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STF forma maioria para descriminalizar porte de maconha para consumo pessoal

Por André Luis

Tese de repercussão geral será fixada na sessão desta quarta-feira (26), assim como critérios que devem diferenciar usuário de traficante.

O Plenário do Supremo Tribunal Federal formou maioria nesta terça-feira (25) para descriminalizar o porte de maconha para consumo pessoal. O julgamento ainda não foi concluído, e o resultado será apresentado nesta quarta (26), bem como a fixação da tese (orientação para instâncias inferiores) e os critérios que devem diferenciar usuário de traficante.

Conforme a maioria dos votos, o porte deve ser caracterizado como ilícito de natureza administrativa, sem consequências penais. Assim, após o fim do julgamento, poderá ficar afastado, por exemplo, o registro na ficha criminal do usuário.

Os ministros também chegaram ao consenso sobre a liberação de valores contingenciados do Fundo Nacional Antidrogas e a destinação de parte da verba em campanhas educativas, sobretudo para os mais jovens, sobre malefícios do consumo de drogas, de forma semelhante ao que é feito em campanhas sobre cigarro.

Ao fim da sessão, o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, frisou que o Plenário mantém a visão de que o consumo de drogas é algo ruim e que o papel do Estado é combater o tráfico e auxiliar os dependentes. “Em nenhum momento, estamos legalizando ou dizendo que o consumo de drogas é algo positivo. Pelo contrário. Estamos apenas deliberando a melhor forma de enfrentar essa epidemia que existe no Brasil”, afirmou. “As estratégias que temos adotado não têm funcionado porque o consumo só faz aumentar, e o poder do tráfico também”.

Barroso fez questão de frisar que a maconha continua a ser uma substância ilícita e não pode ser consumida em lugar público.

Votos

A sessão de hoje contou com os votos do ministro Luiz Fux e da ministra Cármen Lúcia e o complemento de voto do ministro Dias Toffoli, apresentado na semana passada.

Em seu complemento, Toffoli frisou que o Legislativo, ao editar a Lei de Drogas e despenalizar o crime, ou seja, deixar de punir com prisão, tinha a visão de que o usuário não deveria ser criminalizado, e sim tratado como dependente. Por essa razão, o porte de drogas para consumo próprio não deve produzir consequências criminais. “A intenção da legislação era exatamente superar a ideia de penalizar o usuário e dar a ele uma solução socioeducativa”, afirmou.

O ministro Luiz Fux votou na sequência e considerou que a Lei de Drogas é constitucional, mas já não criminaliza o usuário. Para ele, a legislação prevê sanções razoáveis ao usuário ao mesmo tempo em que busca coibir o mercado ilícito de drogas. Em relação a critérios que separem o usuário do traficante, o ministro ponderou que essa definição não deve ser feita pelo Judiciário.

A ministra Cármen Lúcia foi a última a votar e se posicionou favorável à visão de que o porte de maconha configura ilícito administrativo, sem consequências criminais para o usuário. Alertou, porém, que há um cenário de arbítrio com a ausência de critérios que separem o usuário do traficante – conduta criminalizada e punida com prisão. “A escolha do critério foi pela droga apreendida e pela quantidade de droga segundo os preconceitos daquele que fazia o flagrante, daquele que prendia e daquele que julgava”, afirmou.

Controvérsia

A discussão é sobre a constitucionalidade do artigo 28 da Lei de Drogas (Lei 11.343/2006), que prevê sanções alternativas – como medidas educativas, advertência e prestação de serviços – para quem compra, porta, transporta ou guarda drogas para consumo pessoal.

O Tribunal também discute a fixação de um critério objetivo para diferenciar o tráfico do porte e da produção para consumo próprio. Atualmente, essa definição fica a cargo da polícia, do Ministério Público e do Judiciário, mas a norma é interpretada de formas diversas dependendo da pessoa e do local em que ocorrer o flagrante.

Outras Notícias

Morre aos 85 anos Roberto Bolaños, “Chaves”

Morreu nesta sexta-feira (28) o ator mexicano Roberto Bolaños, conhecido por criar os personagens Chaves e Chapolin Colorado. Bolaños tinha 85 anos e morreu em sua casa em Cancún, onde morava com a mulher, a também atriz Florinda Meza, que faz o papel da Dona Florinda no programa “Chaves”.

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Morreu nesta sexta-feira (28) o ator mexicano Roberto Bolaños, conhecido por criar os personagens Chaves e Chapolin Colorado.

Bolaños tinha 85 anos e morreu em sua casa em Cancún, onde morava com a mulher, a também atriz Florinda Meza, que faz o papel da Dona Florinda no programa “Chaves”.

Afogados: só três vereadores assinaram documento da Associação dos Professores

Do Afogados On Line A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira esteve reunida em mais uma sessão ordinária na noite desta segunda (7) e novamente teve polêmica com o caso dos quinquênios dos servidores (professores) do município. O plenário da Casa ficou lotado em sua maioria por professores da rede municipal que foram acompanhar […]

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Do Afogados On Line

A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira esteve reunida em mais uma sessão ordinária na noite desta segunda (7) e novamente teve polêmica com o caso dos quinquênios dos servidores (professores) do município.

O plenário da Casa ficou lotado em sua maioria por professores da rede municipal que foram acompanhar a entrega de um documento por parte da Associação dos Professores solicitando a assinatura dos vereadores, informando que não tinham conhecimento do Processo que se encontra para ser julgado no Tribunal de Justiça de Pernambuco sobre a inconstitucionalidade do pagamento dos quinquênios.

O documento foi lido pela presidente da Associação, Leila Albuquerque. Em seguida, ele foi entregue ao presidente Franklin Nazário para que fosse repassado aos demais para assinarem. Apenas três vereadores naquele momento assinaram o documento: José Edson (Zé Negão), Vicente Zuza (Vicentinho) e a vereadora Antonieta Guimarães.

Zé Negão justificou sua assinatura dizendo que são direitos adquiridos dos servidores e que os mesmos não baixassem a cabeça para esse absurdo que estava acontecendo e reafirmou que não sabia da notificação que a Câmara havia recebido, dizendo que todos foram pegos de surpresa. Zé também criticou o governo municipal sobre a criação de concurso público no município que foi uma bandeira de campanha do atual gestor.

O líder da bancada de situação, Igor Mariano, informou que foi solicitado várias vezes da Associação o teor do documento para que pudessem realizar um estudo mais aprofundado e que não teve acesso. O vereador disse que não estava afirmando que não assinaria o documento naquele momento ou que assinaria, mas que a bancada iria analisar o documento.

O presidente Franklin Nazário disse que caso seja necessário à disponibilização da ata da sessão anterior em que os vereadores informaram que não sabiam da notificação, podem solicitar que será tirada cópia.

O vereador voltou a afirmar que a notificação foi para o presidente da Câmara se pronunciar e não para todos os vereadores, mas mesmo assim se comprometeu a repassar cópia da ata anterior.

Franklin disse que no ano de 2007 várias categorias de servidores do município foram extintas e que ali havia alguns vereadores que votaram a favor da extinção, se referindo ao vereador Zé Negão.

A sessão, cheia de vaias e aplausos,  terminou por volta das 22h50. Faltaram os vereadores Pedro Raimundo e Renon de Ninô.

Vejam o teor do documento apresentado com as respectivas assinaturas dos três vereadores:

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Flávio Gadelha Filho diz que Raquel trata prefeitos adversários a pão e água. “Faz política partidária e não para as pessoas”

Filho do prefeito de Abreu e Lima Flávio Gadelha, o pré-candidato a Deputado Estadual diz que aprovação do pai é cozida pelas próprias linhas. “Sem nenhum incentivo do Estado” O pré-candidato a Deputado Estadual,  Flávio Gadelha Filho (MDB), mostrou confiança em sua eleição para a Assembleia Legislativa. Ele está construindo uma base de apoio no […]

Filho do prefeito de Abreu e Lima Flávio Gadelha, o pré-candidato a Deputado Estadual diz que aprovação do pai é cozida pelas próprias linhas. “Sem nenhum incentivo do Estado”

O pré-candidato a Deputado Estadual,  Flávio Gadelha Filho (MDB), mostrou confiança em sua eleição para a Assembleia Legislativa.

Ele está construindo uma base de apoio no Pajeú,  a partir da articulação do ex-vereador Hamilton Marques. Gadelha esteve em Afogados da Ingazeira e participou da Expoagro. Também conversou com a imprensa na manhã seguinte, em um hotel da cidade.

Na entrevista, concedida a este jornalista pela Rádio Pajeú e a Wellington Rocha, da Afogados FM, o filho do prefeito de Abreu e Lima,  Flávio Gadêlha,  mostrou confiança na sua eleição. “A visita foi muito produtiva,  ao lado dos nossos amigos Hamilton Marques e Fabrício. Me senti muito bem recebido e pode ter certeza que essa cidade e região pode contar comigo”.

Falou também das demandas da região. “Por onde a gente passa a gente busca entender as dores das pessoas,  o motivo pelo qual a gente trabalha”.

Sobre a recente disputa de espaço do MDB, Gadêlha Filho fez uma leitura positiva. “A gente tem montado um grupo muito competitivo. A chapa foi montada através do nosso grande amigo Raul Henry. Acredito que vamos fazer três deputados estaduais a partir de nomes muito fortes como o presidente da Assembleia Legislativa,  Álvaro Porto,  o ex-prefeito de Caruaru,  Zé Queiroz,  entre outros quadros políticos muito fortes”.

Ele também fez defesa do pré-candidato João Campos. “Nenhuma eleição é fácil, mas acredito no projeto da Frente Popular. Ele será vitorioso. Em Abreu e Lima comprovamos que ela (Raquel) elege quem vai apoiar e quem não vai. Que tipo de política é essa? Política partidária ou política para as pessoas?”

Ele reforçou que o município sofre retaliação da governadora. “A aprovação de meu pai, de mais de 80%, é tudo com recursos próprios. A gente não tem incentivo do Governo do Estado, o que complica bastante,  mas a gente tem enfrentado isso, porque quem quer, faz”.

Sobre Campos,  disse ter a mesma qualidade do pai. “A escuta. Ele ouve as pessoas,  por isso trouxe resultados pro Recife. Se comparar a quantidade de entregas na Educação do Recife,  por exemplo,  e em relação ao Estado, como no número de creches, você vê a diferença. Já o Estado tem muitas promessas e pouca entrega”.

Em nota no Facebook Rogério Leão informa que deixou UTI

O deputado estadual Rogério Leão, informou, através de seu Facebook, que após doze dias de internação na Unidade de Terapia Intensiva, foi transferido para um apartamento do Hospital Santa Joana, onde continuará a sua recuperação. O deputado testou positivo para a covid-19, em 19 de setembro. “Gostaria de agradecer, primeiro à Deus por restabelecer minha […]

O deputado estadual Rogério Leão, informou, através de seu Facebook, que após doze dias de internação na Unidade de Terapia Intensiva, foi transferido para um apartamento do Hospital Santa Joana, onde continuará a sua recuperação. O deputado testou positivo para a covid-19, em 19 de setembro.

“Gostaria de agradecer, primeiro à Deus por restabelecer minha saúde, ao apoio e orações dos meus familiares, amigos, amigas e todas as pessoas que torceram e mandaram inúmeras mensagens de apoio, fé e esperança”, postou o deputado.

“Quero agradecer também a toda a equipe médica do Santa Joana que continua cuidando da minha saúde. Muito obrigado e que Deus abençoe todos nós”, completou na postagem.

Márcia rebate Waldemar Oliveira: “Quem tem boca fala o que quer”

Farol de Notícias Sem alterar a voz ou fazer provocação, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, não silenciou diante às críticas disparadas pelo deputado Waldemar Oliveira, líder do Avante. Analisando a ‘debandada’ no bloco da oposição, quando houve mais uma baixa, com o médico Leirson Magalhães apoiando Márcia para 2024, ”Dema’ disse que a […]

Farol de Notícias

Sem alterar a voz ou fazer provocação, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, não silenciou diante às críticas disparadas pelo deputado Waldemar Oliveira, líder do Avante.

Analisando a ‘debandada’ no bloco da oposição, quando houve mais uma baixa, com o médico Leirson Magalhães apoiando Márcia para 2024, ”Dema’ disse que a prefeita ‘estava usando a máquina, e não tinha como dar o que Márcia oferece”.

“O deputado [Waldemar] foi bem votado em Serra Talhada. porque não o deputado também nos ajudar. assim como faz o deputado Fernando Monteiro (PP), trazendo obras para Serra Talhada. Quem tem boca fala o que quer. As ações superam as palavras, espero que o deputado faça por Serra Talhada”, disse a prefeita, durante entrevista a uma emissora de rádio.