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Caso Marcolino Júnior: acusado de encomendar morte do colunista é condenado a 22 anos e dois meses de prisão

Por Michael Andrade

A Justiça de Pernambuco condenou Davi Fernando Ferreira Graciano a 22 anos e dois meses de prisão pelo homicídio do colunista social Antônio Marcolino de Barros Filho, conhecido como Marcolino Júnior. O julgamento ocorreu na sexta-feira (21), na 4ª Vara do Tribunal do Júri da Capital, no Recife.

Davi foi condenado por homicídio triplamente qualificado. De acordo com o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), foram reconhecidas as qualificadoras de paga ou promessa de recompensa, emprego de meio cruel e recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima.

O crime aconteceu em 16 de abril de 2016, em Caruaru. Segundo a denúncia do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Davi trabalhava para Marcolino e teria contratado Rafael Leite da Silva por R$ 14 mil para executar o crime.

A acusação sustentou que Davi tinha acesso a informações financeiras do colunista e estaria insatisfeito com a remuneração que recebia. Antes do resultado do julgamento, a defesa contestou essa versão. O advogado Madson Aquino afirmou que Davi era ajudado financeiramente por Marcolino e não tinha acesso ao dinheiro da vítima.

Rafael Leite da Silva, apontado como executor do homicídio, já havia sido julgado em junho de 2017 pelo Tribunal do Júri de Caruaru e condenado a 30 anos e cinco meses de prisão por homicídio triplamente qualificado.

As investigações começaram após o desaparecimento de Marcolino, então com 46 anos, em 16 de abril de 2016. O corpo foi encontrado dois dias depois, na zona rural de Sairé, no Agreste de Pernambuco.

Segundo a investigação policial, Rafael foi localizado quando tentava vender o carro da vítima em Caruaru. A apuração levou posteriormente a Davi, que trabalhava como assessor pessoal do colunista.

Com o julgamento de sexta-feira, os dois denunciados pelo Ministério Público por participação no homicídio de Marcolino Júnior já foram submetidos ao Tribunal do Júri.

Fonte: g1

Imagem: Reprodução

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Outras Notícias

Em mensagem de Natal, Papa Francisco evoca a paz ante o terrorismo

G1 Em sua tradicional mensagem de Natal, o Papa Francisco evocou a paz a todos que perderam seres queridos em “atos de terrorismo que espalharam medo e morte no coração de tantos países e cidades”. O Papa falou na varanda da Basílica de São Pedro, no Vaticano. De acordo com a agência France Presse, dezenas […]

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Em sua tradicional mensagem de Natal, o Papa Francisco evocou a paz a todos que perderam seres queridos em “atos de terrorismo que espalharam medo e morte no coração de tantos países e cidades”. O Papa falou na varanda da Basílica de São Pedro, no Vaticano.

De acordo com a agência France Presse, dezenas de milhares de fiéis deveriam ouvir ao meio-dia a mensagem de Natal “Urbi et Orbi” (“À cidade e ao mundo”).

O Papa citou a guerra na Síria, o conflito no Oriente Médio e a situação em países latino-americanos ao evocar a paz.

Sobre a Síria, disse que é hora de que “as armas se calem definitivamente. “É hora de que as armas sa calem definitivamente e a comunidade internacional se comprometa ativamente para que se consiga uma solução negociável”, declarou.

Neste país, onde o regime sírio apoiado pela Rússia acaba de recuperar o controle de Aleppo, “muito sangue foi derramado”, ressaltou o pontífice a respeito do conflito que já dura cinco anos. “Sobretudo na cidade de Aleppo, palco nas últimas semanas de uma das batalhas mais atrozes, é mais do que nunca urgente que a ajuda e reconforto sejam garantidas à população civil, no fim de suas forças, em respeito ao direito humanitário”, afirmou.

Em relação ao conflito entre israelenses e palestinos, o Papa afirmou que os dois lados devem “escrever uma nova página da história”.

“Paz para as mulheres e homens da amada Terra Santa, eleita e favorecida por Deus. Que os israelenses e os palestinos tenham coragem e determinação para escrever uma nova página da história, em que o ódio e a vingança cedam lugar à vontade de construir conjuntamente um futuro de recíproca compensação e harmonia”, afirmou.

O soberano pontífice também pediu uma “paz restaurada” no Iraque, Líbia e Iêmen, “onde as pessoas sofrem com a guerra e atos terroristas atrozes”.

O Papa, que acaba de completar 80 anos, também mencionou a situação na Venezuela e na Colômbia. Francisco pediu “harmonia” ao “querido povo colombiano”, imerso em um processo de paz para pôr fim ao conflito entre o governo e as Farc de mais de 50 anos.

“Pedimos harmonia para o querido povo colombiano, que deseja cumprir o novo e corajoso caminho de diálogo e reconciliação”, disse.

Também exortou que “a coragem anime (…) a amada Venezuela para dar os passos necessários com vistas a pôr fim às tensões atuais e edificar conjuntamente um futuro de esperança para toda a população”. A Venezuela passa por uma profunda crise política e econômica.

Medo: Após o ataque terrorista a um mercado de Natal em Berlim, que deixou 12 mortos na segunda-feira à noite e que foi reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico (EI), o medo de outros ataques marca as festividades deste ano.

Moradores e turistas em Berlim acendem velas e depositam flores no local do ataque. Em Milão, onde o autor do ataque foi morto na sexta-feira durante um controle de identidade, a polícia ocupa a praça que abriga um pequeno mercado de Natal, cujo acesso está sendo protegido por blocos de concreto desde o ataque de Berlim.

Materialismo: Na noite de sábado, em sua homilia da noite de Natal, o Papa Francisco criticou o materialismo daqueles que festejam o Natal pensando apenas nos presentes e chamou a todos a ter compaixão pelas crianças abandonadas. Esta cerimônia, na Basílica de São Pedro, foi realizada em meio a fortes, mas discretas, medidas de segurança.

Em Belém, lugar onde, segundo a tradição cristã, nasceu Jesus Cristo, cerca de 2.500 fiéis palestinos e estrangeiros lotaram a Basílica da Natividade para a missa do Galo à meia-noite. O presidente Mahmud Abbas e outros dignitários palestinos estavam presentes.

No norte de Israel, mais de 25.000 pessoas participaram nas celebrações de Natal em Nazaré, cidade onde Jesus passou sua infância.

Vídeo: Marun se arrepende de ter devolvido à Câmara dinheiro gasto em visita a Cunha na cadeia

Do Congresso em Foco O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB), é um político apaixonado por si mesmo. Há três anos, circulava como um calouro anônimo pelos corredores da Câmara. De maneira meteórica, virou um dos líderes do impeachment da ex-presidente Dilma e da tropa de choque de Eduardo Cunha (MDB-RJ) e do […]

Foto: Valter Campanato/ABr

Do Congresso em Foco

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB), é um político apaixonado por si mesmo. Há três anos, circulava como um calouro anônimo pelos corredores da Câmara. De maneira meteórica, virou um dos líderes do impeachment da ex-presidente Dilma e da tropa de choque de Eduardo Cunha (MDB-RJ) e do presidente Michel Temer. Hoje é um dos ministros mais poderosos da Esplanada, responsável pela articulação política do governo com o Congresso. Sua principal missão é angariar votos para a reforma da Previdência.

Depois de ter se destacado na defesa de causas polêmicas, Marun diz ter apenas um arrependimento em toda sua vida pública: ter devolvido à Câmara dinheiro público usado por ele para visitar o ex-presidente da Câmara na cadeia em Curitiba. A revelação foi feita em café da manhã promovido nesta semana pela Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig), acompanhado pelo Congresso em Foco.

No encontro, o ministro fez uma inesperada autodeclaração de amor e diz que visitaria novamente o ex-deputado cassado, condenado a 14 anos e 6 meses de prisão, por corrupção e evasão de divisas, na Operação Lava Jato. E, mais uma vez, usaria a verba pública para encontrar o amigo.

“Eu sou apaixonado por mim como político. Se tivesse de votar em alguém, votava em mim. A verdade é essa. Não me arrependo de nada do que fiz. Não sei se é soberba. Faria de novo? Faria. ‘Ah, foi visitar o Cunha.’ Visitava de novo. Só me arrependo de uma coisa: ter devolvido aqueles R$ 1 mil. Na verdade foi visita pública. Não devia ter devolvido”, disse. “Deu 4 minutos no Jornal Nacional o fato de eu pegar R$ 1 mil da passagem pra visita lá. Só de ida, por sinal, para visitar o Eduardo Cunha. Só disso que me arrependo. Não devolveria. Teria batido boca. Mas na época…”

Veja as declarações em vídeo:

Abraço de R$ 1.242

A versão de que a visita foi “pública” diverge da dada pelo emedebista no início do ano passado, quando o caso foi revelado pelo jornal O Globo. Na época, Marun divulgou nota em que dizia que foi ao encontro de Cunha para prestar solidariedade ao companheiro. “A mesma não teve caráter político, tendo sido uma visita natalina de caráter solidário”, afirmou na ocasião.

Para abraçar o ex-colega, Marun utilizou dinheiro da cota para o exercício da atividade parlamentar (Ceap), o chamado cotão, para voar e se hospedar na capital paranaense. Pelas regras da Câmara, a verba só pode ser usada para compromissos do mandato.

Ele pediu à Casa o reembolso de R$ 154,35 pela hospedagem e gastou outros R$ 1.088,27 para voar pela Azul; contas pagas pelo contribuinte.

Ao devolver os R$ 1.242,62 – coisa que disse que não faria hoje –, o deputado alegou que agia em nome da transparência. “Declaro ainda considerar que isto demonstra a absoluta transparência da Câmara Federal no trato das despesas do exercício dos mandatos parlamentares.”

Marun encontrou-se com Eduardo Cunha no Complexo Médico-Penal de Pinhais, na região metropolitana da capital paranaense, em 30 de dezembro de 2016. Presenteou-o com o livro A ditadura acabada, de Elio Gaspari, e lhe desejou, conforme contou, “votos de um 2017 menos infeliz”. O desejo não se concretizou: o ex-presidente da Câmara passou todo o ano preso, fracassou na tentativa de negociar uma delação premiada e de deixar a prisão, e foi condenado em primeira e segunda instâncias.

Reeleição sem sair de casa

Ainda no encontro da Abrig, Marun disse que sua reeleição era certa, mas que abriu mão de disputar nova vaga para honrar compromisso com Temer. “Para me reeleger deputado, não preciso sair de casa em Mato Grosso do Sul, me reelejo pelo telefone. Se quiser continuar sendo campeão de votos, preciso fazer campanha”, afirmou.

O ministro ressaltou que não se importa com eventuais críticas por seu jeito de falar o que pensa sem travas na língua. Contou que outros parlamentares gostariam de ter a coragem dele. “Sou um político feliz. Vejo muita gente boa com a cara torcida, que está fazendo coisa que não gostaria de fazer. Não tem coragem de fazer o que acharia bom. Eu não. Eu faço o que acho que está certo. Posso ter até perdido alguns votos, mas não perdi um minuto de sono em todo esse tempo. Sempre tranquilo porque estava fazendo – posso até não estar fazendo certo – o que achava que estava certo.”

Combate a corruptos ou a bandidos?

Em outra declaração polêmica, ele associou o aumento da onda de violência no país à atenção dada pelo Ministério Público e pela Polícia Federal ao combate à corrupção. Para o emedebista, a PF tem falhado na fiscalização das fronteiras, o que, em sua opinião, facilita o ingresso de armas e drogas destinadas a facções criminosas.

“A segurança pública é uma questão que tem se tornado mais grave até porque o país, nos últimos anos, fez opção pelo combate à corrupção no lugar de combater bandido. Essa é a realidade”, criticou. “A Polícia Federal se retirou muito das fronteiras. Quem faz apreensão de drogas ou são as polícias civis ou a Rodoviária Federal, que tem efeito excelente trabalho”, comparou, ao analisar o problema da violência urbana.

Em 2016, Marun foi um dos principais opositores da aprovação do projeto das dez medidas contra a corrupção, encabeçado pelo Ministério Público Federal. “Caixa dois não é propina, não é corrupção, é outro tipo de relação. Político não gosta de caixa dois, gosta de receber e botar na sua conta. Mas, após se fazer uma criminalização da doação oficial, muitas empresas começaram a preferir fazer doação sem revelar”, protestou em entrevista ao Estadão.

Processo por improbidade

Natural de Porto Alegre, 57 anos, o ministro é engenheiro civil e advogado. Foi vereador em Campo Grande e duas vezes deputado estadual, além de secretário estadual e municipal, antes de chegar à Câmara, em 2014, eleito com 91.816 votos – a segunda maior votação da bancada sul-mato-grossense.

A passagem pelo primeiro escalão do governo estadual ainda lhe rende dor de cabeça. Marun é processado por improbidade administrativa durante a presidência da Agência Estadual de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul (Agehab). É acusado, com outros 13 réus, de lesar o erário em R$ 16,6 milhões. O processo tramita desde junho de 2013 na 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos da Justiça de Mato Grosso do Sul. Ele diz que não cometeu qualquer ilegalidade. “Ora, esse era o valor de todo o contrato, que não teve nada de errado. Mesmo que tivesse havido algum desvio, que não ocorreu, o valor seria muito menor e o eventual prejuízo ao erário teria sido causado por mim e mais 13 pessoas”, disse em outubro ao Congresso em Foco.

Em setembro de 2016, após ter ajudado a protelar o processo e a votação, Marun deu um dos dez votos contrários à cassação do ex-todo-poderoso Eduardo Cunha. Foi um dos poucos a se manter fiel ao aliado até o último instante. A cassação de Cunha foi aprovada por 450 deputados. No ano passado, ajudou a enterrar os dois pedidos da Procuradoria Geral da República para que o Supremo Tribunal Federal (STF) analisasse denúncia criminal contra Temer. Em dezembro foi recompensado pelo trabalho prestado com a nomeação para o ministério.

Miguel Coelho visita Alto do Moura

Pré-candidato a governador pelo União Brasil, Miguel Coelho esteve na tarde desta terça-feira (17) em Caruaru. O ex-prefeito de Petrolina visitou o Alto do Moura, onde conheceu a Casa-Museu do Mestre Vitalino, além de ateliês de artesanato.  A agenda foi acompanhada pelos pré-candidatos a deputado estadual Raffiê Dellon, a federal Douglas Cintra e o presidente […]

Pré-candidato a governador pelo União Brasil, Miguel Coelho esteve na tarde desta terça-feira (17) em Caruaru. O ex-prefeito de Petrolina visitou o Alto do Moura, onde conheceu a Casa-Museu do Mestre Vitalino, além de ateliês de artesanato. 

A agenda foi acompanhada pelos pré-candidatos a deputado estadual Raffiê Dellon, a federal Douglas Cintra e o presidente municipal do União Brasil, Manoel Santos.

Na passagem pelo Alto do Moura, tradicional ponto turístico de Caruaru, Miguel assegurou aos artesãos com quem conversou que a cultura popular será priorizada em seu programa de governo. O pré-candidato a governador afirmou que é fundamental a construção de políticas públicas estaduais para alavancar o artesanato e o potencial turístico.

“O Alto do Moura, o Museu do Mestre Vitalino e o artesanato de Caruaru são importantes patrimônios do povo pernambucano que precisam ser valorizados e fortalecidos. Vamos continuar ouvindo todo o segmento cultural de nosso estado, mas deixo claro que esse tema já é uma prioridade nossa, pois se trata da identidade, a raiz e a alma de nossa gente”, defendeu Miguel Coelho.

Tanqueiro defende que PM e Exército escoltem quem está a porta de Suape

Um tanqueiro, cujo nome foi preservado, que está há vinte quilômetros da paralisação de caminhoneiros em Suape disse em contato com o blog que a estratégia de escolta de PM e Exército para carros que vem transportar combustíveis do interior  é equivocada. Ele defende que a mesma estratégia de escolta seja feita com quem aguarda […]

Um tanqueiro, cujo nome foi preservado, que está há vinte quilômetros da paralisação de caminhoneiros em Suape disse em contato com o blog que a estratégia de escolta de PM e Exército para carros que vem transportar combustíveis do interior  é equivocada.

Ele defende que a mesma estratégia de escolta seja feita com quem aguarda há dias uma solução, próximo a Suape.

Segundo o caminhoneiro no áudio endereçado ao blog, se houvesse escolta a partir do ponto em que estão haveria condições plenas de abastecer em Suape e retornar para suas cidades de origem.

Há tanqueiros  no Posto Potegi, entre Suape e Cabo de Santo Agostinho, ao lado da fábrica da Vitarela.  “Eles não vem pegar a gente aqui  porque não querem. Estamos na estrada para Suape. Podem ajudar a gente. Só não ajuda se não quiser”.

Mulher é vítima de feminicídio em Salgueiro

Uma mulher identificada como Helena Espedita,  de idade não revelada, foi foi vítima de feminicídio na tarde deste domingo (13) na cidade de Salgueiro, no Sertão Central. De acordo com informações apuradas pelo Blog Francisco Brito, a vítima foi assassinada com vários golpes de foice no sítio Saco da Canoa, distrito de Conceição das Crioulas, zona rural […]

Uma mulher identificada como Helena Espedita,  de idade não revelada, foi foi vítima de feminicídio na tarde deste domingo (13) na cidade de Salgueiro, no Sertão Central.

De acordo com informações apuradas pelo Blog Francisco Brito, a vítima foi assassinada com vários golpes de foice no sítio Saco da Canoa, distrito de Conceição das Crioulas, zona rural do município.

O ex-companheiro da vítima é suspeito pelo crime e se encontra foragido. A Polícia Civil investiga a motivação e circunstâncias do crime.