Notícias

Coluna do Domingão

Por Nill Júnior

Todo torturador esconde um covarde

Maria de Fátima Campos Belham, esposa de José Antônio Nogueira Belham, General acusado de ter assassinado o ex-deputado Rubens Paiva, entrou com um processo contra o condomínio  que mora em Brasília. Motivo: algumas capivaras comeram um pedaço do jardim da casa dela, no condomínio Life Resort, Asa Norte, Brasília. O blog teve acesso à ação.

Ela pediu indenização por danos morais, alegando ainda que seu marido, torturador e acusado de assassinar Rubens Paiva, tem problemas cardíacos e poderia ter morrido de susto por conta do quadrúpede. “Ainda, apenas para ilustrar o estado de espírito da autora, destaca-se que caso ela ou seu marido tivessem se deparado com a cena enquanto ela ocorria, isto é, se tivessem dado de
cara com os animais em sua varanda, só o susto poderia causar um terrível desfecho, considerando que ele é cardíaco”, diz a ação.

No dito jardim, ela tinha investido R$ 240,00. Incluiu a nota fiscal nos autos. Maria de Fátima Belham, esposa do general torturador e acusado de matar Rubens Paiva,  perdeu o processo.

Causa estranheza a coragem e valentia do deputado para combater os que considerou ameaças pelo simples direito de pensar diferente do regime ditatorial na época do chumbo, assim como causa mais estranheza ainda seu medo de morrer, em razão de um possível encontro com uma capivara, famosa por sua docilidade.

Ao longo do ano de 2003, quando era deputado federal, o presidente Jair Bolsonaro nomeou em seu gabinete na Câmara, como assessora parlamentar, Maria de Fátima Campos Belham. Professora do Colégio Militar de Brasília até a aposentadoria, em 2013, a mulher do general reformado do Exército José Antônio Nogueira Belham sempre esteve aliada ao Bolsonarismo. Já o general que tem medo de capivaras foi um dos quadros mais importantes do Exército nas ações de repressão durante a ditadura militar, chefiou o Destacamento de Operações de Informação (DOI) – quando o deputado federal Rubens Paiva foi assassinado – e se tornou réu pelo crime.

Comandante do DOI no auge das prisões e torturas aos opositores do regime, em 1971, Belham também integrou o Centro de Informações do Exército (CIE), núcleo de inteligência ligado ao gabinete do ministro do Exército, que, na época, era Orlando Geisel. Desses anos, carrega o processo que se tornou histórico na Justiça brasileira: responde por homicídio doloso qualificado, ocultação de cadáver, quadrilha armada e fraude processual no caso do desaparecimento do deputado federal Rubens Paiva, até agora, sem punição.

O filme Ainda Estou Aqui expõe as vísceras da ditadura e da ação que matou o ex-deputado. Mostra que um grave erro foi o pacto pela anistia aos que cometeram tantos crimes covardes, com atrocidades que deixariam nazistas estupefatos, como choques na vagina, tortura de pais na frente dos filhos crianças, pau de arara e agressões como as que sofreram Paiva, sob o comando de Belham, o torturador que tem medo de capivaras.

O seu corpo foi enterrado e desenterrado diversas vezes por agentes da repressão até ter seus restos mortais jogados ao mar, na costa da cidade do Rio de Janeiro, em 1973, dois anos após sua morte.

Amilcar Lobo, médico que atuava como avaliador dos limites da tortura durante a ditadura militar, deu detalhes de como encontrou a vítima. “Ele era uma equimose só. Estava roxo da ponta dos cabelos à ponta dos pés. Ele havia sido torturado, mas, quando fui examiná-lo, verifiquei que seu abdômen estava endurecido, abdômen de tábua, como se fala em linguagem médica. Suspeitei que houvesse uma ruptura do fígado ou do baço, pois elas provocam uma brutal hemorragia interna. Eu nunca havia presenciado um quadro desse tipo. Aquele homem levara uma surra como eu nunca vira. Fiquei na cela com ele durante uns 15 minutos. Durante todo o tempo ele esteve deitado. Estava consciente. Não gemia. Disse só duas palavras: – Rubens Paiva”, relatou.

Este fim de semana marca os 40 anos da redemocratização do Brasil. Só haverá plenitude no modelo de representação popular se houver punição exemplar para quem a ameaça, como no 8 de janeiro. Sem anistia para quem atenta contra a democracia!

Pais da maternidade

O anúncio de uma maternidade pela governadora Raquel Lyra para a cidade de Serra Talhada foi comemorado pelos adversários Luciano Duque e Márcia Conrado, cada um invocando a paternidade local pela maternidade. E Duque vai cada vez mais tensionar e cobrar fidelidade de Márcia a Raquel, sabendo que o PT da gestora deve tomar o caminho do apoio ao PSB de João Campos. Já no apoio de 2022, Márcia chegou bem antes. Duque preferiu Marília Arraes, hoje com Márcia, para se aliar já no curso do mandato.

O projeto 

Segundo o Estado,  a maternidade de Serra Talhada terá 150 leitos e vai receber mães dos municípios de Serra Talhada, Afogados da Ingazeira, Brejinho, Carnaíba, Iguaraci, Ingazeira, Itapetim, Quixabá, Santa Terezinha, São José do Egito, Solidão, Tabira, Tuparetama, Betânia, Calumbi, Carnaubeira da Penha, Flores, Floresta, Itacuruba, Santa Cruz da Baixa Verde, São José do Belmonte e Triunfo. Custará R$ 125 milhões.

Viva o cinema!

O Cine São José terá a entrega oficial das novas cadeiras e tela no dia 12 de abril, às 19 horas. A Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios formalizará novo convênio de manutenção das atividades com a prefeitura de Afogados da Ingazeira, com presença do prefeito Sandrinho Palmeira. O vice, Daniel Valadares, articula emenda com o Deputado Federal Carlos Veras para melhoria do prédio. A Fundação será representada pelo Bispo Diocesano, Dom Limacêdo Antônio, e pelo Padre Josenildo Nunes de Oliveira.

Aliado

O ex-prefeito e Secretário Marconi Santana, cada vez mais próximo de Raquel Lyra, também parabenizou a governadora pelo anúncio da maternidade de Serra Talhada. Em sua rede social, lembrou um discurso de 2022, quando cobrava melhorias nesse serviço de partos da região, evitando nascimento de filhos do Pajeú fora da região. Marconi é pré-candidato a Deputado Estadual, e deve escolher sua nova legenda em breve.

Nada mudou

Até agora, no Sertão, só o prefeito de Inajá, Marcelo de Alberto, se filiou ao PSD. A oficialização ocorreu nessa semana. Era dos Republicanos. Semana passada, o blog destacou que são esperados no PSD nomes como Pedro Alves e Zeinha Torres (Iguaracy), Diógenes Patriota (Tuparetama), Luciano Bonfim (Triunfo), Ilma Valério (Carnaíba), Pollyanna Abreu (Sertânia) e até Dr. Ismael, do Republicanos. Até agora, nenhum deles anunciou essa movimentação.

O papel da imprensa

Os diretores do Hospital Memorial Arcoverde, destacaram a importância da denúncia do blog e, depois, repercussão no resto da imprensa, sobre os atrasos nos repasses do SASSEPE à unidade, assim como a muitas outras no Estado. A reportagem deu luz ao problema. Mais que o dinheiro pro hospital, teve preocupação com pacientes oncológicos que estavam ameaçados de perder o serviço. A fala dos médicos Joaquim e Rafael Lucena foi ao ar no LW Cast, da TV LW. Esse é o papel do Jornalismo.

Teve, não dá em nada

Em Custódia, aliados do prefeito Messias do DNOCS e da vice, Anne Lúcia, não acreditam que vá prosperar a denúncia de abuso de poder econômico, com a máquina da gestão Manuca totalmente a serviço da candidatura, segundo o MP. A denúncia é grave e diz que a gestão Manuca contratou servidores temporários para obter votos aumentando em 57% essa modalidade, mesmo com a redução de matrículas escolares, além de temporários recebendo em período proibido e as datas de contratação falsificadas. Todo mundo sabe que a máquina de Manuca moeu pra Messias, mas não acreditam em punição.

Frase da semana: “Nós queremos encontrar quem é o pilantra que aumentou tanto o ovo”.

Do presidente Lula, reclamando da alta no preço dos ovos. Ele disse que, mesmo com as exportações — de 0,9% dos 59 bilhões produzidos no território brasileiro — o valor deveria se manter estável no país.

Outras Notícias

Quaest: rejeição a Flávio cai de 52% para 49%, enquanto Lula permanece com 47% na véspera do segundo turno

A rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL) caiu três pontos percentuais na última pesquisa Quaest antes do segundo turno presidencial, divulgada neste sábado (24). O índice passou de 52% para 49%, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve os 47% registrados no levantamento anterior. A diferença entre os candidatos caiu de cinco […]

A rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL) caiu três pontos percentuais na última pesquisa Quaest antes do segundo turno presidencial, divulgada neste sábado (24). O índice passou de 52% para 49%, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve os 47% registrados no levantamento anterior. A diferença entre os candidatos caiu de cinco para dois pontos percentuais, dentro da margem de erro da pesquisa.

O indicador considera os entrevistados que afirmam não votar de jeito nenhum em determinado candidato. Na rodada anterior, divulgada na quarta-feira (21), a rejeição a Flávio era de 52%, enquanto Lula registrava 47%.

A nova pesquisa mostra que a resistência ao nome do senador apresentou uma oscilação de três pontos percentuais para baixo. Já a rejeição ao presidente permaneceu numericamente estável, depois de ter registrado uma queda de seis pontos na pesquisa anterior.

A comparação com o levantamento de 14 de outubro mostra mudanças nos dois indicadores. Naquela ocasião, Flávio tinha 54% de rejeição e Lula, 53%. Em dez dias, os índices passaram para 49% e 47%, respectivamente, representando reduções numéricas de cinco e seis pontos percentuais.

As variações precisam ser interpretadas considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Os dados mostram aproximação entre os índices de rejeição, mas não permitem concluir, apenas pela diferença apresentada, que um dos candidatos tenha rejeição estatisticamente superior à do adversário.

O levantamento também mediu as intenções de voto para o segundo turno. No cenário de votos totais, Flávio Bolsonaro aparece com 46%, contra 45% de Lula. Outros 8% declararam voto branco, nulo ou que não pretendem votar, enquanto 1% não soube responder.

Considerando os votos válidos, Flávio registra 51% e Lula, 49%. A diferença de dois pontos percentuais configura empate técnico na véspera da votação deste domingo (25).

A pesquisa foi realizada pela Quaest entre os dias 23 e 24 de outubro, com 3.702 eleitores de 16 anos ou mais, entrevistados presencialmente em diferentes regiões do país.

O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo, tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09158/2026.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

Quaest: Flávio tem 46% e Lula 45% dos votos totais na última pesquisa antes do segundo turno; empate técnico

A última pesquisa Quaest antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 46% das intenções de voto totais, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de um ponto percentual mantém os candidatos em empate técnico, considerando a margem de erro […]

A última pesquisa Quaest antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 46% das intenções de voto totais, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de um ponto percentual mantém os candidatos em empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O levantamento também mostra que 8% dos entrevistados pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas. Outros 1% disseram não saber em quem votar ou não responderam à pesquisa.

Na comparação com a rodada anterior, divulgada na quarta-feira (21), os dois candidatos oscilaram um ponto percentual para cima. Naquele levantamento, Flávio aparecia com 45% das intenções de voto, enquanto Lula registrava 44%.

A diferença numérica entre os candidatos permaneceu em um ponto percentual. As variações estão dentro da margem de erro e não indicam mudança estatisticamente significativa nas intenções de voto.

Entre os eleitores que declararam intenção de votar em branco, anular o voto ou não comparecer, o percentual caiu de 9% para 8%. Já os indecisos passaram de 2% para 1%.

Considerando apenas os votos válidos, que excluem brancos, nulos e respostas sem preferência por um dos candidatos, Flávio Bolsonaro aparece com 51%, contra 49% de Lula. A diferença de dois pontos percentuais também configura empate técnico.

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados previamente aos entrevistados, Flávio registra 44% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 42%. Nesse cenário, 7% declararam voto branco ou nulo e outros 7% permanecem indecisos.

A última rodada foi realizada após o debate presidencial promovido pela TV Globo nessa sexta-feira (23). A votação do segundo turno acontece neste domingo (25).

A Quaest entrevistou presencialmente 3.702 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 23 e 24 de outubro, em todas as regiões do país.

O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo, tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09158/2026.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

Quaest: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula 49% dos votos válidos na última pesquisa antes do segundo turno; empate técnico

A última pesquisa Quaest antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 51% dos votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de dois pontos percentuais mantém os candidatos em situação de empate técnico na véspera da votação deste […]

A última pesquisa Quaest antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 51% dos votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de dois pontos percentuais mantém os candidatos em situação de empate técnico na véspera da votação deste domingo (25).

O resultado indica um cenário numericamente próximo ao registrado na pesquisa anterior, divulgada na quarta-feira (21). Naquela rodada, Flávio aparecia com aproximadamente 50,6% dos votos válidos, enquanto Lula registrava 49,4%. Arredondados para números inteiros, os percentuais também correspondiam a 51% e 49%.

A diferença entre os candidatos permanece dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Os resultados não permitem afirmar que exista uma vantagem estatisticamente consolidada para qualquer uma das candidaturas.

Na pesquisa anterior, considerando os votos totais, Flávio tinha 45% das intenções de voto e Lula, 44%. Outros 9% declaravam voto branco, nulo ou que não compareceriam à votação, enquanto 2% permaneciam indecisos.

A rejeição aos candidatos também havia sido medida naquela rodada. Flávio registrava 52%, contra 47% de Lula. Os percentuais representavam uma redução em relação ao levantamento de 14 de outubro, quando a rejeição era de 54% ao senador e 53% ao presidente.

A nova pesquisa foi contratada pelo Grupo Globo e ouviu 3.702 eleitores, com entrevistas previstas para os dias 23 e 24 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09158/2026.

Os percentuais da última pesquisa representam as intenções de voto dos entrevistados e não constituem uma previsão do resultado da votação.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

Gerp: Flávio tem 52% e Lula 48% dos votos válidos; diferença cai e candidatos voltam ao empate técnico

Pesquisa Gerp divulgada neste sábado (24), véspera do segundo turno presidencial, aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de quatro pontos percentuais é classificada pelo instituto como empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou […]

Pesquisa Gerp divulgada neste sábado (24), véspera do segundo turno presidencial, aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de quatro pontos percentuais é classificada pelo instituto como empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O resultado representa uma redução da diferença numérica entre os candidatos em relação à pesquisa anterior, divulgada na quarta-feira (21). Naquela rodada, Flávio registrava 53% dos votos válidos, enquanto Lula aparecia com 47%.

Na comparação, o senador oscilou um ponto percentual para baixo, enquanto o presidente oscilou um ponto para cima. A distância entre os dois passou de seis para quatro pontos percentuais. As variações estão dentro da margem de erro e não permitem afirmar que houve mudança estatisticamente significativa nas intenções de voto.

Nos votos totais, que incluem os entrevistados que não escolheram nenhum candidato ou não souberam responder, Flávio Bolsonaro aparece com 49%, contra 46% de Lula. Outros 3% não souberam ou não responderam, enquanto 1% declarou que não votaria em nenhum dos candidatos.

Na pesquisa anterior, Flávio tinha 50% dos votos totais e Lula, 45%. Assim, o candidato do PL oscilou um ponto percentual para baixo, enquanto o presidente apresentou oscilação positiva de um ponto.

No cenário espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Flávio registra 47% das intenções de voto, contra 44% de Lula. Outros 8% não souberam responder e 1% mencionou outros nomes.

O levantamento também apresenta diferenças regionais no comportamento do eleitorado. No Nordeste, Lula aparece com 60% dos votos válidos, contra 40% de Flávio Bolsonaro. Segundo o instituto, a diferença é estatisticamente significativa.

O cenário se inverte no Centro-Oeste, onde Flávio registra 71% e Lula, 29%, e no Sul, com 65% para o senador e 35% para o presidente. Nessas duas regiões, as diferenças também são consideradas estatisticamente significativas pela Gerp.

No Sudeste, maior colégio eleitoral do país, Flávio tem 51% e Lula, 49%. No Norte, os percentuais são de 56% para o candidato do PL e 44% para o petista. O instituto aponta empate técnico nas duas regiões, consideradas as respectivas margens de erro.

Entre os homens, Flávio registra 56% dos votos totais, contra 40% de Lula. Já entre as mulheres, o presidente aparece com 50%, enquanto o senador tem 43%.

No recorte por renda familiar, Lula registra 61% das intenções de voto entre os entrevistados que recebem até um salário mínimo, contra 32% de Flávio. Entre aqueles com renda de dois a cinco salários mínimos, Flávio aparece com 53% e Lula, com 44%.

A pesquisa também investigou a rejeição aos candidatos. Lula é rejeitado por 48% dos entrevistados, enquanto Flávio Bolsonaro registra 45%. A diferença de três pontos percentuais configura empate técnico nesse indicador.

Outros 2% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois candidatos, enquanto 2% disseram que poderiam votar em qualquer um deles. Os que não souberam responder representam 3%.

O Instituto Gerp Mercadologia entrevistou 2.400 eleitores por telefone, entre os dias 22 e 24 de outubro, em todas as unidades da Federação. O levantamento foi financiado com recursos próprios do instituto.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95,55%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09327/2026.

A rodada anterior, divulgada em 21 de outubro, também ouviu 2.400 eleitores, entre os dias 19 e 21, e foi registrada sob o número BR-03835/2026.

Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

 

Datafolha: Lula tem 46% de rejeição e Flávio Bolsonaro, 45%; candidatos estão empatados tecnicamente

A última pesquisa Datafolha antes do segundo turno presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta que 46% dos eleitores rejeitam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 45% afirmam não votar no senador Flávio Bolsonaro (PL). A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico […]

A última pesquisa Datafolha antes do segundo turno presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta que 46% dos eleitores rejeitam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 45% afirmam não votar no senador Flávio Bolsonaro (PL). A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos, configurando empate técnico nos índices de rejeição.

Os números mostram uma inversão em relação ao levantamento anterior, divulgado na quinta-feira (22). Naquela pesquisa, Flávio registrava 46% de rejeição, contra 45% de Lula.

Na comparação entre as duas rodadas, a rejeição ao candidato do PL oscilou um ponto percentual para baixo, enquanto a do presidente aumentou um ponto. As variações estão dentro da margem de erro e não representam mudanças estatisticamente significativas.

O levantamento também identificou que 2% dos entrevistados rejeitam os dois candidatos, enquanto 6% afirmam não rejeitar nenhum deles.

A série de pesquisas do segundo turno mostra que os percentuais de rejeição permaneceram próximos ao longo de outubro. No levantamento de 8 de outubro, Lula tinha 46% e Flávio, 43%. Na rodada de 15 de outubro, o presidente permaneceu com 46%, enquanto o senador passou a 44%.

Já na pesquisa de 22 de outubro, Flávio chegou a 46% e Lula registrou 45%. Agora, na última medição antes da votação, os índices ficaram em 45% e 46%, respectivamente.

Os resultados foram divulgados no mesmo levantamento que apontou Flávio Bolsonaro com 48% das intenções de voto totais, contra 47% de Lula. Nos votos válidos, o senador aparece com 51% e o presidente, com 49%. Os candidatos também estão tecnicamente empatados na intenção de voto.

A pesquisa ouviu presencialmente 4.050 eleitores de 16 anos ou mais entre sexta-feira (23) e este sábado (24), em diferentes regiões do país.

O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09540/2026.

Fonte: Datafolha
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr