Um estouro descrito como uma explosão foi ouvido nesta segunda-feira (22) perto da Manchester Arena, no Reino Unido, e há 19 mortos e cerca de 50 feridos, de acordo com a polícia local, que trata o caso como um “incidente terrorista até que apareça evidência em contrário”.
O estrondo foi ouvido ao final do show da cantora americana Ariana Grande, que tem um público majoritariamente formado por crianças e adolescentes.
Um representante da gravadora de Ariana disse à revista “Variety” que ela está “ok”. Segundo relatos e vídeos publicados em redes sociais, houve correria na saída do show. A Manchester Arena é um ginásio usado para shows e eventos esportivos com capacidade para 21 mil pessoas. A conta oficial do local afirma que o incidente ocorreu do lado de fora, numa área pública.
Não está claro o que causou o estrondo. Algumas testemunhas disseram a veículos da imprensa local que ouviram dois estouros. Os serviços de emergência estão no local. O serviço britânico de trens bloqueou as linhas que saem da estação Victoria, que fica em frente à arena.
Um outro objeto suspeito foi encontrado depois pela polícia, segundo a BBC. Uma explosão controlada seria feita para inutilizá-lo.
Paramédicos ouvidos por um repórter da BBC no local disseram que as vítimas estão sendo tratadas como feridos por “estilhaços”.
Fontes da BBC dizem que a Unidade de Contraterrorismo do Noroeste da Inglaterra trata o caso como um possível incidente terrorista.
Um usuário do Twitter postou o vídeo gravado dentro de um carro que diz ser do momento em que houve a explosão. “Se olhar para a esquerda você vê a explosão e ouve o estouro”, afirmou:
Polêmicas sobre a falta de maior investimento público das esferas municipal, estadual e federal a parte, pode-se dizer que a força cultural de Tabira, a articulação com artistas da região e a organização do evento salvaram a Missa do Poeta em sua 30ª edição em Tabira. O evento , homenagem a Zé Marcolino, foi organizado […]
Polêmicas sobre a falta de maior investimento público das esferas municipal, estadual e federal a parte, pode-se dizer que a força cultural de Tabira, a articulação com artistas da região e a organização do evento salvaram a Missa do Poeta em sua 30ª edição em Tabira.
O evento , homenagem a Zé Marcolino, foi organizado pela APPTA, Associação dos Poetas e Prosadores do município e durou três dias.
Este ano o evento organizado homenageou também o poeta Walter Marcolino.
Nos três dias de programação, com a maior parte das atividades na Praça Gonçalo Gomes, houve apresentações de artistas de toda a região.
Nomes como Sevi Nascimento, Chico Arruda, Lindomar Souza, BKL, Lula Sabiá, Xaxado Cabras de Lampião, Assisão e a dupla Denílson Nunes e Adelmo Aguiar subiram ao palco.
Houve ainda Chá Poético na Escola Carlota Breckenfeld, o 13º Festival de Violeiros Poeta Zé Liberal, o 9º Encontro de Sanfoneiros, 21ª Mesa de Glosas, 6º Recital Feminino e lançamentos do Livro de Luiz Nunes, Juscelino: vida obra e verso.
Expoentes da cultura tabirense e da APPTA como Dedé Monteiro, Genildo Santana, Verônica Sobral, Adeval e Elizângela Soares e o próprio Sebastião Dias participaram da missa tradicional, presidida pelo padre Aldo Guedes.
Senhas para acompanhar júri popular de Paquita e Zé Galego serão distribuídas hoje em Tabira A sessão de julgamento de Maria Silvaneide da Silva Patrício, conhecida como Paquita, de 46 anos e José Tenório, o popular Zé Galego, de 60 anos, acusados pela morte de Erica da Silva Souza Leite, 30 anos, conhecida como Paula, […]
Paula, o executor Zé Galego e a mandante Sílvia (abaixo): imagens que marcaram aquele 1 de novembro de 2016.
Senhas para acompanhar júri popular de Paquita e Zé Galego serão distribuídas hoje em Tabira
A sessão de julgamento de Maria Silvaneide da Silva Patrício, conhecida como Paquita, de 46 anos e José Tenório, o popular Zé Galego, de 60 anos, acusados pela morte de Erica da Silva Souza Leite, 30 anos, conhecida como Paula, acontece hoje ás 9h da manhã no Fórum de Tabira.
A vítima era esposa do vereador de Tabira, Marcílio Pires. Como é um dos julgamentos mais aguardados neste ano, pois o caso ganhou repercussão pela forma com que foi planejado e executado, informações que chegaram à produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta são de que a Vara fará a distribuição de senhas para o público que deseja acompanhar.
A expectativa é que será grande o numero de estudantes do curso de direito presentes ao julgamento.
Rádio Pajeú acompanha passos do Juri: O Salão do Júri tem capacidade para acomodar cerca de 140 pessoas sentadas. A Rádio Pajeú 104,9 FM foi credenciada com antecedência. O repórter e comunicador Celso Brandão acompanhará o julgamento e trará detalhes para a programação da Rádio Pajeú a partir do programa Manhã Total, às oito da manhã.
Relembre: o homicídio aconteceu em 1 de novembro de 2016. Érica de Souza Leite, 30 anos, conhecida por Paulinha, esposa do vereador eleito e odontólogo Marcílio Pires, foi morta com um golpe da faca no pescoço. O executor foi José Tenório, o Zé Galego, que residia no Bairro Borges, Afogados da Ingazeira.
A primeira versão de Zé Galego foi a de que a vítima o devia uma importância em dinheiro. A polícia não acredita na versão. O acusado foi encontrado próximo ao Sítio Oitis, no caminho de Solidão.
A prisão foi possível após o executor do crime, José Tenório da Silva, o Zé Galego, residente no Bairro Borges, ter sido preso por policiais entre os municípios de Tabira e Solidão esta tarde. Ele foi ouvido pelos delegados em Afogados da Ingazeira.
No curso dos depoimentos, José Tenório acabou confessando que Sílvia Patrício teria pago R$ 1 mil reais para que ele executasse a jovem. A fisioterapeuta tem negado, mas a verdade é que os investigadores não tem dúvida da autoria.
Nesta quarta, a Rádio Pajeú comanda uma cobertura especial da sessão do Senado que vota o relatório sobre a admissibilidade do processo de impeachment movido contra a presidente da República, Dilma Rousseff. Na cobertura, repórteres ao vivo de Brasília e a análise da posição de cada senador. A cobertura deve se estender até a noite. […]
Ao vivo na Pajeú e em tempo real no blog: uma quarta feira cercada de expectativa
Nesta quarta, a Rádio Pajeú comanda uma cobertura especial da sessão do Senado que vota o relatório sobre a admissibilidade do processo de impeachment movido contra a presidente da República, Dilma Rousseff.
Na cobertura, repórteres ao vivo de Brasília e a análise da posição de cada senador. A cobertura deve se estender até a noite.
Da mesma forma, o blog promete uma cobertura em tempo real. A NJTV terá uma edição especial ao vivo, em linha direta com a TV Senado. Serão horas de muito trabalho.
A sessão terá início às 9h desta quarta-feira (11). Haverá uma interrupção às 12h. Os trabalhos retornam às 13h e seguem até as 18h. Uma nova interrupção será feita e a sessão é retomada às 19h seguindo até a votação, que deve ser realizada via painel eletrônico. Será possível votar sim, não ou abstenção. Após a conclusão da votação, será divulgado como cada parlamentar votou.
O quórum mínimo para votação é de 41 dos 81 senadores (maioria absoluta). Para que o parecer seja aprovado, é necessário voto da maioria simples dos senadores presentes – metade mais um. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), só vota em caso de empate.
Se for aprovado o relatório da comissão, o processo é oficialmente instaurado e a presidente Dilma Rousseff afastada por até 180 dias. Em caso contrário, o processo é arquivado e Dilma segue à frente do Executivo.
Decisão é temporária. Em Tabira, empresa recebeu equipe de fiscalização do Detran Um veículo da Unidade de Vistoria e Fiscalização do Detran-PE foi visto na manhã desta terça-feira (29) em frente da Auto Escola Pajeú localizada na Praça Gonçalo Gomes, no centro de Tabira. Nas últimas semanas a Auto Escola Pajeú foi denunciada nas principais […]
Decisão é temporária. Em Tabira, empresa recebeu equipe de fiscalização do Detran
Um veículo da Unidade de Vistoria e Fiscalização do Detran-PE foi visto na manhã desta terça-feira (29) em frente da Auto Escola Pajeú localizada na Praça Gonçalo Gomes, no centro de Tabira.
Nas últimas semanas a Auto Escola Pajeú foi denunciada nas principais emissoras da cidade, nos programas Manhã Total, da Rádio Pajeú e Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM, por dezenas de ouvintes que reclamaram que a mesma não tem cumprido os contratos com os clientes.
Foram vários os relatos de pessoas que pagaram para tirar a habilitação, ou mudar de categoria, e não conseguiram até agora por falta de aulas, instrutores e até mesmo equipamentos adequados.
Além da vistoria, a empresa está status de impedimento teórico e prático, na unidade Afogados, sem poder realizar instrução teórica e prática. A decisão é temporária e aguarda a manifestação da Auto Escola através de relatório.
Pelo que o blog apurou, o maior problema verificado é o da falta de instrutores. Profissionais que passaram pela empresa reclamam não cumprimento de obrigações trabalhistas pela empresa. Com a falta de profissionais, os prazos são prorrogados com frequência e novas taxas, cobradas.
O blog manteve há alguns dias contato com a empresa, mas não obteve resposta.
Do Congresso em Foco O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB), é um político apaixonado por si mesmo. Há três anos, circulava como um calouro anônimo pelos corredores da Câmara. De maneira meteórica, virou um dos líderes do impeachment da ex-presidente Dilma e da tropa de choque de Eduardo Cunha (MDB-RJ) e do […]
O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB), é um político apaixonado por si mesmo. Há três anos, circulava como um calouro anônimo pelos corredores da Câmara. De maneira meteórica, virou um dos líderes do impeachment da ex-presidente Dilma e da tropa de choque de Eduardo Cunha (MDB-RJ) e do presidente Michel Temer. Hoje é um dos ministros mais poderosos da Esplanada, responsável pela articulação política do governo com o Congresso. Sua principal missão é angariar votos para a reforma da Previdência.
Depois de ter se destacado na defesa de causas polêmicas, Marun diz ter apenas um arrependimento em toda sua vida pública: ter devolvido à Câmara dinheiro público usado por ele para visitar o ex-presidente da Câmara na cadeia em Curitiba. A revelação foi feita em café da manhã promovido nesta semana pela Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig), acompanhado pelo Congresso em Foco.
No encontro, o ministro fez uma inesperada autodeclaração de amor e diz que visitaria novamente o ex-deputado cassado, condenado a 14 anos e 6 meses de prisão, por corrupção e evasão de divisas, na Operação Lava Jato. E, mais uma vez, usaria a verba pública para encontrar o amigo.
“Eu sou apaixonado por mim como político. Se tivesse de votar em alguém, votava em mim. A verdade é essa. Não me arrependo de nada do que fiz. Não sei se é soberba. Faria de novo? Faria. ‘Ah, foi visitar o Cunha.’ Visitava de novo. Só me arrependo de uma coisa: ter devolvido aqueles R$ 1 mil. Na verdade foi visita pública. Não devia ter devolvido”, disse. “Deu 4 minutos no Jornal Nacional o fato de eu pegar R$ 1 mil da passagem pra visita lá. Só de ida, por sinal, para visitar o Eduardo Cunha. Só disso que me arrependo. Não devolveria. Teria batido boca. Mas na época…”
Veja as declarações em vídeo:
Abraço de R$ 1.242
A versão de que a visita foi “pública” diverge da dada pelo emedebista no início do ano passado, quando o caso foi revelado pelo jornal O Globo. Na época, Marun divulgou nota em que dizia que foi ao encontro de Cunha para prestar solidariedade ao companheiro. “A mesma não teve caráter político, tendo sido uma visita natalina de caráter solidário”, afirmou na ocasião.
Para abraçar o ex-colega, Marun utilizou dinheiro da cota para o exercício da atividade parlamentar (Ceap), o chamado cotão, para voar e se hospedar na capital paranaense. Pelas regras da Câmara, a verba só pode ser usada para compromissos do mandato.
Ele pediu à Casa o reembolso de R$ 154,35 pela hospedagem e gastou outros R$ 1.088,27 para voar pela Azul; contas pagas pelo contribuinte.
Ao devolver os R$ 1.242,62 – coisa que disse que não faria hoje –, o deputado alegou que agia em nome da transparência. “Declaro ainda considerar que isto demonstra a absoluta transparência da Câmara Federal no trato das despesas do exercício dos mandatos parlamentares.”
Marun encontrou-se com Eduardo Cunha no Complexo Médico-Penal de Pinhais, na região metropolitana da capital paranaense, em 30 de dezembro de 2016. Presenteou-o com o livro A ditadura acabada, de Elio Gaspari, e lhe desejou, conforme contou, “votos de um 2017 menos infeliz”. O desejo não se concretizou: o ex-presidente da Câmara passou todo o ano preso, fracassou na tentativa de negociar uma delação premiada e de deixar a prisão, e foi condenado em primeira e segunda instâncias.
Reeleição sem sair de casa
Ainda no encontro da Abrig, Marun disse que sua reeleição era certa, mas que abriu mão de disputar nova vaga para honrar compromisso com Temer. “Para me reeleger deputado, não preciso sair de casa em Mato Grosso do Sul, me reelejo pelo telefone. Se quiser continuar sendo campeão de votos, preciso fazer campanha”, afirmou.
O ministro ressaltou que não se importa com eventuais críticas por seu jeito de falar o que pensa sem travas na língua. Contou que outros parlamentares gostariam de ter a coragem dele. “Sou um político feliz. Vejo muita gente boa com a cara torcida, que está fazendo coisa que não gostaria de fazer. Não tem coragem de fazer o que acharia bom. Eu não. Eu faço o que acho que está certo. Posso ter até perdido alguns votos, mas não perdi um minuto de sono em todo esse tempo. Sempre tranquilo porque estava fazendo – posso até não estar fazendo certo – o que achava que estava certo.”
Combate a corruptos ou a bandidos?
Em outra declaração polêmica, ele associou o aumento da onda de violência no país à atenção dada pelo Ministério Público e pela Polícia Federal ao combate à corrupção. Para o emedebista, a PF tem falhado na fiscalização das fronteiras, o que, em sua opinião, facilita o ingresso de armas e drogas destinadas a facções criminosas.
“A segurança pública é uma questão que tem se tornado mais grave até porque o país, nos últimos anos, fez opção pelo combate à corrupção no lugar de combater bandido. Essa é a realidade”, criticou. “A Polícia Federal se retirou muito das fronteiras. Quem faz apreensão de drogas ou são as polícias civis ou a Rodoviária Federal, que tem efeito excelente trabalho”, comparou, ao analisar o problema da violência urbana.
Em 2016, Marun foi um dos principais opositores da aprovação do projeto das dez medidas contra a corrupção, encabeçado pelo Ministério Público Federal. “Caixa dois não é propina, não é corrupção, é outro tipo de relação. Político não gosta de caixa dois, gosta de receber e botar na sua conta. Mas, após se fazer uma criminalização da doação oficial, muitas empresas começaram a preferir fazer doação sem revelar”, protestou em entrevista ao Estadão.
Processo por improbidade
Natural de Porto Alegre, 57 anos, o ministro é engenheiro civil e advogado. Foi vereador em Campo Grande e duas vezes deputado estadual, além de secretário estadual e municipal, antes de chegar à Câmara, em 2014, eleito com 91.816 votos – a segunda maior votação da bancada sul-mato-grossense.
A passagem pelo primeiro escalão do governo estadual ainda lhe rende dor de cabeça. Marun é processado por improbidade administrativa durante a presidência da Agência Estadual de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul (Agehab). É acusado, com outros 13 réus, de lesar o erário em R$ 16,6 milhões. O processo tramita desde junho de 2013 na 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos da Justiça de Mato Grosso do Sul. Ele diz que não cometeu qualquer ilegalidade. “Ora, esse era o valor de todo o contrato, que não teve nada de errado. Mesmo que tivesse havido algum desvio, que não ocorreu, o valor seria muito menor e o eventual prejuízo ao erário teria sido causado por mim e mais 13 pessoas”, disse em outubro ao Congresso em Foco.
Em setembro de 2016, após ter ajudado a protelar o processo e a votação, Marun deu um dos dez votos contrários à cassação do ex-todo-poderoso Eduardo Cunha. Foi um dos poucos a se manter fiel ao aliado até o último instante. A cassação de Cunha foi aprovada por 450 deputados. No ano passado, ajudou a enterrar os dois pedidos da Procuradoria Geral da República para que o Supremo Tribunal Federal (STF) analisasse denúncia criminal contra Temer. Em dezembro foi recompensado pelo trabalho prestado com a nomeação para o ministério.
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