O comparecimento de brasileiros às urnas aumentou em 11 países que já encerraram a votação do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, neste domingo (25). Segundo levantamento divulgado pelo jornal O Globo, foram quase 9 mil eleitores a mais em relação ao primeiro turno, realizado em 4 de outubro, indicando uma redução da abstenção […]
O comparecimento de brasileiros às urnas aumentou em 11 países que já encerraram a votação do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, neste domingo (25). Segundo levantamento divulgado pelo jornal O Globo, foram quase 9 mil eleitores a mais em relação ao primeiro turno, realizado em 4 de outubro, indicando uma redução da abstenção nesses locais.
O crescimento da participação ocorre após o primeiro turno registrar um elevado número de ausências entre os brasileiros residentes fora do país. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), responsável pela totalização dos votos no exterior, a abstenção chegou a 62,69%, com 574.345 eleitores que não compareceram às urnas.
Entre os países que registraram aumento no comparecimento está a Nova Zelândia, onde 526 brasileiros votaram no segundo turno, contra 339 na primeira etapa da eleição. O crescimento também foi observado na Austrália, na China e no Japão, conforme os primeiros levantamentos dos boletins de urna.
Na China continental, o comparecimento passou de 432 para 532 eleitores, um aumento de aproximadamente 23%. A abstenção caiu de 71% para 64,6%, considerando os eleitores aptos a votar nas seções de Pequim, Xangai e Cantão.
O aumento da participação ocorreu em países com resultados eleitorais distintos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu mais votos que Flávio Bolsonaro (PL) na Austrália, na Nova Zelândia e na China, enquanto o candidato do PL manteve ampla vantagem no Japão.
No primeiro turno, 341.766 brasileiros compareceram às urnas no exterior. A taxa de abstenção foi superior à registrada em 2022, quando 56,24% dos eleitores deixaram de votar, e também à de 2018, que ficou em 59,44%.
Apesar do crescimento observado nos 11 países, ainda não é possível afirmar que a abstenção tenha diminuído no conjunto do eleitorado brasileiro no exterior. A apuração depende do encerramento da votação e da totalização dos resultados nas demais localidades, incluindo Estados Unidos e Portugal, que concentram os maiores contingentes de eleitores fora do Brasil.
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução
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Os primeiros resultados do segundo turno das eleições presidenciais de 2026 no exterior, divulgados neste domingo (25), mostram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) em países como Austrália, Nova Zelândia, China, Coreia do Sul e Singapura. O candidato do PL, por sua vez, registra ampla vantagem no […]
Os primeiros resultados do segundo turno das eleições presidenciais de 2026 no exterior, divulgados neste domingo (25), mostram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) em países como Austrália, Nova Zelândia, China, Coreia do Sul e Singapura. O candidato do PL, por sua vez, registra ampla vantagem no Japão e também aparece à frente em outras localidades asiáticas.
Os números foram obtidos a partir dos boletins de urna disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Como a votação já terminou em parte da Ásia e da Oceania, devido à diferença de fuso horário, os resultados dessas seções começaram a ser conhecidos ainda durante a madrugada no Brasil.
Na Nova Zelândia, Lula recebeu 418 votos, o equivalente a 80,54% dos votos válidos, contra 101 votos (19,46%) de Flávio Bolsonaro. Na Austrália, o petista também ficou à frente, com 6.017 votos, enquanto o adversário somou 3.465.
Na Coreia do Sul, Lula alcançou 148 votos (64,35%), contra 82 (35,65%) de Flávio. Em Singapura, o presidente recebeu 213 votos, diante de 121 do candidato do PL.
O Japão apresenta o cenário oposto. Flávio Bolsonaro conquistou 28.538 votos (80,08%) nos boletins inicialmente contabilizados, enquanto Lula recebeu 7.098 (19,92%). O candidato do PL também ficou à frente nas Filipinas, com 39 votos contra 27, e na Tailândia, com 60 contra 56.
Na Malásia, a diferença foi pequena: Flávio recebeu 44 votos, enquanto Lula obteve 41, segundo um dos levantamentos dos boletins eleitorais.
Os dados também mostram diferenças importantes no tamanho do eleitorado de cada país. A votação japonesa, por exemplo, tem peso muito maior na soma dos votos do exterior do que os resultados registrados em países com poucas dezenas ou centenas de eleitores.
Ao todo, 918.876 brasileiros estão aptos a votar fora do país, distribuídos por 186 cidades de 134 países, segundo o TSE. A votação no exterior é organizada pela Justiça Eleitoral brasileira, com a participação do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal e do Ministério das Relações Exteriores.
Os resultados conhecidos até o momento são parciais e não representam a totalização oficial da eleição. A divulgação consolidada pelo TSE está prevista para depois das 17h, horário de Brasília, quando termina a votação em território nacional.
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, votou na manhã deste domingo (25), em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, durante o segundo turno da eleição presidencial contra Flávio Bolsonaro (PL). Aos 80 anos, Lula participa de uma disputa que, segundo ele próprio, será a última de sua trajetória eleitoral. […]
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, votou na manhã deste domingo (25), em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, durante o segundo turno da eleição presidencial contra Flávio Bolsonaro (PL). Aos 80 anos, Lula participa de uma disputa que, segundo ele próprio, será a última de sua trajetória eleitoral.
O presidente chegou por volta das 9h40 à Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo, no bairro Assunção, acompanhado da primeira-dama Janja da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e de integrantes de sua equipe política.
Também estiveram presentes os ex-ministros Fernando Haddad (PT), Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede), além dos ministros Alexandre Padilha e Luiz Marinho. O grupo acompanhou o presidente durante sua passagem pelo colégio eleitoral.
Antes de deixar sua residência, no bairro de Pinheiros, na capital paulista, Lula conversou com jornalistas e apoiadores. O presidente agradeceu as manifestações recebidas durante a campanha e afirmou que nunca havia experimentado uma mobilização semelhante em sua trajetória política.
“Eu estou com 80 anos, participo da vida política há 50. Já participei da campanha de 89, participei de todas as campanhas presidenciais. Eu, sinceramente, nunca vi nada igual”, declarou.
Lula também mencionou os atos de campanha realizados em diferentes estados, incluindo Pernambuco, Bahia, Maranhão e Minas Gerais. Nesse sábado (24), o presidente participou de mobilizações em Copacabana, no Rio de Janeiro, e na Avenida Paulista, em São Paulo.
Ao comentar a disputa presidencial, voltou a criticar o adversário, Flávio Bolsonaro, a quem acusou de mentir durante a campanha. A declaração ocorreu em meio à expectativa pelo resultado de uma eleição marcada pela proximidade entre os dois candidatos nas pesquisas de intenção de voto.
No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula registrou 45,16%. A diferença foi de aproximadamente 2,2 milhões de votos.
O resultado levou a disputa ao segundo turno, com os candidatos intensificando as agendas de campanha e as mobilizações nas redes sociais nas últimas três semanas.
Depois de votar, Lula tinha previsão de retornar à sua residência, em São Paulo, e seguir posteriormente para o Hotel InterContinental, na região da Avenida Paulista, onde acompanhará a apuração ao lado de familiares, dirigentes partidários e aliados políticos.
A votação acontece até as 17h, pelo horário de Brasília. A apuração terá início após o encerramento do pleito.
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução
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O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), votou na manhã deste domingo (25), na Escola Municipal Barão Homem de Mello, na Vila Isabel, Rio de Janeiro, por volta das oito horas. Ele estava companhado da esposa, Fernanda Bolsonaro, da mãe, Rogéria Bolsonaro (PL), e do governador eleito no Rio de Janeiro, […]
O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), votou na manhã deste domingo (25), na Escola Municipal Barão Homem de Mello, na Vila Isabel, Rio de Janeiro, por volta das oito horas.
Ele estava companhado da esposa, Fernanda Bolsonaro, da mãe, Rogéria Bolsonaro (PL), e do governador eleito no Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL).
Após o voto, o candidato afirmou à imprensa que fez uma campanha “limpa” e que, para ele, “chegou a hora da mudança de verdade”.
“Nós temos todas as condições de montar um grande time para reorganizar o Brasil. Quero pedir aí, faça chuva ou faça sol, bora sair de casa pra votar”, destacou.
Flávio e Luiz Inácio Lula da Silva foram os mais votados no primeiro pleito das eleições presidenciais. Neste domingo, haverá a definição de quem será o eleito.
No primeito pleito, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), obteve 47,03%, com 56,1 milhões de votos. O petista alcançou 45,16%, com 53,8 milhões.
O segundo turno da eleição presidencial, realizado neste domingo (25), coloca frente a frente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Além das diferenças políticas entre os candidatos, a escolha dos eleitores envolve expectativas sobre economia, segurança pública, políticas sociais, continuidade do governo e mudança na condução do país. Uma pesquisa Datafolha […]
O segundo turno da eleição presidencial, realizado neste domingo (25), coloca frente a frente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Além das diferenças políticas entre os candidatos, a escolha dos eleitores envolve expectativas sobre economia, segurança pública, políticas sociais, continuidade do governo e mudança na condução do país.
Uma pesquisa Datafolha realizada durante a campanha do segundo turno identificou diferenças nas justificativas apresentadas pelos eleitores das duas candidaturas. Entre os que declararam voto em Flávio Bolsonaro, a principal motivação foi o desejo de mudança e alternância de poder. Já entre os apoiadores de Lula, a proteção social apareceu como a razão mais mencionada.
No grupo de eleitores do senador, 41% citaram a mudança de governo como motivo para a escolha. A rejeição a Lula, ao PT ou ao campo político da esquerda foi mencionada por 31%. Economia e custo de vida apareceram nas respostas de 16%, enquanto 15% destacaram propostas e características do candidato.
Outros 14% mencionaram o desempenho e o legado político associado à candidatura, enquanto 13% citaram valores e questões ideológicas. Segurança e serviços públicos também apareceram entre as justificativas.
Entre os eleitores de Lula, 48% apontaram a proteção social como motivação para o voto. O desempenho e o legado do presidente foram mencionados por 22%, enquanto 17% disseram que a escolha estava relacionada à rejeição ao adversário.
Valores políticos, ideologia e democracia foram citados por 11% dos apoiadores do petista. Outros 10% mencionaram propostas e características pessoais do presidente.
As respostas também apresentaram diferenças conforme a idade e a condição socioeconômica dos entrevistados.
Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro com renda familiar superior a cinco salários mínimos, 47% citaram a mudança de governo. Já entre os jovens de 16 a 24 anos que apoiavam o senador, as propostas e características do candidato foram mencionadas por 31%.
No eleitorado de Lula, a proteção social apareceu com maior frequência entre pessoas com ensino fundamental, chegando a 52%. Entre os evangélicos que declararam voto no presidente, esse motivo foi citado por 59%.
O levantamento também investigou as razões de quem pretendia votar em branco ou anular o voto. Nesse grupo, 37% apontaram a rejeição aos dois candidatos como principal justificativa. Outros 19% mencionaram descrença ou desinteresse pela política, enquanto 18% citaram desconfiança, promessas não cumpridas e corrupção.
As respostas indicam que a decisão eleitoral não está necessariamente vinculada apenas à identificação com um candidato. Para parte dos entrevistados, o voto também representa uma forma de oposição ao adversário ou de manifestação de insatisfação com a disputa.
A pesquisa foi realizada pelo Datafolha nos dias 13 e 14 de outubro, com 2.520 eleitores de 16 anos ou mais, em 153 municípios brasileiros. A margem de erro geral é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00466/2026.
Fonte: Datafolha
Foto: Editoria de Arte
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A última pesquisa Quaest antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 51% dos votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de dois pontos percentuais mantém os candidatos em situação de empate técnico na véspera da votação deste […]
A última pesquisa Quaest antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 51% dos votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de dois pontos percentuais mantém os candidatos em situação de empate técnico na véspera da votação deste domingo (25).
O resultado indica um cenário numericamente próximo ao registrado na pesquisa anterior, divulgada na quarta-feira (21). Naquela rodada, Flávio aparecia com aproximadamente 50,6% dos votos válidos, enquanto Lula registrava 49,4%. Arredondados para números inteiros, os percentuais também correspondiam a 51% e 49%.
A diferença entre os candidatos permanece dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Os resultados não permitem afirmar que exista uma vantagem estatisticamente consolidada para qualquer uma das candidaturas.
Na pesquisa anterior, considerando os votos totais, Flávio tinha 45% das intenções de voto e Lula, 44%. Outros 9% declaravam voto branco, nulo ou que não compareceriam à votação, enquanto 2% permaneciam indecisos.
A rejeição aos candidatos também havia sido medida naquela rodada. Flávio registrava 52%, contra 47% de Lula. Os percentuais representavam uma redução em relação ao levantamento de 14 de outubro, quando a rejeição era de 54% ao senador e 53% ao presidente.
A nova pesquisa foi contratada pelo Grupo Globo e ouviu 3.702 eleitores, com entrevistas previstas para os dias 23 e 24 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09158/2026.
Os percentuais da última pesquisa representam as intenções de voto dos entrevistados e não constituem uma previsão do resultado da votação.
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução
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A última pesquisa Datafolha antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 51% das intenções de votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de dois pontos percentuais mantém os candidatos em empate técnico, considerando a margem de erro de dois […]
A última pesquisa Datafolha antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 51% das intenções de votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de dois pontos percentuais mantém os candidatos em empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.
O levantamento foi realizado na sexta-feira (23) e neste sábado (24), na véspera da votação que definirá o próximo presidente da República. Foram entrevistados 4.050 eleitores em 124 municípios brasileiros.
Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada na quinta-feira (22), Flávio oscilou um ponto percentual para cima, enquanto Lula oscilou um ponto para baixo. Naquela rodada, os dois candidatos apareciam com 50% dos votos válidos, considerados os números arredondados.
A diferença numérica voltou a dois pontos percentuais, mesmo patamar registrado no levantamento de 15 de outubro. Na primeira pesquisa do segundo turno, divulgada em 8 de outubro, Flávio tinha 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula.
As oscilações entre os levantamentos estão dentro da margem de erro e não permitem afirmar que houve crescimento ou queda estatisticamente significativa de nenhum dos candidatos.
Nos votos totais, que incluem brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro registra 48%, enquanto Lula aparece com 47%. Outros 3% dos entrevistados afirmam que votarão em branco ou anularão o voto, e 2% permanecem indecisos.
Na pesquisa anterior, Flávio tinha 47% dos votos totais e Lula, 46%. Os votos brancos e nulos somavam 5%, enquanto os indecisos representavam 2%.
Assim, os dois candidatos oscilaram um ponto percentual para cima nessa modalidade. O percentual de eleitores que pretendem votar em branco ou anular o voto caiu dois pontos, enquanto o grupo de indecisos permaneceu estável.
Um dos fatores considerados relevantes na reta final é a abstenção. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, 21,08% dos eleitores deixaram de comparecer às urnas.
O tema ganhou importância diante da proximidade entre os candidatos. Durante a campanha do segundo turno, as duas candidaturas realizaram mobilizações de rua e ações nas redes sociais para ampliar a participação dos eleitores na votação.
A pesquisa também foi realizada após o último debate presidencial, promovido pela TV Globo nessa sexta-feira (23), quando Lula e Flávio voltaram a confrontar propostas e trocar críticas sobre segurança pública, economia e outros temas da campanha.
O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09540/2026.
Os resultados representam as intenções de voto no período das entrevistas e não constituem uma previsão do resultado das urnas neste domingo (25).
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução
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A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a 48% na última pesquisa Quaest antes do segundo turno presidencial, divulgada neste sábado (24). O percentual representa uma oscilação positiva de dois pontos em relação ao levantamento anterior. Já a desaprovação recuou de 47% para 45%, colocando a aprovação numericamente acima […]
A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a 48% na última pesquisa Quaest antes do segundo turno presidencial, divulgada neste sábado (24). O percentual representa uma oscilação positiva de dois pontos em relação ao levantamento anterior. Já a desaprovação recuou de 47% para 45%, colocando a aprovação numericamente acima da desaprovação na véspera da votação.
Na pesquisa divulgada na quarta-feira (21), 46% dos entrevistados aprovavam o governo federal, enquanto 47% desaprovavam. Com os novos resultados, a diferença, que era de um ponto percentual desfavorável à administração, passou a três pontos favoráveis. Outros 7% não souberam ou não responderam.
Apesar da inversão, os índices de aprovação e desaprovação permanecem tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
A comparação com as pesquisas anteriores mostra uma sequência de oscilações positivas na aprovação da gestão. No levantamento de 14 de outubro, o governo tinha 45% de aprovação e 48% de desaprovação.
Na rodada de 21 de outubro, a aprovação passou para 46% e a desaprovação caiu para 47%. Agora, os indicadores chegam a 48% e 45%, respectivamente.
Considerando essas três pesquisas, a aprovação apresentou uma variação acumulada de três pontos percentuais para cima em dez dias. No mesmo período, a desaprovação oscilou três pontos para baixo. As mudanças precisam ser interpretadas à luz das margens de erro dos levantamentos.
A pesquisa também mediu a intenção de voto para o segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL). Nos votos totais, o senador aparece com 46%, contra 45% do presidente. Considerando apenas os votos válidos, os percentuais são de 51% para Flávio e 49% para Lula, configurando empate técnico.
Os indicadores de aprovação do governo e de intenção de voto representam perguntas distintas. A aprovação mede a avaliação geral do trabalho da administração federal e não corresponde necessariamente à preferência eleitoral dos entrevistados.
A Quaest ouviu presencialmente 3.702 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 23 e 24 de outubro. O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo e tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09158/2026.
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução
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A transmissão ao vivo organizada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassou a marca de 600 mil aparelhos conectados no início da tarde deste sábado (24). A audiência foi registrada após mais de 13 horas de programação ininterrupta no YouTube. Intitulada “Live da […]
A transmissão ao vivo organizada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassou a marca de 600 mil aparelhos conectados no início da tarde deste sábado (24). A audiência foi registrada após mais de 13 horas de programação ininterrupta no YouTube.
Intitulada “Live da Virada”, a transmissão começou na madrugada deste sábado, após o último debate presidencial realizado pela TV Globo, e tem duração prevista de 24 horas. A programação é exibida no canal oficial de Lula na plataforma.
Depois que a transmissão atingiu a marca de 500 mil aparelhos conectados, Janones telefonou para o presidente, que cumpria compromissos de campanha na região Sudeste. Durante a conversa, Lula pediu que os apoiadores convidassem outras pessoas para participar do canal de WhatsApp “Exército do Lula”.
O canal, administrado por Janones e utilizado para mobilização digital em favor da candidatura petista, já reunia quase 11 milhões de seguidores, segundo as informações divulgadas durante a transmissão.
Na ligação, Lula brincou ao se referir ao deputado como “general Janones” e afirmou que a mobilização deveria ocorrer de maneira pacífica. O presidente também pediu a ampliação da participação dos apoiadores nas atividades digitais da campanha.
Outro número registrado neste sábado foi o crescimento do canal oficial de Lula no YouTube, que alcançou a marca de 3 milhões de inscritos durante a programação.
A transmissão acontece na véspera do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25), quando Lula enfrenta o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução
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O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), defendeu neste sábado (24) que a Justiça Eleitoral estabeleça novas regras para reduzir ataques pessoais durante debates e propagandas políticas. Segundo ele, a polarização tem afastado as campanhas da discussão de propostas e políticas públicas, substituídas por confrontos entre candidatos. […]
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), defendeu neste sábado (24) que a Justiça Eleitoral estabeleça novas regras para reduzir ataques pessoais durante debates e propagandas políticas. Segundo ele, a polarização tem afastado as campanhas da discussão de propostas e políticas públicas, substituídas por confrontos entre candidatos.
A declaração foi feita durante um encontro com representantes e observadores internacionais, realizado na sede do TSE, em Brasília, na véspera do segundo turno da eleição presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
Para Toffoli, a Justiça Eleitoral precisa enfrentar o desafio de fazer com que o debate político volte a tratar de questões relacionadas à administração pública, ao funcionamento do Estado e às propostas apresentadas pelos candidatos.
“Nós temos que fazer com que a política volte a discutir política, e esse é um grande desafio, eu penso não só no Brasil, mas para grande parte do mundo democrático”, afirmou.
O ministro criticou especialmente a utilização do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão para ataques entre adversários. Ele lembrou que as emissoras recebem compensações fiscais pela cessão do espaço, o que representa um custo indireto para a sociedade.
“Não pode ser pago pelo cidadão brasileiro para ouvir ofensas entre candidatos”, declarou.
Toffoli também chamou atenção para o ambiente digital. Segundo o magistrado, é necessário estabelecer critérios capazes de distinguir a atuação política legítima de práticas que envolvam impulsionamento irregular de conteúdos, uso de robôs e outras formas de interferência tecnológica na comunicação eleitoral.
Apesar de defender mudanças, o ministro não apresentou uma proposta específica de regulamentação nem anunciou a edição imediata de novas normas pelo TSE. A discussão foi apresentada como um desafio para as próximas eleições.
As declarações ocorrem depois de uma campanha presidencial marcada por acusações entre as candidaturas, disputas judiciais envolvendo conteúdos nas redes sociais e questionamentos sobre a atuação das plataformas digitais.
Na quinta-feira (22), durante sessão do TSE, Toffoli já havia criticado campanhas centradas em acusações pessoais e na associação de adversários e aliados a atividades criminosas. Na ocasião, classificou esse tipo de estratégia como vergonhoso.
Durante o encontro deste sábado, o ministro também elogiou a atuação do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, na interlocução com empresas de tecnologia, entre elas Meta, X e TikTok, para o cumprimento das regras eleitorais.
Outro tema abordado foi a participação das mulheres na política. Toffoli defendeu a manutenção da cota mínima de 30% de candidaturas femininas e a criação de uma reserva de cadeiras para mulheres no Congresso Nacional.
Kassio Nunes Marques também participou do encontro e informou que os relatórios preliminares das missões de observação eleitoral não identificaram irregularidades graves nos locais acompanhados durante o primeiro turno.
Fonte: O Globo
Foto: Cristiano Mariz
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) chegou à véspera do segundo turno das eleições de 2026 com um volume recorde de ações relacionadas à disputa presidencial. Os processos incluem acusações de favorecimento de candidatos por plataformas digitais, supostas redes de desinformação, uso irregular de inteligência artificial e pedidos de cassação das chapas de Lula (PT) e […]
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) chegou à véspera do segundo turno das eleições de 2026 com um volume recorde de ações relacionadas à disputa presidencial. Os processos incluem acusações de favorecimento de candidatos por plataformas digitais, supostas redes de desinformação, uso irregular de inteligência artificial e pedidos de cassação das chapas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
Até a noite da última quarta-feira (21), o tribunal havia recebido pelo menos 804 ações relacionadas à eleição presidencial. O número representa um aumento de 147% em comparação com os 325 processos registrados no mesmo período de 2022. Em 2018, haviam sido contabilizadas 388 ações até a etapa equivalente da disputa.
O crescimento das demandas ocorre em meio à intensificação dos conflitos entre as campanhas presidenciais, que recorreram à Justiça Eleitoral para questionar publicações, estratégias de comunicação digital e possíveis irregularidades cometidas pelos adversários.
Uma das principais controvérsias envolve a atuação da Meta, responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp. A campanha de Lula apresentou uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra Flávio Bolsonaro e seu candidato a vice, Alfredo Gaspar, alegando abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social.
Segundo a coligação petista, os mecanismos de distribuição de conteúdo das plataformas teriam favorecido o candidato do PL e prejudicado publicações ligadas ao presidente. A campanha também aponta falhas no funcionamento de ferramentas de inteligência artificial e restrições ao alcance de conteúdos eleitorais.
A Meta nega favorecimento político e atribui os problemas identificados a falhas técnicas. As acusações ainda dependem de apuração e julgamento.
Na quinta-feira (22), o corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou que a Meta e a rede social X apresentassem esclarecimentos técnicos sobre a distribuição de publicações políticas, anúncios eleitorais, uso de inteligência artificial e remoção de conteúdos.
O ministro estabeleceu prazo de 24 horas para as respostas, sob pena de multa diária de R$ 500 mil por empresa em caso de descumprimento injustificado. Cueva ressaltou que os elementos apresentados justificavam a investigação, mas ainda não comprovavam as irregularidades denunciadas.
Do outro lado, a campanha de Flávio Bolsonaro também acionou o TSE contra Lula e seu vice, Geraldo Alckmin, sob a acusação de utilização de uma suposta rede coordenada de perfis digitais para divulgar informações falsas ou descontextualizadas contra o candidato do PL.
A ação questiona publicações no Instagram e pede providências contra contas apontadas pela campanha como integrantes de uma estrutura organizada de desinformação. Entre as medidas solicitadas estão a remoção de conteúdos e a cassação da chapa adversária. As alegações também precisam ser examinadas pela Justiça Eleitoral.
Outro episódio que provocou decisões conflitantes envolveu o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones. A campanha de Flávio questionou a utilização do espaço, alegando irregularidades na distribuição de conteúdos políticos. O caso passou por decisões de suspensão e restabelecimento do canal.
O crescimento dos processos levou o TSE a ampliar sua estrutura de julgamentos. O presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, aumentou para três por semana as sessões virtuais destinadas à análise de processos de propaganda eleitoral até o segundo turno.
Segundo levantamento divulgado pela CNN Brasil, a Justiça Eleitoral brasileira já recebeu mais de 100 mil processos relacionados às eleições de 2026. Desse conjunto, 3.591 foram autuados diretamente no TSE ou chegaram ao tribunal por meio de recursos.
No TSE, irregularidades na propaganda, pedidos de direito de resposta e desinformação representam aproximadamente 80% dos processos autuados neste ano.
As ações de investigação judicial eleitoral podem ter consequências que vão além da retirada de publicações. Dependendo das provas e das decisões definitivas, processos dessa natureza podem resultar em sanções eleitorais, incluindo cassação de registro ou diploma e declaração de inelegibilidade, quando presentes os requisitos legais.
Os pedidos apresentados pelas campanhas, entretanto, não significam que as irregularidades tenham sido comprovadas. Mesmo após a votação de domingo (25), processos ainda pendentes poderão continuar em tramitação na Justiça Eleitoral.
Fonte: O Globo
Foto: Cristiano Mariz
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O debate presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo, teve episódios de tensão que começaram antes mesmo de os candidatos entrarem no estúdio. A presença de convidados ligados a casos envolvendo os adversários, provocações na plateia e orientações das equipes durante os intervalos marcaram os […]
O debate presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo, teve episódios de tensão que começaram antes mesmo de os candidatos entrarem no estúdio. A presença de convidados ligados a casos envolvendo os adversários, provocações na plateia e orientações das equipes durante os intervalos marcaram os bastidores do último confronto antes do segundo turno.
Aliados de Flávio levaram ao estúdio a prefeita de Ituiutaba (MG), Leandra Guedes (Avante), ex-companheira do deputado André Janones (Rede-MG), responsável pelo canal de WhatsApp “Exército do Lula”. Ela obteve uma medida protetiva contra o parlamentar após relatar ameaças de divulgação de imagens íntimas depois do término do relacionamento.
Janones estava na relação de convidados da campanha de Lula, mas não compareceu ao debate em razão da presença da ex-companheira.
Do lado petista, o deputado eleito Marcelo Freixo (PT-RJ) chegou acompanhado da mãe de Ana Clara Machado, menina de cinco anos morta após ser baleada na porta de casa, em Niterói (RJ), em 2021. O policial militar acusado de efetuar o disparo é defendido judicialmente por Flávio Bolsonaro.
Durante o debate, Lula mencionou a presença da mãe da criança, que se levantou na plateia. Ao responder, Flávio confundiu o nome da mulher com o da filha morta, provocando um protesto dela.
Flávio chegou à emissora acompanhado da esposa, Fernanda, da assessora econômica Daniella Marques e do irmão Carlos Bolsonaro, eleito senador por Santa Catarina.
Entre os aliados presentes estavam o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador catarinense Jorginho Mello (PL), além de Douglas Ruas (PL), eleito governador do Rio de Janeiro, e Sergio Moro (PL), eleito governador do Paraná.
Duas ausências chamaram atenção: Pablo Marçal e o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que haviam participado do debate anterior, na Band. A presença de Marçal naquele encontro provocou desconforto entre aliados de Flávio, que relacionaram ao influenciador parte da postura mais agressiva adotada pelo senador. Nikolas estava em Fortaleza, participando de atividades de campanha.
Lula chegou acompanhado da primeira-dama Janja e teve entre os integrantes de sua equipe o ministro Sidônio Palmeira, o senador Camilo Santana (PT-CE) e o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT).
Também acompanharam o debate Guilherme Boulos, Rick Azevedo, Anielle Franco, Marinete Silva e Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Fernando Haddad e Marina Silva, presentes em outras ocasiões, não compareceram.
A presença de Jandira também trouxe à memória um episódio ocorrido dez anos antes, quando Flávio desmaiou durante um debate da Band para a Prefeitura do Rio de Janeiro. Na ocasião, a deputada tentou prestar socorro, mas foi impedida por Jair Bolsonaro.
PROVOCAÇÕES E REAÇÕES DA PLATEIA
Uma das provocações ocorreu quando Flávio falou sobre a inflação e o preço do chocolate. Marcelo Freixo reagiu em voz alta:
“Disso ele entende”, ironizou.
A referência foi à investigação envolvendo uma loja de chocolates de Flávio Bolsonaro. O estabelecimento foi mencionado em apurações do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre suspeitas de movimentações financeiras irregulares relacionadas ao ex-assessor Fabrício Queiroz.
Flávio chegou a ser denunciado em 2020. No ano seguinte, o Superior Tribunal de Justiça anulou a quebra de sigilo utilizada na investigação, decisão que enfraqueceu a acusação e levou ao arquivamento do caso.
Outro episódio ocorreu quando Flávio afirmou que Lula “dá com uma mão e tira com nove dedos”, em referência à amputação sofrida pelo presidente em um acidente de trabalho.
A declaração provocou risadas e comentários em voz alta entre convidados ligados ao candidato do PL. Na plateia petista, houve protestos e manifestações de indignação.
ORIENTAÇÕES DURANTE OS INTERVALOS
No primeiro intervalo do debate, Flávio conversou com o governador Tarcísio de Freitas e com o marqueteiro Duda Lima. Tarcísio também havia participado da preparação do senador para o confronto com Lula.
Na equipe petista, o presidente recebeu orientações de Sidônio Palmeira, Rafael Fonteles e Camilo Santana entre os dois primeiros blocos.
Os integrantes da campanha avaliaram que Flávio estava conseguindo apresentar melhor suas respostas quando o assunto envolvia propostas para o futuro. Diante dessa percepção, recomendaram que Lula direcionasse mais suas intervenções para o que pretendia realizar em um eventual novo mandato.
O encontro foi o último debate entre os presidenciáveis antes da votação deste domingo (25).
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante o debate da TV Globo, nessa sexta-feira (23), que Flávio Bolsonaro (PL) desconhece a realidade da região Norte do país. Ao criticar o adversário, Lula relembrou a crise de falta de oxigênio nos hospitais de Manaus, em 2021, e mencionou um vídeo em que o […]
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante o debate da TV Globo, nessa sexta-feira (23), que Flávio Bolsonaro (PL) desconhece a realidade da região Norte do país. Ao criticar o adversário, Lula relembrou a crise de falta de oxigênio nos hospitais de Manaus, em 2021, e mencionou um vídeo em que o ex-presidente Jair Bolsonaro imitou uma pessoa com dificuldades para respirar durante a pandemia de covid-19.
A declaração ocorreu no primeiro bloco do encontro, quando os candidatos discutiam saneamento básico e investimentos na região Norte. Lula questionou o conhecimento de Flávio sobre o Amazonas e associou a atuação do governo de Jair Bolsonaro à crise sanitária enfrentada pela população.
“Talvez a única imagem que ele tem do Estado do Amazonas é essa. É o pai dele rindo da pessoa morrendo por falta de oxigênio”, declarou o presidente.
A crise mencionada por Lula ocorreu em janeiro de 2021, quando hospitais de Manaus enfrentaram o esgotamento dos estoques de oxigênio medicinal durante o avanço da covid-19. A situação comprometeu o atendimento de pacientes e provocou mortes, além de exigir a transferência de pessoas internadas para outros estados.
O vídeo citado pelo presidente foi gravado em março daquele ano, cerca de dois meses depois do colapso hospitalar. Na ocasião, Jair Bolsonaro simulou dificuldades respiratórias durante uma transmissão ao vivo, enquanto criticava orientações do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta sobre o momento de procurar atendimento médico.
Flávio rebateu as críticas e afirmou que a gravação havia sido retirada de contexto. Segundo o senador, seu pai não estava ridicularizando pacientes, mas questionando a orientação de esperar pelo agravamento dos sintomas antes de procurar um hospital.
Na discussão sobre a região Norte, o candidato do PL também cobrou explicações de Lula sobre a oposição de parlamentares petistas ao marco legal do saneamento básico, aprovado em 2020.
O presidente respondeu mencionando investimentos realizados durante suas administrações na Amazônia e sugeriu que o adversário consultasse informações disponíveis na internet sobre as ações do governo federal.
Flávio ironizou a recomendação e questionou se Lula ou o Google era responsável por governar o país.
O senador também apresentou propostas para a região, incluindo a ampliação do saneamento básico em Belém, a manutenção e expansão da Zona Franca de Manaus e a atração de investimentos em centros de processamento de dados.
Flávio defendeu ainda a utilização do gás natural do Amazonas para a produção de fertilizantes e criticou obstáculos ambientais ao asfaltamento da Rodovia Transamazônica.
Na tréplica, Lula voltou a criticar a política ambiental do governo Jair Bolsonaro, acusando a gestão anterior de deixar a Amazônia desprotegida e de não atender adequadamente às populações indígenas e quilombolas.
O confronto ocorreu no último debate presidencial antes do segundo turno, marcado para este domingo (25).
Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Pablo Porciuncula/AFP
O último debate entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) antes do segundo turno das eleições presidenciais foi marcado por acusações pessoais, cobranças sobre políticas sociais e discussões envolvendo o endividamento das famílias e o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro, realizado na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo, teve como […]
O último debate entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) antes do segundo turno das eleições presidenciais foi marcado por acusações pessoais, cobranças sobre políticas sociais e discussões envolvendo o endividamento das famílias e o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro, realizado na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo, teve como um dos principais episódios um pedido de desculpas do senador após fazer referência à deficiência física do presidente.
A discussão começou quando Flávio afirmou que Lula “dá com uma mão e tira com nove dedos”, em uma crítica à política econômica do governo. O presidente perdeu o dedo mínimo da mão esquerda em um acidente de trabalho, quando atuava como torneiro mecânico, aos 17 anos.
Lula reagiu à declaração, lembrou sua trajetória como trabalhador e relacionou o episódio aos acidentes que atingem empregados em diferentes atividades profissionais. O presidente também chamou o adversário de miliciano e exigiu uma retratação.
“Você vai ter que pedir desculpa”, cobrou Lula, argumentando que a referência atingia não apenas sua condição pessoal, mas também trabalhadores que sofreram acidentes.
Na sequência, Flávio pediu desculpas ao presidente, afirmando que não tinha a intenção de ofendê-lo.
“Peço desculpa de verdade”, declarou o senador.
Apesar da retratação, o candidato do PL questionou se Lula pediria desculpas à população em situação de rua, às mulheres vítimas de violência e aos brasileiros que enfrentam dificuldades financeiras. Flávio também repudiou o fato de ter sido chamado de miliciano.
Durante a discussão, o senador afirmou que o número de pessoas em situação de rua havia dobrado no atual governo. Entretanto, dados do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua apontam crescimento de 55% entre 2022 e dezembro de 2025, quando foram contabilizadas aproximadamente 365,8 mil pessoas nessa condição.
Pesquisadores ressaltam que a ampliação dos registros pode estar relacionada também a mudanças metodológicas, à busca ativa e à inclusão de pessoas vulneráveis nos cadastros sociais. Dessa forma, o aumento registrado não pode ser interpretado integralmente como crescimento de novos casos.
Outro momento do debate envolveu os direitos das mulheres. Lula cobrou explicações de Flávio sobre seu voto contrário à ampliação da licença-maternidade, quando exercia o mandato de deputado estadual no Rio de Janeiro.
O senador reconheceu a decisão e afirmou que, na época, acreditava que a ampliação do período de afastamento poderia dificultar a contratação de mulheres pelas empresas.
“Eu estava errado”, admitiu Flávio, acrescentando que sua percepção mudou depois do casamento e do nascimento de suas duas filhas.
O candidato afirmou que atualmente votaria de maneira diferente e defendeu a importância da convivência entre mães e filhos, inclusive por períodos superiores a 180 dias.
Lula criticou a justificativa e argumentou que o adversário havia perdido a oportunidade de apoiar a mudança quando exerceu o mandato parlamentar.
Na mesma discussão, o presidente recuperou publicações antigas em que Flávio se referia ao Bolsa Família como “bolsa-farelo”. Lula considerou a expressão desrespeitosa com a população de baixa renda.
Flávio respondeu que pretende manter e ampliar os programas sociais caso seja eleito, incluindo o Bolsa Família. O senador também criticou a política de reajuste dos benefícios e questionou a atuação do governo federal no combate à pobreza.
ENDIVIDAMENTO DAS FAMÍLIAS
O endividamento dos brasileiros também provocou divergências entre os candidatos. Flávio responsabilizou a condução da economia pelo aumento das dificuldades financeiras das famílias e citou a dívida pública, mencionando um valor próximo de R$ 11 trilhões.
O número apresentado pelo senador fazia referência à Dívida Bruta do Governo Geral, indicador acompanhado pelo Banco Central.
Flávio defendeu a criação de um mecanismo para permitir que a Caixa Econômica Federal compre dívidas de consumidores junto aos bancos e ofereça novas condições de refinanciamento.
O candidato afirmou que a proposta permitiria reduzir o peso dos juros e ampliar a capacidade de pagamento das famílias endividadas.
Lula respondeu que medidas de renegociação já haviam sido adotadas em seu governo e afirmou que uma nova iniciativa havia sido encaminhada ao Senado.
O presidente mencionou uma operação de aproximadamente R$ 15 bilhões, envolvendo 4,5 milhões de pessoas, e acusou o adversário de apresentar uma proposta semelhante àquela defendida por sua administração.
Lula também relacionou o endividamento à política de juros do Banco Central e defendeu o crescimento da economia como parte da solução para as dificuldades financeiras da população.
SUS E PANDEMIA
A saúde pública foi outro tema de confronto. Lula questionou declarações atribuídas a um integrante da equipe econômica de Flávio sobre o financiamento do Sistema Único de Saúde.
O presidente cobrou esclarecimentos sobre a disposição do adversário de ampliar os investimentos no SUS e retomou críticas à condução da pandemia de covid-19 durante o governo de Jair Bolsonaro.
Lula atribuiu ao comportamento do ex-presidente parte das dificuldades enfrentadas pelo país durante a crise sanitária e mencionou suas declarações sobre a vacinação.
Na avaliação do presidente, a atuação do SUS foi fundamental para evitar um número ainda maior de mortes durante a pandemia.
Flávio negou que pretenda reduzir os investimentos no sistema público e afirmou que sua proposta é ampliar os recursos destinados ao atendimento da população.
O senador também criticou as filas para consultas, exames e procedimentos, além da situação financeira das Santas Casas e das unidades conveniadas ao SUS.
Como proposta, Flávio defendeu a revisão dos valores pagos pelos procedimentos realizados na rede pública e conveniada.
O candidato afirmou ainda que pretende concentrar cortes de despesas na burocracia administrativa e no que classificou como irregularidades e desperdícios de recursos públicos, além de defender a redução de impostos.
O debate ocorreu a dois dias do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para este domingo (25), quando Lula e Flávio Bolsonaro disputarão a Presidência da República.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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Empresa esclareceu que Decreto anterior era mais restrito e que nova decisão do Estado amplia o passe livre. Empresa negou qualquer recusa e cumprirá decisão integralmente A Auto Viação Progresso divulgou um comunicado oficial para esclarecer as diretrizes operacionais que adotará no segundo turno das Eleições 2026. A concessionária assegurou que fornecerá transporte gratuito em […]
Empresa esclareceu que Decreto anterior era mais restrito e que nova decisão do Estado amplia o passe livre. Empresa negou qualquer recusa e cumprirá decisão integralmente
A Auto Viação Progresso divulgou um comunicado oficial para esclarecer as diretrizes operacionais que adotará no segundo turno das Eleições 2026.
A concessionária assegurou que fornecerá transporte gratuito em suas linhas intermunicipais, alinhando-se às regras estipuladas pelo Governo de Pernambuco.
Inicialmente, o Decreto Estadual nº 61.565, assinado em 21 de outubro e publicado no Diário Oficial do Estado no dia seguinte (22/10), “previa critérios específicos restritos a linhas intermunicipais classificadas pela EPTI (Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal) como de natureza estritamente urbana ou semiurbana”.
Em edição extra publicada nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, o Governo do Estado editou o Decreto nº 61.587. O novo texto alterou a redação da norma anterior e passou a prever expressamente que o benefício do passe livre nas linhas intermunicipais independe do comprimento ou extensão da linha.
A Progresso enfatizou que suas orientações e comunicações iniciais seguiram estritamente os critérios vigentes no primeiro documento publicado.
A concessionária negou categoricamente qualquer recusa deliberada em cumprir as obrigações legais, ressaltando que estava apenas observando o texto original emitido pelas autoridades governamentais.
Com a publicação do novo decreto ampliando o alcance do benefício, a empresa declarou que já está adotando todas as providências operacionais necessárias para se adequar às determinações aplicáveis e garantir o direito ao voto dos passageiros de forma transparente.
Na minha análise para o comentário das rádios Itapuama FM, Pajeú, Cultura FM e Monteiro FM, falo das projeções para as eleições deste ano. Por ordem de possibilidades, vitória de Flávio com até 2% de frente, vitória de Lula até 2% de frente ou vitória de Flávio por mais de 2% de frente. Para Lula, […]
Na minha análise para o comentário das rádios Itapuama FM, Pajeú, Cultura FM e Monteiro FM, falo das projeções para as eleições deste ano.
Por ordem de possibilidades, vitória de Flávio com até 2% de frente, vitória de Lula até 2% de frente ou vitória de Flávio por mais de 2% de frente. Para Lula, considero essa última possibilidade remotíssima.
Do G1 O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta sexta-feira (23) que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” não poderá voltar a ser suspenso por uma decisão administrativa da Presidência da Corte. Com isso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, não poderá usar as atribuições administrativas da […]
O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta sexta-feira (23) que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” não poderá voltar a ser suspenso por uma decisão administrativa da Presidência da Corte.
Com isso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, não poderá usar as atribuições administrativas da Presidência para tirar o canal do ar ou limitar seu funcionamento.
Uma eventual nova restrição, no entanto, ainda poderá ser determinada em um processo judicial.
“Defiro ainda a liminar para os fins de determinar que a Presidência se abstenha de exercer sua competência administrativa […] para determinar a suspensão, retirada ou restrição o funcionamento do Canal designado “Exército de Lula” até que sobrevenha alguma decisão de Plenário em sede jurisdicional que emita decisão neste sentido”, diz um trecho do documento.
Dessa forma, a medida vale até que haja uma decisão do plenário do TSE, em processo judicial, sobre o funcionamento do canal.
Ministro do TSE impede Nunes Marques de suspender canal ‘Exército do Lula’ sem aval do plenário
Floriano de Azevedo Marques afirmou haver risco de nova suspensão antes do segundo turno e determinou que eventual medida contra o canal seja tomada em processo judicial.
Por Márcio Falcão, Luiz Felipe Barbiéri, Mariana Laboissière, g1 e TV Globo — Brasília
23/10/2026 14h57 Atualizado há 5 minutos
O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta sexta-feira (23) que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” não poderá voltar a ser suspenso por uma decisão administrativa da Presidência da Corte.
Com isso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, não poderá usar as atribuições administrativas da Presidência para tirar o canal do ar ou limitar seu funcionamento.
Uma eventual nova restrição, no entanto, ainda poderá ser determinada em um processo judicial (entenda mais abaixo).
“Defiro ainda a liminar para os fins de determinar que a Presidência se abstenha de exercer sua competência administrativa […] para determinar a suspensão, retirada ou restrição o funcionamento do Canal designado “Exército de Lula” até que sobrevenha alguma decisão de Plenário em sede jurisdicional que emita decisão neste sentido”, diz um trecho do documento.
Nunes Marques determina pente-fino no canal ‘Exército do Lula’
Nunes Marques determina pente-fino no canal ‘Exército do Lula’
Dessa forma, a medida vale até que haja uma decisão do plenário do TSE, em processo judicial, sobre o funcionamento do canal.
Floriano de Azevedo Marques concedeu parcialmente o pedido apresentado em mandado de segurança e suspendeu os efeitos de ordens da Presidência do TSE que possam resultar na suspensão, indisponibilização ou restrição do alcance ou das funcionalidades do “Exército do Lula”.
O ministro também determinou que a Presidência não use sua atribuição administrativa de fiscalização das plataformas digitais para adotar esse tipo de medida contra o canal.
A live realizada na noite desta quinta-feira (22/10) pelo presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com o deputado federal André Janones (Rede-MG), alcançou mais de 1,5 milhão de visualizações simultâneas. A transmissão teve como objetivo mobilizar integrantes do canal de WhatsApp “Exército do Lula” na reta final do segundo turno […]
A live realizada na noite desta quinta-feira (22/10) pelo presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com o deputado federal André Janones (Rede-MG), alcançou mais de 1,5 milhão de visualizações simultâneas.
A transmissão teve como objetivo mobilizar integrantes do canal de WhatsApp “Exército do Lula” na reta final do segundo turno das eleições. O número considera as visualizações nos canais de YouTube do petista e do parlamentar.
A transmissão durou quase uma hora e 20 minutos e contou com a participação de artistas e personalidades conhecidas nacionalmente, como o cantor Jão, a atriz Marieta Severo, a influenciadora Nath Finanças, a atriz Camila Pitanga, o apresentador Serginho Groisman e a atriz Leandra Leal.
Em um dos momentos da live, Lula disse até admitir que parte da população não goste dele, mas disse não aceitar que “milhões de brasileiros votem em um miliciano para ocupar o Palácio do Planalto”. E seguiu: “Não é justo com o Brasil. Não é justo com a sua história, não é justo com as suas pretensões de cidadão brasileiro. É importante que esse país tenha oportunidade de não jogar fora uma coisa que nós conquistamos com tanto sofrimento que é a democracia”.
A Avenida Boa Viagem ficou recebeu ato de campanha pró-Flávio Bolsonaro (PL), comandado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). As informações são do Blog Dantas Barreto. Nikolas encabeçou a caminhada, saindo da Pracinha de Boa Viagem e chegou ao Parque Dona Lindú, onde fez um discurso rápido e crítico contra Lula. Confiante de que o […]
A Avenida Boa Viagem ficou recebeu ato de campanha pró-Flávio Bolsonaro (PL), comandado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). As informações são do Blog Dantas Barreto.
Nikolas encabeçou a caminhada, saindo da Pracinha de Boa Viagem e chegou ao Parque Dona Lindú, onde fez um discurso rápido e crítico contra Lula. Confiante de que o resultado será favorável a Flávio, no próximo domingo (25), o deputado mineiro bradou: “O Nordeste! acordou”.
Nikolas ressaltou a participação voluntária dos apoiadores de Flávio Bolsonaro, afirmando que “não damos “mortadela pra ninguém estar aqui”. “Se Deus quiser, ano que vem, Flávio não subirá aquela rampa sozinho. Subirá com Jair Messias Bolsonaro”, garantiu.
Ainda se referindo à região nordestina, o deputado do PL, citou o vídeo que publicou com depoimentos de moradores do Nordeste e críticas ao Governo Lula, utilizando a música “Grão de Areia”, do cantor Rubel em parceria com Xande de Pilares.
“Eu fiz um vídeo, essa semana, e um artista esquerdista pediu os direitos autorais, silenciou o vídeo inteiro e calou o Nordeste. Mas ele não contava é que é impossível calar as ruas do Nordeste. E escutem, um recado para todo o Nordeste. Não, o Flávio não vai acabar com os benefícios. Não, o Flávio não vai mexer na sua aposentadoria. Ele, inclusive, vai garantir a aposentadoria do Lula, porque nós vamos aposentar o Lula”, provocou.
O Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (CIMPAJEÚ) divulgou uma Nota de Esclarecimento em resposta às declarações da prefeita de Sertânia, Pollyana Abreu, divulgadas em vídeo nas redes sociais. O comunicado, assinado pelo presidente do consórcio, Luciano Torres Martins, contesta as alegações sobre o processo eleitoral para a escolha da nova direção da entidade […]
O Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (CIMPAJEÚ) divulgou uma Nota de Esclarecimento em resposta às declarações da prefeita de Sertânia, Pollyana Abreu, divulgadas em vídeo nas redes sociais.
O comunicado, assinado pelo presidente do consórcio, Luciano Torres Martins, contesta as alegações sobre o processo eleitoral para a escolha da nova direção da entidade e detalha as regras vigentes.
De acordo com a nota emitida em Afogados da Ingazeira, o consórcio pontuou cinco esclarecimentos principais para restabelecer a transparência do pleito.
O CIMPAJEÚ assegura que não houve qualquer modificação nas regras estatutárias. Mudanças dependem exclusivamente de deliberação da Assembleia Geral, o que não ocorreu.
A circular recente apenas formaliza uma decisão coletiva dos prefeitos para ampliar a participação. Municípios em débito com o consórcio agora podem parcelar suas dívidas e, a partir do pagamento da primeira parcela, tornam-se aptos a votar e registrar candidaturas.
A nota reforça que a decisão flexibilizou as regras para permitir a disputa de entes que, de outra forma, estariam impedidos por inadimplência, não gerando novas restrições.
Já a exigência de presença mínima dos candidatos às reuniões do consórcio é uma norma antiga já prevista no Estatuto de longa data. A regra visa garantir que a direção seja composta por membros que acompanham de fato o dia a dia da instituição.
Todos os documentos oficiais,incluindo o Estatuto, a ata da última reunião e a circular informativa, estão disponíveis para consulta pública de gestores e cidadãos.
Ao final do comunicado, a presidência do CIMPAJEÚ reafirmou seu compromisso com os princípios da legalidade, impessoalidade e transparência, garantindo a condução do processo eleitoral de forma isonômica para todos os municípios consorciados.
Veja a nota na íntegra:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
O Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (CIMPAJEÚ) tomou conhecimento das declarações da Prefeita do Município de Sertânia/PE, divulgadas em vídeo nas redes sociais, sobre o processo eleitoral para a direção do Consórcio.
Em respeito aos municípios consorciados e à população do Sertão do Pajeú, o Consórcio presta os seguintes esclarecimentos:
1. Não houve alteração no Estatuto do CIMPAJEÚ.
O Estatuto continua exatamente como foi aprovado. Qualquer mudança nele depende de deliberação da Assembleia Geral, e nenhuma deliberação desse tipo foi proposta ou aprovada. A afirmação de que as regras do pleito foram alteradas não corresponde aos fatos.
2. A Circular apenas comunica o que a Assembleia decidiu.
Na última reunião, os prefeitos consorciados aprovaram uma medida que amplia a participação no processo eleitoral: os municípios inadimplentes com o Consórcio poderão parcelar seus débitos. Com o pagamento da primeira parcela, ficam habilitados a inscrever candidatos e a votar.
3. A medida inclui municípios, não exclui.
A deliberação abriu a disputa e o direito de voto a entes que, sem ela, estariam impedidos de participar. Não existe nenhuma restrição nova. Pelo contrário, as condições ficaram mais favoráveis aos consorciados.
4. A exigência de assiduidade é antiga e vale para todos.
Permanece apenas a exigência de que os candidatos tenham assiduidade mínima às reuniões do Consórcio. A regra consta há muito tempo do Estatuto, não foi criada nem modificada agora e é aplicada igualmente a todos. Seu objetivo é garantir que a direção seja exercida por quem acompanha de fato as atividades do Consórcio.
5. Os documentos estão disponíveis.
O Estatuto, a ata da reunião e a Circular podem ser consultados por qualquer município consorciado ou cidadão interessado, para que cada um confirme o que está exposto nesta nota.
O CIMPAJEÚ reafirma seu compromisso com a legalidade, a impessoalidade, a transparência e o diálogo entre os municípios consorciados, e que o processo eleitoral será conduzido com estrita observância das regras estatutárias, as mesmas para todos.
A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) aponta empate numérico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais. Os dois candidatos registram 50% dos votos válidos, a três dias da votação, marcada para domingo (25). O resultado mostra uma redução […]
A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) aponta empate numérico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais. Os dois candidatos registram 50% dos votos válidos, a três dias da votação, marcada para domingo (25).
O resultado mostra uma redução da diferença registrada no levantamento anterior, divulgado em 15 de outubro. Na ocasião, Flávio aparecia com 51% dos votos válidos, enquanto Lula tinha 49%, uma distância de dois pontos percentuais.
Com os novos números, Flávio oscilou um ponto percentual para baixo e Lula, um ponto para cima. As variações estão dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
A comparação com as três pesquisas realizadas pelo instituto após o primeiro turno mostra uma aproximação numérica entre os candidatos.
Em 8 de outubro, Flávio tinha 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula. Uma semana depois, em 15 de outubro, a diferença caiu para 51% a 49%. Agora, ambos aparecem com 50%.
Os votos válidos desconsideram as respostas dos entrevistados que pretendem votar em branco ou nulo e daqueles que ainda não decidiram. Esse é o critério utilizado pela Justiça Eleitoral para determinar o resultado de uma eleição, embora os números das pesquisas não representem o resultado efetivo das urnas.
No cenário que considera todos os entrevistados, Flávio registra 47% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 46%. A diferença de um ponto percentual também configura empate técnico.
A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 22 de outubro, com 2.520 entrevistas presenciais em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução
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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto no segundo turno presidencial, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46%. A diferença entre os candidatos caiu para um ponto percentual, dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico. […]
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto no segundo turno presidencial, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46%. A diferença entre os candidatos caiu para um ponto percentual, dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico.
Na comparação com o levantamento anterior, divulgado em 15 de outubro, Flávio manteve os 47%, enquanto Lula oscilou de 45% para 46%. Com isso, a distância entre os candidatos passou de dois para um ponto percentual.
A aproximação também aparece na comparação com a primeira pesquisa realizada pelo Datafolha após o primeiro turno, divulgada em 8 de outubro. Na ocasião, Flávio registrava 49% das intenções de voto, contra 45% de Lula, uma diferença de quatro pontos percentuais.
Nas três rodadas, o candidato do PL passou de 49% para 47% e manteve esse percentual no levantamento mais recente. Já o presidente registrou 45% nas duas primeiras pesquisas e chegou agora a 46%.
As oscilações observadas estão dentro da margem de erro, não permitindo afirmar que houve uma mudança estatisticamente significativa nas preferências do eleitorado.
Os percentuais representam as intenções de voto totais, que consideram todos os entrevistados, incluindo aqueles que pretendem votar em branco ou nulo e os que ainda não decidiram em quem votar.
No cenário de votos válidos, que exclui essas respostas, o Datafolha registra empate numérico: Lula e Flávio aparecem com 50% cada. Na pesquisa anterior, Flávio tinha 51% e Lula, 49%.
O novo levantamento foi realizado após acontecimentos relevantes da campanha, como o avanço da proposta de fim da escala de trabalho 6×1 e o primeiro debate entre os candidatos no segundo turno, promovido pela Band no domingo (18).
A disputa também passou a concentrar discussões sobre o futuro do Bolsa Família, com questionamentos apresentados pela campanha petista sobre as propostas econômicas do adversário. Flávio nega que pretenda encerrar o programa.
O Datafolha entrevistou presencialmente 2.520 eleitores entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.
O segundo turno da eleição presidencial será realizado neste domingo (25).
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução
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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra que 49% dos brasileiros aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 48% desaprovam. Outros 2% não souberam responder. Os resultados configuram empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento registra uma inversão numérica em relação à pesquisa anterior, […]
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra que 49% dos brasileiros aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 48% desaprovam. Outros 2% não souberam responder. Os resultados configuram empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.
O levantamento registra uma inversão numérica em relação à pesquisa anterior, divulgada em 15 de outubro. Na ocasião, 50% dos entrevistados desaprovavam o presidente, enquanto 48% aprovavam sua atuação.
Na comparação entre as duas rodadas, a aprovação oscilou um ponto percentual para cima, passando de 48% para 49%. Já a desaprovação caiu dois pontos, de 50% para 48%. O percentual dos que não souberam responder passou de 3% para 2%.
As variações estão dentro da margem de erro, não permitindo afirmar que houve uma mudança estatisticamente significativa na percepção dos entrevistados sobre o presidente.
O Datafolha também investigou a avaliação do governo federal. Nesse indicador, 36% consideram a gestão ótima ou boa, enquanto 39% a classificam como ruim ou péssima. Outros 24% avaliam o governo como regular.
Na pesquisa anterior, a avaliação positiva era de 35%, a negativa chegava a 41% e a regular somava 23%. Os números indicam oscilações de um ponto percentual na avaliação positiva e regular e de dois pontos na negativa.
A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 22 de outubro, com 2.520 eleitores entrevistados presencialmente em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.
Os dados foram divulgados a três dias do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25).
Fonte: Datafolha
Foto: Reprodução
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O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afirmou nesta quinta-feira (22) que não cabe à Justiça Eleitoral divulgar os sigilos bancários, fiscais e telefônicos do presidente Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o magistrado, os candidatos podem tornar públicas as próprias informações pelos meios que considerarem adequados, sem transferir essa […]
O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afirmou nesta quinta-feira (22) que não cabe à Justiça Eleitoral divulgar os sigilos bancários, fiscais e telefônicos do presidente Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o magistrado, os candidatos podem tornar públicas as próprias informações pelos meios que considerarem adequados, sem transferir essa responsabilidade ao tribunal.
O posicionamento ocorre após as duas campanhas apresentarem um acordo ao TSE para a divulgação de dados pessoais, financeiros e telefônicos dos presidenciáveis, além de informações relacionadas a familiares e empresas. O documento previa a publicação simultânea dos registros ainda nesta quinta-feira, três dias antes do segundo turno.
A manifestação de Mendonça representa um novo desdobramento da disputa iniciada durante o debate da Band, no domingo (18), quando Lula desafiou Flávio a divulgar informações sigilosas para esclarecer questionamentos sobre patrimônio e movimentações financeiras.
Na terça-feira (20), Lula encaminhou uma autorização à Justiça Eleitoral, condicionando a divulgação de seus dados à adoção de medida semelhante pelo adversário. Flávio respondeu com exigências adicionais, envolvendo familiares, empresas e pessoas ligadas ao presidente.
As negociações avançaram nesta quinta-feira, quando representantes das duas campanhas formalizaram um entendimento sobre a abrangência das informações.
Um dos principais pontos de divergência foi a inclusão de dados da Alcazar Holdings, empresa pertencente ao advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro. A campanha petista defendeu que informações da companhia fossem abrangidas pelo acordo.
A empresa, por sua vez, manifestou disposição para disponibilizar os dados solicitados e negou que Flávio tenha sido sócio, administrador ou beneficiário de suas atividades.
O entendimento entre as campanhas previa a requisição de informações ao Banco Central, à Receita Federal, às instituições financeiras e às operadoras de telefonia, para posterior divulgação pública.
Com a posição apresentada por Mendonça, a divulgação voluntária dos documentos permanece sob responsabilidade dos próprios interessados. A apresentação das autorizações ao TSE não significa que as informações tenham sido efetivamente abertas ou disponibilizadas à população.
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução
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A governadora Raquel Lyra (PSD) participou, nesta quinta-feira (22), da entrega de 480 apartamentos do programa Minha Casa, Minha Vida, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. A solenidade ocorreu nos residenciais Nova Baraúna I e II, no bairro Nova Caruaru, com a participação do ministro das Cidades, Vladimir Lima. O empreendimento recebeu investimento de R$ […]
A governadora Raquel Lyra (PSD) participou, nesta quinta-feira (22), da entrega de 480 apartamentos do programa Minha Casa, Minha Vida, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. A solenidade ocorreu nos residenciais Nova Baraúna I e II, no bairro Nova Caruaru, com a participação do ministro das Cidades, Vladimir Lima. O empreendimento recebeu investimento de R$ 80,5 milhões do governo federal e foi viabilizado em parceria com o governo estadual e a prefeitura.
As unidades habitacionais serão destinadas a 480 famílias, com previsão de beneficiar aproximadamente 1.900 pessoas. Os imóveis possuem 46,10 metros quadrados de área privativa e integram a modalidade Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), voltada ao atendimento habitacional de famílias de baixa renda.
Os residenciais ficam na Rua Japaratuba, no bairro Nova Caruaru. O empreendimento conta com biblioteca e está localizado em uma região que dispõe de equipamentos públicos, como escola, creche e unidade de saúde.
A construção foi contratada em 2024, dentro do novo modelo do Minha Casa, Minha Vida, retomado pelo governo federal em 2023. Na ocasião do lançamento, o Governo de Pernambuco anunciou que adotaria a modalidade de parcela zero para os beneficiários, por meio do programa estadual Morar Bem PE, dispensando as famílias contempladas do pagamento de prestações habitacionais.
A entrega dos apartamentos havia enfrentado atrasos relacionados à conclusão de procedimentos administrativos e operacionais. Em setembro, a Prefeitura de Caruaru informou que já havia realizado as 480 vistorias dos imóveis, mas ainda aguardava providências da Caixa Econômica Federal, do Ministério das Cidades e das concessionárias responsáveis pelos serviços de água e energia.
Na quarta-feira (21), foram realizados procedimentos de assinatura dos contratos com a Caixa Econômica Federal, etapa necessária para a entrega das moradias. A Prefeitura de Caruaru acompanhou o processo por meio da Secretaria Executiva de Habitação.
Além da participação dos governos federal e estadual, a administração municipal atuou nos procedimentos relacionados à seleção e ao acompanhamento das famílias beneficiárias.
A entrega integra a política habitacional do Minha Casa, Minha Vida em Pernambuco, programa responsável pelo financiamento e pela construção de empreendimentos destinados à redução do déficit habitacional.
Fonte: Blog do Mário Flávio
Foto: Reprodução
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Policiais militares são acusados de obrigar três jovens detidos por suspeita de tráfico de drogas a vestir camisetas de apoio ao presidente Lula (PT) durante uma operação realizada na quarta-feira (21), em Piracicaba, no interior de São Paulo. A denúncia foi apresentada pela mãe de um dos envolvidos e pela deputada estadual Professora Bebel (PT), […]
Policiais militares são acusados de obrigar três jovens detidos por suspeita de tráfico de drogas a vestir camisetas de apoio ao presidente Lula (PT) durante uma operação realizada na quarta-feira (21), em Piracicaba, no interior de São Paulo. A denúncia foi apresentada pela mãe de um dos envolvidos e pela deputada estadual Professora Bebel (PT), que questionam a conduta dos agentes e afirmam que a situação teria sido forjada.
A abordagem ocorreu na Comunidade Pantanal e terminou com a prisão em flagrante de dois homens, de 21 e 24 anos, e a apreensão de um adolescente de 17 anos. Os três foram apresentados na delegacia usando camisetas da campanha presidencial de Lula.
A chegada dos detidos foi registrada em vídeo, posteriormente divulgado nas redes sociais pelo senador eleito Guilherme Derrite, ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo.
A mãe do adolescente afirma que os jovens não vestiam as camisetas no momento da abordagem e que as peças teriam sido colocadas pelos próprios policiais. Ela também relatou agressões durante a operação, incluindo uma suposta violência contra sua filha de 14 anos.
Testemunhas ouvidas sobre o episódio apresentaram relatos semelhantes, afirmando que os três não utilizavam roupas de campanha quando foram abordados.
A deputada Professora Bebel questionou a presença de camisetas idênticas nos três detidos e apresentou uma representação à Corregedoria da Polícia Militar para apurar a atuação dos agentes.
A Polícia Militar, por sua vez, apresentou uma versão diferente. Segundo a corporação, a operação teve início após uma denúncia anônima feita ao telefone 190, na qual o denunciante descreveu três homens comercializando drogas, vestindo camisetas de apoio a Lula, sendo que um deles estaria armado.
Durante a ação, os policiais afirmam ter apreendido um revólver calibre .32 com numeração suprimida, 160 porções de cocaína e R$ 340 em dinheiro.
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que 23 porções da droga estavam com o adolescente e outras 137 com os dois adultos. A ocorrência foi registrada como tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e ato infracional.
Na audiência de custódia realizada nesta quinta-feira (22), o homem de 21 anos foi colocado em liberdade, enquanto o de 24 anos permaneceu preso. O adolescente foi encaminhado à Fundação Casa.
Em manifestação sobre as acusações, a Polícia Militar afirmou que não havia sido formalmente informada das denúncias até aquele momento e declarou que não compactua com desvios de conduta. A Secretaria da Segurança Pública informou que eventuais irregularidades serão investigadas, embora inicialmente não houvesse registro de ocorrência contra os agentes.
O Partido dos Trabalhadores também acionou a Procuradoria-Geral Eleitoral, solicitando investigação sobre o episódio e a coleta de depoimentos dos policiais envolvidos, da mãe de um dos detidos e de Guilherme Derrite.
Para o partido, a suspeita é de que as imagens tenham sido produzidas para associar a campanha de Lula ao tráfico de drogas e influenciar o debate eleitoral às vésperas do segundo turno, marcado para domingo (25).
As campanhas do presidente Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) chegaram a um acordo nesta quinta-feira (22), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para a abertura dos sigilos bancários, fiscais e telefônicos dos dois candidatos à Presidência da República. O entendimento foi firmado após divergências sobre as informações que deveriam ser divulgadas, incluindo dados […]
As campanhas do presidente Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) chegaram a um acordo nesta quinta-feira (22), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para a abertura dos sigilos bancários, fiscais e telefônicos dos dois candidatos à Presidência da República. O entendimento foi firmado após divergências sobre as informações que deveriam ser divulgadas, incluindo dados de familiares, pessoas ligadas aos presidenciáveis e empresas.
O documento foi assinado por representantes das duas campanhas na sede do TSE. Lula autorizou a disponibilização de suas informações, enquanto Flávio foi representado por sua equipe jurídica. Apesar do acordo, os dados ainda não haviam sido efetivamente divulgados, e a abertura depende do cumprimento das condições estabelecidas e das providências judiciais cabíveis.
A negociação teve origem no debate presidencial da Band, realizado no domingo (18), quando Lula desafiou Flávio a abrir seus sigilos para demonstrar a origem de seu patrimônio. Na terça-feira (20), a campanha petista apresentou uma autorização ao TSE, condicionando a divulgação à adoção da mesma medida pelo adversário.
Flávio respondeu na quarta-feira (21), estabelecendo 19 exigências para aceitar a proposta. Entre elas estavam a divulgação de informações sobre familiares de Lula, integrantes e ex-integrantes de sua equipe, empresas relacionadas ao presidente e despesas da Presidência da República.
Nesta quinta-feira, a campanha de Lula formalizou a aceitação das condições, incluindo a apresentação de dados relacionados ao Instituto Lula, ao assessor Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, e ao cartão corporativo da primeira-dama Janja Lula da Silva.
O principal ponto de divergência envolveu a Alcazar Holdings, empresa pertencente ao advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro. A campanha petista exigiu que informações da companhia também fossem incluídas no acordo, em razão de referências à empresa em uma investigação da Polícia Federal.
Flávio e Willer Tomaz negam a existência de uma relação societária entre eles. A Alcazar também informou à Justiça Eleitoral que aceita disponibilizar seus dados e afirmou que o candidato do PL nunca foi sócio, administrador ou beneficiário da empresa.
Segundo representantes da campanha de Lula, a inclusão da companhia foi aceita após negociações entre as equipes. Já a defesa de Flávio afirmou que pretende conferir primeiro se o presidente apresentou integralmente as informações exigidas.
A advogada Maria Claudia Bucchianeri declarou que a campanha do senador disponibilizará seus dados após essa verificação. A análise da documentação apresentada por Lula ficará sob responsabilidade do senador eleito Deltan Dallagnol (Novo-PR), indicado pela equipe de Flávio.
O acordo foi apresentado no âmbito de um processo relatado pelo ministro André Mendonça, vice-presidente do TSE. A expectativa anunciada pelas campanhas é disponibilizar as informações ainda nesta quinta-feira, mas a efetivação da medida depende das etapas previstas no entendimento e da apreciação judicial necessária.
Fonte: UOL
Foto: Evaristo Sá/AFP
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A atuação do deputado federal André Janones (Rede-MG) à frente do canal de WhatsApp “Exército do Lula” contribuiu para mudar a dinâmica da campanha presidencial no segundo turno. A avaliação é de Guilherme Russo, diretor de inteligência da Quaest, que destacou o crescimento da mobilização digital e presencial dos apoiadores do presidente Lula (PT) nas […]
A atuação do deputado federal André Janones (Rede-MG) à frente do canal de WhatsApp “Exército do Lula” contribuiu para mudar a dinâmica da campanha presidencial no segundo turno. A avaliação é de Guilherme Russo, diretor de inteligência da Quaest, que destacou o crescimento da mobilização digital e presencial dos apoiadores do presidente Lula (PT) nas últimas semanas.
Em entrevista ao UOL News, na quarta-feira (21), Russo analisou os resultados da pesquisa Quaest que apontou Flávio Bolsonaro (PL) com 45% das intenções de voto e Lula com 44%. A diferença está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, configurando empate técnico.
Para o diretor, a estratégia conduzida por Janones representa uma mudança na capacidade de mobilização da esquerda. O parlamentar tem utilizado o canal “Exército do Lula” para organizar apoiadores e estimular ações nas redes sociais durante a disputa presidencial.
“O que o Janones está fazendo não tem precedente no Brasil, especialmente vindo da esquerda”, afirmou Russo.
O pesquisador observou que Flávio apresentava uma vantagem mais ampla nos primeiros levantamentos realizados após o primeiro turno. Desde então, os resultados indicaram uma redução da distância entre os candidatos, movimento que ele relacionou, entre outros fatores, à mobilização dos apoiadores de Lula.
Russo ressaltou que a movimentação não se limita às plataformas digitais. Segundo ele, manifestações de rua, conversas com eleitores e outras atividades de campanha também contribuíram para ampliar o engajamento.
Além das intenções de voto, o diretor apontou melhora nos indicadores digitais do presidente, incluindo o crescimento da popularidade nas redes sociais e do volume de buscas por Lula no Google.
A pesquisa também registrou redução de seis pontos percentuais na rejeição ao presidente, de 53% para 47%. A rejeição a Flávio Bolsonaro passou de 54% para 52%.
Na modalidade espontânea, em que os entrevistados declaram sua preferência sem receber os nomes dos candidatos, Lula e Flávio aparecem com 40% cada. O percentual de indecisos chegou a 14%.
Russo chamou atenção para o crescimento da indecisão, especialmente entre eleitores independentes e parte do eleitorado feminino. Na avaliação dele, o tom do debate presidencial realizado pela Band e a intensificação dos ataques entre os candidatos podem ter influenciado esse comportamento.
Questionado sobre declarações de Janones indicando confiança em uma vitória de Lula, o diretor ponderou que manifestações desse tipo são comuns nas campanhas e buscam manter os apoiadores mobilizados. Ele ressaltou que os números não permitem considerar o resultado eleitoral definido.
Na pesquisa anterior, divulgada em 14 de outubro, Flávio tinha 46% das intenções de voto e Lula, 44%. O levantamento mais recente ouviu 2.154 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro, em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Globo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026.
Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert/PR
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O Governo de Pernambuco vai oferecer transporte rodoviário intermunicipal gratuito para eleitores no segundo turno das eleições, marcado para domingo (25). A medida foi anunciada pela governadora Raquel Lyra (PSD) na quarta-feira (21) e prevê a distribuição de passagens de ida e volta para deslocamentos entre a Região Metropolitana do Recife e municípios do interior. […]
O Governo de Pernambuco vai oferecer transporte rodoviário intermunicipal gratuito para eleitores no segundo turno das eleições, marcado para domingo (25). A medida foi anunciada pela governadora Raquel Lyra (PSD) na quarta-feira (21) e prevê a distribuição de passagens de ida e volta para deslocamentos entre a Região Metropolitana do Recife e municípios do interior.
A gratuidade contemplará viagens para a Zona da Mata, o Agreste e o Sertão, com regras específicas para cada região. Para obter as passagens, os eleitores deverão procurar as empresas responsáveis pelas rotas desejadas entre sexta-feira (23) e domingo (25), apresentando o título de eleitor e um documento de identificação.
Nas viagens para a Zona da Mata e o Agreste, os bilhetes serão válidos exclusivamente no domingo da eleição. Para o Sertão, será possível iniciar o deslocamento no sábado (24), a partir das 18h, com retorno previsto até as 21h do domingo.
A distribuição ficará limitada à quantidade de assentos normalmente disponibilizada pelas empresas concessionárias em dias úteis.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Raquel Lyra anunciou a medida e afirmou que o transporte gratuito estará disponível tanto na Região Metropolitana quanto nas viagens intermunicipais.
A governadora disse que o governo estadual vai divulgar orientações sobre o funcionamento do serviço no interior pelos canais oficiais.
A gratuidade do transporte coletivo urbano municipal e intermunicipal já está prevista na Resolução nº 23.751/2026, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A novidade anunciada pelo governo estadual envolve também o transporte rodoviário entre municípios, modalidade que não está abrangida pela mesma obrigação eleitoral.
A decisão ocorre após cobranças para ampliação do transporte gratuito no segundo turno. O Ministério Público de Pernambuco recomendou medidas para assegurar a oferta de ônibus sem redução da frota, enquanto o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) também recebeu pedidos relacionados ao deslocamento de eleitores no interior.
Na quarta-feira, o PSOL informou ter apresentado uma petição ao TRE-PE solicitando providências para garantir a gratuidade intermunicipal. Segundo o tribunal, o pedido ainda não havia sido despachado.
O governo estadual informou que o detalhamento das empresas participantes e da abrangência das rotas será divulgado nesta quinta-feira (22).
Fonte: Diário de Pernambuco
Imagem: Frame Reprodução/ Instagram
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A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na quarta-feira (21), uma ação que pede a cassação da chapa de Flávio Bolsonaro (PL) por suposto abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social. A coligação também solicita que o candidato seja declarado inelegível […]
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na quarta-feira (21), uma ação que pede a cassação da chapa de Flávio Bolsonaro (PL) por suposto abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social. A coligação também solicita que o candidato seja declarado inelegível por oito anos.
A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), com 138 páginas, questiona a atuação da Meta, responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, e da plataforma X durante a campanha presidencial. Segundo os advogados de Lula, as empresas teriam adotado mecanismos que favoreceram a candidatura de Flávio e prejudicaram a distribuição de conteúdos do presidente.
A representação sustenta que teria ocorrido manipulação de algoritmos e interferência estrangeira no processo eleitoral brasileiro. Para a campanha petista, o tratamento dado às publicações dos dois candidatos teria comprometido a igualdade de condições na disputa.
Os advogados também pedem a cassação do registro da chapa de Flávio e de seu candidato a vice, o deputado federal Alfredo Gaspar (PL). Caso o senador vença o segundo turno, marcado para domingo (25), a coligação solicita que a eventual diplomação também seja alcançada pela decisão. A inelegibilidade do vice dependeria da comprovação de sua participação nas irregularidades apontadas.
Entre os argumentos apresentados, a campanha de Lula cita uma reportagem do The Intercept Brasil sobre a empresa Elytron, que teria sido contratada pela campanha adversária para atuar na criação de contas falsas, utilização de inteligência artificial e disseminação de conteúdos nas redes sociais.
A ação também acusa a Meta de permitir a geração de imagens manipuladas por inteligência artificial, incluindo montagens de conteúdo sexualizado envolvendo a primeira-dama Janja Lula da Silva e outras mulheres com atuação política. Segundo os advogados, também teriam sido produzidas imagens associando Lula a facções criminosas.
Além do pedido de cassação e inelegibilidade, a coligação solicita medidas urgentes para serem analisadas antes da votação. Entre elas estão a preservação de conteúdos e registros digitais das campanhas, a adoção de medidas para impedir tratamento desigual e a apresentação de esclarecimentos técnicos pela Meta, no prazo de 48 horas.
A campanha petista também pede que a plataforma deixe de favorecer conteúdos de Flávio e adote medidas para compensar a suposta diferença de alcance das publicações. Os advogados estimam um prejuízo equivalente a R$ 7,4 milhões em visibilidade e solicitam a concessão de R$ 7 milhões em créditos de impulsionamento.
Outro pedido é a elaboração de relatórios técnicos periódicos sobre o cumprimento das eventuais determinações judiciais, incluindo avaliações durante os dias que antecedem o segundo turno.
As acusações apresentadas pela campanha de Lula ainda dependem de análise da Justiça Eleitoral. O protocolo da ação não representa reconhecimento de irregularidades, cassação de candidatura ou declaração de inelegibilidade.
Fonte: Estadão Conteúdo
Foto: Evaristo Sa/AFP
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