Sobreviveu para gritar “Fora Temer” no ato com Mendonça
Por André Luis
O estudante do Curso de História da FASP, Lúcio Vinicius, 20 anos, residente no Bairro Borges, Afogados da Ingazeira, já pode dizer que tinha mais de um motivo, além do próprio futuro e existência, para ter escapado de um grave acidente em 5 de março último.
Naquela tarde de segunda, ele ficou ferido quando seguia em uma motocicleta Shineray Phoenix 50 cc, de cor vermelha, pela Rodovia Estadual PE 292, no Bairro Borges.
Quem viu o estado da moto considera um milagre o fato de ele ter sobrevivido.
Hoje ele voltou a ser notícia: Lúcio esteve no ato com o ministro Mendonça Filho e prefeitos da região e o tempo todo segurou um cartaz com os dizeres “Não reconheço Governo Golpista e Fora Temer”.
Durante o evento, não incomodou ou foi incomodado no seu protesto solitário e corajoso.
Só ao final, quando resolveu verbalizar o teor do cartaz, houve início de pequena confusão, porque uma das pessoas ao ato reclamou do protesto e discutiu com uma colega do jovem. A polícia foi até ele apenas para deixar claro que a liberdade de expressão permite o protesto, sem violação da ordem. Ele seguiu com seu cartaz até o final.
Já tem uma história pra contar: sobreviveu para gritar “Fora Temer”…
O prefeito Luciano Duque acaba de, em um ato com aliados e setores da imprensa, ler uma carta aberta e responder alguns questionamentos. Foi em um hotel da cidade de Serra Talhada. Ele falou ao lado da esposa, Karina Rodrigues, dos vereadores Ronaldo de Dja e Vandinho da Saúde e do filho, Miguel Duque. Em […]
O prefeito Luciano Duque acaba de, em um ato com aliados e setores da imprensa, ler uma carta aberta e responder alguns questionamentos. Foi em um hotel da cidade de Serra Talhada.
Ele falou ao lado da esposa, Karina Rodrigues, dos vereadores Ronaldo de Dja e Vandinho da Saúde e do filho, Miguel Duque.
Em suma, disse que quem fez a campanha dele para deputado foi o povo, sem destacar a participação da prefeita Márcia Conrado.
Também cita as perseguições que diz ter sofrido através de pessoas aliadas, com a gota d’água sendo Ronaldo de Dja, que foi afastado da base governista. Concluiu a carta dizendo que foi traído.
Em determinado momento, disse que Márcia quis apagar seu legado político e conclamou lideranças para seu novo grupo.
Também falou que a prefeita tenta o aniquilar politicamente. Sobre se candidato ou não em 2024, afirmou que só discutirá o tema em 2024. Ainda que na hora certa vai conversar com Marília, porque a história deles se confunde em Pernambuco.
O programa Sertão Notícias, da Cultura FM, com Juliana Lima, traz a repercussão da fala de Duque e nosso comentário sobre os próximos capítulos dessa nova ordem política na Capital do Xaxado. Dentre as expectativas, a do pronunciamento da própria prefeita Márcia Conrado, que ainda não comentou a decisão do parlamentar.
Leia a carta aberta lida por ele:
Tenho uma história marcada por muitas lutas, desafios e conquistas, nunca disputei o poder simplesmente pelo poder. Da mesma forma, não tomo decisões por conveniência ou facilidades. Muito pelo contrário, em diversos momentos dos meus mais de 40 anos de vida pública escolhi caminhos árduos e repletos de obstáculos, inspirado no meu pai João Duque, um exemplo de cidadão e que nunca se afastou da sua vocação que é servir e ajudar as pessoas.
Na política, sempre agi com correção e cumprindo acordos e compromissos, buscando contribuir com os grupos e movimentos nos quais me inseri. Nunca fui de ficar em cima do muro, no conforto de não ter que escolher um lado e, por ventura, perder algum benefício que poderia ter.
Fui vice-prefeito pela força e pela vontade do povo que me fez ter estatura para ocupar aquela função, e tenho plena convicção que honrei o cargo que me foi confiado. A maior prova disso é que esse mesmo povo me escolheu para governar o destino da nossa amada Serra Talhada, e assim o fiz, respeitando as diferenças, a democracia e todas as lideranças políticas.
Enquanto prefeito, governei para todos e transformei a realidade do nosso município. Serra Talhada se tornou uma cidade em desenvolvimento com a atração de grandes investimentos e a geração de emprego e renda para os serra-talhadenses.
Mas não foi uma tarefa fácil governar nossa terra. Essa missão exigiu de mim e da minha equipe muito desprendimento, ousadia e amor. E se não bastasse a dificuldade de gerir um município da magnitude do nosso, ainda tivemos que enfrentar poderosas forças políticas que fizeram de tudo para nos desestabilizar, mas não conseguiram.
Ao longo dos nossos mandatos fomos oposição ao governo do estado e, boa parte, do governo federal. Mas sempre tivemos capacidade de enfrentar crises e buscar parcerias e ações que desenvolvessem o município e melhorassem a vida do nosso povo. Isso nunca nos desanimou.
Concluímos um mandato exitoso que em oito anos transformou Serra Talhada; construímos equipamentos públicos que mudaram a vida das pessoas; revolucionamos a educação; elevamos a saúde a uma das melhores de Pernambuco; dotamos o município de uma boa infraestrutura; fizemos dois concursos públicos; não esquecemos da Zona Rural; demos orgulho ao nosso povo.
Tudo aquilo que fizemos nos deu a condição de apresentar um nome ao nosso povo que pudesse dar continuidade ao trabalho realizado por todo um grupo. E graças a força que acumulamos, fruto desse trabalho, conseguimos eleger a primeira mulher com uma grande votação.
Mas, o poder, muitas vezes, muda as pessoas. E desde o início da atual gestão, buscamos aconselhar, sugerir, conversar com as pessoas, para mostrar que algumas coisas poderiam ser feitas de uma forma diferente. No entanto, o que percebemos é que um movimento interno do governo, liderado por pessoas que apostavam no nosso fracasso, começou a nos atacar e tentar apagar o nosso legado.
É de conhecimento público que deixamos a casa arrumada, sem folha de pagamento em atraso, com recursos em contas e diversos projetos engatilhados. Sempre fazendo questão de revelar e reconhecer o empenho daqueles que trouxeram recursos para Serra Talhada. Acontece que tudo que fizemos ou deixamos em andamento, começou a ser realizado como se não fosse ação do nosso governo. Tentaram cancelar meu CPF. Fomos boicotados. Novamente, não conseguiram. O povo sabe quem fez e conhece a nossa história, e sabe reconhecer de longe onde há ingratidão.
E a resposta do povo veio nas urnas mais uma vez. Fui o deputado mais votado da história de Serra Talhada, e sou grato a todos que me ajudaram. Vereadores, lideranças, pessoas do governo, amigos, familiares e especialmente a nossa gente. E não pensem que foi fácil. Mais uma vez, movimentos orquestrados dentro do governo me perseguiram e perseguiram pessoas ligadas a mim. Mas a vontade do povo foi soberana. Fizemos uma campanha modesta, mas cheia de esperança, e com a contribuição de muitas pessoas, vencemos.
E é justamente por não ser ingrato e nem traidor que me dirijo ao povo da minha terra. A gratidão vem associada à solidariedade, e eu não poderia mais aceitar que as pessoas que me ajudam, que estão próximas a mim, fossem perseguidas e expulsas do grupo que elas também ajudaram a construir.
Logo após as eleições, demostrada a minha força política, a atual prefeita começou a fazer uma série de demissões de pessoas que me deram as mãos. E os gestos da atual gestora foram a mais profunda demonstração que ela não tolera quem esteja ao meu lado, mesmo essas pessoas sendo leais a ela.
Marta, Cristiano e Anildomá, para citar alguns exemplos, têm o meu mais profundo respeito e a minha gratidão. No bom e no ruim estiveram comigo, como muitos outros. E, assim, quero estar com eles da mesma forma, entre outros que sequer tiveram uma oportunidade, porque gratidão e lealdade, infelizmente, não são para todo mundo, mas nós temos e o povo sabe disso.
Por fim, veio mais uma traição da atual prefeita, ao expulsar o vereador Ronaldo de Dja do grupo político, que ele é um dos construtores. E para a nossa tristeza, a gestora tomou essa atitude porque o vereador está “muito alinhado a gente”, como foi dito pelo seu secretário de comunicação recentemente em uma rádio local. Depois desse episódio, eu não poderia ficar calado.
Tentei por várias vezes ajudar, conversar e ser ouvido, mas fui ignorado. As lideranças próximas a mim foram perseguidas e, muitas delas, constrangidas e humilhadas, numa clara posição de quem não nos queria mais sendo parte do grupo da atual gestão.
Fica claro pelas atitudes tomadas pela atual prefeita e seu núcleo político, que eu e aqueles que me têm respeito e reconhecem o meu trabalho, não somos bem quistos no projeto que ela representa, por isso meu afastamento dela se tornou imperativo. Afinal, não podemos conviver com quem não nos quer.
Associado a tudo isso, também venho percebendo uma insatisfação crescente da população com a falta de cuidado e atenção da atual gestora. Vocês não têm ideia da quantidade de reclamações que recebo todos dias e os relatos dramáticos de gente sofrida.
Vemos hoje a prefeita dominada por aqueles que foram seus reais opositores, que a chamaram de poste. Pessoas que nunca construíram nada no grupo político dando as cartas em detrimento daqueles que contribuíram para ela chegar onde chegou. Eu sei do sentimento de decepção dessas pessoas e todas podem contar comigo.
O meu lado sempre foi o lado do povo e a minha voz será a voz dos esquecidos, dos invisíveis, dos insatisfeitos e dos que estão sofrendo com o abandono da nossa cidade e com a destruição do legado que deixamos.
Não posso assistir nossa cidade retroceder depois de vários anos no caminho do desenvolvimento e decair na entrega de serviços. Às vezes penso que a condutora parece ter engatado a marcha à ré ou que a pilota sumiu.
A partir de hoje, irei reunir aqueles e aquelas que queiram caminhar conosco na construção de um projeto que recoloque o nosso município nos trilhos, que devolva a esperança ao nosso povo, que acabe com a perseguição e o medo, que tenha diálogo aberto e franco com as lideranças políticas e que façam tudo isso POR AMOR A SERRA TALHADA.
E assim faço um chamado para daqui pra frente, juntos, com coragem, com esperança e com a certeza, que vamos apresentar aos serra-talhadenses um projeto que seja a cara do nosso povo e que melhore a vida de nossa gente.
Não guardo mágoas de ninguém e estou aberto para dialogarmos com qualquer pessoa ou liderança política que queira se juntar a nós nesse novo projeto, seja agora ou mais tarde.
Não desejamos o mal a “quem quer que seja” e muito menos, desejamos que a nossa terra sofra mais por falta de um governo atento aos anseios do povo. Vamos trabalhar de mãos dadas para construirmos um futuro como já fizemos no passado.
Não tomo essa decisão por projeto pessoal, até porque outros podem se apresentar nessa corrente de união, mas porque escutei a voz das ruas e das redes e me coloco no lugar dos perseguidos e dos desassistidos.
Com gratidão, lealdade, fé e esperança, POR AMOR A SERRA TALHADA,
Aluno do 9º ano do Ensino Fundamental recebeu menção honrosa no exame que mede conhecimentos em matemática A Educação de Riacho das Almas está comemorando mais um bom resultado obtido graças ao bom desempenho de toda a Rede Municipal de Ensino. Pelo segundo ano consecutivo, um aluno do município recebeu menção honrosa na Olimpíada Brasileira […]
Aluno do 9º ano do Ensino Fundamental recebeu menção honrosa no exame que mede conhecimentos em matemática
A Educação de Riacho das Almas está comemorando mais um bom resultado obtido graças ao bom desempenho de toda a Rede Municipal de Ensino. Pelo segundo ano consecutivo, um aluno do município recebeu menção honrosa na Olimpíada Brasileira de Matemática.
O estudante de 14 anos Leanderson Antônio da Silva, aluno do 9º ano da Escola Mário da Mota Limeira foi condecorado e se destacou entre milhares de estudantes de todo o Brasil. “Eu amo matemática, é a minha matéria preferida. Quando o diretor da escola me deu a notícia quase não acreditei. Tive que ver o resultado com os meus próprios olhos. Fiquei muito feliz”, comemorou Leanderson, que embora pense em se tornar médico quando crescer, agora considera a possibilidade de exercer uma profissão que envolva a matemática.
A professora de matemática dele, Dannyelle Soares, também ficou feliz com o resultado: “Ele tem um raciocínio lógico bom e rápido. Eu fico bastante orgulhosa em ver que nossos alunos estão no caminho certo, e acompanhar um deles sendo destaque deixa todo mundo satisfeito”, afirmou.
Para a secretária de Educação Arijane Monteiro, o resultado é um orgulho para o município: “Desde o ano passado alguns alunos da Rede Municipal receberam essa condecoração. Estamos investindo muito na educação do município e na formação de nossos professores, o que contribui para estes resultados”, disse ela. A afirmação da secretária é confirmada por Leanderson, que nasceu no Rio de Janeiro e comparou o ensino público da capital carioca com o de Riacho das Almas: “Minhas professoras daqui são melhores que as do Rio”, disse ele.
A Olimpíada Brasileira de Matemática foi realizada em duas etapas e Leanderson foi o único estudante do município a ganhar a menção honrosa.
Em um artigo para a imprensa divulgado nesta terça, o empresário e pré-candidato à prefeitura de São José do Egito, Fredson Brito, cobra mais apoio e investimento à cultura na Capital da poesia. “São José do Egito, cidade marcada por uma rica história e tradições culturais, como a poesia, atualmente enfrenta uma carência significativa no […]
Em um artigo para a imprensa divulgado nesta terça, o empresário e pré-candidato à prefeitura de São José do Egito, Fredson Brito, cobra mais apoio e investimento à cultura na Capital da poesia.
“São José do Egito, cidade marcada por uma rica história e tradições culturais, como a poesia, atualmente enfrenta uma carência significativa no âmbito cultural. Exemplo disso é o Carnaval que está, praticamente, na porta e a cidade, por mais um ano, ficará para trás. Essa ausência de atenção, ou até mesmo a negação da cultura local, é vista não só neste período, mas nos últimos anos em geral a exemplo do descaso com o Museu da Saudade, uma relíquia cultural localizada no distrito de Riacho do Meio”, diz em nota.
Ele cita o exemplo de Joel Ferreira, fundador do Museu da Saudade, que emerge como uma figura crucial na preservação da história e cultura da região. “Apesar de suas portas estarem abertas, é surpreendente como poucos conhecem a existência desse espaço valioso. O Museu da Saudade tornou-se um símbolo da discrepância entre a importância da cultura e a atenção que ela recebe da comunidade”, diz.
Fredson reproduz uma fala em que Joel, que também é agricultor familiar, expressa sua preocupação com a negligência cultural. “Sem a nossa cultura, perdemos não apenas tradições, mas a própria essência de quem somos.”
De acordo com Joel, “é uma pena que um patrimônio desses não tenha, sequer, um apoio do poder público. A própria população de São José do Egito não sabe da existência deste museu que retrata tanta coisa bonita e que fez parte da vida de tantas pessoas daqui”, disse.
Atualmente, o espaço conta com milhares de peças adquiridas por doações graças à persistência do agricultor que praticamente cedeu sua casa inteira para abrigar o acervo. O espaço já foi visitado por referências como representantes do movimento Cariri Cangaço, que estuda a história na região.
“O Carnaval, em particular, era uma celebração que unia a comunidade em festividades animadas, ressaltando a riqueza da diversidade cultural presente na cidade”, criticou Fredson.
“É imperativo que a sociedade e as autoridades locais despertem para a importância da cultura na construção de uma comunidade pujante e resiliente. A valorização de iniciativas como o Museu da Saudade, aliada à promoção de eventos culturais, pode ser a chave para resgatar a identidade perdida e reconstruir o orgulho cultural do nosso povo”.
Atualizado às 12h30 Um grave acidente próximo a cidade de Belém de São Francisco matou o afogadense Alfredo Mariano esta manhã. Alfredo estava organizando um Festival de Prêmios que aconteceria na cidade de Petrolândia. Foi na comunidade de Venezuela, em trecho da PE 316. Além dele, o profissional que faria a locução do evento, identificado como […]
Um grave acidente próximo a cidade de Belém de São Francisco matou o afogadense Alfredo Mariano esta manhã. Alfredo estava organizando um Festival de Prêmios que aconteceria na cidade de Petrolândia. Foi na comunidade de Venezuela, em trecho da PE 316.
Além dele, o profissional que faria a locução do evento, identificado como Caio Locutor, também faleceu. Caio Santos é responsável pela CS Locução e Publicidade.
Segundo o Blog do Robson Cordeiro, o Fiat Strada da cidade de Itacuruba, em que estavam Alfredo e Caio, teria colidido frontalmente com um carro modelo Siena. Os feridos foram socorridos para o Hospital Dr. José Alventino Lima em Belém do São Francisco. O Fiat Strada pegou fogo após a colisão.
No Blog do Elvis, é possível ver detalhes da dimensão do acidente, mostrando que não havia o que fazer pelas vítimas que faleceram, pois o carro pegou fogo logo após a colisão e não houve como retirá-los das ferragens. Clique aqui e veja mais detalhes. Alertamos, as imagens são relativamente fortes, pois mostram o carro sendo consumido pelas chamas.
Alfredo é irmão do ex-vereador afogadense Hamilton Marques, do contador Adeilton Marques, de Aécio Marques, PM, Flávia e Airton Marques. Realizava Festivais de prêmios em várias cidades do Estado. Foi também presidente do Diretório Acadêmico da Fafopai.
Nos 20 anos que antecederam a aposentadoria, o serra-talhadense Sandro Vasconcelos, hoje residente em Afogados da Ingazeira, dividiu a carreira de Gestor de Mercado de Superintendência do BB e de Agências da instituição no Estado de Pernambuco com o Meio Acadêmico, a Literatura e a Música. Publicou 5 livros, artigos científicos e é autor de […]
Nos 20 anos que antecederam a aposentadoria, o serra-talhadense Sandro Vasconcelos, hoje residente em Afogados da Ingazeira, dividiu a carreira de Gestor de Mercado de Superintendência do BB e de Agências da instituição no Estado de Pernambuco com o Meio Acadêmico, a Literatura e a Música. Publicou 5 livros, artigos científicos e é autor de 300 composições musicais. Ontem, conversou com a redação deste blog.
Nós já conhecíamos as suas atividades profissionais. A música, todavia, foi uma surpresa. O que você poderia nos dizer sobre isso?
Sandro: Em primeiro lugar, eu tinha um contrato de exclusividade laboral com o BB. Logo, fui autorizado, apenas, a realizar atividades simultâneas no âmbito acadêmico e literário. E, nesse contexto geral, conquistei prêmios de eficiência em gestão, um doutorado e um prêmio literário de projeção nacional, dentre outros de amplitude regional. Quanto à música, todas as composições foram guardadas para serem apresentadas no momento oportuno. E ele chegou!
Como você conseguiu conciliar todos esses trabalhos com sucesso?
Sandro: Na vida, para se alcançar o sucesso, caminhar de mãos dadas com o tempo é essencial. Mas, só isso não basta, é claro! A planificação e a execução de projetos de curto, médio e longo prazo dão harmonia às jornadas. E a determinação poderá acelerar as conquistas. Sonhos são premissas para as realizações, desde que sejam convertidos em ideais. Caso contrário, vive-se uma abstração continuada sem perspectiva de materialização. Já na adolescência, desenvolvi essa concepção e procuro mantê-la latente até hoje, ciente de que as quedas me fazem levantar mais forte.
Como surgiram as inspirações para as suas composições musicais?
Sandro: As inspirações surgem repentinamente. Muitas vezes estão no subconsciente só necessitando de um estímulo externo para se apresentar. Os meus estudos e observações do comportamento humano, as viagens durante a minha vida por 89 países em todos os continentes, sempre primando pelo conhecimento, e não por fotos em pontos de interesse, apenas. Tudo isso aguça e influencia a produção das letras musicais, a título de exemplo.
Como fazer para conhecer os seus trabalhos musicais?
Sandro: Estão disponíveis em várias plataformas digitais para o público em geral, cantores e cantoras nacionais e internacionais, interessados em gravá-los. Vou destacar o meu Canal no YouTube (clique aqui e se inscreva). Num primeiro momento, são 80 músicas com letras em português, espanhol, italiano, francês e inglês (ecletismo nos gêneros). As demais serão publicadas no decurso dos próximos anos.
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