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Estudante de 13 anos morre após acidente envolvendo transporte escolar em Arcoverde

Por Nill Júnior

A Prefeitura de Arcoverde manifestou público pesar pelo falecimento do jovem Carlos Eduardo, de 13 anos, aluno da Escola de Referência em Ensino Fundamental (EREF) Jornalista Edson Regis.

O acidente, ocorrido na noite desta quinta-feira (30 de julho), envolveu um veículo do transporte escolar pertencente à Rede Municipal de Ensino.

​Em decorrência do ocorrido e em respeito à memória do estudante e à sua família, a gestão municipal comunicou a suspensão das solenidades de entrega das reformas da Escola Gumercindo Cavalcanti, evento que estava previamente agendado para esta sexta-feira (31).

​Segundo a nota oficial emitida pela administração municipal, a Secretaria Municipal de Educação está prestando assistência à família do jovem.

Além disso, a prefeitura determinou a abertura de um procedimento administrativo para apurar as circunstâncias do acidente com rigor e transparência, afirmando também colaborar com as investigações conduzidas pelas autoridades competentes.

O acidente aconteceu na rotatória, em frente ao Terminal Rodoviário de Arcoverde, local onde ocorrem acidentes com frequência.

Circunstâncias

O acidente aconteceu quando o jovem, que vinha de bicicleta com trajes escolares,  bateu no ônibus no momento  que fazia uma conversão na rotatória.

Ele ficou preso embaixo do ônibus e acabou vindo a óbito no local. Câmeras de vigilância no entorno e perícia poderão esclarecer a dinâmica do acidente.

Outras Notícias

Enquanto Luciano Torres comemora, Djalma Alves cobra ações do Estado

O Debate das Dez ouviu realidades diferentes dos gestores socialistas Luciano Torres e Djalma Alves. Enquanto o prefeito de Ingazeira comemora as ações anunciadas pelo governador na vinda semana passada à região, Djalma questiona a falta de um pacote de ações para o município. Luciano Torres foi só gratidão ao governador Paulo Câmara. O governador […]

O Debate das Dez ouviu realidades diferentes dos gestores socialistas Luciano Torres e Djalma Alves.

Enquanto o prefeito de Ingazeira comemora as ações anunciadas pelo governador na vinda semana passada à região, Djalma questiona a falta de um pacote de ações para o município.

Luciano Torres foi só gratidão ao governador Paulo Câmara. O governador assinou a Ordem de Serviço da PE-283, a “Estrada do 49”, entre Ingazeira e Tuparetama, ligando os município à PE 275. São 15 quilômetros de nova pavimentação asfáltica. Importante, o governador autorizou o projeto, primeiro passo para a execução da obra. A notícia foi comemorada pelo prefeito Luciano Torres.

“Ele até brincou dizendo que autorizaria também a PE de Jabitacá para um irmão não ficar com raiva do outro”, disse, referência ao prefeito de Iguaracy, seu irmão, Zeinha Torres.  O prefeito participou de praticamente toda a agenda como Presidente do Cimpajeú.

Já Djalma  questionou a demora na execução de um projeto que melhore o trevo de Riacho do Gado que dá acesso ao município. “Já tive audiência com Fernandha Batista acompanhado de Clodoldo Magalhães”, afirmou.

Djalma disse ter entregue nas mãos do governador o pedido para tapa buracos na PE entre Solidão e Tabira. Também quer a melhoria do portal de entrada de Solidão. “Queremos melhorar o portal. Criar um ponto de apoio. Entregamos um projeto à Secretaria de Turismo, via Rodrigo Novaes”.

Djalma foi sincerão. “Estamos sentindo a falta da presença maciça do estado. Sou aliado mas tenho que responder ao povo. Na rodovia mesmo, passamos três anos pedindo. Atenderam e precisamos de novo”, desabafou.

Estatuto do Desarmamento pode ser desmantelado pela “Bancada da Bala”

Do JC Online A desconfiguração do Estatuto do Desarmamento, com a flexibilização das regras que hoje burocratizam o acesso da sociedade civil às armas de fogo, seria a principal consequência de uma eventual aprovação do Projeto de Lei (PL) do deputado federal Rogério Mendonça (PMDB-SC), em discussão em uma comissão especial na Câmara dos Deputados. […]

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Do JC Online

A desconfiguração do Estatuto do Desarmamento, com a flexibilização das regras que hoje burocratizam o acesso da sociedade civil às armas de fogo, seria a principal consequência de uma eventual aprovação do Projeto de Lei (PL) do deputado federal Rogério Mendonça (PMDB-SC), em discussão em uma comissão especial na Câmara dos Deputados. De um lado, estão os que defendem, dentre outros pontos, o direito do cidadão de ter uma arma para se defender. No outro espectro, os contrários às mudanças afirmam que a violência no Brasil reduziu drasticamente desde dezembro de 2003. Um projeto de lei pede ainda que deputados federais possam ter porte de arma.

A matéria propõe mudanças na atual legislação, como a diminuição da idade permitida para compra de uma arma, de 25 para 21 anos; permissão para que pessoas com antecedentes criminais as adquiram; além de aumento da quantidade de armas e munições que podem ser compradas por pessoa. Hoje são até seis armas por indivíduo e 50 munições por arma a cada ano. O texto amplia para nove armas por cidadão e até 600 munições anuais.

Dez anos após a realização do referendo que aprovou a manutenção da venda de arma de fogo e munições, a sociedade brasileira se volta para o tema. Os favoráveis à revogação elencam motivos como a incapacidade das autoridades responsáveis pela segurança pública em proteger a sociedade, como argumenta o presidente da ONG pró-armamentista Viva Brasil, Bené Barbosa. Ele alega que, enquanto o bandido consegue ilegalmente uma arma, o cidadão de bem fica desguarnecido dentro da própria casa. Mas estudos mostram que o uso da arma contra bandidos aumenta exponencialmente o risco de vida de quem está tendo o domicílio invadido, por exemplo. Além disso, segundo o Ministério Público de São Paulo, quatro em cada dez armas usadas pelos criminosos foram compradas legalmente.

Um levantamento do Instituto Sou da Paz, com dados fornecidos pelo Exército, mostra que as pessoas, mesmo com toda restrição, conseguiram comercializar armas nesses anos. Desde 2004, mais de 500 mil armas foram vendidas no Brasil, 72 mil novos registros de armas foram concedidos a civis.

Mas quem milita na área e quer a liberalização também se baseia em dados oficiais. O advogado Fábio Campelo destaca que entre 1980 e 2010 quase 800 mil pessoas morreram vítimas de disparo. Foram 8.710 em 1980 e 38.892 em 2010, mesmo com Estatuto vigorando. Fora isso, ele alerta para o número de homicídios aqui ser três vezes maior que nos Estados Unidos. Apesar do número inferior de armas de fogo em circulação entre a população.

Organizações internacionais, como a ONU, reconhecem que o Estatuto tem saldo positivo, sendo o caminho indicado o aprofundamento, não a descaracterização. Fatores sociais, demográficos e culturais são mais apontados como causa da violência no Brasil do que o arsenal na rua. No artigo Um tiro que não saiu pela culatra, de Daniel Cerqueira e Gláucio Soares, é apresentado que mais de 120 mil pessoas seriam mortas no País, entre 2004 e 2013, sem essa legislação mais rigorosa.

DEPUTADO ARMADO

Além do projeto de lei que revisa o Estatuto, tramitam no Congresso outros que tentam garantir porte de arma a profissionais de várias áreas, como caminhoneiros e agentes socioeducativos. Mas o que promete levantar mais polêmica é a matéria de autoria do presidente da Frente Parlamentar de Segurança Pública, Alberto Fraga (DEM-DF), conhecida como “bancada da bala”, que concede porte de armas para deputados federais.

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Gilson Bento diz que aguarda orientação de Sílvio Costa Filho para definir seu nome ao governo

O prefeito de Brejinho, Gilson Bento (Progressistas) disse hoje ao Debate do Sábado na Gazeta FM que seguirá as orientações de seu Federal,  Sílvio Costa Filho, do Republicanos,  para definir sua posição para o governo do Estado. “Aprendi que a gente não pode ficar pulando de partido em partido.  Ai ninguém confia em você. O […]

O prefeito de Brejinho, Gilson Bento (Progressistas) disse hoje ao Debate do Sábado na Gazeta FM que seguirá as orientações de seu Federal,  Sílvio Costa Filho, do Republicanos,  para definir sua posição para o governo do Estado.

“Aprendi que a gente não pode ficar pulando de partido em partido.  Ai ninguém confia em você. O Deputado Sílvio ajuda muito a nossa cidade. Vou aguardar a definição dele”, disse.

Gilson comemorou o resultado de Brejinho no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) no balanço da geração de empregos formais gerados no Sertão de Pernambuco no  acumulado do ano de 2021.

No Pajeú, o melhor desempenho de 2021 no Pajeú foi de Brejinho, com 252 novos postos formais. Foram 279 admissões e 27 demissões no ano, resultando variação relativa de 237,74% no município.

Em segundo lugar na região veio São José do Egito, com 217 novos postos. Maior cidade da região, Serra Talhada contabilizou 3.278 admissões e 3.098 demissões em 2021, o que gera saldo positivo de 180 empregos formais e variação relativa de 1,98%.

Gilson creditou a alta a vários fatores, mas destacou a luta por parcerias com o Pólo de Confecções do Agreste como uma mola propulsora importante.

O gestor ainda comemorou o fim do drama hídrico com a chegada de água nas torneiras, mesmo sem o Sistema Adutor concluído.  “Mesmo de forma improvisada, a Compesa atendeu nosso município.  Espero que em até três meses a obra definitiva seja concluída”.

Ele voltou a defender a vacinação.  “Se não fosse a vacina, não tinha hospital, cemitério ou retroescavadeira abrindo covas que desse vencimento”. Ele reforçou a importância da vacinação de quem precisa completar o esquema vacinal e das crianças.

Vice-governador da BA visita PE para conhecer cooperativa criada pela AFCP

Além da evolução das cooperativas brasileiras de crédito originárias do setor rural, as cooperativas de canavieiros, responsáveis pela reativação de usinas fechadas em Pernambuco, a exemplo da Coaf, criada pela Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), têm se destacado no Nordeste. Já chama atenção até do vice-governador baiano, João Leão.  Em Pernambuco, assim […]

Além da evolução das cooperativas brasileiras de crédito originárias do setor rural, as cooperativas de canavieiros, responsáveis pela reativação de usinas fechadas em Pernambuco, a exemplo da Coaf, criada pela Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), têm se destacado no Nordeste. Já chama atenção até do vice-governador baiano, João Leão. 

Em Pernambuco, assim como em todo o país, as cooperativas de crédito originárias no setor agrícola têm se destacado. No ano passado, ampliaram sua presença no Sistema Financeiro Nacional. 

A Sicoob, a mesma que abriu há alguns anos uma agência na Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), em Recife, já é a segunda instituição em número de agências no Brasil, ficando atrás só do Banco do Brasil. 

Ela tem sido uma forte parceira financeira para cooperativas de outros ramos, como para os agricultores da Cooperativa dos Fornecedores de Cana de PE (Coaf), está já com duas unidades, uma para comercialização de insumos agro na capital recifense e outra para produção de etanol, açúcar e cachaça em Timbaúba. 

O avanço da Coaf chamou a atenção até do vice-governador baiano, João Leão. O gestor está em Pernambuco e visitará as duas unidades da cooperativa nesta quarta-feira (17).

João Leão, que está apostando no desenvolvimento de um polo sucroenergético e agroindustrial no oeste baiano, reúne-se com empresários pernambucanos a partir das 9h, na AFCP. 

Na ocasião, o presidente da Coaf e da associação anfitriã, Alexandre Andrade Lima, demonstrará o desempenho das duas unidades da cooperativa canavieira. O vice-governador conhecerá ambas in loco, iniciando pela de insumos agro durante a manhã, seguindo depois para a usina em Timbaúba, no período da tarde. A Coaf faturou R$ 244,6 milhões somente na última safra.

João Leão, durante a reunião na AFCP, aproveitará para apresentar aos empresários pernambucanos os benefícios oferecidos pelo Governo da Bahia para quem for investir no polo agroindustrial no oeste do seu estado. 

O novo secretário de Agricultura de Pernambuco está na lista de convidados, o presidente da Associação Avícola (Avipe), Juliano Malta, o presidente do Sindaçúcar/PE, Renato Cunha, o presidente do grupo sucroenergético EQM, Eduardo Monteiro, e outros empresários e políticos, a exemplo do deputado estadual, Eriberto Medeiros, presidente da Assembleia Legislativa, que confirmou a sua participação na atividade na usina cooperativada. Também garantiu presença o consultor da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), Gregório Maranhão.

Em 2020, Alexandre visitou a região baiana a convite do vice-governador. Lá, ele observou não só os benefícios fiscais oferecidos, mas também a excelente qualidade do solo e relevo, além da oferta hídrica abundante da região do São Francisco.

Segundo pesquisa, 52% das empresas brasileiras não têm programas de igualdade entre homens e mulheres

Câmara Americana entrevistou 350 gestores sobre os desafios no tratamento igualitário de homens e mulheres nas organizações  Pesquisa da Amcham (Câmara Americana de Comércio) com 350 altos executivos e executivas aponta que 52% deles consideram que as empresas não têm programas formais de igualdade entre homens e mulheres ou ação de incentivo à equidade de […]

Foto: Freepik

Câmara Americana entrevistou 350 gestores sobre os desafios no tratamento igualitário de homens e mulheres nas organizações 

Pesquisa da Amcham (Câmara Americana de Comércio) com 350 altos executivos e executivas aponta que 52% deles consideram que as empresas não têm programas formais de igualdade entre homens e mulheres ou ação de incentivo à equidade de gênero.

Na sondagem realizada em outubro de 2016, 48% dos entrevistados revelaram ter um programa estruturado de igualdade de gênero. Desse universo, 63% avaliaram os resultados de incentivo à igualdade como “regulares”, com mudanças pontuais na cultura da empresa. Só 19% dos respondentes se disseram satisfeitos com as ações e estágio atual dos respectivos programas de equidade.

Os entrevistados são, na sua maioria, gestores de recursos humanos de empresas dos mais variados portes e segmentos. Para 76% deles, as empresas ainda não tratam homens e mulheres de forma igualitária na estrutura organizacional e de gestão. Só 24% deles avaliam de forma satisfatória a temática e tratamento de gênero na sua companhia.

Na avaliação de 80%, a diferença de tratamento é percebida em maior escala na promoção de novas lideranças, com maior número de homens em nível gerencial. Outros 12% consideram a seleção o momento de maior diferenciação, com maior preferência por gênero e não por competência. E 8% apontam o estágio do desenvolvimento, com investimentos em treinamento desigual entre sexo na companhia.

Para promover em maior nível a equidade de gênero, existem três aspectos prioritários a serem trabalhados: (47%) financeiro, igualando salários e benefícios entre gêneros do mesmo cargo; (30%) recursos humanos, aumentando o número de mulheres no quadro de funcionários ; e (23%) jurídico, igualando diretos e benefícios independente de gêneros.

“Quando, para 47% dos empresários, igualar salários entre gêneros ainda é o maior obstáculo, percebemos o quanto falta avançar”, comenta Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasil, e primeira mulher a comandar, em 98 anos, a maior Câmara Americana, entre 114 existentes fora dos Estados Unidos.

Maternidade e carreira – A maioria dos entrevistados pela Amcham (86%) avalia que o papel cultural das mulheres nas estruturas familiares ainda são fatores de interrupção de carreira. Para esta maioria, as mulheres arcarem com uma parte desproporcionalmente maior das tarefas domésticas e, especialmente, na maternidade, inibe e reduz promoções e também as ambições femininas por cargos mais elevados. Para 78%%, o fator maternidade ainda gera interrupções ou pausas em plano de carreira para mulheres executivas.