O prefeito da cidade de Palmares, João Bezerra (PSB), foi vaiado durante o discurso que fez no fim da caminhada da Frente Popular do Estado. O grupo realizou um ato político no município na última sexta-feira (22). Ao lado do candidato ao Governo, Paulo Câmara (PSB), o gestor disse que respeitaria as criticas, mas pediu votos para o apadrinhado de Eduardo Campos.
As vaias partiram também pelo grupo do empresário Beto Bartolomeu (PDT), antecessor de João Bezerra na prefeitura local. Pessoas ligadas ao prefeito tentaram abafar as críticas aplaudindo o gestor, mas não tiveram sucesso.
Em contato com a produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, o ex-prefeito de Tabira Dinca Brandino assegurou que não trabalha com outra possibilidade que não seja a de voltar a ser prefeito de Tabira. “Todas as certidões da justiça eleitoral me dão condições de disputar a eleição. Sou candidatíssimo a sucessão municipal”, disse. […]
Em contato com a produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, o ex-prefeito de Tabira Dinca Brandino assegurou que não trabalha com outra possibilidade que não seja a de voltar a ser prefeito de Tabira.
“Todas as certidões da justiça eleitoral me dão condições de disputar a eleição. Sou candidatíssimo a sucessão municipal”, disse.
Ele se manifestou após ouvir na Rádio Cidade durante entrevista com a Presidente da Câmara Nely Sampaio que o médico Gílson Brito poderia ser uma alternativa do seu grupo na disputa pela Prefeitura.
Dinca revelou até defender uma pesquisa no grupo envolvendo os nomes de sua esposa Nicinha Brandino, do médico Gilson Brito, o empresário conhecido como Zé da Sulanca, do ex-vereador Sebastião Ribeiro e ex-vice-prefeito Joel Mariano, mas estes entendem que o ex-prefeito seria o nome mais forte.
Brandino admitiu que havendo impedimento ao seu nome, o que acha praticamente impossível, a pesquisa será feita para escolha do nome do grupo. A informação é de Anchieta Santos.
Por unanimidade, o colegiado seguiu a relatora, ministra Cármen Lúcia. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu, nesta terça-feira (4), denúncia contra o senador Sérgio Moro (UB/PR) pelo crime de calúnia contra o ministro Gilmar Mendes. Para o colegiado, a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) tem elementos suficientes para a abertura de […]
Por unanimidade, o colegiado seguiu a relatora, ministra Cármen Lúcia.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu, nesta terça-feira (4), denúncia contra o senador Sérgio Moro (UB/PR) pelo crime de calúnia contra o ministro Gilmar Mendes. Para o colegiado, a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) tem elementos suficientes para a abertura de ação penal.
Na Petição (PET) 11199, o MPF relata que, em um vídeo que veio a público em 14 de abril de 2023, o senador teria atribuído falsamente ao ministro a prática do crime de corrupção passiva, relacionado à concessão de habeas corpus.
Ao votar pelo recebimento da denúncia, a ministra Cármen Lúcia afirmou que, de acordo com os autos, a declaração foi dada na presença de várias pessoas, de forma livre e consciente e com conhecimento de que estava sendo gravada. Para a ministra, a alegação da defesa de que a fala teria sido proferida em contexto de brincadeira não autoriza a ofensa à honra de magistrado “e, por razões óbvias, não pode servir de justificativa para a prática do crime de calúnia”.
O colegiado afastou o pedido da defesa de absolvição sumária de Moro mediante retratação. Para a ministra Cármen Lúcia, o pedido não pode ser acolhido porque o crime imputado a Moro é de ação penal pública condicionada, ou seja, o Ministério Público propõe a denúncia após autorização do ofendido, e a retratação para fins de isenção de pena só é cabível para os crimes de calúnia e difamação quando o próprio ofendido é o autor da ação (ação penal privada), o que não é o caso.
O Presidente da Câmara de Iguaracy, Manoel Olímpio, apelou para o Deputado Federal Gonzaga Patriota e também aos Senadores da República, Jarbas Vasconcelos e Humberto Costa para que juntos possam trazer para o município uma agência bancária, já que a Agência do Sicoob foi fechada. Alem disso, o contrato dos Correios com o Banco do […]
O Presidente da Câmara de Iguaracy, Manoel Olímpio, apelou para o Deputado Federal Gonzaga Patriota e também aos Senadores da República, Jarbas Vasconcelos e Humberto Costa para que juntos possam trazer para o município uma agência bancária, já que a Agência do Sicoob foi fechada.
Alem disso, o contrato dos Correios com o Banco do Brasil foi encerrado, impossibilitando que o mesmo possa efetuar os serviços bancários que outrora realizava.
“O nosso município se encontra, no momento, sem nenhuma agência bancária. A agência dos Correios, que prestava os serviços bancários conveniada junto ao Banco do Brasil, teve o contrato cancelado. Solicitei a intervenção para viabilizar uma imediata instalação de uma agência bancária no município de Iguaracy-PE, para poder atender a todos os moradores e cidades circunvizinhas. Também o apoio necessário para reativar os serviços bancários na agência dos correios do nosso município”.
Manoel foi um dos precursores da vinda do Banco Sicoob a Iguaracy. O vereador se mostrou esperançoso em conseguir trazer novamente uma agência bancária para o município. “Conseguimos uma vez e, com fé, conseguiremos de novo”, disse.
Testagem dos servidores: o Presidente da Câmara enviou ofício aos vereadores e funcionários, comunicando que estará fazendo o teste rápido para Covid-19 na próxima terça-feira(28), às 9 horas da manhã. O teste verificará a possibilidade de retorno ao trabalho com segurança e responsabilidade, tendo em vista que todas as atividades da Câmara voltarão à normalidade no próximo dia 4 de agosto.
A saúde perdeu espaço nas emendas parlamentares, recursos carimbados por deputados e senadores no Orçamento federal, apesar da pandemia de covid-19. De todas as emendas aprovadas em 2021, 37% vão para a saúde, patamar praticamente igual ao registrado no ano passado (36%), quando o Orçamento foi elaborado antes da crise do novo coronavírus. A reportagem […]
A saúde perdeu espaço nas emendas parlamentares, recursos carimbados por deputados e senadores no Orçamento federal, apesar da pandemia de covid-19. De todas as emendas aprovadas em 2021, 37% vão para a saúde, patamar praticamente igual ao registrado no ano passado (36%), quando o Orçamento foi elaborado antes da crise do novo coronavírus. A reportagem é de Daniel Weterman, Amanda Pupo e André Shalders/Estadão.
Nos investimentos diretos, o setor ficou com apenas 14% das emendas, enquanto as obras do Ministério do Desenvolvimento Regional abocanharam 40%.
Os números mostram a estratégia dos parlamentares para controlar uma fatia maior do Orçamento federal e destinar recursos para obras e projetos de interesse eleitoral em seus redutos nos Estados e municípios.
O valor destinado às emendas parlamentares até aumentou em relação a anos anteriores, mas não recebeu o mesmo esforço destinado ao aumento de verbas para outras áreas. A pandemia de covid-19 avança no País com índices mais altos de casos e mortes do que em 2020.
Neste ano, parlamentares carimbaram um total de R$ 47,4 bilhões em emendas, além dos recursos colocados no guarda-chuva do Executivo. O presidente Jair Bolsonaro avalia vetar parte dessas verbas, mas é pressionado pela cúpula do Congresso a sancionar integralmente o que foi aprovado na Câmara e no Senado.
O valor foi reservado especificamente para indicações de deputados e senadores, conforme o destino escolhido pelos congressistas. O repasse é negociado pelo governo ao longo do ano em troca de apoio no Congresso.
O pagamento é obrigatório, o que pressiona o Executivo em um cenário de crise fiscal, mas o momento da liberação depende de decisão dos ministérios, o que coloca essas verbas no centro de uma negociação política por votos no Legislativo.
De todo o volume de emendas aprovadas para 2021, R$ 17,5 bilhões vão para a saúde. São recursos para reformas de hospitais, manutenção de postos de saúde e compra de equipamentos para Unidades de Terapia Intensiva (UTI), por exemplo.
O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), comandando por Rogério Marinho e vitrine eleitoral de Bolsonaro, recebeu R$ 14,5 bilhões e poderá usar o dinheiro em obras de infraestrutura, saneamento e projetos de irrigação, entre outros. O total da verba de emendas destinada para investimentos diretos nessas áreas, ou seja, desconsiderando os recursos para custeio, teve um tratamento inverso: o MDR recebeu R$ 13,3 bilhões e a saúde ficou com R$ 2,3 bilhões.
‘Obra é saúde’, argumentam parlamentares
Desde o ano passado, o Congresso garante uma reserva específica para emendas indicadas pelo relator do Orçamento, sem nenhum critério estabelecido de prioridades. A escolha atende a interesses dos parlamentares. Neste ano, são R$ 29 bilhões em recursos indicados diretamente pelo relator, o senador Marcio Bittar (MDB-AC), a maior parte para obras. Além disso, há emendas indicadas pelas bancadas estaduais e pelas comissões, também sem critério de distribuição.
Durante a discussão do Orçamento, congressistas admitiram a articulação para turbinar os recursos de obras em plena pandemia. Reservadamente, líderes ouvidos pelo Estadão/Broadcast argumentavam que “obra é saúde” pois gera emprego e permite às pessoas terem renda no contexto de crise provocado pela covid-19.
No início do ano, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciou que o Congresso criaria uma reserva específica para o combate à pandemia no Orçamento. Isso realmente foi feito, mas apenas R$ 1,1 bilhão em emendas foi colocado para essa destinação. Por outro lado, uma ação do Desenvolvimento Regional para tocar obras pelo País recebeu R$ 5,8 bilhões das indicações.
A destinação provocou críticas de quem ficou à margem das negociações. “Não faz o menor sentido porque é uma distribuição política, sem critérios técnicos. Tem de investir em desenvolvimento regional, é importante, mas é preciso fazer um orçamento realista”, afirmou o líder do Cidadania no Senado, Alessandro Vieira (SE).
O senador do Cidadania faz parte de um grupo de parlamentares que questionou o Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as manobras e pressiona o governo para vetar parte das emendas e evitar um furo no teto de gastos. O argumento é que, se Bolsonaro sancionar o projeto como saiu do Congresso, ele comete crime de responsabilidade e dá base jurídica para um processo de impeachment.
Nos bastidores, o argumento é de que o recurso para pandemia deve ser aberto por crédito extraordinário, fora do teto de gastos e da programação inicial do Orçamento. Esse mecanismo, porém, aumenta o endividamento da União e tem impacto no resultado primário, a conta que o governo tem que fechar no fim do ano entre despesa e arrecadação. Bittar foi procurado, mas não quis comentar.
Um dia depois da operação militar na Venezuela que resultou na captura de Nicolás Maduro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (4) ver com bons olhos a possibilidade de uma ação semelhante na Colômbia. A declaração foi dada durante conversa com jornalistas. Trump fez críticas diretas ao presidente colombiano, Gustavo Petro, […]
Um dia depois da operação militar na Venezuela que resultou na captura de Nicolás Maduro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (4) ver com bons olhos a possibilidade de uma ação semelhante na Colômbia. A declaração foi dada durante conversa com jornalistas.
Trump fez críticas diretas ao presidente colombiano, Gustavo Petro, a quem acusou de tolerar a produção e o envio de cocaína para os Estados Unidos. Segundo o republicano, o país vizinho estaria “em más condições” sob a atual liderança. Ao ser questionado sobre uma eventual ofensiva militar, respondeu que uma “operação na Colômbia” seria uma alternativa a considerar.
As declarações repercutiram imediatamente em Bogotá. Em nota, o governo colombiano repudiou as falas e afirmou que elas violam princípios fundamentais da Carta das Nações Unidas, como a soberania dos Estados, a não intervenção e o respeito mútuo entre países. O comunicado também destacou que Gustavo Petro foi eleito de forma legítima e que tentativas de desqualificá-lo representam interferência indevida nos assuntos internos da Colômbia.
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