Prefeito solicita reforço do policiamento em Brejinho
Por Nill Júnior
O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, entregou um ofício nas mãos do comandante Asevêdo Silva, da 3a Companhia Militar da região.
O gestor requereu destacamento, sobretudo para Lagoinha e Vila de Fátima, devido aos atos ilícitos de furto e roubo. E o pedido de uma guarnição específica para a zona rural de Brejinho já foi deferido, contando com três policiais.
A solicitação ainda conta com o setor de inteligência da PM que já está trabalhando para tentar desvendar os crimes, assim como o Delegado Regional Ubiratan Rocha e o delegado da cidade Antônio Júnior.
G1 O secretário executivo de eventos de Tamandaré, Ailton Boafirma, de 46 anos, foi encontrado morto na casa do irmão dele, nessa cidade do Litoral Sul de Pernambuco, na manhã desta segunda-feira (10). Ailton levou um tiro na cabeça, de acordo com o secretário municipal de meio ambiente, Manoel Pedrosa. “Ele foi encontrado deitado no […]
O secretário executivo de eventos de Tamandaré, Ailton Boafirma, de 46 anos, foi encontrado morto na casa do irmão dele, nessa cidade do Litoral Sul de Pernambuco, na manhã desta segunda-feira (10). Ailton levou um tiro na cabeça, de acordo com o secretário municipal de meio ambiente, Manoel Pedrosa.
“Ele foi encontrado deitado no sofá. Ainda não temos muita informação. Era uma pessoa muito conhecida na cidade. Agora queremos saber o motivo e quem foram os responsáveis”, disse.
Ailton exercia o cargo desde 2009. Em nota de pesar, a prefeitura manifestou, “à família enlutada, o mais profundo sentimento de pesar e solidariedade à família e amigos do servidor” e afirmou que a morte de Ailton é “uma perda irreparável, deixando lições de profissionalismo e competência”.
Ainda no texto, disse que o servidor era “comprometido com zelo no auxílio à gestão, cuidando das pessoas, deixando muitas lições de amor, amizade e humildade”, além de declarar que se solidariza “com familiares, ratificando nosso voto de pesar e agradecimento à dedicação e trabalho prestado no município”.
O horário do velório e sepultamento de Ailton não foram divulgados pela prefeitura do município até a última atualização desta reportagem.
O G1 entrou em contato com a Polícia Civil para obter outras informações sobre essa ocorrência e não recebeu retorno até o horário em que esta matéria foi atualizada.
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, do PT, rebateu o grupo do Deputado Estadual Luciano Duque, afirmando que ele, e não ela, é que traiu os que integravam seu grupo político. A guerra de narrativas entre os dois nomes da política aparentemente vão dominar o debate eleitoral. E caberá à sociedade definir: afinal de […]
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, do PT, rebateu o grupo do Deputado Estadual Luciano Duque, afirmando que ele, e não ela, é que traiu os que integravam seu grupo político.
A guerra de narrativas entre os dois nomes da política aparentemente vão dominar o debate eleitoral. E caberá à sociedade definir: afinal de contas, quem traiu quem?
Ouça as impressões desse jornalista sobre o tema no Nill Júnior Podcast , analisando os fatos da política pernambucana, regional e do cotidiano. o episódio foi ao ar no Sertão Notícias, da Cultura FM.
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O Globo Pouco mais de um ano foi o tempo suficiente para Rosimaria Rodrigues de Santana Amorim deixar o programa Bolsa Família. Há quase uma década, ela deu “baixa” no cartão porque conseguiu emprego como auxiliar de serviços gerais. O marido, Wagner Amorim, também passou a trabalhar de ajudante de pedreiro com carteira assinada. A […]
Pouco mais de um ano foi o tempo suficiente para Rosimaria Rodrigues de Santana Amorim deixar o programa Bolsa Família. Há quase uma década, ela deu “baixa” no cartão porque conseguiu emprego como auxiliar de serviços gerais. O marido, Wagner Amorim, também passou a trabalhar de ajudante de pedreiro com carteira assinada. A renda do casal que mora em Planaltina de Goiás, mais conhecida como “Brasilinha” devido à proximidade de 60 km com a capital federal, permitiu financiar uma casa popular, comprar móveis modestos, ter eletrodomésticos e fazer um agrado vez por outra para os dois filhos, que adoram pizza e sonham com um tablet.
Após o nascimento do mais novo, Enzo, de três anos, que tem crises de asma e fica frequentemente internado, Rosimaria saiu do emprego para cuidar do menino. O setor de construção e reforma ainda estava em alta e o salário do marido, em torno de R$ 1 mil, era suficiente para as necessidades da casa. Em 2014, porém, a firma onde Wagner trabalhava fechou. A família continuou vivendo dos bicos que ele arranjava com frequência. Mas, no fim do ano passado, até os serviços temporários sumiram. O jeito foi recorrer novamente ao Bolsa Família.
— Nunca pensei que a gente ia passar por essa situação. A crise chegou mesmo aqui em casa. O Bolsa Família é a nossa única renda desde setembro — conta Rosimaria.
Apenas no ano passado, foram, mais exatamente, 519.568 retornos em 2016. O número é superior ao de 2015, quando houve o primeiro salto, com a reinclusão de 423.668 famílias. Antes disso, o movimento de volta ao programa era bem menos intenso: 104.704 famílias em 2014, 186.761 em 2013 e 164.973 em 2012, segundo dados inéditos do Ministério do Desenvolvimento Social obtidos pelo GLOBO.
Para o sociólogo Elimar Nascimento, professor da Universidade de Brasília (UnB) e pesquisador na área de políticas públicas e desenvolvimento sustentável, a explosão do desemprego a partir de 2015 é o principal responsável pelo retorno da população à pobreza.
A maior parte dos brasileiros não se identifica com os extremos políticos e pode definir a eleição de 2026, aponta pesquisa do More in Common em parceria com a Quaest. O estudo ouviu 10 mil pessoas e revela que, apesar do forte embate entre direita e esquerda nas redes — marcado por hashtags como “Libertem […]
A maior parte dos brasileiros não se identifica com os extremos políticos e pode definir a eleição de 2026, aponta pesquisa do More in Common em parceria com a Quaest. O estudo ouviu 10 mil pessoas e revela que, apesar do forte embate entre direita e esquerda nas redes — marcado por hashtags como “Libertem Bolsonaro” e “Congresso da bandidagem” —, essa polarização envolve apenas 11% do eleitorado (cerca de 18 milhões de pessoas).
O principal achado é a presença de um grupo majoritário de 54% dos eleitores, chamados de “invisíveis”: cidadãos desinteressados do confronto ideológico, sem identificação partidária, com opiniões que variam conforme o tema. Em geral, são menos escolarizados, mais pobres, religiosos, conservadores nos costumes e defensores de maior atuação do Estado. Evitam discutir política e não participam de protestos, mas têm visão pragmática sobre serviços públicos e emprego.
Os “invisíveis” se dividem entre desengajados e cautelosos. Nas últimas eleições, 25% deles votaram branco, nulo ou não compareceram, revelando descontentamento e potencial decisivo. Pesquisas mensais indicam que 20% estão mais à direita, 20% mais à esquerda e 10% são independentes.
Segundo analistas, essa massa silenciosa contrasta com a minoria organizada que domina o debate digital, responsável por cerca de 2 milhões de publicações políticas diárias, metade citando Lula ou Bolsonaro.
Para 2026, estrategistas veem nesses eleitores o ponto-chave da disputa. O PT aposta em uma agenda baseada em trabalho, respeito e justiça; já aliados de Bolsonaro defendem que a pauta de costumes continuará influente e que a militância ativa impactará os indecisos. Segurança pública é citada como tema capaz de mobilizar esse grupo.
O cenário eleitoral segue indefinido. Lula deve concorrer; no campo bolsonarista, há disputa interna pela sucessão, enquanto governadores como Tarcísio de Freitas surgem como alternativas. Pesquisa do Paraná Pesquisas mostra Lula à frente no primeiro turno e empatado com Tarcísio e Michelle Bolsonaro em um eventual segundo turno. Já levantamento Genial/Quaest indica que 24% dos eleitores preferem um candidato que não seja ligado nem a Lula nem a Bolsonaro — reforçando o peso dos “invisíveis”.
Embora barulhenta nas redes, a polarização não mobiliza a maioria. O eleitorado quer menos conflito e mais ações concretas para melhorar a vida, abrindo espaço para candidaturas que escapem do confronto ideológico tradicional.
Do g1 O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou nesta terça-feira (15) que vai pedir à Polícia Federal e à Agência Brasileira de Inteligência (Abin) que investiguem se o apagão de mais cedo pode ter sido causado por ação humana. O apagão, cuja causa ainda não foi explicada pelas autoridades, atingiu pela manhã […]
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou nesta terça-feira (15) que vai pedir à Polícia Federal e à Agência Brasileira de Inteligência (Abin) que investiguem se o apagão de mais cedo pode ter sido causado por ação humana.
O apagão, cuja causa ainda não foi explicada pelas autoridades, atingiu pela manhã 25 estados e o Distrito Federal. Só Roraima, por não estar ligado ao sistema nacional, não foi afetado.
“Por se tratar de um setor altamente sensível, além de determinar as apurações devidas e internas pelo ONS, Aneel e nossas vinculadas, estou oficiando ao Ministério da Justiça, para que seja encaminhada à Polícia Federal um pedido de instauração de inquérito policial para que apure com detalhes o que poderia ter ocorrido, além de diagnosticar apenas onde ocorreu. Vamos encaminhar tanto à PF quanto para a Abin a instauração de procedimentos para apurar eventuais dolos nesse ocorrido de hoje”, afirmou o ministro.
Silveira disse que o caso desta terça é “extremamente raro” de acontecer.
“O que aconteceu hoje é extremamente raro que aconteça, porque nós temos um sistema redundante. Para acontecer um eventos dessa magnitude, nós temos que ter tido dois eventos concomitantes, em linhas de transmissão de alta capacidade. Ou seja, é extremamente raro que aconteça o que aconteceu no episódio de hoje”, argumentou.
O ministro ainda não explicou o que exatamente causou o apagão. Ele fala em “eventos” ocorridos no sistema.
“Os dados técnicos serão passados no momento adequado. Serão passados nas próximas 48 horas.”
Silveira informou que o apagão foi causado por um “evento” no Ceará e outro em local ainda não detectado pelas autoridades.
“Foi um fato que causou a interrupção na Região Norte e Nordeste e, por uma contigência planejada do ONS, minimizou a carga das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, para que não houvesse a interrupção total dessas regiões”, disse o ministro em entrevista coletiva.
“Um dos eventos já apontados pelo ONS aconteceu no Norte do Nordeste, mais precisamente na região do Ceará. O outro evento possível ainda não está detectado pelo ONS”, completou Silveira.
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