Polêmica: Paulo Câmara diz que pegou estado quebrado do pai de Raquel
O ex-governador de Pernambuco e atual presidente do BNB, Paulo Câmara, partiu para o ataque e rebateu as críticas recorrentes feitas pela governadora Raquel Lyra à situação financeira do Estado quando assumiu a gestão.
Em entrevista à Folha de Pernambuco, Paulo Câmara afirmou que a governadora deveria reconhecer que recebeu Pernambuco em condições de governabilidade e com capacidade de investimento, sustentando que a realidade encontrada por ela foi completamente diferente daquela que ele enfrentou ao assumir o Palácio do Campo das Princesas, em 2015.
Segundo o ex-governador, quem recebeu um Estado efetivamente quebrado foi ele, após a gestão de João Lyra Neto. De acordo com Paulo, Pernambuco passou praticamente um ano funcionando como um “departamento de contabilidade”, concentrando esforços apenas no pagamento de fornecedores, com projetos e investimentos paralisados e sem qualquer capacidade de planejamento. “Um ano parado é muita coisa. Um ano só pagando contas é muita coisa”, ressaltou.
Paulo Câmara também contestou a narrativa de que Raquel Lyra promoveu uma grande recuperação financeira do Estado. Para ele, essa versão não resiste aos fatos. O ex-governador argumentou que nenhum Estado considerado quebrado teria condições de mobilizar mais de R$ 10 bilhões para investimentos, o que, segundo ele, demonstra que as finanças públicas já estavam organizadas ao final de sua administração.
Na avaliação do ex-governador, o problema enfrentado pela atual gestão não foi falta de recursos, mas de continuidade administrativa. Segundo ele, havia recursos disponíveis e projetos estruturados, mas muitos deles deixaram de ser executados por decisão do novo governo.
Paulo Câmara afirmou ainda que tem a consciência tranquila sobre sua gestão. Lembrou que reorganizou as contas públicas, foi reeleito ainda no primeiro turno e entregou o Estado em condições de seguir avançando.
Por fim, afirmou que o debate político será decidido pela população. Segundo ele, caberá aos pernambucanos avaliar, nas urnas, se as críticas feitas por Raquel Lyra correspondem à realidade ou se os resultados apresentados por sua gestão falam por si.



G1

Em Flores, Soraya Morioka (PR), depois de imprimir, em 2015, o slogan da perseguição; ao demitir Dr. Cícero Simões, médico da Unidade de Saúde do Município, por questões políticas. Morioka, já abre as portas do ano em curso; dando claros sinais que não baixou a guarda, e que está pronta para enfrentar quem quer que seja, caso “meta o dedo”, no seu modelo de gestão, ainda no “piloto automático”.
A passagem da governadora Raquel Lyra, do PSDB, por Arcoverde não trouxe resultados concretos em termos de obras para o município, durante a plenária do Ouvir para Mudar realizado no Erem Senador Vitorino Freira na semana passada.














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