Durante caminhada no Recife, Raquel Lyra destaca investimentos em moradia e obras de encostas
Por Michael Andrade
Na manhã deste domingo (23), a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou de uma caminhada no bairro de Nova Descoberta, na Zona Norte do Recife, onde colocou as políticas de habitação e de contenção de encostas entre os temas centrais de seu discurso de campanha.
Raquel afirmou que pretende ampliar as ações destinadas às famílias que vivem em áreas de risco. Durante a fala, voltou a destacar a parceria de sua gestão com o governo do presidente Lula (PT) para investimentos nessas áreas.
Segundo os números apresentados pela candidata, 26 mil moradias foram entregues em Pernambuco e mais de R$ 500 milhões estão sendo investidos em intervenções em morros e encostas.
“A gente não vai descansar enquanto quem mora aqui não tiver o direito de viver em uma habitação com segurança, com água, sem medo de chuva”, afirmou.
A governadora esteve acompanhada da vice-governadora e candidata à reeleição Priscila Krause (PSD) e dos candidatos ao Senado Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), além de prefeitos, vereadores e candidatos proporcionais aliados.
Após a caminhada em Nova Descoberta, Raquel seguiu para o bairro do Pina, também no Recife, onde participou da inauguração do comitê do candidato a deputado estadual Wanderson Florêncio.
No evento, a governadora pediu apoio à candidatura de Wanderson à Assembleia Legislativa e mobilização dos apoiadores em torno de sua própria campanha à reeleição.
A agenda deste domingo fez parte da programação eleitoral da chapa de Raquel na capital pernambucana.
Foto: Divulgação
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Colaborou Anchieta Santos A Câmara aprovou, o prefeito Sebastião Dias (PTB) vetou, e ontem a noite o “Projeto do Capacete Fechado”, de autoria da vereadora Claudiceia Rocha (PSB), voltou a pauta de votação do poder legislativo tabirense. Mesmo inconstitucional, a vereadora seguia na defesa do seu projeto. Resultado da votação: 4 a 2 pelo veto. […]
A Câmara aprovou, o prefeito Sebastião Dias (PTB) vetou, e ontem a noite o “Projeto do Capacete Fechado”, de autoria da vereadora Claudiceia Rocha (PSB), voltou a pauta de votação do poder legislativo tabirense.
Mesmo inconstitucional, a vereadora seguia na defesa do seu projeto. Resultado da votação: 4 a 2 pelo veto.
Chamou a atenção a participação de vereadores governistas como Marcílio Pires, líder do governo, que se absteve de votar pelo veto do prefeito e o petista Aristóteles Monteiro que havia votado contra o projeto e agora também se absteve.
Ou seja, a oposição com Djalma das Almofadas, Aldo Santana e outros seguiram o que a Legislação de Trânsito reza e o que Detran, MP e imprensa já diziam: se aprovado, o projeto viraria lei morta. Votaram pelo veto do prefeito.
Fecomercio e Sebrae, em parceria com CDL Afogados da Ingazeira, realizarão a partir do dia 14 de Janeiro de 2020 o Programa de Formação Empreendedora (FORME). Este programa visa capacitar pessoas através do desenvolvimento de comportamentos, atitudes e práticas empreendedoras, visando à formação de profissionais qualificados para o mercado. O curso tem duração total de […]
Fecomercio e Sebrae, em parceria com CDL Afogados da Ingazeira, realizarão a partir do dia 14 de Janeiro de 2020 o Programa de Formação Empreendedora (FORME). Este programa visa capacitar pessoas através do desenvolvimento de comportamentos, atitudes e práticas empreendedoras, visando à formação de profissionais qualificados para o mercado.
O curso tem duração total de 99 horas, abordando os seguintes temas: Autoestima, Características Empreendedoras, Empresa Cria – Gestão, Plano de Negócios da Empresa CRIA.
Período: 14 de Janeiro a 21 de Fevereiro de 2020;
Horário: 13h as 17h30minh;
Local: Auditório da CDL Afogados da Ingazeira;
Público-alvo: Pessoas acima dos 18 anos, que possuam ensino médio completo ou esteja cursando; empreendedores formais ou informais.
As inscrições são gratuitas. Para realizar a pré-inscrição, os interessados deverão acessar o formulário clicando aqui e preencher todas as informações necessárias, ou dirigir-se até a entidade (CDL Afogados).
Blog do Mário Flávio O lançamento das pré-candidaturas de Marcelo Gouveia para deputado federal e Gustavo Gouveia para deputado estadual, realizado nesta sexta-feira (5), em Paudalho, ganhou também contornos de articulação para a disputa ao Senado em 2026. Durante o evento, o deputado federal Túlio Gadelha declarou apoio público ao ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, […]
O lançamento das pré-candidaturas de Marcelo Gouveia para deputado federal e Gustavo Gouveia para deputado estadual, realizado nesta sexta-feira (5), em Paudalho, ganhou também contornos de articulação para a disputa ao Senado em 2026. Durante o evento, o deputado federal Túlio Gadelha declarou apoio público ao ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, reforçando o movimento que busca consolidar seu nome dentro da base da governadora Raquel Lyra. A fala ocorre no mesmo dia que Eduardo da Fonte recebe apoio de diversos prefeitos do Agreste Meridional.
Ao subir ao palco, Túlio foi direto ao defender a candidatura de Miguel ao Senado. “Miguel é o nosso senador com Marcelo, junto com Gustavo, porque eles sabem da importância de uma voz forte do Sertão lá em Brasília. Meu respeito e meu carinho por Miguel”, afirmou, sendo aplaudido pelo público presente. Logo após a fala, os dois se cumprimentaram diante das lideranças políticas que acompanhavam o ato.
A declaração tem peso político por ocorrer em um momento de intensa movimentação nos bastidores da disputa pelas vagas ao Senado na chapa que deverá apoiar a reeleição de Raquel Lyra. O gesto de Túlio Gadelha é interpretado como mais um sinal de fortalecimento da pré-candidatura de Miguel Coelho, que vem ampliando apoios em diferentes regiões do Estado.
O posicionamento também ocorre em meio à disputa interna por espaço na majoritária governista. Além de Miguel Coelho, o deputado federal Eduardo da Fonte tem intensificado sua agenda política e ampliado sua base de apoio entre prefeitos e lideranças municipais, consolidando-se como um dos principais postulantes à vaga de senador no grupo político da governadora.
Durante o evento, Miguel Coelho destacou a dimensão da mobilização e defendeu a continuidade do projeto administrativo liderado por Raquel Lyra em Pernambuco. Segundo ele, os avanços registrados em áreas como infraestrutura, segurança pública, educação e abastecimento de água justificam a manutenção do atual ciclo político no Estado.
“Raquel teve coragem para enfrentar desafios históricos e colocar o estado de volta no caminho do desenvolvimento. Pernambuco avançou muito nos últimos anos e precisa continuar seguindo nessa direção”, afirmou.
O encontro reuniu a governadora Raquel Lyra, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais, além de lideranças políticas de diversas regiões do Estado. Pela dimensão da mobilização e pelo recado político emitido durante o ato, o evento passou a ser visto nos bastidores como um dos marcos iniciais das articulações para a disputa eleitoral de 2026 em Pernambuco.
Com o apoio público de Túlio Gadelha e do grupo liderado por Marcelo e Gustavo Gouveia, Miguel Coelho amplia sua ofensiva na corrida pelo Senado, em um cenário que promete intensa disputa dentro da própria base governista nos próximos meses.
O médico Roberto Vicente sofreu um infarto após o jogo entre Afogados e Maguary. Ele é o médico do clube. Roberto passou mal pouco depois do jogo e foi levado às pressas para o Hospital Regional Emília Câmara. Ele deu entrada no final da tarde desse sábado no hospital relatando desconforto em região epigástrica. O […]
O médico Roberto Vicente sofreu um infarto após o jogo entre Afogados e Maguary. Ele é o médico do clube.
Roberto passou mal pouco depois do jogo e foi levado às pressas para o Hospital Regional Emília Câmara.
Ele deu entrada no final da tarde desse sábado no hospital relatando desconforto em região epigástrica.
O eletrocardiograma evidenciou o infarto. A equipe iniciou o protocolo de infarto agudo do miocárdio. Ele foi trombolizado, procedimento de tratamento com trombolíticos, que são medicamentos que dissolvem coágulos sanguíneos e melhoram a circulação em casos de infarto.
Roberto tem agora quadro estável e será transferido ao serviço de referência no Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada, para realizar o cateterismo e angioplastia.
Roberto é um dos profissionais mais queridos da região.
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, está no olho do furacão que atingiu o Brasil nas últimas semanas, pela divulgação de informações sobre o aumento do desmatamento na Amazônia, e que se intensificou nos últimos dias, impulsionado pela proliferação de queimadas. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Salles, de 44 anos, fala sobre […]
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, está no olho do furacão que atingiu o Brasil nas últimas semanas, pela divulgação de informações sobre o aumento do desmatamento na Amazônia, e que se intensificou nos últimos dias, impulsionado pela proliferação de queimadas.
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Salles, de 44 anos, fala sobre a repercussão internacional dos dois fenômenos, as críticas à política do governo para a Amazônia e a proposta de conciliar desenvolvimento econômico com preservação ambiental.
A questão do desmatamento na Amazônia ganhou grande repercussão nacional e internacional. Como o senhor vê as críticas à política do governo para a Amazônia?
Desde a Constituição de 1988, o Brasil seguiu uma agenda ambiental que não soube conciliar o desenvolvimento econômico e a preservação. A Amazônia é muito rica em recursos naturais, mas com uma população muito pobre. São mais de 20 milhões de brasileiros que vivem na Amazônia e a maioria vive muito mal: sem saúde, sem educação adequada, com índice de saneamento baixíssimo.
Então, temos de encontrar uma forma inteligente de tratar a questão, que reconheça a importância da conservação, do cuidado ambiental, mas dê dinamismo econômico em escala e em impacto suficientes para aquela população. Não adianta falar do potencial da floresta, se as famílias que vivem lá estão na miséria
Como o senhor avalia a repercussão que o desmatamento e as queimadas na Amazônia estão tendo no País e no exterior?
Até certo ponto é natural que, neste momento de mudança de comportamento, de discussão de atividades econômicas na Amazônia haja essa instabilidade. Uma parte dessa repercussão se deve, sem dúvida, à desinformação. Até porque não interrompemos nada do que vinha sendo feito para justificar essa mobilização.
Mas é preciso levar em conta que outra parte dessa campanha contra o Brasil vem de entidades ambientalistas, de ONGs descontentes com o fim dos recursos fartos que elas recebiam, porque estamos fechando a torneira.
Não é só o pessoal das ONGs que está criticando o governo. A revista The Economist, que é respeitada em todo o mundo, publicou recentemente uma reportagem de capa sobre o desmatamento na Amazônia.
Tem muita gente séria com entendimento incompleto ou enviesado sobre o que a gente está tentando fazer. A fórmula para lidar com esse problema é informação. Por isso, estou indo no fim de setembro com o presidente a Nova York e Washington. Logo em seguida, vou a alguns países da Europa para fazer esse esclarecimento. Vamos mostrar o que o Brasil já faz e tudo que queremos fazer. Aqueles que tiverem disposição para ouvir e debater vão mudar, em alguma medida, de opinião. Agora, há outros canais fora do Brasil e aqui que não querem ver a realidade.
O presidente da França, Emmanuel Macron, chamou as queimadas na Amazônia de “crise internacional” e disse que a questão deve ser discutida na reunião do G-7 (grupo que reúne os países ricos), que começa neste sábado. Como o senhor analisa isso?
O presidente Macron está querendo tirar dividendos políticos da situação, sobretudo no momento em que suas próprias políticas ambientais não estão sendo bem-sucedidas, em especial no que se refere ao não cumprimento das metas de redução das emissões de carbono previstas no Acordo de Paris.
Parece que há um desejo de ambientalistas do Brasil e do exterior e também de governos, especialmente na Europa, de transformar a Amazônia em “patrimônio da humanidade”. O que o senhor pensa sobre essa proposta?
A Amazônia é um patrimônio brasileiro. Essa história de que pertence à humanidade é uma bobagem. Nós temos soberania sobre a Amazônia. Somos nós que temos de escolher um modelo, que tem de ser viável economicamente, de proteção da nossa floresta. Somos nós também que temos de implementá-lo. O cuidado com a Amazônia, que inspira atenção no mundo inteiro, é bem-vindo, mas a autonomia de fazer isso é da população brasileira.
O discurso em favor da regularização de atividades econômicas na Amazônia não estimula a exploração irregular da região?
O governo não passa a mensagem de que está fazendo vistas grossas? O governo não faz vista grossa. O problema é que a Amazônia é uma área correspondente a 48 países europeus. Da mesma forma que a gente vê os países europeus invadidos por imigrantes ilegais sem que eles consigam controlar isso, mesmo sendo muito mais ricos e tendo muito mais infraestrutura e um território muito menor que o nosso, aqui você não vai conseguir controlar uma região tão grande quanto a Amazônia só na base da fiscalização e de operações de comando e de controle. Ou você identifica quais são os incentivos corretos para estruturar uma solução econômica para a Amazônia ou não vai ter operação de fiscalização que dê conta.
Diante dos acontecimentos, a impressão é de que houve um relaxamento na fiscalização no atual governo. Como está a fiscalização da Amazônia?
Em julho, o Ibama fez a maior operação de fiscalização de sua história. Foram 17 equipes simultâneas em diferentes Estados e regiões. Houve a maior quantidade de apreensão de madeira, veículos, máquinas, autos de infração. Isso mostra que não há orientação do governo, nem minha nem de ninguém dentro do Ministério do Meio Ambiente, para impedir fiscalizações. Agora, os órgãos de fiscalização ambiental em nível federal – o Ibama e o ICMBio – vêm perdendo orçamento e pessoal ano a ano. Hoje, têm apenas 50% das vagas preenchidas. É uma situação que nós herdamos. Mas a fiscalização é feita também pela Polícia Militar por órgãos estaduais. Quando eles deixam de cumprir o seu papel também aumenta a atividade ilegal.
O presidente Jair Bolsonaro tem defendido a liberação da mineração na Amazônia, inclusive em terras indígenas. Qual a sua posição nesta questão?
Existem 850 garimpos na Amazônia, a maioria em terras indígenas. Não é o Bolsonaro que vai liberar. Aliás, os indígenas não são cooptados pelo homem branco. São eles que praticam a mineração, que ajudam muitas vezes a retirada ilegal da madeira de suas próprias terras e recebem recursos para isso. Portanto, fingir que essa realidade não existe é a pior política pública que pode haver. Se pudermos ter uma discussão madura, sensata, aberta sobre o tema, e fazer a regulamentação, a formalização dessas atividades, para poder fiscalizar de maneira efetiva, será muito melhor para a economia do País, para a geração de emprego e principalmente para a preservação do meio ambiente.
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