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Braskem pede recuperação extrajudicial para renegociar R$ 56 bilhões em dívidas

A Braskem protocolou, nesta segunda-feira (24), um pedido de recuperação extrajudicial para reestruturar cerca de US$ 10,9 bilhões, aproximadamente R$ 56 bilhões, em dívidas financeiras. O processo foi distribuído à 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca da Capital de São Paulo. O pedido envolve a Braskem e controladas da companhia e busca […]

A Braskem protocolou, nesta segunda-feira (24), um pedido de recuperação extrajudicial para reestruturar cerca de US$ 10,9 bilhões, aproximadamente R$ 56 bilhões, em dívidas financeiras. O processo foi distribuído à 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca da Capital de São Paulo.

O pedido envolve a Braskem e controladas da companhia e busca criar condições para renegociar os débitos com os credores, incluindo prazos, juros e outras condições de pagamento.

A recuperação extrajudicial é diferente da recuperação judicial. Nesse modelo, a empresa negocia diretamente com os credores e recorre à Justiça para dar validade e segurança jurídica ao acordo.

A Braskem conseguiu apoio inicial de credores que representam 39,6% dos créditos abrangidos pelo plano, percentual suficiente para protocolar o pedido. Agora, a companhia terá um período de 90 dias para continuar as negociações e buscar adesão suficiente para aprovar a reestruturação. 

Durante esse período, os credores incluídos no processo ficam impedidos de realizar determinadas cobranças judiciais e medidas contra os ativos das empresas abrangidas.

Fornecedores e clientes ficam fora

A Braskem informou que a recuperação extrajudicial tem caráter exclusivamente financeiro. Dívidas operacionais e obrigações com fornecedores, clientes e prestadores de serviços não estão incluídas e, segundo a companhia, continuam sendo cumpridas normalmente.

As tabelas anexadas ao plano apresentam ainda R$ 130,6 bilhões em obrigações entre empresas do próprio grupo, chamadas de dívidas intercompany. Quando essas operações internas são somadas aos créditos externos, o montante relacionado nos documentos chega a aproximadamente R$ 187,1 bilhões. O valor principal da dívida financeira que a companhia pretende reestruturar, porém, é de cerca de R$ 56 bilhões.

Próximos passos

A previsão é que a Braskem apresente até 31 de agosto um plano de negócios atualizado e uma proposta mais detalhada aos credores.

Estão previstas reuniões entre executivos, acionistas e credores em 9 de setembro. Até 9 de outubro, as partes devem tentar chegar a um entendimento sobre as principais condições comerciais da reestruturação.

O plano admite, entre outras possibilidades, alongamento das dívidas, capitalização de juros e conversão de parte dos créditos em ações da companhia.

Por que a Braskem chegou a essa situação?

A petroquímica enfrenta há anos elevado endividamento e um cenário desfavorável no mercado petroquímico internacional. A companhia também vem arcando com os impactos financeiros relacionados ao desastre provocado pela exploração de sal-gema em Maceió, que levou à desocupação de bairros e atingiu dezenas de milhares de moradores.

A Braskem informa já ter desembolsado mais de R$ 4,2 bilhões em indenizações, auxílios e medidas relacionadas ao caso e mantém provisões para despesas futuras.

Outro fator foi a deterioração do mercado petroquímico mundial, com aumento da oferta internacional e pressão sobre os preços e as margens do setor.

Apesar das dificuldades financeiras, a companhia registrou melhora operacional no segundo trimestre deste ano. A Braskem informou EBITDA consolidado de R$ 5,25 bilhões no período, impulsionado principalmente por condições temporariamente mais favoráveis no mercado internacional. 

A empresa tem operações no Brasil e no exterior e é uma das maiores produtoras de resinas termoplásticas da América Latina.

Fonte: G1
Foto: Divulgação

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A presidente do Superior Tribunal Militar (STM), ministra Maria Elizabeth Rocha, defendeu nesta segunda-feira (24), que casos de violência doméstica envolvendo militares no âmbito federal sejam julgados pela Justiça comum, e não pela Justiça Militar. A manifestação ocorreu durante um evento da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (OAB-RJ), realizado na Escola […]

A presidente do Superior Tribunal Militar (STM), ministra Maria Elizabeth Rocha, defendeu nesta segunda-feira (24), que casos de violência doméstica envolvendo militares no âmbito federal sejam julgados pela Justiça comum, e não pela Justiça Militar.

A manifestação ocorreu durante um evento da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (OAB-RJ), realizado na Escola Superior da Advocacia para discutir os 20 anos da Lei Maria da Penha.

Segundo a ministra, a condição de militar não impede que mulheres integrantes das Forças Armadas sejam vítimas de violência praticada por companheiros no ambiente doméstico. Para ela, nesses casos, as varas especializadas em violência doméstica possuem mecanismos de proteção mais abrangentes.

“A vara de violência doméstica dá à mulher uma série de garantias que nós, na Justiça Militar, não podemos dar, exatamente por sermos um foro eminentemente criminal”, afirmou.

Maria Elizabeth destacou que a Justiça Militar Federal não dispõe de todos os instrumentos previstos na Lei Maria da Penha, especialmente medidas protetivas de natureza cível. Esse é um dos fundamentos apresentados pela ministra para defender que esses casos sejam encaminhados à Justiça comum.

A posição manifestada pela presidente do STM representa uma defesa jurídica feita pela ministra durante o debate e não uma alteração automática das regras de competência atualmente aplicadas pelos tribunais.

O encontro também discutiu os avanços obtidos nas duas décadas de vigência da Lei Maria da Penha e os desafios para ampliar a proteção das mulheres vítimas de violência.

Durante a programação, foi lançado o livro “20 anos da Lei Maria da Penha: da Conquista Normativa aos Desafios da Efetividade”, obra coletiva escrita por mulheres, além de “Curso de Direitos Humanos”, de Sidney Guerra.

Fonte: Agência Brasil

Imagem: Reprodução

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O pior debate da história desde a redemocratização

Quem assistiu e terminou acompanhando o Debate na Band diz que foi o pior Debate da história desde a redemocratização. Primeiro, por ter sido esvaziado. Lula não foi por entender que seriam “todos contra um”. Flávio não foi porque Lula não foi. E Zema se ausentou porque Lula e Flávio não foram. Augusto Cury, que […]

Quem assistiu e terminou acompanhando o Debate na Band diz que foi o pior Debate da história desde a redemocratização.

Primeiro, por ter sido esvaziado. Lula não foi por entender que seriam “todos contra um”. Flávio não foi porque Lula não foi. E Zema se ausentou porque Lula e Flávio não foram. Augusto Cury, que deve estar se perguntando até agora o que foi fazer ali, quase desiste na porta.

Renan Santos fez Pablo Marçal parecer Madre Teresa. E Ronaldo Caiado justificou o sobrenome: “caiou” Goiás como a oitava maravilha da humanidade.

A Band, indignada pelas ausências, permitiu que os candidatos, principalmente Renan, vilipendiassem os púlpitos de Lula e Flávio, além da grotesca cena das fraldas. Deu pena de Adriana Araújo. Um show de horrores.

Familiares de pessoas desaparecidas podem participar, até sexta-feira (28), da quarta Mobilização Nacional de Coleta de DNA, promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria com os institutos de perícia federal e estaduais. A campanha começou nesta segunda-feira (24), com 342 pontos de coleta distribuídos pelo país. O objetivo é reunir material genético […]

Familiares de pessoas desaparecidas podem participar, até sexta-feira (28), da quarta Mobilização Nacional de Coleta de DNA, promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria com os institutos de perícia federal e estaduais.

A campanha começou nesta segunda-feira (24), com 342 pontos de coleta distribuídos pelo país. O objetivo é reunir material genético de familiares para auxiliar na identificação e localização de pessoas desaparecidas. Quem já forneceu uma amostra anteriormente não precisa repetir o procedimento. 

Mesmo depois do encerramento da mobilização, a coleta poderá continuar sendo feita em instituições de perícia habilitadas. Não há limite de tempo desde o desaparecimento para que a família procure o serviço.

Para participar, o familiar deve apresentar documento de identificação e informações sobre o Boletim de Ocorrência do desaparecimento, como número do registro, estado e delegacia responsável. Se possível, é recomendado levar uma cópia do BO. 

Quem pode doar?

A recomendação é priorizar familiares de primeiro grau. Preferencialmente, devem ser coletadas amostras do pai e da mãe biológicos; de filhos biológicos juntamente com o outro genitor; ou de irmãos biológicos.

Crianças também podem fornecer material genético, desde que estejam acompanhadas pelo responsável legal.

A coleta é simples e indolor. Um cotonete, chamado tecnicamente de swab, é passado na parte interna da bochecha para obtenção da amostra. Não é necessário estar em jejum. 

Onde fazer a coleta em Pernambuco?

Durante a mobilização, Pernambuco conta com 10 pontos oficiais de coleta, distribuídos da Região Metropolitana ao Sertão:

Recife — Instituto de Genética Forense Eduardo Campos
Rua São Geraldo, 111, Santo Amaro.
Telefones: (81) 3183-5682 e (81) 98494-3251.

Caruaru — Unidade Regional de Polícia Científica Agreste Central
Avenida Brasil, 1478, Universitário.
Telefone: (81) 99488-3882.

Garanhuns — Unidade Regional de Polícia Científica Agreste Meridional
Avenida Ministro Marcos Freire, 490, Heliópolis.
Telefones: (81) 99488-3431 e (81) 99488-3617.

Nazaré da Mata — Unidade Regional de Polícia Científica Mata Norte
Rua Leão Coroado, 333.
Telefone: (81) 98873-2721.

Palmares — Unidade Regional de Polícia Científica Mata Sul
Rua Projetada, s/n, São Sebastião.
Telefone: (81) 98494-3165.

Arcoverde — Unidade Regional de Polícia Científica Sertão do Moxotó
Rua Sebastião de Souza Ferraz, 96, São Miguel.
Telefones: (87) 2159-0322 e (87) 99982-8701.

Salgueiro — Unidade Regional de Polícia Científica Sertão Setentrional
Avenida Veremundo Soares, BR-232, s/n, Planalto.
Telefones: (87) 3871-8585 e (87) 3871-8596.

Afogados da Ingazeira — Unidade Regional de Polícia Científica Sertão do Pajeú
Rua Valdivino José Praxedes, s/n, Manoela Valadares.
Telefones: (81) 99488-3601 e (81) 99488-7565.

Ouricuri — Unidade Regional de Polícia Científica Sertão do Araripe
Rua Luiz Gonzaga do Nascimento, 260, Renascença.
Telefone: (87) 99967-1903.

Petrolina — Unidade Regional de Polícia Científica Sertão do São Francisco
Avenida Sete de Setembro, s/n, Jardim Maravilha.
Telefones: (87) 3866-6582 e (87) 3866-6583. 

A coleta pode ser feita em um ponto oficial mesmo que o desaparecimento tenha ocorrido em outra cidade ou estado.

Como o DNA ajuda nas buscas?

O perfil genético do familiar é comparado com o DNA de pessoas encontradas vivas ou falecidas que ainda não tenham sido identificadas e estejam cadastradas nos bancos de perfis genéticos.

Caso seja encontrado vínculo de parentesco, os peritos elaboram um laudo e comunicam as autoridades responsáveis pelo caso, que entram em contato com a família.

O Ministério da Justiça ressalta que o DNA fornecido pelos familiares é utilizado exclusivamente para a busca e identificação de pessoas desaparecidas. 

Fonte: Agência Brasil

Imagem: Reprodução

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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a Polícia Federal a acessar provas e informações obtidas pela Polícia Civil de São Paulo durante uma operação que teve como alvo Karina Ferreira da Gama, ligada à produção do filme “Dark Horse”, sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A operação, realizada em […]

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a Polícia Federal a acessar provas e informações obtidas pela Polícia Civil de São Paulo durante uma operação que teve como alvo Karina Ferreira da Gama, ligada à produção do filme “Dark Horse”, sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A operação, realizada em junho, investigou suspeitas de fraude e desvio de recursos públicos em um contrato firmado entre a Prefeitura de São Paulo e o Instituto Conhecer Brasil (ICB), entidade presidida por Karina. Ela também é dona da Go Up Entertainment, produtora responsável pelo filme.

Durante a ação, a Polícia Civil realizou buscas em endereços ligados a Karina e nas sedes do Instituto Conhecer Brasil e da Go Up Entertainment. Com a autorização de Dino, a PF poderá examinar o material reunido nessa investigação e verificar se existem elementos relacionados a outra apuração em andamento no Supremo. O processo tramita sob sigilo.

Dino é responsável por uma investigação que apura suspeitas relacionadas à destinação de emendas parlamentares a entidades vinculadas à produtora de “Dark Horse”. Em maio, o deputado federal Mario Frias (PL-SP) prestou esclarecimentos sobre a destinação de R$ 2 milhões em emendas ao Instituto Conhecer Brasil.

As suspeitas investigadas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal ainda estão em apuração e não representam conclusão sobre a ocorrência de crimes ou sobre eventual utilização irregular dos recursos.

Outra investigação apura financiamento do filme

O financiamento de “Dark Horse” é alvo também de uma investigação distinta no STF, esta sob relatoria do ministro André Mendonça.

Nesse inquérito, a Polícia Federal apura repasses relacionados ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para a produção do longa. Cerca de R$ 61 milhões teriam sido transferidos após tratativas que envolveram o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).

A Go Up Entertainment já afirmou que os recursos utilizados na produção são regulares e que a investigação permitirá comprovar a origem e a destinação do dinheiro.

São, portanto, duas frentes diferentes de investigação envolvendo o filme: uma relacionada a emendas parlamentares e entidades ligadas à produtora, sob a atuação de Dino, e outra referente ao financiamento da obra com recursos associados a Vorcaro, relatada por André Mendonça.

Fonte: Metrópoles

Imagem: Reprodução

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A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) aparece numericamente à frente na pesquisa Simplex divulgada nesta segunda-feira (24). No cenário estimulado, ela registra 16,8% das intenções de voto, enquanto Humberto Costa (PT) aparece com 9,8%. A diferença entre os dois é de sete pontos percentuais. Na sequência aparecem Mendonça Filho (PL), com 8,3%; Eduardo da […]

A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) aparece numericamente à frente na pesquisa Simplex divulgada nesta segunda-feira (24). No cenário estimulado, ela registra 16,8% das intenções de voto, enquanto Humberto Costa (PT) aparece com 9,8%.

A diferença entre os dois é de sete pontos percentuais. Na sequência aparecem Mendonça Filho (PL), com 8,3%; Eduardo da Fonte (PP), com 7,4%; e Túlio Gadêlha (PSD), com 3,6%.

Carlos Sant’Anna (Novo) registra 0,9%; Pastor Gilvan Costa (Democrata), 0,8%; e Paulo Rubem Santiago (Rede), 0,2%. Samuel Timoteo (UP), Mariano Macedo (PSTU), Mailson da Silva Neto (PCO) e Gorett Bitu (UP) não pontuaram.

O levantamento mostra ainda um percentual elevado de eleitores sem candidato definido: 32,4% não souberam ou não responderam, enquanto 19,8% declararam voto branco ou nulo.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, Marília também aparece numericamente na primeira posição, com 4,8%. Humberto tem 4,2%, Mendonça, 3,2%, e Eduardo da Fonte, 2,3%. Nesse cenário, 67,4% não souberam ou não responderam.

Na rodada anterior da Simplex, divulgada em julho, Marília tinha 16,9% e Humberto, 9,9%. A distância entre os dois, portanto, permaneceu em sete pontos percentuais entre os dois levantamentos.

A Simplex ouviu 1.067 eleitores de Pernambuco entre os dias 16 e 21 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número PE-06688/2026.

Foto: Léo Caldas

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Aos 67 anos, o humorista Zé Lezin precisou cancelar duas apresentações que faria neste fim de semana no Teatro Jorge Amado, em Salvador. Os shows estavam marcados para este domingo (23), mas foram suspensos por questões de saúde. Segundo a produção, Nairon Barreto, responsável pelo personagem, precisou passar novamente por uma cirurgia de urgência na […]

Aos 67 anos, o humorista Zé Lezin precisou cancelar duas apresentações que faria neste fim de semana no Teatro Jorge Amado, em Salvador. Os shows estavam marcados para este domingo (23), mas foram suspensos por questões de saúde.

Segundo a produção, Nairon Barreto, responsável pelo personagem, precisou passar novamente por uma cirurgia de urgência na coluna. Por orientação médica, o artista deverá permanecer afastado dos palcos durante o período de recuperação.

Os ingressos adquiridos serão cancelados automaticamente, com devolução dos valores conforme a forma de pagamento. A informação é do Diário de Pernambuco.

Recentemente,  Zé Lezin cancelou pelo mesmo motivo uma apresentação que faria em São José do Egito. Antes, tinha cancelado apresentações na Bahia.

Sebastião Oliveira cumpriu, no fim de semana, agenda na zona rural de Serra Talhada, onde visitou comunidades e se reuniu com moradores e lideranças locais. Entre os compromissos, esteve no distrito de Luanda, acompanhado do vereador André Maio. Durante a visita, Sebastião afirmou que pretende priorizar, em um eventual retorno à Assembleia Legislativa de Pernambuco […]

Sebastião Oliveira cumpriu, no fim de semana, agenda na zona rural de Serra Talhada, onde visitou comunidades e se reuniu com moradores e lideranças locais. Entre os compromissos, esteve no distrito de Luanda, acompanhado do vereador André Maio.

Durante a visita, Sebastião afirmou que pretende priorizar, em um eventual retorno à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), a elaboração do projeto executivo da estrada de acesso ao distrito.

Segundo ele, a intenção é destinar recursos de emendas parlamentares para financiar essa etapa técnica, necessária antes da execução da obra. A construção da estrada, portanto, ainda dependeria da elaboração do projeto, da definição dos recursos para a obra e dos demais procedimentos necessários.

Na conversa com os moradores, Sebastião também tratou de outras demandas da zona rural e citou a atuação política de integrantes de seu grupo em Serra Talhada.

A agenda do fim de semana foi encerrada no domingo (23), com um adesivaço realizado no comitê de campanha.

Foto: Divulgação

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O Presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Vicentinho, disse no Debate das Dez que as críticas por seu apoio a Mendonça Filho estão vindo de “babões da prefeitura”, muitos que, segundo ele, recebem sem trabalhar. Nas redes e na Rádio Pajeú, houve críticas de nomes ligados à Frente Popular pela posição dos […]

O Presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Vicentinho, disse no Debate das Dez que as críticas por seu apoio a Mendonça Filho estão vindo de “babões da prefeitura”, muitos que, segundo ele, recebem sem trabalhar.

Nas redes e na Rádio Pajeú, houve críticas de nomes ligados à Frente Popular pela posição dos sete vereadores.

Nos grupos de Afogados, bolsonaristas comemoraram o anúncio dos vereadores governistas. Como o Corujão do Pepeu antecipou e o blog confirmou, estarão com Mendonça Vicentinho, Gal Mariano, Mário Martins, Cícero Miguel, Cancão, Douglas Eletricista e Simone da Feira. Mendonça promete ser o calo pernambucano de Lula no Senado, caso o presidente seja reeleito. Em uma rede social, o candidato a Deputado Wellington Júnior, da direita, ironizou: “viraram fascistas?”

Uma leitura da pesquisa Datafolha e seus indicativos para Raquel e João

Da Itapuama FM No comentário desta segunda-feira (24/08), o jornalista Nill Júnior analisa o impacto dos últimos números da pesquisa Datafolha na disputa pelo Governo de Pernambuco entre a governadora Raquel Lyra e o prefeito do Recife, João Campos, além de trazer a avaliação de Ronald Falabella, diretor do Instituto Múltipla. Os desafios de João […]

Da Itapuama FM

No comentário desta segunda-feira (24/08), o jornalista Nill Júnior analisa o impacto dos últimos números da pesquisa Datafolha na disputa pelo Governo de Pernambuco entre a governadora Raquel Lyra e o prefeito do Recife, João Campos, além de trazer a avaliação de Ronald Falabella, diretor do Instituto Múltipla.

Os desafios de João Campos e Raquel Lyra

A pesquisa mostra uma vantagem para Raquel Lyra, que consolida um momento favorável ao sair da margem de erro. Com 66% de aprovação e 50% de avaliação “ótimo/bom”, a gestão cria um “escudo” político forte para enfrentar a disputa.

Por outro lado, os aliados de João Campos apostam no início do guia eleitoral e na forte vinculação com o “lulismo” e com o legado do “eduardismo” para dialogar com a base da sociedade e tentar reverter a diferença na reta final.

Embora o cálculo numérico atual aponte para uma diferença na casa de centenas de milhares de votos, analistas ponderam que novos fatos ou o impacto da propaganda eleitoral ainda podem movimentar o eleitorado em uma eleição disputada voto a voto.

A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Foram entrevistadas 1.204 pessoas entre os dias 18 e 20 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa é PE-01528/2026.

Quase 3 em cada 10 candidatos de 2026 são estreantes nas urnas

Quase três em cada dez registros de candidatura nas eleições de 2026 são de pessoas sem participação eleitoral anterior localizada desde 1994. Levantamento feito a partir de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aponta 5.587 estreantes entre 20.608 registros, o equivalente a 27,1% do total. Outros 15.021 registros, ou 72,9%, correspondem a pessoas que já […]

Quase três em cada dez registros de candidatura nas eleições de 2026 são de pessoas sem participação eleitoral anterior localizada desde 1994. Levantamento feito a partir de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aponta 5.587 estreantes entre 20.608 registros, o equivalente a 27,1% do total.

Outros 15.021 registros, ou 72,9%, correspondem a pessoas que já haviam disputado pelo menos uma eleição entre 1994 e 2024.

A classificação como estreante, porém, não significa necessariamente que o candidato nunca tenha participado da política. O levantamento considera quem não aparece como candidato nas bases eleitorais analisadas. Essas pessoas podem ter ocupado cargos não eletivos, funções partidárias ou até disputado eleições anteriores a 1994.

Deputados concentram maioria dos estreantes

Mais de nove em cada dez estreantes estão nas disputas para deputado estadual, federal ou distrital. Juntos, esses cargos concentram 5.169 registros, correspondentes a 92,5% dos estreantes identificados.

Deputado estadual reúne o maior número absoluto, com 2.923 estreantes entre 11.139 candidatos. Para deputado federal são 2.016 entre 7.672.

Proporcionalmente, a maior presença está na disputa para deputado distrital: 230 dos 426 candidatos, ou 54%, não têm candidatura anterior localizada.

Entre os cargos majoritários, são 45 estreantes entre os 315 candidatos ao Senado e 34 entre os 196 que disputam governos estaduais. Na corrida presidencial, três dos 13 candidatos são classificados como estreantes. Para vice-presidente, apenas um dos 13 nomes aparece nessa condição.

Missão tem maior proporção

Entre os partidos, o Missão registra a maior proporção de estreantes, com 77,4%. A legenda teve o registro aprovado pelo TSE em novembro de 2025 e participa neste ano de sua primeira eleição nacional.

Na sequência aparecem UP, com 62,2%; Democrata, com 40,2%; PRTB, com 40%; PCO, com 38,4%; Novo, com 35,9%; e Rede, com 34,6%.

Os menores percentuais estão no PT, com 17,1%; PP, com 17,7%; PL, com 19,1%; e União Brasil, com 19,5%.

Mulheres têm maior proporção de estreantes

O levantamento também aponta uma diferença entre homens e mulheres. Entre as candidaturas femininas analisadas, 36,6% são de estreantes. Entre os homens, o percentual é de 24,7%.

Especialistas relacionam essa diferença às barreiras históricas enfrentadas pelas mulheres para construir carreiras eleitorais e chegar aos espaços de disputa partidária.

DF lidera proporcionalmente

São Paulo possui o maior número absoluto de estreantes: 678 entre 2.590 registros, ou 26,2%. Em seguida aparecem Rio de Janeiro, com 594; Minas Gerais, com 450; Distrito Federal, com 335; e Bahia, com 315.

Proporcionalmente, o Distrito Federal lidera, com 51,5% das candidaturas sem participação eleitoral anterior localizada desde 1994. Depois aparecem Amapá, com 34,3%; Piauí, com 32,8%; Roraima, com 31,5%; Acre, com 29,9%; e Rio de Janeiro, com 29,4%.

Fonte: G1
Imagem: Reprodução

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou os percentuais de candidaturas de mulheres, pessoas negras e indígenas por partido político nas Eleições Gerais de 2026. Os números serão utilizados como referência para a destinação de recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), o Fundo Eleitoral. Ao todo, foram consideradas 20.560 […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou os percentuais de candidaturas de mulheres, pessoas negras e indígenas por partido político nas Eleições Gerais de 2026. Os números serão utilizados como referência para a destinação de recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), o Fundo Eleitoral.

Ao todo, foram consideradas 20.560 candidaturas em todo o país. Desse total, 7.165 são de mulheres, correspondendo a 34,85%, enquanto 13.395 são de homens, o equivalente a 65,15%.

No recorte de raça e cor, 10.206 candidaturas são de pessoas negras, representando 49,64% do total. A Justiça Eleitoral considera nessa classificação as pessoas que se autodeclaram pretas ou pardas.

As candidaturas de pessoas indígenas somam 191, equivalentes a 0,93% do total analisado.

Os dados não correspondem necessariamente ao número atualizado de candidatos registrados atualmente na Justiça Eleitoral. Para o cálculo destinado à distribuição dos recursos, o TSE considerou os pedidos de registro aceitos até as 23h59 do dia 18 de agosto, prazo estabelecido pelo calendário eleitoral, e excluiu as candidaturas substitutas.

Por esse motivo, os números desse levantamento permanecem fixos, enquanto as estatísticas gerais de candidaturas do TSE podem sofrer alterações decorrentes de novos registros, decisões judiciais e substituições.

Recursos de campanha

Os percentuais divulgados são utilizados pelos partidos na distribuição de recursos públicos destinados às campanhas.

As regras estão previstas na Resolução TSE nº 23.607/2019, atualizada para as eleições deste ano pela Resolução nº 23.752/2026.

Uma das mudanças para 2026 foi a inclusão expressa das candidaturas indígenas nas regras de destinação dos recursos, além das normas já existentes para candidaturas de mulheres e pessoas negras. 

Os percentuais específicos de cada partido estão disponíveis na página do TSE dedicada às Eleições 2026.

Fonte: Itapuama FM, com informações do TSE

Imagem: Reprodução

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Pablo Marçal tem novo recurso negado e segue inelegível até 2032

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), José Antonio Encinas Manfré, negou recurso apresentado por Pablo Marçal (PRTB) contra a decisão que o tornou inelegível até 2032 por uso indevido dos meios de comunicação social durante a campanha para prefeito de São Paulo, em 2024. A decisão, tomada na sexta-feira (21), também […]

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), José Antonio Encinas Manfré, negou recurso apresentado por Pablo Marçal (PRTB) contra a decisão que o tornou inelegível até 2032 por uso indevido dos meios de comunicação social durante a campanha para prefeito de São Paulo, em 2024.

A decisão, tomada na sexta-feira (21), também manteve a multa de R$ 420 mil aplicada ao empresário. Segundo a Justiça Eleitoral, Marçal criou uma estrutura para estimular influenciadores a produzirem e divulgarem vídeos de “cortes” durante a campanha, com previsão de remuneração e premiações.

A defesa buscava derrubar integralmente a condenação. O TRE-SP entendeu, porém, que acolher o recurso exigiria novo exame das provas já analisadas pelo tribunal.

Na mesma decisão, também foi rejeitado recurso do Ministério Público Eleitoral, que pretendia restabelecer condenações por abuso de poder econômico e captação e gastos ilícitos de recursos. O tribunal considerou insuficientes as provas para essas condutas.

A decisão amplia os obstáculos à tentativa de Marçal de disputar a Presidência da República em 2026. O PRTB protocolou o pedido de registro da candidatura, mas o caso ainda será analisado definitivamente pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Na quinta-feira (20), o TSE já havia determinado, de forma cautelar, que Marçal não tivesse acesso aos fundos eleitoral e partidário nem participasse da propaganda gratuita no rádio e na televisão ou de debates enquanto o pedido de registro da candidatura não for julgado definitivamente.

A defesa informou que analisa as decisões e espera conseguir revertê-las.

Fonte: G1

Foto: Reprodução

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A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) recebeu o apoio da prefeita de Escada, Mary Gouveia (PL), e do ex-prefeito Jandelson Gouveia (PL). O anúncio amplia as adesões à candidatura da pedetista na Mata Sul de Pernambuco. Mary e Jandelson já haviam declarado, em maio, apoio a João Campos (PSB) na disputa pelo Governo do […]

A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) recebeu o apoio da prefeita de Escada, Mary Gouveia (PL), e do ex-prefeito Jandelson Gouveia (PL). O anúncio amplia as adesões à candidatura da pedetista na Mata Sul de Pernambuco.

Mary e Jandelson já haviam declarado, em maio, apoio a João Campos (PSB) na disputa pelo Governo do Estado. A adesão a Marília, portanto, mantém o grupo de Escada alinhado à chapa majoritária da Frente Popular de Pernambuco.

Jandelson administrou Escada por dois mandatos consecutivos, entre 2005 e 2012. Mary está à frente da prefeitura e é a única prefeita filiada ao PL em Pernambuco.

Ao anunciar o apoio, a prefeita afirmou que espera que Marília mantenha, caso eleita, interlocução com os municípios pernambucanos e contribua para a busca de investimentos em Brasília.

A adesão ocorre após outros apoios recebidos pela candidata nos últimos dias. O prefeito de Tamandaré, Carrapicho (Republicanos); o prefeito de São Caetano, Josafá Almeida (PRD); e o candidato a deputado estadual Jobson Almeida (Republicanos) anunciaram apoio no fim de semana. A vice-prefeita de Camaragibe, Comandante Débora (PT), e o prefeito de Bonito, Dr. Ruy (PSB), também já haviam declarado voto em Marília.

Foto: Crysli Viana

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Pesquisa Simplex divulgada nesta segunda-feira (24), mostra a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) à frente de João Campos (PSB) na disputa pelo Governo de Pernambuco. No principal cenário estimulado, Raquel aparece com 46,2% das intenções de voto, enquanto João registra 36,1%. A diferença entre os dois é de 10,1 pontos percentuais. Guilherme […]

Pesquisa Simplex divulgada nesta segunda-feira (24), mostra a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) à frente de João Campos (PSB) na disputa pelo Governo de Pernambuco. No principal cenário estimulado, Raquel aparece com 46,2% das intenções de voto, enquanto João registra 36,1%.

A diferença entre os dois é de 10,1 pontos percentuais. Guilherme Fonseca (PSTU) aparece com 0,6%. Professora Camila (UP), Ivan Moraes (PSOL), Renan (Missão) e Professor Jeremias do Banco (Democrata) registram 0,1% cada. Victor Assis (PCO) tem 0%.

Brancos e nulos somam 6,2%, enquanto 10,5% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Segundo cenário

Em um segundo cenário, apresentado apenas com os nomes de Raquel Lyra e João Campos, a governadora registra 47,4%, contra 38% do candidato do PSB. A diferença é de 9,4 pontos percentuais.

Nesse recorte, 5,5% afirmaram que votariam em branco ou nulo e 9,1% não souberam ou não responderam.

Pesquisa espontânea

Na consulta espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Raquel também aparece na primeira posição, com 39,6%.

João Campos é citado por 26,9% dos eleitores. Outros nomes somam 0,2%, enquanto brancos e nulos representam 4,9%.

O percentual de entrevistados que não souberam ou não responderam chega a 28,4%.

Metodologia

A pesquisa Simplex ouviu 1.067 eleitores. O levantamento tem margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número PE-06688/2026.

Imagem: Reprodução

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Luciano Duque cumpre agenda em quatro municípios do Sertão no fim de semana

O deputado estadual Luciano Duque cumpriu, no fim de semana, uma série de compromissos em Parnamirim, Santa Maria da Boa Vista, Tuparetama e Afogados da Ingazeira. A programação reuniu visitas a comunidades, entrevistas e encontros com lideranças locais. No sábado (22), Duque iniciou a agenda em Parnamirim, onde esteve acompanhado do vereador Aurélio e das […]

O deputado estadual Luciano Duque cumpriu, no fim de semana, uma série de compromissos em Parnamirim, Santa Maria da Boa Vista, Tuparetama e Afogados da Ingazeira. A programação reuniu visitas a comunidades, entrevistas e encontros com lideranças locais.

No sábado (22), Duque iniciou a agenda em Parnamirim, onde esteve acompanhado do vereador Aurélio e das lideranças Evangelista, Cláudia do Sindicato, Mariano Cruz e do ex-vice-prefeito Renê. Pela manhã, concedeu entrevista a uma rádio local e visitou associações e comunidades da zona rural.

À tarde, seguiu para Santa Maria da Boa Vista, onde cumpriu compromissos ao lado do vereador Pica-Pau e de outras lideranças do município.

No domingo (23), o deputado esteve em Tuparetama. A agenda contou com a participação do ex-vereador Danilo, do vereador Carlos Roberto e de lideranças locais, além de visitas e encontros com moradores.

A programação foi encerrada em Afogados da Ingazeira, onde Luciano participou de um adesivaço ao lado do candidato a deputado federal Miguel Duque, de Mário Viana, do empresário Alexsandro do Avistão e de apoiadores.

“Nosso trabalho é feito assim: perto das pessoas, ouvindo cada comunidade e conhecendo de perto suas necessidades. Seguimos percorrendo Pernambuco e renovando nosso compromisso de trabalhar pelo desenvolvimento do Sertão e do interior”, afirmou Luciano Duque.

Foto: Divulgação

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Itapetim promove Treinão de Corrida e Caminhada em alusão ao Agosto Lilás

A manhã deste domingo (23) foi marcada por esporte e conscientização em Itapetim, no Sertão do Pajeú. O Governo Municipal, por meio da Secretaria da Mulher, realizou um Treinão de Corrida e Caminhada, em alusão ao Agosto Lilás e aos 20 anos da Lei Maria da Penha. A iniciativa reuniu diversos participantes e teve como […]

A manhã deste domingo (23) foi marcada por esporte e conscientização em Itapetim, no Sertão do Pajeú. O Governo Municipal, por meio da Secretaria da Mulher, realizou um Treinão de Corrida e Caminhada, em alusão ao Agosto Lilás e aos 20 anos da Lei Maria da Penha.

A iniciativa reuniu diversos participantes e teve como objetivo incentivar a prática esportiva, promover a qualidade de vida e, ao mesmo tempo, fortalecer a conscientização sobre a importância do enfrentamento à violência contra a mulher.

A programação contou com a parceria da Diretoria de Esportes, da Secretaria de Cultura e da Secretaria de Comunicação do município. O evento também ganhou um toque especial de música com a participação do sanfoneiro Aldinho e da cantora Wanessa Messias, que animaram ainda mais a atividade.

Estiveram participando a prefeita Aline Karina, a secretária da Mulher, Edilene Machado, integrantes da equipe da Secretaria da Mulher, o diretor de Esportes, Matheus Patriota, o secretário de Comunicação, Ailson Alves, e o secretário de Cultura, Vandivaldo Piancó.

“Durante todo o mês de agosto, a Secretaria da Mulher, com o apoio da Gestão Municipal, vem desenvolvendo uma programação especial voltada à conscientização, informação e acolhimento. As ações do Agosto Lilás reforçam o compromisso da gestão municipal com a proteção, o respeito e a valorização das mulheres itapetinenses, além de fortalecer a mensagem de que a violência contra a mulher deve ser combatida por toda sociedade”, diz em nota.

O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026, realizado no domingo (23), pela Band em parceria com o Estadão, colocou frente a frente Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Com as ausências de Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo), os três participantes dividiram […]

O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026, realizado no domingo (23), pela Band em parceria com o Estadão, colocou frente a frente Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Com as ausências de Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo), os três participantes dividiram o espaço entre propostas econômicas, segurança pública, programas sociais, relações de trabalho e críticas aos adversários.

Ao longo do encontro, Caiado adotou um discurso mais voltado à gestão e à economia. Renan apostou em uma postura de confronto e em propostas de mudança na legislação trabalhista, enquanto Cury buscou se apresentar como alternativa à polarização e defendeu a manutenção de programas sociais com ajustes.

Caiado promete controle de gastos e juros a 6%

Ronaldo Caiado concentrou parte de suas intervenções na política econômica. O candidato criticou o governo Lula e afirmou que o Brasil precisa recuperar a confiança de empresários e investidores.

Entre as promessas apresentadas, disse que pretende conter despesas públicas e buscar condições para que a taxa de juros caia a 6%, com inflação entre 3% e 4%.

“Vou conter despesas e fazer com que a taxa de juros caia a 6% e a inflação fique em torno de 3% ou 4%”, afirmou. Os números representam metas apresentadas pelo candidato e dependeriam, caso eleito, de fatores econômicos e de decisões que não são controladas exclusivamente pelo Poder Executivo.

Caiado também abordou segurança pública. Segundo a avaliação posterior de um pequeno grupo de eleitores reunido pelo Instituto Travessia, uma das falas que mais agradou aos participantes foi a defesa de medidas mais duras contra a violência praticada contra mulheres, incluindo confisco de bens de agressores e aumento das penas conforme a gravidade da violência.

Renan Santos aposta no confronto

Renan Santos adotou o tom mais agressivo entre os participantes. Durante o debate, chegou a afirmar que não deseja o voto de parte dos eleitores de Lula, criticando aqueles que, em sua avaliação, apoiam o presidente mesmo diante das acusações feitas pela oposição.

O candidato também se posicionou contra a possibilidade de redução da jornada de trabalho sem redução salarial nos moldes discutidos pela proposta que busca acabar com a escala 6×1.

Renan defendeu uma nova reforma trabalhista que permita maior contratação por hora. Segundo ele, o modelo poderia aumentar a remuneração dos trabalhadores.

Na segurança pública, também apresentou medidas de endurecimento no combate às facções criminosas, entre elas a criação de grandes unidades prisionais.

O estilo de Renan dividiu as avaliações no grupo de eleitores acompanhado pelo Instituto Travessia: parte dos homens elogiou sua postura direta, enquanto mulheres participantes da dinâmica demonstraram maior rejeição ao tom considerado agressivo.

Cury defende Bolsa Família com ajustes

Augusto Cury afirmou que pretende manter o Bolsa Família caso seja eleito, mas defendeu mudanças nas regras do programa.

Segundo o candidato, trabalhadores que consigam emprego formal ou abram um Microempreendedor Individual (MEI) não deveriam perder imediatamente o benefício. Cury não detalhou, no debate, por quanto tempo essa proteção seria mantida.

O candidato também procurou distanciar seu discurso da polarização entre esquerda e direita e afirmou que o país vive um ambiente político radicalizado.

“O Brasil está dramaticamente doente, radicalizado, polarizado”, declarou.

Cury citou ainda a existência de 6,7 milhões de jovens que não trabalham nem estudam e abordou questões relacionadas à saúde mental. Em determinado momento, criticou o comportamento de Renan Santos e disse estar impressionado com o “nível de agressividade” do adversário.

Caiado teve melhor avaliação em grupo de 12 eleitores

Após o debate, uma dinâmica qualitativa realizada pelo Instituto Travessia com 12 eleitores de São Paulo apontou Caiado como o participante mais bem avaliado naquele grupo.

É importante destacar que o levantamento não é uma pesquisa eleitoral e não representa o conjunto do eleitorado brasileiro. Trata-se de um grupo reduzido, selecionado para acompanhar o debate e registrar impressões em tempo real.

Os participantes utilizavam cartões verdes, amarelos e vermelhos para indicar aprovação, neutralidade ou reprovação às falas. Caiado recebeu quase 60 avaliações positivas e apenas duas negativas ao longo da dinâmica, sendo descrito por parte dos participantes como “experiente”, “técnico” e “equilibrado”.

A dinâmica também registrou mudanças entre alguns eleitores que inicialmente declaravam voto em Flávio Bolsonaro. Dos três apoiadores do candidato do PL presentes no grupo, duas mulheres terminaram inclinadas a votar em Caiado, enquanto o terceiro passou a considerar também Renan Santos.

Entre os três eleitores inicialmente indecisos, dois terminaram a dinâmica demonstrando preferência por Renan, enquanto outro declarou apoio a Caiado.

Já os três participantes que declaravam voto em Lula mantiveram a preferência pelo presidente ao final do encontro.

Cury recebeu avaliações de que demonstrou boas intenções, mas alguns integrantes do grupo manifestaram dúvidas sobre sua capacidade de implementar propostas mais complexas.

Ausências também marcaram o debate

Além do desempenho dos três participantes, o primeiro encontro da campanha foi marcado pelas ausências dos candidatos que ocupam as duas primeiras posições nas pesquisas, Lula e Flávio Bolsonaro.

Romeu Zema também não compareceu.

Entre os 12 participantes da dinâmica do Instituto Travessia, a ausência de Lula não provocou mudança entre seus apoiadores. Já parte daqueles que inicialmente declaravam voto em Flávio manifestou frustração e passou a considerar outros nomes.

O resultado dessa dinâmica não permite projetar efeitos eleitorais em escala nacional, mas oferece um retrato qualitativo de como aquele pequeno grupo recebeu o primeiro confronto televisivo da campanha.

Fonte: Estadão

Imagem: Reprodução

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Renan Santos chama Lula e Flávio Bolsonaro de “imbecis” e “corruptos”

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) fez duras críticas ao presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) antes do primeiro debate presidencial das eleições de 2026, realizado neste domingo (23), pela Band. Ao chegar à sede da emissora, em São Paulo, Renan […]

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) fez duras críticas ao presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) antes do primeiro debate presidencial das eleições de 2026, realizado neste domingo (23), pela Band.

Ao chegar à sede da emissora, em São Paulo, Renan chamou os dois adversários de “imbecis” e “corruptos” ao comentar a decisão de ambos de não participar do encontro. A classificação foi uma acusação política feita pelo candidato, sem apresentação de provas naquele momento.

“Os dois líderes das pesquisas são dois imbecis, corruptos, que não têm coragem de honrar a tal democracia que tanto falam”, declarou.

Como forma de provocação, Renan apareceu diante dos jornalistas segurando duas fraldas geriátricas identificadas com os nomes de Lula e Flávio. O candidato relacionou o gesto à ausência dos dois no debate.

Renan também utilizou o termo “criminosos” ao se referir aos adversários. A declaração, igualmente, representa uma acusação feita pelo candidato e não uma conclusão judicial sobre Lula ou Flávio.

Lula e Flávio, que ocupam as duas primeiras posições nas pesquisas de intenção de voto, não participaram do debate. O presidente teve uma entrevista exibida pela Record no mesmo horário. Flávio havia afirmado que só compareceria ao encontro se Lula também estivesse presente.

Romeu Zema (Novo) também desistiu de participar. Com as ausências, o debate reuniu Renan Santos, Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante).

Renan afirmou ainda que não considera os candidatos presentes seus principais adversários eleitorais e concentrou as críticas nos dois líderes das pesquisas.

O candidato também questionou as regras eleitorais para as redes sociais e criticou a Record pela exibição da entrevista de Lula simultaneamente ao debate.

Foto: Renato Pizzutto/Band

Fonte: Diário de Pernambuco

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Em entrevista, Lula diz que vai anunciar o fim da “taxa das blusinhas”

O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que pretende anunciar, nesta quarta-feira (26), o fim da chamada “taxa das blusinhas”, como ficou conhecida a cobrança de 20% de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50. A declaração foi dada em entrevista à Record, gravada e exibida […]

O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que pretende anunciar, nesta quarta-feira (26), o fim da chamada “taxa das blusinhas”, como ficou conhecida a cobrança de 20% de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50.

A declaração foi dada em entrevista à Record, gravada e exibida na noite deste domingo (23). Lula disse que terá uma nova reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), antes do anúncio.

“Eu estive com o meu amigo Alcolumbre, quarta-feira tem uma reunião com ele, e nós vamos anunciar o fim da taxa das blusinhas, para o bem das pessoas que gostam de comprar coisinha pouca por 50 dólares”, afirmou o presidente. A reunião está prevista para quarta-feira (26).

Apesar da declaração, a cobrança já está temporariamente zerada desde maio. A medida, porém, ainda não é definitiva.

A Medida Provisória 1.357/2026 alterou as regras para as remessas internacionais e permitiu ao Ministério da Fazenda reduzir a zero a alíquota do Imposto de Importação incidente sobre compras de até US$ 50. A norma está em vigor, mas depende da aprovação do Congresso para ser transformada em lei.

O prazo termina em 8 de setembro. Caso deputados e senadores não aprovem a MP até essa data, a medida perde a validade e a cobrança de 20% poderá voltar. A tramitação enfrenta dificuldades no Congresso e ainda depende da análise da comissão mista responsável pela proposta.

A declaração de Lula, portanto, sinaliza uma tentativa de construir um acordo político para tornar permanente a isenção, mas não representa, por si só, a extinção definitiva da cobrança.

Além da tributação sobre compras internacionais, o presidente citou como prioridades nas negociações com o Congresso o fim da escala 6×1, a PEC da Segurança Pública e a regulamentação dos minerais críticos.

Durante a entrevista, Lula também abordou a situação econômica e criticou o nível do debate político atual. Como esses temas não estão diretamente relacionados à mudança na tributação das compras internacionais, ficaram fora do foco principal da matéria.

Fonte: Diário de Pernambuco

Imagem: Reprodução

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Após não participar do primeiro debate presidencial das eleições de 2026, realizado na noite deste domingo (23), pela Band, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais para justificar a ausência e direcionou suas críticas ao presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que também não […]

Após não participar do primeiro debate presidencial das eleições de 2026, realizado na noite deste domingo (23), pela Band, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais para justificar a ausência e direcionou suas críticas ao presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que também não compareceu ao encontro.

Flávio afirmou que pretende participar de debates nos quais possa confrontar diretamente Lula. “Eu quero debater, mas quero debater com quem está destruindo o Brasil e piorando a sua vida”, declarou, em referência ao petista.

No mesmo horário do debate, Lula teve uma entrevista exibida pela Record. A ausência simultânea dos dois candidatos que lideram as pesquisas acabou se tornando um dos principais assuntos do primeiro confronto televisionado da campanha.

No vídeo, Flávio também mencionou as investigações que envolvem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente. Lulinha é alvo de inquéritos da Polícia Federal que apuram suspeitas de tráfico de influência. As investigações permanecem em andamento e não representam condenação.

O candidato do PL aproveitou a publicação para apresentar algumas de suas propostas de campanha. Entre elas, citou redução de impostos, diminuição de regras que considera burocráticas e o tratamento de facções criminosas como organizações terroristas.

Flávio também afirmou que não considera os candidatos presentes no debate seus principais adversários. “Eu respeito todos eles, mas eles definitivamente não são meus adversários. O meu adversário é quem está no poder”, disse.

Participaram do encontro promovido pela Band Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Além de Lula e Flávio, Romeu Zema (Novo) também não compareceu.

A ausência dos três foi criticada durante o próprio debate. Caiado e Renan, em especial, usaram parte de suas intervenções para questionar a decisão dos concorrentes de não participar do confronto.

A estratégia de Flávio de evitar o debate sem Lula também ocorre em um cenário no qual o senador disputa parcelas do eleitorado de direita com Caiado, Zema e Renan. O candidato do PL tem sinalizado que pretende concentrar o confronto eleitoral no atual presidente.

Fonte: Diário de Pernambuco

Imagem: Reprodução

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Ivan Moraes inaugura Comitê no Recife e aposta na militância para ampliar campanha

Ivan Moraes (PSOL), candidato ao Governo de Pernambuco, inaugurou neste domingo (23), o Comitê 50, no bairro do Derby, área central do Recife. Instalado na Casa Marielle Franco, sede do Diretório Estadual do PSOL, o espaço será utilizado como um dos pontos de mobilização da candidatura ao longo da campanha. A inauguração reuniu militantes e […]

Ivan Moraes (PSOL), candidato ao Governo de Pernambuco, inaugurou neste domingo (23), o Comitê 50, no bairro do Derby, área central do Recife. Instalado na Casa Marielle Franco, sede do Diretório Estadual do PSOL, o espaço será utilizado como um dos pontos de mobilização da candidatura ao longo da campanha.

A inauguração reuniu militantes e apoiadores e contou com oficinas, atividades culturais e ações voltadas à organização eleitoral. Ivan afirmou que pretende utilizar a participação da militância para ampliar a circulação de suas propostas entre os eleitores pernambucanos.

O candidato disputa o Governo do Estado pela Frente Pernambuco de Luta, formada pela Federação PSOL/Rede e pelo PCB.

Ao falar sobre a estrutura da candidatura, Ivan reconheceu que sua campanha trabalha com uma equipe reduzida e dispõe de menos recursos que as campanhas dos principais adversários. Segundo ele, a estratégia será compensar essa diferença com a mobilização dos apoiadores.

“A gente tem uma equipe muito pequena. A equipe possível. A melhor equipe que a gente conseguiu formar. Só tem gente empolgada para fazer campanha, só tem gente a fim de espalhar a mensagem da gente”, afirmou.

A diferença de estrutura também aparece no horário eleitoral gratuito. Na divisão do tempo destinado aos candidatos ao Governo de Pernambuco, Ivan terá 35 segundos por bloco. João Campos (PSB) contará com 4 minutos e 21 segundos, enquanto Raquel Lyra (PSD) terá 4 minutos e 3 segundos.

Ivan afirmou que cultura, participação política e mobilização serão utilizadas pela candidatura para tentar ampliar sua presença no Estado ao longo das próximas semanas de campanha.

Foto: Ingrid Veloso
Fonte: Diário de Pernambuco

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A Coluna perguntou ao diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, qual sua visão sobre a pesquisa Datafolha, divulgada na noite da última sexta-feira. Ronald confirma a percepção de que o efeito psicológico da pesquisa favoreceu Raquel Lyra e seus aliados. Isso porque mesmo a manutenção média da vantagem – eram 6%, hoje 7% – mantém […]

A Coluna perguntou ao diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, qual sua visão sobre a pesquisa Datafolha, divulgada na noite da última sexta-feira.

Ronald confirma a percepção de que o efeito psicológico da pesquisa favoreceu Raquel Lyra e seus aliados.

Isso porque mesmo a manutenção média da vantagem – eram 6%, hoje 7% – mantém a impressão de quadro inalterado e, pela primeira vez, com sua liderança além da margem de erro.

“Sob o aspecto psicológico, a pesquisa é muito positiva pra governadora. É a primeira pesquisa após a virada onde ela lidera fora da margem de erro”.

Ele diz que outro dado positivo é que ela tem aprovação de 66%, com ótimo e bom de 50%. “Isso cria uma espécie de escudo em relação aos questionamentos da oposição.

Claro, Ronald destaca que isso não tira o equilíbrio da disputa e que João está confiando em fatos como a vinda de Lula e o início do guia no rádio e na TV. “Vai apostar numa total vinculação com o Lulismo, numa vinda do presidente a Pernambuco, no guia eleitoral pra fazer uma defesa da gestão dele no Recife e no Eduardismo, já que pra muitos pernambucanos , Eduardo foi o maior governador da história de Pernambuco”.

Para Falabella, se isso será capaz de transpor o escudo que Raquel criou com avaliação de governo, com o discurso de “pernambuquismo”, até explorando a relação com Lula, só o curso da campanha vai dizer. “Há de se considerar também o imponderável da política, um fato novo, por exemplo”.

“Hoje, de fato essa pesquisa gera um ambiente de favoritismo, algo normal para o número. Acredito entretanto que o processo continuará com esse equilíbrio até o final. Na indica que ela vai alargar essa diferença”.

Ronald teve o cuidado de fazer a conta de quantos votos essa diferença representa hoje: cerca de 400 mil votos.

O uso de medicamentos popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras” por crianças e adolescentes sem indicação e acompanhamento médico pode trazer riscos importantes à saúde. O alerta foi divulgado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), que também chama atenção para a utilização dessas substâncias exclusivamente com finalidade estética. Os medicamentos agonistas do receptor GLP-1 possuem indicações […]

O uso de medicamentos popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras” por crianças e adolescentes sem indicação e acompanhamento médico pode trazer riscos importantes à saúde. O alerta foi divulgado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), que também chama atenção para a utilização dessas substâncias exclusivamente com finalidade estética.

Os medicamentos agonistas do receptor GLP-1 possuem indicações específicas, entre elas o tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. Segundo a SBP, mesmo quando há diagnóstico dessas doenças, a prescrição deve ser feita após avaliação individualizada e não ocorre de forma automática.

Entre os possíveis problemas associados ao uso inadequado estão déficit de crescimento e desenvolvimento, desidratação, alterações nos níveis de eletrólitos, perda de massa muscular, pancreatite aguda e complicações na vesícula.

A entidade também alerta que a busca pelo medicamento apenas para modificar a aparência corporal pode contribuir para transtornos alimentares, como anorexia e bulimia, além de ansiedade e quadros depressivos relacionados à imagem corporal.

“Canetas emagrecedoras” não são indicadas para adolescentes com peso adequado que pretendam apenas perder peso por razões estéticas, reforça a SBP.

Efeitos adversos

Os efeitos mais frequentemente associados ao tratamento são gastrointestinais, especialmente durante o período de aumento gradual da dose. Náuseas, vômitos, refluxo, azia, diarreia e constipação estão entre os sintomas relacionados pela entidade.

A perda de massa magra também exige acompanhamento. Entre as complicações consideradas potencialmente graves estão pancreatite, hipoglicemia e colelitíase, caracterizada pela formação de cálculos na vesícula biliar.

A SBP ressalta, entretanto, que existem evidências de eficácia e segurança desses medicamentos para adolescentes quando utilizados dentro dos critérios médicos estabelecidos e associados a mudanças no estilo de vida. O alerta está concentrado na banalização e no uso sem acompanhamento.

Avaliação deve ser individualizada

Antes de prescrever o medicamento, o profissional deve considerar fatores como gravidade da obesidade ou do diabetes, presença de outras doenças, resposta a tratamentos anteriores, riscos potenciais e possibilidade de acompanhamento do paciente.

A entidade também recomenda que o tratamento seja associado a intervenções relacionadas à alimentação, atividade física e outros hábitos de vida.

Outro alerta é para medicamentos de origem desconhecida ou sem registro sanitário. A SBP contraindica o uso de produtos clandestinos, importados sem registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou de procedência não comprovada.

A sociedade médica sugere ainda substituir a expressão “canetas emagrecedoras” por “medicamentos para tratar a obesidade”. Segundo a entidade, o termo deixa mais claro que a obesidade é uma doença crônica e que o objetivo do tratamento não se resume à perda de peso.

A SBP aponta como contraindicações situações como gestação e amamentação, hipersensibilidade ao princípio ativo e histórico pessoal ou familiar de carcinoma medular da tireoide ou síndrome de neoplasia endócrina múltipla tipo 2. Pacientes com histórico de pancreatite precisam de avaliação médica individualizada.

Fonte: Agência Brasil

Imagem: Reprodução

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O registro de novos casos de sarampo voltou a colocar autoridades de saúde em alerta no Brasil. Até o fim de julho, o Ministério da Saúde havia confirmado 17 casos da doença em 2026. Desse total, três registros já haviam sido encerrados sem risco de disseminação e 14 permaneciam em acompanhamento no estado de São […]

O registro de novos casos de sarampo voltou a colocar autoridades de saúde em alerta no Brasil. Até o fim de julho, o Ministério da Saúde havia confirmado 17 casos da doença em 2026. Desse total, três registros já haviam sido encerrados sem risco de disseminação e 14 permaneciam em acompanhamento no estado de São Paulo. 

Os casos em acompanhamento estavam distribuídos entre a capital paulista, com 11 registros, São Bernardo do Campo, com dois, e Guarulhos, com um. As ocorrências levaram ao reforço das ações de vigilância epidemiológica e vacinação nessas localidades.

O sarampo é uma doença viral altamente transmissível. O vírus pode permanecer suspenso no ar por até duas horas após uma pessoa infectada deixar determinado ambiente, o que facilita a transmissão.

A principal forma de prevenção é a vacinação. A tríplice viral, oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), protege contra sarampo, caxumba e rubéola.

Diante da circulação do vírus em áreas de São Paulo, o Ministério da Saúde ampliou a recomendação de vacinação nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. A medida contempla pessoas de 6 meses a 59 anos durante a campanha de multivacinação realizada na região. 

Dose zero para bebês

Outra medida adotada em situações de circulação do vírus é a chamada “dose zero”, destinada a crianças de 6 a 11 meses.

Essa aplicação funciona como proteção adicional antes do início do esquema previsto no calendário de rotina. A dose zero não substitui as doses que a criança deverá receber posteriormente: a primeira está prevista aos 12 meses e a segunda aos 15 meses. 

Pais e responsáveis devem, portanto, manter a caderneta de vacinação atualizada e procurar uma unidade de saúde em caso de dúvidas sobre o esquema indicado para cada faixa etária.

Adultos também devem conferir vacinação

A atenção não se restringe às crianças. Adultos que não sabem se receberam a vacina ou que não possuem comprovação das doses devem procurar um serviço de saúde para verificar se há necessidade de atualização do esquema vacinal.

O Ministério da Saúde reforça que a vacinação continua sendo a principal estratégia para impedir novas cadeias de transmissão. O Brasil mantém o status de país livre da circulação endêmica do sarampo, recuperado em 2024. A ocorrência de casos isolados ou relacionados à importação do vírus, portanto, não significa que a doença tenha voltado a circular de forma endêmica no país. 

Fonte: Diário de Pernambuco

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Metade dos eleitores brasileiros acredita que outros países podem interferir nas eleições de 2026. É o que mostra pesquisa Datafolha realizada entre terça-feira (18) e quinta-feira (20), com 2.058 entrevistados em diferentes regiões do país. De acordo com o levantamento, 50% consideram possível algum tipo de interferência estrangeira no processo eleitoral brasileiro. Outros 43% afirmam […]

Metade dos eleitores brasileiros acredita que outros países podem interferir nas eleições de 2026. É o que mostra pesquisa Datafolha realizada entre terça-feira (18) e quinta-feira (20), com 2.058 entrevistados em diferentes regiões do país.

De acordo com o levantamento, 50% consideram possível algum tipo de interferência estrangeira no processo eleitoral brasileiro. Outros 43% afirmam não acreditar nessa possibilidade, enquanto 8% não souberam ou não responderam.

Entre todos os entrevistados, 32% dizem acreditar que a interferência pode ocorrer e consideram isso um problema. Outros 18% também veem possibilidade de intromissão de outros países, mas não consideram a situação problemática.

A percepção varia entre os eleitores dos dois candidatos que lideram a disputa presidencial.

Entre aqueles que declaram intenção de voto no presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 36% acreditam na possibilidade de interferência estrangeira e consideram que isso representaria um problema. Outros 9% veem possibilidade de interferência, mas dizem que ela não seria problemática. Já 46% dos eleitores de Lula não acreditam que outros países possam interferir no pleito.

No eleitorado do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), 24% acreditam que uma interferência poderia ocorrer e seria um problema. Outros 32% veem a possibilidade, mas não consideram que ela representaria um problema. Entre os eleitores de Flávio, 39% não acreditam em interferência estrangeira.

A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela Rede Globo. O Datafolha ouviu 2.058 eleitores entre os dias 18 e 20 de agosto, em locais de fluxo populacional.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04496/2026.

Fonte: Estadão

Imagem: Reprodução

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Entre os compromissos de campanha cumpridos neste domingo (23) no Recife, o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou da inauguração de comitês de candidatos aliados. Em dois desses atos, concentrou o discurso em segurança pública e melhoria dos serviços oferecidos pelo Estado. Em um dos compromissos, João participou da inauguração do comitê […]

Entre os compromissos de campanha cumpridos neste domingo (23) no Recife, o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou da inauguração de comitês de candidatos aliados. Em dois desses atos, concentrou o discurso em segurança pública e melhoria dos serviços oferecidos pelo Estado.

Em um dos compromissos, João participou da inauguração do comitê de Álvaro Porto, candidato à reeleição para deputado estadual, e de Gabriel Porto, candidato a deputado federal. Durante o evento, apresentou como proposta para um eventual governo a integração de diferentes estruturas do Estado no enfrentamento às organizações criminosas.

Segundo João, o chamado Pacto Antifacção teria uma estrutura de inteligência destinada a acompanhar movimentações financeiras e integrar ações de segurança, fiscalização e combate à lavagem de dinheiro.

“Pernambuco precisa que o Estado lidere e tenha protagonismo na pauta de combate às facções. A gente vai lançar o Pacto Antifacção, com uma estrutura de inteligência para rastrear dinheiro e integrar políticas públicas na área fiscal e de monitoramento da lavagem de dinheiro e dos recursos do crime”, afirmou.

Durante o mesmo ato, Álvaro Porto e Gabriel Porto defenderam suas candidaturas proporcionais e manifestaram apoio a João na disputa pelo Governo do Estado.

Em outro compromisso no Centro do Recife, João participou da inauguração do comitê de Dani Portela (PT), candidata à reeleição para deputada estadual.

No evento, o candidato ao Governo defendeu investimentos em educação, segurança e outros serviços públicos, além de políticas destinadas às mulheres e a diferentes segmentos da população.

João também voltou a destacar a aliança política com o presidente Lula (PT) e afirmou que pretende buscar parcerias com o Governo Federal caso seja eleito governador.

Dani Portela abordou a participação de mulheres e de diferentes segmentos sociais na política e relembrou sua trajetória ligada aos movimentos sociais.

João também mencionou as divergências políticas que já teve com Dani em eleições anteriores e afirmou que a atual aliança foi construída apesar das diferenças existentes entre os dois.

Os dois atos reuniram integrantes da chapa majoritária da Frente Popular, parlamentares, candidatos proporcionais e outras lideranças. Entre os presentes estiveram o prefeito do Recife, Victor Marques; o candidato a vice-governador Carlos Costa; a senadora Teresa Leitão; os candidatos ao Senado Humberto Costa e Marília Arraes, além de outros aliados.

Foto: Edson Holanda

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Em mais uma agenda política, a candidata à reeleição ao Governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), cumpriu compromissos de campanha neste domingo (23), em Macaparana e Carpina, na Mata Norte. Durante os atos, a governadora apresentou ações de sua gestão na região, anunciou novos investimentos e pediu apoio à continuidade do mandato. Em Macaparana, Raquel […]

Em mais uma agenda política, a candidata à reeleição ao Governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), cumpriu compromissos de campanha neste domingo (23), em Macaparana e Carpina, na Mata Norte. Durante os atos, a governadora apresentou ações de sua gestão na região, anunciou novos investimentos e pediu apoio à continuidade do mandato.

Em Macaparana, Raquel participou de um ato ao lado do prefeito Paquinha e de aliados políticos. No discurso, destacou investimentos realizados pelo Governo do Estado e afirmou que pretende ampliar a presença da gestão estadual nos municípios da Mata Norte.

A candidata também fez referência à história política do município, que teve Anita Moraes como a primeira mulher eleita prefeita em Pernambuco, relacionando o episódio à sua própria condição de primeira mulher a governar o Estado.

“O que nos move não é estar no cargo, é fazer o cargo servir ao povo”, afirmou Raquel durante o ato.

Ainda em Macaparana, a governadora defendeu a reeleição do deputado estadual Antônio Moraes (PSD). O candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP) também participou da agenda e reiterou apoio à candidatura de Raquel.

Depois, em Carpina, a candidata participou de outro ato político ao lado da prefeita Eduarda Gouveia e apresentou ações nas áreas de infraestrutura, abastecimento de água e mobilidade.

Raquel afirmou que estão previstos novos investimentos em pavimentação, creches e abastecimento de água, além da reestruturação do Estádio Paulo Petribu, o Carpinão. Segundo a governadora, também está em preparação o projeto para duplicação de um trecho da PE-90 no município.

“A gente vai continuar investindo nas nossas rodovias, sim, e a duplicação da parte de Carpina na PE-90 está no forno”, declarou.

Os candidatos a deputado federal Marcelo Gouveia (Podemos) e a deputado estadual Gustavo Gouveia também participaram da programação em Carpina e defenderam a reeleição da governadora.

As agendas reuniram ainda prefeitos da Mata Norte, candidatos proporcionais e integrantes da chapa majoritária de Raquel.

Fotos: Yacy Ribeiro\Miva Filho

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O candidato a deputado federal Miguel Duque (Podemos) cumpriu, neste domingo (23), agendas de campanha no Agreste e no Sertão do Pajeú. A programação incluiu uma cavalgada em Pesqueira e a inauguração de um comitê seguida de adesivaço em Afogados da Ingazeira. Em Pesqueira, Miguel participou da 10ª Cavalgada de Santa Maria Madalena, realizada no […]

O candidato a deputado federal Miguel Duque (Podemos) cumpriu, neste domingo (23), agendas de campanha no Agreste e no Sertão do Pajeú. A programação incluiu uma cavalgada em Pesqueira e a inauguração de um comitê seguida de adesivaço em Afogados da Ingazeira.

Em Pesqueira, Miguel participou da 10ª Cavalgada de Santa Maria Madalena, realizada no distrito de Papagaio. Durante a atividade, esteve acompanhado do vereador Evando Jr. (PSD), que participou do percurso e apresentou o candidato a moradores da localidade.

Depois, Miguel seguiu para Afogados da Ingazeira, onde participou da inauguração de um comitê de campanha e de um adesivaço. O ato contou com a presença do deputado estadual Luciano Duque (Podemos), além da liderança local Mário Viana e de apoiadores.

As duas atividades fizeram parte da agenda de campanha do candidato pelo interior de Pernambuco neste fim de semana.

Fotos: Divulgação

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Ausência de Lula e Flávio Bolsonaro esvazia primeiro debate presidencial de 2026

O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026 começou, na noite deste domingo (23), sem os dois nomes que lideram as pesquisas de intenção de voto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) decidiram não participar do encontro promovido pela Band. Romeu Zema […]

O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026 começou, na noite deste domingo (23), sem os dois nomes que lideram as pesquisas de intenção de voto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) decidiram não participar do encontro promovido pela Band.

Romeu Zema (Novo) também desistiu de comparecer. Com as três ausências, participaram do debate apenas Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante).

A imagem dos púlpitos vazios acabou se tornando um dos principais símbolos do primeiro confronto televisionado da campanha presidencial. A Band manteve no cenário os lugares destinados aos candidatos que haviam sido convidados, mesmo após as desistências.

As ausências de Lula e Flávio chamam atenção porque os dois concentram atualmente a maior parte das intenções de voto. No Datafolha divulgado na sexta-feira (21), Lula apareceu com 39%, enquanto Flávio registrou 33%.

Por que Lula não foi?

A decisão de Lula envolve cálculo eleitoral. A avaliação dentro da campanha petista é de que, como presidente e candidato à reeleição, ele poderia se transformar no principal alvo dos demais concorrentes durante um debate de primeiro turno.

A equipe do presidente também manifestou insatisfação com a composição do encontro, argumentando que a Band convidou candidatos que não precisariam obrigatoriamente participar segundo os critérios estabelecidos pela legislação eleitoral.

Lula já havia indicado que selecionaria os debates dos quais pretende participar ao longo da campanha. No mesmo horário do encontro da Band, o presidente concedeu entrevista à Record.

Flávio também evita confronto sem Lula

Flávio Bolsonaro adotou estratégia semelhante, mas com outra lógica. O candidato do PL afirmou que participaria do debate caso Lula também estivesse presente.

Sem o presidente no palco, Flávio ficaria como candidato mais bem colocado nas pesquisas e poderia se tornar o principal alvo dos adversários.

Há ainda uma disputa interna no campo da direita. Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos concorrem por parcelas de um eleitorado que Flávio precisará atrair especialmente em uma eventual disputa de segundo turno. Entrar em confronto direto com esses candidatos neste momento pode representar um risco adicional para sua campanha.

Zema também desistiu

A ausência de Lula e Flávio provocou ainda a desistência de Romeu Zema.

A equipe do candidato do Novo argumentou que o debate havia sido transferido originalmente de 16 para 23 de agosto diante da possibilidade de participação de Lula. Com a confirmação da ausência do presidente, Zema afirmou que a alteração perdeu o propósito e decidiu não comparecer.

Ausências viram alvo dos presentes

A repercussão começou antes mesmo do início do programa.

Ronaldo Caiado criticou a decisão dos adversários e classificou os ausentes como “fujões”. Renan Santos levou fraldas com os nomes de Lula e Flávio Bolsonaro como forma de provocação.

Augusto Cury chegou a anunciar, na porta da emissora, que também deixaria o encontro em protesto contra a ausência dos dois líderes das pesquisas. Pouco depois, voltou atrás e participou do programa.

Mesmo sem Lula e Flávio no estúdio, as ausências não impediram que os dois fossem mencionados durante o confronto. Lula, principalmente, tornou-se alvo de críticas dos candidatos presentes.

Debates perdem protagonistas, mas abrem espaço para outros candidatos

A ausência simultânea dos dois principais candidatos altera a função eleitoral do primeiro debate. O eleitor perde a oportunidade de observar um confronto direto entre Lula e Flávio e de comparar como os dois respondem, sem o ambiente controlado da propaganda eleitoral, a questionamentos dos adversários.

Para os candidatos que aparecem mais distantes nas pesquisas, entretanto, o cenário abre uma oportunidade de exposição.

Ronaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury tiveram mais espaço para apresentar propostas e buscar protagonismo justamente pela ausência dos favoritos.

Na avaliação de cientistas políticos ouvidos pela BBC Brasil, debates continuam sendo importantes por obrigarem candidatos a enfrentar o contraditório. Ao mesmo tempo, o crescimento das redes sociais mudou a estratégia das campanhas: uma resposta ruim, uma gafe ou um confronto podem produzir vídeos que circulam durante dias e alcançar um público muito maior que o da transmissão original.

Esse risco ajuda a explicar por que candidatos em posições mais favoráveis nas pesquisas podem considerar eleitoralmente mais seguro evitar determinados encontros.

A tendência, até agora, é que Lula e Flávio sejam mais seletivos na participação nos próximos debates. O último grande confronto antes do primeiro turno está previsto para 1º de outubro, na TV Globo.

Fonte: BBC Brasil

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