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O PL deve liberar seus senadores para votarem individualmente a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1. A tendência ocorre depois de integrantes da oposição atuarem para tentar adiar a análise da medida para depois do segundo turno da eleição presidencial. Segundo O Globo, a expectativa é que […]

O PL deve liberar seus senadores para votarem individualmente a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1. A tendência ocorre depois de integrantes da oposição atuarem para tentar adiar a análise da medida para depois do segundo turno da eleição presidencial.

Segundo O Globo, a expectativa é que o partido não feche questão nem estabeleça uma orientação única para seus parlamentares durante a votação no Senado. Na prática, cada integrante da bancada poderá decidir como votar.

A mudança de cenário ocorre às vésperas da análise da PEC em primeiro turno, prevista para quarta-feira (14). Nos últimos dias, integrantes do PL e da oposição defenderam o cumprimento integral dos prazos regimentais, movimento que poderia empurrar parte da tramitação para depois do segundo turno das eleições.

O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição e coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, vinha afirmando que a bancada ainda não havia consolidado uma posição sobre o mérito da proposta. Ele também criticou a votação durante o período eleitoral e classificou a iniciativa do governo de acelerar a tramitação como eleitoreira.

A provável liberação da bancada indica que existem posições diferentes dentro do próprio PL sobre a proposta. O partido já havia adotado estratégia semelhante durante a tramitação na Câmara, onde parte dos deputados votou favoravelmente ao texto e outra parte se posicionou contra.

A PEC 221/2019 prevê o fim da escala 6×1 ao estabelecer dois dias de descanso semanal remunerado, sendo um deles preferencialmente aos domingos. O texto também reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial.

A mudança seria feita de forma gradual. A jornada passaria inicialmente para 42 horas, 60 dias após a promulgação da emenda. Depois de 12 meses, cairia para 40 horas semanais.

A proposta já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Para ser aprovada no plenário, uma PEC precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis em cada um dos dois turnos de votação.

O Palácio do Planalto tenta concluir os dois turnos ainda antes do segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro. Para isso, governistas articulam um acordo que permita reduzir o intervalo regimental entre as votações.

A discussão também entrou diretamente na campanha presidencial. Lula passou a cobrar publicamente uma posição de Flávio Bolsonaro sobre a PEC. O candidato do PL, por sua vez, tem criticado a forma como o governo colocou o assunto em pauta durante a eleição e defende mudanças trabalhistas baseadas em maior flexibilidade de contratação e remuneração por hora.

Nesta segunda-feira (12), questionado por jornalistas sobre como pretende votar a proposta no Senado, Flávio não respondeu e encerrou a entrevista sem apresentar uma posição sobre o texto.

Caso o PL confirme a liberação da bancada, os votos de seus senadores dependerão da posição individual de cada parlamentar, sem orientação partidária obrigatória.

Fonte: O Globo
Foto: Jefferson Rudy / Agência Senado

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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta segunda-feira (12) que visitará o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na manhã desta terça-feira (13). O encontro será o primeiro após o fim da suspensão de 90 dias imposta pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi dada depois de Flávio […]

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta segunda-feira (12) que visitará o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na manhã desta terça-feira (13). O encontro será o primeiro após o fim da suspensão de 90 dias imposta pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A declaração foi dada depois de Flávio participar de uma missa na Catedral Metropolitana de Brasília, durante as celebrações de Nossa Senhora Aparecida.

O candidato afirmou que não poderia fazer a visita nesta segunda-feira por causa do feriado e disse que a decisão de Moraes restabeleceu os encontros regulares com Jair Bolsonaro também na condição de familiar.

Segundo Flávio, a visita ocorrerá pela manhã. “Não apenas como advogado, mas também como filho”, afirmou ao comentar a retomada dos encontros.

O senador também disse estar ansioso para rever Jair Bolsonaro depois de mais de três meses sem contato presencial. “Estou ansioso para dar um abraço forte nele”, declarou.

Moraes autorizou nesta segunda-feira a retomada das visitas após o encerramento do prazo de 90 dias de suspensão. A Procuradoria-Geral da República havia se manifestado favoravelmente ao restabelecimento dos encontros, e o ministro considerou que não surgiram fatos novos que justificassem a prorrogação da medida.

A restrição foi determinada em julho, depois que Flávio divulgou nas redes sociais uma carta escrita pelo pai. Na ocasião, Moraes entendeu que a publicação violava a proibição imposta a Jair Bolsonaro de utilizar redes sociais por intermédio de terceiros.

Apesar da liberação das visitas, o ministro manteve as restrições relacionadas à comunicação política do ex-presidente. Os encontros não poderão ser utilizados com finalidade político-eleitoral, e continua proibida a divulgação de manifestos ou declarações de Jair Bolsonaro por terceiros.

A primeira visita ocorre durante a campanha do segundo turno da eleição presidencial, disputado por Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Os candidatos à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) incluíram celebrações católicas nas agendas desta segunda-feira (12), Dia de Nossa Senhora Aparecida. Lula participou de uma missa restrita na capela do Palácio da Alvorada, enquanto Flávio, que é evangélico, foi à Catedral Metropolitana de Brasília. A missa no Palácio da […]

Os candidatos à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) incluíram celebrações católicas nas agendas desta segunda-feira (12), Dia de Nossa Senhora Aparecida. Lula participou de uma missa restrita na capela do Palácio da Alvorada, enquanto Flávio, que é evangélico, foi à Catedral Metropolitana de Brasília.

A missa no Palácio da Alvorada começou às 9h e reuniu um grupo restrito de convidados. Entre os presentes estavam a primeira-dama Janja da Silva, integrantes do governo, aliados políticos e representantes de movimentos sociais.

Também participaram da celebração o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), e a ministra da Cultura, Margareth Menezes.

Nas redes sociais, Lula publicou registros da missa e uma mensagem em homenagem a Nossa Senhora Aparecida. A participação do presidente ocorre em meio à repercussão que a padroeira do Brasil ganhou na campanha eleitoral nas últimas semanas.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, participou às 11h da Missa da Equipe Organizadora e Consagração das Partículas, na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, em Brasília. O candidato do PL esteve acompanhado de Alfredo Gaspar, candidato a vice em sua chapa.

Embora seja evangélico, Flávio incluiu a celebração católica em sua agenda no feriado dedicado à padroeira do Brasil.

Enquanto Lula e Flávio permaneceram em Brasília, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) participou das celebrações no Santuário Nacional de Aparecida, no interior de São Paulo, acompanhado da esposa, Lu Alckmin.

As agendas religiosas ocorrem durante a campanha para o segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro.

Fonte: O Globo
Fotos: Brenno Carvalho | Letícia Pille

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, afirmou nesta segunda-feira (12) que o Brasil correria o risco de seguir um caminho semelhante ao da Argentina caso Flávio Bolsonaro (PL) seja eleito presidente. A declaração foi publicada nas redes sociais durante a campanha para o segundo turno. Em postagens no Instagram e […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, afirmou nesta segunda-feira (12) que o Brasil correria o risco de seguir um caminho semelhante ao da Argentina caso Flávio Bolsonaro (PL) seja eleito presidente. A declaração foi publicada nas redes sociais durante a campanha para o segundo turno.

Em postagens no Instagram e no X, Lula associou Flávio ao que classificou como “modelo da direita” e utilizou o governo do presidente argentino Javier Milei como referência para criticar as propostas econômicas do adversário.

Em um dos vídeos divulgados pela campanha, a economista Daniela Marques, apresentada como coordenadora da área econômica da candidatura de Flávio Bolsonaro, é citada no contexto da comparação com a Argentina.

A publicação da campanha de Lula afirma que as políticas adotadas no país vizinho contribuíram para o aumento da pobreza e para o fechamento de empresas, além de mencionar dificuldades enfrentadas por pessoas em situação de vulnerabilidade.

A partir dessa comparação, a campanha petista sustenta que propostas defendidas por Flávio Bolsonaro poderiam levar o Brasil a enfrentar problemas semelhantes.

Lula também retomou críticas ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em outra publicação, mencionou o caso de uma criança chamada Miguel que, segundo o conteúdo divulgado pela campanha, precisou acionar a polícia em 2022 por falta de alimentos em casa.

O presidente afirmou ainda que, durante seu atual mandato, o Brasil voltou a sair do Mapa da Fome e relacionou o episódio às políticas sociais de seu governo. Ao comparar Jair e Flávio Bolsonaro, encerrou a publicação com a expressão “tal pai, tal filho”.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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A disputa presidencial de 2026 provocou um salto na judicialização eleitoral. Levantamento identificou 698 processos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo as candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) somente no primeiro turno. O volume representa crescimento de 165% em relação ao primeiro turno de 2022, quando foram registrados 263 […]

A disputa presidencial de 2026 provocou um salto na judicialização eleitoral. Levantamento identificou 698 processos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo as candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) somente no primeiro turno.

O volume representa crescimento de 165% em relação ao primeiro turno de 2022, quando foram registrados 263 processos relacionados às duas principais campanhas presidenciais, de Lula e Jair Bolsonaro.

Na comparação com 2018, quando Jair Bolsonaro disputou a Presidência contra Fernando Haddad (PT), o aumento chega a 147%. O levantamento considerou as três últimas eleições presidenciais realizadas integralmente sob o sistema eletrônico de processos do TSE.

Dos 698 processos identificados neste ano, 358 tiveram como origem um confronto direto entre as campanhas de Lula e Flávio. Em 2022, foram 77 casos desse tipo. Em 2018, 38.

A campanha de Flávio Bolsonaro e o PL aparecem como os responsáveis pelo maior número de acionamentos no primeiro turno. Foram 343 processos, equivalentes a 49,1% do total levantado. As ações tiveram como alvos Lula e também integrantes ou aliados de sua campanha.

Lula e sua campanha foram responsáveis por 265 processos, ou 37,9% do total. A maior parte foi direcionada contra Flávio Bolsonaro e o PL, mas houve também ações envolvendo outros candidatos e aliados.

As representações foram o instrumento mais utilizado pelas campanhas, com 355 casos. Nesse tipo de ação, partidos ou candidatos pedem ao TSE providências para interromper uma conduta considerada irregular. Os pedidos de direito de resposta somaram outros 206 processos.

Segundo o levantamento, 44% das representações já tiveram alguma decisão. Desse conjunto, 55 decisões favoreceram Lula e 50, Flávio Bolsonaro.

Considerando especificamente os pedidos apresentados pelas duas campanhas, 33 solicitações do PL foram acolhidas e 23 rejeitadas. No caso da campanha de Lula, 30 pedidos foram atendidos e 13 negados.

Entre os temas que chegaram ao TSE estão publicações em redes sociais, pedidos de retirada de conteúdos, direitos de resposta, uso de inteligência artificial e acusações de desinformação.

Um dos episódios ocorreu em torno de publicações que afirmavam que Flávio Bolsonaro poderia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. A controvérsia chegou também ao Supremo Tribunal Federal (STF) e provocou divergências sobre os limites das ordens de retirada de conteúdo.

Outro embate envolveu a chamada “trend do Osmarzinho”, utilizada pela campanha de Lula para associar Flávio a investigações envolvendo o Banco Master e ao antigo caso das chamadas rachadinhas. Inicialmente, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, determinou a suspensão do conteúdo, mas a decisão foi posteriormente revertida pelo tribunal.

Para especialistas ouvidos pela reportagem, o crescimento da judicialização está relacionado à incorporação da Justiça Eleitoral como parte da estratégia das campanhas, à ampliação dos espaços de propaganda, especialmente nas plataformas digitais, e à maior especialização dos escritórios de advocacia eleitoral.

Fonte: O Globo
Foto: Nelson Almeida e Brenno Carvalho

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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) reagiu nesse domingo (11) à movimentação de aliados por espaços em um eventual governo e afirmou que ninguém está autorizado a prometer cargos ou ministérios em seu nome. A manifestação ocorreu após diferentes grupos políticos e econômicos passarem a discutir nomes para uma eventual composição ministerial caso Flávio […]

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) reagiu nesse domingo (11) à movimentação de aliados por espaços em um eventual governo e afirmou que ninguém está autorizado a prometer cargos ou ministérios em seu nome.

A manifestação ocorreu após diferentes grupos políticos e econômicos passarem a discutir nomes para uma eventual composição ministerial caso Flávio vença o segundo turno da eleição presidencial.

“Qualquer pessoa que esteja usando o meu nome e prometendo cargos ou ministérios é um picareta! Não acredite!”, escreveu o candidato nas redes sociais.

Segundo O Globo, integrantes da campanha afirmam que a mensagem não foi direcionada a uma pessoa específica, mas surgiu diante da avaliação de que era necessário conter a antecipação das discussões sobre espaços em um eventual governo.

As articulações envolvem aliados do núcleo bolsonarista, integrantes de partidos do Centrão, nomes ligados ao mercado financeiro e representantes de grupos que apoiam a candidatura de Flávio.

A movimentação também ganhou repercussão depois de Eduardo Bolsonaro afirmar, em entrevista ao SBT News, que as nomeações de ministros de um eventual governo do irmão passariam pelo aval do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Eduardo acrescentou que essas conversas deveriam ocorrer somente depois do segundo turno.

Flávio, por sua vez, direcionou a manifestação deste fim de semana à campanha eleitoral e pediu que apoiadores priorizem a busca por votos de eleitores que não compareceram no primeiro turno e daqueles que ainda estão indecisos.

Fonte: O Globo
Foto: Charles Vieira/ Divulgação

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Lideranças políticas de Pernambuco que apoiam a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmaram, durante ato realizado no Recife nesse domingo (11), que pretendem intensificar a mobilização para reduzir a diferença registrada no primeiro turno da eleição presidencial. Entre os participantes estava o senador Humberto Costa (PT), que classificou uma reversão do […]

Lideranças políticas de Pernambuco que apoiam a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmaram, durante ato realizado no Recife nesse domingo (11), que pretendem intensificar a mobilização para reduzir a diferença registrada no primeiro turno da eleição presidencial.

Entre os participantes estava o senador Humberto Costa (PT), que classificou uma reversão do resultado como “perfeitamente possível” e defendeu a continuidade da mobilização até o segundo turno.

Também participaram do ato a senadora Teresa Leitão (PT), o deputado estadual João Paulo (PT), a deputada estadual Dani Portela (PT) e a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos.

As lideranças destacaram como prioridades a busca por eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno e a ampliação das ações de campanha nas ruas e nas redes sociais.

João Paulo afirmou que o grupo pretende concentrar esforços também entre os eleitores que se abstiveram. Já Dani Portela defendeu a combinação da mobilização presencial com maior atuação nas plataformas digitais.

No primeiro turno, Flávio Bolsonaro (PL) recebeu 56.104.268 votos, correspondentes a 47,03% dos votos válidos. Lula obteve 53.876.617 votos, ou 45,16%. A diferença entre os dois foi de 2.227.651 votos.

Luciana Santos também criticou a atuação das plataformas digitais e citou a controvérsia envolvendo o canal “Exército do Lula”, no WhatsApp. O espaço chegou a ter a suspensão determinada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, mas a medida foi posteriormente revertida pelo corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva.

O segundo turno da eleição presidencial está marcado para 25 de outubro.

Fonte: Diário de Pernambuco
Fotos: Weslly Gomes | Sandy James

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Coluna do Domingão: o que explica a nova ascensão do bolsonarismo?

A partir de análise recente do professor Heitor Scalambrini Costa,  é provocador buscar entender a ascensão do bolsonarismo,  mesmo depois do que a sociedade experimentou com Jair Bolsonaro. Aqui, fragmentos de sua análise na primeira pessoa: Os resultados da eleição no primeiro turno provocaram em mim cansaço, desânimo, frustração, tristeza. Fiquei bravo, muito bravo. Mas […]

A partir de análise recente do professor Heitor Scalambrini Costa,  é provocador buscar entender a ascensão do bolsonarismo,  mesmo depois do que a sociedade experimentou com Jair Bolsonaro. Aqui, fragmentos de sua análise na primeira pessoa:

Os resultados da eleição no primeiro turno provocaram em mim cansaço, desânimo, frustração, tristeza. Fiquei bravo, muito bravo. Mas jamais vou desistir, pois a única luta que se perde é a que não lutamos. Me considero um realista esperançoso.

Várias interpretações sobre a enxurrada de votos para a extrema direita estão sendo discutidas. O anti petismo, a anti corrupção, o anti Supremo, o anti lulismo, entre outras justificativas.

Vou tentar responder a uma pergunta que tem martelado minha cabeça: o que leva as pessoas a aderir a líderes e grupos que promovem a opressão e subserviência do outro? O servilismo a uma outra nação? Aproveito para lembrar Wilhelm Reich, psiquiatra, psicanalista, biólogo, físico, que nasceu em 1897 e morreu em 1957. Sua teoria é revolucionária, unindo a psicanálise e a biologia. Ele propôs que a mente e o corpo formam uma unidade indissolúvel. Sobre a onda fascista na Alemanha de Hitler, ele disse: “as massas não foram enganadas. Elas desejaram o fascismo”. Esta frase me faz refletir e me perguntar: será que os eleitores da extrema direita votaram nesses candidatos, no PL, no bolsonarismo, por não saberem quem são seus líderes e o que isso significa? Ou votaram nesses candidatos exatamente pelo que eles são e defendem?

Os eleitores e eleitoras da extrema direita sabem perfeitamente o que fazem, inclusive sabem das consequências. Não adianta tentar justificar que a massa de eleitores da extrema direita está cometendo erro, unicamente por uma comunicação e propaganda falha.

Um desafio: você já viu ou ouviu algum eleitor ou eleitora de direita, pois é assim que se nomeiam, dizerem que votam por justiça social, pela universidade pública, pelos direitos humanos, pelo SUS, pelo aumento do salário mínimo, pela aposentadoria, pela proteção ao meio ambiente e dos povos indígenas, pelo direito à diversidade de gênero, dos credos e opiniões, pela defesa das minorias, contra a escala de trabalho escravisante 6×1?

Mesmo quando falam de liberdade ou democracia eles defendem como privilégio para eles e suas ideias. Não para todos, como nós defendemos. Querem liberdade para serem autoritários, racistas, fascistas, machistas. Esses eleitores não estão interessados em políticas públicas de proteção social ou qualquer outra ação para a coletividade, mesmo que se beneficiem dela.

Querem ficar ricos. Olhem a volta de vocês. Reparem os influenciadores campeões de seguidores e a reação diante da proibição das BETS, o discurso dos pastores neopetencostais que fazem sucesso, os ídolos do futebol. O lema central dessa gente é ostentação. Ostentam sucesso, bens e prosperidade financeira. Depender do Estado, de políticas públicas, de cotas, acessibilidade, é sinônimo de fracasso para eles. O UBER não quer aposentadoria, direitos trabalhistas, proteção social, porque acredita que será abençoado por Jesus e ficará rico. Não precisará de nada disso.

Isso significa que a propaganda progressista não sofre de ineficiência. Ao contrário, ela mostra com muita eficácia seu projeto de país e que ele não vem de hoje. Só que essa massa que caiu nas garras da extrema direita não quer esse projeto, mesmo que seja em benefício deles. Eles preferem acessá-lo burlando o sistema, do que pela via do direito garantido. Querem ser ricos individualmente. Não há projeto coletivo de país em jogo.

O gângster ex-banqueiro Vorcaro, por exemplo, não é um problema nessa visão de mundo bolsonarista. Ele é o ídolo que talvez tenha cometido o erro de ter sido pego e preso. Mais do que combater pessoas como Vorcaro, eles querem ser como Vorcaro. Isso vale também quando defendem tipos como Trump, Elon Musk, ou Milei.

Outra coisa: obviamente, houve influência externa. O poder dos algoritmos, a guerra híbrida, as mídias hereditárias, patronais e das bigh techs influenciaram as eleições e ampliaram o alcance de candidatos e propostas.

Não podemos negar é que esse tipo de discurso convenceu uma grande massa de pessoas. Cooptou o desejo delas. Temos duas opções: democracia ou barbárie.

Sugiro a quem interessa o livro de Rita Almeida, “Psicologia das massas e bolsonarismo”. Essa análise é fruto desse livro.

Sobre o livro, a autora resgata os conceitos clássicos da psicanálise, em especial a obra Psicologia das Massas e Análise do Eu (1921), de Sigmund Freud, para entender como os indivíduos se fundem em um grupo e transferem a sua capacidade de julgamento moral para um líder carismático.

Em vez de tratar o eleitor ou apoiador de Jair Bolsonaro apenas como “ignorante” ou “enganado”, a autora defende a necessidade de escutar essas pessoas. Ela analisa o bolsonarismo não só como um fenômeno político tradicional, mas como um sintoma social do mal-estar contemporâneo.

A obra aponta que a adesão ao movimento também reflete uma sociedade altamente individualizada, onde muitos trabalhadores deixam de se enxergar por sua classe social e passam a se identificar com valores neoliberais e conservadores. Vale a leitura para entender o porquê do fosso em que nos enfiamos.

Primeira vez

Reportagem de Rafael Souza para o G1   mostra que Raquel Lyra (PSD) se tornou a primeira governante do estado a não declarar apoio para nenhum candidato a presidente, desde o retorno do voto direto, em 1989. A estratégia de neutralidade é apontada por especialistas como crucial na vitória de Raquel. Em 2022, ela também não apoiou ninguém no 2º turno,  mas era candidata.

Veras cita duplicação BR-232 como ameaçada com Flávio 

O Deputado Federal e presidente do PT,  Carlos Veras,  disse sobre a neutralidade de Raquel. “É um direito dela, mas eu tenho certeza que ela sabe e tem consciência de que, com Flávio Bolsonaro, a BR-232 não termina a sua duplicação até a Serra Talhada, como nós queremos. O Arco Metropolitano não sai. As barragens que tem ainda para fazer, a quantidade de estradas que precisamos duplicar, moradias populares. A quantidade de recursos que ela recebe através do governo do presidente Lula, ela não receberá de outro governo”, afirmou.

O cálculo de Raquel

No primeiro turno,  Raquel teve ampla votação dos bolsonaristas por eliminação,  já que não queriam a volta do PSB ao poder. E ainda teve uma parcela interessante de lulistas,  o que justificou o “Luquel”. Agora, não apenas “se vinga” da vinda de Lula ao palanque de Campos, mas para seu staff,  evita o risco de declarar apoio a um e ver o outro ganhar. A fala de Flávio de que ela terá apoio do governo e a relação já construída com Lula a levam para a manutenção da posição de não se posicionar. Isso não calcula a alegação de quem a cobra, afirmando que democracia e conquistas sociais estariam ameaçadas. Optou pelo pragmatismo.

Cadê Túlio?

Como esperado,  Túlio Gadêlha teve zero peso na decisão da governadora pela neutralidade. Sequer deve ter sido ouvido. Estrategicamente,  foi importante na justificativa do palanque amplo da governadora,  o que acabou dando certo. E só. Nesse assunto, da sua promessa de ponte entre Raquel e Lula, ficou ainda menor que a votação que teve.

Em vão

O ministro e senador eleito Rui Costa (PT) foi escalado para o contato com a governadora reeleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), buscando o apoio dela à candidatura de Lula no segundo turno das eleições de 2026. Vai perder o dinheiro da passagem.

Conta errada

Tonico Araújo,  da Exatta, quis dizer na CBN Recife que a abstenção não prejudicou Lula, porque foi maior no Sul e Sudeste que no Nordeste. Mas foi rebatido por Maurício Rands e Raul Henry,  que também com base em dados, mostraram que em qualquer região do país,  o eleitor que mais se abstém é da faixa entre um e dois salários, por fatores como a dificuldade de chegar aos locais de votação. Tonico não gostou e ainda teimou. “Não procede!” – nem com as evidências desmentindo sua tese.

Que fase…

Depois de Mendonça Filho,  que perdeu seis eleições majoritárias,  outro que vem numa maré sinistra é Miguel Coelho. Ficou fora do segundo turno em 2022. Ganhou a prefeitura de Petrolina,  porque o clã é poderoso. Tentou ser candidato a Senador de João. Perdeu. Tentou ser o de Raquel. Perdeu. O prêmio de consolação era o mandato Federal,  com bases loteadas por Dudu da Fonte. Perdeu de novo.

Prêmio de consolação

O Brasil elegeu o Congresso mais retrógrado da história,  mas Pernambuco ao menos ajudou a expurgar algumas figuras que, ou só votaram contra os interesses da população,  ou queriam fazê-lo,  como Coronel Meira,  Pastor Eurico,  Charlles de Tiringa,  Michelli Collins e o próprio Eduardo da Fonte.

Frase da semana:

“O presidente tem palanque em Pernambuco”.

Da governadora Raquel Lyra,  em entrevista indicando que não tem obrigação de declarar apoio a Lula se ele declarou apoio a João Campos no primeiro turno.

Lula defende formação de jovens em inteligência artificial e novas tecnologias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, direcionou parte de seu discurso deste domingo (11), na Avenida Paulista, aos jovens e afirmou que, em um eventual quarto mandato, pretende ampliar a formação profissional em inteligência artificial, indústria digital e novas áreas de energia. Durante o ato de campanha em São Paulo, […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, direcionou parte de seu discurso deste domingo (11), na Avenida Paulista, aos jovens e afirmou que, em um eventual quarto mandato, pretende ampliar a formação profissional em inteligência artificial, indústria digital e novas áreas de energia.

Durante o ato de campanha em São Paulo, Lula destacou a presença de jovens entre os participantes e defendeu maior envolvimento desse público na vida política.

“Ou vocês participam da vida política ou ela não tem conserto”, afirmou o presidente, ao dizer que as novas gerações precisam assumir maior participação nas decisões do país.

Ao tratar de educação e mercado de trabalho, Lula citou o crescimento do número de brasileiros com diploma universitário desde o início de seu primeiro governo e afirmou que pretende ampliar esse contingente.

Segundo o candidato, uma das estratégias para isso seria investir na formação de trabalhadores em áreas relacionadas às novas tecnologias.

“No nosso próximo mandato, vamos formar muita gente em inteligência artificial, vamos formar muita gente na nova indústria digital e vamos fazer uma revolução energética”, declarou.

Lula também fez um apelo aos eleitores mais velhos para que participem do segundo turno, marcado para 25 de outubro. A declaração ocorreu diante da taxa de abstenção registrada na primeira etapa da eleição.

Outro tema abordado foi a segurança pública. O presidente afirmou que pretende ampliar a atuação federal na área e voltou a defender políticas voltadas ao combate à criminalidade.

O petista ainda fez críticas à atuação do governo Jair Bolsonaro durante a pandemia de Covid-19.

O ato contou com a participação de artistas, movimentos estudantis e parlamentares eleitos. Também estiveram presentes o vice-presidente Geraldo Alckmin, Marina Silva, Simone Tebet, Guilherme Boulos e governadores aliados.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert

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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou neste domingo (11) uma notícia-crime à Justiça Eleitoral contra o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. A defesa acusa o chefe da corporação de ter utilizado a estrutura da PF para beneficiar eleitoralmente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O pedido questiona principalmente a divulgação, […]

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou neste domingo (11) uma notícia-crime à Justiça Eleitoral contra o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. A defesa acusa o chefe da corporação de ter utilizado a estrutura da PF para beneficiar eleitoralmente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O pedido questiona principalmente a divulgação, no dia do primeiro turno, de uma apuração preliminar sobre possível interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras.

Em 4 de outubro, Andrei Rodrigues informou que a Polícia Federal havia recebido uma representação da Advocacia-Geral da União (AGU) e encaminhado o caso à Diretoria de Inteligência para análise.

Na ocasião, o diretor-geral explicou que ainda não havia sido instaurado formalmente um inquérito policial, mas que a corporação realizava uma apuração preliminar.

A defesa de Flávio sustenta que a divulgação do procedimento no dia da votação teria contribuído para reforçar uma narrativa negativa contra o candidato do PL e beneficiado politicamente Lula.

Os advogados citam ainda o fato de a análise ter sido arquivada pela Polícia Federal em 7 de outubro. A corporação concluiu que não havia elementos mínimos que justificassem a abertura de um inquérito sobre a suspeita de interferência estrangeira.

A representação da AGU havia sido motivada por uma reportagem do jornal britânico The Guardian sobre a discussão, pelo governo dos Estados Unidos, de um possível financiamento de US$ 1 milhão para um programa denominado “Countering Lawfare and Censorship in Brazil”.

A defesa de Flávio argumenta que, no momento da divulgação da apuração pela PF, não havia elementos concretos que demonstrassem a existência de crime ou interferência nas eleições.

Na notícia-crime, os advogados pedem que o caso seja investigado pelo Ministério Público Eleitoral ou sob sua supervisão. Também solicitam documentos da AGU, da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República, além da gravação integral da entrevista concedida por Andrei Rodrigues no primeiro turno.

A apresentação da notícia-crime não significa que Andrei Rodrigues tenha cometido crime. As acusações deverão ser analisadas pela Justiça Eleitoral e pelos órgãos competentes.

Fonte: O Globo
Foto: Brenno Carvalho

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O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu neste domingo (11) o funcionamento do canal “Exército do Lula” no WhatsApp, administrado pelo deputado federal André Janones. A decisão reverte, na prática, a ordem de suspensão determinada horas antes pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques. Com a nova decisão, o canal […]

O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu neste domingo (11) o funcionamento do canal “Exército do Lula” no WhatsApp, administrado pelo deputado federal André Janones. A decisão reverte, na prática, a ordem de suspensão determinada horas antes pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques.

Com a nova decisão, o canal poderá continuar funcionando, inclusive com novas publicações e a entrada de seguidores, até que o plenário do TSE analise a controvérsia.

A disputa judicial começou a partir de ações apresentadas pela campanha de Flávio Bolsonaro contra o canal, que reúne mais de 3 milhões de pessoas e é utilizado para mobilizar apoiadores da candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno.

No sábado (10), Cueva já havia analisado uma das ações e determinado que Flávio apresentasse informações complementares antes da apreciação dos pedidos liminares. Lula, Geraldo Alckmin e Janones também foram notificados para apresentar defesa.

Na manhã deste domingo, porém, Nunes Marques analisou outro procedimento e determinou que o WhatsApp suspendesse o canal. O presidente do TSE afirmou que a estrutura estaria sendo utilizada para reproduzir conteúdos já considerados inverídicos pela Justiça Eleitoral.

A ordem previa a interrupção de novas publicações e do ingresso de seguidores até a homologação do resultado do segundo turno.

Horas depois, Cueva determinou o restabelecimento do canal no processo sob sua relatoria. A medida mantém o espaço em funcionamento enquanto o plenário do tribunal não se pronuncia sobre o caso.

A decisão não representa julgamento definitivo das acusações apresentadas pela campanha de Flávio Bolsonaro. O processo continuará em tramitação e as alegações sobre eventual disseminação de desinformação ainda serão analisadas pelo TSE.

Janones nega utilizar o canal para divulgação de notícias falsas e afirma que o espaço foi criado para organizar a mobilização de apoiadores de Lula.

Fonte: Estadão
Foto: Marcelo Camargo

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste domingo (11), durante ato de campanha na Avenida Paulista, em São Paulo, que a proposta que trata do fim da escala 6×1 será votada pelo Senado na próxima quarta-feira (14). A declaração foi feita durante discurso no ato de campanha pela reeleição. Lula afirmou que […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste domingo (11), durante ato de campanha na Avenida Paulista, em São Paulo, que a proposta que trata do fim da escala 6×1 será votada pelo Senado na próxima quarta-feira (14).

A declaração foi feita durante discurso no ato de campanha pela reeleição. Lula afirmou que a data já teria sido acertada com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

“Isso já foi tratado com o senador Alcolumbre e a data da votação já está marcada. Portanto, a única coisa que a oposição pode fazer é demonstrar se terá coragem de votar contra ou a favor”, afirmou.

O calendário anunciado pelo presidente coincide com o divulgado oficialmente pelo Senado. Alcolumbre informou na sexta-feira (9) que colocou a PEC 221/2019 em votação, em primeiro turno, para quarta-feira (14).

Antes da votação, o Senado precisa concluir as duas sessões de discussão restantes. O Plenário já realizou três das cinco sessões exigidas pelo regimento para a análise de uma proposta de emenda à Constituição em primeiro turno.

A PEC reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial, e estabelece dois dias de repouso semanal remunerado. Pelo texto, a mudança ocorreria de forma gradual: 60 dias após a promulgação, a jornada cairia para 42 horas e, após 12 meses, para 40 horas.

Para ser aprovada, a proposta precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis, equivalentes a três quintos dos 81 senadores. Depois do primeiro turno, ainda serão necessárias três sessões de discussão antes da votação em segundo turno.

Durante o ato, Lula também mencionou a PEC da Segurança Pública e afirmou que pretende ampliar a participação do governo federal na área.

O presidente ainda criticou decisões recentes da Justiça Eleitoral e disse que sua campanha pedirá explicações ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques. A manifestação ocorreu após a determinação de suspensão do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).

Lula disputa o segundo turno da eleição presidencial contra Flávio Bolsonaro (PL), marcado para 25 de outubro.

Fonte:Estadão Conteúdo
Foto: Miguel Schincariol/AFP

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou neste domingo (11) a suspensão do canal “Exército do Lula” no WhatsApp, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) e utilizado para mobilizar apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. A decisão atende a um pedido apresentado pela […]

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou neste domingo (11) a suspensão do canal “Exército do Lula” no WhatsApp, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) e utilizado para mobilizar apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno.

A decisão atende a um pedido apresentado pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL), adversário de Lula no segundo turno da eleição presidencial. O canal reunia cerca de 3,3 milhões de pessoas.

A campanha de Flávio alegou ao TSE que o espaço estaria sendo utilizado para disseminar informações falsas sobre o candidato, incluindo conteúdos relacionados ao Bolsa Família, aposentadorias e outros temas.

Na decisão, Kassio Nunes Marques afirmou que o canal vinha reproduzindo conteúdos que já haviam sido considerados inverídicos pela Justiça Eleitoral. Entre os exemplos citados estão a afirmação de que Flávio seria favorável à retirada do título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida e a alegação de que reduziria aposentadorias caso fosse eleito.

“Quando essa mesma potência é posta a serviço da replicação de fatos que esta Corte já reconheceu como inverídicos, o dano ao equilíbrio do pleito é imediato e de difícil reversão”, afirmou o ministro.

A determinação estabelece que o WhatsApp suspenda o canal após ser notificado. A medida deverá permanecer até a homologação do resultado do segundo turno.

Kassio também determinou que a Meta, responsável pelo WhatsApp, apresente informações sobre as providências adotadas e sobre a existência de outros canais administrados por Janones. A empresa deverá ainda preservar os registros relacionados ao caso.

Janones contesta as acusações. Nas redes sociais, o deputado afirmou que o canal vinha sendo utilizado para mobilizar apoiadores e orientar eleitores durante o segundo turno e negou ter publicado notícias falsas no espaço.

“A gente estava só mobilizando, crescendo páginas, trazendo pessoas, explicando como que iria funcionar”, afirmou.

O deputado também criticou o pedido apresentado pela campanha de Flávio e disse que pretende manter a mobilização por outras plataformas.

O segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro está marcado para 25 de outubro.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Luiz Roberto/TSE

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O desempenho de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno levou aliados a intensificar as articulações por uma anistia que possa beneficiar Jair Bolsonaro ainda em 2026. O movimento combina negociações no Congresso com a tentativa da defesa do ex-presidente de reverter sua condenação no STF. Dirigentes do PL passaram a refazer as contas no Congresso […]

O desempenho de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno levou aliados a intensificar as articulações por uma anistia que possa beneficiar Jair Bolsonaro ainda em 2026. O movimento combina negociações no Congresso com a tentativa da defesa do ex-presidente de reverter sua condenação no STF.

Dirigentes do PL passaram a refazer as contas no Congresso depois das eleições de domingo (4). A legenda elegeu 121 deputados federais e, a partir de 2027, deverá contar com 28 senadores, ampliando sua capacidade de articulação nas duas Casas.

As conversas ganharam espaço também com a adesão de partidos e lideranças à campanha de Flávio no segundo turno. Republicanos, Podemos, União Brasil, PP e Novo estão entre as siglas com as quais o candidato e seus aliados mantiveram reuniões nos últimos dias.

O objetivo de integrantes do grupo político de Jair Bolsonaro é viabilizar uma medida que permita ao ex-presidente deixar a prisão ainda neste ano. Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 27 anos e três meses de prisão pelos crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado e atualmente cumpre pena em prisão domiciliar humanitária.

Flávio tem afirmado durante a campanha que pretende participar de uma eventual posse ao lado do pai. Em agenda em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, chegou a dizer que Jair Bolsonaro colocaria nele a faixa presidencial caso vença o segundo turno.

Antes do primeiro turno, aliados avaliavam como reduzidas as possibilidades de aprovação de uma anistia que alcançasse o ex-presidente, tanto pela dificuldade de reunir votos no Congresso quanto pelos questionamentos jurídicos que a medida poderia enfrentar no Supremo.

O novo cenário eleitoral levou o PL a retomar a discussão. Ainda não há, entretanto, um acordo entre os partidos sobre qual texto seria apresentado nem sobre a extensão de uma eventual anistia.

Parte dos aliados defende que a medida alcance não apenas Jair Bolsonaro, mas os demais condenados pelos atos relacionados à tentativa de ruptura institucional. Há também preocupação de que uma nova lei seja questionada no STF.

Neste ano, o Congresso promulgou a chamada Lei da Dosimetria, que alterou regras de cálculo e progressão de penas relacionadas a crimes contra o Estado Democrático de Direito. A aplicação da norma às execuções penais sob responsabilidade do Supremo, entretanto, foi suspensa até que o plenário da Corte analise ações que questionam sua constitucionalidade.

Entre dirigentes do PL, a avaliação é de que a Lei da Dosimetria, mesmo que venha a produzir efeitos, não resolve integralmente a situação do ex-presidente.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), defende que, em caso de vitória de Flávio no segundo turno, o Congresso tente votar uma proposta de anistia ainda em 2026, antes da posse presidencial.

Paralelamente, o coordenador da campanha de Flávio, senador Rogério Marinho (PL-RN), vem mantendo interlocução com integrantes do Supremo. Segundo a reportagem de O Globo, ele conversou com ministros como Edson Fachin, Gilmar Mendes e Nunes Marques em meio à tentativa de reduzir as tensões institucionais.

Outra frente é conduzida pela defesa de Jair Bolsonaro. Os advogados apresentaram ao STF pedido de revisão criminal para tentar anular a condenação e também solicitaram que o ex-presidente possa aguardar o julgamento em liberdade.

A revisão criminal não funciona como uma nova etapa ordinária de recursos e depende do preenchimento de requisitos específicos previstos em lei. Não há, até o momento, decisão que reverta a condenação do ex-presidente.

A articulação ocorre enquanto Flávio disputa o segundo turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcado para 25 de outubro.

Fonte: O Globo
Foto: Domingos Peixoto

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A Meta, responsável por plataformas como Instagram, Facebook e WhatsApp, negou as acusações feitas pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de que teria ocorrido interferência no processo eleitoral em benefício da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). Em nota divulgada na sexta-feira (9), a empresa classificou as alegações como “simplesmente falsas” e […]

A Meta, responsável por plataformas como Instagram, Facebook e WhatsApp, negou as acusações feitas pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de que teria ocorrido interferência no processo eleitoral em benefício da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).

Em nota divulgada na sexta-feira (9), a empresa classificou as alegações como “simplesmente falsas” e afirmou que os problemas técnicos mencionados pela campanha não atingiram exclusivamente o Brasil nem contas específicas de suas plataformas.

“As alegações são simplesmente falsas e não encontram respaldo nos fatos. Muitos dos problemas técnicos mencionados não afetaram exclusivamente o Brasil ou contas específicas nas nossas plataformas”, afirmou a Meta.

A empresa acrescentou que cumpre as normas eleitorais brasileiras e disse estar comprometida com a isonomia entre os usuários de suas plataformas.

A resposta foi divulgada após a campanha de Lula anunciar que pretende acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e apresentar uma denúncia à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

Segundo a equipe do presidente, problemas registrados nas plataformas da Meta teriam prejudicado perfis e conteúdos ligados à candidatura petista. Entre as situações citadas estão dificuldades para impulsionar publicações, interrupções no alcance de conteúdos e problemas em mecanismos de busca e anúncios.

A campanha também afirma que um levantamento produzido pela Secretaria Nacional de Comunicação do PT identificou diferença de engajamento entre as páginas de Lula e Flávio Bolsonaro. Segundo o documento, a página de Flávio teria registrado, em média, engajamento 2,96 vezes maior, apesar de possuir menos seguidores.

O PT sustenta que a sequência de ocorrências levanta suspeitas de interferência eleitoral. A Meta rejeita essa interpretação e afirma que as instabilidades tiveram caráter técnico e atingiram outros mercados e anunciantes.

Até o momento, as acusações apresentadas pela campanha representam a versão do grupo político de Lula e deverão ser analisadas pelos órgãos eventualmente acionados.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Frame/Reprodução

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Em ato no RN, Lula diz que eleição é para garantir conquistas no Nordeste

Em sua primeira agenda de campanha fora do Distrito Federal no segundo turno das eleições presidenciais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de uma caminhada em Natal, no Rio Grande do Norte, neste sábado (10). Ao discursar para apoiadores no bairro do Alecrim, na zona leste da capital potiguar, o presidente afirmou […]

Em sua primeira agenda de campanha fora do Distrito Federal no segundo turno das eleições presidenciais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de uma caminhada em Natal, no Rio Grande do Norte, neste sábado (10).

Ao discursar para apoiadores no bairro do Alecrim, na zona leste da capital potiguar, o presidente afirmou que o resultado eleitoral do dia 25 de outubro definirá se o país manterá a expansão de direitos sociais ou se enfrentará o corte de investimentos públicos.

O presidente alertou para a promessa de corte orçamentário anunciada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), seu adversário na disputa nacional, e questionou quais áreas serão atingidas pela redução de despesas caso a oposição vença a eleição. “Quando o meu adversário diz que vai cortar R$ 250 bilhões, que vai ter um tesouraço, é preciso que a sociedade comece a se perguntar de onde é que vai ser esse corte”, pontuou Lula.

“Eu não conheço ninguém da elite brasileira que governou esse país que teve coragem de cortar dos ricos, que teve coragem de cortar dos banqueiros, que teve coragem de cortar dos empresários, do sistema financeiro ou dos fazendeiros. Eles sempre cortam do povo”.

“Esse é um momento muito importante para o Brasil, porque a gente pode definir os rumos do futuro do Brasil que a gente deseja”, declarou o presidente. “Eu estou dizendo à sociedade brasileira que nós estamos vivendo um momento de aferição. Se o mundo quer viver uma mentira ou o mundo quer viver uma verdade. Que tipo de educação que a gente deseja para o país, que tipo de cultura, que tipo de saúde a gente deseja, que tipo de emprego que a gente deseja para os nossos jovens”.

Lula viajou ao estado para apoiar a candidatura de Cadu de Lula (PT), que disputa o segundo turno do governo estadual contra o ex-prefeito Allyson Bezerra (União Brasil). O Rio Grande do Norte é o único estado da região Nordeste cuja eleição para governador não foi decidida no primeiro turno. No pleito de domingo (4), Allyson recebeu 733.809 votos (36,94% dos válidos), enquanto Cadu obteve 718.300 votos (36,16%), uma diferença de 15,5 mil votos.

O petista relembrou a situação das políticas públicas ao assumir a presidência em 2023, apontando que programas sociais haviam sofrido desidratação orçamentária no governo anterior. Lula citou a retomada do programa Farmácia Popular, a política de reajuste do salário mínimo acima da inflação para trabalhadores e aposentados e a criação do programa Pé-de-Meia, voltado à permanência de estudantes no ensino médio.

“A única coisa que eu quero é que o Nordeste tenha a mesma oportunidade que os outros estados”, afirmou Lula, destacando obras estruturantes, como a transposição do rio São Francisco e a ferrovia Transnordestina, além da ampliação de universidades e institutos federais na região.

Palanque reúne governadores da região

A mobilização em Natal reuniu a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), e quatro governadores nordestinos que apoiam a reeleição de Lula. Subiram ao palanque e acompanharam o presidente no trajeto em carro aberto os governadores Jerônimo Rodrigues (PT), da Bahia; Elmano de Freitas (PT), do Ceará; Rafael Fonteles (PT), do Piauí; e Lucas Ribeiro (PP), recém-eleito governador da Paraíba no primeiro turno com 64% dos votos válidos. Também participou da caminhada o ministro da Casa Civil, Rui Costa.

A presença de Lucas Ribeiro marcou a adesão do chefe do Executivo paraibano à agenda conjunta de campanha na região. Durante a passeata, o governador agradeceu a Lula pela transposição do São Francisco e ressaltou a sensibilidade do presidente com as demandas hídricas do sertão.

Ao defender a candidatura de Cadu de Lula, o presidente comparou o ex-secretário de Tributação do RN à trajetória de Rafael Fonteles no Piauí, que também chefiou a pasta da Fazenda estadual antes de se eleger governador. “O companheiro Cadu é uma promessa extraordinária, e eu posso dizer para vocês que toda vez que eu falo no Cadu, eu lembro do Rafael. O Cadu pode repetir aqui no Rio Grande do Norte a história do Rafael no Piauí”, comparou.

Após a concentração no cruzamento da rua Baraúna com a avenida Coronel Estevam, Lula discursou aos jornalistas e seguiu em carreata pelas ruas da capital potiguar, reforçando o apelo para que a militância converse com eleitores indecisos e mobilize a população idosa para comparecer às urnas no segundo turno.

O candidato do PL, Flávio Bolsonaro, cumpriu agenda de campanha no estado do Rio de Janeiro. Pela manhã, ele participou de uma motocarreata por várias ruas de São Gonçalo, o segundo município mais populoso do estado. Ao lado do governador eleito do Rio de Janeiro, Douglas Ruas, e do pai dele, o prefeito de São […]

O candidato do PL, Flávio Bolsonaro, cumpriu agenda de campanha no estado do Rio de Janeiro. Pela manhã, ele participou de uma motocarreata por várias ruas de São Gonçalo, o segundo município mais populoso do estado.

Ao lado do governador eleito do Rio de Janeiro, Douglas Ruas, e do pai dele, o prefeito de São Gonçalo, Capitão Nelson, ambos do PL, o candidato discursou para apoiadores. Durante o evento, afirmou que pretende criar um aplicativo para facilitar o acesso da população a serviços públicos.

“E eu vou investir em vocês, todo mundo aqui vai ter na palma da mão o aplicativo do governo, pra saber onde que é que fica o hospital, unidade de saúde, que tem vaga para fazer o exame mais rápido, você vai saber onde tem emprego compatível com suas habilidades, perto da sua casa, é ali que a gente vai investir em você e você se qualificar, em você se capacitar, em você aplicar sua própria empresa.”

Na ocasião, o candidato afirmou que pretende promover mudanças no currículo escolar para aumentar o interesse dos jovens pelos estudos.

No terceiro compromisso de campanha do dia, Flávio Bolsonaro participou da comemoração dos 100 anos da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Madureira, no ginásio do Maracanãzinho.

O candidato discursou para os fiéis e cantou hinos de louvor.

Em todas as agendas do dia, Flávio Bolsonaro esteve acompanhado do governador eleito Douglas Ruas.

Do G1 O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) confirmou, neste sábado (10), a vitória de Douglas Ruas (PL) na eleição para o governo do estado, após a retotalização dos votos do primeiro turno. Com a anulação dos 274.411 votos de Anthony Garotinho (Republicanos), determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ruas alcançou 50,88% […]

Do G1

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) confirmou, neste sábado (10), a vitória de Douglas Ruas (PL) na eleição para o governo do estado, após a retotalização dos votos do primeiro turno. Com a anulação dos 274.411 votos de Anthony Garotinho (Republicanos), determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ruas alcançou 50,88% dos votos válidos e teve a eleição no primeiro turno reconhecida pela Justiça Eleitoral.

O procedimento foi conduzido pelo presidente da Corte, desembargador Claudio de Mello Tavares, com a presença dos sete integrantes do tribunal, além de representantes do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de partidos políticos.

“O candidato mais votado para o cargo de governador do Estado do Rio de Janeiro foi o candidato Douglas Ruas, alcançando mais da metade dos votos válidos, o suficiente para vencer no primeiro turno das eleições”, afirmou o presidente do TRE-RJ Claudio de Mello Tavares.

A retotalização foi determinada após o TSE manter o indeferimento do registro de candidatura de Garotinho e decidir, por cinco votos a dois, pela anulação dos 274.411 votos recebidos por ele na eleição de domingo (4).

Sem esses votos no cálculo dos votos válidos, Ruas passa de 49,27% para cerca de 50,88% e supera a maioria absoluta exigida para vencer no primeiro turno.

A cerimônia foi realizada na sede do TRE-RJ, no Palácio da Democracia. O resultado recalculado foi anunciado após o procedimento, mas a proclamação formal do governador eleito depende das etapas previstas pela Justiça Eleitoral.

Na quinta-feira (8), Paes tentou suspender os efeitos da decisão do TSE no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Cristiano Zanin negou o pedido cautelar por entender que ainda não havia recurso extraordinário apresentado nem análise de admissibilidade pelo TSE.

Depois da decisão, Paes afirmou nas redes sociais que respeitaria o resultado e desistiu de recorrer.

Na apuração inicial, Douglas Ruas recebeu 4.271.199 votos, equivalentes a 49,27% dos votos válidos. Eduardo Paes ficou em segundo lugar, com 3.706.984 votos, ou 42,76%. Anthony Garotinho recebeu 274.411 votos, correspondentes a 3,17%.

Pela regra eleitoral, para vencer no primeiro turno, o candidato precisa obter mais da metade dos votos válidos. Antes da decisão sobre Garotinho, nenhum dos candidatos havia atingido esse percentual, e a previsão era de um segundo turno entre Ruas e Paes, em 25 de outubro.

Com a exclusão dos votos de Garotinho, o percentual de Ruas sobe para aproximadamente 50,88%. Ele fica cerca de 73,9 mil votos acima do número necessário para alcançar a maioria absoluta. A diferença entre os votos recebidos por Ruas e Paes permanece em 564.215.

Uma representante de pessoas que trabalharam na campanha de Charlles de Tiringa na comunidade de Brasília Teimosa, Recife, confirmou que dezenas de pessoas ainda não receberam pelo trabalho na campanha do candidato a Deputado Federal. Charlles de Tiringa (Charlles Rekson Barboza de Lima) foi candidato a deputado federal por Pernambuco pelo PSB nas Eleições de […]

Uma representante de pessoas que trabalharam na campanha de Charlles de Tiringa na comunidade de Brasília Teimosa, Recife, confirmou que dezenas de pessoas ainda não receberam pelo trabalho na campanha do candidato a Deputado Federal.

Charlles de Tiringa (Charlles Rekson Barboza de Lima) foi candidato a deputado federal por Pernambuco pelo PSB nas Eleições de 2026, mas não foi eleito. Obteve 35.162 votos e terminou o pleito como segundo suplente do partido na disputa pela Câmara dos Deputados.

Segundo a denunciante, uma coordenadora da campanha tentou até agora, em vão, receber o pagamento de dezenas de pessoas que seguraram bandeiras ou fizeram outras atividades. São pessoas simples da comunidade que aguardam uma posição do influenciador.

O grupo jurídico Prerrogativas pediu à Polícia Federal a abertura de um inquérito para investigar suspeitas de que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro teria sido incentivado a prestar um depoimento com informações falsas sobre o financiamento de um documentário a respeito do presidente Lula. Segundo os advogados, Vorcaro receberia em troca a liberdade. A iniciativa dos […]

O grupo jurídico Prerrogativas pediu à Polícia Federal a abertura de um inquérito para investigar suspeitas de que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro teria sido incentivado a prestar um depoimento com informações falsas sobre o financiamento de um documentário a respeito do presidente Lula. Segundo os advogados, Vorcaro receberia em troca a liberdade.

A iniciativa dos advogados foi divulgada em meio à repercussão de áudios e documentos atribuídos ao ex-dono do Banco Master, que apontariam pagamentos de até R$ 30 milhões relacionados à produção audiovisual e a repasses para o Instituto Lula, segundo uma reportagem da Revista Veja.

Marco Aurélio Carvalho, coordenador do Prerrogativas, afirmou ter recebido informações de que Vorcaro teria sido estimulado a declarar que financiou um documentário em troca de benefícios judiciais.

Entre as supostas contrapartidas estariam a soltura imediata do pai do banqueiro, Henrique Vorcaro, após o segundo turno das eleições, e a possibilidade de Daniel deixar a prisão na virada do ano, em regime domiciliar e com tornozeleira eletrônica.

O Prerrogativas afirma que pretende esclarecer se houve tentativa de manipular o processo eleitoral por meio da apresentação de informações falsas. Marco Aurélio de Carvalho também nega que Vorcaro tenha financiado o documentário Lula, lançado em 2024 e dirigido pelo cineasta Oliver Stone.

‘Relatos que são absolutamente e indiscutivelmente falsos. Atribuindo ao ministro de Estado responsabilidade por um pedido que nunca ocorreu, tentando igualar situações que não podem ser igualadas. Colaborações que foram oferecidas do ponto de vista financeiro para o Flávio Bolsonaro e para a sua família a pretexto de colaborar com o filme. E supostas outras colaborações que haviam sido feitas em razão de um filme organizado por Oliver Stone para homenagear o presidente Lula. Isso é criminoso, é leviano e a Polícia Federal tem que investigar’.

A Polícia Federal poderá analisar o pedido feito pelos advogados ligados ao presidente Lula e decidir se abre ou não uma investigação para esclarecer a origem das informações, a existência de possíveis contrapartidas judiciais e se houve irregularidades nos relatos relacionados ao financiamento da produção audiovisual.

Dono de Veja trocou fake news com Flávio Bolsonaro por promessa de concessão de TV

O DCM publicou uma denúncia segundo a qual a divulgação, pela revista Veja, de acusações de Daniel Vorcaro contra o presidente Lula estaria vinculada a uma promessa de concessão de televisão aberta feita por Flávio Bolsonaro. A informação se baseia no relato de uma fonte que afirma ter ouvido sobre a negociação diretamente de um diretor da revista.

Datafolha: 6% ainda admitem mudar o voto

Do SBT News Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8) mostra que 6% dos eleitores ainda podem mudar de voto no segundo turno da eleição presidencial. A margem é superior à distância entre o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apontando para uma possível reviravolta na […]

Do SBT News

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8) mostra que 6% dos eleitores ainda podem mudar de voto no segundo turno da eleição presidencial.

A margem é superior à distância entre o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apontando para uma possível reviravolta na disputa.

No mesmo levantamento, Flávio aparece com 52% das intenções de voto no segundo turno, contra 48% de Lula em votos válidos, apontando para um cenário de empate técnico no limite da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Registrado no TSE sob o código BR-02949/2026, o levantamento do Datafolha entrevistou 2.520 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 6 e 8 de outubro. O nível de confiança da margem de erro é estimado em 95%.

Vox: Lula tem 44,2% das intenções de voto no 2º turno; Flávio, 42,7%

Da CNN Brasil Pesquisa Vox divulgada nesta sexta-feira (9) aponta um empate técnico entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) no 2º turno da disputa pela Presidência da República. Nos números absolutos estimulados, Lula atinge 44,2% das intenções de voto. No mesmo panorama direto, Flávio Bolsonaro alcança 42,7% com uma margem […]

Da CNN Brasil

Pesquisa Vox divulgada nesta sexta-feira (9) aponta um empate técnico entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) no 2º turno da disputa pela Presidência da República.

Nos números absolutos estimulados, Lula atinge 44,2% das intenções de voto. No mesmo panorama direto, Flávio Bolsonaro alcança 42,7% com uma margem de erro de 2,15 pontos percentuais para mais ou para menos.

O índice de votos nulos, brancos ou eleitores que não escolhem nenhum nome soma 3,4% do país. A fatia de entrevistados que não souberam ou não opinaram representa 9,7% do total, volume que se torna o principal alvo para a consolidação matemática dos votos válidos na reta final.

Metodologia

A pesquisa Vox Brasil entrevistou 2.100 eleitores, entre os dias 5 e 7 de outubro, por meio de entrevista presencial domiciliar. A margem de erro do levantamento é de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa realizada com recursos do próprio instituto está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-09623/2026.

Acertou no primeiro turno

A pesquisa está sendo celebrada por lulislas porque, no primeiro turno, o instituto esteve entre os que acertaram ao indicar a liderança do senador Flávio Bolsonaro na disputa.

Carlos Veras, Humberto Costa e Ivan Moraes apontaram que governadora teria ciência dos avanços conquistados com Lula, apesar de não se manifestar Do Diário de Pernambuco  A posição de neutralidade adotada pela governadora Raquel Lyra (PSD) em relação à disputa presidencial voltou a ser criticada por integrantes da campanha presidente Luiz Inácio Lula da Silva […]

Carlos Veras, Humberto Costa e Ivan Moraes apontaram que governadora teria ciência dos avanços conquistados com Lula, apesar de não se manifestar

Do Diário de Pernambuco 

A posição de neutralidade adotada pela governadora Raquel Lyra (PSD) em relação à disputa presidencial voltou a ser criticada por integrantes da campanha presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Pernambuco. Reunidos em uma plenária de mobilização, nesta sexta-feira (9), no bairro de Santo Amaro, região central do Recife, aliados do líder petista compararam as parcerias atuais entre o estado e a gestão federal com o cenário de um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL).

Para o deputado federal reeleito Carlos Veras (PT), que coordena a campanha de Lula em Pernambuco desde o primeiro turno, obras importantes para a região seriam impactadas diretamente no caso do presidenciável liberal assumir o poder.

“É um direito dela, mas eu tenho certeza que ela sabe e tem consciência de que, com Flávio Bolsonaro, a BR-232 não termina a sua duplicação até a Serra Talhada, como nós queremos. O Arco Metropolitano não sai. As barragens que tem ainda para fazer, a quantidade de estradas que precisamos duplicar, moradias populares. A quantidade de recursos que ela recebe através do governo do presidente Lula, ela não receberá de outro governo”, afirma.

O senador reeleito Humberto Costa (PT) também argumentou que as parcerias entre estado e União deveriam ser suficientes para que Raquel anunciasse, de forma natural, o apoio a Lula no segundo turno.

“Não só porque ele [Lula] fez muitos investimentos em Pernambuco, isso pesou para a própria popularidade dela. Também é fato que, se por acaso Flávio Bolsonaro vencesse a eleição, as primeiras coisas que ele cortaria seriam as obras do PAC e as ações que estão mudando a realidade de Pernambuco nesse momento. Até por interesse da defesa do nosso estado, ela deveria estar com Lula”, disse.

Para Ivan Moraes (PSOL), que foi derrotado na disputa pelo Governo de Pernambuco e se somou à campanha estadual de Lula no segundo turno, ainda há expectativa em torno de uma mudança de posicionamento.

“Acho que a governadora ainda está devendo para o povo pernambucano. Não existe neutralidade numa campanha importante como essa. Ela sabe, mais do que ninguém, a diferença de governar com Lula presidente e com Bolsonaro presidente. Tenho certeza, pelo menos esperança, de que ao longo do tempo ela vai chegar junto e vai dizer junto com a gente que no segundo turno tem que ser Lula”, afirmou.

Um dia após a confirmação da renovação do mandato à frente do Executivo estadual, Raquel Lyra reforçou a posição de neutralidade adotada desde o início da campanha eleitoral, apesar de agradecer de forma recorrente às parcerias desenvolvidas com Lula. A governadora afirmou que foi procurada por representantes de ambas as campanhas, mas optou por manter o seu foco em Pernambuco.

Emerson Saboia – Blog da Folha As campanhas dos candidatos à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) iniciam a corrida pelo segundo turno com estratégias voltadas à ampliação de suas bases eleitorais e à disputa por narrativas da eleição. Enquanto o senador do PL busca consolidar alianças políticas e explorar a vantagem […]

Emerson Saboia – Blog da Folha

As campanhas dos candidatos à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) iniciam a corrida pelo segundo turno com estratégias voltadas à ampliação de suas bases eleitorais e à disputa por narrativas da eleição.

Enquanto o senador do PL busca consolidar alianças políticas e explorar a vantagem obtida no primeiro turno, o presidente petista aposta na mobilização de aliados e no reforço de sua comunicação digital. Nesse cenário, os eleitores indecisos e os brasileiros que se abstiveram da primeira votação ganham importância para os dois lados.

Táticas

Segundo analistas, Flávio busca consolidar sua força no Sudeste, estreitando alianças com governadores eleitos pelo PL e deputados com votações expressivas, como Lucas Pavanato (PL), Nikolas Ferreira (PL) e Eduarda Campopiano (PL), que, juntos, somam mais de oito milhões de eleitores. A neutralidade da governadora Raquel Lyra (PSD) também pode ser explorada pelos bolsonaristas. Para a cientista política Priscila Lapa, Flávio “administra a vantagem”.

Já Lula busca ampliar seu alcance nas redes sociais e conquistar eleitores que ainda não definiram o voto. Os eleitores de baixa renda e escolaridade também são apontados como uma base importante para o petista, assim como os votos de Augusto Cury (Avante), que declarou apoio a Flávio na última quinta-feira (8).

Alvo comum

Os cerca de 33 milhões de brasileiros que não votaram no primeiro turno representam um desafio para as duas campanhas. Para Lula, a mobilização desse grupo pode abrir caminho para uma recuperação. Para Flávio, manter esses eleitores afastados das urnas pode ajudar a preservar a vantagem.

Aliados

O apoio dos candidatos Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) a Flávio já era esperado, segundo Elton Gomes. Para o professor, o que surpreendeu foi a rapidez com que os acordos foram formalizados.

A Polícia Federal negou nesta sexta-feira (9) que Daniel Vorcaro tenha prestado depoimento no qual teria relatado a liberação de dinheiro para financiar um filme sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A corporação se manifestou após a publicação de reportagem da revista Veja sobre o caso. Em nota oficial, a PF afirmou […]

A Polícia Federal negou nesta sexta-feira (9) que Daniel Vorcaro tenha prestado depoimento no qual teria relatado a liberação de dinheiro para financiar um filme sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A corporação se manifestou após a publicação de reportagem da revista Veja sobre o caso.

Em nota oficial, a PF afirmou que o ex-banqueiro não prestou depoimento com o conteúdo descrito pela publicação e também não entregou anexos, documentos ou informações que sustentem a versão apresentada na reportagem.

“A Polícia Federal esclarece […] que Daniel Vorcaro não prestou depoimento com o teor relatado na matéria, tampouco entregou à instituição anexos, documentos ou informações com o conteúdo ali descrito”, informou a corporação.

A PF acrescentou que propostas de colaboração premiada apresentadas anteriormente pela defesa de Vorcaro não foram aceitas por não atenderem aos requisitos legais.

A corporação informou ainda ter recebido nesta sexta-feira uma notícia-crime com pedido de providências urgentes para apuração de fatos relacionados à publicação. O material foi encaminhado à área técnica para adoção das medidas de polícia judiciária.

À Agência Brasil, o advogado Daniel Bialski, que representa Vorcaro, afirmou não ter conhecimento do suposto financiamento citado pela reportagem. Ele esclareceu que não estava à frente da defesa quando as propostas de colaboração foram apresentadas, mas disse que não houve novo depoimento do cliente à PF ou a outro órgão sobre o assunto.

O advogado acrescentou que não teve acesso a documentos que comprovem o suposto financiamento e afirmou que Vorcaro nunca tratou do tema com ele.

A Advocacia-Geral da União (AGU) informou que pedirá direito de resposta e a correção das informações divulgadas pela revista. Segundo o órgão, a medida ocorre diante da publicação de informações consideradas inverídicas e ofensivas a autoridades federais.

O grupo Prerrogativas também acionou a Polícia Federal e pediu perícia em um áudio divulgado pela Veja e atribuído a Vorcaro. Os juristas levantaram a hipótese de que a gravação possa ter sido adulterada por montagem de trechos ou uso de inteligência artificial.

O grupo afirmou que não há informações públicas sobre quando, onde ou em quais circunstâncias a gravação teria sido feita. A autenticidade e a integridade do áudio, portanto, ainda precisam ser verificadas tecnicamente.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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O site e o aplicativo da rede de supermercados Mambo, de São Paulo, exibiram nesta sexta-feira (9) imagens adulteradas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no lugar de produtos do catálogo. A empresa atribuiu o episódio a um ataque hacker e informou que retirou a plataforma do ar. Consumidores que pesquisavam itens como […]

O site e o aplicativo da rede de supermercados Mambo, de São Paulo, exibiram nesta sexta-feira (9) imagens adulteradas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no lugar de produtos do catálogo. A empresa atribuiu o episódio a um ataque hacker e informou que retirou a plataforma do ar.

Consumidores que pesquisavam itens como leite e queijo encontraram entre os resultados uma montagem de Lula usando maquiagem, peruca rosa, laço, unhas postiças e orelhas de gato.

As imagens apareceram misturadas aos produtos oferecidos pela rede durante a manhã desta sexta-feira.

Após a repercussão, o Mambo divulgou uma nota afirmando que seu site foi alvo de uma invasão durante a madrugada. Segundo a empresa, o ataque ocorreu por meio dos sistemas de parceiros responsáveis pelo comércio eletrônico.

A rede informou que imagens de produtos foram substituídas por montagens envolvendo figuras políticas e negou ter produzido ou autorizado o conteúdo.

“O Supermercados Mambo informa que, nesta madrugada, seu site foi alvo de uma invasão por meio dos sistemas de parceiros responsáveis pelo e-commerce, resultando na substituição indevida de imagens de produtos por imagens adulteradas de figuras políticas”, informou a empresa.

O Mambo também disse ter adotado medidas de segurança e iniciado, junto aos parceiros, uma investigação para identificar as circunstâncias da invasão e restabelecer o funcionamento da plataforma.

Após o episódio, o site foi retirado do ar e passou a exibir uma mensagem de manutenção.

A rede possui lojas na Grande São Paulo e em Alphaville, em Barueri.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução/Redes Sociais

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A senadora Teresa Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado, concentrou parte da agenda desta semana na articulação pela proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 e também participou de reuniões voltadas à campanha do presidente Lula (PT) no segundo turno. Na primeira semana de atividades do Congresso após o primeiro turno […]

A senadora Teresa Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado, concentrou parte da agenda desta semana na articulação pela proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 e também participou de reuniões voltadas à campanha do presidente Lula (PT) no segundo turno.

Na primeira semana de atividades do Congresso após o primeiro turno das eleições, Teresa manteve conversas em Brasília para tentar acelerar a tramitação da proposta sobre a jornada de trabalho.

A senadora dialogou diretamente com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), sobre o andamento da matéria. A proposta ainda precisa cumprir etapas regimentais antes de ser submetida às votações no plenário.

Teresa também se reuniu com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin. Segundo a publicação, o encontro tratou de pautas de interesse comum entre o Senado e a Corte.

Além da agenda institucional, a parlamentar participou de reuniões convocadas pelo presidente Lula com ministros, senadores e integrantes da articulação política para o segundo turno.

A programação também incluiu encontros com deputados federais eleitos e representantes da coordenação nacional da campanha, em meio à reorganização das atividades eleitorais para a etapa final da disputa presidencial.

Nesta sexta-feira (9), Teresa retomou a agenda em Pernambuco, com compromissos institucionais e atividades relacionadas à mobilização pela reeleição de Lula.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Carlos Moura/Agência Senado

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, realizou nesta sexta-feira (9), em Ceilândia, no Distrito Federal, seu primeiro ato de rua do segundo turno. Ao lado do candidato ao governo do DF, Leandro Grass (PT), Lula defendeu o fim da escala 6×1, abordou as investigações envolvendo o Banco Master e o […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, realizou nesta sexta-feira (9), em Ceilândia, no Distrito Federal, seu primeiro ato de rua do segundo turno. Ao lado do candidato ao governo do DF, Leandro Grass (PT), Lula defendeu o fim da escala 6×1, abordou as investigações envolvendo o Banco Master e o BRB e retomou críticas à ampliação do acesso a armas.

Durante a caminhada, Lula afirmou que a redução da jornada de trabalho será uma das pautas defendidas por sua campanha nesta etapa da eleição. A proposta que trata do fim da escala 6×1 está em discussão no Senado.

“Essa é a passeata que quer reduzir a jornada de trabalho, para as pessoas trabalharem cinco dias e descansarem dois. Fim da escala 6×1”, declarou.

O presidente também levou para o discurso as investigações envolvendo o Banco de Brasília (BRB) e o Banco Master. Lula afirmou que o ato era também para cobrar a responsabilização dos envolvidos nas operações investigadas.

“Esta é a passeata para prender os ladrões do BRB”, afirmou.

Em outro momento, Lula disse que o Brasil não será governado por “sócios do Banco Master” ou por “parentes do Vorcaro”, em referência ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A declaração foi feita sem que Flávio Bolsonaro fosse citado nominalmente.

Flávio, adversário de Lula no segundo turno, já confirmou ter buscado recursos privados para financiar “Dark Horse”, documentário sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O senador afirma que o financiamento foi privado e nega a existência de contrapartidas relacionadas à captação dos recursos.

No ato, Lula também retomou o discurso contrário à ampliação do acesso a armas e associou o tema ao combate à violência.

“Essa é a passeata de quem não quer distribuir armas, mas quer distribuir livros para nossas crianças e adultos”, disse.

O petista ainda afirmou que pretende participar de debates durante o segundo turno e comentou a mudança de estratégia de sua campanha nas redes sociais. Em tom de brincadeira, disse estar virando o “rei da selfie” e um “internauta”.

Além de Leandro Grass, participaram da caminhada a primeira-dama Janja Lula da Silva e Dora Gomes (PV), candidata a vice-governadora na chapa de Grass.

Lula também confirmou uma nova agenda de campanha neste sábado (10), em Natal, no Rio Grande do Norte.

Fonte: O Globo
Foto: Cristiano Mariz

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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira (9) ter recebido trechos de um relatório de segurança da Corte com milhares de mensagens contendo ameaças de agressão e assassinato contra ministros do tribunal. Dino divulgou nas redes sociais imagens de algumas das mensagens reunidas pelo relatório. Entre elas, há publicações que […]

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira (9) ter recebido trechos de um relatório de segurança da Corte com milhares de mensagens contendo ameaças de agressão e assassinato contra ministros do tribunal.

Dino divulgou nas redes sociais imagens de algumas das mensagens reunidas pelo relatório. Entre elas, há publicações que defendem violência física e morte de integrantes do Supremo.

Ao comentar o conteúdo, o ministro atribuiu as ameaças à disseminação de informações falsas e a discursos que, segundo ele, estimulam violência contra integrantes do Judiciário.

Dino afirmou que pessoas que discordam de decisões judiciais têm instrumentos legais para questioná-las, como a apresentação de recursos aos órgãos colegiados competentes.

“Se um juiz passar a ter medo de decidir um processo, à vista do suposto risco de sofrer perseguições pessoais, não existe mais Poder Judiciário”, afirmou.

O ministro disse ainda que as ameaças não devem alterar sua atuação no Supremo.

Segundo a Agência Brasil, ministros do STF são alvos de ameaças de agressão e morte, inclusive contra familiares, pelo menos desde 2019. Naquele ano, o então presidente da Corte, Dias Toffoli, determinou a abertura do inquérito que ficou conhecido como Inquérito das Fake News, instaurado para apurar ameaças e ataques dirigidos ao tribunal e a seus integrantes.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Alejandro Zambrana/STF

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A coligação de Lula (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a Meta, Flávio Bolsonaro (PL), Pablo Marçal e outros aliados, alegando possíveis irregularidades na circulação e no impulsionamento de conteúdos políticos nas redes sociais. As acusações incluem redução de alcance de publicações, uso de criptomoedas e divulgação de vídeos manipulados. Uma das frentes […]

A coligação de Lula (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a Meta, Flávio Bolsonaro (PL), Pablo Marçal e outros aliados, alegando possíveis irregularidades na circulação e no impulsionamento de conteúdos políticos nas redes sociais. As acusações incluem redução de alcance de publicações, uso de criptomoedas e divulgação de vídeos manipulados.

Uma das frentes apresentadas pela Coligação Brasil Pronto Pra Mais questiona a atuação da Meta, responsável por Facebook e Instagram. A campanha afirma ter identificado redução significativa, e em alguns casos interrupção, no alcance de publicações favoráveis a Lula ou críticas a Flávio Bolsonaro.

A coligação pede que o TSE analise o tratamento dado pela plataforma aos conteúdos políticos e estabeleça critérios considerados isonômicos na distribuição das publicações. A suspeita apresentada pela campanha ainda depende de análise da Justiça Eleitoral.

Outra ação envolve Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar, Pablo Marçal e responsáveis pelo projeto de criptomoedas Brasil 22 Token (B22). A campanha de Lula aponta possível abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação para beneficiar a candidatura do PL.

Segundo a representação, o projeto ofereceria 30 mil tokens às primeiras mil pessoas que divulgassem a iniciativa nas redes sociais. A ação também menciona um perfil estrangeiro, com milhões de seguidores, que teria recebido 120 milhões de unidades do ativo e publicado um vídeo com crianças de Uganda pedindo votos em Flávio.

O site do B22 nega que a distribuição das moedas virtuais esteja condicionada à realização de propaganda eleitoral.

Diante das suspeitas, a coligação de Lula pediu a suspensão do domínio eletrônico, o encerramento da distribuição dos ativos e a remoção das publicações relacionadas ao projeto.

Em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral, a campanha também solicita a cassação do registro ou do diploma de Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar, além da declaração de inelegibilidade dos dois e de Pablo Marçal por oito anos. Os pedidos ainda serão analisados e não representam decisão da Justiça Eleitoral.

Os fatos também foram encaminhados à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral Eleitoral para apuração de eventuais ilícitos eleitorais.

Outra representação tem como alvo Pablo Marçal por um vídeo editado que, segundo a campanha de Lula, retiraria de contexto uma conversa de 2016 entre o petista e Eduardo Paes para atribuir ao presidente uma declaração ofensiva contra evangélicos.

A coligação também questiona vídeos produzidos com inteligência artificial e divulgados no TikTok nos quais, segundo a ação, eleitores de Lula seriam induzidos a digitar o número de Flávio Bolsonaro na urna eletrônica. Foram solicitadas a remoção dos conteúdos, identificação dos responsáveis e aplicação de multas.

As medidas apresentadas pela campanha fazem parte de uma sequência de ações judiciais envolvendo propaganda e circulação de conteúdos digitais durante a eleição. Caberá ao TSE analisar individualmente as acusações e os pedidos apresentados.

Fonte: Correio Braziliense
Foto: Nelson Almeida/AFP

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