Candidato à Presidência comentou os ataques envolvendo cartazes apócrifos e disse que divergências eleitorais não justificam atingir familiares de adversários. O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou, nessa terça-feira (1º), um vídeo em solidariedade à governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), após a circulação de cartazes […]
Candidato à Presidência comentou os ataques envolvendo cartazes apócrifos e disse que divergências eleitorais não justificam atingir familiares de adversários.
O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou, nessa terça-feira (1º), um vídeo em solidariedade à governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), após a circulação de cartazes apócrifos com ataques à gestora e referências ao seu marido, Fernando Lucena, morto em 2022.
“Esse vídeo aqui não é sobre política, é sobre o mínimo de respeito e de civilidade que todo mundo deveria ter, inclusive dentro de uma campanha eleitoral”, afirmou Flávio.
O senador disse ter encontrado Raquel apenas uma vez, rapidamente, em um aeroporto, e afirmou que decidiu se manifestar diante do conteúdo dos ataques.
Ao mencionar a morte de Fernando Lucena, Flávio afirmou não ser possível dimensionar a dor da governadora diante das referências feitas ao marido durante a campanha.
“Eu não tenho como mensurar a sua dor pela perda do seu marido, eu não sei o que vem na sua cabeça quando você lembra dele, ainda mais numa situação como essa aí desses cartazes”, declarou.
Na sequência, o candidato relacionou o episódio a uma experiência vivida por sua própria família. Flávio citou o atentado sofrido por Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018 e afirmou que sua família também conhece os efeitos da violência política.
O autor da facada contra Jair Bolsonaro, Adélio Bispo, havia sido filiado ao PSOL anos antes do atentado. Flávio fez referência a esse histórico ao dizer que o pai foi atacado por um “ex-integrante do PSOL”.
Ao final da manifestação, o senador aconselhou Raquel a buscar as medidas legais cabíveis e seguir com a campanha.
“Respira, levanta a cabeça, tome as medidas legais cabíveis e bola para frente. Peço a Deus que lhe dê força, saúde, coragem e sabedoria nessa caminhada”, afirmou.
A autoria dos cartazes apócrifos que motivaram as manifestações de solidariedade a Raquel Lyra segue sob investigação. A governadora já afirmou que não pretende apontar responsáveis antes da conclusão das apurações.
Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a manifestação de Flávio Bolsonaro.
Rodrigo Ambrósio negou ter gráfica ou relação com Amisadai Andrade e afirmou que vai registrar boletim de ocorrência após divulgação de informações sobre sua residência. Rodrigo Ambrósio, responsável pelo perfil Bastidor.PE, se manifestou nesta terça-feira (1º), após a Frente Popular de Pernambuco pedir que autoridades investiguem a origem da fotografia de um panfleto apócrifo que […]
Rodrigo Ambrósio negou ter gráfica ou relação com Amisadai Andrade e afirmou que vai registrar boletim de ocorrência após divulgação de informações sobre sua residência.
Rodrigo Ambrósio, responsável pelo perfil Bastidor.PE, se manifestou nesta terça-feira (1º), após a Frente Popular de Pernambuco pedir que autoridades investiguem a origem da fotografia de um panfleto apócrifo que menciona Fernando Lucena, marido da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD).
Em vídeo publicado nas redes sociais, Ambrósio negou informações que, segundo ele, vêm sendo divulgadas a seu respeito e afirmou que pretende adotar medidas judiciais.
“Eu não tenho gráfica e nunca tive. O endereço que estão mostrando como se fosse uma grande descoberta é simplesmente minha casa”, declarou.
Segundo Ambrósio, imagens da residência utilizadas em publicações teriam sido retiradas do Google Street View e seriam de 2020. Ele afirmou ainda que uma parede do imóvel estaria sendo associada a uma imagem relacionada aos ataques contra Raquel.
“O muro que está sendo exibido em vídeos por aí é o muro da minha residência, só que de 2020”, disse.
O responsável pelo Bastidor.PE também negou qualquer ligação com Amisadai Andrade, ex-servidor estadual citado nas denúncias envolvendo um suposto esquema de ataques digitais contra adversários políticos.
“Eu não conheço Amisadai e nunca tive qualquer relação com ele”, afirmou.
Ambrósio classificou as associações como uma tentativa de intimidar o trabalho realizado pelo perfil. Segundo ele, o Bastidor.PE funciona de forma independente, com participação voluntária de colaboradores.
“Essas são tentativas de usar informações falsas e associações inexistentes para intimidar um trabalho jornalístico e manipular a opinião pública”, declarou.
A manifestação ocorre depois de a Frente Popular pedir investigação complementar sobre o perfil e seus responsáveis. A coligação de João Campos (PSB) sustenta que a página publicou a principal fotografia encontrada do panfleto apócrifo que cita o marido de Raquel Lyra e pediu que as autoridades apurem a origem da imagem e eventuais vínculos dos responsáveis pelo perfil com o Governo do Estado.
O pedido de investigação não significa que o Bastidor.PE ou Rodrigo Ambrósio tenham sido responsabilizados pela produção ou distribuição dos materiais.
No vídeo, Ambrósio afirmou ainda que pretende registrar boletim de ocorrência e recorrer à Justiça contra quem, segundo ele, divulgou informações falsas ou expôs sua residência.
“Eu não vou responder ataque com ataque. Vamos para a Justiça”, disse.
Ao final, reforçou que o perfil continuará publicando conteúdos. “A intimidação não vai definir o que o Bastidor pode ou não pode publicar. Nosso compromisso continua sendo com o jornalismo e com o direito de informar”, afirmou.
Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a manifestação de Rodrigo Ambrósio.
Coligação de João Campos quer apuração sobre a origem da imagem e eventuais vínculos dos responsáveis pelo Bastidor.PE com o Governo do Estado. A Frente Popular de Pernambuco protocolou, nesta terça-feira (1º), um pedido complementar de investigação relacionado ao panfleto apócrifo que menciona Fernando Lucena, marido da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), […]
Coligação de João Campos quer apuração sobre a origem da imagem e eventuais vínculos dos responsáveis pelo Bastidor.PE com o Governo do Estado.
A Frente Popular de Pernambuco protocolou, nesta terça-feira (1º), um pedido complementar de investigação relacionado ao panfleto apócrifo que menciona Fernando Lucena, marido da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), morto em 2022.
Segundo a coligação de João Campos (PSB), o novo pedido foi encaminhado à Polícia Federal e ao Ministério Público e complementa uma solicitação apresentada no último domingo (30), quando as imagens dos materiais começaram a circular. A Justiça Eleitoral também foi informada sobre os novos elementos.
O foco agora é o perfil Bastidor.PE, no Instagram. A Frente Popular afirma que a principal imagem localizada do panfleto que cita o marido da governadora foi publicada inicialmente pela página e pede que seja investigada a origem da fotografia.
A coligação também cita reportagem segundo a qual pessoas ligadas ao perfil ocuparam cargos no Governo de Pernambuco. Dois responsáveis pela página teriam trabalhado anteriormente na Secretaria de Turismo, enquanto outro articulista ocuparia atualmente cargo comissionado na Casa Civil.
Esses vínculos, por si só, não comprovam qualquer participação na produção ou distribuição do material. A Frente Popular pede justamente que as autoridades apurem se existe alguma relação entre essas circunstâncias e a publicação da imagem.
Outro argumento apresentado pela coligação é que sua equipe jurídica realizou buscas no Recife e afirma não ter localizado exemplar idêntico ao panfleto mostrado nas redes sociais nem pessoas que tenham relatado recebê-lo.
O Bastidor.PE apresenta uma versão diferente sobre a existência física dos materiais. Em publicação própria, o veículo afirmou ter recebido relatos e imagens de leitores pelo WhatsApp e disse que sua equipe foi ao Recife Antigo, onde encontrou uma série de cartazes apócrifos contra Raquel, entre eles um relacionado à morte de Fernando Lucena.
A página não é acusada formalmente, até o momento, de ter produzido os panfletos. O pedido da Frente Popular busca esclarecer de onde partiu a fotografia publicada, como o material chegou ao perfil e se há alguma circunstância adicional que deva ser investigada.
O caso ocorre em meio à disputa política provocada pelos cartazes. João Campos e Ivan Moraes (PSOL) negaram participação na produção dos materiais e também pediram investigação. Raquel Lyra classificou os ataques como violência política e afirmou que não pretende apontar responsáveis antes da apuração.
Foto: Reprodução
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Candidato à Presidência afirma que novos elementos envolvendo o ministro e Daniel Vorcaro tornam inviável sua permanência no STF. O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu, nesta terça-feira (1º), a renúncia do ministro Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal (STF). A manifestação representa mais um desdobramento político das revelações […]
Candidato à Presidência afirma que novos elementos envolvendo o ministro e Daniel Vorcaro tornam inviável sua permanência no STF.
O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu, nesta terça-feira (1º), a renúncia do ministro Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal (STF). A manifestação representa mais um desdobramento político das revelações envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o Banco Master.
“Isso é muito grave. Eu acho que o Alexandre de Moraes deveria renunciar ao Supremo Tribunal Federal. Não tem a menor condição de continuar sendo ministro do Supremo”, afirmou Flávio antes de uma sessão da Comissão de Segurança Pública do Senado.
A declaração ocorreu após a divulgação de informações sobre o contrato de R$ 131 milhões firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.
Segundo a reportagem, metadados de uma versão do documento enviada por WhatsApp a Vorcaro indicam que o arquivo passou por edição de um usuário identificado como “Ministro Alexandre de Moraes”.
O próprio escritório de Viviane confirmou que Moraes teve acesso à minuta. Em nota, a banca afirmou que consultou o ministro, na condição de marido da sócia-diretora, para verificar a existência de possíveis impedimentos legais para a contratação. Segundo o escritório, não foi identificado impedimento, e Moraes nunca julgou causa envolvendo o Banco Master.
Flávio Bolsonaro, entretanto, afirmou que os novos elementos levantam suspeitas sobre eventual atuação do ministro em favor de Vorcaro.
“Tudo sugere que há uma proteção de Moraes dada ao Vorcaro”, declarou o candidato. A afirmação é uma acusação de Flávio e não representa conclusão das investigações.
As declarações ocorrem no mesmo dia em que vieram a público novos detalhes das mensagens encontradas no celular de Vorcaro. Parte do material mostra contatos atribuídos a Moraes nos dias anteriores e no próprio dia da primeira prisão do ex-banqueiro.
Como o Blog do Nill Júnior mostrou nas reportagens anteriores sobre o caso Master, a Polícia Federal busca esclarecer se Vorcaro teve acesso antecipado a informações sobre medidas que seriam adotadas contra ele e qual teria sido a origem desses dados.
O ministro André Mendonça encaminhou os novos elementos à Procuradoria-Geral da República (PGR) e avalia os próximos passos relacionados à possível inclusão de Moraes na investigação.
Até o momento, não há conclusão de que Alexandre de Moraes tenha cometido crime. A existência do contrato, o acesso do ministro à minuta e as mensagens analisadas pela PF integram um conjunto de fatos que ainda está sob apuração.
Fonte: Diário do Poder / CNN Brasil
Foto: Divulgação/Charles Vieira
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Ministro aguarda manifestação da PGR antes de decidir se avança com iniciativa relacionada aos novos desdobramentos do caso Banco Master. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), avalia pedir a abertura de uma investigação contra o também ministro Alexandre de Moraes, segundo fontes ouvidas pela reportagem. A iniciativa ocorre após novos elementos surgirem […]
Ministro aguarda manifestação da PGR antes de decidir se avança com iniciativa relacionada aos novos desdobramentos do caso Banco Master.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), avalia pedir a abertura de uma investigação contra o também ministro Alexandre de Moraes, segundo fontes ouvidas pela reportagem.
A iniciativa ocorre após novos elementos surgirem nas investigações envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master, entre eles informações relacionadas a contatos atribuídos ao ex-banqueiro com Moraes nos dias anteriores à primeira prisão de Vorcaro.
Mendonça já solicitou esclarecimentos à Procuradoria-Geral da República (PGR) e aguarda a manifestação do órgão antes de definir os próximos passos. O ministro também pretende conversar com o presidente do STF, Edson Fachin, caso a iniciativa avance.
Nesta terça-feira (1º), Mendonça retirou o sigilo de parte da apuração relacionada ao material encontrado no celular de Vorcaro e defendeu que os novos elementos sejam analisados pelo plenário do Supremo.
Por envolver um integrante da própria Corte, uma eventual investigação deverá seguir procedimentos específicos dentro do STF. A manifestação da PGR será considerada antes de qualquer avanço formal.
Alexandre de Moraes contesta parte das informações atribuídas a conversas com Vorcaro. Até o momento, não há conclusão de que o ministro tenha cometido crime ou outra irregularidade.
Fonte: Diario de Pernambuco / Correio Braziliense
Foto: Luiz Silveira/STF
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Advogado afirma que ex-servidor reconhece declarações impróprias, mas sustenta que algumas frases atribuídas a ele podem ter sido manipuladas ou descontextualizadas. A defesa de Amisadai Andrade da Silva reconheceu, nesta terça-feira (1º), que o ex-servidor estadual se “excedeu” em parte das declarações que vieram a público no caso envolvendo o suposto “gabinete do ódio” em […]
Advogado afirma que ex-servidor reconhece declarações impróprias, mas sustenta que algumas frases atribuídas a ele podem ter sido manipuladas ou descontextualizadas.
A defesa de Amisadai Andrade da Silva reconheceu, nesta terça-feira (1º), que o ex-servidor estadual se “excedeu” em parte das declarações que vieram a público no caso envolvendo o suposto “gabinete do ódio” em Pernambuco. Ao mesmo tempo, o advogado Luiz Rocha afirmou que seu cliente contesta a autenticidade de alguns trechos atribuídos a ele.
Durante entrevista coletiva, Rocha afirmou que Amisadai teria utilizado uma linguagem inadequada ao tentar demonstrar uma influência dentro do Governo de Pernambuco que, segundo a defesa, ele não possuía.
“Amisadai reconhece que se excedeu com uma linguagem própria, com falas impróprias, ao tentar demonstrar um trânsito, uma influência no governo que nunca teve”, declarou o advogado.
A defesa classificou parte das declarações como “excesso de linguagem” e afirmou que Amisadai reconhece a impropriedade de algumas falas. O advogado, porém, sustentou que isso não pode servir para responsabilizá-lo por crimes que afirma não ter cometido.
“Ele reconhece a impropriedade, ele reconhece o excesso que cometeu, mas algumas das falas que ali estão ele não reconhece”, disse Rocha.
Segundo o advogado, a defesa pretende apurar se determinados trechos passaram por algum tipo de alteração. Entre as hipóteses levantadas estão descontextualização, manipulação eletrônica e eventual utilização de ferramentas de inteligência artificial.
Até o momento, a defesa não apresentou, na manifestação divulgada, laudo técnico que comprove alteração das gravações. A alegação de manipulação, portanto, é uma hipótese sustentada pelos advogados e ainda depende de apuração.
A defesa informou ainda ter apresentado uma notícia-crime para que sejam investigadas as circunstâncias em que as gravações foram realizadas e divulgadas.
Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a declaração do advogado Luiz Rocha.
Amisadai ganhou projeção no caso depois de aparecer em reportagem que apontou a existência de uma suposta rede de perfis utilizada para atacar adversários políticos da governadora Raquel Lyra (PSD). Ele foi posteriormente exonerado do cargo que ocupava no Governo de Pernambuco. As acusações relacionadas ao suposto esquema permanecem sob investigação.
Fonte: Diário de Pernambuco/Blog do Mário Flávio
Vídeo: Nicolle Gomes/DP
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Candidato afirmou que sua equipe jurídica não localizou os materiais mostrados nas redes sociais e voltou a defender investigação sobre a autoria. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a comentar, nesta terça-feira (1º), a circulação nas redes sociais de imagens de cartazes apócrifos com ataques políticos durante a campanha eleitoral. Durante […]
Candidato afirmou que sua equipe jurídica não localizou os materiais mostrados nas redes sociais e voltou a defender investigação sobre a autoria.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a comentar, nesta terça-feira (1º), a circulação nas redes sociais de imagens de cartazes apócrifos com ataques políticos durante a campanha eleitoral.
Durante sabatina da Rádio Folha 96,7 FM, João afirmou que sua equipe jurídica procurou os materiais apresentados nas publicações, mas não conseguiu localizar fisicamente os mesmos panfletos que apareceram nas redes.
“Eles não encontraram nenhum panfleto desse que foi postado. Encontraram um panfleto que fazia um ataque à honra. Do que foi postado, nenhum”, afirmou, ao responder à colunista Betânia Santana.
João disse que sua candidatura repudiou o episódio e acionou a Justiça para pedir investigação. Segundo o candidato, também haverá medidas na esfera criminal contra eventuais responsáveis.
“Quem fez isso, seja de forma virtual ou quem fez isso fisicamente, cometeu crime. Quem cometeu crime tem que pagar por ele”, declarou.
Durante a entrevista, João também rejeitou qualquer tentativa de associar sua campanha à produção do material e afirmou que já recorreu à Justiça contra adversários que, segundo ele, fizeram insinuações nesse sentido.
Ao tratar do conteúdo dos cartazes, o candidato lembrou a morte do pai, Eduardo Campos, durante a campanha presidencial de 2014, e a perda do marido de Raquel Lyra durante a campanha eleitoral de 2022.
“Ninguém no mundo tem o direito de atacar a minha dor ou atacar a dor dela, ou a dor de qualquer pessoa, para tirar um proveito eleitoral. Ninguém tem esse direito”, afirmou.
João ainda questionou a existência física dos materiais que circularam nas redes. Betânia Santana respondeu que também não havia visto os panfletos nas ruas e relatou ter procurado pelo material no Bairro do Recife após as primeiras informações sobre o caso.
O Partido dos Trabalhadores de Arcoverde emitiu Nota de Repúdio contra o que chamou de “fala lamentável e criminosa da vereadora Célia Galindo”, proferida na tribuna da Câmara de Vereadores de Arcoverde na noite desta segunda-feira. Uma das únicas vereadoras assumidamente bolsonaristas, Célia replicou informação sobre uma fala cortada do presidente Lula sobre os garis. […]
O Partido dos Trabalhadores de Arcoverde emitiu Nota de Repúdio contra o que chamou de “fala lamentável e criminosa da vereadora Célia Galindo”, proferida na tribuna da Câmara de Vereadores de Arcoverde na noite desta segunda-feira.
Uma das únicas vereadoras assumidamente bolsonaristas, Célia replicou informação sobre uma fala cortada do presidente Lula sobre os garis. Agências de checagem e veículoso afirmam que a fala foi tirada de contexto. A fala é rebatida por uma pessoa que chega a discutir com Célia, além dos vereadores Luciano Pacheco e João Taxista.
“É inadmissível que o espaço destinado ao debate dos problemas da população seja utilizado para espalhar fake news e desinformação. A imunidade parlamentar não é licença para mentir nem autoriza qualquer agente público a atacar a honra de terceiros por meio de conteúdos manipulados”.
Durante um ato em Belo Horizonte , o presidente abordou como os trabalhadores mais pobres são tratados com invisibilidade pela sociedade.
Ao citar a coleta de lixo, ele argumentou que a falta de oportunidades de estudo faz com que trabalhos braçais sejam vistos de forma estigmatizada, defendendo em seguida que o Estado deve garantir acesso à educação e igualdade de condições para que os filhos de trabalhadores possam ascender socialmente.
Checagens de veículos de imprensa, como o Estadão Verifica, apontam que a omissão de trechos altera o sentido original da mensagem, que era uma crítica à desigualdade social e uma defesa de investimentos em ensino.
“Exigimos responsabilidade no exercício do mandato e defendemos que a política seja feita com a disputa de ideias, projetos e propostas — nunca com mentiras e difamação. Fake news é crime. A democracia exige verdade, respeito e responsabilidade”, conclui o PT, que promete levar o caso a outras instâncias.
Governadora afirmou que não apontará responsáveis antes da conclusão das investigações e classificou o episódio como violência política. A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), afirmou que existem tentativas de atribuir a ela a autoria dos cartazes apócrifos que circularam durante a campanha eleitoral. A declaração foi dada na segunda-feira (31), […]
Governadora afirmou que não apontará responsáveis antes da conclusão das investigações e classificou o episódio como violência política.
A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), afirmou que existem tentativas de atribuir a ela a autoria dos cartazes apócrifos que circularam durante a campanha eleitoral. A declaração foi dada na segunda-feira (31), em entrevista ao programa Poder Expresso, do SBT News.
Segundo Raquel, manifestações nesse sentido já começaram a circular. A governadora, entretanto, disse que não pretende acusar ninguém antes da apuração das autoridades.
“Não posso atribuir nada a ninguém. Eu pedi investigações pela polícia, que é quem tem a competência de fazer”, afirmou. Ao comentar a possibilidade de ser responsabilizada pelo material, acrescentou: “É impressionante o nível de crueldade que se pode fazer”.
A governadora também rejeitou a hipótese de que o episódio tenha sido provocado por ela própria para produzir repercussão política durante a campanha. Raquel classificou o caso como “repugnante” e afirmou considerá-lo mais um episódio de violência política.
Questionada sobre suspeitas levantadas em relação ao candidato João Campos (PSB), Raquel voltou a dizer que não apontará responsáveis enquanto as investigações estiverem em andamento.
Ela também agradeceu manifestações de solidariedade recebidas após a circulação dos cartazes e afirmou não querer que seus filhos e o marido sejam envolvidos na disputa eleitoral.
Durante a entrevista, Raquel mencionou ainda acusações feitas contra integrantes de sua campanha em outro episódio envolvendo ataques políticos. Segundo a candidata, seus advogados recorreram à Justiça para cobrar a apresentação de provas das acusações.
A autoria dos cartazes apócrifos permanece sob investigação. O episódio provocou troca de acusações e manifestações de candidatos e aliados nos últimos dias da campanha.
Candidato afirmou que pretende imprimir “senso de urgência” desde o início de uma eventual gestão no Governo de Pernambuco. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) criticou, na noite desta segunda-feira (31), o ritmo da gestão da governadora Raquel Lyra (PSD), sua principal adversária na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas. As […]
Candidato afirmou que pretende imprimir “senso de urgência” desde o início de uma eventual gestão no Governo de Pernambuco.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) criticou, na noite desta segunda-feira (31), o ritmo da gestão da governadora Raquel Lyra (PSD), sua principal adversária na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas.
As declarações foram feitas durante a inauguração do comitê do vereador do Recife e candidato a deputado federal Rinaldo Júnior (PSB), no bairro do Torreão, na Zona Norte da capital.
Sem citar Raquel nominalmente em parte do discurso, João afirmou que uma eventual gestão sua começaria com ritmo de trabalho desde o primeiro ano.
“Não vou trabalhar só no quarto ano, é desde o primeiro dia. Com senso de urgência”, afirmou. Em outro momento, disse que seu mandato à frente do Recife não concentrou ações apenas no período eleitoral e citou creches, serviços de saúde e o programa Embarque Digital como exemplos.
A fala ocorre em meio às críticas feitas por Raquel Lyra aos 16 anos de governos do PSB em Pernambuco. Durante a campanha, a governadora tem afirmado que seu grupo recebeu o Estado em situação difícil e precisou reorganizar a administração antes de acelerar investimentos e entregas.
João rebateu o argumento separando sua trajetória pessoal das administrações anteriores do partido. “Eu nunca fui governador de Pernambuco por enquanto”, declarou.
O candidato também voltou a abordar as denúncias sobre um suposto “gabinete do ódio” relacionado a ataques contra integrantes de seu grupo político. João afirmou que os episódios são investigados pela Polícia Federal e mencionou reportagem publicada pela Folha de S.Paulo sobre a apuração.
A existência e eventual responsabilidade por uma estrutura desse tipo ainda são objeto de investigação. Raquel Lyra já negou envolvimento nas acusações e defendeu que os fatos sejam apurados pelas autoridades.
Durante o discurso, João defendeu que a campanha concentre o debate em temas como abastecimento de água, segurança, emprego, alimentação e qualificação profissional.
O ato também contou com a presença do candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos) e dos candidatos ao Senado Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT).
Fonte: Folha de Pernambuco
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A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a falar sobre os ataques que afirma ter sofrido durante a campanha eleitoral e relacionou parte desse ambiente ao fato de ser a primeira mulher a comandar o Governo de Pernambuco. “Ser a primeira mulher governadora de Pernambuco não é algo simples”, afirmou Raquel ao […]
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a falar sobre os ataques que afirma ter sofrido durante a campanha eleitoral e relacionou parte desse ambiente ao fato de ser a primeira mulher a comandar o Governo de Pernambuco.
“Ser a primeira mulher governadora de Pernambuco não é algo simples”, afirmou Raquel ao comentar os episódios recentes e outros ataques que, segundo ela, enfrentou ao longo da trajetória política.
A declaração foi dada após a repercussão dos panfletos apócrifos que circularam no Recife nesse domingo (30), com acusações relacionadas à morte de seu marido, Fernando Lucena. A governadora registrou boletins de ocorrência nas polícias Federal e Civil e pediu investigação sobre a autoria do material.
Durante a fala, Raquel também destacou a presença da vice-governadora Priscila Krause e afirmou que a composição formada por duas mulheres à frente do governo representa uma mudança na estrutura política tradicional do estado.
“Embora nos traga muita honra, a minha, a Priscila, pela primeira vez na história do Brasil duas mulheres liderando um governo, isso mexe um pouco com a estrutura do que sempre foi. Só pelo fato de sermos mulheres já mexe”, declarou.
A governadora também defendeu a atuação de sua gestão, citando transparência, respeito ao dinheiro público e estímulo ao desenvolvimento econômico.
“Um governo de entrega baseado em transparência, em correção, em respeito ao dinheiro público e buscar fazer com que os empreendedores daqui cresçam, se fortaleçam, gerem emprego para a nossa gente e gerem riqueza para o nosso Estado”, afirmou.
Ao falar sobre a relação com o setor produtivo, Raquel disse que pretende apoiar o crescimento dos empreendedores sem estabelecer relações de interesse com empresários.
“Eu dizia sempre, digo, que eu não estou aqui para ser sócia de ninguém. Eu quero ser sócia do seu sucesso. Se você estiver indo bem, vai lá, por favor, vai bem, eu estou com a minha vida aqui”, declarou.
A fala ocorre em meio à repercussão dos panfletos apócrifos e às manifestações de diferentes lideranças políticas sobre o episódio. Até o momento, a autoria do material não foi identificada.
Clique no link abaixo e veja a declaração da candidata.
Candidato do PSB negou participação de seu grupo político na produção dos panfletos apócrifos e voltou a cobrar investigação para identificar os responsáveis O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a se manifestar nesta segunda-feira (31) sobre os panfletos apócrifos com ataques à governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) e […]
Candidato do PSB negou participação de seu grupo político na produção dos panfletos apócrifos e voltou a cobrar investigação para identificar os responsáveis
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a se manifestar nesta segunda-feira (31) sobre os panfletos apócrifos com ataques à governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) e negou que o material tenha partido de seu grupo político.
“Eu jamais, jamais faria ou autorizaria qualquer tipo de prática como essa. É inadmissível”, afirmou João durante entrevista.
Ao falar sobre o episódio, o candidato relembrou a morte do pai, Eduardo Campos, em um acidente aéreo durante a campanha presidencial de 2014, e comparou a experiência vivida pela própria família à perda de Fernando Lucena, marido de Raquel, que morreu após sofrer um infarto no dia do primeiro turno das eleições de 2022.
“Eu perdi meu pai em uma eleição. Foi o momento mais difícil da minha vida. A minha mãe é uma viúva. Eu sei a dor que a gente passou dentro de casa. Eu sei a dor de você perder quem você mais ama na vida”, declarou.
João afirmou que uma perda familiar não deve ser utilizada para obter vantagem eleitoral ou atacar adversários.
“Da mesma forma que a candidata Raquel perdeu o marido dela. Então, eu não admito, não é só como candidato, é como ser humano, que isso seja utilizado com fins eleitorais ou com fins de atacar qualquer pessoa”, disse.
O candidato também voltou a cobrar uma investigação das autoridades para descobrir quem produziu e espalhou o material.
“Eu só tenho uma certeza: quem fez isso é um criminoso. Algum criminoso fez isso. E a Justiça tem que descobrir quem é. Urgente”, afirmou.
Segundo João, Justiça, polícia, Justiça Eleitoral e Ministério Público precisam esclarecer a origem dos panfletos e identificar os responsáveis. O candidato também afirmou que pretende recorrer à Justiça contra quem atribuir a autoria do material ao seu grupo político.
Os panfletos começaram a circular nesse domingo (30), com acusações relacionadas à morte de Fernando Lucena. O material não possui identificação de autoria e, até o momento, não há informação comprovada sobre quem o produziu ou distribuiu.
Raquel Lyra registrou boletins de ocorrência nas polícias Federal e Civil. A Frente Popular de Pernambuco, coligação de João Campos, também acionou o Ministério Público Eleitoral, negou participação no episódio e pediu investigação sobre a autoria, produção e divulgação do material.
Confira no vídeo publicado no Instagram do blog a declaração de João Campos.
A decisão determina a retirada das publicações e prevê multa de R$ 25 mil em caso de descumprimento. O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) determinou, na noite desse domingo (30), a retirada de publicações que atribuem ao candidato ao Governo do Estado João Campos (PSB) e ao seu grupo político a produção e a […]
A decisão determina a retirada das publicações e prevê multa de R$ 25 mil em caso de descumprimento.
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) determinou, na noite desse domingo (30), a retirada de publicações que atribuem ao candidato ao Governo do Estado João Campos (PSB) e ao seu grupo político a produção e a distribuição dos panfletos apócrifos contra a governadora Raquel Lyra (PSD).
A decisão liminar foi assinada pelo desembargador eleitoral Luiz Gustavo Mendonça de Araújo e alcança o candidato ao Senado Mendonça Filho (PL), o candidato a deputado estadual Ni do Badoque (PSD) e o blogueiro Ricardo Antunes.
A medida foi concedida após uma ação apresentada pela Frente Popular de Pernambuco. A coligação argumentou que as publicações responsabilizaram João e o PSB pelo episódio sem que a autoria dos panfletos tenha sido identificada.
Em uma das postagens analisadas, Ricardo Antunes afirmou que o “grupo de João Campos” teria espalhado o material e utilizou a expressão “O novo jogo sujo do PSB”.
Ao analisar a publicação, o desembargador considerou que o conteúdo não se limitou a informar sobre a existência dos cartazes ou manifestar uma opinião.
“Há atribuição direta e categórica ao ‘Grupo de João Campos’ da conduta de espalhar os panfletos, além da vinculação do episódio ao PSB mediante a expressão ‘O novo jogo sujo do PSB’”, registrou o magistrado.
A liminar determinou que a Meta, responsável pelo Instagram e pelo Facebook, torne as publicações indicadas no processo indisponíveis em até duas horas após ser notificada.
Mendonça Filho, Ni do Badoque e Ricardo Antunes também deverão excluir os respectivos conteúdos. Em caso de descumprimento, cada um estará sujeito a uma multa de R$ 25 mil.
A decisão também determina que os representados não republicassem os materiais nem realizem novas manifestações ofensivas nos termos descritos na liminar. O mérito da ação ainda será analisado pela Justiça Eleitoral.
Os panfletos foram espalhados em locais públicos do Recife e continham ataques relacionados à morte de Fernando Lucena, marido de Raquel, durante as eleições de 2022. Até o momento, não há informação oficial sobre quem produziu, financiou ou distribuiu o material.
Nesse domingo, a Frente Popular também informou ter acionado o Ministério Público Eleitoral para pedir a investigação da autoria, da produção e da divulgação dos cartazes.
Fotos: Divulgação
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O mistério dos panfletos apócrifos: teoria de ação orquestrada para mudar foco ganha força entre aliados de João Campos Depois da publicação das matérias sobre os panfletos apócrifos contra Raquel Lyra, socialistas do chamado núcleo duro da campanha passaram a levantar suspeitas de que o caso seja de o que se chama de fakesada de […]
O mistério dos panfletos apócrifos: teoria de ação orquestrada para mudar foco ganha força entre aliados de João Campos
Depois da publicação das matérias sobre os panfletos apócrifos contra Raquel Lyra, socialistas do chamado núcleo duro da campanha passaram a levantar suspeitas de que o caso seja de o que se chama de fakesada de grupo aliado à gestora, dado o modus operandi.
Em suma, reiteraram o desejo de apuração rigorosa e apresentaram argumentos que, sustentam, levantam suspeitas sobre o episódio que tomou o noticiário neste domingo.
Um deles, o de que pouquíssimos panfletos foram colocados de forma localizada. “Circulamos nas áreas e só localizamos um panfleto localizado”, disse um deles ao fim da noite deste domingo.
Outra suspeita é da dinâmica de propagação da notícia. Dizem, as primeiras páginas a publicarem foram conhecidamente alinhadas à governadora e em colaboração, o que seria demonstração de “movimento articulado”. Acrescenta: “um panfleto é mostrado duas vezes. Não há além da localização registrada nenhum material”, afirma.
“Duas horas depois, outras páginas também com viés raquelista replicaram a denúncia, já decretando inclusive autoria e apontando responsabilidades”.
Por fim, acreditam que o episódio, caso “criado”, queria mudar o foco da pauta na imprensa. “A denúncia de um Gabinete do Ódio ligado a Raquel ainda tomava o noticiário”.
O mistério dos panfletos apócrifos: Raquel e Coligação dizem cobrar explicações A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), registrou, neste domingo (30), boletim de ocorrência nas polícias Federal e Civil após ser alvo de um episódio de violência política. Foram flagrados cartazes com acusações e ataques de caráter pessoal relacionados à morte de […]
O mistério dos panfletos apócrifos: Raquel e Coligação dizem cobrar explicações
A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), registrou, neste domingo (30), boletim de ocorrência nas polícias Federal e Civil após ser alvo de um episódio de violência política.
Foram flagrados cartazes com acusações e ataques de caráter pessoal relacionados à morte de seu marido, o empresário Fernando Lucena. As peças foram espalhadas em muros no Bairro do Recife.
Em um dos cartazes, a imagem de Raquel aparece acompanhada da frase “ela matou o marido para ganhar a eleição”. Em outro, a governadora é retratada ao lado de Elize Matsunaga e Flordelis, sob a expressão “matadoras de maridos”.
“Entrei no carro para seguir minha agenda na Mata Sul e, como sempre faço, abri o Instagram para ver o que estava acontecendo. E pude ver de perto a crueldade de quem não tem limites. Respeite minha família, respeitem meus filhos, respeitem quem não está mais aqui, respeitem a minha dor”, disse Raquel em vídeo publicado nas redes sociais.
A coligação Pernambuco de Coração também acionará o Ministério Público Eleitoral para que o caso seja investigado.
Aliados defendem Raquel nas redes
Após o episódio de panfletos apócrifos atacando a governadora Raquel Lyra, aliados foram às redes condenar o episódio e se solidarizar com ela.
Nomes como Pollyana Abreu e Mirella Almeida ocuparam às redes sociais.
“Não podemos normalizar o ódio. Hoje, minha voz é de solidariedade à governadora Raquel Lyra, diante dos ataques e cartazes que tomaram as ruas do Recife. Como mulher e como prefeita, sei que podemos pensar diferente, discordar e fazer política com firmeza. Mas nenhuma divergência justifica violência, ataques pessoais ou desrespeito”, disse.
“Que todas nós, mulheres, repudiemos qualquer forma de violência. Enquanto espalham ódio, nós respondemos com respeito, amor e humanidade”, concluiu Pollyana.
Recife tem milhares de câmeras espalhadas, desde as oficiais (SDS e Prefeitura) até as milhares privadas em avenidas, ruas, becos e vielas. Se ajudam a esclarecer tantos crimes, fica lógico presumir que pode apontar a autoria dessa bizarrice, os panfletos apócrifos atacando a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra. É seguir o fio, a […]
Recife tem milhares de câmeras espalhadas, desde as oficiais (SDS e Prefeitura) até as milhares privadas em avenidas, ruas, becos e vielas.
Se ajudam a esclarecer tantos crimes, fica lógico presumir que pode apontar a autoria dessa bizarrice, os panfletos apócrifos atacando a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra. É seguir o fio, a partir de quem fez a panfletagem de madrugada, até a gráfica que imprimiu o material e o mais importante, quem pagou, quem mandou, quem montou a estratégia.
Tenho críticas aos nossos Tribunais Regionais Eleitorais. Acho envelhecidos, não necessariamente em idade, mas na prática, nos métodos, o mesmo que penso dos Tribunais de Justiça. Em tempos de IA, deepfakes, fake news, me passam a impressão de não ter pernas para acompanhar e evitar os danos. Espero estar errado.
Mas aqui estamos tratando de um crime físico, de pessoas que, a mando de alguém, promoveram a fixação dos panfletos em vias públicas. A conclusão óbvia é de que está fácil seguir o fio.
O material é tão tosco, baixo e agressivo, que é difícil imaginar ter saído de cabeças pensantes das campanhas, apesar de não se poder afirmar nada antes das investigações.
Uma coisa entretanto, dá pra dizer: a sociedade pernambucana exige uma apuração que aponte responsabilidades de algo tão grave. É necessário inclusive para que não se repita nunca mais. Pernambuco não aceita isso.
Governadora publicou um vídeo nas redes sociais e pediu respeito à sua família, aos filhos e à memória de Fernando Lucena. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) registrou, neste domingo (30), ocorrências junto à Polícia Federal e à Polícia Civil após a circulação de cartazes com acusações relacionadas à morte de seu […]
Governadora publicou um vídeo nas redes sociais e pediu respeito à sua família, aos filhos e à memória de Fernando Lucena.
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) registrou, neste domingo (30), ocorrências junto à Polícia Federal e à Polícia Civil após a circulação de cartazes com acusações relacionadas à morte de seu marido, o empresário Fernando Lucena.
Os materiais foram espalhados em muros do Bairro do Recife. Em um deles, uma fotografia de Raquel aparece acompanhada da frase “ela matou o marido para ganhar a eleição”. Outra peça apresenta a governadora ao lado de Elize Matsunaga e Flordelis, sob a expressão “matadoras de maridos”.
Fernando Lucena morreu aos 44 anos, após sofrer um infarto, no dia do primeiro turno das eleições de 2022. Naquela disputa, Raquel avançou ao segundo turno e foi eleita governadora de Pernambuco.
Ao tomar conhecimento dos cartazes, Raquel publicou um vídeo nas redes sociais. A governadora relatou que viu as imagens quando se deslocava para cumprir uma agenda de campanha na Mata Sul.
“Eu entrei no carro para seguir minha agenda hoje, na Zona da Mata Sul. E, como eu sempre faço, abri o Instagram para ver o que estava acontecendo. Pude ver de perto a crueldade de quem não tem limites”, declarou.
Na sequência, Raquel pediu respeito aos familiares e à memória do marido.
“Respeitem minha família. Respeitem meus filhos. Respeitem quem não está mais aqui. Respeitem a minha dor”, afirmou.
A coligação Pernambuco no Coração informou que também acionará o Ministério Público Eleitoral para solicitar a investigação do caso e a identificação dos responsáveis pela produção e distribuição dos cartazes.
A Frente Popular de Pernambuco, coligação de João Campos (PSB), repudiou o material e anunciou que adotará medidas perante a Justiça Eleitoral. João também divulgou um vídeo no qual classificou os ataques como um “completo absurdo” e negou qualquer participação de sua candidatura.
Clique no link abaixo e confira o vídeo com a declaração de Raquel Lyra após a circulação dos cartazes no Recife.
Candidato afirmou que o material apócrifo ultrapassa os limites da disputa política e pediu a identificação dos responsáveis. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) divulgou, na tarde deste domingo (30), um vídeo no qual repudiou os panfletos apócrifos espalhados pelo Recife com ataques à governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD). […]
Candidato afirmou que o material apócrifo ultrapassa os limites da disputa política e pediu a identificação dos responsáveis.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) divulgou, na tarde deste domingo (30), um vídeo no qual repudiou os panfletos apócrifos espalhados pelo Recife com ataques à governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD).
O material utiliza uma fotografia da governadora e apresenta acusações relacionadas à morte de seu marido, Fernando Lucena, que sofreu um infarto no dia do primeiro turno das eleições de 2022.
Após a circulação dos panfletos, aliados de Raquel atribuíram a ação ao suposto “gabinete do ódio” da Frente Popular. A coligação de João repudiou o material e informou que adotará medidas perante a Justiça Eleitoral para identificar e responsabilizar os autores.
No vídeo, João classificou os panfletos como um “completo absurdo” e afirmou que acionará judicialmente quem tentar atribuir a produção ou a distribuição do material a ele ou à sua candidatura.
“Qualquer pessoa que queira atribuir isso a mim ou à minha candidatura vai responder criminalmente à Justiça brasileira”, declarou.
O candidato relacionou o episódio às perdas familiares vividas por ele e por Raquel durante períodos eleitorais. João perdeu o pai, o ex-governador Eduardo Campos, durante a campanha presidencial de 2014. Raquel perdeu o marido durante a eleição estadual de 2022.
“Eu perdi meu pai durante uma eleição, a candidata Raquel perdeu um marido durante uma eleição. E eu não admito nem que a minha família, nem que nenhuma família seja atacada nessa eleição. Isso está fora da política”, afirmou.
João disse ainda que está recorrendo à Justiça Eleitoral para pedir uma investigação sobre a origem do material, o financiamento, a produção e a distribuição dos panfletos.
O candidato defendeu que os responsáveis sejam identificados e punidos e afirmou que continuará sua campanha concentrada em propostas para áreas como educação, saúde e segurança.
Clique no link abaixo e confira o vídeo com a declaração de João Campos sobre os panfletos apócrifos contra Raquel Lyra.
Candidato do PL apresentou as propostas após reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador. O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo (30), que pretende criar um Ministério da Segurança Pública e abrir 500 mil vagas em presídios caso seja eleito. As declarações foram dadas após […]
Candidato do PL apresentou as propostas após reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo (30), que pretende criar um Ministério da Segurança Pública e abrir 500 mil vagas em presídios caso seja eleito.
As declarações foram dadas após uma reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador, Gustavo Villatoro. Flávio citou como referência as medidas adotadas pelo governo do presidente salvadorenho Nayib Bukele.
Segundo o candidato, a proposta prevê o endurecimento da legislação penal e a construção de unidades prisionais. Ele argumentou que a ampliação das vagas seria necessária para fortalecer a política de segurança pública brasileira.
“Como está na proposta do governo, a linha vai ser de endurecimento da legislação penal, construção de vários presídios, para que a população tenha o seu primeiro e mais soberano direito, que é o direito de viver, o direito da sua segurança pública”, declarou.
Questionado sobre a estrutura ministerial pretendida, Flávio disse que planeja criar uma pasta exclusiva para a segurança pública. Atualmente, as duas áreas estão reunidas no Ministério da Justiça e Segurança Pública.
De acordo com o candidato, o novo ministério atuaria em parceria com os estados e os municípios, oferecendo suporte financeiro e promovendo a integração de informações entre as forças de segurança.
“A ideia é criar um Ministério da Segurança Pública exclusivo para fazer uma gestão junto com as forças estaduais e com as polícias municipais. Quero dar suporte, não apenas financeiro, mas de organização, de conexão, de troca de inteligência e de informações entre todas as esferas de poder”, afirmou.
Flávio não apresentou, durante a declaração, detalhes sobre o custo estimado para a abertura das 500 mil vagas, o prazo de execução ou a divisão de responsabilidades entre a União e os estados.
Fonte: Diário de Pernambuco Foto: Beto Barata/PL
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Equipe divulgou nota depois de o presidente afirmar, durante sabatina da Globo, que nunca havia visto Roberta Luchsinger. A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta conter a repercussão provocada pela circulação de fotografias dele ao lado da lobista Roberta Luchsinger. As imagens ganharam destaque após Lula afirmar, durante o programa Entrevista […]
Equipe divulgou nota depois de o presidente afirmar, durante sabatina da Globo, que nunca havia visto Roberta Luchsinger.
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta conter a repercussão provocada pela circulação de fotografias dele ao lado da lobista Roberta Luchsinger. As imagens ganharam destaque após Lula afirmar, durante o programa Entrevista com o Candidato, da Globo, que nunca havia visto a empresária.
Na última sexta-feira (28), a equipe do presidente divulgou uma nota argumentando que os registros fotográficos não demonstram a existência de uma relação pessoal, profissional ou política entre os dois.
“O presidente Lula é uma figura pública que, ao longo de sua trajetória e especialmente em campanhas e agendas públicas, é abordado por inúmeras pessoas para registros fotográficos. A existência desses registros não significa relação pessoal, profissional ou política”, afirmou a campanha.
Na sabatina exibida na última quinta-feira (27), Lula negou qualquer contato com Roberta ao ser questionado pela jornalista Renata Vasconcellos.
“Não conheço essa moça, nunca vi essa moça na minha vida, nunca conversei com essa moça. Ela nunca esteve próxima de mim”, declarou o presidente.
Após a entrevista, pelo menos 12 fotografias de Lula com Roberta passaram a circular nas redes sociais. Entre os registros publicados pela própria empresária estão imagens relacionadas à campanha eleitoral de 2022.
A equipe do presidente explicou que a resposta de Lula teve o sentido de negar a existência de interlocução ou vínculo com Roberta, e não a possibilidade de ter sido fotografado ao lado dela durante atividades públicas.
Integrantes da campanha ouvidos pela reportagem avaliaram que a declaração criou um novo problema político ao permitir que adversários contrapusessem a fala do presidente às fotografias. Aliados classificaram o episódio como uma “derrapada”.
A reportagem também informou que Lula teria sido alertado sobre a existência de uma das imagens antes da entrevista. Segundo interlocutores, a fotografia foi mostrada ao presidente em meados de agosto, durante uma reunião com integrantes do PT de São Paulo no Palácio da Alvorada.
Flávio Bolsonaro (PL), adversário de Lula na disputa presidencial, explorou a contradição e publicou quatro fotografias do presidente ao lado de Roberta após a sabatina.
Roberta é apontada como próxima de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Os dois são investigados pela Polícia Federal em apurações relacionadas a suposto tráfico de influência. As defesas negam irregularidades.
Fonte: CNN Brasil Foto: Reprodução
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Peças associam de forma ofensiva a governadora à morte do marido; autoria ainda não foi identificada. Neste domingo (30), cartazes apócrifos com a fotografia da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) foram espalhados por pontos do Recife. As peças associam Raquel à morte do marido, Fernando Lucena, e apresentam frases ofensivas. O material […]
Peças associam de forma ofensiva a governadora à morte do marido; autoria ainda não foi identificada.
Neste domingo (30), cartazes apócrifos com a fotografia da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) foram espalhados por pontos do Recife.
As peças associam Raquel à morte do marido, Fernando Lucena, e apresentam frases ofensivas. O material não possui identificação de autoria ou informações sobre quem financiou sua produção e distribuição.
Aliados da governadora atribuíram os cartazes a uma suposta estrutura de ataques vinculada à Frente Popular de Pernambuco. Até o momento, porém, não foram apresentadas publicamente provas sobre a origem do material.
A Frente Popular, coligação que tem João Campos (PSB) como candidato ao Governo de Pernambuco, repudiou os ataques e afirmou que adotará medidas perante a Justiça Eleitoral para investigar o episódio.
“A Frente Popular de Pernambuco informa que adotará todas as medidas cabíveis perante a Justiça Eleitoral para que a produção e a disseminação de conteúdos apócrifos contra qualquer candidatura sejam rigorosamente investigadas, com a devida identificação e responsabilização de seus autores”, diz a nota.
A coligação também declarou que não aceitará ataques anônimos, crimes contra a honra ou práticas destinadas a degradar o debate público.
“Seguiremos fazendo uma campanha limpa, responsável e baseada em propostas, com respeito à democracia e, sobretudo, ao povo pernambucano”, concluiu.
Fernando Lucena morreu aos 44 anos após sofrer um mal súbito em casa, em Caruaru, no dia do primeiro turno das eleições de 2022. Naquela disputa, Raquel avançou para o segundo turno contra Marília Arraes e foi eleita governadora de Pernambuco.
O episódio ocorre em meio à troca de acusações entre as coligações de Raquel Lyra e João Campos sobre a existência de estruturas digitais dedicadas a atacar adversários. Os dois grupos já recorreram à Justiça Eleitoral com denúncias relacionadas à disseminação de conteúdos nas redes sociais.
Fonte: Blog do Dantas Barreto
Foto: Reprodução/Redes sociais
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Presidente abordou jornada de trabalho, soberania e participação feminina durante encontro em Belo Horizonte. Nesse sábado (29), o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o Congresso Nacional aprovará, ao longo desta semana, a proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala de trabalho 6×1. “Nós vamos […]
Presidente abordou jornada de trabalho, soberania e participação feminina durante encontro em Belo Horizonte.
Nesse sábado (29), o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o Congresso Nacional aprovará, ao longo desta semana, a proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala de trabalho 6×1.
“Nós vamos aprovar nesta semana o fim da escala 6×1, para que mulheres e homens tenham mais tempo de cuidar de suas vidas, de cuidar das crianças, de passear e de namorar também”, declarou.
A proposta estabelece jornada máxima de 40 horas semanais, distribuídas em cinco dias de trabalho e dois de descanso, sem redução salarial. O texto foi aprovado em dois turnos pela Câmara dos Deputados e está na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
O senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da matéria, apresentou parecer favorável e manteve o texto aprovado pelos deputados. A PEC ainda precisa passar pela CCJ e por dois turnos de votação no plenário do Senado. Portanto, a declaração de Lula representa uma expectativa política, e não uma aprovação já assegurada. O andamento da matéria pode ser acompanhado no Senado Federal.
Lula participou do encontro Mulheres com Lula, na Serraria Souza Pinto, em Belo Horizonte. O ato contou com a presença da primeira-dama Janja, de ministras e de candidatas ao Senado, entre elas Marília Arraes (PDT) e Eliziane Gama (PT).
Ao abordar a política externa, o presidente defendeu a soberania nacional e afirmou que pretende fazer o Brasil alcançar a condição de país desenvolvido ao final de um eventual quarto mandato.
“Enquanto o Lula for presidente, nenhum governo estrangeiro meterá o bedelho nesse País”, disse.
O presidente também pediu que as mulheres ampliem sua participação na política e apoiem candidaturas comprometidas com a defesa dos direitos femininos. Segundo Lula, a presença de mulheres em cargos de gestão no Governo Federal passou de 29% na administração anterior para 38% na atual, mas deveria alcançar pelo menos 50%.
Durante o discurso, Lula mencionou ainda o Pacto Nacional contra o Feminicídio e afirmou que as medidas adotadas pelo governo incluem 11 leis, quatro decretos e três portarias.
Fonte: Estadão Conteúdo Foto: Ricardo Stuckert
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O cientista político Celso Rocha de Barros apontou uma obviedade que a grande imprensa tem omitido, segundo análise do Intercept: essa não será uma eleição normal. “Será que todo dia a gente não devia tratar do fato que tem uma superpotência que tomou a economia brasileira como refém para exigir que os brasileiros votem no […]
O cientista político Celso Rocha de Barros apontou uma obviedade que a grande imprensa tem omitido, segundo análise do Intercept: essa não será uma eleição normal.
“Será que todo dia a gente não devia tratar do fato que tem uma superpotência que tomou a economia brasileira como refém para exigir que os brasileiros votem no candidato que elas preferem? Eu acho muito esquisito e desconfortável a gente falar dessa eleição como uma eleição normal, que está correndo sob a mais completa normalidade”, refletiu Celso.
A maior potência bélica do planeta enfiou o pescoço na democracia brasileira e já está interferindo nas eleições. O aparato de estado dos Estados Unidos tem sido usado para impulsionar a agenda política de Flávio Bolsonaro, que em troca prometeu entregar as terras raras brasileiras e muito mais.
Além de impor sanções econômicas, o governo estadunidense praticou uma série de ações para favorecer a candidatura bolsonarista. Chegou até a tentar enviar para o Brasil dois oficiais para questionar as urnas eletrônicas.
Essa flagrante violação da soberania nacional tem sido tratada como um problema diplomático entre os dois países, o que é evidentemente falso. Estamos sendo intimidados pelo mesmo extremista maluco que invadiu a Venezuela, sequestrou seu presidente e roubou seu petróleo.
Inacreditavelmente, essa não parece ser a grande preocupação da imprensa brasileira. O assunto tem sido tratado de forma lateral no noticiário e nas colunas de opinião.
Nas sabatinas do Jornal Nacional, por exemplo, a soberania nacional não foi uma questão central. Nenhum candidato até agora recebeu perguntas sobre o risco de uma intervenção estrangeira. Os jornalistas não perguntaram nem mesmo para o presidente da República. E isso se repete em outras entrevistas e sabatinas.
As eleições correm risco de sofrer uma intervenção internacional, mas isso tem sido tratado como uma questão menor, quase irrelevante.
Além da normalização dos ataques à soberania, há também uma normalização dos ataques à democracia. Quase todos os candidatos da direita nesta eleição prometeram anistiar os golpistas condenados pelo 8 de Janeiro. É como se a tentativa de golpe de estado não estivesse fartamente comprovada.
Já tem até livro de ex-comandante da Aeronáutica no governo Bolsonaro dando detalhes da trama golpista, mas o negacionismo do golpe ainda é tratado como opinião legítima no debate público. Chegaremos ao pleito com mais da metade dos candidatos prometendo tirar golpistas da cadeia. Assim, fica ainda mais difícil chamar as eleições de “festa da democracia”.
A direita brasileira, inclusive a que se diz não bolsonarista, não tem mais compromisso com os valores democráticos. Durante um longo período após a redemocratização, a direita brasileira repudiou o golpe de 64. Até pouco tempo, era inimaginável um candidato relativizar a ditadura.
Hoje, Romeu Zema não demonstra o menor pudor em dizer que chamar o regime militar de ditadura é uma mera “questão de interpretação”. Ronaldo Caiado também relativiza o período e se recusa a classificá-lo como ditadura. É natural que eles defendam a anistia para os golpistas de 8 de Janeiro.
Uma eleição realizada nessas condições deveria estar causando grande indignação coletiva, mas está sendo tratada na grande imprensa como mais um passeio no parque. Nem parece que ela está ameaçada por um ditador com sanha imperialista que acabou de invadir um país vizinho para roubar petróleo.
Quando a imprensa trata esse risco como uma questão diplomática e a anistia aos golpistas como uma proposta legítima, ela não está sendo neutra, mas conivente com o entreguismo e com o golpismo.
Bola dentro
Em um congresso contaminado por lobbies e muita pressão econômica, chegou a surpreender o enfrentamento do Deputado Federal Waldemar Oliveira às BETs. Em julho, uniu em um único texto proposta que proíbe toda publicidade das bets, extingue o patrocínio esportivo, veta naming rights de estádios, clubes, ligas e competições, impede campanhas com influenciadores digitais, atletas e celebridades, proíbe bônus promocionais, restringe o uso de aplicativos de apostas e cria mecanismos de proteção para crianças, adolescentes, pessoas endividadas e cidadãos em situação de vulnerabilidade. Também propõe que pessoas físicas ligadas a BETs sejam proibidas de doar para campanhas.
Sem arrodeios
Essa foi a fala de maior repercussão de Vicentinho no Debate das Dez sobre 2028: “Eu quero ser o candidato da Frente Popular, agora a Frente Popular tem que me querer. Não fecho portas pra ninguém. Se a Frente Popular me apresentar um candidato que tenha mais condições do que eu, eu tiro o meu nome. Eu tô junto. Agora, eles têm que fazer o mesmo. E eu não vejo nenhum dizer isso, que se der o nome de Vicentinho, a gente tá com ele. Então, eu não tô indo pra outro grupo. Agora, se me empurrarem, aí eu tenho coragem. A gente tem acesso em todo canto”.
A propósito
O prefeito Sandrinho Palmeira é o convidado do Debate das Dez da próxima quarta-feira na Rádio Pajeú. Claro, vai ser perguntado também sobre o “vão trabalhar babões” e “tem muita gente trabalhando sem receber” de Vicentinho.
O desejo de Raquel
Mais de um aliado da governadora Raquel Lyra diz que o seu plano é ousado: pra “fechar a tampa”, dizem, quer bater João Campos no Recife. Na última Múltipla para o Portal Ricardo Antunes, João tem 51% a 32% de Raquel. Somando toda a Metropolitana, o quadro é de empate técnico: 40% a 38% pró João. Foi a queda de João na Metropolitana que gerou a virada de Raquel. Por isso, em sentido oposto, o socialista tenta recuperar terreno nesse território, onde há a maior densidade demográfica do Estado. Se retomar cenário de quatro meses atrás, pode revirar o jogo.
Radiografia
Além da Metropolitana, a única região onde João Campos equilibra a peleja é no sertão, com 40% a 36% pró Raquel. No Agreste, Raquel 55% x 27%, na Zona da Mata, Raquel 49% contra 35% de João.
A serviço de
Um dos algozes de Dilma e declaradamente inimigo do PT e do lulismo, Mendonça Filho disse ao jornalista Jamildo Melo que não abrirá mão da prerrogativa de julgar ministros do Supremo, se eleito senador. “Julgar a conduta de ministros do STF quando necessário é dever constitucional do Senado”. O bolsonarismo conta com Mendonça para cassar ministros como Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, além de derrubar as penas do 8/1. Também para travar o Lula 4.0 se reeleito.
O voto de Célia
Em Arcoverde, dentre os parlamentares, a única assumidamente bolsonarista é a vereadora Célia Galindo. Sobre a entrevista de Flávio Bolsonaro ao JN: “Ele foi educado e os jornalistas ficaram atrapalhando o tempo todo. Sendo assim eu voto FLÁVIO BOLSONARO 22”, escreveu.
O Dudu de verdade
Eduardo da Fonte tem se negado a declarar voto em Lula ou Flávio. Mas seus votos explicam muito quem ele é na verdade, um “Centrão vip”: só no último ciclo como Deputado, ajudou a derrubar a MP que taxava bilionários, como BETs e Fintechs, votou pela anistia dos bolsonaristas nos atentados à democracia, pela PEC da Blindagem, PEC da Devastação, mais outras pautas que jogaram contra o país, juntamente com o filho, Lula da Fonte. Detalhe: o blog já alertara desde quando havia a possibilidade de disputar no palanque de João. Como bom centrista poderoso, negociou pra todo lado.
Exclusivo: Zé Negão vai romper com Danilo?
Nas últimas horas, aumentaram rumores de que Zé Negão estaria rompendo com Danilo Simões para apoiar Miguel Coelho. O blog procurou Zé Negão. Ele confirma ter sido procurado por Fernando Bezerra para apoiar o filho. Mas garante, ainda está alinhado a Danilo, apesar de externar divergências. Uma delas, de que Danilo tem tido uma campanha mais reservada, entre Afogados e Recife, gerando cobranças da base. Também diz que o seu apoio a Marconi Santana causou episódios como o não convite para o adesivaço e bloqueio a aliados que votam em Marconi no transporte à convenção de Raquel. Opinião da Coluna: onde há fumaça, há fogo.
Marconi Santana diz que gestão Berg Gomes não quer deixar carreta da Mulher atender em Carnaíba
O ex-prefeito e pré-candidato a deputado estadual Marconi Santana andou na feira livre de Carnaíba acompanhado de lideranças e apoiadores e anunciou nas redes a vinda da Carreta da Mulher, do Governo de Pernambuco. A unidade móvel desembarcou no local no início da noite. Só que, acusa Santana, a gestão Berg Gomes, do PSB, enviou fiscais e a Guarda Municipal até o local com a orientação de barrar a estrutura, sob a mensagem de que a carreta “anoiteceria, mas não amanheceria” na cidade. A PM, ligada ao Estado, foi chamada para manter o equipamento, diz o candidato em nota. “Um absurdo. Espero que as autoridades permitam o atendimento”, disse. A gestão Berg Gomes ainda não se manifestou.
Frase da semana:
“Estava parecendo que eu estava no Ministério Público”.
Do presidente e candidato à reeleição, Lula, na sabatina da Globo, após o programa explorar por grande parte do tempo as acusações envolvendo seu filho, Fábio Luiz da Silva, o Lulinha.
Nas últimas horas, aumentaram rumores de que Zé Negão estaria rompendo com Danilo Simões para apoiar Miguel Coelho. O blog procurou Zé Negão. Ele confirma ter sido procurado por Fernando Bezerra para apoiar o filho. Mas garante, ainda está alinhado a Danilo, apesar de externar divergências. Uma delas, de que Danilo tem tido uma campanha […]
Nas últimas horas, aumentaram rumores de que Zé Negão estaria rompendo com Danilo Simões para apoiar Miguel Coelho.
O blog procurou Zé Negão. Ele confirma ter sido procurado por Fernando Bezerra para apoiar o filho. Mas garante, ainda está alinhado a Danilo, apesar de externar divergências.
Uma delas, de que Danilo tem tido uma campanha mais reservada, entre Afogados e Recife, gerando cobranças da base. Também diz que o seu apoio a Marconi Santana causou episódios como o não convite para o adesivaço e bloqueio a aliados que votam em Marconi no transporte à convenção de Raquel.
Danilo e Zé apoiavam Romero Sales Filho para Estadual, mas Zé Negão e Edson Henrique abriram uma dissidência. Zé sinaliza que isso mudou a relação.
Zé prometeu informar oficialmente caso haja confirmação. Mas, obviamente, a impressão é de que onde há fumaça, há fogo…
O ex-prefeito e pré-candidato a deputado estadual Marconi Santana (PSD) andou na feira livre de Carnaíba acompanhado de lideranças e apoiadores e anunciou nas redes a vinda da Carreta da Mulher, do Governo de Pernambuco. A unidade móvel desembarcou no local no início da noite. Só que, acusa Santana, a gestão Berg Gomes, do PSB, […]
O ex-prefeito e pré-candidato a deputado estadual Marconi Santana (PSD) andou na feira livre de Carnaíba acompanhado de lideranças e apoiadores e anunciou nas redes a vinda da Carreta da Mulher, do Governo de Pernambuco.
A unidade móvel desembarcou no local no início da noite. Só que, acusa Santana, a gestão Berg Gomes, do PSB, enviou fiscais e a Guarda Municipal até o local com a orientação de barrar a estrutura, sob a mensagem de que a carreta “anoiteceria, mas não amanheceria” na cidade.
A PM, ligada ao Estado, foi chamada para manter o equipamento, diz o candidato em nota.
“Fiquei estarrecido. Espero que as autoridades tomem as providências para que a Carreta possa ficar e atender a população”, disse.
Até agora, a gestão Berg Gomes não se manifestou. Veja o vídeo:
A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), realizou agenda em Jardim Monte Verde, Jaboatão dos Guararapes, nesta sexta-feira (28). Durante a caminhada ao lado da vice da chapa, Priscila Krause (PSD), e dos deputados federais e candidatos ao Senado, Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), Raquel celebrou, junto aos moradores, afirmando […]
A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), realizou agenda em Jardim Monte Verde, Jaboatão dos Guararapes, nesta sexta-feira (28).
Durante a caminhada ao lado da vice da chapa, Priscila Krause (PSD), e dos deputados federais e candidatos ao Senado, Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), Raquel celebrou, junto aos moradores, afirmando ter havido uma transformação em Monte Verde, área fortemente afetada pela tragédia das chuvas em 2022.
Acompanharam a caminhada o deputado federal e candidato à reeleição, Guilherme Uchoa Junior; os candidatos a deputado federal, Daniel Coelho, Dr. Marquinhos e Natália Costa, e os candidatos a deputado estadual, Andréa Medeiros e Ni do Badoque.
Já na manhã deste sábado (29), Raquel foi recepcionada na Comunidade do Bode, no bairro do Pina, na Zona Sul do Recife, durante caminhada no local. Acompanhada da vice-governadora e candidata à reeleição, Priscila Krause (PSD), e dos candidatos ao Senado na sua chapa, Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), Raquel foi muito abraçada pelos moradores e comerciantes da comunidade.
O candidato ao Governo de Pernambuco e líder da Frente Popular, João Campos (PSB), participou, nesta sexta-feira (28), de uma caminhada pelas ruas da Vila Santa Luzia, na Torre, no Recife. Esteve ao lado do prefeito do Recife, Victor Marques, do candidato a vice-governador, Carlos Costa, e de lideranças políticas. João destacou ações de sua […]
O candidato ao Governo de Pernambuco e líder da Frente Popular, João Campos (PSB), participou, nesta sexta-feira (28), de uma caminhada pelas ruas da Vila Santa Luzia, na Torre, no Recife.
Esteve ao lado do prefeito do Recife, Victor Marques, do candidato a vice-governador, Carlos Costa, e de lideranças políticas.
João destacou ações de sua gestão no Recife e criticou o ciclo Raquel Lyra, dizendo que Pernambuco “perdeu protagonismo”.
“Eu tive a coragem de colocar 80% do dinheiro da Prefeitura na periferia da cidade. Quando eu tenho a oportunidade de governar e de fazer, eu coloco em primeiro lugar o povo. É desse jeito que vai ser em Pernambuco”, disse.
Em mensagem divulgada neste sábado, vice-presidente declarou apoio ao candidato da Frente Popular. O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), divulgou, neste sábado (29), uma mensagem de solidariedade a João Campos (PSB), candidato ao Governo de Pernambuco, após a repercussão das denúncias sobre uma suposta estrutura digital voltada a atacar o socialista. No vídeo, Alckmin […]
Em mensagem divulgada neste sábado, vice-presidente declarou apoio ao candidato da Frente Popular.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), divulgou, neste sábado (29), uma mensagem de solidariedade a João Campos (PSB), candidato ao Governo de Pernambuco, após a repercussão das denúncias sobre uma suposta estrutura digital voltada a atacar o socialista.
No vídeo, Alckmin afirmou que João Campos conta com seu apoio diante do caso e defendeu a realização de uma campanha limpa.
“João Campos, você tem o meu apoio e a minha solidariedade contra essa rede de ódio revelada pela imprensa nacional. Vamos em frente, fazendo uma campanha limpa como você faz. Estamos juntos, em Pernambuco e no Brasil, com João Campos”, declarou o vice-presidente.
Foto: Reprodução/Vídeo
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, o envio de forças federais para reforçar a segurança durante o primeiro turno das eleições de 2026. A medida alcançará mais de 100 municípios do Acre, Ceará, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins. A decisão foi tomada na última quinta-feira (27), durante sessão administrativa do tribunal. O […]
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, o envio de forças federais para reforçar a segurança durante o primeiro turno das eleições de 2026. A medida alcançará mais de 100 municípios do Acre, Ceará, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins.
A decisão foi tomada na última quinta-feira (27), durante sessão administrativa do tribunal. O primeiro turno será realizado em 4 de outubro.
O reforço também foi autorizado para as capitais Rio de Janeiro, Fortaleza, Teresina e Rio Branco. A medida contempla ainda aldeias indígenas, comunidades ribeirinhas, regiões de fronteira e localidades de difícil acesso.
Os pedidos foram apresentados pelos governos estaduais e submetidos aos respectivos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Após a aprovação regional, as solicitações foram encaminhadas ao TSE para análise da necessidade do apoio federal.
Entre as justificativas apresentadas estão a existência de zonas eleitorais em áreas com histórico de conflitos agrários, a proximidade de complexos prisionais, as dificuldades de acesso a determinados municípios e a necessidade de garantir a segurança da votação em terras indígenas.
O reforço será realizado por militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Com a autorização do TSE, os pedidos seguem para o Ministério da Defesa, que ficará responsável pelo planejamento e pela execução das ações.
O emprego das Forças Armadas em apoio à Justiça Eleitoral é adotado em localidades onde os tribunais identificam a necessidade de reforço para garantir a ordem pública e o livre exercício do voto.
Nas eleições de 2022, as forças federais foram utilizadas em municípios de 11 estados.
Fonte: Folha de Pernambuco Foto: Divulgação/TSE
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Mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Recife, em João Pessoa e São Paulo. O Ministério Público Federal (MPF) e a Receita Federal deflagraram a Operação Jogo de Sombras para investigar suspeitas de fraude fiscal envolvendo o grupo NSX Brasil, controlador da plataforma de apostas Betnacional. Nessa sexta-feira (28), foram cumpridos seis mandados de […]
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Recife, em João Pessoa e São Paulo.
O Ministério Público Federal (MPF) e a Receita Federal deflagraram a Operação Jogo de Sombras para investigar suspeitas de fraude fiscal envolvendo o grupo NSX Brasil, controlador da plataforma de apostas Betnacional.
Nessa sexta-feira (28), foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão no Recife, em João Pessoa e São Paulo. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 191 milhões em bens e valores ligados ao grupo investigado.
A apuração é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPF, com o apoio dos grupos de Pernambuco e da Paraíba. A Polícia Federal não participou diretamente das diligências realizadas nesta etapa.
Segundo a Receita Federal, há indícios de que a NSX Brasil tenha utilizado uma estrutura formalmente sediada em Curaçao, no Caribe, para evitar a fiscalização brasileira antes da regulamentação do mercado de apostas no país.
Embora se apresentasse como sediado no exterior, o grupo manteria sua estrutura operacional no Brasil havia mais de seis anos, com funcionários, beneficiários e atividades no território nacional.
O secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, afirmou que a estrutura teria sido utilizada como uma blindagem fiscal. Segundo ele, a organização fazia remessas ao exterior e se apresentava como não domiciliada no Brasil, apesar dos indícios de que suas atividades já eram desenvolvidas no país sem o pagamento dos tributos correspondentes.
A investigação também busca esclarecer se as possíveis irregularidades continuaram após a regulamentação das apostas de quota fixa. A Receita apura, ainda, se recursos obtidos durante o período investigado teriam sido utilizados no pagamento da outorga necessária para a operação regular da empresa no Brasil.
Betnacional continuará funcionando
A Secretaria de Prêmios e Apostas informou que a Betnacional é alvo de dois processos administrativos sancionatórios. Apesar das investigações, não será adotada, neste momento, medida cautelar para suspender as atividades da plataforma.
Em nota, a NSX Brasil confirmou que recebeu uma diligência da Receita Federal em seu escritório no Recife. A empresa afirmou que está colaborando com as autoridades e que entregou os documentos solicitados.
O grupo declarou que conduz suas operações de acordo com a legislação e mantém estruturas de governança e conformidade alinhadas aos padrões da Flutter Entertainment, companhia internacional da qual faz parte.
Fonte: Correio Braziliense Foto: Reprodução
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