Destaque, Notícias

Estudante de 13 anos morre após acidente envolvendo transporte escolar em Arcoverde

Por Nill Júnior

A Prefeitura de Arcoverde manifestou público pesar pelo falecimento do jovem Carlos Eduardo, de 13 anos, aluno da Escola de Referência em Ensino Fundamental (EREF) Jornalista Edson Regis.

O acidente, ocorrido na noite desta quinta-feira (30 de julho), envolveu um veículo do transporte escolar pertencente à Rede Municipal de Ensino.

​Em decorrência do ocorrido e em respeito à memória do estudante e à sua família, a gestão municipal comunicou a suspensão das solenidades de entrega das reformas da Escola Gumercindo Cavalcanti, evento que estava previamente agendado para esta sexta-feira (31).

​Segundo a nota oficial emitida pela administração municipal, a Secretaria Municipal de Educação está prestando assistência à família do jovem.

Além disso, a prefeitura determinou a abertura de um procedimento administrativo para apurar as circunstâncias do acidente com rigor e transparência, afirmando também colaborar com as investigações conduzidas pelas autoridades competentes.

O acidente aconteceu na rotatória, em frente ao Terminal Rodoviário de Arcoverde, local onde ocorrem acidentes com frequência.

Circunstâncias

O acidente aconteceu quando o jovem, que vinha de bicicleta com trajes escolares,  bateu no ônibus no momento  que fazia uma conversão na rotatória.

Ele ficou preso embaixo do ônibus e acabou vindo a óbito no local. Câmeras de vigilância no entorno e perícia poderão esclarecer a dinâmica do acidente.

Outras Notícias

Equipe de transição de Raquel Lyra completa envio de 35 ofícios ao Governo de Pernambuco 

A equipe de transição do governo eleito de Raquel Lyra protocolou, nesta segunda-feira (28), mais dez ofícios no Palácio das Princesas em busca de informações e documentos relacionados a ações da administração estadual. Com os de hoje, somam-se 35 ofícios destinados ao governo Paulo Câmara.  Segundo a coordenadora da equipe, a vice-governadora eleita, Priscila Krause […]

A equipe de transição do governo eleito de Raquel Lyra protocolou, nesta segunda-feira (28), mais dez ofícios no Palácio das Princesas em busca de informações e documentos relacionados a ações da administração estadual. Com os de hoje, somam-se 35 ofícios destinados ao governo Paulo Câmara. 

Segundo a coordenadora da equipe, a vice-governadora eleita, Priscila Krause (Cidadania), o grupo trabalha, agora, para se aprofundar nas respostas que já chegaram da gestão atual. 

Entre esses ofícios de hoje, destacam-se solicitação de dados sobre a administração de Fernando de Noronha, atualização sobre os programas de transferência de renda em execução pelo Governo Estadual e um pedido sobre as ações judiciais relacionadas à saúde, por exemplo. 

“Esse é mais um passo importante no processo de transição. A partir do estudo da nossa equipe técnica, já realizamos 35 ofícios e agora estamos fazendo  mergulhados na análise minuciosa das respostas que estão chegando, que são fundamentais para um diagnóstico e um planejamento bem feito. A gestão atual tem enviado documentos e está dentro do prazo legal para isso. Nesse momento, além de estarmos atentos aos processos que precisam ser continuados, ou seja, a questão da volta às aulas, estamos preocupados com algumas ações administrativas que trazem impactos para a próxima gestão”, explicou Priscila. 

De acordo com a lista dos ofícios enviados desde o dia 12 de novembro, a equipe de transição de Raquel Lyra está buscando informações de todas as áreas da gestão pública, destacando-se os pontos relativos à saúde, educação, gestão fiscal, segurança e infraestrutura. Na saúde, por exemplo, foram requeridas informações sobre a estrutura e as reformas nas unidades hospitalares estaduais. 

Na infraestrutura, o grupo busca informações, entre outras, sobre as requalificações dos aeroportos de Noronha, obras de adutoras e situação dos convênios com o Ministério do Desenvolvimento Regional. 

Na segurança, o gabinete de transição pediu mais informações sobre o Fundo Estadual de Segurança Pública e Defesa Social de Pernambuco (FESPDS) e detalhamentos sobre o sistema penitenciário. 

Além dos 35 ofícios enviados à gestão atual, em nome do coordenador da transição por parte do governo, o secretário da Casa Civil, José Neto, foram enviados três ao Tribunal de Contas do Estado e 27 aos deputados federais, no sentido de garantir recursos no Orçamento Geral da União (OGU) para obras e ações custeadas pelo Governo Federal em 2023.

Ministério da Saúde divulga cronograma do PNI de 2023

Ações estão previstas para o dia 27 de fevereiro, com foco no reforço contra a Covid-19, mas também contemplam outras doenças imunopreveníveis O Ministério da Saúde divulgou, nesta terça-feira (31), o cronograma do Programa Nacional de Vacinação 2023. As ações devem começar a partir de 27 de fevereiro, com a vacinação com doses de reforço […]

Ações estão previstas para o dia 27 de fevereiro, com foco no reforço contra a Covid-19, mas também contemplam outras doenças imunopreveníveis

O Ministério da Saúde divulgou, nesta terça-feira (31), o cronograma do Programa Nacional de Vacinação 2023. As ações devem começar a partir de 27 de fevereiro, com a vacinação com doses de reforço bivalentes contra a Covid-19 em pessoas com maior risco de desenvolver formas graves da doença, como idosos acima de 60 anos e pessoas com deficiência. Aumentar as coberturas vacinais, que apresentaram índices alarmantes nos últimos anos, é prioridade do Governo Federal.

Também está prevista a intensificação na campanha de Influenza, em abril, antes da chegada do inverno, quando as baixas temperaturas levam ao aumento nos casos de doenças respiratórias. Haverá, ainda, ação de multivacinação de poliomielite e sarampo nas escolas.

“Estamos diante de um cenário de baixas coberturas. Foi atacada a confiança da nossa população nas nossas vacinas. É fundamental retomar a rotina de vacinação para evitarmos epidemias de doenças, inclusive, já controladas”, destaca a ministra da Saúde, Nísia Trindade.

As etapas e fases foram organizadas de acordo com os estoques existentes, as novas encomendas realizadas e os compromissos de entregas assumidos pelos fabricantes das vacinas. O cronograma foi pactuado durante várias reuniões, desde o começo do ano, com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), técnicos e especialistas da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (Ctai) e na primeira reunião de 2023 da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), e pode ser alterado, adiantado ou sobreposto, caso o cenário de entregas seja modificado ou tão logo novos laboratórios tenham suas solicitações aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

VEJA O CRONOGRAMA DE CINCO ETAPAS:

Etapa 1 – fevereiro

Vacinação contra Covid-19 (reforço com a vacina bivalente)

(estimativa populacional: 52 milhões)

Público-alvo:

Pessoas com maior risco de formas graves de Covid-19;

Pessoas com mais de 60 anos;

Gestantes e puérperas;

Pacientes imunocomprometidos;

Pessoas com deficiência;

Pessoas vivendo em Instituições de Longa Permanência (ILP);

Povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas;

Trabalhadores e trabalhadoras da saúde.

Etapa 2 – março

Intensificação da vacinação contra Covid-19

Público alvo:

Toda a população com mais de 12 anos.

Etapa 3 – março

Intensificação da vacinação de Covid-19 entre crianças e adolescentes

Público alvo:

Crianças de 6 meses a 17 anos.

Estratégias e ações:

Mobilizar a comunidade escolar, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio com duas semanas de atividades de mobilização e orientação; comunicar estudantes, pais e responsáveis sobre a necessidade de levar a Caderneta de Vacinação para avaliação; 

Etapa 4 – abril

Vacinação de Influenza

Público-alvo:

Pessoas com mais de 60 anos;

Adolescentes em medidas socioeducativas;

Caminhoneiros e caminhoneiras;

Crianças de 6 meses a 4 anos;

Forças Armadas;

Forças de Segurança e Salvamento;

Gestantes e puérperas;

Pessoas com deficiência;

Pessoas com comorbidades;

População privada de liberdade;

Povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas;

Professoras e professores;

Profissionais de transporte coletivo;

Profissionais portuários;

Profissionais do Sistema de Privação de Liberdade;

Trabalhadoras e trabalhadores da saúde.

Etapa 5 – maio

Multivacinação de poliomielite e sarampo nas escolas

Estratégias e ações:

Mobilizar a comunidade escolar, com duas semanas de atividades de mobilização e orientação; reduzir bolsões de não vacinados; comunicar estudantes, pais e responsáveis sobre a necessidade de levar a Caderneta de Vacinação para avaliação; 

Baixa cobertura

O Brasil, considerado um país pioneiro em campanhas de vacinação, desde 2016, vem apresentando retrocessos nesse campo. Praticamente todas as coberturas vacinais estão abaixo da meta. Por isso, o objetivo é retomar os altos percentuais de proteção.

Diante do cenário de baixas coberturas vacinais, desabastecimento, risco de epidemias de poliomielite e sarampo, além da queda de confiança nas vacinas, o Ministério da Saúde realizou ao longo do mês de janeiro uma série de reuniões envolvendo outros ministérios.

É importante ressaltar que para todas as estratégias de vacinação propostas, as ações de comunicação e de comprometimento da sociedade serão essenciais para que as campanhas tenham efeito. A população precisa ser esclarecida sobre a importância da vacinação e os riscos de adoecimento e morte das pessoas não vacinadas.

Os principais parceiros do Ministério da Saúde no Programa Nacional de Vacinação 2023 são o Ministério da Educação e os governos estaduais e municipais.

“A gente tem o maior programa de imunização do mundo e sempre fomos exemplo. A comunicação, sem dúvidas, será fundamental para que possamos recuperar a confiança nos imunizantes”, diz a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel.

Barroso autoriza o envio ao MP de cópia de inquérito já arquivado que citava Temer

G1 O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso autorizou o envio de informações ao Ministério Público de um processo que investigou o presidente Michel Temer por supostas irregularidades no porto de Santos. Esse inquérito, arquivado em 2011 por falta de indícios, é conhecido como inquérito Santos. O material vai ser analisado numa investigação […]

Foto: Beto Barata / Presidência da República

G1

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso autorizou o envio de informações ao Ministério Público de um processo que investigou o presidente Michel Temer por supostas irregularidades no porto de Santos. Esse inquérito, arquivado em 2011 por falta de indícios, é conhecido como inquérito Santos.

O material vai ser analisado numa investigação em curso que apura se um decreto presidencial assinado por Temer em 2017 beneficiou uma empresa da área portuária, em troca de propina.

A 2ª Vara da Justiça Federal de São Paulo enviou ao Ministério Público os autos do Santos.Em dezembro do ano passado, a Polícia Federal pediu ao Supremo para ter acesso à cópia da investigação. Delegados afirmam que o inquérito antigo aponta um caminho que pode ser promissor para a atual investigação: as mesmas pessoas investigadas agora, como o presidente Temer, também foram alvo do inquérito anterior.

Os investigadores querem saber se as empresas que atuam no porto de Santos pagaram propina naquela época, e se continuaram pagando ao longo do tempo. Segundo eles, alguns esquemas de corrupção podem durar muitos anos.

No inquérito antigo há uma tabela com título: parcerias realizadas, concretizadas e a realizar. Há nomes de empresas que administram áreas no porto de Santos, como a Rodrimar, ao lado de iniciais como “MT” e valores.

Os investigadores suspeitam que “MT” pode ser uma referência a Michel Temer. Ao lado do nome da Rodrimar, por exemplo, as iniciais “MT” são seguidas de valores: 300.000 e mais 200.000 para campanha.

Há também as iniciais “MA” ao lado de 150.000 e a letra “L” ao lado de 150.000. A letra “L”, segundo investigadores, pode ser uma referência ao coronel João Baptista de Lima Filho, amigo de Temer, que também é investigado agora e tem alegado problemas de saúde para não prestar depoimento.

O presidente Michel Temer é alvo de dois inquéritos no Supremo. Recentemente, ele foi incluído no inquérito da Odebrecht. Mas é o inquérito dos portos que preocupa o Palácio do Planalto. O ministro Luís Roberto Barroso autorizou a quebra de sigilo bancário do presidente nessa investigação. Temer chegou a dizer que daria total acesso a seu extrato- mas recuou temendo desgastes.

O Palácio do Planalto e a defesa do coronel João Baptista de Lima Filho não quiseram se manifestar. A defesa do presidente Temer declarou que não teve acesso ao conteúdo do material arquivado e que vai aguardar que esse conteúdo seja anexado ao inquérito dos portos para se pronunciar.

Quaest: Raquel Lyra tem 44% e João Campos, 36%

Governadora aparece oito pontos percentuais à frente do candidato do PSB na pesquisa estimulada. Levantamento encomendado pela Globo ouviu 1.302 eleitores e tem margem de erro de três pontos percentuais. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) aparece com 44% das intenções de voto para o Governo de Pernambuco, enquanto João Campos (PSB) […]

Governadora aparece oito pontos percentuais à frente do candidato do PSB na pesquisa estimulada. Levantamento encomendado pela Globo ouviu 1.302 eleitores e tem margem de erro de três pontos percentuais.

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) aparece com 44% das intenções de voto para o Governo de Pernambuco, enquanto João Campos (PSB) tem 36%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25). O levantamento foi encomendado pela Globo.

Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Ivan Moraes (PSOL) aparece com 1%. Renan Hallais (Missão), Professora Camila (UP), Victor Assis (PCO), Guilherme Fonseca (PSTU) e Professor Jeremias do Banco (Democrata) aparecem com 0%.

Os eleitores que afirmam votar em branco, nulo ou não votar somam 7%. Outros 12% estão indecisos.

A pesquisa mostra ainda que 72% dos entrevistados consideram definitiva a escolha que fizeram até agora. Outros 27% afirmam que ainda podem mudar de candidato até a eleição, marcada para 4 de outubro. Um por cento não soube ou não respondeu.

Espontânea

Na pesquisa espontânea, em que os entrevistadores não apresentam os nomes dos candidatos, Raquel Lyra tem 33% e João Campos, 22%.

Outros candidatos somam 1%. O índice de indecisos chega a 40%, enquanto 4% afirmam que votariam em branco, nulo ou não compareceriam.

Cenário de segundo turno

A Quaest também simulou um eventual segundo turno entre Raquel e João. Nesse cenário, a governadora aparece com 47% e o candidato do PSB, com 37%.

Os indecisos representam 9%, e 7% afirmam que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois.

Continuidade ou mudança

A pesquisa perguntou também qual caminho o próximo governo estadual deveria seguir. Para 41% dos entrevistados, o governador eleito deve continuar o trabalho que vem sendo realizado. Outros 31% defendem mudanças apenas no que consideram ruim, enquanto 23% desejam uma mudança total. Cinco por cento não souberam responder.

Preferência por aliado de Lula chega a 50%

Quando questionados sobre o posicionamento político do futuro governador, 50% afirmaram preferir que o eleito seja aliado do presidente Lula. Para 29%, o governador deveria atuar de maneira independente, enquanto 17% preferem um aliado de Flávio Bolsonaro. Outros 4% não responderam.

O levantamento mediu também o peso dos apoios nacionais. Para 34%, o apoio de Lula aumenta a possibilidade de votar em determinado candidato; 44% dizem que não interfere e 18% afirmam que diminui essa possibilidade.

No caso de Flávio Bolsonaro, 15% dizem que seu apoio aumenta a chance de voto, 47% afirmam que não altera a decisão e 34% dizem que reduz a possibilidade de apoiar o candidato respaldado por ele.

Saúde é apontada como principal problema

A saúde foi citada por 33% dos entrevistados como o principal problema de Pernambuco. A violência aparece em seguida, com 21%.

Corrupção, desemprego e educação foram mencionados por 5% cada. Infraestrutura aparece com 4%; economia e pobreza ou desigualdade, com 3% cada; e enchentes, com 2%.

A Quaest ouviu 1.302 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-07828/2026.

Fonte: G1 Pernambuco

Imagem: Reprodução

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