Os moradores do Bairro Nossa Senhora de Fátima receberam os candidatos a prefeito e vice, Luciano Duque Márcio Oliveira. O “Movimento 13” esteve na noite desta segunda (19).
“Nossa caminhada tem sido de muita alegria, de muita paz e de muito sucesso. O povo nos tem recebido muito bem. Eu me orgulho de entrar em cada bairro desta cidade, e encontrar uma Unidade Básica de Saúde, já entregue ou sendo construída; isso é compromisso com saúde do povo”, disse Duque.
“As famílias e as mulheres que não tinham onde deixar os seus filhos, agora tem um creche, com conforto e segurança. Já na Zona Rural, temos investimentos e desenvolvimento. E é desta forma que a gente tem mudado a realidade do povo de Serra Talhada”, frisou.
Blog da Folha Após o vereador Marco Aurélio (PRTB), um de seus principais aliados, colocar que sua pré-candidatura ao governo foi, de fato, prejudicada pela guerra em torno do controle do MDB-PE, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) garantiu que ainda continua no páreo. Apesar de admitir que a disputa partidária criou “embaraços”, ele acha […]
Após o vereador Marco Aurélio (PRTB), um de seus principais aliados, colocar que sua pré-candidatura ao governo foi, de fato, prejudicada pela guerra em torno do controle do MDB-PE, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) garantiu que ainda continua no páreo. Apesar de admitir que a disputa partidária criou “embaraços”, ele acha que a situação da sigla deve ser resolvida em pouco tempo e lhe dará, novamente, condições para encarar a disputa, em nome da oposição.
“A gente continua como pré-candidato. Evidente que a questão do PMDB cria alguns embaraços, porque gera uma certa insegurança, sobre a definição do controle partidário. Mas existe toda uma expectativa de que essa questão seja resolvida em um espaço muito curto”, colocou FBC, após participar de um evento promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), nesta segunda (07).
A disputa pelo comando do MDB se arrasta há vários meses. Ao ingressar na sigla em setembro do ano passado, incentivado pelo presidente nacional do MDB, Romero Jucá, Bezerra Coelho garantiu que iria filiar vários nomes e que seria escolhido o candidato da oposição ao Governo do Estado. Porém, após intensa guerra de liminares, o grupo do deputado federal Jarbas Vasconcelos conseguiu impedir a intervenção no comando do partido em Pernambuco, frustrando os planos de FBC.
Na semana passada, o vereador Marco Aurélio chegou a dizer que, “para a sorte do atual governo, essa questão do MDB não deu certo como Fernando imaginava que daria”. “Ele, confiando no presidente nacional do MDB, Romero Jucá, foi para o partido a pedido do presidente, para poder disputar a eleição em PE, pelo tamanho do PMDB e pela história que o partido tem no interior”, frisou, na ocasião.
“Renovamos nossa expectativa e nosso otimismo de que a situação será resolvida em favor daquilo que prevê a Constituição Federal e a legislação partidária. Os partidos têm autonomia para decidir suas questões internas. E ao final de toda essa discussão jurídica, acho que o PMDB nacional terá reconhecido seu direito de poder constituir seus diretórios estaduais”, disse FBC.
Oposição: ao falar sobre a indefinição do nome que encabeçará a chapa oposicionista, FBC afirmou que o grupo não vai esperar a definição sobre a candidatura do PT, para planejar sua estratégia eleitoral. “O Anúncio está muito próximo. Tem toda essa expectativa. É natural. Mas estamos trabalhando para dentro de um espaço muito curto estaremos em condições de anunciar o nome que vai liderar essa frente”, acrescentou.
A posse do então presidente municipal do Partido dos Trabalhadores de Arcoverde, Verones Carvalho, como Secretário de Planejamento do município pregada como se fosse a adesão do PT ao projeto político do prefeito Wellington Maciel, do MDB, foi negada de forma veemente pelo partido em nota publicada nas redes sociais nesta segunda-feira, dia 20 de […]
A posse do então presidente municipal do Partido dos Trabalhadores de Arcoverde, Verones Carvalho, como Secretário de Planejamento do município pregada como se fosse a adesão do PT ao projeto político do prefeito Wellington Maciel, do MDB, foi negada de forma veemente pelo partido em nota publicada nas redes sociais nesta segunda-feira, dia 20 de novembro.
Na nota, o PT local reafirma não fazer parte do governo LW.
“O PT de Arcoverde vem manifestar à sociedade arcoverdense que não está no Governo de Wellington Maciel (MDB). As notícias veiculadas nas páginas da prefeitura municipal e nos meios de comunicação informam a adesão de Verones Carvalho como Secretário de Planejamento do Governo Wellington. O mesmo renunciou à Presidência do Partido em Arcoverde, conforme as regras estatutárias”, abre a nota.
Na sequência, a legenda reafirma que nunca houvera conversa referente a participação do PT na gestão municipal e de forma mais enfática afirma que não está no governo do prefeito Wellington da LW que já anunciou sua ‘candidatura’ à reeleição em 2024.
“Em nenhum momento o PT de Arcoverde discutiu participação à gestão municipal atual. O PT preza pela transparência de suas ações no município. Reiterando a sociedade arcoverdense, o PT de Arcoverde não está no Governo de Wellington Maciel”, diz a nota.
Os petistas finalizam a nota mostrando-se abertos ao debate com a sociedade. “Queremos construir um debate com a sociedade arcoverdense, aberto e democrático para que Arcoverde possa crescer com qualidade de vida e justiça social para os que mais precisam”.
A Faculdade de Integração do Sertão- FIS, informou em nota que tem acompanhado atentamente as informações e recomendações dos órgãos oficiais de saúde do estado de Pernambuco sobre o Coronavírus (COVID19). “Diante desses fatos informamos a toda comunidade acadêmica que a Faculdade de Integração do Sertão- FIS tem intensificado a higiene de todos os setores […]
A Faculdade de Integração do Sertão- FIS, informou em nota que tem acompanhado atentamente as informações e recomendações dos órgãos oficiais de saúde do estado de Pernambuco sobre o Coronavírus (COVID19).
“Diante desses fatos informamos a toda comunidade acadêmica que a Faculdade de Integração do Sertão- FIS tem intensificado a higiene de todos os setores da instituição”.
E segue: “As aulas e demais atividades acadêmicas serão mantidas de forma regular, nos dias e horários habituais”.
A entidade diz que, caso haja qualquer indicação de paralisação para as faculdades particulares, vinda dos órgãos de saúde, acatará de imediato a recomendação.
“Há muitos boatos que são veiculados nas redes sociais. São notícias falsas que têm deixado as pessoas alarmadas. Pedimos encarecidamente que não repassem informações que não tenham sido expressas pelos órgãos competentes”.
E conclui: “Estamos atentos aos comunicados oficiais e caso tenhamos novas informações repassaremos a toda comunidade acadêmica. Por ora, pedimos que todos se tranquilizem e que as recomendações sobre higiene sejam mantidas por todos nós”.
Segundo o Ibope, o WhatsApp é o aplicativo mais usado pelos brasileiros Por Paulo Veras / JC Online “Qualquer tipo de conteúdo que é contra o candidato que eu vou votar, eu nunca levo em consideração. Porque algumas coisas são verdadeiras, outras são fake news”, conta a consultora financeira Adriana Nóbrega, de 39 anos. Os grupos […]
Segundo o Ibope, o WhatsApp é o aplicativo mais usado pelos brasileiros
Por Paulo Veras / JC Online
“Qualquer tipo de conteúdo que é contra o candidato que eu vou votar, eu nunca levo em consideração. Porque algumas coisas são verdadeiras, outras são fake news”, conta a consultora financeira Adriana Nóbrega, de 39 anos. Os grupos de trabalho, de amigos e de família foram as principais fontes das mensagens sobre a eleição que ela recebeu. A maioria dos conteúdos era de imagens sem links. Questionada sobre como se protege contra mentiras, Adriana disse que vai atrás do que considera suspeito em sites de mais credibilidade, como páginas de jornais e revistas. “Confesso que eu só fui umas duas vezes”, admite.
Em fevereiro, uma pesquisa feita pelo Ibope a pedido do governo federal apontou que o WhatsApp é o aplicativo mais usado pelos brasileiros. Nada menos do que 73% dos entrevistados disseram usar o programa (em segundo lugar ficava o Facebook, com 51%). Se o número não impressionasse por conta própria, 90% dos que afirmaram usar o WhatsApp diziam conferir o conteúdo das mensagens sete dias por semana. Metade dos usuários admitiu compartilhar as mensagens com familiares, e 24% disseram que redirecionam conteúdos para colegas de trabalho.
A pesquisa ouviu 1,2 mil pessoas por telefone. Apenas 16% indicaram política como o conteúdo que mais interessa no WhatsApp. Quando questionados sobre o que faziam ao receber uma informação política no aplicativo, 42% disseram ler, e 17% afirmaram compartilhar. Em comparação, 34% alegaram ignorar.
“As pessoas têm o smartphone como um companheiro e o utilizam mais de 30 vezes por dia. É o maior concorrente da televisão, mesmo fora do período de eleição. No México e na Colômbia, as eleições já haviam tido o WhatsApp como protagonista. Calculo que no Brasil há na casa de 90 milhões de contas de WhatsApp ativas. Todo o conteúdo positivo e negativo da campanha, assim como as fake news, passaram pelo aplicativo”, projeta Maurício Moura, fundador da Idea Big Data e professor da Universidade George Washington, nos Estados Unidos.
Papel do eleitor
No início de setembro, o representante comercial Jonas Torres, de 35 anos, entrou em dois grupos favoráveis a um presidenciável no aplicativo. Ele disse sentir certa responsabilidade em encaminhar mensagens para familiares e amigos, mas admitiu fazê-lo principalmente para pessoas que estão indecisas. “Quando o cara está com um pensamento pré-determinado, só faz corroborar aquilo o que já vinha pensando. Por mais que você veja as acusações do outro lado, quando já está com a decisão tomada, só faz ignorar”, diz.
Para Socorro Macedo, diretora da Le Fil, que trabalha há dez anos com marketing digital de campanhas, o WhatsApp foi usado para modificar opiniões através do que chamou de “enxurrada de fake news”. “O eleitor mudou de opinião e se informou pelo WhatsApp. O debate eleitoral foi silenciado pelo aplicativo. É importante que cada vez mais o eleitor tenha o discernimento de checar as informações que recebe. É um processo educativo. A solução não virá do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) ou do Facebook, mas do eleitor”, defende.
Aumento do ICMS de 12% para 14% proposto pelo Governo do Estado deixa Pernambuco em desvantagem Proposto pelo governo Paulo Câmara, o Projeto de Lei 2097/2018 aumenta o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de uma série de produtos. Entre eles, os automóveis acima de R$ 50 mil, que vão ter o imposto reajustado de 12% […]
Aumento do ICMS de 12% para 14% proposto pelo Governo do Estado deixa Pernambuco em desvantagem
Proposto pelo governo Paulo Câmara, o Projeto de Lei 2097/2018 aumenta o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de uma série de produtos.
Entre eles, os automóveis acima de R$ 50 mil, que vão ter o imposto reajustado de 12% para 14%. Com isso, Pernambuco pode passar a ter o carro mais caro do Brasil, já que em todo o país o ICMS é de 12% para automóveis acima de R$ 50 mil.
De acordo com o diretor da Fenabrave-PE, Marcony Mendonça, aproximadamente 70% dos carros vendidos no estado estão nesta faixa, já que o valor de referência é o preço de tabela. “Quem paga imposto é a pessoa que compra. A empresa só recolhe o ICMS e repassa para o Estado. Quem será penalizado pelo aumento proposto pelo governo é o consumidor, o cidadão”, lamenta.
A Fenabrave alerta que as concessionárias que ficam em cidades que fazem fronteiras com outros estados devem ter as vendas afetadas fortemente.
O que, paradoxalmente, pode prejudicar a arrecadação do Governo do Estado. Com o aumento no ICMS, os automóveis na faixa de R$ 50 mil ficarão automaticamente cerca de R$ 1 mil mais caros em Pernambuco do que nos estados vizinhos. “Para quem mora em cidades como Petrolina vai ser mais vantajoso comprar em Juazeiro/BA. Em tempos de crise, qualquer valor faz diferença”, diz o diretor.
Fenabrave
A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Fenabrave é a entidade representativa do setor de Distribuição de Veículos no Brasil. A entidade reúne 51 Associações de Marcas de automóveis, veículos comerciais leves, caminhões, ônibus, implementos rodoviários, tratores, máquinas agrícolas e motocicletas.
São cerca de 7,4 mil distribuidores de veículos nacionais e importados, com 305 mil colaboradores diretos, que geraram em 2016 uma receita anual correspondendo a 3,5% do Produto Interno Bruto – PIB do País.
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