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Raquel rebate acusação de “gabinete do ódio” e expõe relação anterior entre João Campos e Amizadai

Por Michael Andrade

Governadora reagiu às acusações sobre uma suposta rede de ataques digitais e divulgou imagens antigas em que João Campos aparece enviando uma mensagem a Amizadai e à família dele.

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) publicou um vídeo nas redes sociais para contestar as acusações envolvendo a existência de uma suposta estrutura de ataques digitais ligada ao Governo de Pernambuco. Na publicação, ela questiona a relação entre João Campos (PSB) e Amizadai, citado na reportagem exibida pelo Jornal da Record.

“Mentira tem perna curta”, escreveu Raquel na legenda.

No vídeo, a publicação afirma que João tem apresentado Amizadai como responsável por ataques contra ele, mas sustenta que os dois mantinham uma relação anterior. Para embasar a acusação, é exibido um vídeo antigo no qual João envia uma mensagem de felicitações pela chegada da filha de Amizadai e Poliana.

“Mandar um abraço para a Poliana e a Amizadai pela chegada da pequena Giovana. Que Deus possa abençoar com muita luz, com muita saúde a família de vocês”, diz João na gravação recuperada pela publicação.

O material divulgado por Raquel também afirma que uma empresa ligada a Amizadai recebeu recursos da Prefeitura do Recife durante a gestão de João Campos. No vídeo apresentado pela governadora, não são detalhados os contratos, valores ou períodos desses pagamentos.

“Toda essa história surge justamente quando o João cai nas pesquisas. Essa história está muito mal contada. Que amizade é essa, afinal?”, questiona a publicação.

A manifestação ocorre após a reportagem da Record revelar gravações em que Amizadai fala sobre uma rede de perfis na internet e sobre reuniões com integrantes do Governo do Estado para “desidratar” adversários políticos. João Campos afirmou posteriormente que o material reforçava denúncias que vinha fazendo sobre um suposto “gabinete do ódio” e anunciou medidas jurídicas.

Raquel já havia negado qualquer participação na estrutura mencionada pela Record e afirmou que o servidor citado na reportagem foi exonerado do Governo de Pernambuco.

Assista ao vídeo divulgado por Raquel Lyra no Instagram do Blog do Nill Júnior, no perfil @nill_jr.

Vídeo: Reprodução/Instagram

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Outras Notícias

Sintepe comemora prorrogação de concurso e mantém pressão por novas convocações

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintepe), Ivete Caetano, anunciou, por meio das redes sociais do sindicato, a prorrogação do concurso para analistas e administrativos da rede estadual de ensino. Segundo ela, a medida atende a uma solicitação do Sintepe e foi resultado de uma reunião com o Ministério […]

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintepe), Ivete Caetano, anunciou, por meio das redes sociais do sindicato, a prorrogação do concurso para analistas e administrativos da rede estadual de ensino. Segundo ela, a medida atende a uma solicitação do Sintepe e foi resultado de uma reunião com o Ministério Público de Pernambuco (MPPE).

Apesar da conquista, o sindicato segue pressionando o governo do estado para a convocação de todos os analistas administrativos e do restante do cadastro de reserva dos professores, incluindo profissionais da educação inclusiva e de música.

Ainda nesta quarta-feira (26), representantes da categoria participam de uma negociação na Secretaria de Administração, onde devem reforçar essas demandas. Além disso, o Sintepe realizará uma assembleia na próxima sexta-feira (28), pela manhã, onde serão discutidos os avanços das negociações.

O sindicato convoca os trabalhadores da educação a comparecerem à assembleia para acompanhar os informes e fortalecer a mobilização da categoria.

Miguel Coelho se reúne com presidente da Fiepe e discute novo distrito industrial para Petrolina

O prefeito de Petrolina Miguel Coelho almoçou nesta quinta-feira (19) com Ricardo Essinger, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe). Foi o primeiro encontro institucional do chefe do executivo municipal com os representantes do setor industrial. Na conversa, foi iniciada a discussão para um novo formato para distrito industrial da capital do São Francisco. Miguel […]

MiguelFiepeO prefeito de Petrolina Miguel Coelho almoçou nesta quinta-feira (19) com Ricardo Essinger, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe). Foi o primeiro encontro institucional do chefe do executivo municipal com os representantes do setor industrial. Na conversa, foi iniciada a discussão para um novo formato para distrito industrial da capital do São Francisco.

Miguel pediu apoio dos empresários para que o distrito fique sob responsabilidade da administração municipal. Atualmente, o centro industrial fica sob a competência do Governo do Estado e, segundo Miguel, a transição para a gestão da Prefeitura facilitaria a atração de mais empresas para a cidade. “Já tratei também sobre este tema com o governador Paulo Câmara. Estamos numa fase de negociação ainda para que depois possamos definir o projeto e local desse complexo industrial. Nosso objetivo é tornar nossa cidade mais competitiva e garantir mais incentivos para trazer novos negócios para Petrolina”, afirmou o prefeito.

Na reunião, Miguel também pediu apoio da Fiepe para atração de novos voos para a capital do São Francisco. “Sabemos a importância que uma boa logística propicia para a formação de novos negócios e nesse sentido Petrolina já obteve recentemente voos diretos de São Paulo, mas ainda é necessário criar rotas alternativas para outras cidades. Por isso, pedi ao presidente Ricardo Essinger para nos apoiar junto às companhias aéreas para conquistar novos voos e oferecer maior estrutura para atração de oportunidades e geração de renda em nossa cidade”, explicou Miguel Coelho após o encontro.

Relator no STF, Barroso tem dado declaração contra o piso

Após o piso salarial enfermagem ser aprovado pelo Congresso Nacional nesta quarta-feira (26), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, fez declarações contra o piso enfermagem. A informação é de Cinara Mayra,  no NE 10. Barroso, que também é relator do piso salarial enfermagem no STF, disse nesta quarta-feira (26), na última […]

Após o piso salarial enfermagem ser aprovado pelo Congresso Nacional nesta quarta-feira (26), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, fez declarações contra o piso enfermagem. A informação é de Cinara Mayra,  no NE 10.

Barroso, que também é relator do piso salarial enfermagem no STF, disse nesta quarta-feira (26), na última sessão da Corte, que a nova regra sobre o piso enfermagem não poderia ter o poder de “quebrar os municípios”.

Segundo Luís Roberto Barroso, as mudanças realizadas pelo governo Lula (PT) para garantir as fontes de custeio do piso salarial enfermagem, acabam por “criar ônus para outro ente da federação”.

O ministro do STF também se posicionou contra a existência de um piso salarial enfermagem igual para todo o país. Ao justificar o posicionamento sobre o piso enfermagem, Barroso relatou que “pisos nacionais em um país com as diferenças e as desigualdades regionais do Brasil, como regra geral, não parece ser uma boa ideia”.

Barroso ainda disse que o estabelecimento do piso salarial enfermagem poderá “engessar completamente a economia”.

Essa fala do relator poderá indicar que a tramitação do piso salarial enfermagem no STF não será tão positiva quanto o governo Lula e os enfermeiros desejam.

A meta da gestão de Lula é que o piso salarial enfermagem esteja liberado até 12 de maio, o dia da Enfermagem. Como ainda falta o presidente sancionar a PLN aprovada no Congresso Nacional esta semana, o STF teria cerca de duas semanas antes do prazo para julgar o piso enfermagem.

Se a maior parte dos magistrados do STF seguirem a linha de pensamento do ministro Barroso, tudo indica que mais uma meta do governo Lula sobre o piso salarial enfermagem não será cumprida.

PSDB confirma Geraldo Alckmin como candidato à Presidência da República

Partido realizou convenção nacional neste sábado (4) em Brasília. Candidata a vice na chapa, senadora Ana Amélia (PP) participou do evento ao lado de Alckmin. Do G1 O PSDB confirmou neste sábado (4), em convenção nacional realizada em Brasília, a escolha de Geraldo Alckmin, 65 anos, como candidato na disputa à Presidência da República. Atual […]

Geraldo Alckmin e Ana Amélia durante a convenção nacional do PMDB neste sábado (4) em Brasília (Foto: Fátima Meira/FuturaPress/Estadão Conteúdo)

Partido realizou convenção nacional neste sábado (4) em Brasília. Candidata a vice na chapa, senadora Ana Amélia (PP) participou do evento ao lado de Alckmin.

Do G1

O PSDB confirmou neste sábado (4), em convenção nacional realizada em Brasília, a escolha de Geraldo Alckmin, 65 anos, como candidato na disputa à Presidência da República.

Atual presidente nacional do partido, o ex-governador de São Paulo foi escolhido pelos filiados que participaram do evento. Dos 290 votantes, 288 aprovaram o nome de Alckmin. Um filiado não votou a favor do ex-governador e outro se absteve.

Em seu primeiro discurso como candidato, Alckmin disse que aceitava a indicação com “humildade e senso de responsabilidade”.

Ele afirmou que o país passa por um momento grave, mas projetou um futuro de prosperidade caso seja eleito.

A candidata a vice na chapa, senadora Ana Amélia (PP-RS), participou do evento ao lado de Alckmin.

A expectativa do PSDB é que ela possa melhorar o desempenho do candidato na região Sul e no setor do agronegócio, no qual ela tem bom trânsito. A escolha de uma mulher para vice representa ainda um aceno ao eleitorado feminino.

Em discurso na convenção, Ana Amélia afirmou que será “absolutamente leal” a Alckmin. A senadora disse que a população quer um “governo austero” e citou, como exemplo de conduta, o fato de não usar auxílio-moradia.

“Nunca usei auxilio-moradia, porque moro na minha casa. É isso que o contribuinte brasileiro quer, um governo austero, um governo cuidadoso”, disse a senadora.

Presidente de honra do PSDB, o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso afirmou que o país perdeu a confiança na classe política e que Alckmin e Ana Amélia “têm uma responsabilidade histórica” em resgatá-la.

“Há momentos em que as decisões são cruciais, e vocês foram escolhidos para expressar esse momento”, disse. “O vento da história passa por eles, os nossos candidatos”, acrescentou o ex-presidente.

Alckmin fechou aliança com partidos do chamado “Centrão” (DEM, PP, PR, PRB e SD), além de outras três legendas: PTB, PSD e PPS. Segundo o primeiro-vice-presidente do PSDB e coordenador da campanha, Marconi Perillo, os apoios garantirão 45% do tempo de televisão ao candidato tucano.

Marina Silva: ““O PT quer o PSDB e o PSDB quer o PT no segundo turno”

Enquanto tenta estancar a perda de intenção de votos demonstradas pelas últimas pesquisas presidenciais a tempo de não perder a vaga no segundo turno para Aécio Neves (PSDB), a candidata do PSB Marina Silva, fez na tarde desta sexta-feira seu último ato de campanha no Rio, onde teve boa votação em 2010. Em carreata pelo bairro […]

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Enquanto tenta estancar a perda de intenção de votos demonstradas pelas últimas pesquisas presidenciais a tempo de não perder a vaga no segundo turno para Aécio Neves (PSDB), a candidata do PSB Marina Silva, fez na tarde desta sexta-feira seu último ato de campanha no Rio, onde teve boa votação em 2010. Em carreata pelo bairro da Tijuca, na Zona Norte da capital, e acompanhada do vice Beto Albuquerque, ela procurou demonstrar otimismo. A socialista disse que a “pesquisa definitiva” é no dia 5, e afirmou que a candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) prefere enfrentar Aécio no segundo turno.

“O PT quer o PSDB e o PSDB quer o PT no segundo turno. Eles se acostumaram a isso nos últimos 20 anos, um ganha e outro perde. Agora tem uma terceira força, chamada sociedade brasileira, que se identificou com nossa campanha”, disse a candidata, em rápida entrevista após a carreata, que durou cerca de meia hora e terminou perto da Praça Saens Peña.

Quando discursou no carro de som, Beto Albuquerque foi mais explícito na tática da campanha para evitar perda de votos para Aécio nos últimos dias: lembrar da “freguesia” dos tucanos para o PT, partido que venceu as últimas três eleições e está no poder há 12 anos.

“Não adianta botar no segundo turno um candidato acostumado a perder para a Dilma, a perder para o PT. Tem que botar quem pode ganhar e fazer a mudança, que é a Marina”, discursou o deputado.

Ainda na fase da pré-campanha, quando Eduardo Campos era o candidato da chapa, Marina Silva chegou a declarar que “o PSDB tem cheiro de derrota” para o PT no segundo turno.

Nesta sexta-feira, além de Beto, Marina esteve acompanhada do vereador Jefferson Moura, da Rede Sustentabilidade, e de Maria Alice Setúbal, a Neca, sua apoiadora.