Destaque, Notícias

João Campos promete IPVA zero para motociclistas da zona rural

Por Nill Júnior

O pré-candidato a governador de Pernambuco, João Campos, se comprometeu a lançar um novo programa para zerar o IPVA dos motociclistas da zona rural.

A ideia, disse o socialista em um evento de pré-campanha em Palmares,  é custear integralmente a inscrição e o curso da habilitação para pilotar e garantir a entrega do capacete.

“Eu vou lançar um programa chamado Moto Rural, Moto Legal. A ideia não fui eu que tive. Quem teve foi o povo me contando no meio da rua, nessa tribuna do Anota Aí. Qual é a bronca? O camarada está com o IPVA da moto atrasado. Moto de agricultor da zona rural não vai pagar IPVA. Segundo ponto: a pessoa não tem carteira. O Governo de Pernambuco, na nossa gestão, vai bancar a formação e dar a carteira dos agricultores. Terceiro ponto: em vez de apreender a moto, a gente vai dar o capacete”, afirmou.

“Sabe por que a gente vai fazer isso? Porque eu não estou aqui para cuidar de quem é grande, mas para cuidar de quem é pequeno”, ressaltou.

Outras Notícias

Pedro Alves acompanha Raquel em Serra

Nesta segunda-feira (29), o prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, esteve acompanhando em Serra Talhada a agenda da governadora Raquel Lyra, que realizou o lançamento oficial do Programa de Distribuição de Sementes da Safra 2025/2026. O evento marca o início de mais um importante ciclo de apoio aos agricultores familiares do Estado, especialmente no Sertão […]

Nesta segunda-feira (29), o prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, esteve acompanhando em Serra Talhada a agenda da governadora Raquel Lyra, que realizou o lançamento oficial do Programa de Distribuição de Sementes da Safra 2025/2026. O evento marca o início de mais um importante ciclo de apoio aos agricultores familiares do Estado, especialmente no Sertão do Pajeú.

Durante a solenidade, a governadora anunciou um pacote de investimentos complementares em infraestrutura agrícola para o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), visando fortalecer ainda mais a agricultura familiar, motor essencial da economia regional.

Com o prefeito estiveram o secretário municipal de Administração e Desenvolvimento Econômico, Carlinhos Valadares, o secretário de Agricultura e Abastecimento, Rogério Lins e o chefe de Gabinete da Prefeitura, Júlio Veras.

Cúpula do PSDB discute expulsão de Aécio e espera pedido de licença do deputado até agosto

Blog da Andréia Sadi/G1 A cúpula do PSDB quer que o deputado federal Aécio Neves (MG) e outros tucanos na mira da Polícia Federal (PF) se licenciem do partido até agosto. O partido discute até a expulsão de Aécio mas, segundo o blog apurou, o comando do partido tem a expectativa de que o deputado […]

Foto: Sergio Lima/AFP

Blog da Andréia Sadi/G1

A cúpula do PSDB quer que o deputado federal Aécio Neves (MG) e outros tucanos na mira da Polícia Federal (PF) se licenciem do partido até agosto. O partido discute até a expulsão de Aécio mas, segundo o blog apurou, o comando do partido tem a expectativa de que o deputado se antecipe e se afaste do partido para que a medida mais “traumática” – a expulsão – não seja necessária.

O PSDB, agora sob o comando do ex-deputado federal e ex-ministro Bruno Araújo (PE), tem articulado para “repaginar” a imagem da sigla, que tem entre seus caciques o governador de São Paulo, João Doria.

Doria nega publicamente, mas já pavimenta candidatura à sucessão presidencial em 2022. Por isso, seu grupo trabalha para afastar políticos investigados do partido, numa tentativa de “blindar” a sigla. A movimentação para expulsar Aécio, revelada pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo, inclui também outros investigados, como Beto Richa, ex-governador do Paraná.

Na semana passada, Aécio Neves virou réu na Justiça Federal de São Paulo por corrupção e obstrução à Justiça, acusado de tentar atrapalhar o andamento da Operação Lava Jato. O empresário Joesley Batista afirma ter pago propina de R$ 2 milhões ao deputado e sua irmã em 2017.

PRF intensifica fiscalização durante Operação Carnaval em Pernambuco

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) deu início, à zero hora desta sexta-feira (9), à Operação Carnaval nas rodovias federais de Pernambuco. Ações de fiscalização, educação viária e combate ao crime serão intensificadas até o final da quarta-feira (14), visando melhorar a fluidez nas rodovias e reforçar a segurança dos viajantes durante o período festivo. A […]

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) deu início, à zero hora desta sexta-feira (9), à Operação Carnaval nas rodovias federais de Pernambuco. Ações de fiscalização, educação viária e combate ao crime serão intensificadas até o final da quarta-feira (14), visando melhorar a fluidez nas rodovias e reforçar a segurança dos viajantes durante o período festivo. A iniciativa faz parte do Programa Rodovida, que reúne órgãos públicos com o objetivo de reduzir a violência no trânsito.

É esperado um aumento significativo no fluxo de veículos, especialmente na BR 101 Norte e Sul, em direção ao litoral, e na BR 232, que conduz aos polos de Bezerros, Arcoverde, Pesqueira e Salgueiro. Outras rodovias, como as BRs 428 e 407, que atravessam Petrolina, também terão sua fiscalização reforçada.

Durante o carnaval, o consumo de bebidas alcoólicas aumenta, e para coibir essa prática nas rodovias, a PRF intensificará a fiscalização com o uso do bafômetro. A multa para quem for flagrado dirigindo sob efeito de álcool, ou se recusar a fazer o teste, é de R$2.934,70, além de sete pontos na carteira de habilitação e suspensão do direito de dirigir por 12 meses. Se o índice verificado no aparelho for superior a 0,33mg/l, o motorista também será encaminhado a uma delegacia de Polícia Civil.

Outra preocupação da PRF é com o excesso de velocidade, fator associado a diversas colisões graves nas rodovias. Durante o mesmo período, ocorrerá a Operação Temática de Fiscalização de Velocidade (Otevel), com o uso de radares móveis em pontos críticos das rodovias federais, baseados em um estudo sobre os locais com maior incidência de colisões com feridos e mortes em Pernambuco.

Além das ações de fiscalização, serão realizadas atividades de conscientização sobre medidas que visam preservar vidas durante as abordagens nas rodovias. Condutores e passageiros receberão orientações sobre o uso correto do cinto de segurança por todos os ocupantes do veículo, o uso do capacete devidamente fixado à cabeça e dos dispositivos de retenção para crianças.

A equipe aeromédica composta pela PRF e SAMU Metropolitano Recife estará em prontidão durante todo o período do carnaval. O helicóptero poderá ser acionado para realizar resgates de vítimas de colisões no trânsito, transporte de órgãos e transferência de pacientes entre unidades de saúde.

A Reforma Política, o melhor para o Brasil em 2015

*Por Adelmo Santos As eleições municipais de 2012 foram fundamentais para ratificar a fragilidade e decadência do  sistema político brasileiro, essa realidade é mais evidente nos pequenos e médios municípios do país. Os métodos praticados no último pleito dão a dimensão do contexto político-eleitoral vigente, calcados no clientelismo arcaico, requintado de corrupção e amparados por […]

141213_ext_arquivo*Por Adelmo Santos

As eleições municipais de 2012 foram fundamentais para ratificar a fragilidade e decadência do  sistema político brasileiro, essa realidade é mais evidente nos pequenos e médios municípios do país. Os métodos praticados no último pleito dão a dimensão do contexto político-eleitoral vigente, calcados no clientelismo arcaico, requintado de corrupção e amparados por uma legislação frouxa, necessitada de reformas que previna abusos  de toda ordem e adote  punições rigorosas para gestores e candidatos a cargos do executivo e do legislativo. Outro ponto de partida desse debate são os custos gerados pelas campanhas  eleitorais realizadas a cada dois anos, com sérios prejuízos para a população brasileira.

A imprensa escrita e falada tem denunciado em parte, as mazelas do atual sistema político, as práticas ilícitas durante os períodos eleitorais  e a ressaca pós-eleição, resultando em Prefeituras “quebradas”, algumas sucateadas de recursos financeiros e materiais, uma esculhambação;  importante reconhecer que nessa regra, há gestores e candidatos idôneos que ainda zelam pela coisa pública.

O financiamento das campanhas eleitorais continua causando estragos, pois alimenta  a antiga prática do voto clientelista, moeda de troca, agora mais valorizada do que nunca. Nas últimas eleições, as campanhas nos pequenos e médios municípios do interior custaram milhões, na maioria das pequenas cidades, um vereador para se eleger gastou cifras que variam na média de 10 a 200 mil reais, houve gastos muito mais exorbitantes, para se eleger vereador, em média 90% dos votos são trocados por favores. Em se falando de eleições para prefeito, os custos são até milionários. De onde sai esse dinheiro e como se dá o caminho de volta para quem financiou, eis a questão de fundo que a legislação e a justiça não atuam e muito menos co-respondem à sociedade.

O país a cada dois anos realiza eleições, um evento que mobiliza os três poderes da República nas esferas Federal, Estadual e Municipal. A legislação engessa a celebração de convênios e liberação de recursos da União e dos Estados para Prefeituras e entidades da Administração direta durante 180 dias, no período pré e pós-eleição, um prejuízo para a sociedade, em síntese, a cada quatro anos, um ano perdido. Outro relevante custo é o envolvimento de parte de servidores públicos efetivos ou comissionados, estratégicos nos cargos que ocupam, muitas vezes com dedicação exclusiva deixando de trabalhar para o cidadão que paga impostos durante meses a cada eleição. Considere-se ainda o tempo disponibilizado pelos integrantes do Poder Judiciário e Ministério Público que atuam nos pleitos eleitorais, sobretudo Juízes e promotores públicos, com dedicação de boa parte do tempo às atividades de mais uma eleição. Outro fator relevante é o envolvimento da gestão municipal, logo em seguida no segundo ano de governo colocando a máquina pública a serviço da eleição dos seus candidatos, sobretudo os deputados.  As “engenharias” políticas para uma eleição já estão atreladas à próxima, não dar nem para respirar.

A Lei de Responsabilidade Fiscal, importante instrumento  de controle e eficiência dos gastos públicos deveria ser mais rigorosa em punir crimes de ir-responsabilidade fiscal. Como exemplos mais comuns deixados pelos maus gestores municipais em 31 de dezembro, destacam-se o descumprimento com os gastos previstos em Lei com Educação e Saúde e em muitos casos o desvio de finalidade dos recursos, folhas salariais atrasadas, dívidas com fornecedores, o não recolhimento para os fundos de previdência dos servidores municipais. Na maioria dos municípios os novos gestores levam tempo para “arrumar a casa”.

O Congresso Nacional está discutindo a PEC da Reforma Política, são muitas propostas apresentadas por diversos parlamentares, algumas são mais consensuais, a exemplo das eleições unificadas a cada cinco anos, acabando com a reeleição para os cargos de Presidente da República, Governadores e Prefeitos. O financiamento público das campanhas é outra proposta polêmica e que divide opiniões.

Uma coisa é certa, o povo brasileiro não suporta mais eleições a cada dois anos. A aprovação da Reforma com eleições gerais a cada cinco anos fortaleceria nossa democracia, pois o sistema político precisa estar em consonância com os interesses da população brasileira. Consideremos como pontos relevantes uma maior dedicação dos Prefeitos, governadores e Presidente da República à gestão do interesse público em detrimento da dedicação a eleição de seus candidatos ou de sua reeleição.

O período das campanhas precisa de uma redução de tempo, o que implica em menos gastos com as eleições. O candidato dispor de 90 dias para discutir, formular e divulgar seu Plano de Governo com a sociedade e apenas os 60 dias finais para a propaganda eleitoral, não deixa de ser uma proposta razoável. O estilo das campanhas precisa ser reformado, as carreatas em cidades do interior, cavaletes poluindo ruas são custos de campanhas que não influenciam em nada a decisão do eleitor.

O Brasil precisa de um sistema político que fortaleça os partidos, a fidelidade partidária, no atual contexto, a estrutura partidária vigente transforma os partidos em verdadeiros balcões de negócios. Os movimentos sociais liderados pela Central única dos Trabalhadores (CUT) promoverão no Brasil inteiro um grande plebiscito popular visando uma constituinte exclusiva para a Reforma do Sistema Político, a mobilização para recolhimento de assinaturas do documento, reivindicando uma constituinte exclusiva acontecerá de 1 a 7 de setembro próximo, todas as cidades terão os locais definidos para que cada cidadão e cidadã exerça esse direito.

O ano de 2015 se apresenta como o cenário mais favorável para uma verdadeira e abrangente Reforma Política, condição básica para o aprimoramento da democracia representativa, regime adotado pelo Estado brasileiro.

*Adelmo Santos é Historiador

Maioria da bancada pernambucana vota pela cassação de Carla Zambelli

A maioria dos deputados federais de Pernambuco votou pela cassação do mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP) no plenário da Câmara dos Deputados. No total, foram 227 votos favoráveis à perda do mandato, 170 contrários, 10 abstenções e 105 ausências — número insuficiente para atingir os 257 votos exigidos para aprovação. Com isso, apesar da […]

A maioria dos deputados federais de Pernambuco votou pela cassação do mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP) no plenário da Câmara dos Deputados. No total, foram 227 votos favoráveis à perda do mandato, 170 contrários, 10 abstenções e 105 ausências — número insuficiente para atingir os 257 votos exigidos para aprovação.

Com isso, apesar da condenação da parlamentar pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e porte ilegal de arma, Zambelli permanece no cargo.

Entre os 25 deputados pernambucanos, a maioria se posicionou pela cassação, com apenas quatro votos contrários e três ausências. Confira como votou cada um:

Votaram pela cassação (SIM):

Augusto Coutinho (Republicanos)

Carlos Veras (PT)

Clodoaldo Magalhães (PV)

Eduardo da Fonte (PP)

Felipe Carreras (PSB)

Fernando Coelho Filho (União Brasil)

Fernando Monteiro (Republicanos)

Iza Arruda (MDB)

Lucas Ramos (PSB)

Luciano Bivar (União Brasil)

Lula da Fonte (PP)

Maria Arraes (Solidariedade)

Ossesio Silva (Republicanos)

Pedro Campos (PSB)

Renildo Calheiros (PCdoB)

Túlio Gadêlha (Rede)

Waldemar Oliveira (Avante)

Votaram contra a cassação (NÃO):

André Ferreira (PL)

Clarissa Tércio (PP)

Coronel Meira (PL)

Fernando Rodolfo (PL)

Pastor Eurico (PL)

Ausentes:

Eriberto Medeiros (PSB)

Guilherme Uchoa (PSB)

Mendonça Filho (União Brasil)