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Primeira Turma do STF decide acabar com aposentadoria compulsória remunerada como maior punição a magistrados

Por Nill Júnior

Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) fixou nesta terça-feira (26) o fim da aposentadoria compulsória remunerada como penalidade máxima imposta a juízes.

Os ministros confirmaram o entendimento de uma decisão individual do ministro Flávio Dino, relator do caso, e rejeitaram um recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Em março deste ano, Dino determinou que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deverá aplicar a perda do cargo de magistrado, e a consequente perda de salário, como a maior punição por violações disciplinares.

Ou seja, a aposentadoria compulsória deixa de ser a principal sanção para casos mais graves. A medida era duramente criticada porque afastava o juiz da função, mas mantinha a remuneração mensal proporcional ao tempo de serviço.

A medida vale para juízes e ministros de todos os tribunais, menos o Supremo Tribunal Federal (STF).

No julgamento desta terça, a única divergência foi do ministro Cristiano Zanin, que discordou da tese de que os casos de perda de cargo após a decretação da aposentadoria compulsória devam tramitar no Supremo, como defenderam os colegas.

A avaliação da maioria da turma é de que as decisões do CNJ nos casos de perda de cargo precisam ser referendada pelo STF, já que o cargo de juiz é vitalício.

Além de uma garantia do processo legal, a medida é vista como uma forma de evitar que os casos se arrastem na Justiça por muito tempo sem uma decisão definitiva.

No julgamento, Dino defendeu que não se discute a possibilidade do cargo para magistrado.

“A vitaliciedade não significa que alguém ingressa no reino dos céus de beca e de capa. Não ingressará nessa condição. Não será chamado de meritíssimo. Lá a roupa não é preta, é branca. A vitaliciedade significa tão somente que há perda do cargo, porém com sentença judicial transitada em julgado”.

Para o ministro, a aposentadoria transfere para a sociedade o ônus por uma punição que deve ser do magistrado.

Outras Notícias

Prefeitos reclamam perdas com redução do ICMS do combustível

Um documento que circula em Pernambuco, encaminhado pela AMUPE, mostra quanto cada cidade perde em receita com a redução do ICMS dos combustíveis. Prefeitos e entidades municipalistas argumentam que será necessário fazer um novo ajuste fiscal. Outra reclamação é que a redução não muda a ordem do jogo, com o mercado internacional e a política […]

Um documento que circula em Pernambuco, encaminhado pela AMUPE, mostra quanto cada cidade perde em receita com a redução do ICMS dos combustíveis.

Prefeitos e entidades municipalistas argumentam que será necessário fazer um novo ajuste fiscal.

Outra reclamação é que a redução não muda a ordem do jogo, com o mercado internacional e a política de preços da Petrobras programando nova alta.

Veja as perdas aunais calculadas de alguns municípios de Pernambuco (em reais):

PETROLINA 26.024.300,00

GARANHUNS 10.264.750,00

SERRA TALHADA 5.470.100,00

ARCOVERDE 4.168.600,00

SALGUEIRO 3.524.500,00

CUSTODIA 2.371.200,00

AFOGADOS DA INGAZEIRA 2.016.850,00

IGUARACI 1.615.000,00

SÃO JOSE DO EGITO 1.443.050,00

BREJINHO 1.416.450,00

SÃO JOSÉ DO BELMONTE 1.401.250,00

SERTÂNIA 1.389.850,00

QUIXABA 1.367.050,00

ÁGUAS BELAS 1.388.900,00

TABIRA 1.299.600,00

SOLIDÃO 1.293.900,00

ITAPETIM 1.278.700,00

CARNAÍBA 1.267.300,00

CALUMBI 1.185.600,00

TRIUNFO 1.184.650,00

FLORES 1.119.100,00

TUPARETAMA 1.021.250,00

INGAZEIRA 963.300,00

STA CRUZ DA BAIXA VERDE 953.800,00

BETÂNIA 912.950,00

SANTA TEREZINHA 859.750,00

 

Clique aqui e veja a relação completa.

Fredson Brito comemora novo investimento de R$ 175 mil para fortalecer a agricultura familiar em São José do Egito

O prefeito Fredson Brito comemorou em nota investimentos de R$ 175 mil do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) para executar o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social. Os recursos, garantidos pela Portaria nº 81/2026, colocam São José do Egito entre os 14 municípios contemplados. O […]

O prefeito Fredson Brito comemorou em nota investimentos de R$ 175 mil do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) para executar o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social.

Os recursos, garantidos pela Portaria nº 81/2026, colocam São José do Egito entre os 14 municípios contemplados. O programa fortalece a agricultura familiar ao comprar alimentos diretamente dos produtores rurais, gerando renda no campo e beneficiando famílias em situação de vulnerabilidade.

“Esse investimento fortalece a agricultura familiar, gera renda para os nossos produtores e garante alimentos de qualidade para quem mais precisa. É mais uma conquista que demonstra o compromisso da nossa gestão com o desenvolvimento de São José do Egito.”, afirmou Fredson Brito.

O consultor em agricultura familiar Gilmar, que atua há mais de 15 anos na área, ressaltou a importância do trabalho desenvolvido no município.

“São José do Egito vive um momento de grande avanço na agricultura familiar. Esse recurso do PAA fortalece os agricultores, amplia oportunidades e mostra que o planejamento da gestão está trazendo resultados concretos para o campo.”, destacou.

João Campos diz que governo Lula é melhor do que apontam as pesquisas 

Em entrevista ao jornalista Bruno Luiz, do portal UOL, o prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem entregas relevantes que não estão sendo percebidas pela população. Segundo ele, os dados positivos na economia e em áreas sociais não têm […]

Em entrevista ao jornalista Bruno Luiz, do portal UOL, o prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem entregas relevantes que não estão sendo percebidas pela população. Segundo ele, os dados positivos na economia e em áreas sociais não têm se traduzido em apoio popular porque o governo precisa ser mais “proativo” e claro em suas prioridades.

“O governo tem feito mais do que as pessoas têm percebido”, disse Campos, citando ações no agronegócio e na redução da insegurança alimentar. Para ele, a baixa avaliação popular do governo Lula — apontada em pesquisa Datafolha que mostra 40% de avaliação ruim ou péssima — não é apenas um problema de comunicação, mas de gestão e articulação política.

Construção de maioria

Campos também reforçou a necessidade de aproximação com partidos de centro para ampliar a base de apoio à reeleição de Lula em 2026. Ele argumenta que a polarização entre extremos políticos não representa a maioria da população brasileira.

“Se a esquerda não fizer, a direita fará. A maioria do Brasil não está nem com uma ponta nem com a outra. Vencerá quem fizer o debate com o centro”, afirmou, defendendo uma agenda que dialogue com setores mais moderados da sociedade. Segundo ele, o PSB deve ser um partido “acolhedor”, com posições firmes, mas capaz de construir maioria.

Críticas à reatividade e defesa de agenda concreta

O prefeito do Recife avalia que o governo Lula precisa assumir o protagonismo na condução dos temas públicos e não apenas reagir à oposição. Ele cita como exemplo as recentes crises em torno do Pix e das fraudes em empréstimos consignados no INSS.

“O governo tem que construir a agenda. Você não precisa ir pelo caminho que seu adversário lhe convida. Você tem que convidar ele para o seu”, afirmou. Campos mencionou programas como o Pé de Meia e o Nova Indústria Brasil como iniciativas que precisam ser comunicadas com mais eficácia, especialmente em regiões como o Nordeste.

Alianças e eleições em Pernambuco

Questionado sobre os movimentos de aproximação entre a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), e o presidente Lula, João Campos disse ver o cenário “com tranquilidade”. A governadora deve ser sua principal adversária na disputa pelo governo do estado em 2026, caso ele opte por deixar a prefeitura.

“O PSB já se posicionou de forma clara que terá candidatura em 2026. Assim como apoiamos o presidente Lula em 2022, temos uma aliança histórica no Estado. E vejo que Lula está focado em governar, não em eleição”, afirmou Campos. Leia a entrevista completa no portal UOL clicando aqui.

Opinião: Afogados vence o Santa e também o preconceito

Por Paulo Arruda Veras* No Futebol, o pior cego é aquele que só vê a bola, disse Nelson Rodrigues. Temos tantos problemas, tantas prioridades que espaço para um singelo desabafo sobre o futebol soa meio grosseiro diante de tantos absurdos, como, por exemplo, comemorar um 31 de março de 64. Mas, como disse o mesmo […]

Por Paulo Arruda Veras*

No Futebol, o pior cego é aquele que só vê a bola, disse Nelson Rodrigues.

Temos tantos problemas, tantas prioridades que espaço para um singelo desabafo sobre o futebol soa meio grosseiro diante de tantos absurdos, como, por exemplo, comemorar um 31 de março de 64. Mas, como disse o mesmo Nelson Rodrigues, das coisas menos importantes, o futebol é a mais importante.

Ontem vi o time da minha cidade, em pleno estádio do Arruda, diante de um temporal, contra a lógica e a chuva, eliminar o Santa Cruz, uma das grandes camisas desse estado e Nordeste. Isso com um goleiro que usa boné a noite, herói do jogo, e com meu primo Matheus Quidute como médico. Detalhe, ele é tricolor.

Resolvi então ouvir as resenhas esportivas, coisa que há tempos não fazia. Também acompanhei pela internet os comentários sobre o jogo, e a palavra que mais li e ouvi foi “vergonha”. Frases do tipo “Como pode o Santa Cruz perder para um time desse?” e “Isso é uma vergonha!” eram aos montes.

Fui criança morando ao lado do Vianão. Para mim era como uma Arena de Copa. Sem grama, mas era. Quase todo domingo eu estava lá. O maior Clássico,  Pajeú x Galo de Ouro. Também tinha o Juventude, Vasco da Varzinha, Flamengo do Borges e outros tantos. Dia de final era uma festa, autoridades presentes, Vianão lotado.

Lembro de ouvir os mais velhos falando do futebol de décadas atrás e o que mais gostava era dos nomes das figuras. Seu Jurandir falava que o maior goleiro que já passara por Afogados havia sido Lulu Pantera. Falavam muito dos dribles de Bamba. Da categoria do Rubro-Negro Pé-de-Banda, Serra-Pau, Raminho e por aí vai.

O Guarany era uma unanimidade. Melhor time que já houve, graças à dedicação de Seu Aderval.

Falam também da hecatombe que se instalou na cidade quando o lendário Guarany se desfez.

E eu ali, anos 90, já fanático pelo Sport, uma paixão geograficamente distante, abreviada pelas ondas do rádio. Mas palpável mesmo era a atmosfera do Vianão.

Copa do Interior era uma festa. Perdemos uma vez para o time de Sertânia por 1 a 0. No jogo da volta vencemos por uns 5 a 0. Mesmo assim houve prorrogação e caímos fora com um “gol de ouro”. Nunca me esqueço. Sem falar que na Copa do Interior os Bandeirinhas eram locais, por aí dá pra deduzir a qualidade das arbitragens.

Nenhum dos atletas que falei chegou a ser profissional, o Guarany sequer disputou o torneio estadual e acho que nunca fomos campeões da Copa do Interior. Talvez ninguém fora da nossa cidade tenha conhecimento de absolutamente nada do que falei acima, mas não tem problema, muitos conterrâneos viram e viveram isso.

Provavelmente nosso Afogados da Ingazeira não será Campeão Estadual, não será Campeão Nacional, não disputará a Copa Libertadores. Somos apenas uma pequena cidade atrevida, se colocando no mapa da bola com valentia.

Mas, para aqueles “cegos” que no futebol veem apenas a bola, resta o relato raso e bobo de que o episódio de ontem significou uma vergonha,  eu digo de peito estufado: o Afogados bater o Santa Cruz no Arruda, com goleiro de boné e tudo mais, não é uma vergonha, é arretado! Uma vitória do futebol sobre o preconceito contra o interior!

*Paulo Arruda Veras é advogado.

O quase ex-gordo quer voltar

Na eleição de 2016, o ex-prefeito José Marcos de Lima (PR) até admitiu ter o seu nome avaliado em uma pesquisa para disputar a Prefeitura de São José do Egito contra Evandro Valadares (PSB). Em seguida respeitou o direito do prefeito Romério Guimarães (PT) de enfrentar a reeleição. Com o aliado derrotado e com Evandro […]

Na eleição de 2016, o ex-prefeito José Marcos de Lima (PR) até admitiu ter o seu nome avaliado em uma pesquisa para disputar a Prefeitura de São José do Egito contra Evandro Valadares (PSB).

Em seguida respeitou o direito do prefeito Romério Guimarães (PT) de enfrentar a reeleição. Com o aliado derrotado e com Evandro passando por dificuldades na gestão, José Marcos tem recebido muitos apelos no sentido de voltar a disputar o voto dos egipcienses.

A Produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta foi informada ontem por uma fonte ligadíssima ao ex-gordo que desta vez ele vai á luta pra valer. A informação é de Anchieta Santos ao blog.