A Soldado Leidy Emily, natural de Triunfo, no Pajeú, llotada no 12º Batalhão da Polícia Militar (BPM), faleceu em um grave acidente de trânsito no bairro de Afogados, na Zona Oeste do Recife.
De acordo com informações preliminares, a viatura em que a militar estava colidiu com outro veículo no cruzamento das ruas São Miguel e Quitério Inácio de Melo. Com o impacto, a viatura capotou, resultando na morte imediata da policial. Outros ocupantes do veículo foram socorridos.
A Soldado Leidy Emily estava no cumprimento do seu dever, deslocando-se para uma ocorrência no momento do impacto. A Polícia Militar de Pernambuco e o 12º BPM estão em luto por esta perda irreparável.
Ela era PM a pouco tempo, do grupo conhecido como “laranjinhas”, pelo uso do boné laranja, que identifica o menor tempo a serviço da corporação. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento, que deverão ocorrer com honras militares em Triunfo, sua cidade natal.
Cidade chegou a 53 casos O secretário de Finanças de Tabira, Afonso Amaral (na foto de arquivo com o prefeito Sebastião Dias) está entre as vítimas do Coronavírus no município. O teste foi realizado no sábado, dia 6 de junho, no décimo dia, após o mesmo sentir sintomas leves da doença. A suspeição do caso […]
O secretário de Finanças de Tabira, Afonso Amaral (na foto de arquivo com o prefeito Sebastião Dias) está entre as vítimas do Coronavírus no município.
O teste foi realizado no sábado, dia 6 de junho, no décimo dia, após o mesmo sentir sintomas leves da doença.
A suspeição do caso tornou-se mais forte após a esposa de Afonso ter testado positivo alguns dias atrás. Com a confirmação da esposa, toda a família vinha em isolamento social e cumprindo as orientações desde o dia 23 de maio.
No momento, segundo informações do próprio paciente, ele está com uma leve alteração no pulmão esquerdo que foi constatada após realização de uma tomografia.
Afonso e família vêm sendo acompanhados pela Agente de Saúde e a equipe do hospital de Tabira da ala Covid, coordenada pelo Dr. João Véras. “Estamos aguardando os prazos para reavaliação, testagem e liberação”, disse Afonso Amaral.
A cidade chegou a 53 casos confirmados, 83 descartados, oito em investigação e 26 investigados. Nessas 24 horas, quatro tabirenses foram notificados na Quarentena Domiciliar Monitorada. E 13 tabirenses concluíram o Monitoramento Domiciliar.
Da Assessoria O candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Zé Negão (Podemos), abriu sua campanha eleitoral na manhã deste domingo (27) cumprindo agendas na zona rural. Na sequência, ao lado do candidato a vice, Renon de Ninô (PTB), candidatos a vereadores e lideranças políticas da cidade e zona rural, Zé Negão recebeu a visita […]
O candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Zé Negão (Podemos), abriu sua campanha eleitoral na manhã deste domingo (27) cumprindo agendas na zona rural.
Na sequência, ao lado do candidato a vice, Renon de Ninô (PTB), candidatos a vereadores e lideranças políticas da cidade e zona rural, Zé Negão recebeu a visita do deputado federal e presidente estadual do Podemos, Ricardo Teobaldo, um dos principais apoiadores de sua campanha.
Zé Negão iniciou a campanha defendendo uma nova política para mudar Afogados da Ingazeira.
“Hoje nós estamos dando largada a nossa grande campanha, que é a campanha do povo contra um sistema que está aí, uma oligarquia política, onde fizeram um acordo pensando apenas neles, não pensando no que é melhor para a nossa cidade. Conto com o apoio e confiança dos afogadenses para juntos construirmos uma nova política e uma nova Afogados”, disse.
“Gostaria de dizer a todos da minha satisfação enquanto presidente do Podemos em Pernambuco em ter Zé Negão nos quadros do nosso partido como candidato disputando uma eleição de uma cidade tão importante como Afogados da Ingazeira. Gostaria de parabenizá-lo por sua coragem e determinação, você é um guerreiro e o povo de Afogados vai saber reconhecer essa sua disposição, vontade e amor pelo povo de Afogados. Estamos juntos nesta luta, Zé”, disse o deputado.
Zé Negão e Renon de Ninô fazem parte da coligação “A Força do Povo pela Mudança”, composta pelos partidos Podemos, PTB, DEM, PRB (Republicanos), PSDB e PSL, que conta com 16 candidatos à Câmara Municipal.
G1 O presidente Michel Temer escolheu nesta quarta-feira (28) a procuradora Raquel Dodge para o comando da Procuradoria Geral da República, em substituição ao atual procurador-geral, Rodrigo Janot. O mandato de Janot à frente da PGR termina em setembro. O nome de Raquel Dodge foi anunciado pelo porta-voz da Presidência da República, Alexandre Parola, em […]
O presidente Michel Temer escolheu nesta quarta-feira (28) a procuradora Raquel Dodge para o comando da Procuradoria Geral da República, em substituição ao atual procurador-geral, Rodrigo Janot. O mandato de Janot à frente da PGR termina em setembro.
O nome de Raquel Dodge foi anunciado pelo porta-voz da Presidência da República, Alexandre Parola, em pronunciamento no Palácio do Planalto que durou 22 segundos.
“O presidente da República escolheu na noite de hoje a subprocuradora-geral da República, dra. Raquel Elias Dodge para o cargo de procuradora-geral da República. A dra. Raquel Dodge é a primeira mulher a ser nomeada para a Procuradoria Geral da República”, afirmou Parola no pronunciamento.
A polícia militar foi um dos órgãos que recebeu a segunda leva de álcool gel produzido no campus Desde que as aulas presenciais foram interrompidas em decorrência da pandemia da Covid-19, o IF Sertão-PE tem promovido meios de contribuir para a prevenção da doença, e em todos os campi, servidores e estudantes executam projetos voltados […]
A polícia militar foi um dos órgãos que recebeu a segunda leva de álcool gel produzido no campus
Desde que as aulas presenciais foram interrompidas em decorrência da pandemia da Covid-19, o IF Sertão-PE tem promovido meios de contribuir para a prevenção da doença, e em todos os campi, servidores e estudantes executam projetos voltados a esta finalidade.
Em Serra Talhada, sob orientação do professor de Química, Tarcísio David, estudantes do curso de Licenciatura em Física, estão produzindo álcool gel no laboratório do campus, unindo assim os conhecimentos adquiridos durante as aulas, com esforços para minimizar a proliferação do vírus na região.
A primeira ação do projeto foi realizada no dia 7 de outubro, quando os alunos bolsistas Alânio Lima e Rogério Souza, junto ao professor Tarcísio, distribuíram kits com álcool gel 70% fabricado no campus, assim como máscaras de proteção aos caminhoneiros, motoristas e passageiros de ônibus e vans que passavam pelo posto fiscal da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Serra Talhada. A PRF, inclusive, foi uma das parceiras na distribuição e conscientização da população.
Na última segunda-feira (23), as doações continuaram. Para tanto, foram doados 300 litros de álcool gel para o Hospital Regional Prof. Agamenon Magalhães (HOSPAM), 180 litros para a Polícia Militar e 250 litros para a Secretaria Municipal de Educação de Serra Talhada, além de 600 máscaras de algodão. A ideia é que esses órgãos também distribuam entre seus profissionais os kits produzidos no IF Sertão-PE.
“Essas ações são importantes, pois mostram a preocupação em ajudar a comunidade que o campus está inserido, fazendo-nos presentes junto à população” afirmou o professor Tarcísio, idealizador do projeto. As atividades do projeto ainda não pararam e até o final do ano letivo, mais álcool será produzido e distribuído para a comunidade.
Padre, professor e comunicadora falaram sobre o tema à Rádio Pajeú. Por André Luis No último domingo (31.05), vimos o levante de protestos em algumas capitais brasileiras, com duas bandeiras. O antirracismo e o antifascismo. A primeira bandeira, no Brasil, segue, além da onda dos protestos nos EUA, que foi provocado pela morte de George […]
Padre, professor e comunicadora falaram sobre o tema à Rádio Pajeú.
Por André Luis
No último domingo (31.05), vimos o levante de protestos em algumas capitais brasileiras, com duas bandeiras. O antirracismo e o antifascismo.
A primeira bandeira, no Brasil, segue, além da onda dos protestos nos EUA, que foi provocado pela morte de George Floyd – um segurança negro, que foi morto sufocado por um policial branco, em Minneapolis, no Minesota, mesmo após estar imobilizado com algemas, tem também o caso do adolescente João Pedro Mattos Pinto, de 14 anos – morto a tiro no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, dentro de casa, durante uma operação da polícia.
Já a segunda bandeira, teve origem como um contrapeso às manifestações de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, que constantemente estão indo às ruas pedirem o fechamento de instituições democráticas como o STF e o Congresso Nacional.
Soma-se a isso, a forma como o presidente Jair Bolsonaro tem governado o país. Bolsonaro é acusado de autoritarismo, de usar o estado como fosse sua propriedade e de estar planejando um golpe. Frases ditas pelo presidente, seus filhos, alguns ministros e apoiadores, também, são vistas como estopim para explosão dessa bandeira.
Não se sabe se pelo fato de estarmos vivendo uma pandemia provocada pelo novo coronavírus, esta situação seja amplificada e tem gerado sentimentos de angústias e incertezas na população brasileira com relação ao futuro do país.
Pesquisa realizada no A Tarde é Sua da Rádio Pajeú da última segunda-feira (01.06), mostra que 85,4% dos ouvintes disseram estar com medo do Brasil do futuro, diante dos acontecimentos do presente. Apenas 14,6% se disseram confiantes.
E, é sobre esses sentimentos que conversarmos no programa desta quarta-feira (03.06). Nos estúdios o padre Luiz Marques Ferreira, o padre Luizinho, pároco da Paroquia São Francisco de Assis, do bairro homônimo, aqui de Afogados da Ingazeira e membro do grupo Fé e Política Dom Francisco da Diocese. Por telefone conversamos com o professor e historiador Adelmo Santos e com a comunicadora Micheli Martins.
Padre Luizinho destacou a importância de se conversar sobre temas como estes, que segundo ele: “estão a flor da pelo do povo brasileiro, principalmente do povo que pensa, que reflete e que faz a sua reflexão a partir de dados concretos, porque o problema que nós vivemos na atualidade não é uma temática que aconteceu ou que pode acontecer, na verdade, o que nós estamos vendo no Brasil hoje, além da pandemia, que é mundial, nós temos que a partir dessa realidade repensar a nossa vida aqui no planeta de como vamos conviver, inclusive com o vírus, visto que não temos uma vacina”.
Ele disse que a sua visão é a mesma da igreja “a CNBB, já divulgou nota dizendo que defende a democracia, com tudo que lhe é legítimo. Primeiro ser eleito pelo povo, depois cumprir e obedecer às normas da democracia”, afirmou.
Padre Luizinho destacou que quando um político participa de um processo democrático, tem que saber que na democracia existe uma série de coisas, de valores, mas também existe limites, “como, por exemplo, a questão de da liberdade de expressão. Eu sou livre para expressar meu pensamento, mas não sou livre para mentir, levantar falso das pessoas e de forma criminosa, colocar mentira pra virar verdade no meio do povo, e isso é o que a gente tem visto deste o processo eleitoral”, destacou.
Para o professor Adelmo Santos, a educação deixa muito a desejar, “inclusive a escolaridade das pessoas, e nós temos aí mais da metade da população, que é analfabeta funcional e isso dificulta muito compreender a história do Brasil”, afirmou.
Segundo o professor nos últimos trinta e cinco anos “estamos vivenciando o pior período da história do Brasil, realmente a gente fica um pouco assustado com tudo que a gente está vendo. Acho que essa pesquisa reflete muito totalmente o que sente nesse momento a população brasileira em relação ao presente e ao futuro. Mas eu diria que como tudo é cíclico, tudo passa, acho que vamos superar essas dificuldades que enfrentamos no país”.
Para Adelmo a crise política atual é três vezes maior do que a crise sanitária, que estamos vivendo. “É muito preocupante, mas a gente acredita sempre no bom senso. Nós queremos de fato que as instituições possam funcionar plenamente, que a democracia possa voltar a funcionar plenamente”, destacou o professor.
Apesar de considerar o surgimento dos protestos legítimos, o professor se mostrou preocupado, mas quando questionado se havia a possibilidade do país entrar numa guerra civil partido do confronto dos manifestantes de lados opostos, disse que não. “Uma guerra civil é o ápice, o último estágio. A gente pode vivenciar alguns confrontos, que eu espero que não aconteçam, mas eu particularmente espero e acredito não ter guerra civil no Brasil”.
Adelmo lembrou a importância do futebol na luta pela democracia e criticou ‘craques da bola’ de hoje que não se posicionam politicamente para defende-la, nem aos menos favorecidos. “Falta as estrelas do futebol de nosso pais, no engajamento político nas pautas, principalmente em defesa da democracia e dos menos favorecidos”.
Mulher, negra e recentemente, mãe de gêmeos, a comunicadora Micheli Martins relatou as dificuldades de viver em uma sociedade machista e racista. Para ela, “é muito angustiante e realmente deixa a gente com muito medo do futuro. Eu tenho medo e ainda mais agora sendo mãe de duas crianças. Eu fico imaginando que mundo, que país os meus filhos vão ter daqui a 10, 20, 30 anos. A crise que a gente enfrenta hoje no nosso país é muito preocupante muito triste”, afirmou Micheli.
Micheli disse que o racismo está cada vez mais impregnado na sociedade. “A gente ainda hoje tem que ocupar os espaços para estar pedindo respeito, à nossa cor, somos seres humanos, somos iguais. Infelizmente o ódio está impregnado em algumas pessoas que não aceitam, que são intolerantes, a determinas coisas e pessoas. Acho que esse discurso de ódio está muito presente e a gente fica com muitas dúvidas com relação ao futuro” relatou.
Questionada sobre a frase ‘não consigo respirar’, dita por George Floyd, representava o sentimento dos negros do Brasil e do mundo, Micheli foi categórica. Com certeza. É uma frase muito forte, marcante, só de lembrar a gente já fica angustiada, essa frase machuca, ela dói e a gente fica sem respeitar também, só de pronunciar essa frase, e assim como ele outros negros já passaram por isso foram machucados dessa forma, tiveram suas vidas ceifadas por uma intolerância, por não aceitarem a sua cor negra, a gente vê isso diariamente”, afirmou.
“Eu sofri muito preconceito. Na escola principalmente. Mulher, negra, cabelo crespo… enfim você imagina aí tudo que ouvi na escola. Não é mimimi. O racismo existe e ele dói, machuca.” Revelou Micheli.
Você precisa fazer login para comentar.