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Governadora voltou ao tema nesta quinta-feira (3) e publicou vídeo para esclarecer seu posicionamento após ter comentado a proposta no dia anterior. A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a falar, nesta quinta-feira (3), sobre o fim da escala 6×1. Depois de comentar o tema nessa quarta-feira (2), durante uma […]

Governadora voltou ao tema nesta quinta-feira (3) e publicou vídeo para esclarecer seu posicionamento após ter comentado a proposta no dia anterior.

A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a falar, nesta quinta-feira (3), sobre o fim da escala 6×1. Depois de comentar o tema nessa quarta-feira (2), durante uma sabatina, Raquel publicou um vídeo nas redes sociais para esclarecer seu posicionamento e afirmar que é favorável à redução da jornada de trabalho.

“Desde o primeiro momento que esse tema começou a ser debatido no Brasil, eu coloquei minha posição favorável à redução da jornada de trabalho no nosso país”, declarou.

Segundo a governadora, a mudança pode ampliar o tempo de convivência dos trabalhadores com suas famílias.

“Para que cada pai, cada mãe de família tenha o direito de passar mais tempo em casa, mais tempo com a sua família”, afirmou.

Na manifestação do dia anterior, Raquel havia ressaltado que a votação cabe ao Congresso Nacional e mencionado possíveis desafios econômicos relacionados à mudança da jornada.

Nesta quinta, ao retomar o assunto, a candidata também criticou adversários políticos e afirmou que estariam tentando distorcer suas declarações.

“Agora, em tempo de eleição, os adversários buscam o tempo inteiro desconstruir, desconstituir, colocar mentiras na minha boca”, disse.

Ao final do vídeo, Raquel resumiu seu posicionamento: “Olho no olho, papo reto, pelo fim da escala 6×1. Por mais tempo em casa e com a família”.

Confira abaixo, em nosso Instagram, a declaração completa de Raquel Lyra.

 

Frame/Vídeo: Reprodução/Instagram

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Real Time Big Data: João Campos e Raquel Lyra têm 43% e empatam no 1º turno

Levantamento divulgado nesta quinta-feira (3) também aponta empate entre os dois em eventual segundo turno. Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (3) mostra João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) com 43% das intenções de voto no cenário estimulado para o Governo de Pernambuco. Os dois aparecem empatados numericamente na disputa. Renan Hallais […]

Levantamento divulgado nesta quinta-feira (3) também aponta empate entre os dois em eventual segundo turno.

Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (3) mostra João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) com 43% das intenções de voto no cenário estimulado para o Governo de Pernambuco.

Os dois aparecem empatados numericamente na disputa. Renan Hallais (Missão) registra 4%, Ivan Moraes (PSOL), 2%, e os demais candidatos somam 1%. Brancos e nulos representam 4%.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Raquel Lyra e João Campos também aparecem empatados, com 23% cada.

Marília Arraes (PDT) é citada por 1%, outros nomes somam 4%, brancos e nulos chegam a 10%, enquanto 39% não souberam ou não responderam.

Segundo turno

A pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre João Campos e Raquel Lyra. O resultado novamente aponta empate: cada candidato registra 44%.

Brancos e nulos somam 6%, mesmo percentual dos entrevistados que não souberam ou não responderam.

Metodologia

A Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores entre 29 de agosto e 2 de setembro, por telefone e pela internet. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-09116/2026.

Fonte: UOL

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Governadora e candidata à reeleição anunciou novos concursos para a área durante caminhada de campanha no bairro do Ipsep. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) afirmou, nessa quarta-feira (2), que pretende realizar novos concursos para contratar mais de 3,9 mil profissionais de segurança pública em Pernambuco. A declaração foi feita durante uma […]

Governadora e candidata à reeleição anunciou novos concursos para a área durante caminhada de campanha no bairro do Ipsep.

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) afirmou, nessa quarta-feira (2), que pretende realizar novos concursos para contratar mais de 3,9 mil profissionais de segurança pública em Pernambuco. A declaração foi feita durante uma caminhada de campanha no bairro do Ipsep, no Recife.

“Vai ter concurso para mais 3.900 profissionais de segurança, batalhão de polícia, viatura nova”, afirmou Raquel durante o ato.

A candidata relacionou a proposta às medidas que pretende adotar para ampliar o efetivo e a estrutura das forças de segurança estaduais em uma eventual segunda gestão.

Durante a caminhada, Raquel também falou sobre a disputa eleitoral e afirmou que pretende manter o foco na campanha pela reeleição.

A governadora esteve acompanhada da candidata a vice, Priscila Krause (PSD), e dos candidatos ao Senado Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP).

Também participaram da agenda o ex-prefeito de Petrolina e candidato a deputado federal Miguel Coelho (União Brasil), além de candidatos proporcionais e outras lideranças políticas que apoiam a chapa.

Foto: Miva Filho

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Candidato ao Governo de Pernambuco apresentou propostas para ampliar a rede estadual de saúde durante agenda nessa quarta-feira (2), em Vitória de Santo Antão. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nessa quarta-feira (2), de uma agenda de campanha em Vitória de Santo Antão, onde apresentou propostas para a área da saúde. […]

Candidato ao Governo de Pernambuco apresentou propostas para ampliar a rede estadual de saúde durante agenda nessa quarta-feira (2), em Vitória de Santo Antão.

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nessa quarta-feira (2), de uma agenda de campanha em Vitória de Santo Antão, onde apresentou propostas para a área da saúde.

Durante o ato, João afirmou que pretende ampliar a oferta de leitos hospitalares caso seja eleito. Entre as propostas citadas estão a construção de um Hospital Geral Metropolitano, com previsão de 900 leitos, um Hospital da Criança do Agreste, em Caruaru, e duas unidades hospitalares no Sertão.

“Eu não vou fechar nenhum leito, não. Eu vou abrir o maior hospital público de Pernambuco, com 900 leitos novos. Vamos construir o Hospital da Criança em Caruaru. Vamos construir dois hospitais no Sertão. Só em novos hospitais serão mais de 1.400 leitos abertos”, afirmou.

Em Vitória de Santo Antão, o candidato citou o Hospital João Murilo e prometeu ampliar a capacidade de atendimento da unidade, que recebe pacientes do município e de cidades da região.

João também afirmou que Pernambuco perdeu cerca de 1,2 mil leitos nos últimos três anos e relacionou a ampliação da rede hospitalar ao atendimento da população que depende do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Quando se fecha um leito, não é o filho de um rico que vai deixar de ter atendimento. É o filho de uma trabalhadora, de um trabalhador”, declarou.

Além da saúde, João voltou a defender outras propostas apresentadas durante a campanha, como a isenção do IPVA para motocicletas e a suspensão da cobrança de água para famílias inscritas na tarifa social enquanto estiverem submetidas a rodízio no abastecimento.

O candidato também criticou a política de atração de investimentos do atual Governo de Pernambuco e afirmou que nenhuma grande fábrica chegou ao Estado nos últimos três anos.

Ao falar sobre Vitória de Santo Antão, João mencionou investimentos realizados no município durante o governo de Eduardo Campos e defendeu uma nova política estadual de atração de empresas e geração de empregos.

O prefeito Paulo Roberto (MDB) participou da agenda e declarou apoio à candidatura de João Campos.

Também estiveram presentes o candidato a vice-governador Carlos Costa; o candidato à reeleição ao Senado Humberto Costa; a candidata ao Senado Marília Arraes; a deputada federal e candidata à reeleição Iza Arruda; o candidato a deputado estadual Túlio Arruda; além de outros candidatos e aliados da Frente Popular.

Foto: Marlon Diego

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Sem citar a oposição na Assembleia Legislativa, governadora Raquel Lyra afirmou na entrevista à Rádio Folha que os que quiseram atrasar seu governo tentaram atrasar Pernambuco. Raquel elencou investimentos e voltou a usar a expressão “pernambuquista” para definir sua atuação política. “Não vão me tirar do meu foco. Nenhum momento. Em algum momento ele pode […]

Sem citar a oposição na Assembleia Legislativa, governadora Raquel Lyra afirmou na entrevista à Rádio Folha que os que quiseram atrasar seu governo tentaram atrasar Pernambuco.

Raquel elencou investimentos e voltou a usar a expressão “pernambuquista” para definir sua atuação política.

“Não vão me tirar do meu foco. Nenhum momento. Em algum momento ele pode até querer atingir meu coração, pra achar que com isso eu me dobre e me quebre, mas eu não quebro”.

Confira a declaração no vídeo abaixo.

Radar – Veja, por Robson Bonin A Frente Popular de Pernambuco, coligação que apoia a candidatura de João Campos (PSB) ao Executivo estadual, acionou a Justiça Eleitoral nesta quarta-feira (2) para pedir uma investigação sobre um video em que quatro individuos sac filmados instalando cartazes de propaganda negativa contra o ex-prefeito do Recife. A ação […]

Radar – Veja, por Robson Bonin

A Frente Popular de Pernambuco, coligação que apoia a candidatura de João Campos (PSB) ao Executivo estadual, acionou a Justiça Eleitoral nesta quarta-feira (2) para pedir uma investigação sobre um video em que quatro individuos sac filmados instalando cartazes de propaganda negativa contra o ex-prefeito do Recife.

A ação foi registrada há mais de um mês por câmera de videomonitoramento na região central da capital pernambucana.

O material foi juntado a uma ação já impetrada por possíveis abusos de poder político e econômico da atual gestão, comandada por Raquel Lyra (PSD), oponente de Campos na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas. A petição também é movida contra a vice-governadora, Priscila Krause, do PSD.

O registro anexado ao requerimento judicial visa identificar os executores e, consequentemente, rastrear toda a cadeia de financiamento logístico por trás da operação.

Os advogados solicitaram ao TRE local a realização de diligências técnicas e apoio da Polícia Federal para averiguar se existe uma conexão estruturada entre os recentes ataques.

Veja o vídeo abaixo.

 

TSE manda Eduardo Bolsonaro retirar posts considerados desinformativos sobre urnas

Decisão de Nunes Marques estabelece prazo de 24 horas para exclusão das publicações e ainda deverá ser analisada pelo plenário da Corte. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, determinou que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro retire de suas redes sociais publicações consideradas desinformativas sobre as urnas eletrônicas brasileiras. A decisão foi […]

Decisão de Nunes Marques estabelece prazo de 24 horas para exclusão das publicações e ainda deverá ser analisada pelo plenário da Corte.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, determinou que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro retire de suas redes sociais publicações consideradas desinformativas sobre as urnas eletrônicas brasileiras. A decisão foi assinada na última segunda-feira (31) e divulgada nesta quarta-feira (2).

A medida atende a um pedido da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV. A representação questionou postagens em que Eduardo relacionava o sistema eleitoral brasileiro à empresa Smartmatic, a partir de informações sobre eleições realizadas na Venezuela.

O TSE já afirmou em outras ocasiões que a Smartmatic não fornece urnas eletrônicas nem os softwares utilizados nas eleições brasileiras. O sistema eletrônico de votação usado no país é desenvolvido e administrado pela própria Justiça Eleitoral.

Nunes Marques estabeleceu prazo de 24 horas para a retirada do conteúdo e proibiu Eduardo de voltar a publicar ou propagar a associação entre a Smartmatic e as urnas brasileiras, além de outros conteúdos falsos que coloquem em dúvida a segurança e a integridade do sistema eletrônico de votação.

Na decisão, o ministro afirmou que a permanência das publicações, no período eleitoral, poderia reforçar entre os eleitores uma percepção de insegurança baseada em uma alegação já afastada pela Justiça Eleitoral.

A determinação também foi encaminhada às principais plataformas digitais para impedir a circulação e o impulsionamento dos conteúdos atingidos pela ordem. A decisão é liminar e ainda deverá ser submetida ao plenário do TSE.

Eduardo Bolsonaro perdeu o mandato de deputado federal após deixar o Brasil e acumular ausências nas sessões da Câmara. Atualmente, vive nos Estados Unidos.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Saul Loeb/AFP

Presidente da Corte afirmou que cargo não confere privilégios e prometeu anunciar medidas após analisar informações do relatório da Polícia Federal. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, defendeu, nesta quarta-feira (2), a preservação da instituição diante dos desdobramentos provocados pela divulgação de um relatório da Polícia Federal com mensagens encontradas no celular […]

Presidente da Corte afirmou que cargo não confere privilégios e prometeu anunciar medidas após analisar informações do relatório da Polícia Federal.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, defendeu, nesta quarta-feira (2), a preservação da instituição diante dos desdobramentos provocados pela divulgação de um relatório da Polícia Federal com mensagens encontradas no celular do ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro.

A manifestação ocorreu no dia em que o Supremo realizou a primeira sessão plenária desde que o ministro André Mendonça retirou o sigilo do documento, que contém mensagens atribuídas a Vorcaro com referências ao ministro Alexandre de Moraes, ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, e ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

“Em momentos de especial gravidade, é dever de todos preservar a integridade do Supremo Tribunal Federal, a autoridade de suas decisões, o respeito às suas normas e, acima de tudo, a confiança da sociedade na instituição”, afirmou Fachin.

O presidente do STF acrescentou que “a elevada autoridade do cargo não confere privilégios” e disse que anunciará as “medidas cabíveis e necessárias” depois de examinar os elementos relacionados ao caso.

Fachin não mencionou nominalmente Moraes ou Mendonça em sua manifestação.

O caso Master não integra a pauta da sessão desta quarta-feira. Participam do plenário, entre outros, Moraes e Mendonça, cuja atuação na condução das apurações passou a ser questionada pela Procuradoria-Geral da República.

Relatório da PF

O documento foi produzido pela Polícia Federal a partir da análise do celular de Vorcaro no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de irregularidades envolvendo o Banco Master.

Entre as mensagens reveladas estão contatos atribuídos a Vorcaro com referências a Alexandre de Moraes. Em uma delas, enviada antes da prisão do banqueiro, ele pergunta: “Acha que segunda já tenho que estar fora?”. As respostas de Moraes não aparecem nesse trecho do relatório.

O documento também registra uma mensagem em que Vorcaro menciona precisar da “proteção” de “Andrei e Paulo”. Segundo a identificação feita pela PF no relatório, as referências seriam a Andrei Rodrigues e Paulo Gonet. A existência da mensagem, por si só, não comprova atuação irregular das autoridades citadas.

PGR questiona apuração

A Procuradoria-Geral da República pediu a anulação de atos determinados por André Mendonça relacionados ao aprofundamento da apuração das mensagens.

Paulo Gonet argumentou que o ministro não poderia determinar, por iniciativa própria, uma investigação sobre pessoas específicas sem pedido do Ministério Público ou iniciativa da Polícia Federal. A PGR também sustentou que eventual investigação envolvendo ministro do Supremo deveria observar os procedimentos internos da Corte.

Mendonça, por sua vez, indicou que pretende submeter os novos elementos ao plenário do STF.

Segundo O Globo, Fachin iniciou conversas individuais com ministros antes de definir como será tratada a questão. Uma das possibilidades discutidas internamente é levar o tema ao colegiado, permitindo uma decisão conjunta da Corte.

Mendonça também confirmou nesta quarta-feira que recebeu Vorcaro em março de 2025 para tratar de uma questão relacionada a precatórios. Segundo o ministro, foi seu único encontro com o então banqueiro e sua atuação posterior no processo não favoreceu os interesses do Banco Master.

Fonte: Folha de Pernambuco e O Globo
Foto: Divulgação/STF

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Decisão liminar determina retirada do conteúdo em até 24 horas e prevê multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento. O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) determinou que a deputada federal Clarissa Tércio (PP) e o deputado estadual Júnior Tércio (PP), candidatos nas eleições deste ano, retirem das redes sociais um vídeo […]

Decisão liminar determina retirada do conteúdo em até 24 horas e prevê multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento.

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) determinou que a deputada federal Clarissa Tércio (PP) e o deputado estadual Júnior Tércio (PP), candidatos nas eleições deste ano, retirem das redes sociais um vídeo de propaganda eleitoral que associa adversários políticos ao chamado “kit gay”.

A decisão liminar foi assinada pelo desembargador eleitoral auxiliar Paulo Augusto de Freitas Oliveira e estabelece prazo de 24 horas para a remoção da publicação.

A ação foi apresentada pela candidata a deputada estadual Jô Cavalcanti (PSOL), que alegou divulgação de conteúdo sabidamente falso na propaganda eleitoral pela internet.

Além da retirada, Clarissa e Júnior Tércio foram proibidos de republicar, compartilhar, impulsionar ou disponibilizar novamente o conteúdo questionado, inclusive por meio de edições, cortes ou versões semelhantes. A decisão prevê multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento.

No vídeo, Júnior Tércio afirma: “Nós defendemos a família. Eles, o kit gay”. A fala é acompanhada por uma imagem de uma manifestação com a bandeira do movimento LGBTQIA+. Na sequência, Clarissa afirma: “Nós marchamos pra Jesus, eles pela maconha”.

A representação de Jô Cavalcanti questionou especificamente a associação dos adversários ao chamado “kit gay”, sem pedir a retirada das demais manifestações políticas, religiosas e morais presentes no vídeo.

Na análise preliminar, o desembargador considerou que a publicação atribuiu de forma direta ao campo adversário a defesa do chamado “kit gay” e que a imagem apresentada reforçou essa associação.

O magistrado também citou decisões anteriores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que classificaram como desinformativa a narrativa envolvendo o chamado “kit gay” em disputas eleitorais de 2018 e 2022.

Segundo a decisão, uma narrativa já considerada inverídica pela Justiça Eleitoral pode voltar a caracterizar desinformação mesmo quando apresentada em formato diferente. O entendimento é relacionado ao conceito de “desinformação circular”, utilizado pelo TSE para casos em que conteúdos anteriormente contestados reaparecem em novos contextos eleitorais.

Por se tratar de decisão liminar, a determinação não representa julgamento definitivo da representação.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Divulgação

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Governadora e candidata à reeleição afirmou que representa “a força de um povo” e defendeu capacidade de gestão e honestidade. A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) afirmou, durante sabatina realizada nesta quarta-feira (2), pela Folha de Pernambuco, que “o Leão do Norte acordou” e disse que quem “torce contra” vai […]

Governadora e candidata à reeleição afirmou que representa “a força de um povo” e defendeu capacidade de gestão e honestidade.

A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) afirmou, durante sabatina realizada nesta quarta-feira (2), pela Folha de Pernambuco, que “o Leão do Norte acordou” e disse que quem “torce contra” vai “se dar mal”.

“O Leão do Norte acordou e quem torce contra vai se dar mal. Aliás, já está se dando”, declarou.

Na sequência, Raquel afirmou que sua candidatura não representa apenas um projeto pessoal.

“Eu não represento a mim mesma. Eu represento a força de um povo”, disse.

A governadora também citou as mulheres pernambucanas ao defender que a avaliação de uma gestão não deve estar condicionada à identificação partidária.

“Eu represento mulheres que acordam cedo todo dia e que não estão preocupadas sobre qual é a cor do partido”, afirmou.

Raquel também destacou critérios como capacidade de gestão e honestidade.

“Quem pode fazer, quem tem capacidade de entregar, quem é honesta. Um governo honesto faz diferença na vida do povo”, declarou.

Frame/Vídeo: Reprodução

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Pesquisa mostra avanço de Augusto Cury no primeiro turno e diferença de um ponto entre Lula e Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno. Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 37% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro […]

Pesquisa mostra avanço de Augusto Cury no primeiro turno e diferença de um ponto entre Lula e Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno.

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 37% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), com 30%. Augusto Cury (Avante) aparece em terceiro, com 10%.

Os números são do cenário estimulado que inclui Pablo Marçal (PRTB), que registrou candidatura, embora esteja inelegível.

Cury apresentou a maior variação em relação à rodada anterior, divulgada em 14 de agosto. Na ocasião, tinha 2% e agora chegou a 10%, uma alta de oito pontos percentuais.

Renan Santos (Missão) aparece com 3%. Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Pablo Marçal registram 1% cada. Os demais nomes testados não alcançaram 1%. Os indecisos são 10%, enquanto 7% disseram que votariam em branco, anulariam o voto ou não iriam votar.

No cenário sem Pablo Marçal, Lula mantém 37%, Flávio aparece com 29% e Cury continua com 10%. Renan tem 3%; Caiado, Zema e Samara Martins (UP) registram 1% cada.

Segundo turno

Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, os dois aparecem tecnicamente empatados.

Lula registra 42% das intenções de voto, enquanto Flávio tem 41%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, não é possível apontar vantagem estatística de um sobre o outro.

Nesse cenário, 13% afirmam que votariam em branco, anulariam o voto ou não compareceriam, enquanto 4% estão indecisos.

Na rodada anterior, Lula tinha 43% contra 40% de Flávio. A variação entre os dois levantamentos ocorreu dentro da margem de erro.

Metodologia

A Quaest ouviu presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07065/2026.

Fonte: Estadão

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Candidato apresentou propostas para o município e recebeu apoio de cinco vereadores de Itaquitinga. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nessa terça-feira (1º), de uma agenda de campanha em Goiana, na Mata Norte. Durante a passagem pelo município, João apresentou propostas relacionadas a enchentes, infraestrutura, saúde e abastecimento de água. Também […]

Candidato apresentou propostas para o município e recebeu apoio de cinco vereadores de Itaquitinga.

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nessa terça-feira (1º), de uma agenda de campanha em Goiana, na Mata Norte.

Durante a passagem pelo município, João apresentou propostas relacionadas a enchentes, infraestrutura, saúde e abastecimento de água. Também recebeu o apoio de cinco vereadores de Itaquitinga.

Ao falar sobre Goiana, o candidato afirmou que pretende, caso seja eleito, realizar intervenções para reduzir os impactos das enchentes e promover melhorias na PE-75.

“Nós vamos começar a trabalhar no primeiro dia do governo”, declarou.

Na área da saúde, João prometeu reformar o hospital de Goiana e defendeu a implantação de uma Unidade de Terapia Intensiva na Mata Norte.

O candidato também voltou a apresentar duas propostas de campanha: a isenção do IPVA para motocicletas de até 180 cilindradas e o programa denominado “Sem Água, Sem Conta”, direcionado a consumidores que enfrentam interrupções no abastecimento.

Durante o discurso, João fez críticas à política de atração de investimentos do atual Governo de Pernambuco. A assessoria reproduziu afirmações sobre a chegada de indústrias e o volume de investimentos na Mata Norte, mas não apresentou dados que permitam verificar as comparações. Por esse motivo, essas alegações não são tratadas como fatos pela reportagem.

A agenda contou com a participação do prefeito de Goiana, Marcílio Régio, que declarou apoio a João Campos.

Apoio de vereadores de Itaquitinga

Durante a passagem por Goiana, João se reuniu com cinco vereadores de Itaquitinga que anunciaram apoio à sua candidatura.

São eles Vavazinho, Silvio da Lotérica, André Pacheco, Izael da Saúde e Aderito Guarda. O grupo se apresenta politicamente como G5.

João agradeceu o apoio dos parlamentares.

Também participaram da agenda o candidato a vice-governador Carlos Costa; a candidata ao Senado Marília Arraes; e candidatos proporcionais da Frente Popular.

Foto: Edson Holanda

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Candidata à reeleição participou de caminhadas em Moreno e Jaboatão dos Guararapes nessa terça-feira (1º). A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou, nessa terça-feira (1º), de agendas de campanha em Moreno e Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife. Nos dois municípios, Raquel esteve acompanhada da candidata a vice-governadora Priscila Krause […]

Candidata à reeleição participou de caminhadas em Moreno e Jaboatão dos Guararapes nessa terça-feira (1º).

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou, nessa terça-feira (1º), de agendas de campanha em Moreno e Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife.

Nos dois municípios, Raquel esteve acompanhada da candidata a vice-governadora Priscila Krause (PSD) e de candidatos e lideranças que apoiam sua chapa.

Em Moreno, a governadora citou ações do Governo de Pernambuco no município. Segundo o material divulgado pela campanha, foram entregues 13 ônibus escolares, uma cozinha comunitária e um Centro de Referência da Mulher.

A assessoria também informou que uma creche e uma Escola Técnica Estadual estão em construção e mencionou a autorização para obras da Barragem de Engenho Pereira. Raquel citou ainda intervenções de pavimentação e o projeto do Arco Metropolitano.

Depois, Raquel participou de uma caminhada em Jaboatão Centro. Na agenda, mencionou obras de contenção de encostas em Jardim Monte Verde, creches, pavimentação e intervenções relacionadas à Barragem de Engenho Pereira.

A candidata também falou sobre a possibilidade de permanecer no comando do Estado por mais quatro anos.

“Eu estou pronta para continuar liderando esse Estado”, declarou.

Em Jaboatão, participaram ainda os candidatos ao Senado Eduardo da Fonte (PP) e Túlio Gadêlha (PSD), além do prefeito Mano Medeiros e de candidatos proporcionais.

Em Moreno, a agenda contou com o prefeito Edmilson Cupertino e outros aliados da candidatura.

Fotos: Janaína Pepeu e Beto Figueiroa

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Candidato à Presidência comentou os ataques envolvendo cartazes apócrifos e disse que divergências eleitorais não justificam atingir familiares de adversários. O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou, nessa terça-feira (1º), um vídeo em solidariedade à governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), após a circulação de cartazes […]

Candidato à Presidência comentou os ataques envolvendo cartazes apócrifos e disse que divergências eleitorais não justificam atingir familiares de adversários.

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou, nessa terça-feira (1º), um vídeo em solidariedade à governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), após a circulação de cartazes apócrifos com ataques à gestora e referências ao seu marido, Fernando Lucena, morto em 2022.

“Esse vídeo aqui não é sobre política, é sobre o mínimo de respeito e de civilidade que todo mundo deveria ter, inclusive dentro de uma campanha eleitoral”, afirmou Flávio.

O senador disse ter encontrado Raquel apenas uma vez, rapidamente, em um aeroporto, e afirmou que decidiu se manifestar diante do conteúdo dos ataques.

Ao mencionar a morte de Fernando Lucena, Flávio afirmou não ser possível dimensionar a dor da governadora diante das referências feitas ao marido durante a campanha.

“Eu não tenho como mensurar a sua dor pela perda do seu marido, eu não sei o que vem na sua cabeça quando você lembra dele, ainda mais numa situação como essa aí desses cartazes”, declarou.

Na sequência, o candidato relacionou o episódio a uma experiência vivida por sua própria família. Flávio citou o atentado sofrido por Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018 e afirmou que sua família também conhece os efeitos da violência política.

O autor da facada contra Jair Bolsonaro, Adélio Bispo, havia sido filiado ao PSOL anos antes do atentado. Flávio fez referência a esse histórico ao dizer que o pai foi atacado por um “ex-integrante do PSOL”.

Ao final da manifestação, o senador aconselhou Raquel a buscar as medidas legais cabíveis e seguir com a campanha.

“Respira, levanta a cabeça, tome as medidas legais cabíveis e bola para frente. Peço a Deus que lhe dê força, saúde, coragem e sabedoria nessa caminhada”, afirmou.

A autoria dos cartazes apócrifos que motivaram as manifestações de solidariedade a Raquel Lyra segue sob investigação. A governadora já afirmou que não pretende apontar responsáveis antes da conclusão das apurações.

Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a manifestação de Flávio Bolsonaro.

Vídeo: Reprodução/Instagram

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Rodrigo Ambrósio negou ter gráfica ou relação com Amisadai Andrade e afirmou que vai registrar boletim de ocorrência após divulgação de informações sobre sua residência. Rodrigo Ambrósio, responsável pelo perfil Bastidor.PE, se manifestou nesta terça-feira (1º), após a Frente Popular de Pernambuco pedir que autoridades investiguem a origem da fotografia de um panfleto apócrifo que […]

Rodrigo Ambrósio negou ter gráfica ou relação com Amisadai Andrade e afirmou que vai registrar boletim de ocorrência após divulgação de informações sobre sua residência.

Rodrigo Ambrósio, responsável pelo perfil Bastidor.PE, se manifestou nesta terça-feira (1º), após a Frente Popular de Pernambuco pedir que autoridades investiguem a origem da fotografia de um panfleto apócrifo que menciona Fernando Lucena, marido da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD).

Em vídeo publicado nas redes sociais, Ambrósio negou informações que, segundo ele, vêm sendo divulgadas a seu respeito e afirmou que pretende adotar medidas judiciais.

“Eu não tenho gráfica e nunca tive. O endereço que estão mostrando como se fosse uma grande descoberta é simplesmente minha casa”, declarou.

Segundo Ambrósio, imagens da residência utilizadas em publicações teriam sido retiradas do Google Street View e seriam de 2020. Ele afirmou ainda que uma parede do imóvel estaria sendo associada a uma imagem relacionada aos ataques contra Raquel.

“O muro que está sendo exibido em vídeos por aí é o muro da minha residência, só que de 2020”, disse.

O responsável pelo Bastidor.PE também negou qualquer ligação com Amisadai Andrade, ex-servidor estadual citado nas denúncias envolvendo um suposto esquema de ataques digitais contra adversários políticos.

“Eu não conheço Amisadai e nunca tive qualquer relação com ele”, afirmou.

Ambrósio classificou as associações como uma tentativa de intimidar o trabalho realizado pelo perfil. Segundo ele, o Bastidor.PE funciona de forma independente, com participação voluntária de colaboradores.

“Essas são tentativas de usar informações falsas e associações inexistentes para intimidar um trabalho jornalístico e manipular a opinião pública”, declarou.

A manifestação ocorre depois de a Frente Popular pedir investigação complementar sobre o perfil e seus responsáveis. A coligação de João Campos (PSB) sustenta que a página publicou a principal fotografia encontrada do panfleto apócrifo que cita o marido de Raquel Lyra e pediu que as autoridades apurem a origem da imagem e eventuais vínculos dos responsáveis pelo perfil com o Governo do Estado.

O pedido de investigação não significa que o Bastidor.PE ou Rodrigo Ambrósio tenham sido responsabilizados pela produção ou distribuição dos materiais.

No vídeo, Ambrósio afirmou ainda que pretende registrar boletim de ocorrência e recorrer à Justiça contra quem, segundo ele, divulgou informações falsas ou expôs sua residência.

“Eu não vou responder ataque com ataque. Vamos para a Justiça”, disse.

Ao final, reforçou que o perfil continuará publicando conteúdos. “A intimidação não vai definir o que o Bastidor pode ou não pode publicar. Nosso compromisso continua sendo com o jornalismo e com o direito de informar”, afirmou.

Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a manifestação de Rodrigo Ambrósio.

 

Vídeo: Reprodução/Instagram

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Coligação de João Campos quer apuração sobre a origem da imagem e eventuais vínculos dos responsáveis pelo Bastidor.PE com o Governo do Estado. A Frente Popular de Pernambuco protocolou, nesta terça-feira (1º), um pedido complementar de investigação relacionado ao panfleto apócrifo que menciona Fernando Lucena, marido da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), […]

Coligação de João Campos quer apuração sobre a origem da imagem e eventuais vínculos dos responsáveis pelo Bastidor.PE com o Governo do Estado.

A Frente Popular de Pernambuco protocolou, nesta terça-feira (1º), um pedido complementar de investigação relacionado ao panfleto apócrifo que menciona Fernando Lucena, marido da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), morto em 2022.

Segundo a coligação de João Campos (PSB), o novo pedido foi encaminhado à Polícia Federal e ao Ministério Público e complementa uma solicitação apresentada no último domingo (30), quando as imagens dos materiais começaram a circular. A Justiça Eleitoral também foi informada sobre os novos elementos.

O foco agora é o perfil Bastidor.PE, no Instagram. A Frente Popular afirma que a principal imagem localizada do panfleto que cita o marido da governadora foi publicada inicialmente pela página e pede que seja investigada a origem da fotografia.

A coligação também cita reportagem segundo a qual pessoas ligadas ao perfil ocuparam cargos no Governo de Pernambuco. Dois responsáveis pela página teriam trabalhado anteriormente na Secretaria de Turismo, enquanto outro articulista ocuparia atualmente cargo comissionado na Casa Civil.

Esses vínculos, por si só, não comprovam qualquer participação na produção ou distribuição do material. A Frente Popular pede justamente que as autoridades apurem se existe alguma relação entre essas circunstâncias e a publicação da imagem.

Outro argumento apresentado pela coligação é que sua equipe jurídica realizou buscas no Recife e afirma não ter localizado exemplar idêntico ao panfleto mostrado nas redes sociais nem pessoas que tenham relatado recebê-lo.

O Bastidor.PE apresenta uma versão diferente sobre a existência física dos materiais. Em publicação própria, o veículo afirmou ter recebido relatos e imagens de leitores pelo WhatsApp e disse que sua equipe foi ao Recife Antigo, onde encontrou uma série de cartazes apócrifos contra Raquel, entre eles um relacionado à morte de Fernando Lucena. 

A página não é acusada formalmente, até o momento, de ter produzido os panfletos. O pedido da Frente Popular busca esclarecer de onde partiu a fotografia publicada, como o material chegou ao perfil e se há alguma circunstância adicional que deva ser investigada.

O caso ocorre em meio à disputa política provocada pelos cartazes. João Campos e Ivan Moraes (PSOL) negaram participação na produção dos materiais e também pediram investigação. Raquel Lyra classificou os ataques como violência política e afirmou que não pretende apontar responsáveis antes da apuração.

Foto: Reprodução

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Candidato à Presidência afirma que novos elementos envolvendo o ministro e Daniel Vorcaro tornam inviável sua permanência no STF. O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu, nesta terça-feira (1º), a renúncia do ministro Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal (STF). A manifestação representa mais um desdobramento político das revelações […]

Candidato à Presidência afirma que novos elementos envolvendo o ministro e Daniel Vorcaro tornam inviável sua permanência no STF.

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu, nesta terça-feira (1º), a renúncia do ministro Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal (STF). A manifestação representa mais um desdobramento político das revelações envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o Banco Master. 

“Isso é muito grave. Eu acho que o Alexandre de Moraes deveria renunciar ao Supremo Tribunal Federal. Não tem a menor condição de continuar sendo ministro do Supremo”, afirmou Flávio antes de uma sessão da Comissão de Segurança Pública do Senado.

A declaração ocorreu após a divulgação de informações sobre o contrato de R$ 131 milhões firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.

Segundo a reportagem, metadados de uma versão do documento enviada por WhatsApp a Vorcaro indicam que o arquivo passou por edição de um usuário identificado como “Ministro Alexandre de Moraes”.

O próprio escritório de Viviane confirmou que Moraes teve acesso à minuta. Em nota, a banca afirmou que consultou o ministro, na condição de marido da sócia-diretora, para verificar a existência de possíveis impedimentos legais para a contratação. Segundo o escritório, não foi identificado impedimento, e Moraes nunca julgou causa envolvendo o Banco Master. 

Flávio Bolsonaro, entretanto, afirmou que os novos elementos levantam suspeitas sobre eventual atuação do ministro em favor de Vorcaro.

“Tudo sugere que há uma proteção de Moraes dada ao Vorcaro”, declarou o candidato. A afirmação é uma acusação de Flávio e não representa conclusão das investigações.

As declarações ocorrem no mesmo dia em que vieram a público novos detalhes das mensagens encontradas no celular de Vorcaro. Parte do material mostra contatos atribuídos a Moraes nos dias anteriores e no próprio dia da primeira prisão do ex-banqueiro.

Como o Blog do Nill Júnior mostrou nas reportagens anteriores sobre o caso Master, a Polícia Federal busca esclarecer se Vorcaro teve acesso antecipado a informações sobre medidas que seriam adotadas contra ele e qual teria sido a origem desses dados.

O ministro André Mendonça encaminhou os novos elementos à Procuradoria-Geral da República (PGR) e avalia os próximos passos relacionados à possível inclusão de Moraes na investigação. 

Até o momento, não há conclusão de que Alexandre de Moraes tenha cometido crime. A existência do contrato, o acesso do ministro à minuta e as mensagens analisadas pela PF integram um conjunto de fatos que ainda está sob apuração.

Fonte: Diário do Poder / CNN Brasil
Foto: Divulgação/Charles Vieira

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André Mendonça avalia pedir investigação contra Alexandre de Moraes no STF

Ministro aguarda manifestação da PGR antes de decidir se avança com iniciativa relacionada aos novos desdobramentos do caso Banco Master. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), avalia pedir a abertura de uma investigação contra o também ministro Alexandre de Moraes, segundo fontes ouvidas pela reportagem. A iniciativa ocorre após novos elementos surgirem […]

Ministro aguarda manifestação da PGR antes de decidir se avança com iniciativa relacionada aos novos desdobramentos do caso Banco Master.

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), avalia pedir a abertura de uma investigação contra o também ministro Alexandre de Moraes, segundo fontes ouvidas pela reportagem.

A iniciativa ocorre após novos elementos surgirem nas investigações envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master, entre eles informações relacionadas a contatos atribuídos ao ex-banqueiro com Moraes nos dias anteriores à primeira prisão de Vorcaro.

Mendonça já solicitou esclarecimentos à Procuradoria-Geral da República (PGR) e aguarda a manifestação do órgão antes de definir os próximos passos. O ministro também pretende conversar com o presidente do STF, Edson Fachin, caso a iniciativa avance.

Nesta terça-feira (1º), Mendonça retirou o sigilo de parte da apuração relacionada ao material encontrado no celular de Vorcaro e defendeu que os novos elementos sejam analisados pelo plenário do Supremo.

Por envolver um integrante da própria Corte, uma eventual investigação deverá seguir procedimentos específicos dentro do STF. A manifestação da PGR será considerada antes de qualquer avanço formal.

Alexandre de Moraes contesta parte das informações atribuídas a conversas com Vorcaro. Até o momento, não há conclusão de que o ministro tenha cometido crime ou outra irregularidade.

Fonte: Diario de Pernambuco / Correio Braziliense
Foto: Luiz Silveira/STF

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Advogado afirma que ex-servidor reconhece declarações impróprias, mas sustenta que algumas frases atribuídas a ele podem ter sido manipuladas ou descontextualizadas. A defesa de Amisadai Andrade da Silva reconheceu, nesta terça-feira (1º), que o ex-servidor estadual se “excedeu” em parte das declarações que vieram a público no caso envolvendo o suposto “gabinete do ódio” em […]

Advogado afirma que ex-servidor reconhece declarações impróprias, mas sustenta que algumas frases atribuídas a ele podem ter sido manipuladas ou descontextualizadas.

A defesa de Amisadai Andrade da Silva reconheceu, nesta terça-feira (1º), que o ex-servidor estadual se “excedeu” em parte das declarações que vieram a público no caso envolvendo o suposto “gabinete do ódio” em Pernambuco. Ao mesmo tempo, o advogado Luiz Rocha afirmou que seu cliente contesta a autenticidade de alguns trechos atribuídos a ele.

Durante entrevista coletiva, Rocha afirmou que Amisadai teria utilizado uma linguagem inadequada ao tentar demonstrar uma influência dentro do Governo de Pernambuco que, segundo a defesa, ele não possuía.

“Amisadai reconhece que se excedeu com uma linguagem própria, com falas impróprias, ao tentar demonstrar um trânsito, uma influência no governo que nunca teve”, declarou o advogado.

A defesa classificou parte das declarações como “excesso de linguagem” e afirmou que Amisadai reconhece a impropriedade de algumas falas. O advogado, porém, sustentou que isso não pode servir para responsabilizá-lo por crimes que afirma não ter cometido.

“Ele reconhece a impropriedade, ele reconhece o excesso que cometeu, mas algumas das falas que ali estão ele não reconhece”, disse Rocha.

Segundo o advogado, a defesa pretende apurar se determinados trechos passaram por algum tipo de alteração. Entre as hipóteses levantadas estão descontextualização, manipulação eletrônica e eventual utilização de ferramentas de inteligência artificial.

Até o momento, a defesa não apresentou, na manifestação divulgada, laudo técnico que comprove alteração das gravações. A alegação de manipulação, portanto, é uma hipótese sustentada pelos advogados e ainda depende de apuração.

A defesa informou ainda ter apresentado uma notícia-crime para que sejam investigadas as circunstâncias em que as gravações foram realizadas e divulgadas.

Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a declaração do advogado Luiz Rocha.

 

Amisadai ganhou projeção no caso depois de aparecer em reportagem que apontou a existência de uma suposta rede de perfis utilizada para atacar adversários políticos da governadora Raquel Lyra (PSD). Ele foi posteriormente exonerado do cargo que ocupava no Governo de Pernambuco. As acusações relacionadas ao suposto esquema permanecem sob investigação. 

Fonte: Diário de Pernambuco/Blog do Mário Flávio
Vídeo: Nicolle Gomes/DP

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Candidato afirmou que sua equipe jurídica não localizou os materiais mostrados nas redes sociais e voltou a defender investigação sobre a autoria. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a comentar, nesta terça-feira (1º), a circulação nas redes sociais de imagens de cartazes apócrifos com ataques políticos durante a campanha eleitoral. Durante […]

Candidato afirmou que sua equipe jurídica não localizou os materiais mostrados nas redes sociais e voltou a defender investigação sobre a autoria.

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a comentar, nesta terça-feira (1º), a circulação nas redes sociais de imagens de cartazes apócrifos com ataques políticos durante a campanha eleitoral.

Durante sabatina da Rádio Folha 96,7 FM, João afirmou que sua equipe jurídica procurou os materiais apresentados nas publicações, mas não conseguiu localizar fisicamente os mesmos panfletos que apareceram nas redes.

“Eles não encontraram nenhum panfleto desse que foi postado. Encontraram um panfleto que fazia um ataque à honra. Do que foi postado, nenhum”, afirmou, ao responder à colunista Betânia Santana.

João disse que sua candidatura repudiou o episódio e acionou a Justiça para pedir investigação. Segundo o candidato, também haverá medidas na esfera criminal contra eventuais responsáveis.

“Quem fez isso, seja de forma virtual ou quem fez isso fisicamente, cometeu crime. Quem cometeu crime tem que pagar por ele”, declarou.

Durante a entrevista, João também rejeitou qualquer tentativa de associar sua campanha à produção do material e afirmou que já recorreu à Justiça contra adversários que, segundo ele, fizeram insinuações nesse sentido.

Ao tratar do conteúdo dos cartazes, o candidato lembrou a morte do pai, Eduardo Campos, durante a campanha presidencial de 2014, e a perda do marido de Raquel Lyra durante a campanha eleitoral de 2022.

“Ninguém no mundo tem o direito de atacar a minha dor ou atacar a dor dela, ou a dor de qualquer pessoa, para tirar um proveito eleitoral. Ninguém tem esse direito”, afirmou.

João ainda questionou a existência física dos materiais que circularam nas redes. Betânia Santana respondeu que também não havia visto os panfletos nas ruas e relatou ter procurado pelo material no Bairro do Recife após as primeiras informações sobre o caso.

A autoria dos materiais e as circunstâncias de sua produção e circulação ainda são alvo de questionamentos e pedidos de investigação.

Fonte: Folha de Pernambuco
Vídeo: Reprodução/Folha de Pernambuco

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O Partido dos Trabalhadores de Arcoverde emitiu Nota de Repúdio contra o que chamou de “fala lamentável e criminosa da vereadora Célia Galindo”, proferida na tribuna da Câmara de Vereadores de Arcoverde na noite desta segunda-feira. Uma das únicas vereadoras assumidamente bolsonaristas, Célia replicou informação sobre uma fala cortada do presidente Lula sobre os garis. […]

O Partido dos Trabalhadores de Arcoverde emitiu Nota de Repúdio contra o que chamou de “fala lamentável e criminosa da vereadora Célia Galindo”, proferida na tribuna da Câmara de Vereadores de Arcoverde na noite desta segunda-feira.

Uma das únicas vereadoras assumidamente bolsonaristas, Célia replicou informação sobre uma fala cortada do presidente Lula sobre os garis. Agências de checagem e veículoso afirmam que a fala foi tirada de contexto. A fala é rebatida por uma pessoa que chega a discutir com Célia, além dos vereadores Luciano Pacheco e João Taxista.

“É inadmissível que o espaço destinado ao debate dos problemas da população seja utilizado para espalhar fake news e desinformação. A imunidade parlamentar não é licença para mentir nem autoriza qualquer agente público a atacar a honra de terceiros por meio de conteúdos manipulados”.

Durante um ato em Belo Horizonte , o presidente abordou como os trabalhadores mais pobres são tratados com invisibilidade pela sociedade.

Ao citar a coleta de lixo, ele argumentou que a falta de oportunidades de estudo faz com que trabalhos braçais sejam vistos de forma estigmatizada, defendendo em seguida que o Estado deve garantir acesso à educação e igualdade de condições para que os filhos de trabalhadores possam ascender socialmente.

Checagens de veículos de imprensa, como o Estadão Verifica, apontam que a omissão de trechos altera o sentido original da mensagem, que era uma crítica à desigualdade social e uma defesa de investimentos em ensino.

“Exigimos responsabilidade no exercício do mandato e defendemos que a política seja feita com a disputa de ideias, projetos e propostas — nunca com mentiras e difamação. Fake news é crime. A democracia exige verdade, respeito e responsabilidade”, conclui o PT, que promete levar o caso a outras instâncias.

Governadora afirmou que não apontará responsáveis antes da conclusão das investigações e classificou o episódio como violência política. A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), afirmou que existem tentativas de atribuir a ela a autoria dos cartazes apócrifos que circularam durante a campanha eleitoral. A declaração foi dada na segunda-feira (31), […]

Governadora afirmou que não apontará responsáveis antes da conclusão das investigações e classificou o episódio como violência política.

A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), afirmou que existem tentativas de atribuir a ela a autoria dos cartazes apócrifos que circularam durante a campanha eleitoral. A declaração foi dada na segunda-feira (31), em entrevista ao programa Poder Expresso, do SBT News.

Segundo Raquel, manifestações nesse sentido já começaram a circular. A governadora, entretanto, disse que não pretende acusar ninguém antes da apuração das autoridades.

“Não posso atribuir nada a ninguém. Eu pedi investigações pela polícia, que é quem tem a competência de fazer”, afirmou. Ao comentar a possibilidade de ser responsabilizada pelo material, acrescentou: “É impressionante o nível de crueldade que se pode fazer”.

A governadora também rejeitou a hipótese de que o episódio tenha sido provocado por ela própria para produzir repercussão política durante a campanha. Raquel classificou o caso como “repugnante” e afirmou considerá-lo mais um episódio de violência política.

Questionada sobre suspeitas levantadas em relação ao candidato João Campos (PSB), Raquel voltou a dizer que não apontará responsáveis enquanto as investigações estiverem em andamento.

Ela também agradeceu manifestações de solidariedade recebidas após a circulação dos cartazes e afirmou não querer que seus filhos e o marido sejam envolvidos na disputa eleitoral.

Durante a entrevista, Raquel mencionou ainda acusações feitas contra integrantes de sua campanha em outro episódio envolvendo ataques políticos. Segundo a candidata, seus advogados recorreram à Justiça para cobrar a apresentação de provas das acusações.

A autoria dos cartazes apócrifos permanece sob investigação. O episódio provocou troca de acusações e manifestações de candidatos e aliados nos últimos dias da campanha.

Veja o vídeo abaixo

Fonte: Jornal do Commercio
Foto: Jailton Jr.

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Candidato afirmou que pretende imprimir “senso de urgência” desde o início de uma eventual gestão no Governo de Pernambuco. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) criticou, na noite desta segunda-feira (31), o ritmo da gestão da governadora Raquel Lyra (PSD), sua principal adversária na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas. As […]

Candidato afirmou que pretende imprimir “senso de urgência” desde o início de uma eventual gestão no Governo de Pernambuco.

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) criticou, na noite desta segunda-feira (31), o ritmo da gestão da governadora Raquel Lyra (PSD), sua principal adversária na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas.

As declarações foram feitas durante a inauguração do comitê do vereador do Recife e candidato a deputado federal Rinaldo Júnior (PSB), no bairro do Torreão, na Zona Norte da capital.

Sem citar Raquel nominalmente em parte do discurso, João afirmou que uma eventual gestão sua começaria com ritmo de trabalho desde o primeiro ano.

“Não vou trabalhar só no quarto ano, é desde o primeiro dia. Com senso de urgência”, afirmou. Em outro momento, disse que seu mandato à frente do Recife não concentrou ações apenas no período eleitoral e citou creches, serviços de saúde e o programa Embarque Digital como exemplos.

A fala ocorre em meio às críticas feitas por Raquel Lyra aos 16 anos de governos do PSB em Pernambuco. Durante a campanha, a governadora tem afirmado que seu grupo recebeu o Estado em situação difícil e precisou reorganizar a administração antes de acelerar investimentos e entregas.

João rebateu o argumento separando sua trajetória pessoal das administrações anteriores do partido. “Eu nunca fui governador de Pernambuco por enquanto”, declarou.

O candidato também voltou a abordar as denúncias sobre um suposto “gabinete do ódio” relacionado a ataques contra integrantes de seu grupo político. João afirmou que os episódios são investigados pela Polícia Federal e mencionou reportagem publicada pela Folha de S.Paulo sobre a apuração.

A existência e eventual responsabilidade por uma estrutura desse tipo ainda são objeto de investigação. Raquel Lyra já negou envolvimento nas acusações e defendeu que os fatos sejam apurados pelas autoridades.

Durante o discurso, João defendeu que a campanha concentre o debate em temas como abastecimento de água, segurança, emprego, alimentação e qualificação profissional.

O ato também contou com a presença do candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos) e dos candidatos ao Senado Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT).

Fonte: Folha de Pernambuco

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A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a falar sobre os ataques que afirma ter sofrido durante a campanha eleitoral e relacionou parte desse ambiente ao fato de ser a primeira mulher a comandar o Governo de Pernambuco. “Ser a primeira mulher governadora de Pernambuco não é algo simples”, afirmou Raquel ao […]

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a falar sobre os ataques que afirma ter sofrido durante a campanha eleitoral e relacionou parte desse ambiente ao fato de ser a primeira mulher a comandar o Governo de Pernambuco.

“Ser a primeira mulher governadora de Pernambuco não é algo simples”, afirmou Raquel ao comentar os episódios recentes e outros ataques que, segundo ela, enfrentou ao longo da trajetória política.

A declaração foi dada após a repercussão dos panfletos apócrifos que circularam no Recife nesse domingo (30), com acusações relacionadas à morte de seu marido, Fernando Lucena. A governadora registrou boletins de ocorrência nas polícias Federal e Civil e pediu investigação sobre a autoria do material.

Durante a fala, Raquel também destacou a presença da vice-governadora Priscila Krause e afirmou que a composição formada por duas mulheres à frente do governo representa uma mudança na estrutura política tradicional do estado.

“Embora nos traga muita honra, a minha, a Priscila, pela primeira vez na história do Brasil duas mulheres liderando um governo, isso mexe um pouco com a estrutura do que sempre foi. Só pelo fato de sermos mulheres já mexe”, declarou.

A governadora também defendeu a atuação de sua gestão, citando transparência, respeito ao dinheiro público e estímulo ao desenvolvimento econômico.

“Um governo de entrega baseado em transparência, em correção, em respeito ao dinheiro público e buscar fazer com que os empreendedores daqui cresçam, se fortaleçam, gerem emprego para a nossa gente e gerem riqueza para o nosso Estado”, afirmou.

Ao falar sobre a relação com o setor produtivo, Raquel disse que pretende apoiar o crescimento dos empreendedores sem estabelecer relações de interesse com empresários.

“Eu dizia sempre, digo, que eu não estou aqui para ser sócia de ninguém. Eu quero ser sócia do seu sucesso. Se você estiver indo bem, vai lá, por favor, vai bem, eu estou com a minha vida aqui”, declarou.

A fala ocorre em meio à repercussão dos panfletos apócrifos e às manifestações de diferentes lideranças políticas sobre o episódio. Até o momento, a autoria do material não foi identificada.

Clique no link abaixo e veja a declaração da candidata.

 

Fonte: Blog do Dantas Barreto

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Candidato do PSB negou participação de seu grupo político na produção dos panfletos apócrifos e voltou a cobrar investigação para identificar os responsáveis O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a se manifestar nesta segunda-feira (31) sobre os panfletos apócrifos com ataques à governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) e […]

Candidato do PSB negou participação de seu grupo político na produção dos panfletos apócrifos e voltou a cobrar investigação para identificar os responsáveis

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a se manifestar nesta segunda-feira (31) sobre os panfletos apócrifos com ataques à governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) e negou que o material tenha partido de seu grupo político.

“Eu jamais, jamais faria ou autorizaria qualquer tipo de prática como essa. É inadmissível”, afirmou João durante entrevista.

Ao falar sobre o episódio, o candidato relembrou a morte do pai, Eduardo Campos, em um acidente aéreo durante a campanha presidencial de 2014, e comparou a experiência vivida pela própria família à perda de Fernando Lucena, marido de Raquel, que morreu após sofrer um infarto no dia do primeiro turno das eleições de 2022.

“Eu perdi meu pai em uma eleição. Foi o momento mais difícil da minha vida. A minha mãe é uma viúva. Eu sei a dor que a gente passou dentro de casa. Eu sei a dor de você perder quem você mais ama na vida”, declarou.

João afirmou que uma perda familiar não deve ser utilizada para obter vantagem eleitoral ou atacar adversários.

“Da mesma forma que a candidata Raquel perdeu o marido dela. Então, eu não admito, não é só como candidato, é como ser humano, que isso seja utilizado com fins eleitorais ou com fins de atacar qualquer pessoa”, disse.

O candidato também voltou a cobrar uma investigação das autoridades para descobrir quem produziu e espalhou o material.

“Eu só tenho uma certeza: quem fez isso é um criminoso. Algum criminoso fez isso. E a Justiça tem que descobrir quem é. Urgente”, afirmou.

Segundo João, Justiça, polícia, Justiça Eleitoral e Ministério Público precisam esclarecer a origem dos panfletos e identificar os responsáveis. O candidato também afirmou que pretende recorrer à Justiça contra quem atribuir a autoria do material ao seu grupo político.

Os panfletos começaram a circular nesse domingo (30), com acusações relacionadas à morte de Fernando Lucena. O material não possui identificação de autoria e, até o momento, não há informação comprovada sobre quem o produziu ou distribuiu.

Raquel Lyra registrou boletins de ocorrência nas polícias Federal e Civil. A Frente Popular de Pernambuco, coligação de João Campos, também acionou o Ministério Público Eleitoral, negou participação no episódio e pediu investigação sobre a autoria, produção e divulgação do material.

Confira no vídeo publicado no Instagram do blog a declaração de João Campos.

 

vídeo: Márcio Didier Jornalismo

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A decisão determina a retirada das publicações e prevê multa de R$ 25 mil em caso de descumprimento. O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) determinou, na noite desse domingo (30), a retirada de publicações que atribuem ao candidato ao Governo do Estado João Campos (PSB) e ao seu grupo político a produção e a […]

A decisão determina a retirada das publicações e prevê multa de R$ 25 mil em caso de descumprimento.

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) determinou, na noite desse domingo (30), a retirada de publicações que atribuem ao candidato ao Governo do Estado João Campos (PSB) e ao seu grupo político a produção e a distribuição dos panfletos apócrifos contra a governadora Raquel Lyra (PSD).

A decisão liminar foi assinada pelo desembargador eleitoral Luiz Gustavo Mendonça de Araújo e alcança o candidato ao Senado Mendonça Filho (PL), o candidato a deputado estadual Ni do Badoque (PSD) e o blogueiro Ricardo Antunes.

A medida foi concedida após uma ação apresentada pela Frente Popular de Pernambuco. A coligação argumentou que as publicações responsabilizaram João e o PSB pelo episódio sem que a autoria dos panfletos tenha sido identificada.

Em uma das postagens analisadas, Ricardo Antunes afirmou que o “grupo de João Campos” teria espalhado o material e utilizou a expressão “O novo jogo sujo do PSB”.

Ao analisar a publicação, o desembargador considerou que o conteúdo não se limitou a informar sobre a existência dos cartazes ou manifestar uma opinião.

“Há atribuição direta e categórica ao ‘Grupo de João Campos’ da conduta de espalhar os panfletos, além da vinculação do episódio ao PSB mediante a expressão ‘O novo jogo sujo do PSB’”, registrou o magistrado.

A liminar determinou que a Meta, responsável pelo Instagram e pelo Facebook, torne as publicações indicadas no processo indisponíveis em até duas horas após ser notificada.

Mendonça Filho, Ni do Badoque e Ricardo Antunes também deverão excluir os respectivos conteúdos. Em caso de descumprimento, cada um estará sujeito a uma multa de R$ 25 mil.

A decisão também determina que os representados não republicassem os materiais nem realizem novas manifestações ofensivas nos termos descritos na liminar. O mérito da ação ainda será analisado pela Justiça Eleitoral.

Os panfletos foram espalhados em locais públicos do Recife e continham ataques relacionados à morte de Fernando Lucena, marido de Raquel, durante as eleições de 2022. Até o momento, não há informação oficial sobre quem produziu, financiou ou distribuiu o material.

Nesse domingo, a Frente Popular também informou ter acionado o Ministério Público Eleitoral para pedir a investigação da autoria, da produção e da divulgação dos cartazes.

Fotos: Divulgação

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O mistério dos panfletos apócrifos: teoria de ação orquestrada para mudar foco ganha força entre aliados de João Campos Depois da publicação das matérias sobre os panfletos apócrifos contra Raquel Lyra, socialistas do chamado núcleo duro da campanha passaram a levantar suspeitas de que o caso seja de o que se chama de fakesada de […]

O mistério dos panfletos apócrifos: teoria de ação orquestrada para mudar foco ganha força entre aliados de João Campos

Depois da publicação das matérias sobre os panfletos apócrifos contra Raquel Lyra, socialistas do chamado núcleo duro da campanha passaram a levantar suspeitas de que o caso seja de o que se chama de fakesada de grupo aliado à gestora,  dado o modus operandi.

Em suma, reiteraram o desejo de apuração rigorosa e apresentaram argumentos que, sustentam, levantam suspeitas sobre o episódio que tomou o noticiário neste domingo.

Um deles, o de que pouquíssimos panfletos foram colocados de forma localizada. “Circulamos nas áreas e só localizamos um panfleto localizado”, disse um deles ao fim da noite deste domingo.

Outra suspeita é da dinâmica de propagação da notícia. Dizem, as primeiras páginas a publicarem foram conhecidamente alinhadas à governadora e em colaboração, o que seria demonstração de “movimento articulado”. Acrescenta: “um panfleto é mostrado duas vezes. Não há além da localização registrada nenhum material”, afirma.

“Duas horas depois, outras páginas também com viés raquelista replicaram a denúncia, já decretando inclusive autoria e apontando responsabilidades”.

Por fim, acreditam que o episódio, caso “criado”, queria mudar o foco da pauta na imprensa. “A denúncia de um Gabinete do Ódio ligado a Raquel ainda tomava o noticiário”.

O mistério dos panfletos apócrifos: Raquel e Coligação dizem cobrar explicações  A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), registrou, neste domingo (30), boletim de ocorrência nas polícias Federal e Civil após ser alvo de um episódio de violência política. Foram flagrados cartazes com acusações e ataques de caráter pessoal relacionados à morte de […]

O mistério dos panfletos apócrifos: Raquel e Coligação dizem cobrar explicações 

A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), registrou, neste domingo (30), boletim de ocorrência nas polícias Federal e Civil após ser alvo de um episódio de violência política.

Foram flagrados cartazes com acusações e ataques de caráter pessoal relacionados à morte de seu marido, o empresário Fernando Lucena. As peças foram espalhadas em muros no Bairro do Recife.

Em um dos cartazes, a imagem de Raquel aparece acompanhada da frase “ela matou o marido para ganhar a eleição”. Em outro, a governadora é retratada ao lado de Elize Matsunaga e Flordelis, sob a expressão “matadoras de maridos”.

“Entrei no carro para seguir minha agenda na Mata Sul e, como sempre faço, abri o Instagram para ver o que estava acontecendo. E pude ver de perto a crueldade de quem não tem limites. Respeite minha família, respeitem meus filhos, respeitem quem não está mais aqui, respeitem a minha dor”, disse Raquel em vídeo publicado nas redes sociais.

A coligação Pernambuco de Coração também acionará o Ministério Público Eleitoral para que o caso seja investigado.

Aliados defendem Raquel nas redes 

Após o episódio de panfletos apócrifos atacando a governadora Raquel Lyra, aliados foram às redes condenar o episódio e se solidarizar com ela.

Nomes como Pollyana Abreu e Mirella Almeida ocuparam às redes sociais.

“Não podemos normalizar o ódio. Hoje, minha voz é de solidariedade à governadora Raquel Lyra, diante dos ataques e cartazes que tomaram as ruas do Recife. Como mulher e como prefeita, sei que podemos pensar diferente, discordar e fazer política com firmeza. Mas nenhuma divergência justifica violência, ataques pessoais ou desrespeito”, disse.

“Que todas nós, mulheres, repudiemos qualquer forma de violência. Enquanto espalham ódio, nós respondemos com respeito, amor e humanidade”, concluiu Pollyana.

Recife tem milhares de câmeras espalhadas, desde as oficiais (SDS e Prefeitura) até as milhares privadas em avenidas, ruas, becos e vielas. Se ajudam a esclarecer tantos crimes, fica lógico presumir que pode apontar a autoria dessa bizarrice, os panfletos apócrifos atacando a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra. É seguir o fio, a […]

Recife tem milhares de câmeras espalhadas, desde as oficiais (SDS e Prefeitura) até as milhares privadas em avenidas, ruas, becos e vielas.

Se ajudam a esclarecer tantos crimes, fica lógico presumir que pode apontar a autoria dessa bizarrice, os panfletos apócrifos atacando a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra. É seguir o fio, a partir de quem fez a panfletagem de madrugada, até a gráfica que imprimiu o material e o mais importante, quem pagou, quem mandou, quem montou a estratégia.

Tenho críticas aos nossos Tribunais Regionais Eleitorais. Acho envelhecidos, não necessariamente em idade, mas na prática, nos métodos, o mesmo que penso dos Tribunais de Justiça. Em tempos de IA, deepfakes, fake news, me passam a impressão de não ter pernas para acompanhar e evitar os danos. Espero estar errado.

Mas aqui estamos tratando de um crime físico, de pessoas que, a mando de alguém, promoveram a fixação dos panfletos em vias públicas. A conclusão óbvia é de que está fácil seguir o fio.

O material é tão tosco, baixo e agressivo, que é difícil imaginar ter saído de cabeças pensantes das campanhas, apesar de não se poder afirmar nada antes das investigações.

Uma coisa entretanto, dá pra dizer: a sociedade pernambucana exige uma apuração que aponte responsabilidades de algo tão grave. É necessário inclusive para que não se repita nunca mais. Pernambuco não aceita isso.

Sigam o fio…

#eleições2026

Raquel aciona polícias e reage sobre panfletos: “respeitem minha dor”

Governadora publicou um vídeo nas redes sociais e pediu respeito à sua família, aos filhos e à memória de Fernando Lucena. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) registrou, neste domingo (30), ocorrências junto à Polícia Federal e à Polícia Civil após a circulação de cartazes com acusações relacionadas à morte de seu […]

Governadora publicou um vídeo nas redes sociais e pediu respeito à sua família, aos filhos e à memória de Fernando Lucena.

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) registrou, neste domingo (30), ocorrências junto à Polícia Federal e à Polícia Civil após a circulação de cartazes com acusações relacionadas à morte de seu marido, o empresário Fernando Lucena.

Os materiais foram espalhados em muros do Bairro do Recife. Em um deles, uma fotografia de Raquel aparece acompanhada da frase “ela matou o marido para ganhar a eleição”. Outra peça apresenta a governadora ao lado de Elize Matsunaga e Flordelis, sob a expressão “matadoras de maridos”.

Fernando Lucena morreu aos 44 anos, após sofrer um infarto, no dia do primeiro turno das eleições de 2022. Naquela disputa, Raquel avançou ao segundo turno e foi eleita governadora de Pernambuco.

Ao tomar conhecimento dos cartazes, Raquel publicou um vídeo nas redes sociais. A governadora relatou que viu as imagens quando se deslocava para cumprir uma agenda de campanha na Mata Sul.

“Eu entrei no carro para seguir minha agenda hoje, na Zona da Mata Sul. E, como eu sempre faço, abri o Instagram para ver o que estava acontecendo. Pude ver de perto a crueldade de quem não tem limites”, declarou.

Na sequência, Raquel pediu respeito aos familiares e à memória do marido.

“Respeitem minha família. Respeitem meus filhos. Respeitem quem não está mais aqui. Respeitem a minha dor”, afirmou.

A coligação Pernambuco no Coração informou que também acionará o Ministério Público Eleitoral para solicitar a investigação do caso e a identificação dos responsáveis pela produção e distribuição dos cartazes.

A Frente Popular de Pernambuco, coligação de João Campos (PSB), repudiou o material e anunciou que adotará medidas perante a Justiça Eleitoral. João também divulgou um vídeo no qual classificou os ataques como um “completo absurdo” e negou qualquer participação de sua candidatura.

Clique no link abaixo e confira o vídeo com a declaração de Raquel Lyra após a circulação dos cartazes no Recife.

Frame : Reprodução/Instagram

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