Diogo Moraes participa do Lula Folia ao lado de lideranças da Frente Popular em Santa Cruz do Capibaribe
Por Michael Andrade
Evento realizado no sábado (12) reuniu apoiadores de Lula e integrantes da chapa majoritária da Frente Popular no município.
O deputado estadual Diogo Moraes (PSB) participou, no sábado (12), do Lula Folia, ato realizado em Santa Cruz do Capibaribe em apoio à candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Diogo esteve no palanque ao lado dos candidatos ao Senado Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) e do candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos).
Durante o discurso, o deputado citou ações e investimentos do Governo Federal que, segundo ele, tiveram impacto em Santa Cruz do Capibaribe e no Polo de Confecções. Entre os exemplos mencionados estão o Instituto Federal, o Samu, o Minha Casa, Minha Vida e as obras de duplicação da BR-104.
“Não adianta os políticos serem de Lula em festa. A gente tem que ser Lula no dia a dia, pedindo voto, trabalhando por Lula e em nome do presidente Lula”, afirmou Diogo.
O parlamentar também defendeu a continuidade dos investimentos federais na região e vinculou seu apoio a Lula às candidaturas de João Campos ao Governo de Pernambuco e de Marília Arraes e Humberto Costa ao Senado.
Fotos: Samira Limeira
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do Diário de Pernambuco Deputado mais votado das eleições de 2010, com 1,3 milhão de votos Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca (PR), pretende repetir a performance na disputa deste ano. Antes mesmo do guia eleitoral começar, já tenta atrair as atenções dos eleitores pela internet. O novo site oficial do parlamentar está no ar, trazendo […]
Deputado mais votado das eleições de 2010, com 1,3 milhão de votos Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca (PR), pretende repetir a performance na disputa deste ano. Antes mesmo do guia eleitoral começar, já tenta atrair as atenções dos eleitores pela internet. O novo site oficial do parlamentar está no ar, trazendo toda a irreverência do humorista.
O eleitor que acessar a página se depara com um vídeo em que o deputado aparece devidamente vestido do personagem e pergunta: “adivinha de que é esse site? É meu, do Tiririca. Eu vou interagir com vocês. Eu não sei o que é essa palavra, mas vou fazer isso com vocês”. Se em 2010, o slogan era “pior do que está não fica”, em 2014, o deputado aposta no “Sem Tiririca, Brasil mica” para conquistar votos.
Tiririca continua sendo a grande aposta do Partido Republicano na eleição deste ano em São Paulo para angariar votos e fazer cauda para os demais candidatos. Em 2013, o parlamentar chegou a anunciar que deixaria a política porque, segundo ele, deputado trabalha muito e rende pouco, mas acabou voltando atrás. Ele é conhecido como um dos mais assíduos na Câmara dos Deputados, mas não teve poucos projetos aprovados ao longo do mandato.
No site do palhaço candidato, o eleitor tem acesso à um vídeo da “TV Tiririca”, que fala um pouco da sua carreira e diz porque foi tão rápido.”Você deve perguntar como é que um palhaço de circo, um cara humilde, de família humilde, acostumado a passar fome no Ceará vem diretamente para São Paulo e consegue vender milhões de discos e depois consegue ser o deputado mais votado do país? Isso é muita raça, isso é força de vontade, isso é tesão, isso é tudo de bom, isso é sorte. Agora você me pergunta: por que que ele só anda falando no telefone, só anda correndo, ligeiro? Isso é caganeira, isso é diarréia, isso é coisa ruim, isso é tudo”, finaliza o deputado que possibilita ao eleitor, nesse mesmo site, a baixar suas principais falas e slogans de campanha.
Do JC Online Movimentos que defendem o afastamento de Dilma Rousseff da Presidência da República voltam às ruas neste domingo (16) nas principais cidades do país em busca de impulso para a campanha pelo impeachment da presidente. Com manifestações previstas em 239 cidades, os líderes dos movimentos esperam superar os números alcançados nos últimos grandes […]
Os protestos deste domingo serão os primeiros realizados com o apoio formal do PSDB
Do JC Online
Movimentos que defendem o afastamento de Dilma Rousseff da Presidência da República voltam às ruas neste domingo (16) nas principais cidades do país em busca de impulso para a campanha pelo impeachment da presidente.
Com manifestações previstas em 239 cidades, os líderes dos movimentos esperam superar os números alcançados nos últimos grandes protestos contra Dilma, em abril. Na ocasião, 100 mil foram à avenida Paulista, em São Paulo, segundo o Datafolha.
As manifestações ocorrem num momento em que a presidente parece ter recuperado o fôlego para enfrentar seus adversários, após contornar parte de suas dificuldades no Congresso aliando-se com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
Os protestos deste domingo serão os primeiros realizados com o apoio formal do PSDB, principal partido de oposição. A legenda usou anúncios no rádio e na televisão para convocar a população para as manifestações, e seus principais líderes, como o senador Aécio Neves (PSDB-MG), devem ir às ruas.
“A mobilização deste domingo tem tudo para referendar uma ação política mais forte”, afirma Renan Santos, um dos líderes do MBL (Movimento Brasil Livre), uma das organizações à frente dos atos contra o governo, ao lado do Vem Pra Rua e do Revoltados OnLine.
Na oposição, o temor de que as manifestações se apequenem existe. A avaliação é que, com menos gente nas ruas, a pressão do Congresso sobre Dilma diminuirá. Os protestos de abril atraíram menos manifestantes do que os realizados em março.
Fragmentação
Articulados nas redes sociais da internet e sem vínculos sólidos com partidos políticos e instituições, o Vem Pra Rua, o MBL e o Revoltados Online viram surgir nos últimos meses novos movimentos contra Dilma e o PT, mas com ideologias diversas.
O Vem Pra Rua, por exemplo, perdeu líderes para um novo grupo, o Acorda Brasil. Apostando em ações menos numerosas mas de impacto midiático, o novo grupo tem uma agenda ultraliberal na economia e defende reformas profundas na legislação, além da substituição de Dilma.
Nem todos os filhotes dos movimentos orgulham os patronos dos protestos. Há nas redes sociais comunidades que defendem a intervenção militar e até uma interferência na cúpula do sistema político do país comandada pelo juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Operação Lava Jato no Paraná.
A despeito da repercussão desses novos agentes, que fazem barulho, mas são relativamente pequenos, grupos mais antigos como o Vem Pra Rua aprimoraram suas estratégias para tentar diversificar o perfil dos manifestantes.
Em São Paulo, por exemplo, o Vem Pra Rua organizou pontos de encontro na periferia, de modo a estimular a adesão de moradores desses locais ao protesto na Paulista, que fica na região central.
“Há grupos saindo das zonas Norte, Sul e Leste”, afirma Rogério Chequer, porta-voz grupo, que adotou como mote o slogan “Fora corruptos”.
O grupo diz que a renúncia de Dilma seria a saída menos traumática para o país, mas acredita que as irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União nas contas do governo no ano passado são a chave para deflagrar um processo de impeachment contra a presidente.
Com o foco em Dilma, eles não temem críticas de que poupam da artilharia políticos como o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que se notabilizou pela oposição ao governo, mas é investigado na operação Lava Jato, como Renan.
“O Ministério Público tem uma lista com 47 políticos e defendemos a investigação sobre todos eles, mas hoje Lula e Dilma são mais importantes”, diz Chequer. Os grupos decidiram fortalecer desta vez os atos no Nordeste, reduto eleitoral do PT.
Após a missa campal que será celebrada às dez horas, blocos culturais como Maracatu Rural devem se apresentar em frente ao Palácio. “Não vamos desistir do Brasil” é a frase que estampa as camisetas amarelas em homenagem a Eduardo Campos. Foi uma das últimas frases ditas por Eduardo Campos em sua entrevista ao Jornal Nacional […]
Após a missa campal que será celebrada às dez horas, blocos culturais como Maracatu Rural devem se apresentar em frente ao Palácio.
“Não vamos desistir do Brasil” é a frase que estampa as camisetas amarelas em homenagem a Eduardo Campos. Foi uma das últimas frases ditas por Eduardo Campos em sua entrevista ao Jornal Nacional na última terça-feira (12).
As famílias de Eduardo Campos, Carlos Percol e Alexandre Severo passaram a madrugada no Palácio do Campo das Princesas. Mais de 150 mil pessoas devem comparecer ao velório.
“Com a leveza de uma flor é a maneira como Renata Campos trata essa catastrofe familiar”, afrimou Gustavo Krause, ex-mnistro da Fazenda.
Em parceria com o SEBRAE, a CDL/ACIAGRO de São José do Egito promoveu a primeira semana de palestras pré-FENAP, com objetivo de preparar e estimular os empresários e profissionais que irão trabalhar na Feira de Negócios do Alto Pajeú. Na terça-feira (8), o estrategista de negócios Henderson Ramón apresentou os caminhos para uma experiência do […]
Em parceria com o SEBRAE, a CDL/ACIAGRO de São José do Egito promoveu a primeira semana de palestras pré-FENAP, com objetivo de preparar e estimular os empresários e profissionais que irão trabalhar na Feira de Negócios do Alto Pajeú.
Na terça-feira (8), o estrategista de negócios Henderson Ramón apresentou os caminhos para uma experiência do cliente de alto padrão, conquistando e fidelizando clientes de forma estratégica.
Na última quarta-feira (9), o tema apresentado foi “Como participar de feiras e eventos”, fazendo cada um dos presentes na palestra, pensar se está no caminho certo para que sua empresa tenha destaque na FENAP 2023. E para encerrar, na quinta-feira (10), no auditório do Sicoob Pernambuco, Rámon descomplicou o uso da Inteligência Artificial para que sua empresa tenha mais produtividade.
Em seguida, Aureo Braz, presidente da CDL/ACIAGRO, apresentou a expectativa de público e negócios que serão gerados a partir da FENAP. Além de apresentar os patrocinadores oficiais da feira, também detalhou a campanha de divulgação que iniciará já na próxima semana. Para registrar esse momento, uma equipe da TV Jornal/SBT esteve presente entrevistando e registrando todos os detalhes para quem não pode participar ao vivo. As informações são do blog do Marcello Patriota.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça (1º) que não haverá mudanças na composição das bancadas de 13 estados para as eleições de outubro. A decisão foi tomada horas após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter criado um impasse, provocado pelo vácuo legislativo, com a falta de uma lei complementar, para definir os critérios […]
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça (1º) que não haverá mudanças na composição das bancadas de 13 estados para as eleições de outubro. A decisão foi tomada horas após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter criado um impasse, provocado pelo vácuo legislativo, com a falta de uma lei complementar, para definir os critérios de distribuição das bancadas por estado. Para resolver a questão, o TSE decidiu validar uma resolução aprovada em 2010 e manter o número atual de cadeiras.
A polêmica sobre a mudança no número de deputados por estado começou após decisão do TSE, em abril do ano passado, ao julgar recurso apresentado pela Assembleia Legislativa do Amazonas. A assembleia alegou que a representação do estado na Câmara dos Deputados não condizia com o número de habitantes, pois tinha como referência um censo defasado.
O Legislativo amazonense argumentou que estados com menor população, como Alagoas e Piauí, têm maior representatividade na Câmara – com nove e dez deputados federais, respectivamente, enquanto o Amazonas tem oito.
Conforme a decisão do TSE, perderiam uma cadeira os estados de Alagoas e Pernambuco, do Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Ficariam sem duas cadeiras a Paraíba e o Piauí. Ganhariam uma cadeira o Amazonas e Santa Catarina; duas cadeiras, o Ceará e Minas Gerais. O maior beneficiado seria o Pará, com mais quatro deputados.
A nova composição das bancadas foi definida de acordo com o Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os cálculos levaram em conta a população do estado e os números mínimo (oito) e máximo (70) de parlamentares permitidos por lei para uma unidade da Federação, além do quesito de proporcionalidade exigido pela Constituição.
No entanto, em novembro do ano passado, a Câmara dos Deputados aprovou o Decreto Legislativo 1.361/13, que anulou a resolução do tribunal sobre o número de deputados de cada estado para as eleições de outubro. Ao retomar o julgamento da questão, no dia 27 do mês passado, os ministros do TSE decidiram derrubar o decreto e restabelecer a decisão original.
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