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‘Não precisa fazer o L’, ‘não precisa gostar de mim’: Lula e Flávio Bolsonaro tentam ampliar apoio além de suas bases na reta final da campanha

Por Michael Andrade

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) intensificaram, nos últimos dias antes do primeiro turno, discursos direcionados a eleitores que não se identificam diretamente com suas bases políticas.

No programa eleitoral exibido no domingo (27), Lula procurou se dirigir a quem não tem identificação com o PT. A peça abordou temas como trabalho, educação e custo de vida e terminou com uma mensagem voltada para além do eleitorado petista.

“Você não precisa fazer o L, não precisa vestir vermelho”, afirmou o presidente, ao defender que o eleitor não precisa adotar símbolos associados ao partido para votar em sua candidatura.

Na propaganda, Lula apresentou propostas para um eventual novo mandato, entre elas o fim da escala 6×1 com dois dias de descanso semanal sem redução salarial — mudança que depende do Congresso —, a ampliação do Pé-de-Meia e das escolas em tempo integral.

Flávio Bolsonaro também vem usando uma abordagem que procura alcançar eleitores para além do bolsonarismo. Em agosto, durante encontro com empresários, o candidato afirmou que o apoio à sua candidatura não precisaria estar condicionado a uma identificação pessoal com ele.

“Não precisa gostar de mim para mudar esse país. Basta gostar de você”, declarou Flávio.

O candidato do PL tem concentrado parte de seu discurso em críticas ao governo Lula, especialmente nas áreas econômica e fiscal, além de apresentar propostas relacionadas à segurança pública e à redução do tamanho do Estado.

As movimentações ocorrem em um cenário em que os dois concentram a maior parte das intenções de voto, mas ainda disputam eleitores que apoiam outros candidatos, estão indecisos ou não mantêm identificação direta com petismo e bolsonarismo.

Na pesquisa Quaest divulgada nessa segunda-feira (28), Lula aparece com 39% das intenções de voto no primeiro turno e Flávio Bolsonaro com 34%. Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD) têm 4% cada, Renan Santos (Missão), 3%, e Romeu Zema (Novo), 1%. Os indecisos são 5%, enquanto 10% afirmaram que votariam branco, nulo ou não compareceriam.

Em uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e Flávio, a mesma pesquisa registrou 42% para cada candidato.

A Quaest ouviu presencialmente 2.004 eleitores entre 24 e 27 de setembro. O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo, tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06520/2026.

O primeiro turno das eleições acontece no próximo domingo, 4 de outubro.

Fonte: g1
Foto: Frame/Reprodução

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Outras Notícias

Em Arcoverde Zeca testa seus preferidos

Do Blog do Magno Na tentativa de resgatar o controle da Prefeitura de Arcoverde, hoje nas mãos da prefeita Madalena Brito (PSB), com quem rompeu, o deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB) testa em pesquisas o potencial de três possíveis candidatos: Nerianny Cavalcanti, sua esposa, o deputado estadual Júlio Cavalcanti, seu irmão, e o também deputado […]

Dep Zeca Cavalcanti - FotoDo Blog do Magno

Na tentativa de resgatar o controle da Prefeitura de Arcoverde, hoje nas mãos da prefeita Madalena Brito (PSB), com quem rompeu, o deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB) testa em pesquisas o potencial de três possíveis candidatos: Nerianny Cavalcanti, sua esposa, o deputado estadual Júlio Cavalcanti, seu irmão, e o também deputado Eduíno Brito (PHS), que não pertence ao seu grupo, mas com quem admite fechar um entendimento.

“Para ser pátria amada não pode ser pátria armada”, diz arcebispo de Aparecida

g1 O arcebispo de Aparecida (SP), Dom Orlando Brandes, afirmou nesta terça-feira (12) que “para ser pátria amada não pode ser pátria armada” durante a missa das 9h, a principal do dia no santuário. “Para ser pátria amada, seja uma pátria sem ódio. Para ser pátria amada, uma república sem mentira e sem fake news. […]

g1

O arcebispo de Aparecida (SP), Dom Orlando Brandes, afirmou nesta terça-feira (12) que “para ser pátria amada não pode ser pátria armada” durante a missa das 9h, a principal do dia no santuário.

“Para ser pátria amada, seja uma pátria sem ódio. Para ser pátria amada, uma república sem mentira e sem fake news. Pátria amada sem corrupção. E pátria amada com fraternidade. Todos irmãos construindo a grande família brasileira”, disse o religioso durante o sermão.

“Pátria amada” é o slogan do governo de Jair Bolsonaro. Brandes não o citou, mas o presidente é favorável ao armamento da população e é investigado em inquérito sobre disseminação de informações falsas que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

No sermão, Brandes lamentou as mais de 600 mil mortes por Covid e defendeu a vacina e a ciência – ao longo da pandemia, Bolsonaro defendeu medicamentos comprovadamente ineficazes contra a doença e questionou a eficácia das vacinas.

“Mãe Aparecida, muito obrigado porque na pandemia a senhora foi consoladora, conselheira, mestra, companheira e guia do povo brasileiro que hoje te agradece de coração porque vacina sim, ciência sim e Nossa Senhora Aparecida junto salvando o povo brasileiro”.

Os ministros da Cidadania, João Roma, e da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, acompanharam a cerimônia. Bolsonaro está em Guarujá (SP) desde sexta-feira (8).

Brandes citou ainda, a fome, lembrando o caso de brasileiros que buscam restos de carne em ossos pra se alimentar. E pediu união.

“Quero pedir que cada um de nós abrace o Brasil. Abrace o nosso povo. A começar pelo povo mais original, vamos abraçar os nossos índios, primeiro povo dessa terra. Vamos abraçar os negros, que logo vieram fazer parte desta terra. Vamos abraçar os europeus que aqui chegaram.”

Questionado se o sermão era um recado para Bolsonaro, Brandes disse que que era uma mensagem “para todos os brasileiros”.

“Respeitamos as autoridades mesmo discordando e falamos com a doutrina da igreja. Nós estamos quebrando a aliança com o ódio e a corrupção e para confirmarmos a nossa República e a democracia”.

Histórico de críticas

Em 2020, Dom Orlando Brandes criticou a volta da impunidade e também as queimadas em biomas como Amazônia e Pantanal.

Já em 2019, o sermão criticou o “dragão do tradicionalismo” e disse que a “direita é violenta e injusta”.

Segundo Climatempo, Nordeste terá mais chuvas

Do Climatempo A umidade mais elevada e o forte calor têm favorecido as pancadas de chuva sobre o interior do Maranhão e do Piauí desde o início da semana. As áreas de instabilidade também voltaram a crescer sobre o interior do Ceará e até da Paraíba possibilitando a ocorrência de chuva. Os volumes de chuva foram […]

Do Climatempo

A umidade mais elevada e o forte calor têm favorecido as pancadas de chuva sobre o interior do Maranhão e do Piauí desde o início da semana. As áreas de instabilidade também voltaram a crescer sobre o interior do Ceará e até da Paraíba possibilitando a ocorrência de chuva. Os volumes de chuva foram elevados em alguns municípios.

As pancadas de chuva vão continuar no decorrer da semana sobre o interior dos quatro estados, Maranhão, Piauí, Ceará e Paraíba. A boa notícia é que a chuva também vai aumentar em áreas da costa norte do Nordeste. A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) fica novamente mais próxima da faixa litorânea e a chuva passa a ser mais frequente entre o litoral do Ceará e da Paraíba já a partir desta quinta-feira (18). A previsão é de chuva mais vezes no decorrer do dia e que pode cair com moderada a forte intensidade.

“Essa será uma tendência da semana e até áreas do sertão do Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco e da Bahia voltam a ter algumas pancadas de chuva”, avisa a meteorologista Fabiana Weykamp. “Porém, os estados de Alagoas e Sergipe, além da parte leste da Bahia vão continuar quase sem chuva”, acrescenta a meteorologista.

Em termos de volume, os maiores acumulados da semana serão observados sobre o interior do Maranhão e do Piauí, com previsão de fortes pancadas de chuva como já estão ocorrendo nos últimos dias. Os acumulados poderão passaram de 100 mm em diversas localidades dos dois estados até o próximo domingo (22).

Marchantes descumprem acordo e abatem animais clandestinamente em Tabira

De sessenta abates programados para hoje, apenas oito foram feitos em Afogados Marchantes tabirenses descumpriram acordo firmado entre MP, Prefeitura, Câmara de Vereadores e Abatedouro de Afogados da Ingazeira e abateram animais clandestinamente na Cidade das Tradições. A denúncia é de Carlos Vandré, o “Carlão”, diretor do Abatedouro, em entrevista ao programa Comando Geral – […]

Zero boi: marchantes não enviaram animais e abate ficou comprometido. MP foi confrontado com decisão
Zero boi: marchantes não enviaram animais e abate ficou comprometido. MP foi confrontado com decisão

De sessenta abates programados para hoje, apenas oito foram feitos em Afogados

Marchantes tabirenses descumpriram acordo firmado entre MP, Prefeitura, Câmara de Vereadores e Abatedouro de Afogados da Ingazeira e abateram animais clandestinamente na Cidade das Tradições. A denúncia é de Carlos Vandré, o “Carlão”, diretor do Abatedouro, em entrevista ao programa Comando Geral – Rádio Pajeú.

Segundo ele, de sessenta animais previstos para o abate hoje, apenas oito foram levados ao município, em flagrante descumprimento do que fora acordado. “Caso a gente descumpra pode pagar com multa de até R$ 5 mil. Nos preparamos para receber os animais e apenas oito foram enviados”.

Segundo ele, os animais teriam sido abatidos clandestinamente em Tabira, no matadouro que estava interditado pela Adagro. “A Adagro foi comunicada oficialmente e prometeu providências”, afirmou.

O Prefeito de Tabira, Sebastião Dias, afirmou que não tinha conhecimento do descumprimento. Já o promotor Lúcio Luiz de Almeida neto prometeu ficar a par da situação e tomar providências à luz do TAC – Termo de Ajustamento de Conduta.

Internautas rebatem comentário infeliz de Ciro Nogueira no Twitter

O senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-chefe da Casa Civil no governo Bolsonaro, usou as suas redes sociais para criticar a volta da campanha de vacinação divulgada pelo Ministério da Saúde.  “Um governo voltado para o passado chama ídolos do passado. Coerente”, tuitou o senador comentando a foto em que a ex-apresentadora Xuxa Meneguel aparece ao […]

O senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-chefe da Casa Civil no governo Bolsonaro, usou as suas redes sociais para criticar a volta da campanha de vacinação divulgada pelo Ministério da Saúde. 

“Um governo voltado para o passado chama ídolos do passado. Coerente”, tuitou o senador comentando a foto em que a ex-apresentadora Xuxa Meneguel aparece ao lado do símbolo da campanha de vacinação, Zé Gotinha.

Internautas rebateram o senador comentando em sua postagem. O jornalista Chico Pinheiro escreveu: “Você queria que o ídolo fosse quem? Brilhante Ustra? Ora, vá conversar com o Pazuello!”, rebateu Pinheiro.

A cantora Zélia Duncan também comentou na postagem de Ciro: “Você, Ciro Nogueira, prefere tortura e ditadura, coisas “novas” e saudáveis pras crianças, né? Toma vergonha! Comentário burro, normal. Malvado, normal. Inútil, normal”.

“Moderno é ser negacionista da ciência e das vacinas, né? E o cursinho para aprender a ser oposição, já começou?”, cutucou o internauta Médico de Postinho.

“Moderno é exterminar índio e ser anti-vacina igual você gosta né patrão?” e “O senhor não tem vergonha não? Se o senhor tinha uma biografia (desconheço) ela se acabou quando o Sr. resolveu apoiar o fascistinha genocida. Recolha-se”, foram mais alguns comentários que rebateram a postagem do senador.