Presidente afirmou nesta quarta-feira (26), que pretende concentrar o governo em problemas considerados prioritários para o país e citou episódios da história brasileira ao comentar tensões políticas e institucionais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quarta-feira (26), que pretende “pacificar o Brasil” e reduzir o espaço da polarização política no debate […]
Presidente afirmou nesta quarta-feira (26), que pretende concentrar o governo em problemas considerados prioritários para o país e citou episódios da história brasileira ao comentar tensões políticas e institucionais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quarta-feira (26), que pretende “pacificar o Brasil” e reduzir o espaço da polarização política no debate nacional.
A declaração foi feita no Palácio da Alvorada, após um almoço, quando Lula comentou relatos apresentados por ex-comandantes das Forças Armadas ao Supremo Tribunal Federal sobre pressões e discussões envolvendo uma possível ruptura institucional durante o governo de Jair Bolsonaro.
“O que eu quero é governar. Ninguém aguenta mais essa polarização”, afirmou o presidente.
Durante a fala, Lula comparou o atual ambiente político com episódios ocorridos durante o governo de Juscelino Kubitschek. Ele citou a Revolta de Jacareacanga, movimento de militares da Aeronáutica contra o governo JK, e lembrou que parte dos envolvidos em movimentos daquele período posteriormente participou do golpe militar de 1964.
“Parte daqueles anistiados por Juscelino Kubitschek, oito anos depois, ajudaram a promover o golpe de 64”, declarou.
Lula afirmou que pretende priorizar a administração federal e questões econômicas e sociais, evitando que as disputas políticas dominem permanentemente a agenda do país.
Ao defender a pacificação, o presidente voltou a associar o tema à preservação das instituições democráticas e à necessidade de superar confrontos políticos que, segundo ele, dificultam o debate sobre os problemas enfrentados pela população.
Fonte: Correio Braziliense
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Durante sabatina, nesta quarta-feira (26), a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a negar qualquer envolvimento com a estrutura de ataques virtuais revelada em reportagem da TV Record e afirmou que adotará medidas jurídicas sobre o caso. Raquel foi questionada sobre Amisadai Andrade da Silva, ex-superintendente de Operações da Arena de Pernambuco, […]
Durante sabatina, nesta quarta-feira (26), a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a negar qualquer envolvimento com a estrutura de ataques virtuais revelada em reportagem da TV Record e afirmou que adotará medidas jurídicas sobre o caso.
Raquel foi questionada sobre Amisadai Andrade da Silva, ex-superintendente de Operações da Arena de Pernambuco, citado pela reportagem e exonerado do Governo do Estado nesta quarta-feira (26).
“Querer dizer que ele conversou comigo, ele vai estar muito distante disso. Eu quero ver provar. Eu quero ver prova”, afirmou a governadora.
A reportagem da Record informou que a Polícia Federal apura uma rede de perfis que seria utilizada para atacar adversários políticos, principalmente João Campos (PSB). No material exibido, Amisadai aparece em gravações falando sobre contatos com integrantes do Governo do Estado e sobre uma estratégia para “desidratar” adversários.
Na sabatina, Raquel argumentou que a presença de um servidor na estrutura estadual não significa participação do governo em eventuais atos individuais. Disse também que não aceita ser associada a práticas que considera desonestas e afirmou que vem sendo alvo de ataques desde a eleição de 2022.
A candidata afirmou ainda que sua campanha já denunciou ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco mais de 430 perfis que classifica como “robotizados” e também uma suposta rede formada por mais de 40 perfis.
“Eu sou uma pessoa que você pode falar o que quiser, mas não vai dizer que eu sou uma pessoa desonesta, que utiliza de jogo sujo”, declarou.
Raquel disse que pretende manter a campanha centrada na apresentação de propostas e na prestação de contas de sua gestão. A governadora afirmou que as medidas jurídicas relacionadas às acusações estão sendo analisadas por sua equipe.
Fonte: Diario de Pernambuco
Imagem: Reprodução
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Candidato do PSB participou de entrevista ao Diario de Pernambuco, na tarde da terça-feira (25), e falou sobre saúde, tecnologia, Festival de Inverno de Garanhuns, relação com Paulo Câmara e participação de Lula na campanha. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, na tarde da terça-feira (25), de uma sabatina promovida pelo […]
Candidato do PSB participou de entrevista ao Diario de Pernambuco, na tarde da terça-feira (25), e falou sobre saúde, tecnologia, Festival de Inverno de Garanhuns, relação com Paulo Câmara e participação de Lula na campanha.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, na tarde da terça-feira (25), de uma sabatina promovida pelo Diario de Pernambuco. Durante a entrevista, criticou a gestão da governadora Raquel Lyra (PSD), apresentou propostas para um eventual governo e evitou concentrar o debate na administração do ex-governador Paulo Câmara (PSB).
Questionado sobre críticas feitas por Raquel à antiga gestão do PSB, João afirmou que pretende direcionar a campanha para os próximos quatro anos. “O debate que o povo espera não é sobre o passado de Pernambuco. As pessoas estão aqui para fazer escolhas sobre o futuro”, disse.
Na sequência, comparou sua passagem pela Prefeitura do Recife com a atual gestão estadual. O candidato citou, entre outros pontos, a construção de creches e a ausência, segundo ele, de novos hospitais entregues pelo Estado.
“Um governador ou um prefeito não deve ser alguém que está ali para ficar terceirizando desculpa ou responsabilidade ou justificando os seus não feitos”, afirmou.
Saúde e novos hospitais
Na área da saúde, João disse que pretende combinar a manutenção da rede existente com a construção de novas unidades. O candidato tem defendido durante a campanha a implantação de novos hospitais e uma gestão integrada das filas de consultas, exames e cirurgias.
Ele criticou as condições de manutenção de equipamentos estaduais e afirmou que, caso eleito, pretende criar um programa voltado à recuperação das unidades existentes, além de ampliar a estrutura hospitalar.
Tecnologia e formação profissional
João também apresentou propostas para ciência e tecnologia. Entre elas estão o fortalecimento da Universidade de Pernambuco e da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco, a implantação de estruturas do Porto Digital no interior e a expansão da infraestrutura de conectividade.
O candidato prometeu ainda formar 10 mil jovens na área de tecnologia ao longo de quatro anos. Segundo ele, a experiência teria como referência programas realizados durante sua passagem pela Prefeitura do Recife.
Festival de Inverno de Garanhuns
Sobre o Festival de Inverno de Garanhuns, João voltou a criticar a relação do atual Governo do Estado com o evento e afirmou que pretende retomar uma participação mais ampla da gestão estadual.
Ele elogiou a atuação do prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino, e disse que a administração municipal assumiu responsabilidades diante das divergências com o Estado sobre a realização do festival.
Lula deve participar da campanha, diz João
Questionado sobre a presença do presidente Lula (PT) na campanha em Pernambuco, João afirmou que já conversou com o presidente e com dirigentes nacionais do PT sobre o assunto.
Segundo ele, Lula manifestou disposição de participar de agendas no estado, embora ainda não haja uma data definida.
“O presidente sempre tratou com muita naturalidade, inclusive, a participação dele aqui na campanha em Pernambuco”, afirmou.
João também descartou antecipar uma eventual candidatura presidencial em 2030. Disse que seu objetivo atual é governar Pernambuco e afirmou que, em sua avaliação, Lula terá papel central na definição da sucessão presidencial daquele ano.
A série de sabatinas do Diario de Pernambuco continua nesta quarta-feira (26), com a participação da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra.
Fonte: Diario de Pernambuco
Imagem: Reprodução
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Da Itapuama FM No comentário das 12h desta quarta-feira (26/08), o jornalista Nill Júnior analisa os dados da nova pesquisa Quaest de intenção de voto em Pernambuco e como os números consolidam o cenário apontado recentemente pelo Datafolha. O novo levantamento da Quaest (registrado sob o número PE-0728/2026) confirma a liderança da governadora Raquel Lyra, […]
No comentário das 12h desta quarta-feira (26/08), o jornalista Nill Júnior analisa os dados da nova pesquisa Quaest de intenção de voto em Pernambuco e como os números consolidam o cenário apontado recentemente pelo Datafolha.
O novo levantamento da Quaest (registrado sob o número PE-0728/2026) confirma a liderança da governadora Raquel Lyra, apontando uma vantagem de 8 pontos na estimulada (44% a 36%) e de 11 pontos na espontânea (33% a 22%).
Nill Júnior analisa os fatores políticos e psicológicos por trás desses números:
Com 50% do eleitorado buscando um nome alinhado ao presidente Lula, Raquel busca neutralizar a migração de votos para João Campos ao reforçar parcerias e declarações de gratidão ao presidente.
Com dois grandes institutos de credibilidade confirmando números parecidos, cria-se um impacto positivo na militância e nas redes da governadora.
Com o crescimento recente de Raquel e o formato de eleição “tiro curto”, reverter a curva descendente de João Campos torna-se um desafio complexo para a oposição.
Para o jornalista, a grande dúvida agora é se o início do guia eleitoral e a participação do presidente Lula na campanha serão suficientes para provocar uma revirada no cenário.
A pesquisa ouviu 1.302 eleitores entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo PE-07828/2026.
Operação Mamon apura suspeitas de fraude em contratações públicas, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo uma organização da sociedade civil e municípios. Mandados são cumpridos em Pernambuco, Paraíba e Paraná. A Polícia Federal em Pernambuco, com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou, nesta quarta-feira (26), a Operação Mamon para investigar possíveis irregularidades […]
Operação Mamon apura suspeitas de fraude em contratações públicas, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo uma organização da sociedade civil e municípios. Mandados são cumpridos em Pernambuco, Paraíba e Paraná.
A Polícia Federal em Pernambuco, com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou, nesta quarta-feira (26), a Operação Mamon para investigar possíveis irregularidades em contratos públicos na área da saúde.
Ao todo, foram expedidos 35 mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva. As ordens são cumpridas em Caruaru, Bonito, Palmares e Agrestina, em Pernambuco, além de João Pessoa, na Paraíba, e Curitiba, no Paraná.
Segundo a Polícia Federal, a investigação apura um suposto esquema envolvendo contratos firmados por uma Organização da Sociedade Civil (OSC) com administrações municipais. Entre as suspeitas estão direcionamento de procedimentos de contratação, corrupção, lavagem de dinheiro e atuação de organização criminosa.
As apurações identificaram movimentações consideradas atípicas nas contas da entidade investigada, incluindo saques de grandes quantias em espécie, depósitos fracionados e transferências entre pessoas físicas e jurídicas relacionadas aos fatos.
A PF suspeita que parte dessas movimentações tenha sido utilizada para dificultar o rastreamento da destinação dos recursos públicos. Pessoas e empresas também teriam sido usadas para ocultar o caminho do dinheiro recebido pela organização.
A Polícia Federal e a CGU não divulgaram, até o momento, os nomes dos investigados nem detalharam quais contratos ou municípios estão diretamente relacionados às suspeitas. As investigações prosseguem com a análise dos materiais apreendidos.
O nome da operação faz referência a “Mamon”, expressão de origem bíblica associada ao dinheiro, à riqueza e à ganância.
Fonte: Diário de Pernambuco
Imagem: Reprodução
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Governadora negou envolvimento com a rede de ataques mostrada pelo Jornal da Record, informou que o servidor citado na reportagem foi exonerado e disse que adotará as medidas jurídicas e administrativas que considerar necessárias. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) se pronunciou, na manhã desta quarta-feira (26), após participar de uma panfletagem […]
Governadora negou envolvimento com a rede de ataques mostrada pelo Jornal da Record, informou que o servidor citado na reportagem foi exonerado e disse que adotará as medidas jurídicas e administrativas que considerar necessárias.
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) se pronunciou, na manhã desta quarta-feira (26), após participar de uma panfletagem nas imediações da Praça do Derby, no Recife, sobre a reportagem exibida pelo Jornal da Record que mostrou uma rede de perfis que, segundo a emissora, seria utilizada para atacar adversários políticos, principalmente João Campos (PSB).
Questionada por jornalistas, Raquel negou qualquer participação na estrutura apresentada pela reportagem.
“Claro que eu não faria isso, jamais faria isso”, afirmou.
A governadora disse que acompanha, desde a campanha de 2022, episódios que considera ataques contra ela, aliados e integrantes de sua gestão e afirmou já ter recorrido ao Tribunal Regional Eleitoral, ao Tribunal de Justiça, à polícia e ao Ministério Público em situações anteriores.
Questionada especificamente sobre Amizaday Andrade da Silva, funcionário da Caixa Econômica Federal que estava cedido à Secretaria de Turismo de Pernambuco e aparece no centro da reportagem, Raquel informou que o servidor foi exonerado do Governo do Estado e que a decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial.
A governadora afirmou que não assistiu à reportagem, mas disse ter sido informada sobre seu conteúdo. Segundo ela, sua equipe jurídica deverá avaliar medidas judiciais e administrativas relacionadas ao caso.
Durante a entrevista, Raquel também direcionou críticas ao PSB. “Pra mim, a eleição não é um vale tudo”, declarou, ao afirmar que pretende conduzir sua campanha de forma “limpa, transparente, pé no chão e olho no olho”.
A candidata classificou ainda o episódio como “mais uma denúncia dessa turma que não cansa” e alegou que a divulgação de conteúdos contra seu governo aumenta quando pesquisas eleitorais apresentam resultados favoráveis à sua candidatura.
A reportagem exibida pelo Jornal da Record mostrou gravações em que Amizaday fala sobre reuniões com integrantes do Governo do Estado e utiliza o termo “desidratar” ao se referir a adversários. A emissora também apresentou informações sobre pagamentos de publicidade estadual a uma empresa ligada ao Portal de Prefeitura. O material foi levado à Polícia Federal.
A Secretaria de Comunicação de Pernambuco informou à Record que a publicidade do Governo do Estado é executada por agências contratadas mediante licitação e distribuída segundo critérios técnicos de audiência, alcance e custo.
As denúncias seguem sob apuração e ainda não representam conclusão sobre eventual responsabilidade criminal ou eleitoral dos envolvidos.
Assista ao vídeo completo com a fala de Raquel Lyra no Instagram do Blog do Nill Júnior, no perfil @nill_jr.
Em vídeo publicado nas redes sociais, candidato ao Governo de Pernambuco afirmou que vem denunciando há mais de um ano a existência de uma estrutura de ataques contra ele, aliados e familiares e disse que seus advogados adotarão medidas sobre o caso. Na manhã desta quarta-feira (26), o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos […]
Em vídeo publicado nas redes sociais, candidato ao Governo de Pernambuco afirmou que vem denunciando há mais de um ano a existência de uma estrutura de ataques contra ele, aliados e familiares e disse que seus advogados adotarão medidas sobre o caso.
Na manhã desta quarta-feira (26), o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) divulgou um vídeo nas redes sociais após a reportagem exibida pelo Jornal da Record sobre uma rede de perfis que, segundo a emissora, seria utilizada para promover ataques contra adversários políticos da governadora Raquel Lyra (PSD).
João afirmou que denuncia há mais de um ano a existência do que chama de “gabinete do ódio” e disse ter sido alvo, juntamente com aliados e familiares, de conteúdos que considera caluniosos, mentirosos e difamatórios.
Ao comentar a reportagem, o candidato afirmou que o material apresentado pela Record reforça suas denúncias e destacou a gravação em que Amizaday Andrade da Silva, funcionário da Caixa cedido à Secretaria de Turismo de Pernambuco, fala sobre reuniões com integrantes do Governo do Estado e sobre uma estratégia para “desidratar” adversários.
“Não vale tudo na política ou numa eleição. Nossos advogados vão tomar todas as medidas necessárias”, afirmou João no vídeo.
O candidato também classificou a suposta estrutura como uma “milícia digital” e disse que pretende manter sua campanha voltada para temas como saúde, infraestrutura, creches, geração de empregos e atração de indústrias.
Na reportagem exibida na noite da terça-feira (25), a Record afirmou que a estrutura investigada reuniria mais de 300 perfis e mostrou pagamentos de publicidade estadual à empresa ligada ao Portal de Prefeitura. O material foi encaminhado à Polícia Federal.
A Secretaria de Comunicação de Pernambuco informou à emissora que a publicidade do Estado é executada por agências contratadas mediante licitação e distribuída segundo critérios técnicos de audiência, alcance e custo.
As suspeitas continuam sob investigação e ainda não representam conclusão sobre responsabilidade criminal ou eleitoral dos envolvidos.
Assista ao vídeo completo de João Campos no Instagram do Blog do Nill Júnior, no perfil @nill_jr.
João esteve em Santo Aleixo, na terça-feira (25), acompanhado de Humberto Costa, Marília Arraes e Carlos Costa, e voltou a defender propostas para segurança, saúde e proteção de encostas. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, na terça-feira (25), de uma caminhada pelo bairro de Santo Aleixo, em Jaboatão dos Guararapes. Ele […]
João esteve em Santo Aleixo, na terça-feira (25), acompanhado de Humberto Costa, Marília Arraes e Carlos Costa, e voltou a defender propostas para segurança, saúde e proteção de encostas.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, na terça-feira (25), de uma caminhada pelo bairro de Santo Aleixo, em Jaboatão dos Guararapes. Ele esteve acompanhado dos candidatos ao Senado Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT) e do candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos).
Durante a agenda, João apresentou propostas para áreas como segurança pública, saúde e infraestrutura.
Na segurança, o candidato defendeu ampliar a rede de proteção às mulheres, com novas Delegacias da Mulher funcionando 24 horas e maior uso de equipamentos de monitoramento para pessoas submetidas a medidas protetivas.
João também voltou a citar a proposta de construção do Hospital Geral Metropolitano, que, segundo o plano apresentado pela campanha, seria implantado na divisa entre Recife e Jaboatão e teria cerca de 900 leitos.
Outra proposta apresentada foi a criação de um programa estadual para apoiar municípios da Região Metropolitana do Recife na execução de obras de proteção de encostas.
Durante o discurso, João também fez referência aos cinco anos em que esteve à frente da Prefeitura do Recife e afirmou que pretende levar para o Governo do Estado experiências de gestão desenvolvidas na capital.
Foto: Marlon Diego
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Candidata realizou ato de campanha na Avenida Agamenon Magalhães, na terça-feira (25), e usou a passagem em frente ao Hospital da Restauração para citar as obras realizadas na unidade. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou de um panfletaço, na tarde da terça-feira (25), na Avenida Agamenon Magalhães, no bairro do Derby, […]
Candidata realizou ato de campanha na Avenida Agamenon Magalhães, na terça-feira (25), e usou a passagem em frente ao Hospital da Restauração para citar as obras realizadas na unidade.
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou de um panfletaço, na tarde da terça-feira (25), na Avenida Agamenon Magalhães, no bairro do Derby, no Recife.
Durante a agenda de campanha, realizada nas proximidades do Hospital da Restauração (HR), Raquel destacou os investimentos realizados pelo Governo de Pernambuco na requalificação da unidade.
A candidata afirmou que as intervenções envolvem obras estruturais, aquisição de equipamentos e contratação de profissionais. Segundo ela, mais de R$ 150 milhões estão sendo investidos no hospital.
O Hospital da Restauração passa por um conjunto de intervenções em diferentes setores. Dados divulgados anteriormente pela Secretaria Estadual de Saúde apontam investimento de aproximadamente R$ 168 milhões na ampliação e recuperação da unidade.
A vice-governadora e candidata à reeleição Priscila Krause (PSD) também participou do ato. O deputado federal e candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP) acompanhou a agenda.
Raquel tem um novo panfletaço previsto para esta quarta-feira (26), às 8h, novamente na Avenida Agamenon Magalhães, nas proximidades da Praça do Derby.
Foto: Beto Figueiroa
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Material exibido mostra gravações em que Amizaday Andrade da Silva fala sobre uma estratégia para “desidratar” adversários políticos. Empresa ligada ao portal citado recebeu recursos de publicidade do Governo de Pernambuco. Uma reportagem exibida na noite desta terça-feira (25), pelo Jornal da Record, revelou uma rede com centenas de perfis que seria utilizada para divulgar […]
Material exibido mostra gravações em que Amizaday Andrade da Silva fala sobre uma estratégia para “desidratar” adversários políticos. Empresa ligada ao portal citado recebeu recursos de publicidade do Governo de Pernambuco.
Uma reportagem exibida na noite desta terça-feira (25), pelo Jornal da Record, revelou uma rede com centenas de perfis que seria utilizada para divulgar ataques contra adversários políticos da governadora Raquel Lyra (PSD), principalmente João Campos (PSB). O material foi levado à Polícia Federal, que investiga o caso.
Nas gravações apresentadas pela emissora, Amizaday Andrade da Silva, funcionário da Caixa Econômica Federal cedido à Secretaria de Turismo de Pernambuco, aparece em uma reunião no Recife falando sobre a atuação dos canais digitais. Em determinado momento, afirma que houve reunião com integrantes do Governo do Estado e que a estrutura teria sido enxergada como uma forma de “desidratar” adversários.
Segundo a Record, a rede teria mais de 300 perfis e parte dos conteúdos seria difundida a partir do Portal de Prefeitura, ligado à empresa Portal Comunicação e Marketing Ltda., da qual Amizaday já foi sócio.
A reportagem afirma que a empresa recebeu mais de R$ 500 mil em publicidade do Governo de Pernambuco desde 2023. Apenas entre março e julho de 2026, os pagamentos teriam ultrapassado R$ 186 mil.
Amizaday informou que deixou a sociedade da empresa em setembro de 2024 e que não responde por atos praticados pelo veículo após sua saída.
A Secretaria de Comunicação de Pernambuco afirmou que a publicidade estadual é distribuída por agências contratadas por licitação, seguindo critérios técnicos de audiência, alcance e custo. Segundo o governo, os valores destinados ao veículo em 2026 representam cerca de 0,3% do investimento permitido ao Estado em publicidade no período.
As suspeitas seguem sob investigação e não representam conclusão sobre responsabilidade criminal ou eleitoral dos envolvidos.
Assista à reportagem exibida pelo Jornal da Record no Instagram do Blog do Nill Júnior, no perfil @nill_jr.
Governadora aparece oito pontos percentuais à frente do candidato do PSB na pesquisa estimulada. Levantamento encomendado pela Globo ouviu 1.302 eleitores e tem margem de erro de três pontos percentuais. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) aparece com 44% das intenções de voto para o Governo de Pernambuco, enquanto João Campos (PSB) […]
Governadora aparece oito pontos percentuais à frente do candidato do PSB na pesquisa estimulada. Levantamento encomendado pela Globo ouviu 1.302 eleitores e tem margem de erro de três pontos percentuais.
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) aparece com 44% das intenções de voto para o Governo de Pernambuco, enquanto João Campos (PSB) tem 36%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25). O levantamento foi encomendado pela Globo.
Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Ivan Moraes (PSOL) aparece com 1%. Renan Hallais (Missão), Professora Camila (UP), Victor Assis (PCO), Guilherme Fonseca (PSTU) e Professor Jeremias do Banco (Democrata) aparecem com 0%.
Os eleitores que afirmam votar em branco, nulo ou não votar somam 7%. Outros 12% estão indecisos.
A pesquisa mostra ainda que 72% dos entrevistados consideram definitiva a escolha que fizeram até agora. Outros 27% afirmam que ainda podem mudar de candidato até a eleição, marcada para 4 de outubro. Um por cento não soube ou não respondeu.
Espontânea
Na pesquisa espontânea, em que os entrevistadores não apresentam os nomes dos candidatos, Raquel Lyra tem 33% e João Campos, 22%.
Outros candidatos somam 1%. O índice de indecisos chega a 40%, enquanto 4% afirmam que votariam em branco, nulo ou não compareceriam.
Cenário de segundo turno
A Quaest também simulou um eventual segundo turno entre Raquel e João. Nesse cenário, a governadora aparece com 47% e o candidato do PSB, com 37%.
Os indecisos representam 9%, e 7% afirmam que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois.
Continuidade ou mudança
A pesquisa perguntou também qual caminho o próximo governo estadual deveria seguir. Para 41% dos entrevistados, o governador eleito deve continuar o trabalho que vem sendo realizado. Outros 31% defendem mudanças apenas no que consideram ruim, enquanto 23% desejam uma mudança total. Cinco por cento não souberam responder.
Preferência por aliado de Lula chega a 50%
Quando questionados sobre o posicionamento político do futuro governador, 50% afirmaram preferir que o eleito seja aliado do presidente Lula. Para 29%, o governador deveria atuar de maneira independente, enquanto 17% preferem um aliado de Flávio Bolsonaro. Outros 4% não responderam.
O levantamento mediu também o peso dos apoios nacionais. Para 34%, o apoio de Lula aumenta a possibilidade de votar em determinado candidato; 44% dizem que não interfere e 18% afirmam que diminui essa possibilidade.
No caso de Flávio Bolsonaro, 15% dizem que seu apoio aumenta a chance de voto, 47% afirmam que não altera a decisão e 34% dizem que reduz a possibilidade de apoiar o candidato respaldado por ele.
Saúde é apontada como principal problema
A saúde foi citada por 33% dos entrevistados como o principal problema de Pernambuco. A violência aparece em seguida, com 21%.
Corrupção, desemprego e educação foram mencionados por 5% cada. Infraestrutura aparece com 4%; economia e pobreza ou desigualdade, com 3% cada; e enchentes, com 2%.
A Quaest ouviu 1.302 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-07828/2026.
Fonte: G1 Pernambuco
Imagem: Reprodução
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O candidato ao Governo de Pernambuco e líder da Frente Popular, João Campos (PSB), reforçou, nesta segunda-feira (24), a importância da sintonia entre Executivo e Legislativo para a construção de um novo ciclo de desenvolvimento em Pernambuco. Em agendas no Recife, o candidato participou da inauguração dos comitês de Maria Arraes, candidata a deputada estadual, […]
O candidato ao Governo de Pernambuco e líder da Frente Popular, João Campos (PSB), reforçou, nesta segunda-feira (24), a importância da sintonia entre Executivo e Legislativo para a construção de um novo ciclo de desenvolvimento em Pernambuco.
Em agendas no Recife, o candidato participou da inauguração dos comitês de Maria Arraes, candidata a deputada estadual, e Rodrigo Farias, que disputa a reeleição para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
Em um dos atos, disse confiar que seu grupo fará as maiores bancadas e que a força política do grupo “não servirá para perseguir ninguém”.
*João Campos defende sintonia entre Executivo e Legislativo em agendas no Recife*
_Candidato ao Governo participou da inauguração dos comitês de Maria Arraes e Rodrigo Farias e reforçou a importância de uma bancada alinhada ao projeto da Frente Popular de Pernambuco_
O candidato ao Governo de Pernambuco e líder da Frente Popular, João Campos (PSB), reforçou, nesta segunda-feira (24), a importância da sintonia entre Executivo e Legislativo para a construção de um novo ciclo de desenvolvimento em Pernambuco. Em agendas no Recife, o candidato participou da inauguração dos comitês de Maria Arraes, candidata a deputada estadual, e Rodrigo Farias, que disputa a reeleição para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
A agenda reuniu o prefeito do Recife, Victor Marques; o candidato a vice-governador, Carlos Costa; a ministra Luciana Santos; o deputado federal Pedro Campos; o prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira; e o prefeito de São Lourenço da Mata, Vinícius Labanca, além de outras lideranças políticas.
“A gente está aqui para servir e para trabalhar com quem precisa. Essa é a escola que nós aprendemos a fazer política. Agora é hora de juntar esse time, caminhar por Pernambuco e construir um futuro de muitas realizações para o nosso Estado.”
A Governadora Raquel Lyra, candidata a reeleição pelo PSD, falou sobre o projeto de duplicação da BR-232 até Serra Talhada. Segundo a governadora, a primeira frente é a que sai de Belo Jardim sentido interior. Outra frente, diz Raquel, será aberta entre Serra Talhada e Belo Jardim, fazendo com que as duas frentes se encontrem […]
A Governadora Raquel Lyra, candidata a reeleição pelo PSD, falou sobre o projeto de duplicação da BR-232 até Serra Talhada.
Segundo a governadora, a primeira frente é a que sai de Belo Jardim sentido interior. Outra frente, diz Raquel, será aberta entre Serra Talhada e Belo Jardim, fazendo com que as duas frentes se encontrem no caminho.
Ela falou no Podcast “RaCast”, com apresentação de Renata Torres e participação de Túlio Gadêlha.
“A gente partiu pra poder começar. Se a gente fosse esperar o projeto completo estar pronto, seria uma eternidade. Por isso a gente cortou o projeto. A primeira etapa é até Belo Jardim, que está em obras. As máquinas estão lá fazendo a limpeza da área pra gente avançar no projeto de duplicação”.
E completou: “do mesmo jeito que a gente tá fazendo o Arco Metropolitano, a gente também está avançando com o projeto partindo de Serra Talhada”.
Da Itapuama FM No comentário desta terça-feira (25/08) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior analisa o cenário dos debates políticos no país e as expectativas em torno dos confrontos eleitorais em Pernambuco. Em nível nacional, o modelo dos encontros tem sido alvo de discussões e críticas após o evento promovido pela Band, marcado […]
No comentário desta terça-feira (25/08) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior analisa o cenário dos debates políticos no país e as expectativas em torno dos confrontos eleitorais em Pernambuco.
Em nível nacional, o modelo dos encontros tem sido alvo de discussões e críticas após o evento promovido pela Band, marcado por ausências de candidatos de peso e por trocas de farpas entre os participantes presentes, esvaziando o nível das propostas apresentadas ao público.
Enquanto o debate nacional enfrenta desorganização, o eleitorado pernambucano segue na expectativa pela realização dos primeiros confrontos locais. No interior, dificuldades de logística e agendas de campanha dificultam a organização, mantendo a atenção voltada para os debates previstos na capital e nos grandes centros.
A grande expectativa no estado gira em torno do embate entre Raquel Lyra e João Campos, que lideram a movimentação e despertam o interesse da população sobre como se comportarão frente a frente nas sabatinas e transmissões de TV.
Operação Controle Paralelo cumpriu quatro dos seis mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça. Investigação apura suspeitas de extorsões contra detentos, agressões físicas, corrupção e lavagem de dinheiro. O ex-diretor da unidade prisional de Vitória de Santo Antão, Emanoel França Lima, e outras três pessoas foram presos, nesta terça-feira (25), durante a Operação Controle Paralelo, […]
Operação Controle Paralelo cumpriu quatro dos seis mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça. Investigação apura suspeitas de extorsões contra detentos, agressões físicas, corrupção e lavagem de dinheiro.
O ex-diretor da unidade prisional de Vitória de Santo Antão, Emanoel França Lima, e outras três pessoas foram presos, nesta terça-feira (25), durante a Operação Controle Paralelo, deflagrada pela Polícia Civil de Pernambuco. A investigação apura a existência de um esquema de corrupção dentro do sistema prisional.
Ao todo, foram expedidos seis mandados de prisão temporária, dos quais quatro haviam sido cumpridos, além de 14 mandados de busca e apreensão.
A investigação começou em 2022, após requisição do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) para apurar denúncias de extorsões dentro da unidade prisional de Vitória de Santo Antão.
Inicialmente, as apurações estavam concentradas na atuação do chamado “chaveiro”, detento que, segundo a Polícia Civil, exercia informalmente controle sobre outros presos e determinadas atividades dentro do presídio.
De acordo com o delegado Jorge Pinto, titular do Grupo de Operações Especiais (GOE) e responsável pela investigação, o “chaveiro” seria responsável pela cobrança de dívidas de detentos e por centralizar compras e outras atividades na unidade.
Presos que não pagassem os valores exigidos teriam sido submetidos a ameaças, agressões físicas e outras formas de violência, segundo a investigação.
Apuração chegou a agentes públicos
Com o avanço das diligências, a Polícia Civil identificou indícios de que o esquema não estaria restrito à atuação do detento. As investigações passaram a apontar a possível participação do então diretor da unidade e de pelo menos dois policiais penais.
Segundo a polícia, recursos provenientes das atividades investigadas teriam sido movimentados por agentes públicos, familiares e outras pessoas próximas aos suspeitos, numa tentativa de dificultar o rastreamento da origem do dinheiro.
A apuração também identificou uma empresa ligada ao ex-“chaveiro” que atuava na criação de camarões. A Polícia Civil suspeita que o empreendimento tenha sido utilizado para dar aparência lícita a recursos provenientes das extorsões e da corrupção.
As suspeitas ainda estão sob investigação, e as prisões temporárias não representam condenação dos investigados.
Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: – Delegado Lucas Freitas, delegado Jorge Pinto, delegado Paulo Dias, delegado José Tenório, delegado Cley Anderson (Divulgação/PCPE)
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O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode deixar Pernambuco fora de suas primeiras viagens de campanha. A estratégia seria evitar, neste início da disputa eleitoral, visitas a estados onde mais de uma candidatura ao governo busca algum tipo de associação política com o petista. A informação foi publicada pelo […]
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode deixar Pernambuco fora de suas primeiras viagens de campanha. A estratégia seria evitar, neste início da disputa eleitoral, visitas a estados onde mais de uma candidatura ao governo busca algum tipo de associação política com o petista.
A informação foi publicada pelo jornal O Globo e repercutida nesta terça-feira (25), pela Folha de Pernambuco. Além de Pernambuco, a cautela envolveria estados como Paraíba e Maranhão.
No cenário pernambucano, entretanto, há uma diferença importante entre as candidaturas. Lula já declarou formalmente apoio a João Campos (PSB), candidato ao Governo de Pernambuco, e PT e PSB integram a mesma coligação estadual. Os dois também já gravaram conteúdos juntos reforçando a aliança eleitoral.
João tem utilizado essa proximidade para vincular sua candidatura à do presidente e defender uma parceria entre os governos estadual e federal caso seja eleito.
Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, não integra o palanque de Lula, mas tem ressaltado durante a campanha a relação institucional construída entre o Governo de Pernambuco e o Governo Federal. A governadora também vem destacando investimentos e projetos realizados em parceria com a gestão petista.
Segundo O Globo, João Campos chegou a apresentar um cronograma com sugestões de agendas que poderiam contar com a presença de Lula em Pernambuco. Até o momento, porém, não há data confirmada para uma visita do presidente ao Estado durante a campanha.
A eventual decisão de postergar a passagem por Pernambuco seria, portanto, uma estratégia para evitar que uma visita presidencial amplifique disputas em torno da imagem e do apoio de Lula neste primeiro momento da campanha, embora o posicionamento eleitoral do presidente no Estado já seja oficialmente favorável a João Campos.
Fonte: Folha de Pernambuco, com informações de O Globo
Foto: Douglas Magno
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O número de denúncias de possíveis irregularidades nas campanhas eleitorais de 2026 cresceu nos primeiros dias de propaganda. Dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na segunda-feira (24) mostram que o aplicativo Pardal havia recebido 3.468 registros em todo o país. Cinco dias antes, na quarta-feira (19), eram 1.103 ocorrências. Isso representa um acréscimo de […]
O número de denúncias de possíveis irregularidades nas campanhas eleitorais de 2026 cresceu nos primeiros dias de propaganda. Dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na segunda-feira (24) mostram que o aplicativo Pardal havia recebido 3.468 registros em todo o país.
Cinco dias antes, na quarta-feira (19), eram 1.103 ocorrências. Isso representa um acréscimo de 2.365 registros no período e faz o total mais do que triplicar. As comunicações feitas pelo aplicativo apontam possíveis irregularidades e ainda dependem de análise da Justiça Eleitoral — portanto, não significam, por si só, que houve infração.
Pernambuco aparece entre os estados com maior quantidade de registros, com 275 denúncias, mesmo número de Minas Gerais. São Paulo lidera, com 613, seguido pela Bahia, com 309, e pelo Rio Grande do Sul, com 301. O Paraná contabiliza 272 e o Ceará, 219.
Campanhas para deputado concentram denúncias
Entre os cargos em disputa, as candidaturas a deputado estadual concentram a maior quantidade de ocorrências, com 1.245 registros. Em seguida aparecem deputado federal, com 1.096, e denúncias relacionadas a partidos, coligações e federações, com 447.
Também foram contabilizados 392 registros envolvendo candidaturas a governador, 120 a senador, 108 a deputado distrital, 57 a presidente e três a vice-governador.
Propaganda nas ruas é principal alvo
As denúncias relacionadas à propaganda eleitoral em vias públicas lideram entre os tipos de ocorrência, com 1.200 registros. A propaganda na internet aparece em segundo lugar, com 599.
Há ainda 339 denúncias relacionadas ao uso de bens públicos e 330 envolvendo carros de som, minitrios ou trios elétricos. Bens particulares aparecem em 194 registros, enquanto outdoors e outdoors eletrônicos somam 179.
Distribuição de material gráfico foi apontada em 129 denúncias, e adesivos em automóveis, em 106.
Como denunciar pelo Pardal
O Pardal Móvel é o aplicativo da Justiça Eleitoral destinado ao recebimento de denúncias de possíveis irregularidades em propaganda eleitoral. A ferramenta está disponível gratuitamente para celulares e tablets desde o início da propaganda eleitoral, em 16 de agosto.
Para enviar uma denúncia, o cidadão precisa se identificar por meio do e-Título ou da conta Gov.br. Os dados do denunciante, porém, ficam protegidos por sigilo.
É possível anexar fotos, vídeos, áudios e links, além de informar o local e descrever a situação denunciada. Após o envio, o sistema gera um protocolo para acompanhamento. O conteúdo é encaminhado à Justiça Eleitoral, que analisa o caso e decide se há necessidade de adoção de alguma medida.
As estatísticas públicas das ocorrências podem ser acompanhadas pelo Pardal Web. Os dados do sistema são atualizados periodicamente pelo TSE.
Fonte: Diário de Pernambuco
Imagem: Reprodução
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A primeira-dama Janja da Silva divulgou, na segunda-feira (24), uma nota de repúdio às declarações feitas pelo candidato à Presidência Renan Santos (Missão) durante o primeiro debate presidencial da campanha de 2026, realizado pela Band no domingo (23). Segundo Janja, o candidato utilizou sua imagem de forma depreciativa para atacar o presidente Luiz Inácio Lula […]
A primeira-dama Janja da Silva divulgou, na segunda-feira (24), uma nota de repúdio às declarações feitas pelo candidato à Presidência Renan Santos (Missão) durante o primeiro debate presidencial da campanha de 2026, realizado pela Band no domingo (23). Segundo Janja, o candidato utilizou sua imagem de forma depreciativa para atacar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Ao criticar a ausência de Lula no debate, Renan afirmou que o presidente teria ficado com “aquela Janja” e sugeriu que ele encontraria “companhias melhores” caso tivesse comparecido ao encontro.
Na nota, a primeira-dama classificou a declaração como misógina e argumentou que foi alvo de um ataque pessoal, apesar de não ser candidata e não estar presente para responder.
“Insinuar que a companhia da esposa de outro presidenciável seria motivo de ‘pena’ está longe de ser uma crítica política. É mais uma maneira de deslegitimar e ridicularizar a figura da mulher, como ferramenta misógina para atacar um adversário político”, afirmou.
Janja também disse considerar que o episódio se soma a outras declarações de Renan que, na avaliação dela, demonstrariam um padrão de desrespeito às mulheres. As acusações feitas pela primeira-dama sobre episódios anteriores representam sua avaliação e não foram detalhadas na nota com elementos que permitam verificar cada caso.
Ao final do comunicado, Janja defendeu que os debates eleitorais sejam utilizados para apresentação de propostas e confronto de ideias, e não para ataques pessoais contra pessoas que não participam da disputa.
“Debate político é, ou deveria ser, um lugar para apresentar propostas, confrontar ideias e discutir projetos para o nosso país. Não é lugar para expor, debochar ou intimidar uma mulher, principalmente uma que nem candidata é”, declarou.
Renan Santos participou do debate ao lado de Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). Lula, Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) não compareceram ao encontro.
Foto: Claudio Kbene/PR Fonte: Diário de Pernambuco
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O salário mínimo deverá passar dos atuais R$ 1.621 para R$ 1.741 em 2027, segundo projeção apresentada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, na segunda-feira (24). O valor será incluído no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que o governo enviará ao Congresso até 31 de agosto. Se confirmado, o novo piso representará aumento de […]
O salário mínimo deverá passar dos atuais R$ 1.621 para R$ 1.741 em 2027, segundo projeção apresentada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, na segunda-feira (24). O valor será incluído no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que o governo enviará ao Congresso até 31 de agosto.
Se confirmado, o novo piso representará aumento de R$ 120, equivalente a 7,4%. A previsão também ficou R$ 24 acima dos R$ 1.717 estimados pelo governo no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias apresentado em abril.
Os R$ 1.741, porém, ainda não são o valor definitivo. O cálculo dependerá do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado até novembro. Uma variação da inflação em relação às projeções atuais poderá alterar o piso que entrará em vigor em janeiro.
A política de valorização do salário mínimo prevê correção pela inflação e ganho real, respeitados os limites estabelecidos pela legislação fiscal.
Impacto em benefícios
O reajuste do salário mínimo não afeta apenas quem recebe o piso salarial. O valor também serve de referência para uma série de benefícios previdenciários e assistenciais.
Aposentadorias e pensões do INSS vinculadas ao mínimo, Benefício de Prestação Continuada (BPC), seguro-desemprego e abono salarial estão entre os pagamentos afetados pela mudança. A contribuição de Microempreendedores Individuais (MEIs) também acompanha o piso nacional.
Segundo os dados apresentados pelo governo, cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social têm valor vinculado ao salário mínimo.
O aumento representa ganho de renda para trabalhadores e beneficiários, mas também eleva as despesas obrigatórias da União. Por isso, a projeção do mínimo é uma das variáveis consideradas na elaboração do Orçamento de 2027.
O PLOA ainda passará pela análise do Congresso Nacional. O valor definitivo do salário mínimo deverá ser conhecido no fim de 2026 e, se confirmada a atual projeção, passará a valer em janeiro de 2027.
Fonte: Agência Brasil
Imagem: Reprodução
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O governo do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensifica as articulações para avançar com pautas consideradas prioritárias antes das eleições de outubro. Entre os principais temas estão o fim da escala de trabalho 6×1 e a manutenção da isenção do imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50, […]
O governo do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensifica as articulações para avançar com pautas consideradas prioritárias antes das eleições de outubro. Entre os principais temas estão o fim da escala de trabalho 6×1 e a manutenção da isenção do imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”.
A movimentação ocorre às vésperas de uma nova semana de esforço concentrado no Congresso, prevista para começar em 31 de agosto. No Senado, as atividades presenciais estão programadas até 4 de setembro, período em que propostas consideradas prioritárias pelo governo poderão avançar.
Nesta quarta-feira (26), Lula pretende se reunir com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Um dos assuntos será a Medida Provisória 1.357/2026, que zerou temporariamente o Imposto de Importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50.
A MP está em vigor, mas precisa ser aprovada pelo Congresso para que a mudança se torne permanente. O prazo termina em 8 de setembro. Caso a medida perca a validade sem votação, a cobrança poderá voltar.
Outro ponto da agenda é a PEC que prevê o fim da escala 6×1 e estabelece jornada máxima de 40 horas semanais, com dois dias de descanso para cada cinco trabalhados, sem redução salarial. A proposta está no Senado e deverá passar pelas comissões antes de chegar ao plenário.
O presidente do Senado encaminhou a matéria para análise e o senador Omar Aziz (PSD-AM) foi indicado para a relatoria. Alcolumbre também deu andamento à PEC da Segurança Pública, outra proposta de interesse do governo, que está na Comissão de Constituição e Justiça sob relatoria do senador Rogério Carvalho (PT-SE).
Oposição articula CPMI sobre Lulinha
Enquanto o governo tenta colocar essas pautas em evidência, parlamentares da oposição articulam uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente.
A iniciativa é liderada pelo senador Carlos Viana (PSD-MG) e ainda está na fase de coleta de assinaturas. Para que o requerimento seja apresentado, são necessários os apoios de pelo menos 27 senadores e 171 deputados federais.
Lulinha é investigado em três inquéritos da Polícia Federal que apuram suspeitas de tráfico de influência para favorecer interesses privados junto a órgãos do governo federal. As investigações estão em andamento, e sua defesa nega irregularidades.
Mesmo que alcance o número necessário de assinaturas, a eventual instalação da CPMI ainda dependerá dos procedimentos do Congresso e poderá enfrentar dificuldades diante do esvaziamento das atividades parlamentares durante o período eleitoral.
O cenário coloca governo e oposição em estratégias distintas nesta fase da campanha: o Planalto busca dar visibilidade a propostas com apelo popular, enquanto adversários tentam ampliar a repercussão política das investigações envolvendo o filho do presidente.
Fonte: CNN Brasil
Foto: Reprodução
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Na noite desta segunda-feira (24), em participação no Racast, podcast de sua campanha, a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) afirmou que não pretende permanecer em silêncio diante de ataques pessoais durante a disputa eleitoral. Ela citou a representação apresentada à Justiça Eleitoral contra o vereador de Angelim Maurílio Cavalcanti (PSB) e o […]
Na noite desta segunda-feira (24), em participação no Racast, podcast de sua campanha, a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) afirmou que não pretende permanecer em silêncio diante de ataques pessoais durante a disputa eleitoral. Ela citou a representação apresentada à Justiça Eleitoral contra o vereador de Angelim Maurílio Cavalcanti (PSB) e o processo por danos morais movido contra o vereador de Caruaru Erick Lessa (Republicanos).
No caso de Maurílio Cavalcanti, Raquel acionou a Justiça Eleitoral após o vereador chamá-la de “louca” durante pronunciamento na Câmara Municipal de Angelim. A defesa da candidata sustenta que a fala configura violência política de gênero. O caso ainda será analisado pela Justiça Eleitoral.
Durante o podcast, Raquel afirmou que decidiu reagir por considerar que a declaração ultrapassou a crítica à sua atuação política.
“Eu não quero ser julgada ou adjetivada pelo gênero, mas pelas minhas atitudes ou pelo que não fizer”, declarou.
A governadora também mencionou o processo movido contra Erick Lessa. O caso remonta ao período em que Raquel era prefeita de Caruaru e participou de uma capacitação em gestão pública nos Estados Unidos promovida pela organização Comunitas.
Na época, Lessa afirmou que a então prefeita teria utilizado o curso como justificativa para uma viagem com a família. A Justiça considerou que as declarações ultrapassaram os limites da crítica política e fixou indenização de R$ 25 mil por danos morais.
Mais recentemente, o Tribunal de Justiça de Pernambuco negou seguimento a um recurso apresentado por Lessa, mantendo a condenação nesta etapa do processo. A defesa do vereador sustenta que as manifestações ocorreram no contexto do debate político e ainda pode buscar novas medidas recursais.
Raquel também relacionou os episódios ao tratamento dado às mulheres na política e afirmou que ataques e cobranças podem ganhar contornos diferentes quando dirigidos a mulheres que ocupam cargos de poder.
“O jogo é bruto, pesado, querem que as mulheres se escondam”, afirmou.
Durante a entrevista, a candidata ainda citou pedidos de CPI e de impeachment apresentados contra sua gestão. Essas iniciativas, por si só, fazem parte dos instrumentos políticos e institucionais de fiscalização e controle, mas Raquel questionou se o tratamento recebido seria o mesmo caso o Governo do Estado fosse comandado por um homem.
Fonte: Blog do Dantas Barreto, com informações complementares do Diário de Pernambuco
Imagem: Reprodução
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O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nesta segunda-feira (24), de duas agendas de campanha no Recife, com a inauguração dos comitês de Maria Arraes, candidata a deputada estadual, e Rodrigo Farias, que disputa a reeleição para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Nos dois atos, João defendeu a eleição de uma […]
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nesta segunda-feira (24), de duas agendas de campanha no Recife, com a inauguração dos comitês de Maria Arraes, candidata a deputada estadual, e Rodrigo Farias, que disputa a reeleição para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
Nos dois atos, João defendeu a eleição de uma bancada de aliados para a Alepe e afirmou que pretende manter articulação entre os poderes Executivo e Legislativo caso seja eleito governador.
Na inauguração do comitê de Maria Arraes, o candidato destacou a atuação da aliada na Câmara dos Deputados e
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defendeu sua eleição para o Legislativo estadual. Maria, por sua vez, declarou apoio à candidatura de João e afirmou que pretende atuar em parceria com uma eventual gestão do socialista.
O evento reuniu ainda o prefeito do Recife, Victor Marques; o candidato a vice-governador Carlos Costa; a ministra Luciana Santos; o deputado federal Pedro Campos; e os prefeitos Sandrinho Palmeira, de Afogados da Ingazeira, e Vinícius Labanca, de São Lourenço da Mata, além de outras lideranças.
Em seguida, João participou da inauguração do comitê de Rodrigo Farias. O deputado, candidato à reeleição, também defendeu a formação de uma base parlamentar alinhada a João na Assembleia Legislativa.
Durante as agendas, o candidato voltou a apresentar propostas para a saúde. João afirma que pretende construir quatro novos hospitais em Pernambuco caso seja eleito. Entre eles está o Hospital Geral Metropolitano, projetado pela campanha com mais de 900 leitos.
A construção das unidades integra o conjunto de compromissos eleitorais apresentados pelo candidato e dependerá, em caso de vitória, da elaboração dos projetos, da disponibilidade de recursos e das etapas necessárias para execução.
Foto: Edson Holanda
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Quem assistiu e terminou acompanhando o Debate na Band diz que foi o pior Debate da história desde a redemocratização. Primeiro, por ter sido esvaziado. Lula não foi por entender que seriam “todos contra um”. Flávio não foi porque Lula não foi. E Zema se ausentou porque Lula e Flávio não foram. Augusto Cury, que […]
Quem assistiu e terminou acompanhando o Debate na Band diz que foi o pior Debate da história desde a redemocratização.
Primeiro, por ter sido esvaziado. Lula não foi por entender que seriam “todos contra um”. Flávio não foi porque Lula não foi. E Zema se ausentou porque Lula e Flávio não foram. Augusto Cury, que deve estar se perguntando até agora o que foi fazer ali, quase desiste na porta.
Renan Santos fez Pablo Marçal parecer Madre Teresa. E Ronaldo Caiado justificou o sobrenome: “caiou” Goiás como a oitava maravilha da humanidade.
A Band, indignada pelas ausências, permitiu que os candidatos, principalmente Renan, vilipendiassem os púlpitos de Lula e Flávio, além da grotesca cena das fraldas. Deu pena de Adriana Araújo. Um show de horrores.
Pesquisa Simplex divulgada nesta segunda-feira (24), mostra a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) à frente de João Campos (PSB) na disputa pelo Governo de Pernambuco. No principal cenário estimulado, Raquel aparece com 46,2% das intenções de voto, enquanto João registra 36,1%. A diferença entre os dois é de 10,1 pontos percentuais. Guilherme […]
Pesquisa Simplex divulgada nesta segunda-feira (24), mostra a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) à frente de João Campos (PSB) na disputa pelo Governo de Pernambuco. No principal cenário estimulado, Raquel aparece com 46,2% das intenções de voto, enquanto João registra 36,1%.
A diferença entre os dois é de 10,1 pontos percentuais. Guilherme Fonseca (PSTU) aparece com 0,6%. Professora Camila (UP), Ivan Moraes (PSOL), Renan (Missão) e Professor Jeremias do Banco (Democrata) registram 0,1% cada. Victor Assis (PCO) tem 0%.
Brancos e nulos somam 6,2%, enquanto 10,5% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
Segundo cenário
Em um segundo cenário, apresentado apenas com os nomes de Raquel Lyra e João Campos, a governadora registra 47,4%, contra 38% do candidato do PSB. A diferença é de 9,4 pontos percentuais.
Nesse recorte, 5,5% afirmaram que votariam em branco ou nulo e 9,1% não souberam ou não responderam.
Pesquisa espontânea
Na consulta espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Raquel também aparece na primeira posição, com 39,6%.
João Campos é citado por 26,9% dos eleitores. Outros nomes somam 0,2%, enquanto brancos e nulos representam 4,9%.
O percentual de entrevistados que não souberam ou não responderam chega a 28,4%.
Metodologia
A pesquisa Simplex ouviu 1.067 eleitores. O levantamento tem margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número PE-06688/2026.
Imagem: Reprodução
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O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026, realizado no domingo (23), pela Band em parceria com o Estadão, colocou frente a frente Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Com as ausências de Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo), os três participantes dividiram […]
O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026, realizado no domingo (23), pela Band em parceria com o Estadão, colocou frente a frente Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Com as ausências de Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo), os três participantes dividiram o espaço entre propostas econômicas, segurança pública, programas sociais, relações de trabalho e críticas aos adversários.
Ao longo do encontro, Caiado adotou um discurso mais voltado à gestão e à economia. Renan apostou em uma postura de confronto e em propostas de mudança na legislação trabalhista, enquanto Cury buscou se apresentar como alternativa à polarização e defendeu a manutenção de programas sociais com ajustes.
Caiado promete controle de gastos e juros a 6%
Ronaldo Caiado concentrou parte de suas intervenções na política econômica. O candidato criticou o governo Lula e afirmou que o Brasil precisa recuperar a confiança de empresários e investidores.
Entre as promessas apresentadas, disse que pretende conter despesas públicas e buscar condições para que a taxa de juros caia a 6%, com inflação entre 3% e 4%.
“Vou conter despesas e fazer com que a taxa de juros caia a 6% e a inflação fique em torno de 3% ou 4%”, afirmou. Os números representam metas apresentadas pelo candidato e dependeriam, caso eleito, de fatores econômicos e de decisões que não são controladas exclusivamente pelo Poder Executivo.
Caiado também abordou segurança pública. Segundo a avaliação posterior de um pequeno grupo de eleitores reunido pelo Instituto Travessia, uma das falas que mais agradou aos participantes foi a defesa de medidas mais duras contra a violência praticada contra mulheres, incluindo confisco de bens de agressores e aumento das penas conforme a gravidade da violência.
Renan Santos aposta no confronto
Renan Santos adotou o tom mais agressivo entre os participantes. Durante o debate, chegou a afirmar que não deseja o voto de parte dos eleitores de Lula, criticando aqueles que, em sua avaliação, apoiam o presidente mesmo diante das acusações feitas pela oposição.
O candidato também se posicionou contra a possibilidade de redução da jornada de trabalho sem redução salarial nos moldes discutidos pela proposta que busca acabar com a escala 6×1.
Renan defendeu uma nova reforma trabalhista que permita maior contratação por hora. Segundo ele, o modelo poderia aumentar a remuneração dos trabalhadores.
Na segurança pública, também apresentou medidas de endurecimento no combate às facções criminosas, entre elas a criação de grandes unidades prisionais.
O estilo de Renan dividiu as avaliações no grupo de eleitores acompanhado pelo Instituto Travessia: parte dos homens elogiou sua postura direta, enquanto mulheres participantes da dinâmica demonstraram maior rejeição ao tom considerado agressivo.
Cury defende Bolsa Família com ajustes
Augusto Cury afirmou que pretende manter o Bolsa Família caso seja eleito, mas defendeu mudanças nas regras do programa.
Segundo o candidato, trabalhadores que consigam emprego formal ou abram um Microempreendedor Individual (MEI) não deveriam perder imediatamente o benefício. Cury não detalhou, no debate, por quanto tempo essa proteção seria mantida.
O candidato também procurou distanciar seu discurso da polarização entre esquerda e direita e afirmou que o país vive um ambiente político radicalizado.
“O Brasil está dramaticamente doente, radicalizado, polarizado”, declarou.
Cury citou ainda a existência de 6,7 milhões de jovens que não trabalham nem estudam e abordou questões relacionadas à saúde mental. Em determinado momento, criticou o comportamento de Renan Santos e disse estar impressionado com o “nível de agressividade” do adversário.
Caiado teve melhor avaliação em grupo de 12 eleitores
Após o debate, uma dinâmica qualitativa realizada pelo Instituto Travessia com 12 eleitores de São Paulo apontou Caiado como o participante mais bem avaliado naquele grupo.
É importante destacar que o levantamento não é uma pesquisa eleitoral e não representa o conjunto do eleitorado brasileiro. Trata-se de um grupo reduzido, selecionado para acompanhar o debate e registrar impressões em tempo real.
Os participantes utilizavam cartões verdes, amarelos e vermelhos para indicar aprovação, neutralidade ou reprovação às falas. Caiado recebeu quase 60 avaliações positivas e apenas duas negativas ao longo da dinâmica, sendo descrito por parte dos participantes como “experiente”, “técnico” e “equilibrado”.
A dinâmica também registrou mudanças entre alguns eleitores que inicialmente declaravam voto em Flávio Bolsonaro. Dos três apoiadores do candidato do PL presentes no grupo, duas mulheres terminaram inclinadas a votar em Caiado, enquanto o terceiro passou a considerar também Renan Santos.
Entre os três eleitores inicialmente indecisos, dois terminaram a dinâmica demonstrando preferência por Renan, enquanto outro declarou apoio a Caiado.
Já os três participantes que declaravam voto em Lula mantiveram a preferência pelo presidente ao final do encontro.
Cury recebeu avaliações de que demonstrou boas intenções, mas alguns integrantes do grupo manifestaram dúvidas sobre sua capacidade de implementar propostas mais complexas.
Ausências também marcaram o debate
Além do desempenho dos três participantes, o primeiro encontro da campanha foi marcado pelas ausências dos candidatos que ocupam as duas primeiras posições nas pesquisas, Lula e Flávio Bolsonaro.
Romeu Zema também não compareceu.
Entre os 12 participantes da dinâmica do Instituto Travessia, a ausência de Lula não provocou mudança entre seus apoiadores. Já parte daqueles que inicialmente declaravam voto em Flávio manifestou frustração e passou a considerar outros nomes.
O resultado dessa dinâmica não permite projetar efeitos eleitorais em escala nacional, mas oferece um retrato qualitativo de como aquele pequeno grupo recebeu o primeiro confronto televisivo da campanha.
Fonte: Estadão
Imagem: Reprodução
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O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que pretende anunciar, nesta quarta-feira (26), o fim da chamada “taxa das blusinhas”, como ficou conhecida a cobrança de 20% de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50. A declaração foi dada em entrevista à Record, gravada e exibida […]
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que pretende anunciar, nesta quarta-feira (26), o fim da chamada “taxa das blusinhas”, como ficou conhecida a cobrança de 20% de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50.
A declaração foi dada em entrevista à Record, gravada e exibida na noite deste domingo (23). Lula disse que terá uma nova reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), antes do anúncio.
“Eu estive com o meu amigo Alcolumbre, quarta-feira tem uma reunião com ele, e nós vamos anunciar o fim da taxa das blusinhas, para o bem das pessoas que gostam de comprar coisinha pouca por 50 dólares”, afirmou o presidente. A reunião está prevista para quarta-feira (26).
Apesar da declaração, a cobrança já está temporariamente zerada desde maio. A medida, porém, ainda não é definitiva.
A Medida Provisória 1.357/2026 alterou as regras para as remessas internacionais e permitiu ao Ministério da Fazenda reduzir a zero a alíquota do Imposto de Importação incidente sobre compras de até US$ 50. A norma está em vigor, mas depende da aprovação do Congresso para ser transformada em lei.
O prazo termina em 8 de setembro. Caso deputados e senadores não aprovem a MP até essa data, a medida perde a validade e a cobrança de 20% poderá voltar. A tramitação enfrenta dificuldades no Congresso e ainda depende da análise da comissão mista responsável pela proposta.
A declaração de Lula, portanto, sinaliza uma tentativa de construir um acordo político para tornar permanente a isenção, mas não representa, por si só, a extinção definitiva da cobrança.
Além da tributação sobre compras internacionais, o presidente citou como prioridades nas negociações com o Congresso o fim da escala 6×1, a PEC da Segurança Pública e a regulamentação dos minerais críticos.
Durante a entrevista, Lula também abordou a situação econômica e criticou o nível do debate político atual. Como esses temas não estão diretamente relacionados à mudança na tributação das compras internacionais, ficaram fora do foco principal da matéria.
Fonte: Diário de Pernambuco
Imagem: Reprodução
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Após não participar do primeiro debate presidencial das eleições de 2026, realizado na noite deste domingo (23), pela Band, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais para justificar a ausência e direcionou suas críticas ao presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que também não […]
Após não participar do primeiro debate presidencial das eleições de 2026, realizado na noite deste domingo (23), pela Band, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais para justificar a ausência e direcionou suas críticas ao presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que também não compareceu ao encontro.
Flávio afirmou que pretende participar de debates nos quais possa confrontar diretamente Lula. “Eu quero debater, mas quero debater com quem está destruindo o Brasil e piorando a sua vida”, declarou, em referência ao petista.
No mesmo horário do debate, Lula teve uma entrevista exibida pela Record. A ausência simultânea dos dois candidatos que lideram as pesquisas acabou se tornando um dos principais assuntos do primeiro confronto televisionado da campanha.
No vídeo, Flávio também mencionou as investigações que envolvem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente. Lulinha é alvo de inquéritos da Polícia Federal que apuram suspeitas de tráfico de influência. As investigações permanecem em andamento e não representam condenação.
O candidato do PL aproveitou a publicação para apresentar algumas de suas propostas de campanha. Entre elas, citou redução de impostos, diminuição de regras que considera burocráticas e o tratamento de facções criminosas como organizações terroristas.
Flávio também afirmou que não considera os candidatos presentes no debate seus principais adversários. “Eu respeito todos eles, mas eles definitivamente não são meus adversários. O meu adversário é quem está no poder”, disse.
Participaram do encontro promovido pela Band Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Além de Lula e Flávio, Romeu Zema (Novo) também não compareceu.
A ausência dos três foi criticada durante o próprio debate. Caiado e Renan, em especial, usaram parte de suas intervenções para questionar a decisão dos concorrentes de não participar do confronto.
A estratégia de Flávio de evitar o debate sem Lula também ocorre em um cenário no qual o senador disputa parcelas do eleitorado de direita com Caiado, Zema e Renan. O candidato do PL tem sinalizado que pretende concentrar o confronto eleitoral no atual presidente.
Fonte: Diário de Pernambuco
Imagem: Reprodução
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Metade dos eleitores brasileiros acredita que outros países podem interferir nas eleições de 2026. É o que mostra pesquisa Datafolha realizada entre terça-feira (18) e quinta-feira (20), com 2.058 entrevistados em diferentes regiões do país. De acordo com o levantamento, 50% consideram possível algum tipo de interferência estrangeira no processo eleitoral brasileiro. Outros 43% afirmam […]
Metade dos eleitores brasileiros acredita que outros países podem interferir nas eleições de 2026. É o que mostra pesquisa Datafolha realizada entre terça-feira (18) e quinta-feira (20), com 2.058 entrevistados em diferentes regiões do país.
De acordo com o levantamento, 50% consideram possível algum tipo de interferência estrangeira no processo eleitoral brasileiro. Outros 43% afirmam não acreditar nessa possibilidade, enquanto 8% não souberam ou não responderam.
Entre todos os entrevistados, 32% dizem acreditar que a interferência pode ocorrer e consideram isso um problema. Outros 18% também veem possibilidade de intromissão de outros países, mas não consideram a situação problemática.
A percepção varia entre os eleitores dos dois candidatos que lideram a disputa presidencial.
Entre aqueles que declaram intenção de voto no presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 36% acreditam na possibilidade de interferência estrangeira e consideram que isso representaria um problema. Outros 9% veem possibilidade de interferência, mas dizem que ela não seria problemática. Já 46% dos eleitores de Lula não acreditam que outros países possam interferir no pleito.
No eleitorado do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), 24% acreditam que uma interferência poderia ocorrer e seria um problema. Outros 32% veem a possibilidade, mas não consideram que ela representaria um problema. Entre os eleitores de Flávio, 39% não acreditam em interferência estrangeira.
A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela Rede Globo. O Datafolha ouviu 2.058 eleitores entre os dias 18 e 20 de agosto, em locais de fluxo populacional.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04496/2026.
Fonte: Estadão
Imagem: Reprodução
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Entre os compromissos de campanha cumpridos neste domingo (23) no Recife, o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou da inauguração de comitês de candidatos aliados. Em dois desses atos, concentrou o discurso em segurança pública e melhoria dos serviços oferecidos pelo Estado. Em um dos compromissos, João participou da inauguração do comitê […]
Entre os compromissos de campanha cumpridos neste domingo (23) no Recife, o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou da inauguração de comitês de candidatos aliados. Em dois desses atos, concentrou o discurso em segurança pública e melhoria dos serviços oferecidos pelo Estado.
Em um dos compromissos, João participou da inauguração do comitê de Álvaro Porto, candidato à reeleição para deputado estadual, e de Gabriel Porto, candidato a deputado federal. Durante o evento, apresentou como proposta para um eventual governo a integração de diferentes estruturas do Estado no enfrentamento às organizações criminosas.
Segundo João, o chamado Pacto Antifacção teria uma estrutura de inteligência destinada a acompanhar movimentações financeiras e integrar ações de segurança, fiscalização e combate à lavagem de dinheiro.
“Pernambuco precisa que o Estado lidere e tenha protagonismo na pauta de combate às facções. A gente vai lançar o Pacto Antifacção, com uma estrutura de inteligência para rastrear dinheiro e integrar políticas públicas na área fiscal e de monitoramento da lavagem de dinheiro e dos recursos do crime”, afirmou.
Durante o mesmo ato, Álvaro Porto e Gabriel Porto defenderam suas candidaturas proporcionais e manifestaram apoio a João na disputa pelo Governo do Estado.
Em outro compromisso no Centro do Recife, João participou da inauguração do comitê de Dani Portela (PT), candidata à reeleição para deputada estadual.
No evento, o candidato ao Governo defendeu investimentos em educação, segurança e outros serviços públicos, além de políticas destinadas às mulheres e a diferentes segmentos da população.
João também voltou a destacar a aliança política com o presidente Lula (PT) e afirmou que pretende buscar parcerias com o Governo Federal caso seja eleito governador.
Dani Portela abordou a participação de mulheres e de diferentes segmentos sociais na política e relembrou sua trajetória ligada aos movimentos sociais.
João também mencionou as divergências políticas que já teve com Dani em eleições anteriores e afirmou que a atual aliança foi construída apesar das diferenças existentes entre os dois.
Os dois atos reuniram integrantes da chapa majoritária da Frente Popular, parlamentares, candidatos proporcionais e outras lideranças. Entre os presentes estiveram o prefeito do Recife, Victor Marques; o candidato a vice-governador Carlos Costa; a senadora Teresa Leitão; os candidatos ao Senado Humberto Costa e Marília Arraes, além de outros aliados.
Foto: Edson Holanda
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Em mais uma agenda política, a candidata à reeleição ao Governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), cumpriu compromissos de campanha neste domingo (23), em Macaparana e Carpina, na Mata Norte. Durante os atos, a governadora apresentou ações de sua gestão na região, anunciou novos investimentos e pediu apoio à continuidade do mandato. Em Macaparana, Raquel […]
Em mais uma agenda política, a candidata à reeleição ao Governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), cumpriu compromissos de campanha neste domingo (23), em Macaparana e Carpina, na Mata Norte. Durante os atos, a governadora apresentou ações de sua gestão na região, anunciou novos investimentos e pediu apoio à continuidade do mandato.
Em Macaparana, Raquel participou de um ato ao lado do prefeito Paquinha e de aliados políticos. No discurso, destacou investimentos realizados pelo Governo do Estado e afirmou que pretende ampliar a presença da gestão estadual nos municípios da Mata Norte.
A candidata também fez referência à história política do município, que teve Anita Moraes como a primeira mulher eleita prefeita em Pernambuco, relacionando o episódio à sua própria condição de primeira mulher a governar o Estado.
“O que nos move não é estar no cargo, é fazer o cargo servir ao povo”, afirmou Raquel durante o ato.
Ainda em Macaparana, a governadora defendeu a reeleição do deputado estadual Antônio Moraes (PSD). O candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP) também participou da agenda e reiterou apoio à candidatura de Raquel.
Depois, em Carpina, a candidata participou de outro ato político ao lado da prefeita Eduarda Gouveia e apresentou ações nas áreas de infraestrutura, abastecimento de água e mobilidade.
Raquel afirmou que estão previstos novos investimentos em pavimentação, creches e abastecimento de água, além da reestruturação do Estádio Paulo Petribu, o Carpinão. Segundo a governadora, também está em preparação o projeto para duplicação de um trecho da PE-90 no município.
“A gente vai continuar investindo nas nossas rodovias, sim, e a duplicação da parte de Carpina na PE-90 está no forno”, declarou.
Os candidatos a deputado federal Marcelo Gouveia (Podemos) e a deputado estadual Gustavo Gouveia também participaram da programação em Carpina e defenderam a reeleição da governadora.
As agendas reuniram ainda prefeitos da Mata Norte, candidatos proporcionais e integrantes da chapa majoritária de Raquel.
Fotos: Yacy Ribeiro\Miva Filho
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