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Renan Santos chama Augusto Cury de “comédia” após apoio a Flávio Bolsonaro

O ex-candidato à Presidência Renan Santos (Missão) criticou a decisão de Augusto Cury (Avante) de apoiar Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. Em transmissão pelas redes sociais, Renan ironizou a mudança de posição do escritor, que havia anunciado que permaneceria em silêncio na etapa final da disputa. Augusto Cury terminou o primeiro […]

O ex-candidato à Presidência Renan Santos (Missão) criticou a decisão de Augusto Cury (Avante) de apoiar Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. Em transmissão pelas redes sociais, Renan ironizou a mudança de posição do escritor, que havia anunciado que permaneceria em silêncio na etapa final da disputa.

Augusto Cury terminou o primeiro turno na terceira colocação, com 2,89% dos votos válidos, e havia afirmado, após a votação de domingo (4), que não se posicionaria em favor de nenhum dos dois candidatos classificados para o segundo turno.

A posição mudou nessa quinta-feira (8), quando Cury declarou apoio a Flávio Bolsonaro após uma conversa por videochamada com o candidato do PL.

Renan Santos reagiu à decisão durante uma transmissão ao vivo e relembrou as declarações anteriores do escritor.

“Não opino mais sobre política, não faço mais política. Agora, declara apoio. ‘Vou para Portugal, não vou.’ Esse cara… esse cara é um comédia, cara. As pessoas aí votaram num comédia”, afirmou Renan.

O ex-candidato do Missão também alegou que a mudança estaria relacionada a interesses políticos do partido de Cury.

“Não é o acordo que ele fez, é o partido dele querendo cargos no governo, estão negociando posições. Que país doente, cara”, declarou.

Renan não apresentou, na manifestação reproduzida pela reportagem, provas de que exista uma negociação de cargos. A afirmação foi feita por ele ao criticar a adesão de Cury à candidatura de Flávio.

Após o primeiro turno, Cury chegou a dizer que não autorizava ninguém a declarar apoio em seu nome e afirmou que pretendia abandonar a atividade política. Dias depois, sinalizou que voltaria a se pronunciar sobre a disputa e, nessa quinta-feira, confirmou o apoio a Flávio Bolsonaro.

Fonte: Diário de Pernambuco
Fotos: Reprodução/Redes Sociais

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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira (9) ter recebido trechos de um relatório de segurança da Corte com milhares de mensagens contendo ameaças de agressão e assassinato contra ministros do tribunal. Dino divulgou nas redes sociais imagens de algumas das mensagens reunidas pelo relatório. Entre elas, há publicações que […]

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira (9) ter recebido trechos de um relatório de segurança da Corte com milhares de mensagens contendo ameaças de agressão e assassinato contra ministros do tribunal.

Dino divulgou nas redes sociais imagens de algumas das mensagens reunidas pelo relatório. Entre elas, há publicações que defendem violência física e morte de integrantes do Supremo.

Ao comentar o conteúdo, o ministro atribuiu as ameaças à disseminação de informações falsas e a discursos que, segundo ele, estimulam violência contra integrantes do Judiciário.

Dino afirmou que pessoas que discordam de decisões judiciais têm instrumentos legais para questioná-las, como a apresentação de recursos aos órgãos colegiados competentes.

“Se um juiz passar a ter medo de decidir um processo, à vista do suposto risco de sofrer perseguições pessoais, não existe mais Poder Judiciário”, afirmou.

O ministro disse ainda que as ameaças não devem alterar sua atuação no Supremo.

Segundo a Agência Brasil, ministros do STF são alvos de ameaças de agressão e morte, inclusive contra familiares, pelo menos desde 2019. Naquele ano, o então presidente da Corte, Dias Toffoli, determinou a abertura do inquérito que ficou conhecido como Inquérito das Fake News, instaurado para apurar ameaças e ataques dirigidos ao tribunal e a seus integrantes.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Alejandro Zambrana/STF

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A coligação de Lula (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a Meta, Flávio Bolsonaro (PL), Pablo Marçal e outros aliados, alegando possíveis irregularidades na circulação e no impulsionamento de conteúdos políticos nas redes sociais. As acusações incluem redução de alcance de publicações, uso de criptomoedas e divulgação de vídeos manipulados. Uma das frentes […]

A coligação de Lula (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a Meta, Flávio Bolsonaro (PL), Pablo Marçal e outros aliados, alegando possíveis irregularidades na circulação e no impulsionamento de conteúdos políticos nas redes sociais. As acusações incluem redução de alcance de publicações, uso de criptomoedas e divulgação de vídeos manipulados.

Uma das frentes apresentadas pela Coligação Brasil Pronto Pra Mais questiona a atuação da Meta, responsável por Facebook e Instagram. A campanha afirma ter identificado redução significativa, e em alguns casos interrupção, no alcance de publicações favoráveis a Lula ou críticas a Flávio Bolsonaro.

A coligação pede que o TSE analise o tratamento dado pela plataforma aos conteúdos políticos e estabeleça critérios considerados isonômicos na distribuição das publicações. A suspeita apresentada pela campanha ainda depende de análise da Justiça Eleitoral.

Outra ação envolve Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar, Pablo Marçal e responsáveis pelo projeto de criptomoedas Brasil 22 Token (B22). A campanha de Lula aponta possível abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação para beneficiar a candidatura do PL.

Segundo a representação, o projeto ofereceria 30 mil tokens às primeiras mil pessoas que divulgassem a iniciativa nas redes sociais. A ação também menciona um perfil estrangeiro, com milhões de seguidores, que teria recebido 120 milhões de unidades do ativo e publicado um vídeo com crianças de Uganda pedindo votos em Flávio.

O site do B22 nega que a distribuição das moedas virtuais esteja condicionada à realização de propaganda eleitoral.

Diante das suspeitas, a coligação de Lula pediu a suspensão do domínio eletrônico, o encerramento da distribuição dos ativos e a remoção das publicações relacionadas ao projeto.

Em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral, a campanha também solicita a cassação do registro ou do diploma de Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar, além da declaração de inelegibilidade dos dois e de Pablo Marçal por oito anos. Os pedidos ainda serão analisados e não representam decisão da Justiça Eleitoral.

Os fatos também foram encaminhados à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral Eleitoral para apuração de eventuais ilícitos eleitorais.

Outra representação tem como alvo Pablo Marçal por um vídeo editado que, segundo a campanha de Lula, retiraria de contexto uma conversa de 2016 entre o petista e Eduardo Paes para atribuir ao presidente uma declaração ofensiva contra evangélicos.

A coligação também questiona vídeos produzidos com inteligência artificial e divulgados no TikTok nos quais, segundo a ação, eleitores de Lula seriam induzidos a digitar o número de Flávio Bolsonaro na urna eletrônica. Foram solicitadas a remoção dos conteúdos, identificação dos responsáveis e aplicação de multas.

As medidas apresentadas pela campanha fazem parte de uma sequência de ações judiciais envolvendo propaganda e circulação de conteúdos digitais durante a eleição. Caberá ao TSE analisar individualmente as acusações e os pedidos apresentados.

Fonte: Correio Braziliense
Foto: Nelson Almeida/AFP

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A coordenação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Pernambuco realiza, nesta sexta-feira (9), no Recife, uma série de reuniões com representantes de partidos e movimentos sociais para organizar as ações do segundo turno da eleição presidencial. A programação começou às 8h, com uma reunião do deputado federal e presidente estadual […]

A coordenação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Pernambuco realiza, nesta sexta-feira (9), no Recife, uma série de reuniões com representantes de partidos e movimentos sociais para organizar as ações do segundo turno da eleição presidencial.

A programação começou às 8h, com uma reunião do deputado federal e presidente estadual do PT, Carlos Veras, com representantes de movimentos sociais. Às 11h, a coordenação ampliada da campanha se reúne com integrantes dos partidos, na sede do PT em Pernambuco.

A agenda será encerrada às 18h, com a plenária “Bora de virada, Pernambuco com Lula!”, no comitê da campanha, localizado na Avenida Visconde de Suassuna, 808, no bairro de Santo Amaro, no Recife.

Segundo a organização, devem participar do encontro Carlos Veras, coordenador-geral da campanha no estado, os senadores Humberto Costa e Teresa Leitão, parlamentares eleitos, lideranças políticas, representantes de movimentos sociais e militantes.

A campanha também informou que a plenária deve apresentar orientações para as ações do segundo turno, com foco na mobilização de rua e no diálogo com os eleitores.

A programação ocorre depois de uma reunião de integrantes da articulação pernambucana com Lula, em Brasília. Participaram do encontro Humberto Costa, Teresa Leitão, as deputadas federais eleitas Liana Cirne e Rosa Amorim e Carlos Veras.

O grupo trabalha agora na organização das atividades da campanha em Pernambuco até o segundo turno da eleição presidencial.

Foto: Reprodução/Instagram

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No comentário das 12h desta sexta-feira (09/10), analisei a movimentação do Centrão e de nomes que disputaram o primeiro turno ao anunciarem apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições. Setores do Centrão e de ex-candidatos como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Augusto Cury reflete o pragmatismo da política tradicional. Contudo, se […]

No comentário das 12h desta sexta-feira (09/10), analisei a movimentação do Centrão e de nomes que disputaram o primeiro turno ao anunciarem apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições.

Setores do Centrão e de ex-candidatos como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Augusto Cury reflete o pragmatismo da política tradicional. Contudo, se houver uma reviravolta e vitória de Lula, esses mesmos grupos negociarão cargos e ministérios da mesma forma para garantir apoio no Congresso.

A análise aponta pontos centrais sobre o comportamento do bolsonarismo e o futuro político do pais.

Diante desse cenário, uma reforma política segue distante e o avanço da extrema-direita coloca em risco o equilíbrio das instituições brasileiras.

Acompanhe o comentário completo no vídeo do post.

O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, comemorou o desempenho dos candidatos apoiados por seu grupo político no primeiro turno das eleições de 2026. Em conversa com Marcelo Patriota, ele afirmou que o resultado representa, em sua avaliação, um reconhecimento da população ao trabalho da gestão municipal. Sandrinho destacou que os candidatos apoiados pela […]

O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, comemorou o desempenho dos candidatos apoiados por seu grupo político no primeiro turno das eleições de 2026. Em conversa com Marcelo Patriota, ele afirmou que o resultado representa, em sua avaliação, um reconhecimento da população ao trabalho da gestão municipal.

Sandrinho destacou que os candidatos apoiados pela Frente Popular de Afogados da Ingazeira ficaram à frente da votação no município nos cargos citados por ele.

Maria Arraes foi a candidata a deputada estadual mais votada na cidade, com 5.910 votos. Para deputado federal, Pedro Campos liderou com 5.604 votos. Na disputa pelo Senado, Marília Arraes recebeu 11.832 votos e Humberto Costa, 11.129.

João Campos também venceu a disputa para o Governo de Pernambuco em Afogados da Ingazeira, com 11.559 votos, correspondentes a 53,07% dos votos válidos. Na eleição presidencial, Lula recebeu 16.835 votos, ou 73,01% dos válidos no município.

“É um motivo de muita alegria, de muita satisfação. É o reconhecimento da população com o nosso trabalho. Apesar das dificuldades serem tantas, elas sabem do nosso empenho, sabem da nossa dedicação. E o resultado veio nas urnas”, afirmou Sandrinho.

O prefeito também chamou atenção para o desempenho de seu grupo na zona rural. Segundo ele, os candidatos apoiados pela gestão venceram em todas as áreas rurais do município.

Ao comentar o resultado, Sandrinho afirmou que a votação aumenta a responsabilidade da gestão com a população do campo. Ele defendeu que as políticas públicas levem em consideração as diferenças de acesso aos serviços entre moradores das áreas urbana e rural.

“A gente não acredita de maneira nenhuma em um governo que trate com igualdade, tem que ser com equidade, direcionando mais para quem tem mais necessidade”, disse.

Sandrinho citou as distâncias enfrentadas pelos moradores da zona rural para acessar serviços de saúde, comprar medicamentos e levar os filhos às escolas como exemplos das dificuldades que, segundo ele, justificam maior direcionamento de estratégias e recursos públicos para essas comunidades.

Na parte final da entrevista, o prefeito também tratou do segundo turno da eleição presidencial e reafirmou seu apoio a Lula. Ele fez críticas ao campo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro e defendeu a mobilização de seus aliados em favor da candidatura petista.

Sandrinho afirmou que o grupo pretende intensificar a atuação política no segundo turno e disse considerar necessário ampliar o diálogo com eleitores que não participaram da primeira votação ou que fizeram outra escolha no primeiro turno.

Clique no link abaixo e confira a entrevista.

Vídeo : Marcelo Patriota

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No comentário desta sexta-feira (9) para o Jornal Itapuama, fiz uma reflexão sobre a perda de protagonismo político de Arcoverde e a falta de representatividade com deputados filhos da terra na Assembleia Legislativa e na Camara dos Deputados. A análise aponta que, embora as campanhas atuais exijam grandes volumes de recursos, Arcoverde possui todas as […]

No comentário desta sexta-feira (9) para o Jornal Itapuama, fiz uma reflexão sobre a perda de protagonismo político de Arcoverde e a falta de representatividade com deputados filhos da terra na Assembleia Legislativa e na Camara dos Deputados.

A análise aponta que, embora as campanhas atuais exijam grandes volumes de recursos, Arcoverde possui todas as condições populacionais e de polo regional para retomar seu espaço. Para isso, é necessária uma reorganização política e um planejamento estratégico envolvendo lideranças da situação, oposição e a sociedade.

Clique no link abaixo e confira.

Imagens: Reprodução.

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O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) informou nesta quinta-feira (8) que acompanha a investigação sobre o homicidio de Fred Williams Lima de Lira, ocorrido na quarta-feira (7), em São José do Egito, no Sertão do Pajeú. Em comunicado, o 1° Promotor de Justiça de São José do Egito, Aurinilton Leão Carlos Sobrinho, esclareceu que o […]

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) informou nesta quinta-feira (8) que acompanha a investigação sobre o homicidio de Fred Williams Lima de Lira, ocorrido na quarta-feira (7), em São José do Egito, no Sertão do Pajeú.

Em comunicado, o 1° Promotor de Justiça de São José do Egito, Aurinilton Leão Carlos Sobrinho, esclareceu que o caso está sendo investigado pela Delegacia de Polícia Civil da 168ª Circunscrição e que cabe à 1ª Promotoria de Justiça exercer o controle externo da atividade policial no inquérito e atuar na eventual ação penal.

O MPPE também fez uma ressalva em relação à Nota Oficial de Pesar e Repúdio divulgada pela Faculdade Vale do Pajeú (FVP).

Segundo o órgão, é prematuro e precipitado tirar conclusões sobre o crime, já que ainda estão sendo apuradas a dinâmica dos acontecimentos, a autoria ou eventual coautoria e a motivação. As diligências, conforme o comunicado, estão em estágio inicial.

O Ministério Público afirmou ainda que, neste momento, não divulgará informações sobre as linhas de investigação ou possíveis suspeitos, alegando interesse público e a necessidade de preservar o andamento das apurações.

O órgão manifestou condolências aos familiares e amigos de Fred Williams e informou que acompanha o caso com rigor técnico, adotando as providências cabíveis para esclarecer o crime e responsabilizar o autor ou autores.

Confira a nota do Ministério Público.

 

Imagens: Reprodução

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Fredson sobre disputa à presidência do CIMPAJEU: “Especulação”

Nas últimas horas, surgiram informações de que o prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, estaria costurando um acordo com os prefeitos raquelistas Flávio Marques e Pauliana Abreu para presidir o CIMPAJEU, consórcio de prefeitos do Pajeú. O Blog manteve contato com Fredson, que disse que, no momento, trata-se de especulação. “Tudo especulação, tá […]

Nas últimas horas, surgiram informações de que o prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, estaria costurando um acordo com os prefeitos raquelistas Flávio Marques e Pauliana Abreu para presidir o CIMPAJEU, consórcio de prefeitos do Pajeú.

O Blog manteve contato com Fredson, que disse que, no momento, trata-se de especulação.

“Tudo especulação, tá se conversando ainda, não há chapa formada, vamos buscar o consenso”.

Até o momento, o prefeito Flávio Marques reúne 14 prefeitos apoiadores, como o Blog revelou com exclusividade. Antes disso, houve informações de que a prefeita de Sertânia, Paullyanna Abreu, também teria colocado o nome à disposição.

Foto: Reprodução

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O ginecologista e obstetra Túlio Carvalho tem utilizado as redes sociais para abordar temas ligados à saúde feminina, sexualidade e intimidade em uma linguagem mais acessível. Ao lado da enfermeira obstetra Mariana Farias, sua esposa, ele apresenta o quadro “Sem Vergonha de Perguntar”. A proposta do quadro é responder dúvidas sobre assuntos que muitas mulheres […]

O ginecologista e obstetra Túlio Carvalho tem utilizado as redes sociais para abordar temas ligados à saúde feminina, sexualidade e intimidade em uma linguagem mais acessível. Ao lado da enfermeira obstetra Mariana Farias, sua esposa, ele apresenta o quadro “Sem Vergonha de Perguntar”.

A proposta do quadro é responder dúvidas sobre assuntos que muitas mulheres ainda encontram dificuldade ou constrangimento para discutir em consultas e no cotidiano. Entre os temas abordados estão libido feminina, sexualidade, intimidade e outras questões relacionadas à saúde da mulher.

Nos vídeos, Túlio e Mariana recorrem ao diálogo e ao bom humor para tratar das perguntas enviadas e apresentar informações sobre os diferentes assuntos. A iniciativa busca aproximar conteúdos de saúde do público sem deixar de abordar questões que costumam ser cercadas por tabus.

Além da produção de conteúdo nas redes sociais, Túlio realiza atendimentos em Itapetim e São José do Egito, no Sertão do Pajeú. Segundo as informações divulgadas por sua assessoria, a atuação inclui acompanhamento ginecológico, atendimento de pacientes com condições como endometriose e assistência durante a gestação.

Na área obstétrica, Mariana também participa do acompanhamento profissional, com atuação voltada especialmente aos cuidados relacionados ao pós-parto.

O quadro “Sem Vergonha de Perguntar” integra os conteúdos publicados pelos profissionais nas redes sociais. Túlio mantém o perfil @drtuliogo, enquanto Mariana publica no @marianamedeirosf.

Imagem: Frame/Reprodução

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O resultado das eleições de 2026 manteve representantes de famílias com longa trajetória na política pernambucana em cargos no Executivo e no Legislativo. Sobrenomes como Lyra, Arraes, Campos, Ferreira, Coelho, Oliveira e Vasconcelos seguirão presentes em diferentes espaços de poder a partir de 2027. A continuidade aparece tanto na reeleição de políticos que já exerciam […]

O resultado das eleições de 2026 manteve representantes de famílias com longa trajetória na política pernambucana em cargos no Executivo e no Legislativo. Sobrenomes como Lyra, Arraes, Campos, Ferreira, Coelho, Oliveira e Vasconcelos seguirão presentes em diferentes espaços de poder a partir de 2027.

A continuidade aparece tanto na reeleição de políticos que já exerciam mandato quanto na chegada de outros integrantes dessas famílias a novos cargos. Pernambuco escolheu no domingo (4) governador, dois senadores, 25 deputados federais e 49 deputados estaduais.

Raquel Lyra (PSD) foi reeleita governadora no primeiro turno, com 53,27% dos votos válidos. Ela é filha do ex-governador João Lyra Neto, neta do ex-prefeito de Caruaru João Lyra Filho e sobrinha do ex-ministro da Justiça e ex-deputado federal Fernando Lyra.

Entre as famílias Campos e Arraes, Pedro Campos (PSB) foi reeleito deputado federal e terminou como o candidato mais votado para a Câmara em Pernambuco, com 261.555 votos. Marília Arraes (PDT), neta do ex-governador Miguel Arraes, foi eleita senadora, enquanto sua irmã Maria Arraes (PSB) conquistou uma cadeira na Assembleia Legislativa.

O grupo também tem João Campos (PSB), irmão de Pedro e bisneto de Miguel Arraes, que deixou a Prefeitura do Recife para disputar o Governo do Estado e terminou a eleição em segundo lugar.

Os irmãos Anderson e André Ferreira também permanecerão em cargos eletivos. Anderson Ferreira (PL) foi eleito deputado federal com 185.429 votos. André Ferreira (PL), que atualmente exerce mandato na Câmara, foi eleito deputado estadual com 118.868 votos.

No Sertão, a família Coelho manteve representantes nas duas Casas Legislativas. Fernando Filho (União Brasil) foi reeleito deputado federal, enquanto o irmão Antonio Coelho (União Brasil) garantiu novo mandato na Alepe. Os dois são filhos do ex-senador Fernando Bezerra Coelho e irmãos do ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho.

Outra continuidade ocorre com Lula da Fonte (PP), reeleito deputado federal. Ele é filho de Eduardo da Fonte, que deixou a disputa pela Câmara para concorrer ao Senado, sem ser eleito. Lula da Fonte também é neto do ex-governador Carlos Wilson.

Na Região Metropolitana, João de Nadegi (PV) foi reeleito deputado estadual. Ele é filho da prefeita de Camaragibe, Doutora Nadegi. A família também tem Flávia de Nadegi, eleita vereadora do Recife em 2024.

A família Costa também seguirá representada. João Paulo Costa (PT) foi reeleito deputado estadual e Silvio Costa Filho (Republicanos), seu irmão, conquistou novo mandato de deputado federal. Ambos são filhos do ex-deputado federal Silvio Costa.

No Sertão do Pajeú, Waldemar Oliveira (Avante) foi reeleito deputado federal, enquanto seu irmão Sebastião Oliveira voltou à Assembleia Legislativa. O grupo político tem como principal referência histórica o ex-deputado federal Inocêncio Oliveira, que exerceu dez mandatos consecutivos na Câmara.

Guilherme Uchoa Junior (PSD), filho do ex-presidente da Assembleia Legislativa Guilherme Uchoa, foi eleito deputado federal. Jarbas Filho (PSD), filho do ex-governador, ex-prefeito do Recife e ex-senador Jarbas Vasconcelos, foi reeleito deputado estadual.

Em Vitória de Santo Antão, Joaquim Lira (PV), filho do ex-prefeito e ex-deputado estadual Elias Lira, também garantiu novo mandato na Alepe.

Já em Garanhuns, Cayo Albino (PSB), filho do prefeito Sivaldo Albino, foi eleito deputado estadual. O grupo familiar também inclui o vereador Johny Albino, irmão do prefeito.

O resultado mostra que, mesmo com renovação de parte das cadeiras, grupos familiares que acumulam décadas de atuação política continuam presentes na representação de Pernambuco no Governo do Estado, Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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A Justiça de Pernambuco manteve nessa quinta-feira (8) a decisão que rejeitou o pedido de R$ 50 mil de indenização feito por Sari Corte Real contra Luana Piovani. O TJPE entendeu, por unanimidade, que as manifestações da atriz sobre o caso Miguel estavam protegidas pela liberdade de expressão. A Terceira Câmara Cível do Tribunal de […]

A Justiça de Pernambuco manteve nessa quinta-feira (8) a decisão que rejeitou o pedido de R$ 50 mil de indenização feito por Sari Corte Real contra Luana Piovani. O TJPE entendeu, por unanimidade, que as manifestações da atriz sobre o caso Miguel estavam protegidas pela liberdade de expressão.

A Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Pernambuco rejeitou o recurso apresentado pela empresária e confirmou a sentença de primeira instância, que já havia julgado improcedente o pedido por danos morais.

A ação foi motivada por publicações feitas por Luana Piovani nas redes sociais sobre a morte de Miguel Otávio Santana da Silva, de 5 anos, ocorrida em 2020. Sari alegava que as manifestações da atriz teriam causado danos à sua imagem.

Relatora do processo, a desembargadora Valéria Wanderley considerou que as publicações estavam inseridas em um debate de interesse público e não justificavam a responsabilização civil de Piovani. Os desembargadores Gabriel Cavalcanti e Dario Rodrigues Oliveira acompanharam o voto.

No entendimento da relatora, o desgaste da imagem de Sari decorreu da repercussão do episódio que resultou na morte de Miguel, e não especificamente das declarações feitas pela atriz.

Após o julgamento, Luana Piovani comemorou a decisão nas redes sociais e voltou a comentar a condenação criminal de Sari.

A ação cível contra a atriz é independente do processo criminal envolvendo a morte de Miguel. Também nessa quinta-feira, a Seção Criminal do TJPE rejeitou, por unanimidade, embargos de declaração apresentados pela defesa de Sari e manteve a condenação a sete anos de reclusão, em regime inicial fechado, por abandono de incapaz com resultado morte.

Segundo o TJPE, ainda cabe recurso dessa decisão criminal. Sari permanece em liberdade até o trânsito em julgado.

Miguel morreu em 2 de junho de 2020, após cair do nono andar do edifício Pier Maurício de Nassau, no bairro de São José, área central do Recife. Naquele dia, sua mãe, Mirtes Renata Santana, trabalhava no apartamento de Sari e havia saído para passear com a cadela dos patrões.

A criança entrou no elevador enquanto estava sob os cuidados de Sari, chegou ao nono andar e caiu de uma altura de aproximadamente 35 metros. Em 2022, Sari foi condenada inicialmente a oito anos e seis meses de prisão. A pena foi posteriormente reduzida pelo TJPE para sete anos.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução/Redes Sociais

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou nessa quinta-feira (8), em decisões liminares, a retirada de publicações de Lula, Janja e dos deputados André Janones e Lindbergh Farias contra Flávio Bolsonaro. Os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça apontaram falta de elementos mínimos para sustentar parte das afirmações feitas nos conteúdos. As ordens foram dadas […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou nessa quinta-feira (8), em decisões liminares, a retirada de publicações de Lula, Janja e dos deputados André Janones e Lindbergh Farias contra Flávio Bolsonaro. Os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça apontaram falta de elementos mínimos para sustentar parte das afirmações feitas nos conteúdos.

As ordens foram dadas em quatro processos apresentados por Flávio Bolsonaro (PL), que disputa o segundo turno da Presidência contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As decisões ainda serão submetidas ao plenário do TSE.

No caso da primeira-dama Janja, Nunes Marques determinou a retirada, em até 24 horas, de um vídeo publicado no Instagram. A gravação afirmava, entre outros pontos, que Flávio queria trabalhadores atuando sete dias por semana, acabaria com o Farmácia Popular e que, caso fosse eleito, o crime organizado dominaria o país.

O ministro considerou que algumas passagens estavam protegidas pela liberdade de expressão, incluindo críticas genéricas sobre direitos das mulheres e política de armas. Para Nunes Marques, porém, outras afirmações apresentavam como fatos certos consequências sem respaldo mínimo em declarações ou propostas do candidato.

Janja também deverá se abster de republicar o mesmo conteúdo ou versões substancialmente equivalentes com as afirmações alcançadas pela decisão.

Em outro processo, André Mendonça determinou a retirada de uma publicação no perfil de Lula sobre os efeitos do chamado “tesouraço” defendido por Flávio para redução das despesas públicas.

No vídeo, Lula afirmava que os cortes atingiriam programas como Pé-de-Meia, Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida, merenda escolar e Gás do Povo, além de impedir aumento real do salário mínimo para trabalhadores e aposentados.

Mendonça entendeu que a peça atribuía ao candidato do PL uma intenção definida de cortar programas específicos sem apresentar declaração, entrevista ou documento que sustentasse a afirmação. O ministro observou ainda que o plano de governo registrado por Flávio prevê a manutenção dos programas sociais existentes.

A decisão determinou a retirada integral da publicação e proibiu sua republicação, sob pena de multa de R$ 10 mil por novo conteúdo divulgado em descumprimento da ordem. O pedido de direito de resposta formulado por Flávio ainda será analisado após a apresentação das defesas e manifestação da Procuradoria-Geral Eleitoral.

Mendonça também mandou retirar outra propaganda publicada no perfil oficial de Lula com o bordão “Se Flávio vence, você perde”. O conteúdo relacionava uma eventual vitória do candidato à perda de medicamentos gratuitos, aposentadoria, salário mínimo e acesso à casa própria, além de fazer referências à violência contra mulheres, crianças e milícias.

Para o ministro, o vídeo apresentava essas consequências como certas, e não como críticas, possibilidades ou projeções políticas. A ordem de retirada deverá ser cumprida em até três horas após a ciência da decisão.

A quarta decisão atingiu publicações dos deputados André Janones (Rede-MG) e Lindbergh Farias (PT-RJ) no Instagram, Facebook e YouTube.

Nos vídeos, os parlamentares atribuíram a Flávio propostas como elevar a idade mínima de aposentadoria para 70 anos entre homens e 65 entre mulheres, desvincular benefícios previdenciários do salário mínimo, acabar com a política de valorização real do mínimo, estabelecer jornada de 12 horas por dia durante sete dias por semana e privatizar a Petrobras.

Mendonça avaliou que os elementos apresentados no processo não davam respaldo mínimo para que essas medidas fossem atribuídas como propostas específicas do candidato. O ministro determinou a retirada de cinco publicações em até três horas e fixou multa de R$ 10 mil, por dia ou publicação, em caso de descumprimento.

As quatro determinações são liminares e ainda deverão ser analisadas pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral.

Fonte: G1
Foto: Jornal Nacional/Reprodução

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O ministro Alexandre de Moraes, determinou nessa quinta-feira (8) a expedição de mandado de prisão contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. A medida foi tomada após o trânsito em julgado da condenação a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo. Moraes também determinou o cancelamento dos passaportes brasileiros de […]

O ministro Alexandre de Moraes, determinou nessa quinta-feira (8) a expedição de mandado de prisão contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. A medida foi tomada após o trânsito em julgado da condenação a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo.

Moraes também determinou o cancelamento dos passaportes brasileiros de Eduardo. O ex-deputado está nos Estados Unidos desde o ano passado.

A condenação foi imposta por unanimidade pela Primeira Turma do STF em junho. O colegiado entendeu que Eduardo atuou para tentar interferir no julgamento do processo em que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi condenado por tentativa de golpe de Estado.

Segundo o entendimento do Supremo, o então parlamentar participou de articulações para a imposição de sanções dos Estados Unidos contra autoridades brasileiras e de medidas econômicas contra o Brasil com o objetivo de pressionar a Corte.

Eduardo foi condenado pelo crime de coação no curso do processo a quatro anos e dois meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, além do pagamento de multa.

No mês passado, a Primeira Turma rejeitou recurso apresentado pela Defensoria Pública da União (DPU), que representou Eduardo no processo. Com o encerramento das possibilidades de recurso, Moraes declarou o trânsito em julgado e determinou o início da execução da pena.

A permanência de Eduardo nos Estados Unidos, no entanto, interfere no cumprimento imediato da ordem em território brasileiro. A eventual adoção de medidas de cooperação internacional ou extradição dependeria de procedimentos próprios.

Eduardo deixou o Brasil em 2025 e posteriormente perdeu o mandato de deputado federal por faltas às sessões da Câmara.

A condenação também resultou na declaração de inelegibilidade e na perda do cargo público de escrivão da Polícia Federal. Em setembro, o Ministério da Justiça formalizou a demissão do cargo após processo administrativo que apontou abandono da função.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Mandel Ngan

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Escala 6×1 vira tema de propaganda de Lula com participação de senadores aliados

Senadores aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participaram de uma gravação da campanha à reeleição, em Brasília, para uma peça eleitoral sobre a proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. A gravação ocorreu nessa quinta-feira (8), no Lago Sul, e reuniu parlamentares que apoiam a candidatura de Lula no […]

Senadores aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participaram de uma gravação da campanha à reeleição, em Brasília, para uma peça eleitoral sobre a proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1.

A gravação ocorreu nessa quinta-feira (8), no Lago Sul, e reuniu parlamentares que apoiam a candidatura de Lula no segundo turno da eleição presidencial.

Participaram da agenda os senadores Camilo Santana (PT-CE), Luany Lemos (PSB-DF) e Paulo Paim (PT-RS). A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), também participou das gravações. A deputada federal Natália Bonavides (PT-RN) esteve no local.

O tema escolhido para a peça eleitoral é a Proposta de Emenda à Constituição que prevê mudanças na jornada semanal e pode extinguir a escala 6×1. A discussão ganhou espaço na campanha presidencial ao mesmo tempo em que a matéria avança no Senado.

Nesta semana, a PEC 221/2019 chegou à terceira das cinco sessões de discussão exigidas antes da votação em primeiro turno. Caso seja aprovada nessa etapa, ainda terá de passar por outras três sessões de debate antes da votação em segundo turno.

A movimentação dos aliados de Lula ocorre às vésperas do início da propaganda eleitoral gratuita do segundo turno no rádio e na televisão, nesta sexta-feira (9).

Lula e Flávio Bolsonaro (PL), que disputam o segundo turno da Presidência, terão o mesmo tempo destinado à propaganda eleitoral. O debate sobre a escala 6×1 passou a integrar a disputa entre as duas campanhas nos últimos dias, enquanto governo e oposição divergem sobre o ritmo de tramitação da proposta no Senado.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert

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Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teria encomendado um ataque hacker enquanto cumpria prisão domiciliar, em janeiro, para tentar apagar informações armazenadas no iCloud de um celular apreendido pela Polícia Federal. A ação, segundo a investigação, não teve sucesso. As informações foram publicadas inicialmente pela revista piauí e confirmadas pelo Estadão. O caso foi relatado […]

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teria encomendado um ataque hacker enquanto cumpria prisão domiciliar, em janeiro, para tentar apagar informações armazenadas no iCloud de um celular apreendido pela Polícia Federal. A ação, segundo a investigação, não teve sucesso.

As informações foram publicadas inicialmente pela revista piauí e confirmadas pelo Estadão. O caso foi relatado à Polícia Federal por Thiago Santos, especialista em segurança cibernética apontado como participante da tentativa de acesso às contas.

Segundo a apuração, Vorcaro teria acionado Thiago Miranda, intermediário do empresário em negócios ligados ao setor de comunicação, para buscar a invasão da conta no iCloud. O serviço da Apple armazena na nuvem informações como mensagens, fotografias e outros arquivos vinculados aos aparelhos.

Naquele momento, a força-tarefa da Operação Compliance Zero estava com o celular de Vorcaro havia cerca de dois meses. Relatórios produzidos pela PF posteriormente incluíram diálogos encontrados no aparelho, indicando que os investigadores conseguiram preservar e acessar os dados.

A tentativa também teria como alvo a conta de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro e apontado nas investigações como seu operador financeiro. O celular de Zettel havia sido apreendido pela PF depois de sua prisão no Aeroporto de Guarulhos, em janeiro. Ele foi solto no mesmo dia.

De acordo com a investigação, Thiago Miranda teria procurado Thiago Santos para executar o acesso às contas. Santos teria conseguido entrar no iCloud de Vorcaro, mas a movimentação foi identificada pelos policiais antes que os dados fossem apagados.

A Polícia Federal também investiga outras atividades atribuídas ao grupo, entre elas monitoramentos e tentativas de retirar da internet reportagens consideradas negativas por Vorcaro. Miranda também é investigado por suspeita de intermediar ações de influenciadores contra o Banco Central após a liquidação do Banco Master.

Vorcaro é investigado por suspeitas relacionadas a fraudes no sistema financeiro, gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, ocultação de bens e corrupção. Ele foi preso em novembro de 2025, passou posteriormente para prisão domiciliar e voltou a ser preso em março deste ano. Atualmente, permanece detido em Brasília.

À revista piauí, a defesa de Thiago Miranda afirmou a “absoluta legalidade” dos atos praticados por ele e negou irregularidades. Thiago Santos também negou ter realizado atividade ilegal e disse ter comparecido espontaneamente à PF para prestar esclarecimentos. A defesa de Vorcaro não respondeu à publicação. O Estadão informou ainda ter procurado as defesas de Vorcaro e Miranda.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Divulgação

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu 298 novas ações relacionadas à propaganda entre 20 de setembro e o primeiro turno, em 4 de outubro. O volume levou a Corte a reforçar a estrutura responsável por analisar esse tipo de processo durante a segunda etapa da eleição. O número registrado em apenas 15 dias chama atenção […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu 298 novas ações relacionadas à propaganda entre 20 de setembro e o primeiro turno, em 4 de outubro. O volume levou a Corte a reforçar a estrutura responsável por analisar esse tipo de processo durante a segunda etapa da eleição.

O número registrado em apenas 15 dias chama atenção quando comparado à eleição de 2022, quando o TSE recebeu 610 processos relacionados à propaganda durante todo o período eleitoral.

Diante do aumento da demanda, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, ampliou nesta semana o grupo responsável pela análise das questões de propaganda eleitoral no segundo turno. O juiz substituto Marco Aurélio Bellizze foi incluído na equipe.

A mudança ocorre em meio ao acúmulo de representações apresentadas principalmente pelas campanhas que disputam a Presidência. Segundo a assessoria do tribunal, o represamento de ações protocoladas por PT e PL esteve entre as razões para o reforço da estrutura.

Nunes Marques também deve convocar sessões plenárias diárias para acelerar a análise dos processos. A determinação prevê ainda que decisões sobre pedidos liminares em matéria de propaganda, incluindo direitos de resposta, sejam submetidas imediatamente ao plenário, inclusive por meio de sessões virtuais.

A tramitação dessas ações ganhou atenção dentro e fora do TSE durante a reta final do primeiro turno. Integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) chegaram a fazer críticas à demora na apreciação colegiada de processos eleitorais.

De acordo com o TSE, o acúmulo estava concentrado justamente nas ações relacionadas à propaganda antes da decisão individual dos magistrados. A Corte sustenta que os processos que já haviam recebido decisão foram posteriormente submetidos ao plenário.

Entre as disputas levadas à Justiça Eleitoral estão pedidos de retirada de conteúdos, direitos de resposta, questionamentos sobre impulsionamento de publicações e acusações de divulgação de informações falsas ou descontextualizadas.

Na reta final do primeiro turno, o Ministério Público Eleitoral também apresentou ações contra as campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) por suposto uso de sites, perfis e outros canais nas redes sociais que não teriam sido previamente informados à Justiça Eleitoral.

Com o início do segundo turno, a estrutura reforçada pelo TSE terá de analisar novas contestações relacionadas à propaganda das duas campanhas até a votação marcada para 25 de outubro.

Fonte: O Globo
Foto: Leobark Rodrigues/TSE

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Eduardo Paes (PSD) desistiu nessa quinta-feira (8) de tentar garantir na Justiça um segundo turno na eleição para o Governo do Rio de Janeiro, após o ministro Cristiano Zanin, do STF, negar recurso contra a anulação dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos). Paes reconheceu o fim da disputa, embora tenha reafirmado discordância da decisão. A […]

Eduardo Paes (PSD) desistiu nessa quinta-feira (8) de tentar garantir na Justiça um segundo turno na eleição para o Governo do Rio de Janeiro, após o ministro Cristiano Zanin, do STF, negar recurso contra a anulação dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos). Paes reconheceu o fim da disputa, embora tenha reafirmado discordância da decisão.

A manifestação foi divulgada por Paes depois que Zanin rejeitou o pedido apresentado ao Supremo para suspender os efeitos da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ex-prefeito do Rio afirmou que não adotará novas medidas judiciais para tentar levar a eleição ao segundo turno.

“Decisão judicial a gente respeita. É assim que funciona a democracia”, afirmou Paes. Ele sustentou, no entanto, que a maioria dos eleitores fluminenses havia votado para que a disputa fosse decidida em uma segunda etapa.

O recurso ao STF foi apresentado depois que o TSE determinou, por 5 votos a 2, a anulação dos votos recebidos por Anthony Garotinho no primeiro turno. O tribunal manteve o indeferimento do registro da candidatura e ordenou a retotalização da eleição para governador.

Garotinho recebeu cerca de 274 mil votos. Com a exclusão desse total da base de votos válidos, Douglas Ruas (PL), que havia registrado 49,27% na apuração original, deve superar os 50% necessários para encerrar a eleição no primeiro turno. A formalização do novo resultado depende da retotalização pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).

Paes terminou a votação originalmente contabilizada com 42,76% dos votos válidos e defendia que o segundo turno fosse realizado. Sua coligação argumentou que a decisão do TSE produziria efeito irreversível ao impedir a continuidade da disputa.

Zanin não analisou o mérito da controvérsia eleitoral. O ministro entendeu que o STF ainda não poderia apreciar o pedido porque as possibilidades de recurso no próprio TSE não haviam sido esgotadas.

Ao anunciar que não prosseguiria com a disputa judicial, Paes evitou citar Douglas Ruas nominalmente. Disse que continuará atuando politicamente no estado e que seu grupo seguirá acompanhando o próximo governo.

O TSE também rejeitou o pedido apresentado por Garotinho para desistir do recurso que discutia seu registro de candidatura. A Corte entendeu que, depois da realização da eleição, uma desistência com potencial para alterar o resultado não poderia produzir automaticamente esse efeito.

A retotalização dos votos pelo TRE-RJ definirá oficialmente o resultado da eleição para o Governo do Rio de Janeiro.

Fonte: O Globo
Foto: Marcelo Theobald/Agência O Globo

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A tramitação da proposta que acaba com a escala de trabalho 6×1 entrou na disputa política do segundo turno da eleição presidencial. Enquanto o governo tenta concluir a análise no Senado antes da votação de 25 de outubro, integrantes da oposição defendem o cumprimento dos prazos regimentais e trabalham para que a decisão fique para […]

A tramitação da proposta que acaba com a escala de trabalho 6×1 entrou na disputa política do segundo turno da eleição presidencial. Enquanto o governo tenta concluir a análise no Senado antes da votação de 25 de outubro, integrantes da oposição defendem o cumprimento dos prazos regimentais e trabalham para que a decisão fique para depois da eleição.

O Senado concluiu nesta quinta-feira (8) a terceira das cinco sessões de discussão exigidas antes da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 em primeiro turno. As duas etapas restantes devem ocorrer na próxima semana, quando o texto poderá ser submetido à primeira votação no plenário.

A PEC reduz de 44 para 40 horas a jornada máxima semanal e estabelece dois dias de descanso por semana, sem redução salarial. O texto prevê uma transição: a jornada cairia inicialmente para 42 horas e, posteriormente, chegaria às 40 horas semanais.

Depois de uma eventual aprovação em primeiro turno, o regimento prevê mais três sessões de discussão antes da votação definitiva. Para encurtar esse período, a liderança do governo articula um requerimento de calendário especial.

É justamente nessa etapa que governo e oposição passaram a divergir. O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), defende que os prazos sejam cumpridos normalmente e critica a votação da proposta durante o segundo turno da eleição presidencial. Marinho também atua na campanha de Flávio Bolsonaro.

Flávio, candidato do PL à Presidência, afirmou nesta semana que a bancada de seu partido deve defender que a votação ocorra somente depois da eleição. Ele acusa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, de utilizar a proposta com objetivo eleitoral.

Lula, por sua vez, passou a explorar a posição do adversário durante a campanha. Em encontro com parlamentares, o presidente cobrou publicamente que Flávio vote a favor da PEC e que oriente os senadores do PL a fazerem o mesmo.

“Eu quero ver como é que o Flávio Bolsonaro vai votar. Eu desafio ele a votar favoravelmente. E desafio ele a pedir para o PL votar favoravelmente”, afirmou Lula.

A movimentação transforma o calendário legislativo em mais um ponto de confronto entre as duas campanhas. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que seguirá o rito previsto e que uma eventual aceleração dependerá de requerimento submetido ao plenário.

A votação em primeiro turno é esperada para a próxima semana. Para ser aprovada, a PEC precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis, equivalentes a três quintos dos 81 senadores, tanto no primeiro quanto no segundo turno.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Datafolha: Flávio Bolsonaro tem 52% e Lula 48% dos votos válidos no segundo turno

A primeira pesquisa Datafolha realizada após o primeiro turno das eleições presidenciais aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 52% das intenções de voto válidas, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (8) e mostra uma diferença de quatro pontos percentuais entre os candidatos, no limite da margem […]

A primeira pesquisa Datafolha realizada após o primeiro turno das eleições presidenciais aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 52% das intenções de voto válidas, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (8) e mostra uma diferença de quatro pontos percentuais entre os candidatos, no limite da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.

Considerando os votos totais, que incluem eleitores indecisos e aqueles que pretendem votar em branco ou anular o voto, Flávio Bolsonaro aparece com 49%, enquanto Lula registra 45%. Os votos brancos e nulos representam 5%, e os indecisos somam 1%.

O resultado indica empate técnico no limite da margem de erro, embora o candidato do PL apareça numericamente à frente. A pesquisa foi realizada depois da votação de domingo (4), quando Flávio Bolsonaro recebeu 47,03% dos votos válidos e Lula obteve 45,16%.

Na última pesquisa Datafolha anterior ao primeiro turno, divulgada em 4 de outubro, a simulação de segundo turno mostrava Lula com 47% e Flávio Bolsonaro com 46% dos votos totais. No levantamento divulgado nesta quinta-feira, o senador registra 49%, enquanto o presidente aparece com 45%.

O Datafolha entrevistou 2.520 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02949/2026.

O segundo turno das eleições presidenciais será realizado no dia 25 de outubro.

Fonte: Datafolha/Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução

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A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8) aponta que 46% dos eleitores que votaram em Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) no primeiro turno pretendem votar em Flávio Bolsonaro (PL) na segunda etapa da eleição presidencial. Outros 32% declaram intenção de voto no presidente Luiz Inácio Lula da […]

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8) aponta que 46% dos eleitores que votaram em Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) no primeiro turno pretendem votar em Flávio Bolsonaro (PL) na segunda etapa da eleição presidencial. Outros 32% declaram intenção de voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os percentuais consideram conjuntamente os eleitores dos quatro candidatos que ficaram fora da disputa presidencial após a votação de domingo (4). A diferença entre as intenções de voto destinadas aos dois finalistas é de 14 pontos percentuais nesse grupo.

O levantamento indica que o eleitorado das candidaturas alternativas ao PT e ao PL não apresenta um comportamento uniforme no segundo turno. Embora uma parcela maior declare intenção de votar em Flávio Bolsonaro, parte dos entrevistados manifesta preferência por Lula.

Os números também precisam ser considerados dentro do tamanho desse segmento do eleitorado. Os 46% e 32% representam as preferências entre os eleitores dos quatro candidatos derrotados, e não percentuais referentes ao conjunto de todos os brasileiros.

Em setembro, levantamento anterior do Datafolha já havia identificado uma distribuição semelhante entre os eleitores dessas candidaturas. Na ocasião, Flávio Bolsonaro registrava 43% das intenções de voto nesse grupo, enquanto Lula aparecia com 30%. Outros 26% declaravam intenção de votar em branco, anular o voto ou não escolher nenhum dos dois.

A nova pesquisa foi divulgada no mesmo dia em que o escritor Augusto Cury acertou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro. O entendimento ocorreu após uma conversa entre os dois e envolveu a apresentação de compromissos relacionados à educação, saúde e outras áreas.

No cenário geral do segundo turno, o Datafolha aponta Flávio Bolsonaro com 49% das intenções de voto totais e Lula com 45%. Os votos brancos e nulos representam 5%, enquanto os indecisos somam 1%.

Quando considerados apenas os votos válidos, Flávio registra 52% e Lula, 48%. A diferença está no limite da margem de erro geral do levantamento.

O Datafolha entrevistou 2.520 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro geral é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02949/2026.

O segundo turno das eleições presidenciais está marcado para 25 de outubro.

Fonte: O Globo/Datafolha
Foto: Reprodução

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A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8) aponta que 48% dos brasileiros aprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 49% desaprovam a gestão. Outros 2% dos entrevistados não souberam responder. A diferença de um ponto percentual entre os dois índices está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, […]

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8) aponta que 48% dos brasileiros aprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 49% desaprovam a gestão. Outros 2% dos entrevistados não souberam responder.

A diferença de um ponto percentual entre os dois índices está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, configurando empate técnico entre aprovação e desaprovação.

O levantamento é o primeiro realizado após o primeiro turno das eleições presidenciais, ocorrido no domingo (4). Os dados mostram a avaliação do governo federal no momento em que Lula disputa a reeleição contra o senador Flávio Bolsonaro (PL).

Os percentuais de aprovação e desaprovação são indicadores distintos da intenção de voto. Enquanto a avaliação do governo mede a percepção dos entrevistados sobre a administração federal, a pesquisa eleitoral identifica as preferências dos eleitores na disputa presidencial.

O Datafolha entrevistou 2.520 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02949/2026.

Fonte: Datafolha
Foto: Reprodução

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O escritor e ex-candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) decidiu apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. A decisão foi tomada após uma conversa de mais de uma hora entre os dois, na qual foram discutidos compromissos políticos e propostas defendidas por Cury durante a campanha. […]

O escritor e ex-candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) decidiu apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. A decisão foi tomada após uma conversa de mais de uma hora entre os dois, na qual foram discutidos compromissos políticos e propostas defendidas por Cury durante a campanha.

Terceiro colocado no primeiro turno, com 2,89% dos votos válidos, o escritor vinha sendo procurado por representantes das candidaturas que avançaram à etapa decisiva da eleição. O apoio foi acertado nesta quinta-feira (8), segundo informações publicadas pela Folha de S.Paulo.

Durante a negociação, Cury apresentou uma carta com compromissos que deveriam ser assumidos por Flávio Bolsonaro. O documento foi assinado pelo candidato do PL e reúne propostas relacionadas à educação, saúde, economia e políticas sociais.

Entre os pontos apresentados estão a valorização dos professores, melhorias na educação, fortalecimento do cooperativismo e das microempresas, ampliação da telemedicina, proteção às mulheres e medidas voltadas à pacificação nacional.

Segundo a reportagem, o acordo estabelece que o apoio não envolve distribuição de cargos nem concessão de benefícios pessoais. Cury, que está fora do Brasil, também prepara um vídeo para comunicar publicamente sua decisão, com divulgação prevista até sexta-feira (9).

A mudança de posicionamento ocorre depois de o escritor ter anunciado que permaneceria em silêncio sobre o segundo turno. No domingo (4), após a divulgação dos resultados, Cury afirmou que não autorizava integrantes de sua campanha a negociar ou anunciar apoio em seu nome.

Na ocasião, ele também declarou que pretendia deixar a vida político-partidária e defendeu que as propostas apresentadas pelos candidatos derrotados fossem consideradas pelo futuro presidente, independentemente do resultado da disputa.

A decisão de apoiar Flávio Bolsonaro representa uma mudança em relação às declarações feitas durante a campanha. Em setembro, Cury havia afirmado que não apoiaria nenhum dos dois candidatos em um eventual segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro.

Com o acerto, o escritor passa a integrar o grupo de ex-presidenciáveis que decidiram apoiar o candidato do PL. Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) também anunciaram apoio ao senador após o primeiro turno.

O segundo turno está marcado para 25 de outubro, quando Lula e Flávio Bolsonaro disputarão a Presidência da República.

Fonte: Folha de S.Paulo

Foto: Reprodução

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As prefeituras brasileiras recebem nesta sexta-feira (9) o primeiro repasse de outubro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), serão distribuídos R$ 5,4 bilhões no país, já descontada a retenção do Fundeb. Em Pernambuco, o montante fica em aproximadamente R$ 265,5 milhões. O valor corresponde ao primeiro decêndio […]

As prefeituras brasileiras recebem nesta sexta-feira (9) o primeiro repasse de outubro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), serão distribuídos R$ 5,4 bilhões no país, já descontada a retenção do Fundeb. Em Pernambuco, o montante fica em aproximadamente R$ 265,5 milhões.

O valor corresponde ao primeiro decêndio do mês e será creditado diretamente nas contas das prefeituras. Antes da retenção para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), a CNM havia estimado um repasse bruto de aproximadamente R$ 6,2 bilhões.

Em Pernambuco, os municípios receberão, juntos, aproximadamente R$ 265,5 milhões neste primeiro decêndio. O montante considera os recursos destinados aos municípios do interior, a parcela de Recife como capital e a chamada Reserva do FPM, destinada a cidades de maior população.

A Confederação aproveitou a divulgação dos valores para alertar os gestores sobre o planejamento financeiro durante o segundo semestre.

Segundo a entidade, historicamente essa parte do ano pode registrar desaceleração da atividade econômica e, consequentemente, redução da arrecadação tributária, com impacto nas receitas transferidas aos municípios.

A nota técnica divulgada pela CNM apresenta estimativas dos repasses divididas por estado e permite comparar os valores entre os diferentes decêndios do FPM.

O documento também detalha os efeitos da Lei Complementar 198/2023 para municípios que tiveram redução de coeficiente populacional.

A legislação estabeleceu uma transição para evitar queda imediata dos recursos recebidos pelas cidades que perderam faixas de participação no Fundo.

De acordo com a CNM, 550 municípios estão sujeitos ao redutor por perda de quotas. A entidade disponibilizou uma relação dessas cidades e orienta os gestores a observarem, além do coeficiente atual, a quantidade de quotas que seriam perdidas sem a regra de transição.

O FPM é uma das principais fontes de receita, especialmente para municípios de pequeno porte, e os depósitos são realizados em três parcelas ao longo de cada mês.

Foto: Reprodução

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O presidente da Câmara de Sertânia, Vando do Caroá, afirmou nesta quinta-feira (8) que mantém sua candidatura à reeleição para o comando do Legislativo e contestou informações de que a sucessão na Casa já estaria definida. Segundo ele, as articulações entre os 13 vereadores continuam em andamento. A manifestação ocorreu após a divulgação de informações […]

O presidente da Câmara de Sertânia, Vando do Caroá, afirmou nesta quinta-feira (8) que mantém sua candidatura à reeleição para o comando do Legislativo e contestou informações de que a sucessão na Casa já estaria definida. Segundo ele, as articulações entre os 13 vereadores continuam em andamento.

A manifestação ocorreu após a divulgação de informações sobre a eleição da Mesa Diretora da Câmara e uma possível candidatura de Junhão Lins à presidência.

Vando afirmou que não recebeu da prefeita Pollyanna Abreu qualquer comunicação indicando apoio a Junhão. Segundo o presidente, quando assumiu o Legislativo, ficou acordado que a definição sobre o comando da Casa no segundo biênio seria discutida posteriormente.

Ele defendeu que o resultado não seja tratado como definido antes da votação e disse que continua conversando com os demais vereadores em busca de apoio para permanecer na presidência.

Na nota divulgada à imprensa, Vando também apresentou um balanço de sua gestão. Segundo ele, durante o período foram adotadas medidas como digitalização de serviços legislativos, ampliação da estrutura de apoio aos vereadores e criação de cargos de assessoramento e chefia de gabinete.

O presidente também atribuiu à atual gestão a conclusão do prédio destinado à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que estava inacabado. De acordo com a nota, o espaço já está em funcionamento.

Outra ação citada foi a realização de serviços de emissão de documentos para moradores da zona urbana e rural, incluindo atendimentos destinados a pessoas com deficiência, doentes ou com dificuldade de locomoção.

Vando também destacou a convocação de aprovados em concurso público realizado pela Câmara e informou que a gestão aguarda a divulgação de um novo reconhecimento relacionado à transparência pública.

Para um eventual novo período à frente da Casa, disse que estão em estudo a reforma do prédio da Câmara e a construção de um estacionamento.

“Uma casa forte precisa de uma pessoa com pulso, confiança e, acima de tudo, honestidade”, afirmou.

Ao final, Vando reiterou que permanece candidato e que considera a definição do próximo presidente uma decisão a ser tomada pelos vereadores no processo de eleição da Mesa Diretora.

Foto: Divulgação

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A coligação de Eduardo Paes (PSD) anunciou nesta quinta-feira (8) que recorrerá ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do TSE que anulou os votos de Anthony Garotinho (Republicanos). O grupo também pretende pedir uma medida cautelar para tentar garantir a realização do segundo turno para o Governo do Rio de Janeiro. A reação […]

A coligação de Eduardo Paes (PSD) anunciou nesta quinta-feira (8) que recorrerá ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do TSE que anulou os votos de Anthony Garotinho (Republicanos). O grupo também pretende pedir uma medida cautelar para tentar garantir a realização do segundo turno para o Governo do Rio de Janeiro.

A reação ocorreu depois de o Tribunal Superior Eleitoral decidir, por 5 votos a 2, retirar da totalização os 274.411 votos recebidos por Garotinho no primeiro turno.

Com a exclusão, Douglas Ruas (PL), que havia terminado a apuração com 49,27% dos votos válidos, passa para cerca de 50,9%, percentual suficiente para ser considerado vencedor no primeiro turno. O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) ainda deverá realizar a retotalização e proclamar formalmente o novo resultado.

Eduardo Paes havia terminado em segundo lugar, com 3.706.984 votos, ou 42,76% dos válidos na totalização realizada antes do julgamento desta quinta.

Em nota, a coligação de Paes informou que recorrerá ao Supremo com base nos dois votos divergentes apresentados durante o julgamento. Esses ministros concordaram com o indeferimento da candidatura de Garotinho, mas defenderam que os votos recebidos por ele permanecessem no cálculo do resultado da eleição.

A coligação também anunciou que pretende apresentar um pedido de medida cautelar para tentar assegurar a realização do segundo turno entre Paes e Douglas Ruas, inicialmente previsto para 25 de outubro.

O TSE foi unânime ao manter o indeferimento do registro de Garotinho. A divergência ocorreu sobre o destino dos votos recebidos pelo ex-governador.

Por maioria de cinco votos, prevaleceu o entendimento de que, diante da invalidade da candidatura, os votos também deveriam ser excluídos da base utilizada para calcular os percentuais dos demais candidatos.

Garotinho estava com o registro indeferido por causa da suspensão de seus direitos políticos decorrente de condenação por improbidade administrativa.

O recurso anunciado por Paes abre uma nova frente judicial na disputa pelo Governo do Rio. Enquanto não houver eventual decisão do STF em sentido contrário, permanece válida a determinação do TSE para que os votos sejam retotalizados sem os atribuídos a Garotinho.

Fonte: Estadão Conteúdo
Foto: Reprodução

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Apoio a Flávio Marques para presidir CIMPAJEU chega a 14 prefeitos

A articulação do prefeito de Tabira, Flávio Marques, pela presidência do CIMPAJEÚ avançou, segundo informações repassadas sobre a disputa, ele já reúne o apoio de gestores de 14 dos 20 municípios que integram o consórcio, o equivalente a 70% dos associados. O número amplia o grupo de prefeitos que vinha sendo formado em torno da […]

A articulação do prefeito de Tabira, Flávio Marques, pela presidência do CIMPAJEÚ avançou, segundo informações repassadas sobre a disputa, ele já reúne o apoio de gestores de 14 dos 20 municípios que integram o consórcio, o equivalente a 70% dos associados.

O número amplia o grupo de prefeitos que vinha sendo formado em torno da candidatura de Flávio Marques e reforça a movimentação nos bastidores para a escolha do próximo comando do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú.

A relação atual reúne prefeitos de diferentes áreas do Sertão e inclui municípios de peso político e populacional na região.

Estão entre os apoios apontados:

Afogados da Ingazeira: Sandrinho Palmeira;
Carnaíba: Berg Gomes;
Ingazeira: Luciano Torres;
Itapetim: Aline Karina;
Serra Talhada: Márcia Conrado;
Solidão: Mayco da Farmácia;
Betânia: Bebe Água;
Santa Terezinha: Delson Lustosa;
Quixaba: Zé Pretinho;
Triunfo: Luciano Bonfim;
Custódia: Manoel Messias;
Flores: Giba Ribeiro;
Brejinho: Gilson Bento;
Tabira: Flávio Marques.

Com 14 municípios alinhados à candidatura, o grupo representa 70% dos 20 integrantes do CIMPAJEÚ.

A relação de apoios ainda poderá sofrer alterações até a definição do novo comando do consórcio.

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A campanha presidencial entra em uma nova etapa nesta sexta-feira (9), com a retomada do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) terão tempos iguais, enquanto a TV Globo definiu entrevistas individuais para os dias 15 e 16 e confirmou o último debate antes da eleição para 23 […]

A campanha presidencial entra em uma nova etapa nesta sexta-feira (9), com a retomada do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) terão tempos iguais, enquanto a TV Globo definiu entrevistas individuais para os dias 15 e 16 e confirmou o último debate antes da eleição para 23 de outubro.

O horário eleitoral do segundo turno será exibido até 23 de outubro, dois dias antes da votação que definirá o próximo presidente da República.

De acordo com o plano aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lula e Flávio terão cinco minutos cada em cada bloco de propaganda em rede. A divisão é diferente do primeiro turno, quando o tempo variava de acordo com a representação partidária.

No rádio, os programas serão exibidos de segunda-feira a sábado, das 7h às 7h10 e das 12h às 12h10. Na televisão, os horários serão das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40.

Além dos blocos, serão reservados diariamente 25 minutos para inserções da disputa presidencial, divididos igualmente entre as duas candidaturas: 12 minutos e 30 segundos para cada uma.

Por ter terminado o primeiro turno na primeira colocação, Flávio Bolsonaro abrirá a primeira exibição. A partir daí, a ordem será alternada entre os candidatos.

Entrevistas e debates

A TV Globo também definiu a programação dedicada aos dois presidenciáveis nesta reta final da campanha.

Lula será entrevistado ao vivo na quinta-feira, 15 de outubro. Flávio participará no dia seguinte, sexta-feira (16). As duas entrevistas serão exibidas depois do Jornal Nacional e conduzidas pela jornalista Renata Lo Prete.

A ordem das entrevistas foi definida por sorteio.

A emissora também confirmou para 23 de outubro, uma sexta-feira, o debate entre Lula e Flávio. O encontro será mediado pelo jornalista César Tralli e ocorrerá dois dias antes do segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Antes do confronto na Globo, os candidatos têm outros dois debates previstos. O primeiro será realizado pela Record no domingo (11). A Band marcou o seu encontro para o dia 18.

Com o início do horário eleitoral e a sequência de entrevistas e debates, Lula e Flávio entram nas semanas decisivas da campanha com maior exposição no rádio e na televisão.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert e Charles Vieira

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Flávio considera limitar reajuste de aposentadorias e BPC

A equipe econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) avalia mudanças que poderiam limitar à inflação os reajustes de aposentadorias e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), retirando o ganho real vinculado ao salário mínimo. Após a divulgação das informações nesta quinta-feira (8), o candidato negou que pretenda adotar a medida caso seja eleito. As […]

A equipe econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) avalia mudanças que poderiam limitar à inflação os reajustes de aposentadorias e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), retirando o ganho real vinculado ao salário mínimo. Após a divulgação das informações nesta quinta-feira (8), o candidato negou que pretenda adotar a medida caso seja eleito.

As discussões fazem parte de um conjunto de propostas analisadas por integrantes da área econômica da campanha para reduzir despesas obrigatórias do governo federal em cerca de R$ 250 bilhões, valor equivalente a aproximadamente 2% do Produto Interno Bruto (PIB).

Pelo modelo em estudo, aposentadorias e benefícios assistenciais deixariam de incorporar automaticamente eventuais aumentos do salário mínimo acima da inflação. A correção seria feita apenas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Na prática, os benefícios manteriam a reposição das perdas inflacionárias, mas não acompanhariam os ganhos reais concedidos ao piso nacional.

Atualmente, aproximadamente 70% dos mais de 41 milhões de benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) correspondem ao salário mínimo. O BPC, destinado a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda que atendam aos critérios do programa, também tem o piso nacional como referência.

As informações foram publicadas inicialmente pela Folha de S.Paulo e reproduzidas pelo Estado de Minas. Segundo a reportagem, integrantes da equipe econômica apresentaram essas e outras ideias em conversas com empresários e representantes do mercado financeiro.

Outra medida em avaliação seria modificar os pisos constitucionais de saúde e educação. Atualmente, os gastos mínimos nessas áreas estão vinculados à arrecadação federal. A proposta discutida faria com que os valores passassem a ser corrigidos apenas pela inflação.

A campanha de Flávio Bolsonaro afirmou que essas discussões não representam posições oficiais da candidatura e destacou que as medidas não constam no programa de governo registrado.

Horas depois da divulgação da reportagem, o próprio candidato negou que pretenda limitar os reajustes.

Flávio afirmou que, se eleito, pretende manter aumentos das aposentadorias acima da inflação e declarou que não fará ajuste fiscal “às custas” da população de menor renda.

O coordenador econômico da campanha, Adolfo Sachsida, também afirmou que o ajuste das contas públicas pretendido pelo grupo deverá se concentrar no que classificou como excessos de gastos do governo.

As propostas atribuídas à equipe econômica seguem, portanto, em discussão e não integram oficialmente o plano de governo apresentado pela candidatura.

Fonte: Estado de Minas
Foto: Divulgação

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TSE anula votos de Garotinho, e Douglas Ruas vence governo do Rio no 1º turno

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira (8), por 5 votos a 2, anular os votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos) na eleição para o Governo do Rio de Janeiro. Com a exclusão desses votos da totalização, Douglas Ruas (PL) supera 50% dos válidos e passa a ser considerado eleito no primeiro turno, embora […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira (8), por 5 votos a 2, anular os votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos) na eleição para o Governo do Rio de Janeiro. Com a exclusão desses votos da totalização, Douglas Ruas (PL) supera 50% dos válidos e passa a ser considerado eleito no primeiro turno, embora a declaração formal do novo resultado ainda dependa do TRE-RJ.

A decisão modifica o cenário divulgado pela Justiça Eleitoral após a votação de domingo (4), quando Douglas Ruas aparecia com 49,27% dos votos válidos e teria de disputar o segundo turno contra Eduardo Paes (PSD).

Ruas recebeu 4.271.199 votos. Paes ficou em segundo lugar, com 3.706.984, equivalentes a 42,76% dos válidos na totalização realizada antes do julgamento desta quinta.

Garotinho havia recebido 274.411 votos. Com a decisão do TSE de retirá-los do cálculo dos votos válidos, Douglas passa a superar a marca de 50% por cerca de 74 mil votos.

A proclamação oficial do novo resultado, contudo, ainda precisa ser realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), responsável pela retotalização.

O julgamento terminou com cinco votos favoráveis à anulação dos votos de Garotinho e dois pela manutenção deles no cálculo da eleição.

Prevaleceu o entendimento do relator, ministro Floriano de Azevedo Marques. Segundo ele, Garotinho estava com os direitos políticos suspensos quando se filiou ao Republicanos, em razão de condenação por improbidade administrativa enquadrada na Lei da Ficha Limpa.

Para o relator, a situação tornava a filiação partidária inválida e impedia a candidatura. O entendimento foi acompanhado pelos ministros André Mendonça, Dias Toffoli, Nunes Marques e Estela Aranha.

“O mesmo voto não pode ser nulo em relação ao candidato e válido para o cálculo do resultado da eleição”, afirmou o presidente do TSE, Nunes Marques, durante o julgamento.

Os ministros Ricardo Villas Bôas Cueva e Sebastião Reis Júnior também votaram contra o registro de Garotinho, mas divergiram sobre os efeitos da decisão. Para eles, os votos dados ao candidato deveriam permanecer na totalização, o que manteria a realização do segundo turno entre Douglas Ruas e Eduardo Paes.

O caso chegou ao TSE após recurso de Garotinho contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral que havia indeferido sua candidatura.

Na sexta-feira (2), antes da eleição, Floriano de Azevedo Marques havia determinado que os votos destinados a Garotinho fossem considerados anulados sub judice. No domingo (4), porém, Nunes Marques decidiu que eles deveriam ser contabilizados provisoriamente até a análise do recurso pelo plenário.

Um dia depois da eleição, Garotinho desistiu do recurso. O TSE, entretanto, rejeitou por unanimidade o pedido de desistência e decidiu analisar o mérito nesta quinta-feira.

Com a decisão, caberá agora ao TRE-RJ realizar a nova totalização e formalizar o resultado da eleição para governador.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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