Perfil falso de Sebastião Dias é criado no Facebook
Por Thaís Oyama, do UOL Passageiros do voo American Airlines 951 que pousou na manhã de quinta-feira (8) em São Paulo vindo de Nova York e trazendo o escritor Olavo de Carvalho afirmam que, ao contrário do que informou o Instituto do Coração (InCor), o guru da família Bolsonaro não sofreu mal súbito na viagem. […]
Por Thaís Oyama, do UOL
Passageiros do voo American Airlines 951 que pousou na manhã de quinta-feira (8) em São Paulo vindo de Nova York e trazendo o escritor Olavo de Carvalho afirmam que, ao contrário do que informou o Instituto do Coração (InCor), o guru da família Bolsonaro não sofreu mal súbito na viagem.
Ainda na quinta, o InCor distribuiu comunicado dizendo que Olavo havia dado entrada na sua unidade de emergência “em função de mal-estar súbito ocorrido durante o voo”.
Olavo de Carvalho viajou na primeira classe acompanhado da mulher, Roxane, e de um médico brasileiro, que ocupou um assento na classe executiva. Segundo relatos de passageiros, o escritor e filósofo embarcou em uma cadeira de rodas vestindo camisola hospitalar. Jantou uma massa (apimentada demais, conforme reclamou), tomou Coca-Cola diet e dormiu durante todo o voo. Desembarcou sem incidentes junto com os outros passageiros às 8h45 de ontem, no aeroporto de Guarulhos.
Sua filha, Heloísa de Carvalho, acusou o guru bolsonarista de “furar a fila” do SUS ao se internar no InCor.
No Twitter, Heloísa escreveu: “Nós usuários do SUS que esperamos meses por uma consulta ou cirurgia devíamos fazer um protesto sobre essa história do Olavo furar a fila da central de vagas do SUS”.
A internação de Olavo provocou a indignação também de médicos de hospitais públicos em grupos de WhatsApp, segundo publicou a Folha de S. Paulo.
Os médicos reclamaram que o escritor teria dado entrada na instituição pelo SUS, sem passar pela central de regulação de leitos governo estadual. À Folha, o InCor informou que não poderia confirmar se Olavo está internado ou não pelo SUS.
Por ser o último, o Debate da Cultura FM, ancorado por Anderson Tennens com os candidatos a Prefeitura de Serra Talhada era o mais aguardado. Juntos, Luciano Duque, Otoni Cantarelli e Victor Oliveira estiveram por mais de uma hora debatendo temas ligados à Capital do Xaxado. Não faltou a troca de acusações e sequência de […]

Por ser o último, o Debate da Cultura FM, ancorado por Anderson Tennens com os candidatos a Prefeitura de Serra Talhada era o mais aguardado. Juntos, Luciano Duque, Otoni Cantarelli e Victor Oliveira estiveram por mais de uma hora debatendo temas ligados à Capital do Xaxado. Não faltou a troca de acusações e sequência de farpas do debate realizado na Vilabela FM.
O tema mais polêmico partiu da acusação de Duque de que o presidente do PR de Serra Talhada, Allan Pereira Sá, seria lotado no Gabinete de Fernando Monteiro, suplente de Sebastião Oliveira em Brasília e, ao contrário do expediente a serviço da Câmara, atuava na coordenação da campanha de Victor.
Victor também bateu, afirmando que havia farra com verba de gabinete na Prefeitura. “Os gastos são de R$ 3,5 milhões por ano”, criticou. Outra crítica, que já tinha se revelado no curso da campanha, foi de que obras em Serra Talhada beneficiariam um shopping na cidade, sendo construído e tendo como de um irmão de Duque. Sobrou para Inocêncio Oliveira também, lembrado por Duque pela acusação de manter trabalho escravo no Maranhão.
Já Otoni Cantareli era, quando possível, usado de “escada” por Victor e Duque. A proposta mais contundente foi de concurso público, favorecendo a meritocracia.
Ao blog, o comunicador Anderson Tennens avaliou o debate como positivo. “Os candidatos avaliaram de forma positiva o debate. Foram três blocos, com perguntas e respostas temáticas, perguntas dos ouvintes e perguntas de candidatos para candidatos. Serviu para ajudar o eleitor a tirar suas dúvidas em quem votar” disse.
O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) emitiu, nesta quarta-feira (10), duas decisões sobre o Pregão Eletrônico nº 003/2025 do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú), destinado ao registro de preços para serviços de controle de pragas e outras ações de manutenção, com valor estimado em R$ 40,5 milhões. As decisões, […]
O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) emitiu, nesta quarta-feira (10), duas decisões sobre o Pregão Eletrônico nº 003/2025 do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú), destinado ao registro de preços para serviços de controle de pragas e outras ações de manutenção, com valor estimado em R$ 40,5 milhões.
As decisões, assinadas pelo conselheiro Ranilson Ramos, tratam de pedidos distintos, mas resultam na manutenção da suspensão do certame e na determinação de ajustes obrigatórios antes de qualquer avanço no processo.
Primeiro processo: cautelar negada, mas fiscalização aprofundada determinada
No processo nº 25101486-1, o TCE analisou um pedido de medida cautelar apresentado pela empresa Petro Pragas Control, que alegava irregularidades no pregão. A equipe técnica da Gerência de Fiscalização de Licitações (GLIC) avaliou que parte das alegações não apresentava plausibilidade jurídica e que outras dependeriam de documentos internos da licitação ainda não anexados aos autos.
Diante da ausência de elementos suficientes para comprovar o fumus boni iuris, requisito essencial para concessão de cautelar, o conselheiro negou a suspensão solicitada pela empresa. No entanto, determinou que a Inspetoria Regional de Arcoverde (IRAR) instaurasse um Procedimento Interno de Fiscalização para aprofundar os pontos considerados parcialmente procedentes.
A decisão reforça que, mesmo sem conceder a cautelar, o Tribunal seguirá investigando possíveis inconsistências na fase preliminar do certame. Os interessados foram notificados.
Segundo processo: cautelar concedida após auditoria apontar indícios de falhas
No processo nº 25101637-7, iniciado a partir de relatório preliminar da própria IRAR, o TCE identificou elementos mais concretos. A auditoria apontou indícios de planejamento deficiente, superdimensionamento de quantitativos e sobrepreço no mesmo Pregão Eletrônico nº 003/2025, além do risco de dano ao erário caso o procedimento avançasse para homologação.
A análise também destacou que o pregão se encontrava em fase avançada, com etapa competitiva encerrada e possibilidade imediata de adjudicação e assinatura da ata de registro de preços — situação que poderia tornar difícil sua reversão.
Diante desse cenário, o conselheiro concedeu a medida cautelar, determinando:
Manutenção da suspensão do pregão;
Retorno à fase interna para elaboração de um novo Estudo Técnico Preliminar que justifique os quantitativos solicitados, considerando a demanda real dos municípios e normas da Anvisa;
Nova cotação de preços com base em valores unitários;
Inclusão de cláusula proibindo adesões (“caronas”) de órgãos não participantes à futura ata de registro de preços, como medida de mitigação de riscos.
O gestor do Cimpajeú deverá comunicar ao TCE as providências adotadas e encaminhar a documentação comprobatória à IRAR.
Certame segue suspenso
As duas decisões, embora distintas, convergem para o mesmo ponto: o pregão de R$ 40,5 milhões seguirá suspenso até que o consórcio revise seu planejamento, reapresente justificativas técnicas e demonstre conformidade com as normas vigentes.
As determinações foram assinadas em 9 de dezembro de 2025 e publicadas no Diário Eletrônico do Tribunal de Contas nesta quarta-feira (10).
Critérios para orientar contratos de concessão de serviços públicos de distribuição de água e de esgotamento sanitário foram debatidos em audiência pública, nesta quarta (21), na Alepe. A discussão é motivada pelo plano de privatização de parte dos serviços da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), que está em elaboração pelo Governo do Estado. No centro […]
Critérios para orientar contratos de concessão de serviços públicos de distribuição de água e de esgotamento sanitário foram debatidos em audiência pública, nesta quarta (21), na Alepe. A discussão é motivada pelo plano de privatização de parte dos serviços da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), que está em elaboração pelo Governo do Estado.
No centro do debate está o Projeto de Lei (PL) n° 2675/2025, que busca definir, entre outros pontos, como o dinheiro gerado com a privatização em duas regiões (Sertão e RMR Pajeú) será dividido entre o estado e os municípios afetados. A proposta tem autoria dos deputados Waldemar Borges, Rodrigo Farias, Sileno Guedes, Diogo Moraes, Junior Matuto e Cayo Albino, todos do PSB.
Comunidades remotas
O encontro foi promovido pela Comissão de Administração Pública. Presidente do colegiado, Waldemar Borges comentou os principais itens do texto. Um deles é garantir a universalização do acesso à água. “Na proposta que o Governo apresentou, comunidades com até mil habitantes estariam fora da concessão. A gente acha que isso é um equívoco, porque a maior dificuldade do abastecimento de água é chegar às comunidades mais remotas, com população pequena”, considerou o parlamentar.
O secretário-executivo de Parcerias e Projetos Estratégicos de Pernambuco, Marcelo Bruto, informou que muitos povoados foram incluídos desde o início do planejamento. “O projeto contemplava 291 comunidades, e atualmente são 736. Para incluir todas as populações dispersas do estado, seriam necessários mais R$ 3,5 bilhões, o que é inviável financeiramente”, explicou o gestor.
Populações não contempladas nos contratos devem ser atendidas pelo modelo do Sistema Integrado de Saneamento Rural (Sisar), que, segundo o secretário, tem experiências bem-sucedidas em outros estados. Essa alternativa utiliza a associação comunitária na gestão dos sistemas.
Repasses
Outra norma prevista no projeto de lei é a divisão dos recursos provenientes dos contratos, em 40% para o estado e 60% para os municípios que sejam objetos da concessão. O secretário de Recursos Hídricos e Saneamento de Pernambuco, Almir Cirilo, defendeu que a verba seja revertida para ações do plano que ficarão a cargo da Compesa. “Vamos ter que construir grandes adutoras, duplicar a adutora do Pajeú, construir barragem na Mata Norte… O Estado precisa de recursos para investir nessas grandes ações estruturadoras”, justificou o secretário.
Ele afirmou, no entanto, que parte dos recursos deve ser repassada aos municípios. “Esperamos que, assim como o Estado, as prefeituras invistam em ações complementares, como drenagem urbana, tratamento de resíduos sólidos e saneamento rural. É um rateio de missões, não de dinheiro”, pontuou.
Marco legal
O planejamento do Governo de Pernambuco busca atender às exigências do Marco Legal do Saneamento. A legislação federal estipula que, até o final de 2033, 99% da população brasileira tenha acesso à água tratada, e 90% à coleta e tratamento de esgoto. O último levantamento do Tribunal de Contas de Pernambuco, com dados de 2022, identificou que a cobertura de água tratada no estado chega a 87%, e apenas 34% tinham acesso à coleta de esgoto.
De acordo com Almir Cirilo, serão necessários R$ 35 bilhões para atingir as metas. Desse total, R$ 19 bilhões devem vir da iniciativa privada, e R$ 16 bilhões caberão ao Poder Público.
Servidores
A preservação dos direitos dos servidores da Compesa também está prevista no projeto de lei apresentado pelos deputados. O diretor-presidente da Companhia, Alex Machado, garantiu a estabilidade dos funcionários. “Não vamos deixar ninguém para trás, não há nenhum prejuízo aos funcionários. É uma necessidade: precisamos de todos os funcionários da Compesa, para a atividade à qual vamos nos dedicar nos próximos anos”, assegurou.
A líder do Governo na Alepe, deputada Socorro Pimentel (União), destacou o processo de construção do plano de saneamento, que levou dois anos e contou com consultas públicas. “Foram cinco audiências, em Caruaru, Salgueiro, Serra Talhada, Petrolina e Recife. Muitas pessoas deram contribuições que foram inseridas no projeto, para que ele atendesse a todos os municípios do nosso estado”, frisou a parlamentar.
Também participaram da audiência pública representações da Agência Reguladora de Pernambuco (Arpe) e os deputados Luciano Duque e Wanderson Florêncio (Solidariedade), Romero Sales Filho (União), Junior Matuto e Antônio Moraes (PP).
Os cofres municipais recebem na próxima quinta-feira, 9 de abril, o repasse do primeiro decêndio do mês do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O valor total corresponde a R$ 2.713.904.350,22, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção de Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Incluindo o Fundo, […]

Os cofres municipais recebem na próxima quinta-feira, 9 de abril, o repasse do primeiro decêndio do mês do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
O valor total corresponde a R$ 2.713.904.350,22, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção de Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Incluindo o Fundo, o valor chega a R$ 3.392.380.437,78.
De acordo com os dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o 1º decêndio de abril de 2020, comparado com mesmo decêndio do ano anterior, apresentou uma queda de 15,14%. Diante do cenário de pandemia do novo coronavírus (Covid-19), a Confederação Nacional de Municípios (CNM) destaca a preocupação com a queda dos repasses aos Municípios brasileiros, já que o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) é a principal fonte de receita para grande parte dos Municípios.
Diante de todos os compromissos assumidos pelos gestores, o fraco crescimento da economia tem trazido cada vez mais angústias, ainda mais neste período de grave crise nacional e mundial. Sabendo dessa realidade, o presidente da CNM, Glademir Aroldi, apresentou pleitos ao governo federal e ao Congresso Nacional. Dentre as medidas, a recomposição do FPM foi prontamente atendida e é uma das conquistas do movimento municipalista para enfrentar esse momento de disseminação da Covid-19. A conquista garante o repasse do FPM de 2020 no mesmo patamar do ano de 2019.
Com isso, a CNM espera auxiliar os Municípios a diminuir as dificuldades financeiras decorrentes do estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo 6/2020, e da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus. A Confederação vem acompanhando de perto todo esse cenário buscando medidas de apoio aos Municípios, como também lutando para amenizar os impactos dessa crise nos Entes locais.
Acumulado do Ano: o valor total do FPM apresenta um crescimento pequeno no acumulado do ano. O total repassado aos Municípios no período de janeiro até o 1º decêndio de abril de 2020 apresenta um sutil crescimento de 0,37% em termos nominais, que não consideram os efeitos da inflação, em relação ao mesmo período de 2019.
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