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Prefeitura de Monteiro, PB, decreta situação de emergência após incêndios na zona rural

Por Nill Júnior
Foto: Ascom PMM/Divulgação

G1 PB

A prefeita de Monteiro, Anna Lorena, decretou situação de emergência, na tarde da terça-feira (10), por causa dos incêndios e queimadas registrados na zona rural do município.

O último deles começou por volta das 10h da segunda-feira (9) e até as 16h45 desta quarta-feira (11), ainda não havia sido contido.

Em nota, a prefeitura informou que a maioria da população rural sobrevive da produção agrícola e que os incêndios causaram a morte de animais de criação de pequeno porte. Por causa dos incêndios, o município autorizou a abertura de crédito emergencial extraordinário.

Através de um decreto, a prefeita também pede ajuda voluntária para o combate aos focos e incêndios.

Na terça-feira (10), comandante do Corpo de Bombeiros de Campina Grande, o tenente-coronel Jean Benício, informou que ninguém foi ferido após os incêndios registrados em Monteiro, quando as chamas se aproximaram de casas localizadas nos sítios Uruçu e Moconha.

O comandante contou ainda que o fogo é combatido com a ajuda de moradores da região que foi afetada.

Em nota, a Prefeitura Municipal de Monteiro informou que enviou carros-pipa e uma equipe do Samu para dar assistência às pessoas que apresentarem problemas de saúde provocados pela fumaça.

Conforme o Corpo de Bombeiros, ainda não é possível apontar as causas dos incêndios.

Outras Notícias

Bispo de Palmares testa positivo para Covid-19

Diário de Pernambuco O bispo da Diocese de Palmares (PE) e presidente da Comissão Regional Pastoral para Cultura e Educação da CNBB NE2, dom Henrique Soares da Costa, testou positivo para Covid-19. De acordo com o novo boletim médico divulgado nesta segunda (6), o prelado respira com ajuda de máscara de oxigênio e “seu estado […]

Diário de Pernambuco

O bispo da Diocese de Palmares (PE) e presidente da Comissão Regional Pastoral para Cultura e Educação da CNBB NE2, dom Henrique Soares da Costa, testou positivo para Covid-19.

De acordo com o novo boletim médico divulgado nesta segunda (6), o prelado respira com ajuda de máscara de oxigênio e “seu estado de saúde é estável, porém inspira cuidados especiais”.

Dom Henrique tem 57 anos de idade e está internado na UTI do Hospital Memorial São José, no Recife, desde o último sábado (4), após apresentar uma crise respiratória. O bispo chegou a fazer um primeiro teste para detecção do novo coronavírus assim que deu entrada na unidade de saúde, mas o exame não havia identificado o patógeno, sendo necessária a contraprova.

Desde o meio dia desta segunda-feira (6), leigos, clérigos e religiosos da Diocese de Palmares estão unidos em uma corrente de intercessão pela saúde do pastor. 

As “24 horas de oração por dom Henrique” está sendo realizada em todas as paróquias locais com momentos como recitação do terço e Adoração ao Santíssimo Sacramento, com transmissões pela internet.

“Estamos juntos rezando por nosso bispo pedindo a Deus a cura para ele e para tantos irmãos que estão acamados por causa desta pandemia”, afirmou o coordenador da Pastoral da Comunicação de Palmares, padre Ivanildo Oliveira.

Pernambuco registra 613 casos e seis óbitos por Covid-19

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, neste sábado (25/12), 613 casos da Covid-19. Entre os confirmados, 11 (2%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 602 (98%) são leves. Agora, Pernambuco totaliza 644.071 casos confirmados da doença, sendo 55.285 graves e 588.786 leves, que estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, […]

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, neste sábado (25/12), 613 casos da Covid-19.

Entre os confirmados, 11 (2%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 602 (98%) são leves. Agora, Pernambuco totaliza 644.071 casos confirmados da doença, sendo 55.285 graves e 588.786 leves, que estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Também foram confirmados laboratorialmente seis óbitos (3 femininos e 3 masculinos), ocorridos entre os dias 09/04/2020 e 17/12/2021. As novas mortes são de pessoas residentes dos municípios de Carpina (1), Feira Nova (1), Jaboatão dos Guararapes (1) e Recife (3). Com isso, o Estado totaliza 20.406 mortes pela doença.

Os pacientes tinham entre 37 e 81 anos. As faixas etárias são: 30 a 39 (1), 50 a 59 (1), 70 a 79 (2) e 80 e mais (2). Cinco tinham doenças preexistentes: doença cardiovascular (2), hipertensão (2), câncer (2) e doença renal (1) – um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Um segue em investigação.

Balanço da Vacinação – Pernambuco já aplicou 14.677.822 doses de vacinas contra a Covid-19 na sua população, desde o início da campanha de imunização no Estado (no dia 18 de janeiro de 2021).

Com relação às primeiras doses, foram 7.275.017 aplicações (cobertura de 94,57%). Do total, 6.237.243 pernambucanos (81,08%) já completaram seus esquemas vacinais, sendo 6.064.142 pessoas que foram vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outros 173.101 pernambucanos que foram contemplados com vacina aplicada em dose única. Em relação às doses de reforços (terceira dose), já foram aplicadas 1.165.562 (cobertura de 17,65%).

Em Afogados, maioria rejeita gestão Raquel. Lula tem 68,6% de bom e ótimo

O Múltipla avaliou a percepção da população de Afogados da Ingazeira para o governo Raquel Lyra. O cenário é de maior reprovação. Para apenas 2% a gestão é ótima. É boa para 16,3%. 27,3% a consideram regular. Para 13,5% o governo é ruim, e péssimo para 25,7%. Somados, ruim e péssimo dão 38,7% ante apenas […]

O Múltipla avaliou a percepção da população de Afogados da Ingazeira para o governo Raquel Lyra.

O cenário é de maior reprovação. Para apenas 2% a gestão é ótima. É boa para 16,3%. 27,3% a consideram regular. Para 13,5% o governo é ruim, e péssimo para 25,7%. Somados, ruim e péssimo dão 38,7% ante apenas 18,3% que a consideram ótima ou boa. Não opinaram 15,7%.

Já o governo Lula tem 28,3% que o consideram ótimo, 40,3% que dizem ser bom, 16,3% que o acham regular, 3% que acham ruim, 8% que acham péssimo. Não opinaram 4,1%. A soma de bom e ótimo chega  a 68,6%. E de ruim e péssimo, 11%.

Dados técnicos: os dados foram levantados dias 8 e 9 de junho. Foram 300 entrevistas. Margem de erro para mais ou para menos: 5,7%.

Perfil da amostra – Masculino 47%, Feminino 53%; 16 a 34 anos 34%, 35 a 59 anos 44% e 60 anos ou mais 22%

Distribuição das entrevistas: na cidade, 78%. Nos povoados, 22%

Localidades pesquisadas: São Braz, Sobreira, Borges, Brotas, Centro, São Cristóvão, São Sebastião, Costa, São Francisco, Pedro Pereira, Bela Vista, Ponte, Alto Vermelho, Carapuça, Queimada Grande e Varzinha.

Bolsonaro deu “informação dúbia” sobre pandemia, diz Mandetta

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta disse nesta terça-feira (04.05) ter sido “publicamente confrontado” pelo presidente Jair Bolsonaro durante o enfrentamento inicial da pandemia de coronavírus.  Em depoimento à CPI da Pandemia, Mandetta afirmou que o Brasil deveria ter demonstrado “unidade” e “fala única” sobre as medidas de combate à […]

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta disse nesta terça-feira (04.05) ter sido “publicamente confrontado” pelo presidente Jair Bolsonaro durante o enfrentamento inicial da pandemia de coronavírus. 

Em depoimento à CPI da Pandemia, Mandetta afirmou que o Brasil deveria ter demonstrado “unidade” e “fala única” sobre as medidas de combate à covid-19, como o isolamento social. No entanto, segundo o ex-ministro, o presidente da República contribuiu para que a sociedade recebesse “uma informação dúbia” sobre como lidar com a doença.

“O Ministério da Saúde foi publicamente confrontado, e isso dava uma informação dúbia à sociedade. O objetivo do Ministério da Saúde era dar uma informação, e o presidente dava outra informação. Em tempos de epidemia, você tem que ter a unidade. Tem que ter a fala única. Com esse vírus, o raciocínio não pode ser individual. Esse vírus ataca a sociedade como um todo. Ele ataca tudo”, destacou.

Mandetta ficou à frente do Ministério da Saúde até o dia 16 de abril de 2020. No dia 28 de março, ele diz ter entregue uma “carta pessoal” a Jair Bolsonaro. No texto, ele “recomenda expressamente que a Presidência da República reveja o procedimento adotado” para evitar “colapso do sistema de saúde e gravíssimas consequências à saúde da população”.

De acordo com o ex-ministro, o presidente Jair Bolsonaro foi diretamente comunicado sobre a escalada da pandemia no Brasil. Antes de deixar a pasta, Mandetta apresentou a Jair Bolsonaro, conforme disse, uma estimativa de que o país poderia chegar a 180 mil mortos no final de 2020. A previsão acabou sendo superada, e o Brasil encerrou o ano passado com quase 195 mil óbitos confirmados.

“Todas as recomendações as fiz com base na ciência, na vida e na proteção. As fiz em público, em todas as minhas manifestações. As fiz nos conselhos de ministros. As fiz diretamente ao presidente e a todos os que tinham de alguma maneira que se manifestar sobre o assunto. Sempre as fiz. Ex-secretários de saúde e parlamentares falavam publicamente que essa doença não ia ter 2 mil mortos. Acho que, naquele momento, o presidente entendeu que aquelas outras previsões poderiam ser mais apropriadas”, afirmou.

Embora nunca tenha tido, segundo disse, “uma discussão áspera” com o presidente da República, Luiz Henrique Mandetta reconhece que entre os dois “havia um mal-estar”. Ele afirmou acreditar que Jair Bolsonaro recorria a “outras fontes” e a um “assessoramento paralelo” para buscar informações sobre a pandemia de coronavírus.

“Isso não é nenhuma novidade para ninguém. Havia por parte do presidente um outro olhar, um outra decisão, um outro caminho. Todas as vezes que a gente explicava, o presidente compreendia. Ele falava: ‘Ok, entendi’. Mas, passados dois ou três dias, ele voltava para aquela situação de quem não havia talvez compreendido, acreditado ou apostado naquela via. Era uma situação dúbia. Era muito constrangedor para um ministro da Saúde ficar explicando porque estávamos indo por um caminho se o presidente estava indo por outro”, afirmou.

Cloroquina e “falsas versões”

Questionado pelo relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros (MDB-AL), o ex-ministro da Saúde criticou o uso da cloroquina como um tratamento preventivo contra a covid-19. 

Embora o presidente Jair Bolsonaro defenda publicamente o uso da substância pela população, Mandetta lembrou que, no enfrentamento de outras doenças, a droga é utilizada em ambiente hospitalar. O ex-ministro disse ainda desconhecer porque o Laboratório do Exército tenha intensificado a produção dos comprimidos no ano passado.

“A cloroquina é uma droga que, para o uso indiscriminado e sem monitoramento, a margem de segurança é estreita. É um medicamento que tem uma série de reações adversas. A automedicação poderia ser muito, muito perigosa. A cloroquina é já produzida para malária e lúpus pela Fiocruz e já tínhamos suficiente. Não havia necessidade, e tínhamos um estoque muito bom para aquele momento”, afirmou.

Mandetta rebateu o que classificou como “falsas versões” sobre a atuação dele no Ministério da Saúde. Segundo uma dessas “cantilenas”, apenas pacientes com “sintomas mais severos” deveriam buscar atendimento hospitalar nos primeiros meses da pandemia.

“Isso não é verdade. Estávamos no mês de janeiro e fevereiro e não havia um caso registrado dentro do país. O que havia naquele momento eram pessoas em sensação de insegurança e pânico. As pessoas procuravam hospitais em busca de fazer testes, mas em 99,9% dos casos eram outros vírus. Se houvesse um paciente lá positivo, ele iria contaminar na sala de espera. Tenho visto essa máxima ser repetida e tenho percebido que é mais uma guerra de narrativa”, destacou.

Mandetta disse que, na gestão dele, o Ministério da Saúde equipou 15 mil leitos de UTI com respiradores e iniciou a negociação para a aquisição de 24 mil testes para a detecção do coronavírus. Ele defendeu a vacina como a única “porta de saída” para a pandemia.

“Nós tínhamos a perfeita convicção. Doença infecciosa a vírus a humanidade enfrenta com vacina desde a varíola, passando por pólio, difteria e todas elas. A porta de saída era vacina. Em maio, depois que saí dos Ministério da Saúde, os laboratórios começaram a realizar os testes de fase 2. Só ali eles começam a abordar os países com propostas de encomendas. Na minha época não oferecido. Mas eu rezava muito para que fosse. Teria ido atrás da vacina como atrás de um prato de comida”, afirmou.

Questionado pelo vice-presidente da CPI da Pandemia, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Luiz Henrique Mandetta disse que a atuação do então ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, dificultou a aquisição de insumos para o enfrentamento da pandemia. O ex-ministro da Saúde disse que “conflitos” dos filhos do presidente Jair Bolsonaro com a China também geravam “mal-estar”.

“Eu tinha dificuldade com o ministro das Relações Exteriores. O filho do presidente que é deputado federal [Eduardo Bolsonaro] tinha rotas de colisão com a China através do Twitter. Um mal-estar. Fui um certo dia ao Palácio do Planalto, e eles estavam todos lá. Os três filhos do presidente [deputado Eduardo Bolsonaro, vereador Carlos Bolsonaro e senador Flávio Bolsonaro] estavam lá. Disse a eles que eu precisava conversar com o embaixador da China. Pedi uma reunião com ele. ‘Posso trazer aqui?’ ‘Não, aqui não’. Existia uma dificuldade de superar essas questões. Esses conflitos com a China dificultavam muito a boa vontade”, disse Mandetta.

Fonte: Agência Senado

Datafolha: Lula lidera com 39%. Sem ele, Bolsonaro está na frente com 22%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (22) pela Folha de S.Paulo traz o ex-presidente Lula (PT) na liderança das intenções de voto para a Presidência da República com 39% da preferência. Ele é seguido por Jair Bolsonaro (PSL), com 19%. Preso e condenado por corrupção, Lula aguarda decisão da Justiça para saber se poderá concorrer ou […]

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (22) pela Folha de S.Paulo traz o ex-presidente Lula (PT) na liderança das intenções de voto para a Presidência da República com 39% da preferência. Ele é seguido por Jair Bolsonaro (PSL), com 19%. Preso e condenado por corrupção, Lula aguarda decisão da Justiça para saber se poderá concorrer ou não. Por causa da condenação no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, sua candidatura está ameaçada pela Lei da Ficha Limpa.

No cenário sem Lula, Bolsonaro lidera com 22% das intenções. Em segundo lugar aparece Marina Silva (Rede), com 16%.

Veja os números no cenário com Lula

Lula (PT) – 39%

Jair Bolsonaro (PSL) – 19%

Marina Silva (Rede) – 8%

Geraldo Alckmin (PSDB) – 6%

Ciro Gomes (PDT) – 5%

Alvaro Dias (Podemos) – 3%

João Amoêdo (Novo) – 2%

Henrique Meirelles (MDB) – 1%

Guilherme Boulos (Psol) – 1%

Cabo Daciolo (Patriota) – 1%

Vera (PSTU) – 1%

João Goulart Filho (PPL) – 0%

Eymael (DC) – 0%

Brancos/nulos – 11%

Não sabe – 3%

Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos

Pesquisa encomendada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo.

8.433 eleitores foram ouvidos em 313 municípios entre os dias 20 e 21 de agosto. Nível de confiança da pesquisa é de 95%.

Registro no TSE – BR 04023/2018

Sem Lula, com Haddad

Sem Lula, Marina e Ciro Gomes (PDT) dobram suas intenções de voto. Também dobram os índices de brancos e nulos e indecisos. No cenário em que aparece como candidato do PT, Fernando Haddad, vice de Lula, tem 4%. Ele ainda é pouco conhecido do eleitorado, como também mostra o Datafolha.

Jair Bolsonaro (PSL) – 22%

Marina Silva (Rede) – 16%

Ciro Gomes (PDT) – 10%

Geraldo Alckmin (PDSB) – 9%

Alvaro Dias (Podemos) – 4%

Fernando Haddad (PT) – 4%

João Amoêdo (Novo) – 2%

Henrique Meirelles (MDB) – 2%

Vera (PSTU) – 1%

Cabo Daciolo (Patriota) – 1%

Guilherme Boulos (Psol) – 1%

João Goulart Filho (PPL) – 1%

Eymael (DC) – 0%

Brancos/nulos – 22%

Não sabe – 6%

Transferência de votos

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad é desconhecido por 27% dos eleitores. Outros 59% já ouviram falar dele. Ele também tem baixa rejeição: 21% declararam que não votariam nele em hipótese alguma. De acordo com o Datafolha, 48% dos entrevistados disseram que não votariam em um candidato indicado por Lula. Já 31% o fariam, enquanto 18% disseram que “talvez” votassem.

Caso Lula não seja candidato, qual candidato, na sua opinião, ele irá apoiar?

Fernando Haddad (PT) – 17%

Marina Silva (Rede) – 10%

Ciro Gomes (PDT) – 6%

Geraldo Alckmin (PSDB) – 4%

Jair Bolsonaro (PSL) – 4%

Guilherme Boulos (Psol) – 1%

Henrique Meirelles (MDB) – 1%

Outras respostas – 3%

Nenhum – 3%

Não sabe – 51%

Rejeição

Lula dobrou suas menções na pesquisa espontânea – aquela em que os nomes não são apresentados ao entrevistado – em relação a junho: saltou de 10% para 20%. Bolsonaro subiu de 12% para 15%.

O candidato do PSL, porém, é o mais rejeitado: 39% dizem que não votariam nele em hipótese alguma. Lula tem a segunda maior rejeição (34%).

Em quais desses nomes você não votaria de jeito nenhum no primeiro turno

Jair Bolsonaro (PSL) – 39%

Lula (PT) – 34%

Geraldo Alckmin (PSDB) – 26%

Marina Silva (Rede) – 25%

Ciro Gomes (PDT) – 23%

Henrique Meirelles (MDB) – 21%

Fernando Haddad (PT) – 21%

Cabo Daciolo (Patriota) – 20%

Vera (PSTU) – 20%

Eymael (DC) – 19%

Guilherme Boulos (Psol) – 18%

João Goulart Filho (PPL) – 17%

João Amoêdo (Novo) – 17%

Alvaro Dias (Podemos) – 16%

Rejeita todos/não votaria em nenhum – 4%

Votaria em qualquer um – 2%

Não sabe – 4%

Mulheres e Temer

Segundo o Datafolha, Bolsonaro tem dificuldade para avançar no eleitorado feminino. O deputado tem 13% das intenções de voto entre as mulheres contra 30% entre os homens, no cenário sem Lula. Marina, por outro lado, tem 19% do voto feminino e 13%, do masculino.

De acordo com a pesquisa, 87% declararam que não votariam em algum candidato apoiado pelo presidente Michel Temer. Apenas 3% votariam. Candidato de Temer, Henrique Meirelles (MDB) patina em 1% e 2%.

Segundo turno

Pela simulação do Datafolha, Lula ganharia o segundo turno contra qualquer um dos oponentes. Jair Bolsonaro só venceria Fernando Haddad. Alckmin derrotaria Bolsonaro, Ciro e Haddad. Empataria tecnicamente com Ciro.

Simulação 2º turno

Lula (PT) – 51%

Marina Silva (Rede) – 29%

 

Lula (PT) – 52%

Jair Bolsonaro (PSL) – 32%

 

Lula (PT) – 53%

Alckmin (PSDB) – 29%

 

Marina (Rede) – 45%

Bolsonaro (PSL) – 34%

 

Alckmin (PSDB) – 41%

Bolsonaro (PSL) – 33%

 

Alckmin (PSDB) – 37%

Ciro (PDT) – 31%

 

Marina (Rede) – 41%

Alckmin (PSDB) – 33%

 

Ciro (PDT) – 38%

Bolsonaro (PSL) – 35%

 

Alckmin (PSDB) – 43%

Haddad (PT) – 20%

 

Bolsonaro (PSL) – 38%

Haddad (PT) – 29%