Candidato afirmou que o material apócrifo ultrapassa os limites da disputa política e pediu a identificação dos responsáveis. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) divulgou, na tarde deste domingo (30), um vídeo no qual repudiou os panfletos apócrifos espalhados pelo Recife com ataques à governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD). […]
Candidato afirmou que o material apócrifo ultrapassa os limites da disputa política e pediu a identificação dos responsáveis.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) divulgou, na tarde deste domingo (30), um vídeo no qual repudiou os panfletos apócrifos espalhados pelo Recife com ataques à governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD).
O material utiliza uma fotografia da governadora e apresenta acusações relacionadas à morte de seu marido, Fernando Lucena, que sofreu um infarto no dia do primeiro turno das eleições de 2022.
Após a circulação dos panfletos, aliados de Raquel atribuíram a ação ao suposto “gabinete do ódio” da Frente Popular. A coligação de João repudiou o material e informou que adotará medidas perante a Justiça Eleitoral para identificar e responsabilizar os autores.
No vídeo, João classificou os panfletos como um “completo absurdo” e afirmou que acionará judicialmente quem tentar atribuir a produção ou a distribuição do material a ele ou à sua candidatura.
“Qualquer pessoa que queira atribuir isso a mim ou à minha candidatura vai responder criminalmente à Justiça brasileira”, declarou.
O candidato relacionou o episódio às perdas familiares vividas por ele e por Raquel durante períodos eleitorais. João perdeu o pai, o ex-governador Eduardo Campos, durante a campanha presidencial de 2014. Raquel perdeu o marido durante a eleição estadual de 2022.
“Eu perdi meu pai durante uma eleição, a candidata Raquel perdeu um marido durante uma eleição. E eu não admito nem que a minha família, nem que nenhuma família seja atacada nessa eleição. Isso está fora da política”, afirmou.
João disse ainda que está recorrendo à Justiça Eleitoral para pedir uma investigação sobre a origem do material, o financiamento, a produção e a distribuição dos panfletos.
O candidato defendeu que os responsáveis sejam identificados e punidos e afirmou que continuará sua campanha concentrada em propostas para áreas como educação, saúde e segurança.
Clique no link abaixo e confira o vídeo com a declaração de João Campos sobre os panfletos apócrifos contra Raquel Lyra.
Candidato do PL apresentou as propostas após reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador. O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo (30), que pretende criar um Ministério da Segurança Pública e abrir 500 mil vagas em presídios caso seja eleito. As declarações foram dadas após […]
Candidato do PL apresentou as propostas após reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo (30), que pretende criar um Ministério da Segurança Pública e abrir 500 mil vagas em presídios caso seja eleito.
As declarações foram dadas após uma reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador, Gustavo Villatoro. Flávio citou como referência as medidas adotadas pelo governo do presidente salvadorenho Nayib Bukele.
Segundo o candidato, a proposta prevê o endurecimento da legislação penal e a construção de unidades prisionais. Ele argumentou que a ampliação das vagas seria necessária para fortalecer a política de segurança pública brasileira.
“Como está na proposta do governo, a linha vai ser de endurecimento da legislação penal, construção de vários presídios, para que a população tenha o seu primeiro e mais soberano direito, que é o direito de viver, o direito da sua segurança pública”, declarou.
Questionado sobre a estrutura ministerial pretendida, Flávio disse que planeja criar uma pasta exclusiva para a segurança pública. Atualmente, as duas áreas estão reunidas no Ministério da Justiça e Segurança Pública.
De acordo com o candidato, o novo ministério atuaria em parceria com os estados e os municípios, oferecendo suporte financeiro e promovendo a integração de informações entre as forças de segurança.
“A ideia é criar um Ministério da Segurança Pública exclusivo para fazer uma gestão junto com as forças estaduais e com as polícias municipais. Quero dar suporte, não apenas financeiro, mas de organização, de conexão, de troca de inteligência e de informações entre todas as esferas de poder”, afirmou.
Flávio não apresentou, durante a declaração, detalhes sobre o custo estimado para a abertura das 500 mil vagas, o prazo de execução ou a divisão de responsabilidades entre a União e os estados.
Fonte: Diário de Pernambuco Foto: Beto Barata/PL
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Equipe divulgou nota depois de o presidente afirmar, durante sabatina da Globo, que nunca havia visto Roberta Luchsinger. A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta conter a repercussão provocada pela circulação de fotografias dele ao lado da lobista Roberta Luchsinger. As imagens ganharam destaque após Lula afirmar, durante o programa Entrevista […]
Equipe divulgou nota depois de o presidente afirmar, durante sabatina da Globo, que nunca havia visto Roberta Luchsinger.
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta conter a repercussão provocada pela circulação de fotografias dele ao lado da lobista Roberta Luchsinger. As imagens ganharam destaque após Lula afirmar, durante o programa Entrevista com o Candidato, da Globo, que nunca havia visto a empresária.
Na última sexta-feira (28), a equipe do presidente divulgou uma nota argumentando que os registros fotográficos não demonstram a existência de uma relação pessoal, profissional ou política entre os dois.
“O presidente Lula é uma figura pública que, ao longo de sua trajetória e especialmente em campanhas e agendas públicas, é abordado por inúmeras pessoas para registros fotográficos. A existência desses registros não significa relação pessoal, profissional ou política”, afirmou a campanha.
Na sabatina exibida na última quinta-feira (27), Lula negou qualquer contato com Roberta ao ser questionado pela jornalista Renata Vasconcellos.
“Não conheço essa moça, nunca vi essa moça na minha vida, nunca conversei com essa moça. Ela nunca esteve próxima de mim”, declarou o presidente.
Após a entrevista, pelo menos 12 fotografias de Lula com Roberta passaram a circular nas redes sociais. Entre os registros publicados pela própria empresária estão imagens relacionadas à campanha eleitoral de 2022.
A equipe do presidente explicou que a resposta de Lula teve o sentido de negar a existência de interlocução ou vínculo com Roberta, e não a possibilidade de ter sido fotografado ao lado dela durante atividades públicas.
Integrantes da campanha ouvidos pela reportagem avaliaram que a declaração criou um novo problema político ao permitir que adversários contrapusessem a fala do presidente às fotografias. Aliados classificaram o episódio como uma “derrapada”.
A reportagem também informou que Lula teria sido alertado sobre a existência de uma das imagens antes da entrevista. Segundo interlocutores, a fotografia foi mostrada ao presidente em meados de agosto, durante uma reunião com integrantes do PT de São Paulo no Palácio da Alvorada.
Flávio Bolsonaro (PL), adversário de Lula na disputa presidencial, explorou a contradição e publicou quatro fotografias do presidente ao lado de Roberta após a sabatina.
Roberta é apontada como próxima de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Os dois são investigados pela Polícia Federal em apurações relacionadas a suposto tráfico de influência. As defesas negam irregularidades.
Fonte: CNN Brasil Foto: Reprodução
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Peças associam de forma ofensiva a governadora à morte do marido; autoria ainda não foi identificada. Neste domingo (30), cartazes apócrifos com a fotografia da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) foram espalhados por pontos do Recife. As peças associam Raquel à morte do marido, Fernando Lucena, e apresentam frases ofensivas. O material […]
Peças associam de forma ofensiva a governadora à morte do marido; autoria ainda não foi identificada.
Neste domingo (30), cartazes apócrifos com a fotografia da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) foram espalhados por pontos do Recife.
As peças associam Raquel à morte do marido, Fernando Lucena, e apresentam frases ofensivas. O material não possui identificação de autoria ou informações sobre quem financiou sua produção e distribuição.
Aliados da governadora atribuíram os cartazes a uma suposta estrutura de ataques vinculada à Frente Popular de Pernambuco. Até o momento, porém, não foram apresentadas publicamente provas sobre a origem do material.
A Frente Popular, coligação que tem João Campos (PSB) como candidato ao Governo de Pernambuco, repudiou os ataques e afirmou que adotará medidas perante a Justiça Eleitoral para investigar o episódio.
“A Frente Popular de Pernambuco informa que adotará todas as medidas cabíveis perante a Justiça Eleitoral para que a produção e a disseminação de conteúdos apócrifos contra qualquer candidatura sejam rigorosamente investigadas, com a devida identificação e responsabilização de seus autores”, diz a nota.
A coligação também declarou que não aceitará ataques anônimos, crimes contra a honra ou práticas destinadas a degradar o debate público.
“Seguiremos fazendo uma campanha limpa, responsável e baseada em propostas, com respeito à democracia e, sobretudo, ao povo pernambucano”, concluiu.
Fernando Lucena morreu aos 44 anos após sofrer um mal súbito em casa, em Caruaru, no dia do primeiro turno das eleições de 2022. Naquela disputa, Raquel avançou para o segundo turno contra Marília Arraes e foi eleita governadora de Pernambuco.
O episódio ocorre em meio à troca de acusações entre as coligações de Raquel Lyra e João Campos sobre a existência de estruturas digitais dedicadas a atacar adversários. Os dois grupos já recorreram à Justiça Eleitoral com denúncias relacionadas à disseminação de conteúdos nas redes sociais.
Fonte: Blog do Dantas Barreto
Foto: Reprodução/Redes sociais
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Presidente abordou jornada de trabalho, soberania e participação feminina durante encontro em Belo Horizonte. Nesse sábado (29), o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o Congresso Nacional aprovará, ao longo desta semana, a proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala de trabalho 6×1. “Nós vamos […]
Presidente abordou jornada de trabalho, soberania e participação feminina durante encontro em Belo Horizonte.
Nesse sábado (29), o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o Congresso Nacional aprovará, ao longo desta semana, a proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala de trabalho 6×1.
“Nós vamos aprovar nesta semana o fim da escala 6×1, para que mulheres e homens tenham mais tempo de cuidar de suas vidas, de cuidar das crianças, de passear e de namorar também”, declarou.
A proposta estabelece jornada máxima de 40 horas semanais, distribuídas em cinco dias de trabalho e dois de descanso, sem redução salarial. O texto foi aprovado em dois turnos pela Câmara dos Deputados e está na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
O senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da matéria, apresentou parecer favorável e manteve o texto aprovado pelos deputados. A PEC ainda precisa passar pela CCJ e por dois turnos de votação no plenário do Senado. Portanto, a declaração de Lula representa uma expectativa política, e não uma aprovação já assegurada. O andamento da matéria pode ser acompanhado no Senado Federal.
Lula participou do encontro Mulheres com Lula, na Serraria Souza Pinto, em Belo Horizonte. O ato contou com a presença da primeira-dama Janja, de ministras e de candidatas ao Senado, entre elas Marília Arraes (PDT) e Eliziane Gama (PT).
Ao abordar a política externa, o presidente defendeu a soberania nacional e afirmou que pretende fazer o Brasil alcançar a condição de país desenvolvido ao final de um eventual quarto mandato.
“Enquanto o Lula for presidente, nenhum governo estrangeiro meterá o bedelho nesse País”, disse.
O presidente também pediu que as mulheres ampliem sua participação na política e apoiem candidaturas comprometidas com a defesa dos direitos femininos. Segundo Lula, a presença de mulheres em cargos de gestão no Governo Federal passou de 29% na administração anterior para 38% na atual, mas deveria alcançar pelo menos 50%.
Durante o discurso, Lula mencionou ainda o Pacto Nacional contra o Feminicídio e afirmou que as medidas adotadas pelo governo incluem 11 leis, quatro decretos e três portarias.
Fonte: Estadão Conteúdo Foto: Ricardo Stuckert
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O cientista político Celso Rocha de Barros apontou uma obviedade que a grande imprensa tem omitido, segundo análise do Intercept: essa não será uma eleição normal. “Será que todo dia a gente não devia tratar do fato que tem uma superpotência que tomou a economia brasileira como refém para exigir que os brasileiros votem no […]
O cientista político Celso Rocha de Barros apontou uma obviedade que a grande imprensa tem omitido, segundo análise do Intercept: essa não será uma eleição normal.
“Será que todo dia a gente não devia tratar do fato que tem uma superpotência que tomou a economia brasileira como refém para exigir que os brasileiros votem no candidato que elas preferem? Eu acho muito esquisito e desconfortável a gente falar dessa eleição como uma eleição normal, que está correndo sob a mais completa normalidade”, refletiu Celso.
A maior potência bélica do planeta enfiou o pescoço na democracia brasileira e já está interferindo nas eleições. O aparato de estado dos Estados Unidos tem sido usado para impulsionar a agenda política de Flávio Bolsonaro, que em troca prometeu entregar as terras raras brasileiras e muito mais.
Além de impor sanções econômicas, o governo estadunidense praticou uma série de ações para favorecer a candidatura bolsonarista. Chegou até a tentar enviar para o Brasil dois oficiais para questionar as urnas eletrônicas.
Essa flagrante violação da soberania nacional tem sido tratada como um problema diplomático entre os dois países, o que é evidentemente falso. Estamos sendo intimidados pelo mesmo extremista maluco que invadiu a Venezuela, sequestrou seu presidente e roubou seu petróleo.
Inacreditavelmente, essa não parece ser a grande preocupação da imprensa brasileira. O assunto tem sido tratado de forma lateral no noticiário e nas colunas de opinião.
Nas sabatinas do Jornal Nacional, por exemplo, a soberania nacional não foi uma questão central. Nenhum candidato até agora recebeu perguntas sobre o risco de uma intervenção estrangeira. Os jornalistas não perguntaram nem mesmo para o presidente da República. E isso se repete em outras entrevistas e sabatinas.
As eleições correm risco de sofrer uma intervenção internacional, mas isso tem sido tratado como uma questão menor, quase irrelevante.
Além da normalização dos ataques à soberania, há também uma normalização dos ataques à democracia. Quase todos os candidatos da direita nesta eleição prometeram anistiar os golpistas condenados pelo 8 de Janeiro. É como se a tentativa de golpe de estado não estivesse fartamente comprovada.
Já tem até livro de ex-comandante da Aeronáutica no governo Bolsonaro dando detalhes da trama golpista, mas o negacionismo do golpe ainda é tratado como opinião legítima no debate público. Chegaremos ao pleito com mais da metade dos candidatos prometendo tirar golpistas da cadeia. Assim, fica ainda mais difícil chamar as eleições de “festa da democracia”.
A direita brasileira, inclusive a que se diz não bolsonarista, não tem mais compromisso com os valores democráticos. Durante um longo período após a redemocratização, a direita brasileira repudiou o golpe de 64. Até pouco tempo, era inimaginável um candidato relativizar a ditadura.
Hoje, Romeu Zema não demonstra o menor pudor em dizer que chamar o regime militar de ditadura é uma mera “questão de interpretação”. Ronaldo Caiado também relativiza o período e se recusa a classificá-lo como ditadura. É natural que eles defendam a anistia para os golpistas de 8 de Janeiro.
Uma eleição realizada nessas condições deveria estar causando grande indignação coletiva, mas está sendo tratada na grande imprensa como mais um passeio no parque. Nem parece que ela está ameaçada por um ditador com sanha imperialista que acabou de invadir um país vizinho para roubar petróleo.
Quando a imprensa trata esse risco como uma questão diplomática e a anistia aos golpistas como uma proposta legítima, ela não está sendo neutra, mas conivente com o entreguismo e com o golpismo.
Bola dentro
Em um congresso contaminado por lobbies e muita pressão econômica, chegou a surpreender o enfrentamento do Deputado Federal Waldemar Oliveira às BETs. Em julho, uniu em um único texto proposta que proíbe toda publicidade das bets, extingue o patrocínio esportivo, veta naming rights de estádios, clubes, ligas e competições, impede campanhas com influenciadores digitais, atletas e celebridades, proíbe bônus promocionais, restringe o uso de aplicativos de apostas e cria mecanismos de proteção para crianças, adolescentes, pessoas endividadas e cidadãos em situação de vulnerabilidade. Também propõe que pessoas físicas ligadas a BETs sejam proibidas de doar para campanhas.
Sem arrodeios
Essa foi a fala de maior repercussão de Vicentinho no Debate das Dez sobre 2028: “Eu quero ser o candidato da Frente Popular, agora a Frente Popular tem que me querer. Não fecho portas pra ninguém. Se a Frente Popular me apresentar um candidato que tenha mais condições do que eu, eu tiro o meu nome. Eu tô junto. Agora, eles têm que fazer o mesmo. E eu não vejo nenhum dizer isso, que se der o nome de Vicentinho, a gente tá com ele. Então, eu não tô indo pra outro grupo. Agora, se me empurrarem, aí eu tenho coragem. A gente tem acesso em todo canto”.
A propósito
O prefeito Sandrinho Palmeira é o convidado do Debate das Dez da próxima quarta-feira na Rádio Pajeú. Claro, vai ser perguntado também sobre o “vão trabalhar babões” e “tem muita gente trabalhando sem receber” de Vicentinho.
O desejo de Raquel
Mais de um aliado da governadora Raquel Lyra diz que o seu plano é ousado: pra “fechar a tampa”, dizem, quer bater João Campos no Recife. Na última Múltipla para o Portal Ricardo Antunes, João tem 51% a 32% de Raquel. Somando toda a Metropolitana, o quadro é de empate técnico: 40% a 38% pró João. Foi a queda de João na Metropolitana que gerou a virada de Raquel. Por isso, em sentido oposto, o socialista tenta recuperar terreno nesse território, onde há a maior densidade demográfica do Estado. Se retomar cenário de quatro meses atrás, pode revirar o jogo.
Radiografia
Além da Metropolitana, a única região onde João Campos equilibra a peleja é no sertão, com 40% a 36% pró Raquel. No Agreste, Raquel 55% x 27%, na Zona da Mata, Raquel 49% contra 35% de João.
A serviço de
Um dos algozes de Dilma e declaradamente inimigo do PT e do lulismo, Mendonça Filho disse ao jornalista Jamildo Melo que não abrirá mão da prerrogativa de julgar ministros do Supremo, se eleito senador. “Julgar a conduta de ministros do STF quando necessário é dever constitucional do Senado”. O bolsonarismo conta com Mendonça para cassar ministros como Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, além de derrubar as penas do 8/1. Também para travar o Lula 4.0 se reeleito.
O voto de Célia
Em Arcoverde, dentre os parlamentares, a única assumidamente bolsonarista é a vereadora Célia Galindo. Sobre a entrevista de Flávio Bolsonaro ao JN: “Ele foi educado e os jornalistas ficaram atrapalhando o tempo todo. Sendo assim eu voto FLÁVIO BOLSONARO 22”, escreveu.
O Dudu de verdade
Eduardo da Fonte tem se negado a declarar voto em Lula ou Flávio. Mas seus votos explicam muito quem ele é na verdade, um “Centrão vip”: só no último ciclo como Deputado, ajudou a derrubar a MP que taxava bilionários, como BETs e Fintechs, votou pela anistia dos bolsonaristas nos atentados à democracia, pela PEC da Blindagem, PEC da Devastação, mais outras pautas que jogaram contra o país, juntamente com o filho, Lula da Fonte. Detalhe: o blog já alertara desde quando havia a possibilidade de disputar no palanque de João. Como bom centrista poderoso, negociou pra todo lado.
Exclusivo: Zé Negão vai romper com Danilo?
Nas últimas horas, aumentaram rumores de que Zé Negão estaria rompendo com Danilo Simões para apoiar Miguel Coelho. O blog procurou Zé Negão. Ele confirma ter sido procurado por Fernando Bezerra para apoiar o filho. Mas garante, ainda está alinhado a Danilo, apesar de externar divergências. Uma delas, de que Danilo tem tido uma campanha mais reservada, entre Afogados e Recife, gerando cobranças da base. Também diz que o seu apoio a Marconi Santana causou episódios como o não convite para o adesivaço e bloqueio a aliados que votam em Marconi no transporte à convenção de Raquel. Opinião da Coluna: onde há fumaça, há fogo.
Marconi Santana diz que gestão Berg Gomes não quer deixar carreta da Mulher atender em Carnaíba
O ex-prefeito e pré-candidato a deputado estadual Marconi Santana andou na feira livre de Carnaíba acompanhado de lideranças e apoiadores e anunciou nas redes a vinda da Carreta da Mulher, do Governo de Pernambuco. A unidade móvel desembarcou no local no início da noite. Só que, acusa Santana, a gestão Berg Gomes, do PSB, enviou fiscais e a Guarda Municipal até o local com a orientação de barrar a estrutura, sob a mensagem de que a carreta “anoiteceria, mas não amanheceria” na cidade. A PM, ligada ao Estado, foi chamada para manter o equipamento, diz o candidato em nota. “Um absurdo. Espero que as autoridades permitam o atendimento”, disse. A gestão Berg Gomes ainda não se manifestou.
Frase da semana:
“Estava parecendo que eu estava no Ministério Público”.
Do presidente e candidato à reeleição, Lula, na sabatina da Globo, após o programa explorar por grande parte do tempo as acusações envolvendo seu filho, Fábio Luiz da Silva, o Lulinha.
Nas últimas horas, aumentaram rumores de que Zé Negão estaria rompendo com Danilo Simões para apoiar Miguel Coelho. O blog procurou Zé Negão. Ele confirma ter sido procurado por Fernando Bezerra para apoiar o filho. Mas garante, ainda está alinhado a Danilo, apesar de externar divergências. Uma delas, de que Danilo tem tido uma campanha […]
Nas últimas horas, aumentaram rumores de que Zé Negão estaria rompendo com Danilo Simões para apoiar Miguel Coelho.
O blog procurou Zé Negão. Ele confirma ter sido procurado por Fernando Bezerra para apoiar o filho. Mas garante, ainda está alinhado a Danilo, apesar de externar divergências.
Uma delas, de que Danilo tem tido uma campanha mais reservada, entre Afogados e Recife, gerando cobranças da base. Também diz que o seu apoio a Marconi Santana causou episódios como o não convite para o adesivaço e bloqueio a aliados que votam em Marconi no transporte à convenção de Raquel.
Danilo e Zé apoiavam Romero Sales Filho para Estadual, mas Zé Negão e Edson Henrique abriram uma dissidência. Zé sinaliza que isso mudou a relação.
Zé prometeu informar oficialmente caso haja confirmação. Mas, obviamente, a impressão é de que onde há fumaça, há fogo…
O ex-prefeito e pré-candidato a deputado estadual Marconi Santana (PSD) andou na feira livre de Carnaíba acompanhado de lideranças e apoiadores e anunciou nas redes a vinda da Carreta da Mulher, do Governo de Pernambuco. A unidade móvel desembarcou no local no início da noite. Só que, acusa Santana, a gestão Berg Gomes, do PSB, […]
O ex-prefeito e pré-candidato a deputado estadual Marconi Santana (PSD) andou na feira livre de Carnaíba acompanhado de lideranças e apoiadores e anunciou nas redes a vinda da Carreta da Mulher, do Governo de Pernambuco.
A unidade móvel desembarcou no local no início da noite. Só que, acusa Santana, a gestão Berg Gomes, do PSB, enviou fiscais e a Guarda Municipal até o local com a orientação de barrar a estrutura, sob a mensagem de que a carreta “anoiteceria, mas não amanheceria” na cidade.
A PM, ligada ao Estado, foi chamada para manter o equipamento, diz o candidato em nota.
“Fiquei estarrecido. Espero que as autoridades tomem as providências para que a Carreta possa ficar e atender a população”, disse.
Até agora, a gestão Berg Gomes não se manifestou. Veja o vídeo:
A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), realizou agenda em Jardim Monte Verde, Jaboatão dos Guararapes, nesta sexta-feira (28). Durante a caminhada ao lado da vice da chapa, Priscila Krause (PSD), e dos deputados federais e candidatos ao Senado, Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), Raquel celebrou, junto aos moradores, afirmando […]
A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), realizou agenda em Jardim Monte Verde, Jaboatão dos Guararapes, nesta sexta-feira (28).
Durante a caminhada ao lado da vice da chapa, Priscila Krause (PSD), e dos deputados federais e candidatos ao Senado, Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), Raquel celebrou, junto aos moradores, afirmando ter havido uma transformação em Monte Verde, área fortemente afetada pela tragédia das chuvas em 2022.
Acompanharam a caminhada o deputado federal e candidato à reeleição, Guilherme Uchoa Junior; os candidatos a deputado federal, Daniel Coelho, Dr. Marquinhos e Natália Costa, e os candidatos a deputado estadual, Andréa Medeiros e Ni do Badoque.
Já na manhã deste sábado (29), Raquel foi recepcionada na Comunidade do Bode, no bairro do Pina, na Zona Sul do Recife, durante caminhada no local. Acompanhada da vice-governadora e candidata à reeleição, Priscila Krause (PSD), e dos candidatos ao Senado na sua chapa, Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), Raquel foi muito abraçada pelos moradores e comerciantes da comunidade.
O candidato ao Governo de Pernambuco e líder da Frente Popular, João Campos (PSB), participou, nesta sexta-feira (28), de uma caminhada pelas ruas da Vila Santa Luzia, na Torre, no Recife. Esteve ao lado do prefeito do Recife, Victor Marques, do candidato a vice-governador, Carlos Costa, e de lideranças políticas. João destacou ações de sua […]
O candidato ao Governo de Pernambuco e líder da Frente Popular, João Campos (PSB), participou, nesta sexta-feira (28), de uma caminhada pelas ruas da Vila Santa Luzia, na Torre, no Recife.
Esteve ao lado do prefeito do Recife, Victor Marques, do candidato a vice-governador, Carlos Costa, e de lideranças políticas.
João destacou ações de sua gestão no Recife e criticou o ciclo Raquel Lyra, dizendo que Pernambuco “perdeu protagonismo”.
“Eu tive a coragem de colocar 80% do dinheiro da Prefeitura na periferia da cidade. Quando eu tenho a oportunidade de governar e de fazer, eu coloco em primeiro lugar o povo. É desse jeito que vai ser em Pernambuco”, disse.
Em mensagem divulgada neste sábado, vice-presidente declarou apoio ao candidato da Frente Popular. O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), divulgou, neste sábado (29), uma mensagem de solidariedade a João Campos (PSB), candidato ao Governo de Pernambuco, após a repercussão das denúncias sobre uma suposta estrutura digital voltada a atacar o socialista. No vídeo, Alckmin […]
Em mensagem divulgada neste sábado, vice-presidente declarou apoio ao candidato da Frente Popular.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), divulgou, neste sábado (29), uma mensagem de solidariedade a João Campos (PSB), candidato ao Governo de Pernambuco, após a repercussão das denúncias sobre uma suposta estrutura digital voltada a atacar o socialista.
No vídeo, Alckmin afirmou que João Campos conta com seu apoio diante do caso e defendeu a realização de uma campanha limpa.
“João Campos, você tem o meu apoio e a minha solidariedade contra essa rede de ódio revelada pela imprensa nacional. Vamos em frente, fazendo uma campanha limpa como você faz. Estamos juntos, em Pernambuco e no Brasil, com João Campos”, declarou o vice-presidente.
Foto: Reprodução/Vídeo
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, o envio de forças federais para reforçar a segurança durante o primeiro turno das eleições de 2026. A medida alcançará mais de 100 municípios do Acre, Ceará, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins. A decisão foi tomada na última quinta-feira (27), durante sessão administrativa do tribunal. O […]
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, o envio de forças federais para reforçar a segurança durante o primeiro turno das eleições de 2026. A medida alcançará mais de 100 municípios do Acre, Ceará, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins.
A decisão foi tomada na última quinta-feira (27), durante sessão administrativa do tribunal. O primeiro turno será realizado em 4 de outubro.
O reforço também foi autorizado para as capitais Rio de Janeiro, Fortaleza, Teresina e Rio Branco. A medida contempla ainda aldeias indígenas, comunidades ribeirinhas, regiões de fronteira e localidades de difícil acesso.
Os pedidos foram apresentados pelos governos estaduais e submetidos aos respectivos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Após a aprovação regional, as solicitações foram encaminhadas ao TSE para análise da necessidade do apoio federal.
Entre as justificativas apresentadas estão a existência de zonas eleitorais em áreas com histórico de conflitos agrários, a proximidade de complexos prisionais, as dificuldades de acesso a determinados municípios e a necessidade de garantir a segurança da votação em terras indígenas.
O reforço será realizado por militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Com a autorização do TSE, os pedidos seguem para o Ministério da Defesa, que ficará responsável pelo planejamento e pela execução das ações.
O emprego das Forças Armadas em apoio à Justiça Eleitoral é adotado em localidades onde os tribunais identificam a necessidade de reforço para garantir a ordem pública e o livre exercício do voto.
Nas eleições de 2022, as forças federais foram utilizadas em municípios de 11 estados.
Fonte: Folha de Pernambuco Foto: Divulgação/TSE
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Mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Recife, em João Pessoa e São Paulo. O Ministério Público Federal (MPF) e a Receita Federal deflagraram a Operação Jogo de Sombras para investigar suspeitas de fraude fiscal envolvendo o grupo NSX Brasil, controlador da plataforma de apostas Betnacional. Nessa sexta-feira (28), foram cumpridos seis mandados de […]
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Recife, em João Pessoa e São Paulo.
O Ministério Público Federal (MPF) e a Receita Federal deflagraram a Operação Jogo de Sombras para investigar suspeitas de fraude fiscal envolvendo o grupo NSX Brasil, controlador da plataforma de apostas Betnacional.
Nessa sexta-feira (28), foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão no Recife, em João Pessoa e São Paulo. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 191 milhões em bens e valores ligados ao grupo investigado.
A apuração é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPF, com o apoio dos grupos de Pernambuco e da Paraíba. A Polícia Federal não participou diretamente das diligências realizadas nesta etapa.
Segundo a Receita Federal, há indícios de que a NSX Brasil tenha utilizado uma estrutura formalmente sediada em Curaçao, no Caribe, para evitar a fiscalização brasileira antes da regulamentação do mercado de apostas no país.
Embora se apresentasse como sediado no exterior, o grupo manteria sua estrutura operacional no Brasil havia mais de seis anos, com funcionários, beneficiários e atividades no território nacional.
O secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, afirmou que a estrutura teria sido utilizada como uma blindagem fiscal. Segundo ele, a organização fazia remessas ao exterior e se apresentava como não domiciliada no Brasil, apesar dos indícios de que suas atividades já eram desenvolvidas no país sem o pagamento dos tributos correspondentes.
A investigação também busca esclarecer se as possíveis irregularidades continuaram após a regulamentação das apostas de quota fixa. A Receita apura, ainda, se recursos obtidos durante o período investigado teriam sido utilizados no pagamento da outorga necessária para a operação regular da empresa no Brasil.
Betnacional continuará funcionando
A Secretaria de Prêmios e Apostas informou que a Betnacional é alvo de dois processos administrativos sancionatórios. Apesar das investigações, não será adotada, neste momento, medida cautelar para suspender as atividades da plataforma.
Em nota, a NSX Brasil confirmou que recebeu uma diligência da Receita Federal em seu escritório no Recife. A empresa afirmou que está colaborando com as autoridades e que entregou os documentos solicitados.
O grupo declarou que conduz suas operações de acordo com a legislação e mantém estruturas de governança e conformidade alinhadas aos padrões da Flutter Entertainment, companhia internacional da qual faz parte.
Fonte: Correio Braziliense Foto: Reprodução
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Programas também apresentaram críticas aos adversários e estratégias para ampliar o eleitorado. A estreia da propaganda eleitoral no rádio, neste sábado (29), mostrou estratégias distintas das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela Presidência da República. Com 5 minutos e 31 segundos, o programa de Lula destacou […]
Programas também apresentaram críticas aos adversários e estratégias para ampliar o eleitorado.
A estreia da propaganda eleitoral no rádio, neste sábado (29), mostrou estratégias distintas das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela Presidência da República.
Com 5 minutos e 31 segundos, o programa de Lula destacou ações na educação, como a abertura de institutos federais e universidades e o programa Pé-de-Meia, destinado a estudantes do ensino médio.
A campanha do presidente e candidato à reeleição também apresentou a proposta de acabar com a jornada de trabalho na escala 6×1. Ao som de música sertaneja, lançou o bordão “Brasil pronto para mais” e abordou políticas destinadas à população em situação de vulnerabilidade.
Parte do tempo foi utilizada para atacar Flávio Bolsonaro. O programa reproduziu áudios nos quais o candidato do PL pede dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O caso está sob investigação.
A propaganda petista também mencionou o caso das “rachadinhas”. Flávio foi denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, em 2020, pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. As provas foram anuladas após os tribunais entenderem que ele tinha direito a foro privilegiado.
Flávio aborda segurança e economia
Com 4 minutos e 20 segundos, Flávio Bolsonaro concentrou a primeira parte do programa em segurança pública, inflação e endividamento. A campanha afirmou que Lula mostraria “cenas bonitas”, enquanto o candidato do PL apresentaria o “Brasil real”.
As críticas ao governo federal abordaram problemas na segurança pública e o preço dos alimentos. O programa não fez menção direta às investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente, sob suspeita de tráfico de influência.
Flávio também buscou apresentar aspectos de sua vida pessoal e falou sobre a esposa e as filhas. A estratégia procura ampliar sua presença entre o eleitorado feminino.
Michelle Bolsonaro, que havia criticado publicamente a candidatura de Flávio em junho, também gravou conteúdos com o senador em agosto. Jair Bolsonaro foi mencionado no programa, mas não ocupou o centro da propaganda.
Fonte: Estadão Conteúdo Foto: Reprodução
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Raquel destacou obra de contenção de encostas realizada pelo Governo de Pernambuco. A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), realizou, nessa sexta-feira (28), uma caminhada em Jardim Monte Verde, em Jaboatão dos Guararapes. A localidade foi uma das áreas mais afetadas pelas chuvas de 2022 em Pernambuco. Durante o ato, Raquel destacou a […]
Raquel destacou obra de contenção de encostas realizada pelo Governo de Pernambuco.
A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), realizou, nessa sexta-feira (28), uma caminhada em Jardim Monte Verde, em Jaboatão dos Guararapes. A localidade foi uma das áreas mais afetadas pelas chuvas de 2022 em Pernambuco.
Durante o ato, Raquel destacou a obra de contenção de encostas executada pelo governo estadual na comunidade. A candidata caminhou ao lado da vice de sua chapa, Priscila Krause (PSD), e dos deputados federais e candidatos ao Senado Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP).
“Muita gente veio aqui olhar a tragédia, tirar retrato, mas a gente não veio aqui para isso. Viemos para fazer transformação”, declarou Raquel.
A governadora afirmou que a intervenção devolveu segurança aos moradores que permaneceram na localidade após a tragédia. “Essa obra devolveu dignidade e esperança ao povo que pensou que isso não fosse seu destino. Agradeço aos filhos de Jaboatão que nos permitiram trabalhar aqui dia e noite”, disse.
“Quando chove hoje ninguém mais tem medo, agora está todo mundo em paz. Garantimos que as pessoas possam ser felizes no seu chão”, acrescentou.
Também acompanharam a caminhada o deputado federal e candidato à reeleição Guilherme Uchoa Junior; os candidatos a deputado federal Daniel Coelho, Dr. Marquinhos e Natália Costa; e os candidatos a deputado estadual Andréa Medeiros e Ni do Badoque.
Foto: Beto Figueiroa
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Candidato criticou o desempenho do estado e voltou a falar sobre o suposto “gabinete do ódio”. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nessa sexta-feira (28), de uma caminhada com apoiadores no bairro da Torre, na Zona Norte do Recife. Durante o ato, ele criticou o desempenho do estado em comparação com […]
Candidato criticou o desempenho do estado e voltou a falar sobre o suposto “gabinete do ódio”.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nessa sexta-feira (28), de uma caminhada com apoiadores no bairro da Torre, na Zona Norte do Recife. Durante o ato, ele criticou o desempenho do estado em comparação com outras unidades do Nordeste.
João Campos afirmou que Pernambuco já ocupou posições de destaque na geração de empregos, na educação integral e na extensão de rodovias duplicadas. Segundo o candidato, o estado perdeu espaço nesse último indicador.
“Pernambuco foi líder de emprego, Pernambuco foi referência na educação integral, Pernambuco já teve a maior malha de estradas duplicadas do Nordeste brasileiro. E sabe o que aconteceu ano passado? Com todo o respeito, mas até Alagoas passou Pernambuco nesse indicador”, declarou.
O socialista também voltou a abordar as denúncias sobre a possível existência de um “gabinete do ódio” ligado ao Governo de Pernambuco. João atribuiu os ataques contra ele e seus aliados ao desempenho de sua administração à frente da Prefeitura do Recife.
“A gente não vai perder tempo perseguindo adversário, não vai perder tempo montando um gabinete do ódio com dinheiro público, porque isso é crime”, afirmou.
João Campos também acusou adversários de utilizarem recursos públicos para promover ataques políticos. “A gente criou aquilo que o povo precisa. E aí, acharam uma forma de tentar atacar o povo utilizando dinheiro público para atacar adversário”, disse.
“Mas nada como o tempo de Deus, e as máscaras estão caindo uma por uma. E o povo sabe da verdade e sabe de que lado a boa política está”, acrescentou.
As declarações ocorrem em meio às medidas anunciadas pela coligação liderada por João Campos para apurar a possível utilização da estrutura do governo estadual em ações contra adversários políticos. A governadora Raquel Lyra (PSD) nega envolvimento e protocolou uma interpelação judicial para que o candidato do PSB esclareça declarações feitas sobre uma suposta “milícia digital” organizada a partir do Palácio do Campo das Princesas.
Com compromissos previstos no Agreste neste sábado (29), João Campos afirmou que pretende ampliar o contato com os moradores do interior durante a campanha.
“Eu chego aqui muito animado, porque estamos fazendo uma campanha limpa, olho no olho. Ninguém apresentou mais proposta do que a gente, o maior plano de governo, porque temos história e compromisso com o futuro de Pernambuco”, declarou.
Foto: Weslly Gomes
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Ele buscou informações sobre a disputa judicial entre João Campos e Raquel Lyra. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou para aliados políticos em Pernambuco, nessa sexta-feira (28), para entender os últimos acontecimentos relacionados ao suposto “gabinete do ódio” e os desdobramentos judiciais envolvendo João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD). A informação foi […]
Ele buscou informações sobre a disputa judicial entre João Campos e Raquel Lyra.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou para aliados políticos em Pernambuco, nessa sexta-feira (28), para entender os últimos acontecimentos relacionados ao suposto “gabinete do ódio” e os desdobramentos judiciais envolvendo João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD).
A informação foi publicada pela coluna Diario Político, do Diario de Pernambuco, assinada pela jornalista Renata Bezerra de Melo. Segundo a publicação, Lula tentou inicialmente conversar com uma liderança pernambucana que estava em um voo e não pôde atender. Depois, conseguiu contato com outro integrante da Frente Popular.
O presidente teria solicitado informações sobre o contexto da disputa política e sobre as medidas adotadas na Justiça. Durante a conversa, recebeu um relato detalhado dos acontecimentos que levaram o caso ao Judiciário.
O contato ocorreu após o jurídico da coligação liderada por João Campos anunciar que apresentaria uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). A Frente Popular também informou que acionaria outros órgãos para apurar a possível utilização de servidores e recursos públicos em ataques políticos contra adversários do governo estadual.
Nessa sexta-feira (28), Raquel Lyra também recorreu à Justiça. A governadora protocolou uma interpelação judicial criminal na 16ª Vara Criminal da Capital, com fundamento no artigo 144 do Código Penal, para que João Campos esclareça declarações feitas em vídeo na última terça-feira (26).
Na gravação, o candidato do PSB atribuiu a “quem senta na cadeira para governar Pernambuco” a coordenação de uma suposta “milícia digital” a partir do Palácio do Campo das Princesas. Raquel pede que o socialista identifique a quem se referiu e apresente os fatos utilizados como base para a declaração.
A interpelação é um pedido formal de esclarecimentos e não representa, até o momento, uma queixa-crime ou um pedido de condenação contra João Campos.
A coluna também informou que aliados discutem a definição de uma nova agenda de Lula em Pernambuco. Lideranças petistas avaliam que as vaias dirigidas ao presidente durante a convenção de Raquel Lyra alteraram a leitura sobre a possibilidade de um palanque duplo no estado. O avanço da disputa entre as duas candidaturas para o Judiciário passa a integrar essa avaliação política.
Fonte: Diario de Pernambuco Foto: Valter Campanato
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A governadora Raquel Lyra apresentou, nesta quinta-feira (28), interpelação judicial criminal, com fundamento no art. 144 do Código Penal, diante de declarações públicas que atribuíram a “quem senta na cadeira para governar Pernambuco” a coordenação de uma suposta “milícia digital” a partir do Palácio do Governo. O instrumento assegura ao ofendido o direito de exigir […]
A governadora Raquel Lyra apresentou, nesta quinta-feira (28), interpelação judicial criminal, com fundamento no art. 144 do Código Penal, diante de declarações públicas que atribuíram a “quem senta na cadeira para governar Pernambuco” a coordenação de uma suposta “milícia digital” a partir do Palácio do Governo. O instrumento assegura ao ofendido o direito de exigir que o autor de uma manifestação pública se explique. Não se trata ainda de queixa-crime nem de pedido de condenação. O objetivo é obter declaração precisa sobre o alcance e o destinatário das afirmações feitas.
As declarações foram divulgadas em vídeo publicado por João Campos em rede social, no dia 26 de agosto, e amplamente reproduzidas. Nelas, empregaram-se expressões de extrema gravidade, entre as quais “milícia digital” e “gabinete do ódio”, sem qualquer identificação de pessoas ou apresentação de fatos que as sustentem.
A peça explica que o candidato “não fez uma crítica política, mas atribuiu à administração do governo estadual a liderança de uma organização clandestina dedicada à prática de atos ilícitos”. No ordenamento jurídico brasileiro, o termo “milícia” designa organização criminosa estruturada para atuar à margem da lei, e sua utilização contra a chefe do Poder Executivo estadual, sem nomear responsáveis e nem indicar provas, ultrapassa os limites do debate político.
Com a medida, a governadora requer que João Campos identifique, de forma precisa e individualizada, a quem se referiu e em que fatos se baseou.
Como registra a própria interpelação, quem lança acusação dessa natureza “tem o dever de nominar a pessoa a quem acusa e se responsabilizar pelos seus atos”.
O candidato do PSOL, Ivan Moraes, foi às suas redes sociais para reclamar do curto tempo que tem no guia. E fez isso de maneira curiosa. Cronometrou o tempo reflexivo de Raquel Lyra no guia de estreia, 24 segundos. A edição do guia aproveitou a emoção de Raquel e não editou o material. “Uns com […]
O candidato do PSOL, Ivan Moraes, foi às suas redes sociais para reclamar do curto tempo que tem no guia.
E fez isso de maneira curiosa. Cronometrou o tempo reflexivo de Raquel Lyra no guia de estreia, 24 segundos. A edição do guia aproveitou a emoção de Raquel e não editou o material.
“Uns com tanto, outros tão pouco. A governadora teve tempo pra respirar mais de 20 segundos pra começar a falar no guia da TV. É mais da metade do meu tempo inteiro.”
Na disputa pelo Governo de Pernambuco, João Campos (PSB) tem o maior tempo no guia eleitoral, com 4 minutos e 21 segundos.
Raquel Lyra (PSD) tem 4 minutos e 3 segundos, enquanto Ivan Moraes (PSOL) contará com 35 segundos.
COMO É FEITA A DIVISÃO?
A grande maioria do tempo total disponível é dividida de forma proporcional ao número de deputados federais que os partidos ou federações da coligação elegeram na última eleição geral (2022).
Quanto maior a bancada na Câmara dos Federais, mais tempo o candidato ganha.
Critério igualitário (10%): Uma pequena parcela do tempo total é dividida em partes iguais entre todas as legendas que atendem aos requisitos da chamada cláusula de desempenho.
Partidos sem representação: Partidos nanicos cujas legendas não atingiram a cláusula de desempenho não recebem tempo nos blocos principais de rádio e TV.
RAQUEL DIZ SER VÍTIMA CONSTANTE DE VIOLÊNCIA POLÍTICA DE GÊNERO
Em suma, diz sofrer ataques pela condição de ser mulher, que não seriam direcionadas fosse um homem em seu lugar.
Estado permanece como o sétimo mais populoso do Brasil e o segundo do Nordeste, atrás apenas da Bahia. Pernambuco chegou a 9.583.176 habitantes em 2026, de acordo com as novas estimativas populacionais divulgadas nesta sexta-feira (28), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números têm como data de referência 1º de julho. Em […]
Estado permanece como o sétimo mais populoso do Brasil e o segundo do Nordeste, atrás apenas da Bahia.
Pernambuco chegou a 9.583.176 habitantes em 2026, de acordo com as novas estimativas populacionais divulgadas nesta sexta-feira (28), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números têm como data de referência 1º de julho.
Em relação à estimativa de 2025, quando o estado tinha 9.562.007 habitantes, houve crescimento de 0,22%, o equivalente a pouco mais de 21 mil pessoas.
Com o novo levantamento, Pernambuco permanece como o sétimo estado mais populoso do Brasil e o segundo do Nordeste. Na região, aparece atrás apenas da Bahia, que soma 14.889.472 habitantes. O Ceará ocupa a terceira posição, com 9.302.211 moradores.
Recife continua sendo o município mais populoso de Pernambuco, com população estimada em 1.588.983 habitantes. Na sequência aparecem Jaboatão dos Guararapes, com 685.222; Petrolina, com 422.461; Caruaru, com 408.281; Paulista, com 367.155; e Olinda, com 364.087.
Completam os dez municípios mais populosos do estado Cabo de Santo Agostinho, com 219.044 moradores; Camaragibe, com 156.425; Garanhuns, com 152.484; e Vitória de Santo Antão, com 142.419.
Na outra ponta do levantamento, Fernando de Noronha tem a menor população estimada de Pernambuco, com 3.364 habitantes. Em seguida aparecem Itacuruba, com 4.491, e Ingazeira, com 4.989. Calumbi, Salgadinho, Solidão, Quixaba, Terezinha, Palmeirina e Granito também estão entre os dez menores contingentes populacionais do estado.
No cenário nacional, a população brasileira foi estimada em 214.211.951 pessoas, crescimento de 0,37% em relação a 2025. São Paulo permanece como o estado mais populoso, com 46,1 milhões de habitantes, seguido por Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul e Pernambuco.
O Sudeste concentra 41,6% da população brasileira, com aproximadamente 89 milhões de habitantes. O Nordeste aparece em seguida, com 57,4 milhões, equivalentes a 26,8% do total nacional.
Entre as capitais, São Paulo permanece na primeira posição, seguida por Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e Salvador. Recife ocupa o nono lugar entre as capitais mais populosas do país.
Fonte: Folha de Pernambuco
Imagem: Reprodução
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Justiça Eleitoral considera que equipamentos luminosos com imagens dinâmicas se equiparam a outdoors eletrônicos, proibidos durante a campanha. O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidiu, na quinta-feira (27), proibir o uso de equipamentos luminosos dinâmicos, como painéis de LED, telas eletrônicas, videowalls e monitores, em comitês eleitorais no Recife. Segundo a decisão, o efeito […]
Justiça Eleitoral considera que equipamentos luminosos com imagens dinâmicas se equiparam a outdoors eletrônicos, proibidos durante a campanha.
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidiu, na quinta-feira (27), proibir o uso de equipamentos luminosos dinâmicos, como painéis de LED, telas eletrônicas, videowalls e monitores, em comitês eleitorais no Recife.
Segundo a decisão, o efeito visual produzido por esses equipamentos os equipara a outdoors eletrônicos, cuja utilização é proibida pela legislação eleitoral. A restrição vale independentemente do tamanho das telas.
A determinação foi assinada pelas juízas Luciana Ferreira de Araújo Magalhães, da 9ª Zona Eleitoral, e Maria Cristina Souza Leão de Castro, da 1ª Zona Eleitoral, além do juiz Francisco de Assis Galindo, da 7ª Zona Eleitoral.
A medida foi adotada após fiscalização apontar irregularidades nos comitês de André Ferreira (PL) e Gilson Machado Filho (Podemos), candidatos a deputado estadual, e Eduardo Moura (Novo), Sílvio Costa Filho (Republicanos) e Gilson Machado Neto (Podemos), candidatos a deputado federal.
No caso de Sílvio Costa Filho, a fiscalização registrou que o material foi retirado depois da indicação da irregularidade.
Na decisão, os magistrados afirmam que o brilho contínuo e a alternância de imagens projetadas para as vias públicas caracterizam efeito semelhante ao de um outdoor eletrônico.
A Justiça Eleitoral permite materiais de propaganda nas fachadas dos comitês com área de até quatro metros quadrados. A limitação de tamanho, porém, não torna permitido o uso de equipamentos eletrônicos com conteúdo dinâmico.
Em caso de descumprimento, a decisão determina o recolhimento e a apreensão dos equipamentos, além da apuração de possíveis infrações ao artigo 347 do Código Eleitoral, relacionado ao cumprimento das determinações da Justiça Eleitoral.
Fonte: Diario de Pernambuco Foto: Maurício Ferry
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Governadora e ex-prefeito do Recife utilizaram as primeiras peças da propaganda eleitoral para apresentar ações e propostas nas áreas de saúde e mobilidade. As primeiras inserções da propaganda eleitoral de 2026 começaram a ser exibidas, nesta sexta-feira (28), na programação das emissoras de rádio e televisão. Em Pernambuco, Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB), […]
Governadora e ex-prefeito do Recife utilizaram as primeiras peças da propaganda eleitoral para apresentar ações e propostas nas áreas de saúde e mobilidade.
As primeiras inserções da propaganda eleitoral de 2026 começaram a ser exibidas, nesta sexta-feira (28), na programação das emissoras de rádio e televisão. Em Pernambuco, Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB), principais candidatos ao Governo do Estado, já apresentaram algumas das mensagens que devem marcar suas campanhas.
Raquel utilizou imagens gravadas em frente ao Hospital da Restauração, no Recife. A candidata à reeleição destacou os investimentos realizados pelo Governo de Pernambuco na unidade e associou as intervenções à continuidade de sua gestão.
João apareceu ao lado de dois motociclistas e retomou uma proposta anunciada ainda na pré-campanha: zerar o IPVA das motocicletas em Pernambuco caso seja eleito governador.
Os candidatos ao Senado também começaram a apresentar suas mensagens nas inserções. Mendonça Filho (PL) defendeu a redução da maioridade penal, argumentando que, se o jovem pode votar aos 16 anos, também deveria responder criminalmente por seus atos.
Eduardo da Fonte (PP) utilizou a primeira peça para destacar sua trajetória na Câmara dos Deputados. Humberto Costa (PT), candidato à reeleição, apresentou-se como “senador de Lula” e mencionou ações na área da saúde, entre elas o Farmácia Popular.
Túlio Gadêlha (PSD) utilizou imagens e a voz de Raquel Lyra anunciando sua candidatura ao Senado, além de fazer referência à relação com o presidente Lula.
As inserções de 30 e 60 segundos são distribuídas durante a programação regular das emissoras e permitem que candidaturas aos diferentes cargos apresentem mensagens ao eleitorado ao longo do dia.
Foto: Reprodução Fonte: Folha de Pernambuco
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Deputado federal e candidato ao Senado pelo PL voltou a defender Raquel Lyra, embora não integre formalmente o palanque da governadora, e classificou como “desespero” a ofensiva jurídica da Frente Popular. O deputado federal e candidato ao Senado Mendonça Filho (PL) voltou a sair em defesa da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) […]
Deputado federal e candidato ao Senado pelo PL voltou a defender Raquel Lyra, embora não integre formalmente o palanque da governadora, e classificou como “desespero” a ofensiva jurídica da Frente Popular.
O deputado federal e candidato ao Senado Mendonça Filho (PL) voltou a sair em defesa da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) após a Frente Popular, liderada por João Campos (PSB), anunciar medidas judiciais envolvendo as denúncias sobre um suposto “gabinete do ódio”.
Na quinta-feira (27), a equipe jurídica de João anunciou que pretende ingressar com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco. A iniciativa ocorre após reportagem da Record revelar uma rede de perfis que seria utilizada para atacar adversários políticos e mostrar gravações envolvendo um ex-servidor do Governo do Estado.
Mendonça minimizou o possível impacto eleitoral da ação sobre Raquel.
“Isso é abstinência de voto. O povo sabe que o PSB está desesperado”, afirmou ao Diario de Pernambuco. Em seguida, acrescentou: “Isso não prejudica ela. É desespero e abstinência de poder”.
O parlamentar também devolveu as acusações ao PSB. “O comandante do maior gabinete do ódio de Pernambuco sempre foi o PSB”, declarou, atribuindo ao partido a prática de ataques durante campanhas eleitorais.
Apesar da defesa recorrente de Raquel, Mendonça não faz parte formalmente de sua coligação. O candidato ao Senado concorre pelo PL e integra, em Pernambuco, o palanque presidencial de Flávio Bolsonaro.
Raquel, por sua vez, tem evitado se definir a partir da polarização nacional. Durante sabatina recente ao Diario, afirmou ser “pernambuquista” e destacou que mantém diálogo com o governo Lula, ao mesmo tempo em que reconheceu receber votos de eleitores que pensam politicamente de maneira diferente.
Não é a primeira vez que Mendonça atua em defesa da governadora. Em julho, ele apresentou ao Ministério Público de Pernambuco uma representação para apurar suspeitas envolvendo servidores da Prefeitura do Recife e a estrutura municipal em atos relacionados ao Auxílio Pernambuco.
As denúncias sobre a suposta rede de ataques digitais seguem sob apuração. A apresentação de uma AIJE, por si só, não representa decisão da Justiça Eleitoral sobre eventual irregularidade.
Fonte: Diario de Pernambuco
Imagem: Reprodução
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Presidente afirmou que foi alvo de uma operação para impedir sua candidatura em 2018 e voltou a criticar a atuação da imprensa e de integrantes da Lava Jato. O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a fazer críticas à Operação Lava Jato e à cobertura da imprensa durante entrevista […]
Presidente afirmou que foi alvo de uma operação para impedir sua candidatura em 2018 e voltou a criticar a atuação da imprensa e de integrantes da Lava Jato.
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a fazer críticas à Operação Lava Jato e à cobertura da imprensa durante entrevista à TV Globo, na noite da quinta-feira (27).
Ao responder a uma pergunta da jornalista Renata Vasconcellos, Lula afirmou que foi vítima de uma articulação que, segundo ele, tinha como objetivo impedir sua candidatura à Presidência em 2018, atingir empresas brasileiras de engenharia e desgastar a imagem da Petrobras.
“Eu fui vítima da maior mentira montada neste país. Tinha como objetivo não me deixar ser candidato em 2018”, afirmou.
Lula também relembrou o período em que ficou preso e disse que decidiu se apresentar à Justiça para provar que as acusações contra ele eram falsas. Na sequência, direcionou críticas à imprensa.
“A imprensa brasileira comprou uma mentira, vendeu a mentira e nunca reconheceu que comprou a mentira”, declarou.
O presidente voltou a citar o ex-juiz Sergio Moro e o episódio do PowerPoint apresentado pelo Ministério Público Federal contra ele durante a Lava Jato.
“A imprensa brasileira sabe que ela produziu um monstro mentiroso chamado Moro. Eu não esqueço do PowerPoint mentiroso contra mim”, disse.
Renata Vasconcellos interrompeu Lula e afirmou que o jornalismo da Globo cumpriu sua obrigação de noticiar os acontecimentos. O apresentador César Tralli acrescentou que, especificamente sobre o episódio do PowerPoint, os princípios editoriais da emissora já haviam registrado uma retratação.
Na sequência, a entrevista voltou ao tema da Previdência Social, com questionamentos sobre fraudes envolvendo descontos indevidos em benefícios e a fila de requerimentos do INSS.
Assista ao trecho da entrevista de Lula no Instagram do Blog do Nill Júnior, no perfil @nill_jr.
Candidato ao Governo de Pernambuco reagiu à publicação em que Raquel Lyra questionou sua relação com Amizadai e afirmou que uma empresa ligada a ele recebeu recursos da Prefeitura do Recife. João Campos (PSB) se manifestou, na noite da quinta-feira (27), sobre o vídeo publicado pela governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), no […]
Candidato ao Governo de Pernambuco reagiu à publicação em que Raquel Lyra questionou sua relação com Amizadai e afirmou que uma empresa ligada a ele recebeu recursos da Prefeitura do Recife.
João Campos (PSB) se manifestou, na noite da quinta-feira (27), sobre o vídeo publicado pela governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), no qual ela questiona a relação do ex-prefeito do Recife com Amizadai Andrade da Silva, citado na reportagem da Record sobre uma suposta rede de ataques digitais.
“Quem deve explicações à Justiça sobre o uso de dinheiro público para destruir reputações não deveria usar a rede social para espalhar mentiras”, escreveu João.
Na publicação, o candidato rejeitou a afirmação de que teria amizade com Amizadai.“O homem apontado pela imprensa como suposto chefe do Gabinete do Ódio do Governo de PE nunca foi meu amigo e nunca trabalhou em minha equipe. Já a candidata que me ataca não pode dizer o mesmo”, afirmou.Mais cedo, Raquel havia publicado um vídeo com a legenda “mentira tem perna curta”. O material recuperou uma gravação antiga em que João envia felicitações a Amizadai e Poliana pelo nascimento da filha do casal e questiona: “Que amizade é essa, afinal?”.
O vídeo divulgado pela governadora também afirma que uma empresa ligada a Amizadai recebeu recursos da Prefeitura do Recife durante a gestão de João Campos. Na manifestação publicada posteriormente, João não tratou especificamente dessa afirmação.
A troca de acusações ocorre após reportagem do Jornal da Record mostrar gravações em que Amizadai fala sobre uma rede de perfis digitais e sobre contatos com integrantes do Governo de Pernambuco para “desidratar” adversários. O material foi levado à Polícia Federal.
João encerrou a manifestação afirmando que continuará fazendo uma “campanha limpa, à altura do que espera o povo pernambucano”.
Imagem: Reprodução/Instagram
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Governadora reagiu às acusações sobre uma suposta rede de ataques digitais e divulgou imagens antigas em que João Campos aparece enviando uma mensagem a Amizadai e à família dele. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) publicou um vídeo nas redes sociais para contestar as acusações envolvendo a existência de uma suposta estrutura […]
Governadora reagiu às acusações sobre uma suposta rede de ataques digitais e divulgou imagens antigas em que João Campos aparece enviando uma mensagem a Amizadai e à família dele.
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) publicou um vídeo nas redes sociais para contestar as acusações envolvendo a existência de uma suposta estrutura de ataques digitais ligada ao Governo de Pernambuco. Na publicação, ela questiona a relação entre João Campos (PSB) e Amizadai, citado na reportagem exibida pelo Jornal da Record.
“Mentira tem perna curta”, escreveu Raquel na legenda.
No vídeo, a publicação afirma que João tem apresentado Amizadai como responsável por ataques contra ele, mas sustenta que os dois mantinham uma relação anterior. Para embasar a acusação, é exibido um vídeo antigo no qual João envia uma mensagem de felicitações pela chegada da filha de Amizadai e Poliana.
“Mandar um abraço para a Poliana e a Amizadai pela chegada da pequena Giovana. Que Deus possa abençoar com muita luz, com muita saúde a família de vocês”, diz João na gravação recuperada pela publicação.
O material divulgado por Raquel também afirma que uma empresa ligada a Amizadai recebeu recursos da Prefeitura do Recife durante a gestão de João Campos. No vídeo apresentado pela governadora, não são detalhados os contratos, valores ou períodos desses pagamentos.
“Toda essa história surge justamente quando o João cai nas pesquisas. Essa história está muito mal contada. Que amizade é essa, afinal?”, questiona a publicação.
A manifestação ocorre após a reportagem da Record revelar gravações em que Amizadai fala sobre uma rede de perfis na internet e sobre reuniões com integrantes do Governo do Estado para “desidratar” adversários políticos. João Campos afirmou posteriormente que o material reforçava denúncias que vinha fazendo sobre um suposto “gabinete do ódio” e anunciou medidas jurídicas.
Raquel já havia negado qualquer participação na estrutura mencionada pela Record e afirmou que o servidor citado na reportagem foi exonerado do Governo de Pernambuco.
Assista ao vídeo divulgado por Raquel Lyra no Instagram do Blog do Nill Júnior, no perfil @nill_jr.
SBT News O candidato do PSB ao governo de Pernambuco, João Campos, afirmou nesta quinta-feira (27), em entrevista ao SBT News, que a estratégia adotada pela principal adversária, a governadora Raquel Lyra (PSD), tem características do bolsonarismo e da extrema-direita. O ex-prefeito do Recife também atribuiu parte da queda de sua candidatura nas pesquisas de […]
O candidato do PSB ao governo de Pernambuco, João Campos, afirmou nesta quinta-feira (27), em entrevista ao SBT News, que a estratégia adotada pela principal adversária, a governadora Raquel Lyra (PSD), tem características do bolsonarismo e da extrema-direita.
O ex-prefeito do Recife também atribuiu parte da queda de sua candidatura nas pesquisas de intenção de voto a uma série de ataques que, segundo ele, são coordenados há mais de um ano e meio contra sua imagem nas redes sociais.
João Campos disse ainda que “toda a direita pernambucana e o bolsonarismo” estão reunidos no palanque de Raquel Lyra. A declaração ocorre em meio à disputa pela liderança nas pesquisas eleitorais: levantamentos recentes apontaram uma inversão no cenário, com a governadora passando à frente do candidato do PSB.
Durante a entrevista, Campos voltou a acusar o governo estadual de manter uma estrutura de ataques contra adversários políticos, que teria utilizado recursos públicos. A Frente Popular de Pernambuco anunciou nesta quinta medidas judiciais e administrativas para apurar as denúncias relacionadas à suposta existência de um “gabinete do ódio” dentro da estrutura do governo.
A campanha de Raquel Lyra contesta as acusações. Em nota, afirmou que o PSB estaria recorrendo a “velhas práticas” e substituindo o debate de propostas por acusações sem provas.
Segundo a campanha, as ações anunciadas por Campos seriam baseadas em uma denúncia sem comprovação. A defesa de Raquel afirma ainda que foi a própria governadora quem determinou a exoneração imediata do servidor citado nas denúncias e a apuração dos fatos.
A campanha declarou que pretende recorrer à Justiça contra o que considera “mentiras” e afirmou que a governadora seguirá concentrada em apresentar resultados e trabalhar pela população de Pernambuco.
Campos fala em ataques coordenados
João Campos afirmou que os ataques contra ele começaram depois de sua reeleição para a Prefeitura do Recife, quando obteve quase 80% dos votos. Segundo o candidato, a ofensiva teria sido estruturada para promover sua “desidratação política”.
“Há mais de um ano e meio, eu venho sendo vítima recorrente de ataques criminosos por uma rede de ódio que comete calúnia, difamação e que supostamente é financiada por recursos públicos”, afirmou.
O candidato citou uma reportagem que, segundo ele, revelou a atuação de um servidor federal cedido ao governo de Pernambuco. Campos afirmou que o servidor teria relatado participação na coordenação de ataques contra ele e reuniões com integrantes do governo estadual.
Para o candidato, a situação precisa ser investigada pela Justiça Eleitoral, pela Controladoria-Geral da União (CGU), pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pelo Ministério Público e pelos órgãos de controle estaduais.
Campos também rejeitou a possibilidade de que as medidas tenham como objetivo retirar Raquel Lyra da disputa eleitoral. Segundo ele, a intenção é garantir investigação e responsabilização de eventuais envolvidos.
“A gente não tá aqui para perseguir absolutamente ninguém. Agora, a gente não tá aqui para sofrer e ser vítima de violência”, disse.
Campos afirmou que o início da propaganda eleitoral no rádio e na televisão, a partir desta sexta-feira (28), será uma oportunidade para apresentar ao eleitorado suas propostas e resultados obtidos durante a gestão do Recife.
Direita no palanque de Raquel
Ao ser questionado sobre a estratégia para recuperar eleitores identificados com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva que atualmente optam por Raquel Lyra, Campos voltou a explorar a divisão política entre os dois palanques.
O candidato afirmou que sua aliança com Lula representa não apenas uma parceria eleitoral, mas uma convergência de pautas e projetos.
“Eu tenho muito orgulho do time que está comigo, do presidente que eu apoio, do partido que eu presido”, disse.
Em seguida, afirmou que a direita pernambucana está concentrada na candidatura adversária.
“Toda a direita pernambucana e o bolsonarismo tá reunido no palanque da nossa adversária”, declarou.
Campos disse que, de um lado, está o “campo democrático progressista” e, do outro, a direita e o bolsonarismo. Para ele, os ataques dos quais afirma ser vítima também teriam características de movimentos de extrema direita.
“Isso é exatamente o que você vê em regimes autoritários”, afirmou.
Lula em Pernambuco
João Campos também afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá participar da campanha em Pernambuco. Segundo ele, a presença do presidente está sendo organizada pela direção nacional da campanha de acordo com a estratégia eleitoral.
O candidato afirmou que Lula tem papel importante na formação da Frente Popular de Pernambuco e na consolidação dos apoios partidários à sua candidatura.
Campos aposta ainda no vínculo político com o presidente para atrair eleitores lulistas que, segundo as pesquisas, atualmente estão divididos entre ele e Raquel Lyra.
Durante a entrevista, Campos se esquivou de responder se sonha em disputar a Presidência da República e afirmou que seu objetivo imediato é governar Pernambuco.
Ele também declarou acreditar na reeleição de Lula em 2026 e projetou uma eventual participação na construção da sucessão presidencial em 2030.
“Eu tenho o sonho de poder governar Pernambuco e de poder fazer o melhor mandato que alguém pode fazer no Estado”, afirmou.
O candidato disse ainda que, caso seja eleito, pretende governar Pernambuco ao mesmo tempo em que Lula comandaria o país em um eventual quarto mandato.
O presidente Lula (PT), candidato à reeleição, voltou a criticar a cobertura da imprensa sobre os processos que levaram à sua prisão e afirmou, em sabatina no Jornal Nacional, que não esqueceu um “PowerPoint mentiroso” contra ele. O petista se referiu a uma apresentação feita pelo promotor Deltan Dallagnol durante as investigações da Lava Jato, […]
O presidente Lula (PT), candidato à reeleição, voltou a criticar a cobertura da imprensa sobre os processos que levaram à sua prisão e afirmou, em sabatina no Jornal Nacional, que não esqueceu um “PowerPoint mentiroso” contra ele.
O petista se referiu a uma apresentação feita pelo promotor Deltan Dallagnol durante as investigações da Lava Jato, mas o jornalista assumiu que se tratava de outro “PowerPoint” –o que associava o ex-metalúrgico ao caso Master, responsável por uma grave crise nos bastidores da GloboNews.
O candidato à reeleição elevou o tom contra a imprensa brasileira, dizendo que lhe deviam desculpas pela cobertura sobre o seu julgamento na Lava Jato e a sua prisão. Ele também mencionou o ex-juiz Sérgio Moro.
“A imprensa brasileira comprou uma mentira, vendeu uma mentira e nunca reconheceu que contou uma mentira”, iniciou ele, que provocou uma reação de Renata Vasconcellos. “O Jornalismo da Globo cumpriu a sua obrigação de noticiar os fatos”, respondeu a jornalista.
“A imprensa sabe que produziu um monstro mentiroso como Moro e Dallagnol”, disse ele, relembrando ainda o episódio em que o promotor fez uma apresentação o colocando como centro do escândalo da Lava Jato. “Eu não esqueço do powerpoint mentiroso contra mim”, disse ele.
Tralli, então, fez menção a outro episódio. “Em relação a essa questão do powerpoint, nós seguimos nossos princípios editoriais e fizemos a devida retratação. Peço que a gente siga com a entrevista”, confundiu-se o âncora, em referência ao episódio ocorrido durante o Estúdio i.
A GloboNews viveu bastidores tensos na época. A exibição da arte que associava o banqueiro Daniel Vorcaro ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao PT, no Estúdio i em março de 2026, instaurou o terror nos corredores do canal de notícias da Globo.
No telão foi projetada uma imagem chamada Conexões de Daniel Vorcaro, com uma estrutura similar ao PowerPoint de Deltan Dallagnol que tentava ligar Lula a Lava Jato.
O conteúdo foi rechaçado nas redes sociais até por ex-jornalistas da Globo, como a repórter Neide Duarte. Reclamou-se, principalmente, da ausência das conexões do ex-dono do Banco Master com nomes da direita, como o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central.
Três dias depois, Andréia Sadi leu um texto em que a GloboNews pedia desculpas pelo material apresentado. A apresentadora do Estúdio i justificou que o material estava “errado e incompleto”, mas não deu mais detalhes.
O vídeo do programa foi alterado no Globoplay. Agora, contém o aviso de que “foi modificado em sua versão web para correção de erro”. Por volta de 1 hora de programa, há um corte brusco no material.
Na primeira pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla em parceria com o Portal do Ricardo Antunes, a governadora Raquel Lyra (PSD) aparece liderando a corrida pelo Palácio do Campo das Princesas, com 43% das intenções de voto. O ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), obteve 37% no cenário estimulado de primeiro turno. O ex-vereador do Recife, […]
Na primeira pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla em parceria com o Portal do Ricardo Antunes, a governadora Raquel Lyra (PSD) aparece liderando a corrida pelo Palácio do Campo das Princesas, com 43% das intenções de voto. O ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), obteve 37% no cenário estimulado de primeiro turno.
O ex-vereador do Recife, Ivan Moraes (PSOL), somou 1%. Os demais candidatos ficaram abaixo de 1%. Os indecisos representam 11%, enquanto 5% declararam voto em branco ou nulo, e outros 2% não opinaram.
Numa simulação de segundo turno, a governadora atinge 47%, enquanto o candidato do PSB soma 41%. Nesse cenário, os indecisos representam 6%, enquanto 5% votariam branco ou nulo, e apenas 1% não responderam.
Com relação ao levantamento anterior, divulgado em 12 de agosto, Raquel Lyra recuou dois pontos (tinha 45%) e João Campos caiu quatro (tinha 41%).
AVALIAÇÃO E APROVAÇÃO
O governo Raquel Lyra é considerado ótimo ou bom para 46%. Outros 33% avaliam a gestão como regular, enquanto 17% veem como ruim ou péssima, e 4% não opinaram. No quesito aprovação, 65% são favoráveis à gestão, enquanto 27% desaprovam e 8% não opinaram.
O Instituto Múltipla ouviu 900 eleitores pernambucanos entre os dias 22 e 24 de agosto. A margem de erro é de 3,3 pontos percentuais, e o grau de confiança da é de 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral com o número de identificação PE-01370/2026.
A Frente Popular de Pernambuco anunciou em nota, nesta quinta-feira (27), a partir de entrevista coletiva, a adoção de medidas judiciais e administrativas contra o Governo de Pernambuco e a coligação Pernambuco no Coração, liderada por Raquel Lyra (PSD). As ações foram motivadas por denúncias recentes da imprensa sobre a existência de um “gabinete do […]
A Frente Popular de Pernambuco anunciou em nota, nesta quinta-feira (27), a partir de entrevista coletiva, a adoção de medidas judiciais e administrativas contra o Governo de Pernambuco e a coligação Pernambuco no Coração, liderada por Raquel Lyra (PSD).
As ações foram motivadas por denúncias recentes da imprensa sobre a existência de um “gabinete do ódio” financiado com recursos estaduais e estruturado durante supostas tratativas entre a governadora e um servidor público dentro do Palácio do Campo das Princesas. Se comprovadas pela Justiça, as irregularidades podem resultar na cassação e na inelegibilidade da chapa governista.
A principal medida será a apresentação de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) junto ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). A peça vai apontar cinco eixos de ilicitudes que, na visão da Frente Popular, configuram abuso de poder político e econômico e condutas vedadas a agentes públicos com potencial de favorecer a candidatura de Raquel. Um dos aspectos denunciados é o uso de ônibus escolares para transportar militantes para a convenção do PSD, em 2 de agosto. Fotos das placas e outras comprovações foram anexadas ao processo.
A Frente Popular também questiona o episódio de espionagem clandestina contra o então secretário de Articulação Política e Social do Recife, Gustavo Monteiro, e seu irmão, no segundo semestre de 2025. Ambos tiveram um veículo funcional monitorado pela Polícia Civil sem autorização da Justiça ou inquérito policial instaurado, conforme denunciado pela imprensa em janeiro. Outro eixo será a apresentação de provas da utilização de aeronaves do governo para transportar Raquel a atividades político-partidárias. A ação apresentará ainda documentos que indicam um excesso de cerca de R$ 5 milhões nos gastos com publicidade institucional da gestão estadual neste ano, extrapolando o limite previsto pela legislação eleitoral, que é baseado na média mensal de valores empenhados nos últimos exercícios.
O principal eixo da ação judicial, contudo, será a denúncia em torno do ecossistema digital criado para atacar João Campos (PSB), principal adversário de Raquel nas eleições deste ano. Áudios divulgados pela imprensa mostram o servidor público federal Amisadai Andrade confirmando que foi chamado ao Palácio do Campo das Princesas, no segundo semestre de 2024, para tratar com a governadora sobre a publicação de ataques coordenados nas redes sociais contra o então prefeito do Recife, reeleito naquele mesmo período.
Registros da Casa Militar confirmam que Amisadai esteve na sede do governo estadual em julho e em setembro daquele ano. Na época, ele era sócio do Portal de Prefeitura, página que recebeu mais de meio milhão de reais do Governo Raquel Lyra e apontada como fonte de distribuição de conteúdos de ódio para mais de 300 perfis nas redes sociais.
Segundo o advogado Rafael Carneiro, que representa o PSB nacional e falou em nome da equipe jurídica da Frente Popular, há um marco temporal e de aumento de verba de publicidade para o portal que, associado à confirmação da presença de Amisadai no Palácio e à afirmação dele de que se reuniu com a governadora, fornecem indícios suficientes para a confirmação de que existe um “gabinete do ódio” voltado a atacar João Campos e a beneficiar a candidatura de Raquel Lyra.
“Há um vídeo com reconhecimento de um servidor, que diz que foi chamado pela governadora do estado para estruturar um grupo de ataques à honra do candidato João Campos. Esse vídeo já foi divulgado. Além dele, foram demonstradas idas desse servidor ao Palácio do Governo, em especial, à Casa Civil, núcleo funcional e político do Governo do Estado. Ontem, a governadora disse que esse sujeito estava muito longe dela. E ontem mesmo foi demonstrado que ele estava muito perto”, afirmou o advogado.
Além de ter sido sócio do Portal de Prefeitura, Amisadai chegou a ser nomeado como servidor comissionado da Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco e só foi exonerado na quarta (26), após o caso vir à tona. Segundo o advogado da Frente Popular, essa conduta também demandará a apresentação de denúncias a outras instâncias para além da Justiça Eleitoral, já que pode ter havido peculato e enriquecimento ilícito de um servidor federal cedido ao Governo de Pernambuco e envolvido em condutas vedadas com financiamento estadual.
“Além da ação na Justiça Eleitoral, nós vamos apresentar uma série de medidas perante diversas instâncias, como o Ministério Público de Pernambuco, por improbidade administrativa, o Ministério Público Eleitoral, o Tribunal de Contas da União, o Tribunal de Contas do Estado e a Controladoria-Geral da União, para que esses fatos que não foram apresentados por nós, mas pela imprensa nacional, sejam devidamente apurados”, completou Carneiro.
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