Regina da Saúde e Pedro Pilota reúnem apoiadores em caminhada pelas ruas de Itaíba
Por Michael Andrade
Candidata a deputada estadual participou de mobilização nessa sexta-feira (18), acompanhada pelo prefeito, vice-prefeito, vereadores e apoiadores.
A candidata a deputada estadual Regina da Saúde (Podemos) participou, nessa sexta-feira (18), de um arrastão pelas ruas de Itaíba, no Agreste Meridional.
A mobilização foi organizada pelo grupo político do prefeito Pedro Pilota e percorreu ruas da cidade com a participação de apoiadores da candidatura.
Durante o ato, Pedro Pilota manifestou apoio a Regina e mencionou a passagem da candidata pela Prefeitura de Itaíba. Regina foi eleita prefeita do município em 2016 e reeleita em 2020.
Em seu discurso, a candidata afirmou que pretende levar para a Assembleia Legislativa de Pernambuco pautas relacionadas à saúde, às mulheres, à agricultura e ao desenvolvimento da região.
“Quero representar Itaíba e toda a nossa região na Assembleia, para defender a saúde, as mulheres, a agricultura e mais oportunidades para todos”, afirmou Regina.
Também participaram da mobilização o vice-prefeito Leandro da Saúde e os vereadores Marcelo Pilota, Lula do Doce, Maciel de Gerson, Renato da Assistência, Essio Tenório, Jacy do Hospital e Elton Delgado, além de outras lideranças e apoiadores.
Foto: Divulgação
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A “Associação Nova Escola, negócio social, sem fins lucrativos, que entrega conteúdos, produtos e serviços para toda a jornada do educador brasileiro”, promoveu estudo sobre as escolas que disponibilizam materiais impressos para garantir aprendizagem dos alunos sem acesso à internet. O Município de Carnaíba foi destaque na reportagem. Leia trecho abaixo: Na rede municipal de […]
A “Associação Nova Escola, negócio social, sem fins lucrativos, que entrega conteúdos, produtos e serviços para toda a jornada do educador brasileiro”, promoveu estudo sobre as escolas que disponibilizam materiais impressos para garantir aprendizagem dos alunos sem acesso à internet.
O Município de Carnaíba foi destaque na reportagem. Leia trecho abaixo:
Na rede municipal de Carnaíba (PE), onde a professora Daniele Melo leciona Ciências para o Ensino Fundamental 2, a estratégia adotada também foi disponibilizar materiais impressos e on-line. A escola fez um levantamento para mapear o acesso à internet. Entre os 800 alunos, mais de 250 alunos não teriam acesso.
Quinzenalmente, eles recebem as atividades – a escolha por não ser semanal se deve a que perceberam que demorava entre 4 a 5 dias para entregar todos os materiais. O planejamento das atividades é produzido em parceria entre os professores e as habilidades a serem trabalhadas em cada apostila são selecionadas em grupo. Sempre que possível, buscam trazer temas atuais e propostas interdisciplinares. Os professores preparam esses materiais e a gestão da escola é responsável por imprimir e preparar os pacotes a serem entregues. A rede disponibiliza motoristas que fazem a entrega para mais de 35 áreas rurais e periféricas. Quando as famílias vão à escola buscar o kit alimentação também podem retirar as apostilas. A reportagem completa pode ser acessadaclicando aqui.
Aliados tentam vender decisão como registro da candidatura, o que não procede O Juiz Manoel Belarmino Neto deferiu o pedido de registro de candidatura de Joelson, do AVANTE, à Prefeitura de Calumbi, no Pajeú. Registre-se, essa decisão nada tem a ver com a luta de Joelson para registrar sua candidatura, o que alguns aliados tem […]
Aliados tentam vender decisão como registro da candidatura, o que não procede
O Juiz Manoel Belarmino Neto deferiu o pedido de registro de candidatura de Joelson, do AVANTE, à Prefeitura de Calumbi, no Pajeú.
Registre-se, essa decisão nada tem a ver com a luta de Joelson para registrar sua candidatura, o que alguns aliados tem vendido como registro definitivo, no que é conhecido como “tentar passar manteiga na venta do gato”.
O blog foi a fundo. Segundo um consultor jurídico do blog, “não há análise sobre as condições de elegibilidade de Joelson. O juiz analisou o DRAP, Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários, não o RRC, Requerimento de Registro de Candidaturas. Lá é que vão avaliar a impugnação. Em suma: essa decisão não define que Joelson é candidato. Tem que se julgar a impugnacão ao registro de candidatura”.
O pedido de registro de candidatura da Coligação Unidos por Calumbi foi alvo de Ação de Impugnação (ID 1136704) da candidata Sandra da Farmácia, do PT, candidata à reeleição.
No mérito, alegou que um dos partidos da Coligação de Joelson realizou sua Convenção Partidária no dia 15 e somente promoveu a transmissão da ata em 25.09.2020, apontado apresentação extemporânea do documento, ou seja, fora do prazo.
Em sua defesa, a coligação de Joelson argumentou que houve erro no encaminhamento da documentação, esclarecendo que na realidade foram apresentadas duas atas, quando só havia a necessidade do envio de uma delas. Assim, requereu que seja desconsiderada a ata do PSL em relação à eleição majoritária (ID 9189331) e que seja validada tão somente a ata que
trata sobre a eleição proporcional (ID 9189325).
No que tange à segunda irregularidade (consta apenas uma pessoa na lista de presença do Partido AVANTE), a agremiação solicitou a juntada da lista assinada pelos filiados presentes à convenção.
Ao fim, decidiu o juiz que no processo eleitoral, o aspecto formal pode ser relativizado, em se tratando de vícios sanáveis. O juízo das eleições deve se atentar às irregularidades de ordem material/substancial, impedindo candidatos inelegíveis de participar dos pleitos, sob pena de o princípio democrático ser sacrificado.
Ele invocou os princípios da razoabilidade e proporcionalidade. “O indeferimento do presente requerimento de registro coletivo de candidaturas revelaria medida drástica e temerária, consubstanciando, a meu sentir, interferência indesejável desta Justiça Especializada no pleito, a extrapolar os limites de seu agir, cuja atuação assertiva deve se pautar pela intervenção mínima e pontual no fenômeno democrático”. Em suma, quis dizer que um desencontro dessa formalidade, plenamente esclarecida, não pode ter como efeito negar o pedido de um registro.
“O protagonismo é exercido por atores outros, recaindo o poder decisório fático ao cidadãos, que elegem diretamente seus representantes, consagrando, assim, a soberania popular como elemento constitutivo indissociável ao Estado Democrático de Direito”, diz.
Por fim, deferiu nos termos dos artigos 46º, 47º e 58º da Resolução TSE 23.609/2019, o pedido de registro da COLIGAÇÃO UNIDOS POR CALUMBI (DRAP) para que possa concorrer às Eleições Municipais 2020, no município de CALUMBI. Pedido de registro é uma coisa. Após o pedido formal, a candidatura luta pelo deferimento do pedido, alvo de questionamentos do MP. Esse Joelson ainda não conseguiu, já que tem problemas com as contas de 2012 rejeitadas. Veja decisão: Decisão Joelson
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei que prevê a criminalização da exploração e da operação de apostas de quota fixa no Brasil, as chamadas bets. Segundo O Globo, a proposta estabelece pena de quatro a seis anos de reclusão, além de multa, […]
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei que prevê a criminalização da exploração e da operação de apostas de quota fixa no Brasil, as chamadas bets. Segundo O Globo, a proposta estabelece pena de quatro a seis anos de reclusão, além de multa, para quem atuar nesse mercado, inclusive nos casos em que a operação tenha autorização concedida por autoridade estrangeira.
O projeto integra um pacote de medidas que o governo prepara para endurecer as regras sobre apostas on-line. Como se trata de uma proposta legislativa, as novas penas só poderão entrar em vigor depois da análise do Congresso e da conclusão do processo legislativo.
O texto elaborado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública cria um crime específico para a exploração ou operação das apostas de quota fixa. A punição alcançaria também quem oferecer, receber, registrar ou intermediar apostas, além de quem disponibilizar, mantiver ou administrar estabelecimentos físicos ou canais destinados à atividade.
Nos casos em que a aposta envolver evento virtual de jogo on-line, a pena poderá ser aumentada em um terço, conforme a proposta.
A publicidade também está entre os pontos alcançados pelo projeto. Quem realizar divulgação, propaganda, promoção comercial ou ação de marketing destinada a incentivar apostas poderá receber pena de dois a quatro anos de reclusão, além de multa.
A mesma faixa de punição está prevista para quem captar, recrutar, encaminhar ou indicar apostadores às plataformas, assim como para quem patrocinar, impulsionar ou monetizar publicidade relacionada às apostas.
O projeto prevê ainda agravamento da pena em 50% quando a divulgação ou captação de clientes envolver remuneração, comissão ou participação calculada sobre os valores apostados ou sobre as perdas dos apostadores.
Outro ponto do texto trata do uso de informações pessoais para direcionar consumidores às plataformas. A proposta criminaliza o fornecimento, transmissão, negociação, comercialização, seleção, classificação ou enriquecimento de dados pessoais com a finalidade de captar apostadores ou direcionar publicidade de apostas. Nesse caso, a pena prevista também é de dois a quatro anos de prisão e multa.
A iniciativa deverá ser apresentada juntamente com outras medidas do governo relacionadas ao setor. Segundo O Globo, uma medida provisória deverá tratar da proibição das bets. Diferentemente do projeto de lei, que precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado antes de produzir efeitos, uma medida provisória entra em vigor após sua publicação, mas precisa ser analisada pelo Congresso para continuar valendo.
Lula voltou a criticar as apostas durante agenda no Recife nesta sexta-feira (25). Ao abordar o impacto dos jogos sobre a renda das famílias, afirmou que “não é correto a gente gastar o que não tem para tentar ganhar o que não existe”.
Atualmente, o Brasil possui um regime federal de autorização para empresas de apostas de quota fixa, administrado pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda. O governo também mantém ações específicas contra plataformas irregulares e, nesta semana, o Ministério da Justiça informou a remoção de mais de 1,3 mil páginas e perfis utilizados para divulgar bets que operavam irregularmente. Serviços e Informações do Brasil
Fonte: O Globo
Foto: Ricardo Stuckert
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Repercute em Brejinho a disputa entre a prefeitura e um comerciante de quiosque na Praça Central da Rua João Nunes. Segundo a prefeitura, os quiosques da Praça Central pertencem ao Poder Público, mas são ocupados, há anos, por cidadãos residentes em no município para o desempenho de atividades de natureza comercial, recreativa e de lazer. […]
Repercute em Brejinho a disputa entre a prefeitura e um comerciante de quiosque na Praça Central da Rua João Nunes.
Segundo a prefeitura, os quiosques da Praça Central pertencem ao Poder Público, mas são ocupados, há anos, por cidadãos residentes em no município para o desempenho de atividades de natureza comercial, recreativa e de lazer.
Diz que em 25 de janeiro de 2021, a Administração Municipal instaurou o Processo Administrativo 001/2021. O procedimento foi aberto com o intuito de promover Análise e Avaliação dos Bens Móveis e Imóveis Pertencentes ao Município, inclusive aqueles cedidos a terceiros, uma vez que o município encontra-se em Estado de Calamidade Administrativa, dado o Decreto 001/2021.
“Em 26 de janeiro, todos os usuários e ocupantes dos quiosques da Praça Central foram notificados para tomar conhecimento da existência do Processo Administrativo em andamento, bem como convocados à presentar documentação de permissão para utilização do referido espaço público”, diz.
Entretanto, o usuário Carlos de Moura Cavalcante, popularmente conhecido por “Bastinho”, recusou o recebimento da Notificação. Segundo o município, ignorando a existência do Processo Administrativo e não apresentando, no prazo legal, qualquer documentação comprobatória de uso, permissão ou concessão para utilização do respectivo espaço.
Perante os fatos, foi efetuada a desocupação do referido quiosque. “No instante da desocupação, o usuário Carlos de Moura Cavalcante apresentou cópia de Contrato de Concessão de Uso, assinado em julho de 2019, conferindo-lhe direito a uso do imóvel por 10 anos”.
“Contudo, mesmo estando com o referido Contrato de Concessão em mãos, a ocupação mostrava-se ainda mais irregular/ilegal uma vez que o art. 100, §1º, da Lei Orgânica Municipal, normatiza que, no que tange a utilização de bens públicos por terceiros, as concessões dos referidos bens dependem da existência de lei e concorrência, sob pena de nulidade dos Contratos de Concessão de Uso”, acrescenta a prefeitura.
Ela finaliza afirmando que não houve apreciação ou votação de qualquer lei neste sentido, em âmbito municipal, que viesse a normatizar a questão em apreço, muito menos qualquer adoção de procedimento de concorrência que viesse a conceder o espaço ao particular.
Carlos ingressou na justiça e hoje conseguiu através de Tutela Antecipada o direito de permanecer no quiosque até o julgamento do mérito. A decisão foi da juíza Daniela Rocha Gomes.
“Para evitar danos de difícil reparação, defiro o pedido de Tutela de urgência antecipada incidental, no sentido de proibir qualquer ação da Administração Municipal no imóvel discutido na presente ação, assim como restabelecer o acesso à energia elétrica dentro do prazo de 24 horas, assim como a restituição de bens que se danificaram com a retirada, como trancas e cadeados, sob pena de multa diária”.
Na decisão ela alega que inexiste o perigo de irreversibilidade dos efeitos da decisão, porque, caso a prefeitura comprove a legitimidade dos atos por ele praticados, poderá, se for este o caso, retomar a posse do imóvel imediatamente, sem prejuízos.
Da Coluna do Blog do Magno Antes de José Patriota, que Deus já levou, a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) era uma instituição esvaziada, falida, sem poderes, não tinha sequer o respeito dos seus próprios associados, os prefeitos, que não pagavam em dia, em sua grande maioria, a contribuição mensal. Patriota deu régua e compasso […]
Antes de José Patriota, que Deus já levou, a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) era uma instituição esvaziada, falida, sem poderes, não tinha sequer o respeito dos seus próprios associados, os prefeitos, que não pagavam em dia, em sua grande maioria, a contribuição mensal.
Patriota deu régua e compasso ao órgão representativo da gestão municipal, que ganhou peso político e vitrine. Fortalecida, com poderes de decisão em instâncias estaduais e federais, principalmente quando se colocam em discussão os interesses dos municípios, a Amupe virou alvo de cobiça.
A renovação da sua diretoria, no próximo mês, será num bate-chapa, algo que já não acontecia há muito tempo, porque os presidentes eram escolhidos de forma consensual. O atual presidente, Marcelo Gouveia (Podemos), ex-prefeito de Paudalho, não conseguiu unir a categoria.
Vai ter que disputar o cargo no voto. Já tem um adversário em campanha, o prefeito de Aliança, Pedro Freitas (PP), integrante do grupo político do presidente estadual do PP, Eduardo da Fonte. Em dezembro passado, Dudu, como é mais conhecido, fez uma aliança com o PSB e conseguiu derrotar o deputado Gustavo Gouveia, irmão de Marcelo, que disputou a reeleição para Primeira-Secretaria da Assembleia Legislativa, mas perdeu para Francismar Pontes (PSB).
Na eleição da Amupe, Dudu e os Gouveia estão novamente medindo forças. Pedro Freitas, gestor de primeiro mandato, depois de atuar no mundo financeiro como superintendente da CEF, foi lançado por Dudu e já aparece como favorito. Esta polarização, entretanto, está por um fio: o ex-prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota (PSB), estimula o surgimento de uma terceira via na disputa pela presidência da instituição. O terceiro candidato ainda não está definido, mas falam na prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), e nos prefeitos de Garanhuns, Sivaldo Albino, e de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, ambos do PSB.
Teoricamente, Marcelo seria o candidato apoiado pela governadora Raquel Lyra e Freitas sem carimbo, ou seja, não se apresenta nem como nome da governadora nem tampouco do prefeito do Recife, João Campos (PSB). Quando Anchieta entra no jogo falando numa suposta terceira via, com dois nomes do PSB, certamente tem a intenção de transformar a eleição na Amupe numa guerra eleitoral entre Raquel e João.
GOLPE DE RAQUEL – Ainda em relação à eleição na Amupe, corre nos bastidores que a governadora daria um golpe fatal nas pretensões de Marcelo Gouveia em tentar a reeleição, indicando a prefeita de Igarassu, Elcione Ramos (PSDB), como candidata a vice na chapa de Pedro Freitas. Se isso ocorrer, provavelmente o atual presidente da instituição municipalista jogue a toalha, desistindo do projeto da reeleição.
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