O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) determinou, nesta segunda-feira (1º), que uma série de atos, políticas e práticas do governo brasileiro são “irrazoáveis” e “oneram ou restringem” o comércio norte-americano. Com a conclusão da investigação, respaldada pela Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, o órgão propôs a aplicação de medidas […]
O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) determinou, nesta segunda-feira (1º), que uma série de atos, políticas e práticas do governo brasileiro são “irrazoáveis” e “oneram ou restringem” o comércio norte-americano.
Com a conclusão da investigação, respaldada pela Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, o órgão propôs a aplicação de medidas corretivas e abriu o caso para consulta pública. A proposta da USTR é aplicação de tarifas de 25% sobre todas as mercadorias do Brasil, com algumas isenções.
A investigação havia sido iniciada em 15 de julho de 2025 por determinação do presidente Donald Trump. De acordo com o embaixador e Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, o governo americano mantém um diálogo intenso com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas ainda há divergências substanciais.
O prazo legal para a tomada das medidas corretivas expira em 15 de julho de 2026.
“Ao longo do último ano, o Presidente Trump e eu tivemos várias reuniões construtivas com o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o seu gabinete, que se intensificaram nas últimas semanas. Contudo, continuamos a ter divergências substanciais na resolução das questões identificadas nesta investigação”, afirmou Greer.
A conclusão da investigação ocorre dentro do prazo estabelecido para as negociações do grupo de trabalho criado pelos governos dos EUA e Brasil para tratar de temas comerciais e evitar aplicação de novas tarifas. Apesar das negociações estarem previstas para terminar nesta sexta-feira (5), os integrantes das conversas afirmaram que não houve avanços o suficiente para encerrar os trabalhos, revelou o blog do Valdo Cruz nesta segunda.
O grupo de trabalho foi instituído após a visita do presidente brasileiro ao americano em 7 de maio na Casa Branca. Nas redes sociais, a USTR chegou a celebrar o “engajamento construtivo” do governo brasileiro para avançar em questões comerciais e afirmou que aguardava com expectativa a continuidade das discussões entre os dois países.
A nova decisão frusta as intenções de Lula de ter uma nova conversa com Trump para evitar retaliações financeiras e impactos econômicos na classificação do PCC e CV como grupos terroristas.
O USTR cita que tribunais brasileiros emitiram ordens secretas para que empresas americanas de mídia social removessem conteúdos políticos e suspendessem perfis de residentes nos EUA — em alguns casos, globalmente —, proibindo a divulgação das ordens. O órgão também critica a imposição de multas severas, restrições a ativos e contas bancárias e, em ao menos um caso, o fechamento completo de um site. Além disso, o texto aponta aponta que o Banco Central do Brasil favorece o sistema Pix em detrimento de provedores americanos, agindo simultaneamente como regulador e proprietário do sistema, impondo o uso do Pix e limitando taxas de concorrentes.
O governo americano contesta os acordos comerciais mantidos pelo Brasil com o México e a Índia, dentre outras observações.
G1 A jovem Marcela Vitória de Lima Santos, de 19 anos, que teve a perna direita arrancada por um tubarão em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, passou por uma cirurgia para conter o sangramento na área atingida. Segundo o médico Petrus Andrade Lima, diretor do Hospital da Restauração, onde a paciente está internada, […]
A jovem Marcela Vitória de Lima Santos, de 19 anos, que teve a perna direita arrancada por um tubarão em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, passou por uma cirurgia para conter o sangramento na área atingida.
Segundo o médico Petrus Andrade Lima, diretor do Hospital da Restauração, onde a paciente está internada, o procedimento foi concluído no início da noite desta segunda-feira (1º).
Este é o segundo incidente com a espécie marinha em dois dias subsequentes. No domingo (31), João Lucas Castor Nemezio Sales, de 11 anos, foi mordido enquanto tomava banho na praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes. Ele está internado na mesma unidade, localizada no bairro do Derby, na área central da cidade.
De acordo com o médico Petrus de Andrade Lima, diretor do HR, a jovem chegou à unidade em estado de “choque hemorrágico profundo” e corre risco de infecção.
“Ela possivelmente ainda vai precisar de mais sangue. Ela estava em choque hemorrágico profundo, tomou sangue, deve tomar mais e, com um segundo momento que todos esses pacientes que têm uma mordedura animal correm, [há] o risco de infecção. Então, ela está, sim, também nesse risco”, informou.
Segundo Petrus, durante a cirurgia, a equipe conseguiu estancar os vasos sanguíneos lesionados e realizar o tratamento da área atingida para favorecer a cicatrização da ferida.
“Ela já chegou grave, com amputação completa do membro a um nível da coxa. Então, a cirurgia teve o propósito de parar o sangramento e regularizar a ferida que ali estava. Já concluiu a cirurgia há pouco tempo, ela está sendo organizada para ser transferida para a nossa unidade de terapia intensiva, onde dará continuidade ao tratamento”, contou.
Após o incidente, um médico de São Paulo que passeava na praia aplicou um torniquete, faixa de compressão utilizada em primeiros socorros, na área atingida. Segundo Petrus Andrade Lima, o uso da técnica foi fundamental para salvar a vida da jovem.
Nota de Esclarecimento Tenho acompanhado a repercussão de um vídeo divulgado pelo vereador Gilson Filho durante sua passagem por São José do Belmonte e considero importante esclarecer os fatos. Gilson Filho nunca havia visitado nossa cidade e escolheu justamente a semana da Cavalgada à Pedra do Reino, o evento cultural mais importante do nosso povo, […]
Tenho acompanhado a repercussão de um vídeo divulgado pelo vereador Gilson Filho durante sua passagem por São José do Belmonte e considero importante esclarecer os fatos.
Gilson Filho nunca havia visitado nossa cidade e escolheu justamente a semana da Cavalgada à Pedra do Reino, o evento cultural mais importante do nosso povo, para gravar vídeos com conteúdo político direcionado a adversários.
Ao encontrá-lo, não fiz qualquer ameaça. Quem me conhece sabe que este não é o meu perfil. Nunca tive histórico de violência, agressões ou intimidações. Minha vida sempre foi pautada pelo diálogo, pelo respeito e pela construção de amizades.
O que procurei dizer foi algo simples: grandes eventos populares reúnem milhares de pessoas, muitas delas movidas por fortes paixões políticas, culturais e emocionais. Em ambientes assim, provocações desnecessárias podem gerar reações de terceiros. Meu comentário foi um conselho de prudência, não uma ameaça.
Lamento que um trecho isolado da conversa tenha sido retirado de contexto e utilizado para construir uma narrativa diferente daquela que realmente ocorreu.
Belmonte continuará sendo uma terra acolhedora, de gente trabalhadora, que valoriza suas tradições e recebe bem todos aqueles que vêm em paz para conhecer nossa história.
Do JC PE A mais recente pesquisa Datafolha sobre a disputa pelo governo de Pernambuco detalha o comportamento do eleitorado de acordo com a região. O cruzamento dos dados revela um cenário de forte competitividade na Região Metropolitana do Recife (RMR), onde Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) aparecem numericamente empatados em uma simulação […]
A mais recente pesquisa Datafolha sobre a disputa pelo governo de Pernambuco detalha o comportamento do eleitorado de acordo com a região.
O cruzamento dos dados revela um cenário de forte competitividade na Região Metropolitana do Recife (RMR), onde Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) aparecem numericamente empatados em uma simulação de segundo turno, segundo o Datafolha. Já nos municípios do interior, a atual governadora consolida maioria das intenções de voto.
A pesquisa foi realizada com 1.022 eleitores entre os dias 25 e 27 de maio de 2026, com uma margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Simulação de segundo turno
No cenário direto entre os dois candidatos com maior pontuação, a divisão geográfica do eleitorado fica evidente. Enquanto a disputa é acirrada na capital e cidades vizinhas, o distanciamento se amplia fora da RMR, de acordo com o instituto.
Total do Estado: Raquel Lyra (51%); João Campos (44%); Branco/Nulo (4%).
Total do Estado: Raquel Lyra (51%); João Campos (44%); Branco/Nulo (4%)
Região Metropolitana (RMR): Raquel Lyra (48%); João Campos (48%); Branco/Nulo (3%)
Interior: Raquel Lyra (53%); João Campos (41%); Branco/Nulo (4%)
A pesquisa possui uma margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.
De acordo com o Datafolha, num cenário de primeiro turno, Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) aparecem tecnicamente empatados.
Raquel Lyra (PSD) – 48%;
João Campos (PSB) – 43%;
Ivan Moraes (PSOL) – 2%;
Branco/Nulo – 4%.
Na pesquisa regionalizada, o ex-prefeito do Recife aparece à frente (47%) em relação à atual governadora (43%) na Região Metropolitana do Recife. Ivan Moraes totaliza 3% das intenções de votos.
No interior do estado, de acordo com o instituto, Raquel Lyra aparece à frente (51%), seguida de João Campos (40%).
No interior do estado, de acordo com o instituto, Raquel Lyra aparece à frente (51%), seguida de João Campos (40%). Ivan Moraes aparece com 1% das intenções de votos. Brancos e nulos têm 4%.
Deputados que lutaram para aprovar a escala 6×1 na Câmara criticaram a PEC 12/2026, protocolada por 36 senadores da oposição. A proposta, encabeçada por Rogério Marinho (PL-RN) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ), possibilita a criação de uma “escala 7×0” — onde o empregado trabalha todos os dias da semana. A proposta — protocolada na última quinta-feira […]
Deputados que lutaram para aprovar a escala 6×1 na Câmara criticaram a PEC 12/2026, protocolada por 36 senadores da oposição. A proposta, encabeçada por Rogério Marinho (PL-RN) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ), possibilita a criação de uma “escala 7×0” — onde o empregado trabalha todos os dias da semana.
A proposta — protocolada na última quinta-feira (28/5), um dia depois da Câmara dos Deputados aprovar a PEC que acaba com a escala 6×1 — prevê que os empregados poderão negociar a escala de trabalho com o contratante.
“Prevê a possibilidade de opção pelos empregados quanto à jornada de trabalho, podendo escolher entre o regime comum previsto pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), ou um regime flexível baseado em horas trabalhadas”, diz.
A justificativa diz que a proposta visa ampliar a liberdade e autonomia do trabalhador na escolha de sua jornada de trabalho e, consequentemente, na definição proporcional de sua remuneração. “A PEC assegura ao empregado a escolha entre o regime tradicional da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) ou uma jornada flexível baseada em horas trabalhadas”, diz.
De acordo com a proposta, a flexibilidade de negociação permite que o trabalhador decida o modelo de jornada que melhor atenda às suas necessidades, conciliando sua vida pessoal com seu trabalho, e possibilita que ele adapte sua rotina às demandas e oportunidades do mercado de trabalho.
36 senadores assinaram a PEC. Dentre eles Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Romário (PL-RJ), Magno Malta (PL-ES), Sérgio Moro (PL-PR) e Efrain Filho (PL-PB).
A proposta está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado.
Uma criança de 11 anos foi atacada por um tubarão neste domingo (31/05), em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife (PE). O incidente aconteceu na Praia de Piedade, local que concentra o maior número de ataques historicamente. A vítima foi identificada como João Lucas Nemézio, de 11 anos. O garoto foi mordido no quadril e […]
Uma criança de 11 anos foi atacada por um tubarão neste domingo (31/05), em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife (PE).
O incidente aconteceu na Praia de Piedade, local que concentra o maior número de ataques historicamente.
A vítima foi identificada como João Lucas Nemézio, de 11 anos. O garoto foi mordido no quadril e na mão, do lado esquerdo do corpo. Ele foi atacado por volta das 13h40, horário em que banhistas acionaram o Corpo de Bombeiros.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra guarda-vidas socorrendo o menino e o transportando numa maca. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foi acionado.
Após o ataque, o garoto foi inicialmente levado para o Hospital da Aeronáutica, em Piedade. Às 14h48, o menino foi transferido para o Hospital da Restauração, no Derby, Centro do Recife.
Na unidade hospitalar, João Lucas chegou estável e foi levado diretamente ao centro cirúrgico.
Leitores do blog estão vendo a programação da Expocose 2026 e perguntam: porque em Sertânia, a prefeita Pollyanna Abreu pode estourar o limite de R$ 350 mil por atrações e em outras cidades, vale o teto? Um dos exemplos é Afogados da Ingazeira, onde o prefeito Sandrinho Palmeira anunciou a grade dizendo que cumpriria a […]
Leitores do blog estão vendo a programação da Expocose 2026 e perguntam: porque em Sertânia, a prefeita Pollyanna Abreu pode estourar o limite de R$ 350 mil por atrações e em outras cidades, vale o teto?
Um dos exemplos é Afogados da Ingazeira, onde o prefeito Sandrinho Palmeira anunciou a grade dizendo que cumpriria a orientação da AMUPE e do TCE. As atrações têm cachês no limite de R$ 350 mil cada.
O blog recebeu questionamentos: “se é lei, que lei é essa? Só serve para alguns e outros não?” – questionou.
Uma das questões é que o teto para shows trata-se de um acordo, um pacto, não uma obrigação. Ele foi feito justamente pela queixa de gestores cobrados por eventos, mas exaustos de cachês que sacrificam investimentos em outras áreas. A ideia foi justamente criar um parâmetro e um discurso para que os gestores justifiquem não ter como gastar mais de R$ 350 mil por atração. Problema agora é que parte dos prefeitos é que tem furado o acordo. Têm prefeitos aderindo, outros não.
Em Sertânia, para se ter uma ideia, o cachê de Wesley Safadão custa R$ 1,3 milhão. De Xand Avião, R$ 800 mil a R$ 1 milhão. Tarcísio do Acordeon, R$ 500 mil. e Nathan, R$ 100 a R$ 150 mil, mesma coisa de Fabinho Testado. Só aí, cerca de 3 milhões, sem contar palco, estrutura e o “e muito mais” do card. Líder do Governo Pollyanna, Luiz Abel falou em R$ 5 milhões.
Dá-se um desconto porque Pollyana Abreu anunciou Safadão por exemplo, antes do acordo, ainda em 2025. Mas o debate é sobre super cachês e necessidade de priorizar ações em saúde, educação, saneamento, infraestrutura.
A questão é essa: há um acordo, já quebrado pelos próprios prefeitos, e não há lei. Órgãos de controle podem até usá-lo e têm buscado apertar mais. Mas ainda é pouco diante da necessidade de regramento legal para limitar o pão e circo, diante das necessidades reais dos municípios.
Porquê a estratégia de João ainda não pegou? A divulgação de duas pesquisas importantes essa semana, fechando com a divulgação do Datafolha, mostraram a confirmação de uma curva de crescimento de Raquel Lyra em paralelo a uma queda com curva de João Campos. João caiu relativamente pouco, mas Raquel subiu muito. Vários fatores estão sendo […]
A divulgação de duas pesquisas importantes essa semana, fechando com a divulgação do Datafolha, mostraram a confirmação de uma curva de crescimento de Raquel Lyra em paralelo a uma queda com curva de João Campos.
João caiu relativamente pouco, mas Raquel subiu muito. Vários fatores estão sendo colocados como determinantes para essa movimentação: Raquel melhorou a avaliação positiva do governo, João Campos perdeu o alicerce que o governo do Recife lhe dava nas redes, os votos de Eduardo Moura migraram para Raquel, os Coelho melhoraram o desempenho da governadora no Sertão do São Francisco, dentre outros menos impactantes.
Mas entrando a fundo nos levantamentos, um dado chama muito a atenção: entre os eleitores que se dizem lulistas ou de esquerda, praticamente metade ou no mínimo 40% dizem votar em Raquel Lyra, com a outra metade, podendo chegar a 60% em João Campos e 12% não opinaram. Já entre os bolsonaristas, Raquel chega entre 70% e 80%. O ex-prefeito do Recife só ganha entre os que se dizem de centro, de pouco, vantagem na casa de dez pontos, em um grupo de baixa densidade eleitoral.
Resumo da ópera: João Campos e seu staff não estão colocando na cabeça do eleitorado de esquerda que ele é o nome do lulismo em Pernambuco.
Isso se explica por vários fatores, e a maioria deles não depende de João. Campos já diz aos quatro cantos que é o candidato de Lula, mas Lula não diz que seu candidato é João. Some-se a isso o partido de Lula no estado, o PT, ter aderido ao modelo “total flex”, com parte majoritária aderindo ao candidato socialista, mas nomes como João Paulo, Doriel Barros, Flávio Marques (aliadíssimo de Carlos Veras) e outros agarrados a Raquel. Isso embaralha e dá permissividade ao eleitor. “Se eles podem, porque eu não?”
Isso explica a longa reunião entre João Campos e Lula, a ponto de interferir na logística do socialista que não foi a Triunfo. A conversa durou mais que o esperado e João deve ter externado a necessidade de que Lula ponha a cara na sua campanha. Em Serra, saiu dizendo ter ouvido um sim do presidente. “Lula percorrerá o Estado comigo”.
Tudo pode acontecer, mas o momento exige para Campos um ajuste de rota, antes que não se encontre mais o rumo…
Fase três
Ainda não se chegou à terceira e decisiva fase do processo eleitoral em Pernambuco, que teve uma pré-campanha muito antecipada, a atual pré-campanha e vai viver a campanha pra valer. Ou seja, ainda há muitos fatores em jogo até o dia da eleição, o que não justifica agora nem euforia nem desespero.
Quando Raquel não poderá
A partir de 4 de julho de 2026 (três meses exatos antes do primeiro turno), a governadora Raquel Lyra não pode comparecer a inaugurações de obras públicas. A lei não proíbe a assinatura de contratos, licitações ou ordens de serviço em si, mas a Justiça Eleitoral é rigorosa. O ato não pode ter caráter de promoção pessoal ou conotação eleitoral que desequilibre a disputa. Muitos aliados de João Campos colocam agora que as ações de Raquel no estado é que desequilibram o pleito.
O preço que se paga
Sandrinho Palmeira tomou a decisão correta ao manter o teto de AMUPE e MP e só contratar artistas de até R$ 350 mil. Mas paga um preço por ver vizinhos ignorarem o definido. Matheus e Kauan estiveram em Sertânia da prefeita Pollyanna Abreu, com cachês de R$ 700 mil. E na Expocose, só Xand Avião e Wesley Safadão custam juntos mais de R$ 2 milhões. E é só um exemplo. Aí a população de Afogados pergunta: porque lá pode e aqui, não?
O blog avisou
Quando houve a definição do teto, o blog avisou: em 26 de março, em um dos comentários sobre o tema, este jornalista destacou com a manchete “Teto para cachês: tem prefeito que não vai querer se adequar”. E escreveu: haverá quem acate o teto e quem tente contornar a regra. Pelo andar da carruagem, a exceção é dos que cumprirão o teto. Como consolação, a população está acordando para essa inversão de prioridades com dinheiro público.
Múltipla recorreu
Como anunciado, o Instituto Múltipla recorreu para derrubar a liminar que busca segurar, até o julgamento do mérito, a divulgação da pesquisa divulgada na última segunda. O MDB alegou questões de ordem formal que segundo o instituto serão facilmente dirimidas. Em duas décadas de atuação, o instituto não tem nenhuma condenação na justiça.
Relatório será publicado
A censura à pesquisa só potencializou a repercussão do levantamento. Isso porquê só se quer proibir aquilo que não pode ser conhecido. Uma burrice principalmente pela imagem do instituto, que trouxe os mesmos dados do Datafolha. A ponto de gerar um compromisso: tão logo caia a liminar, o blog vai publicar o relatório da íntegra, com exclusividade, mostrando a lisura da parceria.
“Tudo combinado”
A teoria mais engraçada que foi propagada para tentar descredenciar a pesquisa foi a de que “Múltipla, Datafolha e Raquel Lyra combinaram pra sair com três dias entre uma e outra” e dar impressão de resultado verossímil.
Sandrinho acordou nas redes
Depois da pneumonia, Sandrinho Palmeira oxigenou as redes. Agora, começa a divulgar ações que muitos nem conheciam. Falta bombar e fortalecer o diálogo nos veículos de massa, como o rádio. Em nenhuma cidade com a dimensão de Afogados, a comunicação tem uma estrutura tão diminuta, praticamente nas costas de um homem só, Rodrigo Lima. Isso cobra um preço.
Pressão ou acordão ?
Ninguém ainda têm certeza do que fez a Câmara de Arcoverde dar uma guinada de 360 graus, ou um duplo twist carpado, para depois de tantas promessas de cassação pelo G9, abortarem o projeto “Luciano Pacheco fora”. Há quem diga que pesou a pressão da opinião pública nas redes e do movimento de vereadores de todo o Nordeste, sob articulação de Pacheco. E corre a informação de que teria havido um acordão pra enterrar a história, que já havia desenterrado outros podres da Casa James Pacheco. Os vereadores negam.
Inatacável
Só o jogo baixo da política pode explicar críticas que foram levadas à imprensa sobre a atuação do Secretário de Administração de Serra Talhada, Renan Pereira, em relação à condução de processos seletivos da sua pasta. Renan respondeu com equilíbrio provando não haver gato na tuba. De tão correto, sempre buscou discrição e nunca buscou holofotes para querer aparecer mais que a gestora Márcia Conrado, como fazem tantos. Tem um ditado que diz que, na política como ela é hoje, há pessoas tão boas que não prestam para esse universo. Renan se aplica bem a essa definição.
Frase da semana:
“Tá muito cedo pra pesquisa preocupar”.
Do ex-prefeito de Caruaru e aliado de João Campos, Zé Queiroz, sobre as pesquisas da semana favorecendo Raquel Lyra.
O pré-candidato João Campos (PSB) declarou que, se eleito governador, vai propor que a gestão estadual assuma a construção do trecho pernambucano da ferrovia Transnordestina como forma de contribuir com o Governo do Brasil no destravamento da obra. O compromisso foi assumido neste sábado (30), durante visita a Salgueiro, no Sertão Central. Na cidade, ele […]
O pré-candidato João Campos (PSB) declarou que, se eleito governador, vai propor que a gestão estadual assuma a construção do trecho pernambucano da ferrovia Transnordestina como forma de contribuir com o Governo do Brasil no destravamento da obra.
O compromisso foi assumido neste sábado (30), durante visita a Salgueiro, no Sertão Central. Na cidade, ele também destacou a necessidade de avançar em temas como a garantia do acesso à água e o enfrentamento ao vazio assistencial na saúde.
Os assuntos foram abordados em entrevistas concedidas pelo pré-candidato a três rádios locais. João exaltou o posicionamento estratégico de Salgueiro como “coração do semiárido”, já que é na cidade que estão localizados os entroncamentos das BRs-232 e 116 e dos ramais cearense e pernambucano da Transnordestina. “Fica aqui um compromisso: se for preciso, enquanto governador de Pernambuco, eu pedirei ao Governo Federal que ele transfira a responsabilidade da construção e da concessão da Transnordestina para o estado de Pernambuco, porque não podemos deixar que Pernambuco perca tempo”, afirmou.
Durante a visita, João caminhou pela feira do centro da cidade e promoveu mais uma edição do “Anote Aí!”, iniciativa de escuta popular. Da tribuna montada no meio da rua, o pré-candidato foi provocado a reverter, como governador, a suspensão dos atendimentos a gestantes de alto risco no Hospital Regional Inácio de Sá, em Salgueiro, medida que tem levado pacientes a terem que percorrer mais de 200 quilômetros em busca do serviço.
“Salgueiro deixou de fazer parto de alto risco. Isso não é justo com Salgueiro. Salgueiro é o coração do semiárido brasileiro, que tem mais de 1.300 municípios. Temos que abrir uma unidade de alto risco. Digo porque sei fazer. Reformei todas as maternidades do Recife e construí um hospital específico para a criança”, argumentou.
Depois da programação na cidade, João Campos foi à zona rural, onde encontrou agricultores que veem a água da transposição do Rio São Francisco passar perto de casa, mas não conseguem abastecimento. “Vocês conheceram Miguel Arraes, meu bisavô, que apagou os candeeiros e levou a eletrificação para todo canto. A gente precisa fazer o que ele fez, só que com a água da transposição. A gente precisa garantir a ligação das comunidades, por meio de obras complementares”, declarou.
As agendas foram acompanhadas pelo ex-prefeito de Salgueiro, Dr. Marcones Sá (PSB), pelo presidente estadual do PSB, deputado Sileno Guedes, pelo ex-deputado Gonzaga Patriota (PSB) e outros nomes da política da região. Ainda em Salgueiro, João Campos deve participar, à noite, de um encontro com lideranças femininas, com condução da ex-prefeita e ex-deputada Creuza Pereira (PSB).
Empolgada ao lado de Solange Almeida, a governadora Raquel Lyra puxou o coro de “A Capital do Forró”, hino do São João de Caruaru. A abertura oficial do São João de Caruaru 2026, no Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, aconteceu neste sábado (30), dando início ao ciclo junino. A noite de abertura contou com apresentações […]
Empolgada ao lado de Solange Almeida, a governadora Raquel Lyra puxou o coro de “A Capital do Forró”, hino do São João de Caruaru.
A abertura oficial do São João de Caruaru 2026, no Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, aconteceu neste sábado (30), dando início ao ciclo junino.
A noite de abertura contou com apresentações da tradicional Orquestra de Pífanos e Maestro Mozart Vieira, seguidos pelos shows de Elba Ramalho, Mari Fernandez e Solange Almeida.
Aliados credenciaram o astral da governadora às pesquisas que indicaram seu crescimento nas pesquisas e virada matemática sobre João Campos.
Raquel anunciou ao lado da vice-governadora Priscila Krause, do prefeito do município, Rodrigo Pinheiro, e de diversas outras autoridades o investimento estadual de R$ 5 milhões para o evento.
Na ocasião, a chefe do Executivo estadual ainda lançou a Operação São João Caruaru 2026, da Secretaria de Defesa Social (SDS), que vai garantir 12.742 lançamentos operacionais das forças de segurança e órgãos ligados à pasta durante os dias de festa na cidade.
“Mais do que uma festa, o São João é parte fundamental da cultura pernambucana, é muito emocionante ver o quanto ela nos toca enquanto povo. Mas além disso, essa festividade impulsiona a nossa economia, gera emprego e renda sobretudo no interior, e o Governo de Pernambuco não poderia deixar de incentivar tudo isso. Em 2026 estamos fazendo um investimento histórico nas festas juninas de todo o Estado, tudo para que a gente possa festejar com alegria e segurança em Caruaru e em todos os polos existentes do Litoral ao Sertão”, afirmou a governadora Raquel Lyra.
Do Causos e Causas A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) homologou, por unanimidade, uma a cautelar que proíbe a Prefeitura de Floresta de assumir despesas com festividades, shows e estruturas em 2026. O Acórdão T.C. № 1037/2026, relatado pelo conselheiro Dirceu Rodolfo de Melo Júnior, foi motivado por um grave quadro […]
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) homologou, por unanimidade, uma a cautelar que proíbe a Prefeitura de Floresta de assumir despesas com festividades, shows e estruturas em 2026.
O Acórdão T.C. № 1037/2026, relatado pelo conselheiro Dirceu Rodolfo de Melo Júnior, foi motivado por um grave quadro de desequilíbrio fiscal, atrasos salariais e inadimplemento previdenciário no município.
Auditoria do tribunal constatou insuficiência de caixa, atraso na folha de pagamento de servidores e falta de repasses à previdência local.
Mesmo em crise, a prefeitura deflagrou uma licitação de R$ 2,5 milhões para contratar estruturas de eventos festivos.
O TCE-PE firmou o entendimento de que despesas obrigatórias e o salário do funcionalismo devem prevalecer sobre gastos discricionários em momentos de escassez.
A corte ressaltou que a medida visa garantir a responsabilidade fiscal e o mínimo existencial aos trabalhadores do município.
O tribunal determinou obrigações imediatas à prefeita Rorró Maniçoba Novaes Ferraz, sob pena de responsabilização legal.
Dentre elas, a proibição de emitir ordens de serviço, empenhar, liquidar ou pagar shows e locações de estruturas temporárias.
Ainda Paralisação imediata do Processo Licitatório № 019/2026 (Pregão Eletrônico № 007/2026).
Também quer um Plano de Ajuste de 30 dias, apresentação de planejamento com foco na contenção de despesas discricionárias.
Regularização Previdenciária (30 dias): Comprovação do repasse das contribuições devidas ao fundo próprio FLORESTA PREV.
Quitação de Salários (30 dias): Prova de regularização dos salários atrasados de ativos, aposentados e pensionistas, além do incentivo dos agentes de saúde.
O governo brasileiro condenou nesta sexta-feira (29/5) a ofensiva dos Estados Unidos que classifica organizações criminosas brasileiras como terroristas. Em nota oficial, a Secretária de Comunicação do governo avalia que a medida “enfraquece o combate aos criminosos” e afeta áreas internas do país. O governo Lula também relacionou o enquadramento anunciado pelo Departamento de Estado […]
O governo brasileiro condenou nesta sexta-feira (29/5) a ofensiva dos Estados Unidos que classifica organizações criminosas brasileiras como terroristas. Em nota oficial, a Secretária de Comunicação do governo avalia que a medida “enfraquece o combate aos criminosos” e afeta áreas internas do país.
O governo Lula também relacionou o enquadramento anunciado pelo Departamento de Estado dos EUA à atuação da família Bolsonaro no país comandado por Trump. Em nota, o órgão chamou de “deplorável” que membros da família vão ao exterior para “defender intervenção estrangeira no Brasil“, como ocorreu com o tarifaço anunciado contra o Brasil no último ano.
“A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros”, diz trecho do posicionamento.
Ainda de acordo com a nota, medidas unilaterais e não negociadas, como a anunciada pelo Departamento de Estado nos Estados Unidos na quinta-feira (28/5), podem “enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime”.
“Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais, como o Pix, que incomodam interesses estrangeiros. Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país. A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos”, diz outro trecho do comunicado.
A nota reafirma ainda que a colaboração internacional “será bem-vinda“, mas que não será aceito o “uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia”.
O anúncio do órgão norte-americano ocorreu depois de o filho mais velho de Jair Bolsonaro (PL), senador Flávio Bolsonaro (PL), fazer visita aos Estados Unidos. Durante a passagem de dois dias por Washington, o parlamentar se reuniu com o presidente Donald Trump, o vice-presidente do país, JD Vance, e com o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.
Fotos de Ciro Nogueira em festa de Daniel Vorcaro viralizam e geram polêmica O senador piauiense Ciro Nogueira volta a enfrentar questionamentos após a divulgação de novas imagens que circulam nas redes sociais. As fotografias mostram o parlamentar ao lado de sua suposta namorada em uma festa do banqueiro Daniel Vorcaro, personagem que aparece no […]
Fotos de Ciro Nogueira em festa de Daniel Vorcaro viralizam e geram polêmica
O senador piauiense Ciro Nogueira volta a enfrentar questionamentos após a divulgação de novas imagens que circulam nas redes sociais. As fotografias mostram o parlamentar ao lado de sua suposta namorada em uma festa do banqueiro Daniel Vorcaro, personagem que aparece no centro de investigações que também alcançaram o senador.
A repercussão ocorre porque, em diversas entrevistas, Ciro Nogueira afirmou não possuir uma relação próxima com Vorcaro e minimizou os vínculos entre ambos. Agora, as imagens passaram a ser usadas por críticos para apontar uma possível contradição entre o discurso público e os registros divulgados.
O episódio ganha relevância em meio aos desdobramentos da Operação Compliance Zero, que apura supostas irregularidades envolvendo o Banco Master e pessoas ligadas ao banqueiro.
Datafolha indica liderança isolada de Lula em Pernambuco frente a Flávio Bolsonaro. O Instituto Datafolha divulgou a primeira de três pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República encomendadas pela Rede Tribuna. O levantamento mapeia a preferência do eleitorado de Pernambuco para a disputa de 2026. Foram entrevistados 1.022 eleitores em municípios de […]
Datafolha indica liderança isolada de Lula em Pernambuco frente a Flávio Bolsonaro.
O Instituto Datafolha divulgou a primeira de três pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República encomendadas pela Rede Tribuna. O levantamento mapeia a preferência do eleitorado de Pernambuco para a disputa de 2026.
Foram entrevistados 1.022 eleitores em municípios de todas as regiões de Pernambuco, entre os dias 25 e 27 de maio de 2026. O grau de confiança do levantamento é de 95%, com margem de erro de 3 pontos percentuais. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR04242/2026.
No cenário estimulado para o primeiro turno em Pernambuco, quando o entrevistador apresenta o nome dos pré-candidatos ao pesquisado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança com 56% das intenções de voto, podendo variar de 53% a 59% devido à margem de erro. O senador Flávio Bolsonaro (PL) ocupa o segundo lugar, com 24%.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) ocupa o segundo lugar, com 24%, índice que pode ir de 21% a 27% conforme os critérios técnicos da pesquisa.
Não há notícias de nenhuma ação do MDB contra o Datafolha, que ontem trouxe praticamente o mesmo resultado do Múltipla. No cenário estimulado de primeiro turno, Raquel Lyra (PSD), 48% e João Campos, 43%. Ivan Moraes (PSOL), 2%. Como a margem de erro é de 3%, estão empatados tecnicamente. Brancos e nulos somam 4%, enquanto […]
Não há notícias de nenhuma ação do MDB contra o Datafolha, que ontem trouxe praticamente o mesmo resultado do Múltipla.
No cenário estimulado de primeiro turno, Raquel Lyra (PSD), 48% e João Campos, 43%. Ivan Moraes (PSOL), 2%. Como a margem de erro é de 3%, estão empatados tecnicamente.
Brancos e nulos somam 4%, enquanto 2% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder.
O levantamento foi realizado entre os dias 25 e 27 de maio, com 1.022 entrevistas presenciais em Pernambuco. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-07888/2026 e possui nível de confiança de 95%.
Ontem, o blog mostrou que os números são incrivelmente iguais aos publicados pelo Múltipla na segunda-feira. Mas, ao contrário do instituto pernambucano, ninguém se atreveu a questionar o Datafolha, reconhecidamente um dos maiores institutos do país.
A estratégia foi óbvia: criar confusão na cabeça do eleitorado, dada a divulgação de outra pesquisa com praticamente o mesmo resultado, do Datafolha, que deu 48% a 43% pró Raquel. Soltar a informação de que uma pesquisa teria sido “suspensa” alimenta a militância e cria desinformação.
Prova disso é que o card distribuído pelos socialistas apenas informa “Justiça suspende pesquisa com Raquel na frente”, sem citar o instituto, para dar a impressão de que seria a pesquisa do instituto Datafolha, que saiu hoje.
Essa manhã, muitos jornalistas tiveram que ir às redes esclarecer que o Datafolha não havia sido alvo de decisão jurídica, dada a confusão criada intencionalmente por socialistas.
LIMINAR NÃO JULGA MÉRITO
O que houve foi uma decisão a pedido do MDB estadual, aliado serviçal do PSB, que quer proibir a divulgação da pesquisa 72 horas depois de um resultado já conhecido, alegando questões de ordem técnica e formal. Liminar é uma medida jurídica para garantir o direito em caso de dolo, que se derruba no mérito, principalmente ao se comprovar o que já é de domínio público: a lisura do Instituto, inclusive celebrado por sua credibilidade por muitos socialistas em seus municípios, quando lideram levantamentos.
Nas pesquisas anteriores, com o socialista liderando, não houve manifestação ou questionamento. A virada gerou a ação. Tanto para o blog quanto para o Múltipla, apesar de achar que a civilização avançou, não há novidades nesse sentido. Ambos confiam no trabalho que realizam e que vai continuar.
O Datafolha, aliás, mostrou a mesma tendência, o que, óbvio, não quer dizer fatura liquidada. A se conferir os próximos levantamentos.
No comentário para as rádios Itapuama FM, Pajeú FM e Cultura de Serra Talhada, trago detalhes dos motivos e estratégia que levaram o MDB, hoje sub legenda do PSB em Pernambuco, a buscar censurar a pesquisa do instituto Múltipla. Essa manhã, a repercussão mostrou o tiro no pé de quem tentou calar uma parceria exitosa […]
No comentário para as rádios Itapuama FM, Pajeú FM e Cultura de Serra Talhada, trago detalhes dos motivos e estratégia que levaram o MDB, hoje sub legenda do PSB em Pernambuco, a buscar censurar a pesquisa do instituto Múltipla.
Essa manhã, a repercussão mostrou o tiro no pé de quem tentou calar uma parceria exitosa de quase 15 anos. A imprensa séria de Pernambuco tratou o episódio como lamentável e um ataque à democracia. E que os métodos não diferenciam os que condenam a intimidação mas praticam os mesmos métodos quando têm interesses contariados.
O ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos, anunciou disse que não conseguirá participar da reunião da UVP, em Triunfo, após atraso provocado por uma audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília. Segundo João, o encontro com Lula foi “muito positivo” e serviu para discutir os palanques […]
O ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos, anunciou disse que não conseguirá participar da reunião da UVP, em Triunfo, após atraso provocado por uma audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília.
Segundo João, o encontro com Lula foi “muito positivo” e serviu para discutir os palanques políticos pelo Brasil, incluindo Pernambuco. Com a reunião se estendendo além do previsto, ele perdeu o voo para Recife e só conseguirá retornar durante a madrugada.
Apesar da ausência em Triunfo, João confirmou presença no Sertão nesta sexta-feira e afirmou que seguirá direto para Serra Talhada, onde deve chegar por volta das 11h.
“Fica aqui o meu compromisso de a gente marcar um encontro com os vereadores para falar sobre o futuro de Pernambuco. Saio daqui animado e simbora que amanhã estamos no sertão”, declarou.
Há pouco, João Campos postou imagem da reunião com Lula. “Mais uma grande reunião com o presidente Lula. Vamos juntos organizar nossos palanques para o futuro de Pernambuco e de todo o Brasil”.
A parceria do blog com o instituto Múltipla trouxe pela primeira vez considerando os institutos tidos como sérios e respeitados no estado a informação de crescimento e virada matemática da governadora Raquel Lyra sobre João Campos. Claro, os dois estão empatados tecnicamente, mas quem acompanha pesquisas e viu a curva de crescimento da governadora teve […]
A parceria do blog com o instituto Múltipla trouxe pela primeira vez considerando os institutos tidos como sérios e respeitados no estado a informação de crescimento e virada matemática da governadora Raquel Lyra sobre João Campos.
Claro, os dois estão empatados tecnicamente, mas quem acompanha pesquisas e viu a curva de crescimento da governadora teve a resposta de porquê os raquelistas comemoraram os números, dado o efeito e impacto de percepção dos números. Não há eleição acabada, muito pelo contrário, mas a semana favoreceu Raquel.
Após a divulgação dos números da Múltipla, alguns dos que discordavam do resultado recorriam ao velho expediente de descredenciar o instituto, o blog, ou os dois, com as mais variadas teorias da conspiração.
Veio o Datafolha e confirmou a tendência de alta da governadora, liderança matemática, empate técnico na margem de erro e mais uma vez, a percepção de uma eleição histórica no embate com o competitivo João Campos.
Mas, impressionante foi ver a similaridade dos institutos quando a pesquisa é traduzida em votos válidos, desconsiderando brancos, nulos e indecisos. Os números são praticamente os mesmos, com diferença na casa dos décimos.
Em válidos, o Múltipla deu 51,2% a Raquel. O Datafolha, 51,6%. No Múltipla, João Campos teve 46,4%. No Datafolha, 46,2%. Ivan Moraes teve 2,4% segundo o Múltipla e 2,2% de acordo com o Datafolha.
Mais uma vez, o instituto Múltipla e seu diretor, Ronald Falabella, provaram porque essa parceria é tão sólida e respeitada. Resumindo, não foi a pesquisa Múltipla que deu o mesmo resultado do Datafolha. Foi o Datafolha que confirmou o resultado do Múltipla. E isso faz uma grande diferença…
Saiu pesquisa Datafolha contratada pela TV Tribuna. No cenário estimulado de primeiro turno, Raquel Lyra (PSD), 48% e João Campos, 43%. Ivan Moraes (PSOL), 2%. Como a margem de erro é de 3%, estão empatados tecnicamente. Brancos e nulos somam 4%, enquanto 2% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder. O levantamento foi […]
Saiu pesquisa Datafolha contratada pela TV Tribuna.
No cenário estimulado de primeiro turno, Raquel Lyra (PSD), 48% e João Campos, 43%. Ivan Moraes (PSOL), 2%. Como a margem de erro é de 3%, estão empatados tecnicamente.
Brancos e nulos somam 4%, enquanto 2% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder.
O levantamento foi realizado entre os dias 25 e 27 de maio, com 1.022 entrevistas presenciais em Pernambuco. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-07888/2026 e possui nível de confiança de 95%.
O resultado representa uma mudança no cenário em relação ao levantamento anterior do Datafolha, divulgado em abril deste ano. Na ocasião, João Campos liderava com 50% das intenções de voto, enquanto Raquel Lyra aparecia com 38%, uma diferença de 12 pontos percentuais.
João caiu sete pontos e Raquel cresceu 10 pontos percentuais.
Avaliação Raquel
Segundo o instituto, 67% dos pernambucanos aprovam o governo Raquel Lyra e 28%, desaprovam.
45% classificam o governo como ótimo e bom, 37% como regular e 16%, como ruim e péssimo.
A pesquisa foi registrada sob o número PE-07888/2026.
Na primeira votação, o placar foi por 472 votos favoráveis e 22 contra. Já na segunda votação, a PEC que põe fim à escala 6×1 foi aprovada com 461 votos a favor e 19 contra Do Diario de Pernambuco e Agência Câmara O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na noite de quarta-feira (27), em […]
Na primeira votação, o placar foi por 472 votos favoráveis e 22 contra. Já na segunda votação, a PEC que põe fim à escala 6×1 foi aprovada com 461 votos a favor e 19 contra
Do Diario de Pernambuco e Agência Câmara
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na noite de quarta-feira (27), em primeiro e segundo turnos, a Proposta de Emenda à Constituição que põe fim à escala de trabalho 6×1.
Na primeira votação, o placar foi por 472 votos favoráveis e 22 contra. Já na segunda votação, a PEC foi aprovada com 461 votos a favor e 19 contra.
No primeiro turno, todos os deputados federais de Pernambuco a favor da proposta, que estabelece jornada de trabalho de 40 horas semanais em cinco dias com dois de descanso.
Mais tarde, na segunda votação, o deputado Eriberto Medeiros (PSB-PE) estava ausente. Os demais integrantes da bancada pernambucana mantiveram votos favoráveis à PEC.
Confira a lista completa:
Primeiro turno
Votos favoráveis:
André Ferreira (PL-PE)
Augusto Coutinho (Republicanos-PE)
Carlos Veras (PT-PE)
Clarissa Tércio (PP-PE)
Clodoaldo Magalhães (PV-PE)
Coronel Meira (PL-PE)
Eduardo da Fonte (PP-PE)
Eriberto Medeiros (PSB-PE)
Felipe Carreras (PSB-PE)
Fernando Coelho (União-PE)
Fernando Monteiro (PSD-PE)
Fernando Rodolfo (PRD-PE)
Guilherme Uchoa (PSD-PE)
Iza Arruda (MDB-PE)
Lucas Ramos (PSB-PE)
Luciano Bivar (MDB-PE)
Lula da Fonte (PP-PE)
Maria Arraes (PSB-PE)
Mendonça Filho (PL-PE)
Pastor Eurico (PSDB-PE)
Pedro Campos (PSB-PE)
Renildo Calheiros (PCdoB-PE)
Silvio Costa Filho (Republicanos-PE)
Túlio Gadêlha (PSD-PE)
Waldemar Oliveira (Avante-PE)
Segundo turno
Votos favoráveis:
André Ferreira (PL-PE)
Augusto Coutinho (Republicanos-PE)
Carlos Veras (PT-PE)
Clarissa Tércio (PP-PE)
Clodoaldo Magalhães (PV-PE)
Coronel Meira (PL-PE)
Eduardo da Fonte (PP-PE)
Felipe Carreras (PSB-PE)
Fernando Coelho (União-PE)
Fernando Monteiro (PSD-PE)
Fernando Rodolfo (PRD-PE)
Guilherme Uchoa (PSD-PE)
Iza Arruda (MDB-PE)
Lucas Ramos (PSB-PE)
Luciano Bivar (MDB-PE)
Lula da Fonte (PP-PE)
Maria Arraes (PSB-PE)
Mendonça Filho (PL-PE)
Pastor Eurico (PSDB-PE)
Pedro Campos (PSB-PE)
Renildo Calheiros (PCdoB-PE)
Silvio Costa Filho (Republicanos-PE)
Túlio Gadêlha (PSD-PE)
Waldemar Oliveira (Avante-PE)
Ausência:
Eriberto Medeiros (PSB-PE)
O projeto
O texto que irá ao Senado é um substitutivo do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) para a PEC do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que previa jornada de 36 horas, e para a PEC 8/25, da deputada Érika Hilton (Psol-SP), de igual jornada em quatro dias.
Segundo o texto, a redução da carga horária semanal será sem redução de salários e haverá uma transição para chegar às 40 horas.
Depois de dois meses da publicação da futura emenda constitucional, já valerão os dois dias de descanso remunerado por semana, um dos quais preferencialmente aos domingos.
Também a partir desse prazo o trabalhador registrado na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) contará com carga horária semanal de 42 horas.
Em um ano depois do fim desses dois meses, portanto 14 meses depois da promulgação, a jornada será de 40 horas por semana.
Durante esse prazo de um ano, convenção ou acordo coletivo de trabalho poderão ampliar a duração diária do trabalho normal (além de 8 horas diárias) para viabilizar a transição de 42 horas, respeitado o repouso remunerado de dois dias.
Piso salarial
A PEC garante que as 8 horas diárias e 40 horas semanais com dois dias de descanso serão aplicadas aos contratos de trabalho em vigor sem qualquer redução salarial, seja nominal, proporcional ou de qualquer outra espécie. A manutenção do salário será aplicada inclusive aos pisos salariais.
No entanto, há exceções previstas na própria PEC, como para portadores de diploma de curso superior que ganhem acima de 2,5 vezes o teto da Previdência (equivalente hoje a R$ 21.188,87) e para trabalhadores terceirizados em contratos de mão de obra com a administração pública.
Regimes diferenciados
Apesar de a PEC garantir parâmetros mínimos (40 horas e dois dias de descanso), ela permite que leis ordinárias estabeleçam condições e hipóteses de regimes diferenciados, respeitados esses limites e a possibilidade de turnos ininterruptos de revezamento de seis horas.
Para esses casos, como da escala 12×36 e atividades essenciais de saúde, segurança, transporte e limpeza urbana e outros, convenções ou acordos coletivos de trabalho poderão, excepcionalmente, prever um regime de compensação a fim de assegurar, na média, dois dias de repouso semanal remunerado dentro do mês-calendário.
Assim, os dias de folga semanal poderiam ser acumulados para serem tirados em outro período no mês, garantido que pelo menos um dos dias seja após uma semana de trabalho.
Menos horas
A mudança não implicará redução proporcional das jornadas de trabalho já fixadas em patamar igual ou inferior a 40 horas semanais, cujos trabalhadores contarão também com os dois dias de descanso remunerado semanal.
Outro ponto que começa a valer depois de dois meses da publicação da futura emenda constitucional é a perda de validade de cláusulas de convenções e acordos coletivos sobre duração do trabalho e repouso semanal remunerado incompatíveis com o novo patamar.
Microempreendedor
Fruto das negociações em torno do texto, o deputado Leo Prates incorporou dispositivo para remeter a uma lei complementar a definição de regras transitórias para diminuir o impacto da mudança em microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte.
Embora não esteja no texto, a ideia é que os MEIs possam contratar dois em vez de um empregado como é permitido hoje. O governo também aceitou reajustar os valores de enquadramento de MEIs, micro e pequenas empresas no Simples Nacional.
A PEC diz que essas medidas serão condicionadas à manutenção de níveis de emprego.
Sem limite
Sob o argumento de que irá desestimular a “pejotização” (contratação de trabalhador como pessoa jurídica), Prates propõe que as regras constitucionais de duração do trabalho (40h semanais e 8h diárias) e as de controle de jornada não sejam aplicadas ao empregado portador de diploma de nível superior que receba acima de 2,5 vezes o teto da Previdência, que daria hoje o equivalente a R$ 21.188,87 (R$ 8.475,55 de teto).
A exceção seria por liberalidade do empregador (se ele quiser) ou se houver previsão em acordo ou convenção coletiva de trabalho.
O repouso remunerado de dois dias por semana deve ser cumprido e a nova norma não será aplicada a empregados públicos da administração direta e indireta de quaisquer dos poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. A Justiça do Trabalho deverá processar e julgar as ações relativas a essa regra.
Como essa regra entra em vigor imediatamente depois da publicação da emenda constitucional, os contratos em vigor deveriam ser adaptados, podendo implicar jornadas de trabalho superiores a 44 horas semanais se não existir acordo coletivo ou convenção para determinada carreira.
Terceirização
A fim de evitar impacto imediato nos contratos vigentes de trabalho terceirizado na administração direta e indireta dos entes federativos, o texto condiciona a mudança para 42 horas e depois para 40 horas, conforme a transição, ao aditamento do contrato entre a empresa fornecedora da mão de obra e a administração. Isso manteria o equilíbrio econômico-financeiro do contrato.
O aditamento deve ocorrer em um ano após a publicação da futura emenda e envolve contratos regidos pela legislação de licitações e contratos administrativos (pessoal de segurança e limpeza, p. ex.), de concessões e permissões de serviços e obras públicas (administradoras de aeroportos ou concessionárias de rodovias, p. ex.), de parcerias público-privadas e de outros instrumentos de colaboração com a iniciativa privada (organizações sociais, p. ex.).
Para todos esses trabalhadores será assegurada igualmente a não redução de salários e, caso o aditamento do contrato não saia no prazo previsto, as reduções da jornada semanal para 42h e 40h valerão independentemente disso.
Se a mudança contratual for realizada no tempo determinado, a nova jornada valerá a partir da data de sua formalização.
Assim, os contratos que venham a ser reformulados nos dois meses iniciais de publicação da futura emenda deverão prever a redução para 42 horas prevista na transição e o repouso remunerado de dois dias semanais.
Após a repercussão do cancelamento do show de Tarcísio do Acordeon em Tabira, a secretária de Cultura do município, Neide Nascimento, confirmou em entrevista à Rádio Pajeú que a decisão de suspender a apresentação partiu da própria Prefeitura de Tabira. O show fazia parte da programação dos 77 anos de emancipação política da cidade, mas […]
Após a repercussão do cancelamento do show de Tarcísio do Acordeon em Tabira, a secretária de Cultura do município, Neide Nascimento, confirmou em entrevista à Rádio Pajeú que a decisão de suspender a apresentação partiu da própria Prefeitura de Tabira.
O show fazia parte da programação dos 77 anos de emancipação política da cidade, mas acabou sendo cancelado em cima da hora devido às fortes chuvas registradas no município. Em nota divulgada ainda na terça, a gestão municipal informou que a medida foi tomada por questões de segurança.
Durante participação no quadro Radar das Treze, dentro do programa A Tarde é Sua desta quarta-feira (27), o comunicador Alyson Nascimento conversou com a secretária, que detalhou os motivos da decisão. Segundo Neide, a previsão indicava continuidade das chuvas durante toda a madrugada, o que aumentava os riscos para o público, artistas e equipes técnicas envolvidas no evento.
Ainda de acordo com a secretária, após diálogo com a produção de Tarcísio do Acordeon, ficou acertada a remarcação do show para o próximo dia 13 de agosto, durante a tradicional Festa de Agosto, realizada no município.
A gestão reforça que a prioridade foi preservar a segurança de todos os envolvidos nas festividades.
Já o empresário de Tarcísio do Acordeon, Jeovane Guedes, da Top Eventos, entrou em contato com o Blog Helio Leite e disse que a banda já estava na cidade, pronta para subir ao palco, quando foi surpreendida com a decisão de cancelamento. Jeovane destacou que, ao contrário do que vem sendo comentado, o motivo não teve relação com falta de pagamento.
Segundo ele, o cancelamento ocorreu devido à redução significativa do público no evento, causada pelas fortes chuvas que atingiram toda a região. Ainda conforme o empresário, a decisão partiu da gestão municipal.
“Fomos pegos de surpresa com a ligação do prefeito de Tabira solicitando o cancelamento. Diante da situação, tivemos que atender”, explicou.
Na noite desta quarta-feira(27), a Câmara dos Deputados aprovou em primeiro turno a PEC que prevê o fim da escala 6×1. A proposta recebeu 472 votos favoráveis e agora segue para as próximas etapas de tramitação no Congresso Nacional, inclusive no Senado. Antes, a comissão especial que discute a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) […]
Na noite desta quarta-feira(27), a Câmara dos Deputados aprovou em primeiro turno a PEC que prevê o fim da escala 6×1. A proposta recebeu 472 votos favoráveis e agora segue para as próximas etapas de tramitação no Congresso Nacional, inclusive no Senado.
Antes, a comissão especial que discute a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da redução da jornada de trabalho na Câmara dos Deputados aprovou o parecer do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA).
O parecer reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais.
O texto também fixa uma transição de até 14 meses para a redução de horas, com queda de duas horas após dois meses da promulgação da PEC.
A proposta poderia ter sido votada já na segunda (25), mas o deputado Maurício Marcon (PL-SP) pediu vista e adiou a análise.
Com a aprovação na comissão, o parecer seguiu para o plenário da Câmara, onde foi aprovado.
A tramitação célere da PEC contou com o apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que marcou sessões extras na Casa para vencer o prazo para apresentação de emendas na comissão.
Governadora admite problema de superlotação em alguns hospitais, fiz que problema não é de hoje e que ampliou leitos A governadora Raquel Lyra (PSD) se pronunciou ontem sobre a denúncia da oposição de que o estado reduziu em R$ 1,5 bilhão os investimentos na área desde 2022, último ano da pandemia de Covid-19. O documento […]
Governadora admite problema de superlotação em alguns hospitais, fiz que problema não é de hoje e que ampliou leitos
A governadora Raquel Lyra (PSD) se pronunciou ontem sobre a denúncia da oposição de que o estado reduziu em R$ 1,5 bilhão os investimentos na área desde 2022, último ano da pandemia de Covid-19. O documento cita queda na oferta de leitos, superlotação e estrutura precária nos hospitais.
Raquel foi questionada sobre o assunto durante uma visita ao Hospital Otávio de Freitas, na Zona Oeste do Recife, onde participou da inauguração de um bloco cirúrgico ambulatorial. Em entrevista coletiva, ela admitiu que há superlotação nos hospitais, mas negou que haja queda de investimentos na rede de saúde.
Ela disse que, em 2025, o governo fez o maior investimento na saúde nos últimos anos. No entanto, não informou quanto a gestão investiu desde 2022.
“Não está do jeito que a gente quer ainda, não, mas não tenha dúvida de que é o maior investimento da história do nosso estado nesses últimos três anos. […] Não houve redução (de investimentos) […]. Existe, sim, superlotação de hospitais. […] Eu não estou querendo aqui terceirizar qualquer responsabilidade, mas o processo de lotação dos hospitais não vem de hoje”, declarou.
Também presente no evento, a secretária de Saúde, Zilda Cavalcanti, também negou que tenha tido redução na oferta de leitos nos hospitais públicos do estado. Segundo a gestora, o estado gastou, em 2025, R$ 500 milhões na infraestrutura das unidades.
“Acho que precisa de esclarecimento de detalhes. Por exemplo, foi alegado que a gente fechou leitos na saúde e isso, definitivamente, não corresponde à realidade. Nós tivemos a abertura de 670 novos leitos. Com as reformas, ampliação e construção, que já estão todas em andamento, nós entregaremos 1.500 novos leitos à rede de saúde do estado, de forma regionalizada, descentralizada”, disse.
Após as entrevistas, a Secretaria de Saúde de Pernambuco enviou uma nota informando que, entre 2022 e 2025, o orçamento total executado na área saiu de R$ 8,67 bilhões para R$ 11,42 bilhões, gerando um crescimento real de R$ 2,74 bilhões.
A nota diz também que a atual gestão abriu 670 novos leitos hospitalares definitivos. Sobre o fechamento de unidades no Recife e em Caruaru, o governo informou que foram abertos leitos na mesma quantidade e perfil, sem alteração no número total de leitos na rede.
Em relação ao Hospital Central de Paulista, adquirido pelo governo, a unidade vai começar a operar nas próximas semanas.
Do Blog Júnior Campos O cenário político de Pernambuco pode ganhar um novo capítulo nos próximos dias. Após a divulgação da pesquisa Múltipla, que apontou uma mudança importante na disputa pelo Governo do Estado, uma nova pesquisa eleitoral foi oficialmente registrada na Justiça Eleitoral. O levantamento foi protocolado sob o número PE-07888/2026, registrado pelo Datafolha […]
O cenário político de Pernambuco pode ganhar um novo capítulo nos próximos dias. Após a divulgação da pesquisa Múltipla, que apontou uma mudança importante na disputa pelo Governo do Estado, uma nova pesquisa eleitoral foi oficialmente registrada na Justiça Eleitoral.
O levantamento foi protocolado sob o número PE-07888/2026, registrado pelo Datafolha Instituto de Pesquisas Ltda., contratado pela Nassau Editora Rádio e TV Ltda., empresa ligada ao grupo responsável pela Rede Tribuna. O registro foi realizado no sistema da Justiça Eleitoral em 22 de maio de 2026, conforme estabelece a legislação eleitoral.
A expectativa em torno do novo levantamento aumenta porque ele surge logo após a pesquisa Múltipla, indicar pela primeira vez uma liderança matemática da governadora Raquel Lyra sobre João Campos.
No levantamento estimulado, Raquel apareceu com 43% das intenções de voto, contra 39% de João Campos. Ivan Moraes surgiu com 2%. Indecisos somaram 8%, enquanto 7% disseram votar em branco ou nulo.
Apesar da diferença numérica, considerando a margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, o cenário ainda configura empate técnico. A governadora poderia variar entre 40% e 46%, enquanto João Campos ficaria entre 36% e 42%.
A comparação com pesquisas anteriores também chamou atenção. Em fevereiro, João Campos aparecia com 42%, enquanto Raquel tinha 29%. Com os números atuais, a governadora apresentou crescimento de 14 pontos percentuais, enquanto o pré-candidato do PSB registrou queda de 3 pontos.
A divulgação do levantamento é aguardada para medir se a tendência apontada pela pesquisa Múltipla será confirmada ou se haverá mudanças no quadro da corrida pelo Palácio do Campo das Princesas.
Por Igor Gadelha – Metrópoles O senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi recebido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na tarde da terça-feira (26/5), na Casa Branca. O encontro aconteceu no Salão Oval, como é chamado o principal escritório do presidente norte-americano dentro da Casa Branca. Flávio estava acompanhado do irmão Eduardo Bolsonaro. […]
O senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi recebido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na tarde da terça-feira (26/5), na Casa Branca.
O encontro aconteceu no Salão Oval, como é chamado o principal escritório do presidente norte-americano dentro da Casa Branca. Flávio estava acompanhado do irmão Eduardo Bolsonaro.
A reunião não tinha sido incluída na agenda oficial de Trump divulgada pela Casa Branca. No período da tarde, a agenda previa apenas reuniões políticas internas do presidente americano.
Flávio foi ao encontro de Trump usando um terno azul e uma gravata listrada amarela e verde, cores da bandeira do Brasil. Ele também fez questão de usar o broche de senador brasileiro.
A intenção do senador é usar a reunião com Trump para tentar ofuscar a crise de imagem na qual mergulhou nos últimos dias, após vir à tona sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro.
O filho mais velho de Jair Bolsonaro também pretende usar a foto ao lado do presidente americano para demonstrar que tem prestígio no cenário internacional e que sua candidatura é para valer.
A ideia é ainda usar o encontro para reforçar a narrativa de que, apesar da crise do Caso Master, Flávio é visto pela Casa Branca como um candidato competitivo na disputa eleitoral de 2026 no Brasil.
A agenda entre Trump e o filho mais velho de Jair Bolsonaro aconteceu cerca de 20 dias depois de o presidente americano receber o presidente Lula na Casa Branca e elogiar o petista.
Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) fixou nesta terça-feira (26) o fim da aposentadoria compulsória remunerada como penalidade máxima imposta a juízes. Os ministros confirmaram o entendimento de uma decisão individual do ministro Flávio Dino, relator do caso, e rejeitaram um recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR). Em março deste ano, […]
Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) fixou nesta terça-feira (26) o fim da aposentadoria compulsória remunerada como penalidade máxima imposta a juízes.
Os ministros confirmaram o entendimento de uma decisão individual do ministro Flávio Dino, relator do caso, e rejeitaram um recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Em março deste ano, Dino determinou que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deverá aplicar a perda do cargo de magistrado, e a consequente perda de salário, como a maior punição por violações disciplinares.
Ou seja, a aposentadoria compulsória deixa de ser a principal sanção para casos mais graves. A medida era duramente criticada porque afastava o juiz da função, mas mantinha a remuneração mensal proporcional ao tempo de serviço.
A medida vale para juízes e ministros de todos os tribunais, menos o Supremo Tribunal Federal (STF).
No julgamento desta terça, a única divergência foi do ministro Cristiano Zanin, que discordou da tese de que os casos de perda de cargo após a decretação da aposentadoria compulsória devam tramitar no Supremo, como defenderam os colegas.
A avaliação da maioria da turma é de que as decisões do CNJ nos casos de perda de cargo precisam ser referendada pelo STF, já que o cargo de juiz é vitalício.
Além de uma garantia do processo legal, a medida é vista como uma forma de evitar que os casos se arrastem na Justiça por muito tempo sem uma decisão definitiva.
No julgamento, Dino defendeu que não se discute a possibilidade do cargo para magistrado.
“A vitaliciedade não significa que alguém ingressa no reino dos céus de beca e de capa. Não ingressará nessa condição. Não será chamado de meritíssimo. Lá a roupa não é preta, é branca. A vitaliciedade significa tão somente que há perda do cargo, porém com sentença judicial transitada em julgado”.
Para o ministro, a aposentadoria transfere para a sociedade o ônus por uma punição que deve ser do magistrado.
Na sequência, Humberto Costa (17%), Eduardo da Fonte e Miguel Coelho (13%) e Anderson Ferreira, com 11%. Túlio Gadêlha tem 5%. Jô Cavalcanti, Fernando Dueire e Paulo Rubem, 2% cada Levantamento do Instituto Múltipla sobre a corrida ao Senado em Pernambuco mostra a ex-deputada Marília Arraes (PDT) na liderança da disputa. No cenário estimulado, em […]
Na sequência, Humberto Costa (17%), Eduardo da Fonte e Miguel Coelho (13%) e Anderson Ferreira, com 11%. Túlio Gadêlha tem 5%. Jô Cavalcanti, Fernando Dueire e Paulo Rubem, 2% cada
Levantamento do Instituto Múltipla sobre a corrida ao Senado em Pernambuco mostra a ex-deputada Marília Arraes (PDT) na liderança da disputa. No cenário estimulado, em que os entrevistados podiam citar até dois nomes, Marília aparece com 26% das intenções de voto.
Na sequência aparecem Humberto Costa (PT), com 17%, e Eduardo da Fonte (PP) e Miguel Coelho (UB), ambos com 13%. Anderson Ferreira (PL) soma 11%.
A pesquisa foi feita antes da notícia de que Ferreira desistirá do pleito para o Senado e considera Dudu da Fonte e Miguel como pré-candidatos dada a indefinição pela segunda vaga na chapa de Raquel Lyra.
Também foram citados Túlio Gadêlha, com 5%, além de Jô Cavalcanti, Fernando Dueire e Paulo Rubem Santiago, todos com 2%.
Os que declararam voto em branco ou nulo para as duas vagas somam 21%, enquanto 24% disseram estar indecisos ou preferiram não opinar nas duas escolhas.
O levantamento foi realizado entre os dias 16 e 20 de maio, com 1.070 entrevistas em Pernambuco. A margem de erro é de três pontos percentuais. Está registrada sob os números PE – 07611/2026 e BR – 00432/2026.
Pesquisa do Instituto Múltipla realizada em Pernambuco aponta liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pela Presidência da República em 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 55% das intenções de voto, contra 20% de Flávio Bolsonaro. Outros nomes citados na pesquisa aparecem com 1% cada: Romeu Zema, Ronaldo […]
Pesquisa do Instituto Múltipla realizada em Pernambuco aponta liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pela Presidência da República em 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 55% das intenções de voto, contra 20% de Flávio Bolsonaro.
Outros nomes citados na pesquisa aparecem com 1% cada: Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury. Branco e nulos somam 12%, enquanto 7% disseram estar indecisos.
No cenário de segundo turno, Lula amplia a vantagem e alcança 61% das intenções de voto, diante de 24% de Flávio Bolsonaro. Brancos e nulos representam 11%, enquanto 3% se disseram indecisos.
Em fevereiro, no cenário estimulado mais amplo, Lula alcançou 50%, e Flávio Bolsonaro, 17%. Lula cresceu 5% e Flávio, 3%.
No cenário de segundo turno, Lula teve 56% contra 23% de Flávio Bolsonaro. Nessa comparação, Lula cresceu 5% e Flávio, 1%.
Avaliação do Governo Lula
Em Pernambuco, 61% aprovam o governo Lula, contra 33% que desaprovam. Não opinaram 6%.
A pesquisa ouviu 1.070 eleitores entre os dias 16 e 20 de maio de 2026 em todas as regiões do Estado. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Tem o número de identificação PE – 07611/2026 e BR – 00432/2026.
Após quase quatro horas de leitura do relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de trabalho 6×1, o deputado Maurício Marcon (PL-RS) pediu vista, isto é, mais tempo para analisar o texto. Com isso, a sessão desta segunda-feira (25/5) foi suspensa. A comissão especial volta a analisar o parecer […]
Após quase quatro horas de leitura do relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de trabalho 6×1, o deputado Maurício Marcon (PL-RS) pediu vista, isto é, mais tempo para analisar o texto. Com isso, a sessão desta segunda-feira (25/5) foi suspensa.
A comissão especial volta a analisar o parecer elaborado pelo relator Léo Prates (Republicanos-PB) na quarta-feira (27/5), após o prazo regimental de dois dias para mais tempo de análise da matéria.
A previsão é que, se aprovada, a PEC seja votada no plenário na quinta-feira (28/5), onde precisa de 2/3 dos votos para seguir para o Senado, o que equivale a 308 votos em dois turnos de votação.
O texto do parecer foi costurado pelo relator com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após reunião na manhã desta segunda.
Segundo o relatório, a jornada será reduzida a 42 horas em 2026 e 40 horas em 2027. Em 60 dias após a promulgação do texto, haverá uma redução imediata de duas horas. Mais duas horas serão reduzidas da jornada após 12 meses.
Com a definição, a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais será aplicada em uma prazo máximo de 14 meses. O texto estabelece que não haja redução salarial.
Quem é o Deputado
Em 2024, o TRE do Rio Grande do Sul cassou o diploma do deputado federal, então no Podemos, porque seu partido à época usou candidatura laranja para fraudar a cota de mulheres nas eleições de 2022. Ele foi “diretamente beneficiado pela fraude à quota de gênero e interferência do poder econômico e dos meios de comunicação social”. Mas Marcon segue no mandato enquanto o TSE não avalia o caso. Ele se filiou ao PL e é ligado à família Bolsonaro.
Desconfiança
O pedido de vistas dá tempo para os setores contrários à medida, como as bancadas do Agro, do PL e da direita extremada, bem como os influenciados pelo lobbie do empresariado rotulado como escravagista ganhem tempo para tentar desconstruir o acordo.
Sem vigilância e pressão da sociedade a proposta aprovada teria transição de dez anos e possibilidade de jornadas com até 52 horas semanais.
Em Pernambuco, apoiaram inicialmente essa medida os deputados Pastor Eurico, Coronel Meira, Augusto Coutinho, Clarissa Tércio e Fernando Filho.
O Diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, analisou falando ao Debate das Dez da Rádio Pajeú os fatores que podem ter influenciado o crescimento de Raquel Lyra nas pesquisas em relação aos últimos meses. A governadora Raquel Lyra (PSD) lidera pela primeira vez matematicamente as intenções de voto para o governo de Pernambuco de acordo […]
O Diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, analisou falando ao Debate das Dez da Rádio Pajeú os fatores que podem ter influenciado o crescimento de Raquel Lyra nas pesquisas em relação aos últimos meses.
A governadora Raquel Lyra (PSD) lidera pela primeira vez matematicamente as intenções de voto para o governo de Pernambuco de acordo com pesquisa Múltipla contratada com exclusividade pelo blog.
Na pesquisa estimulada, em que são oferecidas as opções para o entrevistado, ela tem 43%, contra 39% do ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao governo, João Campos, do PSB.
Ivan Moraes, do PSOL, aparece com 2%. Não opinaram 1% dos entrevistados. Indecisos são 8%. Votam branco e nulo 7%.
Um dos fatores que explicam a mudança de percepção do eleitor, segundo Ronald Falabella, Diretor do Instituto Múltipla, é a avaliação da governadora Raquel Lyra, que apresentou melhora, além do seu crescimento na Região Metropolitana do Recife. João lidera, mas com uma vantagem menor, de 50% a 36%. Raquel vence no Sertão (47% a 41%), Agreste (52% a 33%) e Zona da Mata (49% a 30%). Assista a toda a análise, publicada no comentário de hoje nas rádios Itapuama FM, Pajeú e Cultura FM:
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