De olhos nas eleições, secretários deixam governo Raquel
Por Nill Júnior
A governadora Raquel Lyra (PSD) teve que exonerar seis secretários no prazo limite de desincompatibilização.
Eles vão disputar vagas na Alepe ou na Câmara dos Deputados.
Kaio Maniçoba (PP), que comandava a pasta de Turismo, era o único com mandato e deixou o cargo para voltar à Assembleia Legislativa e disputar a reeleição.
Daniel Coelho (PSD), era secretário de Meio Ambiente será candidato a deputado federal.
André Teixeira (PSD) estava na pasta de Infraestrutura e Mobilidade, e é cotado para disputar cargo de deputado federal.
Emmanuel Fernandes, o Manuca (Avante), era titular de Desenvolvimento Profissional. O ex-prefeito de Custódia é pré-candidato a deputado federal.
Carlos Braga (PSD) deixou a pasta de Assistência Social e pode ser candidato a deputado estadual. Mesma situação de Juliana Gouveia, que era titular da Secretaria da Mulher e é opção para deputada estadual.
Também saíram as secretárias executivas de Direitos Humanos, Fernanda Rafaela, e de Justiça e Direitos Humanos, Camila Freitas.
Miguel Duque (Podemos) foi exonerado da presidência do IPA para ser candidato a deputado federal. Também pré-candidata a um mandato de federal, Michelle Collins (PP) deixou a presidência da Arena Pernambuco.
Da Secretaria da Casa Civil saíram os ex-prefeitos Raimundo Pimentel (PSD), Célia Sales (PSD), Judite Botafogo (PSD) e o vereador Ronaldo Lopes (PSD), entre outros assessores.
A “Folha de S. Paulo” publicou uma reportagem, “Subsidiária de estatal pagou R$ 3 mi a Collor, diz doleiro”, assinada por Estelita Hass Carazzai e Flávio Ferreira, na terça-feira, 24. O jornal afirma que não conseguiu ouvir o senador e ex-presidente da República Fernando Collor (PTB). Porém, quando da primeira denúncia, de que Alberto Youssef […]
A “Folha de S. Paulo” publicou uma reportagem, “Subsidiária de estatal pagou R$ 3 mi a Collor, diz doleiro”, assinada por Estelita Hass Carazzai e Flávio Ferreira, na terça-feira, 24. O jornal afirma que não conseguiu ouvir o senador e ex-presidente da República Fernando Collor (PTB). Porém, quando da primeira denúncia, de que Alberto Youssef teria mandado entregar-lhe R$ 50 mil, Collor contestou-a. O depoimento de um dos chefes do esquema corrupto que assolou a Petrobrás foi concedido à Procuradoria-Geral da República.
Segundo a “Folha”, a propina de R$ 3 milhões resulta “de negócio da BR-Distribuidora, subsidiária” da Petrobrás. “Segundo o doleiro, a operação com a BR Distribuidora foi intermediada por um emissário de Collor e do PTB, o empresário e consultor do setor de energia Pedro Paulo Leoni Ramos. Nessa ocasião, segundo Youssef, Ramos trabalhou como um operador do esquema, intermediando suborno”.
Youssef, beneficiário de delação premiada, sustenta, de acordo a “Folha”, que “a propina resultou de um contrato no valor de R$ 300 milhões assinado em 2012 entre uma rede de postos de combustíveis de São Paulo e a BR Distribuidora. O negócio era para que a rede deixasse uma marca de combustíveis e passasse a integrar o grupo de revendedores da BR Distribuidora. (…) Em 2012, foi nesse tipo de operação que teria negociada a propina no valor de 1% do total do contrato, o que corresponde a R$ 3 milhões. O valor, segundo Youssef, foi arrecadado nos postos em dinheiro vivo, em três parcelas de R$ 1 milhão, e depois repassado a Leoni. O dinheiro era destinado a Collor, afirma o doleiro”.
O doleiro garante que “todos sabiam que Leoni era um emissário do senador”. “O empresário Pedro Paulo Leoni Ramos afirmou que desconhece o depoimento de Youssef e ‘nega qualquer envolvimento em esquema na BR Distribuidora’”, relata a “Folha”.
Sem avaliar o mérito da denúncia — por que o doleiro mentiria? —, há um problema na reportagem. A “Folha” diz que contatou a assessoria de Fernando Collor na segunda-feira, 23, e foi informada que “o ex-presidente ‘estava em deslocamento para Brasília”, por isso, “impossibilitado de atender a ligações telefônicas’”. É provável que tenha sido assim. Mas o jornal não teria o número de celular do senador ou não deveria ter insistido mais vezes, até o fechamento da edição?
Fernando Collor costuma apresentar-se como “vítima de uma campanha difamatória” da imprensa. Por certo não há uma campanha difamatória. Há, porém, uma certa má vontade da imprensa e do senador.
Se as eleições fossem hoje, o prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares (PSB), seria reeleito, segundo pesquisa do Instituto Opinião, em parceria com o Blog do Magno. Aponta que tem 52% das intenções de voto, abrindo 23,7 pontos de vantagem sobre o candidato do PP, Romério Guimarâes, que figura 28,3%. Roseane Borja (MDB) […]
Se as eleições fossem hoje, o prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares (PSB), seria reeleito, segundo pesquisa do Instituto Opinião, em parceria com o Blog do Magno.
Aponta que tem 52% das intenções de voto, abrindo 23,7 pontos de vantagem sobre o candidato do PP, Romério Guimarâes, que figura 28,3%. Roseane Borja (MDB) surge com 4% e Rona Leite, do PT, 1,4%. O número de indecisos chega a 9,2% e brancos e nulos atingem 5,1%.
Na consulta espontânea, em que o entrevistado precisa lembrar o candidato sem o auxílio do disco com todos os nomes, Evandro também aparece com grande vantagem: 50,6%, uma frente de 23,2 pontos para Romério, que foi citado por 27,4%. Já Roseane foi mencionada por 2% e Rona foi lembrado por 0,9%. Os indecisos somam 14,2%, enquanto brancos e nulos são 4,9%.
Quanto à rejeição, Romério Guimarâes tem a maior taxa, com 27,7%, seguido por Evandro Valadares, que não seria votado por 21,4%. Já Rona Leite é rejeitado por 12,9% e 8,3% não votariam em Roseane Borja. Dos entrevistados, 27,4% não rejeitam nenhum dos candidatos e 2,3% rejeitam todos.
O levantamento do Instituto Opinião, de Campina Grande (PB), foi a campo entre os dias 07 e 08 de novembro, com a aplicação de 350 questionários.
A margem de erro é de 5,2 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança de 95%. A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação.
A consulta é representativa dos eleitores da área pesquisada (a cidade de São José do Egito) e foi feita da seguinte forma: primeiro na aleatorização da amostra em quatro estágios (bairro/localização, rua, domicílio e entrevistado) e depois em um controle das variáveis (sexo e faixa etária), ponderado de acordo com os dados obtidos junto ao TSE e TRE-PE. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo PE-09926/2020.
Do blog Juliana Lima Acontece nesta sexta-feira (21), às dez horas, no auditório da Secretaria Municipal de Educação, uma reunião entre a Prefeitura de Afogados da Ingazeira e o Sindicato dos Professores para discutir questões relacionadas à gestão dos recursos do Fundeb e outras cobranças da categoria. O encontro foi oficialmente agendado após o SINDUPROM-PE […]
Acontece nesta sexta-feira (21), às dez horas, no auditório da Secretaria Municipal de Educação, uma reunião entre a Prefeitura de Afogados da Ingazeira e o Sindicato dos Professores para discutir questões relacionadas à gestão dos recursos do Fundeb e outras cobranças da categoria.
O encontro foi oficialmente agendado após o SINDUPROM-PE realizar diversas solicitações, protocolos e cobranças firmes. Segundo o sindicato, a reunião é considerada um avanço importante, já que a categoria reclama da falta de diálogo entre a gestão municipal e os profissionais da educação.
Em nota, o SINDUPROM-PE afirmou que o agendamento da reunião é fruto da mobilização da categoria. “Este é um avanço importante, resultado direto da mobilização, da união e da resistência da categoria”, destacou o sindicato. Outro trecho enfatiza que “cada passo conquistado é fruto da força de todos(as)”, reforçando a necessidade de manter a pressão para garantir transparência e valorização profissional.
A Coordenação Geral do SINDUPROM-PE e a Comissão de Base estarão presentes no encontro, levando as demandas construídas coletivamente pelos professores e cobrando respostas para a bronca envolvendo o uso dos recursos do Fundeb.
O Promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto aproveitou a ida a Brasília, onde participou da Marcha dos Prefeitos, para ir ao Ministério da Integração Regional. Ele solicitou audiência com o Ministro da Integração, Antônio de Pádua de Deus, para tratar da Adutora do Pajeú e da Barragem da Ingazeira. O promotor esteve com o Chefe […]
O Promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto aproveitou a ida a Brasília, onde participou da Marcha dos Prefeitos, para ir ao Ministério da Integração Regional.
Ele solicitou audiência com o Ministro da Integração, Antônio de Pádua de Deus, para tratar da Adutora do Pajeú e da Barragem da Ingazeira.
O promotor esteve com o Chefe de Gabinete Gustavo Canuto que informou que o Ministro teve que viajar essa semana. “Mas construímos que ele agendaria a audiência com o Ministro para a 1ª semana de Junho”.
De acordo com os levantamentos trazidos na reunião e dos contatos com o Diretor Geral do DNOCS e do Chefe de Gabinete, Dr. Gustavo Canuto, a situacão da Adutora do Pajeú é a seguinte:
O dinheiro empenhado garante a conclusão da 1ª fase da segunda etapa até agosto deste ano, concluindo o ramal de Sertânia a Afogados da Ingazeira. Falta garantir o recurso para a 2ª fase da 2ª etapa, que levará água para Santa Terezinha, Brejinho, Triunfo, Santa Cruz da Baixa Verde e a inclusão de Solidão.
O recurso foi solicitado pelo Ministro da Integração ao Ministro do Planejamento por meio de ofício, em dezembro de 2017. “Levantamos que essa tramitação está parada no Planejamento, porque teria havido uma manifestação da Paraíba de que não teria interesse nessa obra”, disse surpreso o promotor.
“Me surpreendi com essa notícia porque custa-me a crer que o Estado da Paraíba não queira a Água da Adutora para seus municípios. Ficou acertado que devemos, checar primeiro até onde é verdadeira essa informação da Paraíba (nenhum ofício foi apresentando provando o pleito) e provocar o posicionamento do Ministério da Integração nessa nova audiência dizendo que Pernambuco quer a continuidade”.
Do JC On Line De janeiro a maio deste ano, os deputados estaduais gastaram a maior parte da verba indenizatória na locação de veículos. Foram R$ 608 mil desembolsados na rubrica “hospedagem, passagens e locação de transporte”, entre os quais o aluguel de carros foi o mais utilizado. Em seguida, eles investiram R$ 592 mil […]
De janeiro a maio deste ano, os deputados estaduais gastaram a maior parte da verba indenizatória na locação de veículos. Foram R$ 608 mil desembolsados na rubrica “hospedagem, passagens e locação de transporte”, entre os quais o aluguel de carros foi o mais utilizado. Em seguida, eles investiram R$ 592 mil na contratação de consultorias, boa parte em escritórios de advocacia. Cada deputado estadual tem direito a R$ 15.450,00 mensais. Caso não utilize tudo, esse valor é acumulável. Os dados estão no recém lançado Portal da Transparência da Assembleia Legislativa (Alepe).
A média do gasto com locação de automóvel foi de R$ 5.400,00, quase o teto da rubrica (R$ 5.407,50). As empresas com as quais os deputados fizeram contratos foram as mais variadas. Alguns, porém, terminaram por locar veículos com a Barreto Santos Ltda, que foi a vencedora do pregão eletrônico no início do ano. O valor empenhado no contrato foi de R$ 2.092.415,79, dos quais R$1.162.460,35 já foi pago.
O teto vale para todos os 12 “itens” da verba indenizatória, que incluem gastos com material de expediente, internet, telefone, serviços gráficos e postais, peças de veículos, assinatura de jornais etc. Depois de locação de veículos e consultoria, o terceiro item que mais recebeu verba dos deputados foi “divulgação da atividade parlamentar”.
O deputado estadual que mais fez uso da verba neste primeiro semestre foi Tony Gel, do PMDB (R$ 77.249,98). Os maiores gastos dele foram com a locação de um imóvel e de veículo. Ele investiu, por mês, cerca de R$ 3.300,00 na manutenção de um imóvel em Caruaru, seu reduto eleitoral, e travou contrato com a Barreto Santos Ltda no valor de R$ 5.400,00. O deputado foi procurado pelo JC, mas não retornou o contato.
O que menos gastou foi o novato Edilson Silva (Psol) – R$ 9.149,46 em quatro meses. De acordo com sua assessoria de imprensa, ao contrário de quando abriu mão do auxílio-paletó e da emenda parlamentar, gastar menos com verba indenizatória não é uma “opção política” do psolista. O deputado ainda está estruturando sua equipe e local de trabalho e deve investir o recurso. Curiosamente, três deputado não usaram um centavo da verba: Diogo Moraes (PSB), Bispo Ossésio (PRB) e Rogério Leão (PR). O socialista informou, por meio de sua assessoria, que ainda poderá requisitar o recurso quando houver necessidade.
O Portal também escancara o fato de que, à revelia do concurso público feito em 2014, a grande maioria da estrutura legislativa continua a ser de comissionados: são 1300 cargos de confiança para 321 efetivos. No quadro de pessoal, ainda há 127 funcionários cedidos de outros órgãos. A Alepe só começou a tirar do papel a promessa de concurso em 2013, justamente após a pressão social exercida pelas “jornadas de junho”. Naquele ano, houve muitos cortes no número de comissionados e terceirizados. Havia gabinete com mais de 40 cargos de confiança lotados. Atualmente, de acordo com os dados do Portal da Transparência, o número por gabinete varia de 20 a 29.
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