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“Nunca foi meu amigo”, diz João Campos ao responder vídeo de Raquel sobre Amizadai

Por Michael Andrade

Candidato ao Governo de Pernambuco reagiu à publicação em que Raquel Lyra questionou sua relação com Amizadai e afirmou que uma empresa ligada a ele recebeu recursos da Prefeitura do Recife.

João Campos (PSB) se manifestou, na noite da quinta-feira (27), sobre o vídeo publicado pela governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), no qual ela questiona a relação do ex-prefeito do Recife com Amizadai Andrade da Silva, citado na reportagem da Record sobre uma suposta rede de ataques digitais.

“Quem deve explicações à Justiça sobre o uso de dinheiro público para destruir reputações não deveria usar a rede social para espalhar mentiras”, escreveu João.

Na publicação, o candidato rejeitou a afirmação de que teria amizade com Amizadai.“O homem apontado pela imprensa como suposto chefe do Gabinete do Ódio do Governo de PE nunca foi meu amigo e nunca trabalhou em minha equipe. Já a candidata que me ataca não pode dizer o mesmo”, afirmou.Mais cedo, Raquel havia publicado um vídeo com a legenda “mentira tem perna curta”. O material recuperou uma gravação antiga em que João envia felicitações a Amizadai e Poliana pelo nascimento da filha do casal e questiona: “Que amizade é essa, afinal?”.

O vídeo divulgado pela governadora também afirma que uma empresa ligada a Amizadai recebeu recursos da Prefeitura do Recife durante a gestão de João Campos. Na manifestação publicada posteriormente, João não tratou especificamente dessa afirmação.

A troca de acusações ocorre após reportagem do Jornal da Record mostrar gravações em que Amizadai fala sobre uma rede de perfis digitais e sobre contatos com integrantes do Governo de Pernambuco para “desidratar” adversários. O material foi levado à Polícia Federal.

João encerrou a manifestação afirmando que continuará fazendo uma “campanha limpa, à altura do que espera o povo pernambucano”.

Imagem: Reprodução/Instagram

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Outras Notícias

Morre ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi

Silvio Berlusconi, o extravagante bilionário e ex-primeiro-ministro italiano que já se descreveu como o “Jesus Cristo da política”, morreu em um hospital de Milão aos 86 anos, confirmou sua assessoria de imprensa nesta segunda-feira (12). Berlusconi, que tinha um histórico recente de problemas de saúde, havia sido diagnosticado recentemente com leucemia, informou o Hospital San Raffaele […]

Silvio Berlusconi, o extravagante bilionário e ex-primeiro-ministro italiano que já se descreveu como o “Jesus Cristo da política”, morreu em um hospital de Milão aos 86 anos, confirmou sua assessoria de imprensa nesta segunda-feira (12).

Berlusconi, que tinha um histórico recente de problemas de saúde, havia sido diagnosticado recentemente com leucemia, informou o Hospital San Raffaele de Milão.

Ele havia sido internado no hospital anteriormente com problemas respiratórios e compareceu a um check-up na sexta-feira (9).

O político, que por muito tempo foi considerado a figura pública mais marcante da Itália, foi eleito primeiro-ministro três vezes e serviu por um total de nove anos, mais do que qualquer outro desde o ditador fascista Benito Mussolini.

Carinhosamente apelidado de “Il Cavaliere” (O Cavaleiro), sua carreira foi marcada por uma série de escândalos políticos, financeiros e pessoais, muitos dos quais o levaram à Justiça.

Ele foi julgado por acusações que vão desde evasão fiscal e suborno até corrupção e sexo com uma prostituta menor de idade. Mas apenas em um caso ficou preso – uma condenação em 2012 por sonegação de impostos em um acordo envolvendo direitos televisivos.

Berlusconi foi eliminado do parlamento em 2013. Mas nunca desistiu da política, ele ressurgiu no início de 2018 como uma espécie de estadista avô, o criador de uma aliança de direita envolvendo seu partido Forza Italia.

Sertão do Pajeú chega a 373 casos confirmados de Covid-19

São José do Egito registrou o primeiro óbito. Por André Luis De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados na quinta-feira (04.06), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, dezesseis, das dezessete cidades da região, tem casos confirmados de Covid-19. Juntas somam, 373 casos. Seis municípios registraram 30 novos casos nesta quinta-feira. Serra Talhada […]

São José do Egito registrou o primeiro óbito.

Por André Luis

De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados na quinta-feira (04.06), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, dezesseis, das dezessete cidades da região, tem casos confirmados de Covid-19. Juntas somam, 373 casos.

Seis municípios registraram 30 novos casos nesta quinta-feira. Serra Talhada 13, São José do Egito 6, Afogados da Ingazeira 5, Tabira 3, Tuparetama 2 e Calumbi 1.

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região, com 170. Logo em seguida, com 48 casos confirmados, está São José do EgitoTabira chegou aos 38, Triunfo tem 25, Carnaíba tem 17, Afogados da Ingazeira chegou aos 14 casos, Itapetim 13 e Tuparetama 11.

Abaixo dos dez casos confirmados, estão: Quixaba 8, Flores 7, Iguaracy e Santa Terezinha com 6 cada, Brejinho 5 casos, Calumbi 3 casos. Fechando a lista, temos Santa Cruz da Baixa Verde e Ingazeira, com 1 caso cada.

Solidão segue sem nenhum registro de pessoas contaminadas pelo novo coronavírus.

Mortes – A região soma 22 óbitos pela Covid-19. Até o momento, nove cidades registraram mortes. São elas: Serra Talhada 5, Carnaíba 4, Triunfo 4, Quixaba 3, Tabira 2, Iguaracy, Itapetim, Tuparetama e São José do Egito com 1 óbito cada.

Recuperados – Foram mais 5 curas registradas nesta quinta-feira. Treze cidades da região somam agora 172 recuperados. O que corresponde a 46,11% dos casos confirmados.

O levantamento foi feito na manhã desta sexta-feira (05.06), com os dados fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.

Maciel Melo: “cortam pela cultura como se fosse coisa supérflua. Mas não é”

O forrozeiro Maciel Melo disse hoje falando ao Debate das Dez do programa Manhã Total da Rádio Pajeú que em dez ano não passou uma crise como essa. Maciel comentou a decisão dos prefeitos de redução de gastos com os festejos juninos em virtude da crise. “Toda vez que  acontece isso cortam pela cultura. Quem […]

MACIEL MELO EM FÁTIMA BERNADES

O forrozeiro Maciel Melo disse hoje falando ao Debate das Dez do programa Manhã Total da Rádio Pajeú que em dez ano não passou uma crise como essa. Maciel comentou a decisão dos prefeitos de redução de gastos com os festejos juninos em virtude da crise.

“Toda vez que  acontece isso cortam pela cultura. Quem fazia quinze shows, tá fazendo dez, quem fazia cinco, faz três”. Com o colchão curto, um dos problemas é que as cidades lutam para ter artistas como ele nas mesmas datas.

“A maioria das cidades queria tudo no mesmo dia. Estarei dia 27 em Sumé, Afogados também queria mas não vai dar”. O artista confirmou que a alternativa de muitos é reduzir cachês. “Tive que fazer que senão a gente não trabalha. Reuni minha banda e chamei todo mundo. Fiz uma parceria com os músicos. São todos pais de família”.

O fim Maciel desabafou. “Ninguém esperava que isso fosse acontecer. O problema é que cortam pela cultura como se fosse uma coisa supérflua, mas não é”.

Em Podcast, Padre Adilson ainda criticou Lula, modelo do Bolsa Família e STF

Na entrevista que deu a Dárcio Rabelo Dárcio Rabelo na Independente FM,  Padre Adilson Simões também criticou o modelo do Bolsa Família,  que deixa o país “sem força de trabalho”. Principal programa de transferência de renda do Governo Lula, o papel social do Bolsa Família é a erradicação da fome e da extrema pobreza, a […]

Na entrevista que deu a Dárcio Rabelo Dárcio Rabelo na Independente FM,  Padre Adilson Simões também criticou o modelo do Bolsa Família,  que deixa o país “sem força de trabalho”.

Principal programa de transferência de renda do Governo Lula, o papel social do Bolsa Família é a erradicação da fome e da extrema pobreza, a redução das desigualdades sociais e a garantia de acesso a direitos fundamentais como saúde e educação para famílias em situação de vulnerabilidade. São cerca de 50 milhões,  e não 65 milhões como disse o padre, atendidos.

Também criticou diretamente Lula, que segundo ele não trata o Hamas como grupo terrorista,  quando perguntado sobre o genocídio na Palestina, que afirmou reconhecer.

O que disse Lula?

A informação é equivocada. Lula tratou os atentados do Hamas como “terroristas”, na Assembleia da ONU em novembro do ano passado.  “Os atos terroristas perpetrados pelo Hamas são indefensáveis sobre qualquer ângulo, mas nada, absolutamente nada, justifica o genocídio em curso em Gaza”, disse.

Simões também afirmou que o Supremo não tem autoridade para fazer leis.

A fala também carece de elementos: o Supremo Tribunal Federal (STF) não faz leis; essa é a função do Poder Legislativo (Congresso Nacional). A função principal do STF é ser o guardião da Constituição, interpretando a lei e decidindo conflitos, mas ele pode propor projetos de lei em matérias específicas, como o Estatuto da Magistratura, e suas decisões (especialmente as com efeito vinculante) moldam a interpretação e aplicação das leis, o que por vezes gera debates sobre “ativismo judicial”, o que não implica dizer que ele é autor de leis.

Pernambuco lança licitação para garantir manutenção de 10 hospitais e do Hemope

As unidades de saúde receberão serviços de manutenção dos sistemas de instalações elétricas, encanação, pintura e outros reparos emergenciais para garantir uma melhor operacionalização O Governo de Pernambuco publicou licitação para contratação de empresa para realizar a manutenção predial, preventiva e corretiva em 10 hospitais regionais geridos pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), além da […]

As unidades de saúde receberão serviços de manutenção dos sistemas de instalações elétricas, encanação, pintura e outros reparos emergenciais para garantir uma melhor operacionalização

O Governo de Pernambuco publicou licitação para contratação de empresa para realizar a manutenção predial, preventiva e corretiva em 10 hospitais regionais geridos pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), além da Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (Hemope). O edital foi publicado na edição desta terça-feira (6) do Diário Oficial e segue até o dia 26 deste mês de maio. Com o aporte financeiro de R$ 60,5 milhões, as unidades receberão serviços de engenharia para garantir mais segurança, melhor atendimento aos pacientes e um ambiente adequado aos profissionais.

“Nós temos o compromisso de melhorar a qualidade dos serviços oferecidos nos hospitais pernambucanos. Já estamos fazendo reformas nas seis principais emergências de Pernambuco, com um investimento que supera os R$ 52 milhões. E, agora, lançamos esse edital de R$ 60,5 milhões para garantir a readequação dos hospitais regionais contemplando o Agreste, a Zona da Mata, o Sertão e a Região Metropolitana do Recife para que os nossos servidores tenham um ambiente mais seguro para prestar seus atendimentos e a população possa ter serviços de saúde de qualidade”, destacou a governadora Raquel Lyra.

Receberão as melhorias o Hospital Regional José Fernandes Salsa (Limoeiro); Belarmino Correia (Goiana); Dom Moura (Garanhuns); Professor Agamenon Magalhães (Serra Talhada); Inácio de Sá (Salgueiro); Geral de Areias (Recife); Correia Picanço (Recife); Ulysses Pernambucano (Recife); Jaboatão Prazeres (Jaboatão dos Guararapes); Geral da Mirueira (Paulista); e o Hemope (Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco).

A secretária estadual de Saúde, Zilda Cavalcanti, enfatizou a importância e os pontos focais de melhorias nas unidades. “As melhorias irão oferecer serviços de encanação, eletricidade, jardinagem, pintura e entre outros serviços. Essa manutenção vai atender aos serviços regionalizados, que atendem a população de diferentes municípios. São hospitais de muitos anos, alguns, inclusive, são seculares, como é o caso do Ulysses Pernambucano, que também será contemplado com esses reparos”, comentou.

A manutenção correta dos aparelhos do Estado garante eficiência operacional, menos interrupções por quedas de sistema e funcionamento adequado de áreas estratégicas dos hospitais. Além disso, há uma redução considerável de custos por meio das ações preventivas, proporcionando aumento de vida útil das instalações, seguindo o cumprimento de normas de segurança e saúde.