Raquel e João questionados por entrevista e pesquisa
Por Nill Júnior
Os nomes que polarizam o debate eleitoral em Pernambuco sofreram questionamentos nas últimas horas. Raquel foi criticada por não se posicionar pela declaração de apoio ao presidente Lula, quando participou de sabatina na CNN.
O presidente estadual do PSB, deputado Sileno Guedes, criticou a postura de Raquel. “Pernambuco tem uma novidade nesta eleição. Na verdade, a governadora tem um palanque triplo. Ela deseja votar em Flávio Bolsonaro, o partido dela vota em [Ronaldo] Caiado e ela quer ter a neutralidade de Lula. Ela quer um palanque duplo, mas não vai ter, não. Ela pode até ficar com o palanque duplo dela, de Flávio e Caiado. O palanque do presidente Lula aqui em Pernambuco, como foi dito pelo presidente nacional do partido e referendado pelo presidente estadual, é o palanque do PSB, é o palanque de João Campos, que assumiu sua posição política muito cedo”, disse, em entrevista à Rádio Folha.
Já João Campos e seu entorno foram questionados pela divulgação de pesquisa do instituto Badra, que mostra João Campos com 44,2% das intenções de voto, enquanto a governadora Raquel Lyra (PSD) registra 41,1%.
O problema é que a pesquisa traz Anderson Ferreira com 6% das intenções de voto e Ivan Moraes, com 0,8%. Anderson já declarou que não disputa o Governo de Pernambuco. Ou seja, os votos dele migram naturalmente para Raquel.
Um outro detalhe é que a pesquisa Real Time Big Data segundo o questionário também traz um cenário com Anderson. Em outro, João Campos (PSB), Raquel Lyra (PSD), Ivan Moraes (Psol), Renan Hallais (Missão), nulo, branco, ou não sabe / não respondeu.
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), acaba de soltar uma nota sobre o episódio envolvendo o Secretário de Desenvolvimento Econômico Carlito Godoy, após suas críticas ao Partido dos Trabalhadores. O PT local e outras lideranças cobraram uma posição da gestora e o Secretário chegou a pedir sua exoneração, não aceita. Na nota, Márcia […]
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), acaba de soltar uma nota sobre o episódio envolvendo o Secretário de Desenvolvimento Econômico Carlito Godoy, após suas críticas ao Partido dos Trabalhadores.
O PT local e outras lideranças cobraram uma posição da gestora e o Secretário chegou a pedir sua exoneração, não aceita.
Na nota, Márcia diz respeitar o PT, mas deixa claro que não cederá a pressões e que a prerrogativa é dela de, ouvindo as lideranças e a sociedade, montar o governo. Leia:
Em respeito a todos os integrantes do Partido dos Trabalhadores, sigla a qual sou filiada e possuo muito orgulho, e onde encontrei companheiros e companheiras, venho a público me manifestar sobre os fatos recentes de Serra Talhada, maior cidade pernambucana governada pelo PT.
Como prefeita eleita pelos serra-talhadenses, tenho o dever de sempre promover ações e decisões para o melhor de nossa população, não podendo tomar decisões envolvidas pelo calor das emoções, mesmo que eventuais atos sejam praticados em afronta às minhas convicções pessoais.
Nesse sentido, antes de promover qualquer ato de composição da equipe de governo, prerrogativa que cabe exclusivamente ao gestor púbico decidir, há a necessidade da promoção de diálogos com o governo e com a própria sociedade, porque entendo que tenho o direito de analisar caso a caso quem continua ou não na gestão.
Como prefeita não estou subordinada à pressões e nem tão pouco irei tomar qualquer decisão baseada em vontades de terceiros, mas tão somente naquilo que compreender ser o melhor para Serra Talhada.
Assim como o PT, sou forjada na luta e no diálogo, princípios fundamentais para a defesa e a construção da Democracia.
A movimentação aumentou bastante na última hora em frente ao Palácio do Campo das Princesas apesar da forte ameaça de chuva. Por volta das 9h, aproximadamente cinco mil pessoas prestavam as últimas homenagens ao ex-governador Eduardo Campos, de acordo com estimativa da Polícia Militar. Há cerca de 30 minutos, as pessoas que chegam ao […]
A movimentação aumentou bastante na última hora em frente ao Palácio do Campo das Princesas apesar da forte ameaça de chuva. Por volta das 9h, aproximadamente cinco mil pessoas prestavam as últimas homenagens ao ex-governador Eduardo Campos, de acordo com estimativa da Polícia Militar.
Há cerca de 30 minutos, as pessoas que chegam ao velório do ex-governador passaram a receber bandeiras de Pernambuco ou da pomba que é símbolo do PSB pintada em um fundo negro. Segundo dirigentes do partido, foram confeccionadas 5 mil peças para serem distribuídas entre o público.
O velório de Eduardo Campos e mais dois assessores – o jornalista Carlos Percol e o fotógrafo Alexandre Severo – começou durante a madrugada, por volta das 2h. Na chegada dos corpos, o Maestro Forró tocou o Hino de Pernambuco no trompete, em momento de grande emoção.
Entre os presentes, estavam o senador Eduardo Suplicy (PT), a candidata ao Senado por Alagoas, Heloísa Helena (PSOL), o deputado federal Beto Albuquerque (PSB), que é líder do partido na Câmara, o presidenciável Eduardo Jorge (PV) e a atriz Lucélia Santos. (JC On Line)
Em visita ao Pajeú, o Deputado Federal Pedro Campos esteve em São José do Egito e se reuniu com o prefeito Evandro Valadares e o ex-secretário de Saúde, Paulo Jucá. Como Evandro perdeu seu federal Tadeu Alencar, não eleito, aumentaram rumores de que a visita de Pedro representaria o alinhamento com o Federal em substituição […]
Em visita ao Pajeú, o Deputado Federal Pedro Campos esteve em São José do Egito e se reuniu com o prefeito Evandro Valadares e o ex-secretário de Saúde, Paulo Jucá.
Como Evandro perdeu seu federal Tadeu Alencar, não eleito, aumentaram rumores de que a visita de Pedro representaria o alinhamento com o Federal em substituição ao anterior.
Mas, garantiu Paulo Jucá, foi apenas uma visita de cortesia. Pedro se comprometeu com parcerias e emendas para o município, haja um cenário ou outro.
Pedro ainda acompanhou a Festa de Louro, onde se encontrou com Antonio Marinho, recentemente anunciado por Margareth Menezes me convidou pra ser Diretor Nacional de Cultura Popular do MinC.
Em artigo, o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) defende a execução da prisão após condenação em 2ª instância. Para o socialista, aguardar o julgamento de todos os recursos, tornou-se uma forma de protelar ao máximo a decisão final. Confira na íntegra o artigo: Prisão com condenação em segunda instância *Gonzaga Patriota Como advogado há mais […]
Em artigo, o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) defende a execução da prisão após condenação em 2ª instância. Para o socialista, aguardar o julgamento de todos os recursos, tornou-se uma forma de protelar ao máximo a decisão final.
Confira na íntegra o artigo:
Prisão com condenação em segunda instância
*Gonzaga Patriota
Como advogado há mais de 40 anos, comunicador social, jornalista, deputado federal e constituinte que assinou, há 30 anos, a Constituição Cidadã de Ulisses Guimarães, que liga a presunção de inocência ao trânsito em julgado. Nesse sentido, o princípio de presunção de inocência, previsto no artigo 5º, Inciso LVII, da Constituição Federal, que afirma: “Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”. Isto é, determinou que o réu só pode ser preso, após o trânsito em julgado, ou seja, depois do recurso negado em todas as instâncias. Antes do esgotamento de recursos, ele poderia, no máximo, ter prisão preventiva decretada contra si.
Em 2016, fiquei atônito ao tomar conhecimento de que seis dos onze ministros do STF – Supremo Tribunal Federal, consideraram que o recurso a instâncias superiores, tornaram-se uma forma de protelar ao máximo a decisão final. E, segundo eles, para evitar esse quadro, votaram para que a prisão após a segunda instância fosse mais justa.
Nessa votação, o ministro Luiz Fux, afirmou em seu voto que as decisões do Superior Tribunal de Justiça, eram postergadas por “recursos aventureiros” e que o direito da sociedade, de ver aplicada a ordem penal, estava sendo esquecido. Esse voto foi acompanhado por mais cinco ministros do Supremo Tribunal Federal.
Entendemos que o Judiciário deve contas à sociedade. Ele não está abdicando da sua independência, para ajudar a alguém, isoladamente. O Judiciário está aferindo, como a Constituição é perceptível pelo povo,
A mudança de precedente não pode se fazer sem uma motivação profunda. A sociedade está aqui desde 2016, dizendo: essa regra é salutar, ela evita a impunidade. Qual a razão de se modificar, agora, essa jurisprudência? O direito vive para o homem e, não o homem para o direito. Se tiver em jogo uma razão pública ou valor moral, temos que ouvir a sociedade. Na medida em que o processo avança, da primeira para a segunda instância, já não se pode falar em completa presunção de inocência.
Este modelo de prisão antes do trânsito em julgado, não é exclusivo do Brasil, mais de 100 países do planeta se utilizam do julgamento em segunda instância para prender os culpados. Dentre esses países, estão a Inglaterra, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, França, Portugal, Espanha, Argentina, dentre outros, do chamado Primeiro Mundo.
O Parlamento brasileiro, dentro das suas competências, tem buscado soluções capazes de colocar um ponto final nessas controvérsias. Para tal, foram apresentadas Propostas de Emenda à Constituição (PECs), capazes de tornar a constitucionalidade da prisão a partir da segunda instância, como a (PEC nº 410/2018), na Câmara dos Deputados e a (PEC nº 05/2019), no Senado Federal.
Entendo que, agora, compete aos cidadãos brasileiros, que não aguentam mais ver bandidos saqueando, de forma desvairada, os cofres públicos, se organizarem, manterem vigilância e, exigirem o que o clamor público quer, um país, sem essa corrupção desfreada e, cobrarem dos congressistas, deputados e senadores, a aprovação dessas Propostas de Emendas à Constituição.
Eu vou votar a favor da mudança deste dispositivo constitucional, para referendar a prisão ao condenado em segunda instância.
*Gonzaga Patriota é Contador, Advogado, Administrador de Empresas e Jornalista. Pós-Graduado em Ciência Política, Mestre em Ciência Política e Políticas Públicas e Governo e Doutor em Direito Civil, pela Universidade Federal de Buenos Aires, na Argentina.
Em Cortês, a Secretaria de Saúde anunciou esta tarde a vacinação para o público a partir de 16 anos. Isso mesmo, 16 anos sem comorbidades. Lá a prefeita Fátima Borba (Republicanos) anunciou a façanha. Cortês é a terra natal do médico Edson Moura. A relação com o Pajeú não pára por aí. Fátima morou muitos […]
Em Cortês, a Secretaria de Saúde anunciou esta tarde a vacinação para o público a partir de 16 anos.
Isso mesmo, 16 anos sem comorbidades. Lá a prefeita Fátima Borba (Republicanos) anunciou a façanha. Cortês é a terra natal do médico Edson Moura.
A relação com o Pajeú não pára por aí. Fátima morou muitos anos em São José do Egito. Em Cortês foi vereadora por cinco mandatos até se credenciar para disputar a prefeitura.
E tem mais: a Secretária de Saúde de Cortês, Flaviana Marques de Sousa Melo Sampaio é serra-talhadense, nora da prefeita. Cortês é uma das primeiras cidades do Brasil a vacinar o público alvo a partir dos 16 anos.
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