Em um giro por municípios do Agreste neste domingo (24), Armando Monteiro (PTB) e João Paulo (PT), candidatos a governador e a senador da Coligação Pernambuco Vai Mais Longe, somaram uma série de apoios de prefeitos, vereadores e lideranças filiadas ao PSB e ligadas à Frente Popular nas cidades de Terezinha, Brejão, Jucati, Calçados, Correntes […]
Em um giro por municípios do Agreste neste domingo (24), Armando Monteiro (PTB) e João Paulo (PT), candidatos a governador e a senador da Coligação Pernambuco Vai Mais Longe, somaram uma série de apoios de prefeitos, vereadores e lideranças filiadas ao PSB e ligadas à Frente Popular nas cidades de Terezinha, Brejão, Jucati, Calçados, Correntes e Lagoa do Ouro.
No sábado (23), houve a adesão do ex-prefeito de Vitória de Santo Antão José Aglaílson, um socialista histórico. No domingo, o prefeito Marquidoves Vieira, decidiu abrir uma dissidência no PSB estadual para apoiar Armando, João Paulo e Dilma. O socialista levou todo o seu grupo, que é formado por sete vereadores, para o palanque de Armando.
Na noite do domingo (24) no Centro de Lagoa do Ouro, o prefeito Marquidoves salientou que a sua decisão foi baseada com base na vontade do povo. “O que nós queremos são obras e o bem-estar da população. Já fui diversas vezes ao Recife para pedir obras que perdi as contas”, lamentou o socialista.
Em Jucati, todo o grupo do PSB, liderado pelo presidente municipal da legenda, Moisés Cordeiro, que disputou a prefeitura em 2012, fechou com Armando e João. Além de Moisés, esse grupo é formado também pelos vereadores Pedro Vilela (PSB), Ernan do Leite (PSB) e Branco (PT), além do ex-vice-prefeito Eliazar Cordeiro, que deixou as hostes socialistas e filiou-se ao PTB.
“A gente viu todo mundo ser eleito junto em 2010 e, quatro anos depois, quando pensamos que Armando seria o escolhido pela Frente Popular para continuar o projeto, apareceu outro candidato, que a gente nem sabe quem é. Armando é um amigo, conhece todo o Estado e tem ciência dos problemas do povo”, afirmou Moisés.
Em Calçado, mais uma liderança política decidiu apoiar o palanque de Armando Monteiro e João Paulo. Trata-se do prefeito Zé Elias, que é filiado ao PP, partido que integra a coligação adversária. Além do progressista, seis dos nove vereadores do PSB, PP e PR fecharam com Armando, João Paulo e Dilma. “Armando é a melhor opção para Pernambuco. Ele é o mais preparado”, justificou o prefeito Zé Elias.
No município de Correntes, o ex-prefeito Nivaldo Júnior (PR) também está deixando a Frente Popular para aderir o palanque do PTB. “O povo veio aqui para abraçar essa chapa. Hoje começa a verdadeira mudança de Correntes”, disse.
Para Armando Monteiro, os apoios recebidos neste domingo são demonstrações de confiança no projeto que representa e um reconhecimento de sua identidade com a região. “Identidade que não se constrói no período de campanha, mas que é a marca de uma trajetória. Me sinto feliz por estar merecendo esses apoios e com a certeza de que vamos estar todos juntos trabalhar por Pernambuco”, explicou o petebista.












A candidata do PSOL à Presidência da República, Luciana Genro, defendeu neste sábado (23) a revisão da Lei da Anistia para que os torturadores do regime militar possam ser punidos judicialmente. “No meu governo, as Forças Armadas terão de pedir desculpas ao povo brasileiro pelo que fizeram durante a ditadura”, declarou.












O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), não vai participou do primeiro debate entre os candidatos ao Palácio dos Bandeirantes, promovido na noite deste sábado (23) pela Band. Ele está internado desde a sexta-feira (22) com diagnóstico de infecção bacteriana aguda e ainda não recebeu alta.


O candidato a governador Zé Gomes (PSOL) promoveu, nesta sexta-feira (2), uma panfletagem na Avenida Conde de Boa Vista junto com a candidata do partido ao Senado, Albanise Pires. Durante a atividade, Zé Gomes conversou com eleitores e manifestou seu apoio à paralisação deflagrada por motoristas e cobradores de ônibus da Região Metropolitana do Recife. A greve foi provocada por decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que suspendeu, em decisão liminar, o aumento de 10% no salário dos rodoviários.

























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