O candidato ao Governo de Pernambuco e líder da Frente Popular, João Campos (PSB), reforçou, nesta segunda-feira (24), a importância da sintonia entre Executivo e Legislativo para a construção de um novo ciclo de desenvolvimento em Pernambuco. Em agendas no Recife, o candidato participou da inauguração dos comitês de Maria Arraes, candidata a deputada estadual, […]
O candidato ao Governo de Pernambuco e líder da Frente Popular, João Campos (PSB), reforçou, nesta segunda-feira (24), a importância da sintonia entre Executivo e Legislativo para a construção de um novo ciclo de desenvolvimento em Pernambuco.
Em agendas no Recife, o candidato participou da inauguração dos comitês de Maria Arraes, candidata a deputada estadual, e Rodrigo Farias, que disputa a reeleição para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
Em um dos atos, disse confiar que seu grupo fará as maiores bancadas e que a força política do grupo “não servirá para perseguir ninguém”.
*João Campos defende sintonia entre Executivo e Legislativo em agendas no Recife*
_Candidato ao Governo participou da inauguração dos comitês de Maria Arraes e Rodrigo Farias e reforçou a importância de uma bancada alinhada ao projeto da Frente Popular de Pernambuco_
O candidato ao Governo de Pernambuco e líder da Frente Popular, João Campos (PSB), reforçou, nesta segunda-feira (24), a importância da sintonia entre Executivo e Legislativo para a construção de um novo ciclo de desenvolvimento em Pernambuco. Em agendas no Recife, o candidato participou da inauguração dos comitês de Maria Arraes, candidata a deputada estadual, e Rodrigo Farias, que disputa a reeleição para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
A agenda reuniu o prefeito do Recife, Victor Marques; o candidato a vice-governador, Carlos Costa; a ministra Luciana Santos; o deputado federal Pedro Campos; o prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira; e o prefeito de São Lourenço da Mata, Vinícius Labanca, além de outras lideranças políticas.
“A gente está aqui para servir e para trabalhar com quem precisa. Essa é a escola que nós aprendemos a fazer política. Agora é hora de juntar esse time, caminhar por Pernambuco e construir um futuro de muitas realizações para o nosso Estado.”
A Governadora Raquel Lyra, candidata a reeleição pelo PSD, falou sobre o projeto de duplicação da BR-232 até Serra Talhada. Segundo a governadora, a primeira frente é a que sai de Belo Jardim sentido interior. Outra frente, diz Raquel, será aberta entre Serra Talhada e Belo Jardim, fazendo com que as duas frentes se encontrem […]
A Governadora Raquel Lyra, candidata a reeleição pelo PSD, falou sobre o projeto de duplicação da BR-232 até Serra Talhada.
Segundo a governadora, a primeira frente é a que sai de Belo Jardim sentido interior. Outra frente, diz Raquel, será aberta entre Serra Talhada e Belo Jardim, fazendo com que as duas frentes se encontrem no caminho.
Ela falou no Podcast “RaCast”, com apresentação de Renata Torres e participação de Túlio Gadêlha.
“A gente partiu pra poder começar. Se a gente fosse esperar o projeto completo estar pronto, seria uma eternidade. Por isso a gente cortou o projeto. A primeira etapa é até Belo Jardim, que está em obras. As máquinas estão lá fazendo a limpeza da área pra gente avançar no projeto de duplicação”.
E completou: “do mesmo jeito que a gente tá fazendo o Arco Metropolitano, a gente também está avançando com o projeto partindo de Serra Talhada”.
Da Itapuama FM No comentário desta terça-feira (25/08) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior analisa o cenário dos debates políticos no país e as expectativas em torno dos confrontos eleitorais em Pernambuco. Em nível nacional, o modelo dos encontros tem sido alvo de discussões e críticas após o evento promovido pela Band, marcado […]
No comentário desta terça-feira (25/08) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior analisa o cenário dos debates políticos no país e as expectativas em torno dos confrontos eleitorais em Pernambuco.
Em nível nacional, o modelo dos encontros tem sido alvo de discussões e críticas após o evento promovido pela Band, marcado por ausências de candidatos de peso e por trocas de farpas entre os participantes presentes, esvaziando o nível das propostas apresentadas ao público.
Enquanto o debate nacional enfrenta desorganização, o eleitorado pernambucano segue na expectativa pela realização dos primeiros confrontos locais. No interior, dificuldades de logística e agendas de campanha dificultam a organização, mantendo a atenção voltada para os debates previstos na capital e nos grandes centros.
A grande expectativa no estado gira em torno do embate entre Raquel Lyra e João Campos, que lideram a movimentação e despertam o interesse da população sobre como se comportarão frente a frente nas sabatinas e transmissões de TV.
Operação Controle Paralelo cumpriu quatro dos seis mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça. Investigação apura suspeitas de extorsões contra detentos, agressões físicas, corrupção e lavagem de dinheiro. O ex-diretor da unidade prisional de Vitória de Santo Antão, Emanoel França Lima, e outras três pessoas foram presos, nesta terça-feira (25), durante a Operação Controle Paralelo, […]
Operação Controle Paralelo cumpriu quatro dos seis mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça. Investigação apura suspeitas de extorsões contra detentos, agressões físicas, corrupção e lavagem de dinheiro.
O ex-diretor da unidade prisional de Vitória de Santo Antão, Emanoel França Lima, e outras três pessoas foram presos, nesta terça-feira (25), durante a Operação Controle Paralelo, deflagrada pela Polícia Civil de Pernambuco. A investigação apura a existência de um esquema de corrupção dentro do sistema prisional.
Ao todo, foram expedidos seis mandados de prisão temporária, dos quais quatro haviam sido cumpridos, além de 14 mandados de busca e apreensão.
A investigação começou em 2022, após requisição do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) para apurar denúncias de extorsões dentro da unidade prisional de Vitória de Santo Antão.
Inicialmente, as apurações estavam concentradas na atuação do chamado “chaveiro”, detento que, segundo a Polícia Civil, exercia informalmente controle sobre outros presos e determinadas atividades dentro do presídio.
De acordo com o delegado Jorge Pinto, titular do Grupo de Operações Especiais (GOE) e responsável pela investigação, o “chaveiro” seria responsável pela cobrança de dívidas de detentos e por centralizar compras e outras atividades na unidade.
Presos que não pagassem os valores exigidos teriam sido submetidos a ameaças, agressões físicas e outras formas de violência, segundo a investigação.
Apuração chegou a agentes públicos
Com o avanço das diligências, a Polícia Civil identificou indícios de que o esquema não estaria restrito à atuação do detento. As investigações passaram a apontar a possível participação do então diretor da unidade e de pelo menos dois policiais penais.
Segundo a polícia, recursos provenientes das atividades investigadas teriam sido movimentados por agentes públicos, familiares e outras pessoas próximas aos suspeitos, numa tentativa de dificultar o rastreamento da origem do dinheiro.
A apuração também identificou uma empresa ligada ao ex-“chaveiro” que atuava na criação de camarões. A Polícia Civil suspeita que o empreendimento tenha sido utilizado para dar aparência lícita a recursos provenientes das extorsões e da corrupção.
As suspeitas ainda estão sob investigação, e as prisões temporárias não representam condenação dos investigados.
Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: – Delegado Lucas Freitas, delegado Jorge Pinto, delegado Paulo Dias, delegado José Tenório, delegado Cley Anderson (Divulgação/PCPE)
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode deixar Pernambuco fora de suas primeiras viagens de campanha. A estratégia seria evitar, neste início da disputa eleitoral, visitas a estados onde mais de uma candidatura ao governo busca algum tipo de associação política com o petista. A informação foi publicada pelo […]
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode deixar Pernambuco fora de suas primeiras viagens de campanha. A estratégia seria evitar, neste início da disputa eleitoral, visitas a estados onde mais de uma candidatura ao governo busca algum tipo de associação política com o petista.
A informação foi publicada pelo jornal O Globo e repercutida nesta terça-feira (25), pela Folha de Pernambuco. Além de Pernambuco, a cautela envolveria estados como Paraíba e Maranhão.
No cenário pernambucano, entretanto, há uma diferença importante entre as candidaturas. Lula já declarou formalmente apoio a João Campos (PSB), candidato ao Governo de Pernambuco, e PT e PSB integram a mesma coligação estadual. Os dois também já gravaram conteúdos juntos reforçando a aliança eleitoral.
João tem utilizado essa proximidade para vincular sua candidatura à do presidente e defender uma parceria entre os governos estadual e federal caso seja eleito.
Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, não integra o palanque de Lula, mas tem ressaltado durante a campanha a relação institucional construída entre o Governo de Pernambuco e o Governo Federal. A governadora também vem destacando investimentos e projetos realizados em parceria com a gestão petista.
Segundo O Globo, João Campos chegou a apresentar um cronograma com sugestões de agendas que poderiam contar com a presença de Lula em Pernambuco. Até o momento, porém, não há data confirmada para uma visita do presidente ao Estado durante a campanha.
A eventual decisão de postergar a passagem por Pernambuco seria, portanto, uma estratégia para evitar que uma visita presidencial amplifique disputas em torno da imagem e do apoio de Lula neste primeiro momento da campanha, embora o posicionamento eleitoral do presidente no Estado já seja oficialmente favorável a João Campos.
Fonte: Folha de Pernambuco, com informações de O Globo
Foto: Douglas Magno
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
O número de denúncias de possíveis irregularidades nas campanhas eleitorais de 2026 cresceu nos primeiros dias de propaganda. Dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na segunda-feira (24) mostram que o aplicativo Pardal havia recebido 3.468 registros em todo o país. Cinco dias antes, na quarta-feira (19), eram 1.103 ocorrências. Isso representa um acréscimo de […]
O número de denúncias de possíveis irregularidades nas campanhas eleitorais de 2026 cresceu nos primeiros dias de propaganda. Dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na segunda-feira (24) mostram que o aplicativo Pardal havia recebido 3.468 registros em todo o país.
Cinco dias antes, na quarta-feira (19), eram 1.103 ocorrências. Isso representa um acréscimo de 2.365 registros no período e faz o total mais do que triplicar. As comunicações feitas pelo aplicativo apontam possíveis irregularidades e ainda dependem de análise da Justiça Eleitoral — portanto, não significam, por si só, que houve infração.
Pernambuco aparece entre os estados com maior quantidade de registros, com 275 denúncias, mesmo número de Minas Gerais. São Paulo lidera, com 613, seguido pela Bahia, com 309, e pelo Rio Grande do Sul, com 301. O Paraná contabiliza 272 e o Ceará, 219.
Campanhas para deputado concentram denúncias
Entre os cargos em disputa, as candidaturas a deputado estadual concentram a maior quantidade de ocorrências, com 1.245 registros. Em seguida aparecem deputado federal, com 1.096, e denúncias relacionadas a partidos, coligações e federações, com 447.
Também foram contabilizados 392 registros envolvendo candidaturas a governador, 120 a senador, 108 a deputado distrital, 57 a presidente e três a vice-governador.
Propaganda nas ruas é principal alvo
As denúncias relacionadas à propaganda eleitoral em vias públicas lideram entre os tipos de ocorrência, com 1.200 registros. A propaganda na internet aparece em segundo lugar, com 599.
Há ainda 339 denúncias relacionadas ao uso de bens públicos e 330 envolvendo carros de som, minitrios ou trios elétricos. Bens particulares aparecem em 194 registros, enquanto outdoors e outdoors eletrônicos somam 179.
Distribuição de material gráfico foi apontada em 129 denúncias, e adesivos em automóveis, em 106.
Como denunciar pelo Pardal
O Pardal Móvel é o aplicativo da Justiça Eleitoral destinado ao recebimento de denúncias de possíveis irregularidades em propaganda eleitoral. A ferramenta está disponível gratuitamente para celulares e tablets desde o início da propaganda eleitoral, em 16 de agosto.
Para enviar uma denúncia, o cidadão precisa se identificar por meio do e-Título ou da conta Gov.br. Os dados do denunciante, porém, ficam protegidos por sigilo.
É possível anexar fotos, vídeos, áudios e links, além de informar o local e descrever a situação denunciada. Após o envio, o sistema gera um protocolo para acompanhamento. O conteúdo é encaminhado à Justiça Eleitoral, que analisa o caso e decide se há necessidade de adoção de alguma medida.
As estatísticas públicas das ocorrências podem ser acompanhadas pelo Pardal Web. Os dados do sistema são atualizados periodicamente pelo TSE.
Fonte: Diário de Pernambuco
Imagem: Reprodução
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
A primeira-dama Janja da Silva divulgou, na segunda-feira (24), uma nota de repúdio às declarações feitas pelo candidato à Presidência Renan Santos (Missão) durante o primeiro debate presidencial da campanha de 2026, realizado pela Band no domingo (23). Segundo Janja, o candidato utilizou sua imagem de forma depreciativa para atacar o presidente Luiz Inácio Lula […]
A primeira-dama Janja da Silva divulgou, na segunda-feira (24), uma nota de repúdio às declarações feitas pelo candidato à Presidência Renan Santos (Missão) durante o primeiro debate presidencial da campanha de 2026, realizado pela Band no domingo (23). Segundo Janja, o candidato utilizou sua imagem de forma depreciativa para atacar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Ao criticar a ausência de Lula no debate, Renan afirmou que o presidente teria ficado com “aquela Janja” e sugeriu que ele encontraria “companhias melhores” caso tivesse comparecido ao encontro.
Na nota, a primeira-dama classificou a declaração como misógina e argumentou que foi alvo de um ataque pessoal, apesar de não ser candidata e não estar presente para responder.
“Insinuar que a companhia da esposa de outro presidenciável seria motivo de ‘pena’ está longe de ser uma crítica política. É mais uma maneira de deslegitimar e ridicularizar a figura da mulher, como ferramenta misógina para atacar um adversário político”, afirmou.
Janja também disse considerar que o episódio se soma a outras declarações de Renan que, na avaliação dela, demonstrariam um padrão de desrespeito às mulheres. As acusações feitas pela primeira-dama sobre episódios anteriores representam sua avaliação e não foram detalhadas na nota com elementos que permitam verificar cada caso.
Ao final do comunicado, Janja defendeu que os debates eleitorais sejam utilizados para apresentação de propostas e confronto de ideias, e não para ataques pessoais contra pessoas que não participam da disputa.
“Debate político é, ou deveria ser, um lugar para apresentar propostas, confrontar ideias e discutir projetos para o nosso país. Não é lugar para expor, debochar ou intimidar uma mulher, principalmente uma que nem candidata é”, declarou.
Renan Santos participou do debate ao lado de Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). Lula, Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) não compareceram ao encontro.
Foto: Claudio Kbene/PR Fonte: Diário de Pernambuco
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
O salário mínimo deverá passar dos atuais R$ 1.621 para R$ 1.741 em 2027, segundo projeção apresentada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, na segunda-feira (24). O valor será incluído no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que o governo enviará ao Congresso até 31 de agosto. Se confirmado, o novo piso representará aumento de […]
O salário mínimo deverá passar dos atuais R$ 1.621 para R$ 1.741 em 2027, segundo projeção apresentada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, na segunda-feira (24). O valor será incluído no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que o governo enviará ao Congresso até 31 de agosto.
Se confirmado, o novo piso representará aumento de R$ 120, equivalente a 7,4%. A previsão também ficou R$ 24 acima dos R$ 1.717 estimados pelo governo no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias apresentado em abril.
Os R$ 1.741, porém, ainda não são o valor definitivo. O cálculo dependerá do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado até novembro. Uma variação da inflação em relação às projeções atuais poderá alterar o piso que entrará em vigor em janeiro.
A política de valorização do salário mínimo prevê correção pela inflação e ganho real, respeitados os limites estabelecidos pela legislação fiscal.
Impacto em benefícios
O reajuste do salário mínimo não afeta apenas quem recebe o piso salarial. O valor também serve de referência para uma série de benefícios previdenciários e assistenciais.
Aposentadorias e pensões do INSS vinculadas ao mínimo, Benefício de Prestação Continuada (BPC), seguro-desemprego e abono salarial estão entre os pagamentos afetados pela mudança. A contribuição de Microempreendedores Individuais (MEIs) também acompanha o piso nacional.
Segundo os dados apresentados pelo governo, cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social têm valor vinculado ao salário mínimo.
O aumento representa ganho de renda para trabalhadores e beneficiários, mas também eleva as despesas obrigatórias da União. Por isso, a projeção do mínimo é uma das variáveis consideradas na elaboração do Orçamento de 2027.
O PLOA ainda passará pela análise do Congresso Nacional. O valor definitivo do salário mínimo deverá ser conhecido no fim de 2026 e, se confirmada a atual projeção, passará a valer em janeiro de 2027.
Fonte: Agência Brasil
Imagem: Reprodução
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
O governo do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensifica as articulações para avançar com pautas consideradas prioritárias antes das eleições de outubro. Entre os principais temas estão o fim da escala de trabalho 6×1 e a manutenção da isenção do imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50, […]
O governo do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensifica as articulações para avançar com pautas consideradas prioritárias antes das eleições de outubro. Entre os principais temas estão o fim da escala de trabalho 6×1 e a manutenção da isenção do imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”.
A movimentação ocorre às vésperas de uma nova semana de esforço concentrado no Congresso, prevista para começar em 31 de agosto. No Senado, as atividades presenciais estão programadas até 4 de setembro, período em que propostas consideradas prioritárias pelo governo poderão avançar.
Nesta quarta-feira (26), Lula pretende se reunir com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Um dos assuntos será a Medida Provisória 1.357/2026, que zerou temporariamente o Imposto de Importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50.
A MP está em vigor, mas precisa ser aprovada pelo Congresso para que a mudança se torne permanente. O prazo termina em 8 de setembro. Caso a medida perca a validade sem votação, a cobrança poderá voltar.
Outro ponto da agenda é a PEC que prevê o fim da escala 6×1 e estabelece jornada máxima de 40 horas semanais, com dois dias de descanso para cada cinco trabalhados, sem redução salarial. A proposta está no Senado e deverá passar pelas comissões antes de chegar ao plenário.
O presidente do Senado encaminhou a matéria para análise e o senador Omar Aziz (PSD-AM) foi indicado para a relatoria. Alcolumbre também deu andamento à PEC da Segurança Pública, outra proposta de interesse do governo, que está na Comissão de Constituição e Justiça sob relatoria do senador Rogério Carvalho (PT-SE).
Oposição articula CPMI sobre Lulinha
Enquanto o governo tenta colocar essas pautas em evidência, parlamentares da oposição articulam uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente.
A iniciativa é liderada pelo senador Carlos Viana (PSD-MG) e ainda está na fase de coleta de assinaturas. Para que o requerimento seja apresentado, são necessários os apoios de pelo menos 27 senadores e 171 deputados federais.
Lulinha é investigado em três inquéritos da Polícia Federal que apuram suspeitas de tráfico de influência para favorecer interesses privados junto a órgãos do governo federal. As investigações estão em andamento, e sua defesa nega irregularidades.
Mesmo que alcance o número necessário de assinaturas, a eventual instalação da CPMI ainda dependerá dos procedimentos do Congresso e poderá enfrentar dificuldades diante do esvaziamento das atividades parlamentares durante o período eleitoral.
O cenário coloca governo e oposição em estratégias distintas nesta fase da campanha: o Planalto busca dar visibilidade a propostas com apelo popular, enquanto adversários tentam ampliar a repercussão política das investigações envolvendo o filho do presidente.
Fonte: CNN Brasil
Foto: Reprodução
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
Na noite desta segunda-feira (24), em participação no Racast, podcast de sua campanha, a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) afirmou que não pretende permanecer em silêncio diante de ataques pessoais durante a disputa eleitoral. Ela citou a representação apresentada à Justiça Eleitoral contra o vereador de Angelim Maurílio Cavalcanti (PSB) e o […]
Na noite desta segunda-feira (24), em participação no Racast, podcast de sua campanha, a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) afirmou que não pretende permanecer em silêncio diante de ataques pessoais durante a disputa eleitoral. Ela citou a representação apresentada à Justiça Eleitoral contra o vereador de Angelim Maurílio Cavalcanti (PSB) e o processo por danos morais movido contra o vereador de Caruaru Erick Lessa (Republicanos).
No caso de Maurílio Cavalcanti, Raquel acionou a Justiça Eleitoral após o vereador chamá-la de “louca” durante pronunciamento na Câmara Municipal de Angelim. A defesa da candidata sustenta que a fala configura violência política de gênero. O caso ainda será analisado pela Justiça Eleitoral.
Durante o podcast, Raquel afirmou que decidiu reagir por considerar que a declaração ultrapassou a crítica à sua atuação política.
“Eu não quero ser julgada ou adjetivada pelo gênero, mas pelas minhas atitudes ou pelo que não fizer”, declarou.
A governadora também mencionou o processo movido contra Erick Lessa. O caso remonta ao período em que Raquel era prefeita de Caruaru e participou de uma capacitação em gestão pública nos Estados Unidos promovida pela organização Comunitas.
Na época, Lessa afirmou que a então prefeita teria utilizado o curso como justificativa para uma viagem com a família. A Justiça considerou que as declarações ultrapassaram os limites da crítica política e fixou indenização de R$ 25 mil por danos morais.
Mais recentemente, o Tribunal de Justiça de Pernambuco negou seguimento a um recurso apresentado por Lessa, mantendo a condenação nesta etapa do processo. A defesa do vereador sustenta que as manifestações ocorreram no contexto do debate político e ainda pode buscar novas medidas recursais.
Raquel também relacionou os episódios ao tratamento dado às mulheres na política e afirmou que ataques e cobranças podem ganhar contornos diferentes quando dirigidos a mulheres que ocupam cargos de poder.
“O jogo é bruto, pesado, querem que as mulheres se escondam”, afirmou.
Durante a entrevista, a candidata ainda citou pedidos de CPI e de impeachment apresentados contra sua gestão. Essas iniciativas, por si só, fazem parte dos instrumentos políticos e institucionais de fiscalização e controle, mas Raquel questionou se o tratamento recebido seria o mesmo caso o Governo do Estado fosse comandado por um homem.
Fonte: Blog do Dantas Barreto, com informações complementares do Diário de Pernambuco
Imagem: Reprodução
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nesta segunda-feira (24), de duas agendas de campanha no Recife, com a inauguração dos comitês de Maria Arraes, candidata a deputada estadual, e Rodrigo Farias, que disputa a reeleição para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Nos dois atos, João defendeu a eleição de uma […]
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nesta segunda-feira (24), de duas agendas de campanha no Recife, com a inauguração dos comitês de Maria Arraes, candidata a deputada estadual, e Rodrigo Farias, que disputa a reeleição para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
Nos dois atos, João defendeu a eleição de uma bancada de aliados para a Alepe e afirmou que pretende manter articulação entre os poderes Executivo e Legislativo caso seja eleito governador.
Na inauguração do comitê de Maria Arraes, o candidato destacou a atuação da aliada na Câmara dos Deputados e
Screenshot
defendeu sua eleição para o Legislativo estadual. Maria, por sua vez, declarou apoio à candidatura de João e afirmou que pretende atuar em parceria com uma eventual gestão do socialista.
O evento reuniu ainda o prefeito do Recife, Victor Marques; o candidato a vice-governador Carlos Costa; a ministra Luciana Santos; o deputado federal Pedro Campos; e os prefeitos Sandrinho Palmeira, de Afogados da Ingazeira, e Vinícius Labanca, de São Lourenço da Mata, além de outras lideranças.
Em seguida, João participou da inauguração do comitê de Rodrigo Farias. O deputado, candidato à reeleição, também defendeu a formação de uma base parlamentar alinhada a João na Assembleia Legislativa.
Durante as agendas, o candidato voltou a apresentar propostas para a saúde. João afirma que pretende construir quatro novos hospitais em Pernambuco caso seja eleito. Entre eles está o Hospital Geral Metropolitano, projetado pela campanha com mais de 900 leitos.
A construção das unidades integra o conjunto de compromissos eleitorais apresentados pelo candidato e dependerá, em caso de vitória, da elaboração dos projetos, da disponibilidade de recursos e das etapas necessárias para execução.
Foto: Edson Holanda
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
Quem assistiu e terminou acompanhando o Debate na Band diz que foi o pior Debate da história desde a redemocratização. Primeiro, por ter sido esvaziado. Lula não foi por entender que seriam “todos contra um”. Flávio não foi porque Lula não foi. E Zema se ausentou porque Lula e Flávio não foram. Augusto Cury, que […]
Quem assistiu e terminou acompanhando o Debate na Band diz que foi o pior Debate da história desde a redemocratização.
Primeiro, por ter sido esvaziado. Lula não foi por entender que seriam “todos contra um”. Flávio não foi porque Lula não foi. E Zema se ausentou porque Lula e Flávio não foram. Augusto Cury, que deve estar se perguntando até agora o que foi fazer ali, quase desiste na porta.
Renan Santos fez Pablo Marçal parecer Madre Teresa. E Ronaldo Caiado justificou o sobrenome: “caiou” Goiás como a oitava maravilha da humanidade.
A Band, indignada pelas ausências, permitiu que os candidatos, principalmente Renan, vilipendiassem os púlpitos de Lula e Flávio, além da grotesca cena das fraldas. Deu pena de Adriana Araújo. Um show de horrores.
Pesquisa Simplex divulgada nesta segunda-feira (24), mostra a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) à frente de João Campos (PSB) na disputa pelo Governo de Pernambuco. No principal cenário estimulado, Raquel aparece com 46,2% das intenções de voto, enquanto João registra 36,1%. A diferença entre os dois é de 10,1 pontos percentuais. Guilherme […]
Pesquisa Simplex divulgada nesta segunda-feira (24), mostra a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) à frente de João Campos (PSB) na disputa pelo Governo de Pernambuco. No principal cenário estimulado, Raquel aparece com 46,2% das intenções de voto, enquanto João registra 36,1%.
A diferença entre os dois é de 10,1 pontos percentuais. Guilherme Fonseca (PSTU) aparece com 0,6%. Professora Camila (UP), Ivan Moraes (PSOL), Renan (Missão) e Professor Jeremias do Banco (Democrata) registram 0,1% cada. Victor Assis (PCO) tem 0%.
Brancos e nulos somam 6,2%, enquanto 10,5% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
Segundo cenário
Em um segundo cenário, apresentado apenas com os nomes de Raquel Lyra e João Campos, a governadora registra 47,4%, contra 38% do candidato do PSB. A diferença é de 9,4 pontos percentuais.
Nesse recorte, 5,5% afirmaram que votariam em branco ou nulo e 9,1% não souberam ou não responderam.
Pesquisa espontânea
Na consulta espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Raquel também aparece na primeira posição, com 39,6%.
João Campos é citado por 26,9% dos eleitores. Outros nomes somam 0,2%, enquanto brancos e nulos representam 4,9%.
O percentual de entrevistados que não souberam ou não responderam chega a 28,4%.
Metodologia
A pesquisa Simplex ouviu 1.067 eleitores. O levantamento tem margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número PE-06688/2026.
Imagem: Reprodução
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026, realizado no domingo (23), pela Band em parceria com o Estadão, colocou frente a frente Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Com as ausências de Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo), os três participantes dividiram […]
O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026, realizado no domingo (23), pela Band em parceria com o Estadão, colocou frente a frente Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Com as ausências de Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo), os três participantes dividiram o espaço entre propostas econômicas, segurança pública, programas sociais, relações de trabalho e críticas aos adversários.
Ao longo do encontro, Caiado adotou um discurso mais voltado à gestão e à economia. Renan apostou em uma postura de confronto e em propostas de mudança na legislação trabalhista, enquanto Cury buscou se apresentar como alternativa à polarização e defendeu a manutenção de programas sociais com ajustes.
Caiado promete controle de gastos e juros a 6%
Ronaldo Caiado concentrou parte de suas intervenções na política econômica. O candidato criticou o governo Lula e afirmou que o Brasil precisa recuperar a confiança de empresários e investidores.
Entre as promessas apresentadas, disse que pretende conter despesas públicas e buscar condições para que a taxa de juros caia a 6%, com inflação entre 3% e 4%.
“Vou conter despesas e fazer com que a taxa de juros caia a 6% e a inflação fique em torno de 3% ou 4%”, afirmou. Os números representam metas apresentadas pelo candidato e dependeriam, caso eleito, de fatores econômicos e de decisões que não são controladas exclusivamente pelo Poder Executivo.
Caiado também abordou segurança pública. Segundo a avaliação posterior de um pequeno grupo de eleitores reunido pelo Instituto Travessia, uma das falas que mais agradou aos participantes foi a defesa de medidas mais duras contra a violência praticada contra mulheres, incluindo confisco de bens de agressores e aumento das penas conforme a gravidade da violência.
Renan Santos aposta no confronto
Renan Santos adotou o tom mais agressivo entre os participantes. Durante o debate, chegou a afirmar que não deseja o voto de parte dos eleitores de Lula, criticando aqueles que, em sua avaliação, apoiam o presidente mesmo diante das acusações feitas pela oposição.
O candidato também se posicionou contra a possibilidade de redução da jornada de trabalho sem redução salarial nos moldes discutidos pela proposta que busca acabar com a escala 6×1.
Renan defendeu uma nova reforma trabalhista que permita maior contratação por hora. Segundo ele, o modelo poderia aumentar a remuneração dos trabalhadores.
Na segurança pública, também apresentou medidas de endurecimento no combate às facções criminosas, entre elas a criação de grandes unidades prisionais.
O estilo de Renan dividiu as avaliações no grupo de eleitores acompanhado pelo Instituto Travessia: parte dos homens elogiou sua postura direta, enquanto mulheres participantes da dinâmica demonstraram maior rejeição ao tom considerado agressivo.
Cury defende Bolsa Família com ajustes
Augusto Cury afirmou que pretende manter o Bolsa Família caso seja eleito, mas defendeu mudanças nas regras do programa.
Segundo o candidato, trabalhadores que consigam emprego formal ou abram um Microempreendedor Individual (MEI) não deveriam perder imediatamente o benefício. Cury não detalhou, no debate, por quanto tempo essa proteção seria mantida.
O candidato também procurou distanciar seu discurso da polarização entre esquerda e direita e afirmou que o país vive um ambiente político radicalizado.
“O Brasil está dramaticamente doente, radicalizado, polarizado”, declarou.
Cury citou ainda a existência de 6,7 milhões de jovens que não trabalham nem estudam e abordou questões relacionadas à saúde mental. Em determinado momento, criticou o comportamento de Renan Santos e disse estar impressionado com o “nível de agressividade” do adversário.
Caiado teve melhor avaliação em grupo de 12 eleitores
Após o debate, uma dinâmica qualitativa realizada pelo Instituto Travessia com 12 eleitores de São Paulo apontou Caiado como o participante mais bem avaliado naquele grupo.
É importante destacar que o levantamento não é uma pesquisa eleitoral e não representa o conjunto do eleitorado brasileiro. Trata-se de um grupo reduzido, selecionado para acompanhar o debate e registrar impressões em tempo real.
Os participantes utilizavam cartões verdes, amarelos e vermelhos para indicar aprovação, neutralidade ou reprovação às falas. Caiado recebeu quase 60 avaliações positivas e apenas duas negativas ao longo da dinâmica, sendo descrito por parte dos participantes como “experiente”, “técnico” e “equilibrado”.
A dinâmica também registrou mudanças entre alguns eleitores que inicialmente declaravam voto em Flávio Bolsonaro. Dos três apoiadores do candidato do PL presentes no grupo, duas mulheres terminaram inclinadas a votar em Caiado, enquanto o terceiro passou a considerar também Renan Santos.
Entre os três eleitores inicialmente indecisos, dois terminaram a dinâmica demonstrando preferência por Renan, enquanto outro declarou apoio a Caiado.
Já os três participantes que declaravam voto em Lula mantiveram a preferência pelo presidente ao final do encontro.
Cury recebeu avaliações de que demonstrou boas intenções, mas alguns integrantes do grupo manifestaram dúvidas sobre sua capacidade de implementar propostas mais complexas.
Ausências também marcaram o debate
Além do desempenho dos três participantes, o primeiro encontro da campanha foi marcado pelas ausências dos candidatos que ocupam as duas primeiras posições nas pesquisas, Lula e Flávio Bolsonaro.
Romeu Zema também não compareceu.
Entre os 12 participantes da dinâmica do Instituto Travessia, a ausência de Lula não provocou mudança entre seus apoiadores. Já parte daqueles que inicialmente declaravam voto em Flávio manifestou frustração e passou a considerar outros nomes.
O resultado dessa dinâmica não permite projetar efeitos eleitorais em escala nacional, mas oferece um retrato qualitativo de como aquele pequeno grupo recebeu o primeiro confronto televisivo da campanha.
Fonte: Estadão
Imagem: Reprodução
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que pretende anunciar, nesta quarta-feira (26), o fim da chamada “taxa das blusinhas”, como ficou conhecida a cobrança de 20% de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50. A declaração foi dada em entrevista à Record, gravada e exibida […]
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que pretende anunciar, nesta quarta-feira (26), o fim da chamada “taxa das blusinhas”, como ficou conhecida a cobrança de 20% de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50.
A declaração foi dada em entrevista à Record, gravada e exibida na noite deste domingo (23). Lula disse que terá uma nova reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), antes do anúncio.
“Eu estive com o meu amigo Alcolumbre, quarta-feira tem uma reunião com ele, e nós vamos anunciar o fim da taxa das blusinhas, para o bem das pessoas que gostam de comprar coisinha pouca por 50 dólares”, afirmou o presidente. A reunião está prevista para quarta-feira (26).
Apesar da declaração, a cobrança já está temporariamente zerada desde maio. A medida, porém, ainda não é definitiva.
A Medida Provisória 1.357/2026 alterou as regras para as remessas internacionais e permitiu ao Ministério da Fazenda reduzir a zero a alíquota do Imposto de Importação incidente sobre compras de até US$ 50. A norma está em vigor, mas depende da aprovação do Congresso para ser transformada em lei.
O prazo termina em 8 de setembro. Caso deputados e senadores não aprovem a MP até essa data, a medida perde a validade e a cobrança de 20% poderá voltar. A tramitação enfrenta dificuldades no Congresso e ainda depende da análise da comissão mista responsável pela proposta.
A declaração de Lula, portanto, sinaliza uma tentativa de construir um acordo político para tornar permanente a isenção, mas não representa, por si só, a extinção definitiva da cobrança.
Além da tributação sobre compras internacionais, o presidente citou como prioridades nas negociações com o Congresso o fim da escala 6×1, a PEC da Segurança Pública e a regulamentação dos minerais críticos.
Durante a entrevista, Lula também abordou a situação econômica e criticou o nível do debate político atual. Como esses temas não estão diretamente relacionados à mudança na tributação das compras internacionais, ficaram fora do foco principal da matéria.
Fonte: Diário de Pernambuco
Imagem: Reprodução
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
Após não participar do primeiro debate presidencial das eleições de 2026, realizado na noite deste domingo (23), pela Band, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais para justificar a ausência e direcionou suas críticas ao presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que também não […]
Após não participar do primeiro debate presidencial das eleições de 2026, realizado na noite deste domingo (23), pela Band, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais para justificar a ausência e direcionou suas críticas ao presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que também não compareceu ao encontro.
Flávio afirmou que pretende participar de debates nos quais possa confrontar diretamente Lula. “Eu quero debater, mas quero debater com quem está destruindo o Brasil e piorando a sua vida”, declarou, em referência ao petista.
No mesmo horário do debate, Lula teve uma entrevista exibida pela Record. A ausência simultânea dos dois candidatos que lideram as pesquisas acabou se tornando um dos principais assuntos do primeiro confronto televisionado da campanha.
No vídeo, Flávio também mencionou as investigações que envolvem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente. Lulinha é alvo de inquéritos da Polícia Federal que apuram suspeitas de tráfico de influência. As investigações permanecem em andamento e não representam condenação.
O candidato do PL aproveitou a publicação para apresentar algumas de suas propostas de campanha. Entre elas, citou redução de impostos, diminuição de regras que considera burocráticas e o tratamento de facções criminosas como organizações terroristas.
Flávio também afirmou que não considera os candidatos presentes no debate seus principais adversários. “Eu respeito todos eles, mas eles definitivamente não são meus adversários. O meu adversário é quem está no poder”, disse.
Participaram do encontro promovido pela Band Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Além de Lula e Flávio, Romeu Zema (Novo) também não compareceu.
A ausência dos três foi criticada durante o próprio debate. Caiado e Renan, em especial, usaram parte de suas intervenções para questionar a decisão dos concorrentes de não participar do confronto.
A estratégia de Flávio de evitar o debate sem Lula também ocorre em um cenário no qual o senador disputa parcelas do eleitorado de direita com Caiado, Zema e Renan. O candidato do PL tem sinalizado que pretende concentrar o confronto eleitoral no atual presidente.
Fonte: Diário de Pernambuco
Imagem: Reprodução
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
Metade dos eleitores brasileiros acredita que outros países podem interferir nas eleições de 2026. É o que mostra pesquisa Datafolha realizada entre terça-feira (18) e quinta-feira (20), com 2.058 entrevistados em diferentes regiões do país. De acordo com o levantamento, 50% consideram possível algum tipo de interferência estrangeira no processo eleitoral brasileiro. Outros 43% afirmam […]
Metade dos eleitores brasileiros acredita que outros países podem interferir nas eleições de 2026. É o que mostra pesquisa Datafolha realizada entre terça-feira (18) e quinta-feira (20), com 2.058 entrevistados em diferentes regiões do país.
De acordo com o levantamento, 50% consideram possível algum tipo de interferência estrangeira no processo eleitoral brasileiro. Outros 43% afirmam não acreditar nessa possibilidade, enquanto 8% não souberam ou não responderam.
Entre todos os entrevistados, 32% dizem acreditar que a interferência pode ocorrer e consideram isso um problema. Outros 18% também veem possibilidade de intromissão de outros países, mas não consideram a situação problemática.
A percepção varia entre os eleitores dos dois candidatos que lideram a disputa presidencial.
Entre aqueles que declaram intenção de voto no presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 36% acreditam na possibilidade de interferência estrangeira e consideram que isso representaria um problema. Outros 9% veem possibilidade de interferência, mas dizem que ela não seria problemática. Já 46% dos eleitores de Lula não acreditam que outros países possam interferir no pleito.
No eleitorado do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), 24% acreditam que uma interferência poderia ocorrer e seria um problema. Outros 32% veem a possibilidade, mas não consideram que ela representaria um problema. Entre os eleitores de Flávio, 39% não acreditam em interferência estrangeira.
A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela Rede Globo. O Datafolha ouviu 2.058 eleitores entre os dias 18 e 20 de agosto, em locais de fluxo populacional.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04496/2026.
Fonte: Estadão
Imagem: Reprodução
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
Entre os compromissos de campanha cumpridos neste domingo (23) no Recife, o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou da inauguração de comitês de candidatos aliados. Em dois desses atos, concentrou o discurso em segurança pública e melhoria dos serviços oferecidos pelo Estado. Em um dos compromissos, João participou da inauguração do comitê […]
Entre os compromissos de campanha cumpridos neste domingo (23) no Recife, o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou da inauguração de comitês de candidatos aliados. Em dois desses atos, concentrou o discurso em segurança pública e melhoria dos serviços oferecidos pelo Estado.
Em um dos compromissos, João participou da inauguração do comitê de Álvaro Porto, candidato à reeleição para deputado estadual, e de Gabriel Porto, candidato a deputado federal. Durante o evento, apresentou como proposta para um eventual governo a integração de diferentes estruturas do Estado no enfrentamento às organizações criminosas.
Segundo João, o chamado Pacto Antifacção teria uma estrutura de inteligência destinada a acompanhar movimentações financeiras e integrar ações de segurança, fiscalização e combate à lavagem de dinheiro.
“Pernambuco precisa que o Estado lidere e tenha protagonismo na pauta de combate às facções. A gente vai lançar o Pacto Antifacção, com uma estrutura de inteligência para rastrear dinheiro e integrar políticas públicas na área fiscal e de monitoramento da lavagem de dinheiro e dos recursos do crime”, afirmou.
Durante o mesmo ato, Álvaro Porto e Gabriel Porto defenderam suas candidaturas proporcionais e manifestaram apoio a João na disputa pelo Governo do Estado.
Em outro compromisso no Centro do Recife, João participou da inauguração do comitê de Dani Portela (PT), candidata à reeleição para deputada estadual.
No evento, o candidato ao Governo defendeu investimentos em educação, segurança e outros serviços públicos, além de políticas destinadas às mulheres e a diferentes segmentos da população.
João também voltou a destacar a aliança política com o presidente Lula (PT) e afirmou que pretende buscar parcerias com o Governo Federal caso seja eleito governador.
Dani Portela abordou a participação de mulheres e de diferentes segmentos sociais na política e relembrou sua trajetória ligada aos movimentos sociais.
João também mencionou as divergências políticas que já teve com Dani em eleições anteriores e afirmou que a atual aliança foi construída apesar das diferenças existentes entre os dois.
Os dois atos reuniram integrantes da chapa majoritária da Frente Popular, parlamentares, candidatos proporcionais e outras lideranças. Entre os presentes estiveram o prefeito do Recife, Victor Marques; o candidato a vice-governador Carlos Costa; a senadora Teresa Leitão; os candidatos ao Senado Humberto Costa e Marília Arraes, além de outros aliados.
Foto: Edson Holanda
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
Em mais uma agenda política, a candidata à reeleição ao Governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), cumpriu compromissos de campanha neste domingo (23), em Macaparana e Carpina, na Mata Norte. Durante os atos, a governadora apresentou ações de sua gestão na região, anunciou novos investimentos e pediu apoio à continuidade do mandato. Em Macaparana, Raquel […]
Em mais uma agenda política, a candidata à reeleição ao Governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), cumpriu compromissos de campanha neste domingo (23), em Macaparana e Carpina, na Mata Norte. Durante os atos, a governadora apresentou ações de sua gestão na região, anunciou novos investimentos e pediu apoio à continuidade do mandato.
Em Macaparana, Raquel participou de um ato ao lado do prefeito Paquinha e de aliados políticos. No discurso, destacou investimentos realizados pelo Governo do Estado e afirmou que pretende ampliar a presença da gestão estadual nos municípios da Mata Norte.
A candidata também fez referência à história política do município, que teve Anita Moraes como a primeira mulher eleita prefeita em Pernambuco, relacionando o episódio à sua própria condição de primeira mulher a governar o Estado.
“O que nos move não é estar no cargo, é fazer o cargo servir ao povo”, afirmou Raquel durante o ato.
Ainda em Macaparana, a governadora defendeu a reeleição do deputado estadual Antônio Moraes (PSD). O candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP) também participou da agenda e reiterou apoio à candidatura de Raquel.
Depois, em Carpina, a candidata participou de outro ato político ao lado da prefeita Eduarda Gouveia e apresentou ações nas áreas de infraestrutura, abastecimento de água e mobilidade.
Raquel afirmou que estão previstos novos investimentos em pavimentação, creches e abastecimento de água, além da reestruturação do Estádio Paulo Petribu, o Carpinão. Segundo a governadora, também está em preparação o projeto para duplicação de um trecho da PE-90 no município.
“A gente vai continuar investindo nas nossas rodovias, sim, e a duplicação da parte de Carpina na PE-90 está no forno”, declarou.
Os candidatos a deputado federal Marcelo Gouveia (Podemos) e a deputado estadual Gustavo Gouveia também participaram da programação em Carpina e defenderam a reeleição da governadora.
As agendas reuniram ainda prefeitos da Mata Norte, candidatos proporcionais e integrantes da chapa majoritária de Raquel.
Fotos: Yacy Ribeiro\Miva Filho
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026 começou, na noite deste domingo (23), sem os dois nomes que lideram as pesquisas de intenção de voto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) decidiram não participar do encontro promovido pela Band. Romeu Zema […]
O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026 começou, na noite deste domingo (23), sem os dois nomes que lideram as pesquisas de intenção de voto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) decidiram não participar do encontro promovido pela Band.
Romeu Zema (Novo) também desistiu de comparecer. Com as três ausências, participaram do debate apenas Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante).
A imagem dos púlpitos vazios acabou se tornando um dos principais símbolos do primeiro confronto televisionado da campanha presidencial. A Band manteve no cenário os lugares destinados aos candidatos que haviam sido convidados, mesmo após as desistências.
As ausências de Lula e Flávio chamam atenção porque os dois concentram atualmente a maior parte das intenções de voto. No Datafolha divulgado na sexta-feira (21), Lula apareceu com 39%, enquanto Flávio registrou 33%.
Por que Lula não foi?
A decisão de Lula envolve cálculo eleitoral. A avaliação dentro da campanha petista é de que, como presidente e candidato à reeleição, ele poderia se transformar no principal alvo dos demais concorrentes durante um debate de primeiro turno.
A equipe do presidente também manifestou insatisfação com a composição do encontro, argumentando que a Band convidou candidatos que não precisariam obrigatoriamente participar segundo os critérios estabelecidos pela legislação eleitoral.
Lula já havia indicado que selecionaria os debates dos quais pretende participar ao longo da campanha. No mesmo horário do encontro da Band, o presidente concedeu entrevista à Record.
Flávio também evita confronto sem Lula
Flávio Bolsonaro adotou estratégia semelhante, mas com outra lógica. O candidato do PL afirmou que participaria do debate caso Lula também estivesse presente.
Sem o presidente no palco, Flávio ficaria como candidato mais bem colocado nas pesquisas e poderia se tornar o principal alvo dos adversários.
Há ainda uma disputa interna no campo da direita. Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos concorrem por parcelas de um eleitorado que Flávio precisará atrair especialmente em uma eventual disputa de segundo turno. Entrar em confronto direto com esses candidatos neste momento pode representar um risco adicional para sua campanha.
Zema também desistiu
A ausência de Lula e Flávio provocou ainda a desistência de Romeu Zema.
A equipe do candidato do Novo argumentou que o debate havia sido transferido originalmente de 16 para 23 de agosto diante da possibilidade de participação de Lula. Com a confirmação da ausência do presidente, Zema afirmou que a alteração perdeu o propósito e decidiu não comparecer.
Ausências viram alvo dos presentes
A repercussão começou antes mesmo do início do programa.
Ronaldo Caiado criticou a decisão dos adversários e classificou os ausentes como “fujões”. Renan Santos levou fraldas com os nomes de Lula e Flávio Bolsonaro como forma de provocação.
Augusto Cury chegou a anunciar, na porta da emissora, que também deixaria o encontro em protesto contra a ausência dos dois líderes das pesquisas. Pouco depois, voltou atrás e participou do programa.
Mesmo sem Lula e Flávio no estúdio, as ausências não impediram que os dois fossem mencionados durante o confronto. Lula, principalmente, tornou-se alvo de críticas dos candidatos presentes.
Debates perdem protagonistas, mas abrem espaço para outros candidatos
A ausência simultânea dos dois principais candidatos altera a função eleitoral do primeiro debate. O eleitor perde a oportunidade de observar um confronto direto entre Lula e Flávio e de comparar como os dois respondem, sem o ambiente controlado da propaganda eleitoral, a questionamentos dos adversários.
Para os candidatos que aparecem mais distantes nas pesquisas, entretanto, o cenário abre uma oportunidade de exposição.
Ronaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury tiveram mais espaço para apresentar propostas e buscar protagonismo justamente pela ausência dos favoritos.
Na avaliação de cientistas políticos ouvidos pela BBC Brasil, debates continuam sendo importantes por obrigarem candidatos a enfrentar o contraditório. Ao mesmo tempo, o crescimento das redes sociais mudou a estratégia das campanhas: uma resposta ruim, uma gafe ou um confronto podem produzir vídeos que circulam durante dias e alcançar um público muito maior que o da transmissão original.
Esse risco ajuda a explicar por que candidatos em posições mais favoráveis nas pesquisas podem considerar eleitoralmente mais seguro evitar determinados encontros.
A tendência, até agora, é que Lula e Flávio sejam mais seletivos na participação nos próximos debates. O último grande confronto antes do primeiro turno está previsto para 1º de outubro, na TV Globo.
Fonte: BBC Brasil
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
Na manhã deste domingo (23), a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou de uma caminhada no bairro de Nova Descoberta, na Zona Norte do Recife, onde colocou as políticas de habitação e de contenção de encostas entre os temas centrais de seu discurso de campanha. Raquel afirmou que pretende ampliar as ações […]
Na manhã deste domingo (23), a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou de uma caminhada no bairro de Nova Descoberta, na Zona Norte do Recife, onde colocou as políticas de habitação e de contenção de encostas entre os temas centrais de seu discurso de campanha.
Raquel afirmou que pretende ampliar as ações destinadas às famílias que vivem em áreas de risco. Durante a fala, voltou a destacar a parceria de sua gestão com o governo do presidente Lula (PT) para investimentos nessas áreas.
Segundo os números apresentados pela candidata, 26 mil moradias foram entregues em Pernambuco e mais de R$ 500 milhões estão sendo investidos em intervenções em morros e encostas.
“A gente não vai descansar enquanto quem mora aqui não tiver o direito de viver em uma habitação com segurança, com água, sem medo de chuva”, afirmou.
A governadora esteve acompanhada da vice-governadora e candidata à reeleição Priscila Krause (PSD) e dos candidatos ao Senado Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), além de prefeitos, vereadores e candidatos proporcionais aliados.
Após a caminhada em Nova Descoberta, Raquel seguiu para o bairro do Pina, também no Recife, onde participou da inauguração do comitê do candidato a deputado estadual Wanderson Florêncio.
No evento, a governadora pediu apoio à candidatura de Wanderson à Assembleia Legislativa e mobilização dos apoiadores em torno de sua própria campanha à reeleição.
A agenda deste domingo fez parte da programação eleitoral da chapa de Raquel na capital pernambucana.
Foto: Divulgação
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
Neste domingo (23), o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a defender a construção de um Hospital Geral Metropolitano com mais de 900 leitos durante agenda de campanha no Recife. A proposta integra o programa apresentado pelo candidato para a área da saúde e, segundo a campanha, seria executada em parceria com […]
Neste domingo (23), o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a defender a construção de um Hospital Geral Metropolitano com mais de 900 leitos durante agenda de campanha no Recife. A proposta integra o programa apresentado pelo candidato para a área da saúde e, segundo a campanha, seria executada em parceria com o Governo Federal.
João apresentou a proposta durante o lançamento da candidatura de Romerinho Jatobá (PSB) a deputado estadual, no Centro da capital pernambucana. Ao falar sobre saúde, o candidato relacionou o projeto à experiência de sua gestão à frente da Prefeitura do Recife e citou o Hospital da Criança, inaugurado neste ano.
“Eu ainda não tenho filho, mas fiz um hospital para cuidar do filho de todo mundo, que é o Hospital da Criança. E agora, junto com o ministro Padilha e o presidente Lula, nós vamos fazer, no Governo de Pernambuco, o maior hospital da história do Estado: o Hospital Geral Metropolitano, com mais de 900 leitos e a maior emergência do Nordeste”, afirmou.
De acordo com a proposta apresentada pela campanha, a nova unidade teria mais de 900 leitos e seria voltada ao atendimento da Região Metropolitana do Recife. João afirmou ainda que pretende buscar apoio do presidente Lula e do Ministério da Saúde para viabilizar o empreendimento caso seja eleito.
O candidato também disse que pretende utilizar a ampliação da rede hospitalar para reduzir a demanda por procedimentos cirúrgicos na Região Metropolitana. Segundo ele, a meta seria chegar à eliminação da fila de cirurgias.
A campanha estima ainda que a implantação do Hospital Geral Metropolitano poderia gerar cerca de 5 mil empregos. Tanto o número de postos de trabalho quanto a capacidade anunciada para a unidade fazem parte das projeções apresentadas pelo candidato e dependem da execução do projeto.
O evento deste domingo reuniu ainda o prefeito do Recife, Victor Marques; o candidato a vice-governador Carlos Costa; a candidata ao Senado Marília Arraes; o candidato à reeleição para deputado federal Pedro Campos; e o vereador do Recife e candidato a deputado federal Rinaldo Júnior, além de outras lideranças.
Foto: Edson Holanda
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
O PL terá a maior parcela do Fundo Especial de Financiamento de Campanha nas eleições de 2026. A legenda terá direito a cerca de R$ 881,7 milhões dos quase R$ 5 bilhões de recursos públicos destinados ao financiamento das campanhas. A definição ocorre após o Tribunal Superior Eleitoral encerrar, na última terça-feira (18), uma ação […]
O PL terá a maior parcela do Fundo Especial de Financiamento de Campanha nas eleições de 2026. A legenda terá direito a cerca de R$ 881,7 milhões dos quase R$ 5 bilhões de recursos públicos destinados ao financiamento das campanhas.
A definição ocorre após o Tribunal Superior Eleitoral encerrar, na última terça-feira (18), uma ação apresentada pelo PT que questionava parte do cálculo da distribuição. A desistência do partido permitiu a liberação de aproximadamente R$ 2,3 bilhões que estavam retidos enquanto o processo permanecia pendente.
O PT terá a segunda maior parcela do fundo, com R$ 615,4 milhões. Na sequência aparecem União Brasil, com R$ 526,2 milhões; PSD, com R$ 421 milhões; e PP, com R$ 417 milhões.
Somados, PL e PT concentram aproximadamente R$ 1,5 bilhão, o equivalente a 30,2% dos R$ 4,961 bilhões disponíveis no Fundo Eleitoral deste ano.
Por que parte do dinheiro estava retida?
O PT havia recorrido ao TSE para questionar o número de deputados considerado no cálculo de uma das parcelas do fundo. A legenda defendia que fossem contabilizados 69 deputados federais eleitos em 2022, e não 68.
Se a tese fosse aceita, a parcela total destinada ao partido poderia subir dos atuais R$ 615,4 milhões para cerca de R$ 620 milhões.
Como 48% do Fundo Eleitoral são distribuídos proporcionalmente ao número de representantes eleitos para a Câmara dos Deputados, uma eventual alteração no cálculo do PT afetaria também os valores destinados às demais legendas.
Durante o julgamento, a ministra Estela Aranha pediu vista, interrompendo a análise. Posteriormente, o PT desistiu da ação, e o processo foi extinto sem julgamento do mérito. Com isso, foi mantida a divisão divulgada pelo TSE em junho.
Como funciona a divisão
O Fundo Eleitoral é formado por recursos públicos e será de R$ 4.961.519.777 nas eleições deste ano.
Pela legislação, 2% são divididos igualmente entre os partidos registrados no TSE; 35% levam em conta os votos obtidos pelas legendas na última eleição para a Câmara; 48% são distribuídos conforme o número de deputados federais eleitos; e 15% consideram a representação partidária no Senado.
Fonte: CNN Brasil
Imqgem: Reprodução
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
As investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o financiamento do filme “Dark Horse”, sobre a trajetória de Jair Bolsonaro (PL), passaram a alimentar uma nova frente de confronto entre oposição e governo durante a campanha eleitoral. De um lado, parlamentares da oposição […]
As investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o financiamento do filme “Dark Horse”, sobre a trajetória de Jair Bolsonaro (PL), passaram a alimentar uma nova frente de confronto entre oposição e governo durante a campanha eleitoral.
De um lado, parlamentares da oposição articulam a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar suspeitas relacionadas a Lulinha. Do outro, integrantes da base governista cobram esclarecimentos sobre recursos destinados à produção da cinebiografia de Bolsonaro e a possível participação do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) nas tratativas.
Lulinha é investigado pela Polícia Federal em três inquéritos que apuram suspeitas de tráfico de influência e corrupção envolvendo interesses de empresas junto ao governo federal. As apurações estão em andamento e não representam condenação.
Entre as frentes investigadas está a suspeita de atuação de Lulinha e da lobista Roberta Luchsinger em favor de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, em possíveis negócios relacionados ao Ministério da Saúde e a medicamentos à base de canabidiol.
O presidente Lula tem afirmado publicamente que o filho deve permanecer à disposição das autoridades e responder por seus atos caso alguma irregularidade seja comprovada.
Oposição busca CPMI
No Congresso, o senador Carlos Viana (PSD-MG) iniciou a coleta de assinaturas para uma CPMI destinada a investigar as suspeitas envolvendo Lulinha.
Para que o requerimento possa ser apresentado, são necessárias as assinaturas de pelo menos 27 senadores e 171 deputados federais. Flávio Bolsonaro está entre os parlamentares que apoiaram a iniciativa.
Viana também pediu à Polícia Federal informações sobre a localização de Lulinha, que vive em Madri, na Espanha, e solicitou ao Supremo Tribunal Federal a preservação de provas relacionadas às investigações.
O senador anunciou ainda que pretende apresentar pedido para convocar o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para prestar esclarecimentos sobre possíveis tratativas envolvendo interesses privados dentro da pasta.
Mesmo com a obtenção das assinaturas necessárias, a instalação de uma CPMI depende de procedimentos no Congresso e pode encontrar dificuldades durante o período eleitoral, quando as atividades legislativas costumam ser reduzidas.
Governo volta atenção para “Dark Horse”
Enquanto a oposição concentra esforços sobre Lulinha, integrantes da base governista retomaram questionamentos sobre o financiamento de “Dark Horse”.
A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), encaminhou ofícios à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República solicitando informações sobre investigações relacionadas ao financiamento do filme.
As tratativas para a produção envolveriam até R$ 134 milhões. Desse montante, aproximadamente R$ 61 milhões teriam sido efetivamente destinados ao projeto pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.
Em julho, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a abertura de inquérito para apurar os repasses. A investigação busca esclarecer a origem e o destino dos recursos e se houve eventual irregularidade ou contrapartida relacionada a Flávio Bolsonaro.
A existência de uma investigação não significa que os envolvidos tenham cometido crime.
Flávio afirmou anteriormente que os valores recebidos foram destinados integralmente à produção do filme e declarou disposição para tornar público o contrato relacionado ao financiamento. A prestação de contas mencionada pelo senador, porém, ainda não havia sido divulgada publicamente até a publicação das informações.
Disputa chega à campanha presidencial
Os dois casos passaram também a integrar a estratégia eleitoral dos principais grupos políticos.
O Datafolha divulgado na sexta-feira (21) mostrou Lula com 39% das intenções de voto no primeiro turno e Flávio Bolsonaro com 33%. As campanhas acompanham a repercussão das investigações e seus possíveis efeitos sobre o eleitorado.
As apurações envolvendo Lulinha e o financiamento de “Dark Horse” permanecem em andamento e, até o momento, não há conclusão definitiva sobre eventual responsabilidade criminal nos casos.
Fonte: CNN Brasil
Imagem: Reprodução
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu neste sábado (22), uma agenda de campanha que passou pela Mata Sul e terminou com atos políticos no Recife e em Olinda. Ao longo do dia, João apresentou propostas, fez críticas à gestão da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) e participou do […]
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu neste sábado (22), uma agenda de campanha que passou pela Mata Sul e terminou com atos políticos no Recife e em Olinda. Ao longo do dia, João apresentou propostas, fez críticas à gestão da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) e participou do lançamento de candidaturas de aliados à Assembleia Legislativa.
Em Tamandaré, após compromissos também realizados em Ribeirão e Xexéu, João participou de uma caminhada e de um ato político com lideranças locais e integrantes de sua chapa.
Durante o discurso, o candidato voltou a criticar o uso de uma aeronave oficial do Governo de Pernambuco em deslocamentos de Raquel e de integrantes da administração estadual.
A crítica envolve um King Air 260 adquirido pelo Estado por R$ 64,3 milhões, com recursos da Secretaria de Defesa Social, e equipado para operações aeromédicas. A aeronave também foi utilizada em viagens oficiais da governadora.
Quando o caso ganhou repercussão, o Governo de Pernambuco negou desvio de finalidade e afirmou que a frota aérea estadual pode ser empregada em atividades administrativas, de saúde e de segurança pública, dentro das normas previstas.
João também retomou propostas apresentadas durante a campanha, entre elas a isenção do IPVA para motocicletas de até 180 cilindradas e a suspensão da cobrança da conta de água para famílias inscritas na tarifa social durante períodos de rodízio no abastecimento.
Na área econômica, defendeu ampliar para outros municípios da Mata Sul os efeitos da atividade do Complexo Industrial Portuário de Suape, com foco na atração de investimentos e geração de empregos.
A agenda em Tamandaré reuniu o prefeito Carrapicho (Republicanos), o vice-prefeito Irmão Valdi (PSB), o candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), a candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), o deputado estadual Romero Sales Filho (PSD) e outras lideranças.
À noite, João seguiu para Santo Amaro, no Recife, onde participou do lançamento da candidatura de Ivete Caetano (PT) a deputada estadual. O ato reuniu candidatos, militantes, representantes de movimentos sociais e nomes da cultura pernambucana.
Durante o encontro, João voltou a associar sua candidatura à campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e defendeu a eleição de aliados para a Assembleia Legislativa.
A senadora Teresa Leitão (PT) também participou do evento. Ivete apresentou educação, saúde e valorização dos serviços públicos entre os temas que pretende levar para sua campanha à Alepe.
Depois, João seguiu para Olinda, onde participou do lançamento da candidatura de Vini Castello (PCdoB) a deputado estadual, no Largo do Amparo.
Ex-vereador e candidato à Prefeitura de Olinda em 2024, Vini disputa uma vaga na Assembleia Legislativa. O ato contou ainda com a presença de Marília Arraes, da ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos (PCdoB), e de outras lideranças políticas.
Nos compromissos da noite, João reforçou a vinculação de sua chapa estadual com Lula e com os partidos que integram a Frente Popular de Pernambuco.
Fotos: Marlon Diego
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
A pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira (21), também detalhou como os principais candidatos à Presidência da República se saem entre diferentes segmentos do eleitorado. Os recortes consideram região, gênero, idade, renda, escolaridade, religião, raça e posicionamento político. Os dados são referentes ao cenário de primeiro turno que inclui Pablo Marçal (PRTB). Nesse cenário geral, Lula […]
A pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira (21), também detalhou como os principais candidatos à Presidência da República se saem entre diferentes segmentos do eleitorado. Os recortes consideram região, gênero, idade, renda, escolaridade, religião, raça e posicionamento político.
Os dados são referentes ao cenário de primeiro turno que inclui Pablo Marçal (PRTB). Nesse cenário geral, Lula (PT) aparece com 39% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro (PL), com 32%. Como a margem de erro varia de acordo com cada segmento pesquisado, diferenças pequenas dentro dos grupos devem ser interpretadas com cautela.
Nordeste concentra maior vantagem de Lula
O Nordeste é a região em que Lula apresenta seu melhor desempenho. O presidente registra 52% das intenções de voto, contra 24% de Flávio Bolsonaro.
Nas demais regiões, os números ficam mais próximos. No Sudeste, Flávio aparece com 35% e Lula, com 34%. No Sul, são 38% para Flávio e 35% para Lula. No recorte que reúne Norte e Centro-Oeste, Flávio tem 35% e Lula, 34%.
Entre as mulheres, Lula registra 42% das intenções de voto, contra 28% de Flávio. Entre os homens, Flávio aparece numericamente à frente, com 36%, enquanto Lula tem 35%.
Renda e escolaridade mostram diferenças
Entre os eleitores com renda de até dois salários mínimos, Lula tem 46% e Flávio Bolsonaro, 26%.
O cenário se inverte nas faixas de renda superiores. Entre quem recebe mais de dois e até cinco salários mínimos, Flávio registra 38%, contra 30% de Lula. Acima de cinco salários mínimos, o candidato do PL tem 42%, e Lula, 35%.
Também há diferenças conforme a escolaridade. Lula chega a 50% entre eleitores com ensino fundamental, enquanto Flávio tem 24%.
Entre aqueles com ensino médio, Flávio registra 38% e Lula, 33%. No ensino superior, Lula aparece com 37% e Flávio, com 32%.
Católicos e evangélicos apresentam cenários distintos
A religião é um dos recortes com diferenças mais acentuadas.
Entre os católicos, Lula registra 46% das intenções de voto, contra 27% de Flávio Bolsonaro.
Entre os evangélicos, ocorre o inverso: Flávio aparece com 47%, enquanto Lula tem 23%.
Por idade, Lula registra 36% entre eleitores de 16 a 24 anos, contra 32% de Flávio. Nesse grupo, Renan Santos (Missão) alcança 11%, seu maior percentual entre as faixas etárias divulgadas.
Lula amplia sua vantagem entre os eleitores mais velhos. Na faixa de 45 a 59 anos, tem 40%, contra 31% de Flávio. Entre pessoas com 60 anos ou mais, registra 45%, enquanto o candidato do PL tem 32%.
Diferenças também aparecem no recorte por raça
Entre eleitores que se declaram pretos, Lula tem 47% e Flávio Bolsonaro, 28%. Entre pardos, os percentuais são de 40% e 30%, respectivamente.
Entre os brancos, Flávio aparece numericamente com 36%, contra 35% de Lula.
Polarização aparece entre eleitores alinhados
O levantamento também dividiu os entrevistados conforme o posicionamento político.
Entre os classificados como petistas, Lula registra 80% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro, 5%.
Entre os bolsonaristas, Flávio tem 74%, enquanto Lula aparece com 5%.
Já entre os eleitores classificados como não alinhados, a disputa fica mais dispersa. Flávio registra 21%, Lula, 19%, Renan Santos, 10%, Ronaldo Caiado (PSD), 7%, Romeu Zema (Novo), 6%, e Pablo Marçal, 5%.
O Datafolha ouviu 2.058 pessoas com 16 anos ou mais. O nível de confiança é de 95%, e a margem de erro varia conforme o segmento analisado.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04496/2026.
Fonte: g1
Imagem: Reprodução
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
A Coluna perguntou ao diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, qual sua visão sobre a pesquisa Datafolha, divulgada na noite da última sexta-feira. Ronald confirma a percepção de que o efeito psicológico da pesquisa favoreceu Raquel Lyra e seus aliados. Isso porque mesmo a manutenção média da vantagem – eram 6%, hoje 7% – mantém […]
A Coluna perguntou ao diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, qual sua visão sobre a pesquisa Datafolha, divulgada na noite da última sexta-feira.
Ronald confirma a percepção de que o efeito psicológico da pesquisa favoreceu Raquel Lyra e seus aliados.
Isso porque mesmo a manutenção média da vantagem – eram 6%, hoje 7% – mantém a impressão de quadro inalterado e, pela primeira vez, com sua liderança além da margem de erro.
“Sob o aspecto psicológico, a pesquisa é muito positiva pra governadora. É a primeira pesquisa após a virada onde ela lidera fora da margem de erro”.
Ele diz que outro dado positivo é que ela tem aprovação de 66%, com ótimo e bom de 50%. “Isso cria uma espécie de escudo em relação aos questionamentos da oposição.
Claro, Ronald destaca que isso não tira o equilíbrio da disputa e que João está confiando em fatos como a vinda de Lula e o início do guia no rádio e na TV. “Vai apostar numa total vinculação com o Lulismo, numa vinda do presidente a Pernambuco, no guia eleitoral pra fazer uma defesa da gestão dele no Recife e no Eduardismo, já que pra muitos pernambucanos , Eduardo foi o maior governador da história de Pernambuco”.
Para Falabella, se isso será capaz de transpor o escudo que Raquel criou com avaliação de governo, com o discurso de “pernambuquismo”, até explorando a relação com Lula, só o curso da campanha vai dizer. “Há de se considerar também o imponderável da política, um fato novo, por exemplo”.
“Hoje, de fato essa pesquisa gera um ambiente de favoritismo, algo normal para o número. Acredito entretanto que o processo continuará com esse equilíbrio até o final. Na indica que ela vai alargar essa diferença”.
Ronald teve o cuidado de fazer a conta de quantos votos essa diferença representa hoje: cerca de 400 mil votos.
Onde estão os debates de Pernambuco?
No Estado, há muita expectativa para os debates com candidatos ao governo do Estado. A Band Tribuna não foi inclusa na primeira rodada de embates. A expectativa é de que haja pelo menos dois debates televisivos e quatro em rádios, dois no Recife e dois em Caruaru.
Resposta
O opositor Gleibson Martins foi dizer na Rádio Pajeú que a candidatura de Anchieta Patriota foi criada “pra encher linguiça”. A fala gerou uma reação de aliados do candidato socialista Federal, que já pediu direito de resposta para esta segunda, no mesmo horário.
Fogo cruzado
Pegou fogo o debate entre os coordenadores das campanhas de Raquel Lyra, Fredson Britto, e João Campos, Adelmo Moura, no programa Pajeú nas Eleições, com Juliana Lima. Sobrou até pra Eduardo Campos. Adelmo fez a defesa do falecido governador e seu investimento na saúde. Fredson entretanto, disse que ele não fez reformas no nível de Raquel na Restauração, Otávio de Freitas e outras unidades. Rolou até cantada de aposta:
Nos grupos de Afogados, bolsonaristas comemoraram o anúncio dos vereadores governistas. Como o Corujão do Pepeu antecipou e o blog confirmou, estarão com Mendonça Vicentinho, Gal Mariano, Mário Martins, Cícero Miguel, Cancão, Douglas Eletricista e Simone da Feira. Mendonça promete ser o calo pernambucano de Lula no Senado, caso o presidente seja reeleito. Em uma rede social, o candidato a Deputado Wellington Júnior, da direita, ironizou: “viraram fascistas?”
Burburinho
Nas redes sociais, aliados de Zé Negão lamentaram sua ausência no adesivaço de Danilo Simões, candidato a Federal, ontem. Segundo aliados de Danilo, Edson Henrique participou normalmente da atividade. Também que a agenda foi planejada poucas horas antes da atividade. Há uma divisão nos Estaduais dos dois: Zé e Edson com Marconi e Danilo com Romero Sales Filho.
Os folclóricos
Nomes curiosos de candidatos esse ano: Já Morreu (PSB), Caio Marx (PSTU), Taxista Samurai (PDT), Flávio Caça Rato (MDB), Galo Cego (PSD), Bhio de Dois Leões (REDE), Irmão Bob do Taxi (PSB) e Carneirinho Defensor dos Motor (DC).
O debate de Arcoverde
Arcoverde também é uma das cidades divididas entre votar em nomes alinhados com o prefeito Zeca Cavalcanti, que apoia Gustavo e Marcelo Gouveia, e a garantia de elegibilidade, contra os nomes da terra, Luciano Pacheco, Israel Guerra, João do Skate, Olavo Bandeira e Já Morreu. Os da terra chamam os nomes governistas de “forasteiros”. Em troca, Célia Galindo, aliada de Zeca, diz que “da terra só minhoca”.
Frase da semana:
“Eu aposto R$ 10 mil como tem gente agora nos corredores da Restauração”.
De Adelmo Moura, do PSB, desafiando Fredson Britto (Republicanos) na Rádio Pajeú. “Qual foi a reforma de hospital que ele (Eduardo) fez?” – cutucou Fredson.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu agenda de campanha neste sábado (22), em Xexéu, na Mata Sul. Durante a passagem pelo município, participou de caminhada, adesivaço, ato político e encontro com lideranças locais. No discurso, João voltou a defender uma eventual atuação conjunta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva […]
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu agenda de campanha neste sábado (22), em Xexéu, na Mata Sul. Durante a passagem pelo município, participou de caminhada, adesivaço, ato político e encontro com lideranças locais.
No discurso, João voltou a defender uma eventual atuação conjunta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) caso seja eleito governador e apresentou propostas relacionadas à geração de empregos, abastecimento de água e redução de impostos.
Entre as medidas citadas está a isenção do IPVA para motocicletas de até 180 cilindradas. A proposta já havia sido apresentada anteriormente pelo candidato e, segundo ele, seria aplicada a todos os veículos enquadrados nessa faixa.
João também mencionou a política que denomina “sem água, sem conta”, direcionada a famílias inscritas na tarifa social que enfrentem períodos de rodízio no abastecimento, e defendeu ampliar os efeitos econômicos da atividade do Porto de Suape para outras áreas do Estado.
Na área econômica, o candidato afirmou que pretende estimular a chegada de indústrias e ampliar oportunidades de emprego no interior e na Mata Sul.
Durante a agenda, João voltou a associar sua candidatura à de Lula. “Teremos a oportunidade de fazer um grande trabalho tendo, pela última vez, Lula como presidente e estando ao lado dele”, afirmou.
João foi recebido por Pino Mendes, liderança política local. Também participaram da agenda o candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), a candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), o deputado federal Pedro Campos (PSB) e o deputado estadual Junior Matuto (Republicanos).
A passagem por Xexéu fez parte do roteiro de campanha de João Campos pela Mata Sul neste sábado.
Foto: Marlon Diego
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou, na sexta-feira (21), de um ato político em Itapissuma, no Litoral Norte de Pernambuco. A agenda ocorreu no Pátio Municipal de Eventos Dona Irene, durante a inauguração do comitê de campanha de Zé de Irmã Têca (PSD), candidato a deputado estadual. Durante o encontro, Raquel […]
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou, na sexta-feira (21), de um ato político em Itapissuma, no Litoral Norte de Pernambuco. A agenda ocorreu no Pátio Municipal de Eventos Dona Irene, durante a inauguração do comitê de campanha de Zé de Irmã Têca (PSD), candidato a deputado estadual.
Durante o encontro, Raquel apresentou ações e projetos de sua gestão direcionados ao município e à região. Entre os investimentos citados estão o Hospital da Mulher, uma Escola Técnica Estadual, o Mercado Público, creches e intervenções nas rodovias PE-031 e PE-035.
A candidata também mencionou ações nas áreas de saúde, habitação, iluminação pública, recursos hídricos, desenvolvimento econômico e assistência social, além dos programas Cozinha Comunitária e Mães de Pernambuco.
Em seu discurso, Raquel associou as obras e projetos à estratégia de ampliar os investimentos estaduais no Litoral Norte e afirmou que pretende dar continuidade às ações em um eventual segundo mandato.
O ato também contou com as presenças dos candidatos ao Senado Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula (PSD), e do deputado federal e candidato à reeleição Clodoaldo Magalhães (PV).
Ex-prefeito de Itapissuma, Zé de Irmã Têca destacou durante o evento a parceria política com Raquel. O atual prefeito do município, Júnior de Irmã Têca, também participou da agenda.
O candidato a deputado federal MC Leozinho (PSDB) e outras lideranças políticas locais e estaduais estiveram no encontro.
Foto: Beto Figueiroa
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
A Justiça de Pernambuco condenou Davi Fernando Ferreira Graciano a 22 anos e dois meses de prisão pelo homicídio do colunista social Antônio Marcolino de Barros Filho, conhecido como Marcolino Júnior. O julgamento ocorreu na sexta-feira (21), na 4ª Vara do Tribunal do Júri da Capital, no Recife. Davi foi condenado por homicídio triplamente qualificado. […]
A Justiça de Pernambuco condenou Davi Fernando Ferreira Graciano a 22 anos e dois meses de prisão pelo homicídio do colunista social Antônio Marcolino de Barros Filho, conhecido como Marcolino Júnior. O julgamento ocorreu na sexta-feira (21), na 4ª Vara do Tribunal do Júri da Capital, no Recife.
Davi foi condenado por homicídio triplamente qualificado. De acordo com o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), foram reconhecidas as qualificadoras de paga ou promessa de recompensa, emprego de meio cruel e recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima.
O crime aconteceu em 16 de abril de 2016, em Caruaru. Segundo a denúncia do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Davi trabalhava para Marcolino e teria contratado Rafael Leite da Silva por R$ 14 mil para executar o crime.
A acusação sustentou que Davi tinha acesso a informações financeiras do colunista e estaria insatisfeito com a remuneração que recebia. Antes do resultado do julgamento, a defesa contestou essa versão. O advogado Madson Aquino afirmou que Davi era ajudado financeiramente por Marcolino e não tinha acesso ao dinheiro da vítima.
Rafael Leite da Silva, apontado como executor do homicídio, já havia sido julgado em junho de 2017 pelo Tribunal do Júri de Caruaru e condenado a 30 anos e cinco meses de prisão por homicídio triplamente qualificado.
As investigações começaram após o desaparecimento de Marcolino, então com 46 anos, em 16 de abril de 2016. O corpo foi encontrado dois dias depois, na zona rural de Sairé, no Agreste de Pernambuco.
Segundo a investigação policial, Rafael foi localizado quando tentava vender o carro da vítima em Caruaru. A apuração levou posteriormente a Davi, que trabalhava como assessor pessoal do colunista.
Com o julgamento de sexta-feira, os dois denunciados pelo Ministério Público por participação no homicídio de Marcolino Júnior já foram submetidos ao Tribunal do Júri.
Fonte: g1
Imagem: Reprodução
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
Você precisa fazer login para comentar.