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Escala 6×1 vira tema de propaganda de Lula com participação de senadores aliados

Senadores aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participaram de uma gravação da campanha à reeleição, em Brasília, para uma peça eleitoral sobre a proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. A gravação ocorreu nessa quinta-feira (8), no Lago Sul, e reuniu parlamentares que apoiam a candidatura de Lula no […]

Senadores aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participaram de uma gravação da campanha à reeleição, em Brasília, para uma peça eleitoral sobre a proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1.

A gravação ocorreu nessa quinta-feira (8), no Lago Sul, e reuniu parlamentares que apoiam a candidatura de Lula no segundo turno da eleição presidencial.

Participaram da agenda os senadores Camilo Santana (PT-CE), Luany Lemos (PSB-DF) e Paulo Paim (PT-RS). A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), também participou das gravações. A deputada federal Natália Bonavides (PT-RN) esteve no local.

O tema escolhido para a peça eleitoral é a Proposta de Emenda à Constituição que prevê mudanças na jornada semanal e pode extinguir a escala 6×1. A discussão ganhou espaço na campanha presidencial ao mesmo tempo em que a matéria avança no Senado.

Nesta semana, a PEC 221/2019 chegou à terceira das cinco sessões de discussão exigidas antes da votação em primeiro turno. Caso seja aprovada nessa etapa, ainda terá de passar por outras três sessões de debate antes da votação em segundo turno.

A movimentação dos aliados de Lula ocorre às vésperas do início da propaganda eleitoral gratuita do segundo turno no rádio e na televisão, nesta sexta-feira (9).

Lula e Flávio Bolsonaro (PL), que disputam o segundo turno da Presidência, terão o mesmo tempo destinado à propaganda eleitoral. O debate sobre a escala 6×1 passou a integrar a disputa entre as duas campanhas nos últimos dias, enquanto governo e oposição divergem sobre o ritmo de tramitação da proposta no Senado.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert

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Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teria encomendado um ataque hacker enquanto cumpria prisão domiciliar, em janeiro, para tentar apagar informações armazenadas no iCloud de um celular apreendido pela Polícia Federal. A ação, segundo a investigação, não teve sucesso. As informações foram publicadas inicialmente pela revista piauí e confirmadas pelo Estadão. O caso foi relatado […]

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teria encomendado um ataque hacker enquanto cumpria prisão domiciliar, em janeiro, para tentar apagar informações armazenadas no iCloud de um celular apreendido pela Polícia Federal. A ação, segundo a investigação, não teve sucesso.

As informações foram publicadas inicialmente pela revista piauí e confirmadas pelo Estadão. O caso foi relatado à Polícia Federal por Thiago Santos, especialista em segurança cibernética apontado como participante da tentativa de acesso às contas.

Segundo a apuração, Vorcaro teria acionado Thiago Miranda, intermediário do empresário em negócios ligados ao setor de comunicação, para buscar a invasão da conta no iCloud. O serviço da Apple armazena na nuvem informações como mensagens, fotografias e outros arquivos vinculados aos aparelhos.

Naquele momento, a força-tarefa da Operação Compliance Zero estava com o celular de Vorcaro havia cerca de dois meses. Relatórios produzidos pela PF posteriormente incluíram diálogos encontrados no aparelho, indicando que os investigadores conseguiram preservar e acessar os dados.

A tentativa também teria como alvo a conta de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro e apontado nas investigações como seu operador financeiro. O celular de Zettel havia sido apreendido pela PF depois de sua prisão no Aeroporto de Guarulhos, em janeiro. Ele foi solto no mesmo dia.

De acordo com a investigação, Thiago Miranda teria procurado Thiago Santos para executar o acesso às contas. Santos teria conseguido entrar no iCloud de Vorcaro, mas a movimentação foi identificada pelos policiais antes que os dados fossem apagados.

A Polícia Federal também investiga outras atividades atribuídas ao grupo, entre elas monitoramentos e tentativas de retirar da internet reportagens consideradas negativas por Vorcaro. Miranda também é investigado por suspeita de intermediar ações de influenciadores contra o Banco Central após a liquidação do Banco Master.

Vorcaro é investigado por suspeitas relacionadas a fraudes no sistema financeiro, gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, ocultação de bens e corrupção. Ele foi preso em novembro de 2025, passou posteriormente para prisão domiciliar e voltou a ser preso em março deste ano. Atualmente, permanece detido em Brasília.

À revista piauí, a defesa de Thiago Miranda afirmou a “absoluta legalidade” dos atos praticados por ele e negou irregularidades. Thiago Santos também negou ter realizado atividade ilegal e disse ter comparecido espontaneamente à PF para prestar esclarecimentos. A defesa de Vorcaro não respondeu à publicação. O Estadão informou ainda ter procurado as defesas de Vorcaro e Miranda.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Divulgação

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A tramitação da proposta que acaba com a escala de trabalho 6×1 entrou na disputa política do segundo turno da eleição presidencial. Enquanto o governo tenta concluir a análise no Senado antes da votação de 25 de outubro, integrantes da oposição defendem o cumprimento dos prazos regimentais e trabalham para que a decisão fique para […]

A tramitação da proposta que acaba com a escala de trabalho 6×1 entrou na disputa política do segundo turno da eleição presidencial. Enquanto o governo tenta concluir a análise no Senado antes da votação de 25 de outubro, integrantes da oposição defendem o cumprimento dos prazos regimentais e trabalham para que a decisão fique para depois da eleição.

O Senado concluiu nesta quinta-feira (8) a terceira das cinco sessões de discussão exigidas antes da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 em primeiro turno. As duas etapas restantes devem ocorrer na próxima semana, quando o texto poderá ser submetido à primeira votação no plenário.

A PEC reduz de 44 para 40 horas a jornada máxima semanal e estabelece dois dias de descanso por semana, sem redução salarial. O texto prevê uma transição: a jornada cairia inicialmente para 42 horas e, posteriormente, chegaria às 40 horas semanais.

Depois de uma eventual aprovação em primeiro turno, o regimento prevê mais três sessões de discussão antes da votação definitiva. Para encurtar esse período, a liderança do governo articula um requerimento de calendário especial.

É justamente nessa etapa que governo e oposição passaram a divergir. O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), defende que os prazos sejam cumpridos normalmente e critica a votação da proposta durante o segundo turno da eleição presidencial. Marinho também atua na campanha de Flávio Bolsonaro.

Flávio, candidato do PL à Presidência, afirmou nesta semana que a bancada de seu partido deve defender que a votação ocorra somente depois da eleição. Ele acusa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, de utilizar a proposta com objetivo eleitoral.

Lula, por sua vez, passou a explorar a posição do adversário durante a campanha. Em encontro com parlamentares, o presidente cobrou publicamente que Flávio vote a favor da PEC e que oriente os senadores do PL a fazerem o mesmo.

“Eu quero ver como é que o Flávio Bolsonaro vai votar. Eu desafio ele a votar favoravelmente. E desafio ele a pedir para o PL votar favoravelmente”, afirmou Lula.

A movimentação transforma o calendário legislativo em mais um ponto de confronto entre as duas campanhas. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que seguirá o rito previsto e que uma eventual aceleração dependerá de requerimento submetido ao plenário.

A votação em primeiro turno é esperada para a próxima semana. Para ser aprovada, a PEC precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis, equivalentes a três quintos dos 81 senadores, tanto no primeiro quanto no segundo turno.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Datafolha: Flávio Bolsonaro tem 52% e Lula 48% dos votos válidos no segundo turno

A primeira pesquisa Datafolha realizada após o primeiro turno das eleições presidenciais aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 52% das intenções de voto válidas, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (8) e mostra uma diferença de quatro pontos percentuais entre os candidatos, no limite da margem […]

A primeira pesquisa Datafolha realizada após o primeiro turno das eleições presidenciais aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 52% das intenções de voto válidas, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (8) e mostra uma diferença de quatro pontos percentuais entre os candidatos, no limite da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.

Considerando os votos totais, que incluem eleitores indecisos e aqueles que pretendem votar em branco ou anular o voto, Flávio Bolsonaro aparece com 49%, enquanto Lula registra 45%. Os votos brancos e nulos representam 5%, e os indecisos somam 1%.

O resultado indica empate técnico no limite da margem de erro, embora o candidato do PL apareça numericamente à frente. A pesquisa foi realizada depois da votação de domingo (4), quando Flávio Bolsonaro recebeu 47,03% dos votos válidos e Lula obteve 45,16%.

Na última pesquisa Datafolha anterior ao primeiro turno, divulgada em 4 de outubro, a simulação de segundo turno mostrava Lula com 47% e Flávio Bolsonaro com 46% dos votos totais. No levantamento divulgado nesta quinta-feira, o senador registra 49%, enquanto o presidente aparece com 45%.

O Datafolha entrevistou 2.520 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02949/2026.

O segundo turno das eleições presidenciais será realizado no dia 25 de outubro.

Fonte: Datafolha/Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução

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A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8) aponta que 46% dos eleitores que votaram em Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) no primeiro turno pretendem votar em Flávio Bolsonaro (PL) na segunda etapa da eleição presidencial. Outros 32% declaram intenção de voto no presidente Luiz Inácio Lula da […]

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8) aponta que 46% dos eleitores que votaram em Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) no primeiro turno pretendem votar em Flávio Bolsonaro (PL) na segunda etapa da eleição presidencial. Outros 32% declaram intenção de voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os percentuais consideram conjuntamente os eleitores dos quatro candidatos que ficaram fora da disputa presidencial após a votação de domingo (4). A diferença entre as intenções de voto destinadas aos dois finalistas é de 14 pontos percentuais nesse grupo.

O levantamento indica que o eleitorado das candidaturas alternativas ao PT e ao PL não apresenta um comportamento uniforme no segundo turno. Embora uma parcela maior declare intenção de votar em Flávio Bolsonaro, parte dos entrevistados manifesta preferência por Lula.

Os números também precisam ser considerados dentro do tamanho desse segmento do eleitorado. Os 46% e 32% representam as preferências entre os eleitores dos quatro candidatos derrotados, e não percentuais referentes ao conjunto de todos os brasileiros.

Em setembro, levantamento anterior do Datafolha já havia identificado uma distribuição semelhante entre os eleitores dessas candidaturas. Na ocasião, Flávio Bolsonaro registrava 43% das intenções de voto nesse grupo, enquanto Lula aparecia com 30%. Outros 26% declaravam intenção de votar em branco, anular o voto ou não escolher nenhum dos dois.

A nova pesquisa foi divulgada no mesmo dia em que o escritor Augusto Cury acertou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro. O entendimento ocorreu após uma conversa entre os dois e envolveu a apresentação de compromissos relacionados à educação, saúde e outras áreas.

No cenário geral do segundo turno, o Datafolha aponta Flávio Bolsonaro com 49% das intenções de voto totais e Lula com 45%. Os votos brancos e nulos representam 5%, enquanto os indecisos somam 1%.

Quando considerados apenas os votos válidos, Flávio registra 52% e Lula, 48%. A diferença está no limite da margem de erro geral do levantamento.

O Datafolha entrevistou 2.520 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro geral é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02949/2026.

O segundo turno das eleições presidenciais está marcado para 25 de outubro.

Fonte: O Globo/Datafolha
Foto: Reprodução

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A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8) aponta que 48% dos brasileiros aprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 49% desaprovam a gestão. Outros 2% dos entrevistados não souberam responder. A diferença de um ponto percentual entre os dois índices está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, […]

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8) aponta que 48% dos brasileiros aprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 49% desaprovam a gestão. Outros 2% dos entrevistados não souberam responder.

A diferença de um ponto percentual entre os dois índices está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, configurando empate técnico entre aprovação e desaprovação.

O levantamento é o primeiro realizado após o primeiro turno das eleições presidenciais, ocorrido no domingo (4). Os dados mostram a avaliação do governo federal no momento em que Lula disputa a reeleição contra o senador Flávio Bolsonaro (PL).

Os percentuais de aprovação e desaprovação são indicadores distintos da intenção de voto. Enquanto a avaliação do governo mede a percepção dos entrevistados sobre a administração federal, a pesquisa eleitoral identifica as preferências dos eleitores na disputa presidencial.

O Datafolha entrevistou 2.520 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02949/2026.

Fonte: Datafolha
Foto: Reprodução

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O escritor e ex-candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) decidiu apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. A decisão foi tomada após uma conversa de mais de uma hora entre os dois, na qual foram discutidos compromissos políticos e propostas defendidas por Cury durante a campanha. […]

O escritor e ex-candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) decidiu apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. A decisão foi tomada após uma conversa de mais de uma hora entre os dois, na qual foram discutidos compromissos políticos e propostas defendidas por Cury durante a campanha.

Terceiro colocado no primeiro turno, com 2,89% dos votos válidos, o escritor vinha sendo procurado por representantes das candidaturas que avançaram à etapa decisiva da eleição. O apoio foi acertado nesta quinta-feira (8), segundo informações publicadas pela Folha de S.Paulo.

Durante a negociação, Cury apresentou uma carta com compromissos que deveriam ser assumidos por Flávio Bolsonaro. O documento foi assinado pelo candidato do PL e reúne propostas relacionadas à educação, saúde, economia e políticas sociais.

Entre os pontos apresentados estão a valorização dos professores, melhorias na educação, fortalecimento do cooperativismo e das microempresas, ampliação da telemedicina, proteção às mulheres e medidas voltadas à pacificação nacional.

Segundo a reportagem, o acordo estabelece que o apoio não envolve distribuição de cargos nem concessão de benefícios pessoais. Cury, que está fora do Brasil, também prepara um vídeo para comunicar publicamente sua decisão, com divulgação prevista até sexta-feira (9).

A mudança de posicionamento ocorre depois de o escritor ter anunciado que permaneceria em silêncio sobre o segundo turno. No domingo (4), após a divulgação dos resultados, Cury afirmou que não autorizava integrantes de sua campanha a negociar ou anunciar apoio em seu nome.

Na ocasião, ele também declarou que pretendia deixar a vida político-partidária e defendeu que as propostas apresentadas pelos candidatos derrotados fossem consideradas pelo futuro presidente, independentemente do resultado da disputa.

A decisão de apoiar Flávio Bolsonaro representa uma mudança em relação às declarações feitas durante a campanha. Em setembro, Cury havia afirmado que não apoiaria nenhum dos dois candidatos em um eventual segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro.

Com o acerto, o escritor passa a integrar o grupo de ex-presidenciáveis que decidiram apoiar o candidato do PL. Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) também anunciaram apoio ao senador após o primeiro turno.

O segundo turno está marcado para 25 de outubro, quando Lula e Flávio Bolsonaro disputarão a Presidência da República.

Fonte: Folha de S.Paulo

Foto: Reprodução

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Apoio a Flávio Marques para presidir CIMPAJEU chega a 14 prefeitos

A articulação do prefeito de Tabira, Flávio Marques, pela presidência do CIMPAJEÚ avançou, segundo informações repassadas sobre a disputa, ele já reúne o apoio de gestores de 14 dos 20 municípios que integram o consórcio, o equivalente a 70% dos associados. O número amplia o grupo de prefeitos que vinha sendo formado em torno da […]

A articulação do prefeito de Tabira, Flávio Marques, pela presidência do CIMPAJEÚ avançou, segundo informações repassadas sobre a disputa, ele já reúne o apoio de gestores de 14 dos 20 municípios que integram o consórcio, o equivalente a 70% dos associados.

O número amplia o grupo de prefeitos que vinha sendo formado em torno da candidatura de Flávio Marques e reforça a movimentação nos bastidores para a escolha do próximo comando do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú.

A relação atual reúne prefeitos de diferentes áreas do Sertão e inclui municípios de peso político e populacional na região.

Estão entre os apoios apontados:

Afogados da Ingazeira: Sandrinho Palmeira;
Carnaíba: Berg Gomes;
Ingazeira: Luciano Torres;
Itapetim: Aline Karina;
Serra Talhada: Márcia Conrado;
Solidão: Mayco da Farmácia;
Betânia: Bebe Água;
Santa Terezinha: Delson Lustosa;
Quixaba: Zé Pretinho;
Triunfo: Luciano Bonfim;
Custódia: Manoel Messias;
Flores: Giba Ribeiro;
Brejinho: Gilson Bento;
Tabira: Flávio Marques.

Com 14 municípios alinhados à candidatura, o grupo representa 70% dos 20 integrantes do CIMPAJEÚ.

A relação de apoios ainda poderá sofrer alterações até a definição do novo comando do consórcio.

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A campanha presidencial entra em uma nova etapa nesta sexta-feira (9), com a retomada do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) terão tempos iguais, enquanto a TV Globo definiu entrevistas individuais para os dias 15 e 16 e confirmou o último debate antes da eleição para 23 […]

A campanha presidencial entra em uma nova etapa nesta sexta-feira (9), com a retomada do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) terão tempos iguais, enquanto a TV Globo definiu entrevistas individuais para os dias 15 e 16 e confirmou o último debate antes da eleição para 23 de outubro.

O horário eleitoral do segundo turno será exibido até 23 de outubro, dois dias antes da votação que definirá o próximo presidente da República.

De acordo com o plano aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lula e Flávio terão cinco minutos cada em cada bloco de propaganda em rede. A divisão é diferente do primeiro turno, quando o tempo variava de acordo com a representação partidária.

No rádio, os programas serão exibidos de segunda-feira a sábado, das 7h às 7h10 e das 12h às 12h10. Na televisão, os horários serão das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40.

Além dos blocos, serão reservados diariamente 25 minutos para inserções da disputa presidencial, divididos igualmente entre as duas candidaturas: 12 minutos e 30 segundos para cada uma.

Por ter terminado o primeiro turno na primeira colocação, Flávio Bolsonaro abrirá a primeira exibição. A partir daí, a ordem será alternada entre os candidatos.

Entrevistas e debates

A TV Globo também definiu a programação dedicada aos dois presidenciáveis nesta reta final da campanha.

Lula será entrevistado ao vivo na quinta-feira, 15 de outubro. Flávio participará no dia seguinte, sexta-feira (16). As duas entrevistas serão exibidas depois do Jornal Nacional e conduzidas pela jornalista Renata Lo Prete.

A ordem das entrevistas foi definida por sorteio.

A emissora também confirmou para 23 de outubro, uma sexta-feira, o debate entre Lula e Flávio. O encontro será mediado pelo jornalista César Tralli e ocorrerá dois dias antes do segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Antes do confronto na Globo, os candidatos têm outros dois debates previstos. O primeiro será realizado pela Record no domingo (11). A Band marcou o seu encontro para o dia 18.

Com o início do horário eleitoral e a sequência de entrevistas e debates, Lula e Flávio entram nas semanas decisivas da campanha com maior exposição no rádio e na televisão.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert e Charles Vieira

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Flávio considera limitar reajuste de aposentadorias e BPC

A equipe econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) avalia mudanças que poderiam limitar à inflação os reajustes de aposentadorias e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), retirando o ganho real vinculado ao salário mínimo. Após a divulgação das informações nesta quinta-feira (8), o candidato negou que pretenda adotar a medida caso seja eleito. As […]

A equipe econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) avalia mudanças que poderiam limitar à inflação os reajustes de aposentadorias e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), retirando o ganho real vinculado ao salário mínimo. Após a divulgação das informações nesta quinta-feira (8), o candidato negou que pretenda adotar a medida caso seja eleito.

As discussões fazem parte de um conjunto de propostas analisadas por integrantes da área econômica da campanha para reduzir despesas obrigatórias do governo federal em cerca de R$ 250 bilhões, valor equivalente a aproximadamente 2% do Produto Interno Bruto (PIB).

Pelo modelo em estudo, aposentadorias e benefícios assistenciais deixariam de incorporar automaticamente eventuais aumentos do salário mínimo acima da inflação. A correção seria feita apenas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Na prática, os benefícios manteriam a reposição das perdas inflacionárias, mas não acompanhariam os ganhos reais concedidos ao piso nacional.

Atualmente, aproximadamente 70% dos mais de 41 milhões de benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) correspondem ao salário mínimo. O BPC, destinado a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda que atendam aos critérios do programa, também tem o piso nacional como referência.

As informações foram publicadas inicialmente pela Folha de S.Paulo e reproduzidas pelo Estado de Minas. Segundo a reportagem, integrantes da equipe econômica apresentaram essas e outras ideias em conversas com empresários e representantes do mercado financeiro.

Outra medida em avaliação seria modificar os pisos constitucionais de saúde e educação. Atualmente, os gastos mínimos nessas áreas estão vinculados à arrecadação federal. A proposta discutida faria com que os valores passassem a ser corrigidos apenas pela inflação.

A campanha de Flávio Bolsonaro afirmou que essas discussões não representam posições oficiais da candidatura e destacou que as medidas não constam no programa de governo registrado.

Horas depois da divulgação da reportagem, o próprio candidato negou que pretenda limitar os reajustes.

Flávio afirmou que, se eleito, pretende manter aumentos das aposentadorias acima da inflação e declarou que não fará ajuste fiscal “às custas” da população de menor renda.

O coordenador econômico da campanha, Adolfo Sachsida, também afirmou que o ajuste das contas públicas pretendido pelo grupo deverá se concentrar no que classificou como excessos de gastos do governo.

As propostas atribuídas à equipe econômica seguem, portanto, em discussão e não integram oficialmente o plano de governo apresentado pela candidatura.

Fonte: Estado de Minas
Foto: Divulgação

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O prefeito de Tabira, Flávio Marques (PT), vai disputar em dezembro a presidência do CIMPAJEÚ para o biênio 2027-2028 e já reúne apoios de onze prefeitos. Entre eles está Luciano Torres (PSB), atual presidente do consórcio e prefeito de Ingazeira. A eleição está prevista para dezembro, e a nova Mesa Diretora assumirá a condução da […]

O prefeito de Tabira, Flávio Marques (PT), vai disputar em dezembro a presidência do CIMPAJEÚ para o biênio 2027-2028 e já reúne apoios de onze prefeitos. Entre eles está Luciano Torres (PSB), atual presidente do consórcio e prefeito de Ingazeira.

A eleição está prevista para dezembro, e a nova Mesa Diretora assumirá a condução da entidade a partir de janeiro de 2027.

Além do atual presidente do CIMPAJEÚ, já confirmaram apoio a Flávio os prefeitos Mayco da Farmácia, de Solidão; Berg Gomes, de Carnaíba; Delson Lustosa, de Santa Terezinha; Márcia Conrado, de Serra Talhada; Sandrinho Palmeira, de Afogados da Ingazeira; Zé Pretinho, de Quixaba; Aline Karina, de Itapetim; Gilson Bento, de Brejinho; Luciano Bonfim, de Triunfo; e Manoel Messias, de Custódia.

A articulação também recebeu o apoio de Giba, atual secretário-executivo do CIMPAJEÚ, que declarou apoio à candidatura de Flávio Marques para a presidência do consórcio.

As conversas com os demais integrantes do consórcio continuam. Esse período que antecede a eleição costuma concentrar a formação de blocos e as negociações em busca de uma composição que reúna maioria entre os municípios consorciados.

Flávio é filiado ao PT, mas mantém interlocução com prefeitos de diferentes partidos e campos políticos. Apoiou a reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD) e tem diálogo com gestores ligados ao grupo da governadora, além de prefeitos socialistas da região.

Outro ponto considerado na articulação é a localização de Tabira. O município está em uma área central do Pajeú, favorecendo a interlocução com gestores do Alto, Médio e Baixo Pajeú.

A prefeita de Sertânia, Pollyanna Abreu, também colocou seu nome à disposição e trabalha na possibilidade de apresentar uma chapa para a eleição de dezembro.

O consórcio reúne municípios do Pajeú, Sertânia e Custódia, que também integram a entidade para atuação conjunta em áreas e serviços de interesse regional.

Foto: Reprodução

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O Datafolha divulga nesta quinta-feira (8) a primeira pesquisa de intenção de voto do segundo turno da eleição presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O levantamento ouviu 2.520 eleitores em todo o país e tem margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa foi realizada presencialmente entre terça-feira […]

O Datafolha divulga nesta quinta-feira (8) a primeira pesquisa de intenção de voto do segundo turno da eleição presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O levantamento ouviu 2.520 eleitores em todo o país e tem margem de erro de dois pontos percentuais.

A pesquisa foi realizada presencialmente entre terça-feira (6) e esta quinta-feira (8), já depois da definição dos dois candidatos que disputarão a Presidência no dia 25 de outubro.

Contratado pelo Grupo Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02949/2026. O nível de confiança informado é de 95%.

Os novos números permitirão observar como Lula e Flávio iniciam a disputa direta depois do resultado do primeiro turno e dos primeiros movimentos das campanhas em busca de novos apoios.

Flávio terminou a votação de domingo (4) na primeira colocação, com 47,03% dos votos válidos. Lula ficou com 45,16%. A diferença entre os dois foi de pouco mais de 2,2 milhões de votos.

Na última pesquisa Datafolha antes do primeiro turno, realizada no sábado (3), Lula aparecia numericamente à frente de Flávio na simulação de segundo turno, com 48% contra 45%. Os dois estavam tecnicamente empatados considerando a margem de erro.

Além da intenção de voto, o novo levantamento será importante para medir o tamanho dos grupos de indecisos, eleitores que pretendem votar em branco ou nulo e possíveis movimentos do eleitorado que apoiou outros candidatos no primeiro turno.

Os resultados serão divulgados nesta quinta-feira. O Blog do Nill Júnior acompanhará os números do Datafolha.

Fonte: Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução

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Um incêndio de grandes proporções atingiu um prédio da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na noite desta quarta-feira (7). O Corpo de Bombeiros informou que foi acionado e enviou para o local cinco viaturas. Não há informações sobre feridos. De acordo com testemunhas, o fogo começou por volta das 20h. Imagens enviadas ao g1 e […]

Um incêndio de grandes proporções atingiu um prédio da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na noite desta quarta-feira (7). O Corpo de Bombeiros informou que foi acionado e enviou para o local cinco viaturas. Não há informações sobre feridos.

De acordo com testemunhas, o fogo começou por volta das 20h. Imagens enviadas ao g1 e à TV Globo mostram as chamas se espalhando no local.

O prédio atingido pelo fogo é o edifício onde fica a Diretoria de Inovação e Empreendedorismo (Dine), que integra o Núcleo de Inovação Tecnológica da universidade. A unidade fica dentro da Cidade Universitária, na Zona Oeste do Recife.

DEPUTADO ELEITO DIZ HAVER SUSPEITA DE AÇÃO POLÍTICA

O Deputado Federal eleito Jones Manoel, do PSOL, disse haver mensagens ameaçando ação criminosa no Campus por conta de manifestações dos universitários contra Flávio Bolsonaro. “Vamos acionar a Polícia Federal”, disse. A Reitoria ainda não se manifestou. Outros Deputados de partidos como o PT também cobraram investigações.

“Foi a campanha menos organizada que participei desde 1989”, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez nesta quarta-feira (7) uma crítica à condução de sua campanha no primeiro turno das Eleições 2026. Em reunião com parlamentares aliados em Brasília, ele afirmou que a campanha ficou abaixo do que poderia ter sido feito e classificou a organização como a pior de suas disputas […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez nesta quarta-feira (7) uma crítica à condução de sua campanha no primeiro turno das Eleições 2026. Em reunião com parlamentares aliados em Brasília, ele afirmou que a campanha ficou abaixo do que poderia ter sido feito e classificou a organização como a pior de suas disputas presidenciais desde 1989.

A avaliação foi feita durante um encontro com parlamentares eleitos e integrantes do campo governista, em meio à reorganização da campanha para o segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL).

“Acho que nós fizemos uma campanha aquém da minha possibilidade, poderíamos ter feito mais”, afirmou Lula ao comentar o desempenho do primeiro turno.

Na sequência, o presidente disse ter levado a mesma avaliação ao presidente do PT e coordenador de sua campanha, Edinho Silva. Lula afirmou que considera esta a campanha menos organizada de que participou desde sua primeira disputa presidencial, em 1989.

A declaração ocorreu ao lado do próprio Edinho e em um momento de cobranças internas sobre a estratégia adotada pelo grupo no primeiro turno.

Lula também disse ter estranhado não ter vencido a eleição já na primeira votação e, principalmente, não ter terminado na liderança da disputa. Segundo ele, as entregas realizadas pelo governo não foram suficientes para convencer uma parcela do eleitorado.

A fala aconteceu durante uma reunião voltada à discussão dos próximos passos da campanha, inclusive no ambiente digital. A avaliação entre aliados é de que Lula precisa ampliar a presença nas redes sociais e estabelecer uma comunicação mais direta com o eleitor.

Nesta quarta, o presidente já apareceu em vídeos gravados em formato de selfie, uma mudança em relação à comunicação adotada durante boa parte do primeiro turno.

Outro ponto abordado por Lula foi a necessidade de maior unidade entre os partidos de esquerda. O presidente afirmou acreditar que, no futuro, as legendas desse campo político poderão se concentrar em uma estrutura partidária mais unificada.

A campanha de Lula passa por mudanças desde o resultado do primeiro turno. Novos nomes vêm sendo incorporados à coordenação, enquanto aliados discutem maior participação de lideranças regionais, parlamentares mais jovens e políticos com presença nas redes sociais.

Fonte: CNN Brasil
Foto: Ricardo Stuckert

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Raquel Lyra venceu João Campos em 133 dos 185 municípios de Pernambuco

A governadora Raquel Lyra (PSD) construiu a reeleição no primeiro turno com vantagem territorial sobre João Campos (PSB). Ela terminou à frente em 133 dos 185 municípios pernambucanos, enquanto o socialista venceu em 52, segundo o mapa da votação das Eleições 2026. O resultado mostra que a vitória de Raquel não ficou concentrada apenas no […]

A governadora Raquel Lyra (PSD) construiu a reeleição no primeiro turno com vantagem territorial sobre João Campos (PSB). Ela terminou à frente em 133 dos 185 municípios pernambucanos, enquanto o socialista venceu em 52, segundo o mapa da votação das Eleições 2026.

O resultado mostra que a vitória de Raquel não ficou concentrada apenas no Agreste, região onde a governadora tradicionalmente apresenta desempenho mais forte. A candidata do PSD conseguiu ampliar a presença eleitoral em diferentes áreas do estado e também levou vantagem em parte dos maiores colégios eleitorais.

Raquel venceu em 15 dos 20 municípios com maior eleitorado de Pernambuco. No resultado estadual, foi reeleita com 2.805.438 votos, equivalentes a 53,27% dos válidos. João Campos recebeu 2.360.469 votos, ou 44,82%.

A diferença entre os dois chegou a 444.969 votos.

O Agreste teve peso importante no resultado. Somados os municípios da região, Raquel abriu aproximadamente 255 mil votos de vantagem sobre João. No Agreste Central, puxado especialmente por Caruaru, a diferença ficou em torno de 178 mil votos.

Em Caruaru, Raquel alcançou 75,22% dos votos válidos, enquanto João teve 23,10%. A diferença ultrapassou 100 mil votos.

Santa Cruz do Capibaribe registrou um dos maiores percentuais da governadora no estado: 83,25% dos votos válidos.

A vantagem também apareceu na Zona da Mata, onde Raquel terminou cerca de 112 mil votos à frente e venceu municípios como Vitória de Santo Antão, Goiana, Carpina e Palmares.

João Campos manteve vantagem no Recife, seu principal reduto eleitoral. Na capital, terminou com 49,94% dos votos válidos, contra 46,07% de Raquel, diferença de pouco mais de 36 mil votos.

Fora da capital, entretanto, a governadora obteve resultados suficientes na Região Metropolitana para reduzir e superar a vantagem construída pelo adversário no Recife.

No Sertão, Raquel venceu cidades importantes como Petrolina, Serra Talhada, Salgueiro e Arcoverde. Em Petrolina, maior colégio eleitoral do interior pernambucano, recebeu 51,6% dos votos válidos.

Salgueiro também apresentou uma das maiores vantagens da governadora na região, com aproximadamente 67,8%.

João, por sua vez, manteve vantagem em municípios como Araripina e Afogados da Ingazeira, além de outros redutos no Pajeú e no Araripe.

O mapa das urnas mostra que Raquel terminou em primeiro lugar em quase 72% dos municípios pernambucanos. João venceu os outros 52.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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As empresas de apostas on-line que estavam autorizadas a operar no Brasil começaram nesta quarta-feira (7) a informar aos bancos os saldos que ainda pertencem aos usuários. Cerca de 26,5 milhões de apostadores têm, juntos, R$ 1,325 bilhão a receber após o encerramento das operações das plataformas no país. As informações deverão ser repassadas pelas […]

As empresas de apostas on-line que estavam autorizadas a operar no Brasil começaram nesta quarta-feira (7) a informar aos bancos os saldos que ainda pertencem aos usuários. Cerca de 26,5 milhões de apostadores têm, juntos, R$ 1,325 bilhão a receber após o encerramento das operações das plataformas no país.

As informações deverão ser repassadas pelas empresas às instituições financeiras nesta quarta (7) e quinta-feira (8). Os dados serão organizados por CPF e vinculados à conta bancária utilizada pelo apostador para fazer depósitos nas plataformas.

A partir dessas informações, os bancos serão responsáveis pela restituição. O calendário estabelecido pelo governo determina que os pagamentos sejam realizados entre sexta-feira (9) e quarta-feira (14).

Os valores deverão ser transferidos diretamente para as contas utilizadas anteriormente pelos clientes das bets. Caso o banco não consiga concluir a devolução, o dinheiro será encaminhado à Caixa Econômica Federal a partir do dia 14, e a instituição ficará responsável pela etapa final do ressarcimento.

O prazo para que os apostadores retirassem voluntariamente o dinheiro diretamente das plataformas terminou às 23h59 da segunda-feira (5).

De acordo com o levantamento divulgado pelo governo, R$ 1,325 bilhão ainda permanece pendente de devolução para cerca de 26,5 milhões de pessoas.

Uma parcela significativa das contas tem valores muito baixos. São 86,2 milhões de contas com saldos entre R$ 0,01 e R$ 0,99. Juntas, elas concentram R$ 15,5 milhões.

O número de contas é maior do que o total de apostadores porque uma mesma pessoa pode ter cadastro em diferentes plataformas.

As medidas fazem parte do processo de encerramento das atividades de apostas on-line no país. Segundo o balanço oficial, 188 sites que operavam de forma legal tiveram suas autorizações canceladas.

Paralelamente, 13.241 endereços de sites considerados ilegais foram encaminhados para bloqueio.

A proibição das bets foi estabelecida pela Medida Provisória 1.394/2026, que definiu um período de transição para encerramento das operações e devolução dos valores mantidos nas contas dos usuários.

Fonte: Agência Brasil
Foto: José Cruz/Agência Brasil

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Lula muda estratégia digital e aposta em vídeos selfie para o 2º turno

A campanha de Lula (PT) começou a testar uma comunicação mais direta nas redes sociais para o segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL). Nesta quarta-feira (7), o presidente publicou vídeos gravados em formato selfie, linguagem comum no TikTok e no Instagram, enquanto aliados defendem maior presença pessoal do candidato no ambiente digital. A mudança já […]

A campanha de Lula (PT) começou a testar uma comunicação mais direta nas redes sociais para o segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL). Nesta quarta-feira (7), o presidente publicou vídeos gravados em formato selfie, linguagem comum no TikTok e no Instagram, enquanto aliados defendem maior presença pessoal do candidato no ambiente digital.

A mudança já apareceu em duas publicações feitas por Lula nesta quarta. Em uma delas, o presidente falou diretamente à câmera e convocou apoiadores a intensificarem a campanha nas ruas. Em outra, abordou a proposta de fim da escala 6×1 e questionou o posicionamento de Flávio Bolsonaro e do PL sobre o tema.

O formato representa uma alteração na maneira como Lula vinha aparecendo nas redes. A proposta é reduzir produções mais elaboradas e ampliar conteúdos gravados de maneira simples, com o próprio presidente falando diretamente ao eleitor.

Segundo o Metrópoles, uma das sugestões para a adoção dos vídeos em formato selfie partiu do governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), que utiliza esse tipo de comunicação com frequência em suas próprias redes.

Jovens parlamentares ligados ao PT também passaram a participar das discussões sobre a estratégia digital. Entre eles está Ana Elisa, deputada federal eleita por Minas Gerais, que participou na terça-feira (6) de uma reunião com a equipe de comunicação da campanha.

A parlamentar afirmou que se colocou à disposição para colaborar com a comunicação digital e defendeu maior utilização das redes para alcançar eleitores que dificilmente seriam atingidos apenas pela campanha presencial.

A discussão sobre mudanças na comunicação ganhou força depois do resultado do primeiro turno e não se limita aos vídeos em selfie.

A Folha de S.Paulo informou que o deputado André Janones (Rede-MG) também passou a defender uma estratégia mais direta e menos produzida. Segundo ele, Lula deveria aparecer mais em situações cotidianas e falar a linguagem própria das plataformas digitais.

Janones também ampliou um canal de mobilização no WhatsApp que, segundo ele, ultrapassou 1 milhão de integrantes após o primeiro turno. A intenção é coordenar publicações de apoiadores e influenciadores em diferentes plataformas.

A reformulação digital ocorre enquanto a campanha petista revê sua estratégia para as três semanas de segundo turno. A orientação discutida por aliados é aumentar a exposição pessoal de Lula, simplificar a comunicação e ampliar o alcance entre públicos mais jovens e eleitores que consomem informação principalmente pelas redes sociais.

Fonte: Folha de S.Paulo
Frame: Reprodução/Redes sociais

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A governadora reeleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), afirmou nesta quarta-feira (7) que foi procurada pelas campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Ao comentar as conversas, voltou a sinalizar que pretende manter no segundo turno a postura de neutralidade adotada em 2022. Raquel falou sobre o assunto durante agenda no bairro de Santo […]

A governadora reeleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), afirmou nesta quarta-feira (7) que foi procurada pelas campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Ao comentar as conversas, voltou a sinalizar que pretende manter no segundo turno a postura de neutralidade adotada em 2022.

Raquel falou sobre o assunto durante agenda no bairro de Santo Amaro, no Recife. Segundo a governadora, os contatos das duas campanhas ocorreram após sua reeleição no primeiro turno.

“É natural que, num momento como esse, sendo governadora reeleita, tenha sido procurada por ambas as campanhas, a quem eu tenho agradecido a solidariedade, porque todo mundo chega parabenizando pela reeleição”, afirmou.

Ao ser questionada sobre sua posição na disputa presidencial, Raquel disse que pretende manter a mesma linha adotada quatro anos atrás.

“E eu tenho dito a eles que me manterei com coerência, que sempre tive desde 2022, de buscar unir o estado de Pernambuco”, declarou.

A governadora argumentou ainda que pretende evitar divisões políticas no estado. “Nesse momento, mais do que nunca, quando tentam separar, tentaram separar o nosso estado, rotular o nosso estado, me rotular. Não é sobre isso, é sobre como a gente chega mais na vida do povo”, disse.

A posição também foi comentada pelo presidente municipal do PT no Recife, Osmar Ricardo, que participou do mesmo evento. Questionado sobre uma eventual adesão de Raquel à campanha de Lula, ele afirmou que a governadora indicou que permanecerá neutra.

“A gente conversou com ela, mas ela já se colocou e vai ficar neutra na questão da Presidência, como ela sempre fez isso”, afirmou.

Osmar, que voltou à presidência municipal do PT após se licenciar para participar da campanha de Raquel, disse que agora trabalhará pela candidatura de Lula no segundo turno.

As declarações ocorrem após integrantes da campanha petista, entre eles Marília Arraes, indicarem que buscariam o apoio da governadora para a etapa final da eleição presidencial.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução/ Instagram

30 milhões de acessos em 30 dias: mais um recorde pra conta

Gente, passando pra celebrar mais uma marca histórica. O blog é rigorosamente orgânico, marcado pela pluraridade de opiniões, mesmo de quem vem para discordar de nossas posições. Outro fator determinante para esse número foi a busca por equilíbrio editorial nessa eleição estadual. Venho dizendo que parte do jornalismo e blogosfera pernambucanos cederam à tentação de […]

Gente, passando pra celebrar mais uma marca histórica. O blog é rigorosamente orgânico, marcado pela pluraridade de opiniões, mesmo de quem vem para discordar de nossas posições.

Outro fator determinante para esse número foi a busca por equilíbrio editorial nessa eleição estadual. Venho dizendo que parte do jornalismo e blogosfera pernambucanos cederam à tentação de escolher lado. A gente, à obrigação de fazer jornalismo, apontando aspectos positivos e inconsistências nos três principais palanques do Estado e deixando a sociedade escolher. Ela é soberana e sabe também fazer o filtro de quem está a serviço do jornalismo.

Fácil? Nunca. Necessário? Sempre.

Fazer rádio pro ouvinte, blog pra quem lê, opinião para quem concorda e para quem diverge. Só assim para um recorde desse tamanho em Pernambuco.

Obrigado!

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Um relatório detalhado de autoria de Gildazio Moura, um petista histórico na região,  acendeu o sinal de alerta para as lideranças governistas no Sertão do Pajeú. O estudo realizou uma análise comparativa minuciosa entre os primeiros turnos das eleições presidenciais de 2022 e 2026 em 18 municípios da região, revelando que o presidente Lula registrou […]

Um relatório detalhado de autoria de Gildazio Moura, um petista histórico na região,  acendeu o sinal de alerta para as lideranças governistas no Sertão do Pajeú. O estudo realizou uma análise comparativa minuciosa entre os primeiros turnos das eleições presidenciais de 2022 e 2026 em 18 municípios da região, revelando que o presidente Lula registrou uma perda de força relativa e absoluta em territórios historicamente considerados redutos consolidados do petismo.

O Cenário Geral: crescimento do eleitorado x encolhimento de Lula

O dado mais emblemático do relatório mostra que o encolhimento de Lula não se deu por desidratação total de sua base, mas sim pela incapacidade de capturar os novos eleitores.

Votos válidos na região: deram um salto de 198.428 em 2022 para 209.559 em 2026 — um crescimento de 5,61%.

Votação de Lula: no caminho inverso, a votação nominal do presidente caiu de 162.036 para 159.709 votos (menos 2.327 votos absolutos).

Participação de Mercado (Share): A dominância agregada de Lula no Pajeú despencou de 81,66% para 76,21%, uma perda expressiva de 5,45 pontos percentuais.

O relatório introduz o conceito de “déficit ajustado”. Se Lula tivesse mantido a mesma proporção de votos de 2022, aproveitando o crescimento do eleitorado, ele deveria ter alcançado 171.126 votos em 2026. Como obteve 159.709, o “prejuízo” político real foi de 11.417 votos. Em contrapartida, a oposição liderada pelo campo de Jair/Flávio Bolsonaro cresceu na região, saltando de 31.242 para 40.303 votos válidos.

Os extremos do comportamento eleitoral

O estudo deixa claro que o comportamento eleitoral não foi homogêneo e destaca dinâmicas locais bastante específicas:

MunicípioVotos Válidos (Variação)Votos de Lula (Variação)Participação de LulaO que o dado revela
Tabira+5,40%-636 votosCaiu de 82,47% para 74,43% (-8,04 p.p.)Maior queda percentual de Lula entre todos os 18 municípios estudados.
Serra Talhada+6,34%-865 votosCaiu de 76,61% para 70,29% (-6,32 p.p.)O principal colégio eleitoral da região registrou o maior déficit absoluto de votos.
Santa Terezinha+0,02%-344 votosCaiu de 82,18% para 76,50% (-5,68 p.p.)O eleitorado ficou estagnado, provando que houve migração direta de votos para a oposição.
Calumbi+14,40%+401 votosCaiu de 87,64% para 83,55% (-4,09 p.p.)Teve o maior crescimento de eleitores. Lula cresceu em votos absolutos, mas perdeu força proporcional.
Betânia+7,37%+240 votosCaiu de 87,33% para 84,52% (-2,81 p.p.)Registrou a menor perda percentual do presidente, mantendo uma altíssima concentração lulista.

Cidades de peso político acendem Alerta

Em Afogados da Ingazeira, principal centro urbano da região, os votos válidos subiram 7,46%. Lula conseguiu crescer nominalmente apenas 369 votos, mas sua participação despencou de 76,73% para 73,01%. A análise aponta para uma “maior diversificação do comportamento eleitoral” em solo afogadense, impulsionada pelo avanço objetivo da oposição.

Já em São José do Egito, Lula conseguiu segurar o seu núcleo duro de votação absoluta (perdeu apenas 98 votos), mas viu sua participação encolher 6,39 pontos percentuais (indo para 74,61%) porque o crescimento de 7,81% do bolo de eleitores válidos foi absorvido pelas candidaturas adversárias.

Fatores locais e o segundo turno

De acordo com o autor do estudo, os números funcionam como um mapa, mas não explicam sozinhos os motivos individuais da mudança. O relatório levanta hipóteses como o peso de alianças políticas municipais, a força de lideranças locais, dinâmicas socioeconômicas e o crescimento de discursos de segmentos religiosos na região.

“Os números apresentados neste estudo mostram que nenhuma eleição está definitivamente decidida antes que a sociedade volte a se manifestar nas urnas”, conclui Gildazio Moura, apontando o segundo turno como um momento propício para que as forças políticas recalculem a rota, ampliem a escuta da população e entendam os recados vindos do interior de Pernambuco.

Clique aqui e veja o relatório.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu a aprovação da PEC que acaba com a escala 6×1 e cobrou uma posição de Flávio Bolsonaro (PL) sobre o tema. Nesta quarta-feira (7), porém, a proposta ainda cumpre a segunda das cinco sessões obrigatórias de discussão no Senado antes da votação em primeiro turno. Lula […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu a aprovação da PEC que acaba com a escala 6×1 e cobrou uma posição de Flávio Bolsonaro (PL) sobre o tema. Nesta quarta-feira (7), porém, a proposta ainda cumpre a segunda das cinco sessões obrigatórias de discussão no Senado antes da votação em primeiro turno.

Lula abordou o tema nessa terça-feira (6), durante uma transmissão pelas redes sociais, e afirmou esperar que o Senado votasse a proposta “hoje ou amanhã”. O calendário oficial da Casa, no entanto, prevê nesta quarta-feira (7) apenas a segunda sessão de discussão do texto.

A PEC 221/2019 começou a ser debatida no plenário do Senado nessa terça. Pelo rito regimental, são necessárias cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que pretende cumprir todas as etapas e indicou que a primeira votação poderá ocorrer na próxima semana.

Durante sua fala, Lula direcionou críticas a Flávio Bolsonaro e afirmou que o posicionamento da bancada do PL sobre a proposta será um teste político no segundo turno presidencial.

“Meu adversário vai ter que tomar uma decisão, se ele vai mandar a bancada do partido dele votar favorável ao fim da jornada de trabalho 6×1 ou vai aprovar a nova escala, para descansar dois dias em casa”, declarou.

O presidente acrescentou que considera a redução da jornada uma demanda social e defendeu que o tema seja discutido pelos senadores.

“O fim da escala 6×1 é o primeiro teste para que o PL diga o que quer desse País”, afirmou.

A proposta em discussão reduz gradualmente a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial, e estabelece dois dias de repouso semanal remunerado.

Depois das cinco sessões de discussão, a PEC precisará de pelo menos 49 votos favoráveis entre os 81 senadores para ser aprovada em primeiro turno. Caso avance, ainda serão necessárias outras três sessões de debate antes da votação definitiva em segundo turno.

Nesta quarta-feira (7), a matéria está incluída na pauta do Senado para a segunda sessão de discussão. A terceira está prevista para quinta-feira (8).

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert/PR

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O PL chegará a 2027 com 28 dos 81 senadores e a maior bancada da Casa, resultado que amplia o espaço do partido para tentar levar ao plenário pautas defendidas pelo bolsonarismo. Entre os temas estão mudanças relacionadas ao STF, segurança pública, educação, aborto e questões ligadas ao agronegócio e às terras indígenas. O partido […]

O PL chegará a 2027 com 28 dos 81 senadores e a maior bancada da Casa, resultado que amplia o espaço do partido para tentar levar ao plenário pautas defendidas pelo bolsonarismo. Entre os temas estão mudanças relacionadas ao STF, segurança pública, educação, aborto e questões ligadas ao agronegócio e às terras indígenas.

O partido elegeu 19 senadores nas eleições de 2026 e, somados aos parlamentares com mandato até 2031, passará dos atuais 15 para 28 integrantes. O número representa mais de um terço do Senado e coloca a legenda em posição de maior influência sobre a definição das pautas e as negociações com outras bancadas.

Um dos principais temas defendidos durante a campanha foi o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A nova bancada, entretanto, não terá votos suficientes para aprovar sozinha uma eventual condenação. São necessários 54 dos 81 senadores para afastar um ministro da Corte.

A composição também deve aumentar o peso do PL na análise das futuras indicações ao Supremo. Cabe ao Senado sabatinar e decidir se aprova os nomes indicados pelo presidente da República para ocupar vagas no tribunal.

Outra frente citada por parlamentares eleitos envolve mudanças nas regras relacionadas à atuação do STF e uma participação mais ativa do Senado na relação entre Legislativo e Judiciário.

No agronegócio e na política para terras indígenas, propostas que estavam paradas podem ganhar novo impulso. Entre elas está a autorização para mineração e instalação de hidrelétricas em terras indígenas, tema apoiado por parlamentares eleitos para o Senado, como Carlos Jordy, Caroline de Toni e Bia Kicis, todos do PL.

A bancada também reúne defensores do marco temporal para a demarcação de terras indígenas, pauta que nos últimos anos provocou embates entre Congresso e Supremo.

Na segurança pública, estão entre as bandeiras defendidas por integrantes do grupo o endurecimento da legislação penal e propostas como redução da maioridade penal. Também há projetos em tramitação que tratam da chamada castração química para condenados por crimes sexuais.

A área deverá ganhar espaço com a chegada ao Senado de parlamentares que fizeram da segurança uma das principais bandeiras eleitorais. Entre eles está Guilherme Derrite (PP-SP), ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo e aliado do grupo político de Flávio Bolsonaro.

Na educação, parlamentares alinhados ao bolsonarismo defendem a regulamentação do ensino domiciliar, conhecido como homeschooling. A proposta já passou pela Câmara e estabelece regras para que famílias possam optar pela educação dos filhos fora do ambiente escolar tradicional.

As chamadas pautas de costumes também estarão entre as prioridades de parte da nova bancada. Senadoras eleitas como Michelle Bolsonaro, Bia Kicis e Caroline de Toni defendem restrições ao aborto e já se posicionaram favoravelmente a propostas que ampliam a proteção jurídica à vida desde a concepção.

Apesar do tamanho da bancada, o PL dependerá de alianças para transformar parte dessas propostas em mudanças constitucionais. Uma PEC precisa de pelo menos 49 votos no Senado, enquanto o partido terá 28 cadeiras.

A nova composição também deverá influenciar a disputa pela Presidência do Senado e o comando das principais comissões da Casa, posições fundamentais para decidir quais projetos entram ou não na pauta de votação.

Os novos senadores assumem os mandatos em fevereiro de 2027.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Lula prepara mudanças no comando da campanha para o segundo turno, com a ampliação da participação de Camilo Santana na coordenação. A expectativa é que o ex-governador do Ceará divida decisões estratégicas com Edinho Silva, em uma reorganização após o desempenho do primeiro turno. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prepara mudanças no […]

Lula prepara mudanças no comando da campanha para o segundo turno, com a ampliação da participação de Camilo Santana na coordenação. A expectativa é que o ex-governador do Ceará divida decisões estratégicas com Edinho Silva, em uma reorganização após o desempenho do primeiro turno.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prepara mudanças no comando de sua campanha para o segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL). Camilo Santana (PT-CE) deve ganhar espaço na coordenação-geral e passar a dividir decisões estratégicas com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, após avaliações internas sobre o desempenho da campanha no primeiro turno.

A reorganização ocorre depois de Lula terminar a primeira etapa da eleição na segunda colocação, com 45,16% dos votos válidos, contra 47,03% de Flávio. Segundo a reportagem, Edinho continuará na coordenação, mas a tendência é de redução da centralização exercida por ele durante o primeiro turno.

Camilo, ex-governador do Ceará e ex-ministro da Educação, já integrava a estrutura da campanha, mas havia reduzido sua participação para acompanhar as disputas eleitorais no Nordeste. Nesta nova etapa, deverá integrar o núcleo responsável pelas principais decisões políticas e pela articulação nacional.

Lula se reuniu nessa terça-feira (6), em Brasília, com Camilo e outras lideranças petistas do Nordeste. Participaram das conversas os governadores reeleitos Jerônimo Rodrigues, da Bahia; Elmano de Freitas, do Ceará; e Rafael Fonteles, do Piauí, além de Rui Costa e Jaques Wagner.

A estratégia passa por ampliar a votação do presidente no Nordeste, região em que o PT identifica espaço para crescimento no segundo turno, além de aumentar a participação de lideranças estaduais nas decisões da campanha.

Edinho Silva confirmou que Camilo deverá ter participação mais efetiva e também defendeu a entrada de outros nomes na coordenação. Rui Costa e Jaques Wagner estão entre os cotados, assim como o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

“Nós temos que ampliar, porque nós temos que percorrer o Brasil em 20 dias, e quanto mais lideranças nós tivermos para organizar essas ações no Brasil todo, eu penso que é mais gente ajudando a dar conta dessa missão”, afirmou Edinho nessa terça-feira.

Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, também deverá ganhar participação na campanha, principalmente na preparação de Lula para discursos e debates do segundo turno.

A área de comunicação também é alvo de avaliações internas. Aliados têm feito críticas à condução adotada no primeiro turno e defendem ajustes na estratégia. O ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, e o publicitário Raul Rabelo participaram de reuniões com Lula após a eleição.

Outra mudança prevista é a ampliação das viagens do presidente pelo país e de sua presença nas redes sociais. A campanha também pretende mobilizar os mais de 33 milhões de eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno.

Lula e Flávio Bolsonaro voltam a disputar a Presidência no dia 25 de outubro.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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O Diretor do Instituto Múltipla,  Ronald Falabella,  se debruçou sobre os números da eleição deste domingo e produziu uma interessante análise para o blog. A governadora Raquel Lyra (PSD) garantiu a reeleição com 2.805.438 votos (53,27% dos válidos), superando o seu principal adversário, João Campos (PSB), que obteve 2.360.469 votos (44,82%). A vantagem final de […]

O Diretor do Instituto Múltipla,  Ronald Falabella,  se debruçou sobre os números da eleição deste domingo e produziu uma interessante análise para o blog.

A governadora Raquel Lyra (PSD) garantiu a reeleição com 2.805.438 votos (53,27% dos válidos), superando o seu principal adversário, João Campos (PSB), que obteve 2.360.469 votos (44,82%).

A vantagem final de Raquel Lyra foi de 444.969 votos (8,45 pontos percentuais), garantindo uma folga de 172.011 votos acima do limite necessário para liquidar a fatura sem a necessidade de um segundo turno. Entre as demais candidaturas, Ivan Moraes (PSOL) ficou na terceira colocação com 77.699 votos (1,48%).

Ao todo, 5.905.236 eleitores compareceram às urnas (81,82%), registrando-se uma abstenção de 18,18% (1.311.753 eleitores). Os votos nulos somaram 481.903 (8,16% do comparecimento), enquanto os brancos totalizaram 156.481 (2,65%).

O mapa do voto: Lyra dominou mesorregiões; Campos reage em redutos

A liderança de Raquel Lyra consolidou-se no interior, com vitórias expressivas em todas as quatro mesorregiões do estado e em 133 dos 185 municípios pernambucanos.

O grande motor da vitória da governadora foi o Agreste, que lhe garantiu uma vantagem de 254.589 votos sobre Campos. Só no Agreste Central (impulsionado por Caruaru), Lyra abriu a sua maior vantagem regional: +178.073 votos (+28,01%). Ela também venceu com folga na Zona da Mata (+112.018 votos).

João Campos concentrou suas forças na Capital (Recife), onde venceu com uma frente de 36.693 votos (49,94% x 46,07%). No entanto, a força do candidato do PSB na capital foi neutralizada pela Região Metropolitana expandida, já que Lyra venceu na Região Metropolitana sem a capital por uma diferença de 85.808 votos, terminando a mesorregião Metropolitana no azul por mais de 49 mil votos de margem.

Campos também conseguiu superar a candidata do PSD em outras três Regiões de Desenvolvimento: Sertão do Araripe (+11.005), Sertão de Itaparica (+6.484) e Agreste Meridional (+2.204).

Desempenho por porte de município e extremos urbanos

A análise dos dados técnicos mostra que o eleitorado se comportou de forma bastante distinta a depender do tamanho das cidades:

Interior e pequenas cidades: Raquel Lyra venceu em cinco das seis faixas de porte populacional. Teve 115.789 votos de frente nos municípios de até 30 mil habitantes e registrou o seu maior saldo absoluto na faixa de cidades entre 200 mil e 500 mil habitantes, acumulando 123.818 votos de vantagem.

Grandes centros: Campos só conseguiu vencer na faixa de municípios com mais de 500 mil habitantes (composta por Recife e Jaboatão juntos), onde acumulou uma frente total de 18.849 votos (+1,45%).

Os extremos das 30 maiores: Caruaru deu a Lyra a sua vitória mais avassaladora, com uma diferença de 101.552 votos (75,22% contra 23,10% de Campos). Proporcionalmente, a maior goleada ocorreu em Santa Cruz do Capibaribe, onde Lyra cravou 83,25% dos votos válidos. Por outro lado, o melhor terreno proporcional de Campos foi Araripina, onde ele bateu a governadora por 64,82% a 34,29%.

Raio-X do Recife: Divisão por Regiões Político-Administrativas (RPAs)

Dentro da capital, o voto revelou uma divisão geográfica muito clara entre as seis Regiões Político-Administrativas (RPAs):

João Campos venceu em cinco das seis RPAs da capital. Seus melhores desempenhos ocorreram na RPA 2 – Norte (bairros como Arruda, Água Fria e Campo Grande), onde acumulou sua maior vantagem em votos (+15.588), e na RPA 1 – Centro (Boa Vista, Santo Amaro), onde abriu a maior vantagem em pontos percentuais (+14,54%).

Raquel Lyra venceu apenas na RPA 6 – Sul (bairros como Boa Viagem, Pina, Imbiribeira e Ibura). Trata-se da maior zona eleitoral do Recife, concentrando 26% de todo o eleitorado da cidade, o que rendeu à governadora uma vantagem local de 6.673 votos.

Eleições 2026 – Governador (a)

O Diretor do Instituto Múltipla,  Ronald Falabella,  se debruçou sobre os fatores que determinaram a ampliação da distância na eleição da governadora Raquel Lyra sobre João Campos em comparação ao que aferiu o instituto Múltipla. Também analisou os levantamentos de Datafolha e Quaest, de projeção nacional, também divulgados pelo blog. Dos três,  o Múltipla foi […]

O Diretor do Instituto Múltipla,  Ronald Falabella,  se debruçou sobre os fatores que determinaram a ampliação da distância na eleição da governadora Raquel Lyra sobre João Campos em comparação ao que aferiu o instituto Múltipla.

Também analisou os levantamentos de Datafolha e Quaest, de projeção nacional, também divulgados pelo blog.

Dos três,  o Múltipla foi o que fez o levantamento mais cedo, de 1 a 2 de outubro.  Quaest e Datafolha, dias 2 e 3. Ainda assim, aferiu com mais proximidade o resultado que o Datafolha,  que fez seu levantamento dias 2 e 3 de outubro,  dando uma vantagem de apenas 1% com margem de 2% para mais ou para menos.

O resultado final pró Raquel foi 53,27% a 44,82%. Como a margem de erro do Múltipla foi de 2,7%, ela poderia ir a 52,7%. Teve 53,27%. A variação além da margem foi de apenas 0,57%. Quanto a João,  o piso era 45,3%. A variação além da margem foi de apenas 0,5%.

Importante reforçar, o instituto se aproximou mais do resultado que o Datafolha, bem mais distante da margem de erro. E mesmo a Quaest não conseguiu aferir o percentual menor que teve o socialista. João teve 44,8%. E pelo Quaest,  o piso era 45%, também erro em casas decimais.

Outro parâmetro importante é que mesmo métodos com agregadores tiveram a mesma dificuldade. O Método Qualitativo SEP, do Cenário Inteligência,  do professor Adriano Oliveira, agregando Simplex, Datafolha e Quaest deu uma projeção de 50% a 47% pró Raquel, com vantagem de 3%. A vantagem final da governadora foi de quase 8,5%.

Para Ronald Falabella,  três fatores determinaram esse crescimento. “A pesquisa Múltipla foi feita até a sexta e não captou o crescimento no sábado,  que é fundamental. Mesmo assim,  ficamos por décimos da margem de erro”.

Ronald elencou os fatores determinantes. “Primeiro, a avaliação da governadora Raquel  Lyra. Depois, a força dos prefeitos. Mas principalmente o voto bolsonarista,  que determinou o equilíbrio da eleição na Região Metropolitana e em Recife,  onde o socialista só ganhou por 3,87% dos votos. Flávio Bolsonaro teve mais de 40% dos votos na Metropolitana”. Esse voto foi casado com o voto da governadora. João por sua vez esperava uma vantagem na casa dos 20 pontos.

Ronald dá outros exemplos da dificuldade da captação desse movimento bolsonarista pelos institutos: na eleição nacional,  nenhum dos grandes previu a votação majoritária de Flávio Bolsonaro. E no Rio, Douglas Ruas deve ser o vencedor em 1º turno com a anulação dos votos de Garotinho. Antes, todos cravavam vitória de Eduardo Paes, inclusive com possibilidade de vitória no primeiro turno.

O Múltipla acertou a ganhadora próximo da margem e foi o primeiro instituto a aferir a virada da governadora Raquel Lyra,  em julho. Uma parceria exitosa que vai continuar.

Levantamento comparativo apontou que a pesquisa do Instituto Múltipla (registro PE-02990/2026), realizada nos dias 1º e 2 de outubro, demonstrou alto índice de precisão ao antecipar o cenário das urnas no primeiro turno das eleições de 2026 em Pernambuco. O estudo apontou um acerto de 76% para o cargo de Deputado Federal (19 de 25 […]

Levantamento comparativo apontou que a pesquisa do Instituto Múltipla (registro PE-02990/2026), realizada nos dias 1º e 2 de outubro, demonstrou alto índice de precisão ao antecipar o cenário das urnas no primeiro turno das eleições de 2026 em Pernambuco.

O estudo apontou um acerto de 76% para o cargo de Deputado Federal (19 de 25 eleitos previstos) e de 78% para Deputado Estadual (38 de 49 eleitos previstos).

Contratado pelo blog, o levantamento ouviu 1.300 eleitores presencialmente e apresentou uma margem máxima de erro de 2,7 pontos percentuais. De forma geral, a diferença média observada entre os dados captados na pesquisa e os votos válidos oficiais apurados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi de apenas 0,65 ponto para o cargo federal e 0,63 ponto para o estadual.

Cenário para Deputado Federal

Na disputa pelas 25 cadeiras da Câmara dos Deputados, 22 nomes que figuravam no topo da pesquisa terminaram entre os mais votados nas urnas. O parlamentar Pedro Campos (PSB) consolidou-se na primeira colocação tanto no levantamento quanto no resultado oficializado pelo TSE.

Destaques individuais e movimentos entre pesquisa e votação 

Jones Manoel (PSOL): Foi a principal surpresa do pleito. Registrando 2,1% das intenções na pesquisa (16º lugar), ele saltou para 4,73% dos votos válidos na urna, tornando-se o 2º deputado federal mais votado do estado.

Votos por legenda: A federação PT/PCdoB/PV foi superestimada no levantamento (17,7% medidos contra 13,62% reais), impulsionada por uma intenção declarada de voto na legenda de 4,7% que acabou não se confirmando na mesma magnitude nas urnas (0,95%).

Suplência inesperada: Miguel Coelho (UNIÃO) figurava em 8º na pesquisa, mas acabou como suplente. Apesar de somar 102.595 votos, votação superior à de 8 candidatos eleitos, o quociente partidário limitou o seu partido a 4 vagas, deixando-o de fora.

Cenário para Deputado Estadual

Para a Assembleia Legislativa (Alepe), a estabilidade também ditou o ritmo, com 17 dos 25 primeiros nomes da pesquisa mantendo o topo na apuração final.

Destaques individuais e movimento entre pesquisa e votação 

Dani Portela (PT): Registrava 1,6% das intenções (16º lugar) e escalou até a liderança geral do estado nas urnas, cravando 2,78% dos votos válidos (1ª colocação).

Abimael Santos (PL): Protagonizou o inverso. Ele aparecia em 2º lugar na pesquisa com 2,7%, mas registrou 0,96% na apuração real (37º lugar), garantindo sua vaga pelo quociente partidário.

Distorções partidárias: O Partido Liberal (PL) sofreu a maior variação negativa de cotas na simulação estadual, caindo de uma projeção de 12,2% para 7,26% na apuração, o que reduziu sua bancada de 6 para 3 vagas. Já o Podemos fez o caminho inverso, crescendo de 8,9% para 11,12% e expandindo suas cadeiras de 4 para 6.

Análise Técnica do Instituto

Conforme o relatório do Instituto Múltipla, as variações residuais mapeadas ocorrem porque a pesquisa reflete uma intenção de voto momentânea e não deve ser confundida com projeção final.

Fatores como decisões de última hora na cabine eleitoral e as dinâmicas de votos concentrados em redutos específicos, difíceis de serem totalmente capturados em uma amostragem geral de 1.300 entrevistas, justificam as alterações nas vagas finais de cada lista.

À época do levantamento de campo, o índice de indecisão de voto na cabine ainda atingia 37,2% para a disputa federal e 35,1% para a estadual.

Comparativo pesquisa X eleição deputados

Alcolumbre anuncia calendário para votar fim da escala 6×1 no Senado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou nesta terça-feira (6) o calendário para discussão e votação da proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 e a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas. A votação em primeiro turno poderá ocorrer já na próxima semana. Antes de chegar ao plenário, […]

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou nesta terça-feira (6) o calendário para discussão e votação da proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 e a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas. A votação em primeiro turno poderá ocorrer já na próxima semana.

Antes de chegar ao plenário, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) precisa cumprir cinco sessões de discussão, conforme determina o regimento. Alcolumbre afirmou que pretende realizar os debates ao longo desta semana e da próxima, sem acelerar o procedimento.

“Meu desejo é cumprir integralmente o rito constitucional, sem atropelos, sem acelerar nada”, declarou o presidente do Senado.

Se as cinco sessões forem concluídas dentro do calendário previsto, a expectativa é que a votação em primeiro turno possa ocorrer no dia 15 de outubro.

Depois dessa etapa, caso a proposta seja aprovada, serão necessárias outras três sessões de discussão antes da votação em segundo turno.

A PEC estabelece o fim da escala 6×1 — modelo em que o trabalhador exerce atividade durante seis dias e descansa um — e reduz de 44 para 40 horas a jornada máxima semanal.

A proposta já foi aprovada pela Câmara dos Deputados no fim de maio. No Senado, passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no início de setembro, mas ainda não havia sido levada ao plenário.

Alcolumbre afirmou que aguardou o encerramento do primeiro turno das eleições porque senadores que disputavam cargos demonstraram preocupação com a possibilidade de o tema ser explorado durante a campanha.

Para ser aprovada no Senado, a PEC precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis, o equivalente a três quintos dos 81 senadores, em cada um dos dois turnos de votação.

O presidente do Senado também sinalizou que votará favoravelmente à proposta, mas afirmou que caberá a cada parlamentar decidir sua posição durante a apreciação da matéria.

“Meu compromisso foi feito, foi assumido, está na pauta e será deliberado”, afirmou Alcolumbre.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

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Eleitores que compareceram às urnas no primeiro turno das Eleições 2026 relataram nesta terça-feira (6) que o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) passou a exibir a indicação “faltou” no histórico de votação. O tribunal informou que a situação está relacionada ao processamento dos dados do pleito e que o status será alterado para “em […]

Eleitores que compareceram às urnas no primeiro turno das Eleições 2026 relataram nesta terça-feira (6) que o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) passou a exibir a indicação “faltou” no histórico de votação. O tribunal informou que a situação está relacionada ao processamento dos dados do pleito e que o status será alterado para “em processamento” até a conclusão da atualização.

As reclamações começaram a aparecer nas redes sociais após eleitores consultarem o histórico eleitoral e encontrarem o registro de ausência mesmo tendo votado no domingo (4).

Segundo o TSE, o processamento dos arquivos relacionados ao cadastro eleitoral, incluindo registros de justificativas e faltas, começou no próprio dia da eleição e ainda está em andamento.

A Justiça Eleitoral informou que a exibição de “faltou” não significa, neste momento, que o eleitor que compareceu às urnas tenha sido considerado oficialmente ausente. A mudança para “em processamento” deverá indicar que os dados do primeiro turno ainda estão sendo incorporados ao cadastro.

O tribunal afirmou que a atualização será concluída após o processamento das informações enviadas pelas urnas e pelos sistemas da Justiça Eleitoral.

Quem efetivamente votou não deve apresentar justificativa apenas porque encontrou a indicação de falta durante esse período de processamento. A justificativa é destinada aos eleitores que realmente não compareceram às urnas.

Pelas regras das Eleições 2026, quem não votou no primeiro turno e não apresentou justificativa no próprio domingo tem até 3 de dezembro para regularizar a ausência pelo e-Título, pelo Autoatendimento Eleitoral ou em um cartório eleitoral.

Fonte: G1
Foto: Reprodução

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PSD e PSB terão as maiores bancadas da Alepe a partir de 2027

A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) terá uma nova correlação de forças a partir de 2027. PSD e PSB elegeram nove deputados estaduais cada e dividirão o posto de maiores bancadas da Casa na próxima legislatura, resultado que amplia a presença das duas legendas no debate político estadual. O PSD é o partido da governadora […]

A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) terá uma nova correlação de forças a partir de 2027. PSD e PSB elegeram nove deputados estaduais cada e dividirão o posto de maiores bancadas da Casa na próxima legislatura, resultado que amplia a presença das duas legendas no debate político estadual.

O PSD é o partido da governadora reeleita Raquel Lyra, enquanto o PSB esteve à frente da candidatura de João Campos ao Governo de Pernambuco. Na comparação com a eleição de 2022, o PSB acrescentou duas cadeiras à sua representação.

O PP, que chegou à atual legislatura com a maior bancada, terá sete deputados. O Podemos aparece em seguida, com seis, e o PT terá cinco representantes. PL e PV elegeram três parlamentares cada, enquanto o MDB conquistou duas vagas.

União Brasil, Republicanos, PCdoB, Avante e Novo terão um deputado cada.

A composição partidária da próxima Alepe será:

PSD — 9 cadeiras

PSB — 9 cadeiras

PP — 7 cadeiras

Podemos — 6 cadeiras

PT — 5 cadeiras

PL — 3 cadeiras

PV — 3 cadeiras

MDB — 2 cadeiras

União Brasil — 1 cadeira

Republicanos — 1 cadeira

PCdoB — 1 cadeira

Avante — 1 cadeira

Novo — 1 cadeira

O cientista político Bhreno Vieira avaliou que a nova configuração pode oferecer à governadora Raquel Lyra uma situação mais favorável para construir maioria no Legislativo do que a encontrada durante o primeiro mandato.

Segundo o especialista, as alianças construídas durante a campanha ainda precisarão ser transformadas em uma base parlamentar efetiva. A composição das bancadas, portanto, não determina automaticamente a divisão entre governo e oposição, já que deputados de diferentes partidos podem adotar posições distintas ao longo da legislatura.

A nova Alepe também terá mudanças em sua composição individual. Mais de 30 deputados conseguiram novo mandato, enquanto 18 nomes chegam à Casa ou retornam ao Legislativo estadual.

Entre eles estão Gilson Machado Filho (Podemos), André Ferreira (PL), Lara Santana (PV), Maria Arraes (PSB), Batista Cabral (PSB), Janjão (PSD), Bruno Marques (PSB), Jobson Almeida (Republicanos), Professora Ivete Caetano (PT), Roberta Arraes (PP), Romerinho Jatobá (PSB), Sebastião Oliveira (Avante), Fábio Aragão (PSD), Vini Castello (PCdoB), Andréa Medeiros (PSD), Emerson Freitas (MDB), Breno Araújo (PT) e Zé de Irmã Teca (PSD).

A legislatura também começa com uma disputa importante dentro da própria Assembleia: a escolha da nova Mesa Diretora. Atualmente, a presidência da Alepe é ocupada por Álvaro Porto (MDB), que foi reeleito deputado estadual.

De acordo com Bhreno Vieira, a eleição interna não necessariamente reproduzirá os blocos formados durante a disputa estadual. Partidos que estiveram em campos adversários podem construir alianças para a definição dos cargos da Mesa, enquanto a governadora também poderá participar das articulações políticas.

A nova composição da Assembleia Legislativa assume em 2027 para o período que vai até 2030.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Rinaldo Marques/Alepe

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A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou o segundo turno com uma estratégia de ampliar a rejeição a Flávio Bolsonaro (PL), associando o plano de redução de gastos defendido pelo adversário ao risco de cortes em políticas sociais. Uma das primeiras peças dessa nova fase foi divulgada nesta terça-feira (6) e […]

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou o segundo turno com uma estratégia de ampliar a rejeição a Flávio Bolsonaro (PL), associando o plano de redução de gastos defendido pelo adversário ao risco de cortes em políticas sociais.

Uma das primeiras peças dessa nova fase foi divulgada nesta terça-feira (6) e recupera reduções de recursos ocorridas durante o governo de Jair Bolsonaro em áreas como Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida, Mais Médicos, combate ao câncer, cisternas, merenda escolar e prevenção de desastres.

O material utiliza a expressão “tesouraço”, adotada pela própria campanha de Flávio para definir parte de sua proposta de ajuste das contas públicas, e procura relacionar o candidato ao legado administrativo do pai.

A ofensiva faz parte de uma mudança de estratégia discutida pelos aliados de Lula após o primeiro turno. Durante a primeira etapa da campanha, o presidente concentrou parte de sua comunicação na divulgação de ações e resultados do governo. Para o segundo turno, integrantes da campanha defendem comparações mais diretas entre os projetos dos dois candidatos.

O movimento também busca atuar sobre a rejeição eleitoral. No último Datafolha divulgado antes do primeiro turno, Lula e Flávio apareciam com 45% de rejeição, percentual de entrevistados que declaravam não votar de jeito nenhum em cada candidato.

Nas urnas, Flávio terminou o primeiro turno na liderança, com 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula recebeu 45,16%. A diferença entre os dois foi de aproximadamente 2,2 milhões de votos.

Após a votação de domingo (4), Lula afirmou que o segundo turno representaria uma nova etapa da campanha. Na segunda-feira (5), reuniu aliados para discutir estratégias, incluindo ações para reduzir a abstenção e ampliar sua votação em regiões consideradas importantes para a disputa.

A afirmação de que o “tesouraço” atingirá programas sociais, entretanto, é uma interpretação da campanha de Lula sobre as propostas do adversário. O programa de governo apresentado por Flávio Bolsonaro prevê redução de despesas, corte de pelo menos dez ministérios, reforma administrativa e revisão de gastos, mas afirma que os programas sociais existentes serão mantidos.

O documento de Flávio também propõe revisão da gestão dos benefícios e combate a fraudes. A equipe econômica ligada ao candidato já declarou que o ajuste pretendido deverá se concentrar em despesas consideradas não prioritárias, cargos, estruturas administrativas e outros gastos públicos.

A disputa sobre os efeitos do ajuste fiscal deverá permanecer entre os principais temas econômicos e sociais do segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Fonte: O Globo
Foto: Ricardo Stuckert

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