Lula diz que filho não vai se esconder caso seja julgado: ‘Não haverá nenhum privilégio’
Por Nill Júnior
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quinta-feira (30) que caso o filho, Fabio Luis Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, seja investigado, ele responderá “como filho de qualquer pessoa” e que ele “não vai ficar escondido”.
“Se meu filho for acusado de qualquer coisa, ele será tratado como o filho de qualquer pessoa. Como eu. Não haverá nenhum privilégio. Jamais pedirei para um juiz não fazer a coisa correta. Se ele tiver certo, vai ter ajuda minha. Se fizer coisa errada, ele sabe o que eu passei. Sabe o que é ver na TV te chamarem de ladrão. Sabe que minha mulher morreu por causa da Lava Jato”. “Ele não tem o direito de errar. Ele sabe disso, ele jura todo dia. Se for julgado ele virá para cá, não vai ficar escondido não. Vai ter que provar que é inocente. E se for ocupado, vai pagar o que todo mundo tem que pagar quanto erra”, disse Lula.
As declarações foram dadas durante uma entrevista para o podcast Inteligência Ltda.
Nesta quinta, o ministro Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça autorizou a abertura de um inquérito para investigar Lulinha para apurar se o filho do presidente praticou os crimes de tráfico de influência e corrupção ao atuar para favorecer o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes em negócios com o Ministério da Saúde.
Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, é apontado como um dos principais responsáveis por desvios de aposentadorias e pensões, conforme as investigações da PF na Operação Sem Desconto.
A PF suspeita que Lulinha e o Careca tenham tido negócios na área de cannabis medicinal. Como o g1 noticiou em janeiro, o lobista tentou fechar um contrato milionário com o Ministério da Saúde em 2024 e 2025 para vender medicamentos de canabidiol ao governo. O contrato não foi fechado.
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB/PE), falou nesta segunda-feira (19) sobre a agenda da semana, que inclui a votação do decreto da intervenção federal no estado do Rio de Janeiro, assinado pelo presidente Michel Temer, na última sexta-feira (16). Com isto, a segurança pública do Rio de Janeiro sai da esfera estadual e vai para […]
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB/PE), falou nesta segunda-feira (19) sobre a agenda da semana, que inclui a votação do decreto da intervenção federal no estado do Rio de Janeiro, assinado pelo presidente Michel Temer, na última sexta-feira (16).
Com isto, a segurança pública do Rio de Janeiro sai da esfera estadual e vai para a federal, sob comando militar até o dia 31 de dezembro de 2018. A primeira votação ocorrerá em caráter de urgência, na Câmara dos Deputados, e se aprovado, o decreto será encaminhado para apreciação no Senado Federal.
Patriota espera que a proposta da reforma da previdência social também seja discutida ainda esta semana, além de outros assuntos de relevância nacional. “Desde o dia 1° de janeiro tenho mantido intensa agenda, na minha constante luta por Pernambuco e pelo Brasil”, declarou.
Da Ascom Em comemoração ao mês do autismo, a Prefeitura Municipal de Brejinho, através das Secretarias de Educação e Saúde, realizou nesta sexta-feira (5), uma caminhada de conscientização que faz parte da campanha ‘Abraço Azul’, com o objetivo de incentivar o conhecimento, a aceitação e o acolhimento das pessoas autistas. O conhecimento e a aceitação […]
Em comemoração ao mês do autismo, a Prefeitura Municipal de Brejinho, através das Secretarias de Educação e Saúde, realizou nesta sexta-feira (5), uma caminhada de conscientização que faz parte da campanha ‘Abraço Azul’, com o objetivo de incentivar o conhecimento, a aceitação e o acolhimento das pessoas autistas.
O conhecimento e a aceitação são fundamentais para combater o preconceito e a discriminação que as pessoas autistas ainda enfrentam. Precisamos construir uma sociedade mais justa e inclusiva, onde todos sejam valorizados por suas diferenças.
O autismo não tem cara, não tem cura! É um jeito de ser, um modo de viver…
No Sertão do Araripe, o ex-prefeito de Bodocó, Túlio Alves Alcântara, e o ex-vice-prefeito do município, José Edmilson Brito Alencar, foram condenados ao pagamento de R$ 25 mil por dano moral coletivo. As informações são do Diario de Pernambuco. A decisão foi dada por provocarem aglomeração de pessoas durante Convenção Partidária, desrespeitando o protocolo de […]
No Sertão do Araripe, o ex-prefeito de Bodocó, Túlio Alves Alcântara, e o ex-vice-prefeito do município, José Edmilson Brito Alencar, foram condenados ao pagamento de R$ 25 mil por dano moral coletivo. As informações são do Diario de Pernambuco.
A decisão foi dada por provocarem aglomeração de pessoas durante Convenção Partidária, desrespeitando o protocolo de distanciamento da Covid-19.
A decisão dada pelo juiz substituto da Vara Única de Bodocó, Reinaldo Paixão Bezerra Júnior, foi proferida em ação civil pública de reparação de dano moral coletivo, proposta pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE).
O valor deve ser pago individualmente por cada um deles e será revertido em favor de fundo a ser indicado pelo Ministério Público.
A Prefeitura disse que não iria se pronunciar com relação a condenação, pois, “foi um evento de cunho político e a atual gestão não responde pela gestão anterior”. O Diario tentou contato com os requeridos, mas não obteve respostas até a publicação desta matéria.
Na decisão, o juiz Paixão Bezerra Júnior reforçou que nas imagens juntadas aos autos, os condenados dispensaram o uso e máscaras de proteção, inclinaram-se para fora da carroceria do veículo, abraçaram e deram as mãos a diversas pessoas, o que potencializa ainda mais a gravidade de suas condutas, tendo em vista o cenário em que a sociedade se encontrava naquele momento.
“À época dos fatos, vivenciávamos um momento de extrema gravidade decorrente da pandemia da Covid-19. Outrossim merece destaque também os sérios problemas individuais e coletivos, na dimensão física, psicológica, social, e econômica causados por essa pandemia. No caso particular, é evidente que, na época da convenção partidária, à vista da exponencial disseminação do novo coronavírus, fazia-se necessário uma postura responsável de todos, especialmente daqueles que ocupavam importantíssimos cargos de prefeito e vice-prefeito. Em tempos de crise como a que enfrentamos, o político como figura de liderança, deveria ser o exemplo a ser seguido por seus cabos eleitorais, correligionários, eleitores e população em geral”, ressaltou o magistrado.
Segundo a ação, a convenção partidária, realizada em 16 de novembro de 2020, que deveria ser voltada exclusivamente para os filiados dos partidos políticos, “transformou-se em um verdadeiro acontecimento festivo de cunho político-partidário, contando com várias pessoas no evento”.
Ainda, de acordo com os autos, “a aglomeração de pessoas foi agravada com a chegada do então prefeito e vice-prefeito, que em cima de uma caminhonete, causaram euforia, agitação e ainda mais aglomeração no meio dos presentes, que não usavam máscara nem mantiveram o distanciamento social preconizado pelas normas sanitárias, num período de elevada transmissibilidade da Covid-19”.
Pagamento por danos morais
Ao pagamento de dano moral coletivo, estipulado em R$ 25 mil para cada um dos dois condenados, o valor será revertido em favor de fundo a ser indicado futuramente pelo Ministério Público.
“É imprescindível para a configuração do dano moral coletivo a ocorrência de lesão na esfera moral de uma comunidade, isto é, a violação de valores coletivos, atingidos injustificadamente do ponto de vista jurídico. No ponto, destaco que se faz necessário que o fato transgressor seja de razoável significância e desborde os limites da tolerabilidade, ou seja, que denote gravidade suficiente para produzir verdadeiro sofrimento, intranquilidade social e alterações relevantes na ordem extrapatrimonial coletiva”, explicou o magistrado.
Sobre a configuração do dano moral coletivo apto à indenização, o magistrado especificou os fatores que o configuraram, dentre os quais a gravidade suficiente para produzir intranquilidade social.
“Na hipótese dos autos, entendo que está configurado o dano moral coletivo apto a gerar indenização, uma vez que os requeridos Tulio Alves Alcântara e José Edmilson Brito Alencar, com suas condutas, violaram preceitos sanitários em momento de extrema gravidade da pandemia de Covid-19, afetando uma coletividade ao colocar em risco não apenas os participantes do evento, mas toda comunidade do município de Bodocó e região, em função do elevado potencial de transmissibilidade da doença”, enfatizou.
Ainda acerca do dano moral coletivo, o juiz transcreveu na decisão o trecho do voto da ministra do Superior Tribunal de Justiça Nancy Andrighi no julgamento do REsp n. 1.586.515/RS, referendando que tal dano além da mera função compensatória, deve ter por objetivo sancionar o ofensor e coibir novas condutas ofensivas:
“O dano moral coletivo é categoria autônoma de dano que não se identifica com aqueles tradicionais atributos da pessoa humana (dor, sofrimento ou abalo psíquico), mas com a violação injusta e intolerável de valores fundamentais titularizados pela coletividade (grupos, classes ou categorias de pessoas). Tem a função de: a) proporcionar uma reparação indireta à lesão de um direito extrapatrimonial da coletividade; b) sancionar o ofensor; e c) inibir condutas ofensivas a esses direitos transindividuais”.
Segundo o TJPE, os valores a ser pago pelos condenados serão revertidos em favor de fundo a ser indicado futuramente pelo Ministério Público, na forma do art. 13 da Lei n. 7.347/1985, uma vez que não houve a prévia indicação pelo órgão ministerial. Sobre o valor fixado, incidirão juros de 1% ao mês, a contar do evento danoso, qual seja, 16/09/2020, data da convenção partidária, e correção monetária.
Por Anchieta Santos Durante entrevista coletiva da Secretária de Saúde de Tabira Zeza Almeida ontem, foi oficializada a notícia de que uma mulher de 57 anos, moradora do Bairro João Cordeiro, seria a primeira vítima do Covid-19 no município. A vítima deu entrada no Hospital Dr. Luiz José da Silva Neto no sábado dia 18, […]
Durante entrevista coletiva da Secretária de Saúde de Tabira Zeza Almeida ontem, foi oficializada a notícia de que uma mulher de 57 anos, moradora do Bairro João Cordeiro, seria a primeira vítima do Covid-19 no município.
A vítima deu entrada no Hospital Dr. Luiz José da Silva Neto no sábado dia 18, às 19hs e após avaliação do médico plantonista a mesma foi transferida com urgência, para o Hospital Regional Emília Câmara com suspeita de Covid-19.
A paciente já possuía comorbidades. Entretanto devido ao protocolo estabelecido pela Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco entrou na estatística, inclusive contabilizada como óbito.
Diante da suspeita existente, a Secretária de Saúde, Zeza Almeida, disse que todos os protocolos foram cumpridos no sepultamento no cemitério de Tabira. Na manhã desta terça, saiu o resultado que confirmou o caso.A Secretaria de Saúde de Tabira anuncia que está monitorando todas as pessoas que tiveram contato direto com a paciente e comunicará a evolução dos casos.
Filha se manifestou um dia antes de resultado de exame: antes da confirmação, Jessica Luana, filha da vítima, usou sua página na rede social para apresentar cópia da certidão de óbito e contestar: “Gente, aqui a declaração de óbito da minha mãe. Estão dizendo na cidade que ela morreu de coronavírus, gente sem noção. Ela infelizmente morreu de síndrome respiratória”. Mas a filha usou por base a declaração, que não poderia atestar sem o exame a doença, o que veio depois. A mensagem é de 19/4, um dia antes do exame. Nela, ela respondia a pessoas que já veiculavam a possibilidade de ter dado positivo para coronavirus. Negacionistas da Covid compartilham como se o texto fosse de hoje.
Promotor discute toque de recolher: diante da movimentação nas ruas no horário da noite o MP através do Promotor Romero Borja admite implantar o toque de recolher na cidade.
Por André Luis Nesta quinta-feira (5), o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú trouxe à tona uma reviravolta no caso do evento do MDB que aconteceu no município no final de setembro. O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares (MDB), em entrevista ao programa, esclareceu a situação e desmentiu as alegações feitas […]
Nesta quinta-feira (5), o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú trouxe à tona uma reviravolta no caso do evento do MDB que aconteceu no município no final de setembro. O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares (MDB), em entrevista ao programa, esclareceu a situação e desmentiu as alegações feitas pela oposição.
O caso em questão chamou a atenção da população local devido à organização de um evento do MDB que contou com a presença da deputada Iza Arruda (MDB). Esse evento foi promovido pelo ex-vereador Zé Negão (PP) e seu filho, o vereador Edson Henrique (PTB). Na ocasião, eles anunciaram que assumiriam o comando do MDB, o que gerou uma série de questionamentos e especulações.
Em uma entrevista anterior ao mesmo programa, Zé Negão afirmou que o MDB estaria ao lado da oposição no município e que Edson Henrique migraria do PTB para o MDB assim que a janela partidária fosse aberta, fato confirmado pelo vereador.
No entanto, Daniel Valadares, atual presidente do MDB municipal, trouxe um esclarecimento importante durante a entrevista: “Eu faço uma análise que isso é uma estratégia da oposição. Eu e Sandrinho, nós estamos muito focados na gestão em todas as entrevistas que damos, seja nos microfones da Rádio Pajeú ou em outro meio de comunicação.”
Valadares argumentou que essa movimentação da oposição seria uma tentativa de desviar a atenção da população da gestão bem-sucedida de Sandrinho e Daniel, que, segundo ele, está incomodando a oposição.
“Eu vejo essas movimentações como uma cortina de fumaça, uma tentativa de chamar a atenção do eleitor, para distrair a população e desviar o foco”, destacou Valadares.
Ele também revelou que entrou em contato com Raul Henry, o presidente estadual do MDB de Pernambuco, para esclarecer a situação. De acordo com Valadares, Raul Henry afirmou que: “Neste momento, não existe nenhuma previsão de alteração da direção municipal em Afogados da Ingazeira.”
Valadares aproveitou para ressaltar que a sua postura é pautada na responsabilidade e que a decisão sobre a direção municipal cabe ao presidente Raul Henry.
“Se eu que estou há dez anos no partido, não posso afirmar que estarei em 2024, como que outros, que nem fazem parte do MDB, estão dizendo isso… veja a diferença de postura de cada um”, concluiu Valadares.
Daniel também comentou sobre a possibilidade levantada por Zé Negão em entrevista anterior de que ele, Daniel, estaria de mudança para o PT. Ele disse que Zé está sendo irresponsável em falar pelos outros.
Questionado sobre as comissões formadas durante o evento, Daniel disse não ter valido nada, visto que nem o presidente municipal, no caso ele e nem o presidente estadual que é o responsável por dar validade não estavam presentes. “Foi um evento falso”, afirmou.
Você precisa fazer login para comentar.