Deputados se elegem prefeitos e provocam mudanças na Assembleia

Do G1 PE
Após a divulgação do resultado das eleições municipais deste ano, a composição da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) passa por algumas mudanças. Dos 49 deputados estaduais, sete se elegeram prefeitos e, a partir de 2017, deixam a Casa, sendo substituídos pelos suplentes. A renovação pode chegar a 16%.
Outro fator que pode alterar o quadro da Casa Joaquim Nabuco é a nomeação de parlamentares para secretarias do Poder Executivo. Além disso, ainda há resultados dos pleitos pendentes em 11 cidades. Por isso, só será possível definir a configuração da Alepe depois que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) anunciar a lista final dos prefeitos eleitos em 2016.
Em janeiro do próximo ano, os parlamentares Aglailson Júnior (PSB), Ângelo Ferreira (PSB), Botafogo (PDT), Lula Cabral (PSB), Miguel Coelho (PSB), Professor Lupércio (Olinda) e Raquel Lyra (PSDB) assumem, respectivamente, a gestão dos municípios de Vitória de Santo Antão, Sertânia, Carpina, Cabo de Santo Agostinho, Petrolina, Olinda e Caruaru.
Com isso, algumas trocas serão realizadas, segundo a Assembleia Legislativa. Antônio Moraes (PSDB) entra no lugar de Raquel Lyra, e Marcantônio Dourado (PSB) substitui Miguel Coelho. Já Roberta Arraes (PSB) passa a ocupar a vaga deixada por Lula Cabral, e Jadeval de Lima (PTN), a de Lupércio. Paulinho Tomé (PT) substitui Botafogo.
Já as vagas de Aglailson Júnior e Ângelo Ferreira deveriam ser ocupadas, respectivamente, por Isaltino Nascimento (PSB) e Laura Gomes (PSB), mas eles já são secretários do governo Paulo Câmara. Por isso, de acordo com a Alepe, se os dois continuarem atuando no Executivo estadual, os suplentes Cássia do Moinho (PSB) e Marcelino Granja (PSB) poderão substituí-los. Secretário de Cultura do governo do estado, Granja ainda pode ser substituído na Alepe se permanecer no cargo. Nesse caso, o suplente é Yves Ribeiro (PSB).
Indefinição: Outra incerteza em relação ao futuro da Assembleia Legislativa corre na Justiça Eleitoral. O deputado Pedro Serafim Neto (PDT), que foi eleito vice-prefeito de Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife (RMR), aguarda decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que julga um pedido de impugnação da candidatura.
Se ele for absolvido, Sérgio Leite (PT) entra como suplente. Caso seja condenado, Neto deve voltar à Casa Legislativa. Além de Ipojuca, outras dez cidades pernambucanas esperam uma definição judicial.




Em meio ao turbilhão que está Brasília, com a instalação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, movimentos sociais se articulam em todo o País para atos contrários e a favor da manutenção do mandato da presidente. Neste domingo (13), o Vem pra Rua fará um ato a partir das 10h no Marco Zero, no Recife, pedindo o impedimento. Já na próxima quarta (16), será a vez da Frente Brasil Popular, que reúne centrais sindicais e movimentos sociais, a ocupar as ruas do Centro em prol da petista.
A manifestação foi programada na quinta-feira da semana passada, após o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ter aceitado o pedido de impeachment. “O pedido tem muita densidade. De forma clara, os argumentos dão ensejo ao impeachment. Qualquer parlamentar que estivesse na presidência da Câmara teria o dever de ter aceito o pedido”, argumentou Gesteira.
O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, se reuniu na manhã desta quarta-feira (16) com o tenente-coronel Aristóteles Cândido de Oliveira, comandante do 23º Batalhão da Polícia Militar, para tratar de questões relacionadas à segurança no município. O encontro aconteceu na sede do batalhão, em Afogados da Ingazeira.
O Datafolha divulgou nesta quarta-feira (10) o resultado da primeira pesquisa de intenção de voto do instituto com o cenário da disputa no segundo turno da eleição presidencial.












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