Três bairros de Afogados mais Ibitiranga tem abastecimento de água interrompido
Por André Luis
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Em nota divulgada na manhã desta quarta-feira (14), a Compesa informou que os bairros Sobreira, Cohab e São Cristóvão, em Afogados da Ingazeira e o distrito de Ibitiranga, em Carnaíba, estão com o abastecimento de água suspenso nesta quarta-feira.
Segundo a Compesa, a interrupção se dá por conta de um estouramento na Adutora Zé Dantas.
Ainda segundo a nota, os técnicos já estão no local executando o serviço e a previsão de retorno é até as 17 horas.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira vai promover na próxima quarta (6) o lançamento da programação da 7ª Feira de Empreendedorismo do município. A participação é aberta a todos os interessados. Na ocasião, a Secretaria de Administração e Desenvolvimento Econômico vai apresentar a estrutura da feira, previsão de quantidade de estandes, comercialização dos estandes, bem […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira vai promover na próxima quarta (6) o lançamento da programação da 7ª Feira de Empreendedorismo do município.
A participação é aberta a todos os interessados. Na ocasião, a Secretaria de Administração e Desenvolvimento Econômico vai apresentar a estrutura da feira, previsão de quantidade de estandes, comercialização dos estandes, bem como a programação da feira.
“Será um momento muito importante para o desenvolvimento econômico, onde poderemos apresentar o que pensamos e dialogar com nossos empreendedores sobre mais uma das maiores feiras do segmento no sertão do Pajeú”, destacou o Secretário de Administração e Des. Econômico, Ney Quidute.
O prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, detalhou em entrevista à Rádio Cultura FM como pretende aplicar os recursos extraordinários da outorga da Compesa. Em um cenário onde comunidades rurais convivem com a ironia de estarem próximas a grandes reservatórios, mas sem acesso à água tratada, o gestor anunciou que a prioridade será […]
O prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, detalhou em entrevista à Rádio Cultura FM como pretende aplicar os recursos extraordinários da outorga da Compesa. Em um cenário onde comunidades rurais convivem com a ironia de estarem próximas a grandes reservatórios, mas sem acesso à água tratada, o gestor anunciou que a prioridade será a infraestrutura hídrica, descartando o uso da verba para gastos correntes ou eventos.
O recurso, liberado pelo governo de Raquel Lyra após a concessão do saneamento em Pernambuco, chega sob regras rígidas de aplicação. Segundo Brito, a verba é restrita a investimentos, proibindo o custeio de folha de pagamento ou festividades. Para o município, o aporte financeiro representa a chance de enfrentar o que o prefeito classificou como uma situação “triste”: famílias que vivem às margens da Barragem de Ingazeira, mas ainda dependem de carros-pipa.
O abismo entre a barragem e a torneira
A fala do prefeito expõe a precariedade da infraestrutura no Sertão do Pajeú. Enquanto a empresa concessionária assumirá o saneamento e o abastecimento nas áreas urbanas e distritos maiores, como Riacho do Meio, as comunidades menores e povoados permanecem sob responsabilidade direta da prefeitura e do estado.
“A comunidade passando sede… você ir dormir com sede sem poder lavar sua roupa e você olhar para trás do seu muro [e ver a barragem]”, relatou o gestor sobre a situação em Lagoa de Pedra.
A promessa de universalizar o acesso, que vai de Serra do Machado ao Bonfim, agora depende da execução eficiente desse montante. Em um estado marcado por crises hídricas históricas e desigualdade na distribuição de recursos, a gestão desses valores será o teste para a capacidade do município de converter verba de concessão em direito social básico.
Por falta de quórum e após quase seis horas, a sessão do Congresso Nacional destinada a analisar 32 vetos da presidente Dilma Rousseff foi suspensa na madrugada desta quarta-feira (23) sem que vetos polêmicos, como o do reajuste de até 78% para servidores do Judiciário, fossem votados. O quórum começou a diminuir depois que partidos […]
Por falta de quórum e após quase seis horas, a sessão do Congresso Nacional destinada a analisar 32 vetos da presidente Dilma Rousseff foi suspensa na madrugada desta quarta-feira (23) sem que vetos polêmicos, como o do reajuste de até 78% para servidores do Judiciário, fossem votados.
O quórum começou a diminuir depois que partidos de oposição passaram a recomendar aos parlamentares de suas bancadas a obstrução da sessão.
Foram votados 26 dos 32 vetos, todos mantidos pelos congressistas. A apreciação dos seis vetos restantes dependerá agora de uma nova sessão conjunta do Congresso (deputados e senadores), em data a ser definida.
Foi uma mobilização muito forte. Hoje, se não fosse pelo adiantado da hora, tenho a impressão que nem o Senado votaria, porque a Câmara já manteria os vetos. Acho que hoje foi um dia importante e tenho impressão que o mercado fará uma leitura mais favorável.”
Delcídio Amaral (PT-MS), líder do governo no Senado
Parte das matérias vetadas elevaria despesas públicas e dificultaria o ajuste fiscal do governo, que busca evitar déficit no Orçamento da União do ano que vem. Uma eventual derrubada de todos os vetos geraria um gasto extra para o governo de R$ 23,5 bilhões no ano que vem, segundo estimativa do Ministério do Planejamento.
Entre os mantidos, está o veto ao texto que acabou com o fator previdenciário e estabeleceu a regra 85/95 para a aposentadoria.
Se o veto da presidente Dilma Rousseff tivesse sido derrubado, o gasto adicional com aposentadorias seria de R$ 132 bilhões até 2035, segundo cálculo do Ministério do Planejamento.
Durante a sessão, os parlamentares aprovaram primeiro a manutenção de 24 dos 32 vetos com uma votação em cédula de papel. Entre esses 24 vetos estava o do fator previdenciário.
Outros oito vetos, que tiveram pedido de destaque, começaram a ser votados um a um, com registro no painel eletrônico, mas o plenário só chegou a apreciar dois deles. Um tratava de vantagens para servidores públicos dos ex-territórios federais de Rondônia, Amapá e de Roraima. O outro obrigava escolas de educação básica a identificar, no ato da matrícula, as pessoas autorizadas a ingressar no estabelecimento de ensino para cuidar de assuntos de interesse do aluno.
O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse neste domingo (12) que, na avaliação do governo federal, a ordem e a segurança pública foram resgatadas no Espírito Santo. Segundo ele, as informações do governo do estado são de que a greve da Polícia Militar está “em declínio”. Ainda assim, o efetivo de 3,1 mil homens das […]
O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse neste domingo (12) que, na avaliação do governo federal, a ordem e a segurança pública foram resgatadas no Espírito Santo. Segundo ele, as informações do governo do estado são de que a greve da Polícia Militar está “em declínio”. Ainda assim, o efetivo de 3,1 mil homens das Forças Armadas permanecerá no Espírito Santo “todo o tempo que seja necessário para que se garantam vidas”, de acordo com o ministro.
“A grande Vitória está levando uma vida bem mais tranquila. Amanhã as escolas estarão funcionando. O comércio abre, como já abriu no sábado, e o sistema de transporte coletivo deverá operar normalmente. A determinação do presidente da República, de recuperar a ordem, está sendo atendida”, disse Jungmann, após reunião com Michel Temer neste domingo no Palácio do Jaburu.
Também participaram no encontro os ministros da secretaria de Governo, Antônio Imbassahy, da secretaria-geral da Presidência, Moreira Franco, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, Sérgio Etchegoyen e o ministro interino da Justiça, José Levi do Amaral. Segundo Jungmann, foi uma reunião de trabalho na qual, entre outros assuntos, os ministros fizeram um balanço sobre a atuação das Forças Armadas no Espírito Santo.
O ministro da Defesa negou que o governo federal tenha demorado a agir diante do caos causado no estado pela greve da PM. O Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo informou que foram registrados 142 homicídios no Espírito Santo do dia 4 de fevereiro até as 10h de hoje.
Jungmann frisou que cinco horas depois do governador [em exercício] do Espírito Santo, César Colnago, ter feito um pedido escrito pedindo ajuda federal as Forças Armadas já se encontravam nas ruas do estado na última segunda-feira (6),. “Desde então, não tivemos mais arrastões, sequestros, desordens ou o que seja. Se algo houve, foi anterior à entrada em cena das Forças Armadas”, afirmou.
Investigação
O ministro disse também que o governo do estado criará um grupo especial de investigação para encontrar os responsáveis pelos homicídios recentes, bem como averiguar a suspeita de que teriam sido cometidos assassinatos por grupos de extermínio com a participação de policiais militares.
Jungmann admitiu que familiares de PMs ainda permanecem nos quartéis porque têm o apoio dos grevistas remanescentes. “As mulheres dos PMs continuam lá porque contam em alguma medida, ou muita medida, com o apoio daqueles que se encontram aquartelados. No nosso modo de entender, isso não condiz com aqueles que usam fardas. Isso tem que parar”, afirmou.
Segundo o ministro, o governo estadual repassou a informação de que cerca de mil policiais já teriam voltado ao trabalho. Além disso, as esposas dos policiais militares estariam recorrendo ao Ministério Público e até a lideranças evangélicas para mediar o diálogo com o governo local. Para Jungmann, um eventual acordo “é o que todos nós esperamos que venha a acontecer”.
Segundo ele, a atuação do governo federal no Espírito Santo será “a regra” para situações semelhantes que porventura ocorram em outras localidades. O ministro destacou, contudo, que até o momento não foi detectado um “efeito contágio” da situação em outros estados.
“Estamos, a pedido do presidente da República, acompanhando a situação no Rio de Janeiro, onde 97% do policiamento encontra-se nas ruas. Há um protesto, mas que não tem afetado de forma alguma o funcionamento policial no estado. Tudo segue normal nas outras unidades da federação”, disse. De acordo com o ministro, o governo está preparado para qualquer eventualidade.
A Prefeitura de Serra Talhada informou em nota que para realização da Festa de Setembro 2022, de 04 a 07 de setembro, na Lagoa Maria Timóteo, foi adotado um novo formato, “seguindo o padrão dos grandes eventos do país”. “Com o objetivo de oferecer à população a maior Festa de Setembro de todos os tempos […]
A Prefeitura de Serra Talhada informou em nota que para realização da Festa de Setembro 2022, de 04 a 07 de setembro, na Lagoa Maria Timóteo, foi adotado um novo formato, “seguindo o padrão dos grandes eventos do país”.
“Com o objetivo de oferecer à população a maior Festa de Setembro de todos os tempos e ainda economizar recursos públicos, a prefeitura abriu Chamada Pública para concessão do uso temporário do espaço do evento, onde a empresa licitante fornecerá toda a estrutura física gratuita ao município, tendo em contrapartida a exclusividade da comercialização no local”, diz a nota da gestão Márcia Conrado, do PT.
Segundo a nota, a vencedora da Chamada Pública n° 001/2022, após concorrência existente no certame, foi a empresa J I Barros Eireli EPP (JIB SOM), que será responsável pela montagem da estrutura do evento, áreas de bares, direito de exploração do lounge e distribuição para fornecimento exclusivo de bebidas.
A prefeitura diz que com esse novo modelo de concessão, a prefeitura irá economizar, em valores estimados, a quantia de pouco mais de R$ 2 milhões referentes a sonorização, iluminação, painel de LED, sistema de geração de energia, palco, camarim, house mix, fechamento, tenda bar, barricada de contenção, truss, banheiros químicos, rádio comunicador, tenda, tenda camarote, piso easyfloor, cadeiras e mesas plásticas, produção geral, assistência de produção, promotores, segurança, equipe de apoio, agentes de portaria, fiscais, vigilantes e agentes de limpeza.
A prefeitura reitera que a festividade é pública e democrática, com diversos espaços distintos para atender todos os públicos, não havendo cobrança de ingressos para o público em geral, com exceção das áreas de camarotes e lounge. Esclarece ainda que é permitida a entrada com comida no local e está mantida a isenção de cobrança de taxa para ambulantes.
“Entretanto, diante da concessão do espaço público nos moldes acima tratados, está proibido o ingresso de bebidas em todos os espaços da festa, bem como a comercialização das mesmas em recipientes de vidro. Quanto aos adquirentes dos camarotes, será fornecido um voucher diário para recebimento de um kit de bebida para cada camarote”.
A Prefeitura de Serra Talhada reforça que essa é a 232ª Festa de Setembro, e apesar de sempre ter sido executada pelos cofres municipais, há a necessidade de ser reinventada, a fim de continuar tendo a importância que sempre teve sem sobrecarregar as finanças públicas, principalmente em eventos dessa envergadura.
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