Notícias

Filha acusa Olavo de furar fila do SUS

Por Nill Júnior

Por Thaís Oyama, do UOL

Passageiros do voo American Airlines 951 que pousou na manhã de quinta-feira (8) em São Paulo vindo de Nova York e trazendo o escritor Olavo de Carvalho afirmam que, ao contrário do que informou o Instituto do Coração (InCor), o guru da família Bolsonaro não sofreu mal súbito na viagem.

Ainda na quinta, o InCor distribuiu comunicado dizendo que Olavo havia dado entrada na sua unidade de emergência “em função de mal-estar súbito ocorrido durante o voo”.

Olavo de Carvalho viajou na primeira classe acompanhado da mulher, Roxane, e de um médico brasileiro, que ocupou um assento na classe executiva. Segundo relatos de passageiros, o escritor e filósofo embarcou em uma cadeira de rodas vestindo camisola hospitalar. Jantou uma massa (apimentada demais, conforme reclamou), tomou Coca-Cola diet e dormiu durante todo o voo. Desembarcou sem incidentes junto com os outros passageiros às 8h45 de ontem, no aeroporto de Guarulhos.

Sua filha, Heloísa de Carvalho, acusou o guru bolsonarista de “furar a fila” do SUS ao se internar no InCor.

No Twitter, Heloísa escreveu: “Nós usuários do SUS que esperamos meses por uma consulta ou cirurgia devíamos fazer um protesto sobre essa história do Olavo furar a fila da central de vagas do SUS”.

A internação de Olavo provocou a indignação também de médicos de hospitais públicos em grupos de WhatsApp, segundo publicou a Folha de S. Paulo.

Os médicos reclamaram que o escritor teria dado entrada na instituição pelo SUS, sem passar pela central de regulação de leitos governo estadual. À Folha, o InCor informou que não poderia confirmar se Olavo está internado ou não pelo SUS.

Outras Notícias

MP recomenda que Itapissuma revogue decreto que reconheceu atividades religiosas como essenciais

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da Promotoria de Justiça de Itapissuma, recomendou ao prefeito José Bezerra Tenório Filho que revogue imediatamente o Decreto Municipal nº 014/2021, que reconheceu atividades religiosas como essenciais e “a serem mantidas em tempos de crises”, em contrariedade ao Decreto Estadual nº 50.346/21.  O decreto permite apenas atividades […]

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da Promotoria de Justiça de Itapissuma, recomendou ao prefeito José Bezerra Tenório Filho que revogue imediatamente o Decreto Municipal nº 014/2021, que reconheceu atividades religiosas como essenciais e “a serem mantidas em tempos de crises”, em contrariedade ao Decreto Estadual nº 50.346/21. 

O decreto permite apenas atividades de preparação, gravação e transmissão de missas, cultos e demais celebrações religiosas pela internet ou por outros meios de comunicação.

O decreto estadual proíbe, até o dia 17 de março, o exercício de atividades econômicas e sociais não essenciais. 

A proibição vale de segunda a sexta-feira, das 20h até as 5h do dia seguinte, e aos sábados e domingos, em qualquer horário. Em todos os casos, as restrições às atividades econômicas e sociais não se aplicam aos estabelecimentos e serviços descritos no rol do Anexo Único do Decreto nº 50.346/21 (serviços públicos, farmácias, postos de gasolina, serviços funerários, clínicas).

Dessa forma, a promotora de Justiça de Itapissuma, Katarina Kirley de Brito Gouveia, ressaltou na recomendação que tal decreto municipal configura indevida redução do patamar de cuidado estabelecido em atos normativos nacionais ou estadual. 

Somado a isso, após realizar uma pesquisa no Portal da Transparência de Itapissuma, a promotora também verificou que o Decreto nº 014/2021 não foi disponibilizado na área destinada à publicação de legislação e decretos do website.

Assim, além da imediata revogação da normativa, o MPPE recomendou ao gestor de Itapissuma que publique todos os decretos editados no Portal da Transparência.

O MPPE fixou um prazo de 2 dias para que o prefeito informe o acatamento ou não das medidas da recomendação, que foi publicada no Diário Oficial Eletrônico do MPPE desta quinta-feira (11).

Matéria da Veja envolveu promessa de soltura de Vorcaro e TV para Editora Abril

O grupo jurídico Prerrogativas pediu à Polícia Federal a abertura de um inquérito para investigar suspeitas de que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro teria sido incentivado a prestar um depoimento com informações falsas sobre o financiamento de um documentário a respeito do presidente Lula. Segundo os advogados, Vorcaro receberia em troca a liberdade. A iniciativa dos […]

O grupo jurídico Prerrogativas pediu à Polícia Federal a abertura de um inquérito para investigar suspeitas de que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro teria sido incentivado a prestar um depoimento com informações falsas sobre o financiamento de um documentário a respeito do presidente Lula. Segundo os advogados, Vorcaro receberia em troca a liberdade.

A iniciativa dos advogados foi divulgada em meio à repercussão de áudios e documentos atribuídos ao ex-dono do Banco Master, que apontariam pagamentos de até R$ 30 milhões relacionados à produção audiovisual e a repasses para o Instituto Lula, segundo uma reportagem da Revista Veja.

Marco Aurélio Carvalho, coordenador do Prerrogativas, afirmou ter recebido informações de que Vorcaro teria sido estimulado a declarar que financiou um documentário em troca de benefícios judiciais.

Entre as supostas contrapartidas estariam a soltura imediata do pai do banqueiro, Henrique Vorcaro, após o segundo turno das eleições, e a possibilidade de Daniel deixar a prisão na virada do ano, em regime domiciliar e com tornozeleira eletrônica.

O Prerrogativas afirma que pretende esclarecer se houve tentativa de manipular o processo eleitoral por meio da apresentação de informações falsas. Marco Aurélio de Carvalho também nega que Vorcaro tenha financiado o documentário Lula, lançado em 2024 e dirigido pelo cineasta Oliver Stone.

‘Relatos que são absolutamente e indiscutivelmente falsos. Atribuindo ao ministro de Estado responsabilidade por um pedido que nunca ocorreu, tentando igualar situações que não podem ser igualadas. Colaborações que foram oferecidas do ponto de vista financeiro para o Flávio Bolsonaro e para a sua família a pretexto de colaborar com o filme. E supostas outras colaborações que haviam sido feitas em razão de um filme organizado por Oliver Stone para homenagear o presidente Lula. Isso é criminoso, é leviano e a Polícia Federal tem que investigar’.

A Polícia Federal poderá analisar o pedido feito pelos advogados ligados ao presidente Lula e decidir se abre ou não uma investigação para esclarecer a origem das informações, a existência de possíveis contrapartidas judiciais e se houve irregularidades nos relatos relacionados ao financiamento da produção audiovisual.

Dono de Veja trocou fake news com Flávio Bolsonaro por promessa de concessão de TV

O DCM publicou uma denúncia segundo a qual a divulgação, pela revista Veja, de acusações de Daniel Vorcaro contra o presidente Lula estaria vinculada a uma promessa de concessão de televisão aberta feita por Flávio Bolsonaro. A informação se baseia no relato de uma fonte que afirma ter ouvido sobre a negociação diretamente de um diretor da revista.

Prefeitura de Carnaíba nega irregularidade na contratação de MEI

A Prefeitura Municipal de Carnaíba vem, por meio desta nota, esclarecer as inverdades divulgadas na mídia, com fim unicamente eleitoreiro, sem a credibilidade necessária que se espera de matérias que envolvam pessoas e interesses públicos. Com relação a matérias veiculadas que questionam a lisura em contratações realizadas, o Governo Municipal esclarece o seguinte: Sobre a […]

A Prefeitura Municipal de Carnaíba vem, por meio desta nota, esclarecer as inverdades divulgadas na mídia, com fim unicamente eleitoreiro, sem a credibilidade necessária que se espera de matérias que envolvam pessoas e interesses públicos.

Com relação a matérias veiculadas que questionam a lisura em contratações realizadas, o Governo Municipal esclarece o seguinte:

Sobre a contratação de MEIs (Microempreendedor Individual), trata-se de uma contratação sazonal, visando atender serviços específicos da Administração, cujas especialidades não estão contempladas no quadro de cargos da estrutura administrativa da Prefeitura, e, portanto, estão fora do espectro de contratação temporária ou de provimento por concurso público.

Além disso, é uma prática utilizada para otimizar o serviço público, muitas das vezes feito através de Credenciamento (chamamento público), com previsão na Lei n.º 14.133/2021.

A título de exemplo, destacamos os Processos Licitatórios de n.º 018/20200, 036/2020, 034/2021, 001/2022 e 003/2022, os quais oportunizaram a ampla concorrência na contratação de diversos serviços, através de chamamento público, gerando emprego e renda no Município e promovendo o crescimento da economia local, valendo registrar que essa forma de contratação já foi utilizada, inclusive, em gestões anteriores no município.

Diferentemente do que dizem as matérias, as contratações dos MEIs se dão em estrita obediência à legalidade, por isso, é importante destacar que o estímulo à contratação de Microempreendedores individuais, além de estimular a geração de renda ao pequeno empreendedor, se configura na plena execução do que objetivou a lei que instituiu o MEI, vejamos:

O MEI foi criado por meio da Lei Complementar nº. 128/2008, com o objetivo de ajudar a milhões de trabalhadores informais brasileiros que, até então, não possuíam qualquer amparo social ou segurança jurídica.

Ao aderir ao MEI, os empreendedores informais passam a ter acesso a uma série de direitos e benefícios destinados às empresas e empresários, garantindo vantagens financeiras, previdenciárias, tributárias, entre outras.

Causa até espanto a divulgação das notícias que atribuem um ar de ilegalidade na contratação dos MEIs para fornecer serviços à Prefeitura Municipal de Carnaíba, visto que favorece o comércio local.

Vale ressaltar que os serviços prestados ao Município são devidamente fiscalizados pelo setor competente e o efetivo pagamento realizado em absoluto respeito à previsão orçamentária, obedecendo a lei e o contrato administrativo que o rege, de modo que, como se sabe é que todas as contas da Gestão Municipal julgadas e analisadas pelo TCE-PE (Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco), foram aprovadas.

Ademais, todos as contratações e valores despendidos com aquisição de bens e prestação de serviços, em absoluto respeito ao princípio da transparência, estão disponíveis na íntegra no Portal de Transparência da Prefeitura Municipal de Carnaíba, para que qualquer cidadão possa constatar as informações aqui trazidas e sanar dúvidas que, porventura, remanesçam.

Esclarece-se ainda, que o Poder Executivo Municipal pauta todos os seus atos em consonância com a legalidade, moralidade, probidade e eficiência.

Por fim, ressaltamos o compromisso assumido com a população de prezar pelo interesse público, sempre agindo com boa-fé e transparência, além de lamentar profundamente a disseminação de notícias falsas ou retiradas de contexto, visando levar a população a erro.

PREFEITURA MUNICIPAL DE CARNAÍBA

A oito quilômetros de aterro, Tabira prefere mandar lixo para área a 200 quilômetros

Ouvintes do Debate das Dez questionaram porque a gestão Nicinha Melo em Tabira não aderiu ainda ao Aterro Sanitário de Afogados da Ingazeira. “Sou de Tabira e gostaria de saber porque o lixo do município não está indo para o aterro?” – questionou a ouvinte Thalita Silva. O lixo na gestão Nicinha Dinca está indo […]

Ouvintes do Debate das Dez questionaram porque a gestão Nicinha Melo em Tabira não aderiu ainda ao Aterro Sanitário de Afogados da Ingazeira.

“Sou de Tabira e gostaria de saber porque o lixo do município não está indo para o aterro?” – questionou a ouvinte Thalita Silva. O lixo na gestão Nicinha Dinca está indo para o Piancó e o custo fica muito mais alto, sem atender o princípio da economicidade.

Relatos que chegaram ao programa indicam motivação meramente política e de interesse, principalmente do ex-prefeito.

Outra desvantagem é que sem aderir a um aterro no estado, a cidade perde o ICMS ambiental. MP e TCE certamente vão questionar porque a gestão não aderiu a um aterro com 380 quilômetros, considerando ida e volta de distância a menos.

Arcoverde: MPPE recomenda que Prefeitura cumpra a Lei de Acesso à Informação

Seguindo recomendação do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), a Prefeitura de Arcoverde deve, no prazo de 20 dias, sanar as irregularidades verificadas em seu site, no que concerne à disponibilização e à transparência de dados relativos aos ajustes e instrumentos congêneres firmados com entidades do terceiro setor, instaladas no município. A partir da orientação do […]

Seguindo recomendação do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), a Prefeitura de Arcoverde deve, no prazo de 20 dias, sanar as irregularidades verificadas em seu site, no que concerne à disponibilização e à transparência de dados relativos aos ajustes e instrumentos congêneres firmados com entidades do terceiro setor, instaladas no município.

A partir da orientação do MPPE, a Prefeitura de Arcoverde deve alinhar-se à diretriz de transparência que norteia a gestão de recursos públicos e a consecução de atividades de interesse público. E, também, cumpre o direito de acesso à informação previsto no artigo 5º, inciso XXXIII e artigo 37, caput da Constituição Federal de 1988, e regulamentado pela Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011).

O não cumprimento da recomendação constitui em mora ao destinatário e poderá implicar na adoção de medidas judiciais e extrajudiciais por parte da 4ª Promotoria de Justiça de Arcoverde para a contenção da ilicitude e a responsabilização dos agentes públicos.

Assinada pela Promotora Fabiana Kiuska Seabra dos Santos e do Promotor Bruno Miquelão Gottardi, que atuam no Grupo de Atuação Conjunta Especializado (GACE) Patrimônio Público e Terceiro Setor, a recomendação foi publicada no Diário Oficial eletrônico do MPPE do dia 20 de outubro de 2023.