Renan Santos chama Augusto Cury de “comédia” após apoio a Flávio Bolsonaro

O ex-candidato à Presidência Renan Santos (Missão) criticou a decisão de Augusto Cury (Avante) de apoiar Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. Em transmissão pelas redes sociais, Renan ironizou a mudança de posição do escritor, que havia anunciado que permaneceria em silêncio na etapa final da disputa.
Augusto Cury terminou o primeiro turno na terceira colocação, com 2,89% dos votos válidos, e havia afirmado, após a votação de domingo (4), que não se posicionaria em favor de nenhum dos dois candidatos classificados para o segundo turno.
A posição mudou nessa quinta-feira (8), quando Cury declarou apoio a Flávio Bolsonaro após uma conversa por videochamada com o candidato do PL.
Renan Santos reagiu à decisão durante uma transmissão ao vivo e relembrou as declarações anteriores do escritor.
“Não opino mais sobre política, não faço mais política. Agora, declara apoio. ‘Vou para Portugal, não vou.’ Esse cara… esse cara é um comédia, cara. As pessoas aí votaram num comédia”, afirmou Renan.
O ex-candidato do Missão também alegou que a mudança estaria relacionada a interesses políticos do partido de Cury.
“Não é o acordo que ele fez, é o partido dele querendo cargos no governo, estão negociando posições. Que país doente, cara”, declarou.
Renan não apresentou, na manifestação reproduzida pela reportagem, provas de que exista uma negociação de cargos. A afirmação foi feita por ele ao criticar a adesão de Cury à candidatura de Flávio.
Após o primeiro turno, Cury chegou a dizer que não autorizava ninguém a declarar apoio em seu nome e afirmou que pretendia abandonar a atividade política. Dias depois, sinalizou que voltaria a se pronunciar sobre a disputa e, nessa quinta-feira, confirmou o apoio a Flávio Bolsonaro.
Fonte: Diário de Pernambuco
Fotos: Reprodução/Redes Sociais
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O salário mínimo em 2016 será de 854 reais. O valor é 66 reais a mais do que os atuais 788 reais da remuneração básica estipulada pelo governo federal. A informação foi apresentada na última quarta-feira, pelo ministro do Planejamento Nelson Barbosa, em Brasília e faz parte do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias entregue ao Congresso Nacional.















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