliada de Michelle ouvida por O Globo avaliou que a atuação de Nikolas e de outras lideranças femininas ajudou a compensar a ausência de uma agenda nacional conduzida pela ex-primeira-dama.

A maior participação de Michelle havia sido incentivada pelo próprio Jair Bolsonaro, que, impossibilitado de comparecer aos eventos eleitorais, estimulou familiares e aliados a reforçarem a campanha do filho.

Fonte: O Globo
Foto:  Brenno Carvalo

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

A transmissão ao vivo organizada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassou a marca de 600 mil aparelhos conectados no início da tarde deste sábado (24). A audiência foi registrada após mais de 13 horas de programação ininterrupta no YouTube. Intitulada “Live da […]

A transmissão ao vivo organizada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassou a marca de 600 mil aparelhos conectados no início da tarde deste sábado (24). A audiência foi registrada após mais de 13 horas de programação ininterrupta no YouTube.

Intitulada “Live da Virada”, a transmissão começou na madrugada deste sábado, após o último debate presidencial realizado pela TV Globo, e tem duração prevista de 24 horas. A programação é exibida no canal oficial de Lula na plataforma.

Depois que a transmissão atingiu a marca de 500 mil aparelhos conectados, Janones telefonou para o presidente, que cumpria compromissos de campanha na região Sudeste. Durante a conversa, Lula pediu que os apoiadores convidassem outras pessoas para participar do canal de WhatsApp “Exército do Lula”.

O canal, administrado por Janones e utilizado para mobilização digital em favor da candidatura petista, já reunia quase 11 milhões de seguidores, segundo as informações divulgadas durante a transmissão.

Na ligação, Lula brincou ao se referir ao deputado como “general Janones” e afirmou que a mobilização deveria ocorrer de maneira pacífica. O presidente também pediu a ampliação da participação dos apoiadores nas atividades digitais da campanha.

Outro número registrado neste sábado foi o crescimento do canal oficial de Lula no YouTube, que alcançou a marca de 3 milhões de inscritos durante a programação.

A transmissão acontece na véspera do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25), quando Lula enfrenta o senador Flávio Bolsonaro (PL).

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), defendeu neste sábado (24) que a Justiça Eleitoral estabeleça novas regras para reduzir ataques pessoais durante debates e propagandas políticas. Segundo ele, a polarização tem afastado as campanhas da discussão de propostas e políticas públicas, substituídas por confrontos entre candidatos. […]

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), defendeu neste sábado (24) que a Justiça Eleitoral estabeleça novas regras para reduzir ataques pessoais durante debates e propagandas políticas. Segundo ele, a polarização tem afastado as campanhas da discussão de propostas e políticas públicas, substituídas por confrontos entre candidatos.

A declaração foi feita durante um encontro com representantes e observadores internacionais, realizado na sede do TSE, em Brasília, na véspera do segundo turno da eleição presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Para Toffoli, a Justiça Eleitoral precisa enfrentar o desafio de fazer com que o debate político volte a tratar de questões relacionadas à administração pública, ao funcionamento do Estado e às propostas apresentadas pelos candidatos.

“Nós temos que fazer com que a política volte a discutir política, e esse é um grande desafio, eu penso não só no Brasil, mas para grande parte do mundo democrático”, afirmou.

O ministro criticou especialmente a utilização do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão para ataques entre adversários. Ele lembrou que as emissoras recebem compensações fiscais pela cessão do espaço, o que representa um custo indireto para a sociedade.

“Não pode ser pago pelo cidadão brasileiro para ouvir ofensas entre candidatos”, declarou.

Toffoli também chamou atenção para o ambiente digital. Segundo o magistrado, é necessário estabelecer critérios capazes de distinguir a atuação política legítima de práticas que envolvam impulsionamento irregular de conteúdos, uso de robôs e outras formas de interferência tecnológica na comunicação eleitoral.

Apesar de defender mudanças, o ministro não apresentou uma proposta específica de regulamentação nem anunciou a edição imediata de novas normas pelo TSE. A discussão foi apresentada como um desafio para as próximas eleições.

As declarações ocorrem depois de uma campanha presidencial marcada por acusações entre as candidaturas, disputas judiciais envolvendo conteúdos nas redes sociais e questionamentos sobre a atuação das plataformas digitais.

Na quinta-feira (22), durante sessão do TSE, Toffoli já havia criticado campanhas centradas em acusações pessoais e na associação de adversários e aliados a atividades criminosas. Na ocasião, classificou esse tipo de estratégia como vergonhoso.

Durante o encontro deste sábado, o ministro também elogiou a atuação do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, na interlocução com empresas de tecnologia, entre elas Meta, X e TikTok, para o cumprimento das regras eleitorais.

Outro tema abordado foi a participação das mulheres na política. Toffoli defendeu a manutenção da cota mínima de 30% de candidaturas femininas e a criação de uma reserva de cadeiras para mulheres no Congresso Nacional.

Kassio Nunes Marques também participou do encontro e informou que os relatórios preliminares das missões de observação eleitoral não identificaram irregularidades graves nos locais acompanhados durante o primeiro turno.

Fonte: O Globo
Foto:  Cristiano Mariz

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) chegou à véspera do segundo turno das eleições de 2026 com um volume recorde de ações relacionadas à disputa presidencial. Os processos incluem acusações de favorecimento de candidatos por plataformas digitais, supostas redes de desinformação, uso irregular de inteligência artificial e pedidos de cassação das chapas de Lula (PT) e […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) chegou à véspera do segundo turno das eleições de 2026 com um volume recorde de ações relacionadas à disputa presidencial. Os processos incluem acusações de favorecimento de candidatos por plataformas digitais, supostas redes de desinformação, uso irregular de inteligência artificial e pedidos de cassação das chapas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Até a noite da última quarta-feira (21), o tribunal havia recebido pelo menos 804 ações relacionadas à eleição presidencial. O número representa um aumento de 147% em comparação com os 325 processos registrados no mesmo período de 2022. Em 2018, haviam sido contabilizadas 388 ações até a etapa equivalente da disputa.

O crescimento das demandas ocorre em meio à intensificação dos conflitos entre as campanhas presidenciais, que recorreram à Justiça Eleitoral para questionar publicações, estratégias de comunicação digital e possíveis irregularidades cometidas pelos adversários.

Uma das principais controvérsias envolve a atuação da Meta, responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp. A campanha de Lula apresentou uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra Flávio Bolsonaro e seu candidato a vice, Alfredo Gaspar, alegando abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social.

Segundo a coligação petista, os mecanismos de distribuição de conteúdo das plataformas teriam favorecido o candidato do PL e prejudicado publicações ligadas ao presidente. A campanha também aponta falhas no funcionamento de ferramentas de inteligência artificial e restrições ao alcance de conteúdos eleitorais.

A Meta nega favorecimento político e atribui os problemas identificados a falhas técnicas. As acusações ainda dependem de apuração e julgamento.

Na quinta-feira (22), o corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou que a Meta e a rede social X apresentassem esclarecimentos técnicos sobre a distribuição de publicações políticas, anúncios eleitorais, uso de inteligência artificial e remoção de conteúdos.

O ministro estabeleceu prazo de 24 horas para as respostas, sob pena de multa diária de R$ 500 mil por empresa em caso de descumprimento injustificado. Cueva ressaltou que os elementos apresentados justificavam a investigação, mas ainda não comprovavam as irregularidades denunciadas.

Do outro lado, a campanha de Flávio Bolsonaro também acionou o TSE contra Lula e seu vice, Geraldo Alckmin, sob a acusação de utilização de uma suposta rede coordenada de perfis digitais para divulgar informações falsas ou descontextualizadas contra o candidato do PL.

A ação questiona publicações no Instagram e pede providências contra contas apontadas pela campanha como integrantes de uma estrutura organizada de desinformação. Entre as medidas solicitadas estão a remoção de conteúdos e a cassação da chapa adversária. As alegações também precisam ser examinadas pela Justiça Eleitoral.

Outro episódio que provocou decisões conflitantes envolveu o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones. A campanha de Flávio questionou a utilização do espaço, alegando irregularidades na distribuição de conteúdos políticos. O caso passou por decisões de suspensão e restabelecimento do canal.

O crescimento dos processos levou o TSE a ampliar sua estrutura de julgamentos. O presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, aumentou para três por semana as sessões virtuais destinadas à análise de processos de propaganda eleitoral até o segundo turno.

Segundo levantamento divulgado pela CNN Brasil, a Justiça Eleitoral brasileira já recebeu mais de 100 mil processos relacionados às eleições de 2026. Desse conjunto, 3.591 foram autuados diretamente no TSE ou chegaram ao tribunal por meio de recursos.

No TSE, irregularidades na propaganda, pedidos de direito de resposta e desinformação representam aproximadamente 80% dos processos autuados neste ano.

As ações de investigação judicial eleitoral podem ter consequências que vão além da retirada de publicações. Dependendo das provas e das decisões definitivas, processos dessa natureza podem resultar em sanções eleitorais, incluindo cassação de registro ou diploma e declaração de inelegibilidade, quando presentes os requisitos legais.

Os pedidos apresentados pelas campanhas, entretanto, não significam que as irregularidades tenham sido comprovadas. Mesmo após a votação de domingo (25), processos ainda pendentes poderão continuar em tramitação na Justiça Eleitoral.

Fonte: O Globo
Foto:  Cristiano Mariz

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

Pesquisa do Instituto Colectta, contratada pelo Brazil Economy e divulgada neste sábado (24), aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 50,3% dos votos válidos, contra 49,7% do senador Flávio Bolsonaro (PL), no segundo turno da eleição presidencial. A diferença de 0,6 ponto percentual coloca os dois candidatos em situação de empate técnico, […]

Pesquisa do Instituto Colectta, contratada pelo Brazil Economy e divulgada neste sábado (24), aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 50,3% dos votos válidos, contra 49,7% do senador Flávio Bolsonaro (PL), no segundo turno da eleição presidencial. A diferença de 0,6 ponto percentual coloca os dois candidatos em situação de empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

No cenário de votos totais, que inclui brancos, nulos e indecisos, Lula registra 46,5% das intenções de voto, enquanto Flávio aparece com 46%. Outros 4,4% dos entrevistados declararam intenção de votar em branco, anular o voto ou não escolher nenhum candidato. Já 3,1% não souberam ou preferiram não responder.

Apesar da pequena vantagem numérica de Lula nas intenções de voto, a pesquisa identificou uma percepção diferente sobre o resultado da eleição. Para 50,3% dos entrevistados, Flávio Bolsonaro será o vencedor do segundo turno. Outros 39,7% acreditam na vitória de Lula, enquanto 9,7% não souberam responder.

O levantamento também mediu o grau de definição do eleitorado. Entre os entrevistados que declararam preferência por um dos candidatos, 94,8% afirmaram que não pretendem mudar de voto até domingo (25). Outros 4,9% admitiram a possibilidade de alterar a escolha.

Os índices são semelhantes entre os apoiadores dos dois concorrentes. Entre os eleitores de Lula, 94,8% consideram o voto definitivo. No grupo de Flávio Bolsonaro, o percentual é de 94,9%.

A pesquisa também investigou a transferência de votos do primeiro turno. Entre os entrevistados que votaram em Lula naquela etapa, 97,1% pretendem manter a escolha. Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro, 96,4% afirmaram que votarão novamente no senador.

O comportamento dos eleitores que não compareceram ao primeiro turno apresenta diferenças. Nesse segmento, Lula registra 51,8% das intenções de voto, contra 34,3% de Flávio. O grupo representa 7,4% da amostra ponderada.

Sobre as motivações do voto, 64,7% dos entrevistados afirmaram escolher o candidato principalmente por identificação com ele. Outros 22,1% disseram votar prioritariamente para impedir a vitória do adversário, enquanto 12,2% atribuíram o voto aos dois fatores.

O levantamento também avaliou o governo federal. A maneira como Lula governa é aprovada por 47% dos entrevistados e desaprovada por 49,7%. Na avaliação qualitativa da administração, 40,6% classificaram o governo como ruim ou péssimo.

Entre os principais problemas do Brasil apontados espontaneamente pelos entrevistados, segurança pública e violência aparecem com 17,9%, seguidos pela saúde, com 16,6%, corrupção, com 12,5%, e economia, com 9,4%.

Quando questionados sobre a primeira medida que deveria ser adotada pelo próximo presidente, 16,2% mencionaram melhorias na saúde pública, enquanto 12,7% citaram o combate à violência.

A pesquisa Brazil Economy/Colectta ouviu presencialmente 3 mil eleitores em 101 municípios das 27 unidades da Federação, na sexta-feira (23). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi contratado pela Editora Brazil Economy e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05601/2026.

Fonte: Brazil Economy/Colectta
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr⁠

Pesquisa CNT/MDA divulgada neste sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 50,7% dos votos válidos, contra 49,3% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de 1,4 ponto percentual mantém os dois candidatos em empate técnico, considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais. Na […]

Pesquisa CNT/MDA divulgada neste sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 50,7% dos votos válidos, contra 49,3% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de 1,4 ponto percentual mantém os dois candidatos em empate técnico, considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

Na comparação com o levantamento anterior, divulgado em 16 de outubro, Flávio oscilou de 50,5% para 50,7%, um aumento de 0,2 ponto percentual. Lula passou de 49,5% para 49,3%, uma redução de 0,2 ponto. As variações estão dentro da margem de erro da pesquisa.

A distância numérica entre os candidatos passou de um para 1,4 ponto percentual, sem alteração estatisticamente significativa no cenário identificado pelo instituto.

No levantamento divulgado neste sábado, os votos válidos ficaram assim:

Flávio Bolsonaro (PL): 50,7%
Lula (PT): 49,3%

Na pesquisa de 16 de outubro:

Flávio Bolsonaro (PL): 50,5%
Lula (PT): 49,5%

Os votos válidos desconsideram as respostas de eleitores que pretendem votar em branco ou nulo e daqueles que não souberam ou não responderam.

No cenário estimulado de votos totais, quando os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, Flávio aparece com 46,3%, enquanto Lula registra 45%. Outros 5,8% afirmaram que pretendem votar em branco ou anular o voto, e 2,9% não souberam ou não responderam.

Na rodada anterior, Flávio tinha 46,8% dos votos totais e Lula, 45,9%. Assim, o senador oscilou 0,5 ponto percentual para baixo, enquanto o presidente registrou redução de 0,9 ponto.

Os votos em branco e nulos passaram de 4,9% para 5,8%, enquanto o percentual de eleitores que não souberam ou não responderam subiu de 2,4% para 2,9%.

A pesquisa também apresentou o cenário espontâneo, em que os entrevistados não recebem os nomes dos candidatos. Nessa modalidade, Flávio Bolsonaro foi citado por 45,4% e Lula por 43,5%.

No levantamento anterior, os percentuais eram de 45,6% para Flávio e 44,1% para Lula.

REJEIÇÃO E AVALIAÇÃO DO GOVERNO

O instituto também mediu a rejeição aos candidatos. Lula é rejeitado por 47,4% dos entrevistados, enquanto Flávio Bolsonaro registra 47,3%, uma diferença numérica de 0,1 ponto percentual.

Em relação à avaliação do governo federal, 37,9% classificam a administração Lula como ótima ou boa, enquanto 38,4% a consideram ruim ou péssima. Outros 22,6% avaliam a gestão como regular.

Já na avaliação do desempenho pessoal do presidente, 47,6% aprovam sua atuação e 48,8% desaprovam.

DADOS DA PESQUISA

A 173ª rodada da Pesquisa CNT de Opinião foi realizada pelo Instituto MDA entre os dias 21 e 23 de outubro, com 2.032 entrevistas presenciais em 140 municípios brasileiros.

O levantamento foi contratado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02136/2026.

Como as entrevistas foram concluídas na sexta-feira (23), o levantamento não incorpora eventuais efeitos do último debate entre Lula e Flávio Bolsonaro, realizado naquela noite pela TV Globo.

O segundo turno das eleições presidenciais acontece neste domingo (25).

Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) realizam, neste sábado (24), os últimos atos públicos de suas campanhas antes do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). Lula participa de caminhadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, enquanto Flávio cumpre compromissos em Belo Horizonte […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) realizam, neste sábado (24), os últimos atos públicos de suas campanhas antes do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). Lula participa de caminhadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, enquanto Flávio cumpre compromissos em Belo Horizonte e na capital fluminense.

As agendas estão concentradas nos três maiores colégios eleitorais do país. São Paulo reúne aproximadamente 34,1 milhões de eleitores, seguido por Minas Gerais, com 16,4 milhões, e pelo Rio de Janeiro, com 12,9 milhões. Os estados também foram palco de disputas importantes entre os candidatos durante o primeiro turno.

Lula iniciou a programação na manhã deste sábado, com uma caminhada na orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A concentração começou por volta das 9h, na altura do Posto 5 da Avenida Atlântica, e a caminhada estava marcada para as 10h.

O presidente chegou ao local por volta das 9h40. O ato reuniu apoiadores, parlamentares, representantes de movimentos sociais e lideranças políticas que participam da campanha à reeleição.

Após a mobilização em Copacabana, Lula segue para São Paulo, onde está prevista sua última caminhada antes da votação. A concentração acontece a partir das 14h, na Avenida Paulista, nas proximidades da Alameda Campinas, com a participação do presidente programada para as 16h.

Entre os aliados esperados estão o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), Fernando Haddad (PT), Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB) e Márcio França (PSB).

Flávio Bolsonaro também começou o sábado com uma mobilização de apoiadores. O primeiro compromisso foi marcado para as 9h, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais.

A atividade integra uma série de manifestações organizadas por aliados do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que participa da mobilização política em apoio ao senador.

No período da tarde, Flávio tem outro ato previsto para as 14h, na Praça do Ó, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

A programação poderá incluir um deslocamento até as proximidades do condomínio onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), pai do candidato, morou antes de se mudar para Brasília. O trajeto, no entanto, ainda não estava confirmado.

Os compromissos acontecem depois do último debate presidencial entre Lula e Flávio, realizado na noite dessa sexta-feira (23), pela TV Globo. Durante o encontro, os candidatos discutiram economia, segurança pública, programas sociais e trocaram críticas sobre seus históricos políticos.

Pelo calendário eleitoral, caminhadas, carreatas, passeatas e distribuição de material gráfico podem ocorrer até as 22h deste sábado.

No domingo (25), Lula votará em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo, e acompanhará a apuração na capital paulista. Flávio Bolsonaro votará no Rio de Janeiro e seguirá para Brasília, onde pretende acompanhar a contagem dos votos.

Fonte: CNN Brasil
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

O senador Flávio Bolsonaro (PL) prometeu ampliar investimentos no Nordeste e governar em parceria com os estados da região, independentemente de alinhamentos partidários, caso seja eleito presidente da República. A declaração foi feita durante o debate da TV Globo, nessa sexta-feira (23), após Lula (PT) questionar o compromisso do adversário com o desenvolvimento nordestino. O […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL) prometeu ampliar investimentos no Nordeste e governar em parceria com os estados da região, independentemente de alinhamentos partidários, caso seja eleito presidente da República. A declaração foi feita durante o debate da TV Globo, nessa sexta-feira (23), após Lula (PT) questionar o compromisso do adversário com o desenvolvimento nordestino.

O assunto surgiu quando os candidatos discutiam obras de infraestrutura, abastecimento de água e políticas públicas voltadas à região. Lula afirmou ter a impressão de que Flávio não gosta do Nordeste e pediu que o senador apresentasse suas propostas para os estados nordestinos.

Em resposta, o candidato do PL rejeitou a crítica e afirmou que pretende manter uma relação próxima com a região.

“Eu vou ser o carioca mais nordestino que vocês já viram na face da Terra”, declarou Flávio.

O senador afirmou que o Nordeste não deve ser tratado como um problema, mas como parte da solução para o desenvolvimento do país. Ele também prometeu trabalhar com governadores que não integram seu grupo político.

Ao mencionar Pernambuco, Flávio citou a governadora Raquel Lyra (PSD) e disse que pretende estabelecer uma parceria com a gestão estadual para executar obras e enfrentar o crime organizado.

Entre as propostas apresentadas para a região, o candidato anunciou a intenção de construir uma ferrovia que interligue as capitais nordestinas, de São Luís, no Maranhão, até Salvador, na Bahia.

O confronto também envolveu a transposição do Rio São Francisco. Flávio atribuiu ao governo de Jair Bolsonaro a conclusão de obras que permitiram a chegada de água a municípios do Nordeste.

Lula contestou a declaração e reivindicou a execução de etapas do projeto durante seus governos. O presidente também citou a ferrovia Transnordestina, a expansão das universidades e dos institutos federais e investimentos em infraestrutura como exemplos de ações de suas administrações.

Na avaliação apresentada pelo petista, o Nordeste passou por transformações econômicas e sociais desde seu primeiro mandato, iniciado em 2003.

Flávio também mencionou o aumento do Bolsa Família para R$ 600 durante o governo do pai e acusou Lula de permitir o avanço da facção criminosa Comando Vermelho na região. A afirmação foi apresentada pelo senador durante a troca de acusações, sem demonstração de uma relação causal entre a atuação do governo federal e a expansão da organização criminosa.

O debate foi o último encontro entre os dois candidatos antes do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para este domingo (25).

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução/Instagram

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

O último debate presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado nessa sexta-feira (23), na TV Globo, repercutiu na imprensa internacional, que destacou a postura mais ofensiva do presidente, os momentos de dificuldade enfrentados pelo senador e as discussões sobre economia, segurança pública e corrupção. O encontro foi tratado por veículos estrangeiros como um […]

O último debate presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado nessa sexta-feira (23), na TV Globo, repercutiu na imprensa internacional, que destacou a postura mais ofensiva do presidente, os momentos de dificuldade enfrentados pelo senador e as discussões sobre economia, segurança pública e corrupção. O encontro foi tratado por veículos estrangeiros como um momento importante da disputa, a dois dias do segundo turno.

O jornal francês Le Monde classificou o debate como crucial e avaliou que Lula adotou uma postura mais incisiva, enquanto Flávio procurou apresentar uma imagem mais moderada em comparação ao confronto anterior, realizado pela Band.

Segundo a publicação, o senador conseguiu desenvolver propostas econômicas e concentrar suas críticas no custo de vida e no endividamento das famílias. No entanto, enfrentou dificuldades após fazer uma referência à deficiência física do presidente.

Durante uma discussão sobre o salário mínimo, Flávio afirmou que Lula concedia benefícios com uma mão e retirava com os nove dedos. O petista reagiu, lembrou que perdeu um dedo em um acidente de trabalho aos 17 anos e exigiu uma retratação.

O senador pediu desculpas e afirmou que não tinha intenção de ofender o adversário.

A cientista política Carolina Botelho, ouvida pelo Le Monde, considerou a declaração de Flávio discriminatória e avaliou que a resposta de Lula permitiu ao presidente recuperar sua trajetória como trabalhador.

Para a especialista, o formato do debate da Globo também dificultou a estratégia de confronto direto utilizada pelo senador na Band. Ela avaliou que Flávio teve dificuldades para responder a alguns questionamentos e apresentar seu histórico parlamentar.

Outro episódio destacado pelo jornal francês foi a cobrança de Lula sobre a atuação de Flávio na defesa de um policial militar acusado de matar Ana Clara, menina de cinco anos atingida por um tiro de fuzil em Niterói, no Rio de Janeiro, em 2021.

A mãe da criança acompanhou o debate na plateia. Ao responder ao questionamento, Flávio manifestou solidariedade à família e afirmou acreditar que o policial não tenha sido o responsável pelo disparo. O militar ainda não foi condenado.

A agência francesa AFP também observou uma mudança de comportamento dos candidatos em relação ao primeiro encontro. A avaliação foi de que o debate teve um tom mais moderado, embora tenha mantido provocações e ataques pessoais.

Na cobertura da AFP, Lula apareceu questionando a experiência política do adversário e defendendo as realizações de seus governos. Flávio, por sua vez, procurou responsabilizar a administração petista pelo custo de vida e pelas dificuldades econômicas enfrentadas pela população.

A agência norte-americana Associated Press (AP) destacou que os candidatos buscaram conquistar eleitores indecisos em uma disputa equilibrada.

A AP apontou três momentos de tensão: a referência de Flávio aos nove dedos de Lula, a reação do presidente ao chamar o adversário de miliciano e o confronto envolvendo a morte de Ana Clara.

A publicação também registrou que o encontro permitiu a apresentação de propostas sobre salário mínimo, segurança pública, financiamento do SUS e incentivos ao agronegócio.

Já a agência Reuters concentrou sua cobertura nos embates sobre custo de vida, programas sociais e acusações de corrupção.

Segundo a Reuters, Lula defendeu a política de reajuste do salário mínimo acima da inflação e as medidas de combate à fome, enquanto Flávio questionou os preços dos alimentos e os efeitos da política tributária do governo federal.

A agência também destacou o aumento da tensão no último bloco, quando os candidatos trocaram acusações envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e investigações relacionadas a pessoas próximas aos dois adversários.

As diferentes abordagens da imprensa internacional mostram que, embora o encontro tenha apresentado mais discussões sobre propostas do que o debate anterior, os ataques pessoais e as controvérsias judiciais continuaram ocupando parte importante do confronto.

A repercussão ocorre na véspera do segundo turno, marcado para este domingo (25). Na pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira (22), Lula e Flávio apareceram com 50% dos votos válidos cada, em empate numérico.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

Os institutos Datafolha e Quaest divulgam neste sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, novos levantamentos sobre a disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). As pesquisas foram realizadas na sexta-feira (23) e neste sábado e poderão captar parcialmente as reações dos eleitores ao […]

Os institutos Datafolha e Quaest divulgam neste sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, novos levantamentos sobre a disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). As pesquisas foram realizadas na sexta-feira (23) e neste sábado e poderão captar parcialmente as reações dos eleitores ao último debate entre os candidatos, promovido pela TV Globo.

A divulgação ocorre após uma semana de levantamentos que apontaram empate técnico entre os presidenciáveis. O segundo turno será realizado neste domingo (25).

A pesquisa Quaest tem divulgação prevista para as 10h15 deste sábado, ainda pela manhã. Já os resultados do Datafolha são esperados no início da noite, com transmissão da Folha de S.Paulo a partir das 18h40. Os horários são de Brasília, os mesmos de Pernambuco.

O Datafolha realizou 4.050 entrevistas presenciais entre sexta-feira e sábado. O levantamento foi contratado pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo, tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-09540/2026.

Na pesquisa anterior do instituto, divulgada na quinta-feira (22), Flávio registrou 47% das intenções de voto, enquanto Lula apareceu com 46%. A diferença de um ponto percentual configurou empate técnico. Nos votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, os dois candidatos tiveram 50% cada, considerando os percentuais arredondados.

A Quaest também realizou entrevistas presenciais na sexta-feira e neste sábado, ouvindo 3.702 eleitores. O levantamento foi contratado pelo jornal O Globo e pela TV Globo, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-09158/2026.

Na rodada anterior da Quaest, divulgada na quarta-feira (21), Flávio apareceu com 45% das intenções de voto, contra 44% de Lula. A diferença também ficou dentro da margem de erro do levantamento.

As novas pesquisas serão divulgadas depois de uma semana marcada por acontecimentos na campanha, incluindo a promulgação do fim da escala de trabalho 6×1, as entrevistas dos candidatos à TV Globo e os debates realizados pela Band e pela própria Globo.

Outro tema que ganhou espaço na disputa foi o futuro do Bolsa Família. A campanha de Lula passou a questionar declarações da coordenadora econômica de Flávio, Daniella Marques, enquanto o candidato do PL afirmou que pretende manter o programa.

Como parte das entrevistas foi realizada antes do debate da Globo e parte depois, os levantamentos poderão captar apenas parcialmente eventuais mudanças de opinião relacionadas ao encontro.

Os resultados serão conhecidos na véspera da votação e representarão as intenções de voto registradas durante o período de coleta, não uma previsão do resultado das urnas.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recorreu a expressões populares nas redes sociais, memes e referências conhecidas do público jovem durante o debate com Flávio Bolsonaro (PL), realizado na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo. A estratégia apareceu em diferentes momentos do confronto, quando o petista citou o jogador Richarlison como “pai […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recorreu a expressões populares nas redes sociais, memes e referências conhecidas do público jovem durante o debate com Flávio Bolsonaro (PL), realizado na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo. A estratégia apareceu em diferentes momentos do confronto, quando o petista citou o jogador Richarlison como “pai do bebê”, pediu que os eleitores pesquisassem informações no Google e chamou o adversário de “irmão do Tigrinho”.

Logo no primeiro bloco, Lula utilizou uma comparação com estudantes que decoram conteúdos para prestar vestibular, mas não conseguem demonstrar conhecimento sobre o assunto, para criticar o desempenho de Flávio. O presidente também sugeriu que os telespectadores pesquisassem na internet informações sobre investimentos realizados durante o governo de Jair Bolsonaro.

A referência ao Google voltou a aparecer quando os candidatos discutiram a região Norte do país. Lula questionou o conhecimento do adversário sobre Manaus e os investimentos federais na Amazônia. Flávio reagiu perguntando se quem governava o Brasil era o presidente ou o Google.

Outro momento ocorreu no quarto bloco, quando Lula mencionou uma disputa envolvendo o jogador Richarlison, atacante da Seleção Brasileira, e uma propriedade em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

Ao apresentar o caso, o presidente utilizou dois apelidos associados ao atleta na internet. Primeiro, lembrou a comemoração de gols em que Richarlison imita um pombo. Depois, chamou o jogador de “pai do bebê”, expressão popularizada nas redes sociais.

O apelido surgiu de vídeos publicados por Dudu Daibert, cunhado do atacante, que passou a se apresentar como “tio do bebê” ao brincar com o nome do filho de Richarlison. A expressão ganhou repercussão entre seguidores do jogador e de sua família.

No debate, Lula questionou Flávio sobre a disputa por uma propriedade na Ilha Comprida, em Angra dos Reis. O presidente mencionou a versão apresentada por Richarlison, segundo a qual o jogador teria enfrentado dificuldades para regularizar a ocupação do imóvel, enquanto pessoas ligadas ao advogado Willer Tomaz teriam obtido documentação em prazo menor.

As circunstâncias da disputa são contestadas pelas partes envolvidas. Flávio nega participação direta no negócio, enquanto o advogado afirma que a aquisição dos direitos sobre a propriedade ocorreu legalmente.

A linguagem das redes também apareceu na discussão sobre os jogos de apostas online. Flávio chamou Lula de “pai do Tigrinho”, responsabilizando o governo petista pela regulamentação dessas atividades.

O presidente rebateu a acusação, atribuiu ao governo Jair Bolsonaro parte da responsabilidade pela expansão das apostas e chamou o ex-presidente de “pai do Tigrinho”. Em seguida, classificou Flávio como “irmão do Tigrinho”, em uma referência à relação familiar entre os dois.

A disputa sobre a responsabilidade pela regulamentação das apostas envolve decisões tomadas em diferentes governos. As apostas de quota fixa foram autorizadas por legislação de 2018, durante a gestão Michel Temer, tiveram novas medidas durante o governo Bolsonaro e foram regulamentadas posteriormente pelo governo Lula.

Apesar das referências bem-humoradas e das expressões populares, o debate também teve momentos de confronto pessoal. Flávio afirmou que Lula dava benefícios com uma mão e os retirava com “nove dedos”, fazendo referência à amputação sofrida pelo presidente em um acidente de trabalho.

Lula reagiu à declaração, relembrou as circunstâncias em que perdeu o dedo mínimo da mão esquerda, aos 17 anos, e chamou o adversário de miliciano. Flávio pediu desculpas pela referência à deficiência física do presidente.

A utilização de expressões populares ocorreu após orientações da equipe de campanha para que Lula adotasse uma postura mais tranquila e concentrasse suas intervenções nas realizações do governo e nas propostas para um eventual novo mandato.

O confronto foi o último debate presidencial antes do segundo turno, marcado para este domingo (25).

Fonte: O Globo
Foto: Ricardo Stuckert

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

Cristiane Gomes da Silva, mãe da menina Ana Clara, morta aos cinco anos após ser atingida por um tiro de fuzil em Niterói, no Rio de Janeiro, criticou a resposta de Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate presidencial da TV Globo, realizado nessa sexta-feira (23). Ela acompanhou o encontro na plateia e afirmou que o […]

Cristiane Gomes da Silva, mãe da menina Ana Clara, morta aos cinco anos após ser atingida por um tiro de fuzil em Niterói, no Rio de Janeiro, criticou a resposta de Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate presidencial da TV Globo, realizado nessa sexta-feira (23). Ela acompanhou o encontro na plateia e afirmou que o senador não explicou por que atuou como advogado do policial militar acusado de matar sua filha.

A manifestação ocorreu após o presidente Lula (PT) questionar Flávio sobre sua participação na defesa do cabo da Polícia Militar Bruno Dias Delaroli, denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro pela morte da criança, em fevereiro de 2021.

“Eu não tive a resposta que eu queria. Ele não respondeu porque defendeu o assassino da minha filha”, afirmou Cristiane após a discussão entre os candidatos.

A mãe contestou a versão apresentada pelo senador de que a morte teria ocorrido durante uma troca de tiros em uma comunidade marcada pela presença do tráfico de drogas. Segundo ela, não havia confronto no momento em que a filha foi atingida.

Cristiane afirmou que um policial chegou ao local atirando e que a perícia apontou as circunstâncias do disparo. Ela também acusou Flávio de ter utilizado sua influência como senador para dificultar a realização do julgamento do militar.

De acordo com a mãe, o julgamento foi anulado duas vezes neste ano. A afirmação sobre a responsabilidade de Flávio pelas alterações processuais, entretanto, é uma acusação de Cristiane e não constitui uma conclusão judicial.

Durante o debate, Flávio começou sua resposta confundindo o nome da mãe com o da filha morta. Ao se dirigir a Cristiane, chamou-a de Ana Clara antes de manifestar solidariedade pela perda da criança.

O senador classificou a morte como uma tragédia, afirmou não conseguir imaginar o sofrimento de perder uma filha de cinco anos e disse acreditar que o policial acusado não tenha sido o responsável pelo disparo.

“Tenho a confiança que não foi esse policial”, declarou Flávio, ao defender a necessidade de esclarecer a autoria do tiro.

Cristiane rejeitou a explicação. Ela afirmou ter presenciado a morte da filha e criticou o candidato por apresentar uma versão que, segundo seu relato, não corresponde ao que aconteceu naquela ocasião.

A menina Ana Clara Gomes Machado foi atingida por um disparo de fuzil em fevereiro de 2021, na comunidade Monan Pequeno, no bairro de Pendotiba, em Niterói. A criança estava nas proximidades de casa quando foi baleada.

O policial Bruno Dias Delaroli foi acusado pelo Ministério Público de efetuar o disparo. Ele ainda não foi condenado, e sua defesa contesta a acusação.

Flávio Bolsonaro passou a integrar a defesa do militar e, em 2024, assinou um recurso apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a decisão que determinou que o caso fosse submetido ao Tribunal do Júri.

O trabalho do senador na defesa ocorreu sem cobrança de honorários, a convite de outro advogado, por meio do Instituto Família Policial.

A presença de Cristiane no debate foi articulada pela campanha de Lula. Ela acompanhou o confronto entre os candidatos ao lado de integrantes da comitiva petista.

Fonte: O Globo
Foto: O Globo

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

O debate presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo, teve episódios de tensão que começaram antes mesmo de os candidatos entrarem no estúdio. A presença de convidados ligados a casos envolvendo os adversários, provocações na plateia e orientações das equipes durante os intervalos marcaram os […]

O debate presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo, teve episódios de tensão que começaram antes mesmo de os candidatos entrarem no estúdio. A presença de convidados ligados a casos envolvendo os adversários, provocações na plateia e orientações das equipes durante os intervalos marcaram os bastidores do último confronto antes do segundo turno.

Aliados de Flávio levaram ao estúdio a prefeita de Ituiutaba (MG), Leandra Guedes (Avante), ex-companheira do deputado André Janones (Rede-MG), responsável pelo canal de WhatsApp “Exército do Lula”. Ela obteve uma medida protetiva contra o parlamentar após relatar ameaças de divulgação de imagens íntimas depois do término do relacionamento.

Janones estava na relação de convidados da campanha de Lula, mas não compareceu ao debate em razão da presença da ex-companheira.

Do lado petista, o deputado eleito Marcelo Freixo (PT-RJ) chegou acompanhado da mãe de Ana Clara Machado, menina de cinco anos morta após ser baleada na porta de casa, em Niterói (RJ), em 2021. O policial militar acusado de efetuar o disparo é defendido judicialmente por Flávio Bolsonaro.

Durante o debate, Lula mencionou a presença da mãe da criança, que se levantou na plateia. Ao responder, Flávio confundiu o nome da mulher com o da filha morta, provocando um protesto dela.

Flávio chegou à emissora acompanhado da esposa, Fernanda, da assessora econômica Daniella Marques e do irmão Carlos Bolsonaro, eleito senador por Santa Catarina.

Entre os aliados presentes estavam o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador catarinense Jorginho Mello (PL), além de Douglas Ruas (PL), eleito governador do Rio de Janeiro, e Sergio Moro (PL), eleito governador do Paraná.

Duas ausências chamaram atenção: Pablo Marçal e o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que haviam participado do debate anterior, na Band. A presença de Marçal naquele encontro provocou desconforto entre aliados de Flávio, que relacionaram ao influenciador parte da postura mais agressiva adotada pelo senador. Nikolas estava em Fortaleza, participando de atividades de campanha.

Lula chegou acompanhado da primeira-dama Janja e teve entre os integrantes de sua equipe o ministro Sidônio Palmeira, o senador Camilo Santana (PT-CE) e o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT).

Também acompanharam o debate Guilherme Boulos, Rick Azevedo, Anielle Franco, Marinete Silva e Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Fernando Haddad e Marina Silva, presentes em outras ocasiões, não compareceram.

A presença de Jandira também trouxe à memória um episódio ocorrido dez anos antes, quando Flávio desmaiou durante um debate da Band para a Prefeitura do Rio de Janeiro. Na ocasião, a deputada tentou prestar socorro, mas foi impedida por Jair Bolsonaro.

PROVOCAÇÕES E REAÇÕES DA PLATEIA

Uma das provocações ocorreu quando Flávio falou sobre a inflação e o preço do chocolate. Marcelo Freixo reagiu em voz alta:

“Disso ele entende”, ironizou.

A referência foi à investigação envolvendo uma loja de chocolates de Flávio Bolsonaro. O estabelecimento foi mencionado em apurações do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre suspeitas de movimentações financeiras irregulares relacionadas ao ex-assessor Fabrício Queiroz.

Flávio chegou a ser denunciado em 2020. No ano seguinte, o Superior Tribunal de Justiça anulou a quebra de sigilo utilizada na investigação, decisão que enfraqueceu a acusação e levou ao arquivamento do caso.

Outro episódio ocorreu quando Flávio afirmou que Lula “dá com uma mão e tira com nove dedos”, em referência à amputação sofrida pelo presidente em um acidente de trabalho.

A declaração provocou risadas e comentários em voz alta entre convidados ligados ao candidato do PL. Na plateia petista, houve protestos e manifestações de indignação.

ORIENTAÇÕES DURANTE OS INTERVALOS

No primeiro intervalo do debate, Flávio conversou com o governador Tarcísio de Freitas e com o marqueteiro Duda Lima. Tarcísio também havia participado da preparação do senador para o confronto com Lula.

Na equipe petista, o presidente recebeu orientações de Sidônio Palmeira, Rafael Fonteles e Camilo Santana entre os dois primeiros blocos.

Os integrantes da campanha avaliaram que Flávio estava conseguindo apresentar melhor suas respostas quando o assunto envolvia propostas para o futuro. Diante dessa percepção, recomendaram que Lula direcionasse mais suas intervenções para o que pretendia realizar em um eventual novo mandato.

O encontro foi o último debate entre os presidenciáveis antes da votação deste domingo (25).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

Cerca de 25 mil militares das Forças Armadas serão mobilizados para atuar no segundo turno das eleições, neste domingo (25). A operação envolverá integrantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, com ações de segurança e apoio logístico à Justiça Eleitoral em diferentes regiões do país. A mobilização prevê operações de Garantia da Votação e […]

Cerca de 25 mil militares das Forças Armadas serão mobilizados para atuar no segundo turno das eleições, neste domingo (25). A operação envolverá integrantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, com ações de segurança e apoio logístico à Justiça Eleitoral em diferentes regiões do país.

A mobilização prevê operações de Garantia da Votação e da Apuração (GVA) em 306 municípios de 11 estados. Outros 39 municípios, distribuídos por oito unidades da Federação, receberão apoio logístico, principalmente em localidades de difícil acesso.

Além da atuação na segurança de locais determinados pela Justiça Eleitoral, os militares serão responsáveis pelo transporte de urnas eletrônicas, equipamentos, materiais e equipes que trabalharão durante a votação.

Para executar essas atividades, serão utilizados aviões, helicópteros, embarcações e veículos militares. A estrutura atenderá comunidades rurais, regiões ribeirinhas, terras indígenas e outros territórios onde as condições geográficas e de infraestrutura dificultam o deslocamento das equipes eleitorais.

De acordo com o Ministério da Defesa, a operação tem como finalidade contribuir para a manutenção da ordem pública, assegurar a normalidade da votação e da apuração dos votos e garantir que os eleitores possam exercer o direito ao voto.

A presença das Forças Armadas ocorre mediante solicitação da Justiça Eleitoral e autorização da Presidência da República. Os pedidos são encaminhados pelos tribunais eleitorais, responsáveis também por definir as necessidades de cada localidade e organizar as atividades com os comandos militares.

A operação será realizada de maneira integrada entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Ministério da Defesa, as três Forças Armadas e os órgãos de segurança pública.

A coordenação nacional ficará sob responsabilidade do Centro de Operações Conjuntas, em Brasília, que atuará em articulação com os comandos militares mobilizados para o segundo turno.

Participarão da estrutura os Comandos Conjuntos Amazônia, Amazônia Oriental, Nordeste, Planalto, Oeste e Leste, além do Comando de Operações Aeroespaciais, responsável pela coordenação dos meios aéreos empregados na operação.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante o debate da TV Globo, nessa sexta-feira (23), que Flávio Bolsonaro (PL) desconhece a realidade da região Norte do país. Ao criticar o adversário, Lula relembrou a crise de falta de oxigênio nos hospitais de Manaus, em 2021, e mencionou um vídeo em que o […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante o debate da TV Globo, nessa sexta-feira (23), que Flávio Bolsonaro (PL) desconhece a realidade da região Norte do país. Ao criticar o adversário, Lula relembrou a crise de falta de oxigênio nos hospitais de Manaus, em 2021, e mencionou um vídeo em que o ex-presidente Jair Bolsonaro imitou uma pessoa com dificuldades para respirar durante a pandemia de covid-19.

A declaração ocorreu no primeiro bloco do encontro, quando os candidatos discutiam saneamento básico e investimentos na região Norte. Lula questionou o conhecimento de Flávio sobre o Amazonas e associou a atuação do governo de Jair Bolsonaro à crise sanitária enfrentada pela população.

“Talvez a única imagem que ele tem do Estado do Amazonas é essa. É o pai dele rindo da pessoa morrendo por falta de oxigênio”, declarou o presidente.

A crise mencionada por Lula ocorreu em janeiro de 2021, quando hospitais de Manaus enfrentaram o esgotamento dos estoques de oxigênio medicinal durante o avanço da covid-19. A situação comprometeu o atendimento de pacientes e provocou mortes, além de exigir a transferência de pessoas internadas para outros estados.

O vídeo citado pelo presidente foi gravado em março daquele ano, cerca de dois meses depois do colapso hospitalar. Na ocasião, Jair Bolsonaro simulou dificuldades respiratórias durante uma transmissão ao vivo, enquanto criticava orientações do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta sobre o momento de procurar atendimento médico.

Flávio rebateu as críticas e afirmou que a gravação havia sido retirada de contexto. Segundo o senador, seu pai não estava ridicularizando pacientes, mas questionando a orientação de esperar pelo agravamento dos sintomas antes de procurar um hospital.

Na discussão sobre a região Norte, o candidato do PL também cobrou explicações de Lula sobre a oposição de parlamentares petistas ao marco legal do saneamento básico, aprovado em 2020.

O presidente respondeu mencionando investimentos realizados durante suas administrações na Amazônia e sugeriu que o adversário consultasse informações disponíveis na internet sobre as ações do governo federal.

Flávio ironizou a recomendação e questionou se Lula ou o Google era responsável por governar o país.

O senador também apresentou propostas para a região, incluindo a ampliação do saneamento básico em Belém, a manutenção e expansão da Zona Franca de Manaus e a atração de investimentos em centros de processamento de dados.

Flávio defendeu ainda a utilização do gás natural do Amazonas para a produção de fertilizantes e criticou obstáculos ambientais ao asfaltamento da Rodovia Transamazônica.

Na tréplica, Lula voltou a criticar a política ambiental do governo Jair Bolsonaro, acusando a gestão anterior de deixar a Amazônia desprotegida e de não atender adequadamente às populações indígenas e quilombolas.

O confronto ocorreu no último debate presidencial antes do segundo turno, marcado para este domingo (25).

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Pablo Porciuncula/AFP

O último debate entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) antes do segundo turno das eleições presidenciais foi marcado por acusações pessoais, cobranças sobre políticas sociais e discussões envolvendo o endividamento das famílias e o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro, realizado na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo, teve como […]

O último debate entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) antes do segundo turno das eleições presidenciais foi marcado por acusações pessoais, cobranças sobre políticas sociais e discussões envolvendo o endividamento das famílias e o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro, realizado na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo, teve como um dos principais episódios um pedido de desculpas do senador após fazer referência à deficiência física do presidente.

A discussão começou quando Flávio afirmou que Lula “dá com uma mão e tira com nove dedos”, em uma crítica à política econômica do governo. O presidente perdeu o dedo mínimo da mão esquerda em um acidente de trabalho, quando atuava como torneiro mecânico, aos 17 anos.

Lula reagiu à declaração, lembrou sua trajetória como trabalhador e relacionou o episódio aos acidentes que atingem empregados em diferentes atividades profissionais. O presidente também chamou o adversário de miliciano e exigiu uma retratação.

“Você vai ter que pedir desculpa”, cobrou Lula, argumentando que a referência atingia não apenas sua condição pessoal, mas também trabalhadores que sofreram acidentes.

Na sequência, Flávio pediu desculpas ao presidente, afirmando que não tinha a intenção de ofendê-lo.

“Peço desculpa de verdade”, declarou o senador.

Apesar da retratação, o candidato do PL questionou se Lula pediria desculpas à população em situação de rua, às mulheres vítimas de violência e aos brasileiros que enfrentam dificuldades financeiras. Flávio também repudiou o fato de ter sido chamado de miliciano.

Durante a discussão, o senador afirmou que o número de pessoas em situação de rua havia dobrado no atual governo. Entretanto, dados do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua apontam crescimento de 55% entre 2022 e dezembro de 2025, quando foram contabilizadas aproximadamente 365,8 mil pessoas nessa condição.

Pesquisadores ressaltam que a ampliação dos registros pode estar relacionada também a mudanças metodológicas, à busca ativa e à inclusão de pessoas vulneráveis nos cadastros sociais. Dessa forma, o aumento registrado não pode ser interpretado integralmente como crescimento de novos casos.

Outro momento do debate envolveu os direitos das mulheres. Lula cobrou explicações de Flávio sobre seu voto contrário à ampliação da licença-maternidade, quando exercia o mandato de deputado estadual no Rio de Janeiro.

O senador reconheceu a decisão e afirmou que, na época, acreditava que a ampliação do período de afastamento poderia dificultar a contratação de mulheres pelas empresas.

“Eu estava errado”, admitiu Flávio, acrescentando que sua percepção mudou depois do casamento e do nascimento de suas duas filhas.

O candidato afirmou que atualmente votaria de maneira diferente e defendeu a importância da convivência entre mães e filhos, inclusive por períodos superiores a 180 dias.

Lula criticou a justificativa e argumentou que o adversário havia perdido a oportunidade de apoiar a mudança quando exerceu o mandato parlamentar.

Na mesma discussão, o presidente recuperou publicações antigas em que Flávio se referia ao Bolsa Família como “bolsa-farelo”. Lula considerou a expressão desrespeitosa com a população de baixa renda.

Flávio respondeu que pretende manter e ampliar os programas sociais caso seja eleito, incluindo o Bolsa Família. O senador também criticou a política de reajuste dos benefícios e questionou a atuação do governo federal no combate à pobreza.

ENDIVIDAMENTO DAS FAMÍLIAS

O endividamento dos brasileiros também provocou divergências entre os candidatos. Flávio responsabilizou a condução da economia pelo aumento das dificuldades financeiras das famílias e citou a dívida pública, mencionando um valor próximo de R$ 11 trilhões.

O número apresentado pelo senador fazia referência à Dívida Bruta do Governo Geral, indicador acompanhado pelo Banco Central.

Flávio defendeu a criação de um mecanismo para permitir que a Caixa Econômica Federal compre dívidas de consumidores junto aos bancos e ofereça novas condições de refinanciamento.

O candidato afirmou que a proposta permitiria reduzir o peso dos juros e ampliar a capacidade de pagamento das famílias endividadas.

Lula respondeu que medidas de renegociação já haviam sido adotadas em seu governo e afirmou que uma nova iniciativa havia sido encaminhada ao Senado.

O presidente mencionou uma operação de aproximadamente R$ 15 bilhões, envolvendo 4,5 milhões de pessoas, e acusou o adversário de apresentar uma proposta semelhante àquela defendida por sua administração.

Lula também relacionou o endividamento à política de juros do Banco Central e defendeu o crescimento da economia como parte da solução para as dificuldades financeiras da população.

SUS E PANDEMIA

A saúde pública foi outro tema de confronto. Lula questionou declarações atribuídas a um integrante da equipe econômica de Flávio sobre o financiamento do Sistema Único de Saúde.

O presidente cobrou esclarecimentos sobre a disposição do adversário de ampliar os investimentos no SUS e retomou críticas à condução da pandemia de covid-19 durante o governo de Jair Bolsonaro.

Lula atribuiu ao comportamento do ex-presidente parte das dificuldades enfrentadas pelo país durante a crise sanitária e mencionou suas declarações sobre a vacinação.

Na avaliação do presidente, a atuação do SUS foi fundamental para evitar um número ainda maior de mortes durante a pandemia.

Flávio negou que pretenda reduzir os investimentos no sistema público e afirmou que sua proposta é ampliar os recursos destinados ao atendimento da população.

O senador também criticou as filas para consultas, exames e procedimentos, além da situação financeira das Santas Casas e das unidades conveniadas ao SUS.

Como proposta, Flávio defendeu a revisão dos valores pagos pelos procedimentos realizados na rede pública e conveniada.

O candidato afirmou ainda que pretende concentrar cortes de despesas na burocracia administrativa e no que classificou como irregularidades e desperdícios de recursos públicos, além de defender a redução de impostos.

O debate ocorreu a dois dias do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para este domingo (25), quando Lula e Flávio Bolsonaro disputarão a Presidência da República.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr