Sandrinho assina projeto que dá pontapé à municipalização do trânsito
Por Nill Júnior
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, assinou ao vivo no Debate das Dez do programa Manhã Total o Projeto de Lei 009/2022, que prevê a municipalização do trânsito de Afogados da Ingazeira.
A assinatura aconteceu na Rádio Pajeú pelo fato de que a emissora foi historicamente foi demandada sobre a pauta histórica. O projeto prevê a criação de uma mudança da nomenclatura da Secretaria de transportes, que passará a ser chamada de Secretaria de Trânsito e Transportes.
A previsão é de a estrutura ter Gerente de Trânsito, Chefes de Departamento, agentes e um engenheiro de trânsito. O primeiro passo será educativo, com previsão de até 6 meses de preparação para a parte punitiva. Um outro projeto será apresentado para definição de faixa azul, áreas de estacionamento e outras medidas.
O prefeito também falou da assinatura do contrato para o empréstimo de até R$ 30 milhões com o FINISA, junto à CEF. “A caixa já libera até R$ 24 milhões”. As primeiras medidas, o pátio de energia solar de R$ 5,2 milhões com economia de 200 mil mês. Ainda aquisição de máquinas para a Patrulha Rural. Outro passo futuro é o de , além das 37 ruas pactuadas com o governo Paulo Câmara, o projeto com a Caixa prevê mais 40 a 50 ruas.
Sandrinho disse ter ciência e observado secretários de sua gestão. “Temos pesquisa. Há secretarias com 55% de avaliação positiva. Outras, com 88% de aprovação como a Educação. Mas a pesquisa que temos acendeu a luz de alerta para mantermos a vigilância. Reorganizar a gestão sim. Mudança, não”.
Sobre concurso, diz que sai ainda esse ano. Mas que há um conflito entre as vagas necessárias e o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. Além da retomada da Dom Mota e reforma da Geraldo Cipriano, disse que a obra do Pátio da Feira tem previsão de entrega até fevereiro.
Em vez de defender a indústria nacional contra sobretaxas, senador se limitou a pedir um adiamento das sanções para não atrapalhar sua campanha eleitoral Por João Filho – The Intercept A primeira reportagem da Vaza Flávio marcou o início de um longo inferno astral para a candidatura de Flávio Bolsonaro. Já se passaram dois meses […]
Em vez de defender a indústria nacional contra sobretaxas, senador se limitou a pedir um adiamento das sanções para não atrapalhar sua campanha eleitoral
Por João Filho – The Intercept
A primeira reportagem da Vaza Flávio marcou o início de um longo inferno astral para a candidatura de Flávio Bolsonaro. Já se passaram dois meses e tudo indica que estamos apenas no começo. O fio puxado pelo Intercept desencadeou novos desdobramentos que complicaram a vida do candidato do golpismo. Diversos aliados começaram a demonstrar insatisfação, ameaçando largá-lo ferido na estrada. Até Michelle já soltou a mão do enteado. União Brasil e Partido Progressistas, o PP, já dão sinais de que vão pular fora do barco.
Para completar, no seu curral político a coisa vai de mal a pior. Está ficando cada vez mais difícil encontrar um grande aliado de Flávio no Rio de Janeiro que não esteja preso ou na mira de buscas e apreensões. Nesta semana, mais uma leva de políticos bolsonaristas caiu nas garras da Polícia Federal na Operação Unha e Carne, que investiga uma rede de corrupção entre a classe política e o crime organizado no estado. Os elos entre o grupo de Flávio e a bandidagem ficaram ainda mais expostos.
Tudo isso acontece a apenas três meses das eleições com pesquisas apontando o aumento da vantagem de Lula no primeiro turno da corrida presidencial. Operando no modo de desespero, Flávio tem tomado as piores decisões possíveis. Influenciado pela dupla dinâmica do golpismo, Paulinho Figueiredo e Eduardo Bananinha, o candidato decidiu fazer uma nova turnê pelos Estados Unidos. Mas, desta vez, o objetivo seria conter os danos causados por sua última visita à Casa Branca, que lhe rendeu o apelido de Tariflávio.
Flávio participou de uma audiência pública do Representante Comercial dos Estados Unidos, o USTR, para debater o novo tarifaço do governo estadunidense contra produtos brasileiros. A promessa é de que ele criticaria a medida e defenderia os interesses do Brasil. Na prática, a história foi outra. Não se ouviu uma queixa sequer às razões estapafúrdias fabricadas pelo governo de Donald Trump para justificar a sobretaxa. Sem fazer qualquer contestação de mérito, o Zero Um sequer abriu a boca sobre comércio, meio ambiente e outros temas levantados pelos EUA.
Como um bom vira-lata complexado, o senador se limitou a pedir que a decisão fosse adiada, sob o argumento de que esse seria o pior momento para aplicá-la. Na prática, Flávio endossou a sanção, pedindo apenas um tempo para não prejudicar a própria campanha. Trocando em miúdos: ele apoia um tarifaço contra o seu próprio país, a depender das conveniências políticas.
Como se não bastasse tanta gente soltando sua mão, Flávio agora também precisa lidar com a insatisfação de empresários afetados pelas tarifas. Pegou mal entre o empresariado a postura do senador no USTR. A imagem que ficou é a de um candidato incapaz de dialogar tecnicamente sobre comércio ou proteger as companhias brasileiras atingidas pelo tarifaço. Nenhum dos argumentos levados pelos executivos à audiência foi encampado pelo senador, que optou por um discursinho fuleiro e ideologizado – que, suspeito fortemente, tenha sido escrito pelo colérico Paulinho Figueiredo.
Segundo um dos empresários presentes ouvidos pela CNN, a audiência só voltou a prender a atenção da plateia após a saída de Flávio. A participação do senador foi descrita como um “lapso” em meio a um debate que exigia argumentos econômicos mais consistentes. Até a Faria Lima considerou a excursão como inócua e “decepcionante”. No fim das contas, o candidato jogou fora a chance de posar de presidenciável e apenas confirmou ser um político medíocre.
É realmente impressionante a capacidade de Flávio em tomar decisões erradas. Só mesmo o desespero explica tamanha estupidez, que conseguiu extrapolar até os padrões de quem foi criado por Jair Bolsonaro. O candidato foi para os Estados Unidos com uma única missão: reverter as trapalhadas da visita anterior. E o que ele fez? Reforçou o seu endosso às tarifas, ainda que de forma indireta, apostando que o vexame seria escamoteado com pura retórica ideológica. Mas nem o empresariado, sempre tão cheio de boa vontade com o bolsonarismo, caiu na conversa fiada.
A situação da campanha eleitoral de Flávio é crítica. Ele é um pré-candidato desconectado da realidade e refém das estratégias traçadas pela dupla de maluquinhos dos Estados Unidos. Com parte dos aliados debandando e outra senda presa, o futuro do seu projeto político vai se mostrando cada vez mais incerto. Parece loucura cogitar que, a essa altura do campeonato, o senador decida jogar a toalha e desistir do Palácio do Planalto. A desistência ainda é uma possibilidade remota, mas, a depender dos próximos capítulos, pode se tornar o único caminho.
Após denúncias de populares, polícia militar recupera carga roubada no sertão do estado. Por Deivson Douglas do Jornal Vertentes Notícias Segundo a polícia, havia desde ontem, no bairro do Gravatazinho I, dois veículos (dois caminhões) onde estavam transferindo a carga de um para o outro, como a ação e as pessoas envolvidas apresentavam atitudes suspeitas, […]
Após denúncias de populares, polícia militar recupera carga roubada no sertão do estado.
Por Deivson Douglas do Jornal Vertentes Notícias
Segundo a polícia, havia desde ontem, no bairro do Gravatazinho I, dois veículos (dois caminhões) onde estavam transferindo a carga de um para o outro, como a ação e as pessoas envolvidas apresentavam atitudes suspeitas, de uma suposta transação ilícita.
Foi quando a polícia militar foi acionada e de imediato a equipe que estava em rondas composta pelos policiais: CB. Valmir e os SDs, Joselias e Lira, foram até o local citado, ao realizarem o levantamento e a consulta dos veículos, constatou que um dos caminhões havia sido roubado na última sexta-feira (14) no município sertanejo de Custódia. E que nele estava uma carga de bebidas avaliada em mais de R$ 50Mil.
Logo os policiais tomaram as medidas cabíveis e em seguida conduziram tanto os veículos, como a carga até a Delegacia de Polícia Civil na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, para a equipe de plantão que tomou as medidas cabíveis.
Vale lembrar, que a carga estava avaliada em mais de 50 Mil, acredita – se que poderia se chegar aos 70 Mil Reais, composto por bebidas alcoólicas, como: Pitú, Conhaques, Whisky dentre outros. Como também no momento da ação, não havia ninguém no interior ou próximo ao veículo. E que ninguém foi preso.
Confira os dados dos veículos envolvidos na ação:
O veículo tomado de assalto em Custódia eram um Volkswagen 24.250, CNC 6×2, ano 2009, de cor preta e placas JSK 4085 de Feira de Santana – BA.
Já o outro caminhão Mercedes Benz 709 de cor branca e placas BOG 7798 da cidade de Surubim – PE (este sem nenhuma restrição na justiça e que presta serviços de fretes particulares) que estava recebendo as mercadorias, ao perceber a chegada da polícia, os homens que estavam no local, entraram no interior do mesmo e saíram antes da chegada dos policiais, ou seja, fugiram sem serem identificados, tomando destino ignorado.
Durante o levantamento a polícia militar descobriu que parte das mercadorias da carga foi encontrada no interior de uma garagem próximo ao local onde estavam os veículos. A proprietária do imóvel foi conduzida a delegacia de polícia civil, para prestar esclarecimentos ao delegado de plantão.
Como o veículo estava sem as chaves, a polícia solicitou da prefeitura municipal de Vertentes, veículos e funcionários para levar a mercadoria até a delegacia.
G1 Mais de mil candidatos ficaram com dívidas de campanha nas eleições de 2018, segundo dados do Tribuna Superior Eleitoral (TSE). O saldo devedor dos que participaram apenas do primeiro turno e já tiveram a prestação de contas encerrada é de R$ 77 milhões. Entre eles, a maior dívida é do governador reeleito do Ceará […]
Mais de mil candidatos ficaram com dívidas de campanha nas eleições de 2018, segundo dados do Tribuna Superior Eleitoral (TSE). O saldo devedor dos que participaram apenas do primeiro turno e já tiveram a prestação de contas encerrada é de R$ 77 milhões.
Entre eles, a maior dívida é do governador reeleito do Ceará Camilo Santana (PT), que registrou déficit de R$ 3,6 milhões. O político arrecadou R$ 4,8 milhões, mas teve despesas de R$ 8,4 milhões ao longo da campanha. O G1 não conseguiu falar com a assessoria do governador.
Os dados entregues ao TSE mostram que 14 candidatos devem mais de R$ 1 milhão cada um. Todos disputaram governos estaduais.
Entre os candidatos ao Senado, o maior saldo devedor é de Rodrigo Cunha, eleito pelo PSDB de Alagoas, com R$ 877 mil. Dos candidatos a deputado federal, o maior prejuízo é de Givaldo Carimbão (Avante), também alagoano, que não se elegeu e ficou com déficit de R$ 741 mil.
Arnaldo Silva (DEM), que não se elegeu para uma vaga na Assembléia de Minas Gerais, foi o candidato a deputado estadual com maior dívida. O parlamentar registrou dívida de R$ 334 mil na campanha.
A prefeitura de Flores, através da Secretaria Municipal de Saúde, promoveu uma Audiência Pública para demonstrar e avaliar o cumprimento das Metas Fiscais e apresentar as ações e serviços da saúde, referentes ao segundo quadrimestre do exercício de 2021. A ação é voltada para que a população tome conhecimento de como estão sendo aplicados os […]
A prefeitura de Flores, através da Secretaria Municipal de Saúde, promoveu uma Audiência Pública para demonstrar e avaliar o cumprimento das Metas Fiscais e apresentar as ações e serviços da saúde, referentes ao segundo quadrimestre do exercício de 2021.
A ação é voltada para que a população tome conhecimento de como estão sendo aplicados os recursos públicos e de que maneira está sendo realizado os trabalhos na prevenção e promoção em saúde.
Foram demonstrados no detalhamento feito pela secretária de Saúde, Madalena Brito e do prefeito Marconi Santana, baixos índices de infestação predial e investimentos em recursos próprios. Marconi ainda ressaltou os investimentos e ações realizadas no período mais crítico da pandemia.
Distribuição começou na primeira semana de março e contou com presença do prefeito e equipe da gestão A Educação de Solidão concluiu a entrega dos kits escolares em toda a rede municipal de ensino. A ação, iniciada ainda na primeira semana de março, contemplou alunos e professores, garantindo mais estrutura e apoio para o ano […]
Distribuição começou na primeira semana de março e contou com presença do prefeito e equipe da gestão
A Educação de Solidão concluiu a entrega dos kits escolares em toda a rede municipal de ensino. A ação, iniciada ainda na primeira semana de março, contemplou alunos e professores, garantindo mais estrutura e apoio para o ano letivo.
Neste ano, além dos materiais escolares, os estudantes receberam mochilas e mochilas de rodinhas, novidade que marcou a entrega e representou a realização de um sonho para muitas famílias do município.
O prefeito Mayco esteve presente nas escolas durante as entregas, acompanhado da secretária municipal de Educação, Norma Zendron, e do secretário de Administração, Maurício Batista, realizando pessoalmente a distribuição dos kits.
“A iniciativa reforça o compromisso da gestão com a qualidade da educação, valorizando estudantes e profissionais e proporcionando melhores condições para o ensino e a aprendizagem”, afirma a assessoria de comunicação.
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