Siga nossas redes sociais:

Parlamentares e aliados de Flávio Bolsonaro (PL) começaram a organizar a campanha do candidato em Pernambuco para o segundo turno contra Lula (PT). A articulação prevê uso de comitê eleitoral, divisão de agendas pelo interior e realização de carreatas e outros atos até a votação de 25 de outubro. A deputada federal reeleita Clarissa Tércio […]

Parlamentares e aliados de Flávio Bolsonaro (PL) começaram a organizar a campanha do candidato em Pernambuco para o segundo turno contra Lula (PT). A articulação prevê uso de comitê eleitoral, divisão de agendas pelo interior e realização de carreatas e outros atos até a votação de 25 de outubro.

A deputada federal reeleita Clarissa Tércio (PP) informou que seu comitê eleitoral já está funcionando como uma das bases da mobilização no Estado. Segundo ela, o espaço foi reaberto na segunda-feira (5) e utilizará materiais que restaram da campanha do primeiro turno.

A organização deve reunir deputados eleitos e reeleitos até quinta-feira (8) para definir como os aliados serão distribuídos nas atividades previstas em diferentes municípios pernambucanos.

A intenção é montar uma agenda com carreatas, manifestações e outras ações no interior. De acordo com Clarissa, já existem solicitações de participação de parlamentares em várias cidades, o que levou o grupo a planejar uma divisão das agendas.

O deputado federal Mendonça Filho (PL), responsável pela coordenação da campanha de Flávio Bolsonaro em Pernambuco, também participa da articulação. Ele viajou a Brasília nessa terça-feira (6) e tem reunião prevista nesta quarta-feira (7) com o candidato à Presidência.

O encontro também deve reunir o candidato a vice-presidente, Alfredo Gaspar (PL), o coordenador nacional da campanha, Rogério Marinho (PL), e outros integrantes da equipe. A discussão será voltada aos próximos passos da campanha durante as semanas restantes até o segundo turno.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Mendonça afirmou que pretende participar da mobilização em diferentes regiões, com atenção também ao Nordeste e a Pernambuco.

Aliados do candidato ainda trabalham com a possibilidade de uma nova passagem de Flávio Bolsonaro pelo Estado antes da eleição, mas não há data confirmada. No primeiro turno, Alfredo Gaspar esteve três vezes em Pernambuco representando a chapa.

A campanha do PL tenta ampliar o desempenho obtido no Estado no primeiro turno. Lula recebeu 63,45% dos votos válidos em Pernambuco, enquanto Flávio Bolsonaro teve 31,03%. O candidato do PL venceu a votação presidencial apenas em Santa Cruz do Capibaribe entre os municípios pernambucanos.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no dia 25 de outubro.

Fonte: Jornal do Comércio
Foto: Charles Vieira

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr⁠

A Organização dos Estados Americanos (OEA) avaliou positivamente a condução do primeiro turno das Eleições 2026 no Brasil, destacando a capacidade técnica da Justiça Eleitoral. Ao mesmo tempo, a missão internacional apontou preocupação com desinformação, polarização e tentativas de gerar desconfiança sobre o sistema eletrônico de votação. A avaliação consta do relatório preliminar divulgado pela […]

A Organização dos Estados Americanos (OEA) avaliou positivamente a condução do primeiro turno das Eleições 2026 no Brasil, destacando a capacidade técnica da Justiça Eleitoral. Ao mesmo tempo, a missão internacional apontou preocupação com desinformação, polarização e tentativas de gerar desconfiança sobre o sistema eletrônico de votação.

A avaliação consta do relatório preliminar divulgado pela missão da OEA que acompanhou o processo eleitoral brasileiro. Ao todo, 91 observadores independentes estiveram no país para acompanhar a votação e os procedimentos adotados pela Justiça Eleitoral.

No documento, a organização classificou a eleição como uma jornada cívica e pacífica e elogiou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e os Tribunais Regionais Eleitorais pela capacidade técnica, logística e organizacional demonstrada durante o pleito.

A missão também destacou a participação de pesquisadores, acadêmicos e especialistas nos testes das urnas, além do aumento do cadastramento biométrico, que chegou a 89% do eleitorado desde as eleições de 2024.

Outro ponto citado foi a ampliação dos serviços eletrônicos oferecidos pela Justiça Eleitoral por meio do Autoatendimento Eleitoral e do aplicativo e-Título.

Apesar da avaliação positiva sobre a organização e a integridade do processo, a OEA registrou preocupação com o ambiente político que marcou a eleição.

Segundo o relatório, o pleito ocorreu em um cenário de “tensão e forte polarização política”, acompanhado de judicialização, confrontos pessoais e “narrativas de desinformação destinadas a gerar desconfiança quanto à integridade do sistema eletrônico de votação”.

Entre os pontos de atenção, a missão também mencionou a ausência de um debate eleitoral entre os candidatos à Presidência e à Vice-Presidência da República durante o primeiro turno. Em contrapartida, reconheceu a realização de diversos debates entre candidatos aos governos estaduais.

A OEA ainda apontou a falta de critérios jurídicos harmonizados na Justiça Eleitoral sobre o uso, na propaganda política, de imagens reais ou produzidas por inteligência artificial de pessoas impedidas de participar da política.

O relatório é preliminar e reúne as primeiras conclusões da missão internacional sobre o processo eleitoral brasileiro.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução/@OEA_oficial/X

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr⁠

Em entrevista à Triunfo FM, após o resultado eleitoral, Marconi Santana comentou sua não eleição para deputado estadual e afirmou que, na avaliação dele, “quem perdeu foi o povo do Pajeú”, por não ter escolhido um candidato da própria região para representar o território na Assembleia Legislativa. Marconi não escondeu a impressão de que deveria […]

Em entrevista à Triunfo FM, após o resultado eleitoral, Marconi Santana comentou sua não eleição para deputado estadual e afirmou que, na avaliação dele, “quem perdeu foi o povo do Pajeú”, por não ter escolhido um candidato da própria região para representar o território na Assembleia Legislativa.

Marconi não escondeu a impressão de que deveria ser melhor votado. Um dos exemplos foi Flores, sua terra natal, onde teve 59% dos votos válidos, ou 6.840 votos. Esperava mais, assim como em toda a região.

Por exatos 900 votos, Marconi não conseguiu a vaga, já que a diferença para Zé de Irmão Teca foi de 899 votos, com 43.679 contra 42.780.

Segunda, no Debate das Dez do programa Manhã Total da Rádio Pajeú, o blogueiro Júnior Finfa revelou que Marconi esperava ter votação melhor inclusive em Afogados da Ingazeira.

 

Áudio: @triunfofm879

A advogada e professora carnaibana Janielly Nunes foi a candidata mais votada em Pernambuco na eleição para formação da lista sêxtupla do Quinto Constitucional da OAB-PE. Na votação realizada nessa terça-feira (6), ela recebeu 6.829 votos e avançou para a próxima etapa da escolha de uma vaga de desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco […]

A advogada e professora carnaibana Janielly Nunes foi a candidata mais votada em Pernambuco na eleição para formação da lista sêxtupla do Quinto Constitucional da OAB-PE. Na votação realizada nessa terça-feira (6), ela recebeu 6.829 votos e avançou para a próxima etapa da escolha de uma vaga de desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

O resultado colocou Janielly na liderança entre os 19 candidatos que participaram da eleição promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco. Ao todo, 14.836 advogados e advogadas participaram da votação, entre 29.560 profissionais habilitados.

Além de Janielly, a lista sêxtupla ficou formada por Leonardo Oliveira, Diana Câmara, Isabela Lessa, Henrique Seixas e Eliel Gomes.

A composição final não segue apenas a ordem absoluta dos votos. A OAB-PE adota regras de paridade de gênero e cota racial na formação das listas do Quinto Constitucional. Por isso, o resultado considera a votação e os critérios de representatividade previstos pela entidade.

A lista ficou assim:

Janielly Nunes — 6.829 votos

Leonardo Oliveira — 5.460 votos

Diana Câmara — 5.359 votos

Isabela Lessa — 4.759 votos

Henrique Seixas — 4.561 votos

Eliel Gomes — 2.036 votos

Na votação geral, Janielly obteve 11,53% dos votos válidos e terminou com uma vantagem de 1.369 votos sobre Leonardo Oliveira, segundo colocado.

A carnaibana também teve desempenho expressivo em subseções do interior. Em Afogados da Ingazeira, por exemplo, recebeu 123 votos e concentrou 28,15% dos votos válidos atribuídos aos candidatos, terminando na primeira colocação na subseção.

A eleição realizada pela advocacia é apenas a primeira etapa do processo de escolha.

Cada advogado ou advogada apto a participar pôde votar em até seis candidatos. A partir desse resultado, a OAB-PE encaminhará a lista sêxtupla ao Tribunal de Justiça de Pernambuco.

Na segunda etapa, o Pleno do TJPE escolherá três dos seis nomes, formando uma lista tríplice.

Depois, a relação com os três finalistas será encaminhada à governadora Raquel Lyra, responsável por escolher um dos nomes para ocupar a vaga de desembargador destinada à advocacia pelo Quinto Constitucional.

O Quinto Constitucional é o mecanismo previsto na Constituição que reserva parte das vagas dos tribunais a integrantes da advocacia e do Ministério Público que atendam aos requisitos estabelecidos para o cargo.

Com o primeiro lugar na votação estadual, Janielly segue agora entre os seis nomes que poderão chegar ao TJPE.

Foto: Reprodução/Instagram

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

Ciro Gomes contesta reeleição de Elmano e diz ter sido “roubado” no Ceará

Ciro Gomes (PSDB) contestou nesta terça-feira (6) a reeleição de Elmano de Freitas (PT) no Ceará, afirmou ter se sentido “roubado” e disse ter concordado com uma reclamação à Justiça Eleitoral. O petista foi reeleito no primeiro turno com 53,19% dos votos válidos. A manifestação foi feita dois dias depois da eleição, por meio de […]

Ciro Gomes (PSDB) contestou nesta terça-feira (6) a reeleição de Elmano de Freitas (PT) no Ceará, afirmou ter se sentido “roubado” e disse ter concordado com uma reclamação à Justiça Eleitoral. O petista foi reeleito no primeiro turno com 53,19% dos votos válidos.

A manifestação foi feita dois dias depois da eleição, por meio de um texto divulgado nas redes sociais. Ciro havia permanecido sem pronunciamento público sobre o resultado desde o encerramento da apuração de domingo (4).

Com 100% das urnas contabilizadas, Elmano recebeu 2.875.573 votos. Ciro obteve 2.498.891, equivalentes a 46,22% dos votos válidos. A diferença foi de 376.682 votos.

No manifesto, o tucano disse não reconhecer a vitória do adversário e fez acusações de corrupção, fraude e interferência judicial no processo eleitoral. As afirmações foram apresentadas por Ciro sem provas de fraude na votação.

“Meu sentimento, pela primeira vez na vida, é de que fomos roubados”, afirmou.

Ciro informou que, após consultar o departamento jurídico de sua campanha, concordou com a apresentação de uma reclamação à Justiça. A manifestação divulgada pelo ex-governador não detalha qual medida será adotada nem informa se alguma ação já foi formalmente protocolada.

Parte das críticas de Ciro é direcionada ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), por uma decisão relacionada à propaganda eleitoral de Elmano nos últimos dias antes da votação.

Toffoli havia determinado o acréscimo de 30 segundos às inserções da coligação do governador. Como o tempo adicional não foi exibido pelas emissoras entre 24 de setembro e 1º de outubro, o ministro determinou que a compensação ocorresse nos dias 2 e 3 de outubro, após o encerramento do período regular do horário eleitoral gratuito.

A campanha de Ciro contestou a medida e apresentou recurso. No manifesto, o tucano atribuiu à decisão influência sobre o resultado da eleição e afirmou que mais de 900 inserções teriam sido exibidas nesse período. A quantidade mencionada por ele faz parte de sua argumentação.

O ex-governador também retomou críticas feitas durante a campanha à administração estadual, citando áreas como segurança pública, educação, saúde, pobreza e situação fiscal do Ceará. As avaliações e os números apresentados no manifesto são de responsabilidade de Ciro.

Procurada pelo UOL após a divulgação do documento, a assessoria de Elmano informou que não comentaria a manifestação.

Elmano foi oficialmente declarado reeleito pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda no primeiro turno e exercerá um novo mandato à frente do Governo do Ceará a partir de 2027.

Fonte: Blog do Mário Flávio
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu a aprovação da PEC que acaba com a escala 6×1 e cobrou uma posição de Flávio Bolsonaro (PL) sobre o tema. Nesta quarta-feira (7), porém, a proposta ainda cumpre a segunda das cinco sessões obrigatórias de discussão no Senado antes da votação em primeiro turno. Lula […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu a aprovação da PEC que acaba com a escala 6×1 e cobrou uma posição de Flávio Bolsonaro (PL) sobre o tema. Nesta quarta-feira (7), porém, a proposta ainda cumpre a segunda das cinco sessões obrigatórias de discussão no Senado antes da votação em primeiro turno.

Lula abordou o tema nessa terça-feira (6), durante uma transmissão pelas redes sociais, e afirmou esperar que o Senado votasse a proposta “hoje ou amanhã”. O calendário oficial da Casa, no entanto, prevê nesta quarta-feira (7) apenas a segunda sessão de discussão do texto.

A PEC 221/2019 começou a ser debatida no plenário do Senado nessa terça. Pelo rito regimental, são necessárias cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que pretende cumprir todas as etapas e indicou que a primeira votação poderá ocorrer na próxima semana.

Durante sua fala, Lula direcionou críticas a Flávio Bolsonaro e afirmou que o posicionamento da bancada do PL sobre a proposta será um teste político no segundo turno presidencial.

“Meu adversário vai ter que tomar uma decisão, se ele vai mandar a bancada do partido dele votar favorável ao fim da jornada de trabalho 6×1 ou vai aprovar a nova escala, para descansar dois dias em casa”, declarou.

O presidente acrescentou que considera a redução da jornada uma demanda social e defendeu que o tema seja discutido pelos senadores.

“O fim da escala 6×1 é o primeiro teste para que o PL diga o que quer desse País”, afirmou.

A proposta em discussão reduz gradualmente a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial, e estabelece dois dias de repouso semanal remunerado.

Depois das cinco sessões de discussão, a PEC precisará de pelo menos 49 votos favoráveis entre os 81 senadores para ser aprovada em primeiro turno. Caso avance, ainda serão necessárias outras três sessões de debate antes da votação definitiva em segundo turno.

Nesta quarta-feira (7), a matéria está incluída na pauta do Senado para a segunda sessão de discussão. A terceira está prevista para quinta-feira (8).

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert/PR

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

A prefeita de Itapetim, Aline Karina (PSB), avaliou o resultado do primeiro turno das Eleições 2026, destacou o desempenho dos candidatos apoiados por seu grupo no município e informou que pretende ir a Brasília após o segundo turno para buscar recursos e destravar projetos nas áreas de infraestrutura e saúde. Em entrevista a Marcelo Patriota, […]

A prefeita de Itapetim, Aline Karina (PSB), avaliou o resultado do primeiro turno das Eleições 2026, destacou o desempenho dos candidatos apoiados por seu grupo no município e informou que pretende ir a Brasília após o segundo turno para buscar recursos e destravar projetos nas áreas de infraestrutura e saúde.

Em entrevista a Marcelo Patriota, Aline disse ter recebido de forma positiva o resultado registrado em Itapetim e relacionou a votação ao trabalho desenvolvido pelo grupo político no município.

Entre os nomes apoiados pela prefeita, Romerinho Jatobá (PSB) foi o deputado estadual mais votado em Itapetim, enquanto Eliane Soares (PSB) liderou para deputado federal. Os dois foram eleitos para a Assembleia Legislativa e a Câmara dos Deputados, respectivamente.

Na disputa pelo Senado, Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) ficaram nas duas primeiras posições no município e também conquistaram as duas vagas de Pernambuco.

João Campos (PSB), apoiado pelo grupo de Aline, venceu a disputa para governador em Itapetim, com cerca de 63% dos votos válidos, embora Raquel Lyra (PSD) tenha sido reeleita no resultado estadual.

Na eleição presidencial, Lula (PT) também liderou no município, com 77,16% dos votos válidos, e avançou para o segundo turno.

“Eu fico muito feliz de ver que o povo reconhece o nosso trabalho, a gente que está no dia a dia das pessoas nos distritos, no povoado, aqui na sede, na zona rural”, afirmou Aline.

A prefeita também declarou apoio a Lula no segundo turno e pediu a participação dos eleitores que não compareceram no primeiro turno, além daqueles com mais de 70 anos, para quem o voto é facultativo.

Encerrada a disputa presidencial, Aline afirmou que pretende viajar a Brasília para buscar recursos para o município.

“Passou o segundo turno agora, eu já estou indo para Brasília, já estou de passagem comprada para que a gente possa destravar algumas coisas que ficaram nesse período eleitoral”, disse.

Segundo a prefeita, a agenda deverá incluir a busca por recursos para infraestrutura urbana e rural e para a manutenção dos serviços de saúde.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com a entrevista da prefeita Aline Karina.

Imagem: Frame/Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

O PL chegará a 2027 com 28 dos 81 senadores e a maior bancada da Casa, resultado que amplia o espaço do partido para tentar levar ao plenário pautas defendidas pelo bolsonarismo. Entre os temas estão mudanças relacionadas ao STF, segurança pública, educação, aborto e questões ligadas ao agronegócio e às terras indígenas. O partido […]

O PL chegará a 2027 com 28 dos 81 senadores e a maior bancada da Casa, resultado que amplia o espaço do partido para tentar levar ao plenário pautas defendidas pelo bolsonarismo. Entre os temas estão mudanças relacionadas ao STF, segurança pública, educação, aborto e questões ligadas ao agronegócio e às terras indígenas.

O partido elegeu 19 senadores nas eleições de 2026 e, somados aos parlamentares com mandato até 2031, passará dos atuais 15 para 28 integrantes. O número representa mais de um terço do Senado e coloca a legenda em posição de maior influência sobre a definição das pautas e as negociações com outras bancadas.

Um dos principais temas defendidos durante a campanha foi o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A nova bancada, entretanto, não terá votos suficientes para aprovar sozinha uma eventual condenação. São necessários 54 dos 81 senadores para afastar um ministro da Corte.

A composição também deve aumentar o peso do PL na análise das futuras indicações ao Supremo. Cabe ao Senado sabatinar e decidir se aprova os nomes indicados pelo presidente da República para ocupar vagas no tribunal.

Outra frente citada por parlamentares eleitos envolve mudanças nas regras relacionadas à atuação do STF e uma participação mais ativa do Senado na relação entre Legislativo e Judiciário.

No agronegócio e na política para terras indígenas, propostas que estavam paradas podem ganhar novo impulso. Entre elas está a autorização para mineração e instalação de hidrelétricas em terras indígenas, tema apoiado por parlamentares eleitos para o Senado, como Carlos Jordy, Caroline de Toni e Bia Kicis, todos do PL.

A bancada também reúne defensores do marco temporal para a demarcação de terras indígenas, pauta que nos últimos anos provocou embates entre Congresso e Supremo.

Na segurança pública, estão entre as bandeiras defendidas por integrantes do grupo o endurecimento da legislação penal e propostas como redução da maioridade penal. Também há projetos em tramitação que tratam da chamada castração química para condenados por crimes sexuais.

A área deverá ganhar espaço com a chegada ao Senado de parlamentares que fizeram da segurança uma das principais bandeiras eleitorais. Entre eles está Guilherme Derrite (PP-SP), ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo e aliado do grupo político de Flávio Bolsonaro.

Na educação, parlamentares alinhados ao bolsonarismo defendem a regulamentação do ensino domiciliar, conhecido como homeschooling. A proposta já passou pela Câmara e estabelece regras para que famílias possam optar pela educação dos filhos fora do ambiente escolar tradicional.

As chamadas pautas de costumes também estarão entre as prioridades de parte da nova bancada. Senadoras eleitas como Michelle Bolsonaro, Bia Kicis e Caroline de Toni defendem restrições ao aborto e já se posicionaram favoravelmente a propostas que ampliam a proteção jurídica à vida desde a concepção.

Apesar do tamanho da bancada, o PL dependerá de alianças para transformar parte dessas propostas em mudanças constitucionais. Uma PEC precisa de pelo menos 49 votos no Senado, enquanto o partido terá 28 cadeiras.

A nova composição também deverá influenciar a disputa pela Presidência do Senado e o comando das principais comissões da Casa, posições fundamentais para decidir quais projetos entram ou não na pauta de votação.

Os novos senadores assumem os mandatos em fevereiro de 2027.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

Lula prepara mudanças no comando da campanha para o segundo turno, com a ampliação da participação de Camilo Santana na coordenação. A expectativa é que o ex-governador do Ceará divida decisões estratégicas com Edinho Silva, em uma reorganização após o desempenho do primeiro turno. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prepara mudanças no […]

Lula prepara mudanças no comando da campanha para o segundo turno, com a ampliação da participação de Camilo Santana na coordenação. A expectativa é que o ex-governador do Ceará divida decisões estratégicas com Edinho Silva, em uma reorganização após o desempenho do primeiro turno.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prepara mudanças no comando de sua campanha para o segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL). Camilo Santana (PT-CE) deve ganhar espaço na coordenação-geral e passar a dividir decisões estratégicas com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, após avaliações internas sobre o desempenho da campanha no primeiro turno.

A reorganização ocorre depois de Lula terminar a primeira etapa da eleição na segunda colocação, com 45,16% dos votos válidos, contra 47,03% de Flávio. Segundo a reportagem, Edinho continuará na coordenação, mas a tendência é de redução da centralização exercida por ele durante o primeiro turno.

Camilo, ex-governador do Ceará e ex-ministro da Educação, já integrava a estrutura da campanha, mas havia reduzido sua participação para acompanhar as disputas eleitorais no Nordeste. Nesta nova etapa, deverá integrar o núcleo responsável pelas principais decisões políticas e pela articulação nacional.

Lula se reuniu nessa terça-feira (6), em Brasília, com Camilo e outras lideranças petistas do Nordeste. Participaram das conversas os governadores reeleitos Jerônimo Rodrigues, da Bahia; Elmano de Freitas, do Ceará; e Rafael Fonteles, do Piauí, além de Rui Costa e Jaques Wagner.

A estratégia passa por ampliar a votação do presidente no Nordeste, região em que o PT identifica espaço para crescimento no segundo turno, além de aumentar a participação de lideranças estaduais nas decisões da campanha.

Edinho Silva confirmou que Camilo deverá ter participação mais efetiva e também defendeu a entrada de outros nomes na coordenação. Rui Costa e Jaques Wagner estão entre os cotados, assim como o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

“Nós temos que ampliar, porque nós temos que percorrer o Brasil em 20 dias, e quanto mais lideranças nós tivermos para organizar essas ações no Brasil todo, eu penso que é mais gente ajudando a dar conta dessa missão”, afirmou Edinho nessa terça-feira.

Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, também deverá ganhar participação na campanha, principalmente na preparação de Lula para discursos e debates do segundo turno.

A área de comunicação também é alvo de avaliações internas. Aliados têm feito críticas à condução adotada no primeiro turno e defendem ajustes na estratégia. O ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, e o publicitário Raul Rabelo participaram de reuniões com Lula após a eleição.

Outra mudança prevista é a ampliação das viagens do presidente pelo país e de sua presença nas redes sociais. A campanha também pretende mobilizar os mais de 33 milhões de eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno.

Lula e Flávio Bolsonaro voltam a disputar a Presidência no dia 25 de outubro.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

O vídeo de um menino segurando uma arma durante uma comemoração política foi confirmado como verdadeiro pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte. A situação ocorreu na noite de domingo na cidade de Parnamirim, na Região Metropolitana de Natal. As imagens foram feitas na Avenida Castor Vieira Régis, no bairro da Cohabinal, que costuma […]

O vídeo de um menino segurando uma arma durante uma comemoração política foi confirmado como verdadeiro pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte.

A situação ocorreu na noite de domingo na cidade de Parnamirim, na Região Metropolitana de Natal.

As imagens foram feitas na Avenida Castor Vieira Régis, no bairro da Cohabinal, que costuma receber eventos políticos de bolsonaristas na cidade.

Em Parnamirim, Flávio Bolsonaro (PL) recebeu 50,92% dos votos válidos para presidente da República no primeiro turno, contra 42,12% para Lula.

O Diretor do Instituto Múltipla,  Ronald Falabella,  se debruçou sobre os números da eleição deste domingo e produziu uma interessante análise para o blog. A governadora Raquel Lyra (PSD) garantiu a reeleição com 2.805.438 votos (53,27% dos válidos), superando o seu principal adversário, João Campos (PSB), que obteve 2.360.469 votos (44,82%). A vantagem final de […]

O Diretor do Instituto Múltipla,  Ronald Falabella,  se debruçou sobre os números da eleição deste domingo e produziu uma interessante análise para o blog.

A governadora Raquel Lyra (PSD) garantiu a reeleição com 2.805.438 votos (53,27% dos válidos), superando o seu principal adversário, João Campos (PSB), que obteve 2.360.469 votos (44,82%).

A vantagem final de Raquel Lyra foi de 444.969 votos (8,45 pontos percentuais), garantindo uma folga de 172.011 votos acima do limite necessário para liquidar a fatura sem a necessidade de um segundo turno. Entre as demais candidaturas, Ivan Moraes (PSOL) ficou na terceira colocação com 77.699 votos (1,48%).

Ao todo, 5.905.236 eleitores compareceram às urnas (81,82%), registrando-se uma abstenção de 18,18% (1.311.753 eleitores). Os votos nulos somaram 481.903 (8,16% do comparecimento), enquanto os brancos totalizaram 156.481 (2,65%).

O mapa do voto: Lyra dominou mesorregiões; Campos reage em redutos

A liderança de Raquel Lyra consolidou-se no interior, com vitórias expressivas em todas as quatro mesorregiões do estado e em 133 dos 185 municípios pernambucanos.

O grande motor da vitória da governadora foi o Agreste, que lhe garantiu uma vantagem de 254.589 votos sobre Campos. Só no Agreste Central (impulsionado por Caruaru), Lyra abriu a sua maior vantagem regional: +178.073 votos (+28,01%). Ela também venceu com folga na Zona da Mata (+112.018 votos).

João Campos concentrou suas forças na Capital (Recife), onde venceu com uma frente de 36.693 votos (49,94% x 46,07%). No entanto, a força do candidato do PSB na capital foi neutralizada pela Região Metropolitana expandida, já que Lyra venceu na Região Metropolitana sem a capital por uma diferença de 85.808 votos, terminando a mesorregião Metropolitana no azul por mais de 49 mil votos de margem.

Campos também conseguiu superar a candidata do PSD em outras três Regiões de Desenvolvimento: Sertão do Araripe (+11.005), Sertão de Itaparica (+6.484) e Agreste Meridional (+2.204).

Desempenho por porte de município e extremos urbanos

A análise dos dados técnicos mostra que o eleitorado se comportou de forma bastante distinta a depender do tamanho das cidades:

Interior e pequenas cidades: Raquel Lyra venceu em cinco das seis faixas de porte populacional. Teve 115.789 votos de frente nos municípios de até 30 mil habitantes e registrou o seu maior saldo absoluto na faixa de cidades entre 200 mil e 500 mil habitantes, acumulando 123.818 votos de vantagem.

Grandes centros: Campos só conseguiu vencer na faixa de municípios com mais de 500 mil habitantes (composta por Recife e Jaboatão juntos), onde acumulou uma frente total de 18.849 votos (+1,45%).

Os extremos das 30 maiores: Caruaru deu a Lyra a sua vitória mais avassaladora, com uma diferença de 101.552 votos (75,22% contra 23,10% de Campos). Proporcionalmente, a maior goleada ocorreu em Santa Cruz do Capibaribe, onde Lyra cravou 83,25% dos votos válidos. Por outro lado, o melhor terreno proporcional de Campos foi Araripina, onde ele bateu a governadora por 64,82% a 34,29%.

Raio-X do Recife: Divisão por Regiões Político-Administrativas (RPAs)

Dentro da capital, o voto revelou uma divisão geográfica muito clara entre as seis Regiões Político-Administrativas (RPAs):

João Campos venceu em cinco das seis RPAs da capital. Seus melhores desempenhos ocorreram na RPA 2 – Norte (bairros como Arruda, Água Fria e Campo Grande), onde acumulou sua maior vantagem em votos (+15.588), e na RPA 1 – Centro (Boa Vista, Santo Amaro), onde abriu a maior vantagem em pontos percentuais (+14,54%).

Raquel Lyra venceu apenas na RPA 6 – Sul (bairros como Boa Viagem, Pina, Imbiribeira e Ibura). Trata-se da maior zona eleitoral do Recife, concentrando 26% de todo o eleitorado da cidade, o que rendeu à governadora uma vantagem local de 6.673 votos.

Eleições 2026 – Governador (a)

O Diretor do Instituto Múltipla,  Ronald Falabella,  se debruçou sobre os fatores que determinaram a ampliação da distância na eleição da governadora Raquel Lyra sobre João Campos em comparação ao que aferiu o instituto Múltipla. Também analisou os levantamentos de Datafolha e Quaest, de projeção nacional, também divulgados pelo blog. Dos três,  o Múltipla foi […]

O Diretor do Instituto Múltipla,  Ronald Falabella,  se debruçou sobre os fatores que determinaram a ampliação da distância na eleição da governadora Raquel Lyra sobre João Campos em comparação ao que aferiu o instituto Múltipla.

Também analisou os levantamentos de Datafolha e Quaest, de projeção nacional, também divulgados pelo blog.

Dos três,  o Múltipla foi o que fez o levantamento mais cedo, de 1 a 2 de outubro.  Quaest e Datafolha, dias 2 e 3. Ainda assim, aferiu com mais proximidade o resultado que o Datafolha,  que fez seu levantamento dias 2 e 3 de outubro,  dando uma vantagem de apenas 1% com margem de 2% para mais ou para menos.

O resultado final pró Raquel foi 53,27% a 44,82%. Como a margem de erro do Múltipla foi de 2,7%, ela poderia ir a 52,7%. Teve 53,27%. A variação além da margem foi de apenas 0,57%. Quanto a João,  o piso era 45,3%. A variação além da margem foi de apenas 0,5%.

Importante reforçar, o instituto se aproximou mais do resultado que o Datafolha, bem mais distante da margem de erro. E mesmo a Quaest não conseguiu aferir o percentual menor que teve o socialista. João teve 44,8%. E pelo Quaest,  o piso era 45%, também erro em casas decimais.

Outro parâmetro importante é que mesmo métodos com agregadores tiveram a mesma dificuldade. O Método Qualitativo SEP, do Cenário Inteligência,  do professor Adriano Oliveira, agregando Simplex, Datafolha e Quaest deu uma projeção de 50% a 47% pró Raquel, com vantagem de 3%. A vantagem final da governadora foi de quase 8,5%.

Para Ronald Falabella,  três fatores determinaram esse crescimento. “A pesquisa Múltipla foi feita até a sexta e não captou o crescimento no sábado,  que é fundamental. Mesmo assim,  ficamos por décimos da margem de erro”.

Ronald elencou os fatores determinantes. “Primeiro, a avaliação da governadora Raquel  Lyra. Depois, a força dos prefeitos. Mas principalmente o voto bolsonarista,  que determinou o equilíbrio da eleição na Região Metropolitana e em Recife,  onde o socialista só ganhou por 3,87% dos votos. Flávio Bolsonaro teve mais de 40% dos votos na Metropolitana”. Esse voto foi casado com o voto da governadora. João por sua vez esperava uma vantagem na casa dos 20 pontos.

Ronald dá outros exemplos da dificuldade da captação desse movimento bolsonarista pelos institutos: na eleição nacional,  nenhum dos grandes previu a votação majoritária de Flávio Bolsonaro. E no Rio, Douglas Ruas deve ser o vencedor em 1º turno com a anulação dos votos de Garotinho. Antes, todos cravavam vitória de Eduardo Paes, inclusive com possibilidade de vitória no primeiro turno.

O Múltipla acertou a ganhadora próximo da margem e foi o primeiro instituto a aferir a virada da governadora Raquel Lyra,  em julho. Uma parceria exitosa que vai continuar.

Levantamento comparativo apontou que a pesquisa do Instituto Múltipla (registro PE-02990/2026), realizada nos dias 1º e 2 de outubro, demonstrou alto índice de precisão ao antecipar o cenário das urnas no primeiro turno das eleições de 2026 em Pernambuco. O estudo apontou um acerto de 76% para o cargo de Deputado Federal (19 de 25 […]

Levantamento comparativo apontou que a pesquisa do Instituto Múltipla (registro PE-02990/2026), realizada nos dias 1º e 2 de outubro, demonstrou alto índice de precisão ao antecipar o cenário das urnas no primeiro turno das eleições de 2026 em Pernambuco.

O estudo apontou um acerto de 76% para o cargo de Deputado Federal (19 de 25 eleitos previstos) e de 78% para Deputado Estadual (38 de 49 eleitos previstos).

Contratado pelo blog, o levantamento ouviu 1.300 eleitores presencialmente e apresentou uma margem máxima de erro de 2,7 pontos percentuais. De forma geral, a diferença média observada entre os dados captados na pesquisa e os votos válidos oficiais apurados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi de apenas 0,65 ponto para o cargo federal e 0,63 ponto para o estadual.

Cenário para Deputado Federal

Na disputa pelas 25 cadeiras da Câmara dos Deputados, 22 nomes que figuravam no topo da pesquisa terminaram entre os mais votados nas urnas. O parlamentar Pedro Campos (PSB) consolidou-se na primeira colocação tanto no levantamento quanto no resultado oficializado pelo TSE.

Destaques individuais e movimentos entre pesquisa e votação 

Jones Manoel (PSOL): Foi a principal surpresa do pleito. Registrando 2,1% das intenções na pesquisa (16º lugar), ele saltou para 4,73% dos votos válidos na urna, tornando-se o 2º deputado federal mais votado do estado.

Votos por legenda: A federação PT/PCdoB/PV foi superestimada no levantamento (17,7% medidos contra 13,62% reais), impulsionada por uma intenção declarada de voto na legenda de 4,7% que acabou não se confirmando na mesma magnitude nas urnas (0,95%).

Suplência inesperada: Miguel Coelho (UNIÃO) figurava em 8º na pesquisa, mas acabou como suplente. Apesar de somar 102.595 votos, votação superior à de 8 candidatos eleitos, o quociente partidário limitou o seu partido a 4 vagas, deixando-o de fora.

Cenário para Deputado Estadual

Para a Assembleia Legislativa (Alepe), a estabilidade também ditou o ritmo, com 17 dos 25 primeiros nomes da pesquisa mantendo o topo na apuração final.

Destaques individuais e movimento entre pesquisa e votação 

Dani Portela (PT): Registrava 1,6% das intenções (16º lugar) e escalou até a liderança geral do estado nas urnas, cravando 2,78% dos votos válidos (1ª colocação).

Abimael Santos (PL): Protagonizou o inverso. Ele aparecia em 2º lugar na pesquisa com 2,7%, mas registrou 0,96% na apuração real (37º lugar), garantindo sua vaga pelo quociente partidário.

Distorções partidárias: O Partido Liberal (PL) sofreu a maior variação negativa de cotas na simulação estadual, caindo de uma projeção de 12,2% para 7,26% na apuração, o que reduziu sua bancada de 6 para 3 vagas. Já o Podemos fez o caminho inverso, crescendo de 8,9% para 11,12% e expandindo suas cadeiras de 4 para 6.

Análise Técnica do Instituto

Conforme o relatório do Instituto Múltipla, as variações residuais mapeadas ocorrem porque a pesquisa reflete uma intenção de voto momentânea e não deve ser confundida com projeção final.

Fatores como decisões de última hora na cabine eleitoral e as dinâmicas de votos concentrados em redutos específicos, difíceis de serem totalmente capturados em uma amostragem geral de 1.300 entrevistas, justificam as alterações nas vagas finais de cada lista.

À época do levantamento de campo, o índice de indecisão de voto na cabine ainda atingia 37,2% para a disputa federal e 35,1% para a estadual.

Comparativo pesquisa X eleição deputados

Alcolumbre anuncia calendário para votar fim da escala 6×1 no Senado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou nesta terça-feira (6) o calendário para discussão e votação da proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 e a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas. A votação em primeiro turno poderá ocorrer já na próxima semana. Antes de chegar ao plenário, […]

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou nesta terça-feira (6) o calendário para discussão e votação da proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 e a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas. A votação em primeiro turno poderá ocorrer já na próxima semana.

Antes de chegar ao plenário, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) precisa cumprir cinco sessões de discussão, conforme determina o regimento. Alcolumbre afirmou que pretende realizar os debates ao longo desta semana e da próxima, sem acelerar o procedimento.

“Meu desejo é cumprir integralmente o rito constitucional, sem atropelos, sem acelerar nada”, declarou o presidente do Senado.

Se as cinco sessões forem concluídas dentro do calendário previsto, a expectativa é que a votação em primeiro turno possa ocorrer no dia 15 de outubro.

Depois dessa etapa, caso a proposta seja aprovada, serão necessárias outras três sessões de discussão antes da votação em segundo turno.

A PEC estabelece o fim da escala 6×1 — modelo em que o trabalhador exerce atividade durante seis dias e descansa um — e reduz de 44 para 40 horas a jornada máxima semanal.

A proposta já foi aprovada pela Câmara dos Deputados no fim de maio. No Senado, passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no início de setembro, mas ainda não havia sido levada ao plenário.

Alcolumbre afirmou que aguardou o encerramento do primeiro turno das eleições porque senadores que disputavam cargos demonstraram preocupação com a possibilidade de o tema ser explorado durante a campanha.

Para ser aprovada no Senado, a PEC precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis, o equivalente a três quintos dos 81 senadores, em cada um dos dois turnos de votação.

O presidente do Senado também sinalizou que votará favoravelmente à proposta, mas afirmou que caberá a cada parlamentar decidir sua posição durante a apreciação da matéria.

“Meu compromisso foi feito, foi assumido, está na pauta e será deliberado”, afirmou Alcolumbre.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr⁠

Eleitores que compareceram às urnas no primeiro turno das Eleições 2026 relataram nesta terça-feira (6) que o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) passou a exibir a indicação “faltou” no histórico de votação. O tribunal informou que a situação está relacionada ao processamento dos dados do pleito e que o status será alterado para “em […]

Eleitores que compareceram às urnas no primeiro turno das Eleições 2026 relataram nesta terça-feira (6) que o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) passou a exibir a indicação “faltou” no histórico de votação. O tribunal informou que a situação está relacionada ao processamento dos dados do pleito e que o status será alterado para “em processamento” até a conclusão da atualização.

As reclamações começaram a aparecer nas redes sociais após eleitores consultarem o histórico eleitoral e encontrarem o registro de ausência mesmo tendo votado no domingo (4).

Segundo o TSE, o processamento dos arquivos relacionados ao cadastro eleitoral, incluindo registros de justificativas e faltas, começou no próprio dia da eleição e ainda está em andamento.

A Justiça Eleitoral informou que a exibição de “faltou” não significa, neste momento, que o eleitor que compareceu às urnas tenha sido considerado oficialmente ausente. A mudança para “em processamento” deverá indicar que os dados do primeiro turno ainda estão sendo incorporados ao cadastro.

O tribunal afirmou que a atualização será concluída após o processamento das informações enviadas pelas urnas e pelos sistemas da Justiça Eleitoral.

Quem efetivamente votou não deve apresentar justificativa apenas porque encontrou a indicação de falta durante esse período de processamento. A justificativa é destinada aos eleitores que realmente não compareceram às urnas.

Pelas regras das Eleições 2026, quem não votou no primeiro turno e não apresentou justificativa no próprio domingo tem até 3 de dezembro para regularizar a ausência pelo e-Título, pelo Autoatendimento Eleitoral ou em um cartório eleitoral.

Fonte: G1
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr⁠

Duas estudantes do segundo ano da EREFEM Dário Gomes de Lima, em Flores, estão desenvolvendo um projeto que investiga o uso de uma solução produzida a partir de folhas de nim e nanopartículas de prata em tecidos de algodão. Batizado de Nano Filtro, o trabalho está em fase de testes e tem como objetivo avaliar […]

Duas estudantes do segundo ano da EREFEM Dário Gomes de Lima, em Flores, estão desenvolvendo um projeto que investiga o uso de uma solução produzida a partir de folhas de nim e nanopartículas de prata em tecidos de algodão. Batizado de Nano Filtro, o trabalho está em fase de testes e tem como objetivo avaliar a capacidade do material tratado de reduzir ou inativar vírus que entrem em contato com sua superfície.

O projeto é desenvolvido pelas alunas Mariely Freire dos Reis e Alice Oliveira Lima, sob orientação do professor Jefferson Campos. A proposta prevê que a solução possa ser aplicada, futuramente, em materiais como máscaras, jalecos e outros tecidos de algodão, especialmente em ambientes com maior exposição a agentes infecciosos.

Segundo as estudantes, a ideia surgiu a partir da combinação das propriedades estudadas nas folhas do nim com nanopartículas de prata.

O nim, de nome científico Azadirachta indica, é uma árvore da família Meliaceae, originária da Ásia e atualmente cultivada em diferentes regiões tropicais. Partes da planta possuem compostos biologicamente ativos e são objeto de pesquisas sobre diferentes propriedades antimicrobianas.

Já as nanopartículas de prata são partículas de dimensões extremamente pequenas que vêm sendo estudadas pela comunidade científica por sua atividade contra diferentes microrganismos. Pesquisas em laboratório também apontam potencial antiviral, mas o efeito depende de fatores como tamanho das partículas, concentração, composição da solução e tipo de vírus.

Ao explicar o projeto, as estudantes afirmam que pretendem verificar se o contato de vírus com o tecido tratado pode provocar sua inativação. Elas citam, entre os exemplos de possíveis aplicações, a proteção de máscaras, jalecos e roupas utilizadas em ambientes hospitalares.

“Ele é desenvolvido a partir de folhas de nim e nanopartículas de prata. Essa solução pode ser aplicada em máscaras ou tecidos de algodão”, explicaram as estudantes ao apresentar o trabalho.

Como o Nano Filtro ainda está em fase de testes, a proposta segue em avaliação pelas estudantes e pelo orientador. A próxima etapa é justamente verificar, por meio dos experimentos, até que ponto a solução desenvolvida consegue atuar sobre vírus como os causadores da gripe e da Covid-19 e quais seriam suas possíveis aplicações em tecidos.

Essa etapa de experimentação é justamente uma das partes centrais do trabalho: verificar, por meio de testes, o comportamento da solução e avaliar se a proposta inicialmente formulada pelas estudantes se confirma.

O projeto mantém um perfil nas redes sociais, @nano_filtro onde são apresentados registros das atividades, materiais utilizados e etapas do desenvolvimento do Nano Filtro.

Foto: Reprodução/Instagram

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

 

PSD e PSB terão as maiores bancadas da Alepe a partir de 2027

A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) terá uma nova correlação de forças a partir de 2027. PSD e PSB elegeram nove deputados estaduais cada e dividirão o posto de maiores bancadas da Casa na próxima legislatura, resultado que amplia a presença das duas legendas no debate político estadual. O PSD é o partido da governadora […]

A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) terá uma nova correlação de forças a partir de 2027. PSD e PSB elegeram nove deputados estaduais cada e dividirão o posto de maiores bancadas da Casa na próxima legislatura, resultado que amplia a presença das duas legendas no debate político estadual.

O PSD é o partido da governadora reeleita Raquel Lyra, enquanto o PSB esteve à frente da candidatura de João Campos ao Governo de Pernambuco. Na comparação com a eleição de 2022, o PSB acrescentou duas cadeiras à sua representação.

O PP, que chegou à atual legislatura com a maior bancada, terá sete deputados. O Podemos aparece em seguida, com seis, e o PT terá cinco representantes. PL e PV elegeram três parlamentares cada, enquanto o MDB conquistou duas vagas.

União Brasil, Republicanos, PCdoB, Avante e Novo terão um deputado cada.

A composição partidária da próxima Alepe será:

PSD — 9 cadeiras

PSB — 9 cadeiras

PP — 7 cadeiras

Podemos — 6 cadeiras

PT — 5 cadeiras

PL — 3 cadeiras

PV — 3 cadeiras

MDB — 2 cadeiras

União Brasil — 1 cadeira

Republicanos — 1 cadeira

PCdoB — 1 cadeira

Avante — 1 cadeira

Novo — 1 cadeira

O cientista político Bhreno Vieira avaliou que a nova configuração pode oferecer à governadora Raquel Lyra uma situação mais favorável para construir maioria no Legislativo do que a encontrada durante o primeiro mandato.

Segundo o especialista, as alianças construídas durante a campanha ainda precisarão ser transformadas em uma base parlamentar efetiva. A composição das bancadas, portanto, não determina automaticamente a divisão entre governo e oposição, já que deputados de diferentes partidos podem adotar posições distintas ao longo da legislatura.

A nova Alepe também terá mudanças em sua composição individual. Mais de 30 deputados conseguiram novo mandato, enquanto 18 nomes chegam à Casa ou retornam ao Legislativo estadual.

Entre eles estão Gilson Machado Filho (Podemos), André Ferreira (PL), Lara Santana (PV), Maria Arraes (PSB), Batista Cabral (PSB), Janjão (PSD), Bruno Marques (PSB), Jobson Almeida (Republicanos), Professora Ivete Caetano (PT), Roberta Arraes (PP), Romerinho Jatobá (PSB), Sebastião Oliveira (Avante), Fábio Aragão (PSD), Vini Castello (PCdoB), Andréa Medeiros (PSD), Emerson Freitas (MDB), Breno Araújo (PT) e Zé de Irmã Teca (PSD).

A legislatura também começa com uma disputa importante dentro da própria Assembleia: a escolha da nova Mesa Diretora. Atualmente, a presidência da Alepe é ocupada por Álvaro Porto (MDB), que foi reeleito deputado estadual.

De acordo com Bhreno Vieira, a eleição interna não necessariamente reproduzirá os blocos formados durante a disputa estadual. Partidos que estiveram em campos adversários podem construir alianças para a definição dos cargos da Mesa, enquanto a governadora também poderá participar das articulações políticas.

A nova composição da Assembleia Legislativa assume em 2027 para o período que vai até 2030.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Rinaldo Marques/Alepe

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr⁠

 

A deputada estadual eleita Sofia Favero (PSOL) acionou o Ministério Público de São Paulo contra Eduarda Campopiano (PL) por uma publicação dirigida a Erika Hilton (PSOL), apontando possíveis crimes de transfobia, injúria transfóbica e violência política de gênero. Campopiano classificou a postagem como uma “manifestação provocativa”, e o caso ainda será analisado pelo MP. A […]

A deputada estadual eleita Sofia Favero (PSOL) acionou o Ministério Público de São Paulo contra Eduarda Campopiano (PL) por uma publicação dirigida a Erika Hilton (PSOL), apontando possíveis crimes de transfobia, injúria transfóbica e violência política de gênero. Campopiano classificou a postagem como uma “manifestação provocativa”, e o caso ainda será analisado pelo MP.

A representação foi apresentada ao Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância do Ministério Público paulista. Favero pede que a conduta seja investigada e que o órgão avalie eventual responsabilização da deputada estadual eleita.

A medida foi motivada por uma publicação feita por Campopiano no X após as eleições de domingo (4). Ao comparar sua votação para a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) com a obtida por Erika Hilton para a Câmara dos Deputados, ela se referiu à parlamentar, que é uma mulher trans, como “homem biológico”.

“Oi Erika Hilton. Como é saber que um homem biológico nunca vai ocupar o espaço da mulher mais votada de São Paulo? Rs”, escreveu Campopiano.

Na representação, Sofia Favero sustenta que a declaração ultrapassa os limites de uma crítica política e utiliza a identidade de gênero de Erika Hilton como forma de ataque. O documento cita dispositivos relacionados à discriminação e à violência política de gênero.

Eduarda Campopiano, de 23 anos, foi a candidata mais votada para a Alesp nas eleições de domingo, com 1.956.238 votos. Sofia Favero também foi eleita deputada estadual, com 407.773 votos.

Erika Hilton foi reeleita deputada federal por São Paulo com 1.596.472 votos e tornou-se a mulher mais votada da história em uma eleição para a Câmara dos Deputados.

Após a repercussão da postagem, Campopiano afirmou que a manifestação ocorreu no contexto do debate político nas redes sociais. Sua assessoria informou que responderá pelos meios legais caso haja notificação formal.

Erika Hilton afirmou que não pretende responder diretamente à deputada eleita e indicou que Sofia Favero já está adotando as medidas que considera cabíveis.

A apresentação da representação não significa que o Ministério Público tenha reconhecido a prática dos crimes apontados. Caberá ao órgão analisar o pedido e decidir se existem elementos para abertura de investigação ou adoção de outras providências.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

Foto: Luísa Marzullo

Flávio Bolsonaro (PL) intensificou as articulações por novos apoios para o segundo turno contra Lula (PT), com aproximações de ex-adversários, governadores e partidos do Centrão. A campanha também pretende mobilizar parlamentares eleitos e ampliar os palanques estaduais até a votação de 25 de outubro. Uma das principais movimentações ocorre nesta terça-feira (6), quando Flávio vai […]

Foto: Luísa Marzullo

Flávio Bolsonaro (PL) intensificou as articulações por novos apoios para o segundo turno contra Lula (PT), com aproximações de ex-adversários, governadores e partidos do Centrão. A campanha também pretende mobilizar parlamentares eleitos e ampliar os palanques estaduais até a votação de 25 de outubro.

Uma das principais movimentações ocorre nesta terça-feira (6), quando Flávio vai a Goiânia para um encontro com Ronaldo Caiado (PSD). O ex-governador de Goiás e candidato derrotado à Presidência deve formalizar apoio ao candidato do PL.

A agenda também deverá contar com o governador reeleito de Goiás, Daniel Vilela (MDB), aliado de Caiado. O movimento é tratado pela campanha como parte da tentativa de reunir setores da direita que concorreram separados no primeiro turno.

Romeu Zema (Novo), outro candidato derrotado, já declarou apoio a Flávio. Tarcísio de Freitas (Republicanos), reeleito governador de São Paulo, também participa das articulações e afirmou que pretende trabalhar para aproximar seu partido da candidatura do PL.

As negociações incluem ainda Republicanos, PP e União Brasil. As legendas discutem o posicionamento que adotarão na disputa entre Flávio e Lula, enquanto dirigentes e lideranças estaduais também negociam apoios individualmente.

No Republicanos, a situação envolve posições distintas registradas no primeiro turno. Tarcísio apoiou Flávio, enquanto o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), esteve no campo de apoio a Lula.

A campanha de Flávio também pretende utilizar a estrutura política conquistada pelo PL nas eleições para ampliar sua presença nos estados. Deputados e senadores eleitos pelo partido foram convocados para uma reunião nesta quarta-feira (7), em Brasília, para discutir a participação na campanha do segundo turno.

O PL elegeu 121 deputados federais e 19 senadores nas eleições de domingo (4). A estratégia é envolver esses parlamentares, além de governadores e lideranças regionais, nas agendas das próximas semanas.

São Paulo e Minas Gerais estão entre os estados considerados prioritários. Em São Paulo, a campanha aposta na participação de Tarcísio. Em Minas, conta com o governador eleito Cleitinho Azevedo (Republicanos), além de lideranças como o deputado federal Nikolas Ferreira (PL).

O Nordeste também está entre os focos da estratégia. Lula venceu nos nove estados da região no primeiro turno, e a campanha de Flávio pretende reduzir a vantagem do petista nesses locais, sem necessariamente estabelecer como objetivo superar o presidente na região.

Além das articulações partidárias, os dois candidatos disputam os mais de 9,3 milhões de votos dados aos concorrentes que ficaram fora do segundo turno. Outro grupo considerado relevante é formado pelos mais de 33 milhões de eleitores que não compareceram às urnas no domingo.

Flávio terminou o primeiro turno com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. A diferença entre os dois foi de cerca de 2,2 milhões de votos.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado em 25 de outubro.

Fonte: O Globo
Foto: Luísa Marzullo

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou o segundo turno com uma estratégia de ampliar a rejeição a Flávio Bolsonaro (PL), associando o plano de redução de gastos defendido pelo adversário ao risco de cortes em políticas sociais. Uma das primeiras peças dessa nova fase foi divulgada nesta terça-feira (6) e […]

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou o segundo turno com uma estratégia de ampliar a rejeição a Flávio Bolsonaro (PL), associando o plano de redução de gastos defendido pelo adversário ao risco de cortes em políticas sociais.

Uma das primeiras peças dessa nova fase foi divulgada nesta terça-feira (6) e recupera reduções de recursos ocorridas durante o governo de Jair Bolsonaro em áreas como Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida, Mais Médicos, combate ao câncer, cisternas, merenda escolar e prevenção de desastres.

O material utiliza a expressão “tesouraço”, adotada pela própria campanha de Flávio para definir parte de sua proposta de ajuste das contas públicas, e procura relacionar o candidato ao legado administrativo do pai.

A ofensiva faz parte de uma mudança de estratégia discutida pelos aliados de Lula após o primeiro turno. Durante a primeira etapa da campanha, o presidente concentrou parte de sua comunicação na divulgação de ações e resultados do governo. Para o segundo turno, integrantes da campanha defendem comparações mais diretas entre os projetos dos dois candidatos.

O movimento também busca atuar sobre a rejeição eleitoral. No último Datafolha divulgado antes do primeiro turno, Lula e Flávio apareciam com 45% de rejeição, percentual de entrevistados que declaravam não votar de jeito nenhum em cada candidato.

Nas urnas, Flávio terminou o primeiro turno na liderança, com 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula recebeu 45,16%. A diferença entre os dois foi de aproximadamente 2,2 milhões de votos.

Após a votação de domingo (4), Lula afirmou que o segundo turno representaria uma nova etapa da campanha. Na segunda-feira (5), reuniu aliados para discutir estratégias, incluindo ações para reduzir a abstenção e ampliar sua votação em regiões consideradas importantes para a disputa.

A afirmação de que o “tesouraço” atingirá programas sociais, entretanto, é uma interpretação da campanha de Lula sobre as propostas do adversário. O programa de governo apresentado por Flávio Bolsonaro prevê redução de despesas, corte de pelo menos dez ministérios, reforma administrativa e revisão de gastos, mas afirma que os programas sociais existentes serão mantidos.

O documento de Flávio também propõe revisão da gestão dos benefícios e combate a fraudes. A equipe econômica ligada ao candidato já declarou que o ajuste pretendido deverá se concentrar em despesas consideradas não prioritárias, cargos, estruturas administrativas e outros gastos públicos.

A disputa sobre os efeitos do ajuste fiscal deverá permanecer entre os principais temas econômicos e sociais do segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Fonte: O Globo
Foto: Ricardo Stuckert

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

Marília Arraes diz que campanha de Lula buscará apoio de Raquel Lyra no 2º turno

A senadora eleita Marília Arraes (PDT) afirmou que a campanha de Lula pretende buscar o apoio de Raquel Lyra (PSD) no segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), embora a governadora tenha sinalizado que manterá neutralidade na disputa. Segundo Marília, o nome de Raquel foi citado na reunião realizada por Lula com aliados em Brasília, na […]

A senadora eleita Marília Arraes (PDT) afirmou que a campanha de Lula pretende buscar o apoio de Raquel Lyra (PSD) no segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), embora a governadora tenha sinalizado que manterá neutralidade na disputa.

Segundo Marília, o nome de Raquel foi citado na reunião realizada por Lula com aliados em Brasília, na segunda-feira (5), quando o grupo avaliou o resultado do primeiro turno e discutiu os próximos movimentos da campanha.

A pedetista afirmou que a estratégia inclui a aproximação com lideranças que não tenham posição bolsonarista consolidada e a ampliação do diálogo com setores que possam apoiar o presidente nesta nova etapa da eleição.

Raquel Lyra foi reeleita governadora de Pernambuco no primeiro turno, com 53,27% dos votos válidos, contra 44,82% de João Campos (PSB), que teve o apoio de Lula durante a campanha estadual.

Apesar da disputa local, Marília defendeu que as diferenças eleitorais sejam deixadas de lado na relação institucional. A senadora eleita disse que telefonou para Raquel após o resultado das urnas para parabenizá-la e se colocar à disposição para atuar em Brasília em defesa dos interesses de Pernambuco.

“Quem não pode pagar a conta de nenhuma desavença política é o povo de Pernambuco”, afirmou.

Marília também defendeu que a bancada pernambucana no Senado dialogue com a governadora sobre o segundo turno presidencial.

Raquel, no entanto, indicou na segunda-feira que pretende manter a neutralidade adotada durante a campanha nacional. Ao comentar a disputa presidencial, afirmou que continuará colocando Pernambuco em primeiro lugar e destacou a relação institucional mantida com o governo Lula durante seu primeiro mandato.

A governadora agradeceu ao presidente e aos ministros pelos investimentos destinados ao Estado, mas não declarou apoio a nenhum dos candidatos do segundo turno.

Além da busca por novos apoios, Marília afirmou que a reunião com Lula tratou de mudanças na comunicação da campanha, da aproximação com eleitores ainda não alinhados aos dois campos e de estratégias para alcançar públicos fora das chamadas bolhas das redes sociais, especialmente os jovens.

A senadora eleita também propôs a criação de um grupo permanente envolvendo a bancada federal de Pernambuco e o Governo do Estado. A ideia, segundo ela, é manter uma articulação sobre emendas, recursos federais e projetos estruturantes para Pernambuco.

Marília afirmou que pretende iniciar essa articulação ainda nesta semana, procurando deputados federais, senadores e a própria governadora.

O segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro está marcado para 25 de outubro.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

Dr. Pedro Alves agradece votação de candidatos apoiados por seu grupo em Iguaracy

O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves (PSDB), utilizou as redes sociais para agradecer aos eleitores após o primeiro turno das Eleições 2026 e destacar o desempenho no município dos candidatos apoiados por seu grupo político. Na publicação, o gestor agradeceu a confiança recebida nas urnas e divulgou uma arte reunindo os resultados das candidaturas […]

O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves (PSDB), utilizou as redes sociais para agradecer aos eleitores após o primeiro turno das Eleições 2026 e destacar o desempenho no município dos candidatos apoiados por seu grupo político.

Na publicação, o gestor agradeceu a confiança recebida nas urnas e divulgou uma arte reunindo os resultados das candidaturas que apoiou nas disputas para deputado federal, deputado estadual, Senado, Governo de Pernambuco e Presidência da República.

“Muito obrigado, meu povo, pela confiança, pelo apoio e por cada voto. Minha gratidão a todos vocês! Seguimos juntos e firmes. Deus abençoe cada um!”, escreveu Dr. Pedro.

Entre os nomes apresentados pelo prefeito, Lula (PT), Raquel Lyra (PSD), Humberto Costa (PT), Renildo Calheiros (PCdoB) e Luciano Duque (Podemos) terminaram como os candidatos mais votados em Iguaracy para seus respectivos cargos.

Confira a votação:

Lula — Presidência da República — 5.541 votos

Humberto Costa — Senado — 3.854 votos

Raquel Lyra — Governo de Pernambuco — 3.632 votos

Eduardo da Fonte — Senado — 2.047 votos

Renildo Calheiros — deputado federal — 1.998 votos

Luciano Duque — deputado estadual — 1.836 votos

Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr⁠

Raquel Lyra (PSD) voltou a sinalizar neutralidade na disputa presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).  Reeleita governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD) voltou a sinalizar que não pretende se alinhar publicamente a Lula (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno presidencial. Em declaração sobre a relação com o Governo Federal, ela agradeceu […]

Raquel Lyra (PSD) voltou a sinalizar neutralidade na disputa presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). 

Reeleita governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD) voltou a sinalizar que não pretende se alinhar publicamente a Lula (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno presidencial. Em declaração sobre a relação com o Governo Federal, ela agradeceu ao presidente Lula pelas parcerias construídas durante o primeiro mandato, mas reafirmou que sua prioridade política e administrativa continuará sendo Pernambuco.

A posição segue a adotada por Raquel desde o primeiro turno. Questionada após a eleição sobre a disputa presidencial, a governadora evitou escolher entre os dois candidatos e afirmou que manteria a postura de colocar os interesses do Estado acima da disputa nacional.

“Vou sempre colocar Pernambuco em primeiro lugar. Eu disse isso durante a nossa campanha de 22, durante a campanha de agora, mas eu sou grata ao presidente Lula e é importante falar sobre isso”, declarou.

Raquel destacou que procurou Lula ainda no início de seu primeiro mandato e afirmou que o presidente e os ministérios abriram espaço para a construção de parcerias entre os governos estadual e federal.

“Desde a primeira semana do nosso mandato, fui a ele, ele abriu as portas do Governo Federal e dos seus ministérios, e a partir daí a gente conseguiu entregar muita coisa”, afirmou.

Ao citar os resultados dessa relação administrativa, a governadora mencionou mais de 34 mil unidades habitacionais por meio do Morar Bem e do Minha Casa, Minha Vida, o Canal do Fragoso, intervenções na BR-104 e a segunda etapa da Adutora do Agreste.

Raquel também afirmou que pretende retornar a Brasília em breve para apresentar projetos e buscar a continuidade das parcerias com o Governo Federal.

“Estarei já muito em breve em Brasília, com meus projetos debaixo do braço, cobrando e buscando as parcerias e as entregas que a gente tem de compromisso com o Governo Federal”, disse.

A fala reforça a separação que Raquel tem feito entre a relação institucional com o governo Lula e seu posicionamento na disputa presidencial. Até o momento, a governadora não anunciou apoio eleitoral a nenhum dos candidatos que seguem no segundo turno.

Lula e Flávio Bolsonaro disputam a Presidência no dia 25 de outubro.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com a declaração da governadora.

Imagem: Frame/Reprodução/Instagram

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr⁠

Luciano Torres agradece votação de candidatos apoiados por ele em Ingazeira

O prefeito de Ingazeira, Luciano Torres (PSB), utilizou as redes sociais para agradecer aos eleitores e destacar o desempenho no município dos candidatos que receberam seu apoio nas Eleições 2026. Na publicação, o prefeito afirmou que seu grupo conseguiu resultados favoráveis nas diferentes disputas e agradeceu pela votação registrada no município. “Meu coração é só […]

O prefeito de Ingazeira, Luciano Torres (PSB), utilizou as redes sociais para agradecer aos eleitores e destacar o desempenho no município dos candidatos que receberam seu apoio nas Eleições 2026.

Na publicação, o prefeito afirmou que seu grupo conseguiu resultados favoráveis nas diferentes disputas e agradeceu pela votação registrada no município.

“Meu coração é só gratidão! Ingazeira mais uma vez mostrou a força do nosso time. Saímos majoritários no nosso município, com muito trabalho, parceria e, acima de tudo, com a confiança do nosso povo”, escreveu.

Luciano apresentou os números alcançados pelos candidatos apoiados por ele:

Lucas Ramos — deputado federal — 1.166 votos

Diogo Moraes — deputado estadual — 1.707 votos

Marília Arraes — Senado — 1.998 votos

Humberto Costa — Senado — 1.996 votos

João Campos — Governo de Pernambuco — 1.921 votos

Lula — Presidência da República — 2.829 votos

Foto: Reprodução/ Instagram

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr⁠

 

Dois dias após o primeiro turno das eleições, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, terá nesta terça-feira (6), em Brasília, reuniões separadas com representantes das campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O primeiro encontro está marcado para as 13h, com o senador Rogério Marinho […]

Dois dias após o primeiro turno das eleições, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, terá nesta terça-feira (6), em Brasília, reuniões separadas com representantes das campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O primeiro encontro está marcado para as 13h, com o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro e líder da oposição no Senado. A audiência foi solicitada pelo parlamentar ainda durante o primeiro turno.

Segundo Marinho, um dos assuntos que pretende levar ao presidente do STF é a atuação do Judiciário durante o processo eleitoral. O senador tem feito críticas a decisões envolvendo o Supremo e a Justiça Eleitoral e afirmou que apresentará suas preocupações diretamente a Fachin.

Ao solicitar a reunião, Marinho também indicou a intenção de manter um canal de interlocução institucional entre a campanha de Flávio Bolsonaro e o Supremo, apesar das críticas feitas pelo grupo político do candidato a decisões de integrantes da Corte.

Às 14h, Fachin recebe a senadora Teresa Leitão (PT-PE), líder do governo Lula no Senado. A reunião também ocorrerá no gabinete da Presidência do Supremo.

As audiências acontecem no início da nova etapa da disputa presidencial. Flávio Bolsonaro e Lula avançaram para o segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Os encontros também ocorrem em um momento de atenção sobre a relação entre o Congresso Nacional e o Supremo após as eleições. A nova composição do Senado tomará posse em 2027 e terá, entre suas atribuições constitucionais, a análise de eventuais processos de responsabilização contra ministros do STF.

No domingo (4), após votar no primeiro turno, Fachin defendeu o respeito ao resultado das urnas e afirmou que eleições periódicas, seguras, transparentes e auditáveis fazem parte do funcionamento da democracia.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

Filho de Arthur Lira se torna deputado federal mais jovem já eleito no país

Alvinho Lira (PP-AL), de 20 anos, foi eleito deputado federal por Alagoas e se tornou o mais jovem já escolhido para a Câmara dos Deputados no país. Filho do ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), Alvinho recebeu 172.628 votos nas eleições de domingo (4) e foi o candidato a deputado federal mais votado de Alagoas. […]

Alvinho Lira (PP-AL), de 20 anos, foi eleito deputado federal por Alagoas e se tornou o mais jovem já escolhido para a Câmara dos Deputados no país.

Filho do ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), Alvinho recebeu 172.628 votos nas eleições de domingo (4) e foi o candidato a deputado federal mais votado de Alagoas.

Ele completará 21 anos em 17 de março de 2027, pouco mais de um mês depois da posse dos novos integrantes da Câmara, marcada para 1º de fevereiro.

A idade mínima constitucional para ocupar uma cadeira de deputado federal é de 21 anos. Até 2025, essa exigência precisava ser cumprida na data da posse.

A regra mudou com a Lei 15.230/2025. Para candidatos às Casas Legislativas, a legislação passou a permitir que a idade mínima seja alcançada dentro do prazo de até 90 dias contado da eleição da Mesa Diretora da respectiva Casa.

Com isso, Alvinho estará apto a assumir o mandato e supera o recorde que, até então, era atribuído ao atual presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), eleito pela primeira vez em 2010, aos 21 anos.

Pai e filho não atuarão juntos na Câmara na próxima legislatura. Arthur Lira foi eleito senador por Alagoas e deixará a Casa ao término do atual mandato.

Segundo os dados de prestação de contas citados pela Agência Brasil, a campanha de Alvinho arrecadou R$ 3.148.127, tendo como principal fonte de recursos a Direção Nacional do PP. Até o levantamento da reportagem, haviam sido declarados R$ 1.364.220,42 em despesas.

Alvinho também integra o grupo de 183 parlamentares que assumirão pela primeira vez um mandato de deputado federal em 2027. A renovação da Câmara ficou em 35,67%, o menor índice desde 2010.

Fonte: Agência Brasil
Foto: PP/Divulgação

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

PSB de João Campos elege as maiores bancadas na Câmara e na Alepe

Na oposição, o PSB foi o partido mais vitorioso na eleição de parlamentares em Pernambuco. Para a Câmara, tiveram êxito quatro candidatos, o maior número obtido isoladamente por uma sigla do estado neste pleito. O partido de João Campos também retomou o posto de maior legenda da Assembleia Legislativa (Alepe), já que passou de oito […]

Na oposição, o PSB foi o partido mais vitorioso na eleição de parlamentares em Pernambuco. Para a Câmara, tiveram êxito quatro candidatos, o maior número obtido isoladamente por uma sigla do estado neste pleito. O partido de João Campos também retomou o posto de maior legenda da Assembleia Legislativa (Alepe), já que passou de oito para nove deputados estaduais, quantitativo igual ao dos eleitos pelo PSD da governadora Raquel Lyra, mas superior em total de votos.

Pedro Campos (PSB) foi o deputado federal mais votado de Pernambuco e do campo progressista no Nordeste, com 261,5 mil votos. A lista do PSB se completa com Felipe Carreras (148,9 mil), Gabriel Porto (114,8 mil) e Eliane Soares (102,3 mil), a primeira mulher eleita pelo PSB para esse posto desde a passagem de Creuza Pereira pela Câmara, encerrada em 2018.

Para a Alepe, foram eleitos Francismar Pontes (81,5 mil votos), Rodrigo Farias (79,5 mil), Eriberto Filho (78 mil), Maria Arraes (75,8 mil), Batista Cabral (73,9 mil), Bruno Marques (67,3 mil), Romerinho Jatobá (61,4 mil), Cayo Albino (60,7 mil) e Sileno Guedes (60,5 mil). Desses nove deputados, quatro aparecem na lista dos dez mais votados, o que reforça a força do PSB em meio ao eleitorado em contraponto ao partido governista, que não teve nenhum eleito entre os dez mais votados do estado.

Zema e Caiado se alinham a Flávio no segundo turno; Cury e Renan evitam apoio

Foto: Reprodução

Os candidatos derrotados no primeiro turno da eleição presidencial começaram a definir seus posicionamentos para a disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Romeu Zema (Novo) declarou apoio ao candidato do PL, enquanto a equipe de Ronaldo Caiado (PSD) informou que o ex-governador de Goiás também apoiará Flávio. Augusto Cury […]

Foto: Reprodução

Os candidatos derrotados no primeiro turno da eleição presidencial começaram a definir seus posicionamentos para a disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Romeu Zema (Novo) declarou apoio ao candidato do PL, enquanto a equipe de Ronaldo Caiado (PSD) informou que o ex-governador de Goiás também apoiará Flávio. Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão), por outro lado, disseram que não pretendem apoiar nenhum dos dois concorrentes.

Terceiro colocado no primeiro turno, Augusto Cury recebeu 3,44 milhões de votos, equivalentes a 2,89% dos válidos. Após a apuração, afirmou que pretende manter “silêncio” sobre a disputa presidencial e disse que ninguém está autorizado a anunciar apoio em seu nome ou no de integrantes de sua campanha.

“Eu me silencio completamente em relação àqueles que estarão no segundo turno”, afirmou Cury. O candidato do Avante também disse que, neste momento, pretende deixar a atividade político-partidária.

Renan Santos, que terminou em quarto lugar com aproximadamente 2,67 milhões de votos, ou 2,24%, também descartou apoiar Lula ou Flávio. Em entrevista ao SBT News, afirmou que não havia sido procurado pelo PT nem por representantes do chamado Centrão e disse que pretende concentrar suas atividades na estruturação do partido Missão e em outros projetos.

Renan afirmou ainda que seus eleitores têm liberdade para decidir o voto no segundo turno. Apesar de reconhecer a presença do bolsonarismo na direita brasileira, disse que não fará campanha por Flávio.

Ronaldo Caiado, quinto colocado com cerca de 2,60 milhões de votos, equivalentes a 2,18%, inicialmente afirmou que só tomaria uma decisão depois de conversar com o presidente do PSD, Gilberto Kassab.

O partido decidiu não adotar uma posição nacional única e liberou diretórios, parlamentares e lideranças para escolherem individualmente seus apoios. Nesta segunda-feira (5), a assessoria de Caiado informou que ele apoiará Flávio Bolsonaro e que o anúncio será formalizado em um encontro nesta terça-feira (6), em Goiânia, com a presença do candidato do PL.

Romeu Zema, sexto colocado no primeiro turno, foi o primeiro entre os quatro a declarar publicamente apoio a Flávio. O candidato do Novo recebeu pouco mais de 326 mil votos, ou 0,27% dos válidos.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Zema afirmou que votará em Flávio Bolsonaro e concentrou sua justificativa na oposição ao PT e ao governo Lula.

“Nós ainda temos uma grande batalha agora, dia 25, derrotar o Lula e o PT. Eu não vou me omitir, nem ficar em cima do muro neste momento tão importante. Voto contra o PT, voto no Flávio Bolsonaro”, declarou.

Os posicionamentos ganham espaço na reorganização das campanhas para o segundo turno. Juntos, Cury, Renan, Caiado e Zema receberam mais de 8 milhões de votos no primeiro turno.

Flávio Bolsonaro terminou a primeira etapa da eleição com 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula obteve 45,16%. Os dois voltam a se enfrentar nas urnas em 25 de outubro.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução

Deputado federal mais que dobrou a votação no município em quatro anos e terminou a eleição como segundo mais votado para a Câmara O deputado federal Carlos Veras ampliou sua votação em Afogados da Ingazeira nas eleições de 2026. O parlamentar alcançou 3.306 votos no município, contra 1.319 registrados em 2022. Foram 1.987 votos a […]

Deputado federal mais que dobrou a votação no município em quatro anos e terminou a eleição como segundo mais votado para a Câmara

O deputado federal Carlos Veras ampliou sua votação em Afogados da Ingazeira nas eleições de 2026. O parlamentar alcançou 3.306 votos no município, contra 1.319 registrados em 2022. Foram 1.987 votos a mais, o que representa um crescimento de aproximadamente 151% e mais que o dobro da votação anterior.

O resultado ocorreu em um cenário de ampliação da base política de Carlos Veras no município, que passou a contar com o apoio e a coordenação do grupo liderado pelo vice-prefeito Daniel Valadares, além da participação de diferentes lideranças políticas locais.

Em 2022, a principal base de apoio de Carlos Veras em Afogados da Ingazeira estava ligada ao movimento sindical e ao Partido dos Trabalhadores. Quatro anos depois, novas alianças e a articulação com diferentes grupos políticos contribuíram para a ampliação da votação do deputado.

Para Daniel Valadares, o resultado representa o reconhecimento da população ao trabalho desenvolvido pelo parlamentar e à parceria construída no município.

“Carlos Veras é um parceiro de Afogados da Ingazeira. Essa votação mostra que o povo reconhece o trabalho, os investimentos e as ações que ele ajudou a trazer para o nosso município. Saímos de 1.319 votos para 3.306, um crescimento muito significativo, que demonstra a força dessa parceria e da união das nossas lideranças.”

Daniel também destacou a participação das lideranças e dos eleitores na construção do resultado.

“Agradeço a cada liderança, amigo e eleitor que acreditou, caminhou conosco e ajudou a construir essa grande vitória dos nossos candidatos. Essa vitória é de todos nós. Seguiremos juntos, trabalhando por Afogados, pelo Pajeú e por Pernambuco.”

Com os 3.306 votos, Carlos Veras terminou como o segundo deputado federal mais votado em Afogados da Ingazeira, à frente de Danilo Simões, candidato natural do município e líder da oposição, que obteve 2.796 votos.

O grupo político de Daniel Valadares também participou da articulação que resultou na votação da deputada estadual Maria Arraes, que alcançou 5.910 votos em Afogados da Ingazeira.

Candidatos apoiados por Dr. Ismael lideram votação em Santa Cruz da Baixa Verde

Os candidatos apoiados pelo prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde, Dr. Ismael (Republicanos), ficaram na primeira colocação no município nas disputas para Presidência da República, Governo de Pernambuco, Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa. Os resultados foram confirmados com 100% das urnas apuradas. Para deputado federal, Silvio Costa Filho (Republicanos) foi o mais […]

Os candidatos apoiados pelo prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde, Dr. Ismael (Republicanos), ficaram na primeira colocação no município nas disputas para Presidência da República, Governo de Pernambuco, Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa. Os resultados foram confirmados com 100% das urnas apuradas.

Para deputado federal, Silvio Costa Filho (Republicanos) foi o mais votado no município, com 3.167 votos, equivalentes a 42,97% dos válidos para o cargo. Na disputa estadual, Luciano Duque (Podemos) liderou com 3.430 votos, ou 46,76%.

No Senado, os dois candidatos que, segundo a assessoria do prefeito, receberam seu apoio ocuparam as primeiras posições em Santa Cruz da Baixa Verde. Humberto Costa (PT) teve 4.486 votos, correspondentes a 35,08%, enquanto Túlio Gadêlha (PSD) recebeu 3.325 votos, ou 26%. Humberto foi reeleito senador; Túlio não conquistou uma das duas vagas em disputa no Estado.

Na eleição para o Governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD) obteve 4.643 votos no município, ou 65,80% dos válidos. João Campos (PSB) ficou em segundo, com 2.358 votos e 33,42%.

Já na disputa presidencial, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu 5.922 votos em Santa Cruz da Baixa Verde, correspondentes a 76,63% dos válidos. Flávio Bolsonaro (PL) ficou na segunda colocação no município, com 1.341 votos, ou 17,35%.

Após a divulgação dos resultados, Dr. Ismael agradeceu aos eleitores e relacionou a votação dos candidatos às parcerias políticas mantidas por sua gestão.

“Eu quero simplesmente agradecer. Agradecer ao povo de Santa Cruz da Baixa Verde pelo reconhecimento e pela confiança depositada nesses nomes que têm contribuído para que o nosso município continue trilhando o caminho do progresso, do desenvolvimento e de novas oportunidades. Muito obrigado a cada um de vocês”, afirmou.

Dr. Ismael foi eleito prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde em 2024 e exerce o mandato iniciado em janeiro de 2025.

Foto: Divulgação

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr