Caso Genivaldo: PRF muda o tom e fala em indignação com conduta de agentes

Após soltar nota oficial defendendo a conduta dos agentes federais que culminou com a morte de Genivaldo de Jesus Santos, de 38 anos, em Sergipe, a Polícia Rodoviária Federal se manifestou alegando indignação com o ocorrido.
Em um vídeo divulgado neste sábado (28), através de sua coordenação de comunicação, a PRF disse que não compactua com as medidas adotadas por seus policiais durante a abordagem. O pronunciamento foi realizado pelo coordenador-geral de comunicação institucional da PRF, Marco Territo. Ele adianta que os últimos episódios envolvendo a morte de dois agentes em Fortaleza e a abordagem a Genivaldo implicaram em avaliação interna do padrão de abordagens da instituição, e que todos os agentes do país passarão por procedimentos de aperfeiçoamento.
“Assistimos com indignação aos fatos ocorridos em Umbaúba envolvendo policiais rodoviários federais que resultou na morte do senhor Genivaldo de Jesus Santos. Os procedimentos vistos durante a ação não estão de acordo com as diretrizes em cursos e manuais da nossa instituição. A ocorrência dessa última quarta-feira e a morte recente de dois PRFs no Ceará implicou na avaliação interna dos padrões de abordagens. Afirmo que já estamos estudando os nossos procedimentos de formação de aperfeiçoamento e operacionais para ajustar o que for necessário para prestar um serviço de excelência”, disse Marco Territo.
O agentes envolvidos na ação excessiva que levou Genivaldo a morte só foram afastados das funções neste sábado (28) em meio a muitos protestos e manifestações de repúdio da sociedade e de diversas instituições democráticas.



A Polícia Federal conseguiu, hoje, acessar os dados de quatro celulares de Frederick Wassef, advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apreendidos na semana passada. Segundo investigadores, o advogado não forneceu as senhas dos aparelhos, mas, com técnicas de perícia, foi possível ter acesso às informações. “Ele não deu as senhas. Nossa equipe quebrou as senhas e acessou o conteúdo”, disse uma fonte ao portal g1.



Causa espanto o que foi decidido pelos vereadores do município paraibano de Água Branca. O relato é de Anchieta Santos para o blog.












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