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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta quarta-feira (1º) a trajetória política do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), durante participação em entrevista ao Flow. Durante a conversa, Lula afirmou que o parlamentar “não tem passado, não tem presente e não tem futuro” e declarou que o adversário “nunca trabalhou na […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta quarta-feira (1º) a trajetória política do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), durante participação em entrevista ao Flow.

Durante a conversa, Lula afirmou que o parlamentar “não tem passado, não tem presente e não tem futuro” e declarou que o adversário “nunca trabalhou na vida”. O presidente disse ainda que o filho de Jair Bolsonaro é um “menino ligado a milicianos” e sustentou que ele não teria capacidade de gestão para atuar nem como síndico de prédio.

Lula também questionou a proximidade de Flávio Bolsonaro com o empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. Vorcaro foi detido pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero, investigação que apura fraudes financeiras bilionárias.

Ao comentar as investigações sobre o esquema financeiro, o presidente afirmou que “criaram a quadrilha da Previdência Social”. Sobre a prisão do ex-controlador do banco, Lula declarou que “pegaram um agiota em um banqueiro e transformei o banqueiro em prisioneiro”.

Guerra das pesquisas: coligação de Raquel pede suspensão da nova Quaest

A campanha de Raquel Lyra (PSD) entrou na Justiça Eleitoral, nesta sexta-feira (02/09), contra a Quaest, pesquisa consolidada que é divulgada pela TV Globo. O instituto aferiu o empate em 42% de Raquel Lyra e João Campos. Na ação apresentada ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), a coligação Pernambuco de Coração pede uma decisão […]

A campanha de Raquel Lyra (PSD) entrou na Justiça Eleitoral, nesta sexta-feira (02/09), contra a Quaest, pesquisa consolidada que é divulgada pela TV Globo. O instituto aferiu o empate em 42% de Raquel Lyra e João Campos.

Na ação apresentada ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), a coligação Pernambuco de Coração pede uma decisão liminar para impedir a Quaest e a Globo de divulgar, publicar ou veicular os resultados do levantamento. O documento apresentado à Justiça Eleitoral contesta a metodologia do levantamento

A coligação afirma que o registro da pesquisa não detalha suficientemente possíveis ajustes estatísticos. Segundo a ação, não estariam especificados as variáveis, as fontes de dados e os critérios que determinariam a aplicação desses ajustes. O pedido não é para retirar apenas um quesito ou determinado cenário da pesquisa: a ação solicita a suspensão da pesquisa inteira, sustentando que o suposto problema estaria no próprio registro metodológico.

Última pesquisa Múltipla sai neste sábado, cinco da tarde

Super Múltipla: o instituto Múltipla também entrou no hall das pesquisas na reta final da campanha. E fará a pesquisa com maior amostragem da série histórica, com 1.300 entrevistados. Ela reduzirá a margem de erro para 2,7%. O levantamento será feito até hoje, 2 de outubro, com divulgação nedte sábado,  dia 3, às cinco da […]

Super Múltipla: o instituto Múltipla também entrou no hall das pesquisas na reta final da campanha.

E fará a pesquisa com maior amostragem da série histórica, com 1.300 entrevistados. Ela reduzirá a margem de erro para 2,7%. O levantamento será feito até hoje, 2 de outubro, com divulgação nedte sábado,  dia 3, às cinco da tarde.

Contratada pelo blog, trará o cenário para Governador e verifica os mais lembrados para Deputado Federal e Estadual. O registro é o PE-02990/2026.

A eleição em Pernambuco tem se resumido a uma pergunta determinante: a do comportamento do eleitor na semana decisiva. A movimentação final indica se Raquel Lyra consolida a vitória, se João alcança a revirada ou se numa probabilidade remotíssima, teremos segundo turno no Estado. Haja coração.

O último comício da campanha de João Campos (PSB) antes das eleições levou foi às ruas do Cabo de Santo Agostinho, na noite desta quinta-feira (1º). Ao lado de Humberto Costa, Marília Arraes, do prefeito Lula Cabral, do candidato a deputado estadual Batista Cabral e de lideranças da cidade, João percorreu o município em clima […]

O último comício da campanha de João Campos (PSB) antes das eleições levou foi às ruas do Cabo de Santo Agostinho, na noite desta quinta-feira (1º). Ao lado de Humberto Costa, Marília Arraes, do prefeito Lula Cabral, do candidato a deputado estadual Batista Cabral e de lideranças da cidade, João percorreu o município em clima de mobilização de militantes e disse que o trabalho seguirá até o fechamento das urnas.

“Só vamos parar depois das cinco horas da tarde do dia quatro”, afirmou.

No Cabo, João também reafirmou compromissos específicos para o município. Na segurança, voltou a defender a implantação de uma unidade do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) na cidade.

Na mobilidade e na infraestrutura, reforçou a duplicação da PE-28 e da Estrada da Matinha, importante ligação com o litoral e o entorno de Suape. A proposta é melhorar o acesso às praias e facilitar o deslocamento de moradores e trabalhadores.

A agenda para o município inclui ainda ampliação do ensino técnico, investimentos em abastecimento de água, conclusão de equipamentos em parceria com a Prefeitura e novas obras para a Região Metropolitana.

“Vamos trazer abastecimento de água, vamos triplicar a BR-101, vamos duplicar a Estrada da Matinha que vai para as praias. E, a partir do ano que vem, vai ter um governo amigo do Cabo de Santo Agostinho”, disse.

João também relacionou os compromissos com o Cabo a uma agenda mais ampla de investimentos na Região Metropolitana, com novos hospitais, ampliação da capacidade de atendimento e obras estruturantes para aproximar os municípios e melhorar os serviços públicos.

No último dia em que a legislação permite discursos públicos de campanha, João Campos agradeceu a recepção, reforçou que seguirá nas ruas até domingo e destacou a parceria entre município, Estado e Governo Federal como caminho para acelerar investimentos.

Em último ato com discurso na campanha, a governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), foi recebida por cerca de 15 mil pessoas em Paudalho, na Zona da Mata Norte, segundo a organização. Raquel destacou que a região agora tem “uma governadora para chamar de sua”, com uma gestão que entrega novas estradas, requalificação […]

Em último ato com discurso na campanha, a governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), foi recebida por cerca de 15 mil pessoas em Paudalho, na Zona da Mata Norte, segundo a organização.

Raquel destacou que a região agora tem “uma governadora para chamar de sua”, com uma gestão que entrega novas estradas, requalificação dos hospitais, mais segurança nas ruas e tantas outras ações.

“Vocês sabem que contam com um governo presente. Sou a governadora das estradas, da educação, da reforma dos hospitais, de mais segurança, e quero ser de novo para viver os melhores anos do nosso Estado. O segundo mandato será ainda melhor do que esse”, destacou Raquel.

“Até domingo não saímos das ruas para pedir o voto casado com a governadora Raquel Lyra”, disse o candidato ao Senado Eduardo da Fonte.

“Até domingo é colocar o pé do acelerador e trabalhar para reeleger nossa governadora Raquel Lyra”, destacou. O deputado estadual e candidato à reeleição, Gustavo Gouveia, dedicou um agradecimento à Raquel. “Encerrar nossa campanha com a sua presença e fazendo o último evento público com falas aqui, mostra o amor de Raquel pela Mata Norte”, disse o ex-prefeito de Paudalho e candidato a Deputado Federal Marcelo Gouveia.

Também marcaram presença no ato os prefeitos Paulinha da Educação (Paudalho), Eduarda Gouveia (Carpina), Aninha da Ferbom (Nazaré da Mata), Jaiminho (Glória do Goitá), Éder Waltter (Vicência), e Marcos da Roça (Chã de Alegria).

Lula (PT) aparece com 42% das intenções de voto para presidente e Flávio Bolsonaro (PL), com 38%, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º). Na simulação de segundo turno, Lula tem 48% e Flávio, 45%. No primeiro turno, a diferença entre os dois é de quatro pontos percentuais, no limite da margem de erro de […]

Lula (PT) aparece com 42% das intenções de voto para presidente e Flávio Bolsonaro (PL), com 38%, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º). Na simulação de segundo turno, Lula tem 48% e Flávio, 45%.

No primeiro turno, a diferença entre os dois é de quatro pontos percentuais, no limite da margem de erro de dois pontos. Na rodada anterior, divulgada em 24 de setembro, Lula tinha 40% e Flávio, 36%. Os dois, portanto, oscilaram dois pontos para cima.

Considerando apenas os votos válidos, cálculo que exclui brancos, nulos e indecisos, Lula aparece com 45% e Flávio com 40%.

Na sequência dos votos válidos estão Augusto Cury (Avante), com 4%, Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), com 3% cada. Romeu Zema (Novo), Samara Martins (UP) e Wilson Grassi (Democrata) registram 1% cada.

No cenário de segundo turno, Lula marca 48% e Flávio Bolsonaro, 45%. Os dois estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro.

Na rodada anterior do Datafolha, divulgada em 24 de setembro, Lula tinha 47% e Flávio, 45% na simulação de segundo turno. Assim, o presidente oscilou um ponto para cima, enquanto o senador manteve o percentual.

O Datafolha entrevistou 2.506 eleitores entre 28 de setembro e 1º de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, o levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-08039/2026.

Fonte: O Globo/Datafolha
Foto: Reprodução

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Datafolha: 49% avaliam gestão Raquel Lyra como positiva e 20%, como negativa

A gestão da governadora Raquel Lyra (PSD) é considerada ótima ou boa por 49% dos eleitores de Pernambuco, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º). Outros 30% avaliam o governo como regular e 20% como ruim ou péssimo. O levantamento também perguntou especificamente sobre a aprovação do trabalho de Raquel como governadora. Nesse quesito, 64% […]

A gestão da governadora Raquel Lyra (PSD) é considerada ótima ou boa por 49% dos eleitores de Pernambuco, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º). Outros 30% avaliam o governo como regular e 20% como ruim ou péssimo.

O levantamento também perguntou especificamente sobre a aprovação do trabalho de Raquel como governadora. Nesse quesito, 64% disseram aprovar a atuação da gestora, enquanto 31% desaprovam e 5% não souberam ou não opinaram.

É importante diferenciar os dois indicadores: a avaliação da gestão divide os entrevistados entre ótima/boa, regular e ruim/péssima, enquanto a pergunta sobre o trabalho da governadora mede aprovação e desaprovação.

Na rodada anterior, divulgada pelo Datafolha em 24 de setembro, 50% avaliavam a gestão como ótima ou boa, 30% como regular e 19% como ruim ou péssima. Outros 1% não souberam responder. Naquele levantamento, 65% aprovavam o trabalho de Raquel, 31% desaprovavam e 4% não opinaram.

O Datafolha entrevistou 1.204 pessoas entre 28 de setembro e 1º de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número PE-06822/2026.

Fonte: Datafolha
Foto: Reprodução

 

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No segundo turno, a governadora marca 50% e o candidato do PSB, 46%. Raquel Lyra (PSD) aparece com 46% das intenções de voto para o Governo de Pernambuco, enquanto João Campos (PSB) tem 44%, segundo o Datafolha divulgado nesta quinta-feira (1º). No segundo turno, a governadora marca 50% e o candidato do PSB, 46%. No […]

No segundo turno, a governadora marca 50% e o candidato do PSB, 46%.

Raquel Lyra (PSD) aparece com 46% das intenções de voto para o Governo de Pernambuco, enquanto João Campos (PSB) tem 44%, segundo o Datafolha divulgado nesta quinta-feira (1º). No segundo turno, a governadora marca 50% e o candidato do PSB, 46%.

No primeiro turno, os dois permanecem tecnicamente empatados dentro da margem de erro. Em relação à rodada de 24 de setembro, Raquel oscilou de 48% para 46%, enquanto João permaneceu com 44%.

Ivan Moraes (PSOL) aparece com 2%, ante 1% anteriormente. Renan Hallais (Missão) tem 1%. Professora Camila (UP), Victor Assis (PCO) e Guilherme Fonseca (PSTU) não alcançam 1%. Brancos, nulos ou nenhum somam 4%, e os indecisos, 3%.

Nos votos válidos, cálculo que exclui brancos, nulos e indecisos, Raquel aparece com 50% e João com 47%. Ivan Moraes tem 2% e Renan Hallais, 1%. Os demais candidatos não chegam a 1%.

Na pesquisa anterior, Raquel tinha 51% dos votos válidos e João, 46%.

Na simulação de segundo turno, Raquel registra 50%, ante 46% de João. Na rodada anterior, os percentuais eram de 51% e 45%, respectivamente. Brancos, nulos ou nenhum representam 3%, e os indecisos, 1%.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Raquel é citada por 40% e João por 34%. Na rodada anterior, eles tinham 41% e 33%, respectivamente.

Ivan Moraes é citado por 1%. Eduardo Campos e “filho de Eduardo Campos” também aparecem com 1% cada. Outras respostas somam 5%, brancos e nulos representam 4% e 15% não souberam responder.

O primeiro turno das eleições será realizado neste domingo (4).

Fonte: Datafolha
Foto: Reprodução

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A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu, nesta quinta-feira (1º), que a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República investiguem um possível financiamento do governo dos Estados Unidos a grupos que atuam politicamente no Brasil. O pedido ocorre a três dias do primeiro turno das eleições. A notícia-crime foi encaminhada pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, […]

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu, nesta quinta-feira (1º), que a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República investiguem um possível financiamento do governo dos Estados Unidos a grupos que atuam politicamente no Brasil. O pedido ocorre a três dias do primeiro turno das eleições.

A notícia-crime foi encaminhada pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.

O pedido tem como base uma reportagem do jornal britânico The Guardian sobre a destinação de US$ 1 milhão de um fundo do Departamento de Estado norte-americano para um programa chamado “Combate ao Lawfare e à Censura no Brasil”.

Segundo a publicação, o recurso integra uma mudança na utilização do Fundo de Direitos Humanos e Democracia dos Estados Unidos e seria direcionado a iniciativas que contestam a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF).

A AGU afirma que as informações precisam ser apuradas para identificar quem seriam os responsáveis pela eventual operação, quais organizações poderiam receber os recursos no Brasil e de que maneira o dinheiro seria utilizado.

Para o órgão, caso os fatos relatados sejam confirmados, a operação pode levantar questionamentos sobre ingerência estrangeira em assuntos internos brasileiros e eventual interferência no debate político e institucional do país.

A notícia-crime cita princípios constitucionais como soberania, independência nacional e não intervenção. A AGU também menciona normas brasileiras que impedem partidos políticos de receber recursos financeiros de governos ou entidades estrangeiras.

O pedido não significa que a PF ou a PGR tenham concluído pela existência de irregularidade, nem que os destinatários dos recursos tenham sido identificados ou responsabilizados. A AGU solicita justamente que esses pontos sejam investigados.

A iniciativa ocorre em meio às discussões sobre possível interferência estrangeira nas eleições brasileiras. Nesta quinta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou a jornalistas que acompanha a eleição do Brasil “muito de perto” e classificou a disputa como “muito importante”.

Fonte: Metrópoles/The Guardian
Foto: AGU/Reprodução

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A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) utilizou o último debate antes do primeiro turno, realizado pela TV Jornal nesta quinta-feira (1º), para apresentar um balanço de sua gestão e defender a continuidade de obras e investimentos em um eventual segundo mandato. Nas considerações finais, afirmou estar preparada para ampliar as ações do […]

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) utilizou o último debate antes do primeiro turno, realizado pela TV Jornal nesta quinta-feira (1º), para apresentar um balanço de sua gestão e defender a continuidade de obras e investimentos em um eventual segundo mandato. Nas considerações finais, afirmou estar preparada para ampliar as ações do governo nos próximos quatro anos.

“Pernambuco voltou, a economia cresceu, batendo recorde de emprego de carteira assinada. O que vem pela frente é muito melhor. Eu estou pronta para fazer o dobro, o triplo”, declarou Raquel.

Durante o debate, a candidata citou investimentos em estradas, saúde, abastecimento de água e infraestrutura. Segundo Raquel, sua gestão realizou intervenções em mais de 1,6 mil quilômetros de rodovias e mantém aproximadamente 1,5 mil quilômetros em obras.

Para um eventual segundo mandato, ela afirmou que pretende realizar intervenções em outros 3 mil quilômetros da malha rodoviária estadual.

Na saúde, Raquel citou a entrega do Hospital da Mulher do Agreste, em Caruaru, inaugurado em 2025, e as obras de outras quatro unidades previstas para Igarassu, Garanhuns, Serra Talhada e Ouricuri.

A candidata também voltou a tratar do abastecimento de água. Segundo ela, intervenções realizadas durante o atual mandato beneficiaram cerca de 800 mil pessoas. Raquel reafirmou ainda a proposta de investir aproximadamente R$ 25 bilhões nos próximos quatro anos para ampliar o acesso regular à água em Pernambuco.

“Não é promessa, já está sendo feito”, afirmou ao relacionar as propostas de continuidade às obras em andamento no Estado.

Embates e acusações

Além da apresentação de propostas e ações da gestão, o debate foi marcado por confrontos entre Raquel Lyra, João Campos (PSB) e Ivan Moraes (PSOL).

Raquel afirmou que a campanha eleitoral tem sido marcada por informações que considera falsas e defendeu uma discussão concentrada nos problemas e propostas para Pernambuco.

“Eu sou governadora de Pernambuco há três anos e nove meses e estou pronta para liderar o melhor momento da nossa história. A gente já chegou a muitos lugares, estamos fazendo investimentos em água, segurança, estradas, saúde, educação, mas precisa fazer muito mais, chegar onde eu não cheguei”, afirmou.

Em outros momentos do encontro, Raquel e João trocaram acusações envolvendo as respectivas gestões e os candidatos a vice das duas chapas. Ivan também confrontou os adversários sobre alianças políticas e posicionamentos na disputa nacional.

Integridade da gestão

Nas considerações sobre o perfil administrativo que pretende apresentar ao eleitor, Raquel afirmou ainda que seu governo não tolera casos de corrupção.

“Hoje é dia 1º de outubro, não tem um escândalo de corrupção no nosso governo porque eu não sou uma governadora que tolera isso”, declarou.

 

A afirmação foi feita pela própria candidata durante o debate e integra sua avaliação sobre a gestão.

Raquel também citou sua passagem pela Polícia Federal e sua carreira na Procuradoria do Estado ao defender sua experiência profissional.

O debate promovido pelo Sistema Jornal do Commercio foi o último encontro televisionado entre candidatos ao Governo de Pernambuco antes do primeiro turno, marcado para domingo (4).

Fonte: TV Jornal
Foto: Yacy Ribeiro

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A Frente Popular de Pernambuco pediu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) e à Polícia Federal medidas preventivas para evitar que operações de trânsito dificultem o deslocamento de eleitores no Recife e na Região Metropolitana no domingo (4). Os pedidos foram apresentados nesta quinta-feira (1º). Nos documentos, a coligação que apoia João Campos (PSB) cita uma […]

A Frente Popular de Pernambuco pediu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) e à Polícia Federal medidas preventivas para evitar que operações de trânsito dificultem o deslocamento de eleitores no Recife e na Região Metropolitana no domingo (4). Os pedidos foram apresentados nesta quinta-feira (1º).

Nos documentos, a coligação que apoia João Campos (PSB) cita uma notícia sobre a possibilidade de realização de um número elevado de blitzes no dia da votação e solicita que as autoridades estabeleçam limites para operações capazes de afetar o fluxo de eleitores.

A própria Frente Popular ressalta, no ofício enviado à Polícia Federal, que não afirma a veracidade da informação nem atribui, neste momento, responsabilidade a qualquer autoridade. O objetivo declarado é provocar uma atuação preventiva e permitir apuração caso alguma irregularidade seja constatada.

No pedido encaminhado ao TRE-PE, a coligação solicita que o tribunal oficie a Secretaria de Defesa Social, Polícia Militar, incluindo o BPTran, Polícia Civil, Detran-PE e órgãos municipais de trânsito da Região Metropolitana.

A Frente Popular pede que esses órgãos se abstenham, no primeiro turno e em eventual segundo turno, de realizar blitzes, bloqueios, barreiras ou operações que impeçam ou dificultem o deslocamento dos eleitores.

O documento propõe que abordagens sejam mantidas em situações de flagrante delito, risco concreto e iminente à vida ou à integridade física. Operações excepcionais fora dessas situações, segundo o pedido, deveriam ser previamente comunicadas ao TRE, com justificativa, local, horário, efetivo empregado e indicação de rotas alternativas.

A coligação solicita ainda que os órgãos informem ao tribunal, em até 24 horas, se existe planejamento de fiscalização viária para os dias de votação e, em caso positivo, encaminhem as respectivas ordens de serviço ou planos operacionais.

No ofício destinado à Polícia Federal, o pedido é diferente. A Frente Popular solicita o reforço das equipes de plantão eleitoral no Recife e na Região Metropolitana e orientação para que denúncias de eventuais bloqueios ou barreiras sejam verificadas de forma imediata.

Caso uma operação capaz de dificultar o exercício do voto seja identificada, a coligação pede que a PF registre a ocorrência, identifique a cadeia de comando responsável pela ordem e pela execução e comunique os fatos às autoridades eleitorais.

Também foi solicitada a preservação de possíveis elementos de apuração, como ordens de serviço, escalas, planos operacionais, registros de rádio, despacho de viaturas e imagens de câmeras de monitoramento.

Os pedidos mencionam como precedente as operações realizadas pela Polícia Rodoviária Federal durante o segundo turno das eleições de 2022. Na ocasião, o Tribunal Superior Eleitoral interveio durante o dia da votação e determinou a interrupção de operações relacionadas ao transporte de eleitores.

Para as eleições deste ano, uma portaria conjunta do TSE e do Ministério da Justiça já estabelece regras para a atuação da PRF e de outros órgãos federais de segurança. A norma determina que ações de fiscalização não podem criar obstáculos indevidos ao deslocamento dos eleitores e orienta que sejam evitados bloqueios e retenções que comprometam injustificadamente o fluxo.

A regra federal, entretanto, não alcança diretamente os órgãos estaduais e municipais de trânsito. É justamente essa orientação que a Frente Popular pretende estender ao Recife e à Região Metropolitana por meio de uma eventual determinação do TRE-PE.

Até o momento, os documentos analisados registram apenas os pedidos apresentados pela coligação. Não há neles decisão do TRE-PE acolhendo as solicitações nem informação de que a Polícia Federal tenha adotado as providências requeridas.

Foto: Reprodução

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O Datafolha divulga nesta quinta-feira (1º), a três dias do primeiro turno, novos números das disputas pela Presidência da República e pelo Governo de Pernambuco. Na última rodada do instituto, Lula (PT) tinha 40% e Flávio Bolsonaro (PL), 36%, na corrida presidencial, enquanto Raquel Lyra (PSD) aparecia com 48% e João Campos (PSB), com 44%, […]

O Datafolha divulga nesta quinta-feira (1º), a três dias do primeiro turno, novos números das disputas pela Presidência da República e pelo Governo de Pernambuco.

Na última rodada do instituto, Lula (PT) tinha 40% e Flávio Bolsonaro (PL), 36%, na corrida presidencial, enquanto Raquel Lyra (PSD) aparecia com 48% e João Campos (PSB), com 44%, na disputa estadual.

A nova rodada permitirá observar se houve mudanças nos dois cenários durante a última semana de campanha, marcada pela intensificação das agendas, propagandas eleitorais e embates entre os candidatos.

Presidência

Na pesquisa presidencial anterior do Datafolha, divulgada em 24 de setembro, Lula registrava 40% das intenções de voto no primeiro turno, contra 36% de Flávio Bolsonaro.

Augusto Cury (Avante) aparecia com 5%, Ronaldo Caiado (PSD), com 4%, Renan Santos (Missão), com 3%, enquanto Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) tinham 1% cada.

Brancos, nulos e entrevistados que afirmavam não votar em nenhum dos candidatos somavam 5%. Outros 2% estavam indecisos.

Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio, o presidente aparecia com 47% e o senador com 45%. Como a margem de erro era de dois pontos percentuais, os dois estavam tecnicamente empatados.

A nova pesquisa nacional foi realizada entre 28 de setembro e 1º de outubro, com 2.506 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pelo Grupo Globo e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-08039/2026.

Governo de Pernambuco

Em Pernambuco, o último Datafolha também apontou uma disputa apertada.

Raquel Lyra aparecia com 48% das intenções de voto, enquanto João Campos tinha 44%. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais, os dois estavam tecnicamente empatados.

Professora Camila (UP), Ivan Moraes (PSOL) e Renan Hallais (Missão) registravam 1% cada. Guilherme Fonseca (PSTU) e Victor Assis (PCO) foram citados, mas não atingiram 1%.

Brancos, nulos ou eleitores que não escolheriam nenhum dos nomes representavam 4%. Outros 2% não souberam responder.

Considerando apenas os votos válidos, Raquel aparecia com 51% e João com 46%. O cálculo dos votos válidos exclui brancos, nulos e indecisos e é o utilizado pela Justiça Eleitoral para definir o resultado das eleições.

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Raquel tinha 41% e João, 33%. Os indecisos somavam 16%.

O Datafolha também simulou um eventual segundo turno entre os dois. Raquel aparecia com 51% e João com 45%.

Embora a diferença estivesse no limite da margem de erro, o instituto avaliou naquele levantamento que a possibilidade estatística de empate no cenário de segundo turno era baixa e considerou Raquel à frente.

A pesquisa anterior em Pernambuco ouviu 1.204 eleitores, com 16 anos ou mais, em 48 municípios, entre 22 e 24 de setembro. A margem de erro foi de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro foi PE-08125/2026.

Os novos números para a Presidência e o Governo de Pernambuco serão divulgados nesta quinta-feira, na reta final antes da votação de domingo (4).

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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A Justiça Eleitoral determinou que a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) retire das redes sociais um vídeo em que atribui a João Campos (PSB) proteção a um candidato condenado por violência doméstica. A decisão liminar foi proferida nessa quarta-feira (30). A medida foi tomada pelo desembargador Luiz Gustavo Mendonça de Araújo, do […]

A Justiça Eleitoral determinou que a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) retire das redes sociais um vídeo em que atribui a João Campos (PSB) proteção a um candidato condenado por violência doméstica. A decisão liminar foi proferida nessa quarta-feira (30).

A medida foi tomada pelo desembargador Luiz Gustavo Mendonça de Araújo, do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), após representação apresentada pela coligação Frente Popular de Pernambuco, que apoia a candidatura de João.

A campanha de Raquel recebeu prazo de duas horas para remover a publicação de suas plataformas digitais, sob pena de multa de R$ 10 mil por hora de descumprimento.

A decisão também proibiu novas exibições de uma inserção televisiva de 30 segundos relacionada ao caso. O descumprimento dessa determinação pode resultar em multa de R$ 30 mil por veiculação.

Segundo o magistrado, o conteúdo ultrapassou a crítica sobre decisões partidárias e passou a atribuir pessoalmente a João Campos uma postura de tolerância, proteção ou favorecimento a uma pessoa condenada por violência contra a mulher.

“Essas manifestações possuem aptidão para atingir diretamente a honra pessoal do candidato, pois não se limitam a formular crítica à condução de procedimento partidário ou à conveniência de decisões políticas”, registrou o desembargador na decisão.

O vídeo foi publicado por Raquel na terça-feira (29) e aborda o caso de Fábio Tyrone, candidato a deputado federal pelo PSB na Paraíba e condenado por violência doméstica contra a ex-companheira Myriam Gadelha.

Na publicação, Raquel reproduziu um questionamento feito por Myriam e dirigiu críticas à condução do caso pelo PSB, partido presidido nacionalmente por João Campos.

Na representação, o PSB sustentou que João já havia solicitado às instâncias partidárias a abertura de processo interno para expulsão de Tyrone antes de o episódio voltar ao centro do debate eleitoral.

A coligação também pediu direito de resposta imediato, mas esse ponto não foi concedido na liminar. O desembargador decidiu analisar o pedido após a apresentação da defesa da campanha de Raquel.

A decisão, portanto, é provisória e trata da retirada do conteúdo e da suspensão de novas veiculações enquanto o processo continua em análise.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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Coligação de Raquel aciona Justiça contra João Campos e perfis nas redes sociais

A Coligação Pernambuco de Coração, que apoia a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), ingressou com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra João Campos (PSB), o candidato a vice Carlos Costa (Republicanos) e administradores de perfis nas redes sociais. A ação pede ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) a apuração […]

A Coligação Pernambuco de Coração, que apoia a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), ingressou com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra João Campos (PSB), o candidato a vice Carlos Costa (Republicanos) e administradores de perfis nas redes sociais. A ação pede ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) a apuração de suspeitas de abuso de poder político e econômico e uso indevido dos meios de comunicação.

Protocolada na reta final da campanha, a representação sustenta que páginas como “Raquel Bolada” e “João Campos Platinado” fariam parte de uma atuação coordenada para produzir conteúdos contra a governadora e favorecer eleitoralmente a candidatura de João. A alegação ainda deverá ser analisada pela Justiça Eleitoral.

A equipe jurídica da coligação pede que sejam incorporados ao processo documentos e registros obtidos em representações e medidas anteriores, incluindo informações relacionadas à identificação de administradores de perfis, publicações e interações digitais.

Entre os requerimentos está a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Eduardo da Silva Souza, apontado na ação como responsável pelos perfis @raquel_bolada, no Instagram, e @eduardoninoof, no TikTok, além de Marcelo Augusto Serra Diniz, ligado ao perfil @marcelodinizpe.

A ação também inclui pedidos relacionados às empresas MD Inteligência Digital Ltda. e U Porto Agência de Publicidade Ltda. A coligação solicita acesso a informações financeiras no período entre 1º de junho e 4 de outubro e o detalhamento de eventuais operações envolvendo empresas, a Prefeitura do Recife, o diretório estadual do PSB e a campanha de João Campos e Carlos Costa.

Os pedidos de quebra de sigilo ainda dependem de decisão da Justiça Eleitoral.

Prefeitura do Recife

A representação pede ainda que a Prefeitura do Recife apresente o contrato firmado com a Pernambuco Conservadora Ltda. e a relação de trabalhadores da empresa alocados na Secretaria de Articulação Política e Social.

Segundo a coligação de Raquel, Eduardo da Silva Souza, conhecido como Eduardo Nino, figuraria entre esses trabalhadores. A ação solicita informações sobre eventual vínculo, lotação, jornada e registros de frequência.

A acusação também afirma que Eduardo Nino teria atuação política vinculada ao PSB e ao secretário de Esportes do Recife e vereador licenciado Eduardo Mota (PSB), filho do ex-deputado Nilton Mota, um dos integrantes da articulação política de João Campos.

Outro requerimento pede informações sobre planos de mídia e inserções destinadas ao Blog Marcelo Diniz e à MD Inteligência Digital Ltda., incluindo notas fiscais, ordens de pagamento e comprovantes de veiculação.

A coligação solicita ainda dados relacionados aos endereços IP das redes utilizadas pela Prefeitura do Recife, inclusive acessos remotos.

Outros perfis citados

Além das páginas “Raquel Bolada” e “João Campos Platinado”, a ação cita perfis como @jefinhodeolinda, @rodrigocastelli.pe, @esquerdape, @paulistaresiste, @pernambuco40_joaocampos, @jatobaordinario, @brunocribeiro_ofc e @tocomjoaobuique.

Os advogados da coligação argumentam que existiriam indícios de conexões técnicas, financeiras e administrativas entre integrantes desse grupo. A existência dessa coordenação, no entanto, é uma das questões que a ação pede que sejam investigadas e não constitui conclusão judicial.

A representação também menciona que administradores de algumas das páginas teriam sido defendidos pelo mesmo advogado em processos anteriores e pede que esse ponto seja analisado.

Disputa judicial entre as campanhas

O episódio se soma a outras ações judiciais envolvendo a comunicação digital das duas principais candidaturas ao Governo de Pernambuco.

Em agosto, a coligação de João Campos acionou a Justiça Eleitoral acusando integrantes ligados ao governo de Raquel de participação em um suposto “gabinete do ódio”. A acusação também é objeto de disputa judicial.

Até a publicação original da reportagem, a campanha de João Campos e Carlos Costa não havia apresentado posicionamento sobre a nova ação. A Prefeitura do Recife também havia sido procurada e não havia respondido.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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Blog celebra marca de quase 26 milhões de visualizações em 30 dias

O Blog está prestes a alcançar a marca recorde de 26 milhões de visualizações em 30 dias no Instagram, um marco para um veículo nessa categoria em Pernambuco. Em 90 dias, são 83 milhões de visualizações. A cobertura política em Pernambuco e no Brasil buscando responsabilidade e equilíbrio editorial, opinião e análises da corrida eleitoral […]

O Blog está prestes a alcançar a marca recorde de 26 milhões de visualizações em 30 dias no Instagram, um marco para um veículo nessa categoria em Pernambuco.

Em 90 dias, são 83 milhões de visualizações.

A cobertura política em Pernambuco e no Brasil buscando responsabilidade e equilíbrio editorial, opinião e análises da corrida eleitoral ajudam a entender esses números.

Somados aos dados de outras plataformas, os números confirmam o blog a um dos mais importantes do Estado.

Os números também refletem a participação dos leitores que acessam, compartilham e acompanham diariamente o conteúdo publicado com liberdade e direito à opinião.

Nosso agradecimento a todos que fazem o blog, aos veículos parceiros, blogs e portais, incluindo as emissoras que reproduzem nossas informações e comentários diários.

Claro, obrigado a cada leitor que acompanha, compartilha e faz parte dessa trajetória. Essa marca também é de vocês.

#blognilljunior

Daniel Vorcaro prestou depoimento à Polícia Federal nesta quarta-feira (30) e negou a existência de grupos organizados para intimidar adversários ou de um plano de fuga. No mesmo dia, novas mensagens extraídas de seu celular revelaram contatos e encontros do ex-controlador do Banco Master com políticos e outras figuras públicas entre 2023 e 2025. A […]

Daniel Vorcaro prestou depoimento à Polícia Federal nesta quarta-feira (30) e negou a existência de grupos organizados para intimidar adversários ou de um plano de fuga. No mesmo dia, novas mensagens extraídas de seu celular revelaram contatos e encontros do ex-controlador do Banco Master com políticos e outras figuras públicas entre 2023 e 2025.

A oitiva teve como foco a investigação sobre os grupos mencionados nas mensagens como “A Turma” e “Os Meninos”. A PF apura suspeitas de que estruturas ligadas ao empresário tenham atuado na obtenção de informações protegidas, monitoramento e ações contra pessoas consideradas adversárias. As suspeitas ainda estão sob investigação.

Segundo a defesa, as expressões encontradas nas conversas não identificavam grupos específicos ou estruturas organizadas. Os advogados afirmaram ainda que Vorcaro mantinha um contrato formal de prestação de serviços de inteligência e segurança digital e negaram a ocorrência de atos de violência ou intimidação.

O ex-banqueiro também voltou a negar que pretendesse fugir do país quando foi preso pela primeira vez, em novembro de 2025. A defesa sustenta que a viagem havia sido comunicada previamente e que existiam reservas de hotel, salas de reunião e registros relacionados ao deslocamento.

Vorcaro está preso preventivamente desde março, quando foi alvo de uma nova ordem de prisão no curso das investigações. A prisão é uma medida cautelar e não representa condenação.

Enquanto o depoimento ocorria, mensagens obtidas pela PF e divulgadas pela imprensa trouxeram novos detalhes sobre os contatos mantidos pelo empresário.

Entre os interlocutores identificados estão o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), o atual ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia e o apresentador Luciano Huck. As conversas, por si só, não significam a prática de irregularidades pelos citados.

No caso de Hugo Motta, mensagens mostram uma relação de proximidade com Vorcaro. Em maio de 2025, o empresário escreveu ao deputado: “Queria estar em Mônaco com você”. Também há registros de pedidos relacionados a ingressos para camarote e de conversas envolvendo negócios.

Os diálogos incluem ainda uma operação de crédito de pelo menos R$ 22 milhões concedida pelo Banco Master a uma empresa ligada à cunhada de Motta para aquisição de um terreno em João Pessoa, na Paraíba.

Motta afirmou que não existe ilícito nas conversas divulgadas e rejeitou qualquer interpretação de que tenha ocorrido favorecimento. Segundo o presidente da Câmara, seus contatos com Vorcaro estavam inseridos nas relações que mantém com representantes de diferentes setores da sociedade.

As mensagens também mostram trocas pessoais entre Vorcaro e Davi Alcolumbre. O presidente do Senado afirmou que as conversas têm caráter privado e não demonstram ilegalidade, além de rejeitar acusações de favorecimento.

Outro conjunto de diálogos indica que Alexandre Padilha, então ministro da Secretaria de Relações Institucionais, participou de um jantar na residência de Vorcaro, em Brasília, em outubro de 2024. O encontro ocorreu antes da reunião do banqueiro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em dezembro daquele ano.

Padilha estava acompanhado de Olavo Noleto, então secretário-executivo da pasta. O compromisso não apareceu na agenda oficial do ministro. Em resposta à divulgação das mensagens, a assessoria de Padilha afirmou que ele participava regularmente de encontros com representantes de diferentes setores e que não houve desdobramento relacionado ao jantar. Também destacou que, naquele momento, não havia acusações contra o Banco Master.

Mensagens ainda mostram que Vorcaro organizou um almoço para o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, em 2023. O ex-banqueiro não participou do encontro. Os registros integram o material extraído pela PF de aparelhos apreendidos durante as investigações.

Os diferentes contatos revelados nas mensagens passaram a ser analisados no conjunto das apurações sobre Vorcaro e o Banco Master. A existência de encontros, conversas ou relações pessoais não representa, isoladamente, comprovação de participação dos interlocutores nos fatos investigados.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Divulgação

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A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta quarta-feira (30) que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) remova uma publicação que atribuiu conotação sexual a uma declaração do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parlamentar tem prazo de 24 horas para retirar o conteúdo. A decisão […]

A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta quarta-feira (30) que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) remova uma publicação que atribuiu conotação sexual a uma declaração do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parlamentar tem prazo de 24 horas para retirar o conteúdo.

A decisão considera que a postagem descontextualizou uma fala de Lula feita durante um discurso sobre prevenção e tratamento do câncer de próstata, exames médicos e a resistência de parte dos homens aos cuidados preventivos de saúde.

Na declaração original, Lula afirmou que “homem não gosta de tomar toque” e que “mulher aprende a tomar toque desde pequena”. A fala provocou repercussão e críticas, e o próprio presidente afirmou posteriormente que pretendia fazer uma comparação sobre a disposição das mulheres para realizar exames médicos.

Ao analisar a publicação feita por Nikolas, Estela Aranha entendeu que o deputado foi além de uma crítica política ou de uma discordância sobre a forma como Lula se expressou.

Segundo a ministra, o conteúdo publicado pelo parlamentar deslocou a declaração do contexto de saúde pública e a relacionou a condutas criminosas envolvendo crianças e adolescentes.

Na avaliação da magistrada, essa interpretação poderia levar quem tivesse acesso à postagem a concluir que Lula estaria fazendo referência, concordando ou normalizando crimes dessa natureza.

A ministra também destacou que conteúdos considerados desinformativos em contexto eleitoral não precisam ser integralmente falsos. Segundo a decisão, informações verdadeiras podem gerar desinformação quando são distorcidas ou apresentadas fora de seu contexto original.

Outro ponto considerado foi o alcance da publicação. Estela Aranha afirmou que o conteúdo foi divulgado por um perfil com ampla capacidade de circulação, o que poderia ampliar os efeitos da mensagem durante o período eleitoral.

Além de Nikolas, o X, antigo Twitter, também deverá providenciar a remoção da postagem indicada e informar à Justiça Eleitoral as medidas adotadas.

A ação foi apresentada pela coligação Brasil pronto pra mais, que apoia a candidatura de Lula.

Até a publicação da reportagem, Nikolas Ferreira não havia se manifestado sobre a decisão.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, não participará do debate presidencial promovido pela TV Globo nesta quinta-feira (1º). A ausência foi comunicada pela assessoria do petista à emissora nesta quarta-feira (30). Com a decisão, estão confirmados no encontro Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, não participará do debate presidencial promovido pela TV Globo nesta quinta-feira (1º). A ausência foi comunicada pela assessoria do petista à emissora nesta quarta-feira (30).

Com a decisão, estão confirmados no encontro Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo).

O debate será mediado pelo jornalista César Tralli e realizado nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro. A transmissão está prevista para começar às 21h30, depois do Jornal Nacional, com exibição também pelo g1 e pela GloboNews.

A emissora reservou para o debate a faixa normalmente ocupada pela novela das 21h. Será o último encontro entre candidatos à Presidência promovido pela Globo antes do primeiro turno, marcado para domingo (4).

O programa terá quatro blocos de perguntas e respostas, além das considerações finais. Em dois blocos, os candidatos poderão escolher livremente os temas das perguntas. Nos outros dois, os confrontos serão feitos a partir de assuntos previamente definidos.

Parte da dinâmica utilizará um mapa do Brasil instalado no centro do cenário, com questões relacionadas a diferentes regiões do país.

Entre os assuntos previstos estão preservação da Amazônia, segurança nas fronteiras, combate ao crime organizado e desafios de infraestrutura relacionados às exportações brasileiras. Também haverá temas apresentados em um telão para escolha dos candidatos.

Pelas regras divulgadas para o encontro, o candidato que fizer a pergunta terá dois minutos para administrar entre a formulação da questão e a réplica. O candidato que responder contará com três minutos, divididos entre resposta e tréplica.

A ausência de Lula ocorre depois de dias de indefinição sobre sua participação. Flávio Bolsonaro, Caiado, Cury e Zema permanecem confirmados para o debate.

Foto:  Ricardo Stuckert/Divulgação

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O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) apresentou, nesta quarta-feira (30), propostas para ampliar a rede estadual, interiorizar atendimentos especializados e modernizar a gestão da saúde. As medidas foram detalhadas durante sabatina promovida pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde e Laboratórios de Pesquisas e Análises Clínicas de Pernambuco (SindHospe), no Recife. […]

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) apresentou, nesta quarta-feira (30), propostas para ampliar a rede estadual, interiorizar atendimentos especializados e modernizar a gestão da saúde. As medidas foram detalhadas durante sabatina promovida pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde e Laboratórios de Pesquisas e Análises Clínicas de Pernambuco (SindHospe), no Recife.

Entre as propostas apresentadas está a construção de quatro hospitais. João citou um Hospital Geral Metropolitano, com previsão de 900 leitos, além de novas unidades no Sertão do Araripe, em Petrolina e no Agreste.

O candidato também defendeu ampliar a oferta de serviços de média e alta complexidade fora da Região Metropolitana, com o objetivo de reduzir os deslocamentos de pacientes do interior para o Recife.

“O que não dá é a maioria dos pacientes ter que andar 500 quilômetros para fazer um tratamento. Você pega uma pessoa que mora em Serra Talhada e precisa fazer um tratamento de câncer e ela tem que vir para o Recife. Isso não é razoável”, afirmou.

Na área de oncologia, João citou a proposta de implantação de um centro de tratamento de câncer no Sertão, ao lado do Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada.

Outro ponto apresentado foi a ampliação da integração digital entre os serviços de saúde. O candidato defendeu o uso de prontuários eletrônicos e o compartilhamento de informações clínicas entre diferentes unidades da rede.

“O paciente não pode chegar em um serviço e a informação dele ficar naquele lugar. É preciso ter interoperabilidade, saber o que ele já fez, quais exames já realizou, qual medicamento está tomando”, declarou.

Ao tratar do financiamento das propostas, João afirmou que a ampliação dos serviços precisa estar acompanhada de previsão orçamentária e planejamento.

“A saúde precisa ter orçamento, precisa ter planejamento e precisa ter gestão. Tem dinheiro. O que está faltando é compromisso e gestão. Se você quer ampliar serviço, se quer colocar mais gente para ser atendida, se quer abrir novas unidades, precisa ter recurso para isso”, disse.

Durante a sabatina, o candidato também relacionou a saúde ao desenvolvimento econômico e defendeu ampliar a produção de medicamentos e insumos em Pernambuco.

João afirmou ter discutido com o Ministério da Saúde a possibilidade de implantação de uma nova linha de produção de medicamentos injetáveis no Estado. Segundo ele, o investimento estimado seria de R$ 120 milhões. A iniciativa foi apresentada como uma possibilidade e ainda depende de definições para sair do papel.

O candidato defendeu ainda investimentos em formação profissional, pesquisa e produção para ampliar a participação do Estado na indústria da saúde.

A sabatina foi conduzida pelo presidente do SindHospe, George Meira Trigueiro, e contou com a participação do candidato a vice-governador Carlos Costa.

Fotos: Marlon Diego

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A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) anunciou, nesta quarta-feira (30), a proposta de ampliar de 100 mil para 150 mil o número de mulheres atendidas pelo programa Mães de Pernambuco em um eventual segundo mandato. A medida foi apresentada durante uma roda de conversa no bairro do Cordeiro, na Zona Oeste do […]

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) anunciou, nesta quarta-feira (30), a proposta de ampliar de 100 mil para 150 mil o número de mulheres atendidas pelo programa Mães de Pernambuco em um eventual segundo mandato.

A medida foi apresentada durante uma roda de conversa no bairro do Cordeiro, na Zona Oeste do Recife. O programa concede atualmente R$ 300 mensais a mulheres em situação de vulnerabilidade que atendem aos critérios estabelecidos pelo Estado.

“Vamos levar mais para 50 mil famílias. E, além disso, fortalecer as nossas cozinhas comunitárias e cozinhas solidárias”, afirmou Raquel.

A candidata também apresentou propostas para ampliar as ações estaduais de segurança alimentar. Segundo ela, o número de refeições distribuídas diariamente por iniciativas do Estado passaria das atuais 75 mil para 130 mil.

Embora Raquel tenha usado a expressão “dobrar” ao falar da proposta, os números apresentados por ela correspondem a uma ampliação de 75 mil para 130 mil refeições diárias.

Durante a agenda, a governadora afirmou ainda que cerca de 500 mil pernambucanos deixaram a extrema pobreza durante sua gestão. O número foi apresentado pela candidata ao citar os resultados que atribui às políticas sociais desenvolvidas pelo governo.

“Através de trabalhos como esse, a gente tem tirado Pernambuco da extrema pobreza. 500 mil pessoas saíram da extrema pobreza em Pernambuco”, declarou.

O Mães de Pernambuco integra o programa Pernambuco Sem Fome e foi criado para atender gestantes, mães ou responsáveis por crianças de até seis anos em situação de vulnerabilidade social. O benefício mensal é de R$ 300.

A agenda ocorreu um dia após o debate entre os candidatos ao Governo de Pernambuco promovido pela TV Globo. Raquel Lyra, João Campos (PSB) e Ivan Moraes (PSOL) voltam a participar de um debate nesta quinta-feira (1º), promovido pelo Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, com início previsto para as 10h45.

Foto: Frame/Reprodução

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A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) anunciou, durante o debate da TV Globo realizado nessa terça-feira (29), a proposta de criar um programa estadual de atendimento psicológico e psiquiátrico para pessoas com dependência em apostas. Segurança pública também esteve entre os principais temas abordados pela candidata no confronto com João Campos (PSB). […]

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) anunciou, durante o debate da TV Globo realizado nessa terça-feira (29), a proposta de criar um programa estadual de atendimento psicológico e psiquiátrico para pessoas com dependência em apostas. Segurança pública também esteve entre os principais temas abordados pela candidata no confronto com João Campos (PSB).

Batizada por Raquel de Acolhimento Digital, a proposta prevê aproximar profissionais de saúde mental das pessoas que desenvolveram problemas relacionados aos jogos de apostas. A candidata não detalhou, durante o debate, como funcionariam o atendimento, o acesso ao programa e os custos da iniciativa.

“Eu quero lançar o Programa Acolhimento Digital para que a gente possa aproximar psiquiatras e psicólogos de pessoas que ficaram viciadas em jogos e perderam tudo na sua vida”, afirmou.

Raquel voltou a se posicionar contra as bets e relacionou as plataformas a riscos de lavagem de dinheiro e atuação de organizações criminosas. O tema também apareceu em outros momentos do debate.

Segurança pública

No primeiro confronto direto entre Raquel e João, segurança pública foi o tema sorteado. A governadora questionou a atuação do adversário na Prefeitura do Recife e criticou a situação da Guarda Municipal durante a gestão do socialista.

Raquel também comparou a experiência de João na administração municipal com sua passagem pela Prefeitura de Caruaru e afirmou que, durante seu governo estadual, houve ampliação dos investimentos em equipamentos, armamentos, inteligência e estrutura das forças de segurança.

Segundo a candidata, estão sendo destinados R$ 300 milhões a equipamentos e estruturas para a área, incluindo delegacias e unidades policiais. Os números foram apresentados por Raquel durante o debate.

João rebateu as críticas e questionou quantas delegacias haviam sido entregues pelo governo estadual. Também afirmou que facções criminosas avançaram em Pernambuco e prometeu, caso eleito, lançar um programa específico de enfrentamento às organizações criminosas e ampliar os efetivos policiais.

Raquel, por sua vez, responsabilizou as gestões anteriores do PSB pelas condições encontradas na segurança pública quando assumiu o Governo de Pernambuco e voltou a citar investimentos realizados durante seu mandato.

Investimentos nos municípios

Em outro momento do debate, Raquel afirmou que sua gestão realiza investimentos municipais independentemente da composição política local. Entre os exemplos mencionados, citou obras habitacionais em São Benedito do Sul e intervenções de contenção de encostas em Cortês.

A governadora afirmou ainda que foram destinados R$ 60 milhões a Cortês. O valor foi apresentado pela própria candidata durante o debate.

Raquel Lyra, João Campos e Ivan Moraes participaram do último debate da TV Globo antes do primeiro turno. Além de segurança e bets, o encontro teve discussões sobre saúde, políticas para mulheres, infraestrutura, abastecimento de água e outros temas estaduais.

Fonte: TV Globo
Foto: Janaína Pepeu

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) concentrou sua participação no debate da TV Globo, nessa terça-feira (29), na apresentação de propostas para áreas como saúde, segurança, educação, abastecimento de água e infraestrutura. Na saúde, João defendeu a ampliação do atendimento especializado na Região Metropolitana e a interiorização de serviços de média e […]

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) concentrou sua participação no debate da TV Globo, nessa terça-feira (29), na apresentação de propostas para áreas como saúde, segurança, educação, abastecimento de água e infraestrutura.

Na saúde, João defendeu a ampliação do atendimento especializado na Região Metropolitana e a interiorização de serviços de média e alta complexidade. Entre as propostas apresentadas está a construção de um Hospital Geral Metropolitano, que, segundo a campanha, teria 900 leitos.

O candidato também afirmou que pretende ampliar a oferta de consultas, exames, cirurgias e especialistas fora do Recife, reduzindo a necessidade de deslocamento de pacientes do interior em busca de atendimento na capital.

Durante o debate, João citou ações realizadas durante sua gestão na Prefeitura do Recife, entre elas o Hospital da Criança, as UPAs Especialidades, unidades de saúde e centros de atendimento a pessoas com Transtorno do Espectro Autista. Também fez cobranças à atual gestão estadual em áreas como saúde, educação e segurança.

Para a segurança pública, apresentou o chamado Pacto Antifacção, proposta que prevê integração entre as forças policiais e uso de inteligência no enfrentamento às organizações criminosas.

O abastecimento de água também esteve entre os temas abordados. João afirmou que seu programa prevê 94 obras, com investimentos estimados pela campanha em quase R$ 8 bilhões, e voltou a colocar o fim do racionamento entre as metas de uma eventual gestão.

Na educação, o candidato prometeu duplicar a rede estadual de ensino técnico e aproximar a formação profissional das atividades econômicas de cada região.

Na infraestrutura, citou propostas para as BRs 408 e 423, intervenções na PE-90 e a Transnordestina, esta em articulação com o governo federal.

Ao encerrar sua participação, João voltou a defender uma mudança no comando do Estado.

“Maturidade não é o tempo que você leva no governo. É a capacidade de entrega, de fazer a diferença na vida das pessoas. Agora chegou a hora de inaugurar um tempo bom em Pernambuco”, afirmou.

Foto: Divulgação

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O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a comentar, nessa terça-feira (29), a declaração feita durante um ato em Belém, no Pará, sobre exames preventivos de homens e mulheres. Diante da repercussão negativa, Lula afirmou que sua intenção era comparar a resistência masculina ao exame de próstata com a […]

O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a comentar, nessa terça-feira (29), a declaração feita durante um ato em Belém, no Pará, sobre exames preventivos de homens e mulheres. Diante da repercussão negativa, Lula afirmou que sua intenção era comparar a resistência masculina ao exame de próstata com a disposição das mulheres para realizar procedimentos médicos preventivos.

A declaração original foi feita na segunda-feira (28), quando Lula comentava uma agenda no Hospital João de Deus, em Belém, e falava sobre uma cirurgia robótica para tratamento do câncer de próstata.

Na ocasião, o presidente afirmou que muitos homens evitam o exame de toque por preconceito e comparou essa postura à rotina de exames médicos enfrentada pelas mulheres desde mais jovens. O trecho repercutiu nas redes sociais e passou a ser utilizado por aliados do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) para criticar Lula.

Durante comício em Salvador, o presidente reconheceu que poderia ter utilizado uma expressão inadequada ao fazer a comparação e disse que pretendia destacar a atitude das mulheres em relação à prevenção.

“Eu quis fazer uma comparação de como que as mulheres são corajosas, porque elas fazem exame e não têm medo de fazer exame”, afirmou Lula.

O presidente também criticou o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que publicou um vídeo sobre a declaração. Lula acusou o parlamentar de atribuir outro sentido às suas palavras.

Janja entra na discussão

A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, também participou da reação às críticas durante o evento em Salvador.

Ao defender Lula, Janja fez críticas a Nikolas Ferreira e utilizou uma expressão ofensiva contra o deputado. Ela afirmou ainda que havia realizado recentemente um exame de mama com equipamento robótico e citou ações do governo federal voltadas à prevenção do câncer de colo do útero.

A controvérsia ocorre na última semana da campanha presidencial, com o primeiro turno marcado para domingo (4).

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert

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Quaest: João Campos e Raquel Lyra empatam com 42% em Pernambuco

A nova pesquisa Quaest sobre a disputa pelo Governo de Pernambuco, divulgada nesta terça-feira (29), mostra João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) empatados, com 42% das intenções de voto no cenário estimulado. Na rodada anterior, publicada em 23 de setembro, João tinha 39% e Raquel, 41%. Os números mostram uma redução da distância registrada […]

A nova pesquisa Quaest sobre a disputa pelo Governo de Pernambuco, divulgada nesta terça-feira (29), mostra João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) empatados, com 42% das intenções de voto no cenário estimulado. Na rodada anterior, publicada em 23 de setembro, João tinha 39% e Raquel, 41%.

Os números mostram uma redução da distância registrada na pesquisa anterior, quando a governadora aparecia dois pontos percentuais à frente. João passou numericamente de 39% para 42%, enquanto Raquel foi de 41% para 42%.

Ivan Moraes (PSOL) aparece com 1%, mesmo percentual registrado na rodada anterior. Renan Hallais (Missão), que tinha 1%, agora marca 0%. Professora Camila (UP), Guilherme Fonseca (PSTU) e Victor Assis (PCO) também aparecem com 0%.

O percentual de eleitores indecisos caiu de 12% para 10%. Os que afirmam que votarão em branco, nulo ou não irão votar passaram de 6% para 5%.

Veja os números:

João Campos (PSB): 42% (eram 39%)
Raquel Lyra (PSD): 42% (eram 41%)
Ivan Moraes (PSOL): 1% (era 1%)
Renan Hallais (Missão): 0% (era 1%)
Professora Camila (UP): 0% (era 0%)
Guilherme Fonseca (PSTU): 0% (era 0%)
Victor Assis (PCO): 0% (era 0%)
Indecisos: 10% (eram 12%)
Branco/nulo/não vai votar: 5% (eram 6%)

A pesquisa foi encomendada pela Globo e ouviu 1.302 eleitores entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número PE-00324/2026.

A rodada é divulgada a cinco dias do primeiro turno, marcado para domingo (4), e atualiza o cenário da disputa estadual na reta final da campanha.

Fonte: g1
Foto: Reprodução

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Quaest: aprovação de Raquel Lyra fica em 59%, e desaprovação chega a 33%

A pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) mostra que 59% dos eleitores pernambucanos aprovam o governo de Raquel Lyra (PSD), enquanto 33% desaprovam a gestão. Outros 8% não souberam ou não responderam. Na rodada anterior do instituto, divulgada em 23 de setembro, a aprovação era de 61% e a desaprovação, de 27%. Os novos números […]

A pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) mostra que 59% dos eleitores pernambucanos aprovam o governo de Raquel Lyra (PSD), enquanto 33% desaprovam a gestão. Outros 8% não souberam ou não responderam.

Na rodada anterior do instituto, divulgada em 23 de setembro, a aprovação era de 61% e a desaprovação, de 27%.

Os novos números representam uma oscilação de dois pontos para baixo na aprovação. Já a desaprovação passou numericamente de 27% para 33%.

A Quaest também perguntou aos entrevistados se Raquel deveria ser reeleita. Nesse quesito, 60% responderam que a governadora deveria conquistar um novo mandato.

O indicador de reeleição é diferente da pergunta sobre aprovação ou desaprovação da gestão e, por isso, os percentuais não devem ser tratados como equivalentes à intenção de voto.

Na pesquisa de intenção de voto divulgada também nesta terça, João Campos (PSB) e Raquel Lyra aparecem empatados com 42% no cenário estimulado. A margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

A Quaest entrevistou 1.302 eleitores de Pernambuco, com 16 anos ou mais, entre os dias 25 e 28 de setembro. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi encomendada pela Globo e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número PE-00324/2026.

Fonte: g1
Foto: Beto Figueiroa

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Quaest para o Senado em PE: Marília, 19%; Humberto, 17%; Mendonça, 10%

A pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) mostra Marília Arraes (PDT) com 19% e Humberto Costa (PT) com 17% das intenções de voto na disputa pelas duas vagas de Pernambuco no Senado. A diferença de dois pontos percentuais entre os dois está dentro da margem de erro de três pontos, configurando empate técnico. Na rodada […]

A pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) mostra Marília Arraes (PDT) com 19% e Humberto Costa (PT) com 17% das intenções de voto na disputa pelas duas vagas de Pernambuco no Senado. A diferença de dois pontos percentuais entre os dois está dentro da margem de erro de três pontos, configurando empate técnico.

Na rodada anterior, divulgada em 23 de setembro, Marília aparecia com 18%, enquanto Humberto tinha 14%. Nesta pesquisa, os percentuais passaram numericamente para 19% e 17%, respectivamente.

Mendonça Filho (PL) aparece com 10%, mesmo percentual registrado no levantamento anterior. Eduardo da Fonte (PP) tem 7%, ante 8% na rodada passada, e Túlio Gadêlha (PSD) registra 3%, contra 4% anteriormente.

Carlos Sant’anna (Novo) e Pastor Gilvan Costa (Democrata) aparecem com 1% cada. Samuel Timoteo (UP), Gorett Bitu (UP), Mailson Neto (PCO), Mariano Macedo (PSTU) e Paulo Rubem Santiago (Rede) registram 0%.

Veja os números da pesquisa estimulada, considerando a combinação dos votos para as duas vagas:

Marília Arraes (PDT): 19% (eram 18%)
Humberto Costa (PT): 17% (eram 14%)
Mendonça Filho (PL): 10% (eram 10%)
Eduardo da Fonte (PP): 7% (eram 8%)
Túlio Gadêlha (PSD): 3% (eram 4%)
Carlos Sant’anna (Novo): 1% (era 1%)
Pastor Gilvan Costa (Democrata): 1% (era 1%)
Samuel Timoteo (UP): 0% (era 1%)
Gorett Bitu (UP): 0% (era 0%)
Mailson Neto (PCO): 0% (era 0%)
Mariano Macedo (PSTU): 0% (era 0%)
Paulo Rubem Santiago (Rede): 0% (era 1%)
Indecisos: 23% (eram 21%)
Branco/nulo/não vai votar: 19% (eram 21%)

Como neste ano cada eleitor escolhe dois candidatos diferentes ao Senado, a Quaest pergunta separadamente a intenção de voto para a primeira e para a segunda vaga. O resultado combinado mantém a proporção entre candidatos, indecisos e votos brancos ou nulos em um total de 100%.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, 68% não souberam citar em quem pretendem votar. Na rodada anterior, esse percentual era de 73%.

Em 2026, Pernambuco escolherá dois senadores. Cada eleitor terá direito a dois votos para o cargo e não poderá votar duas vezes no mesmo candidato.

Contratada pela Globo, a Quaest entrevistou 1.302 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número PE-00324/2026.

Fonte: g1
Foto: Reprodução

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A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) questionou, nesta terça-feira (29), a permanência de Fábio Tyrone no PSB e o financiamento de sua candidatura a deputado federal pela Paraíba. Na mesma manifestação, declarou solidariedade à advogada Myriam Gadelha, ex-companheira do político. Tyrone, ex-prefeito de Sousa, foi condenado por agressões contra Myriam em episódio […]

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) questionou, nesta terça-feira (29), a permanência de Fábio Tyrone no PSB e o financiamento de sua candidatura a deputado federal pela Paraíba. Na mesma manifestação, declarou solidariedade à advogada Myriam Gadelha, ex-companheira do político.

Tyrone, ex-prefeito de Sousa, foi condenado por agressões contra Myriam em episódio ocorrido em 2018. A condenação foi mantida pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, e posteriormente o Superior Tribunal de Justiça reduziu a pena, sem afastar a condenação.

Em publicação nas redes sociais, Raquel direcionou críticas ao PSB, presidido nacionalmente por João Campos, seu adversário na disputa pelo Governo de Pernambuco. A candidata citou a permanência de Tyrone no partido e os recursos destinados à campanha dele.

“Já faz três anos que as mulheres do partido pedem sua expulsão. Ainda assim, em fevereiro deste ano, Tyrone participou de agenda com João Campos, presidente Nacional do PSB, e recebeu mais de 1,5 milhão em recursos do partido para sua campanha”, escreveu Raquel.

Tyrone recebeu R$ 1,5 milhão do fundo eleitoral e foi o candidato do PSB à Câmara dos Deputados na Paraíba com maior volume de recursos partidários destinado à campanha neste ano.

A manifestação de Raquel ocorreu após Myriam voltar a falar publicamente sobre o caso. Em vídeo divulgado no sábado (26), a advogada questionou a permanência do ex-companheiro na legenda e cobrou uma posição de João Campos.

“Se eu pudesse fazer uma pergunta a João Campos: por que ele está protegendo um agressor de mulheres?”, afirmou Myriam.

O PSB afirma que João Campos solicitou a expulsão de Tyrone e que o caso foi encaminhado ao Conselho Nacional de Ética da legenda. Sobre os recursos eleitorais, o partido declarou que a definição dos valores destinados às candidaturas paraibanas ficou sob responsabilidade do diretório estadual.

Foto: Divulgação

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Coligação de João Campos aciona Justiça contra Amisadai Andrade após novo vídeo

A coligação Frente Popular de Pernambuco, do candidato ao Governo do Estado João Campos (PSB), apresentou nesta terça-feira (29) um aditamento à representação já protocolada na Justiça Eleitoral contra Amisadai Andrade. A nova manifestação foi motivada pela divulgação de trechos adicionais de um vídeo em que ele aparece discutindo remuneração para uma rede de perfis […]

A coligação Frente Popular de Pernambuco, do candidato ao Governo do Estado João Campos (PSB), apresentou nesta terça-feira (29) um aditamento à representação já protocolada na Justiça Eleitoral contra Amisadai Andrade. A nova manifestação foi motivada pela divulgação de trechos adicionais de um vídeo em que ele aparece discutindo remuneração para uma rede de perfis digitais. :chatgpt-content-reference{index=”0″}

Segundo a coligação, as novas imagens devem ser incorporadas à apuração já em andamento. No pedido, a Frente Popular solicita que sejam investigados o fluxo financeiro citado nas conversas e a eventual participação de outras pessoas na estrutura mencionada no vídeo. :chatgpt-content-reference{index=”1″}

A representação também cita uma reunião de Amisadai com José Roberto Júnior e Rodolfo Costa, identificados como sócios do Portal de Prefeitura. A coligação pede ainda que sejam analisados repasses feitos pelo Governo de Pernambuco ao veículo ao longo de 2026. :chatgpt-content-reference{index=”2″}

Entre as providências solicitadas estão a preservação de dados digitais, eventual quebra de sigilos bancário e fiscal e a oitiva de pessoas mencionadas nas reportagens. A campanha também pede a apuração de possíveis crimes eleitorais, contra a honra e de outras condutas que, segundo a representação, poderiam estar relacionadas aos fatos. :chatgpt-content-reference{index=”3″}

Esses pedidos ainda dependem de análise da Justiça Eleitoral. A apresentação da representação não significa que as medidas tenham sido autorizadas nem que os crimes apontados estejam comprovados.

O documento também menciona pagamentos via Pix que, de acordo com a coligação, teriam relação com o custeio de pacotes de comentários dirigidos contra João Campos. A representação cita ainda pessoas ligadas a uma empresa de apostas sediada em Caruaru. A origem dos recursos e a eventual relação entre os envolvidos estão entre os pontos que a campanha pede que sejam investigados. :chatgpt-content-reference{index=”4″}

Defesa nega “gabinete do ódio”

A defesa de Amisadai Andrade nega a existência de uma estrutura organizada voltada a ataques contra adversários políticos do Governo do Estado.

Ao Diário de Pernambuco, o advogado Luiz Rocha reconheceu impropriedade nas falas registradas no vídeo, mas afirmou que Amisadai teria exagerado sua capacidade de influência durante uma negociação comercial. Segundo a defesa, ele não possuía o poder que teria sugerido sobre a governadora Raquel Lyra ou sobre o Governo de Pernambuco. :chatgpt-content-reference{index=”5″}

A Justiça Eleitoral deverá analisar os novos elementos apresentados pela coligação e decidir sobre as diligências solicitadas.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Solidariedade pede a Dino que tire Kassio Nunes e Mendonça de ações no TSE

O Solidariedade pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (29), que processos eleitorais atualmente distribuídos a Kassio Nunes Marques, André Mendonça e Estela Aranha no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sejam transferidos para ministros substitutos. A solicitação foi encaminhada ao ministro Flávio Dino. A petição questiona a forma como foi organizada a análise de representações […]

O Solidariedade pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (29), que processos eleitorais atualmente distribuídos a Kassio Nunes Marques, André Mendonça e Estela Aranha no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sejam transferidos para ministros substitutos. A solicitação foi encaminhada ao ministro Flávio Dino.

A petição questiona a forma como foi organizada a análise de representações relacionadas à propaganda eleitoral nas eleições de 2026. O partido argumenta que uma portaria editada em maio pelo presidente do TSE, Nunes Marques, teria alterado o modelo de distribuição previsto para esses processos.

Pela organização adotada pelo tribunal, André Mendonça e Estela Aranha passaram a atuar como juízes auxiliares da propaganda eleitoral, enquanto a Presidência do TSE também participa da distribuição dessas ações.

O Solidariedade sustenta que a mudança viola o princípio do juiz natural e pede que três ministros substitutos sejam designados para exercer essas funções. A legenda também solicita a redistribuição dos processos em andamento que estejam sob análise de Nunes Marques, Mendonça e Estela Aranha.

O pedido, entretanto, não busca anular decisões já tomadas pelos ministros. Na petição, o partido afirma que pretende preservar os atos praticados e propõe que a redistribuição ocorra imediatamente ou, alternativamente, a partir de 5 de outubro, dia seguinte ao primeiro turno.

“O pedido é deliberadamente restrito. Não se pede a anulação de nenhuma decisão já proferida, nem o afastamento nominal de qualquer julgador”, afirma a peça apresentada ao Supremo.

A manifestação foi protocolada no processo em que Dino havia suspendido uma decisão de André Mendonça relacionada a publicações sobre Nossa Senhora Aparecida durante a campanha presidencial. Posteriormente, o ministro Luiz Fux suspendeu os efeitos da decisão de Dino e restabeleceu a ordem da Justiça Eleitoral.

O episódio ampliou a discussão sobre a divisão de competências entre o STF e o TSE às vésperas do primeiro turno. Nessa segunda-feira (28), Nunes Marques também enviou ofício ao presidente do Supremo, Edson Fachin, manifestando preocupação com decisões individuais do STF que, em sua avaliação, interferem em matérias da Justiça Eleitoral.

Em nota, o Solidariedade afirmou que o pedido não tem como objetivo beneficiar ou prejudicar as candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL). O partido é presidido pelo deputado federal Paulinho da Força, que declarou apoio à candidatura presidencial de Augusto Cury (Avante).

O pedido agora depende de análise no Supremo.

Fonte: Metrópoles
Foto: Breno Esaki/Metrópoles

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Da Itapuama FM No comentário desta terça-feira (29/09) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior analisa o cenário altamente polarizado e acirrado da disputa eleitoral pelo Governo de Pernambuco entre a governadora Raquel Lyra e o ex-prefeito do Recife, João Campos. Com base nas movimentações políticas e nas pesquisas recentes, Nill aponta que o […]

Da Itapuama FM

No comentário desta terça-feira (29/09) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior analisa o cenário altamente polarizado e acirrado da disputa eleitoral pelo Governo de Pernambuco entre a governadora Raquel Lyra e o ex-prefeito do Recife, João Campos.

Com base nas movimentações políticas e nas pesquisas recentes, Nill aponta que o eleitorado pernambucano está dividido diante de dois nomes de projeção nacional. Segundo o jornalista, na reta final da campanha, diversos setores, formadores de opinião e as próprias estratégias partidárias buscam induzir a opinião pública e influenciar o chamado “voto útil”.

O comentário destaca que institutos de pesquisa apresentam cenários divergentes: enquanto alguns levantamentos apontam liderança de Raquel Lyra por uma margem de três a cinco pontos, outros indicam vantagem de João Campos por dois a três pontos percentuais. Apenas nesta semana, 17 pesquisas eleitorais foram registradas.

Para o jornalista, cravar um vencedor neste momento seria prévio e irresponsável. Nill Júnior avalia que a disputa permanece como um incógnita e que os últimos dias serão decisivos para definir se haverá a consolidação da reeleição ou uma virada no pleito, classificando este cenário como um dos prognósticos mais difíceis da história recente da política pernambucana.