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Programas também apresentaram críticas aos adversários e estratégias para ampliar o eleitorado. A estreia da propaganda eleitoral no rádio, neste sábado (29), mostrou estratégias distintas das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela Presidência da República. Com 5 minutos e 31 segundos, o programa de Lula destacou […]

Programas também apresentaram críticas aos adversários e estratégias para ampliar o eleitorado.

A estreia da propaganda eleitoral no rádio, neste sábado (29), mostrou estratégias distintas das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela Presidência da República.

Com 5 minutos e 31 segundos, o programa de Lula destacou ações na educação, como a abertura de institutos federais e universidades e o programa Pé-de-Meia, destinado a estudantes do ensino médio.

A campanha do presidente e candidato à reeleição também apresentou a proposta de acabar com a jornada de trabalho na escala 6×1. Ao som de música sertaneja, lançou o bordão “Brasil pronto para mais” e abordou políticas destinadas à população em situação de vulnerabilidade.

Parte do tempo foi utilizada para atacar Flávio Bolsonaro. O programa reproduziu áudios nos quais o candidato do PL pede dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O caso está sob investigação.

A propaganda petista também mencionou o caso das “rachadinhas”. Flávio foi denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, em 2020, pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. As provas foram anuladas após os tribunais entenderem que ele tinha direito a foro privilegiado.

Flávio aborda segurança e economia

Com 4 minutos e 20 segundos, Flávio Bolsonaro concentrou a primeira parte do programa em segurança pública, inflação e endividamento. A campanha afirmou que Lula mostraria “cenas bonitas”, enquanto o candidato do PL apresentaria o “Brasil real”.

As críticas ao governo federal abordaram problemas na segurança pública e o preço dos alimentos. O programa não fez menção direta às investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente, sob suspeita de tráfico de influência.

Flávio também buscou apresentar aspectos de sua vida pessoal e falou sobre a esposa e as filhas. A estratégia procura ampliar sua presença entre o eleitorado feminino.

Michelle Bolsonaro, que havia criticado publicamente a candidatura de Flávio em junho, também gravou conteúdos com o senador em agosto. Jair Bolsonaro foi mencionado no programa, mas não ocupou o centro da propaganda.

Fonte: Estadão Conteúdo
Foto: Reprodução

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Raquel destacou obra de contenção de encostas realizada pelo Governo de Pernambuco. A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), realizou, nessa sexta-feira (28), uma caminhada em Jardim Monte Verde, em Jaboatão dos Guararapes. A localidade foi uma das áreas mais afetadas pelas chuvas de 2022 em Pernambuco. Durante o ato, Raquel destacou a […]

Raquel destacou obra de contenção de encostas realizada pelo Governo de Pernambuco.

A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), realizou, nessa sexta-feira (28), uma caminhada em Jardim Monte Verde, em Jaboatão dos Guararapes. A localidade foi uma das áreas mais afetadas pelas chuvas de 2022 em Pernambuco.

Durante o ato, Raquel destacou a obra de contenção de encostas executada pelo governo estadual na comunidade. A candidata caminhou ao lado da vice de sua chapa, Priscila Krause (PSD), e dos deputados federais e candidatos ao Senado Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP).

“Muita gente veio aqui olhar a tragédia, tirar retrato, mas a gente não veio aqui para isso. Viemos para fazer transformação”, declarou Raquel.

A governadora afirmou que a intervenção devolveu segurança aos moradores que permaneceram na localidade após a tragédia. “Essa obra devolveu dignidade e esperança ao povo que pensou que isso não fosse seu destino. Agradeço aos filhos de Jaboatão que nos permitiram trabalhar aqui dia e noite”, disse.

“Quando chove hoje ninguém mais tem medo, agora está todo mundo em paz. Garantimos que as pessoas possam ser felizes no seu chão”, acrescentou.

Também acompanharam a caminhada o deputado federal e candidato à reeleição Guilherme Uchoa Junior; os candidatos a deputado federal Daniel Coelho, Dr. Marquinhos e Natália Costa; e os candidatos a deputado estadual Andréa Medeiros e Ni do Badoque.

Foto: Beto Figueiroa

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Candidato criticou o desempenho do estado e voltou a falar sobre o suposto “gabinete do ódio”. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nessa sexta-feira (28), de uma caminhada com apoiadores no bairro da Torre, na Zona Norte do Recife. Durante o ato, ele criticou o desempenho do estado em comparação com […]

Candidato criticou o desempenho do estado e voltou a falar sobre o suposto “gabinete do ódio”.

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nessa sexta-feira (28), de uma caminhada com apoiadores no bairro da Torre, na Zona Norte do Recife. Durante o ato, ele criticou o desempenho do estado em comparação com outras unidades do Nordeste.

João Campos afirmou que Pernambuco já ocupou posições de destaque na geração de empregos, na educação integral e na extensão de rodovias duplicadas. Segundo o candidato, o estado perdeu espaço nesse último indicador.

“Pernambuco foi líder de emprego, Pernambuco foi referência na educação integral, Pernambuco já teve a maior malha de estradas duplicadas do Nordeste brasileiro. E sabe o que aconteceu ano passado? Com todo o respeito, mas até Alagoas passou Pernambuco nesse indicador”, declarou.

O socialista também voltou a abordar as denúncias sobre a possível existência de um “gabinete do ódio” ligado ao Governo de Pernambuco. João atribuiu os ataques contra ele e seus aliados ao desempenho de sua administração à frente da Prefeitura do Recife.

“A gente não vai perder tempo perseguindo adversário, não vai perder tempo montando um gabinete do ódio com dinheiro público, porque isso é crime”, afirmou.

João Campos também acusou adversários de utilizarem recursos públicos para promover ataques políticos. “A gente criou aquilo que o povo precisa. E aí, acharam uma forma de tentar atacar o povo utilizando dinheiro público para atacar adversário”, disse.

“Mas nada como o tempo de Deus, e as máscaras estão caindo uma por uma. E o povo sabe da verdade e sabe de que lado a boa política está”, acrescentou.

As declarações ocorrem em meio às medidas anunciadas pela coligação liderada por João Campos para apurar a possível utilização da estrutura do governo estadual em ações contra adversários políticos. A governadora Raquel Lyra (PSD) nega envolvimento e protocolou uma interpelação judicial para que o candidato do PSB esclareça declarações feitas sobre uma suposta “milícia digital” organizada a partir do Palácio do Campo das Princesas.

Com compromissos previstos no Agreste neste sábado (29), João Campos afirmou que pretende ampliar o contato com os moradores do interior durante a campanha.

“Eu chego aqui muito animado, porque estamos fazendo uma campanha limpa, olho no olho. Ninguém apresentou mais proposta do que a gente, o maior plano de governo, porque temos história e compromisso com o futuro de Pernambuco”, declarou.

Foto: Weslly Gomes

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Ele buscou informações sobre a disputa judicial entre João Campos e Raquel Lyra. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou para aliados políticos em Pernambuco, nessa sexta-feira (28), para entender os últimos acontecimentos relacionados ao suposto “gabinete do ódio” e os desdobramentos judiciais envolvendo João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD). A informação foi […]

Ele buscou informações sobre a disputa judicial entre João Campos e Raquel Lyra.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou para aliados políticos em Pernambuco, nessa sexta-feira (28), para entender os últimos acontecimentos relacionados ao suposto “gabinete do ódio” e os desdobramentos judiciais envolvendo João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD).

A informação foi publicada pela coluna Diario Político, do Diario de Pernambuco, assinada pela jornalista Renata Bezerra de Melo. Segundo a publicação, Lula tentou inicialmente conversar com uma liderança pernambucana que estava em um voo e não pôde atender. Depois, conseguiu contato com outro integrante da Frente Popular.

O presidente teria solicitado informações sobre o contexto da disputa política e sobre as medidas adotadas na Justiça. Durante a conversa, recebeu um relato detalhado dos acontecimentos que levaram o caso ao Judiciário.

O contato ocorreu após o jurídico da coligação liderada por João Campos anunciar que apresentaria uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). A Frente Popular também informou que acionaria outros órgãos para apurar a possível utilização de servidores e recursos públicos em ataques políticos contra adversários do governo estadual.

Nessa sexta-feira (28), Raquel Lyra também recorreu à Justiça. A governadora protocolou uma interpelação judicial criminal na 16ª Vara Criminal da Capital, com fundamento no artigo 144 do Código Penal, para que João Campos esclareça declarações feitas em vídeo na última terça-feira (26).

Na gravação, o candidato do PSB atribuiu a “quem senta na cadeira para governar Pernambuco” a coordenação de uma suposta “milícia digital” a partir do Palácio do Campo das Princesas. Raquel pede que o socialista identifique a quem se referiu e apresente os fatos utilizados como base para a declaração.

A interpelação é um pedido formal de esclarecimentos e não representa, até o momento, uma queixa-crime ou um pedido de condenação contra João Campos.

A coluna também informou que aliados discutem a definição de uma nova agenda de Lula em Pernambuco. Lideranças petistas avaliam que as vaias dirigidas ao presidente durante a convenção de Raquel Lyra alteraram a leitura sobre a possibilidade de um palanque duplo no estado. O avanço da disputa entre as duas candidaturas para o Judiciário passa a integrar essa avaliação política.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Valter Campanato

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A governadora Raquel Lyra apresentou, nesta quinta-feira (28), interpelação judicial criminal, com fundamento no art. 144 do Código Penal, diante de declarações públicas que atribuíram a “quem senta na cadeira para governar Pernambuco” a coordenação de uma suposta “milícia digital” a partir do Palácio do Governo. O instrumento assegura ao ofendido o direito de exigir […]

A governadora Raquel Lyra apresentou, nesta quinta-feira (28), interpelação judicial criminal, com fundamento no art. 144 do Código Penal, diante de declarações públicas que atribuíram a “quem senta na cadeira para governar Pernambuco” a coordenação de uma suposta “milícia digital” a partir do Palácio do Governo. O instrumento assegura ao ofendido o direito de exigir que o autor de uma manifestação pública se explique. Não se trata ainda de queixa-crime nem de pedido de condenação. O objetivo é obter declaração precisa sobre o alcance e o destinatário das afirmações feitas.

As declarações foram divulgadas em vídeo publicado por João Campos em rede social, no dia 26 de agosto, e amplamente reproduzidas. Nelas, empregaram-se expressões de extrema gravidade, entre as quais “milícia digital” e “gabinete do ódio”, sem qualquer identificação de pessoas ou apresentação de fatos que as sustentem.

A peça explica que o candidato “não fez uma crítica política, mas atribuiu à administração do governo estadual a liderança de uma organização clandestina dedicada à prática de atos ilícitos”. No ordenamento jurídico brasileiro, o termo “milícia” designa organização criminosa estruturada para atuar à margem da lei, e sua utilização contra a chefe do Poder Executivo estadual, sem nomear responsáveis e nem indicar provas, ultrapassa os limites do debate político.

Com a medida, a governadora requer que João Campos identifique, de forma precisa e individualizada, a quem se referiu e em que fatos se baseou.

Como registra a própria interpelação, quem lança acusação dessa natureza “tem o dever de nominar a pessoa a quem acusa e se responsabilizar pelos seus atos”.

O candidato do PSOL, Ivan Moraes, foi às suas redes sociais para reclamar do curto tempo que tem no guia. E fez isso de maneira curiosa. Cronometrou o tempo reflexivo de Raquel Lyra no guia de estreia, 24 segundos. A edição do guia aproveitou a emoção de Raquel e não editou o material. “Uns com […]

O candidato do PSOL, Ivan Moraes, foi às suas redes sociais para reclamar do curto tempo que tem no guia.

E fez isso de maneira curiosa. Cronometrou o tempo reflexivo de Raquel Lyra no guia de estreia, 24 segundos. A edição do guia aproveitou a emoção de Raquel e não editou o material.

“Uns com tanto, outros tão pouco. A governadora teve tempo pra respirar mais de 20 segundos pra começar a falar no guia da TV. É mais da metade do meu tempo inteiro.”

Na disputa pelo Governo de Pernambuco, João Campos (PSB) tem o maior tempo no guia eleitoral, com 4 minutos e 21 segundos.

Raquel Lyra (PSD) tem 4 minutos e 3 segundos, enquanto Ivan Moraes (PSOL) contará com 35 segundos.

COMO É FEITA A DIVISÃO?

A grande maioria do tempo total disponível é dividida de forma proporcional ao número de deputados federais que os partidos ou federações da coligação elegeram na última eleição geral (2022).

Quanto maior a bancada na Câmara dos Federais, mais tempo o candidato ganha.

Critério igualitário (10%): Uma pequena parcela do tempo total é dividida em partes iguais entre todas as legendas que atendem aos requisitos da chamada cláusula de desempenho.

Partidos sem representação: Partidos nanicos cujas legendas não atingiram a cláusula de desempenho não recebem tempo nos blocos principais de rádio e TV.

RAQUEL DIZ SER VÍTIMA CONSTANTE DE VIOLÊNCIA POLÍTICA DE GÊNERO

Em suma, diz sofrer ataques pela condição de ser mulher, que não seriam direcionadas fosse um homem em seu lugar.

#raquellyra

Estado permanece como o sétimo mais populoso do Brasil e o segundo do Nordeste, atrás apenas da Bahia. Pernambuco chegou a 9.583.176 habitantes em 2026, de acordo com as novas estimativas populacionais divulgadas nesta sexta-feira (28), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números têm como data de referência 1º de julho. Em […]

Estado permanece como o sétimo mais populoso do Brasil e o segundo do Nordeste, atrás apenas da Bahia.

Pernambuco chegou a 9.583.176 habitantes em 2026, de acordo com as novas estimativas populacionais divulgadas nesta sexta-feira (28), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números têm como data de referência 1º de julho.

Em relação à estimativa de 2025, quando o estado tinha 9.562.007 habitantes, houve crescimento de 0,22%, o equivalente a pouco mais de 21 mil pessoas.

Com o novo levantamento, Pernambuco permanece como o sétimo estado mais populoso do Brasil e o segundo do Nordeste. Na região, aparece atrás apenas da Bahia, que soma 14.889.472 habitantes. O Ceará ocupa a terceira posição, com 9.302.211 moradores.

Recife continua sendo o município mais populoso de Pernambuco, com população estimada em 1.588.983 habitantes. Na sequência aparecem Jaboatão dos Guararapes, com 685.222; Petrolina, com 422.461; Caruaru, com 408.281; Paulista, com 367.155; e Olinda, com 364.087.

Completam os dez municípios mais populosos do estado Cabo de Santo Agostinho, com 219.044 moradores; Camaragibe, com 156.425; Garanhuns, com 152.484; e Vitória de Santo Antão, com 142.419.

Na outra ponta do levantamento, Fernando de Noronha tem a menor população estimada de Pernambuco, com 3.364 habitantes. Em seguida aparecem Itacuruba, com 4.491, e Ingazeira, com 4.989. Calumbi, Salgadinho, Solidão, Quixaba, Terezinha, Palmeirina e Granito também estão entre os dez menores contingentes populacionais do estado.

No cenário nacional, a população brasileira foi estimada em 214.211.951 pessoas, crescimento de 0,37% em relação a 2025. São Paulo permanece como o estado mais populoso, com 46,1 milhões de habitantes, seguido por Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul e Pernambuco.

O Sudeste concentra 41,6% da população brasileira, com aproximadamente 89 milhões de habitantes. O Nordeste aparece em seguida, com 57,4 milhões, equivalentes a 26,8% do total nacional.

Entre as capitais, São Paulo permanece na primeira posição, seguida por Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e Salvador. Recife ocupa o nono lugar entre as capitais mais populosas do país.

Fonte: Folha de Pernambuco

Imagem: Reprodução

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TRE-PE proíbe painéis de LED e telas eletrônicas em comitês eleitorais no Recife

Justiça Eleitoral considera que equipamentos luminosos com imagens dinâmicas se equiparam a outdoors eletrônicos, proibidos durante a campanha. O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidiu, na quinta-feira (27), proibir o uso de equipamentos luminosos dinâmicos, como painéis de LED, telas eletrônicas, videowalls e monitores, em comitês eleitorais no Recife. Segundo a decisão, o efeito […]

Justiça Eleitoral considera que equipamentos luminosos com imagens dinâmicas se equiparam a outdoors eletrônicos, proibidos durante a campanha.

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidiu, na quinta-feira (27), proibir o uso de equipamentos luminosos dinâmicos, como painéis de LED, telas eletrônicas, videowalls e monitores, em comitês eleitorais no Recife.

Segundo a decisão, o efeito visual produzido por esses equipamentos os equipara a outdoors eletrônicos, cuja utilização é proibida pela legislação eleitoral. A restrição vale independentemente do tamanho das telas.

A determinação foi assinada pelas juízas Luciana Ferreira de Araújo Magalhães, da 9ª Zona Eleitoral, e Maria Cristina Souza Leão de Castro, da 1ª Zona Eleitoral, além do juiz Francisco de Assis Galindo, da 7ª Zona Eleitoral.

A medida foi adotada após fiscalização apontar irregularidades nos comitês de André Ferreira (PL) e Gilson Machado Filho (Podemos), candidatos a deputado estadual, e Eduardo Moura (Novo), Sílvio Costa Filho (Republicanos) e Gilson Machado Neto (Podemos), candidatos a deputado federal.

No caso de Sílvio Costa Filho, a fiscalização registrou que o material foi retirado depois da indicação da irregularidade.

Na decisão, os magistrados afirmam que o brilho contínuo e a alternância de imagens projetadas para as vias públicas caracterizam efeito semelhante ao de um outdoor eletrônico.

A Justiça Eleitoral permite materiais de propaganda nas fachadas dos comitês com área de até quatro metros quadrados. A limitação de tamanho, porém, não torna permitido o uso de equipamentos eletrônicos com conteúdo dinâmico.

Em caso de descumprimento, a decisão determina o recolhimento e a apreensão dos equipamentos, além da apuração de possíveis infrações ao artigo 347 do Código Eleitoral, relacionado ao cumprimento das determinações da Justiça Eleitoral.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Maurício Ferry

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Governadora e ex-prefeito do Recife utilizaram as primeiras peças da propaganda eleitoral para apresentar ações e propostas nas áreas de saúde e mobilidade. As primeiras inserções da propaganda eleitoral de 2026 começaram a ser exibidas, nesta sexta-feira (28), na programação das emissoras de rádio e televisão. Em Pernambuco, Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB), […]

Governadora e ex-prefeito do Recife utilizaram as primeiras peças da propaganda eleitoral para apresentar ações e propostas nas áreas de saúde e mobilidade.

As primeiras inserções da propaganda eleitoral de 2026 começaram a ser exibidas, nesta sexta-feira (28), na programação das emissoras de rádio e televisão. Em Pernambuco, Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB), principais candidatos ao Governo do Estado, já apresentaram algumas das mensagens que devem marcar suas campanhas.

Raquel utilizou imagens gravadas em frente ao Hospital da Restauração, no Recife. A candidata à reeleição destacou os investimentos realizados pelo Governo de Pernambuco na unidade e associou as intervenções à continuidade de sua gestão.

João apareceu ao lado de dois motociclistas e retomou uma proposta anunciada ainda na pré-campanha: zerar o IPVA das motocicletas em Pernambuco caso seja eleito governador.

Os candidatos ao Senado também começaram a apresentar suas mensagens nas inserções. Mendonça Filho (PL) defendeu a redução da maioridade penal, argumentando que, se o jovem pode votar aos 16 anos, também deveria responder criminalmente por seus atos.

Eduardo da Fonte (PP) utilizou a primeira peça para destacar sua trajetória na Câmara dos Deputados. Humberto Costa (PT), candidato à reeleição, apresentou-se como “senador de Lula” e mencionou ações na área da saúde, entre elas o Farmácia Popular.

Túlio Gadêlha (PSD) utilizou imagens e a voz de Raquel Lyra anunciando sua candidatura ao Senado, além de fazer referência à relação com o presidente Lula.

As inserções de 30 e 60 segundos são distribuídas durante a programação regular das emissoras e permitem que candidaturas aos diferentes cargos apresentem mensagens ao eleitorado ao longo do dia.

Foto: Reprodução
Fonte: Folha de Pernambuco

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Deputado federal e candidato ao Senado pelo PL voltou a defender Raquel Lyra, embora não integre formalmente o palanque da governadora, e classificou como “desespero” a ofensiva jurídica da Frente Popular. O deputado federal e candidato ao Senado Mendonça Filho (PL) voltou a sair em defesa da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) […]

Deputado federal e candidato ao Senado pelo PL voltou a defender Raquel Lyra, embora não integre formalmente o palanque da governadora, e classificou como “desespero” a ofensiva jurídica da Frente Popular.

O deputado federal e candidato ao Senado Mendonça Filho (PL) voltou a sair em defesa da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) após a Frente Popular, liderada por João Campos (PSB), anunciar medidas judiciais envolvendo as denúncias sobre um suposto “gabinete do ódio”.

Na quinta-feira (27), a equipe jurídica de João anunciou que pretende ingressar com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco. A iniciativa ocorre após reportagem da Record revelar uma rede de perfis que seria utilizada para atacar adversários políticos e mostrar gravações envolvendo um ex-servidor do Governo do Estado.

Mendonça minimizou o possível impacto eleitoral da ação sobre Raquel.

“Isso é abstinência de voto. O povo sabe que o PSB está desesperado”, afirmou ao Diario de Pernambuco. Em seguida, acrescentou: “Isso não prejudica ela. É desespero e abstinência de poder”.

O parlamentar também devolveu as acusações ao PSB. “O comandante do maior gabinete do ódio de Pernambuco sempre foi o PSB”, declarou, atribuindo ao partido a prática de ataques durante campanhas eleitorais.

Apesar da defesa recorrente de Raquel, Mendonça não faz parte formalmente de sua coligação. O candidato ao Senado concorre pelo PL e integra, em Pernambuco, o palanque presidencial de Flávio Bolsonaro.

Raquel, por sua vez, tem evitado se definir a partir da polarização nacional. Durante sabatina recente ao Diario, afirmou ser “pernambuquista” e destacou que mantém diálogo com o governo Lula, ao mesmo tempo em que reconheceu receber votos de eleitores que pensam politicamente de maneira diferente.

Não é a primeira vez que Mendonça atua em defesa da governadora. Em julho, ele apresentou ao Ministério Público de Pernambuco uma representação para apurar suspeitas envolvendo servidores da Prefeitura do Recife e a estrutura municipal em atos relacionados ao Auxílio Pernambuco.

As denúncias sobre a suposta rede de ataques digitais seguem sob apuração. A apresentação de uma AIJE, por si só, não representa decisão da Justiça Eleitoral sobre eventual irregularidade.

Fonte: Diario de Pernambuco

Imagem: Reprodução

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Presidente afirmou que foi alvo de uma operação para impedir sua candidatura em 2018 e voltou a criticar a atuação da imprensa e de integrantes da Lava Jato. O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a fazer críticas à Operação Lava Jato e à cobertura da imprensa durante entrevista […]

Presidente afirmou que foi alvo de uma operação para impedir sua candidatura em 2018 e voltou a criticar a atuação da imprensa e de integrantes da Lava Jato.

O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a fazer críticas à Operação Lava Jato e à cobertura da imprensa durante entrevista à TV Globo, na noite da quinta-feira (27).

Ao responder a uma pergunta da jornalista Renata Vasconcellos, Lula afirmou que foi vítima de uma articulação que, segundo ele, tinha como objetivo impedir sua candidatura à Presidência em 2018, atingir empresas brasileiras de engenharia e desgastar a imagem da Petrobras.

“Eu fui vítima da maior mentira montada neste país. Tinha como objetivo não me deixar ser candidato em 2018”, afirmou.

Lula também relembrou o período em que ficou preso e disse que decidiu se apresentar à Justiça para provar que as acusações contra ele eram falsas. Na sequência, direcionou críticas à imprensa.

“A imprensa brasileira comprou uma mentira, vendeu a mentira e nunca reconheceu que comprou a mentira”, declarou.

O presidente voltou a citar o ex-juiz Sergio Moro e o episódio do PowerPoint apresentado pelo Ministério Público Federal contra ele durante a Lava Jato.

“A imprensa brasileira sabe que ela produziu um monstro mentiroso chamado Moro. Eu não esqueço do PowerPoint mentiroso contra mim”, disse.

Renata Vasconcellos interrompeu Lula e afirmou que o jornalismo da Globo cumpriu sua obrigação de noticiar os acontecimentos. O apresentador César Tralli acrescentou que, especificamente sobre o episódio do PowerPoint, os princípios editoriais da emissora já haviam registrado uma retratação.

Na sequência, a entrevista voltou ao tema da Previdência Social, com questionamentos sobre fraudes envolvendo descontos indevidos em benefícios e a fila de requerimentos do INSS.

Assista ao trecho da entrevista de Lula no Instagram do Blog do Nill Júnior, no perfil @nill_jr.

Vídeo: Reprodução/TV Globo

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Candidato ao Governo de Pernambuco reagiu à publicação em que Raquel Lyra questionou sua relação com Amizadai e afirmou que uma empresa ligada a ele recebeu recursos da Prefeitura do Recife. João Campos (PSB) se manifestou, na noite da quinta-feira (27), sobre o vídeo publicado pela governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), no […]

Candidato ao Governo de Pernambuco reagiu à publicação em que Raquel Lyra questionou sua relação com Amizadai e afirmou que uma empresa ligada a ele recebeu recursos da Prefeitura do Recife.

João Campos (PSB) se manifestou, na noite da quinta-feira (27), sobre o vídeo publicado pela governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), no qual ela questiona a relação do ex-prefeito do Recife com Amizadai Andrade da Silva, citado na reportagem da Record sobre uma suposta rede de ataques digitais.

“Quem deve explicações à Justiça sobre o uso de dinheiro público para destruir reputações não deveria usar a rede social para espalhar mentiras”, escreveu João.

Na publicação, o candidato rejeitou a afirmação de que teria amizade com Amizadai.“O homem apontado pela imprensa como suposto chefe do Gabinete do Ódio do Governo de PE nunca foi meu amigo e nunca trabalhou em minha equipe. Já a candidata que me ataca não pode dizer o mesmo”, afirmou.Mais cedo, Raquel havia publicado um vídeo com a legenda “mentira tem perna curta”. O material recuperou uma gravação antiga em que João envia felicitações a Amizadai e Poliana pelo nascimento da filha do casal e questiona: “Que amizade é essa, afinal?”.

O vídeo divulgado pela governadora também afirma que uma empresa ligada a Amizadai recebeu recursos da Prefeitura do Recife durante a gestão de João Campos. Na manifestação publicada posteriormente, João não tratou especificamente dessa afirmação.

A troca de acusações ocorre após reportagem do Jornal da Record mostrar gravações em que Amizadai fala sobre uma rede de perfis digitais e sobre contatos com integrantes do Governo de Pernambuco para “desidratar” adversários. O material foi levado à Polícia Federal.

João encerrou a manifestação afirmando que continuará fazendo uma “campanha limpa, à altura do que espera o povo pernambucano”.

Imagem: Reprodução/Instagram

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Governadora reagiu às acusações sobre uma suposta rede de ataques digitais e divulgou imagens antigas em que João Campos aparece enviando uma mensagem a Amizadai e à família dele. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) publicou um vídeo nas redes sociais para contestar as acusações envolvendo a existência de uma suposta estrutura […]

Governadora reagiu às acusações sobre uma suposta rede de ataques digitais e divulgou imagens antigas em que João Campos aparece enviando uma mensagem a Amizadai e à família dele.

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) publicou um vídeo nas redes sociais para contestar as acusações envolvendo a existência de uma suposta estrutura de ataques digitais ligada ao Governo de Pernambuco. Na publicação, ela questiona a relação entre João Campos (PSB) e Amizadai, citado na reportagem exibida pelo Jornal da Record.

“Mentira tem perna curta”, escreveu Raquel na legenda.

No vídeo, a publicação afirma que João tem apresentado Amizadai como responsável por ataques contra ele, mas sustenta que os dois mantinham uma relação anterior. Para embasar a acusação, é exibido um vídeo antigo no qual João envia uma mensagem de felicitações pela chegada da filha de Amizadai e Poliana.

“Mandar um abraço para a Poliana e a Amizadai pela chegada da pequena Giovana. Que Deus possa abençoar com muita luz, com muita saúde a família de vocês”, diz João na gravação recuperada pela publicação.

O material divulgado por Raquel também afirma que uma empresa ligada a Amizadai recebeu recursos da Prefeitura do Recife durante a gestão de João Campos. No vídeo apresentado pela governadora, não são detalhados os contratos, valores ou períodos desses pagamentos.

“Toda essa história surge justamente quando o João cai nas pesquisas. Essa história está muito mal contada. Que amizade é essa, afinal?”, questiona a publicação.

A manifestação ocorre após a reportagem da Record revelar gravações em que Amizadai fala sobre uma rede de perfis na internet e sobre reuniões com integrantes do Governo do Estado para “desidratar” adversários políticos. João Campos afirmou posteriormente que o material reforçava denúncias que vinha fazendo sobre um suposto “gabinete do ódio” e anunciou medidas jurídicas.

Raquel já havia negado qualquer participação na estrutura mencionada pela Record e afirmou que o servidor citado na reportagem foi exonerado do Governo de Pernambuco.

Assista ao vídeo divulgado por Raquel Lyra no Instagram do Blog do Nill Júnior, no perfil @nill_jr.

Vídeo: Reprodução/Instagram

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João Campos chama tática de Raquel Lyra de bolsonarista

SBT News O candidato do PSB ao governo de Pernambuco, João Campos, afirmou nesta quinta-feira (27), em entrevista ao SBT News, que a estratégia adotada pela principal adversária, a governadora Raquel Lyra (PSD), tem características do bolsonarismo e da extrema-direita. O ex-prefeito do Recife também atribuiu parte da queda de sua candidatura nas pesquisas de […]

SBT News

O candidato do PSB ao governo de Pernambuco, João Campos, afirmou nesta quinta-feira (27), em entrevista ao SBT News, que a estratégia adotada pela principal adversária, a governadora Raquel Lyra (PSD), tem características do bolsonarismo e da extrema-direita.

O ex-prefeito do Recife também atribuiu parte da queda de sua candidatura nas pesquisas de intenção de voto a uma série de ataques que, segundo ele, são coordenados há mais de um ano e meio contra sua imagem nas redes sociais.

João Campos disse ainda que “toda a direita pernambucana e o bolsonarismo” estão reunidos no palanque de Raquel Lyra. A declaração ocorre em meio à disputa pela liderança nas pesquisas eleitorais: levantamentos recentes apontaram uma inversão no cenário, com a governadora passando à frente do candidato do PSB.

Durante a entrevista, Campos voltou a acusar o governo estadual de manter uma estrutura de ataques contra adversários políticos, que teria utilizado recursos públicos. A Frente Popular de Pernambuco anunciou nesta quinta medidas judiciais e administrativas para apurar as denúncias relacionadas à suposta existência de um “gabinete do ódio” dentro da estrutura do governo.

A campanha de Raquel Lyra contesta as acusações. Em nota, afirmou que o PSB estaria recorrendo a “velhas práticas” e substituindo o debate de propostas por acusações sem provas.

Segundo a campanha, as ações anunciadas por Campos seriam baseadas em uma denúncia sem comprovação. A defesa de Raquel afirma ainda que foi a própria governadora quem determinou a exoneração imediata do servidor citado nas denúncias e a apuração dos fatos.

A campanha declarou que pretende recorrer à Justiça contra o que considera “mentiras” e afirmou que a governadora seguirá concentrada em apresentar resultados e trabalhar pela população de Pernambuco.

Campos fala em ataques coordenados

João Campos afirmou que os ataques contra ele começaram depois de sua reeleição para a Prefeitura do Recife, quando obteve quase 80% dos votos. Segundo o candidato, a ofensiva teria sido estruturada para promover sua “desidratação política”.

“Há mais de um ano e meio, eu venho sendo vítima recorrente de ataques criminosos por uma rede de ódio que comete calúnia, difamação e que supostamente é financiada por recursos públicos”, afirmou.

O candidato citou uma reportagem que, segundo ele, revelou a atuação de um servidor federal cedido ao governo de Pernambuco. Campos afirmou que o servidor teria relatado participação na coordenação de ataques contra ele e reuniões com integrantes do governo estadual.

Para o candidato, a situação precisa ser investigada pela Justiça Eleitoral, pela Controladoria-Geral da União (CGU), pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pelo Ministério Público e pelos órgãos de controle estaduais.

Campos também rejeitou a possibilidade de que as medidas tenham como objetivo retirar Raquel Lyra da disputa eleitoral. Segundo ele, a intenção é garantir investigação e responsabilização de eventuais envolvidos.

“A gente não tá aqui para perseguir absolutamente ninguém. Agora, a gente não tá aqui para sofrer e ser vítima de violência”, disse.

Campos afirmou que o início da propaganda eleitoral no rádio e na televisão, a partir desta sexta-feira (28), será uma oportunidade para apresentar ao eleitorado suas propostas e resultados obtidos durante a gestão do Recife.

Direita no palanque de Raquel

Ao ser questionado sobre a estratégia para recuperar eleitores identificados com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva que atualmente optam por Raquel Lyra, Campos voltou a explorar a divisão política entre os dois palanques.

O candidato afirmou que sua aliança com Lula representa não apenas uma parceria eleitoral, mas uma convergência de pautas e projetos.

“Eu tenho muito orgulho do time que está comigo, do presidente que eu apoio, do partido que eu presido”, disse.

Em seguida, afirmou que a direita pernambucana está concentrada na candidatura adversária.

“Toda a direita pernambucana e o bolsonarismo tá reunido no palanque da nossa adversária”, declarou.

Campos disse que, de um lado, está o “campo democrático progressista” e, do outro, a direita e o bolsonarismo. Para ele, os ataques dos quais afirma ser vítima também teriam características de movimentos de extrema direita.

“Isso é exatamente o que você vê em regimes autoritários”, afirmou.

Lula em Pernambuco

João Campos também afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá participar da campanha em Pernambuco. Segundo ele, a presença do presidente está sendo organizada pela direção nacional da campanha de acordo com a estratégia eleitoral.

O candidato afirmou que Lula tem papel importante na formação da Frente Popular de Pernambuco e na consolidação dos apoios partidários à sua candidatura.

Campos aposta ainda no vínculo político com o presidente para atrair eleitores lulistas que, segundo as pesquisas, atualmente estão divididos entre ele e Raquel Lyra.

Durante a entrevista, Campos se esquivou de responder se sonha em disputar a Presidência da República e afirmou que seu objetivo imediato é governar Pernambuco.

Ele também declarou acreditar na reeleição de Lula em 2026 e projetou uma eventual participação na construção da sucessão presidencial em 2030.

“Eu tenho o sonho de poder governar Pernambuco e de poder fazer o melhor mandato que alguém pode fazer no Estado”, afirmou.

O candidato disse ainda que, caso seja eleito, pretende governar Pernambuco ao mesmo tempo em que Lula comandaria o país em um eventual quarto mandato.

O presidente Lula (PT), candidato à reeleição, voltou a criticar a cobertura da imprensa sobre os processos que levaram à sua prisão e afirmou, em sabatina no Jornal Nacional, que não esqueceu um “PowerPoint mentiroso” contra ele. O petista se referiu a uma apresentação feita pelo promotor Deltan Dallagnol durante as investigações da Lava Jato, […]

O presidente Lula (PT), candidato à reeleição, voltou a criticar a cobertura da imprensa sobre os processos que levaram à sua prisão e afirmou, em sabatina no Jornal Nacional, que não esqueceu um “PowerPoint mentiroso” contra ele.

O petista se referiu a uma apresentação feita pelo promotor Deltan Dallagnol durante as investigações da Lava Jato, mas o jornalista assumiu que se tratava de outro “PowerPoint” –o que associava o ex-metalúrgico ao caso Master, responsável por uma grave crise nos bastidores da GloboNews.

O candidato à reeleição elevou o tom contra a imprensa brasileira, dizendo que lhe deviam desculpas pela cobertura sobre o seu julgamento na Lava Jato e a sua prisão. Ele também mencionou o ex-juiz Sérgio Moro.

“A imprensa brasileira comprou uma mentira, vendeu uma mentira e nunca reconheceu que contou uma mentira”, iniciou ele, que provocou uma reação de Renata Vasconcellos. “O Jornalismo da Globo cumpriu a sua obrigação de noticiar os fatos”, respondeu a jornalista.

“A imprensa sabe que produziu um monstro mentiroso como Moro e Dallagnol”, disse ele, relembrando ainda o episódio em que o promotor fez uma apresentação o colocando como centro do escândalo da Lava Jato. “Eu não esqueço do powerpoint mentiroso contra mim”, disse ele.

Tralli, então, fez menção a outro episódio. “Em relação a essa questão do powerpoint, nós seguimos nossos princípios editoriais e fizemos a devida retratação. Peço que a gente siga com a entrevista”, confundiu-se o âncora, em referência ao episódio ocorrido durante o Estúdio i.

A GloboNews viveu bastidores tensos na época. A exibição da arte que associava o banqueiro Daniel Vorcaro ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao PT, no Estúdio i em março de 2026, instaurou o terror nos corredores do canal de notícias da Globo.

No telão foi projetada uma imagem chamada Conexões de Daniel Vorcaro, com uma estrutura similar ao PowerPoint de Deltan Dallagnol que tentava ligar Lula a Lava Jato.

O conteúdo foi rechaçado nas redes sociais até por ex-jornalistas da Globo, como a repórter Neide Duarte. Reclamou-se, principalmente, da ausência das conexões do ex-dono do Banco Master com nomes da direita, como o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central.

Três dias depois, Andréia Sadi leu um texto em que a GloboNews pedia desculpas pelo material apresentado. A apresentadora do Estúdio i justificou que o material estava “errado e incompleto”, mas não deu mais detalhes.

O vídeo do programa foi alterado no Globoplay. Agora, contém o aviso de que “foi modificado em sua versão web para correção de erro”. Por volta de 1 hora de programa, há um corte brusco no material.

Pesquisa Portal Ricardo Antunes/Múltipla: Raquel Lyra 43% x João Campos 37%

Na primeira pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla em parceria com o Portal do Ricardo Antunes, a governadora Raquel Lyra (PSD) aparece liderando a corrida pelo Palácio do Campo das Princesas, com 43% das intenções de voto. O ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), obteve 37% no cenário estimulado de primeiro turno. O ex-vereador do Recife, […]

Na primeira pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla em parceria com o Portal do Ricardo Antunes, a governadora Raquel Lyra (PSD) aparece liderando a corrida pelo Palácio do Campo das Princesas, com 43% das intenções de voto. O ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), obteve 37% no cenário estimulado de primeiro turno.

O ex-vereador do Recife, Ivan Moraes (PSOL), somou 1%. Os demais candidatos ficaram abaixo de 1%. Os indecisos representam 11%, enquanto 5% declararam voto em branco ou nulo, e outros 2% não opinaram.

Numa simulação de segundo turno, a governadora atinge 47%, enquanto o candidato do PSB soma 41%. Nesse cenário, os indecisos representam 6%, enquanto 5% votariam branco ou nulo, e apenas 1% não responderam.

Com relação ao levantamento anterior, divulgado em 12 de agosto, Raquel Lyra recuou dois pontos (tinha 45%) e João Campos caiu quatro (tinha 41%).

AVALIAÇÃO E APROVAÇÃO

O governo Raquel Lyra é considerado ótimo ou bom para 46%. Outros 33% avaliam a gestão como regular, enquanto 17% veem como ruim ou péssima, e 4% não opinaram. No quesito aprovação, 65% são favoráveis à gestão, enquanto 27% desaprovam e 8% não opinaram.

O Instituto Múltipla ouviu 900 eleitores pernambucanos entre os dias 22 e 24 de agosto. A margem de erro é de 3,3 pontos percentuais, e o grau de confiança da é de 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral com o número de identificação PE-01370/2026.

A Frente Popular de Pernambuco anunciou em nota, nesta quinta-feira (27), a partir de entrevista coletiva, a adoção de medidas judiciais e administrativas contra o Governo de Pernambuco e a coligação Pernambuco no Coração, liderada por Raquel Lyra (PSD). As ações foram motivadas por denúncias recentes da imprensa sobre a existência de um “gabinete do […]

A Frente Popular de Pernambuco anunciou em nota, nesta quinta-feira (27), a partir de entrevista coletiva, a adoção de medidas judiciais e administrativas contra o Governo de Pernambuco e a coligação Pernambuco no Coração, liderada por Raquel Lyra (PSD).

As ações foram motivadas por denúncias recentes da imprensa sobre a existência de um “gabinete do ódio” financiado com recursos estaduais e estruturado durante supostas tratativas entre a governadora e um servidor público dentro do Palácio do Campo das Princesas. Se comprovadas pela Justiça, as irregularidades podem resultar na cassação e na inelegibilidade da chapa governista.

A principal medida será a apresentação de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) junto ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). A peça vai apontar cinco eixos de ilicitudes que, na visão da Frente Popular, configuram abuso de poder político e econômico e condutas vedadas a agentes públicos com potencial de favorecer a candidatura de Raquel. Um dos aspectos denunciados é o uso de ônibus escolares para transportar militantes para a convenção do PSD, em 2 de agosto. Fotos das placas e outras comprovações foram anexadas ao processo.

A Frente Popular também questiona o episódio de espionagem clandestina contra o então secretário de Articulação Política e Social do Recife, Gustavo Monteiro, e seu irmão, no segundo semestre de 2025. Ambos tiveram um veículo funcional monitorado pela Polícia Civil sem autorização da Justiça ou inquérito policial instaurado, conforme denunciado pela imprensa em janeiro. Outro eixo será a apresentação de provas da utilização de aeronaves do governo para transportar Raquel a atividades político-partidárias. A ação apresentará ainda documentos que indicam um excesso de cerca de R$ 5 milhões nos gastos com publicidade institucional da gestão estadual neste ano, extrapolando o limite previsto pela legislação eleitoral, que é baseado na média mensal de valores empenhados nos últimos exercícios.

O principal eixo da ação judicial, contudo, será a denúncia em torno do ecossistema digital criado para atacar João Campos (PSB), principal adversário de Raquel nas eleições deste ano. Áudios divulgados pela imprensa mostram o servidor público federal Amisadai Andrade confirmando que foi chamado ao Palácio do Campo das Princesas, no segundo semestre de 2024, para tratar com a governadora sobre a publicação de ataques coordenados nas redes sociais contra o então prefeito do Recife, reeleito naquele mesmo período.

Registros da Casa Militar confirmam que Amisadai esteve na sede do governo estadual em julho e em setembro daquele ano. Na época, ele era sócio do Portal de Prefeitura, página que recebeu mais de meio milhão de reais do Governo Raquel Lyra e apontada como fonte de distribuição de conteúdos de ódio para mais de 300 perfis nas redes sociais.

Segundo o advogado Rafael Carneiro, que representa o PSB nacional e falou em nome da equipe jurídica da Frente Popular, há um marco temporal e de aumento de verba de publicidade para o portal que, associado à confirmação da presença de Amisadai no Palácio e à afirmação dele de que se reuniu com a governadora, fornecem indícios suficientes para a confirmação de que existe um “gabinete do ódio” voltado a atacar João Campos e a beneficiar a candidatura de Raquel Lyra.

“Há um vídeo com reconhecimento de um servidor, que diz que foi chamado pela governadora do estado para estruturar um grupo de ataques à honra do candidato João Campos. Esse vídeo já foi divulgado. Além dele, foram demonstradas idas desse servidor ao Palácio do Governo, em especial, à Casa Civil, núcleo funcional e político do Governo do Estado. Ontem, a governadora disse que esse sujeito estava muito longe dela. E ontem mesmo foi demonstrado que ele estava muito perto”, afirmou o advogado.

Além de ter sido sócio do Portal de Prefeitura, Amisadai chegou a ser nomeado como servidor comissionado da Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco e só foi exonerado na quarta (26), após o caso vir à tona. Segundo o advogado da Frente Popular, essa conduta também demandará a apresentação de denúncias a outras instâncias para além da Justiça Eleitoral, já que pode ter havido peculato e enriquecimento ilícito de um servidor federal cedido ao Governo de Pernambuco e envolvido em condutas vedadas com financiamento estadual.

“Além da ação na Justiça Eleitoral, nós vamos apresentar uma série de medidas perante diversas instâncias, como o Ministério Público de Pernambuco, por improbidade administrativa, o Ministério Público Eleitoral, o Tribunal de Contas da União, o Tribunal de Contas do Estado e a Controladoria-Geral da União, para que esses fatos que não foram apresentados por nós, mas pela imprensa nacional, sejam devidamente apurados”, completou Carneiro.

Em nota, a campanha da governadora Raquel Lyra rebateu as acusações ligadas à existência de um gabinete do ódio em sua campanha, feitas mais cedo pelo jurídico do PSB. Leia: A poucas semanas da eleição, o PSB continua usando suas velhas práticas, trocando o debate de propostas por uma coletiva de acusações. Anuncia ações que […]

Em nota, a campanha da governadora Raquel Lyra rebateu as acusações ligadas à existência de um gabinete do ódio em sua campanha, feitas mais cedo pelo jurídico do PSB. Leia:

A poucas semanas da eleição, o PSB continua usando suas velhas práticas, trocando o debate de propostas por uma coletiva de acusações. Anuncia ações que ainda não existem, baseadas numa denúncia sem provas. Quem tem trabalho a mostrar mostra trabalho; quem não tem convoca a imprensa para anunciar processos.

A campanha de Raquel Lyra é feita à luz do dia, com nome, rosto e assinatura. Foi a governadora quem, diante da conduta de um servidor, determinou sua exoneração imediata e a apuração dos fatos. É assim que age quem não tem nada a esconder: aponta o erro e apura, não terceiriza ataques nas sombras.

A tentativa de transformar acusação em fato, sem prova e no calendário eleitoral, será enfrentada onde deve ser: na Justiça. A campanha já aciona seus advogados para responsabilizar quem constrói e propaga mentiras contra a governadora. Difamar é crime, e será tratado como tal.

Enquanto o adversário fala de ódio, Raquel Lyra segue falando com coração e, acima de tudo, trabalhando para continuar mudando a vida das pessoas.

Ontem foi notícia que o Ministério Público Eleitoral de Pernambuco (MPE-PE) pediu a impugnação de dez candidaturas, por supostas irregularidades, para as eleições deste ano em Pernambuco. Do total, oito são referentes a ex-prefeitos que teriam falhas no processo de prestação de contas do período em que atuavam como gestores municipais. Na lista aparece o […]

Ontem foi notícia que o Ministério Público Eleitoral de Pernambuco (MPE-PE) pediu a impugnação de dez candidaturas, por supostas irregularidades, para as eleições deste ano em Pernambuco.

Do total, oito são referentes a ex-prefeitos que teriam falhas no processo de prestação de contas do período em que atuavam como gestores municipais. Na lista aparece o ex-prefeito de Serra Talhada e Deputado Estadual Luciano Duque.

Ele emitiu nota sobre a informação.  Leia:

Minha candidatura a Deputado Estadual está regular e em pleno curso.

O Ministério Público Eleitoral impugnou meu registro. Isso é parte normal do processo eleitoral e não significa condenação: até hoje não existe nenhuma decisão que casse minha candidatura ou me impeça de disputar a eleição. Já apresentei minha defesa e demonstrei que não há qualquer causa de inelegibilidade.

O motivo da impugnação todos conhecem. O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, órgão técnico que examinou item por item a prestação de contas de 2019, emitiu parecer prévio pela aprovação. A Câmara de Vereadores ignorou esse parecer técnico e rejeitou as contas por decisão política.

E é preciso dizer com clareza o que a lei determina: rejeição de contas, por si só, não torna ninguém inelegível. A Lei da Ficha Limpa exige irregularidade insanável e ato doloso de improbidade administrativa. Nada disso existe nas minhas contas, e é exatamente isso que o parecer do TCE-PE comprova.

Por isso os cards que circulam nos grupos de WhatsApp são falsos. Quem os produz não quer informar, quer desacreditar nossa campanha. É o recurso de quem tem medo de me enfrentar no voto.

Confio na Justiça Eleitoral. Tive a lisura das minhas contas atestada pelo órgão técnico competente e terei minha candidatura deferida.

Às minhas eleitoras e aos meus eleitores, digo com tranquilidade: sigo firme, com a consciência limpa e com o trabalho de sempre, rumo a mais uma vitória.

Como escreveu Euclides da Cunha, “o sertanejo é, antes de tudo, um forte”.

Luciano Duque – Deputado Estadual

Em um discurso de quase 20 minutos em Vicência, na Mata Norte de Pernambuco, o candidato a governador João Campos (PSB) defendeu que a justiça seja feita no caso referente à operação de um suposto “Gabinete do Ódio” financiado com recursos do Governo de Pernambuco, já em investigação pela Polícia Federal (PF). Ele classificou a […]

Em um discurso de quase 20 minutos em Vicência, na Mata Norte de Pernambuco, o candidato a governador João Campos (PSB) defendeu que a justiça seja feita no caso referente à operação de um suposto “Gabinete do Ódio” financiado com recursos do Governo de Pernambuco, já em investigação pela Polícia Federal (PF).

Ele classificou a prática como “uma política rasteira, de gente que se veste de altar da moral” enquanto usa mecanismos ilegais para atacar adversários, e lamentou que denúncias recentes da imprensa tenham comprovado que o esquema era “decidido e negociado” dentro do Palácio do Campo das Princesas.

“Eu tenho sido atacado de forma criminosa pelos nossos adversários, que montaram um gabinete do ódio supostamente financiado com dinheiro do Estado, dinheiro público, para mentir, caluniar e difamar a mim, meus aliados políticos, minha família, minha esposa, pessoas que simplesmente pensam diferente deles. E agora a imprensa nacional está mostrando que isso era negociado e decidido dentro do Palácio, fazendo política rasteira, de gente que se veste de altar de moral e, na prática, usa as piores práticas políticas do mundo para atacar adversários de forma criminosa. Na política não vale tudo. A justiça será feita”, defendeu.

Ao longo do dia, a imprensa trouxe desdobramentos sobre o caso, como registros de visitas ao Palácio do Campo das Princesas que comprovam que o homem apontado como operador do esquema se reuniu com membros do governo no período em que ataques coordenados contra João Campos começaram a ocorrer nas redes sociais. Pela manhã, o candidato já havia se pronunciado em vídeo e anunciado que acionará sua equipe jurídica para tomar as medidas cabíveis no caso, em paralelo à investigação já em curso na PF.

O candidato a governador esteve acompanhado de Carlos Costa (Republicanos), candidato a vice-governador, de Marília Arraes (PDT), candidata a senadora, dos deputados Pedro Campos (PSB) e Francismar Pontes (PSB), de Neto de Dija, liderança local, e de outros nomes da política da Mata Norte e do Agreste Setentrional de Pernambuco.

Durante sabatina, nesta quarta-feira (26), a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a negar qualquer envolvimento com a estrutura de ataques virtuais revelada em reportagem da TV Record e afirmou que adotará medidas jurídicas sobre o caso. Raquel foi questionada sobre Amisadai Andrade da Silva, ex-superintendente de Operações da Arena de Pernambuco, […]

Durante sabatina, nesta quarta-feira (26), a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) voltou a negar qualquer envolvimento com a estrutura de ataques virtuais revelada em reportagem da TV Record e afirmou que adotará medidas jurídicas sobre o caso.

Raquel foi questionada sobre Amisadai Andrade da Silva, ex-superintendente de Operações da Arena de Pernambuco, citado pela reportagem e exonerado do Governo do Estado nesta quarta-feira (26).

“Querer dizer que ele conversou comigo, ele vai estar muito distante disso. Eu quero ver provar. Eu quero ver prova”, afirmou a governadora.

A reportagem da Record informou que a Polícia Federal apura uma rede de perfis que seria utilizada para atacar adversários políticos, principalmente João Campos (PSB). No material exibido, Amisadai aparece em gravações falando sobre contatos com integrantes do Governo do Estado e sobre uma estratégia para “desidratar” adversários.

Na sabatina, Raquel argumentou que a presença de um servidor na estrutura estadual não significa participação do governo em eventuais atos individuais. Disse também que não aceita ser associada a práticas que considera desonestas e afirmou que vem sendo alvo de ataques desde a eleição de 2022.

A candidata afirmou ainda que sua campanha já denunciou ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco mais de 430 perfis que classifica como “robotizados” e também uma suposta rede formada por mais de 40 perfis.

“Eu sou uma pessoa que você pode falar o que quiser, mas não vai dizer que eu sou uma pessoa desonesta, que utiliza de jogo sujo”, declarou.

Raquel disse que pretende manter a campanha centrada na apresentação de propostas e na prestação de contas de sua gestão. A governadora afirmou que as medidas jurídicas relacionadas às acusações estão sendo analisadas por sua equipe.

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Em sabatina, João detalha propostas para Pernambuco e diz esperar Lula na campanha

Candidato do PSB participou de entrevista ao Diario de Pernambuco, na tarde da terça-feira (25), e falou sobre saúde, tecnologia, Festival de Inverno de Garanhuns, relação com Paulo Câmara e participação de Lula na campanha. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, na tarde da terça-feira (25), de uma sabatina promovida pelo […]

Candidato do PSB participou de entrevista ao Diario de Pernambuco, na tarde da terça-feira (25), e falou sobre saúde, tecnologia, Festival de Inverno de Garanhuns, relação com Paulo Câmara e participação de Lula na campanha.

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, na tarde da terça-feira (25), de uma sabatina promovida pelo Diario de Pernambuco. Durante a entrevista, criticou a gestão da governadora Raquel Lyra (PSD), apresentou propostas para um eventual governo e evitou concentrar o debate na administração do ex-governador Paulo Câmara (PSB).

Questionado sobre críticas feitas por Raquel à antiga gestão do PSB, João afirmou que pretende direcionar a campanha para os próximos quatro anos. “O debate que o povo espera não é sobre o passado de Pernambuco. As pessoas estão aqui para fazer escolhas sobre o futuro”, disse.

Na sequência, comparou sua passagem pela Prefeitura do Recife com a atual gestão estadual. O candidato citou, entre outros pontos, a construção de creches e a ausência, segundo ele, de novos hospitais entregues pelo Estado.

“Um governador ou um prefeito não deve ser alguém que está ali para ficar terceirizando desculpa ou responsabilidade ou justificando os seus não feitos”, afirmou.

Saúde e novos hospitais

Na área da saúde, João disse que pretende combinar a manutenção da rede existente com a construção de novas unidades. O candidato tem defendido durante a campanha a implantação de novos hospitais e uma gestão integrada das filas de consultas, exames e cirurgias.

Ele criticou as condições de manutenção de equipamentos estaduais e afirmou que, caso eleito, pretende criar um programa voltado à recuperação das unidades existentes, além de ampliar a estrutura hospitalar.

Tecnologia e formação profissional

João também apresentou propostas para ciência e tecnologia. Entre elas estão o fortalecimento da Universidade de Pernambuco e da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco, a implantação de estruturas do Porto Digital no interior e a expansão da infraestrutura de conectividade.

O candidato prometeu ainda formar 10 mil jovens na área de tecnologia ao longo de quatro anos. Segundo ele, a experiência teria como referência programas realizados durante sua passagem pela Prefeitura do Recife.

Festival de Inverno de Garanhuns

Sobre o Festival de Inverno de Garanhuns, João voltou a criticar a relação do atual Governo do Estado com o evento e afirmou que pretende retomar uma participação mais ampla da gestão estadual.

Ele elogiou a atuação do prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino, e disse que a administração municipal assumiu responsabilidades diante das divergências com o Estado sobre a realização do festival.

Lula deve participar da campanha, diz João

Questionado sobre a presença do presidente Lula (PT) na campanha em Pernambuco, João afirmou que já conversou com o presidente e com dirigentes nacionais do PT sobre o assunto.

Segundo ele, Lula manifestou disposição de participar de agendas no estado, embora ainda não haja uma data definida.

“O presidente sempre tratou com muita naturalidade, inclusive, a participação dele aqui na campanha em Pernambuco”, afirmou.

João também descartou antecipar uma eventual candidatura presidencial em 2030. Disse que seu objetivo atual é governar Pernambuco e afirmou que, em sua avaliação, Lula terá papel central na definição da sucessão presidencial daquele ano.

A série de sabatinas do Diario de Pernambuco continua nesta quarta-feira (26), com a participação da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra.

Fonte: Diario de Pernambuco

Imagem: Reprodução

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Da Itapuama FM No comentário das 12h desta quarta-feira (26/08), o jornalista Nill Júnior analisa os dados da nova pesquisa Quaest de intenção de voto em Pernambuco e como os números consolidam o cenário apontado recentemente pelo Datafolha. O novo levantamento da Quaest (registrado sob o número PE-0728/2026) confirma a liderança da governadora Raquel Lyra, […]

Da Itapuama FM

No comentário das 12h desta quarta-feira (26/08), o jornalista Nill Júnior analisa os dados da nova pesquisa Quaest de intenção de voto em Pernambuco e como os números consolidam o cenário apontado recentemente pelo Datafolha.

O novo levantamento da Quaest (registrado sob o número PE-0728/2026) confirma a liderança da governadora Raquel Lyra, apontando uma vantagem de 8 pontos na estimulada (44% a 36%) e de 11 pontos na espontânea (33% a 22%).

Nill Júnior analisa os fatores políticos e psicológicos por trás desses números:

Com 50% do eleitorado buscando um nome alinhado ao presidente Lula, Raquel busca neutralizar a migração de votos para João Campos ao reforçar parcerias e declarações de gratidão ao presidente.

Com dois grandes institutos de credibilidade confirmando números parecidos, cria-se um impacto positivo na militância e nas redes da governadora.

Com o crescimento recente de Raquel e o formato de eleição “tiro curto”, reverter a curva descendente de João Campos torna-se um desafio complexo para a oposição.

Para o jornalista, a grande dúvida agora é se o início do guia eleitoral e a participação do presidente Lula na campanha serão suficientes para provocar uma revirada no cenário.

A pesquisa ouviu 1.302 eleitores entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo PE-07828/2026.

Assista ao comentário:

Operação Mamon apura suspeitas de fraude em contratações públicas, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo uma organização da sociedade civil e municípios. Mandados são cumpridos em Pernambuco, Paraíba e Paraná. A Polícia Federal em Pernambuco, com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou, nesta quarta-feira (26), a Operação Mamon para investigar possíveis irregularidades […]

Operação Mamon apura suspeitas de fraude em contratações públicas, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo uma organização da sociedade civil e municípios. Mandados são cumpridos em Pernambuco, Paraíba e Paraná.

A Polícia Federal em Pernambuco, com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou, nesta quarta-feira (26), a Operação Mamon para investigar possíveis irregularidades em contratos públicos na área da saúde.

Ao todo, foram expedidos 35 mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva. As ordens são cumpridas em Caruaru, Bonito, Palmares e Agrestina, em Pernambuco, além de João Pessoa, na Paraíba, e Curitiba, no Paraná. 

Segundo a Polícia Federal, a investigação apura um suposto esquema envolvendo contratos firmados por uma Organização da Sociedade Civil (OSC) com administrações municipais. Entre as suspeitas estão direcionamento de procedimentos de contratação, corrupção, lavagem de dinheiro e atuação de organização criminosa. 

As apurações identificaram movimentações consideradas atípicas nas contas da entidade investigada, incluindo saques de grandes quantias em espécie, depósitos fracionados e transferências entre pessoas físicas e jurídicas relacionadas aos fatos.

A PF suspeita que parte dessas movimentações tenha sido utilizada para dificultar o rastreamento da destinação dos recursos públicos. Pessoas e empresas também teriam sido usadas para ocultar o caminho do dinheiro recebido pela organização. 

A Polícia Federal e a CGU não divulgaram, até o momento, os nomes dos investigados nem detalharam quais contratos ou municípios estão diretamente relacionados às suspeitas. As investigações prosseguem com a análise dos materiais apreendidos.

O nome da operação faz referência a “Mamon”, expressão de origem bíblica associada ao dinheiro, à riqueza e à ganância.

Fonte: Diário de Pernambuco

Imagem: Reprodução

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Governadora negou envolvimento com a rede de ataques mostrada pelo Jornal da Record, informou que o servidor citado na reportagem foi exonerado e disse que adotará as medidas jurídicas e administrativas que considerar necessárias. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) se pronunciou, na manhã desta quarta-feira (26), após participar de uma panfletagem […]

Governadora negou envolvimento com a rede de ataques mostrada pelo Jornal da Record, informou que o servidor citado na reportagem foi exonerado e disse que adotará as medidas jurídicas e administrativas que considerar necessárias.

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) se pronunciou, na manhã desta quarta-feira (26), após participar de uma panfletagem nas imediações da Praça do Derby, no Recife, sobre a reportagem exibida pelo Jornal da Record que mostrou uma rede de perfis que, segundo a emissora, seria utilizada para atacar adversários políticos, principalmente João Campos (PSB).

Questionada por jornalistas, Raquel negou qualquer participação na estrutura apresentada pela reportagem.

“Claro que eu não faria isso, jamais faria isso”, afirmou.

A governadora disse que acompanha, desde a campanha de 2022, episódios que considera ataques contra ela, aliados e integrantes de sua gestão e afirmou já ter recorrido ao Tribunal Regional Eleitoral, ao Tribunal de Justiça, à polícia e ao Ministério Público em situações anteriores.

Questionada especificamente sobre Amizaday Andrade da Silva, funcionário da Caixa Econômica Federal que estava cedido à Secretaria de Turismo de Pernambuco e aparece no centro da reportagem, Raquel informou que o servidor foi exonerado do Governo do Estado e que a decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial.

A governadora afirmou que não assistiu à reportagem, mas disse ter sido informada sobre seu conteúdo. Segundo ela, sua equipe jurídica deverá avaliar medidas judiciais e administrativas relacionadas ao caso.

Durante a entrevista, Raquel também direcionou críticas ao PSB. “Pra mim, a eleição não é um vale tudo”, declarou, ao afirmar que pretende conduzir sua campanha de forma “limpa, transparente, pé no chão e olho no olho”.

A candidata classificou ainda o episódio como “mais uma denúncia dessa turma que não cansa” e alegou que a divulgação de conteúdos contra seu governo aumenta quando pesquisas eleitorais apresentam resultados favoráveis à sua candidatura.

A reportagem exibida pelo Jornal da Record mostrou gravações em que Amizaday fala sobre reuniões com integrantes do Governo do Estado e utiliza o termo “desidratar” ao se referir a adversários. A emissora também apresentou informações sobre pagamentos de publicidade estadual a uma empresa ligada ao Portal de Prefeitura. O material foi levado à Polícia Federal.

A Secretaria de Comunicação de Pernambuco informou à Record que a publicidade do Governo do Estado é executada por agências contratadas mediante licitação e distribuída segundo critérios técnicos de audiência, alcance e custo.

As denúncias seguem sob apuração e ainda não representam conclusão sobre eventual responsabilidade criminal ou eleitoral dos envolvidos.

Assista ao vídeo completo com a fala de Raquel Lyra no Instagram do Blog do Nill Júnior, no perfil @nill_jr.

 

Vídeo: Divulgação

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Em vídeo publicado nas redes sociais, candidato ao Governo de Pernambuco afirmou que vem denunciando há mais de um ano a existência de uma estrutura de ataques contra ele, aliados e familiares e disse que seus advogados adotarão medidas sobre o caso. Na manhã desta quarta-feira (26), o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos […]

Em vídeo publicado nas redes sociais, candidato ao Governo de Pernambuco afirmou que vem denunciando há mais de um ano a existência de uma estrutura de ataques contra ele, aliados e familiares e disse que seus advogados adotarão medidas sobre o caso.

Na manhã desta quarta-feira (26), o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) divulgou um vídeo nas redes sociais após a reportagem exibida pelo Jornal da Record sobre uma rede de perfis que, segundo a emissora, seria utilizada para promover ataques contra adversários políticos da governadora Raquel Lyra (PSD).

João afirmou que denuncia há mais de um ano a existência do que chama de “gabinete do ódio” e disse ter sido alvo, juntamente com aliados e familiares, de conteúdos que considera caluniosos, mentirosos e difamatórios.

Ao comentar a reportagem, o candidato afirmou que o material apresentado pela Record reforça suas denúncias e destacou a gravação em que Amizaday Andrade da Silva, funcionário da Caixa cedido à Secretaria de Turismo de Pernambuco, fala sobre reuniões com integrantes do Governo do Estado e sobre uma estratégia para “desidratar” adversários.

“Não vale tudo na política ou numa eleição. Nossos advogados vão tomar todas as medidas necessárias”, afirmou João no vídeo.

O candidato também classificou a suposta estrutura como uma “milícia digital” e disse que pretende manter sua campanha voltada para temas como saúde, infraestrutura, creches, geração de empregos e atração de indústrias.

Na reportagem exibida na noite da terça-feira (25), a Record afirmou que a estrutura investigada reuniria mais de 300 perfis e mostrou pagamentos de publicidade estadual à empresa ligada ao Portal de Prefeitura. O material foi encaminhado à Polícia Federal.

A Secretaria de Comunicação de Pernambuco informou à emissora que a publicidade do Estado é executada por agências contratadas mediante licitação e distribuída segundo critérios técnicos de audiência, alcance e custo.

As suspeitas continuam sob investigação e ainda não representam conclusão sobre responsabilidade criminal ou eleitoral dos envolvidos.

Assista ao vídeo completo de João Campos no Instagram do Blog do Nill Júnior, no perfil @nill_jr.

Vídeo: Divulgação

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João esteve em Santo Aleixo, na terça-feira (25), acompanhado de Humberto Costa, Marília Arraes e Carlos Costa, e voltou a defender propostas para segurança, saúde e proteção de encostas. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, na terça-feira (25), de uma caminhada pelo bairro de Santo Aleixo, em Jaboatão dos Guararapes. Ele […]

João esteve em Santo Aleixo, na terça-feira (25), acompanhado de Humberto Costa, Marília Arraes e Carlos Costa, e voltou a defender propostas para segurança, saúde e proteção de encostas.

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, na terça-feira (25), de uma caminhada pelo bairro de Santo Aleixo, em Jaboatão dos Guararapes. Ele esteve acompanhado dos candidatos ao Senado Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT) e do candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos).

Durante a agenda, João apresentou propostas para áreas como segurança pública, saúde e infraestrutura.

Na segurança, o candidato defendeu ampliar a rede de proteção às mulheres, com novas Delegacias da Mulher funcionando 24 horas e maior uso de equipamentos de monitoramento para pessoas submetidas a medidas protetivas.

João também voltou a citar a proposta de construção do Hospital Geral Metropolitano, que, segundo o plano apresentado pela campanha, seria implantado na divisa entre Recife e Jaboatão e teria cerca de 900 leitos.

Outra proposta apresentada foi a criação de um programa estadual para apoiar municípios da Região Metropolitana do Recife na execução de obras de proteção de encostas.

Durante o discurso, João também fez referência aos cinco anos em que esteve à frente da Prefeitura do Recife e afirmou que pretende levar para o Governo do Estado experiências de gestão desenvolvidas na capital.

Foto: Marlon Diego

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Candidata realizou ato de campanha na Avenida Agamenon Magalhães, na terça-feira (25), e usou a passagem em frente ao Hospital da Restauração para citar as obras realizadas na unidade. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou de um panfletaço, na tarde da terça-feira (25), na Avenida Agamenon Magalhães, no bairro do Derby, […]

Candidata realizou ato de campanha na Avenida Agamenon Magalhães, na terça-feira (25), e usou a passagem em frente ao Hospital da Restauração para citar as obras realizadas na unidade.

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou de um panfletaço, na tarde da terça-feira (25), na Avenida Agamenon Magalhães, no bairro do Derby, no Recife.

Durante a agenda de campanha, realizada nas proximidades do Hospital da Restauração (HR), Raquel destacou os investimentos realizados pelo Governo de Pernambuco na requalificação da unidade.

A candidata afirmou que as intervenções envolvem obras estruturais, aquisição de equipamentos e contratação de profissionais. Segundo ela, mais de R$ 150 milhões estão sendo investidos no hospital.

O Hospital da Restauração passa por um conjunto de intervenções em diferentes setores. Dados divulgados anteriormente pela Secretaria Estadual de Saúde apontam investimento de aproximadamente R$ 168 milhões na ampliação e recuperação da unidade.

A vice-governadora e candidata à reeleição Priscila Krause (PSD) também participou do ato. O deputado federal e candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP) acompanhou a agenda.

Raquel tem um novo panfletaço previsto para esta quarta-feira (26), às 8h, novamente na Avenida Agamenon Magalhães, nas proximidades da Praça do Derby.

Foto: Beto Figueiroa

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Reportagem da TV Record revela rede de ataques ligada ao governo Raquel Lyra

Material exibido mostra gravações em que Amizaday Andrade da Silva fala sobre uma estratégia para “desidratar” adversários políticos. Empresa ligada ao portal citado recebeu recursos de publicidade do Governo de Pernambuco. Uma reportagem exibida na noite desta terça-feira (25), pelo Jornal da Record, revelou uma rede com centenas de perfis que seria utilizada para divulgar […]

Material exibido mostra gravações em que Amizaday Andrade da Silva fala sobre uma estratégia para “desidratar” adversários políticos. Empresa ligada ao portal citado recebeu recursos de publicidade do Governo de Pernambuco.

Uma reportagem exibida na noite desta terça-feira (25), pelo Jornal da Record, revelou uma rede com centenas de perfis que seria utilizada para divulgar ataques contra adversários políticos da governadora Raquel Lyra (PSD), principalmente João Campos (PSB). O material foi levado à Polícia Federal, que investiga o caso.

Nas gravações apresentadas pela emissora, Amizaday Andrade da Silva, funcionário da Caixa Econômica Federal cedido à Secretaria de Turismo de Pernambuco, aparece em uma reunião no Recife falando sobre a atuação dos canais digitais. Em determinado momento, afirma que houve reunião com integrantes do Governo do Estado e que a estrutura teria sido enxergada como uma forma de “desidratar” adversários.

Segundo a Record, a rede teria mais de 300 perfis e parte dos conteúdos seria difundida a partir do Portal de Prefeitura, ligado à empresa Portal Comunicação e Marketing Ltda., da qual Amizaday já foi sócio.

A reportagem afirma que a empresa recebeu mais de R$ 500 mil em publicidade do Governo de Pernambuco desde 2023. Apenas entre março e julho de 2026, os pagamentos teriam ultrapassado R$ 186 mil.

Amizaday informou que deixou a sociedade da empresa em setembro de 2024 e que não responde por atos praticados pelo veículo após sua saída.

A Secretaria de Comunicação de Pernambuco afirmou que a publicidade estadual é distribuída por agências contratadas por licitação, seguindo critérios técnicos de audiência, alcance e custo. Segundo o governo, os valores destinados ao veículo em 2026 representam cerca de 0,3% do investimento permitido ao Estado em publicidade no período.

As suspeitas seguem sob investigação e não representam conclusão sobre responsabilidade criminal ou eleitoral dos envolvidos.

Assista à reportagem exibida pelo Jornal da Record no Instagram do Blog do Nill Júnior, no perfil @nill_jr.

 

Fonte: Record

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Quaest: Raquel Lyra tem 44% e João Campos, 36%

Governadora aparece oito pontos percentuais à frente do candidato do PSB na pesquisa estimulada. Levantamento encomendado pela Globo ouviu 1.302 eleitores e tem margem de erro de três pontos percentuais. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) aparece com 44% das intenções de voto para o Governo de Pernambuco, enquanto João Campos (PSB) […]

Governadora aparece oito pontos percentuais à frente do candidato do PSB na pesquisa estimulada. Levantamento encomendado pela Globo ouviu 1.302 eleitores e tem margem de erro de três pontos percentuais.

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) aparece com 44% das intenções de voto para o Governo de Pernambuco, enquanto João Campos (PSB) tem 36%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25). O levantamento foi encomendado pela Globo.

Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Ivan Moraes (PSOL) aparece com 1%. Renan Hallais (Missão), Professora Camila (UP), Victor Assis (PCO), Guilherme Fonseca (PSTU) e Professor Jeremias do Banco (Democrata) aparecem com 0%.

Os eleitores que afirmam votar em branco, nulo ou não votar somam 7%. Outros 12% estão indecisos.

A pesquisa mostra ainda que 72% dos entrevistados consideram definitiva a escolha que fizeram até agora. Outros 27% afirmam que ainda podem mudar de candidato até a eleição, marcada para 4 de outubro. Um por cento não soube ou não respondeu.

Espontânea

Na pesquisa espontânea, em que os entrevistadores não apresentam os nomes dos candidatos, Raquel Lyra tem 33% e João Campos, 22%.

Outros candidatos somam 1%. O índice de indecisos chega a 40%, enquanto 4% afirmam que votariam em branco, nulo ou não compareceriam.

Cenário de segundo turno

A Quaest também simulou um eventual segundo turno entre Raquel e João. Nesse cenário, a governadora aparece com 47% e o candidato do PSB, com 37%.

Os indecisos representam 9%, e 7% afirmam que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois.

Continuidade ou mudança

A pesquisa perguntou também qual caminho o próximo governo estadual deveria seguir. Para 41% dos entrevistados, o governador eleito deve continuar o trabalho que vem sendo realizado. Outros 31% defendem mudanças apenas no que consideram ruim, enquanto 23% desejam uma mudança total. Cinco por cento não souberam responder.

Preferência por aliado de Lula chega a 50%

Quando questionados sobre o posicionamento político do futuro governador, 50% afirmaram preferir que o eleito seja aliado do presidente Lula. Para 29%, o governador deveria atuar de maneira independente, enquanto 17% preferem um aliado de Flávio Bolsonaro. Outros 4% não responderam.

O levantamento mediu também o peso dos apoios nacionais. Para 34%, o apoio de Lula aumenta a possibilidade de votar em determinado candidato; 44% dizem que não interfere e 18% afirmam que diminui essa possibilidade.

No caso de Flávio Bolsonaro, 15% dizem que seu apoio aumenta a chance de voto, 47% afirmam que não altera a decisão e 34% dizem que reduz a possibilidade de apoiar o candidato respaldado por ele.

Saúde é apontada como principal problema

A saúde foi citada por 33% dos entrevistados como o principal problema de Pernambuco. A violência aparece em seguida, com 21%.

Corrupção, desemprego e educação foram mencionados por 5% cada. Infraestrutura aparece com 4%; economia e pobreza ou desigualdade, com 3% cada; e enchentes, com 2%.

A Quaest ouviu 1.302 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-07828/2026.

Fonte: G1 Pernambuco

Imagem: Reprodução

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