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Fim da escala 6×1: veja como votaram os deputados de Pernambuco

Por Nill Júnior

Na primeira votação, o placar foi por 472 votos favoráveis e 22 contra. Já na segunda votação, a PEC que põe fim à escala 6×1 foi aprovada com 461 votos a favor e 19 contra

Do Diario de Pernambuco e Agência Câmara

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na noite de quarta-feira (27), em primeiro e segundo turnos, a Proposta de Emenda à Constituição que põe fim à escala de trabalho 6×1.

Na primeira votação, o placar foi por 472 votos favoráveis e 22 contra. Já na segunda votação, a PEC foi aprovada com 461 votos a favor e 19 contra.

No primeiro turno, todos os deputados federais de Pernambuco a favor da proposta, que estabelece jornada de trabalho de 40 horas semanais em cinco dias com dois de descanso.

Mais tarde, na segunda votação, o deputado Eriberto Medeiros (PSB-PE) estava ausente. Os demais integrantes da bancada pernambucana mantiveram votos favoráveis à PEC.

Confira a lista completa:

Primeiro turno

Votos favoráveis:

André Ferreira (PL-PE)

Augusto Coutinho (Republicanos-PE)

Carlos Veras (PT-PE)

Clarissa Tércio (PP-PE)

Clodoaldo Magalhães (PV-PE)

Coronel Meira (PL-PE)

Eduardo da Fonte (PP-PE)

Eriberto Medeiros (PSB-PE)

Felipe Carreras (PSB-PE)

Fernando Coelho (União-PE)

Fernando Monteiro (PSD-PE)

Fernando Rodolfo (PRD-PE)

Guilherme Uchoa (PSD-PE)

Iza Arruda (MDB-PE)

Lucas Ramos (PSB-PE)

Luciano Bivar (MDB-PE)

Lula da Fonte (PP-PE)

Maria Arraes (PSB-PE)

Mendonça Filho (PL-PE)

Pastor Eurico (PSDB-PE)

Pedro Campos (PSB-PE)

Renildo Calheiros (PCdoB-PE)

Silvio Costa Filho (Republicanos-PE)

Túlio Gadêlha (PSD-PE)

Waldemar Oliveira (Avante-PE)

Segundo turno

Votos favoráveis:

André Ferreira (PL-PE)

Augusto Coutinho (Republicanos-PE)

Carlos Veras (PT-PE)

Clarissa Tércio (PP-PE)

Clodoaldo Magalhães (PV-PE)

Coronel Meira (PL-PE)

Eduardo da Fonte (PP-PE)

Felipe Carreras (PSB-PE)

Fernando Coelho (União-PE)

Fernando Monteiro (PSD-PE)

Fernando Rodolfo (PRD-PE)

Guilherme Uchoa (PSD-PE)

Iza Arruda (MDB-PE)

Lucas Ramos (PSB-PE)

Luciano Bivar (MDB-PE)

Lula da Fonte (PP-PE)

Maria Arraes (PSB-PE)

Mendonça Filho (PL-PE)

Pastor Eurico (PSDB-PE)

Pedro Campos (PSB-PE)

Renildo Calheiros (PCdoB-PE)

Silvio Costa Filho (Republicanos-PE)

Túlio Gadêlha (PSD-PE)

Waldemar Oliveira (Avante-PE)

Ausência:

Eriberto Medeiros (PSB-PE)

O projeto

O texto que irá ao Senado é um substitutivo do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) para a PEC do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que previa jornada de 36 horas, e para a PEC 8/25, da deputada Érika Hilton (Psol-SP), de igual jornada em quatro dias.

Segundo o texto, a redução da carga horária semanal será sem redução de salários e haverá uma transição para chegar às 40 horas.

Depois de dois meses da publicação da futura emenda constitucional, já valerão os dois dias de descanso remunerado por semana, um dos quais preferencialmente aos domingos.

Também a partir desse prazo o trabalhador registrado na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) contará com carga horária semanal de 42 horas.

Em um ano depois do fim desses dois meses, portanto 14 meses depois da promulgação, a jornada será de 40 horas por semana.

Durante esse prazo de um ano, convenção ou acordo coletivo de trabalho poderão ampliar a duração diária do trabalho normal (além de 8 horas diárias) para viabilizar a transição de 42 horas, respeitado o repouso remunerado de dois dias.

Piso salarial

A PEC garante que as 8 horas diárias e 40 horas semanais com dois dias de descanso serão aplicadas aos contratos de trabalho em vigor sem qualquer redução salarial, seja nominal, proporcional ou de qualquer outra espécie. A manutenção do salário será aplicada inclusive aos pisos salariais.

No entanto, há exceções previstas na própria PEC, como para portadores de diploma de curso superior que ganhem acima de 2,5 vezes o teto da Previdência (equivalente hoje a R$ 21.188,87) e para trabalhadores terceirizados em contratos de mão de obra com a administração pública.

Regimes diferenciados

Apesar de a PEC garantir parâmetros mínimos (40 horas e dois dias de descanso), ela permite que leis ordinárias estabeleçam condições e hipóteses de regimes diferenciados, respeitados esses limites e a possibilidade de turnos ininterruptos de revezamento de seis horas.

Para esses casos, como da escala 12×36 e atividades essenciais de saúde, segurança, transporte e limpeza urbana e outros, convenções ou acordos coletivos de trabalho poderão, excepcionalmente, prever um regime de compensação a fim de assegurar, na média, dois dias de repouso semanal remunerado dentro do mês-calendário.

Assim, os dias de folga semanal poderiam ser acumulados para serem tirados em outro período no mês, garantido que pelo menos um dos dias seja após uma semana de trabalho.

Menos horas

A mudança não implicará redução proporcional das jornadas de trabalho já fixadas em patamar igual ou inferior a 40 horas semanais, cujos trabalhadores contarão também com os dois dias de descanso remunerado semanal.

Outro ponto que começa a valer depois de dois meses da publicação da futura emenda constitucional é a perda de validade de cláusulas de convenções e acordos coletivos sobre duração do trabalho e repouso semanal remunerado incompatíveis com o novo patamar.

Microempreendedor

Fruto das negociações em torno do texto, o deputado Leo Prates incorporou dispositivo para remeter a uma lei complementar a definição de regras transitórias para diminuir o impacto da mudança em microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte.

Embora não esteja no texto, a ideia é que os MEIs possam contratar dois em vez de um empregado como é permitido hoje. O governo também aceitou reajustar os valores de enquadramento de MEIs, micro e pequenas empresas no Simples Nacional.

A PEC diz que essas medidas serão condicionadas à manutenção de níveis de emprego.

Sem limite

Sob o argumento de que irá desestimular a “pejotização” (contratação de trabalhador como pessoa jurídica), Prates propõe que as regras constitucionais de duração do trabalho (40h semanais e 8h diárias) e as de controle de jornada não sejam aplicadas ao empregado portador de diploma de nível superior que receba acima de 2,5 vezes o teto da Previdência, que daria hoje o equivalente a R$ 21.188,87 (R$ 8.475,55 de teto).

A exceção seria por liberalidade do empregador (se ele quiser) ou se houver previsão em acordo ou convenção coletiva de trabalho.

O repouso remunerado de dois dias por semana deve ser cumprido e a nova norma não será aplicada a empregados públicos da administração direta e indireta de quaisquer dos poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. A Justiça do Trabalho deverá processar e julgar as ações relativas a essa regra.

Como essa regra entra em vigor imediatamente depois da publicação da emenda constitucional, os contratos em vigor deveriam ser adaptados, podendo implicar jornadas de trabalho superiores a 44 horas semanais se não existir acordo coletivo ou convenção para determinada carreira.

Terceirização

A fim de evitar impacto imediato nos contratos vigentes de trabalho terceirizado na administração direta e indireta dos entes federativos, o texto condiciona a mudança para 42 horas e depois para 40 horas, conforme a transição, ao aditamento do contrato entre a empresa fornecedora da mão de obra e a administração. Isso manteria o equilíbrio econômico-financeiro do contrato.

O aditamento deve ocorrer em um ano após a publicação da futura emenda e envolve contratos regidos pela legislação de licitações e contratos administrativos (pessoal de segurança e limpeza, p. ex.), de concessões e permissões de serviços e obras públicas (administradoras de aeroportos ou concessionárias de rodovias, p. ex.), de parcerias público-privadas e de outros instrumentos de colaboração com a iniciativa privada (organizações sociais, p. ex.).

Para todos esses trabalhadores será assegurada igualmente a não redução de salários e, caso o aditamento do contrato não saia no prazo previsto, as reduções da jornada semanal para 42h e 40h valerão independentemente disso.

Se a mudança contratual for realizada no tempo determinado, a nova jornada valerá a partir da data de sua formalização.

Assim, os contratos que venham a ser reformulados nos dois meses iniciais de publicação da futura emenda deverão prever a redução para 42 horas prevista na transição e o repouso remunerado de dois dias semanais.

Outras Notícias

André Janones é internado em UTI com arritmia cardíaca em São Paulo

O deputado federal André Janones (Rede-MG) foi internado na madrugada desta segunda-feira (19) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após apresentar arritmia cardíaca e falta de ar. Segundo a reportagem, Janones deu entrada no hospital por volta das 2h. Até a publicação das informações, o Vila Nova […]

O deputado federal André Janones (Rede-MG) foi internado na madrugada desta segunda-feira (19) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após apresentar arritmia cardíaca e falta de ar.

Segundo a reportagem, Janones deu entrada no hospital por volta das 2h. Até a publicação das informações, o Vila Nova Star ainda não havia divulgado boletim médico sobre o estado de saúde do parlamentar.

Horas antes da internação, o deputado acompanhou o debate entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado na noite deste domingo (18) pela Band.

Pouco antes de ser hospitalizado, Janones também publicou nas redes sociais um vídeo com sua avaliação sobre o confronto entre os dois candidatos à Presidência.

O deputado coordena o canal “Exército do Lula”, criado para apoiar a campanha pela reeleição do presidente. Segundo a Agência Brasil, o canal reúne atualmente 5,4 milhões de seguidores.

Até o momento, não foram divulgadas informações médicas adicionais sobre a evolução do quadro de Janones.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

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João Campos critica postura de Flávio no debate da Band e elogia desempenho de Lula

O ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, divulgou um vídeo comentando o primeiro debate do segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado neste domingo (18) pela Band. Aliado do presidente, Campos fez críticas à atuação do candidato do PL e elogiou a participação de Lula. Na avaliação de […]

O ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, divulgou um vídeo comentando o primeiro debate do segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado neste domingo (18) pela Band. Aliado do presidente, Campos fez críticas à atuação do candidato do PL e elogiou a participação de Lula.

Na avaliação de João Campos, Flávio adotou uma postura agressiva e provocativa durante o confronto e deixou de aprofundar temas que, segundo ele, deveriam ter sido discutidos pelos candidatos à Presidência.

“É impressionante como o candidato Flávio Bolsonaro conseguiu transformar o debate num circo. A forma debochada, agressiva, provocativa, primeiro mostra uma falta de compromisso com o povo brasileiro e com o nosso país”, afirmou.

Campos também elogiou a atuação de Lula. Segundo o presidente do PSB, o petista “se manteve altivo” e direcionou suas falas para temas relacionados ao futuro do país e às realizações de seus governos.

Ao longo do vídeo, o ex-prefeito também retomou assuntos levantados por Lula durante o debate. Entre eles, mencionou a discussão sobre licença-maternidade, o debate sobre a jornada 6×1 e o desafio feito pelo presidente para que os dois candidatos autorizem a abertura de seus sigilos.

“Flávio, não corre mais não, abre o sigilo. O presidente lançou o desafio. Tá aí, abre o sigilo”, declarou.

Campos fez ainda outras críticas a Flávio, incluindo referências a episódios mencionados durante a campanha e o debate. As declarações representam a avaliação política do dirigente do PSB e aliado de Lula sobre o desempenho dos presidenciáveis.

O encontro realizado pela Band neste domingo foi o primeiro confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro na campanha do segundo turno. Os dois candidatos trocaram acusações e questionamentos sobre diferentes temas ao longo do programa.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com a avaliação de João Campos sobre o debate.

Vídeo: Reprodução

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TSE dá 24 horas para Meta comprovar tratamento igual a Lula e Flávio; multa pode chegar a R$ 1 milhão por dia

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu à Meta prazo de 24 horas para demonstrar que está adotando medidas capazes de garantir tratamento igualitário às campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em suas plataformas. A determinação foi feita nesta segunda-feira (19), a menos de uma semana do segundo turno. A nova determinação ocorre depois […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu à Meta prazo de 24 horas para demonstrar que está adotando medidas capazes de garantir tratamento igualitário às campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em suas plataformas. A determinação foi feita nesta segunda-feira (19), a menos de uma semana do segundo turno.

A nova determinação ocorre depois de o TSE concluir que a empresa, responsável por Facebook, Instagram e WhatsApp, não comprovou o cumprimento da maior parte das medidas anteriormente impostas pela Justiça Eleitoral.

Caso a Meta não apresente as comprovações exigidas dentro do novo prazo, a multa diária poderá chegar a R$ 1 milhão.

Na quinta-feira (15), a Justiça Eleitoral já havia determinado que a empresa aplicasse as mesmas regras às duas candidaturas até o segundo turno. Entre as medidas, estava a proibição de reduzir de maneira desigual o alcance das publicações, as recomendações e os resultados de busca relacionados às campanhas.

A decisão também determinou que a ferramenta de inteligência artificial da empresa não oferecesse tratamento favorecido a nenhum dos candidatos. Na ocasião, havia sido fixada multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento.

Segundo a nova decisão, os prazos de parte dessas determinações já haviam terminado sem que a Meta apresentasse elementos considerados suficientes para demonstrar o cumprimento das ordens.

“A persistência do descumprimento, a poucos dias do segundo turno, evidencia a insuficiência da multa fixada”, registra a decisão citada pela AFP.

A discussão chegou à Justiça Eleitoral depois que a campanha de Lula acusou a Meta de interferência na disputa eleitoral e de restringir conteúdos do presidente no Instagram e no WhatsApp. O PT também alegou existir uma “seletividade algorítmica” envolvendo a inteligência artificial integrada ao WhatsApp.

A Meta nega ter favorecido qualquer candidatura. A empresa reconheceu falhas, entre elas a desativação equivocada de anúncios da campanha de Lula, mas afirmou que os episódios decorreram de problemas técnicos e não atingiram exclusivamente o Brasil.

Na semana passada, representantes da empresa também participaram de reunião com o TSE para discutir medidas relacionadas à desinformação e ao funcionamento das plataformas durante a reta final das eleições. O tribunal destacou, na ocasião, a necessidade de garantir “paridade de armas” entre as duas campanhas.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: TSE/Divulgação

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Estudantes ampliam mobilização política na reta final do segundo turno, aponta UNE

Universitários e estudantes do ensino médio têm ampliado a participação em atos, assembleias e atividades políticas nesta reta final da eleição presidencial. As mobilizações ocorrem em diferentes cidades e colocam temas como educação pública, permanência estudantil, direitos sociais e democracia no centro das discussões. O movimento ganhou maior visibilidade depois do primeiro turno, principalmente dentro […]

Universitários e estudantes do ensino médio têm ampliado a participação em atos, assembleias e atividades políticas nesta reta final da eleição presidencial. As mobilizações ocorrem em diferentes cidades e colocam temas como educação pública, permanência estudantil, direitos sociais e democracia no centro das discussões.

O movimento ganhou maior visibilidade depois do primeiro turno, principalmente dentro de universidades, centros acadêmicos, diretórios estudantis e grêmios. Em algumas cidades, reuniões inicialmente organizadas dentro das instituições de ensino terminaram levando estudantes às ruas.

Na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, uma assembleia convocada para organizar ações relacionadas ao segundo turno reuniu mais de mil estudantes. Como o público ultrapassou a capacidade do auditório, a mobilização seguiu para as ruas e recebeu a adesão de outras pessoas.

Estudantes secundaristas também passaram a participar das manifestações. No Rio de Janeiro, uma das mobilizações realizadas no centro da cidade teve entre seus primeiros organizadores alunos do Colégio Pedro II. Brasília também recebeu ato com presença expressiva de estudantes.

Além da disputa eleitoral, as manifestações têm colocado em discussão questões diretamente relacionadas à vida dos jovens, como financiamento das universidades públicas, assistência estudantil, bolsas para alunos de baixa renda e condições para permanência no ensino superior.

A discussão sobre o futuro das universidades federais também entrou na campanha. Flávio Bolsonaro (PL) propõe transferir a gestão do ensino superior federal do Ministério da Educação para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O candidato afirma que pretende investir em educação, manter o piso constitucional da área, reformular o ensino técnico e ampliar as escolas cívico-militares.

A União Nacional dos Estudantes declarou apoio à reeleição de Lula (PT) e participa das mobilizações desta reta final. A entidade também defende maior financiamento das universidades públicas, fortalecimento da assistência estudantil e aplicação de 10% do Produto Interno Bruto na educação pública.

A organização estudantil, porém, pretende manter as mobilizações depois da eleição, independentemente do resultado do segundo turno. A expectativa é de continuidade das atividades dentro das universidades, escolas, centros acadêmicos, diretórios e grêmios em torno das reivindicações da juventude.

As avaliações foram apresentadas pela presidente da UNE, Bianca Borges, em entrevista à Agência Brasil. Estudante de Letras do Instituto Federal de São Paulo e formada em Direito pela USP, ela afirmou que universitários e secundaristas voltaram a ocupar espaço nas mobilizações nacionais e defendeu que essa participação continue para além do período eleitoral.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução

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Quem ganhou o debate? Uma análise do encontro Lula X Flávio Bolsonaro na Band

No meu comentário das 12h desta segunda-feira (19), direto de Campina Grande (PB), analiso o debate transmitido pela Band entre os candidatos Lula e Flávio Bolsonaro. Destaco que a avaliação geral é de que o debate teve um nível muito aquém do esperado, fruto da estratégia adotada pelos candidatos: Além dos embates diretos, apontei que […]

No meu comentário das 12h desta segunda-feira (19), direto de Campina Grande (PB), analiso o debate transmitido pela Band entre os candidatos Lula e Flávio Bolsonaro.

Destaco que a avaliação geral é de que o debate teve um nível muito aquém do esperado, fruto da estratégia adotada pelos candidatos:

Além dos embates diretos, apontei que a Band errou ao liberar plateia com claques para os candidatos, reunindo figurantes da “lacração” das redes sociais como Pablo Marçal, Lucas Pavanato, Nikolas Ferreira e André Janones, o que tumultuou o ambiente.

Também avaliei a condução do debate: elogiei a postura firme da mediadora Adriana Araújo, que precisou tomar as rédeas da situação, enquanto critiquei a atuação do mediador Eduardo Oinegue.

Clique no link abaixo e confira o meu comentário completo sobre o debate.