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Os institutos Datafolha e Quaest divulgam neste sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, novos levantamentos sobre a disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). As pesquisas foram realizadas na sexta-feira (23) e neste sábado e poderão captar parcialmente as reações dos eleitores ao […]

Os institutos Datafolha e Quaest divulgam neste sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, novos levantamentos sobre a disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). As pesquisas foram realizadas na sexta-feira (23) e neste sábado e poderão captar parcialmente as reações dos eleitores ao último debate entre os candidatos, promovido pela TV Globo.

A divulgação ocorre após uma semana de levantamentos que apontaram empate técnico entre os presidenciáveis. O segundo turno será realizado neste domingo (25).

A pesquisa Quaest tem divulgação prevista para as 10h15 deste sábado, ainda pela manhã. Já os resultados do Datafolha são esperados no início da noite, com transmissão da Folha de S.Paulo a partir das 18h40. Os horários são de Brasília, os mesmos de Pernambuco.

O Datafolha realizou 4.050 entrevistas presenciais entre sexta-feira e sábado. O levantamento foi contratado pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo, tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-09540/2026.

Na pesquisa anterior do instituto, divulgada na quinta-feira (22), Flávio registrou 47% das intenções de voto, enquanto Lula apareceu com 46%. A diferença de um ponto percentual configurou empate técnico. Nos votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, os dois candidatos tiveram 50% cada, considerando os percentuais arredondados.

A Quaest também realizou entrevistas presenciais na sexta-feira e neste sábado, ouvindo 3.702 eleitores. O levantamento foi contratado pelo jornal O Globo e pela TV Globo, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-09158/2026.

Na rodada anterior da Quaest, divulgada na quarta-feira (21), Flávio apareceu com 45% das intenções de voto, contra 44% de Lula. A diferença também ficou dentro da margem de erro do levantamento.

As novas pesquisas serão divulgadas depois de uma semana marcada por acontecimentos na campanha, incluindo a promulgação do fim da escala de trabalho 6×1, as entrevistas dos candidatos à TV Globo e os debates realizados pela Band e pela própria Globo.

Outro tema que ganhou espaço na disputa foi o futuro do Bolsa Família. A campanha de Lula passou a questionar declarações da coordenadora econômica de Flávio, Daniella Marques, enquanto o candidato do PL afirmou que pretende manter o programa.

Como parte das entrevistas foi realizada antes do debate da Globo e parte depois, os levantamentos poderão captar apenas parcialmente eventuais mudanças de opinião relacionadas ao encontro.

Os resultados serão conhecidos na véspera da votação e representarão as intenções de voto registradas durante o período de coleta, não uma previsão do resultado das urnas.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recorreu a expressões populares nas redes sociais, memes e referências conhecidas do público jovem durante o debate com Flávio Bolsonaro (PL), realizado na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo. A estratégia apareceu em diferentes momentos do confronto, quando o petista citou o jogador Richarlison como “pai […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recorreu a expressões populares nas redes sociais, memes e referências conhecidas do público jovem durante o debate com Flávio Bolsonaro (PL), realizado na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo. A estratégia apareceu em diferentes momentos do confronto, quando o petista citou o jogador Richarlison como “pai do bebê”, pediu que os eleitores pesquisassem informações no Google e chamou o adversário de “irmão do Tigrinho”.

Logo no primeiro bloco, Lula utilizou uma comparação com estudantes que decoram conteúdos para prestar vestibular, mas não conseguem demonstrar conhecimento sobre o assunto, para criticar o desempenho de Flávio. O presidente também sugeriu que os telespectadores pesquisassem na internet informações sobre investimentos realizados durante o governo de Jair Bolsonaro.

A referência ao Google voltou a aparecer quando os candidatos discutiram a região Norte do país. Lula questionou o conhecimento do adversário sobre Manaus e os investimentos federais na Amazônia. Flávio reagiu perguntando se quem governava o Brasil era o presidente ou o Google.

Outro momento ocorreu no quarto bloco, quando Lula mencionou uma disputa envolvendo o jogador Richarlison, atacante da Seleção Brasileira, e uma propriedade em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

Ao apresentar o caso, o presidente utilizou dois apelidos associados ao atleta na internet. Primeiro, lembrou a comemoração de gols em que Richarlison imita um pombo. Depois, chamou o jogador de “pai do bebê”, expressão popularizada nas redes sociais.

O apelido surgiu de vídeos publicados por Dudu Daibert, cunhado do atacante, que passou a se apresentar como “tio do bebê” ao brincar com o nome do filho de Richarlison. A expressão ganhou repercussão entre seguidores do jogador e de sua família.

No debate, Lula questionou Flávio sobre a disputa por uma propriedade na Ilha Comprida, em Angra dos Reis. O presidente mencionou a versão apresentada por Richarlison, segundo a qual o jogador teria enfrentado dificuldades para regularizar a ocupação do imóvel, enquanto pessoas ligadas ao advogado Willer Tomaz teriam obtido documentação em prazo menor.

As circunstâncias da disputa são contestadas pelas partes envolvidas. Flávio nega participação direta no negócio, enquanto o advogado afirma que a aquisição dos direitos sobre a propriedade ocorreu legalmente.

A linguagem das redes também apareceu na discussão sobre os jogos de apostas online. Flávio chamou Lula de “pai do Tigrinho”, responsabilizando o governo petista pela regulamentação dessas atividades.

O presidente rebateu a acusação, atribuiu ao governo Jair Bolsonaro parte da responsabilidade pela expansão das apostas e chamou o ex-presidente de “pai do Tigrinho”. Em seguida, classificou Flávio como “irmão do Tigrinho”, em uma referência à relação familiar entre os dois.

A disputa sobre a responsabilidade pela regulamentação das apostas envolve decisões tomadas em diferentes governos. As apostas de quota fixa foram autorizadas por legislação de 2018, durante a gestão Michel Temer, tiveram novas medidas durante o governo Bolsonaro e foram regulamentadas posteriormente pelo governo Lula.

Apesar das referências bem-humoradas e das expressões populares, o debate também teve momentos de confronto pessoal. Flávio afirmou que Lula dava benefícios com uma mão e os retirava com “nove dedos”, fazendo referência à amputação sofrida pelo presidente em um acidente de trabalho.

Lula reagiu à declaração, relembrou as circunstâncias em que perdeu o dedo mínimo da mão esquerda, aos 17 anos, e chamou o adversário de miliciano. Flávio pediu desculpas pela referência à deficiência física do presidente.

A utilização de expressões populares ocorreu após orientações da equipe de campanha para que Lula adotasse uma postura mais tranquila e concentrasse suas intervenções nas realizações do governo e nas propostas para um eventual novo mandato.

O confronto foi o último debate presidencial antes do segundo turno, marcado para este domingo (25).

Fonte: O Globo
Foto: Ricardo Stuckert

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Cristiane Gomes da Silva, mãe da menina Ana Clara, morta aos cinco anos após ser atingida por um tiro de fuzil em Niterói, no Rio de Janeiro, criticou a resposta de Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate presidencial da TV Globo, realizado nessa sexta-feira (23). Ela acompanhou o encontro na plateia e afirmou que o […]

Cristiane Gomes da Silva, mãe da menina Ana Clara, morta aos cinco anos após ser atingida por um tiro de fuzil em Niterói, no Rio de Janeiro, criticou a resposta de Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate presidencial da TV Globo, realizado nessa sexta-feira (23). Ela acompanhou o encontro na plateia e afirmou que o senador não explicou por que atuou como advogado do policial militar acusado de matar sua filha.

A manifestação ocorreu após o presidente Lula (PT) questionar Flávio sobre sua participação na defesa do cabo da Polícia Militar Bruno Dias Delaroli, denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro pela morte da criança, em fevereiro de 2021.

“Eu não tive a resposta que eu queria. Ele não respondeu porque defendeu o assassino da minha filha”, afirmou Cristiane após a discussão entre os candidatos.

A mãe contestou a versão apresentada pelo senador de que a morte teria ocorrido durante uma troca de tiros em uma comunidade marcada pela presença do tráfico de drogas. Segundo ela, não havia confronto no momento em que a filha foi atingida.

Cristiane afirmou que um policial chegou ao local atirando e que a perícia apontou as circunstâncias do disparo. Ela também acusou Flávio de ter utilizado sua influência como senador para dificultar a realização do julgamento do militar.

De acordo com a mãe, o julgamento foi anulado duas vezes neste ano. A afirmação sobre a responsabilidade de Flávio pelas alterações processuais, entretanto, é uma acusação de Cristiane e não constitui uma conclusão judicial.

Durante o debate, Flávio começou sua resposta confundindo o nome da mãe com o da filha morta. Ao se dirigir a Cristiane, chamou-a de Ana Clara antes de manifestar solidariedade pela perda da criança.

O senador classificou a morte como uma tragédia, afirmou não conseguir imaginar o sofrimento de perder uma filha de cinco anos e disse acreditar que o policial acusado não tenha sido o responsável pelo disparo.

“Tenho a confiança que não foi esse policial”, declarou Flávio, ao defender a necessidade de esclarecer a autoria do tiro.

Cristiane rejeitou a explicação. Ela afirmou ter presenciado a morte da filha e criticou o candidato por apresentar uma versão que, segundo seu relato, não corresponde ao que aconteceu naquela ocasião.

A menina Ana Clara Gomes Machado foi atingida por um disparo de fuzil em fevereiro de 2021, na comunidade Monan Pequeno, no bairro de Pendotiba, em Niterói. A criança estava nas proximidades de casa quando foi baleada.

O policial Bruno Dias Delaroli foi acusado pelo Ministério Público de efetuar o disparo. Ele ainda não foi condenado, e sua defesa contesta a acusação.

Flávio Bolsonaro passou a integrar a defesa do militar e, em 2024, assinou um recurso apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a decisão que determinou que o caso fosse submetido ao Tribunal do Júri.

O trabalho do senador na defesa ocorreu sem cobrança de honorários, a convite de outro advogado, por meio do Instituto Família Policial.

A presença de Cristiane no debate foi articulada pela campanha de Lula. Ela acompanhou o confronto entre os candidatos ao lado de integrantes da comitiva petista.

Fonte: O Globo
Foto: O Globo

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O debate presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo, teve episódios de tensão que começaram antes mesmo de os candidatos entrarem no estúdio. A presença de convidados ligados a casos envolvendo os adversários, provocações na plateia e orientações das equipes durante os intervalos marcaram os […]

O debate presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo, teve episódios de tensão que começaram antes mesmo de os candidatos entrarem no estúdio. A presença de convidados ligados a casos envolvendo os adversários, provocações na plateia e orientações das equipes durante os intervalos marcaram os bastidores do último confronto antes do segundo turno.

Aliados de Flávio levaram ao estúdio a prefeita de Ituiutaba (MG), Leandra Guedes (Avante), ex-companheira do deputado André Janones (Rede-MG), responsável pelo canal de WhatsApp “Exército do Lula”. Ela obteve uma medida protetiva contra o parlamentar após relatar ameaças de divulgação de imagens íntimas depois do término do relacionamento.

Janones estava na relação de convidados da campanha de Lula, mas não compareceu ao debate em razão da presença da ex-companheira.

Do lado petista, o deputado eleito Marcelo Freixo (PT-RJ) chegou acompanhado da mãe de Ana Clara Machado, menina de cinco anos morta após ser baleada na porta de casa, em Niterói (RJ), em 2021. O policial militar acusado de efetuar o disparo é defendido judicialmente por Flávio Bolsonaro.

Durante o debate, Lula mencionou a presença da mãe da criança, que se levantou na plateia. Ao responder, Flávio confundiu o nome da mulher com o da filha morta, provocando um protesto dela.

Flávio chegou à emissora acompanhado da esposa, Fernanda, da assessora econômica Daniella Marques e do irmão Carlos Bolsonaro, eleito senador por Santa Catarina.

Entre os aliados presentes estavam o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador catarinense Jorginho Mello (PL), além de Douglas Ruas (PL), eleito governador do Rio de Janeiro, e Sergio Moro (PL), eleito governador do Paraná.

Duas ausências chamaram atenção: Pablo Marçal e o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que haviam participado do debate anterior, na Band. A presença de Marçal naquele encontro provocou desconforto entre aliados de Flávio, que relacionaram ao influenciador parte da postura mais agressiva adotada pelo senador. Nikolas estava em Fortaleza, participando de atividades de campanha.

Lula chegou acompanhado da primeira-dama Janja e teve entre os integrantes de sua equipe o ministro Sidônio Palmeira, o senador Camilo Santana (PT-CE) e o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT).

Também acompanharam o debate Guilherme Boulos, Rick Azevedo, Anielle Franco, Marinete Silva e Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Fernando Haddad e Marina Silva, presentes em outras ocasiões, não compareceram.

A presença de Jandira também trouxe à memória um episódio ocorrido dez anos antes, quando Flávio desmaiou durante um debate da Band para a Prefeitura do Rio de Janeiro. Na ocasião, a deputada tentou prestar socorro, mas foi impedida por Jair Bolsonaro.

PROVOCAÇÕES E REAÇÕES DA PLATEIA

Uma das provocações ocorreu quando Flávio falou sobre a inflação e o preço do chocolate. Marcelo Freixo reagiu em voz alta:

“Disso ele entende”, ironizou.

A referência foi à investigação envolvendo uma loja de chocolates de Flávio Bolsonaro. O estabelecimento foi mencionado em apurações do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre suspeitas de movimentações financeiras irregulares relacionadas ao ex-assessor Fabrício Queiroz.

Flávio chegou a ser denunciado em 2020. No ano seguinte, o Superior Tribunal de Justiça anulou a quebra de sigilo utilizada na investigação, decisão que enfraqueceu a acusação e levou ao arquivamento do caso.

Outro episódio ocorreu quando Flávio afirmou que Lula “dá com uma mão e tira com nove dedos”, em referência à amputação sofrida pelo presidente em um acidente de trabalho.

A declaração provocou risadas e comentários em voz alta entre convidados ligados ao candidato do PL. Na plateia petista, houve protestos e manifestações de indignação.

ORIENTAÇÕES DURANTE OS INTERVALOS

No primeiro intervalo do debate, Flávio conversou com o governador Tarcísio de Freitas e com o marqueteiro Duda Lima. Tarcísio também havia participado da preparação do senador para o confronto com Lula.

Na equipe petista, o presidente recebeu orientações de Sidônio Palmeira, Rafael Fonteles e Camilo Santana entre os dois primeiros blocos.

Os integrantes da campanha avaliaram que Flávio estava conseguindo apresentar melhor suas respostas quando o assunto envolvia propostas para o futuro. Diante dessa percepção, recomendaram que Lula direcionasse mais suas intervenções para o que pretendia realizar em um eventual novo mandato.

O encontro foi o último debate entre os presidenciáveis antes da votação deste domingo (25).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Cerca de 25 mil militares das Forças Armadas serão mobilizados para atuar no segundo turno das eleições, neste domingo (25). A operação envolverá integrantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, com ações de segurança e apoio logístico à Justiça Eleitoral em diferentes regiões do país. A mobilização prevê operações de Garantia da Votação e […]

Cerca de 25 mil militares das Forças Armadas serão mobilizados para atuar no segundo turno das eleições, neste domingo (25). A operação envolverá integrantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, com ações de segurança e apoio logístico à Justiça Eleitoral em diferentes regiões do país.

A mobilização prevê operações de Garantia da Votação e da Apuração (GVA) em 306 municípios de 11 estados. Outros 39 municípios, distribuídos por oito unidades da Federação, receberão apoio logístico, principalmente em localidades de difícil acesso.

Além da atuação na segurança de locais determinados pela Justiça Eleitoral, os militares serão responsáveis pelo transporte de urnas eletrônicas, equipamentos, materiais e equipes que trabalharão durante a votação.

Para executar essas atividades, serão utilizados aviões, helicópteros, embarcações e veículos militares. A estrutura atenderá comunidades rurais, regiões ribeirinhas, terras indígenas e outros territórios onde as condições geográficas e de infraestrutura dificultam o deslocamento das equipes eleitorais.

De acordo com o Ministério da Defesa, a operação tem como finalidade contribuir para a manutenção da ordem pública, assegurar a normalidade da votação e da apuração dos votos e garantir que os eleitores possam exercer o direito ao voto.

A presença das Forças Armadas ocorre mediante solicitação da Justiça Eleitoral e autorização da Presidência da República. Os pedidos são encaminhados pelos tribunais eleitorais, responsáveis também por definir as necessidades de cada localidade e organizar as atividades com os comandos militares.

A operação será realizada de maneira integrada entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Ministério da Defesa, as três Forças Armadas e os órgãos de segurança pública.

A coordenação nacional ficará sob responsabilidade do Centro de Operações Conjuntas, em Brasília, que atuará em articulação com os comandos militares mobilizados para o segundo turno.

Participarão da estrutura os Comandos Conjuntos Amazônia, Amazônia Oriental, Nordeste, Planalto, Oeste e Leste, além do Comando de Operações Aeroespaciais, responsável pela coordenação dos meios aéreos empregados na operação.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante o debate da TV Globo, nessa sexta-feira (23), que Flávio Bolsonaro (PL) desconhece a realidade da região Norte do país. Ao criticar o adversário, Lula relembrou a crise de falta de oxigênio nos hospitais de Manaus, em 2021, e mencionou um vídeo em que o […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante o debate da TV Globo, nessa sexta-feira (23), que Flávio Bolsonaro (PL) desconhece a realidade da região Norte do país. Ao criticar o adversário, Lula relembrou a crise de falta de oxigênio nos hospitais de Manaus, em 2021, e mencionou um vídeo em que o ex-presidente Jair Bolsonaro imitou uma pessoa com dificuldades para respirar durante a pandemia de covid-19.

A declaração ocorreu no primeiro bloco do encontro, quando os candidatos discutiam saneamento básico e investimentos na região Norte. Lula questionou o conhecimento de Flávio sobre o Amazonas e associou a atuação do governo de Jair Bolsonaro à crise sanitária enfrentada pela população.

“Talvez a única imagem que ele tem do Estado do Amazonas é essa. É o pai dele rindo da pessoa morrendo por falta de oxigênio”, declarou o presidente.

A crise mencionada por Lula ocorreu em janeiro de 2021, quando hospitais de Manaus enfrentaram o esgotamento dos estoques de oxigênio medicinal durante o avanço da covid-19. A situação comprometeu o atendimento de pacientes e provocou mortes, além de exigir a transferência de pessoas internadas para outros estados.

O vídeo citado pelo presidente foi gravado em março daquele ano, cerca de dois meses depois do colapso hospitalar. Na ocasião, Jair Bolsonaro simulou dificuldades respiratórias durante uma transmissão ao vivo, enquanto criticava orientações do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta sobre o momento de procurar atendimento médico.

Flávio rebateu as críticas e afirmou que a gravação havia sido retirada de contexto. Segundo o senador, seu pai não estava ridicularizando pacientes, mas questionando a orientação de esperar pelo agravamento dos sintomas antes de procurar um hospital.

Na discussão sobre a região Norte, o candidato do PL também cobrou explicações de Lula sobre a oposição de parlamentares petistas ao marco legal do saneamento básico, aprovado em 2020.

O presidente respondeu mencionando investimentos realizados durante suas administrações na Amazônia e sugeriu que o adversário consultasse informações disponíveis na internet sobre as ações do governo federal.

Flávio ironizou a recomendação e questionou se Lula ou o Google era responsável por governar o país.

O senador também apresentou propostas para a região, incluindo a ampliação do saneamento básico em Belém, a manutenção e expansão da Zona Franca de Manaus e a atração de investimentos em centros de processamento de dados.

Flávio defendeu ainda a utilização do gás natural do Amazonas para a produção de fertilizantes e criticou obstáculos ambientais ao asfaltamento da Rodovia Transamazônica.

Na tréplica, Lula voltou a criticar a política ambiental do governo Jair Bolsonaro, acusando a gestão anterior de deixar a Amazônia desprotegida e de não atender adequadamente às populações indígenas e quilombolas.

O confronto ocorreu no último debate presidencial antes do segundo turno, marcado para este domingo (25).

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Pablo Porciuncula/AFP

O último debate entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) antes do segundo turno das eleições presidenciais foi marcado por acusações pessoais, cobranças sobre políticas sociais e discussões envolvendo o endividamento das famílias e o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro, realizado na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo, teve como […]

O último debate entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) antes do segundo turno das eleições presidenciais foi marcado por acusações pessoais, cobranças sobre políticas sociais e discussões envolvendo o endividamento das famílias e o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro, realizado na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo, teve como um dos principais episódios um pedido de desculpas do senador após fazer referência à deficiência física do presidente.

A discussão começou quando Flávio afirmou que Lula “dá com uma mão e tira com nove dedos”, em uma crítica à política econômica do governo. O presidente perdeu o dedo mínimo da mão esquerda em um acidente de trabalho, quando atuava como torneiro mecânico, aos 17 anos.

Lula reagiu à declaração, lembrou sua trajetória como trabalhador e relacionou o episódio aos acidentes que atingem empregados em diferentes atividades profissionais. O presidente também chamou o adversário de miliciano e exigiu uma retratação.

“Você vai ter que pedir desculpa”, cobrou Lula, argumentando que a referência atingia não apenas sua condição pessoal, mas também trabalhadores que sofreram acidentes.

Na sequência, Flávio pediu desculpas ao presidente, afirmando que não tinha a intenção de ofendê-lo.

“Peço desculpa de verdade”, declarou o senador.

Apesar da retratação, o candidato do PL questionou se Lula pediria desculpas à população em situação de rua, às mulheres vítimas de violência e aos brasileiros que enfrentam dificuldades financeiras. Flávio também repudiou o fato de ter sido chamado de miliciano.

Durante a discussão, o senador afirmou que o número de pessoas em situação de rua havia dobrado no atual governo. Entretanto, dados do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua apontam crescimento de 55% entre 2022 e dezembro de 2025, quando foram contabilizadas aproximadamente 365,8 mil pessoas nessa condição.

Pesquisadores ressaltam que a ampliação dos registros pode estar relacionada também a mudanças metodológicas, à busca ativa e à inclusão de pessoas vulneráveis nos cadastros sociais. Dessa forma, o aumento registrado não pode ser interpretado integralmente como crescimento de novos casos.

Outro momento do debate envolveu os direitos das mulheres. Lula cobrou explicações de Flávio sobre seu voto contrário à ampliação da licença-maternidade, quando exercia o mandato de deputado estadual no Rio de Janeiro.

O senador reconheceu a decisão e afirmou que, na época, acreditava que a ampliação do período de afastamento poderia dificultar a contratação de mulheres pelas empresas.

“Eu estava errado”, admitiu Flávio, acrescentando que sua percepção mudou depois do casamento e do nascimento de suas duas filhas.

O candidato afirmou que atualmente votaria de maneira diferente e defendeu a importância da convivência entre mães e filhos, inclusive por períodos superiores a 180 dias.

Lula criticou a justificativa e argumentou que o adversário havia perdido a oportunidade de apoiar a mudança quando exerceu o mandato parlamentar.

Na mesma discussão, o presidente recuperou publicações antigas em que Flávio se referia ao Bolsa Família como “bolsa-farelo”. Lula considerou a expressão desrespeitosa com a população de baixa renda.

Flávio respondeu que pretende manter e ampliar os programas sociais caso seja eleito, incluindo o Bolsa Família. O senador também criticou a política de reajuste dos benefícios e questionou a atuação do governo federal no combate à pobreza.

ENDIVIDAMENTO DAS FAMÍLIAS

O endividamento dos brasileiros também provocou divergências entre os candidatos. Flávio responsabilizou a condução da economia pelo aumento das dificuldades financeiras das famílias e citou a dívida pública, mencionando um valor próximo de R$ 11 trilhões.

O número apresentado pelo senador fazia referência à Dívida Bruta do Governo Geral, indicador acompanhado pelo Banco Central.

Flávio defendeu a criação de um mecanismo para permitir que a Caixa Econômica Federal compre dívidas de consumidores junto aos bancos e ofereça novas condições de refinanciamento.

O candidato afirmou que a proposta permitiria reduzir o peso dos juros e ampliar a capacidade de pagamento das famílias endividadas.

Lula respondeu que medidas de renegociação já haviam sido adotadas em seu governo e afirmou que uma nova iniciativa havia sido encaminhada ao Senado.

O presidente mencionou uma operação de aproximadamente R$ 15 bilhões, envolvendo 4,5 milhões de pessoas, e acusou o adversário de apresentar uma proposta semelhante àquela defendida por sua administração.

Lula também relacionou o endividamento à política de juros do Banco Central e defendeu o crescimento da economia como parte da solução para as dificuldades financeiras da população.

SUS E PANDEMIA

A saúde pública foi outro tema de confronto. Lula questionou declarações atribuídas a um integrante da equipe econômica de Flávio sobre o financiamento do Sistema Único de Saúde.

O presidente cobrou esclarecimentos sobre a disposição do adversário de ampliar os investimentos no SUS e retomou críticas à condução da pandemia de covid-19 durante o governo de Jair Bolsonaro.

Lula atribuiu ao comportamento do ex-presidente parte das dificuldades enfrentadas pelo país durante a crise sanitária e mencionou suas declarações sobre a vacinação.

Na avaliação do presidente, a atuação do SUS foi fundamental para evitar um número ainda maior de mortes durante a pandemia.

Flávio negou que pretenda reduzir os investimentos no sistema público e afirmou que sua proposta é ampliar os recursos destinados ao atendimento da população.

O senador também criticou as filas para consultas, exames e procedimentos, além da situação financeira das Santas Casas e das unidades conveniadas ao SUS.

Como proposta, Flávio defendeu a revisão dos valores pagos pelos procedimentos realizados na rede pública e conveniada.

O candidato afirmou ainda que pretende concentrar cortes de despesas na burocracia administrativa e no que classificou como irregularidades e desperdícios de recursos públicos, além de defender a redução de impostos.

O debate ocorreu a dois dias do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para este domingo (25), quando Lula e Flávio Bolsonaro disputarão a Presidência da República.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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Progresso confirma passe livre intermunicipal para o 2º turno em Pernambuco

Empresa esclareceu que Decreto anterior era mais restrito e que nova decisão do Estado amplia o passe livre. Empresa negou qualquer recusa e cumprirá decisão integralmente  A Auto Viação Progresso divulgou um comunicado oficial para esclarecer as diretrizes operacionais que adotará no segundo turno das Eleições 2026. A concessionária assegurou que fornecerá transporte gratuito em […]

Empresa esclareceu que Decreto anterior era mais restrito e que nova decisão do Estado amplia o passe livre. Empresa negou qualquer recusa e cumprirá decisão integralmente 

A Auto Viação Progresso divulgou um comunicado oficial para esclarecer as diretrizes operacionais que adotará no segundo turno das Eleições 2026.

A concessionária assegurou que fornecerá transporte gratuito em suas linhas intermunicipais, alinhando-se às regras estipuladas pelo Governo de Pernambuco.

Inicialmente, o Decreto Estadual nº 61.565, assinado em 21 de outubro e publicado no Diário Oficial do Estado no dia seguinte (22/10), “previa critérios específicos restritos a linhas intermunicipais classificadas pela EPTI (Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal) como de natureza estritamente urbana ou semiurbana”.

Em edição extra publicada nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, o Governo do Estado editou o Decreto nº 61.587. O novo texto alterou a redação da norma anterior e passou a prever expressamente que o benefício do passe livre nas linhas intermunicipais independe do comprimento ou extensão da linha.

A Progresso enfatizou que suas orientações e comunicações iniciais seguiram estritamente os critérios vigentes no primeiro documento publicado.

A concessionária negou categoricamente qualquer recusa deliberada em cumprir as obrigações legais, ressaltando que estava apenas observando o texto original emitido pelas autoridades governamentais.

Com a publicação do novo decreto ampliando o alcance do benefício, a empresa declarou que já está adotando todas as providências operacionais necessárias para se adequar às determinações aplicáveis e garantir o direito ao voto dos passageiros de forma transparente.

Audiência do debate da Globo pode alcancar 100 milhões de eleitores

Uma pesquisa realizada pelo instituto Ipespe/Abrapel e divulgada nesta sexta-feira apontou que 70% dos eleitores pretendem assistir com certeza ao último debate presidencial do segundo turno. O confronto final entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) ocorre hoje, a partir das 21h20, na TV Globo. Os dados […]

Uma pesquisa realizada pelo instituto Ipespe/Abrapel e divulgada nesta sexta-feira apontou que 70% dos eleitores pretendem assistir com certeza ao último debate presidencial do segundo turno.

O confronto final entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) ocorre hoje, a partir das 21h20, na TV Globo.

Os dados detalhados do interesse dos eleitores mostram que 70% vão assistir com certeza. Já 15% talvez acompanhem o embate, e 13% afirmaram que não pretendem assistir.

Só 2% não sabem ou preferiram não responder.

O engajamento é ligeiramente maior do lado petista: 74% dos eleitores de Lula afirmaram que acompanharão a transmissão ao vivo, enquanto o índice é de 69% entre os eleitores de Flávio Bolsonaro.

A projeção de audiência aponta que o programa pode alcançar uma marca próxima de 100 milhões de telespectadores.

Na minha análise para o comentário das rádios Itapuama FM, Pajeú, Cultura FM e Monteiro FM, falo das projeções para as eleições deste ano. Por ordem de possibilidades,  vitória de Flávio com até 2% de frente, vitória de Lula até 2% de frente ou vitória de Flávio por mais de 2% de frente. Para Lula, […]

Na minha análise para o comentário das rádios Itapuama FM, Pajeú, Cultura FM e Monteiro FM, falo das projeções para as eleições deste ano.

Por ordem de possibilidades,  vitória de Flávio com até 2% de frente, vitória de Lula até 2% de frente ou vitória de Flávio por mais de 2% de frente. Para Lula, considero essa última possibilidade remotíssima.

Do G1 O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta sexta-feira (23) que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” não poderá voltar a ser suspenso por uma decisão administrativa da Presidência da Corte. Com isso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, não poderá usar as atribuições administrativas da […]

Do G1

O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta sexta-feira (23) que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” não poderá voltar a ser suspenso por uma decisão administrativa da Presidência da Corte.

Com isso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, não poderá usar as atribuições administrativas da Presidência para tirar o canal do ar ou limitar seu funcionamento.

Uma eventual nova restrição, no entanto, ainda poderá ser determinada em um processo judicial.

“Defiro ainda a liminar para os fins de determinar que a Presidência se abstenha de exercer sua competência administrativa […] para determinar a suspensão, retirada ou restrição o funcionamento do Canal designado “Exército de Lula” até que sobrevenha alguma decisão de Plenário em sede jurisdicional que emita decisão neste sentido”, diz um trecho do documento.

Dessa forma, a medida vale até que haja uma decisão do plenário do TSE, em processo judicial, sobre o funcionamento do canal.

 

Ministro do TSE impede Nunes Marques de suspender canal ‘Exército do Lula’ sem aval do plenário

Floriano de Azevedo Marques afirmou haver risco de nova suspensão antes do segundo turno e determinou que eventual medida contra o canal seja tomada em processo judicial.

Por Márcio Falcão, Luiz Felipe Barbiéri, Mariana Laboissière, g1 e TV Globo — Brasília

 

23/10/2026 14h57 Atualizado há 5 minutos

 

O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta sexta-feira (23) que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” não poderá voltar a ser suspenso por uma decisão administrativa da Presidência da Corte.

 

 

Com isso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, não poderá usar as atribuições administrativas da Presidência para tirar o canal do ar ou limitar seu funcionamento.

 

Uma eventual nova restrição, no entanto, ainda poderá ser determinada em um processo judicial (entenda mais abaixo).

 

“Defiro ainda a liminar para os fins de determinar que a Presidência se abstenha de exercer sua competência administrativa […] para determinar a suspensão, retirada ou restrição o funcionamento do Canal designado “Exército de Lula” até que sobrevenha alguma decisão de Plenário em sede jurisdicional que emita decisão neste sentido”, diz um trecho do documento.

Nunes Marques determina pente-fino no canal ‘Exército do Lula’

Nunes Marques determina pente-fino no canal ‘Exército do Lula’

 

Dessa forma, a medida vale até que haja uma decisão do plenário do TSE, em processo judicial, sobre o funcionamento do canal.

Floriano de Azevedo Marques concedeu parcialmente o pedido apresentado em mandado de segurança e suspendeu os efeitos de ordens da Presidência do TSE que possam resultar na suspensão, indisponibilização ou restrição do alcance ou das funcionalidades do “Exército do Lula”.

O ministro também determinou que a Presidência não use sua atribuição administrativa de fiscalização das plataformas digitais para adotar esse tipo de medida contra o canal.

“Esse é um sonho para servir à comunidade na formação e inclusão”, destacou seu presidente Evaldo Campos O Conselho de Administração e Diretoria do Sicoob Pernambuco visitaram pela primeira vez as obras do seu Centro Sociocultural. O espaço, em um terreno de 6 hectares, com 4,5 hectares de área construída, é um marco social para […]

“Esse é um sonho para servir à comunidade na formação e inclusão”, destacou seu presidente Evaldo Campos

O Conselho de Administração e Diretoria do Sicoob Pernambuco visitaram pela primeira vez as obras do seu Centro Sociocultural.

O espaço, em um terreno de 6 hectares, com 4,5 hectares de área construída, é um marco social para o cooperativismo do Estado e do Nordeste do Brasil.

Idealizado e executado com recursos próprios do Sicoob Pernambuco, nasceu com o propósito de promover o bem-estar, a inclusão social, o esporte, a cultura e a qualificação profissional, colocando a comunidade no centro dessa transformação.

Localizado próximo ao Monte dos Remédios, em São José do Egito, o Centro reúne uma ampla estrutura planejada para atender à formação e capacitação, com foco em jovens e adolescentes, mas com atividades que atenderão à toda comunidade.

O complexo contará com quadra de areia, quadra poliesportiva, campo de futebol, piscinas, praça de cooper e área para ciclismo. A estrutura também incluirá salas para reuniões abertas à comunidade, espaços destinados a aplicação de cursos profissionalizantes, ambientes de convivência, área para restaurantes e pomar.

“Esse é um sonho para servir à comunidade, principalmente na formação de crianças e jovens mais carentes, pensando num futuro de oportunidades, um dos pilares e princípios do cooperativismo financeiro, que é o da inclusão”, destacou o presidente Evaldo Campos.

Os candidatos à Presidência da República Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) dedicaram a quinta-feira (22) à preparação para o debate da Globo, nesta sexta-feira (23). Após o primeiro confronto entre os dois, realizado pela Band no último domingo (18), as campanhas ajustam suas estratégias de olho nos eleitores indecisos. Dos dois lados, a avaliação […]

Os candidatos à Presidência da República Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) dedicaram a quinta-feira (22) à preparação para o debate da Globo, nesta sexta-feira (23). Após o primeiro confronto entre os dois, realizado pela Band no último domingo (18), as campanhas ajustam suas estratégias de olho nos eleitores indecisos.

Dos dois lados, a avaliação é que o encontro reforçou principalmente as posições dos eleitores que já haviam escolhido seus candidatos. A pesquisa Quaest de quarta-feira (21) mostrou que o percentual de entrevistados que se declararam indecisos na pesquisa espontânea dobrou entre a semana passada e esta, passando de 7% para 14%.

As duas campanhas identificaram pontos a corrigir no desempenho de seus candidatos. Segundo integrantes da equipe de Flávio Bolsonaro, o candidato do PL foi aconselhado a reduzir os confrontos diretos e dar mais espaço à apresentação de propostas. Lula, por sua vez, recebeu orientações para evitar provocações, diminuir os improvisos e administrar melhor o tempo das respostas.

Flávio aposta em propostas e busca postura ‘menos Marçal’

A campanha considera que Flávio Bolsonaro deve adotar um tom menos confrontador e priorizar a apresentação de propostas, em vez de buscar embates constantes com o presidente, como ocorreu no primeiro debate.

Como parte da mudança de estratégia, a campanha decidiu retirar o influenciador Pablo Marçal da preparação do presidenciável. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), assumiu a função.

Na véspera do debate da Globo, Tarcísio e o marqueteiro Duda Lima passaram o dia com o senador no QG da campanha, em Brasília. A preparação deve continuar nesta sexta-feira.

Marçal foi o responsável por treinar Flávio para o primeiro debate. Aliados do candidato atribuem ao empresário parte da responsabilidade pela redução da vantagem que o presidenciável do PL mantinha sobre Lula.

Na avaliação desses integrantes da campanha, Marçal enfrenta rejeição entre paulistanos e mulheres pela postura polêmica na eleição municipal de 2024, quando chegou a ser expulso de um debate por desrespeitar as regras.

Sua participação também gera atritos internos. Em 2024, Tarcísio apoiou Ricardo Nunes (MDB) contra Marçal, cuja equipe teve um integrante que agrediu Duda Lima, marqueteiro do prefeito, durante um debate.

Um aliado próximo de Flávio, ouvido sob reserva pela reportagem, classificou como “ótima” a decisão de afastar Marçal da preparação e afirmou que, agora, o candidato “pode voltar a ser centrado”.

Integrantes da campanha avaliam que o senador precisa evitar atitudes que possam ser interpretadas como desrespeitosas em relação à idade de Lula, de 80 anos. No primeiro debate, Flávio recebeu críticas de adversários e de alguns aliados por comportamentos considerados etaristas, entre eles a decisão de se posicionar atrás do presidente durante suas falas.

Pelas regras do debate da TV Globo, nos três primeiros blocos, o candidato com a palavra poderá circular livremente pelo cenário, enquanto o adversário deverá permanecer junto ao púlpito. No quarto, de tema livre, cada um terá oito minutos de fala, sem limite de intervenções, e poderá se movimentar pelo seu lado do palco.

“Fato ou Fake” fará checagens das falas dos candidatos à presidência durante o debate

Estudos realizados pela campanha indicam que eleitores indecisos que assistiram ao confronto consideraram a postura de Flávio “arrogante”. Para tentar conquistar esse público, a orientação é que o senador explique melhor a viabilidade de suas propostas e como pretende financiá-las.

Lula é orientado a controlar reações e reduzir improvisos

Candidatos Flávio Bolsonaro e Lula participam de debate da Band antes do 2º turno das eleições. — Foto: REUTERS/Jean Carniel

A campanha de Lula também considera que o debate da TV Globo pode ter peso decisivo no resultado da eleição. A preparação começou na quarta-feira (21), com discussões entre auxiliares sobre as estratégias e os temas que o presidente deve apresentar.

O principal desafio, segundo integrantes da equipe, é equilibrar as críticas a Flávio com a apresentação de propostas para convencer os indecisos a dar mais um mandato ao petista.

A campanha pretende explorar episódios do passado e fatos recentes envolvendo o senador, como sua relação com o advogado Willer Tomaz.

O desafio é equilibrar os ataques a Flávio com a apresentação de propostas para convencer os indecisos a dar mais um mandato ao petista. A campanha pretende explorar episódios do passado e mais recentes envolvendo o senador, como sua relação com o advogado Willer Tomaz.

Entre os integrantes da equipe, a avaliação é que o debate da Band teve provocações em excesso e pouco espaço para a discussão de projetos. Para evitar que esse cenário se repita, Lula tem sido aconselhado a não se irritar nem reagir às provocações do adversário, além de reduzir os improvisos.

Outra orientação é administrar melhor o tempo das respostas. No primeiro confronto, o presidente deixou de utilizar todo o período disponível em algumas intervenções e não conseguiu concluir as considerações finais.

A preparação também inclui ajustes no posicionamento no palco. Na Band, Lula se dirigiu, em alguns momentos, à câmera errada e saiu da área central, ficando em um trecho com menos iluminação. A orientação é que permaneça mais próximo de seu púlpito, até para evitar que Flávio se posicione atrás dele.

Lula cancelou entrevistas e gravações para preservar a voz, afetada pela maratona de atos e compromissos da reta final da campanha. Com rouquidão, o presidente está sendo acompanhado por uma fonoaudióloga. A consultora de imagem Olga Curado também participa da preparação.

A previsão é repetir a equipe que acompanhou o petista no debate da Band. O ministro Sidônio Palmeira, o governador do Piauí, Rafael Fonteles, e o senador pelo Ceará Camilo Santana devem ficar próximos ao presidente para orientá-lo. Fonteles e Camilo ganharam protagonismo na campanha neste segundo turno.

Na plateia, são esperados a primeira-dama Janja, Rui Costa, o deputado federal André Janones e o coordenador-geral da campanha, Edinho Silva. Fernando Haddad também pode comparecer. Janones ganhou importância na reta final pela mobilização de apoiadores nas redes sociais, com o chamado “Exército do Lula”.

Debate da Globo e checagem do Fato ou Fake

O debate presidencial da TV Globo entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) será realizado nesta sexta, dia 23 de outubro, com início programado para as 21h20.

Mediado pelo jornalista César Tralli, o encontro será exibido ao vivo pela TV Globo, direto dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, com transmissão simultânea pela GloboNews e pelo g1.

Ao final do debate, o conteúdo ficará disponível na íntegra no Globoplay e no g1.

Além de transmitir o debate, o g1 vai começar, ainda durante o encontro, a checagem das declarações dos candidatos, com a publicação das verificações na página do Fato ou Fake.

Planejamento prevê atuação integrada das forças policiais desde a quinta-feira (22), passando pelo domingo da votação e as festas da vitória A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS) iniciou, nesta quinta-feira (22), a segunda fase da Operação Eleições 2026, voltada ao segundo turno do pleito. A ação segue até a próxima segunda-feira (26) e […]

Planejamento prevê atuação integrada das forças policiais desde a quinta-feira (22), passando pelo domingo da votação e as festas da vitória

A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS) iniciou, nesta quinta-feira (22), a segunda fase da Operação Eleições 2026, voltada ao segundo turno do pleito. A ação segue até a próxima segunda-feira (26) e prevê 28.227 lançamentos de efetivo ao longo do período, com investimento de R$ 5.395.680,00. Somente no domingo (25), dia da votação, 12.497 profissionais da segurança pública serão mobilizados.

O monitoramento está sendo realizado a partir do Centro Integrado de Comando e Controle Estadual (CICCE) e dos centros vinculados às Diretorias Integradas do Interior (DINTERs I e II), com funcionamento contínuo previsto das 7h do dia 22 às 7h do dia 26 de outubro. As estruturas permitem acompanhar as ocorrências e apoiar a articulação das equipes mobilizadas durante o período eleitoral.

“A segurança do segundo turno foi planejada de forma integrada para garantir que o pernambucano possa exercer o direito ao voto com tranquilidade. Reunimos Polícia Militar, Polícia Civil, Bombeiros, Polícia Científica, Defesa Civil e os órgãos parceiros, como o TRE, a Polícia Federal, a PRF e a ABIN, em uma operação que começa já nesta quinta-feira (22) e só termina após as festas da vitória, quando também manteremos o policiamento reforçado. Nosso compromisso é com uma eleição pacífica em todo o Estado, não somente na RMR como do Litoral ao Sertão. Pedimos à população que vote com consciência e tranquilidade e que, diante de qualquer ocorrência, acione imediatamente as forças de segurança pelo 190”, declarou a secretária de Defesa Social, em exercício, Mariana Cavalcanti.

O planejamento da Polícia Militar de Pernambuco prevê 26.408 diárias para o emprego de profissionais da segurança pública e contempla o reforço da segurança nos locais de votação. Também será realizada a escolta de materiais importantes para as eleições, policiamento em rodovias, estradas e terminais, ações de prevenção à crimes eleitorais e ao acompanhamento das festas após a divulgação dos resultados.

Para o dia da eleição estarão mobilizados 10.954 militares, com operações de saturação em áreas da Região Metropolitana do Recife, reforço nas principais rodovias, estradas e terminais e atuação de grupos específicos para prevenção e resposta a crimes eleitorais. Também haverá equipes de ligação com os juízes eleitorais, distribuídas pelas zonas eleitorais pernambucanas, para facilitar a comunicação e o encaminhamento de demandas durante o pleito.

A Polícia Civil de Pernambuco conta com 1.289 postos de trabalho no planejamento para o segundo turno. Entre os dias 22 e 25 de outubro, equipes de coordenação atuam nos Centros Integrados do Recife, Caruaru e Serra Talhada. No domingo (25), haverá atendimento nas circunscrições policiais, unidades especializadas e estruturas de apoio, com todas as delegacias das áreas das DINTERs I e II abertas e os plantões ordinários da Capital e da Região Metropolitana ativados.

O Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE) emprega 320 postos de trabalho entre os dias 22 e 26 de outubro. A atuação seguirá as necessidades operacionais do período, com foco nas atividades de resposta a emergências e atendimento à população.

As equipes da Polícia Científica reforçam o atendimento no Instituto de Criminalística (IC), no Instituto de Medicina Legal (IML), nas Unidades Regionais de Polícia Científica (URPOCs) e nos Centros Integrados de Comando e Controle (CICCs), além de equipes de drones em atuação conjunta com o Grupamento Tático Aéreo (GTA), que conta com aeronaves e equipes em terra.

A Corregedoria e a Ouvidoria da SDS estão atuando em ações de fiscalizações, trâmite de diligências e atendimento ao público. As equipes da Defesa Civil de Pernambuco estão a postos nos CICC’s do Recife, Caruaru e Serra Talhada, abrangendo todo o Estado. A Operação contempla também o policiamento das festas da vitória, sobretudo nos momentos após a definição eleitoral e no dia seguinte à votação, com equipes previstas para atuar no Recife, em Caruaru e em Petrolina, além do reforço nas principais vias e nos terminais conforme a necessidade operacional identificada.

A partir de 23 de novembro de 2026, as empresas AQUA Pernambuco e VITA Sertão passam a gerenciar a distribuição de água e o tratamento de esgoto em regiões estratégicas do estado. O setor de saneamento básico e distribuição de água em Pernambuco está prestes a passar por uma de suas maiores transformações. Foi confirmada […]

A partir de 23 de novembro de 2026, as empresas AQUA Pernambuco e VITA Sertão passam a gerenciar a distribuição de água e o tratamento de esgoto em regiões estratégicas do estado.

O setor de saneamento básico e distribuição de água em Pernambuco está prestes a passar por uma de suas maiores transformações. Foi confirmada a nova data para o início da operação da Concessão Parcial dos serviços de água e esgoto no estado: 23 de novembro de 2026. A partir desse dia, duas novas concessionárias privadas, a AQUA Pernambuco e a VITA Sertão, assumirão oficialmente a responsabilidade pelo abastecimento, coleta e tratamento de efluentes em regiões específicas do território pernambucano.

O modelo de concessão parcial foi desenhado para atrair investimentos privados, acelerar a universalização dos serviços e melhorar a infraestrutura de distribuição, que historicamente enfrenta desafios de racionamento e perdas na rede.

A transição marca uma nova etapa na gestão dos recursos hídricos do estado. Enquanto a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) continuará desempenhando papéis estratégicos em áreas públicas e de captação grossa, as novas concessionárias ficarão na linha de frente do atendimento ao cliente e da manutenção urbana das redes.

Elas vão operar distribuição de Água, gestão direta da chegada da água tratada até as residências e comércios; esgotamento Sanitário, com promessa de ampliação da rede de coleta e modernização das estações de tratamento de esgoto e investimentos em Infraestrutura, com previsão de obras de modernização para reduzir vazamentos e melhorar a regularidade do abastecimento.

População com dúvidas e informações de fechamento de pontos de atendimento circulam nas redes

Algumas cidades estão trazendo a repercussão das mudanças ou fechamento de pontos de atendimento. Há informações de fechamentos de postos de atendimento em cidades como Arcoverxde, Sertânia, Afogados da Ingazeira e outras no interior. Ainda não há informações sobre como isso será compensado pelas ampresas responsáveis, que podem aderir para exclusividade de teleatendimento.

A Compesa tem orientado os usuários a buscarem apenas os meios oficiais de comunicação  diretamente no site oficial corporativo (compesa.com.br) e através dos perfis verificados da companhia nas redes sociais.

Flávio Marques, de Tabira, encabeça a chapa, que terá Gilson Bento, de Brejinho, como vice-presidente, e Gilberto Ribeiro, de Flores, como secretário executivo. A disputa pela presidência do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (CIMPAJEÚ) já tem uma chapa definida. O prefeito de Tabira, Flávio Marques, será candidato à presidência, tendo como vice-presidente o […]

Flávio Marques, de Tabira, encabeça a chapa, que terá Gilson Bento, de Brejinho, como vice-presidente, e Gilberto Ribeiro, de Flores, como secretário executivo.

A disputa pela presidência do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (CIMPAJEÚ) já tem uma chapa definida. O prefeito de Tabira, Flávio Marques, será candidato à presidência, tendo como vice-presidente o prefeito de Brejinho, Gilson Bento, e como secretário executivo o prefeito de Flores, Gilberto Ribeiro (Giba).

A composição chega à disputa com o apoio declarado de 14 prefeitos da região, representando uma ampla articulação política e administrativa em torno do fortalecimento do consórcio e da atuação conjunta dos municípios.

Além dos três integrantes da chapa, já manifestaram apoio os prefeitos Sandrinho Palmeira (Afogados da Ingazeira), Berg Gomes (Carnaíba), Luciano Torres (Ingazeira), Aline Karina (Itapetim), Márcia Conrado (Serra Talhada), Mayco da Farmácia (Solidão), Delson Lustosa (Santa Terezinha), Zé Pretinho (Quixaba), Bebe Água (Betânia), Luciano Bonfim (Triunfo) e Manoel Messias (Custódia).

A live realizada na noite desta quinta-feira (22/10) pelo presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com o deputado federal André Janones (Rede-MG), alcançou mais de 1,5 milhão de visualizações simultâneas. A transmissão teve como objetivo mobilizar integrantes do canal de WhatsApp “Exército do Lula” na reta final do segundo turno […]

A live realizada na noite desta quinta-feira (22/10) pelo presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com o deputado federal André Janones (Rede-MG), alcançou mais de 1,5 milhão de visualizações simultâneas.

A transmissão teve como objetivo mobilizar integrantes do canal de WhatsApp “Exército do Lula” na reta final do segundo turno das eleições. O número considera as visualizações nos canais de YouTube do petista e do parlamentar.

A transmissão durou quase uma hora e 20 minutos e contou com a participação de artistas e personalidades conhecidas nacionalmente, como o cantor Jão, a atriz Marieta Severo, a influenciadora Nath Finanças, a atriz Camila Pitanga, o apresentador Serginho Groisman e a atriz Leandra Leal.

Em um dos momentos da live, Lula disse até admitir que parte da população não goste dele, mas disse não aceitar que “milhões de brasileiros votem em um miliciano para ocupar o Palácio do Planalto”. E seguiu: “Não é justo com o Brasil. Não é justo com a sua história, não é justo com as suas pretensões de cidadão brasileiro. É importante que esse país tenha oportunidade de não jogar fora uma coisa que nós conquistamos com tanto sofrimento que é a democracia”.

A campanha de Flávio Bolsonaro iniciou um distanciamento de Pablo Marçal devido a divergências estratégicas e temor de aumento na rejeição eleitoral. Interlocutores da campanha avaliaram que o desempenho de Flávio no debate da Band, em 18 de outubro, foi prejudicado pela adoção de um estilo associado ao influenciador. A postura de Flávio durante o […]

A campanha de Flávio Bolsonaro iniciou um distanciamento de Pablo Marçal devido a divergências estratégicas e temor de aumento na rejeição eleitoral.

Interlocutores da campanha avaliaram que o desempenho de Flávio no debate da Band, em 18 de outubro, foi prejudicado pela adoção de um estilo associado ao influenciador.

A postura de Flávio durante o debate, marcada por provocações e movimentação pelo estúdio, foi considerada por interlocutores uma estratégia de risco. Na avaliação de parte do entorno, o desempenho pode não ajudar o senador a conquistar eleitores indecisos. A preocupação é que a estratégia de confronto, embora gere repercussão nas redes sociais, tenha efeito negativo entre quem espera uma postura mais presidencial do candidato.

Outro episódio que incomodou integrantes da campanha ocorreu em um encontro com influenciadores digitais. Na ocasião, Marçal orientou os participantes a não atacarem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A fala repercutiu na imprensa e provocou questionamentos sobre a estratégia do influenciador, sobretudo porque a campanha de Flávio tem adotado um discurso de oposição direta ao petista.

Marçal sentiu a mudança de postura da campanha e ficou contrariado com a perda de espaço na preparação do candidato para o debate da TV Globo, marcado para sexta-feira (23/10). A tendência é que a equipe mais próxima de Flávio, incluindo o marqueteiro Duda Lima e o senador Rogério Marinho, tenha maior protagonismo na definição da estratégia para o confronto.

Nikolas Ferreira lidera ato pró Flávio Bolsonaro no Recife

A Avenida Boa Viagem ficou recebeu ato de campanha pró-Flávio Bolsonaro (PL), comandado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). As informações são do Blog Dantas Barreto. Nikolas encabeçou a caminhada, saindo da Pracinha de Boa Viagem e chegou ao Parque Dona Lindú, onde fez um discurso rápido e crítico contra Lula. Confiante de que o […]

A Avenida Boa Viagem ficou recebeu ato de campanha pró-Flávio Bolsonaro (PL), comandado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). As informações são do Blog Dantas Barreto.

Nikolas encabeçou a caminhada, saindo da Pracinha de Boa Viagem e chegou ao Parque Dona Lindú, onde fez um discurso rápido e crítico contra Lula. Confiante de que o resultado será favorável a Flávio, no próximo domingo (25), o deputado mineiro bradou: “O Nordeste! acordou”.

Nikolas ressaltou a participação voluntária dos apoiadores de Flávio Bolsonaro, afirmando que “não damos “mortadela pra ninguém estar aqui”. “Se Deus quiser, ano que vem, Flávio não subirá aquela rampa sozinho. Subirá com Jair Messias Bolsonaro”, garantiu.

Ainda se referindo à região nordestina, o deputado do PL, citou o vídeo que publicou com depoimentos de moradores do Nordeste e críticas ao Governo Lula, utilizando a música “Grão de Areia”, do cantor Rubel em parceria com Xande de Pilares.

“Eu fiz um vídeo, essa semana, e um artista esquerdista pediu os direitos autorais, silenciou o vídeo inteiro e calou o Nordeste. Mas ele não contava é que é impossível calar as ruas do Nordeste. E escutem, um recado para todo o Nordeste. Não, o Flávio não vai acabar com os benefícios. Não, o Flávio não vai mexer na sua aposentadoria. Ele, inclusive, vai garantir a aposentadoria do Lula, porque nós vamos aposentar o Lula”, provocou.

CIMPAJEÚ emite nota após fala da prefeita de Sertânia e diz seguir Estatuto

O Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (CIMPAJEÚ) divulgou uma Nota de Esclarecimento em resposta às declarações da prefeita de Sertânia, Pollyana Abreu,  divulgadas em vídeo nas redes sociais. O comunicado, assinado pelo presidente do consórcio, Luciano Torres Martins, contesta as alegações sobre o processo eleitoral para a escolha da nova direção da entidade […]

O Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (CIMPAJEÚ) divulgou uma Nota de Esclarecimento em resposta às declarações da prefeita de Sertânia, Pollyana Abreu,  divulgadas em vídeo nas redes sociais.

O comunicado, assinado pelo presidente do consórcio, Luciano Torres Martins, contesta as alegações sobre o processo eleitoral para a escolha da nova direção da entidade e detalha as regras vigentes.

De acordo com a nota emitida em Afogados da Ingazeira, o consórcio pontuou cinco esclarecimentos principais para restabelecer a transparência do pleito.

O CIMPAJEÚ assegura que não houve qualquer modificação nas regras estatutárias. Mudanças dependem exclusivamente de deliberação da Assembleia Geral, o que não ocorreu.

A circular recente apenas formaliza uma decisão coletiva dos prefeitos para ampliar a participação. Municípios em débito com o consórcio agora podem parcelar suas dívidas e, a partir do pagamento da primeira parcela, tornam-se aptos a votar e registrar candidaturas.

A nota reforça que a decisão flexibilizou as regras para permitir a disputa de entes que, de outra forma, estariam impedidos por inadimplência, não gerando novas restrições.

Já a exigência de presença mínima dos candidatos às reuniões do consórcio é uma norma antiga já prevista no Estatuto de longa data. A regra visa garantir que a direção seja composta por membros que acompanham de fato o dia a dia da instituição.

Todos os documentos oficiais,incluindo o Estatuto, a ata da última reunião e a circular informativa, estão disponíveis para consulta pública de gestores e cidadãos.

Ao final do comunicado, a presidência do CIMPAJEÚ reafirmou seu compromisso com os princípios da legalidade, impessoalidade e transparência, garantindo a condução do processo eleitoral de forma isonômica para todos os municípios consorciados.

Veja a nota na íntegra:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

O Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (CIMPAJEÚ) tomou conhecimento das declarações da Prefeita do Município de Sertânia/PE, divulgadas em vídeo nas redes sociais, sobre o processo eleitoral para a direção do Consórcio.

Em respeito aos municípios consorciados e à população do Sertão do Pajeú, o Consórcio presta os seguintes esclarecimentos:

1. Não houve alteração no Estatuto do CIMPAJEÚ.

O Estatuto continua exatamente como foi aprovado. Qualquer mudança nele depende de deliberação da Assembleia Geral, e nenhuma deliberação desse tipo foi proposta ou aprovada. A afirmação de que as regras do pleito foram alteradas não corresponde aos fatos.

2. A Circular apenas comunica o que a Assembleia decidiu.

Na última reunião, os prefeitos consorciados aprovaram uma medida que amplia a participação no processo eleitoral: os municípios inadimplentes com o Consórcio poderão parcelar seus débitos. Com o pagamento da primeira parcela, ficam habilitados a inscrever candidatos e a votar.

3. A medida inclui municípios, não exclui.

A deliberação abriu a disputa e o direito de voto a entes que, sem ela, estariam impedidos de participar. Não existe nenhuma restrição nova. Pelo contrário, as condições ficaram mais favoráveis aos consorciados.

4. A exigência de assiduidade é antiga e vale para todos.

Permanece apenas a exigência de que os candidatos tenham assiduidade mínima às reuniões do Consórcio. A regra consta há muito tempo do Estatuto, não foi criada nem modificada agora e é aplicada igualmente a todos. Seu objetivo é garantir que a direção seja exercida por quem acompanha de fato as atividades do Consórcio.

5. Os documentos estão disponíveis.

O Estatuto, a ata da reunião e a Circular podem ser consultados por qualquer município consorciado ou cidadão interessado, para que cada um confirme o que está exposto nesta nota.

O CIMPAJEÚ reafirma seu compromisso com a legalidade, a impessoalidade, a transparência e o diálogo entre os municípios consorciados, e que o processo eleitoral será conduzido com estrita observância das regras estatutárias, as mesmas para todos.

Afogados da Ingazeira, 22 de outubro de 2026.

Luciano Torres Martins

Presidente do CIMPAJEÚ

 

Bispo Emérito de Afogados da Ingazeira,  Dom Egídio Bisol é um dos que assinam documento Bispos católicos divulgaram nesta quinta-feira uma carta na qual dizem que a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) é uma ameaça à “existência da democracia, a soberania nacional e a prática do bem comum”. O documento é assinado por 35 religiosos […]

Bispo Emérito de Afogados da Ingazeira,  Dom Egídio Bisol é um dos que assinam documento

Bispos católicos divulgaram nesta quinta-feira uma carta na qual dizem que a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) é uma ameaça à “existência da democracia, a soberania nacional e a prática do bem comum”. O documento é assinado por 35 religiosos de diferentes dioceses do país.

Na carta, divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo, os bispos pedem que os católicos votem “em defesa da democracia, dos valores humanitários, dos pobres”.

“Não se trata apenas de uma escolha eleitoral, tantas vezes já praticada no Brasil,mas da possibilidade de uma mudança profunda nos rumos da nação, cujos exemplos na históriado século XX deixaram cruéis e amargas lembrança”, diz a carta, que descreve o cenário eleitoral como “muito grave”. Na carta, os bispos se propõem apontar “alguns pontos de antagonismo entre o ensinamento social da Igreja e uma das candidaturas em disputa.

Sem citar expressamente o nome de Flávio Bolsonaro, eles afirmam que “a candidatura que sempre foi contra o fim da escala 6×1 (…) não reconhece a dignidade do trabalhador e poderá voltar a este tema”. Em outro trecho, os bispos dizem que um dos candidatos “promete submissão aos Estados Unidos” e “fez parte de uma conspiração para taxar produtos brasileiros”, menção ao tarifaço determinado pelo presidente americano Donald Trump.

Segundo a carta, um dos candidatos, descrito como “filho do presidente que foi condenado e preso por atentar contra a democracia”, fez várias declarações de “ameaça à ordem constitucional” e, se eleio, “governará com maioria absoluta no Congresso Nacional e no STF”.

A liberação do acesso às armas é citada como uma das pautas da candidatura que vai em sentido contrário às orientações da Igreja. A pauta ambiental e o combate à probeza também são mencionados. Também sem citar diretamente o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os religiosos afirmam:

 

“Temos outra candidatura que, embora também esteja sujeita a críticas, sempremanifestou responsabilidade com os pobres e com a Casa Comum e atuou dentro dos limites daordem democrática, respeitando a Constituição. Gostar ou não do atual Governo não pode serrazão para entregar o país nas mãos de quem manifesta tamanha contradição com os ensinamentos de nossa Igreja”.

Entre os bispos que assinam o texto estão dom Evaristo Pascoal Spengler, da Diocese de Roraima, dom Adolfo Pereira, da Diocese do Alto Solimões, dom Joaquim Hudson de Souaza Ribeira, de Manaus, e Dom Egídio Bisol, Bispo Emérito da Diocese de Afogados da Ingazeira.

A Câmara de Vereadores de Águas Belas aprovou, por unanimidade, nesta quinta-feira (22), as contas do exercício financeiro de 2024 do ex-prefeito do município, Luiz Aroldo (PT). A decisão seguiu a recomendação do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE). Com a aprovação das contas, Luiz Aroldo se torna o primeiro ex-prefeito ficha limpa […]

A Câmara de Vereadores de Águas Belas aprovou, por unanimidade, nesta quinta-feira (22), as contas do exercício financeiro de 2024 do ex-prefeito do município, Luiz Aroldo (PT). A decisão seguiu a recomendação do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE).

Com a aprovação das contas, Luiz Aroldo se torna o primeiro ex-prefeito ficha limpa da história do município. “Fizemos uma gestão com muito respeito ao povo e compromisso com os recursos públicos. Organizamos a casa e trouxemos conquistas importantes, como o instituto federal”, destacou Luiz Aroldo.

Luiz Aroldo coloca a reeleição de Lula no segundo turno como prioridade neste momento, mas é cauteloso sobre uma possível candidatura em 2028.

“A reeleição de Lula é a nossa prioridade. Depois disso, vamos conversar com o nosso grupo político, com os amigos e com a sociedade de Águas Belas. A gente já mostrou a nossa capacidade com um trabalho que até hoje gera resultados, já que deixamos mais de R$ 60 milhões de convênios assinados. E se o povo nos escolher, naturalmente, seremos candidato”, afirmou o ex-prefeito.

A aprovação encerra o ciclo de análises das prestações de contas referentes aos exercícios financeiros dos dois mandatos de Luiz Aroldo à frente da Prefeitura de Águas Belas.

O advogado e ex-juiz eleitoral Márlon Reis, um dos idealizadores da Lei da Ficha Limpa, declarou nesta quinta-feira (22) apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. Em manifestação nas redes sociais, o jurista justificou sua posição pela defesa da democracia, da Constituição Federal e do que classificou […]

O advogado e ex-juiz eleitoral Márlon Reis, um dos idealizadores da Lei da Ficha Limpa, declarou nesta quinta-feira (22) apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. Em manifestação nas redes sociais, o jurista justificou sua posição pela defesa da democracia, da Constituição Federal e do que classificou como compromisso com a verdade jurídica.

“Declaro meu apoio a Lula. Faço isso por convicção democrática, respeito à Constituição e compromisso com a verdade jurídica”, escreveu.

Na mesma publicação, Reis fez críticas ao candidato Flávio Bolsonaro (PL), afirmando que, em sua avaliação, o senador não demonstra compromisso com as necessidades da população que mais depende da atuação do Estado e das políticas sociais.

Márlon Reis é conhecido por sua participação na elaboração da Lei da Ficha Limpa, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada em 2010. A legislação surgiu de uma iniciativa popular organizada pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e estabeleceu novas hipóteses de inelegibilidade para candidatos a cargos públicos.

O advogado também atuou como juiz eleitoral e participou de iniciativas voltadas ao combate à corrupção nas eleições e à fiscalização da conduta de agentes públicos.

Esta não é a primeira vez que o jurista manifesta apoio a Lula. No segundo turno das eleições de 2022, quando o petista disputou a Presidência contra Jair Bolsonaro (PL), Reis também declarou voto no candidato do PT, mencionando a defesa da democracia e o combate à discriminação.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Datafolha: Em votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, ambos têm 50%

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) aponta empate numérico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais. Os dois candidatos registram 50% dos votos válidos, a três dias da votação, marcada para domingo (25). O resultado mostra uma redução […]

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) aponta empate numérico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais. Os dois candidatos registram 50% dos votos válidos, a três dias da votação, marcada para domingo (25).

O resultado mostra uma redução da diferença registrada no levantamento anterior, divulgado em 15 de outubro. Na ocasião, Flávio aparecia com 51% dos votos válidos, enquanto Lula tinha 49%, uma distância de dois pontos percentuais.

Com os novos números, Flávio oscilou um ponto percentual para baixo e Lula, um ponto para cima. As variações estão dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A comparação com as três pesquisas realizadas pelo instituto após o primeiro turno mostra uma aproximação numérica entre os candidatos.

Em 8 de outubro, Flávio tinha 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula. Uma semana depois, em 15 de outubro, a diferença caiu para 51% a 49%. Agora, ambos aparecem com 50%.

Os votos válidos desconsideram as respostas dos entrevistados que pretendem votar em branco ou nulo e daqueles que ainda não decidiram. Esse é o critério utilizado pela Justiça Eleitoral para determinar o resultado de uma eleição, embora os números das pesquisas não representem o resultado efetivo das urnas.

No cenário que considera todos os entrevistados, Flávio registra 47% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 46%. A diferença de um ponto percentual também configura empate técnico.

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 22 de outubro, com 2.520 entrevistas presenciais em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto no segundo turno presidencial, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46%. A diferença entre os candidatos caiu para um ponto percentual, dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico. […]

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto no segundo turno presidencial, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46%. A diferença entre os candidatos caiu para um ponto percentual, dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico.

Na comparação com o levantamento anterior, divulgado em 15 de outubro, Flávio manteve os 47%, enquanto Lula oscilou de 45% para 46%. Com isso, a distância entre os candidatos passou de dois para um ponto percentual.

A aproximação também aparece na comparação com a primeira pesquisa realizada pelo Datafolha após o primeiro turno, divulgada em 8 de outubro. Na ocasião, Flávio registrava 49% das intenções de voto, contra 45% de Lula, uma diferença de quatro pontos percentuais.

Nas três rodadas, o candidato do PL passou de 49% para 47% e manteve esse percentual no levantamento mais recente. Já o presidente registrou 45% nas duas primeiras pesquisas e chegou agora a 46%.

As oscilações observadas estão dentro da margem de erro, não permitindo afirmar que houve uma mudança estatisticamente significativa nas preferências do eleitorado.

Os percentuais representam as intenções de voto totais, que consideram todos os entrevistados, incluindo aqueles que pretendem votar em branco ou nulo e os que ainda não decidiram em quem votar.

No cenário de votos válidos, que exclui essas respostas, o Datafolha registra empate numérico: Lula e Flávio aparecem com 50% cada. Na pesquisa anterior, Flávio tinha 51% e Lula, 49%.

O novo levantamento foi realizado após acontecimentos relevantes da campanha, como o avanço da proposta de fim da escala de trabalho 6×1 e o primeiro debate entre os candidatos no segundo turno, promovido pela Band no domingo (18).

A disputa também passou a concentrar discussões sobre o futuro do Bolsa Família, com questionamentos apresentados pela campanha petista sobre as propostas econômicas do adversário. Flávio nega que pretenda encerrar o programa.

O Datafolha entrevistou presencialmente 2.520 eleitores entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado neste domingo (25).

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Irmã de Carla Zambelli declara voto em Lula: “Eu sou uma Zambelli que vota 13”.

A advogada e professora universitária Paula Zambelli Salgado Brasil, irmã da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL), declarou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). Em vídeo publicado nas redes sociais, ela explicou que decidiu tornar pública sua posição política, apesar das divergências com […]

A advogada e professora universitária Paula Zambelli Salgado Brasil, irmã da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL), declarou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25). Em vídeo publicado nas redes sociais, ela explicou que decidiu tornar pública sua posição política, apesar das divergências com integrantes da própria família.

Paula afirmou que vinha evitando manifestações públicas sobre política desde 2020, quando passou a ser procurada por jornalistas em razão da projeção nacional de Carla Zambelli. Segundo ela, o silêncio deixou de ser uma alternativa diante do atual cenário eleitoral.

“Eu sei que esse silêncio tem um preço, e eu hoje não estou mais disposta a pagar”, declarou.

A professora explicou que aguardou o encerramento do primeiro turno para se posicionar, com a intenção de evitar possíveis prejuízos aos familiares. Ela também ressaltou que as divergências políticas não alteram seus sentimentos pela irmã, pela mãe e pelo irmão Bruno Zambelli (PL), deputado estadual de São Paulo.

“Eu tenho uma grande admiração pelas pessoas que eles são, mas eu penso diferente deles”, afirmou.

Paula também comentou a decisão de manter o sobrenome Brasil após seu divórcio, ocorrido há cerca de dez anos. Segundo ela, enquanto Carla passou a utilizar publicamente o sobrenome Zambelli em sua trajetória política, preferiu dar maior destaque ao sobrenome Brasil.

Ao justificar sua escolha eleitoral, a advogada mencionou preocupações com a liberdade de expressão, o respeito às diferenças e a convivência democrática.

“Quando a gente tem medo de falar o que a gente pensa, quando a gente corre risco por existir, por ser diferente, é preciso que as pessoas se pronunciem”, disse.

A manifestação ocorre em um contexto de posições políticas distintas dentro da família Zambelli. Carla é ligada ao bolsonarismo, enquanto Paula declarou apoio a Lula na disputa contra Flávio Bolsonaro (PL).

Em 2025, Paula já havia criticado publicamente o PL pelo que considerou falta de apoio à irmã diante dos processos judiciais enfrentados por Carla. Na ocasião, questionou a assistência jurídica e financeira oferecida pelo partido.

A declaração ocorre a três dias do segundo turno presidencial, que será disputado por Lula e Flávio Bolsonaro (PL).

Apesar das diferenças, a advogada reiterou que mantém os laços familiares e que sua decisão de voto não representa um rompimento pessoal com os parentes.

Fonte: Correio Braziliense
Imagem: Reprodução/Redes sociais

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Datafolha: aprovação de Lula sobe para 49%, enquanto desaprovação recua

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra que 49% dos brasileiros aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 48% desaprovam. Outros 2% não souberam responder. Os resultados configuram empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento registra uma inversão numérica em relação à pesquisa anterior, […]

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra que 49% dos brasileiros aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 48% desaprovam. Outros 2% não souberam responder. Os resultados configuram empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

O levantamento registra uma inversão numérica em relação à pesquisa anterior, divulgada em 15 de outubro. Na ocasião, 50% dos entrevistados desaprovavam o presidente, enquanto 48% aprovavam sua atuação.

Na comparação entre as duas rodadas, a aprovação oscilou um ponto percentual para cima, passando de 48% para 49%. Já a desaprovação caiu dois pontos, de 50% para 48%. O percentual dos que não souberam responder passou de 3% para 2%.

As variações estão dentro da margem de erro, não permitindo afirmar que houve uma mudança estatisticamente significativa na percepção dos entrevistados sobre o presidente.

O Datafolha também investigou a avaliação do governo federal. Nesse indicador, 36% consideram a gestão ótima ou boa, enquanto 39% a classificam como ruim ou péssima. Outros 24% avaliam o governo como regular.

Na pesquisa anterior, a avaliação positiva era de 35%, a negativa chegava a 41% e a regular somava 23%. Os números indicam oscilações de um ponto percentual na avaliação positiva e regular e de dois pontos na negativa.

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 22 de outubro, com 2.520 eleitores entrevistados presencialmente em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.

Os dados foram divulgados a três dias do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25).

Fonte: Datafolha
Foto: Reprodução

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Novos dados da pesquisa Quaest divulgados nesta quinta-feira (22) apontam diferenças na percepção dos eleitores sobre a capacidade dos candidatos à Presidência de cumprir compromissos nas áreas econômica e social. Flávio Bolsonaro (PL) é apontado como o candidato com maior possibilidade de reduzir impostos, enquanto Lula (PT) é considerado mais capaz de dar continuidade aos […]

Novos dados da pesquisa Quaest divulgados nesta quinta-feira (22) apontam diferenças na percepção dos eleitores sobre a capacidade dos candidatos à Presidência de cumprir compromissos nas áreas econômica e social. Flávio Bolsonaro (PL) é apontado como o candidato com maior possibilidade de reduzir impostos, enquanto Lula (PT) é considerado mais capaz de dar continuidade aos programas sociais.

O levantamento faz parte da rodada divulgada na quarta-feira (21), que investigou não apenas as intenções de voto, mas também as expectativas da população em relação ao próximo presidente da República.

A avaliação sobre a redução de impostos está relacionada a um dos temas centrais da campanha de Flávio, que defende a revisão de tributos e a diminuição da carga tributária sobre empresas e consumidores.

Já a percepção favorável a Lula na manutenção dos programas sociais ocorre em meio à defesa, pelo presidente, da continuidade de políticas de transferência de renda e de outros benefícios federais.

Flávio também tem afirmado que pretende preservar programas como o Bolsa Família, embora proponha mudanças nas regras de transição para beneficiários que conseguirem emprego formal ou iniciarem atividades empreendedoras.

É importante distinguir a avaliação dos entrevistados das propostas efetivamente apresentadas pelos candidatos. Os resultados medem em quem a população deposita maior confiança para executar determinadas medidas, mas não representam uma garantia de que elas serão implementadas.

A pesquisa também investigou expectativas relacionadas ao preço dos alimentos, ao endividamento das famílias e às prioridades para o próximo governo.

Na intenção de voto para o segundo turno, a mesma rodada da Quaest apontou Flávio Bolsonaro com 45% e Lula com 44%, em empate técnico dentro da margem de erro.

O instituto entrevistou presencialmente 2.154 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro, em todo o país. A margem de erro geral é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afirmou nesta quinta-feira (22) que não cabe à Justiça Eleitoral divulgar os sigilos bancários, fiscais e telefônicos do presidente Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o magistrado, os candidatos podem tornar públicas as próprias informações pelos meios que considerarem adequados, sem transferir essa […]

O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afirmou nesta quinta-feira (22) que não cabe à Justiça Eleitoral divulgar os sigilos bancários, fiscais e telefônicos do presidente Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o magistrado, os candidatos podem tornar públicas as próprias informações pelos meios que considerarem adequados, sem transferir essa responsabilidade ao tribunal.

O posicionamento ocorre após as duas campanhas apresentarem um acordo ao TSE para a divulgação de dados pessoais, financeiros e telefônicos dos presidenciáveis, além de informações relacionadas a familiares e empresas. O documento previa a publicação simultânea dos registros ainda nesta quinta-feira, três dias antes do segundo turno.

A manifestação de Mendonça representa um novo desdobramento da disputa iniciada durante o debate da Band, no domingo (18), quando Lula desafiou Flávio a divulgar informações sigilosas para esclarecer questionamentos sobre patrimônio e movimentações financeiras.

Na terça-feira (20), Lula encaminhou uma autorização à Justiça Eleitoral, condicionando a divulgação de seus dados à adoção de medida semelhante pelo adversário. Flávio respondeu com exigências adicionais, envolvendo familiares, empresas e pessoas ligadas ao presidente.

As negociações avançaram nesta quinta-feira, quando representantes das duas campanhas formalizaram um entendimento sobre a abrangência das informações.

Um dos principais pontos de divergência foi a inclusão de dados da Alcazar Holdings, empresa pertencente ao advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro. A campanha petista defendeu que informações da companhia fossem abrangidas pelo acordo.

A empresa, por sua vez, manifestou disposição para disponibilizar os dados solicitados e negou que Flávio tenha sido sócio, administrador ou beneficiário de suas atividades.

O entendimento entre as campanhas previa a requisição de informações ao Banco Central, à Receita Federal, às instituições financeiras e às operadoras de telefonia, para posterior divulgação pública.

Com a posição apresentada por Mendonça, a divulgação voluntária dos documentos permanece sob responsabilidade dos próprios interessados. A apresentação das autorizações ao TSE não significa que as informações tenham sido efetivamente abertas ou disponibilizadas à população.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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A prefeita de Sertânia, Pollyanna Abreu (PSD), afirmou que está articulando com outros gestores municipais a criação de um novo consórcio público, após divergências sobre as regras da eleição do Cimpajeú. A gestora também informou que recorreu à Justiça para contestar a restrição ao seu direito de voto na escolha da próxima diretoria da entidade. […]

A prefeita de Sertânia, Pollyanna Abreu (PSD), afirmou que está articulando com outros gestores municipais a criação de um novo consórcio público, após divergências sobre as regras da eleição do Cimpajeú. A gestora também informou que recorreu à Justiça para contestar a restrição ao seu direito de voto na escolha da próxima diretoria da entidade.

A prefeita de Sertânia, Pollyanna Abreu (PSD), afirmou que está articulando com outros gestores municipais a criação de um novo consórcio público, denominado Alto Pajeú, após divergências relacionadas às regras de participação na eleição do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú). A gestora também informou que recorreu à Justiça para contestar a restrição ao seu direito de votar na escolha da próxima direção da entidade.

Em declaração divulgada pelo Blog Fala PE, Pollyanna questionou o Ofício Circular nº 002/2026, expedido pelo presidente do Cimpajeú, Luciano Torres, prefeito de Ingazeira. O documento informa que sete prefeitos estão impedidos de votar e ser votados na eleição para o biênio 2027-2028 por não atenderem ao critério de presença nas assembleias.

A restrição atinge os gestores de Betânia, Calumbi, Custódia, Iguaracy, Sertânia, Triunfo e Tuparetama. Segundo o documento, as regras estão previstas nos artigos 15 e 61 do Estatuto Social do consórcio, que estabelecem a perda da condição de participação eleitoral em caso de duas faltas consecutivas ou três alternadas sem justificativa.

Pollyanna contesta a aplicação da regra e afirma que a medida prejudica um grupo específico de prefeitos. Na avaliação dela, o pagamento regular das contribuições financeiras ao consórcio deveria ser considerado para assegurar a participação dos municípios nas decisões da entidade.

A prefeita informou que foi apresentado um mandado de segurança para tentar garantir o direito de voto. Não há, nas informações disponíveis, confirmação de decisão judicial sobre o pedido.

Além da contestação judicial, a gestora afirmou que iniciou conversas com outros prefeitos para constituir uma nova entidade de cooperação regional.

“Estamos reunidos com outros prefeitos para criar um novo consórcio”, declarou.

Segundo Pollyanna, as articulações não envolvem apenas os gestores alcançados pela circular. Outros prefeitos também teriam manifestado interesse em discutir a formação de uma alternativa ao Cimpajeú.

A prefeita mencionou a proposta de criação do Consórcio Alto Pajeú, que ainda está em fase de articulação. Não foram apresentados detalhes sobre a composição da nova entidade, os municípios participantes ou os procedimentos necessários à sua constituição.

Apesar da possibilidade de criação de outro consórcio, Pollyanna afirmou que pretende conversar com Luciano Torres para solicitar a revogação da circular e tentar restabelecer o direito de participação dos gestores na eleição.

O Cimpajeú é atualmente presidido por Luciano Torres, e a eleição da próxima diretoria está prevista para dezembro. A disputa pelo comando da entidade envolve articulações entre prefeitos da região, incluindo o nome de Flávio Marques, de Tabira, que já anunciou sua intenção de concorrer à presidência.

As regras questionadas por Pollyanna constam do estatuto do consórcio. A eventual alteração dos critérios ou da restrição aplicada dependerá dos procedimentos administrativos ou judiciais cabíveis.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com as declarações de Pollyanna Abreu sobre a eleição do Cimpajeú e a articulação para criar um novo consórcio.

Fonte: Blog Fala PE
Imagem: Reprodução/Blog Fala PE

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