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Após não participar do primeiro debate presidencial das eleições de 2026, realizado na noite deste domingo (23), pela Band, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais para justificar a ausência e direcionou suas críticas ao presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que também não […]

Após não participar do primeiro debate presidencial das eleições de 2026, realizado na noite deste domingo (23), pela Band, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais para justificar a ausência e direcionou suas críticas ao presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que também não compareceu ao encontro.

Flávio afirmou que pretende participar de debates nos quais possa confrontar diretamente Lula. “Eu quero debater, mas quero debater com quem está destruindo o Brasil e piorando a sua vida”, declarou, em referência ao petista.

No mesmo horário do debate, Lula teve uma entrevista exibida pela Record. A ausência simultânea dos dois candidatos que lideram as pesquisas acabou se tornando um dos principais assuntos do primeiro confronto televisionado da campanha.

No vídeo, Flávio também mencionou as investigações que envolvem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente. Lulinha é alvo de inquéritos da Polícia Federal que apuram suspeitas de tráfico de influência. As investigações permanecem em andamento e não representam condenação.

O candidato do PL aproveitou a publicação para apresentar algumas de suas propostas de campanha. Entre elas, citou redução de impostos, diminuição de regras que considera burocráticas e o tratamento de facções criminosas como organizações terroristas.

Flávio também afirmou que não considera os candidatos presentes no debate seus principais adversários. “Eu respeito todos eles, mas eles definitivamente não são meus adversários. O meu adversário é quem está no poder”, disse.

Participaram do encontro promovido pela Band Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Além de Lula e Flávio, Romeu Zema (Novo) também não compareceu.

A ausência dos três foi criticada durante o próprio debate. Caiado e Renan, em especial, usaram parte de suas intervenções para questionar a decisão dos concorrentes de não participar do confronto.

A estratégia de Flávio de evitar o debate sem Lula também ocorre em um cenário no qual o senador disputa parcelas do eleitorado de direita com Caiado, Zema e Renan. O candidato do PL tem sinalizado que pretende concentrar o confronto eleitoral no atual presidente.

Fonte: Diário de Pernambuco

Imagem: Reprodução

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Metade dos eleitores brasileiros acredita que outros países podem interferir nas eleições de 2026. É o que mostra pesquisa Datafolha realizada entre terça-feira (18) e quinta-feira (20), com 2.058 entrevistados em diferentes regiões do país. De acordo com o levantamento, 50% consideram possível algum tipo de interferência estrangeira no processo eleitoral brasileiro. Outros 43% afirmam […]

Metade dos eleitores brasileiros acredita que outros países podem interferir nas eleições de 2026. É o que mostra pesquisa Datafolha realizada entre terça-feira (18) e quinta-feira (20), com 2.058 entrevistados em diferentes regiões do país.

De acordo com o levantamento, 50% consideram possível algum tipo de interferência estrangeira no processo eleitoral brasileiro. Outros 43% afirmam não acreditar nessa possibilidade, enquanto 8% não souberam ou não responderam.

Entre todos os entrevistados, 32% dizem acreditar que a interferência pode ocorrer e consideram isso um problema. Outros 18% também veem possibilidade de intromissão de outros países, mas não consideram a situação problemática.

A percepção varia entre os eleitores dos dois candidatos que lideram a disputa presidencial.

Entre aqueles que declaram intenção de voto no presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 36% acreditam na possibilidade de interferência estrangeira e consideram que isso representaria um problema. Outros 9% veem possibilidade de interferência, mas dizem que ela não seria problemática. Já 46% dos eleitores de Lula não acreditam que outros países possam interferir no pleito.

No eleitorado do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), 24% acreditam que uma interferência poderia ocorrer e seria um problema. Outros 32% veem a possibilidade, mas não consideram que ela representaria um problema. Entre os eleitores de Flávio, 39% não acreditam em interferência estrangeira.

A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela Rede Globo. O Datafolha ouviu 2.058 eleitores entre os dias 18 e 20 de agosto, em locais de fluxo populacional.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04496/2026.

Fonte: Estadão

Imagem: Reprodução

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Entre os compromissos de campanha cumpridos neste domingo (23) no Recife, o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou da inauguração de comitês de candidatos aliados. Em dois desses atos, concentrou o discurso em segurança pública e melhoria dos serviços oferecidos pelo Estado. Em um dos compromissos, João participou da inauguração do comitê […]

Entre os compromissos de campanha cumpridos neste domingo (23) no Recife, o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou da inauguração de comitês de candidatos aliados. Em dois desses atos, concentrou o discurso em segurança pública e melhoria dos serviços oferecidos pelo Estado.

Em um dos compromissos, João participou da inauguração do comitê de Álvaro Porto, candidato à reeleição para deputado estadual, e de Gabriel Porto, candidato a deputado federal. Durante o evento, apresentou como proposta para um eventual governo a integração de diferentes estruturas do Estado no enfrentamento às organizações criminosas.

Segundo João, o chamado Pacto Antifacção teria uma estrutura de inteligência destinada a acompanhar movimentações financeiras e integrar ações de segurança, fiscalização e combate à lavagem de dinheiro.

“Pernambuco precisa que o Estado lidere e tenha protagonismo na pauta de combate às facções. A gente vai lançar o Pacto Antifacção, com uma estrutura de inteligência para rastrear dinheiro e integrar políticas públicas na área fiscal e de monitoramento da lavagem de dinheiro e dos recursos do crime”, afirmou.

Durante o mesmo ato, Álvaro Porto e Gabriel Porto defenderam suas candidaturas proporcionais e manifestaram apoio a João na disputa pelo Governo do Estado.

Em outro compromisso no Centro do Recife, João participou da inauguração do comitê de Dani Portela (PT), candidata à reeleição para deputada estadual.

No evento, o candidato ao Governo defendeu investimentos em educação, segurança e outros serviços públicos, além de políticas destinadas às mulheres e a diferentes segmentos da população.

João também voltou a destacar a aliança política com o presidente Lula (PT) e afirmou que pretende buscar parcerias com o Governo Federal caso seja eleito governador.

Dani Portela abordou a participação de mulheres e de diferentes segmentos sociais na política e relembrou sua trajetória ligada aos movimentos sociais.

João também mencionou as divergências políticas que já teve com Dani em eleições anteriores e afirmou que a atual aliança foi construída apesar das diferenças existentes entre os dois.

Os dois atos reuniram integrantes da chapa majoritária da Frente Popular, parlamentares, candidatos proporcionais e outras lideranças. Entre os presentes estiveram o prefeito do Recife, Victor Marques; o candidato a vice-governador Carlos Costa; a senadora Teresa Leitão; os candidatos ao Senado Humberto Costa e Marília Arraes, além de outros aliados.

Foto: Edson Holanda

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Em mais uma agenda política, a candidata à reeleição ao Governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), cumpriu compromissos de campanha neste domingo (23), em Macaparana e Carpina, na Mata Norte. Durante os atos, a governadora apresentou ações de sua gestão na região, anunciou novos investimentos e pediu apoio à continuidade do mandato. Em Macaparana, Raquel […]

Em mais uma agenda política, a candidata à reeleição ao Governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), cumpriu compromissos de campanha neste domingo (23), em Macaparana e Carpina, na Mata Norte. Durante os atos, a governadora apresentou ações de sua gestão na região, anunciou novos investimentos e pediu apoio à continuidade do mandato.

Em Macaparana, Raquel participou de um ato ao lado do prefeito Paquinha e de aliados políticos. No discurso, destacou investimentos realizados pelo Governo do Estado e afirmou que pretende ampliar a presença da gestão estadual nos municípios da Mata Norte.

A candidata também fez referência à história política do município, que teve Anita Moraes como a primeira mulher eleita prefeita em Pernambuco, relacionando o episódio à sua própria condição de primeira mulher a governar o Estado.

“O que nos move não é estar no cargo, é fazer o cargo servir ao povo”, afirmou Raquel durante o ato.

Ainda em Macaparana, a governadora defendeu a reeleição do deputado estadual Antônio Moraes (PSD). O candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP) também participou da agenda e reiterou apoio à candidatura de Raquel.

Depois, em Carpina, a candidata participou de outro ato político ao lado da prefeita Eduarda Gouveia e apresentou ações nas áreas de infraestrutura, abastecimento de água e mobilidade.

Raquel afirmou que estão previstos novos investimentos em pavimentação, creches e abastecimento de água, além da reestruturação do Estádio Paulo Petribu, o Carpinão. Segundo a governadora, também está em preparação o projeto para duplicação de um trecho da PE-90 no município.

“A gente vai continuar investindo nas nossas rodovias, sim, e a duplicação da parte de Carpina na PE-90 está no forno”, declarou.

Os candidatos a deputado federal Marcelo Gouveia (Podemos) e a deputado estadual Gustavo Gouveia também participaram da programação em Carpina e defenderam a reeleição da governadora.

As agendas reuniram ainda prefeitos da Mata Norte, candidatos proporcionais e integrantes da chapa majoritária de Raquel.

Fotos: Yacy Ribeiro\Miva Filho

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Ausência de Lula e Flávio Bolsonaro esvazia primeiro debate presidencial de 2026

O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026 começou, na noite deste domingo (23), sem os dois nomes que lideram as pesquisas de intenção de voto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) decidiram não participar do encontro promovido pela Band. Romeu Zema […]

O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026 começou, na noite deste domingo (23), sem os dois nomes que lideram as pesquisas de intenção de voto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) decidiram não participar do encontro promovido pela Band.

Romeu Zema (Novo) também desistiu de comparecer. Com as três ausências, participaram do debate apenas Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante).

A imagem dos púlpitos vazios acabou se tornando um dos principais símbolos do primeiro confronto televisionado da campanha presidencial. A Band manteve no cenário os lugares destinados aos candidatos que haviam sido convidados, mesmo após as desistências.

As ausências de Lula e Flávio chamam atenção porque os dois concentram atualmente a maior parte das intenções de voto. No Datafolha divulgado na sexta-feira (21), Lula apareceu com 39%, enquanto Flávio registrou 33%.

Por que Lula não foi?

A decisão de Lula envolve cálculo eleitoral. A avaliação dentro da campanha petista é de que, como presidente e candidato à reeleição, ele poderia se transformar no principal alvo dos demais concorrentes durante um debate de primeiro turno.

A equipe do presidente também manifestou insatisfação com a composição do encontro, argumentando que a Band convidou candidatos que não precisariam obrigatoriamente participar segundo os critérios estabelecidos pela legislação eleitoral.

Lula já havia indicado que selecionaria os debates dos quais pretende participar ao longo da campanha. No mesmo horário do encontro da Band, o presidente concedeu entrevista à Record.

Flávio também evita confronto sem Lula

Flávio Bolsonaro adotou estratégia semelhante, mas com outra lógica. O candidato do PL afirmou que participaria do debate caso Lula também estivesse presente.

Sem o presidente no palco, Flávio ficaria como candidato mais bem colocado nas pesquisas e poderia se tornar o principal alvo dos adversários.

Há ainda uma disputa interna no campo da direita. Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos concorrem por parcelas de um eleitorado que Flávio precisará atrair especialmente em uma eventual disputa de segundo turno. Entrar em confronto direto com esses candidatos neste momento pode representar um risco adicional para sua campanha.

Zema também desistiu

A ausência de Lula e Flávio provocou ainda a desistência de Romeu Zema.

A equipe do candidato do Novo argumentou que o debate havia sido transferido originalmente de 16 para 23 de agosto diante da possibilidade de participação de Lula. Com a confirmação da ausência do presidente, Zema afirmou que a alteração perdeu o propósito e decidiu não comparecer.

Ausências viram alvo dos presentes

A repercussão começou antes mesmo do início do programa.

Ronaldo Caiado criticou a decisão dos adversários e classificou os ausentes como “fujões”. Renan Santos levou fraldas com os nomes de Lula e Flávio Bolsonaro como forma de provocação.

Augusto Cury chegou a anunciar, na porta da emissora, que também deixaria o encontro em protesto contra a ausência dos dois líderes das pesquisas. Pouco depois, voltou atrás e participou do programa.

Mesmo sem Lula e Flávio no estúdio, as ausências não impediram que os dois fossem mencionados durante o confronto. Lula, principalmente, tornou-se alvo de críticas dos candidatos presentes.

Debates perdem protagonistas, mas abrem espaço para outros candidatos

A ausência simultânea dos dois principais candidatos altera a função eleitoral do primeiro debate. O eleitor perde a oportunidade de observar um confronto direto entre Lula e Flávio e de comparar como os dois respondem, sem o ambiente controlado da propaganda eleitoral, a questionamentos dos adversários.

Para os candidatos que aparecem mais distantes nas pesquisas, entretanto, o cenário abre uma oportunidade de exposição.

Ronaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury tiveram mais espaço para apresentar propostas e buscar protagonismo justamente pela ausência dos favoritos.

Na avaliação de cientistas políticos ouvidos pela BBC Brasil, debates continuam sendo importantes por obrigarem candidatos a enfrentar o contraditório. Ao mesmo tempo, o crescimento das redes sociais mudou a estratégia das campanhas: uma resposta ruim, uma gafe ou um confronto podem produzir vídeos que circulam durante dias e alcançar um público muito maior que o da transmissão original.

Esse risco ajuda a explicar por que candidatos em posições mais favoráveis nas pesquisas podem considerar eleitoralmente mais seguro evitar determinados encontros.

A tendência, até agora, é que Lula e Flávio sejam mais seletivos na participação nos próximos debates. O último grande confronto antes do primeiro turno está previsto para 1º de outubro, na TV Globo.

Fonte: BBC Brasil

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Na manhã deste domingo (23), a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou de uma caminhada no bairro de Nova Descoberta, na Zona Norte do Recife, onde colocou as políticas de habitação e de contenção de encostas entre os temas centrais de seu discurso de campanha. Raquel afirmou que pretende ampliar as ações […]

Na manhã deste domingo (23), a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou de uma caminhada no bairro de Nova Descoberta, na Zona Norte do Recife, onde colocou as políticas de habitação e de contenção de encostas entre os temas centrais de seu discurso de campanha.

Raquel afirmou que pretende ampliar as ações destinadas às famílias que vivem em áreas de risco. Durante a fala, voltou a destacar a parceria de sua gestão com o governo do presidente Lula (PT) para investimentos nessas áreas.

Segundo os números apresentados pela candidata, 26 mil moradias foram entregues em Pernambuco e mais de R$ 500 milhões estão sendo investidos em intervenções em morros e encostas.

“A gente não vai descansar enquanto quem mora aqui não tiver o direito de viver em uma habitação com segurança, com água, sem medo de chuva”, afirmou.

A governadora esteve acompanhada da vice-governadora e candidata à reeleição Priscila Krause (PSD) e dos candidatos ao Senado Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), além de prefeitos, vereadores e candidatos proporcionais aliados.

Após a caminhada em Nova Descoberta, Raquel seguiu para o bairro do Pina, também no Recife, onde participou da inauguração do comitê do candidato a deputado estadual Wanderson Florêncio.

No evento, a governadora pediu apoio à candidatura de Wanderson à Assembleia Legislativa e mobilização dos apoiadores em torno de sua própria campanha à reeleição.

A agenda deste domingo fez parte da programação eleitoral da chapa de Raquel na capital pernambucana.

Foto: Divulgação

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Neste domingo (23), o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a defender a construção de um Hospital Geral Metropolitano com mais de 900 leitos durante agenda de campanha no Recife. A proposta integra o programa apresentado pelo candidato para a área da saúde e, segundo a campanha, seria executada em parceria com […]

Neste domingo (23), o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a defender a construção de um Hospital Geral Metropolitano com mais de 900 leitos durante agenda de campanha no Recife. A proposta integra o programa apresentado pelo candidato para a área da saúde e, segundo a campanha, seria executada em parceria com o Governo Federal.

João apresentou a proposta durante o lançamento da candidatura de Romerinho Jatobá (PSB) a deputado estadual, no Centro da capital pernambucana. Ao falar sobre saúde, o candidato relacionou o projeto à experiência de sua gestão à frente da Prefeitura do Recife e citou o Hospital da Criança, inaugurado neste ano.

“Eu ainda não tenho filho, mas fiz um hospital para cuidar do filho de todo mundo, que é o Hospital da Criança. E agora, junto com o ministro Padilha e o presidente Lula, nós vamos fazer, no Governo de Pernambuco, o maior hospital da história do Estado: o Hospital Geral Metropolitano, com mais de 900 leitos e a maior emergência do Nordeste”, afirmou.

De acordo com a proposta apresentada pela campanha, a nova unidade teria mais de 900 leitos e seria voltada ao atendimento da Região Metropolitana do Recife. João afirmou ainda que pretende buscar apoio do presidente Lula e do Ministério da Saúde para viabilizar o empreendimento caso seja eleito.

O candidato também disse que pretende utilizar a ampliação da rede hospitalar para reduzir a demanda por procedimentos cirúrgicos na Região Metropolitana. Segundo ele, a meta seria chegar à eliminação da fila de cirurgias.

A campanha estima ainda que a implantação do Hospital Geral Metropolitano poderia gerar cerca de 5 mil empregos. Tanto o número de postos de trabalho quanto a capacidade anunciada para a unidade fazem parte das projeções apresentadas pelo candidato e dependem da execução do projeto.

O evento deste domingo reuniu ainda o prefeito do Recife, Victor Marques; o candidato a vice-governador Carlos Costa; a candidata ao Senado Marília Arraes; o candidato à reeleição para deputado federal Pedro Campos; e o vereador do Recife e candidato a deputado federal Rinaldo Júnior, além de outras lideranças.

Foto: Edson Holanda

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O PL terá a maior parcela do Fundo Especial de Financiamento de Campanha nas eleições de 2026. A legenda terá direito a cerca de R$ 881,7 milhões dos quase R$ 5 bilhões de recursos públicos destinados ao financiamento das campanhas. A definição ocorre após o Tribunal Superior Eleitoral encerrar, na última terça-feira (18), uma ação […]

O PL terá a maior parcela do Fundo Especial de Financiamento de Campanha nas eleições de 2026. A legenda terá direito a cerca de R$ 881,7 milhões dos quase R$ 5 bilhões de recursos públicos destinados ao financiamento das campanhas.

A definição ocorre após o Tribunal Superior Eleitoral encerrar, na última terça-feira (18), uma ação apresentada pelo PT que questionava parte do cálculo da distribuição. A desistência do partido permitiu a liberação de aproximadamente R$ 2,3 bilhões que estavam retidos enquanto o processo permanecia pendente.

O PT terá a segunda maior parcela do fundo, com R$ 615,4 milhões. Na sequência aparecem União Brasil, com R$ 526,2 milhões; PSD, com R$ 421 milhões; e PP, com R$ 417 milhões.

Os cinco maiores valores são:

PL: R$ 881,7 milhões;
PT: R$ 615,4 milhões;
União Brasil: R$ 526,2 milhões;
PSD: R$ 421 milhões;
PP: R$ 417 milhões.

Somados, PL e PT concentram aproximadamente R$ 1,5 bilhão, o equivalente a 30,2% dos R$ 4,961 bilhões disponíveis no Fundo Eleitoral deste ano.

Por que parte do dinheiro estava retida?

O PT havia recorrido ao TSE para questionar o número de deputados considerado no cálculo de uma das parcelas do fundo. A legenda defendia que fossem contabilizados 69 deputados federais eleitos em 2022, e não 68.

Se a tese fosse aceita, a parcela total destinada ao partido poderia subir dos atuais R$ 615,4 milhões para cerca de R$ 620 milhões.

Como 48% do Fundo Eleitoral são distribuídos proporcionalmente ao número de representantes eleitos para a Câmara dos Deputados, uma eventual alteração no cálculo do PT afetaria também os valores destinados às demais legendas.

Durante o julgamento, a ministra Estela Aranha pediu vista, interrompendo a análise. Posteriormente, o PT desistiu da ação, e o processo foi extinto sem julgamento do mérito. Com isso, foi mantida a divisão divulgada pelo TSE em junho.

Como funciona a divisão

O Fundo Eleitoral é formado por recursos públicos e será de R$ 4.961.519.777 nas eleições deste ano.

Pela legislação, 2% são divididos igualmente entre os partidos registrados no TSE; 35% levam em conta os votos obtidos pelas legendas na última eleição para a Câmara; 48% são distribuídos conforme o número de deputados federais eleitos; e 15% consideram a representação partidária no Senado.

Fonte: CNN Brasil

Imqgem: Reprodução

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As investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o financiamento do filme “Dark Horse”, sobre a trajetória de Jair Bolsonaro (PL), passaram a alimentar uma nova frente de confronto entre oposição e governo durante a campanha eleitoral. De um lado, parlamentares da oposição […]

As investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o financiamento do filme “Dark Horse”, sobre a trajetória de Jair Bolsonaro (PL), passaram a alimentar uma nova frente de confronto entre oposição e governo durante a campanha eleitoral.

De um lado, parlamentares da oposição articulam a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar suspeitas relacionadas a Lulinha. Do outro, integrantes da base governista cobram esclarecimentos sobre recursos destinados à produção da cinebiografia de Bolsonaro e a possível participação do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) nas tratativas.

Lulinha é investigado pela Polícia Federal em três inquéritos que apuram suspeitas de tráfico de influência e corrupção envolvendo interesses de empresas junto ao governo federal. As apurações estão em andamento e não representam condenação.

Entre as frentes investigadas está a suspeita de atuação de Lulinha e da lobista Roberta Luchsinger em favor de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, em possíveis negócios relacionados ao Ministério da Saúde e a medicamentos à base de canabidiol.

O presidente Lula tem afirmado publicamente que o filho deve permanecer à disposição das autoridades e responder por seus atos caso alguma irregularidade seja comprovada.

Oposição busca CPMI

No Congresso, o senador Carlos Viana (PSD-MG) iniciou a coleta de assinaturas para uma CPMI destinada a investigar as suspeitas envolvendo Lulinha.

Para que o requerimento possa ser apresentado, são necessárias as assinaturas de pelo menos 27 senadores e 171 deputados federais. Flávio Bolsonaro está entre os parlamentares que apoiaram a iniciativa.

Viana também pediu à Polícia Federal informações sobre a localização de Lulinha, que vive em Madri, na Espanha, e solicitou ao Supremo Tribunal Federal a preservação de provas relacionadas às investigações.

O senador anunciou ainda que pretende apresentar pedido para convocar o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para prestar esclarecimentos sobre possíveis tratativas envolvendo interesses privados dentro da pasta.

Mesmo com a obtenção das assinaturas necessárias, a instalação de uma CPMI depende de procedimentos no Congresso e pode encontrar dificuldades durante o período eleitoral, quando as atividades legislativas costumam ser reduzidas.

Governo volta atenção para “Dark Horse”

Enquanto a oposição concentra esforços sobre Lulinha, integrantes da base governista retomaram questionamentos sobre o financiamento de “Dark Horse”.

A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), encaminhou ofícios à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República solicitando informações sobre investigações relacionadas ao financiamento do filme.

As tratativas para a produção envolveriam até R$ 134 milhões. Desse montante, aproximadamente R$ 61 milhões teriam sido efetivamente destinados ao projeto pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

Em julho, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a abertura de inquérito para apurar os repasses. A investigação busca esclarecer a origem e o destino dos recursos e se houve eventual irregularidade ou contrapartida relacionada a Flávio Bolsonaro.

A existência de uma investigação não significa que os envolvidos tenham cometido crime.

Flávio afirmou anteriormente que os valores recebidos foram destinados integralmente à produção do filme e declarou disposição para tornar público o contrato relacionado ao financiamento. A prestação de contas mencionada pelo senador, porém, ainda não havia sido divulgada publicamente até a publicação das informações.

Disputa chega à campanha presidencial

Os dois casos passaram também a integrar a estratégia eleitoral dos principais grupos políticos.

O Datafolha divulgado na sexta-feira (21) mostrou Lula com 39% das intenções de voto no primeiro turno e Flávio Bolsonaro com 33%. As campanhas acompanham a repercussão das investigações e seus possíveis efeitos sobre o eleitorado.

As apurações envolvendo Lulinha e o financiamento de “Dark Horse” permanecem em andamento e, até o momento, não há conclusão definitiva sobre eventual responsabilidade criminal nos casos.

Fonte: CNN Brasil
Imagem: Reprodução

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O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu neste sábado (22), uma agenda de campanha que passou pela Mata Sul e terminou com atos políticos no Recife e em Olinda. Ao longo do dia, João apresentou propostas, fez críticas à gestão da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) e participou do […]

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu neste sábado (22), uma agenda de campanha que passou pela Mata Sul e terminou com atos políticos no Recife e em Olinda. Ao longo do dia, João apresentou propostas, fez críticas à gestão da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) e participou do lançamento de candidaturas de aliados à Assembleia Legislativa.

Em Tamandaré, após compromissos também realizados em Ribeirão e Xexéu, João participou de uma caminhada e de um ato político com lideranças locais e integrantes de sua chapa.

Durante o discurso, o candidato voltou a criticar o uso de uma aeronave oficial do Governo de Pernambuco em deslocamentos de Raquel e de integrantes da administração estadual.

A crítica envolve um King Air 260 adquirido pelo Estado por R$ 64,3 milhões, com recursos da Secretaria de Defesa Social, e equipado para operações aeromédicas. A aeronave também foi utilizada em viagens oficiais da governadora.

Quando o caso ganhou repercussão, o Governo de Pernambuco negou desvio de finalidade e afirmou que a frota aérea estadual pode ser empregada em atividades administrativas, de saúde e de segurança pública, dentro das normas previstas.

João também retomou propostas apresentadas durante a campanha, entre elas a isenção do IPVA para motocicletas de até 180 cilindradas e a suspensão da cobrança da conta de água para famílias inscritas na tarifa social durante períodos de rodízio no abastecimento.

Na área econômica, defendeu ampliar para outros municípios da Mata Sul os efeitos da atividade do Complexo Industrial Portuário de Suape, com foco na atração de investimentos e geração de empregos.

A agenda em Tamandaré reuniu o prefeito Carrapicho (Republicanos), o vice-prefeito Irmão Valdi (PSB), o candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), a candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), o deputado estadual Romero Sales Filho (PSD) e outras lideranças.

À noite, João seguiu para Santo Amaro, no Recife, onde participou do lançamento da candidatura de Ivete Caetano (PT) a deputada estadual. O ato reuniu candidatos, militantes, representantes de movimentos sociais e nomes da cultura pernambucana.

Durante o encontro, João voltou a associar sua candidatura à campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e defendeu a eleição de aliados para a Assembleia Legislativa.

A senadora Teresa Leitão (PT) também participou do evento. Ivete apresentou educação, saúde e valorização dos serviços públicos entre os temas que pretende levar para sua campanha à Alepe.

Depois, João seguiu para Olinda, onde participou do lançamento da candidatura de Vini Castello (PCdoB) a deputado estadual, no Largo do Amparo.

Ex-vereador e candidato à Prefeitura de Olinda em 2024, Vini disputa uma vaga na Assembleia Legislativa. O ato contou ainda com a presença de Marília Arraes, da ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos (PCdoB), e de outras lideranças políticas.

Nos compromissos da noite, João reforçou a vinculação de sua chapa estadual com Lula e com os partidos que integram a Frente Popular de Pernambuco.

Fotos: Marlon Diego

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A pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira (21), também detalhou como os principais candidatos à Presidência da República se saem entre diferentes segmentos do eleitorado. Os recortes consideram região, gênero, idade, renda, escolaridade, religião, raça e posicionamento político. Os dados são referentes ao cenário de primeiro turno que inclui Pablo Marçal (PRTB). Nesse cenário geral, Lula […]

A pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira (21), também detalhou como os principais candidatos à Presidência da República se saem entre diferentes segmentos do eleitorado. Os recortes consideram região, gênero, idade, renda, escolaridade, religião, raça e posicionamento político.

Os dados são referentes ao cenário de primeiro turno que inclui Pablo Marçal (PRTB). Nesse cenário geral, Lula (PT) aparece com 39% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro (PL), com 32%. Como a margem de erro varia de acordo com cada segmento pesquisado, diferenças pequenas dentro dos grupos devem ser interpretadas com cautela.

Nordeste concentra maior vantagem de Lula

O Nordeste é a região em que Lula apresenta seu melhor desempenho. O presidente registra 52% das intenções de voto, contra 24% de Flávio Bolsonaro.

Nas demais regiões, os números ficam mais próximos. No Sudeste, Flávio aparece com 35% e Lula, com 34%. No Sul, são 38% para Flávio e 35% para Lula. No recorte que reúne Norte e Centro-Oeste, Flávio tem 35% e Lula, 34%.

Entre as mulheres, Lula registra 42% das intenções de voto, contra 28% de Flávio. Entre os homens, Flávio aparece numericamente à frente, com 36%, enquanto Lula tem 35%.

Renda e escolaridade mostram diferenças

Entre os eleitores com renda de até dois salários mínimos, Lula tem 46% e Flávio Bolsonaro, 26%.

O cenário se inverte nas faixas de renda superiores. Entre quem recebe mais de dois e até cinco salários mínimos, Flávio registra 38%, contra 30% de Lula. Acima de cinco salários mínimos, o candidato do PL tem 42%, e Lula, 35%.

Também há diferenças conforme a escolaridade. Lula chega a 50% entre eleitores com ensino fundamental, enquanto Flávio tem 24%.

Entre aqueles com ensino médio, Flávio registra 38% e Lula, 33%. No ensino superior, Lula aparece com 37% e Flávio, com 32%.

Católicos e evangélicos apresentam cenários distintos

A religião é um dos recortes com diferenças mais acentuadas.

Entre os católicos, Lula registra 46% das intenções de voto, contra 27% de Flávio Bolsonaro.

Entre os evangélicos, ocorre o inverso: Flávio aparece com 47%, enquanto Lula tem 23%.

Por idade, Lula registra 36% entre eleitores de 16 a 24 anos, contra 32% de Flávio. Nesse grupo, Renan Santos (Missão) alcança 11%, seu maior percentual entre as faixas etárias divulgadas.

Lula amplia sua vantagem entre os eleitores mais velhos. Na faixa de 45 a 59 anos, tem 40%, contra 31% de Flávio. Entre pessoas com 60 anos ou mais, registra 45%, enquanto o candidato do PL tem 32%.

Diferenças também aparecem no recorte por raça

Entre eleitores que se declaram pretos, Lula tem 47% e Flávio Bolsonaro, 28%. Entre pardos, os percentuais são de 40% e 30%, respectivamente.

Entre os brancos, Flávio aparece numericamente com 36%, contra 35% de Lula.

Polarização aparece entre eleitores alinhados

O levantamento também dividiu os entrevistados conforme o posicionamento político.

Entre os classificados como petistas, Lula registra 80% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro, 5%.

Entre os bolsonaristas, Flávio tem 74%, enquanto Lula aparece com 5%.

Já entre os eleitores classificados como não alinhados, a disputa fica mais dispersa. Flávio registra 21%, Lula, 19%, Renan Santos, 10%, Ronaldo Caiado (PSD), 7%, Romeu Zema (Novo), 6%, e Pablo Marçal, 5%.

O Datafolha ouviu 2.058 pessoas com 16 anos ou mais. O nível de confiança é de 95%, e a margem de erro varia conforme o segmento analisado.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04496/2026. 

Fonte: g1
Imagem: Reprodução

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A Coluna perguntou ao diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, qual sua visão sobre a pesquisa Datafolha, divulgada na noite da última sexta-feira. Ronald confirma a percepção de que o efeito psicológico da pesquisa favoreceu Raquel Lyra e seus aliados. Isso porque mesmo a manutenção média da vantagem – eram 6%, hoje 7% – mantém […]

A Coluna perguntou ao diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, qual sua visão sobre a pesquisa Datafolha, divulgada na noite da última sexta-feira.

Ronald confirma a percepção de que o efeito psicológico da pesquisa favoreceu Raquel Lyra e seus aliados.

Isso porque mesmo a manutenção média da vantagem – eram 6%, hoje 7% – mantém a impressão de quadro inalterado e, pela primeira vez, com sua liderança além da margem de erro.

“Sob o aspecto psicológico, a pesquisa é muito positiva pra governadora. É a primeira pesquisa após a virada onde ela lidera fora da margem de erro”.

Ele diz que outro dado positivo é que ela tem aprovação de 66%, com ótimo e bom de 50%. “Isso cria uma espécie de escudo em relação aos questionamentos da oposição.

Claro, Ronald destaca que isso não tira o equilíbrio da disputa e que João está confiando em fatos como a vinda de Lula e o início do guia no rádio e na TV. “Vai apostar numa total vinculação com o Lulismo, numa vinda do presidente a Pernambuco, no guia eleitoral pra fazer uma defesa da gestão dele no Recife e no Eduardismo, já que pra muitos pernambucanos , Eduardo foi o maior governador da história de Pernambuco”.

Para Falabella, se isso será capaz de transpor o escudo que Raquel criou com avaliação de governo, com o discurso de “pernambuquismo”, até explorando a relação com Lula, só o curso da campanha vai dizer. “Há de se considerar também o imponderável da política, um fato novo, por exemplo”.

“Hoje, de fato essa pesquisa gera um ambiente de favoritismo, algo normal para o número. Acredito entretanto que o processo continuará com esse equilíbrio até o final. Na indica que ela vai alargar essa diferença”.

Ronald teve o cuidado de fazer a conta de quantos votos essa diferença representa hoje: cerca de 400 mil votos.

Onde estão os debates de Pernambuco?

No Estado,  há muita expectativa para os debates com candidatos ao governo do Estado. A Band Tribuna não foi inclusa na primeira rodada de embates. A expectativa é de que haja pelo menos dois debates televisivos e quatro em rádios,  dois no Recife e dois em Caruaru.

Resposta

O opositor Gleibson Martins foi dizer na Rádio Pajeú que a candidatura de Anchieta Patriota foi criada “pra encher linguiça”. A fala gerou uma reação de aliados do candidato socialista Federal,  que já pediu direito de resposta para esta segunda,  no mesmo horário.

Fogo cruzado 

Pegou fogo o debate entre os coordenadores das campanhas de Raquel Lyra,  Fredson Britto,  e João Campos,  Adelmo Moura,  no programa Pajeú nas Eleições, com Juliana Lima. Sobrou até pra Eduardo Campos. Adelmo fez a defesa do falecido governador e seu investimento na saúde. Fredson entretanto,  disse que ele não fez reformas no nível de Raquel na Restauração,  Otávio de Freitas e outras unidades. Rolou até cantada de aposta:

“Bem vindos ao clube”

Nos grupos de Afogados,  bolsonaristas comemoraram o anúncio dos vereadores governistas. Como o Corujão do Pepeu antecipou e o blog confirmou, estarão com Mendonça Vicentinho,  Gal Mariano, Mário Martins,  Cícero Miguel,  Cancão, Douglas Eletricista e Simone da Feira. Mendonça promete ser o calo pernambucano de Lula no Senado,  caso o presidente seja reeleito. Em uma rede social,  o candidato a Deputado Wellington Júnior,  da direita,  ironizou: “viraram fascistas?”

Burburinho

Nas redes sociais,  aliados de Zé Negão lamentaram sua ausência no adesivaço de Danilo Simões,  candidato a Federal,  ontem. Segundo aliados de Danilo, Edson Henrique participou normalmente da atividade. Também que a agenda foi planejada poucas horas antes da atividade. Há uma divisão nos Estaduais dos dois: Zé e Edson com Marconi e Danilo com Romero Sales Filho.

Os folclóricos 

Nomes curiosos de candidatos esse ano: Já Morreu (PSB), Caio Marx (PSTU), Taxista Samurai (PDT), Flávio Caça Rato (MDB), Galo Cego (PSD), Bhio de Dois Leões (REDE), Irmão Bob do Taxi (PSB) e Carneirinho Defensor dos Motor (DC).

O debate de Arcoverde 

Arcoverde também é uma das cidades divididas entre votar em nomes alinhados com o prefeito Zeca Cavalcanti, que apoia Gustavo e Marcelo Gouveia, e a garantia de elegibilidade, contra os nomes da terra, Luciano Pacheco,  Israel Guerra,  João do Skate, Olavo Bandeira e Já Morreu. Os da terra chamam os nomes governistas de “forasteiros”. Em troca,  Célia Galindo,  aliada de Zeca, diz que “da terra só minhoca”.

Frase da semana:

“Eu aposto R$ 10 mil como tem gente agora nos corredores da Restauração”.

De Adelmo Moura, do PSB, desafiando Fredson Britto (Republicanos) na Rádio Pajeú. “Qual foi a reforma de hospital que ele (Eduardo) fez?” – cutucou Fredson.

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu agenda de campanha neste sábado (22), em Xexéu, na Mata Sul. Durante a passagem pelo município, participou de caminhada, adesivaço, ato político e encontro com lideranças locais. No discurso, João voltou a defender uma eventual atuação conjunta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva […]

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu agenda de campanha neste sábado (22), em Xexéu, na Mata Sul. Durante a passagem pelo município, participou de caminhada, adesivaço, ato político e encontro com lideranças locais.

No discurso, João voltou a defender uma eventual atuação conjunta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) caso seja eleito governador e apresentou propostas relacionadas à geração de empregos, abastecimento de água e redução de impostos.

Entre as medidas citadas está a isenção do IPVA para motocicletas de até 180 cilindradas. A proposta já havia sido apresentada anteriormente pelo candidato e, segundo ele, seria aplicada a todos os veículos enquadrados nessa faixa.

João também mencionou a política que denomina “sem água, sem conta”, direcionada a famílias inscritas na tarifa social que enfrentem períodos de rodízio no abastecimento, e defendeu ampliar os efeitos econômicos da atividade do Porto de Suape para outras áreas do Estado.

Na área econômica, o candidato afirmou que pretende estimular a chegada de indústrias e ampliar oportunidades de emprego no interior e na Mata Sul.

Durante a agenda, João voltou a associar sua candidatura à de Lula. “Teremos a oportunidade de fazer um grande trabalho tendo, pela última vez, Lula como presidente e estando ao lado dele”, afirmou.

João foi recebido por Pino Mendes, liderança política local. Também participaram da agenda o candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), a candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), o deputado federal Pedro Campos (PSB) e o deputado estadual Junior Matuto (Republicanos).

A passagem por Xexéu fez parte do roteiro de campanha de João Campos pela Mata Sul neste sábado.

Foto: Marlon Diego

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A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou, na sexta-feira (21), de um ato político em Itapissuma, no Litoral Norte de Pernambuco. A agenda ocorreu no Pátio Municipal de Eventos Dona Irene, durante a inauguração do comitê de campanha de Zé de Irmã Têca (PSD), candidato a deputado estadual. Durante o encontro, Raquel […]

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou, na sexta-feira (21), de um ato político em Itapissuma, no Litoral Norte de Pernambuco. A agenda ocorreu no Pátio Municipal de Eventos Dona Irene, durante a inauguração do comitê de campanha de Zé de Irmã Têca (PSD), candidato a deputado estadual.

Durante o encontro, Raquel apresentou ações e projetos de sua gestão direcionados ao município e à região. Entre os investimentos citados estão o Hospital da Mulher, uma Escola Técnica Estadual, o Mercado Público, creches e intervenções nas rodovias PE-031 e PE-035.

A candidata também mencionou ações nas áreas de saúde, habitação, iluminação pública, recursos hídricos, desenvolvimento econômico e assistência social, além dos programas Cozinha Comunitária e Mães de Pernambuco.

Em seu discurso, Raquel associou as obras e projetos à estratégia de ampliar os investimentos estaduais no Litoral Norte e afirmou que pretende dar continuidade às ações em um eventual segundo mandato.

O ato também contou com as presenças dos candidatos ao Senado Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula (PSD), e do deputado federal e candidato à reeleição Clodoaldo Magalhães (PV).

Ex-prefeito de Itapissuma, Zé de Irmã Têca destacou durante o evento a parceria política com Raquel. O atual prefeito do município, Júnior de Irmã Têca, também participou da agenda.

O candidato a deputado federal MC Leozinho (PSDB) e outras lideranças políticas locais e estaduais estiveram no encontro.

Foto: Beto Figueiroa

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A Justiça de Pernambuco condenou Davi Fernando Ferreira Graciano a 22 anos e dois meses de prisão pelo homicídio do colunista social Antônio Marcolino de Barros Filho, conhecido como Marcolino Júnior. O julgamento ocorreu na sexta-feira (21), na 4ª Vara do Tribunal do Júri da Capital, no Recife. Davi foi condenado por homicídio triplamente qualificado. […]

A Justiça de Pernambuco condenou Davi Fernando Ferreira Graciano a 22 anos e dois meses de prisão pelo homicídio do colunista social Antônio Marcolino de Barros Filho, conhecido como Marcolino Júnior. O julgamento ocorreu na sexta-feira (21), na 4ª Vara do Tribunal do Júri da Capital, no Recife.

Davi foi condenado por homicídio triplamente qualificado. De acordo com o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), foram reconhecidas as qualificadoras de paga ou promessa de recompensa, emprego de meio cruel e recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima.

O crime aconteceu em 16 de abril de 2016, em Caruaru. Segundo a denúncia do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Davi trabalhava para Marcolino e teria contratado Rafael Leite da Silva por R$ 14 mil para executar o crime.

A acusação sustentou que Davi tinha acesso a informações financeiras do colunista e estaria insatisfeito com a remuneração que recebia. Antes do resultado do julgamento, a defesa contestou essa versão. O advogado Madson Aquino afirmou que Davi era ajudado financeiramente por Marcolino e não tinha acesso ao dinheiro da vítima.

Rafael Leite da Silva, apontado como executor do homicídio, já havia sido julgado em junho de 2017 pelo Tribunal do Júri de Caruaru e condenado a 30 anos e cinco meses de prisão por homicídio triplamente qualificado.

As investigações começaram após o desaparecimento de Marcolino, então com 46 anos, em 16 de abril de 2016. O corpo foi encontrado dois dias depois, na zona rural de Sairé, no Agreste de Pernambuco.

Segundo a investigação policial, Rafael foi localizado quando tentava vender o carro da vítima em Caruaru. A apuração levou posteriormente a Davi, que trabalhava como assessor pessoal do colunista.

Com o julgamento de sexta-feira, os dois denunciados pelo Ministério Público por participação no homicídio de Marcolino Júnior já foram submetidos ao Tribunal do Júri.

Fonte: g1

Imagem: Reprodução

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A cerca de seis semanas do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro, os planos de governo dos candidatos à Presidência já permitem identificar diferenças importantes sobre política fiscal, investimentos públicos, privatizações, tributação e participação do Estado na economia. Entre os candidatos mais bem posicionados nas pesquisas, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), […]

A cerca de seis semanas do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro, os planos de governo dos candidatos à Presidência já permitem identificar diferenças importantes sobre política fiscal, investimentos públicos, privatizações, tributação e participação do Estado na economia.

Entre os candidatos mais bem posicionados nas pesquisas, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) apresentam caminhos distintos para as contas públicas e o crescimento econômico.

Lula: investimento público e manutenção do arcabouço fiscal

O programa de Lula prevê a manutenção do arcabouço fiscal aprovado em 2023, combinada com investimentos públicos e privados como instrumentos de crescimento.

O plano inclui a continuidade dos investimentos do Novo PAC em áreas como infraestrutura, habitação, saneamento e energia, além da política Nova Indústria Brasil, voltada à industrialização, inovação e transição energética.

Na área social, a proposta mantém a política de valorização real do salário mínimo e programas de transferência de renda. O documento também defende revisão de renúncias tributárias, combate à evasão fiscal e participação de bancos públicos e estatais no financiamento da atividade econômica.

Flávio Bolsonaro: cortes de despesas e redução de impostos

O programa de Flávio Bolsonaro tem como um dos principais eixos o ajuste das contas públicas por meio da redução de despesas e da revisão do tamanho e das funções do Estado.

A proposta prevê revisão de gastos obrigatórios e discricionários, mudanças nas regras fiscais e busca por superávits primários. O plano também estabelece como meta alcançar crescimento econômico sustentado de 4% ao ano ao longo da próxima década, com maior participação do investimento privado.

Na política tributária, Flávio propõe reduzir impostos sobre produção e consumo e revisar pontos da reforma tributária, incluindo a alíquota do novo Imposto sobre Valor Agregado (IVA). O documento não apresenta uma estimativa consolidada dos efeitos fiscais das reduções tributárias propostas.

Zema: privatizações e redução do tamanho do Estado

Romeu Zema apresenta um programa baseado na redução da presença direta do Estado na economia, com privatizações, concessões e parcerias público-privadas.

O plano também propõe reforma administrativa, redução do número de ministérios e cargos, revisão de despesas obrigatórias e mudanças previdenciárias envolvendo União, estados e municípios.

Outra frente é o combate aos chamados supersalários no serviço público, com propostas para limitar benefícios e verbas que ultrapassem o teto constitucional.

Caiado: controle da dívida e parcerias com setor privado

Ronaldo Caiado propõe uma estratégia fiscal de médio e longo prazo destinada a estabilizar a dívida pública em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) e recuperar resultados primários positivos.

O programa prevê revisão de subsídios e benefícios tributários, controle das despesas obrigatórias e medidas contra pagamentos acima do teto constitucional.

Na área de investimentos, Caiado defende concessões, parcerias público-privadas e maior participação do capital privado, mantendo investimentos públicos considerados estratégicos.

Renan Santos: mudança das regras fiscais e desindexação

Renan Santos propõe apresentar uma PEC de Transição no início de um eventual governo para substituir o atual arcabouço fiscal por regras mais rígidas de controle dos gastos.

Entre as propostas estão a desindexação de benefícios previdenciários e assistenciais em relação ao salário mínimo, mudanças nos pisos de saúde e educação, revisão do abono salarial e redução de renúncias fiscais.

O programa também inclui reforma administrativa, revisão das emendas parlamentares e medidas para limitar o crescimento das despesas obrigatórias.

As diferenças apresentadas nos planos colocam no centro da disputa econômica temas como o tamanho do Estado, o equilíbrio das contas públicas, o papel das estatais, o volume de investimentos governamentais e a participação do setor privado na estratégia de crescimento do país.

Fonte: Metrópoles

Imagem: Reprodução

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Do PB Agora O candidato a deputado federal Ricardo Coutinho (PT) foi alvo de uma situação de ameaça na noite desta sexta-feira (21), durante a inauguração de seu comitê de campanha, no bairro dos Bancários, em João Pessoa. Um homem armado tentou entrar no local e, segundo relatos de integrantes da organização do evento, teria […]

Do PB Agora

O candidato a deputado federal Ricardo Coutinho (PT) foi alvo de uma situação de ameaça na noite desta sexta-feira (21), durante a inauguração de seu comitê de campanha, no bairro dos Bancários, em João Pessoa. Um homem armado tentou entrar no local e, segundo relatos de integrantes da organização do evento, teria apontado uma arma em direção ao ex-governador.

De acordo com informações divulgadas após o ocorrido, o suspeito se identificou como policial e estaria portando uma arma de fogo e uma faca. Ele teria sido contido por integrantes da equipe e pessoas que participavam do ato, sendo posteriormente entregue à Polícia Militar.

O homem foi preso e encaminhado à Central de Polícia de João Pessoa. Ainda conforme os relatos, durante a ocorrência foi constatado que a arma de fogo era, na verdade, um simulacro. Ricardo Coutinho deixou o evento e também compareceu à delegacia para prestar esclarecimentos sobre o episódio. As circunstâncias e a motivação da ameaça deverão ser investigadas pelas autoridades policiais.

Após o episódio, o Partido dos Trabalhadores se manifestou sobre o ocorrido e repudiou a ameaça contra Ricardo Coutinho durante a atividade de campanha.

Em nota, a legenda classificou o episódio como grave e afirmou que atos de violência e intimidação não podem fazer parte do processo eleitoral. O partido também reforçou a defesa da democracia e do direito de candidatos e militantes realizarem suas atividades políticas com segurança.

O caso ocorre em meio ao início da campanha eleitoral de 2026. Ricardo Coutinho é candidato a deputado federal pela Paraíba pelo PT, com o número 1313. A ocorrência deverá ser apurada pelas autoridades para esclarecer a intenção do suspeito, as circunstâncias da abordagem e eventual responsabilização pelas ameaças.

 

A senadora Teresa Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado, afirmou que a articulação governista vai buscar acelerar a análise das propostas que tratam do fim da escala de trabalho 6×1 e de mudanças na segurança pública. As duas PECs foram encaminhadas nesta sexta-feira (21) à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) pelo presidente […]

A senadora Teresa Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado, afirmou que a articulação governista vai buscar acelerar a análise das propostas que tratam do fim da escala de trabalho 6×1 e de mudanças na segurança pública. As duas PECs foram encaminhadas nesta sexta-feira (21) à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

A PEC 221/2019, que trata da jornada de trabalho, terá como relator o senador Omar Aziz (PSD-AM). Já a PEC 18/2025, da Segurança Pública, ficará sob a relatoria de Rogério Carvalho (PT-SE). As duas matérias estão entre as prioridades anunciadas pelo governo federal para a agenda legislativa.

Segundo Teresa, a intenção agora é conversar com o presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), para tentar avançar na votação durante o próximo período de esforço concentrado do Senado.

“Agora nós vamos conversar com o presidente da CCJ, o senador Otto Alencar, para agilizar e, no esforço concentrado, a gente votar essas matérias”, afirmou.

A PEC 221/2019 foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio e reduz de 44 para 40 horas a duração máxima da jornada semanal, sem redução salarial. O texto estabelece dois dias de repouso remunerado por semana, um deles preferencialmente aos domingos, substituindo, na prática, a escala de seis dias de trabalho por um de descanso.

A mudança seria gradual. Pelo texto aprovado pelos deputados, 60 dias após a eventual promulgação, a jornada máxima cairia para 42 horas semanais. Após 12 meses, passaria definitivamente para 40 horas. A proposta também prevê regras específicas para determinados regimes de trabalho.

A PEC da Segurança Pública, por sua vez, foi aprovada pela Câmara em março. De iniciativa do Poder Executivo, a proposta reorganiza pontos do sistema de segurança pública, trata da integração e do compartilhamento de informações entre os órgãos e altera regras de financiamento do setor.

O envio à CCJ abre uma nova etapa da tramitação. Os relatores deverão apresentar pareceres, que serão submetidos ao colegiado. Se aprovadas na comissão, as PECs ainda precisarão passar por dois turnos de votação no Plenário do Senado, com pelo menos 49 votos favoráveis em cada turno.

Da redação do Blog do Nill Júnior
Foto: Ricardo Stuckert

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Assim como Raquel, Ciro não declara voto pra presidente

O candidato ao Governo do Ceará Ciro Gomes (PSDB) rebateu, nesta sexta-feira (21), as declarações do governador Elmano de Freitas (PT) sobre a presença de aliados bolsonaristas em sua campanha. Durante carreata no bairro José Walter, em Fortaleza, Ciro afirmou que não esconde os apoios recebidos e defendeu que a disputa estadual seja separada da […]

O candidato ao Governo do Ceará Ciro Gomes (PSDB) rebateu, nesta sexta-feira (21), as declarações do governador Elmano de Freitas (PT) sobre a presença de aliados bolsonaristas em sua campanha. Durante carreata no bairro José Walter, em Fortaleza, Ciro afirmou que não esconde os apoios recebidos e defendeu que a disputa estadual seja separada da eleição presidencial.

A manifestação ocorreu um dia depois de Elmano, candidato à reeleição, afirmar durante sabatina do PontoPoder que Ciro estaria à frente de uma “campanha dos bolsonaristas” e tentaria esconder essa composição política. O petista citou, entre outros aliados do adversário, candidatos ao Senado vinculados à oposição estadual.

Ciro respondeu que a aliança formada em torno de sua candidatura reúne grupos com posições diferentes na disputa nacional. Ele citou como exemplos Mauro Benevides Filho, coordenador de seu programa de governo e eleitor declarado de Lula; o deputado federal Alcides Fernandes (PL), aliado do bolsonarismo e candidato ao Senado; e apoiadores de Ronaldo Caiado (PSD).

“Eu não quero mais participar do debate nacional. Saí dele machucado, humilhado, e entendi que podia voltar a prestar um grande serviço à minha comunidade, no meu estado”, afirmou Ciro.

O tucano, que concorreu à Presidência da República quatro vezes, sustentou que pretende deixar seus eleitores livres para escolher o candidato presidencial que preferirem. Na eleição de 2022, Ciro disputou o Planalto contra Lula e Jair Bolsonaro e fez oposição às duas candidaturas.

A composição da oposição cearense reúne partidos e lideranças que não necessariamente seguem a mesma candidatura presidencial. Para Ciro, a decisão foi deixar essas diferenças em segundo plano para formar uma aliança voltada à disputa pelo Governo do Estado.

Elmano, por outro lado, tem usado a vinculação nacional como elemento da campanha. O governador apoia a candidatura de Lula à reeleição e argumenta que a composição adversária aproxima Ciro de setores ligados ao bolsonarismo.

Durante a agenda desta sexta, Ciro afirmou ainda que vê a polarização nacional de forma negativa e voltou a defender que o eleitor tenha liberdade para combinar votos entre candidatos de diferentes campos políticos.

Da redação do Blog do Nill Júnior
Fonte: Diário do Nordeste/PontoPoder | Foto: Reprodução

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Aprovação de Raquel é de 66%, diz Datafolha

O trabalho da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra é aprovado por 66%, diz pesquisa Datafolha. Desaprovam 29%. Não sabem/não opinaram: 5%. Em se tratando de avaliação, ela é ótima ou boa para 50%; regular: 30%, ruim ou péssima para 18%. Não sabem 2%. A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal […]

O trabalho da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra é aprovado por 66%, diz pesquisa Datafolha.

Desaprovam 29%. Não sabem/não opinaram: 5%.

Em se tratando de avaliação, ela é ótima ou boa para 50%; regular: 30%, ruim ou péssima para 18%. Não sabem 2%.

A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Foram entrevistadas 1.204 pessoas entre os dias 18 e 20 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa é PE-01528/2026.

Datafolha: Lula tem 39% e Flávio Bolsonaro, 33%, na disputa pela Presidência

O Datafolha divulgou nesta sexta-feira (21), os números mais recentes da disputa pela Presidência da República. O levantamento é o primeiro do instituto realizado após o início oficial da campanha eleitoral e mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente no cenário de primeiro turno. Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos […]

O Datafolha divulgou nesta sexta-feira (21), os números mais recentes da disputa pela Presidência da República. O levantamento é o primeiro do instituto realizado após o início oficial da campanha eleitoral e mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente no cenário de primeiro turno.

Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Lula tem 39% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro (PL), 33%. A diferença entre os dois é de seis pontos percentuais. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com 5%; Renan Santos (Missão), com 4%; Romeu Zema (Novo), com 3%; e Augusto Cury (Avante), com 2%.

Samara Martins (UP), Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata) e Edmilson Costa (PCB) têm 1% cada. Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) não pontuaram. Brancos, nulos ou nenhum somam 6%, enquanto 4% estão indecisos.

Cenário com Pablo Marçal

O instituto também testou um cenário incluindo Pablo Marçal (PRTB), cuja situação eleitoral ainda depende de decisão definitiva da Justiça Eleitoral.

Nesse cenário, Lula permanece com 39% e Flávio Bolsonaro registra 32%. Caiado tem 5%; Renan Santos, 4%; Zema, 3%; e Marçal e Augusto Cury aparecem com 2% cada.

Segundo o Datafolha, a presença de Marçal não provoca alteração significativa no quadro geral da disputa.

Espontânea e rejeição

Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados não recebem uma lista de candidatos, Lula aparece com 32% e Flávio Bolsonaro, com 19%. Jair Bolsonaro, que não é candidato, é citado por 3% dos entrevistados. Outros 32% não souberam responder.

O levantamento aponta ainda que 72% dos eleitores dizem estar totalmente decididos sobre o voto para presidente, enquanto 27% afirmam que ainda podem mudar de escolha.

Na rejeição, Flávio Bolsonaro aparece com 46%, seguido por Lula, com 45%. Pablo Marçal registra 22%; Romeu Zema, 16%; Renan Santos e Ronaldo Caiado, 14% cada.

Segundo turno

O Datafolha também realizou quatro simulações de segundo turno.

Contra Flávio Bolsonaro, Lula aparece com 47%, enquanto o candidato do PL tem 43%. Brancos, nulos ou nenhum somam 9% e 2% estão indecisos.

Em um confronto com Ronaldo Caiado, Lula tem 47% e o candidato do PSD, 40%. Contra Renan Santos, o resultado é de 47% a 37%. Na simulação com Romeu Zema, Lula registra 48% e o candidato do Novo, 38%.

A pesquisa foi contratada pela Globo e pela Folha de S.Paulo. O Datafolha entrevistou 2.058 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 18 e 20 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04496/2026.

Da redação do Blog do Nill Júnior                            Imagem: Reprodução

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O Datafolha divulgou nesta sexta-feira (21) os números mais recentes da disputa pelo Governo de Pernambuco. O levantamento é o primeiro do instituto publicado após o início oficial da campanha eleitoral, no último domingo (16). Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, a governadora Raquel Lyra (PSD) aparece com 47% […]

O Datafolha divulgou nesta sexta-feira (21) os números mais recentes da disputa pelo Governo de Pernambuco. O levantamento é o primeiro do instituto publicado após o início oficial da campanha eleitoral, no último domingo (16).

Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, a governadora Raquel Lyra (PSD) aparece com 47% das intenções de voto, enquanto João Campos (PSB) registra 40%.

A diferença entre os dois é de sete pontos percentuais. A margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na sequência aparecem Ivan Moraes (PSOL), Renan Hallais (Missão), Camila Falcão (UP) e Guilherme Fonseca (PSTU), todos com 1%. Victor Assis (PCO) e Professor Jeremias do Banco (Democrata) aparecem com 0%.

Brancos, nulos ou eleitores que afirmaram não votar em nenhum dos candidatos somam 5%. Outros 4% disseram não saber em quem votar.

Rejeição

O Datafolha também perguntou em qual candidato os entrevistados não votariam de jeito nenhum.

João Campos registra 32% de rejeição, enquanto Raquel Lyra tem 29%. Renan Hallais aparece com 20%; Guilherme Fonseca, 18%; Ivan Moraes, 17%; Victor Assis, 16%; e Professor Jeremias do Banco e Camila Falcão, 12% cada.

Três por cento afirmaram que poderiam votar em qualquer candidato, 2% rejeitam todos e 9% não souberam responder.

Avaliação do governo

A pesquisa também mediu a avaliação da gestão de Raquel Lyra. Para 50% dos entrevistados, o governo é ótimo ou bom. Outros 30% consideram a administração regular, enquanto 18% avaliam como ruim ou péssima. Dois por cento não souberam responder.

Na pergunta direta sobre aprovação, 66% disseram aprovar o governo, 29% desaprovam e 5% não souberam ou não opinaram.

Disputa pelo Senado

O levantamento também mediu as intenções de voto para as duas vagas de Pernambuco no Senado.

Considerando os votos totais da pesquisa estimulada, Marília Arraes (PDT) aparece com 15%, seguida por Humberto Costa (PT), com 14%; Mendonça Filho (PL), com 12%; e Eduardo da Fonte (PP), com 11%.

Túlio Gadêlha (PSD) tem 5%. Carlos Sant’anna (Novo) e Pastor Gilvan Costa (Democrata) aparecem com 2% cada. Samuel Timoteo (UP), Mariano Macedo (PSTU) e Paulo Rubem Santiago (Rede) registram 1%. Mailson Neto (PCO) e Goret Bitu (UP) aparecem com 0%.

Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 23%, enquanto 14% estão indecisos.

Como duas vagas estarão em disputa, cada entrevistado informou uma preferência para o primeiro voto e outra para o segundo. Na primeira vaga, Marília registra 17%, Humberto Costa, 16%, Mendonça Filho, 14%, e Eduardo da Fonte, 10%. Para a segunda vaga, Marília, Eduardo da Fonte e Humberto Costa aparecem com 12% cada, enquanto Mendonça Filho registra 9%.

O Datafolha ouviu 1.204 eleitores pernambucanos. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número PE-01528/2026.

Da redação do Blog do Nill Júnior.                          Imagem: Reprodução

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Moraes autoriza retomada de visitas a Bolsonaro na prisão domiciliar

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta sexta-feira (21), a retomada das visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro durante o cumprimento da prisão domiciliar. Com a decisão, os filhos Carlos Bolsonaro e Jair Renan poderão voltar a visitar o pai de forma permanente, sem necessidade de nova autorização judicial para cada […]

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta sexta-feira (21), a retomada das visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro durante o cumprimento da prisão domiciliar.

Com a decisão, os filhos Carlos Bolsonaro e Jair Renan poderão voltar a visitar o pai de forma permanente, sem necessidade de nova autorização judicial para cada encontro. As demais visitas continuam dependendo de autorização prévia do ministro.

A retomada ocorre após o fim da suspensão geral das visitas, determinada por Moraes em 17 de julho pelo prazo de 30 dias. Na ocasião, permaneceram permitidos os encontros com advogados, médicos e fisioterapeutas.

A medida foi adotada após Moraes considerar que houve descumprimento das restrições impostas ao ex-presidente, que está proibido de utilizar redes sociais diretamente ou por intermédio de terceiros. O episódio envolveu a divulgação, pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), de uma carta escrita pelo pai.

Flávio permanece submetido a uma restrição específica e não poderá visitar Bolsonaro durante 90 dias. A proibição foi determinada em 13 de julho depois que o senador divulgou o documento nas redes sociais.

Moraes manteve ainda a proibição de encontros com finalidade político-eleitoral e de divulgação de manifestações dessa natureza por Bolsonaro, inclusive por intermédio de terceiros.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão na ação penal que apurou a tentativa de golpe de Estado. A condenação envolve os crimes de organização criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

O ex-presidente cumpre prisão domiciliar por razões humanitárias. A medida foi inicialmente concedida pelo STF em março deste ano, após quadro de broncopneumonia e internação hospitalar.

Da redação do Blog do Nill Júnior
Fonte: Diário de Pernambuco | Imagem: Reprodução

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O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos apresentou, nesta sexta-feira (21), propostas para as áreas de tecnologia, inovação, formação profissional e educação durante a 3ª edição do Aponti Conecta, realizada no Recife. O Aponti Conecta é promovido pela Aponti, associação que reúne empresas do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) em Pernambuco. […]

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos apresentou, nesta sexta-feira (21), propostas para as áreas de tecnologia, inovação, formação profissional e educação durante a 3ª edição do Aponti Conecta, realizada no Recife.

O Aponti Conecta é promovido pela Aponti, associação que reúne empresas do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) em Pernambuco.

Nesta edição, o encontro integra uma agenda de diálogo com candidatos ao Governo do Estado e reúne representantes do segmento para discutir temas ligados à inovação, formação de profissionais e competitividade.

Durante a sabatina, João reforçou a proposta de criar 10 mil vagas do Embarque Digital em quatro anos, com oferta prevista para a Região Metropolitana e também para municípios do interior.

O Embarque Digital foi criado durante sua gestão na Prefeitura do Recife e oferece formação de nível superior na área de tecnologia. A proposta apresentada pelo candidato é expandir o modelo para outras regiões de Pernambuco.

João também defendeu diálogo com o setor produtivo durante a implementação da reforma tributária e afirmou que pretende dar atenção às demandas relacionadas à competitividade do setor de tecnologia.

Outra proposta apresentada foi a criação do Vale Agrotech, no Vale do São Francisco. Segundo o candidato, a iniciativa buscaria aproximar produtores, centros de pesquisa e empresas de tecnologia para desenvolver soluções aplicadas à produção e agregar valor às atividades econômicas da região.

Na área de educação, João disse que pretende ampliar políticas de formação profissional e de acesso à tecnologia e defendeu a melhoria dos indicadores da rede estadual de ensino.

O candidato também afirmou que pretende adaptar para uma eventual gestão estadual iniciativas de inovação desenvolvidas durante sua administração na Prefeitura do Recife.

O candidato a vice-governador, Carlos Costa, também participou da agenda.

Da redação do Blog do Nill Júnior
Foto: Edson Holanda

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Causos e Causas A coligação Frente Popular de Pernambuco ingressou com uma Representação Especial na Justiça Eleitoral acusando a governadora e candidata à reeleição Raquel Teixeira Lyra Lucena e o candidato ao Senado Túlio Gadêlha Sales de Melo da prática de conduta vedada a agentes públicos. O documento oficial, autuado sob o nº 0601645-23.2026.6.17.0000 e […]

Causos e Causas

A coligação Frente Popular de Pernambuco ingressou com uma Representação Especial na Justiça Eleitoral acusando a governadora e candidata à reeleição Raquel Teixeira Lyra Lucena e o candidato ao Senado Túlio Gadêlha Sales de Melo da prática de conduta vedada a agentes públicos. O documento oficial, autuado sob o nº 0601645-23.2026.6.17.0000 e distribuído ao Gabinete do Desembargador Auxiliar Paulo Augusto de Freitas Oliveira, teve sua decisão liminar publicada no Diário da Justiça Eletrônico do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) nesta sexta-feira (21) de agosto de 2026.

A representação sustenta que, no dia 18 de agosto de 2026, no bairro de Jardim São Paulo, no Recife/PE, os representados teriam instrumentalizado a “Carreta da Mulher Pernambucana” — unidade móvel do Governo do Estado destinada ao atendimento gratuito de saúde — para a promoção de suas candidaturas.

Segundo a petição inicial da coligação representante, as ações que configurariam violação aos incisos I e IV do artigo 73 da Lei nº 9.504/1997 envolveram a presença física dos candidatos e a divulgação de materiais nas redes sociais:

Túlio Gadêlha: O candidato teria veiculado em seu perfil no Instagram vídeos com sua identidade visual sobreposta ao brasão do Estado, exibindo a estrutura móvel, profissionais e usuárias da saúde para construir narrativa política pessoal.

Raquel Lyra: A governadora teria entrado na unidade móvel durante os atendimentos, interagido com pacientes e profissionais, discursado sobre serviços estaduais e publicado os registros em suas redes sociais com a frase “Pernambuco segue advancing”, anunciando que retornaria ao local.

Ato de campanha: Na mesma noite de 18 de agosto, no exato ponto onde a carreta prestara atendimentos durante o dia, realizou-se um ato festivo de campanha com carro de som, bandeiras, veículo com o numeral 55 e presença física da candidata.

A Frente Popular de Pernambuco requereu a concessão de tutela de urgência inibitória para que os representados sejam determinados a se absterem de republicar os conteúdos, de produzir novos materiais político-eleitorais em equipamentos públicos estaduais e de realizar atos de campanha no mesmo dia e local de visitas oficiais, sob pena de multa de R$ 50.000,00 por descumprimento.

Ao analisar a matéria preliminar, o relator, desembargador auxiliar Paulo Augusto de Freitas Oliveira, reconheceu a competência do Juízo Auxiliar do TRE-PE e a legitimidade das partes envolvidas para figurarem na relação processual, com base no artigo 96 da Lei das Eleições.

Carnaíba: bloco de oposição fecha apoio a Miguel Duque

O grupo oposicionista de Carnaíba confirmou hoje em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o apoio ao candidato a Deputado Federal Miguel Duque, do Podemos. Gleibson Martins foi o porta-voz do grupo. ele explicou que a definição foi tomada após a ida de Mendonça Filho para a disputa ao Senado. Mendonça era o […]

O grupo oposicionista de Carnaíba confirmou hoje em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o apoio ao candidato a Deputado Federal Miguel Duque, do Podemos.

Gleibson Martins foi o porta-voz do grupo. ele explicou que a definição foi tomada após a ida de Mendonça Filho para a disputa ao Senado. Mendonça era o candidato do grupo.

Martins defendeu a candidatuira de Miguel por ter viabilidade. E também por seu alinhamento com a governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra.

Miguel considerou o apoio determinante para seu projeto no Podemos. Ele voltou a falar no trabalho realizado no IPA e no alinhamento com a governadora Raquel Lyra, elencando ações do governo.

O grupo tem nomes como os vereadores Matheus Francisco, Nêudo da Itã, Marinho Cassiano, Vandérbio, dentre outras lideranças. Além de Miguel, a maioria do grupo apoia Kaio Maniçoba para Estadual. A  exceção é Marinho que vota em Marconi Santana. Apoiam ainda os candidatos ao Senado Mendonça Filho e Eduardo da Fonte, alinhados à governadora Raquel Lyra.

 

Nova pesquisa Datafolha mede cenário eleitoral em Pernambuco nesta sexta-feira (21)

O Datafolha divulga nesta sexta-feira (21), uma nova pesquisa sobre as eleições de 2026 em Pernambuco. Será o primeiro levantamento do instituto no estado após o início oficial da campanha eleitoral, no último domingo (16). A pesquisa mede as intenções de voto para o Governo de Pernambuco e para as duas vagas do estado no […]

O Datafolha divulga nesta sexta-feira (21), uma nova pesquisa sobre as eleições de 2026 em Pernambuco. Será o primeiro levantamento do instituto no estado após o início oficial da campanha eleitoral, no último domingo (16).

A pesquisa mede as intenções de voto para o Governo de Pernambuco e para as duas vagas do estado no Senado, além de avaliar a administração da governadora Raquel Lyra (PSD) e a disputa pela Presidência da República.

As entrevistas foram realizadas entre os dias 18 e 21 de agosto. Ao todo, o levantamento ouve 1.204 eleitores pernambucanos e tem margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa está registrada sob o número PE-01528/2026 e foi contratada pela Empresa Folha da Manhã S.A. e pela Globo Comunicação e Participações S/A.

Oito candidatos são testados para o Governo de Pernambuco

Na disputa estadual, o Datafolha apresenta aos entrevistados oito nomes no cenário estimulado:

  • Guilherme Fonseca (PSTU);
  • Ivan Moraes (PSOL);
  • João Campos (PSB);
  • Professor Jeremias do Banco (Democrata);
  • Professora Camila (UP);
  • Raquel Lyra (PSD);
  • Renan (Missão);
  • Victor Assis (PCO).

Além das intenções de voto, o levantamento mede a rejeição de cada um dos candidatos.

Outro bloco do questionário é dedicado à avaliação do governo Raquel Lyra. Os entrevistados são convidados a classificar a administração como ótima, boa, regular, ruim ou péssima e também a responder se aprovam ou desaprovam o trabalho da governadora.

Datafolha mede disputa pelas duas vagas do Senado

A corrida pelo Senado também está incluída no levantamento. Como Pernambuco elegerá dois senadores em outubro, os entrevistados indicam suas escolhas para a primeira e a segunda vagas.

O questionário apresenta 12 nomes: Carlos Sant’Anna, Eduardo da Fonte, Gorett Bitu, Humberto Costa, Mailson Neto, Mariano Macedo, Marília Arraes, Mendonça Filho, Pastor Gilvan Costa, Paulo Rubem Santiago, Samuel Timoteo e Túlio Gadêlha.

Pesquisa também testa corrida presidencial

O Datafolha também pergunta aos pernambucanos em quem pretendem votar para presidente da República. Há uma pergunta espontânea, sem apresentação prévia de nomes, e posteriormente um cenário estimulado.

O levantamento inclui ainda quatro confrontos hipotéticos de segundo turno: Lula contra Flávio Bolsonaro, Lula contra Ronaldo Caiado, Lula contra Romeu Zema e Lula contra Renan Santos.

Os resultados divulgados nesta sexta permitirão uma primeira leitura do cenário eleitoral pernambucano após o começo oficial das campanhas, incluindo o desempenho dos candidatos ao governo, a disputa pelas duas vagas no Senado e a avaliação da atual gestão estadual

Fonte: Veja | Imagem: Divulgação

O Supremo Tribunal Federal (STF) ampliou o alcance das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha e passou a admitir sua aplicação em casos de violência contra a mulher baseada no gênero mesmo quando não existe vínculo doméstico, familiar ou afetivo entre vítima e agressor. A decisão foi tomada no julgamento do Tema 1.412 […]

O Supremo Tribunal Federal (STF) ampliou o alcance das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha e passou a admitir sua aplicação em casos de violência contra a mulher baseada no gênero mesmo quando não existe vínculo doméstico, familiar ou afetivo entre vítima e agressor.

A decisão foi tomada no julgamento do Tema 1.412 da repercussão geral e permite que a proteção seja concedida, por exemplo, em situações envolvendo colegas de trabalho, vizinhos, conhecidos ou outras pessoas sem relação familiar ou afetiva com a vítima.

Até então, uma das discussões jurídicas estava relacionada justamente ao alcance da Lei Maria da Penha, originalmente estruturada para enfrentar situações de violência ocorridas no âmbito da unidade doméstica, da família ou de uma relação íntima de afeto.

Com o novo entendimento, a análise passa a considerar também a existência de violência motivada pelo gênero e a necessidade concreta de proteção da mulher.

A decisão leva em consideração, entre outros fundamentos, compromissos internacionais assumidos pelo Brasil na proteção dos direitos das mulheres, como a Convenção de Belém do Pará.

Medida protetiva não transforma todo caso em violência doméstica

A ampliação do acesso às medidas protetivas não significa, porém, que toda violência praticada contra uma mulher passe automaticamente a ser classificada como violência doméstica e familiar.

Há uma distinção entre a concessão de uma medida urgente para proteger a vítima e o enquadramento jurídico do crime para os demais efeitos da Lei Maria da Penha.

Por isso, a adoção da medida protetiva também não determina, por si só, que o processo seja encaminhado para uma Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

A competência judicial deverá ser analisada conforme as circunstâncias de cada caso e as regras de organização do Judiciário.

O entendimento busca evitar que a inexistência de uma relação doméstica, familiar ou afetiva deixe uma mulher sem proteção imediata diante de uma situação de violência motivada pelo gênero.

Na prática, o foco não fica restrito à natureza da relação entre vítima e agressor, mas passa a considerar também se existe uma situação concreta de violência contra a mulher que exija intervenção do Estado.

A decisão tem repercussão sobre a atuação de magistrados, Ministério Público, advogados e autoridades policiais nos pedidos de proteção apresentados por mulheres vítimas de violência.

Fonte: Cláudio Soares, advogado criminalista e jornalista | Imagem: Reprodução

TRE-PE vai decidir impasse sobre posição do PSDB-Cidadania na eleição estadual

O Pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidirá se a Federação PSDB-Cidadania permanecerá na coligação Pernambuco no Coração, que apoia a candidatura à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD). A data do julgamento ainda será definida. O encaminhamento foi feito pelo desembargador eleitoral Paulo Machado Cordeiro, relator do processo. Ele considerou que a […]

O Pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidirá se a Federação PSDB-Cidadania permanecerá na coligação Pernambuco no Coração, que apoia a candidatura à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD). A data do julgamento ainda será definida.

O encaminhamento foi feito pelo desembargador eleitoral Paulo Machado Cordeiro, relator do processo. Ele considerou que a controvérsia exige análise mais aprofundada e deverá ser julgada juntamente com o mérito do Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) e da impugnação apresentada pela Frente Popular.

A disputa começou após uma mudança no comando estadual da Federação PSDB-Cidadania. Em convenção realizada em 31 de julho, a direção estadual aprovou a participação na coligação de Raquel Lyra, decisão que consta no registro apresentado à Justiça Eleitoral.

Posteriormente, após intervenção da direção nacional, uma comissão interventora decidiu pela neutralidade da federação na eleição para o Governo de Pernambuco e pediu ao TRE-PE sua retirada da coligação majoritária.

A Frente Popular também questionou a participação da federação na aliança de Raquel. Segundo a impugnação, a direção estadual que realizou a convenção de 31 de julho já teria sido destituída pelo comando nacional um dia antes, o que comprometeria a validade da decisão.

A coligação Pernambuco no Coração contesta esse entendimento. A defesa sustenta que o órgão partidário responsável pela convenção estava regularmente registrado e ativo no sistema da Justiça Eleitoral quando deliberou pelo apoio a Raquel. Também questiona a validade da intervenção promovida posteriormente.

Outro argumento apresentado é que a direção nacional manteve as chapas proporcionais definidas na mesma convenção, apesar de tentar afastar apenas a decisão relacionada à eleição majoritária.

Ao analisar o caso, Paulo Machado Cordeiro optou por não decidir de forma isolada sobre a retirada imediata da federação.

“A solução mais acertada e juridicamente segura reside em enfrentar a controvérsia em seu conjunto, quando do julgamento definitivo de mérito do DRAP e da respectiva Impugnação”, registrou o relator.

Até o julgamento definitivo, a questão permanece sem solução final.

A definição tem impacto também sobre a propaganda eleitoral. Caso PSDB e Cidadania sejam retirados da coligação, o tempo destinado às duas legendas no horário eleitoral não será contabilizado para a candidatura de Raquel Lyra.

Fonte: Blog Dantas Barreto | Imagem: Reprodução

A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), participou nesta quinta-feira (20), de uma caminhada de campanha no bairro da Várzea, na Zona Oeste do Recife. A agenda contou com a presença da candidata a vice-governadora, Priscila Krause (PSD), e dos candidatos ao Senado Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), além de […]

A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), participou nesta quinta-feira (20), de uma caminhada de campanha no bairro da Várzea, na Zona Oeste do Recife.

A agenda contou com a presença da candidata a vice-governadora, Priscila Krause (PSD), e dos candidatos ao Senado Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), além de candidatos proporcionais e apoiadores.

Durante o percurso, Raquel fez críticas aos adversários e afirmou que a definição da disputa ocorrerá nas urnas.

“Tem gente que fala de democracia, mas quer ganhar no tapetão. A gente se encontra na urna. A vontade que vem do povo vai ser manifestada”, declarou.

A candidata também afirmou que pretende manter sua campanha concentrada na apresentação das ações do governo e na defesa da continuidade da atual gestão.

“Desde o primeiro dia do nosso governo, a nossa missão foi unir Pernambuco. Me deixa trabalhar que eu sei fazer”, afirmou.

Participaram ainda da caminhada os candidatos a deputado estadual Davi Muniz, Ana Lúcia (PSD) e Ni do Badoque (PSD), além dos candidatos a deputado federal Miguel Coelho (União Brasil), Daniel Coelho (PSD), Juliana Gouveia (PSD) e Jadeval de Lima (PSD).

Foto: Miva Filho