Ex-prefeita de Arcoverde e ex-deputada, Rosa Barros anuncia apoio a Anchieta Patriota
Por Nill Júnior
A candidatura de Anchieta Patriota à Câmara dos Deputados recebeu um importante reforço político nesta semana.
A ex-deputada estadual e ex-prefeita de Arcoverde por dois mandatos, Rosa Barros, oficializou seu apoio ao projeto do ex-prefeito de Carnaíba para deputado federal.
“Para deputado federal estou com Anchieta Patriota. Conheço sua caminhada e seu compromisso com o povo”, disse Rosa.
Além da declaração da ex-prefeita, outras lideranças e apoiadores ligados ao seu grupo político também já firmaram compromisso com a candidatura de Anchieta Patriota.
Anchieta agradeceu a confiança e ressaltou a importância da união de lideranças comprometidas com o desenvolvimento de Pernambuco.
“Recebo esse apoio com muita gratidão e responsabilidade. Rosa Barros tem uma história de trabalho e dedicação ao povo de Arcoverde e de Pernambuco. Seguiremos unidos, dialogando com a população e construindo um projeto que represente os interesses do nosso estado em Brasília.”
Ex-presidente afirma que política é a arte do diálogo e que o Congresso Nacional tomou conta do orçamento por que o governo é frágil Em entrevista à CNN na noite desta segunda-feira (12), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar o orçamento secreto e disse que ele é um reflexo da fragilidade […]
Ex-presidente afirma que política é a arte do diálogo e que o Congresso Nacional tomou conta do orçamento por que o governo é frágil
Em entrevista à CNN na noite desta segunda-feira (12), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar o orçamento secreto e disse que ele é um reflexo da fragilidade do presidente Jair Bolsonaro, que virou refém do Congresso Nacional. Foi cooptado pelo parlamento.
“O que acontece hoje no parlamento brasileiro é pela fragilidade do presidente da República. O presidente da República foi cooptado pelo parlamento, entregou o orçamento. Orçamento é do governo. O governo tem que executar. O que acontece é que o governo está tão fraco que o Congresso se apoderou e hoje tem mais poder de investimento do que o presidente. Isso é muito grave”, disse.
Política é a arte de conversar
Lula apontou como solução a eleição de deputados e senadores comprometidos com os interesses do povo e o diálogo entre as forças eleitas e com quem tem poder de decisão.
“Nós vamos ter que conversar. Política é a arte de conversar. Você vai ter que conversar e dizer que não pode ter orçamento secreto, e que você não vai permitir que o Congresso seja dono do Orçamento, quando tem que ser o Executivo. O Congresso vota, mas quem executa é o presidente da República”, afirmou.
O ex-presidente afirmou que é preciso montar uma equipe capaz de virar o jogo. Segundo ele, a união com o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, foi pelo entendimento de que é preciso fazer muita circulação em Brasília para mudar o fato de o presidente da República ser refém do Congresso Nacional.
Lula lembrou de que em seus governos as equipes foram montadas pela capacidade técnica e representatividade e disse que hoje tem muito mais experiência para recuperar novamente o país.
Importância da coalizão
O ex-presidente também afirmou que irá governar com os dez partidos que compõem a Coligação Brasil da Esperança. E que isso acontece em todas as democracias do mundo. A política é a arte de conversar.
“Quando você ganha uma eleição, você faz uma composição. Eu, por exemplo, agora, tenho dez partidos que fazem composição comigo. Se a gente ganhar as eleições, esses partidos irão participar do governo, eles terão direito de indicar aqui como indicam na Alemanha, como indicaram nos Estados Unidos, como indicam na França, isso faz parte da democracia”, explicou.
“Não tem como fazer se não for assim [com indicações]. Como é que você escolhe um ministro da Suprema Corte? Como é que você escolhe o diretor da Polícia Federal? Como é que você escolhe um procurador-geral da República? Como é que você indica um diretor para o conselho da Petrobras? É a indicação das pessoas que participaram do seu processo”, explicou.
Lula disse ainda que não tem sentido ganhar eleições e o adversário indicar os líderes do governo. E lembrou que em seu governo anterior, os nomes indicados para a Petrobras eram de funcionários concursados da estatal, com mais de 30 anos de casa.
“Essa pessoa passa por investigação no gabinete da Casa Civil, que diz: ‘olha, essa pessoa não tem nada’ [é ficha limpa]. Os que eu indiquei na Petrobras eram pessoas com mais de 30 anos de concursadas, que pertenciam a partidos políticos, mas que eram concursados, antes mesmo de criarmos o PT. Não tem como ser diferente”, completou.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 40% das intenções de voto em 1º turno para a Presidência da República contra 32% do atual ocupante da cadeira, Jair Bolsonaro (PL). O dado foi revelado por pesquisa PoderData realizada de 27 de fevereiro a 1º de março de 2022. Em seguida vêm Ciro Gomes (PDT), com […]
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 40% das intenções de voto em 1º turno para a Presidência da República contra 32% do atual ocupante da cadeira, Jair Bolsonaro (PL). O dado foi revelado por pesquisa PoderData realizada de 27 de fevereiro a 1º de março de 2022.
Em seguida vêm Ciro Gomes (PDT), com 7%, e o Sergio Moro (Podemos), com 6%. Os 2 estão tecnicamente empatados, considerando-se a margem de erro de 2 pontos percentuais da pesquisa.
O PoderData também testou nesta rodada o nome do governador gaúcho Eduardo Leite, que perdeu as prévias do PSDB para João Doria, mas está para entrar no PSD e disputar o Planalto. Leite hoje empataria com Doria e André Janones (Avante), ambos com 2%; e com Simone Tebet (MDB), com 1%. Luiz Felipe D’Ávila (Novo) não teve menções suficientes para pontuar.
O PoderData decidiu retirar da lista de pré-candidatos na simulação de 1º turno os nomes de Alessandro Vieira e de Rodrigo Pacheco. No caso de Vieira, ele é senador por Sergipe e filiado ao Cidadania, sigla que acaba de fechar um acordo para formar uma federação com o PSDB. Isso inviabiliza a candidatura do sergipano.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que tem pontuado 0% ou 1% nas pesquisas, já avisou à cúpula do PSD que não deve concorrer ao Planalto. Eleito por Minas Gerais, ele não deve disputar nenhum cargo nas eleições deste ano e vai se concentrar numa possível reeleição para comandar o Senado, a partir de fevereiro de 2023.
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, está para se desfiliar do PSDB e entrar no PSD, sigla sob comando do ex-ministro Gilberto Kassab. Leite deve se candidatar a presidente. A pesquisa foi realizada pelo PoderData, com 3.000 entrevistas, de 27 de fevereiro a 1º de março de 2022. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR 01570/2022. Leia aqui a pesquisa completa no Poder 360
O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) oficializou, nesta quarta-feira (25), a posse dos novos integrantes de seu Conselho Administrativo. Passaram a integrar o corpo de conselheiros o secretário de Desenvolvimento Agrário, Dilson Peixoto (que passa a presidir o Conselho); o presidente do IPA, Odacy Amorim; o presidente da Adagro, Paulo Roberto de Andrade Lima, e […]
O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) oficializou, nesta quarta-feira (25), a posse dos novos integrantes de seu Conselho Administrativo. Passaram a integrar o corpo de conselheiros o secretário de Desenvolvimento Agrário, Dilson Peixoto (que passa a presidir o Conselho); o presidente do IPA, Odacy Amorim; o presidente da Adagro, Paulo Roberto de Andrade Lima, e o secretário-executivo de Agricultura Familiar da SDA, Gleybson Neves.
Além da posse dos novos conselheiros, a 67ª reunião do Conselho Administrativo discutiu algumas ações estratégicas do órgão para o período 2019-2023 e deu início às discussões sobre a atualização do estatuto da autarquia, buscando adequá-lo às novas demandas da sociedade e do setor agropecuário pernambucano.
O foco da revisão do estatuto é, ao mesmo tempo, aproximar o Instituto do mundo acadêmico, sobretudo das universidades públicas, do setor produtivo, avaliando iniciativas ligadas ao ensino e a comercialização de insumos e serviços prestados à sociedade.
Uma decisão liminar do desembargador eleitoral auxiliar Rogério Fialho, nesta quarta-feira (12), determinou que seja apagada uma postagem no Twitter publicada pelo perfil @GustavoWatss_ que afirma que a família do candidato a vice-governador da coligação Pernambuco na Veia, Sebastião Oliveira, manteria funcionários em situação análoga à escravidão. O prazo para retirada é de 24h sob […]
Uma decisão liminar do desembargador eleitoral auxiliar Rogério Fialho, nesta quarta-feira (12), determinou que seja apagada uma postagem no Twitter publicada pelo perfil @GustavoWatss_ que afirma que a família do candidato a vice-governador da coligação Pernambuco na Veia, Sebastião Oliveira, manteria funcionários em situação análoga à escravidão.
O prazo para retirada é de 24h sob pena de multa de R$ 3 mil por dia de atraso. O magistrado entendeu haver ataque à honra e determinou à rede social que informe os dados do titular do perfil para conhecimento do candidato, caso ele pretenda mover alguma medida judicial contra o autor da postagem.
Para justificar a sua decisão, Rogério Fialho expôs que, na postagem, não há uma crítica à atuação política do candidato. “O que há é uma postagem feita pelo representante, na rede social Twitter, em que ele afirma, no período da campanha eleitoral, em seu segundo turno, categoricamente, que a família de Sebastião Oliveira, postulante ao cargo de Vice-governador do Estado de Pernambuco, tem funcionários em situação análoga a escravidão, atingindo diretamente sua honra, vez que reduzir alguém a condição análoga à de escravo é CRIME, previsto no art. 149 do Código Penal e, com a presente postagem, o representado atribui a pecha de que a família do supracitado candidato é CRIMINOSA”, escreveu ele.
O desembargador eleitoral ponderou que legislação tem por finalidade permitir a livre circulação de ideias, posições e opiniões, vedado o anonimato, mas fez a ressalva de que “sem descambar para a propaganda por meio de ofensa a honra e das conhecidas Fake News, pois como se sabe, a Liberdade de Expressão, princípio estampado na Constituição Federal, estipula que a manifestação do pensamento deve ser plenamente protegida em todas as suas formas, podendo, entretanto, haver a devida apreciação pelo órgão competente dos casos em que se verifique abuso”.
O Globo O ex-ministro Ciro Gomes, candidato derrotado do PDT à Presidência no ano passado, criticou apoiadores do Partido dos Trabalhadores (PT) na manhã desta quinta-feira em evento da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Salvador. O episódio lembra aquele que o irmão de Ciro, o senador Cid Gomes (PDT-CE), protagonizou durante a campanha presidencial […]
O ex-ministro Ciro Gomes, candidato derrotado do PDT à Presidência no ano passado, criticou apoiadores do Partido dos Trabalhadores (PT) na manhã desta quinta-feira em evento da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Salvador.
O episódio lembra aquele que o irmão de Ciro, o senador Cid Gomes (PDT-CE), protagonizou durante a campanha presidencial em um ato a favor de Fernando Haddad (PT-SP), quando se irritou com militantes e os respondeu com a frase “O Lula está preso, babaca”.
Hoje, Ciro se alterou logo que começou a falar. Ele foi interrompido em meio a críticas que ele fazia ao PT.
“Imagina um jovem num bar agora obrigado a defender corrupção, ladroeira, aparelhamento do Estado, fisiologia, formação de quadrilha — discursava Ciro, ao ser interrompido sendo chamado de corrupto”.
Mais irritado, retrucou: “Eu não sou não, eu estou solto, 38 anos de vida pública e nunca respondi por nenhum malfeito. Eu sou limpo! Engole! O Lula está preso, babaca! Provocou, vai ouvir”, disse o pedetista em referência ao ex-presidente, que ontem foi condenado pela segunda vez na Operação Lava-Jato.
Em seguida, após uma reação crescente da platéia com gritos de “Lula, Livre!”, Ciro tentou mediar a situação dizendo que sempre ajudou o petista em todas as suas eleições. Ainda em meio a reações da plateia, voltou a criticar o discurso hegemônico no PT de que Lula seria um preso político.
“Companheiros, companheiras, nós fomos humilhantemente derrotados por essa estratégia. Insistir nela afunda o Brasil”, disse, deixando o palco antes de utilizar todo o tempo que tinha para falar.
Apesar das vaias e de gritos de ordem, Ciro também foi saudado e aplaudido por parte dos estudantes. Ao final do evento, em entrevista coletiva, minimizou a reação e voltou a criticar o PT
“A cúpula do PT virou uma organização criminosa e transforma certa militância apaixonada no mesmo fenômeno do bolsominion. Eles não querem ver o real. É paixão”, disse.
A participação ocorreu no debate “Os desafios da conjuntura para o desenvolvimento nacional”, na 11ª Bienal da UNE. A direção da entidade é composta majoritariamente pela juventude do PC do B.
Nesta tarde já estava marcado um “Cortejo Lula Livre” na programação na Bienal. contra a nova condenação de Lula, agora no processo sobre o sítio de Atibaia. Segundo a organização do evento, trata-se de “mais uma condenação sem provas imposta ao ex-presidente”,
O secretário nacional de Movimentos Populares do PT Ivan Alex, a vice na chapa de Guilherme Boulos a Presidência Sônia Guajajara (PSOL) e a presidente do PC do B e vice-governadora de Pernambuco Luciana Santos também foram convidados para a mesa.
Ivan Alex defendeu a postura do PT, partido que compõe a direção executiva, minutos após a fala de Ciro. “Para nós, defender o Lula é uma opção histórica, é defender a esquerda, é defender o Brasil”, sintetizou Ivan.
Depois das vaias a Ciro, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), foi recebido aos gritos de “presidente do Brasil” pelos estudantes em Salvador. Aliados do comunista reconhecem que Dino flerta com uma candidatura presidencial em 2022, mas ele ainda não quer botar o bloco na rua.
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